Espírito de serial killer ataca durante a quarentena no trailer de ‘The Lockdown Hauntings’

O terror ‘The Lockdown Hauntings‘, filmado completamente durante o período de quarentena, ganhou um novo trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Howard J. Ford, do aclamado ‘Os Mortos‘, de 2010.

Com as ruas agora vazias, os espíritos estão mais livres do que nunca e o espírito de um notório serial killer, conhecido como ‘O Chaveiro’, retornou dos mortos para fazer novas vítimas. Será que a detetive George Parker (Angela Dixon), com a ajuda do especialista paranormal Jordan Myers (Tony Todd), conseguirá impedir que mais jovens mulheres se tornem vítimas da Assombração da Quarentena?

No UK, o terror será lançado em VOD pela Evolution Pictures no dia 3 de maio.

‘Mansão Mal-Assombrada’: Diretor de ‘Cara Gente Branca’ vai comandar reboot da Disney

De acordo com o Deadline, Justin Simien (‘Cara Gente Branca’) foi contratado para dirigir uma nova versão de ‘Mansão Mal-Assombrada‘, que será baseada na popular atração do parque da Disney.

O site afirma que o novo filme será completamente diferente da versão anterior.

Katie Dippold (do reboot ‘Caça-Fantasmas‘) será responsável pelo roteiro.

Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração gira em torno dos visitantes entrando em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.

Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie MurphyTerence StampMarsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios. O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).

Vale lembrar que Guillermo del Toro ficaria responsável por sua própria versão cinematográfica, estrelada por Ryan Gosling, mas o projeto foi descartado pela Disney após se mostrar muito aterrorizante para o público infantil.

‘Dexter’: Natureza assassina chama no primeiro teaser do revival; Assista!

O Showtime divulgou o primeiro teaser do revival de ‘Dexter‘.

Confira:

“Não há nada melhor do que voltar à natureza. Minha natureza.”

Michael C. Hall retorna como o personagem-título.

O elenco ainda conta com Jamie Chung (‘Lovecraft Country‘), Clancy Brown (‘Tropas Estelares’), Julia Jones (‘O Mandaloriano’), Alano Miller (‘Sylvie’s Love’), Johnny Sequoyah (‘Believe’), Michael Cyril Creighton e Jack Alcott.

Vale lembrar que a trama do revival se passará dez anos após os eventos da 8ª temporada e não será ambientada em Miami, onde aconteceu a maior parte da série.

“Dez anos após o desaparecimento de Dexter Morgan durante o furacão Laura, os novos episódios vão acompanhar o personagem vivendo sob uma nova identidade… Longe de Miami.”

Marcos Siega retornará para dirigir seis dos dez episódios. Para quem não sabe, ele já havia dirigido nove episódios ao longo das temporadas anteriores.

O revival de ‘Dexter‘ está previsto para estrear em 2021.

Clyde Phillips, produtor executivo da série original, será o showrunner do revival.

‘Jurassic World: Acampamento Jurássico’: Trailer da 3ª temporada traz uma nova ameaça; Confira!

A Netflix divulgou o novo trailer legendado da 3ª temporada da série animada ‘Jurassic World: Acampamento Jurássico‘.

Confira:

O novo ciclo estreará no dia 21 de maio.

Na nova temporada: “Os campistas descobrem mais detalhes sobre a pesquisa secreta do Doutor Wu. Agora, eles vão tomar as rédeas do próprio destino e se arriscar em um plano muito perigoso, para deixar a Ilha Nublar para sempre. Mas quando uma tempestade tropical atrasa a partida, uma nova ameaça letal se aproxima rapidamente, colocando tanto a fuga quanto as vidas dos campistas em grande perigo.”

A trama se passa na mesma linha temporal de ‘Jurassic World‘ e acompanha um grupo de adolescentes que fora escolhido para a experiência única de viver uma aventura no lado oposto da Ilha Nublar. No entanto, o passeio foge de controle quando os dinossauros começam a atravessar para o outro lado, colocando a turma toda em um perigo iminente. Sem contato com o mundo exterior, eles terão que se unir para tentar sobreviver.

A produção conta com as vozes de Paul-Mikél Williams (‘Westworld’), Jenna Ortega (‘Você’), Ryan Potter (‘Titãs’), Raini Rodriguez (‘Austin & Ally’), Sean Giambrone (‘The Goldbergs’) e Kausar Mohammed (‘Silicon Valley’).

‘Heartstopper’: Série LGBTQ da Netflix contrata seus protagonistas

Através do seu Twitter, a autora Alice Oseman anunciou os atores que irão estrelar a adaptação da Netflix de sua graphic novel LGBTQ, ‘Heartstopper‘.

Kit Connor e Joe Locke irão interpretar Nick e Charlie, respectivamente.

“Eu apresento Kit Connor e Joe Locke como o Nick e o Charlie da série. Estou muito animada em compartilhar essa foto deles nos bastidores. Kit e Joe são muito talentosos, fofos e divertidos. Tem sido muito divertido conhecê-los. Por favor, juntem-se a mim e compartilhem amor e apoio hoje.”

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Euros Lyn (‘Doctor Who‘ e ‘Sherlock‘) será responsável pela direção.

Oseman também será responsável pelo roteiro da série.

