Serena Williams vai ganhar série documental biográfica pela Amazon Studios

A popular tenista Serena Williams vai ganhar uma nova série documental biográfica, produzida pela Amazon Studios.

A produção, que ainda não possui título oficial, vai narrar a trajetória profissional e pessoal da atleta, vencedora de 23 campeonatos Grand Slam.

A série, que está sendo filmada neste momento, é apenas o começo de um novo acordo milionário firmado com o estúdio, para a produção de projetos roteirizados e não roteirizados.

Ao The Hollywood Reporter, Williams comemorou a nova série documental:

“Estou muito empolgada de poder ser uma parceira da Amazon Studios. Eles estão desenvolvendo alguns dos conteúdos mais inspiradores e importantes, para uma audiência global. Eu tenho muitas histórias que anseio contar, inclusive a continuação da minha própria história, e estou ansiosa para compartilhá-las com o mundo”.

A chefe do estúdio, Jennifer Salke, também celebrou o novo acordo, ponderando as muitas histórias que ainda estão por vir:

“Serena transformou o seu esporte e se tornou uma das atletas mais inspiradores, além de uma das mulheres mais empreendedoras de sua geração, admirada não apenas por sua incomparável proeza nas quadras, mas também por sua dedicação e filantropia. Estamos incrivelmente empolgados por poder compartilhar a sua jornada nessa nova série e por poder trabalhar com ela para criar novos conteúdos originais para os nossos clientes da Prime Video, espalhados pelo mundo”.

Essa não é a primeira série documental sobre a jornada de Serena Williams. A tenista já lançou um projeto semelhante em 2018 pela HBO, intitulado ‘Being Serena‘.

 

‘Demon Slayer’: Anime com MAIOR bilheteria da história conquista 100% de aprovação da crítica; Confira!

Recentemente, a UCI Cinemas anunciou que irá exibir no Brasil a aguardada animação ‘Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba – The Movie: Mugen Train‘.

Prevista para maio, a animação conquistou o posto de maior bilheteria do gênero com seus US$ 400 milhões pelo mundo, superando ‘A Viagem de Chihiro (US$ 383,4 milhões).

Além disso, ‘Demons Slayer‘ abriu com 100% de aprovação entre a crítica no Rotten Tomatoes.

As principais avaliações elogiam o ambicioso visual da animação, a construção dos personagens e a temática da trama, que deixa um gosto de ‘quero mais’ quando chega ao fim.

Confira as análises:

“Os visuais de cair o queixo da Ufotable por si só já fazem ‘Demon Slayer the Movie: Mugen Train‘ valer a pena, mesmo que o filme tropece um pouco no clímax.” – IGN Movies.

“O filme de maior bilheteria do Japão é como um pesadelo que se recusa a terminar, é uma viagem fora dos trilhos.” – Nobody’s Reading This But Me.

“Quem acompanha a série vai achar o filme essencial, quem não acompanha vai querer acompanhar para deixar o filme passar em branco.” – Variety.

“Este não é apenas um filme sobre batalhas entre humanos e demônios, mas sobre a amizade entre personagens em constante evolução.” – San Francisco Chronicle.

“Visualmente ambicioso e cheio de ação sem deixar de lado o marcante estilo da série de TV. Não é o candidato mais óbvio para assistirmos nos cinemas, mas vale a pena.” – Deadline.

Lembrando que o filme  é uma continuação direta da primeira temporada do anime Demon Slayer.

A trama acompanha Tanjiro Kamado e sua irmã, Nezuko, que levavam uma vida pacata até serem atacados por seres maldosos. Além de perder todos os seus familiares, Tanjiro viu sua irmã se transformar em um deles. Para tentar torná-la humana novamente e impedir que outras pessoas passem pelo mesmo, o menino se transforma em um matador de demônios.

