‘Nomadland’: Chloé Zhao faz história e conquista o prêmio de Melhor Direção no Oscar 2021

kinopoisk.ru

O aclamado drama tour-de-force Nomadland continua em sua onda de honrarias e, durante o anúncio de vencedores do Oscar 2021, isso não seria diferente.

Chloé Zhao fez história não apenas ao gabaritar todas as premiações do ano, mas ao se tornar a segunda mulher a levar a estatueta de Melhor Direção para casa, precedida apenas por Kathryn Bigelow em 2010 com ‘Guerra ao Terror’.

O filme é escrito e dirigido por Chloé Zhao (‘Os Eternos‘).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

Crítica | O Auto da Boa Mentira – Filme repagina o humor refinado de Ariano Suassuna

O escritor Ariano Suassuna fez muito sucesso no Brasil devido a seus textos raiz, bem brasileiros e que retratam situações e personagens bastante reais, com os quais o leitor consegue se identificar. Na verdade, ele ainda faz muito sucesso, e nunca parece sair de moda, seja por seu eterno sucesso ‘O Auto da Compadecida’, seja pelo recém lançado ‘O Auto da Boa Mentira’, nova produção que chega essa semana aos cinemas brasileiros, sete anos após a morte do autor.

Em ‘O Auto da Boa Mentira’ somos agraciados com quatro historinhas: Helder (Leandro Hassum) é um funcionário do RH que chega a um hotel para uma convenção da empresa, porém, as pessoas começam a confundi-lo com um famoso comediante de stand-up e ele se aproveita disso… até conhecer a misteriosa Caetana (Nanda Costa); em seguida, Fabiano (Renato Góes) é um rapaz que descobre que a mãe (Cassia Kis) mentiu para ele e seu pai na verdade é o Palhaço Romeu (Jackson Antunes); a terceira história é bem carioca, e conta a mentira de Pierce (Chris Mason), um inglês que vive no Rio de Janeiro e que, por preguiça, não foi à festa de seu amigo Zeca (Serjão Loroza) no Vidigal, porém, em vez de dizer a verdade, resolve dizer que foi assaltado, e a história chega aos ouvidos do Chefia do morro (Jesuíta Barbosa); por fim, uma confraternização de Natal da empresa fará com que a estagiária Lorena (Cacá Ottoni) bote a boca no trombone sobre seus colegas de trabalho, Felipe (Johnny Massaro) e Norberto (Luís Miranda).

A parte mais surpreendente de ‘O Auto da Boa Mentira’ é que o roteiro de João Falcão, Tatiana Maciel e Célio Porto é baseado nas entrevistas hilárias dadas pelo próprio Ariano Suassuna – entrevistas estas que fazem parte do longa e aparecem na transição entre as esquetes, e realmente nos fazem rir. Em contrapartida, as quatro histórias, inspiradas em situações mentirosas são bem nervosas e elaboram situações muito mais absurdas do que cômicas. De todas, a mais engraçada é a do Palhaço Romeu, provavelmente por ser a mais genuína de todas. A história do gringo é ótima no início, porém, quando a coisa toda começa a ser desvendada, revela um aspecto crítico que deixa um sabor amargo na boca, além de trazer um Jesuíta Barbosa totalmente deslocado no papel de chefe do morro.

Com boas atuações do elenco como um todo, o destaque fica mesmo com Serjão Loroza, com seu humor natural na forma de entonar as falas; Leandro Hassum, por sua vez, passa a sensação de querer forçar um riso em uma situação tragicômica, hilária apenas para o personagem, não para o espectador. José Eduardo Belmonte tinha um projeto audacioso em mãos e conseguiu prestar uma bela homenagem ao legado de Suassuna, que certamente ficaria satisfeito com a construção do filme.

O Auto da Boa Mentira’ é um filme-homenagem à altura do mestre Suassuna, repaginando-as para a cidade e a contemporaneidade. Através da tensão e do absurdo, reconta as mentirinhas contadas pelo autor em suas célebres entrevistas. A ver pelo resultado, talvez não fossem mentiras, afinal de contas.

‘Parasita’: Série de TV baseada no filme NÃO SERÁ um remake e trará uma história original

‘Parasita’ fez história na última edição do Oscar, ao se tornar a primeira produção de língua não-inglesa a levar para casa a estatueta de Melhor Filme.

O sucesso da produção já lhe garantiu uma minissérie pela HBO e segundo o co-criador do projeto, o aclamado cineasta Adam McKay, a produção não será um remake hollywoodiano, mas sim algo totalmente original.

Durante a sua participação no podcast Happy Sad Confused, da MTV, McKay trouxe novidades sobre o projeto, ponderando que ele fará parte do mesmo universo do filme ‘Parasita‘:

“É uma série original, que está no mesmo universo do filme. Mas esta é uma série original que vive ni mesmo mundo”.

O trabalho de pré-produção da minissérie já está acontecendo e segundo o diretor, o andamento do projeto, ao lado de Bong Joon-ho, está a plenos pulmões:

“Estamos nos divertindo muito. Acabamos de montar a nossa sala com incríveis roteiristas. Eu basicamente fiz todo o esboço da série com o diretor Bong durante a quarentena, com ele supervisionando”.

Em uma recente entrevista ao The Wrap, o diretor Bong Joon-ho afirmou que a série terá seis horas de duração e mostrará a mesma história do filme, mas com mais detalhes.

“Quando comecei o roteiro, surgiram várias ideias que tive que deixar de lado porque não consegui incluir todas elas em duas horas de filme. Está tudo salvo no meu iPad. Meu objetivo com essa minissérie é realizar um filme de seis horas.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

A produção acompanha um  jovem e sua família desempregada. Eles acabam ficando obcecados com a vida de uma outra família. Algo acontece e este clã desamparado se vê envolvido num grande problema.