A trama segue Nick e Charlie, dois adolescentes britânicos que estudam em uma escola primária só para meninos. Charlie, um pensador muito sensível e abertamente gay, e Nick, um jogador de rúgbi alegre e de coração mole. Eles rapidamente se tornam amigos, mas não demora muito para o Charlie se apaixonar pelo Nick, embora ele não ache que tenha uma chance. Mas o amor funciona de maneiras surpreendentes, e Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imaginava.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

A Hora do Lobo – Distanciamento e Solidão por Bergman

Diretor já se aventurou em temática tão adorada e emulada no gênero do terror

Em tempos onde mesmo com a oferta de quatro vacinas diferentes (Coronavac, AstraZeneca, Butantan e Pfizer) o distanciamento social ainda é a forma mais indicada por médicos para conter o avanço da Covid-19. Como consequência, pelo segundo ano a vida de muitas pessoas ao redor do mundo continua sendo pautada pelo princípio da solidão e, em alguns casos, da total falta de interação com outras pessoas fora do círculo pessoal estabelecido no início da pandemia.

A temática de solidão não é desconhecida para o cinema; seu potencial de gerar conflitos e auto-questionamento nos personagens se mostrou várias vezes como essencialmente interessante e até mesmo poderoso em certas situações. Os Oito Odiados, de Quentin Tarantino, é muito sobre representar o choque de diferentes pontos de vista e de vivência tendo como cenário único uma cabana isolada no meio de uma montanha nevada.

Ao mesmo tempo que o tema incentiva um trabalho de reflexão muito interessante em alguns projetos mais dramáticos, ele também tem plena capacidade de exercitar o sentimento da instabilidade (principalmente a mental) em um indivíduo único ou num grupo de pessoas que estejam isoladas do resto do mundo. Esse caminho é o favorito para produções do gênero do terror ou suspense que dessa maneira podem regular melhor os níveis de ansiedade da audiência.

Em “Os Oito Odiados” a paranoia do isolamento é um fator constante

Historicamente O Iluminado, de Stanley Kubrick, é a referência máxima quando o assunto é a decadência de um indivíduo quando privado do resto do mundo; mesmo tendo a seu alcance um núcleo familiar que lhe é naturalmente próximo, o isolamento tende a ser uma força invencível que cedo ou tarde enlouquece sua vítima. Em outros casos, como no recente Hush – A Morte Ouve (2016), ele não é tanto um elemento corrosivo como é um fator de desvantagem para o protagonista, atuando para dificultar seu triunfo frente a ameaça de um invasor.

Por volta de 1968, o diretor sueco Ingmar Bergman lançou A Hora do Lobo (ou no original Vargtimmen) tendo como dupla protagonista seus colaboradores de longa data: Liv Ullmann e Max von Sydow. A trama é sobre o último relato de um artista que, morando em uma ilha junto a esposa, acabou desaparecendo. De alguma forma seu estranho comportamento foi se intensificando após a chamada hora do lobo (momento entre a noite e o amanhecer quando coisas sobrenaturais são mais propícias para ocorrer).

Por toda sua filmografia, Bergman se notabilizou por um estilo bastante único que era impresso em seus projetos: longas tomadas com som ambiente acompanhando um único personagem ou tendo como única ação uma troca de diálogos entre dois indivíduos. Essa técnica é exibida claramente no monólogo conduzido por Liv Ullmann logo ao início da produção em uma sequência de plano único aonde ela mesmo não ciente de haver um espectador externo ao filme, acaba mesmo assim dirigindo suas palavras para o público.

Coisas ruins acontecem durante a hora do lobo

Dessa maneira, logo em seus primeiros minutos o diretor já disseca um de seus personagens principais e estabelece que tanto ela quanto o marido não só vivem longe da civilização mas também que há profundas rachaduras no relacionamento. Tão importante quanto, o elemento sobrenatural também já é introduzido desde cedo como algo presente pelas beiradas no dia a dia do casal.

Porém, mesmo com o estilo de filmagem característico do sueco, certas questões envolvendo a temática (que só se popularizaram décadas depois) já eram apresentadas aqui na figura do marido. Desde bem cedo a personagem de Ullmann já aponta que seu marido é um sujeito que tem passado por dificuldades pessoais e tem demonstrado comportamento incomum; comportamento esse que vai se intensificando após a hora do lobo.

Conforme a película avança se tornam cada vez mais visíveis alguns pontos de ligação com a obra prima de Kubrick mencionada anteriormente e não só o mote total do isolamento. A questão sobrenatural, representada pela hora do lobo e por outros acontecimentos, se mistura à frustração da dupla com as escolhas de vida que os levaram até ali. Para o marido existe a dúvida quanto à sua própria capacidade artística gerada pela dificuldade em vender seus quadros. Essa ansiedade acaba encontrando com a exaustão de um horário de sono irregular e assim gerando uma vulnerabilidade aos acontecimentos sobrenaturais.

A personagem de Liv Ullmann é a representante do espectador

Seguindo pelo mesmo trajeto vem a esposa, cuja desilusão pela escolha de uma vida em um local recluso não demora a surgir. Suas próprias experiências com o desconhecido acabam por colocá-la em uma rota de colisão com o cônjuge levando a uma única consequência: a destruição do casamento. Essa que parece uma casualidade inevitável quando um casal enfrenta uma auto desconstrução; o foi assim com a família em O Iluminado e com os cônjuges em Possessão décadas depois.

Nem mesmo as breves interações dos dois com um grupo aristocrático que vive na ilha amortece a inquietude da solidão. O que fica claro em A Hora do Lobo é que se o isolamento pode ser lentamente corrosivo, a socialização pode instantaneamente incomodar. A hábil montagem de Ulla Ryghe (colaborador assíduo de Bergman em trabalhos prévios) na cena do jantar que reúne todos os habitantes da ilha é veloz e nunca fica focada em um único indivíduo à mesa, porém, nos momentos em que os protagonistas ficam em evidência fica claro o desconforto de ambos para com aquela gente.

A adulação de todos pelo suposto artista diferenciado que é o marido nunca soa verdadeira e esse suposto motivo oculto por trás dos sorrisos e tapinhas nas costas é perceptível pela personagem de Liv Ullmann, que a essa altura já é a representante do espectador naquele ambiente. Esse acaba sendo o elemento diferenciador entre esse filme e tantos outros de mesma temática que viriam depois; aqui as relações sociais não são de todo esquecidas mas são trabalhadas como algo que suga muita força interna, quase um vampirismo social por natureza.

Ao final de A Hora do Lobo é interessante observar como a temática da febre da cabana pôde ser desenvolvida antes do surgimento das obras famosas que viriam mais para frente. A ideia do isolamento desde cedo é atrelada já a um sentimento de terror e construção gradual de que algo dará errado para os envolvidos mas Bergman, durante as breves interações entre o casal e os vizinhos, já explora o lado negativo de também se viver em sociedade; algo que foi se perdendo em filmes similares sobre esse tema que viriam mais tarde.

 

Paralisia do sono conjura entidade no trailer do terror ‘Não Feche os Olhos’ [EXCLUSIVO]

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer legendado e cartaz nacional do terror ‘Não Feche os Olhos‘ (Come True).

Distribuído pela Synapse Distribution, o filme chega às plataformas digitais para compra e aluguel em 28 de abril.

Uma adolescente rebelde, atormentada por pesadelos sinistros, busca ajuda na pesquisa de uma universidade para se livrar dos seus problemas noturnos, mas ela acaba se tornando um canal para uma descoberta assustadora… 

Assista ao trailer:

Dirigido por Anthony Scott Burns (“Campo do Medo”), que também assina o roteiro com Daniel Weissenberger (“Assassinos Sádicos”), o thriller traz elementos de ficção científica e mergulha no inconsciente da personagem para ilustrar o mistério dos sonhos e dos pesadelos.

Burns conta que se espelhou em clássicos do gênero para dirigir o filme.

“O filme é o meu projeto de paixão e vou trabalhar incansavelmente para torná-lo um clássico do gênero”.

O cineasta revela ainda quais mestres do cinema o inspiraram: Nicolas Roeg, William Friedkin, Stanley Kubrick e David Cronenberg.

Sony fecha acordo com a Disney+ para exibição de ‘Homem-Aranha’, ‘Venom’ e outros filmes do estúdio

De acordo com o Heroic Hollywood, a Sony e Disney fecharam um acordo para exibição de filmes do estúdio no catálogo da plataforma de streaming.

O acordo firma uma relação de quatro anos entre as companhias, entre 2022 e 2026.

Dessa forma, títulos como ‘Venom’, ‘Morbius’ ‘Homem-Aranha De Volta ao Lar‘ e as vindouras produções da Sony serão finalmente adicionadas à Disney+ e ao Hulu depois de saírem dos cinemas.

Além disso, filmes, séries e documentários da Sony também estarão disponíveis em canais exclusivos da Disney, como ABC, FX, Fox Channel e Disney Channel.

“Esta é uma vitória para os fãs, que se beneficiarão da capacidade de acessar o melhor conteúdo de dois dos mais produtivos estúdios de Hollywood em uma infinidade de plataformas”, disse Chuck Saftler, diretor de Aquisições e Distribuição de Mídia da Disney.

Infelizmente, o acordo é restrito somente ao território norte-americano (EUA e Canadá), então não se sabe se a decisão será adotada pelos representantes dos estúdios em outros países, como o Brasil.

Lembrando que a Sony também fechou um acordo parecido com a Netflix, que dará ao serviço de streaming os direitos de exibição dos filmes da Sony após suas passagens pelos cinemas.

A parceria também irá começar no próximo ano, iniciando-se com o lançamento de ‘Morbius‘, que está programado para estrear no dia 1º de janeiro de 2022, nos EUA.

Os termos do acordo garantem que “a Netflix terá uma janela exclusiva de 18 meses para a exibição dos filmes da Sony Pictures”.

“A Sony Pictures é uma grande parceira e nós estamos animados em expandir nossa relação através desse acordo,” afirmou o chefe da Netflix, Scott Stuber, em uma declaração. “Isso não só nos permitirá exibir seu impressionante catálogo de filmes em nossa plataforma nos EUA, como também estabelece uma nova casa para os cinéfilos ao redor do mundo.”

Vale lembrar que ‘Morbius‘ será lançado nos cinemas nacionais em 20 de janeiro de 2022.

Daniel Espinosa (‘Vida’) é responsável pela direção.

Para quem não conhece, o personagem surgiu pela primeira vez na edição #101 de ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, lançada em 1971.

Na trama, o Dr. Michael Morbius sofre um acidente enquanto testava a possível cura para uma doença sanguínea e acaba se transformando em um vampiro, criado artificialmente e diferente das criaturas mitológicas.

Jared Leto (‘Blade Runner 2049’) estrela como o personagem-título. O elenco também  conta com Tyrese Gibson, Adria Arjona, Jared Harris e Matt Smith.

‘Minions’ estreia em 1º lugar entre os títulos mais vistos da Netflix; Confira o TOP 5!

A animação ‘Minions‘ chegou com tudo no catálogo da Netflix, e já figura como o título mais visto do streaming – ultrapassando ‘À Espreita do Mal‘ e ‘Amor e Monstros‘.

O derivado de ‘Meu Malvado Favorito‘ arrecadou US$ 1,15 bilhão nas bilheterias e o filme se tornou a segunda maior animação da história, atrás de ‘Frozen: Uma Aventura Congelante‘ (US$ 1,27 bilhão).

Confira o TOP 5:

No Brasil, o longa arrecadou mais de R$ 100 milhões. Trata-se da primeira e única animação a atingir esta renda em território brasileiro, tornando-se a quinta maior bilheteria no país, atrás de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Velozes e Furiosos 7‘, ‘Os Vingadores‘ e ‘A Saga Crepúsculo: Amanhecer- Parte 2‘.

‘Minions’ tem seu início na aurora do tempo. Surgindo como organismos unicelulares amarelos, os Minions evoluem ao longo do tempo, eternamente servindo o mais desprezível dos mestres. Depois de várias parcerias mal sucedidas – que vão desde T. Rex a Napoleão – os Minions se encontram em uma profunda depressão quando percebem que não têm mais a quem servir. Mas um Minion chamado Kevin tem um plano: ao lado do adolescente rebelde Stuart e do pequeno e adorável Bob, ele decide sair pelo mundo à procura de um novo chefe malvado para que seus irmãos tenham a quem servir novamente.

Sandra Bullock dubla a supervilã Scarlett Overkill; no Brasil, Adriana Esteves faz a voz da personagem. Vladimir Brichta empresta a voz para Herb Overkill, marido de Scarlett e um inventor artístico de armas que faz de tudo para ver sua mulher feliz. Com um estilo que beira o descolado, ele é extremamente orgulhoso do sucesso de Scarlett como vilã.

Veja o visual da vilã feita por Sandra Bullock

A direção é de Pierre Coffin e Kyle Balda. O roteiro foi escrito por Brian Lynch (de ‘O Gato de Botas’)

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Grizzly II – Conheça o Terror com George Clooney e Laura Dern que demorou 37 anos para estrear

Laura Dern e George Clooney são dois astros veteranos donos de grande prestígio em Hollywood na atualidade. Dern, filha de atores de sucesso (Bruce Dern e Diane Ladd), começou bem novinha na carreira e já soma quase 50 anos de estrada como atriz, dona de 90 créditos no currículo. Mais bela do que nunca na maturidade, a estrela soma sucessos como a franquia Jurassic Park na filmografia, tem 3 indicações ao Oscar e a justiça feita com a vitória ano passado por História de um Casamento. Clooney, filho de um famoso jornalista e âncora de telejornal, tem 43 anos de carreira, 94 créditos profissionais como ator, viu seu currículo decolar com a participação na série de sucesso Plantão Médico (E.R.), se tornou diretor de mão cheia e tem 8 indicações ao Oscar (somando as capacidades como ator, roteiro, direção e produtor) – com duas estatuetas vencidas (ator coadjuvante por Syriana e produtor em Argo).

Voltando para 1983, ambos eram ilustríssimos desconhecidos para o grande público. Foi quando – Clooney aos 22 anos e Dern aos 16 aninhos -, ao lado de Charlie Sheen (18 anos), participaram do terror Grizzly II, anteriormente subtitulado The Concert. O filme sobre um urso gigante e assassino ficou engavetado por assombrosos 37 anos, criando uma aura de lenda urbana ao redor dele, com os fãs de produções cult se perguntando se ele realmente existia. Uma cópia bruta do longa “vazou” na internet em 2007, o que gerou comoção. Agora, qual não deve ter sido a surpresa dos astros estabelecidos ao verem finalmente lançada após quase 40 anos esta produção B que provavelmente já haviam esquecido de ter feito.

Laura Dern e George Clooney também já fizeram parte do clichê dos filmes de terror (sexo = morte).

Antes de falar sobre este problema em forma de filme, um pouco de contexto. Com o lançamento de Tubarão (1975), que veio a se tornar um fenômeno e o primeiro blockbuster da história, produtores de todos os cantos viram o potencial de filmes de terror/suspense com o tema de animais assassinos, criando assim uma tendência na época. Em pouco tempo surgiam filmes como Orca – A Baleia Assassina (1977), Piranha (1978), Barracuda (1978) e Alligator (1980). Mas o subgênero não se ateve a criaturas marinhas, e logo realizadores fizeram surgir itens como Grizzly – A Fera Assassina (1976), sobre um urso pardo de mais de 5 metros de altura aterrorizando um parque estadual. Fazendo sucesso como obra cult, a produtora Suzanne C. Nagy resolveu espremer uma continuação da história, sem saber que passaria por uma verdadeira epopeia que custaria metade de sua vida.

Carlos Estevez, vulgo Charlie Sheen, e sua notória cara de “bobo” na juventude.

Para a sequência, Nagy escalou o mesmo roteirista do original, David Sheldon, que com o boom dos filmes de terror adolescente que dominavam os cinemas na década de 80, resolveu criar um filme mais jovem, onde o urso desta vez aterrorizaria num concerto de rock num parque. O ano era 1983. Em papeis secundários foram escalados os hoje três astros citados. É reportado inclusive que Charlie Sheen teria recusado o papel protagonista em Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984) para estrelar esta continuação. Além do trio, fazem parte do elenco a veterana Louise Fletcher (que já tinha um Oscar no currículo por Um Estranho no Ninho), John Rhys-Davies (que ficaria conhecido pelas franquias Indiana Jones e O Senhor dos Anéis), a gracinha Deborah Foreman (atriz que marcou os anos 80 com filmes como Valley Girl – Sonhos Rebeldes, Academia de Gênios e A Noite das Brincadeiras Mortais) e Timothy Spall numa ponta não creditada.

Louise Fletcher, vencedora do Oscar por ‘Um Estranho no Ninho’, é quem paga o maior mico da produção.

Na direção, quem assumia era o húngaro André Szöts (produtor de Cyrano, 1990), falecido em 2006. O drama da produção começou assim que os atores chegaram à Budapeste, Hungria, para o início das filmagens. Foi quando o produtor Joe Proctor avisou para Suzanne Nagy que não havia dinheiro para rodar o longa, e simplesmente foi embora deixando 300 pessoas no set de filmagem. Demonstrando enorme força, Nagy não contou o tremendo problema para ninguém, e buscou desesperadamente novos investidores. Terminou encontrando em empresário do Japão para preencher o orçamento e dar continuidade ao filme, ao menos de forma momentânea.

Deborah Foreman foi um dos nomes dos anos 80 (com os filmes A Noite das Brincadeiras Mortais, Valley Girl e Academia de Gênios).

Apesar disso, o problema não havia terminado. O governo húngaro confiscou o equipamento da equipe devido ao não pagamento das contas pelo uso das locações. Dessa forma, a pós-produção nunca chegou a ser finalizada. Em 1987, a rainha da picaretagem, a Cannon Films (não seria uma boa história sem o envolvimento dela) comprou o filme e planejava completar a pós-produção e lançar o longa nos cinemas (afinal o estilo da obra tem tudo a ver com eles). Infelizmente, já mal das pernas, a companhia estava se encaminhando para a falência em 1988 e, sem dinheiro, o filme foi engavetado e esquecido.

Após “míseros” 37 anos, em 2020 a produtora Suzanne Nagy finalmente anunciou a finalização de Grizzly II, agora subtitulado Revenge (ou Predator como diz o cartaz). Talvez aproveitando a vitória de Laura Dern no Oscar, ou quem sabe a primeira parceria entre Clooney e a Netflix com O Céu da Meia Noite, Grizzly II ganhou seu trailer e estreou em Los Angeles em fevereiro de 2020 antes da pandemia. Passando pelo festival internacional de terror de Lisboa, em Portugal, o filme finalmente foi lançado online em VOD nos EUA em janeiro de 2021, e no dia 17 de fevereiro de 2021, em meio à pandemia, chegou a poucas salas abertas pelos EUA. Imagine a felicidade de Clooney, Dern e os atores envolvidos. Ou quem sabe eles tenham simplesmente entrado na brincadeira, já que ao menos Clooney é conhecido por tirar sarro de suas participações, digamos, menos memoráveis nas telas.

‘Um Lugar Silencioso 2’ deve arrecadar em torno de US$ 50 milhões em sua estreia nos EUA

Segundo as novas projeções (via Box Office Pro), a sequência de ‘Um Lugar Silencioso’ promete fazer um estrondo tão grande quanto o primeiro filme nas bilheterias.

Com o sucesso de ‘Godzilla vs Kong‘, os exibidores se empolgaram em abrirem seus cinemas no mercado internacional e ‘Um Lugar Silencioso – Parte 2’ deve arrecadar entre US$ 40 a 50 milhões em sua estreia nos Estados Unidos.

Antes da pandemia, a expectativa era que o filme abrisse com US$ 60 milhões  em seu primeiro final de semana nos EUA.

Vale lembrar que o longa original estreou com US$ 50 milhões em abril de 2018, terminando seu reinado com US$188 milhões apenas na América do Norte e US$340 milhões mundialmente (uma conquista invejável, considerando o orçamento de apenas US$17 milhões).

O filme chega aos cinemas nacionais no dia 17 de Junho de 2021.

Nos Estados Unidos, a estreia está marcada para o dia 28 de Maio de 2021 – feriado de Memorial Day.

Confira nossas reações ao filme:

 

John Krasinski dirige. A família Abbott volta a encarar o terror mundo afora na lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia.

O novo filme contará com o retorno de Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe, além da introdução dos novatos Djimon Hounsou e Cillian Murphy.

FLCCMC: Festival Online e Gratuito dedicado à Trilha Sonora; Saiba mais!

O Festival Luz, Câmera e Close de Música de Cinema (FLCCMC), evento de música de cinema que aborda a importância da trilha sonora dentro das artes audiovisuais, acontece entre os dias 28 e 30 de abril, totalmente online e gratuito, no YouTube.

O festival foi criado para mostrar como as trilhas são feitas e o processo criativo dos compositores e realizadores e tem a curadoria e direção musical do compositor e pianista Tony Berchmans e a idealização do produtor Paulo Bastos.

O objetivo do Festival é discutir esse elemento tão importante e, ao mesmo tempo, abstrato para que o público possa compreender o universo da música de cinema.

Por meio de workshops interativos, painéis, shows e performance, compositores, artistas, estudiosos e diretores poderão esclarecer dúvidas, trazer curiosidades e contar um pouco mais sobre as trilhas sonoras.

Com convidados como André Abujamra, Antônio Pinto, Ricardo Herz, Ciça Lucchesi, entre outros, o Festival traz ao público um recorte deste segmento artístico tão importante e fundamental para a sétima arte.

“A trilha sonora é a responsável, quase sempre, por marcar personagens e cenas, por emocionar o público e fazer com que uma obra seja eternizada. A trilha sonora tem um peso imenso dentro de uma obra, é quase impossível falar de uma cena, ou de uma personagem, e não lembrar de suas músicas. E agora queremos levar ao público as curiosidades, técnicas e fundamentos de como essas trilhas são pensadas e produzidas. Estamos bem empolgados”, afirma Tony Berchmans, curador do Festival.

 

Quarta-feira | 28 de abril

No primeiro dia, Tony Berchmans recebe Richard Ribeiro para o workshop interativo, “Os Primórdios Da Música De Cinema” e depois ambos acompanham ao vivo o filme “O Gabinete Do Dr. Caligari” no espetáculo audiovisual “Cinepiano”.

Ainda no primeiro dia, teremos mais um workshop interativo, “A Música da Comédia” em que Tony Berchmans e o violonista Ricardo Herz apresentam de forma didática os fundamentos dos filmes cômicos e, depois, apresentam ao vivo a trilha de “O Homem Mosca”, no espetáculo audiovisual “Cinepiano”.

 

Quinta-feira | 29 de abril

As atividades do segundo dia serão compostas por dois painéis. No primeiro, A “Fascinante Arte Da Música De Cinema”, Antônio Pinto e André Abujamra falam sobre seus processos criativos.

No segundo, “O Legado Morricone”, em homenagem ao ícone italiano. Alexandre Guerra e o professor Nelson Guarniero irão debater o legado de Morricone para a trilha sonora.

Ambos os painéis serão mediados por Tony Berchmans.

 

Sexta-feira | 30 de abril

Os cantores Vânia Canto e Gabriel Kaleo lideram a banda especialmente montada para o festival que apresentará um panorama das canções que fizeram a história da grande premiação do cinema de Hollywood, desde clássicos como “Over the Rainbow” a hits recentes como “Shallow”, de “Nasce uma Estrela”.

Fechando as atividades, a videoartista Ciça Lucchesi se une aos compositores Anselmo Mancini e Tony Berchmans e juntos apresentam a performance multimídia “LAURA Poema Audiovisual”, espetáculo inédito de live cinema e trilha sonora ao vivo com piano e sintetizadores.

 

Homenageado

Ennio Morricone, que morreu ano passado aos 91 anos, é um dos maiores compositores de trilhas sonoras da história do cinema. Com canções curtas e diretas, com pianos elétricos e guitarras, Morricone se tornou um ícone ao misturar diversos elementos em suas músicas.

Ao longo da sua carreira foi responsável pela composição e arranjo de mais de 500 filmes e programas de televisão. Morricone escreveu algumas das trilhas sonoras mais conhecidas dos western spaghetti do cineasta Sergio Leone como: “Por um Punhado de Dólares” (1964) e “Era uma Vez no Oeste” (1968). Outras composições de sucesso incluem as trilhas de: “Era uma vez na América” (1984), “Os Intocáveis” (1987), “Cinema Paradiso” (1988) e “Lolita” (1997).

Ganhou seis prêmios BAFTA entre 1980 e 2016. Foi também indicado pela Academia de Hollywood para cinco Oscars de Melhor Trilha Sonora Original. Em 2007, Morricone recebeu pelas mãos de Clint Eastwood um Oscar honorário por sua carreira musical e, em 2016, recebeu seu primeiro Oscar pela trilha sonora de “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino.

O Festival Luz, Câmera e Close de Música de Cinema foi selecionado e contemplado pelo edital N° 40/2020 do PROAC EXPRESSO LEI ALDIR BLANC.

 

SERVIÇO

Festival Luz, Câmera e Close de Música de Cinema

GRATUITO

Quando: De 28 a 30 de abril

Onde: Exibições pelo Youtube e retransmissão pelo Facebook.

Siga também o Festival no Instagram.

 

Ator de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ quer atuar com Tom Holland nos filmes do ‘Homem-Aranha’

Além de fazer sua sua estreia no MCU como Joaquin Torres em ‘Falcão e o Soldado Invernal’, Danny Ramirez já está fazendo grandes planos para o futuro do personagem.

Durante uma entrevista para o Comic Book, Ramirez disse que adoraria atuar junto com Tom Holland nos filmes do ‘Homem-Aranha’.

“Acho que seria muito divertido atuar com Tom Holland num crossover, sabe? Algo como uma cena juntos, não necessariamente em uma luta, mas uma cena junto com ele seria engraçada. Acho que seria muito dinâmico. Então, eu fico tipo: ‘Ah, eu adoraria pensar num diálogo para atuarmos juntos.”

Nos quadrinhos, Torres se torna o novo Falcão quando Sam Wilson assume seu legado como Capitão América… Quem sabe ele posa se juntar ao Homem-Aranha como novo membro dos ‘Vingadores‘.

Anteriormente, Ramirez conversou com o Screen Rant e foi questionado sobre ser o novo Falcão, ao que ele respondeu:

“Estou tão curioso quanto os fãs para saber a resposta dessa pergunta. Eles [da Marvel] me disseram o mínimo absoluto do que eu preciso saber. Mesmo com os episódios saindo, estou assistindo pela primeira vez, o que é realmente emocionante. Acho que saberei essa resposta melhor depois que eu assistir ao último episódio.”

Apesar do mistério, o astro pode estar guardando algum segredo para não estragar a surpresa do público. 

Anteriormente, o showrunner Malcolm Spellman disse ao The Hollywood Reporter que está empolgado com o futuro do personagem.

Questionado se Torres vai seguir os passos de sua versão dos quadrinhos, Spellman fez mistério, mas não escondeu seu entusiasmo ao dizer:

Danny [Ramirez] vai explodir logo. É questão de tempo. Todos na Marvel, incluindo executivos, roteiristas, diretores e fãs… Todos estão com essa mesma reação e acreditam no seu futuro. É uma daquelas pessoas que você sabe que atrai coisas boas, é inevitável.”

Nos quadrinhos, Torres sofre uma mutação a partir do DNA de Asa Vermelha, que é um pássaro de verdade, e acaba ganhando asas e a capacidade de voar.

No entanto, como os arcos do Capitão América e seus colegas são mais fundamentados na realidade no MCU, a série pode fazer do novo Falcão um herói com equipamentos militares, assim como o próprio Sam Wilson.

E aí, você gostaria de ver Torres sendo introduzido como o Falcão em novas séries ou nos próximos filmes da Marvel?

Lembrando que o último episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado amanhã (23), na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’: Brinquedo revela o visual do Grande Protetor

Uma página do Twitter dedicada às novidades sobre o filme do ‘Shang-Chi‘ divulgou a imagem de um linha de brinquedos revelando um dragão chamado O Grande Protetor.

Confira:

Embora não haja um personagem específico da Marvel conhecido como o Grande Protetor, é provável que esta seja uma nova entidade para o Fin Fang Foom.

Para quem não conhece, Fin Fang Foom foi criado por Stan Lee e Jack Kirby em 1961 sob a forma de um dragão alienígena da raça Makluan.

Foom é enviado à antiga China quando perde o controle de sua nave e, após milênios hibernando, é despertado quando o Mandarim rouba os dez anéis mágicos do veículo espacial.

Imagens vazadas no ano passado também mostraram um cenário construído em Sydney, Austrália, para reproduzir o Vale do Dragão Adormecido, um local mais conhecido como covil de Fin Fang Foom.

O cenário era descrito como um local montanhoso à beira do mar com um templo em seu centro e diversas telas de chroma-key, que darão lugar a uma praia inserida digitalmente.

Também havia diversas tendas em torno de uma grande estrutura de bambu, conhecida como a cúpula da batalha, onde os guerreiros da vila aprimoram suas habilidades para proteger Fin Fang Foom.

Lembrando que ‘Shang-Chi e a Lenda dos dez Anéis’ estreia em 02 de setembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer nas versões dublada e legendada:

Confira também as imagens oficiais e o primeiro pôster:

“Quem disse que você só pode receber presentes no seu aniversário? Hoje, estou dando a você o primeiro vislumbre do pôster de ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘. O filme estreia em 03 de setembro (o trailer será lançado em algumas semanas). Estamos quase lá, pessoal!”

Conheça o elenco completo:

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Crítica Netflix | Passageiro Acidental: Toni Collette e Anna Kendrick estrelam maravilhoso sci-fi dirigido por brasileiro

Cercados pela imensidão do espaço em uma jornada absolutamente científica à Marte, uma pequena tripulação de astronautas se vê diante de um problema grandioso demais, incapaz de ser administrado e resolvido por meio de meros cálculos matemáticos e engenharia. E com a presença de um novo e inesperado passageiro na nave, uma caótica e sufocante jornada conflituosa colocará a ética, os valores morais e a ciência em um enorme confronto, que convida a audiência a uma dura reflexão sobre o valor da vida.

Passageiro Acidental é uma experiência cinematográfica que é capaz de nos levar para muito além de seu próprio roteiro. Com uma premissa um tanto simples, a narrativa em si é cercada por uma complexidade grandiosa, onde ciência e princípios colidem entre si a todo momento. Com uma bagagem de conhecimento específico surpreendente, o longa dirigido pelo brasileiro Joe Penna e co-escrito com Ryan Morrison, é muito prático em sua abordagem científica e carrega em si uma infinidade de possibilidades factíveis, embasadas por especialistas da área que serviram como consultores para o projeto.

Mas a contragosto de sua própria racionalidade, Passageiro Acidental equilibra sua balança trazendo o fator emocional e psicológico como um excelente contraste, mostrando que nem tudo é preto no branco – principalmente quando uma vida inocente está em jogo. E o que faz o roteiro do sci-fi ser tão prazeroso é a forma como a sua parte científica é absolutamente calcada em uma carga dramática tão complexa e conflitante. Não desassociando ambos os elementos narrativos entre si, a produção original da Netflix é um deleite pois se desenvolve como um grande questionamento na mente da audiência, que se vê em um enorme dilema entre a frieza de anos de pesquisas e a vida de um passageiro indesejado e aleatório.

Sem precisar se estender demais ou exagerar no sentimentalismo – o que levaria a trama para um viés piegas e cafona -, o sci-fi dramático de Joe Penna consegue construir os seus personagens com perspicácia e simplicidade, em pequenos e corriqueiros diálogos que são fundamentais para a construção do caráter de cada personagem. Com muito pouco, Penna e Morrison nos levam à uma rápida identificação, fazendo um outro e interessante contraste entre eles, que é a presença de Collette – o ponto neutro e de impasse, que garante o equilíbrio necessário entre todos os protagonistas.

Com efeitos visuais que não perdem em nada para as grandes produções hollywoodianas, o longa consegue escalonar sua intensidade de forma gradativa. Nos intrigando mais e mais, quanto mais se aproxima da densidade espacial, Passageiro Acidental usa tal imensidão para nos lembrar que ainda que sejamos um pequeno ponto em meio a tanta riqueza astronômica, uma vida sempre valerá muito mais que um mundo. Angustiante e reflexivo em seu clímax, o novo original da Netflix ainda nos presenteia com um final que – inevitavelmente – remete a nossa atenção ao mesmo sacrifício de Cristo na cruz.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Ben Barnes recusou papel na série da Disney+

Falcão e o Soldado Invernal‘ introduziu diversos novos personagens ao MCU, como John Walker (Wyatt Russell), que promete se tornar um grande vilão após ser derrotado pelos protagonistas e ser destituído de seu título como Capitão América.No entanto, a série também traria a presença de Ben Barnes (‘As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian’) a convite da própria diretora Kari Skogland.Infelizmente, o astro precisou recusar a oferta porque estava gravando ‘Sombra e Ossos‘, a vindoura série de fantasia da Netflix.A informação foi revelada por Barnes durante uma entrevista para o Rotten Tomatoes.Kari Skogland me enviou uma mensagem dizendo que ela iria dirigir ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ e me convidou porque tinha criado um personagem só para mim. Eu tive que recusar o convite porque estava me preparando para as gravações de ‘Sombra e Ossos’, então nem faço ideia de quem seria esse personagem.”O astro não entrou em mais detalhes, então não se sabe se outro ator o substituiu.Mas tudo indica que o misterioso papel foi descartado, já que Skogland o criou exclusivamente para Barnes.Uma curiosidade é que ele já interpretou um vilão da Marvel conhecido como Jigsaw na série ‘O Justiceiro‘, cancelada em 2018.Por falar nisso, vale lembrar que o último episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia amanhã (23), na Disney+.Mesmo dia que estreia ‘Sombra e Ossos‘ na Netflix.No Rotten Tomatoes, a produção abriu com impressionantes 94% de aprovação, com nota 7.46/10 baseada em 31 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “de belíssimos figurinos até uma impressionante – senão intimidante – construção de mundo, [a série] é certamente tão meticulosa quanto os romances originais, mas, ao desdobrá-la em histórias inesperadas, certamente expande o escopo literário para criar aventuras novas aos fãs e aos novatos”.Confira os principais comentários abaixo:‘Sombra e Ossos’ é uma limpa e boa diversão com vinganças” – Daily Telegraph.“Como série, ‘Sombra e Ossos’ irá intrigar e satisfazer os fãs – apesar de ser um pouco confusa para os novatos” – Radio Times.“[A série] equilibra personagens familiares e intrigantes, com uma expansiva construção de mundo para criar uma aventura fantástica envolvente” – Austin Burke/Flick Fan Nation.“Um novo mundo original… Complexo, carismático e muito divertido” – Aggressive Comix.“Entre nomes bobos e mitologia, esta é a uma produção completa, detalhada, com efeitos visuais incríveis e performances envolventes de um elenco diverso” – Independent.‘Sombra e Ossos’ é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.Eric Heisserer (‘A Chegada’) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (‘Stranger Things’) é o produtor-executivo.Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘Sonic 2 – O Filme’: Imagens dos bastidores revelam os visuais de Tails e Knuckles; Confira!

As gravações de ‘Sonic 2 – O Filme‘ começaram em março e algumas novidades sobre a produção já estão sendo reveladas.

Através do Twitter, uma página focada em novidades sobre a adaptação divulgou as primeiras imagens de Tales (a raposa) e Knuckles (a equidna vermelha), dois dos velocistas mais famosos presentes na franquia de games.

Além disso, James Marsden e Tika Sumpter também foram fotografados correndo.

Confira:

“Aqui vai um vislumbre das filmagens de ‘Sonic 2 – O Filme‘ em Fort Langley. As imagens mostram Sonic, Tails e Knuckles no set; Marsden e Sumpter também estão presentes.”

Confira, junto com o teaser da sequência:

Segundo o Comic Book, Jason Momoa (‘Game of Thrones’, ‘Aquaman’) foi convidado para dublar Knuckles, que é um aliado do rápido ouriço azul.

O personagem no filme será fiel à sua representação na série de videogame, o que significa que ele será um personagem sério, e a Paramount acredita que Momoa é perfeito para o papel.

“Para o primeiro filme, nós realmente estávamos apenas olhando para o jogo de 1991 e vendo onde tudo começou para mantê-lo simples. Tentamos realmente acertar o Sonic e o Robotnik e criar sua rivalidade. Contamos um pouco da história de origem, fazendo com que todos se apaixonem por ele como personagem e torçam por mais. E então, agora podemos abrir e trazer alguns desses outros personagens que os fãs conhecem e amam. E sim, quero dizer, ninguém está mais animado do que eu por ter essa oportunidade.”, disse Fowler ao ComicBook.

Lembrando que Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco do filme original ainda conta com conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

‘À Espreita do Mal’: Elogiado suspense com Helen Hunt estreia na Netflix; Assista ao trailer!

A Netflix lançou em seu catálogo o suspense psicológico ‘À Espreita do Mal‘ (I See You).

A trama segue a esposa do investigador principal de um caso de abdução de criança. Com o relacionamento conturbado, ela tenta conseguir o perdão de seu marido por sua infidelidade, à medida que uma presença obscura começa a se manifestar dentro de sua casa, colocando em risco a vida de seu filho.

Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Adam Randall, a partir de um roteiro escrito por Devon Graye.

Helen Hunt, Jon Tenney e Judah Lewis estrelam a produção.

‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’: Após trailer, sequência ganha belo pôster nacional; Confira!

Como prometido, a Warner Bros divulgou hoje o trailer de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, que promete ser o filme mais assustador da franquia.

Aproveitando o hype, o estúdio também lançou um belo pôster nacional, mostrando o casal Warren com rostos espantados, testemunhando algo que vai abalar sua carreira como demonologistas.

Confira, junto com o trailer:

“O caso demoníaco que chocou a américa”, diz a legenda do pôster original.

Assim como os dois filmes anteriores, a sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

A Ordem do Demônio‘ foi classificado pelo MPA por “terror, violência e imagens perturbadoras”.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

“A trama focará em uma história real de assassinato que chocou até mesmo os experientes investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos começa com a luta pela alma de um jovem, levando-os além de tudo que eles já viram antes: a história de que um suspeito de assassinato que alega possessão demoníaca como defesa.”

Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook e Julian Hilliard.

Assista ao trailer ASSUSTADOR de ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ acaba de ganhar seu primeiro trailer, prometendo ser o filme mais assustador da franquia.

Confira, com fotos:

Assim como os dois filmes anteriores, a sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

A Ordem do Demônio‘ foi classificado pelo MPA por “terror, violência e imagens perturbadoras”.

O filme chegará aos cinemas brasileiros no dia 3 de junho. Nos EUA, o longa estreia nas telonas e na HBO Max um dia depois, em 4 de junho.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

“A trama focará em uma história real de assassinato que chocou até mesmo os experientes investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos começa com a luta pela alma de um jovem, levando-os além de tudo que eles já viram antes: a história de que um suspeito de assassinato que alega possessão demoníaca como defesa.”

Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook e Julian Hilliard.