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Terror baseado em história real está deixando os assinantes da Netflix APAVORADOS; Confira!

O Misterioso Caso de Judith Winstead’ (‘The Atticus Institute’) é um daqueles filmes que não agradou nem a crítica e nem o público, mas acabou se tornando uma espécie de obsessão ao longo dos anos.

Lançado em 2015, o suspense produzido por Peter Safran (‘Invocação do Mal) recebeu apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes por parte do público e míseros 27% do público.

No entanto, depois que foi adicionado ao catálogo da Netflix este mês, tornou-se um dos títulos mais recomendados nas redes sociais por conta de sua narrativa macabra, imprevisível e assustadoramente realista.

Escrito e dirigido por Chris Sparling em 2015, o longa é supostamente baseado numa história real e acompanha a rotina de um instituto dedicado à investigação de fenômenos paranormais na década de 1970.

O foco da trama é documentar o tratamento de uma paciente que apresenta sinais legítimos de paranormalidade… No entanto, a pesquisa acaba saindo de controle e se transformando em uma experiência trágica e traumatizante.

E, em vez de efeitos especiais inovadores, o filme chama atenção pelas cenas estilo found footage (gravações caseiras), geralmente usadas para dar um toque de realidade e pavor em filmes do gênero, como se fossem mesmo reais.

A trilha sonora e a convincente atuação da protagonista Rya Kihlstedt também são adições que deram ao filme uma aura perturbadora. E é justamente isso que vem causando pânico nos assinantes da plataforma.

Nas redes sociais, alguns deles afirmam que o filme não é qualquer um e que você pode terminar a sessão tão traumatizado quanto os personagens do filme.

Confira as reações:

O elenco também conta com William Mapother, Sharon Maughan, Harry Groener e John Rubinstein.

Assista ao trailer:

[EXCLUSIVO] ’22 Contra a Terra’: Universo de ‘Soul’ pode ganhar novos projetos, revela diretor

Poucos dias após a emblemática vitória da Disney/Pixar no Oscar 2021 com a animação Soul, o longa ganhou um novo capítulo, com a chegada do curta ‘22 Contra Terra‘.

A produção, que se passa antes dos eventos do filme, acompanha a personagem 22 se esforçando ao máximo para impedir que outras almas encontrem o seu propósito de vida e possam seguir adiante para a Terra.

E rapidamente o curta é capaz de expandir a história dessa teimosa alma, também abrindo margem para um desenvolvimento ainda maior da franquia. E durante uma entrevista exclusiva à nossa jornalista e crítica Rafa Gomes, do CinePOP, o diretor de 22 Contra a Terra, Kevin Nolting, revelou que existe mesmo a possibilidade de Soul se expandir em novos projetos.

Além disso, ele ainda afirmou que o universo do filme pode facilmente crescer e se desenvolver em novas histórias:

“Eu espero que se expanda sim. Não há nada vindo por agora e essas coisas se desenvolvem ao longo de anos a fio na Pixar. Tivemos um intervalo de 10 anos para que pudéssemos entregar esses dois filmes incríveis com a 22. Então, nós temos muitos diretores desenvolvendo várias ideias nesse intervalo. Mas sim, com certeza existe a possibilidade, mas agora não temos um plano concreto. Mas eu concordo contigo, existem muitas possibilidades dentro desse universo”. 

Nolting, que também foi o editor dos filmes Soul e Divertida Mente, ainda deu detalhes de como aconteceu o desenvolvimento do curta, reforçando a antiga tradição do estúdio de expandir seus filmes em pequenas histórias:

“Essas coisas surgem tradicionalmente na Pixar. Sempre Fazemos uma atração adicional para o DVD, um curta como esse. Então seis ou oito meses antes do lançamento de algum filme nós começamos a conversar sobre isso e dessa vez não foi diferente. O que muda é que a parte do DVD nós não fazemos mais, mas o Disney+ segue dando sequência na tradição de curtas”.

O diretor ainda refletiu sobre a importância de preservar a identidade do universo e dos personagens do longa original, para que a trama do curta não apenas honre o material fonte, mas também possa ampliá-lo para a audiência:

“Eu trabalhei em Soul bem perto de Pete [Docter] e sempre serei muito respeitoso a tudo o que ele fez no passado. E sim, tentar achar uma nova e interessante abordagem do material faz parte de estar envolvido em um projeto como esse, mas sem nunca desrespeitar o seu universo e sem tirar a sua vida. Foi um desafio especial para mim. Além disso, durante a produção do filme, falávamos muito sobre a personagem 22, pois não havia muito espaço para seu background, apenas para aqueles breves momentos com seus mentores. Então isso foi algo que discutimos muito, fizemos muitas brincadeiras relacionadas ao que teria acontecido à 22, para torná-la o que ela era”.

O curta ‘22 Contra a Terra‘ teve a sua estreia nesta sexta-feira (30) na grade de programação do Disney+.

Confira o cartaz, seguido pelo trailer:

Antes dos eventos de ‘Soul’, 22 se recusa a ir para a Terra e cria uma gangue com outras 5 almaas em uma tentativa de se rebelar. Entretanto, à medida que as atividades de sua comitiva trazem resultados inesperados, o subversivo plano de 22 pode culminar em revelações surpreendentes sobre o significado da vida.

 

House of Dragon vem aí! Conheça 5 Personagens Importantes dos livros Game of Thrones AUSENTES na Série

Apesar de contar com vasto elenco, adaptação dos livros excluiu figuras importantes

* Contém spoiler os livros

No último dia 17 de abril, a já clássica série Game of Thrones completou dez anos desde a estreia do episódio piloto. No curso de oito temporadas o público experienciou uma montanha russa de sensações. De momentos históricos da televisão como a Batalha dos Bastardos, à outros pífios como o capítulo final, a adaptação televisiva dos livros de George R.R. Martin escreveu seu nome e se tornou recordista de indicações ao Emmy pela HBO (um canal que por si só tem um histórico invejável na premiação).

Para sustentar tamanha ambição a série contou com um enorme elenco de protagonistas e coadjuvantes no decorrer dos anos que vinham e iam embora com a mesma facilidade. Ainda assim o material fonte, As Crônicas de Gelo & Fogo, como qualquer épico literário também apresenta uma variedade incrível de figuras importantes. Algumas delas, porém, não foram adaptadas às telas e assim muitos pontos da história foram retrabalhados para funcionar sem eles. Sendo assim seguem cinco personagens ilustres excluídos da série Game of Thrones.