Baseada no mangá de Koyoharu Gotouge, publicado entre 2016 e 2020 na revista semanal Shonen Jump, com 23 volumes encadernados no total, a trama se passa no Japão há cerca de 100 anos.

O filme é dirigido por Haruo Sotozaki.

Assista ao trailer:

‘Batman vs Superman’: Zack Snyder esclarece a cena mais polêmica do filme

Batman vs Superman‘ acabou sendo alvo de diversas críticas depois que a rivalidade entre os heróis é encerrada quando o Homem-Morcego descobre que a mãe de Clark se chama Martha.

No entanto, a cena foi uma grata surpresa para alguns fãs, já que a mãe de Bruce também se chamava Martha, criando uma conexão entre eles.

Durante uma live no Instagram, o diretor Zack Snyder conversou com alguns fãs e esclareceu porque ele decidiu construir essa reviravolta que muda todo o resto do filme.

“Eu quis deixar claro que o Batman havia perdido sua humanidade e estava se tornando um torturador, um criminoso… Ao mesmo tempo, ele confronta a humanidade do Superman a todo instante. Quando ele descobre que aquele alien tem uma mãe e que ela se chama Martha, ele enxerga Clark como ser humano pela primeira vez. Salvando Martha, o Batman vê a oportunidade de recuperar sua própria humanidade perdida. Essa é a ideia da coisa toda, porque ele pensa: ‘Nós dois temos mães, e ambas têm o mesmo nome… Martha’. Mesmo que o Superman seja de outro planeta, sua conexão com a humanidade é tão natural quanto a de qualquer outra pessoa.”

Além disso, Snyder também explicou que o Batman imagina que estaria salvando a própria mãe, o que transforma o ato num momento poético em meio a rivalidade entre os dois.

Anteriormente , o cineasta disse ao Screen Rant porque o Superman parece uma figura sombria e severa durante o filme:

“Logo no início do filme, vemos o Superman pelo ponto de vista de Bruce Wayne, eu quis mostrar como o Batman reage àquele ser todo poderoso e inalcançável. O Superman que nós vemos é sombrio porque é assim que ele é visto pelo Batman. Ele é considerado um alien perigoso, cruel e relaxado, que não se importa com as vidas do planeta Terra.”

Pensando por esse lado, faz todo sentido que o Superman tenha sido retratado como uma ameaça e não como um símbolo de justiça e liberdade.

E aí, você acha que a resposta foi satisfatória?

‘Invasão Secreta’: Emilia Clarke está em negociações para estrelar a série

De acordo com o Variety, Emilia Clarke (‘Game of Thrones’) está em negociações finais para se juntar ao elenco da série ‘Invasão Secreta‘ (Secret Invasion).

Detalhes sobre o seu possível papel não foram divulgados.

Vale lembrar que, recentemente, foi anunciado que Olivia Colman (‘A Favorita’) também está em negociações para se juntar ao elenco.

A série irá estrelada por Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, que reprisarão seus papéis como Nick Fury e o Skrull Talos, respectivamente.

O elenco ainda contará com Kingsley Ben-Adir (‘Uma Noite em Miami…‘).

Em uma recente entrevista ao Collider, o presidente Kevin Feige explicou por que decidiu transformar a obra em uma série, em vez de um filme.

“Estamos interessados ​​no aspecto da paranoia política de Invasão Secreta e realmente mostrar o espaço com os nossos astros Samuel L. Jackson e Ben Mendelsohn, dois atores incríveis que você deseja ter em qualquer série, e temos muita sorte de ter eles conosco. Esse é o tipo de foco principal disso e, é claro, vai se ligar a outras coisas e aos Skrulls de maneiras que você nunca viu antes. Mas queríamos fazer isso como uma série porque nos permitiria fazer algo diferente do que fizemos antes. ”

Será emocionante ver este grande evento de quadrinhos se desenrolar em seis episódios, ao invés de ser reduzido a um filme de duas horas.