O elenco conta com Song Kang-ho, que trabalhou com o diretor  em O Hospedeiro (2006) e ‘Expresso do Amanhã’ (2013), e Choi Woo-shik, de ‘Invasão Zumbi’ (2016) e Okja.

‘Along for The Ride’: Roteirista de ‘Para Todos os Garotos’ vai adaptar novo romance teen para a Netflix

Os cinéfilos que ficaram órfãos com o fim da franquia adolescente ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘ podem comemorar, pois um novo romance juvenil está chegando à Netflix.

Intitulado ‘Along for The Ride’, a produção é uma adaptação do livro homônimo escrito por Sarah Dessen. Lançado em 2009, a obra teve os seu direitos adquiridos pela Netflix, que conduzirá o projeto.

A adaptação cinematográfica será escrita pela mesma responsável pelos roteiros dos dois primeiros filmes da trilogia de ‘Para Todos os Garotos‘, Sofia Alvarez.

A roteirista também fará a sua estreia na direção no projeto, cujas filmagens acontecerão no estado da Carolina do Norte.

O anúncio do novo filme já veio acompanhado da revelação de seu elenco, que contará com Emma Pasarow como a protagonista Auden West. Na trama, ela decide passar o verão com o seu pai, sua madrasta e sua meio irmã na cidade praiana de Colby, antes de seguir para a faculdade.

Belmont Carmeli dará vida ao Eli. Kate Bosworth será a madrastra de Auden, Heidi, enquanto Andie MacDowell vive a mãe da protagonista, Victoria. Dermot Mulroney será o pai da adolescente, Robert.

O elenco ainda conta com Laura Kariuki, Genevieve Hannelius, Samia Finnerty, Paul Karmiyran, Marcus Scribner e Ricardo Hurtado.

Confira a sinopse oficial:

“No verão antes da faculdade, Auden conhece o misterioso Eli, um companheiro com insônia. Enquanto a cidade litorânea de Colby dorme, os dois embarcam em uma jornada noturna para ajudar Auden a experimentar a vida adolescente divertida e despreocupada que ela nunca soube que queria ter”.

 

Dica pro Fim de Semana | Gokushufudou: Tatsu Imortal – O anime mais doido da Netflix!

O último final de semana antes do Oscar chegou – mas isso pode não significar nada para muita gente que, embora curta assistir a filmes e séries, não necessariamente curtem o estilo dos filmes que são indicados à estatueta dourada. Aí, bate aquele tédio de o quê assistir na Netflix, ainda mais depois de uma leva de produções tão meia-boca que veio essa semana. Mas… fiquem tranquilos, porque a solução do seu final de semana se chama ‘Gokushufudou: Tatsu Imortal’.

Pare tudo e leia essa sinopse: Tatsu (Kenjirô Tsuda) trabalhou muitos anos na yakuza, que são as organizações criminosas do Japão. Cansado da vida de crime, Tatsu larga tudo e se torna… dono de casa. É, é isso mesmo. Assim, seu dia a dia passa a ser os desafios de inventar receitas novas para o almoço, limpar a casa, comprar os alimentos, cuidar do gato, etc. Sim, os de-as-fi-os, porque para um dos mais perigosos membros da yakuza, nem mesmo descascar legumes pode haver falhas.

Baseada nos mangás de Kousuke Oono, a série tem apenas cinco episódios com pouco mais de quinze minutinhos cada capítulo. Porém, os capítulos são divididos também em historinhas, cada uma com menos de três minutos, de modo que em um episódio de quinze minutos temos entre cinco e seis aventuras. Todas elas têm um final meio “tcham!”, deixando o espectador com cara de “!” – como as reações gráficas dos próprios personagens nas artes do mangá.

O grande diferencial da série de Chiaki Kon é justamente o contraste de dois mundos completamente improváveis de andar juntos: o universo doméstico e o submundo do crime. Por isso, as situações enfrentadas por Tatsu são tão improváveis – e, portanto, hilárias. A forma como o roteiro apresenta os desafios de Tatsu – sempre exagerado, dramático ao extremo, reforçando a distância desses dois mundos – só aumenta a carga de comicidade da série, afinal, uma tarefa super simples, como fazer uma faxina, para Tatsu vira uma verdadeira missão de vida, que precisa ser realizada com afinco e perfeccionismo. Tatsu cria um exagero tão exagerado (com o perdão da redundância), que, sério, não tem como não rir.

Não bastasse esse protagonista dramático, os personagens secundários que interagem com ele também acompanham esse absurdo. Tirando a esposa de Tatsu, Miku (Shizuka Itô), que provavelmente é a única normal na trama, todos os outros personagens reagem de maneira completamente surreal aos episódios, especialmente quando ex-integrantes da yakuza encontram com Tatsu Imortal pelas ruas. Ele, que sempre anda de avental por aí, fala coisas simples como “vou te dar um patinho de borracha para te acompanhar na banheira” e o mafioso, em toda a sua paranoia gerada pelo medo, já conclui coisas como “banho? Banheira? Afogar? Ele vai me afogar!”. Ô drama!

Gokushufudou: Tatsu Imortal’ é uma série completamente surreal e hilária. Curtinha, dá pra ver inteirinha em uma hora. Não tem como não rir, mesmo se mangá e anime não for sua praia – afinal, desde o ano passado todo mundo passou pelos desafios dos afazeres domésticos, então, não tem como não se relacionar com os dramas de Tatsu. Portanto, já favorita essa série aí na sua listinha, que é risada na certa!

‘Amor, Sublime Amor’: Remake de Steven Spielberg ganha teaser trailer INCRÍVEL; Confira!

20th Century Studios divulgou o teaser trailer oficial do vindouro remake de Amor, Sublime Amor (‘West Side Story’), comandado por Steven Spielberg.

Confira:

Lembrando que a nova versão do longa chegará aos cinemas no dia 10 de dezembro de 2021.

Amor, Sublime Amor‘ se passa na Nova York da década de 1950 e conta a história de um casal apaixonado tentando salvar seu romance ao mesmo tempo que são divididos pela rivalidade entre as gangues branca e latina das quais fazem parte: Tony é integrante dos Jets e Maria dos Sharks, tudo inspirado em outro clássico, ‘Romeu e Julieta’ de Shakespeare.

O longa é protagonizado por Ansel Elgort (A Culpa é das Estrelas) e a estreante Rachel Zegler, nos papéis de Tony e Maria, respectivamente.

O roteiro fica por conta do premiado Tony Kushner, indicado ao Oscar e ganhador do Prêmio Pulitzer. Leonard Bernstein, Stephen Sondheim e Jerome Robbins cuidam da música, das letras e da coreografia. 

‘Judas e o Messias Negro’: Daniel Kaluuya vence o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Oscar 2021

A aclamada cinebiografia Judas e o Messias Negro continua ganhando prêmios por seu impactante retrato sobre o ativista Fred Hampton e voltou com força na última cerimônia do Oscar.

Durante a apresentação dos vencedores, Daniel Kaluuya gabaritou a temporada de 2021 com o último prêmio faltante de Melhor Ator Coadjuvante. Além da estatueta dourada, ele também levou para casa um Globo de Ouro, um Critics’ Choice Award, um SAG Award e um BAFTA.

Estrelado por Kaluuya (‘Corra!’, ‘Pantera Negra‘), o longa também conta com LaKeith Stanfield (‘Atlanta’, ‘Joias Brutas’) como William O’Neal, Dominique Fishback (‘Coração de Ferro‘) e Jesse Plemons (‘Breaking Bad‘).

Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tenativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca.

Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.

‘Druk – Mais uma Rodada’, com Mads Mikkelsen, conquista o prêmio de Melhor Filme Internacional no Oscar 2021

O longa ‘Druk – Mais uma Rodada’ remou a favor da maré e, durante a cerimônia de vencedores do Oscar 2021, levou para casa o prêmio de Melhor Filme Internacional.

O título venceu em cima de obras como ‘Collective’‘Quo Vadis, Aida?’.

O filme é dirigido por Thomas Vinterberg. Ele também assina o roteiro ao lado de Tobias Lindholm.

Inspirados pela teoria de um filósofo norueguês que afirma que o homem nasce com um nível de álcool no sangue muito baixo, um grupo de amigos, todos professores com o desejo de escapar da rotina diária, começam a experimentar grandes quantidades de álcool. Primeiramente a experiência é bem sucedida, mas a certo ponto tudo se degenera.

Mads Mikkelsen estrela a produção. Thomas Bo Larsen, Lars Ranthe e Magnus Millang completam o elenco.

‘Meu Pai’: Drama com Anthony Hopkins e Olivia Colman leva para casa o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado

Depois de fazer bonito no BAFTA, o poderoso e aclamado drama Meu Pai voltou a ganhar honrarias no Oscar 2021.

O filme concedeu ao diretor Florian Zeller e ao dramaturgo Christopher Hampton o prêmio de Melhor Roteiro Adaptado, vencendo em cima de títulos como ‘Nomadland’‘Uma Noite em Miami’.

O longa é dirigido por Florian Zeller.

Anthony tem 81 anos de idade. Ele mora sozinho em seu apartamento em Londres, e recusa todos os cuidadores que sua filha, Anne, tenta impor a ele. Mas isso se torna uma necessidade maior quando ela resolve se mudar para Paris com um homem que conheceu há pouco, e não poderá estar com pai todo dia. Fatos estanhos começam a acontecer: um desconhecido diz que este é o seu apartamento. Anne se contradiz, e nada mais faz sentido na cabeça de Anthony. Estaria ele enlouquecendo, ou seria um plano de sua filha para o tirar de casa?

O elenco conta com Anthony Hopkins, Olivia Colman, Mark Gatiss, Olivia Williams, Imogen Poots e Rufus Sewell.

‘Bela Vingança’ conquista seu primeiro Oscar da noite, ganhando o prêmio de Melhor Roteiro Original

O aclamado suspense Bela Vingança continua em sua onda de honrarias e, na noite de hoje (25), o longa-metragem abriu a 93ª edição do Oscar com o pé direito.

Emerald Fennell levou para casa a estatueta de Melhor Roteiro Original, vencendo em cima de obras como ‘Os 7 de Chicago’‘Minari’. Ela também concorre na categoria de Melhor DireçãoMelhor Filme.

Crítica | Bela Vingança – Carey Mulligan se vinga de assediadores no envolvente thriller

O filme é dirigido e escrito por Emerald Fennell (Killing Eve).

Todos diziam que Cassie (Mulligan) era uma jovem mulher muito promissora… Até que misteriosos eventos abruptamente destruíram seu futuro. Mas nada na vida de Cassie é o que parece ser: ela é extremamente inteligente, tentadoramente astuciosa e vive com uma vida dupla secreta. Agora, um inesperado encontro pode dar a chance que Cassie esperava de se reencontrar e reparar os erros do passado.

Sam RichardsonAdam BrodyBo BurnhamAlison BrieConnie Britton, Laverne CoxAlfred MolinaClancy Brown e outros completam o elenco.

Oscar 2021 | Confira a lista completa de vencedores da maior premiação do ano!

Academia de Artes e Ciências Cinematográficas anunciou hoje (25) os vencedores da 93ª edição do Oscar.

Confira, abaixo, a lista completa de ganhadores (atualizada em tempo real):

MELHOR FILME

Meu Pai

Judas e o Messias Negro

Mank

Minari

Nomadland (VENCEDOR)

Bela Vingança

O Som do Silêncio

Os 7 de Chicago

MELHOR DIREÇÃO

Thomas Vinterberg, Another Round

David FincherMank

Lee Isaac Chung, Minari

Chloé Zhao, Nomadland (VENCEDORA)

Emerald Fennell, Bela Vingança

MELHOR ATRIZ

Viola DavisA Voz Suprema do Blues

Andra DayEstados Unidos vs. Billie Holiday

Vanessa Kirby, Pieces of a Woman

Frances McDormand, Nomadland (VENCEDORA)

Carey Mulligan, Bela Vingança

MELHOR ATOR

Riz Ahmed, O Som do Silêncio

Chadwick Boseman, A Voz Suprema do Blues

Anthony Hopkins, Meu Pai (VENCEDOR)

Gary Oldmand, Mank

Steven Yeun, Minari

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Maria BakalovaBorat 2: Fita de Cinema Seguinte

Glenn Close, Era Uma Vez um Sonho

Olivia Colman, Meu Pai

Amanda Seyfried, Mank

Yuh-Jung Youn, Minari (VENCEDORA)

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Sacha Baron Cohen, Os 7 de Chicago

Daniel Kaluuya, Judas e o Messias Negro (VENCEDOR)

Leslie Odom Jr., Uma Noite em Miami

Paul Raci, O Som do Silêncio

Lakeith Stanfield, Judas e o Messias Negro 

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

Borat 2: Fita de Cinema Seguinte

Meu Pai (VENCEDOR)

Nomadland

Uma Noite em Miami

O Tigre Branco

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

Judas e o Messias Negro

Minari

Bela Vingança (VENCEDOR)

O Som do Silêncio

Os 7 de Chicago

MELHOR ANIMAÇÃO

Dois Irmãos

A Caminho da Lua

Shaun, o Carneiro: A Fazenda Contra-Ataca

Soul (VENCEDOR)

Wolfwalkers

MELHOR DOCUMENTÁRIO

Collective

Crip Camp

The Mole Agent

Professor Polvo (VENCEDOR)

Time

MELHOR DOCUMENTÁRIO EM CURTA-METRAGEM

Colette (VENCEDOR)

A Concerto is a Conversation

Do Not Split

Hunger Ward

A Love Song for Natasha

MELHOR FILME INTERNACIONAL

Druk – Mais uma Rodada (VENCEDOR)

Better Days

Collective

The Man Who Sold His Skin

Quo Vadis, Aida?

MELHOR FIGURINO

EMMA.

A Voz Suprema do Blues (VENCEDOR)

Mank

Mulan

Pinóquio

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO

Meu Pai

A Voz Suprema do Blues

Mank (VENCEDOR)

Relatos do Mundo

TENET

MELHOR MONTAGEM

Meu Pai

Nomadland

Bela Vingança

O Som do Silêncio (VENCEDOR)

Os 7 de Chicago

MELHOR FOTOGRAFIA

Judas e o Messias Negro

Mank (VENCEDOR)

Relatos do Mundo

Nomadland

Os 7 de Chicago

MELHORES EFEITOS VISUAIS

Amor e Monstros

O Céu da Meia-Noite

Mulan

O Grande Ivan

TENET (VENCEDOR)

MELHOR MAQUIAGEM & CABELO

EMMA.

Era Uma Vez um Sonho

A Voz Suprema do Blues (VENCEDOR)

Mank

Pinóquio

MELHOR SOM

Greyhound

Mank

Relatos do Mundo

Soul

O Som do Silêncio (VENCEDOR)

MELHOR TRILHA SONORA

Destacamento Blood

Mank

Minari

Relatos do Mundo

Soul (VENCEDOR)

MELHOR MÚSICA ORIGINAL

“Fight for You”, Judas e o Messias Negro

“Hear My Voice”, Os 7 de Chicago

“Husavik”, Festival Eurovision da Canção

“Io Sì (Seen)”, Rosa e Momo

“Speak Now”, Uma Noite em Miami

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO

Toca

Genius Loci

Se Algo Acontecer… Te Amo (VENCEDOR)

Opera

Yes-People

MELHOR CURTA-METRAGEM EM LIVE-ACTION

Feeling Through

The Letter Room

The Present

Dois Estranhos (VENCEDOR)

White Eye

‘O Diretor Nu’: 2ª temporada ganha novo teaser oficial; Confira!

A Netflix divulgou um novo teaser oficial da 2ª temporada de ‘O Diretor Nu‘ (The Naked Director).

Os próximos episódios tem estreia marcada para o dia 24 de junho.

Confira:

Baseada em uma incrível história real, a série original é uma viagem alucinante pelo ousado mundo da indústria pornográfica.

Estrelada por Takayuki Yamada e com direção de Masaharu Take.

Oscar 2021 | Assista AGORA nossa live sobre a Cerimônia; Qual seu preferido!

Hoje, dia 25 de abril, ocorre a 93a Cerimônia dos Oscars, em Los Angeles.

O CinePOP vai fazer uma live das 19h até as 23h falando sobre os indicados, preferidos, celebridades, tapete vermelho e tudo mais.

Assista:

Em um período adverso, desde a sua estreia em 1929, a Academia de Hollywood possui entre os indicados ao maior prêmio da noite, o de Melhor Filme, obras que – em grande parte – não chegaram às salas de cinemas, nem no Brasil, nem no mundo, mas foram lançadas via streaming.

Leia também: Dica do fim de semana | Filmes indicados ao Oscar no Streaming

Após conferir os oito indicados na categoria Melhor Filme, eu estabeleci um ranking de apreciação, do pior ao melhor, segundo critérios de envolvimento com a trama, admiração técnica e empatia com os personagens. Desse modo, incentivo aos caros leitores a fazerem o mesmo nos comentários.

As críticas de todos os filmes estão linkadas nos títulos, clique e confira. Agora, se você quer saber quem tem mais chances de levar as estatuetas, convido a ler os artigos sobre previsões dos meus colegas aqui no site. 

Leia também: As Previsões do Oscar 2021 – Nas Principais Categorias

8 – Mank, de David Fincher

Com atuação exemplar de Gary Oldman, Mank é uma homenagem ao roteirista Herman J. Mankiewicz, apagado do sucesso de Cidadão Kane (1941). Tudo é bastante correto no filme, e é até curioso, mas em nenhum momento envolvo-me com a história. O bêbado Mank pode ser um brilhante escritor, contudo a narrativa modorrenta e o personagem em si causaram-me desânimo.

7 – Bela Vingança, de Emerald Fennell

A premissa do filme é ótima e a ambientação pop, singular. Certas ideias do roteiro são igualmente boas, mas o desenvolvimento é questionável. Desde Educação (2009), não tinha visto Carey Mulligan em um personagem empolgante, a atriz consegue trazer a compreensão necessária para as ações de Cassy. Por outro lado, algumas imprecisões lógicas, um romance pífio e um desfecho estabanado nos distanciam do argumento da obra.  

6 – Judas e o Messias Negro, de Shaka King

Daniel Kaluuya realmente incorpora um líder político, da mesma forma que LaKeith Stanfield é um esplêndido agente infiltrado. As atuações são notáveis; o roteiro e a direção são efetivas. Embora seja uma obra bastante importante, ela não estabelece grande ressonância como Infiltrado na Klan (2018), por exemplo, com cenas memoráveis e diálogos criativos.

5 – Os 7 de Chicago, de Aaron Sorkin

Filmes de tribunais costumam ser cansativos e apoiar-se na relevância dos eloquentes advogados ou na espetacularização de um crime. Aaron Sorkin, entretanto, cria um roteiro ágil e conflituoso para dar destaque a cada figura em julgamento com equilíbrio entre o humor e a discussão política, num período de injustiça social, turbulência judicial e, claro, de violência policial.

4- Nomadland, de Chloé Zhao

A obra poderia chamar-se: Frances McDormand a percorrer a vida nômade nas estradas do interior dos Estados Unidos. Em uma mistura de ficção e realidade, o filme ganha um tom especial a dar ênfase à vida que ninguém vê. A partir dos passos da protagonista, a gente cruza com rostos, paisagens, dilemas e esperanças, tal como um encontro com refugiados de um sistema social no qual eles não se encaixam. É memorável ver esses relatos ganharem tamanha proeminência.

3 – Minari, de Lee Isaac Chung

Encanto-me por narrativas de pessoas que abandonam um modo viver em busca de uma existência mais edificante. A envergadura do roteiro está sobre as dificuldades do chefe de família (Steven Yeun) lidar com as expectativas de construir uma potencial fazenda para sustentar a família. Contudo, a graça e o encanto de Minari apoiam-se na relação do pequeno David (Alan Kim) com a sua avó Sonja (Yuh-Jung Youn). Eles são os protagonistas dos momentos mais engraçados e dramáticos. 

2 – O Som do Silêncio, de Darius Marder

O cinema tem um poder indiscutível de nos deslocar à perspectiva do outro e, portanto, quando uma produção é bem sucedida neste aspecto, nasce uma obra-prima. Assim, é a minha relação com Sound of Metal, uma experiência de entrar na negação e na sublevação de um baterista ex-viciado, que um dia perder a audição e, consequentemente, toda o seu modo de vida. Os traumas e os preconceitos tratados no enredo ficam como um zunido na mente. 

1- Meu Pai, de Florian Zeller

A sensibilidade do diretor/autor e a soberania da interpretação de Anthony Hopkins são destruidoras. Nunca tinha assisto a um filme sobre demência senil que me colocasse na perspectiva do portador da patologia e estabelecesse uma conexão tão forte com a angústia do paciente. De longe, é o filme mais pungente entre os indicados.

Do Pior ao Melhor | Os Indicados ao Oscar de Melhor Filme 2021

Domingo, dia 25 de abril, ocorre a 93a Cerimônia dos Oscars, em Los Angeles. Em um período adverso, desde a sua estreia em 1929, a Academia de Hollywood possui entre os indicados ao maior prêmio da noite, o de Melhor Filme, obras que – em grande parte – não chegaram às salas de cinemas, nem no Brasil, nem no mundo, mas foram lançadas via streaming.

Leia também: Dica do fim de semana | Filmes indicados ao Oscar no Streaming

Após conferir os oito indicados na categoria Melhor Filme, eu estabeleci um ranking de apreciação, do pior ao melhor, segundo critérios de envolvimento com a trama, admiração técnica e empatia com os personagens. Desse modo, incentivo aos caros leitores a fazerem o mesmo nos comentários.

As críticas de todos os filmes estão linkadas nos títulos, clique e confira. Agora, se você quer saber quem tem mais chances de levar as estatuetas, convido a ler os artigos sobre previsões dos meus colegas aqui no site. 

Leia também: As Previsões do Oscar 2021 – Nas Principais Categorias

8 – Mank, de David Fincher

Com atuação exemplar de Gary Oldman, Mank é uma homenagem ao roteirista Herman J. Mankiewicz, apagado do sucesso de Cidadão Kane (1941). Tudo é bastante correto no filme, e é até curioso, mas em nenhum momento envolvo-me com a história. O bêbado Mank pode ser um brilhante escritor, contudo a narrativa modorrenta e o personagem em si causaram-me desânimo.

7 – Bela Vingança, de Emerald Fennell

A premissa do filme é ótima e a ambientação pop, singular. Certas ideias do roteiro são igualmente boas, mas o desenvolvimento é questionável. Desde Educação (2009), não tinha visto Carey Mulligan em um personagem empolgante, a atriz consegue trazer a compreensão necessária para as ações de Cassy. Por outro lado, algumas imprecisões lógicas, um romance pífio e um desfecho estabanado nos distanciam do argumento da obra.  

6 – Judas e o Messias Negro, de Shaka King

Daniel Kaluuya realmente incorpora um líder político, da mesma forma que LaKeith Stanfield é um esplêndido agente infiltrado. As atuações são notáveis; o roteiro e a direção são efetivas. Embora seja uma obra bastante importante, ela não estabelece grande ressonância como Infiltrado na Klan (2018), por exemplo, com cenas memoráveis e diálogos criativos.

5 – Os 7 de Chicago, de Aaron Sorkin

Filmes de tribunais costumam ser cansativos e apoiar-se na relevância dos eloquentes advogados ou na espetacularização de um crime. Aaron Sorkin, entretanto, cria um roteiro ágil e conflituoso para dar destaque a cada figura em julgamento com equilíbrio entre o humor e a discussão política, num período de injustiça social, turbulência judicial e, claro, de violência policial.

4- Nomadland, de Chloé Zhao

A obra poderia chamar-se: Frances McDormand a percorrer a vida nômade nas estradas do interior dos Estados Unidos. Em uma mistura de ficção e realidade, o filme ganha um tom especial a dar ênfase à vida que ninguém vê. A partir dos passos da protagonista, a gente cruza com rostos, paisagens, dilemas e esperanças, tal como um encontro com refugiados de um sistema social no qual eles não se encaixam. É memorável ver esses relatos ganharem tamanha proeminência.

3 – Minari, de Lee Isaac Chung

Encanto-me por narrativas de pessoas que abandonam um modo viver em busca de uma existência mais edificante. A envergadura do roteiro está sobre as dificuldades do chefe de família (Steven Yeun) lidar com as expectativas de construir uma potencial fazenda para sustentar a família. Contudo, a graça e o encanto de Minari apoiam-se na relação do pequeno David (Alan Kim) com a sua avó Sonja (Yuh-Jung Youn). Eles são os protagonistas dos momentos mais engraçados e dramáticos. 

2 – O Som do Silêncio, de Darius Marder

O cinema tem um poder indiscutível de nos deslocar à perspectiva do outro e, portanto, quando uma produção é bem sucedida neste aspecto, nasce uma obra-prima. Assim, é a minha relação com Sound of Metal, uma experiência de entrar na negação e na sublevação de um baterista ex-viciado, que um dia perder a audição e, consequentemente, toda o seu modo de vida. Os traumas e os preconceitos tratados no enredo ficam como um zunido na mente. 

1- Meu Pai, de Florian Zeller

A sensibilidade do diretor/autor e a soberania da interpretação de Anthony Hopkins são destruidoras. Nunca tinha assistido a um filme sobre demência senil que me colocasse na perspectiva do portador da patologia e estabelecesse uma conexão tão forte com a angústia do paciente. De longe, é o filme mais pungente entre os indicados.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Fãs estão SURTANDO com a nova armadura do Capitão América

‘Falcão e o Soldado Invernal’ encerrou sua jornada na última sexta-feira (23) e como já era esperado, o personagem Sam Wilson foi coroado como o novo e primeiro Capitão América negro.

E os fãs da Marvel rapidamente reagiram ao novo uniforme do herói, construído pelo povo de Wakanda. Por meio do Twitter, muitos compartilharam seu entusiasmo com a grandiosa transformação do personagem:

“O traje do Capitão América é um dos mais preciso em relação aos quadrinhos”. 

“Eu não vou parar de fala do Sam Wilson no traje do Capitão América. Eu quero um prato cheio disso, meu Deus, ele está tão bem”. 

“Eu vendo o traje do Capitão América pela primeira vez”. 

“Espere, essa era a primeira vez que o Bucky vê o Sam no traje, eu vou chorar”. 

“Capitão América (Sam Wilson) em seu novo traje, pensado e construído pelo povo de Wakanda”. 

“O jeito que eu gritei quando vi o novo traje do Sam Wilson, aaaah”. 

“Então, Bucky pediu ao povo de Wakanda para fazer um traje para o Sam, certo? Bucky Barnes colocou uma armadura ao redor do seu mundo”. 

“O design preciso do traje aos moldes dos quadrinhos traz muito mais satisfação à Falcão e o Soldado Invernal”. 

Wanda e Sam arrasando em seus novos trajes”. 

“Entrada de super-herói top de linha e a revelação do traje, estou tão feliz pelo Anthony Mackie”. 

Lembrando que o astro vai reprisar o papel em Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigiodo por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘Mortal Kombat’: Lewis Tan diz que várias cenas de luta foram descartadas da versão final

Mortal Kombat já estreou em diversos países e os fãs da franquia estão surtando com as brutais cenas de luta da adaptação dirigida por Simon McQuoid.

No entanto, parece que o longa teria muito mais cenas desse tipo, mas que acabaram sendo descartadas da versão final.

A informação foi revelada por Lewis Tan em resposta a um fã, que perguntou se uma versão estendida poderia ser lançada em algum momento.

Confira:

“‘Mortal Kombat‘ foi épico! Quero acreditar que algum dia poderia ser lançada uma versão estendida com mais cenas de luta! Bom trabalho, Ludi Lin, Lewis Tan, Joe Taslim, Max Huang, Todd Garner, Greg Russo, Jessica McNamee e Mehcad Brooks!”, disse o fã.

Ao que Tan respondeu:

“Há muito mais lutas que não foram inseridas, incluindo a minha favorita. Espero que sejam divulgadas em conteúdos extras.”

Infelizmente, o astro não entrou em detalhes sobre as cenas, talvez porque elas realmente possam ser divulgadas no lançamento do Blu-ray.

No Rotten Tomatoes, o longa sofreu uma queda brusca em suas avaliações após a estreia nos EUA, caindo de 66% de aprovação para 55%, dando ao filme o título ‘rotten’ (tomate podre).

Para quem não sabe, o site agrega críticas de todo o mundo e dá aos filmes uma classificação a partir da análise geral.

Caso um título fique abaixo dos 75%, é considerado um ‘tomate podre’, em referência ao ato de quando o público atirava tomates estragados em artistas ruins em peças teatrais.

Em uma das avaliações, um crítico da Slant Magazine diz que “o filme traz apenas violência gratuita na tentativa de entreter o público com uma narrativa pobre copiada das telas de games”.

Confira as principais análises:

“Essa versão é mais envolvente que a de 1995, mas é difícil evitar a sensação entediante que os filmes inspirados em games passam par nós.” – indieWire.

“Os fãs de longa data de ‘Mortal Kombat’ poderiam aproveitar melhor seu tempo com a última versão do jogo do que assistindo uma história de origens.” – Chicago Sun Times.

“Sub-zero e Scorpion estão perfeitos. Mas o resto é tão fraco que esta versão consegue ser pior que o primeiro filme, injustamente difamado.” – Nestor Cine Desde Hollywood.

“A narrativa fina como papel é tão sem sentido que dificilmente é uma desculpa para as mesquinhas ambições do filme.” – Mark Reviews Movies.

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros. ”, Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente”, James Marsh, South China Morning Post

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.”, A’bidah Zaid, Cultura Geek 

“Esta é uma das poucas vezes em que você gostaria que houvesse mais exposição. Partes deste filme continuam como se tivéssemos todos se preparando para este teste.”, Jonathan Roberts – The New Paper.

“Aqui, por levar tudo tão a sério, os únicos que não vão se entediar são os fãs do videogame.”, Marcelo Stiletano – La Nación.

“Apesar de seus alicerces frágeis, em grande parte dos compostos por uma confusão de clichês que incluem as profecias e as escolhas com rigor, o conjunto funciona como um encanto no tom descomplicado do filme.”, Víctor López G. – Espinof.

Mortal Kombat consegue ser uma adaptação muito mais fiel do que o filme original, ao levar as fatalidades ao extremo na tela e sem medo de classificação para o público adulto.”, Sergio López Aguirre – Cine Premiere

“Vinte e cinco anos depois, essa nova versão traz pouco ou nada de novo.”, Ezequiel Boetti – Otroscines 

“É um filme que certamente deixará muitos fãs da série felizes.”, Alif Majeed – Battle Royale 

“Resumindo, para quem quer um momento de diversão, o melhor que pode fazer é ligar o videogame, escolher um lutador e passar duas horas de sua vida praticando lutas virtualmente.”, – Rolando Gallego 

Mortal Kombat é uma exibição de cenas poderosas, com … quase duas horas de ação.” – Pablo O. Scholz, Clarín  

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.”, Bryan Tan, Yahoo! News Singapore 

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Crítica | Feitiço – O filme de TERROR que a gente precisava desde ‘Corra!’

Desde que o grande público assistiu a obra-prima de Jordan Peele, ‘Corra!’, nós ficamos no aguardo de uma outra produção que aprofundasse a essência da cultura negra estadunidense com todo o esplendor que tanto assustava o povo nórdico daquele país. Bom, finalmente esse filme chegou, e se chama ‘Feitiço’, uma produção da Paramount que pode ser assistida por aluguel sob demanda no Youtube.

Marquis T. Woods (Omari Hardwick) é um advogado bem-sucedido que vive na cidade grande rodeado de luxo e conforto. Um dia um telefonema abala sua rotina: seu pai acaba de falecer, só que Marquis tem um passado traumático com seu progenitor, pois o pai costumava bater nele e forçá-lo a seguir a religião vudu. Assustado, Marquis saiu de casa aos quatorze anos e nunca mais voltou, porém, diante da morte do pai, sua esposa, Veora (Lorraine Burroughs), sugere que eles viagem até sua cidade natal junto com os filhos, Samsara (Hannah Gonera) e Tydon (Kalifa Burton), para prestar as últimas homenagens ao homem. Porém, a viagem gradativamente se torna um grande pesadelo quando forças ocultas começam a atuar no destino dessa família.

Se por um lado em ‘Corra!’ o embate principal era o racismo estrutural, que fazia com que os personagens brancos se achassem no direito de se apossar dos corpos das pessoas pretas, em ‘Feitiço’ o elenco é todo preto – e só essa mudança já faz toda a diferença na estética do longa. Além disso, o filme aborda exatamente o que faltou na produção estrelada por Daniel Kaluuya: o ocultismo aterrorizante dos rituais de vudu. Através das personagens Eloise (Loretta Devine, muitíssimo bem no papel, roubando a cena todas as vezes) e Earl (John Beasley) – um casal de senhores simpáticos – o espectador é intimado a mergulhar nesse mundo que está para além do controle e da percepção humana. Nesse aspecto, ‘Feitiço’ se apropria muito bem do medo da outridade para gerar o terror psicológico inerente nas pessoas que não conhecem essa religião.

Por outro lado, esse mesmo ponto positivo também pode ser mal interpretado: em tempos de intolerância religiosa, construir um filme de terror cujo objeto do medo é justamente a religião pode acabar reforçando a ideia de que as religiões de matriz africana são todas demoníacas. Esse é um tema muito delicado, que precisa ser abordado com cautela.

O roteiro de Kurt Wimmer é bem elaborado, porém deixa algumas pontas soltas e cenas mal explicadas, que geram confusão na interpretação do espectador. Ao tentar ser muito subjetivo na abordagem do Boogity – a técnica de construção de bonecos nos quais projetamos tudo de bom e de ruim para que o mesmo aconteça com a pessoa a quem ele representa –, dos feitiços e do vudu, o grande público, desconhecedor dessa cultura, pode acabar boiando em pontos chave da trama, especialmente em cenas que propositalmente os personagens voltam atrás só para dar solução ao enredo.

Dirigido por Mark Tonderai (de ‘Locke & Key’ e ‘The Five’, séries da Netflix), ‘Feitiço’ é um ótimo filme de terror: assusta, traz um frescor para o gênero e ainda deixa ponta a possíveis continuações. Oba!

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie desempenha cena de ação em novo vídeo dos bastidores; Confira!

‘Falcão e o Soldado Invernal’ encerrou sua jornada na última sexta-feira (23) e para comemorar o fim da produção, o astro Sebastian Stan compartilhou um novo vídeo dos bastidores, que traz Anthony Mackie desempenhando uma intensa cena de ação.

O material foi compartilhado por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

 
 
 
 
 
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Lembrando que o Mackie vai reprisar o papel em Capitão América 4‘.

Ainda sem previsão de estreia, o longa será dirigiodo por Malcolm Spellman, showrunner de ‘Falcão e o Soldado Invernal’.  

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Roteirista de ‘Homem-Formiga’ quer escrever um filme do Surfista Prateado

Depois de ajudar a lançar o primeiro filme do ‘Homem-Formiga‘ e contribuir com a reescrita do roteiro, Adam McKay (‘Succession‘) está planejando trazer o Surfista Prateado de volta às telonas.

Durante uma entrevista para o podcast Happy Sad Confused, o cineasta disse que deseja escrever um filme solo do herói, algo que ele deseja há anos.

“Eu sou um cara dos quadrinhos e o Surfista Prateado é um dos meus heróis preferidos. Eu estava planejando um rascunho sobre um filme solo, mas o projeto ficou só no campo das ideias porque agora o ‘Quarteto Fantástico’ vai ganhar novos filmes, então não pude tocar nesse material.”

Ele continuou, afirmando que toparia trabalhar com a Marvel caso surgisse a oportunidade.

“O negócio é que estou disponível, basta me chamarem e eu vou atender. Eu acho esse personagem fantástico e ele merece destaque, quem sabe um filme solo.”

Por fim, ele explicou que uma história de origem faria o personagem se tornar mais popular do que nunca.

“Se você olhar para Galactus e a história de origem do Surfista Prateado, como ele se sacrificou por seu planeta natal e tudo mais, é fascinante. Norrin Radd, era esse o seu nome… Eu não pensava nesse nome há muito tempo e o engraçado é que muitas pessoas também não. Mas isso mudaria se ele ganhasse um filme próprio. Acho que poderia ser um filme incrível. Poderia ser o projeto mais ambicioso da Marvel em termos visuais. Não perdi o interesse nisso. Eu vou ligar para o estúdio e ver o que está rolando.”

E aí, você apoia a ideia?

Até lá, vale lembrar que o novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ tem previsão de estreia somente para 2023.

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe em questão, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão massacrada pelo público e pela crítica de Josh Trank em 2015. 

Nenhuma outra informação foi revelada.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre possível retorno à série

Em entrevista ao SFX Magazine, o ator Andrew Lincoln falou sobre o seu possível retorno como Rick Grimes na série ‘The Walking Dead‘, afirmando sentir falta de interpretar o personagem.

“Inicialmente, eu não senti muita falta porque aquele foi um ótimo jeito de finalizar minha narrativa na série. Além disso, eu estou sempre em contato com os meus amigos em Atlanta, nós somos muito próximos. Mas, então, essa situação extraordinária aconteceu no mundo e todos nós tivemos que pausar as coisas. Sem contar que há muitas coisas acontecendo no país que eu considero meu segundo lar.”

Ele continua, “Eu nunca senti tanta falta da América como no último ano – é interessante. Eu voltei pelos meus filhos e eles ficaram tipo: ‘O que você está fazendo? Nós queremos voltar para América, coloque umas botas e volte a enfrentar zumbis’. Então, de uma certa forma, eu sinto falta do personagem – acredito que o Rick é um personagem incrível e eu sinto falta de interpretá-lo.”

A saída de Lincoln havia sido discutida desde a quarta temporada. O ator queria deixar a produção para passar mais tempo com sua família – apenas para seus filhos pedirem para que ele voltasse a interpretar o Rick Grimes.

Vale lembrar que a 11ª temporada de ‘The Walking Dead‘ será a última e contará com 24 episódios. A AMC também está desenvolvendo um spin-off focado no Daryl e na Carol que está programado para estrear em 2023.

Criada por Frank Darabont, a série é baseada nos quadrinhos homônimos de Robert Kirkman.

A trama acompanha um grupo de sobreviventes em um mundo pós-apocalíptico que precisa não só enfrentar os mortos, como também os vivos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Christian Serratos, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Khary Payton, Jeffrey Dean Morgan e Lauren Cohan.