5) Lady Stoneheart

O Casamento Vermelho foi um momento especialmente traumático para público e os personagens. A traição sofrida pelo Rei do Norte, Robb Stark, vinda de Walder Frey mudou o rumo da Guerra dos Cinco Reis e praticamente eliminou o perigo nortenho no horizonte dos Lannister (à época ainda liderados por Tywin). O massacre ocorrido no salão dos Frey não ceifou apenas a vida de Robb mas também de diversos vassalos, seu lobo de estimação e de sua mãe.

Lady Stoneheart era muito esperada na série

A questão é que Caitlin Stark não permaneceu morta, como bem descobriram alguns de seus assassinos, mas retornou como uma figura morta-viva. Seu impacto na trama dos livros ainda está para ser dimensionado, além de já suscitar diversas discussões de leitores sobre sua ligação com os Outros. Porém sua aparição tão aguardada na série foi colocada para escanteio, decepcionando diversos espectadores.

4) Arianne Martell

Considerado por muitos leitores como o núcleo mais interessante dos livros pós Tormenta das Espadas, os Martell de Dorne se mostraram como verdadeiros jogadores na guerra pelo poder de Westeros. Munidos por uma vingança histórica que remete à morte da princesa Elia Martell (esposa de Rhaegar quando os Targaryen foram destronados), a família liderada pelo príncipe Doran está movimentando as peças para que não só eles consigam obter a vingança sobre os Lannister, como também recolocar os Targaryen no trono de ferro.

Os Martell, especialmente Arianne, são verdadeiramente implacáveis

No seriado eles de fato fizeram sua participação, ainda que nem próximo do que são nos livros. Ainda assim, muitos leitores notaram a ausência da princesa Arianne Martell, uma vez que ela desempenha um papel chave na problemática estadia da princesa Myrcella Baratheon. Altamente ardilosa e sedutora, Arianne visa vingar as mortes de seus irmãos Oberyn e Ellia a todo custo.

3) Victarion Greyjoy

Outro núcleo que ganha muito desenvolvimento no decorrer dos livros é o da família Greyjoy. Inicialmente apontados como piratas que falharam em tomar o norte dos Stark, os nascidos de ferro se mostram eventualmente como mais do que isso; sendo um povo com sua própria cultura, religião e política. Esta inicialmente controlada por Balon Greyjoy (pai de Theon e Asha), mas que após a morte deste passa para as mãos do imprevisível Euron. 

A disputa interna dos Greyjoy promete abalar Westeros nos livros

Além dele, há outras duas figuras importantes nas Ilhas de Ferro: seus irmãos Aeron e Victarion. Enquanto que o primeiro é o sacerdote do Deus Afogado (a divindade cultuada nas ilhas), Victarion é o comandante da frota, além de um dos candidatos a assumir o comando após a morte de Balon. Após a derrota para Euron lhe é confiada a missão de escoltar Daenerys de volta para Westeros a fim de entregá-la a Euron.

2) Moqorro

O mundo criado por George Martin se assemelha ao real não só pela complexidade da política em todos os níveis, mas pela variedade de crenças. Ainda que infelizmente a série tenha simplificado muito a questão da religião ao limitar os personagens com mais fé a apenas Melissandre e Thoros de Myr, nos livros existe a presença do sacerdote Moqorro.

Moqorro é mais um representante de R’hllor com habilidades únicas

Sua primeira aparição foi em Dança dos Dragões aonde ele encontra com Jorah e Tyrion no leste de Essos durante sua jornada para chegar à Daenerys. Eventualmente seu caminho o leva para Victarion e é ali que ele demonstra poder realizar milagres (uma característica aparentemente comum aos seguidores do Senhor da Luz). É esperado que sua presença seja fundamental para o desenvolvimento futuro dos planos dos Greyjoy.

1) Jovem Griff

Talvez nenhum personagem produza tanta ansiedade e raiva, por ter sido cortado da série, nos leitores quanto o Jovem Griff. Autodeclarado como Aegon VI, o filho legítimo do príncipe Rhaegar com Elia Martell que sobreviveu após a deposição dos Targaryen, Griff navega junto a alguns poucos seguidores rumo a Westeros para reclamar a pretensão ao trono em um momento que sua tia, Daenerys, também vai com três dragões e o poder dos Lannister está bastante reduzido.

Jovem Griff (à esquerda) irá reclamar o Trono de Ferro à fogo e sangue

Apesar de ter aparecido apenas em Dança dos Dragões, algumas características de Griff já foram expostas tais como ele ter sido preparado desde tenra idade para ser um rei justo e sábio, de modo que ele possa vir a ser o primeiro monarca realmente merecedor do trono após décadas de corrupção e derramamento de sangue. Porém nada é o que parece e Griff já teve sua oportunidade de demonstrar a Tyrion que ele pode não ter tanto controle emocional quanto é dito, gerando assim indagações sobre como sua presença pode lançar Westeros em uma nova guerra.

 

‘A Casa Sombria’: Trailer legendado e cartaz do terror com Rebecca Hall

A Casa Sombria‘ (The Night House), terror estrelado por Rebecca Hall (‘Godzilla vs Kong‘), ganhou seu trailer legendado e cartaz nacional.

A trama dirigida por David Bruckner acompanha uma viúva que começa a descobrir os segredos perturbadores de seu marido após sua morte recente.

Confira:

Ainda abalada pela morte inesperada de seu marido, Beth (Hall) fica sozinha numa casa à beira do lago que ele construiu para ela. Tentando se estabelecer na casa, ela começa a surtar por conta de estranhos pesadelos. Sentindo-se atraída por visões uma figura que chama por seu nome, Beth começa a vasculhar os pertences do marido na busca por respostas.

O elenco também conta com Stacy Martin, Vondie Curtis Hall, Sarah Goldberg e Evan Jonigkeit.

A estreia está marcada para 15 de julho no Brasil.

 

Conheça o PAI de ‘Lucifer’ no trailer da Parte B da 5ª temporada da série!

A segunda metade da 5ª temporada de Lucifer estreia dia 28 de maio e a plataforma de streaming divulgou o trailer.

No vídeo, finalmente conhecemos o pai do protagonista.

Confira, com o cartaz e fotos dos bastidores:

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

Crítica | A Vida Depois do Tombo, doc de Karol Conká, reacende fogueira do ódio para tratar crise de imagem

“Cancelada” antes mesmo do lançamento, a série documental A Vida Depois do Tombo não tem autorização para usar a música ‘Tombei’, que inspira o título, para contar a história da rapper Karol Conká após sua eliminação recorde do BBB21. O indício dos problemas de relacionamento da artista com ex-parceiros de trabalho, que impedem a série de usar este e outros hits, permeiam os quatro episódios, sem declarar um certo ou um errado. Aqui, não estão em jogo julgamentos de valor de um lado ou de outro, e a mesma postura é o que move a reflexão do material pela passagem de sua protagonista pelo reality. 