Secret Invasion‘ será inspirado nos quadrinhos homônimos lançados em 2008, onde os heróis da Marvel descobrem que seus amigos e inimigos tem sido secretamente substituídos por Skrulls, uma raça alienígena que pode mudar de forma.

“Assim como nem todoso os humanos são ruins, nem todos os humanos são bons. Eu acredito que os Skrulls provavelmente têm essa mesma variedade de moral entre eles,” afirmou o Kevin Feige em entrevista ao ComicBook, em 2019. “Quando eles têm a chance de usar suas habilidades, é algo provavelmente muito tentador. É interessante introduzir esse conceito e ver onde irá nos levar.”

Novas informações sobre a série devem ser divulgadas em breve.

Filmes com Grandes Estrelas que Foram Lançados e você não sabia

Grandes filmes fazem grandes estrelas. Desde o surgimento do cinema, o público se vê fascinado pelas mulheres lindas que desfilam em tela, tidas anteriormente como inatingíveis. Hoje, estas intérpretes se mostram gente como a gente, em especial devido à proximidade do público provida pelas redes sociais. Seus nomes podem ser capazes de arrastar uma verdadeira multidão, mas nem de longe são infalíveis.

Pensando em como nem mesmo os mais quentes nomes femininos da atualidade em Hollywood, donas de altos cachês, estão acima de ter em sua filmografia produções que a maior parte do público sequer ouviu falar (e alguns filmes são verdadeiramente bons), o CinePOP resolveu criar sua nova lista. Então prepare-se, estes são os filmes recentes de grandes estrelas que passaram sem você ver.

Margot Robbie | Os Últimos na Terra (2015)

Quer ver a musa Margot Robbie morena pela primeira e única (até o momento) vez nas telas? Então esse é o filme para você. Robbie está em cartaz atualmente em Aves de Rapina, no qual interpreta pela segunda vez a personagem amalucada Arlequina. Antes de viver o papel pela primeira vez, no filme Esquadrão Suicida (2016), no entanto, ela protagonizou este drama pós-apocalíptico com doses de suspense, que passou batido pelos cinemas brasileiros direto no mercado de home vídeo. Na trama, uma Robbie totalmente desglamourizada é uma das últimas sobreviventes na Terra após um evento catastrófico dizimar grande parte do planeta. Ao seu lado, os personagens de Chris Pine e Chiwetel Ejiofor.

Scarlett Johansson | A Noite é Delas (2017)

Este ano, a estrela ScarJo viverá pela oitava vez a personagem Natasha Romanoff, vulgo Viúva Negra, nas telonas – ao menos assim esperamos. Mas algo está diferente na superprodução da Marvel. É que pela primeira vez, a personagem será a protagonista de um filme só seu. Há três anos, porém, a atriz era a protagonista de um outro filme, uma comédia, que os brasileiros não viram passar pelos cinemas. A Noite é Delas é uma produção de humor impróprio que mostra que as mulheres podem ser tão sacanas e incorretas quanto os homens. Pense em um Missão Madrinha de Casamento (2011) mais jovem, com uma despedida de solteira saindo terrivelmente errado, com direito a muita droga, bebida, sexo e até mesmo assassinatos.

Gal Gadot | Vizinhos Nada Secretos (2016)

Outra estrela que esperamos ver em breve nas telas em 2020 – se o ano não for cancelado – é Gal Gadot em Mulher-Maravilha 1984, continuação do sucesso de 2017. A atriz israelense começou a carreira nos filmes da franquia Velozes e Furiosos, e fez sua primeira aparição como a personagem da DC em Batman Vs. Superman (2016). No mesmo ano, ela interpretava uma agente secreta que ao lado do marido (papel de Jon Hamm) fingem ser o típico casal dos subúrbios norte-americanos, sem que seus vizinhos (Zach Galifianakis e Isla Fisher) desconfiem de suas verdadeiras identidades. A Fox até planejou o lançamento da comédia nos cinemas, com trailers e cartazes, mas depois voltou atrás, jogando o filme direto no sistema de home vídeo no Brasil.

Brie Larson | Um Sonho na Índia (2017)

A protagonista de Capitã Marvel (2019) tem fama de não ser muito simpática em suas entrevistas. Mas ao menos nas telonas, a vencedora do Oscar por O Quarto de Jack (2015) tenta mostrar seu lado mais doce. Bem, só tenta mesmo, já que este filme é outro que quase ninguém viu e por aqui sequer nos cinemas passou. Um musical feito nos moldes de Bollywood, e inclusive passado na Índia, este é o filme para você que sempre sonhou em ver Brie Larson cantando e dançando. A obra, no entanto, não desceu redondo para muitos e foi acusada de ser o velho estereotipo da mulher branca que chega para salvar uma raça que não é a sua, gerando certa polêmica. Curiosamente, fora das telas Larson é porta-voz de causas sociais, como o abuso contra as mulheres.

Emily Blunt | É o Bicho! (2017)

Outra atriz de grande prestígio, a talentosíssima Emily Blunt poderá ser vista em breve no terror Um Lugar Silencioso – Parte II e na aventura da Disney, Jungle Cruise, isto é, se o coronavírus deixar. Mas engana-se quem pensa que a franquia Um Lugar Silencioso foi a primeira colaboração do casal Emily Blunt e John Krasinski nas telonas. Bom, no Brasil até foi, já que a animação É o Bicho! não chegou a ver a luz do dia, ou as telas de cinema, em nosso país. O casal interpreta, bem, um casal que herda um circo e descobre o segredo mágico por trás do espetáculo: biscoitos em forma de animais com o poder de transformar quem os come em animais de verdade. O elenco de dubladores tem ainda Danny DeVito, Sylvester Stallone e Ian McKellen.

Saoirse Ronan | Stockholm, Pennsylvania (2015)

Indicada este ano ao Oscar pelo drama Adoráveis Mulheres, a jovem estrela é uma das atrizes mais prestigiadas de sua geração. De origem irlandesa, a atriz que está em vias de completar 26 anos em abril, já soma 33 créditos em sua carreira e quatro indicações ao Oscar, incluindo a citada deste ano. Mesmo assim, um de seus filmes mais recentes fugiu do radar. No mesmo ano de sua segunda indicação ao Oscar (por Brooklyn), Ronan protagonizou o suspense dramático Stockholm, Pennsylvania, onde interpretou uma jovem mulher sequestrada ainda criança e criada em cativeiro. Quando ela é libertada e devolvida à sua família, não consegue se readaptar no local devido à condição conhecida como síndrome de Estocolmo. Por esta sinopse podemos perceber a semelhança com um certo O Quarto de Jack, lançado no mesmo ano, e entendermos um pouco mais o motivo deste ter passado em branco.

Kristen Stewart | Lizzie (2018)

Ao contrário de todos os outros itens da lista, Lizzie chegou a ser exibido nos cinemas brasileiros. Mas o fato de sua curta carreira nas telonas fez com que a maioria sequer notasse sua passagem no circuito. Existe vida após Crepúsculo? Para Kristen Stewart sim, e a atriz apostou muito no circuito independente/alternativo. Alguns renderam frutos muito legais, vide Acima das Nuvens e Personal Shopper. Outros terminaram passando ser serem notados. É o caso deste suspense dramático que relata um dos crimes mais notórios e parte do folclore da história dos EUA, satirizado até mesmo em um episódio de Os Simpsons: o assassinato da família Borden. No melhor estilo Suzane von Richthofen, em pleno ano de 1892, Lizzie Borden foi a principal suspeita de ter assassinado sua própria família, seu pai e a madrasta, à machadadas. No filme, Chloë Sevigny vive Lizzie e Stewart interpreta a empregada Bridget Sullivan, a única outra pessoa presente no local quando os corpos foram encontrados.

Anne Hathaway | Uma Canção (2014)

Tudo bem que Anne Hathaway não tem tido muita sorte ultimamente nas telonas, engatando escorregadas consecutivas como em Oito Mulheres e um Segredo (2018), Calmaria (2019) e As Trapaceiras (2019). Seu grande acerto do ano passado foi na TV, com o fantástico episódio Take me as I Am, Whoever I Am, da ótima série da Amazon, Amor Moderno. Este ano ela terá a chance de se redimir no remake de Convenção das Bruxas. Antes disso, no entanto, ao voltarmos alguns anos, podemos perceber um filme da atriz que passou totalmente em branco por aqui. Trata-se do drama romântico Uma Canção, que como o nome diz envolve muita música. Uma mistura de Apenas Uma Vez (2006) e Força para Viver (2014).

Natalie Portman | Lucy in the Sky (2019)

Este é o item mais recente da lista, e novamente temos em foco uma jovem vencedora do Oscar. Natalie Portman levou seu prêmio da Academia por Cisne Negro (2010). Ano passado, a atriz fez as pazes com a Marvel e foi confirmada como a nova Thor, em Thor: Love and Thunder – com estreia para 2021. Seu último filme lançado, no entanto, chegou recentemente direto no sistema de home vídeo, sem que a maioria percebesse. Exibido em festivais de cinema, como sua estreia em Toronto, Lucy in the Sky é uma ficção científica que traz Portman no papel de uma astronauta. Sem dúvida um papel inédito na carreira da moça. Ela volta do espaço após sua última missão e não consegue se conectar mais com nossa realidade, achando tudo muito pequeno. No elenco, outra jovem atriz do momento, Zazie Beetz. O curioso aqui é o nome de sua personagem, Lucy Cola – quase um novo refrigerante.

Evan Rachel Wood | No Escuro da Floresta (2015)

Em cartaz atualmente com a nova temporada de Westworld (a terceira), Evan Rachel Wood viu sua carreira ser alavancada em popularidade novamente devido ao programa da HBO. Antes da estreia da primeira temporada em 2016, no entanto, Wood dividiu as telas com outra jovem atriz talentosa, Ellen Page, num suspense dramático que ninguém viu. Na trama, Wood e Page vivem irmãs tendo que sobreviver por conta própria em sua casa na floresta, após um estranho evento que causou a falta de energia em massa nas redondezas.

Bônus:

Amber Heard | London Fields (2018)

Se tem um filme que resume perfeitamente toda a treta ocorrida entre o ex-casal Johnny Depp e Amber Heard, este filme é London Fields. Produção problemática que começou no ano do casamento da dupla, em 2015 – com Depp aceitando um papel no longa para ajudar a impulsionar a carreira de sua então jovem esposa rumo ao estrelato. O filme é baseado no livro do autor britânico Martin Amis e fala sobre a vidente Nicola Six (Heard), uma típica femme fatale saída diretamente de uma história noir moderna. O problema é que o lançamento foi engavetado devido a processos e brigas judiciais entre o diretor Mathew Cullen e os produtores. E quando London Fields finalmente estava pronto para a estreia em 2018, Depp e Heard se encontravam no meio de sua própria briga judicial e de um escândalo dos mais cabeludos, incapazes e pouco dispostos a divulgar o longa.

Derivado de ‘Homem-Aranha’ sobre a ‘Madame Teia’ contrata diretora

Segundo a VarietyS.J. Clarkson foi contratada para comandar o filme ‘Madame Teia’, primeiro derivado protagonizado por uma personagem feminina do universo ‘Homem-Aranha’.

Matt SazamaBurk Sharpless, de Morbius, vão escrever o roteiro.

Clarkson é uma conhecida diretora de televisão que já trabalhou em séries como ‘Succession’HouseDexterBates Motel. