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‘The War With Grandpa’: Uma Thurman se junta a Robert De Niro e Christopher Walken

Uma Thurman tem estado um pouco ausente das câmeras, mas atriz está retornando, como parte do elenco da comédia familiar ‘The War With Grandpa’. Ao lado dela, o ator Rob Riggle também acaba de entrar para a produção, que já conta com os veteranos Robert De Niro e Christopher Walken.

Adaptado do romance de Robert Kimmel Smith, ‘The War With Grandpa’ conta a história do jovem Peter (Max Jenkins), que está entre seu amor pelo avô e seu querido quarto. Quando sua avó morre, o avô decide se mudar para a casa do neto e por conta de um problema em sua perna, ele acaba tomando seu quarto. O rapaz se vê forçado a abandonar seu cômodo e a mudar para sótão da casa, gerando alguns contratempos.

Os papéis de Thurman e Riggle ainda não foram divulgados, mas espera-se que eles interpretem os pais do Peter. As filmagens de ‘The War With Grandpa’ já começaram, mas ainda não há uma data de lançamento para a produção.

‘The Beastlies’: J.J. Abrams e Mattel se unem para lançar filmes baseados em brinquedos

O cineasta J.J. Abrams e a fabricante de brinquedos Mattel se uniram para lançar uma franquia de filmes baseada nos personagens de ‘The Beastlies‘. A informação foi revelada pelo site Deadline.

Os bonequinhos são de autoria da escultora Leslie Levings e chamaram a atenção de Abrams em 2010, que na época chegou a sugerir a ideia de desenvolver uma saga em parceria com a Mattel.

Ainda não há detalhes a respeito do acordo, tão pouco informações a respeito do teor das futuras produções.

‘O Retorno de Mary Poppins’: Premiere reúne elenco e convidados em bela festa; Confira as imagens!

O Retorno de Mary Poppins‘ teve sua premiere mundial recentemente e reuniu vários membros do elenco, como Lin-Manuel Miranda, Ben Whishaw, Emily Blunt, Emily Mortimer e o veterano Dick Van Dike, um dos protagonistas do clássico original de 1964.

Além disso, o evento contou com a presença de convidados, como Matt Damon, Billy Crystal e Karen Gillan.

Confira as imagens:

 

Confira os muitos elogios que o longa recebeu:

“‘O Retorno de Mary Poppins‘ é delicioso, lotado de charme das antigas que te faz sorrir o tempo inteiro. Muita cor, calor e magia. Um filme sobre acreditar naqueles que amam e que amam imaginar as possibilidades.”

 

“‘O Retorno de Mary Poppins é repleto de lindos visuais, incríveis atuações e sequências musicais que vão te surpreender. Emily Blunt será indicada a Melhor Atriz e tem grandes chances de ganhar. Fãs do primeiro filme ficarão satisfeitos.”

“A corrida do Oscar acabou de mudar porque ‘O Retorno de Mary Poppins é incrível. Há músicas charmosas e memoráveis, atuações e proezas excelentes que vi em filmes em anos. Uma sequência tão tardia não devia ser tão boa e, ainda assim, com certeza é. Mágico.”

 

“Praticamente perfeito em todos os sentidos. Minha sessão predileta desde quando eu era criança. Se você não sair com um sorriso grande no rosto e uma sensação boa no coração então não poderemos ser amigos. Amei cada minuto.”

 

O filme estreia dia 20 de dezembro de 2018. Abaixo, os lindos pôsteres individuais dos personagens.

Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.

Lin-Manuel MirandaBen Whishaw, Emily Mortimer, Colin Firth e Meryl Streep também estrelam.

Rob Marshall, do inesquecível ‘Chicago‘, comanda a produção. Ele já trabalhou com Streep e Blunt em ‘Caminhos da Floresta‘.

 

‘Will & Grace’: Demi Lovato é destaque em cena inédita divulgada; Assista!

A terceira e última temporada de ‘Will & Grace vai contar com a participação especial da atriz e cantora Demi Lovato. E uma de suas cenas foi divulgada com exclusividade pelo site TVLine.

Assista:

 

Os produtores executivos de ‘Will & Grace‘, Max Mutchnick, David Kohan e James Burrows, falaram sobre o fim do revival, após sua terceira temporada:

“Em 2016, Bob Greenblatt nos abordou com uma ideia de fazer um reboot de ‘Will & Grace’ com 10 episódios. Costumam dizer que não podemos retornar para casa, mas nós voltamos. E agora, três temporadas e 52 episódios depois, estamos ainda mais orgulhosos de algo que nunca pensamos que seria possível termos a chance de fazermos novamente. Tivemos uma oportunidade única na vida… duas vezes. E, por isso, agradecemos duplamente a gratidão da NBC, que nos deu apoio e um lar desde o primeiro dia.”

Criada por David Kohan e Max Mutchnick, a série original durou por 8 temporadas (1999-2006).

Não existe algo que separe Will Truman e Grace Adler. Ele é gay e ela é hétero. Will é um prestigiado advogado, que tem uma divertida amizade com Jack, que também é gay e está procurando emprego. Grace é uma decoradora de primeira, mas tem problemas em estabelecer uma boa relação de trabalho com sua assistente, Karen, uma cativante milionária de língua afiada.

O elenco conta com Eric McCormack, Debra Messing, Megan Mullally e Sean Hayes.

‘Iwájú’: Nova série animada da Disney+ ganha sinopse oficial completa

A nova série animada de ficção científica da plataforma Disney+, intitulada ‘Iwájú‘, ganhou sua sinopse oficial completa.

A produção, que será lançada em 2022, foi anunciada durante o evento Investor Day, realizado pela Walt Disney Co., na última quinta-feira (10).

Confira a sinopse:

“A série é uma colaboração inédita entre o Walt Disney Animation Studios e a empresa pan-africana de entretenimento em quadrinhos, Kugali, e seus fundadores Tolu Olowofoyeku, Ziki Nelson e Hamid Ibrahim.

Iwájú, que se traduz aproximadamente como ‘O Futuro’na língua ioruba, está impregnado de ficção científica. A série se passa em Lagos, Nigéria, explorando temas profundos de classe, inocência e desafiando o status quo”.

De acordo com o diretor do projeto, Ziki Nelson, a produção será inovadora, unindo a culturalidade africana à magia Disney:

“Esta série vai combinar a magia Disney e experiência em animação com o fogo de Kugali e a autenticidade narrativa. Iwájú representa um sonho de infância de contar a minha história e a do meu povo”.

Confira a logo oficial:

A produção é o resultado de uma colaboração entre a Disney e a produtora pan-africana Kugali.

A série tem previsão de lançamento para 2022, na Disney+.

 

‘The Unbearable Weight of Massive Talent’: Filme com Nicolas Cage sobre Nicolas Cage ganha imagens oficiais

O comédia metalinguística The Unbearable Weight of Massive Talent‘, que traz o astro Nicolas Cage interpretando uma versão caricata de si mesmo, ganhou suas primeiras imagens oficiais.

O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW e traz o ator contracenando lado a lado com Pedro Pascal.

Confira:

Pedro Pascal as Javi and Nicolas Cage as Nic Cage in The Unbearable Weight of Massive Talent. Photo Credit: Katalin Vermes/Lionsgate
Nicolas Cage as Nic Cage and Pedro Pascal as Javi in The Unbearable Weight of Massive Talent. Photo Credit: Katalin Vermes/Lionsgate
Pedro Pascal as Javi and Nicolas Cage as Nic Cage in The Unbearable Weight of Massive Talent. Photo Credit: Katalin Vermes/Lionsgate
Pedro Pascal as Javi and Nicolas Cage as Nic Cage in The Unbearable Weight of Massive Talent. Photo Credit: Katalin Vermes/Lionsgate
Pedro Pascal as Javi and Nicolas Cage as Nic Cage in The Unbearable Weight of Massive Talent. Photo Credit: Katalin Vermes/Lionsgate
Nicolas Cage as Nic Cage in The Unbearable Weight of Massive Talent. Photo Credit: Katalin Vermes/Lionsgate

O trailer oficial fora apresentado durante a CinemaCon 2021 e segundo o portal Screen Rant, que esteve presente no painel da Lionsgate, o material de divulgação parece ter agradado o público.

De acordo com a publicação, o longa traz uma atmosfera semelhante a dos filmes de Charlie Kaufman, como o próprio clássico ‘Adaptação‘- que por sinal traz Cage como o protagonista.

Confira a descrição do trailer:

Vários trechos dos papéis de Nicolas Cage no cinema são apresentados, de ‘Con Air’, passando por ‘A Lenda do Tesouro Perdido’ a ‘Motoqueiro Fantasma’, chegando aos dias atuais. O agente de Nic fala sobre sua atuação e ele quer se aposentar. Ele diz a alguém para contar aos estúdios que foi uma “tremenda honra fazer parte da arte de contar histórias e da construção de mitos”.

O personagem de Neil Patrick Harris o convence a assumir um papel de US$ 1 milhão, interpretando seus papéis para um bilionário, chamado Javi. Javi, vivido por Pedro Pascal, fala com Cage sobre seus filmes favoritos. Ele tem uma estátua de cera do ator, que se oferece para comprá-la por um valor baixo.

Surgem algumas cenas de Cage fazendo performances com Javi e tudo culmina com ambos segurando armas de ouro um contra o outro. Javi diz: “Você é a última pessoa que quero matar”. Cage também não quer matar Javi e ambos declaram o amor que possuem um pelo outro.

O trailer ainda conta com uma montagem de várias cenas, todas elas trazendo Nic Cage gritando seu nome por cerca de 15 segundos. Em seguida, o vídeo se encerra com Javi e Cage na piscina, tentando dizer a palavra “cuzão” corretamente.

Segundo o The Hollywood Reporter, a trama acompanha Cage que, após o sucesso de filmes como ‘60 Segundos‘, atingiu o fundo do poço em sua carreira. Agora, ele tenta conseguir um papel no próximo filme de Quentin Tarantino, à medida que se reconecta com sua filha adolescente e luta para tentar acabar com uma terrível dívida financeira.

No filme, Cage desenvolve conversas internas com sua versão mais jovem, que é um astro hollywoodiano dos anos 90 e bem sucedido. Na trama, o ator conhece um bilionário mexicano que quer contratá-lo para um projeto. Mas ele vai acabar descobrindo que esse homem é um magnata do mundo das drogas e Cage vai ser recrutado pela CIA para tentar capturar esse traficante.

Inicialmente, ‘The Unbearable Weight of Massive Talent‘ foi escrito sem o consentimento de Cage por Tom Gormican (‘Ghosted‘) e Kevin Etten (‘Euphoria‘). Gormican enviou o material para Cage, acompanhado de um bilhete, e o ator topou assumir também o cargo de produtor do projeto.

Escrito como uma espécie de amostra, o projeto rapidamente ganhou o interesse de diversas produtoras e após uma guerra entre a HBO Max e a Paramount, a divisão Lionsgate conseguiu os direitos de produção do longa, que ainda não tem data de estreia.

Além de roteirizar, Gormican assume a direção de ‘Unbearable Weight‘.

Sean “Diddy” Combs insiste em perdão presidencial de Trump após condenação

O rapper e magnata da música Sean “Diddy” Combs pode estar contando com um antigo conhecido — o presidente Donald Trump — para evitar anos atrás das grades. Segundo sua advogada, Nicole Westmoreland, a defesa entrou em contato com o governo Trump solicitando um perdão presidencial para o artista, que recentemente foi condenado por dois crimes relacionados à prostituição.

Em entrevista à CNN (via The Hollywood Reporter) na última terça-feira (17), Westmoreland declarou:

“Até onde sei, já tivemos conversas com a administração [Trump] em referência a um perdão”.

A declaração ocorre um dia após o juiz federal Arun Subramanian negar o pedido de liberdade provisória de Combs, que agora aguarda sua sentença marcada para outubro.

Em junho, Diddy foi condenado por violar a Lei Mann, que proíbe o transporte de pessoas entre estados com o objetivo de praticar prostituição. Apesar de absolvido das acusações mais graves, como tráfico sexual e conspiração para extorsão, o artista agora enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão, sendo 10 anos para cada uma das duas infrações cometidas.

Antes mesmo da condenação, Trump havia sido questionado em uma coletiva sobre o caso. Na ocasião, ele declarou que “certamente olharia os fatos”, embora admitisse que não estava acompanhando o processo de perto.

No entanto, em nova entrevista à Newsmax, o presidente se mostrou mais reticente ao ser perguntado novamente sobre a possibilidade de perdão.

“Eu me dava bem com ele, parecia um cara legal. Mas quando concorri à presidência, ele foi muito hostil comigo. Isso torna o perdão mais difícil”. 

Ainda assim, a defesa de Diddy segue confiante.

“Ele é uma pessoa muito esperançosa, e acredito que ele continua otimista quanto às chances de perdão”, disse sua advogada à CNN.

A Casa Branca foi procurada pela imprensa, mas preferiu não comentar o caso.

sean diddy

Sobre a condenação

Diddy foi oficialmente condenado por duas acusações de transporte com o objetivo de prostituição. No entanto, ele foi considerado inocente de três acusações mais graves: duas de tráfico sexual e uma de associação criminosa, conforme a Variety.

Diddy pode enfrentar até 20 anos de prisão por cada uma das duas condenações.

Apesar de ainda poder passar décadas atrás das grades, o clima entre sua equipe de defesa era de comemoração. Após o júri anunciar o veredito dividido, Combs ergueu o punho e sussurrou “obrigado” aos jurados.

A reportagem destaca que ele aparentava estar aliviado e eufórico, apertando a mão de seus advogados, voltando-se para a família e iniciando uma salva de palmas. Quando o júri leu o primeiro veredito de “inocente”, houve suspiros na sala do tribunal. Familiares de Combs e sua equipe jurídica começaram a chorar.

Cerca de uma hora depois, ao deixarem o tribunal e entrarem em uma van Sprinter, os filhos e filhas de Combs esboçaram sorrisos contidos enquanto uma multidão erguia câmeras sobre suas cabeças e gritava: “Liberdade! Liberdade!”.

sean combs

Combs, outrora um titã das indústrias da música e da moda, foi acusado de coagir várias mulheres a participarem de “freak-offs”, maratonas sexuais de vários dias com uso de drogas e acompanhantes masculinos que ele levava de um estado a outro.

A defesa argumentou que Combs pagava aos homens pelo seu “tempo” e que os encontros sexuais aconteciam naturalmente entre três adultos consentindo. Enquanto a acusação rebateu dizendo que a ideia de que os acompanhantes não eram pagos por sexo “não passa nem no teste do riso” e que, quando Combs entregava maços de dinheiro ao fim dos encontros, não era pela “conversa brilhante” deles.

A defesa considera a absolvição de Combs nas acusações de tráfico sexual e associação criminosa uma grande vitória.

ENTENDA O CASO

“Se o Aquaman pode ter um filme, qualquer um pode”, diz trailer de ‘Jovens Titãs em Ação’

A Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram o trailer dublado e o primeiro pôster nacional da animação Jovens Titãs em Ação’. Assista, que está zoeira pura!

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, Jovens Titãs em Ação(Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

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‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘American Girl’: Famosa boneca da Mattel vai ganhar filme

De acordo com o The Wrap, as bonecas da série ‘American Girl’ da Mattel, inspiradas em épocas diferentes da história dos EUA, vão virar filme.

Originalmente lançadas em 1986, os brinquedos são vendidos junto a um livro que reconta trechos da história dos Estados Unidos. O site releva também que o projeto está em estágio inicial e nos próximos meses o elenco deve ser anunciado, assim como quem ficará no cargo da direção.

Falcão e o Soldado Invernal | Quem é o Mercador do Poder?

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE POSSÍVEIS SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos três episódios de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

Dando nome ao terceiro episódio da série, o Mercador do Poder é uma figura central de Falcão e o Soldado Invernal. Ele ainda não apareceu na produção, mas tudo que aconteceu até agora teve participação direta ou indireta dele. Nos quadrinhos, ele não é um dos vilões de maior destaque. Entretanto, ele já se envolveu em confrontos épicos contra o Capitão América, o Coisa e os Vingadores. Como ele deve aparecer em breve no seriado, contamos um pouco mais da trajetória dele nas HQs. Confira!

Criado em 1978 pelo lendário Jack KirbyCurtiss Jackson surgiu como um gestor da Corporação, uma organização criminosa que enfrentou o Homem-Máquina e foi responsável por diversas ações malévolas mundo afora. Depois de ser derrotado, ele passa alguns anos longe dos quadrinhos e retorna em 1986 já como o Mercador do Poder, um chefão do crime organizado que se envolveu com o mercado da biotecnologia e passou a comercializar superpoderes para quem tivesse dinheiro para pagar. Como todo bom pilantra, ele começa a aceitar também que seus possíveis clientes não desembolsem dinheiro, mas que passem a dever favores para ele. Partindo desse princípio básico da agiotagem, ele funda a Power Broker Inc., que expande os negócios a um novo nível, tendo como principais clientes homens que gostaria de virar lutadores profissionais, pessoas em estágio terminal em busca de cura, vilões à procura de capangas parrudos e aspirantes a heróis ou vilões – principalmente vilões.

Extremamente perspicaz, ele consegue envolver e convencer os clientes a entrarem no negócio, mesmo que os procedimentos para criar os poderes sejam experimentais e com poucas garantias de funcionamento sem sequelas. Isso porque essas fórmulas que cedem poderes são feitas em parcerias com o geneticista Karl Malus, um cientista completamente isento de ética que ficou fascinado com a possibilidade de aprimoramento humano quando viu o Quarteto Fantástico pela primeira vez. Sua área de atuação, por assim dizer, busca mesclar o DNA de seres humanos com o de animais, permitindo que pessoas adquiram as habilidades dos bichos. Porém, ele costuma errar a mão na hora da porcentagem de DNA animal e suas cobaias terminam muito mais bichos do que humanos. Seu caso mais recente é justamente Joaquín Torres, vivido na série por Danny Ramirez, que tem seu DNA misturado com o do Asa Vermelha, o falcãozinho do Falcão. E o grande problema dos experimentos de Malus são essas sequelas. Se a pessoa não termina o procedimento metade animal, ela provavelmente terminará desfigurada ou com algum dano cerebral permanente. Às vezes, terminam com todas as sequelas juntas.

O Dr. Malus apareceu na segunda temporada de Jessica Jones, interpretado por Callum Keith Rennie. Porém, no momento, as séries da Netflix não fazem parte da cronologia oficial do MCU.

Um dos casos mais famosos da Power Broker Inc. é o Agente Americano, o substituto governamental do Capitão AméricaJohn Walker. Sim, é o Mercador do Poder que injeta o soro em Walker, que vira uma versão mais agressiva e sem os limites éticos e morais que Steve Rogers sempre ostentou e usou para inspirar pessoas pelo mundo. Isso acaba transformado o soldado em um vilão, mas ele assume papel de herói posteriormente e com um entendimento do próprio Capitão América. E como vocês sabem, John Walker (Wyatt Russell) está na série, além de estar seguindo os passos de Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan), que estão atrás do Mercador do Poder. Ou seja, não seria nenhum absurdo se Falcão e o Soldado Invernal terminassem com John recebendo uma dose do Soro do Supersoldado.

Em uma tentativa de assassinato, Curtiss Jackson se vê na situação em que sua última esperança de sobreviver é se submeter a uma das fórmulas que ele comercializava. Só que, como dito anteriormente, as sequelas são terríveis e ele vira uma criatura de puro músculo. Ele fica tão pesado, mas tão pesado, que seu corpo não consegue se sustentar ereto. Para isso, o Dr. Malus constrói uma armadura metálica que permite que ele se mova e use de toda essa musculatura. No entanto, ele acaba sendo morto pelo Justiceiro e um novo empresário, capaz de manipular energia, toma seu posto. E quem é esse novo empresário? Ninguém sabe. Sua verdadeira identidade nunca foi revelada.

Na série, o Mercador do Poder vem sendo comentado desde o primeiro episódio, quando uma menção a sua empresa foi mostrada nos créditos finais. Com o desenrolar da trama, descobrimos que os Apátridas roubaram um carregamento ultrassecreto com o Soro do Supersoldado produzido pelo Dr. Wilfred Nagle, personagem dos quadrinhos que foi o responsável pelos procedimentos em Isaiah Bradley (Carl Lumbly), o Capitão América Negro. Buscando encontrar o vilão, Sam e Bucky chegam a Madripoor com a ajuda de Zemo (Daniel Brühl), lugar onde o Mercador do Poder é o grande chefão do crime. Apesar de ainda não termos visto ele fisicamente, o vilão está atrás dos Apátridas – como todo bom agiota caloteado – e os heróis estão atrás dele. Ou seja, é um malfeitor que, mesmo sem aparecer, está movimentando toda a trama de mistério e intrigas internacionais. Quem será ele? Alguns fãs acreditam que a versão do MCU do vilão é ninguém menos que Sharon Carter (Emily VanCamp), mas isso aí é só teoria, claro. E a única forma de saber se ela é correta ou furada é acompanhando a reta final da série.

Ansiosos?

Os novos episódios de Falcão e o Soldado Invernal estreiam toda sexta-feira no Disney+.

 

Crítica | Castlevania – 4ª e última temporada encerra o anime de forma sangrenta

Sucesso é o nome que se dá a algo que conquista voluntariamente o coração das pessoas sem que tenha que fazer esforço para isso. É o que aconteceu com ‘Castlevania’, jogo eletrônico de videogame elaborado pela empresa japonesa Komani e que em 1986 virou série animada no Japão. Desde 2017, a trama ganhou nova versão seriada para a Netflix, que, esta semana, estreou sua quarta e última temporada.

Depois da morte de Drácula na temporada anterior, o mundo está fora de controle com uma grande briga entre humanos, vampiros e criaturas do submundo. Trevor Belmont (Richard Armitage) e Sypha Belnades (Alejandra Reynoso) passaram as últimas seis semanas perambulando sem objetivo pelas vilas, combatendo as criaturas malignas que continuam a cultuar a morte, desejando o retorno de Drácula. Alucard (James Callis) recebe um pedido de socorro de um vilarejo próximo, mas, para melhor proteger a população, decide levar todos a seu castelo. Enquanto isso, Hector (Theo James) forja seu martelo mágico para transformar os mortos em serviçais malignos, e Carmilla (Jaime Murray) traça planos de conquistar todos os territórios humanos para torná-los sob seu domínio.

Dividido em dez episódios curtos de vinte e poucos minutos, a temporada final de ‘Castlevania’ dosa bem a expectativa dos fãs em ir de pouco em pouco apresentando quais foram os personagens que sobreviveram da última guerra e o que eles andam fazendo, para, já na segunda metade da trama, finalmente conectá-los para se encaminhar ao grande encerramento. O equilíbrio entre o avanço da história e o afago aos fãs é o grande mérito do roteiro de Warren Ellis, que não se esqueceu de inserir diálogos com provocações e palavrões que tanto animam a garotada.

A estética do anime segue o padrão até então apresentado nas temporadas anteriores, delineando os personagens principais com características mais marcantes e afinadas, deixando o fundo e as criaturas malignas com traços mais turvos e inconclusivos.

Por outro lado, os primeiros cinco episódios têm um ritmo bem mais devagar que os cinco últimos, apesar das boas cenas de luta com direito a decepação, tripas voando e sangue jorrando. Isso pode causar certa impaciência no jovem espectador, que anseia por brigas e cenas de lascívia que tanto promoveram o sucesso do anime. Apesar desses poréns, a quarta temporada de ‘Castlevania’ entrega um bom enredo com resgate de personagens antigos e inserção de novos, para construir mais um grande conflito que coloca queridinhos em lados opostos da briga.

É difícil nos despedirmos de uma produção que conquistou tantos fãs ao redor do mundo, e em tão pouco tempo. Mas o animeCastlevania’ chegou ao fim, e trouxe um encerramento à altura da história que veio sendo construída ao longo dos anos.

‘Hellboy’ ganha nova imagem

O reboot de ‘Hellboy‘ recebeu uma nova imagem!

Confira:

A foto traz o protagonista em um tiroteio. Ao lado está o seu principal parceiro, o comandante Ben Daimio.

Confira um novo cartaz:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas nacionais em 11 de abril.

‘Indiana Jones 5’: Filmagens começam no ano que vem

De acordo com o site Discussing Film, a aguardada sequência Indiana Jones 5’ deve começar suas filmagens em abril de 2020, nos estúdios Pinewood, em Londres.

Originalmente, o novo longa-metragem da franquia seria rodado a partir de abril deste ano. Entretanto, divergências artísticas no tocante ao roteiro adiaram o início da produção, com Dan Fogelman (This Is Us) ficando responsável pela reescrita completa.

Harrison Ford retorna para viver o personagem-titular.

Produzido pela Lucasfilm, a mesma companhia responsável pela saga Star Wars, os detalhes da nova aventura ainda não foram divulgados.

Steven Spielberg retorna para a direção do filme, que estreia em 09 de julho de 2021.

‘O Esquadrão Suicida’: James Gunn divulga misterioso teaser do filme; Confira!

As filmagens de ‘O Esquadrão Suicida serão transferidas em breve para o Panamá e, em uma recente postagem no Instagram feita por Daniela Melchior (que fará parte do reboot), o diretor James Gunn fez um críptico comentário com diversos emojis de animais – que podem representar os novos personagens da produção.

Confira:

DISCUSSION: James Gunn teased the characters of The Suicide Squad on his instagram, which character for which emoji ? from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida terá o retorno de Margot Robbie (Arlequina), Viola Davis (Amanda Waller), Joel Kinnaman, e Jai Courtney (Capitão Boomerang).

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

O longa chega aos cinemas em 06 de agosto de 2021.

Crítica | Bob Dylan flerta com a poética blasfema no evocativo ‘Rough and Rowdy Ways’

Levando em conta a efemeridade da indústria fonográfica – principalmente na contemporaneidade, em que diversos artistas parecem batalhar entre si para permanecerem relevantes no cenário mainstream -, é difícil pensar em nomes que tenham se mantido importantes e ativos, quanto mais terem lançado quase quarenta álbuns ao longo de uma carreira imortal. Mas esse não é caso de Bob Dylan. O nome artístico de Robert Allen Zimmerman está nesse cenário popular há seis décadas e, ao longo de hinos acerca de direitos civis e movimentos antibélicos, ele se envolveu com diversas áreas artísticas, unindo-as em um único fio que lhe rendeu o Prêmio Nobel de Literatura por ter “criado novas expressões poéticas através da grande tradição musical norte-americana”.

Oito anos depois de ter lançado sua última obra-prima de originais – e apenas três depois de reissues e compilados de clássicas produções -, Dylan roubou os holofotes em 2020 com o anúncio de Rough and Rowdy Ways, marcando a estreia de seu 39º álbum. Ao longo de dez faixas, que contêm contribuições dos lendários musicistas Fiona Apple (tendo divulgado ela mesma Fetch the Bolt Cutters alguns meses atrás) e Blake Mills, o cantor e compositor cria mais uma amálgama com os estilos conhecidos de sua discografia, misturando desde o mais simples country-rock até as inflexões saudosistas do R&B em uma criação que tem vida própria; talvez até mais do que isso, cultivando uma arquitetura sonora que desvia dos padrões a que estamos acostumados (o que não é surpreendente, considerando que ele sempre foi um ícone da florescente contracultura estadunidense) e que rende-se a um escapismo sinestésico e imagético que corrobora sua perspectiva única para a música.

Dylan é uma figura anacrônica – no melhor sentido do adjetivo. Desde que despontou em 1962 com seu début homônimo, ousou desafiar o elitismo das esferas do entretenimento e abusou de sua prolífica e incansável mente para mostrar que as artes não eram excludentes entre si. Com o início de uma nova década e com a continuidade de uma nova geração que vem a conhecê-lo com olhos instigados pela curiosidades e personalidades que clamam por algo original e que a tire da zona de conforto, nada mais justo que ele venha a criar uma analítica e autocrítica declamação intimista que alcança uma estância homérica. Em “I Contain Multitudes”, o previsível título, na verdade, é uma dica propositalmente errônea do que podemos esperar; afinal ele é “um homem de várias contradições, um homem de vários humores”, com cada faceta refletida em delineações que não seguem qualquer padrão e que transformam a música em um extenso poema épico.

Comparando-se desde a Anne Frank até Indiana Jones, o performer deixa claro que metáforas e simbologias elegíacas serão seu objeto de estudo – permitindo que evocações dêiticas também tenham espaço de sobra para serem exploradas, como fica claro em “False Prophet”. Nesta track, que é a melhor de sua carreira em quase vinte anos, há um flerte malicioso e blasfemo com a mitologia católica e uma aproximação com a tragédia greco-romana – tudo isso transformado em um belíssimo e impactante country-folk que é dono de seu próprio borbulhante mundo (“sou o primeiro dos iguais, o segundo de ninguém” é um dos versos mais inteligentes e humildes do século, transformando uma obviedade universal em uma reflexão filosófica incrivelmente sagaz).

É incrível o modo como Dylan mostra sua paixão pela música – não é surpresa que ele desenvolve a invejável e imaginativa habilidade de construir cenários, abstratos ou concretos, em que cada nota é dotada de uma cor, e cada acorde conta uma história diferente. Em “My Own Version of You”, canção na qual faz um breve meneio a Paul Cauthen, a escolha de colocar o blues e a sutileza dos sintetizadores em segundo plano convida os ouvintes a uma mística road-trip sem destino certo. Já em “I’ve Made Up My Mind to Give Myself to You”, seus vocais roucos são certeiros em optar por uma rendição romântica que nos arremessa de volta para as rendições de Elvis Presley nos anos 1940 e 1950 – manifestando suas referências e de que forma ele as enlaça em um dinâmico quadro proprioceptivo.

As tendências do folk contemporâneo retornam com força em “Black Rider”, munindo-se de uma ambientação mais dark e onírica enquanto é guiado pelas líquidas notas do violão e pela presença quase imperceptível do baixo. Em “Goodbye Jimmy Reed”, o artista nos convida para uma revisitação concisa ao início de sua carreira – e talvez para sua terra natal de Duluth, no Minnesota; afinal, a faixa já começa com a descrição precisa de uma pequena cidade do interior onde a religião impera e a bíblia é a constituição, e temos desde a presença retumbante da bateria até o momentâneo grito da gaita. Seu respaldo mitológico também é marcante, principalmente com a envolvente “Mother of Muses”, em que seus clamores e angústias são reflexo de uma sociedade perdida, pincelada com o pessimismo de um futuro incerto.

Rough and Rowdy Ways é uma narrativa que transcende o que se entende e o que se entendeu por música nas últimas décadas. Assim como Apple e seu mais recente lançamento (que alçou voo para o patamar de melhor álbum do ano), Dylan não se restringe apenas a um método de contar o que deseja e o que precisa; pelo contrário, ele tem uma necessidade intrínseca e inalienável de juntar investidas artísticas diversas e bastante abrangentes em um único lugar, fugindo do canto e optando diversas vezes por apresentações faladas – como “Crossing the Rubicon”, que premedita a epítome formada por “Key West” e por “Murder Most Foul”.

A passional e irremediável beleza da música costuma vem em pequenos frascos – mas, no caso de Bob Dylan, esse gracioso encanto poderia se estender por horas e mais horas de solilóquios reflexivos e bastante íntimos. Mas, em vez disso, ele nos presenteia com apenas dez canções, como já mencionado, nos infundindo com um desejo irrefreável de “quero mais”.

Nota por faixa:

  • I Countain Multitudes – 4,5/5
  • False Prophet – 5/5
  • My Own Version of You – 5/5
  • I’ve Made Up My Mind to Give Myself to You – 4,5/5
  • Black Ride – 5/5
  • Goodbye Jimmy Reed – 5/5
  • Mother of Muses – 4,5/5
  • Crossing the Rubicon – 5/5
  • Key West (Philosopher Pirate) – 4,5/5
  • Murder Most Foul – 5/5

‘The Crown’: Princesa Diana e Príncipe Charles estampam novas imagens da 4ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou três novas imagens oficiais da 4ª temporada de The Crown, trazendo Emma CorrinJosh O’Connor como Princesa Diana e Príncipe Charles, respectivamente.

Confira, junto ao trailer:

O novo ciclo estreia no dia 15 de novembro.

A quarta temporada traz o retorno de Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret).

Gillian AndersonEmma Corrin completam o elenco como Margaret Thatcher e Princesa Diana, respectivamente.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Trem Infinito’: 4ª temporada da animação ganha nova imagem oficial; Confira!

HBO Max divulgou uma nova imagem oficial da 4ª temporada de Trem Infinito (‘Infinity Trem’), aclamada animação do Cartoon Network.

Confira:

A próxima temporada terá 10 episódios que estreiam no dia 15 de abril. Os novos protagonistas são: Min-Gi Park (Johnny Young), Ryan Akagi (Sekai Murashige) e Kez (Minty Lewis).

Assista ao trailer:

A série, que demorou alguns anos para estrear na emissora, foi feito no formato de curta-metragem dirigido por Owen Dennis em 2016. Pouco depois, a obra ganhou popularidade e os fãs realizaram uma petição para transformá-la em série.

‘Stargirl’: The CW divulga novas imagens promocionais do episódio 02×04; Confira!

A The CW divulgou as novas imagens oficiais do 4º episódio da 2ª temporada de Stargirl, intitulado “Summer School: Chapter 4”.

Na trama, “à medida que Pat considera contar toda a verdade sobre o passado de Eclipso para Courtney, uma visita surpresa de Crock e de Paula o pegam desprevenido. Um confronto tenso com Penumbra dá informações valiosas a Courtney. Por fim, Cindy toma uma decisão”.

O capítulo vai ao ar em 31 de agosto.

Confira:

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Black Crab’: Noomi Rapace luta contra o frio nas imagens oficiais do novo suspense da Netflix; Confira!

Netflix divulgou recentemente as primeiras imagens oficiais de Black Crab, suspense pós-apocalíptico escandinavo estrelado por Noomi Rapace (‘Lamb’, ‘Prometheus’).

O longa é baseado no livro homônimo escrito por Jerker Virdborg e tem estreia agendada para 18 de março na plataforma de streaming.

Confira:

Ambientada em um mundo pós-apocalíptico com um inverno eterno, a trama segue seis soldados que são enviados para uma arriscada missão através do mar congelado para transportar uma carga que poderá finalmente acabar com a guerra.

Adam Berg será responsável pela direção.

Segundo o produtor Mattias Montero, a produção irá “mostrar o que acontece com a humanidade quando o caos ascende”.

Jakob OftebroDar SalimArdalan EsmailiErik Enge completam o elenco.

‘The Boys’: Prime Video divulga resumão das duas primeiras temporadas; Confira!

A 3ª temporada de ‘The Boys‘ estreia na próxima sexta-feira (03) e, agora, o Prime Video divulgou um novo vídeo fazendo um resumão das duas iterações predecessoras.

Confira:

O novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Crítica | Rihanna faz seu retorno ao mundo da música com a frustrante e decepcionante “Lift Me Up”

Rihanna é uma das artistas mais icônicas do século e, desde sua estreia oficial no mundo da música, nunca teve medo de explorar gêneros diferentes e construir uma identidade que se diferenciava do que o mainstream exigia. Não é surpresa que, ao longo da carreira, tenha conquistado inúmeros prêmios, incluindo nove estatuetas do Grammy Awards.

Entretanto, já fazia um belo tempo desde que a performer não nos agraciava com suas músicas – sendo sua última incursão com o impecável álbum ‘ANTI’ em 2016. Agora, ela parou o mundo novamente ao entregar-se de corpo e alma para a trilha sonora do vindouro Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, comandando a música-tema “Lift Me Up”. Mais uma vez, Rihanna rema contra a maré, mas o resultado é muito aquém do esperado, permeado por emulações cansadas e uma vazia tentativa de construir uma balada antêmica – o que é, ao mesmo tempo, frustrante e surpreendente, considerando as ótimas faixas que ela encabeçou nas décadas passadas.

Iniciando com um solene murmúrio, a cantora logo prova que seu tempo longe da música não lhe trouxe nenhuma perda vocal – ora, a primeira nota já solidifica uma rendição de tirar o fôlego, nos preparando para o refrão. Os deslizes, dessa forma, não se referem à carga emocional de Rihanna, que faz um trabalho aplaudível dentro das restrições que se autoimpõe; o problema reside na estrutura da canção, infundida em emulações contínuas que não trazem nada de original.

Em se tratando de uma música em homenagem ao saudoso Chadwick Boseman, falecido em 2020, o caráter solene funciona em partes e demonstra uma ambição considerável, ainda que não atinja o objetivo proposto. Rihanna se fecha em uma redoma angelical, acompanhada de um coro gospel que surge no terceiro ato da música, mas não há muito além disso para ouvir: o que temos é uma amálgama corrida que pega elementos tanto de um longínquo e nostálgico “I Have a Dream” quanto da recente trilha de ‘Encanto’ (e aqui me refiro à melodia pungente do violão e do piano).

“Lift Me Up” é decepcionante principalmente porque Rihanna sabe como comandar baladas poderosas – apenas a encargo de comparação, temos “Higher”, “Love On the Brain”“Stay”, que poderiam servir de inspiração para a cantora, mas, pelo contrária, são deixadas de lado. A lírica também não foge muito dos convencionalismos, evocando aqueles que já partiram com imagens já exploradas há muito tempo na indústria fonográfica – ainda que tocantes à sua própria maneira.

De qualquer forma, é muito provável que a faixa encante os fãs mais derradeiros da artista, que esperavam há tanto tempo seu retorno – e, mesmo com os inúmeros problemas, não descartaria sua aparição na corrida pelo Oscar.

Crítica | ‘Super Mario Bros. – O Filme’ é um espetáculo visual que encanta pela nostalgia

Atenção: o filme foi assistido com a dublagem nacional. Dessa forma, o elenco a que o texto se refere é o brasileiro.

Crítica livre de spoilers.

A franquia de games ‘Super Mario’ é uma das mais icônicas de todos os tempos – e seu legado atravessa gerações. Com mais de 380 milhões de cópias vendidas, a saga criada pela Nintendo é automaticamente reconhecida por qualquer um que já tenha ouvido falar dos personagens ou da narrativa presente nos jogos, construindo um sentimento de atemporalidade que, mesmo quase quatro décadas depois de seu lançamento oficial, permanece atual e envolvente. Agora, chegou a hora de revisitarmos esse estonteante e vibrante mundo com a vindoura animação Super Mario Bros – O Filme’, supervisionado pela Universal Pictures e que, grosso modo, é um espetáculo nostálgico e recheado de ação.

Funcionando como uma espécie de história de origem para as aventuras que os memoráveis irmãos vivem nos games, o longa-metragem comandado por Aaron Horvath e Michael Jelenic nos transporta, a princípio, para a caótica Nova York. Depois de abandonarem o emprego que tinha, Mario (Raphael Rossatto) e Luigi (Manolo Rey) tentam deixar sua marca no mundo e lançam-se como os melhores encanadores da cidade. Todavia, por mais persistentes e hábeis que sejam, as coisas não saem como o planejado e colocam um ponto de interrogação sobre o futuro da dupla na profissão. Isso é, até eles serem arrastados para um universo recheado de criaturas mágicas e perigos inimagináveis e descobrirem que precisam ajudar um ao outro se quiserem voltar para casa – ou se verem novamente.

Quando Luigi vai parar no aterrorizante Reino Sombrio, comandado pelo temível Bowser (Marcio Dondi), cabe a Mario reunir a força e a coragem necessárias para convencer a Princesa Peach (Carina Eiras), do Reino dos Cogumelos, a ajudá-lo a resgatar o irmão. Em troca, Mario irá auxiliá-la na luta contra Bowser em seus asseclas, protegendo os reinos da total destruição. E é a partir daí que a narrativa principal, aos moldes de clássicos filmes de aventura fantástica, se desenrola; no final das contas, à medida que somos convidados a explorar esse cosmos inenarrável, somos envolvidos em um festival de cores, luzes e um banho de saudosismo que nos impede de desviar os olhos das telonas e que nos deixa ansiando por mais capítulos – algo que, considerando o sucesso que o filme deve fazer logo em sua abertura, pode se concretizar antes do imaginado.

Partindo de uma premissa simples, familiar e bastante funcional, a ideia por trás da obra não é reinventar a roda, e sim construir um território nostálgico o suficiente para angariar os fãs de longa data dos games, mas sucinto o bastante para que a nova geração, talvez alheia às múltiplas histórias envolvendo Mario e sua turma, possa se apaixonar da mesma maneira que nos apaixonamos no passado. Entretanto, é preciso comentar sobre o atropelado ato de abertura, que se apressa demais em apresentar muitas informações e se torna cansativo depois de alguns minutos; não obstante os deslizes iniciais, o roteiro de Matthew Fogel engata assim que percebemos em que direção o enredo seguirá, nos deixando animados com os capítulos subsequentes e de que forma o final feliz virá para os heróis.

Era questão de tempo até confirmarmos a presença quase infinita de easter eggs que, ainda que a falta de conhecimento deles não interfira na compreensão da narrativa, são sempre bem-vindos. Mais do que isso, temos inúmeras personagens, vilanescos ou bondosos, que nos agraciam com quebras de expectativa ou arcos bem delineados – como, por exemplo, Toad (Eduardo Drummond) e Donkey Kong (Pedro Azevedo), ambos de extrema importância para a conclusão das tramas. Além disso, é notável o cuidado que o time criativo carrega para garantir uma experiência completa por parte dos espectadores, nos guiando em uma “jornada do herói” que pode ser explorada ad nauseam. Mesmo as tiradas mais formulaicas, como a batalha final ou as pontuais reviravoltas, são práticas e têm uma finalidade concreta.

Outro aspecto a ser mencionado é a trilha sonora assinada por Brian Tyler e Koji Kondo. Kondo é o artista que criou a música original dos jogos e, aliando-se a Tyler, o escopo computadorizado transforma-se em uma aventura orquestral que faz ótimo uso de elementos clássicos e contemporâneos, afastando-se da comum cisão entre as duas vertentes para consagrar-se em algo inesperado, tocante e aplaudível. E preciso comentar a aparição de canções como “Holding Out for a Hero”, de Bonnie Tyler, e de “Take on Me”, da banda a-ha, como as cerejas do bolo.

Super Mario Bros – O Filme’ pode não ser perfeito, mas certamente vale o ingresso. Servindo como uma carta de amor à saga da Nintendo e um presente para os fãs e os não-fãs, o resultado é aprazível em sua completude e, como já mencionado, nos deixa ansiosos para o que pode estar guardado na manga – e se o filme pode ser o capítulo de estreia de uma franquia cinematográfica de grande sucesso.

‘Homens da Lei: Bass Reeves’: Nova série do criador de ‘Yellowstone’ ganha trailer LEGENDADO e data de estreia; Confira!

Paramount+ Brasil divulgou o trailer oficial de ‘Homens da Lei: Bass Reeves, nova série do mesmo criador de YellowstoneTaylor Sheridan.

Além disso, foi revelado que a produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 05 de novembro.

Confira, junto às imagens promocionais:

O elenco é formado por David Oyelowo, Lauren E. Banks, Demi SingletonBarry PepperDennis QuaidForrest GoodluckGrantham Coleman, Shea WhighamDonald Sutherland.

A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.

Chad Feehan, David C. Glasser, Oyelowo, Jessica Oyelowo, David Permut, Ron Burkle, Bob Yari e David Hutkin entram como produtores executivos.

‘Iron Reign’: Nova série espanhola de SUSPENSE ganha trailer inédito; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer completo e oficial de sua mais nova minissérie espanhola, ‘Iron Reign’ (‘Mano de Hierro’).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 15 de março.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é criada e dirigida por Lluís Quílez.

Joaquín Manchado governa o seu império das drogas a partir do porto de Barcelona com mão de ferro até que um novo carregamento faz com que os negócios e a família despenquem.

Jaime LorenteEduard FernándezNatalia de MolinaSergi LópezChino DarínOriol PlaEnric Auquer estrelam.

A minissérie é composta por seis episódios.

‘Solar Opposites’: 5ª temporada da aclamada animação ganha clipe INÉDITO; Confira!

Hulu divulgou um clipe inéditoda 5ª temporada de ‘Solar Opposites’, aclamada animação adulta do mesmo criador de ‘Rick e Morty’.

Lembrando que a nova iteração tem lançamento marcado para o dia 12 de agosto. No Brasil, a série está disponível no Disney+.

Confira, junto ao trailer:

Justin Roiland (‘Rick and Morty’) e Mike McMahan são os criadores da atração.

A história gira em torno de uma família de alienígenas de um mundo melhor que se refugiam na América Central. Eles, então, começam a discordar sobre essa repentina mudança ser incrível ou horrível.

A produção conta com as vozes de Roiland, Thomas Middleditch, Sean Giambrone, Mary Mack, Sagan McMahan e Liam Cunningham.

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Rare – 5 Anos | As melhores músicas do ELOGIADO álbum de Selena Gomez

Depois de ter passado cinco anos cuidando de sua saúde física e mental, Selena Gomez fez um glorioso retorno ao mundo da música com o lançamento de seu terceiro álbum de estúdio solo – Rare.

Lançado em 10 de janeiro de 2015, o compilado de originais trouxe ótimas e pungentes baladas, bem como faixas sensuais e envolventes que variaram do dance-pop ao latin-pop. Explorando temas de empoderamento e amadurecimento, o disco contou com a produção executiva de Gomez, aliando-se a um time competente de produtores e liricistas que deram vida a tracks como “Lose You to Love Me”“Look at Her Now”“Dance Again” – denotando uma forte mudança identitária na performer que havia se iniciado com Revival.

Para celebrar seu quinto aniversário, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores canções do álbum – incluindo as faixas que foram acrescentadas à versão deluxe.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

5. “LOOK AT HER NOW”

É inegável dizer que, seguindo os passos de seu CD anterior, Gomez mostra sua versatilidade em unir diversos gêneros e suis-generis em uma coesa produção – resultado também de sua colaboração com nomes como Sir NolanFinneas e Simon Says. O trio, inclusive, trabalhou em um dos singles do compilado – o dissonante “Look at Her Now”, que aposta fichas em uma lírica de empoderamento à medida que traz elementos dançantes e próprios para uma reviravolta positiva na vida.

4. “DANCE AGAIN”

Depois da divulgação dos dois singles promocionais – que mais uma vez nos surpreenderam pelo dramático teor lírico de lead singer -, Gomez mostrou que ainda tinha algumas pequenas joias escondidas para os fãs. Em meio às faixas, é notável como a artista se condiciona a continuar sua nova trajetória com a deliciosa e inesperada “Dance Again”, cujo clássico minimalismo sintético aglutina elementos noventistas e contemporâneos.

3. “RING”

Como já mencionado, meia década depois de Revival, a artista voltou imbatível com o que podemos apenas encarar como a melhor entrada de sua discografia – o íntimo, sexy e poderoso Rare, que conta com uma das melhores faixas de sua carreira. “Ring” é um flerte com suas raízes latinas que move-se através de uma sensual e envolvente batida (e apostas em vocais que oscilam entre o contralto e o soubrette).

2. “LOSE YOU TO LOVE ME”

Gomez encontrou um árduo amadurecimento identitário em 2014 e, desde então, a artista vem nos prometendo mais um compilado de rendições íntimas, bastante pessoais e marcados com uma sinestesia única. E, semanas antes da estreia de seu próximo álbum, Gomez nos entregou “Lose You To Love Me”, uma triste balada de autorreconhecimento e purgação que é pautada em incríveis metáforas líricas e uma ambiência ecoante.

1. “BAD LIAR”

Em 2017, Selena mergulharia em um novo capítulo de sua carreira com o lançamento da ovacionada “Bad Liar”. Aplaudida como não apenas uma das melhores músicas daquele ano, como da década passada, a faixa traz elementos novos à discografia da cantora e compositora – seja pela incorporação de um pungente baixo que homenageia a clássica “Psycho Killer”, seja pelos vocais mais sutis e midtempo (algo que não era utilizado anteriormente). Ademais, a mistura entre pop-rock e pop alternativo é irretocável e nos carrega ao longo de quase quatro minutos de pura explosão criativa. Vale lembrar que a faixa foi lançada como single solto e, depois, incluída na versão deluxe de Rare.

Dia dos Namorados | 10 músicas ROMÂNTICAS para ouvir nesse 12 de junho

O Dia dos Namorados chegou e, nesse 12 de junho, nada melhor para recuperar a chama do amor que uma playlist com hinos românticos atemporais e incríveis.

Por isso, o CinePOP separou uma lista com dez músicas para ouvir no dia de hoje. Confira abaixo nossas escolhas e nos diga qual a sua favorita:

MY HEART WILL GO ON, Céline Dion

É muito difícil encontrarmos uma música que seja mais romântica e mais emocionante que “My Heart Will Go On”. Cantada pela incomparável diva franco-canadense Céline Dion, a canção-tema do atemporal ‘Titanic’ fala sobre duas pessoas que, mesmo com inúmeras adversidades e obstáculos, continuarão se amando. Regravada por inúmeros ícones da indústria fonográfica, a obra levou para casa o Oscar de Melhor Música Original em 1998.

ALWAYS REMEMBER US THIS WAY, Lady Gaga

É claro que “Shallow” ganhou os corações dos inveterados românticos, mas Lady Gaga nos apresentou uma elegíaca e poética balada muito mais profunda: “Always Remember Us This Way”, música indicada ao Grammy Awards, foi um dos singles promocionais de ‘Nasce Uma Estrela’ e, com sua melodia cativante e uma letra de marear os olhos, tornou-se um dos anthems amorosos mais icônicos da década passada.

VELHA INFÂNCIA, Tribalistas

A saudosista e emocionante “Velha Infância” atravessa as gerações em uma declamação de amor eterno que faz parte da impecável discografia do grupo Tribalistas. A mistura de MPBsoft-pop, guiada pelos acordes de um melodramático violão, é impecável do começo ao fim, principalmente quando adornada com a química vocal de Marisa MonteArnaldo Antunes.

I WILL ALWAYS LOVE YOU, Whitney Houston

Quase trinta décadas depois de seu lançamento oficial, “I Will Always Love You”, música-tema do filme ‘O Guarda-Costas’, permanece como uma das rendições românticas mais ouvidas da história da música. Imortalizada pela voz imediatamente reconhecível de Whitney Houston, a primeira versão, na verdade, foi lançada em 1974 pela Rainha do country Dolly Parton e, desde então, ganhou inúmeros prêmios e condecorações pela Academia.

YOUR SONG, Elton John

Desde o início de sua carreira, Elton John provou sua versatilidade através do piano, mostrando que qualquer estilo musical pode ter o melódico instrumento. Dito isso, “Your Song” é uma de suas melhores composições e, através de uma letra humilde e tocante, fala sobre um amor que não pode ser medido e que é traduzido em forma de versos poéticos e sinceros.

CAN’T TAKE MY EYES OFF YOU, Gloria Gaynor

A diva Gloria Gaynor tem uma capacidade invejável de transitar entre inúmeros gêneros musicais e, por mais ousada que seja, sempre entrega hits dançantes com liricismo on point, como é o caso da sedutora e envolvente “Can’t Take My Eyes Off You”, cujo classicismo do violino e do saxofone são adições perfeitas e bem-vindas a um hino passional e nostálgico.

HALO, Beyoncé

Beyoncé é uma das performers mais cativantes das últimas décadas. Sendo parte do extinto grupo Destiny’s Child ou em sua carreira solo, a nossa Queen-B entrega sucessos de crítica e comerciais – e “Halo” não ficaria fora disso. A angelical e dêitica rendição desse balada pop que aglutina elementos do R&B fala sobre um amor capaz de destruir barreiras da insegurança e da dúvida e levou para casa a estatueta de Melhor Performance Vocal Pop no Grammy.

SORTE, Caetano Veloso & Gal Costa

Os lendários nomes de Gal Costa e Caetano Veloso uniram-se em 1985 para a exuberante e moderna canção “Sorte” – uma iteração que, frente ao derradeiro momento vivido pelo Brasil nas duas décadas anteriores, representava não apenas o triunfo do amor frente aos obstáculos, mas também uma promessa de esperança e de um futuro brilhante, proferido por vocais e instrumentos irretocáveis.

A THOUSAND YEARS, Christina Perri

A saga ‘Crepúsculo’ pode ser um tanto quanto oscilante no tocante à qualidade artística, mas nos entregou um dos hinos românticos mais impecáveis deste século. Utilizando com maestria violinos e piano (e uma presença inesperada do violão), a voz inconfundível de Christina Perri discorre sobre as chamas inextinguíveis de um amor que, uma hora ou outra, irá se concretizar.

ENDLESS LOVE, Lionel Richie & Diana Ross

Não existe dueto mais icônico e memorável que a performance conjunta de Lionel Richie Diana Ross para “Endless Love”. A música, lançada em 1981, é uma construção R&B que, resgatando temas de décadas passadas, também fala sobre uma paixão que atravessa as gerações e que supera as adversidades. Como se não bastasse, o momento mais aplaudível da faixa é a união divina entre dois vocais poderosos e infalíveis.

Sabrina Carpenter conquista SEIS indicações ao Grammy Awards 2026, incluindo Álbum do Ano

A aclamada artista Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, foi uma das principais relembradas da próxima edição do Grammy Awards.

Carpenter conquistou nada menos que seis indicações à premiação, incluindo Álbum do Ano por ‘Man’s Best Friend’Música e Gravação do Ano por “Manchild”.

Os vencedores serão revelados no dia 1º de fevereiro.

Relembre a tracklist do álbum.

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil. Em 2023, ela também lançou o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe rendeu duas estatuetas do Grammy – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Andy ganha uma ASSISTENTE no clipe inédito de ‘O Diabo Veste Prada 2’; Confira!

Foi divulgado um clipe inédito da vindoura sequência O Diabo Veste Prada 2’, que chega aos cinemas vinte anos depois do filme original.

Na cena, Andy (Anne Hathaway) ganha uma assistente chamada Jin (Helen J. Shen).

O filme chega aos cinemas nacionais em 30 de abril, com lançamento pela 20th Century Studios.

Confira:

A continuação, que adapta elementos da obra ‘A Vingança Veste Prada’, mostra Andy Sachs anos após deixar os corredores implacáveis da revista Runway. Agora, Andy é uma jornalista investigativa respeitada e premiada, mas seu passado volta a assombrá-la quando o nome de Miranda Priestly ressurge no centro das atenções.

Desta vez, Miranda enfrenta o maior desafio de sua carreira: lutar pela relevância em uma indústria dominada por influenciadores digitais e pela queda das revistas impressas. Questionada por investidores e pressionada a se adaptar a um mundo que já não se curva automaticamente ao seu olhar gélido, a lendária editora precisará provar seu valor.

É nesse cenário de transformação que os caminhos de Andy e Miranda se cruzam novamente.

Anne HathawayMeryl StreepEmily BluntStanley Tucci retornam.

Com direção de David Frankel , o filme tem um orçamento estimado em US$ 100 milhões.

‘O Diabo Veste Prada 2’: Ator explica ausência na sequência e revela desejo de estrelar possível spin-off

Warner Bros fará painel de despedida de ‘Arrow’ e ‘Supernatural’ na San Diego Comic Con

Agora que ‘Arrow e ‘Supernatural‘ estão chegando ao fim, a Warner Bros. fará uma apresentação de despedida de suas produções no Hall H da San Diego Comic Con deste ano.

Os detalhes sobre a apresentação permanecem em segredo, mas é possível que os elencos de ambas a séries participarão de sessões de bate-papo, além de entrevistas com os produtores em relação ao que está por vir no estúdio.

Novidades sobre outras séries da CW também devem ser apresentadas, como ‘The Flash‘, ‘Riverdale‘, e ‘Batwoman‘. Além de possíveis confirmações de futuras produções

Lembrando que Supernatural‘ e ‘Arrow‘ retornam para suas últimas temporadas em outubro de 2019.

‘Os Fantasmas se Divertem 2’: Michael Keaton está ansioso para retornar à sequência

Em entrevista para o site JOE, o compositor Danny Elfman, responsável pela trilha sonora de Os Fantasmas se Divertem (Beetlejuice‘), foi questionado se toparia voltar a trabalhar em uma possível sequência.

Em reposta, Elfman disse que acha difícil um novo filme acontecer, mas revelou que Michael Keaton, intérprete do fantasma Besouro Suco (Betelgeuse), está torcendo para reprisar o papel mais uma vez.

“Para ser sincero, Tim Burton [ o diretor] não mencionou nada disso para mim, então acho difícil acontecer. Quem me falou sobre uma sequência foi [Michael] Keaton, há um ano… Ele quer muito retornar, mas quando conversamos, pareceu mais uma pergunta do que uma afirmação, ele disse: ‘Então, estamos fazendo mesmo a sequência de Os Fantasmas se Divertem?’ Bom, foi a única vez que alguém me falou sobre isso.”

Mesmo assim, Elfman deixou claro que tudo pode acontecer, pois Burton sempre está trabalhando em mais de um filme ao mesmo tempo e adora ‘Os Fantasmas se Divertem‘.

Burton tem alguns projetos em desenvolvimento há um bom tempo. Então, quem sabe? Sempre sou o último a saber das coisas, essa é a verdade.”, brincou o compositor. “De repente, ele chega para mim e diz: ‘Elfman, estou fazendo esse e aquele filme, quer compor algo para mim?’

Lançado em 1988, ‘Os Fantasmas se Divertem acabou se tornando um clássico do Halloween, e um dos filmes mais marcantes da carreira de Keaton.

 

‘This is Paris’: Documentário revela os traumas de infância de Paris Hilton

Através de seu canal no Youtube, Paris Hilton divulgou o 1º trailer de ‘This is Paris‘, documentário que explora sua vida pessoal como o público nunca viu.

Dirigido por Alexandra Dean (‘Bombshell: The Hedy Lamarr Story’), ‘This is Paris faz um paralelo entre a vida pública da empresária, DJ e socialite e os traumas de seu passado, que a transformaram no que ela é hoje.

Ao longo da produção, Paris admite que sua imagem pública e as polêmicas que protagonizou fazem parte da personagem que ela criou para se afastar de um trágico evento sofrido na infância.

“Me desculpe, estou tão acostumada a interpretar essa personagem, que é difícil para mim agir normalmente.“, diz ela num trecho do trailer.

Hilton ainda diz que que já não sabe mais qual é a sua verdadeira identidade, mas garante que nem sempre foi assim, confessando que não se sente feliz com a pessoa que se tornou.

Em certo momento, ela toca no assunto sobre o trauma, mas tenta se desviar da verdade porque sofria castigos sempre que tentava expor a situação.

“Aconteceu uma coisa na minha infância mas nunca consegui falar sobre isso com ninguém. Não podia contar o que aconteceu, porque sempre que tentava, eu era castigada. Ainda tenho pesadelos sobre isso.”, expõe ela.

Previsto para 14 de setembro, o documentário será exibido exclusivamente através do YouTube.

Confira o trailer:

‘Mestres do Universo: Revelação’: Confira as primeiras imagens oficias da animação da Netflix

A Entertainment Weekly divulgou as primeiras imagens oficiais da animação ‘Mestres do Universo: Revelação‘, inspirada emHe-Man e os Defensores do Universo‘, exibida na década de 1980.

O projeto é fruto de uma parceria entre a Netflix, a Mattel Television e a Powerhouse Animation, responsável por CastlevaniaeSangue de Zeus’.

Além do He-Man e seu Gato Guerreiro, a produção contará com outros aclamados personagens da franquia, como Gorpo, She-Ra, Teela, Fisto, e os vilões Esqueleto e Maligna.

Com a promessa de se distanciar da versão original, ‘Mestres do Universo‘ terá traços mais humanos e vai descartar as clássicas lições de moral ao fim dos episódios, supervisionados pelo showrunner Kevin Smith.

A estreia está marcada para 23 de julho.

Confira as imagens:

O elenco de dublagem contará com Chris Wood (He-Man), Mark Hamill (Esqueleto), Lena Headey (Maligna), Sarah Michelle Gellar (Teela), Liam Cunningham (Mentor), Stephen Root (Pacato/Gato Guerreiro), Diedrich Bader (Rei Randor e Mandíbula), Griffin Newman (Gorpo), Henry Rollins (Triclope), Susan Eisenberg (Feiticeira), Alicia Silverstone (Rainha Marlena), Justin Long (Roboto), Jason Mewes (Stinkor), Kevin Michael Richardson (Homem Fera) e Kevin Conroy (Aquático), entre outros.

Alan Oppenheimer, dublador original do Esqueleto fará umaparticipação como o vilão Homem Musgo.