Gravado nos dias seguintes à saída de Karoline dos Santos Oliveira da casa do Big Brother Brasil, o documentário parece ser uma versão “ao vivo e a cores” do tal tribunal da internet, do qual ela virou algoz. E reprisa, talvez ironicamente, talvez não, todas as suas idiossincrasias — boas ou ruins.

De um lado, A Vida Depois do Tombo expõe todas as atitudes negativas da ex-sister em um telão que literalmente a cerca por todos os lados, escancarando fisicamente a metáfora de que ela não é capaz, ali, de fugir de encarar seus próprios erros. A isso, resta a Karol pedir desculpas, dizer repetidas vezes que se arrepende, chorar, afirmar que, se pudesse, voltaria no tempo e corrigiria o que fez de errado.

Do outro, está a Karol filha de Dona Ana e mãe de Jorge, em casa com a família, a cachorrinha e tentando voltar à vida normal, pedindo aos céus de São Paulo que a chuva limpe a maldade e o julgamento das pessoas para que ela possa seguir em frente. 

Com direção de Patrícia Carvalho e Patrícia Cupello, e roteiro de Malu Vergueiro e Valéria Amaral, ‘A Vida Depois do Tombo’ comete o mesmo equívoco do próprio tribunal da internet que parece ter tentado emular. Dedicado e muito feliz em sua pesquisa das origens da cantora curitibana, ele busca várias vertentes de narrativa. Mas assim como as threads de Twitter e textos raivosos do Instagram, não se debruça de verdade sobre nenhuma delas. A exposição, talvez preocupada em mostrar os “dois lados” — onde a Karol errou na casa e onde ela “tem uma carreira bem bonita aqui fora” — acaba ficando superficial pelo não comprometimento.

Existem, portanto, dois materiais dentro de um, e o problema é que eles pouco conversam entre si e trazem um resultado um tanto esvaziado. Quando se dispõe a contar a história de como Karol Conká saiu de Curitiba e alcançou a repercussão nacional e mundial que já tinha antes do programa, superou a pobreza, o racismo e o machismo para ganhar dinheiro vendendo sua arte e cantando suas lutas, faz um trabalho competente de mostrar sua riqueza complexa. Mais do que isso, busca não desassociar todas as vivências sobre as quais ela compõe de quem ela realmente é.

Desta forma, o documentário traz depoimentos da mãe e do filho de Karol, além de colegas de trabalho e do ex-namorado, o pai de Jorge, colocando sob uma perspectiva mais realista as explosões de humor e os comentários incômodos feitos pela rapper no confinamento. Ana diz que a filha é “bem brava”, mas que estava diferente dentro da casa, enquanto amigos e colegas de trabalho também deixam claro que a relação com a cantora permanece e que ela recebeu o devido acolhimento de quem a rodeava, ainda que alguns admitam terem tomado um certo susto.

Por outro lado, assuntos que poderiam ter sido explorados com mais clareza deixam apenas algumas informações no ar e outras coisas no campo do subjetivo. O produtor e empresário KondZilla cita que observou alguns artistas que, na visão dele, aproveitaram o momento para aumentar o coro de críticas a Karol Conká e capitalizar em cima do movimento vendendo publicidade. A declaração poderia ter sido ponte para uma reflexão maior sobre cultura de redes sociais e comportamento de manada, mas ficou apenas jogada como uma peça semi-solta desse quebra-cabeças gigantesco. 

Em outros momentos, o documentário traz à tona conflitos com figuras como Flora Matos, DJ Zegon, DJ Nave Beatz e Drica Lara, mas faz isso para que Karol possa contar suas versões dos fatos, sem que provocar qualquer conversa com a rejeição da cantora no reality global — que veio, a princípio, do público, e não de outros artistas. Boatos de uma “personalidade difícil” nos bastidores da música são brevemente explicados de forma circunstancial, e toda a cobertura midiática das possíveis consequências negativas do BBB para a sua carreira, seja ela de grandes veículos ou de repórteres de celebridades, é tratada como “fake news”.

Até mesmo a ‘cultura do cancelamento’, da qual Karol foi vítima, mas também sujeito agente, é vista apenas como o pontapé inicial, e ‘A Vida Depois do Tombo’ não enxerga necessidade de mergulhar no que realmente é, ou não, o cancelamento — ainda mais diante desta realidade em que os prejuízos financeiros, cancelamentos de contrato e desavenças na equipe são expostos como pura boataria. 

Isso não quer dizer que Karol deva ser alvo eterno de ódio coletivo e sofrer eternamente pelos seus pecados. Porém, embora o documentário se disponha a mostrar como a cantora está lidando com a rejeição e com a necessidade de refletir sobre seus erros, ele alcança dois resultados: minimizar a grande comoção pela saída de Karol a uma histeria coletiva sem fundamento e dar mais munição aos odiadores para que continuem odiando.

Em dois momentos, o material toca em pontos extremamente pertinentes, e talvez o resultado teria sido melhor se tivesse se debruçado com mais calma sobre eles. Quando a empresária Eliane Dias, que trabalha com os Racionais MCs, aborda o racismo estrutural, expõe que Karol foi vítima de ataques racistas por pessoas supostamente indignadas com seu tratamento a Lucas Penteado. Aqui, o documentário desperdiça mais uma oportunidade de transpor este caso a algo que fale sobre um assunto verdadeiramente universal, que é a perda desta linha tênue entre o Réu e a Acusação no Tribunal da Internet. 

Em outro momento, um dos mais fortes dos quatro episódios, Karol fala sobre a morte precoce do pai, vítima do alcoolismo, quando ela tinha 14 anos. A cantora faz um paralelo entre a sua memória traumática familiar e a maneira como reagiu a Lucas na casa em Curicica, sobretudo quando ele bebia nas festas.

É doloroso de se assistir, e o depoimento de Karol é extremamente delicado e genuíno. Mas, sem o contraponto do ator, acaba virando um relato unilateral.

O reencontro entre os dois, aliás, tratado como clímax por toda a série, não é realmente o clímax desejado em proporções, e apenas obriga Karoline a, mais uma vez, pedir desculpas. Ela o faz exaustivamente durante todo o documentário, enquanto a câmera observa de forma quase ameaçadora, dizendo sem dizer que o melhor a fazer, agora, é realmente pedir desculpas dezenas de vezes e chorar. 

Logo nos primeiros minutos do primeiro episódio, Karol reflete: “As pessoas acham que, pra gente se arrepender, a gente tem que aparecer definhando na frente das câmeras. Chorando, implorando, usando uma roupa muito simples, aparecer toda feia pra daí convencer o povo de que: ‘Sim, eu estou arrependida’.” [sic]

Apesar de ter consciência disso, o documentário muitas vezes parece ter um prazer sádico em pender para este lado — exceto, é claro, que Karol nunca deixa de se vestir como uma elegante vilã de desenho animado da Disney, no melhor dos sentidos. Quando ela precisa refletir falando com as paredes sobre a recusa de Carla Diaz e Arcrebiano de se encontrarem com ela, é como se estivesse realmente implorando por perdão a um deus abstrato, sem a alternativa de se arrepender e seguir em frente. O que mais ela pode fazer além disso?

Apesar de ter um material rico em mãos com a história da carreira de Conká, ‘A Vida Depois do Tombo’ peca na pressa de aproveitar a cauda longa do BBB 2021. Ao tentar resolver a crise de imagem da rapper curitibana antes de as chamas se apagarem completamente, acaba reacendendo a fogueira. Assim como Lucas Penteado e o público, Karol merece seguir em frente. Para isso, é preciso tempo. 

Cidadão Kane | Mank, Rotten Tomatoes e Paddington 2 Trazem o Clássico de Volta em seus 80 ANOS

O maior filme de todos os tempos jamais deixou de ser acurado

Tendo feito sua pré-estreia mundial em Nova York no dia 1º de maio de 1941 (chegando ao Brasil no dia 16 de junho do mesmo ano), Cidadão Kane completa 80 anos em 2021. O clássico imortal nunca saiu da cultura pop, mas parece ter ressurgido com força no ano de seu octogésimo aniversário. Primeiro, pelo hype em torno de Mank, da Netflix – indicado a 10 Oscar e vencedor de duas estatuetas – que fala em partes sobre seus bastidores. Segundo, pela notícia da perda de sua infalibilidade no agregador Rotten Tomatoes para o infantil Paddington 2 (2017) – agora o filme com mais críticas positivas no acervo do site. Se você ainda não assistiu, o longa está disponível na rede Telecine e no streaming do Telecine Play. Você não pode perder.

Dentre os indicados a Melhor Filme no Oscar 2021, em sua maioria abordando temas sociais urgentes, Mank surgiu com uma ideia diferente; prestar homenagem àquele que é considerado o maior filme de todos os tempos: Cidadão Kane. Isso, claro, feito através da ótica de seu roteirista, o problemático Herman Mankiewicz. Ainda assim, assistir ao clássico de 1941 é mergulhar fundo nas concepções que Orson Welles tinha sobre a mídia e aqueles que a controlam.

Em termos gerais a trama segue Charles Foster Kane (vivido pelo próprio Welles), um magnata das comunicações que após falecer tem seu passado transformado em alvo por diversos jornalistas. A pauta é desconstruir o mito em torno de sua persona, assim trazendo algumas respostas para o tipo de homem que ele foi e, mais importante, compreender o significado de suas últimas palavras: Rosebud. Dessa maneira a direção de Welles segue durante toda a projeção em um ritmo variado entre o passado de Kane e o presente com um jornalista incumbido de desvendar o mistério de Rosebud.

Parte da fama de Cidadão Kane se deve às técnicas empregadas pelo diretor que, à época, eram inovadoras; com praticamente nenhum referencial em filmes anteriores. Um dos avanços mais celebrados é a profundidade de foco no qual o diretor consegue expor ao público não só o personagem em questão ou um área limitada ao seu entorno mas também o espaço como um todo, dessa forma não só ampliando o campo de visão para o espectador mas também confiando toda uma nova responsabilidade à equipe de design de produção, que agora poderia inserir no cenário muito mais simbolismo e extensão ao roteiro.

Novas técnicas foram usadas em “Cidadão Kane

Cidadão Kane também inovou em termos narrativos ao apresentar uma condução de trama que muito se assemelhava a um filme biográfico. Hoje o recurso já é mais do que conhecido do público graças a filmes como O Estranho Caso de Benjamin Button, porém em 1941 essa decisão foi bastante incomum. Por meio dessa decisão, Welles ganha a possibilidade de mostrar diferentes momentos da vida de Kane e como se deu a sua progressão de uma criança feliz para um idoso solitário.

A forma como ele expõe esse trajeto particular do protagonista se dá por meio de flashbacks, geralmente invocados por indivíduos que foram próximos de Kane e estão sendo entrevistados. Porém cada um deles, naturalmente, possui um posicionamento muito firme em relação a ele, sendo positivo ou não. Alguns documentários modernos, principalmente os criminais, usam muito o recurso do flashback de um entrevistado para realizar as transições na progressão da narrativa e apresentar alguma informação nova.

Em 1941, o diretor de fotografia de Cidadão Kane, Gregg Toland, declarou na American Cinematographer que “Cidadão Kane não é de maneira alguma um filme convencional ou medíocre. Sua tônica é o realismo. Enquanto trabalhávamos juntos no roteiro e no planejamento final da pré-produção, tanto Welles quanto eu sentimos isso, e sentimos que, se fosse possível, a imagem deveria ser trazida para a tela de forma que o público sentisse que estava olhando para a realidade, ao invés de meramente para um filme”.

A infância de Charles teve grande peso no homem que ele se tornou

No entanto existe um fator ainda maior do que as conquistas técnicas pelo qual o filme de Welles é conhecido: sua relação conturbada com o magnata William Randolph Hearst. Antes de ter um nome no cinema, Welles teve formação no rádio, estando à frente do bem sucedido programa The Mercury Theatre on the Air pela rádio CBS. O bom desempenho do show lhe garantiu a chance de produzir uma adaptação radiofônica de Guerra dos Mundos baseada no livro de H. G. Wells.

O pânico subsequente causado pela produção nos ouvintes não só é algo lendário como foi um momento em que Welles percebeu o quão poderosos os meios de comunicação, e as pessoas que os controlam, poderiam ser. Aonde a verdade poderia ser o que um radialista ou editor dissesse que era. Apesar de bem-vinda, essa reflexão, para à época, entrava em colisão com a figura de Hearst.

De maneira similar a Kane, Hearst expandiu seu império de comunicação comprando jornais de Nova York e estabeleceu como meta seguinte o início de uma carreira política que nunca avançou muito. Sua interferência nessa mesma política também foi intensa, com os jornais do magnata tendo defendido o envolvimento norte-americano na Guerra Espanhola e o isolacionismo ao início da Segunda Guerra Mundial.

Mesmo com as negativas de Welles, até hoje é debatido se Charles Kane representa Hearst

Não acidentalmente as notícias sobre Cidadão Kane despertaram a ira do magnata, que via o projeto como uma biografia não autorizada da sua vida e até mesmo uma difamação. Para conter possíveis estragos do filme de Welles à sua imagem, Hurst utilizou justamente de seu poder midiático para liquidar quaisquer chances de indicações a prêmios ou até uma bilheteria positiva.

Mesmo que nessa ocasião a história tenha tido uma “conclusão” satisfatória (com a produção sendo imortalizada no cinema e Hearst se tornando uma figura esquecida), esse é um capítulo que reforça o poder da comunicação e como, ele estando na mão de uma ou mais pessoas, pode ser usado para diversos fins. 

 

‘Velozes e Furiosos 9’: Jakob e Dominic Toretto se enfrentam em belo pôster IMAX; Confira!

Através do Twitter, a IMAX divulgou um belo pôster inédito de Velozes e Furiosos 9‘, dando foco ao iminente embate entre os irmãos Jakob (John Cena) e Dominic Toretto (Vin Diesel)

Confira:

“Pilotos, liguem seus motores! Estamos todos acelerados para o retorno da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ nos cinemas IMAX. Confira nossa arte exclusiva do 9º filme e diga-nos o que você acha.”

Por falar em Jakob, vale lembrar que alguns antagonista da franquia acabaram se tornando aliados da família criada por Dom, como o policial Hobbs (Dwayne Johnson).

O mesmo aconteceu com Deckard Shaw (Jason Statham), que acabou se tornando aliado de Hobbs num filme derivado.

Será que o mesmo vai acontecer com Jakob?

Segundo o próprio Cena, Jakob será um cara casca grossa, de poucas palavras e dificilmente receberia uma redenção porque:

“Ele é melhor vilão que já apareceu franquia. Fui convidado para a sequência com a honra de compartilhar o sobrenome Toretto e cheguei para ser o maior adversário de sua família. As pessoas vão ver que ele já chega impondo respeito”, disse ele numa coletiva de imprensa, segundo o Comic Book.

O astro também prometeu que há uma reposta bem satisfatória sobre o porquê de Jakob nunca ter sido mencionado nos filmes anteriores.

No entanto, ele não entrou em detalhes, então só nos resta aguardar pelo fim do mistério em 25 de junho.

Assista ao trailer:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Wrath of Man’: Trailer para maiores mostra Jason Statham mais perigoso do que nunca; Assista!

Em seu perfil do Twitter, o diretor Guy Ritchie divulgou o tenso trailer para maiores de  ‘Wrath of Man‘, novo filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Velozes e Furiosos: Robbs & Shaw’).

Lembrando que, o longa marca a segunda colaboração entre os artistas desde 2005, quando trabalharam juntos em ‘Revólver’.

Confira o trailer:

Inicialmente previsto para o dia 23 de abril, o filme foi adiado para o dia 07 de maio – data que pertencia ao lançamento de ‘Viúva Negra‘ antes do longa da Marvel ter sido adiado para 09 de julho.

Para quem não sabe, ‘Wrath of Man‘ é um remake de ‘Assalto ao Carro Forte‘, filme francês lançado em 2004.

A trama segue H, um homem misterioso que consegue um trabalho em uma empresa de caminhões blindados responsável por movimentar milhões de dólares todas as semanas. Mas, ao contrário do que se pode esperar, ele tem um motivo secreto por para aceitar esse emprego, o que o levará em uma jornada perigosa e emocionante.

O elenco ainda conta com Jeffrey Donovan, Josh Hartnett, Scott Eastwood e Holt McCallany.

Confira o cartaz:

‘Sem Remorso’: Sequência será fiel à franquia ‘Rainbow Six’

Baseado no romance de guerra escrito por Tom Clancy, ‘Sem Remorso estreia hoje (30) na Amazon Prime e os criadores da adaptação já estão planejando a trama das continuações.

Em entrevista ao IGN, o protagonista Michael B. Jordan reconheceu que o filme se distancia do material de origem, mas garantiu que a sequência será mais fiel.

O astro ainda revelou que o próximo filme deve ser inspirado nos livros e jogos da franquia Rainbow Six’.

“Nós queríamos fazer ‘Sem Remorso‘ como um filme de origem para depois trazermos mais elementos presentes nos trabalhos de Tom [Clancy]. Em relação ao propósito da história, nós queríamos torná-lo um pouco mais moderno e representar um pouco do mundo em que vivemos hoje.”

Ele continuou:

“A sequência deve ser mais fiel. Pretendemos adaptar [os livros e jogos] da franquia ‘Rainbow Six‘ e talvez a gente consiga adicionar algumas coisas que podem ser nostálgicas para os jogadores e leitores. É uma ideia para o futuro, algo que não estava planejado para esse filme [‘Sem Remorso], porque eu tivemos uma motivação mais pessoal ao criarmos essa trama de origem.”

Infelizmente, parece que ‘Sem Remorso não conseguiu superar as expectativas.

No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 44% de aprovação, baseados em 96 reviews, até o momento.

Confira as principais críticas abaixo:

Michael B. Jordan merece coisa melhor – e você também” – TV Guide.

“O filme que cerca Jordan é igual ao próprio Kelly: frio, desanexado e brutal” – ScreenCrush.

“O plot de Sem Remorso é tão indecifrável que eu poderia apenas usar o símbolo que Prince usou uma vez e serviria como uma sinopse válida” – RogerEbert.com.

“Jordan faz o melhor para elevar uma história clichê a níveis assistíveis” – Flickering Myth.

Sem Remorso falha ao criar uma narrativa que não seja previsível e clichê” – Black Girl Nerds.

Assista ao trailer:

Dirigido por dirigido por Stefano Sollima (‘Sicário: Dia do Soldado’), o filme é baseado no livro homônimo de Tom Clancy.

A trama acompanha John Clark (Jordan), um fuzileiro naval dos EUA, busca vingança pelo assassinato de sua esposa, mas acaba se encontrando dentro de uma conspiração muito maior.

O elenco ainda conta com Jodie Turner-Smith, Jamie Bell, Guy Pearce, Lauren London e Jacob Scipio.

‘Super-Choque’: Michael B. Jordan dá atualizações sobre o roteiro da vindoura adaptação

Recentemente, Randy McKinnon foi contratado para escrever o roteiro da vindoura adaptação cinematográfica de ‘Super-Choque‘, aclamada animação exibida entre 2000 e 2004.

McKinnon é mais conhecido por seu trabalho no filme ‘Safety‘, que acompanha a história real de um jovem negro que enfrenta diversas dificuldades na esperança de se tornar um astro do futebol americano.

No entanto, não surgiram novas atualizações sobre o desenvolvimento do filme após a contratação do roteirista.

Em entrevista ao Collider, o produtor Michael B. Jordan acalmou os fãs e disse que o rascunho do projeto já está em andamento.

“O rascunho já em processo e posso dizer que nosso herói está em boas mãos. Randy McKinnon é muito talentoso e eu não poderia estar mais feliz em vê-lo trabalhar nesse filme. Por enquanto, só posso dizer, mas mal posso esperar para compartilhar as novidades com todos.”

Ele continuou, falando sobre a importância do personagem para a representatividade negra.

“Como um garoto que cresceu se inspirando nas aventuras do Super-Choque, estou honrado em acompanhar o crescimento desse projeto e sei que será algo muito importante para as crianças de hoje. Ver crianças se espelhando num herói negro é algo com o qual eu sempre sonhei.”

Por conta de sua familiaridade com a temática da juventude negra, McKinnon certamente é a escolha perfeita para moldar Virgil Hawkins nas telonas.

Por enquanto, os detalhes da trama permanecem sob sigilo, mas devem seguir à risca a animação de sucesso dos anos 2000.

Lembrando que o presidente da DC Films, Walter Hamada, anunciou através de um comunicado que a companhia pretende lançar dois filmes exclusivos para a HBO Max por ano, a partir de 2022.

Entre os filmes mencionados, parte do texto indica que projetos mais arriscados estão inclusos na estratégia, como a vindoura adaptação de ‘Super-Choque.

No entanto, o executivo disse que a DC Films ainda não bateu o martelo sobre a decisão, mas pretende investir em grandes produções destinadas ao streaming.

Até lá, ainda vai demorar bastante até que o público veja uma versão live-action de ambos os heróis.

Enquanto isso, Jordan continua supervisionando o projeto através de sua companhia, a Outlier Society Productions.

Em entrevista ao Deadline, o astro comemorou a parceria com a Warner Bros e indicou que o longa será o 1º de um novo universo da DC Comics nas telonas.

“Tenho orgulho de fazer parte da construção de um novo universo centrado em super-heróis negros; nossa comunidade merece isso. A [produtora] Outlier Society está comprometida em dar vida a diversos conteúdos de quadrinhos em todas as plataformas e estamos entusiasmados com a parceria com a Warner Bros nesta etapa inicial.”

O estúdio também se manifestou ao dizer que:

“A Outlier estará no centro criativo deste projeto, e Jordan é um clássico fã de quadrinhos, esta é uma oportunidade não apenas para a construção de um novo mundo, mas para a  construção de franquias. Se o primeiro filme for um um sucesso, será o início de uma franquia multiplataformas.”

Além disso, o longa será co-produzido por Reginald Hudlin, quadrinista responsável por história do ‘Pantera Negra’ e algumas edições dos ‘X-Men’ focadas na Tempestade.

Hudlin também já produziu diversos títulos de destaque, como ‘Django Livre’, ‘Marshall’, e ‘Todo Mundo Odeia o Chris’.

Lembrando que ainda não há informações sobre possíveis diretores, elenco ou previsão de estreia.

Na animação original, Virgil é um jovem esperto, inteligente, atlético, vivaz e muito bem-humorado. Ao ser exposto acidentalmente a um gás desconhecido, ele ganha super-poderes eletrostáticos, e aprende a usá-los para tornar-se um super-herói chamado Super Choque (Static Shock).

 

‘Marighella’: Após sofrer censura, cinebiografia conquista 88% de aprovação no Rotten Tomatoes

Após adiamentos e até mesmo uma censura – cercada por questões políticas -, a cinebiografia de ‘Marighella‘ teve a sua estreia nos cinemas internacionais e conquistou 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com apenas oito avaliações até o momento, o longa recebeu elogios da maioria da imprensa especializada, por sua qualidade fílmica e urgência narrativa. No entanto, o drama também recebeu duras críticas por não ser considerado “ético” e imparcial.

Confira as principais avaliações:

“À medida que as tragédias aumentam, o filme de Moura torna-se um lamento – não tanto sobre Marighella, mas sobre um idealismo consumido pelos jogos de Pirro de regimes sujos”. – Devika Girish, New York Times

“‘Marighella não está interessado em pesar a ética, preferindo um retrato carregado de testosterona da insurreição armada como um caminho glorioso para o martírio”. – Jay Weissberg, Variety

“Depois de aceitar sua visão de mundo binária nós-e-eles, Marighella funciona bem como uma estreia emocionante e altamente segura, com um elenco incrível em seu coração”. – Stephen Dalton, Hollywood Reporter

“Marighella é um filme urgente em seu compromisso e intensidade cinematográfica, e dificilmente poderia ser mais oportuno”. – Jonathan Romney, Screen International

“Raivoso e brutalmente necessário para o Brasil de hoje, Marighella é montado com frieza e confiança pelo verde [Wagner] Moura”. – Rhys Handley, One Room With A View

Assista ao novo trailer:

Baseado no livro escrita pelo jornalista Mário Magalhães, o filme acompanha os últimos cinco anos em que o escritor, político e guerrilheiro Carlos Marighella esteve vivo, de 1964 até sua morte em 1969.

Entenda a censura:

Mesmo após sua exibição no Festival de Berlim e em diversos eventos internacionais, o lançamento da produção havia sido proibido nos cinemas nacionais.

O filme foi duramente criticado por ideologias políticas e sofreu diversas polêmicas, até que os responsáveis publicaram uma nota oficial para divulgar o cancelamento.

Confira:

Nós, produtores do longa-metragem Marighella, dirigido por Wagner Moura, anunciamos que a data de lançamento do filme nos cinemas brasileiros, divulgada anteriormente para 20 de novembro de 2019, foi cancelada.

Os produtores haviam escolhido o mês de novembro, que marca os 50 anos de morte de Carlos Marighella, e o dia 20, da Consciência Negra, para a estreia. No entanto, a O2 Filmes não conseguiu cumprir a tempo todos os trâmites exigidos pela Ancine (Agência Nacional do Cinema).

Marighella segue sendo apresentado com muitos sucesso em vários festivais de cinema no mundo.

Além de Seu Jorge, no papel principal, o elenco conta com Adriana Esteves, Bruno GagliassoHumberto CarrãoLuiz Carlos Vasconcelos.

Crítica | ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ é mais um acerto incrível da Sony Animation

Enquanto a Disney e a Pixar (ambas pertencentes ao mesmo nicho cinematográfico) costumam dominar o cenário animado com produções que quebram recordes e se tornam as favoritas tanto do público quanto da crítica especializada, há um outro estúdio que merece nossa atenção tanto pela originalidade estética quanto pelas divertidas tramas que apresentam aos fãs do gênero: a Sony Animation.

Subsidiária da Sony Pictures, a companhia já nos entregou pérolas do panorama do entretenimento contemporâneo, desde sua fundação em 2002 (e, mais precisamente, desde sua estreia oficial em 2006 com ‘O Bicho vai Pegar’). Apenas para citar alguns de seus vários títulos, temos a franquia ‘Hotel Transilvânia’, destinada essencialmente aos espectadores infantis e que, agora, caminha para mais um capítulo; o vencedor do Oscar e um dos longas-metragens mais aclamados das últimas décadas, o instigante ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’; e, em 2021, a vindoura estreia de ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’, uma espécie de releitura cômica da icônica saga sci-fi ‘O Exterminador do Futuro’ que não apenas arquiteta um universo próprio, mas preste homenagem à própria arte de fazer cinema da forma mais irreverente possível.

A obra, exibida através da Netflix, é uma das entradas mais surpreendentes do ano, cuja principal força emerge de um elenco de dublagem esplêndido e de uma certa originalidade nostálgica que permeia cada um dos arcos apresentados. A história é contada pela perspectiva de Katie Mitchell (Abbi Jacobson em mais um trabalho espetacular depois de encarnar Tiabeanie em ‘(Des)Encanto’), uma jovem apaixonada por filmes que começou a gravar os próprios curtas-metragens e, dessa forma, descobriu um mundo de possibilidades que lhe dava uma certa direção dentro de “uma família de estranhos”. Apesar das esperadas atribulações entre ela e o pai, Rick (Danny McBride), o qual nunca deu muita importância para os sonhos da filha, ela mantém uma relação bastante saudável tanto com a mãe (interpretada por Maya Rudolph) e com o irmão mais novo (Mike Rianda).

Mesmo nutrindo de uma afeição complicada pela família, Katie não vê a hora de finalmente se encaixar no mundo, esperando ansiosamente o dia de entrar para a faculdade e dar início a uma trajetória que deve fazer por conta própria. Mas as coisas saem de controle quando PAL, assistente virtual de uma corporação tecnológica, se volta contra seu próprio criador e, utilizando todas as ferramentas possíveis, reúne todas as máquinas que possuem o selo da companhia para uma rebelião assustadora que tem como principal objetivo livrar o mundo do individualismo exacerbado e da praga que chamam de “humanos”. E as coisas ficam ainda mais incríveis quando nos lembramos de que a vencedora do Oscar Olivia Colman empresta sua voz para a antagonista.

Quando pensamos em termos de enredo, tudo pode parecer previsível. Afinal, os Mitchell, mantendo-se firmes como os últimos sobreviventes de um levante apocalíptico, devem mergulhar numa road trip para salvar o mundo e para se reconectarem uns aos outros, estreitando tênues laços que estão prestes a romper. De um lado, Katie dispõe-se como uma guru da informática e traça um intrincado plano para desligar PAL e restaurar a ordem; de outro, Rick, o exato oposto da filha, é um leigo em qualquer coisa que envolva tecnologia e, trocando de lugares, precisam compreender as nuances que os tornam tão diferentes para se unirem contra um inimigo em comum – que, no final das contas, também renega o maniqueísmo “mocinho-vilão” para trazer temas de importante discussão, ainda mais nos dias de hoje.

Movida a um ácido humor, o roteiro é minuciosamente detalhado por Mike Rianda e Jeff Rowe para contrariar as expectativas, seja nos momentos de ação, seja nas solenes sequências em que os protagonistas enfrentam a epifania. As quebras de ritmo são propositais e adicionam tempero extra a uma das grandes animações do ano. Como se não bastasse, temos Phil Lord e Christopher Miller encarregados pela produção, exigindo uma colaboração do público e dando vida a um colorido tour-de-force que é muito mais profundo do que realmente parece. No topo de tudo isso, Mark Mothersbaugh comanda uma renegada trilha sonora que aposta no futurismo de ‘TRON’ e de ‘WALL-E’, sem deixar de incrementá-la com os classicismos dramáticos do violino e do piano.

É claro que o filme tem os seus deslizes, ainda mais no tocante a certas escolhas estéticas. A fotografia, por exemplo, é um tanto quanto óbvia demais, carregando uma atmosfera densa que brinca com luz e sombra de uma maneira familiar e formulaica, por assim dizer; certos aspectos metadiegéticos também são utilizados com repetição constante, como os letreiros de transição e as referências ao mundo pop que despontam pelo filme. Felizmente, nenhum dos breves equívocos é forte o bastante para apagar essa burlesca aventura, que celebra o amor familiar e usa uma certa rebeldia narrativa que critica aspectos do cotidiano ultraglobalizado, bem como uma exaltação comedida e saudosista de um passado mais simples (que não chega a beirar o romântico, mas demonstra certas influências).

‘A Família Mitchell e as Revoltas das Máquinas’ tem boas chances de aparecer na próxima temporada de premiações, seja por sua construção bastante humanizada, seja pelo reconfortante sentimento de esperança que expõe quando nos aproximamos do grand finale.

‘Stargirl’: 2ª temporada ganha data de estreia oficial; Confira!

De acordo com o TV Insider, a CW agendou a estreia da aguardada 2ª temporada de Stargirl para 10 de agosto deste ano.

Isso significa que os materiais promocionais, como imagens, pôsteres e trailers, devem ser divulgados em breve.

A atração será exibida às 20h na emissora norte-americana.

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Enquanto isso, relembre o trailer da 1ª temporada:

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

“Invocação do Mal 3 vai explodir as portas da mansão mal-assombrada”, revela diretor

Após cinco anos desde a estreia do segundo filme e depois de uma breve participação em ‘Annabelle 3: De Volta Para Casa‘ (2019), o casal Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga) está definitivamente de volta à franquia de ‘Invocação do Mal‘.

E em ‘A Ordem do Demônio‘, os amantes do gênero de terror poderão esperar uma perspectiva ainda mais intensa e caótica. A contar pelo o diretor Michael Chaves, o terceiro capítulo da saga promete “explodir as portas da mansão mal-assombrada”.

A novidade foi revelada durante uma entrevista exclusiva à revista Total Film. Na ocasião, ele ponderou sobre o vindouro filme:

“Nós queríamos explodir as portas da mansão mal-assombrada…Até agora, esses filmes existiam dentro de um certo tipo de enquadramento e estávamos desesperados para levá-los para além disso. Seven: Os Sete Crimes Capitais [David Fincher] é um dos nossos favoritos e ficamos entusiasmados com o desafio de fazer algo nesse sentido – algo em torno de uma investigação – dentro da saga, enquanto ainda usamos toda aquela linguagem e terminologia sobrenatural”.

Assista ao trailer de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘:

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Assim como os dois filmes anteriores, a sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

A Ordem do Demônio‘ foi classificado pelo MPA por “terror, violência e imagens perturbadoras”.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Conheça o suspense da Netflix que está traumatizando os assinantes

O catálogo da Netflix é bastante vasto entre os diversos gêneros que a plataforma oferece e, muitas vezes, bons títulos acabam passando despercebidos.

Um deles é o suspense ‘Sequestrando Stella‘, disponível desde julho de 2019.

No entanto, o público vem comentando bastante sobre o longa recentemente por conta de sua trama tensa, fria e angustiante.

Escrito e dirigido por Thomas Sieben em 2019, o longa alemão é um remake de ‘O Desaparecimento de Alice Creed‘, suspense britânico dirigido dez anos antes por J. Blakeson, roteirista deEu Me Importo’.

Na trama, a jovem que dá título ao filme permanece sob cárcere privado de uma dupla de bandidos, mas acaba desenvolvendo uma estranha conexão com um deles, o que leva a um desfecho bastante improvável.

Impedida de se alimentar sozinha ou até mesmo de fazer suas necessidades fisiológicas sem ser vigiada, a personagem vivida por Jella Haase (‘Dane-se Goethe’) tenta bolar uma estratégia se aproveitando dessa conexão com o sequestrador interpretado por Max von der Groeben (‘Dane-se Goethe’).

E o que mais assusta os espectadores é que a trama do filme gira em torno de uma reviravolta que vem se tornando cada vez mais próxima da realidade… E que poderia acontecer com qualquer pessoa que você conheça.

Apesar de ter recebido apenas 33% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa se tornou uma obsessão para o público europeu na primeira semana de lançamento, registrando nada menos que 18 milhões de visualizações.

Assista ao trailer:

‘Os Salafrários’: Comédia com Marcus Majella e Samantha Schmütz domina o Top 10 da Netflix

A comédia nacional ‘Os Salafrários‘, estrelada por Marcus Majella e Samantha Schmütz, já está disponível na Netflix. E em poucos dias, o longa já conseguiu se superar, conquistando o 1º lugar do Top 10 da plataforma de streaming aqui no Brasil.

A produção ultrapassou o sucesso da série ‘Sombra e Ossos‘, lançada na última sexta-feira (23), a colocando na segunda posição.

Confira o ranking completo:

Pedro Antônio (‘Um Tio Quase Perfeito’) é responsável pela direção.

Destino ou não, o golpista Clóvis e sua irmã adotiva, Lohane, se reencontraram. E agora precisam trabalhar juntos para sair das enrascadas nas quais se meteram.

‘Um Mágico Nada Incrível’: 2ª temporada da série colombiana já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da série espanhola ‘Um Mágico Nada Incrível‘ já está disponível na Netflix. O novo ciclo teve a sua estreia na grade de programação nesta sexta-feira (30).

Nos mais recentes episódios, os Morales e os Orduz nunca imaginaram que teriam que dividir o mesmo teto. Mas não importa onde se escondam, o capitão González está determinado a encontrá-los nesta série colombiana.

Confira o trailer:

A série foi criada por Dago García e a segunda temporada conta com oito episódios, que já estão disponíveis na íntegra no streaming.

‘The White House Plumbers’: Lena Headey entra para a nova série da HBO sobre o Caso Watergate

Segundo o Collider, a icônica Lena Headey entrou para o elenco de The White House Plumbers, nova minissérie da HBO sobre o escândalo Watergate.

Headey se junta a um elenco de peso que inclui Domnhall GleesonWoody HarrelsonJustin Theroux.

A produção, que será composta por cinco capítulos, é comandada pelos produtores executivos de VeepAlex GregoryPeter HuyckDavid MandelFrank Rich.

A história gira em torno de E. Howard Hunt e G. Gordon Liddy, nomes por trás da intrincada engrenagem de Watergate, no governo de Richard Nixon, que destruíram a própria presidência que tentavam preserva. Baseado em documentos público e no romance de não-ficção Integrity, de EgilMatthew Krogh, a série trará Headey como Dorothy Hunt, mãe de quatro filhos e membro essencial da CIA. Ela deve manter sua família unida à medida que é arrastada para a complexa trama de seu marido, Howard.

Essa é a mais nova parceria de Headey com a HBO, visto que a atriz estrelou a aclamada série de fantasia Game of Thrones como a calculista e perigosa Cersei Lannister – papel que lhe rendeu nada menos que cinco indicações ao Emmy Awardsuma ao Globo de Ouro.

Mais detalhes sobre a produção não foram revelados.

‘Aqueles que Me Desejam a Morte’: Ação estrelada por Angeline Jolie ganha novo teaser INSTIGANTE; Confira!

Warner Bros. Pictures divulgou um novo teaser oficial de ‘Aqueles que Me Desejam a Morte’, ação estrelada pela vencedora do Oscar Angelina Jolie.

Confira, junto ao trailer completo:

Dirigido por Taylor Sheridan (‘A Qualquer Custo’), o longa é baseado no livro homônimo de Michael Koryta.

A história acompanha um menino de catorze anos que presencia um brutal homicídio e entra para um programa de proteção às testemunhas sob uma nova identidade. Enquanto isso, os assassinos partem em uma jornada para encontrá-lo, destruindo quem estiver em seu caminho.

O elenco ainda conta com Nicholas Hoult (‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido’), Tyler Perry (‘Garota Exemplar’), Jon Bernthal (‘O Justiceiro’), Jake Weber (‘Madrugada dos Mortos’), Aidan Gillen (‘Game of Thrones’) e James Jordan (‘O Peso do Passado’).

Aqueles que Me Desejam a Morte’ estreia em breve nos cinemas nacionais.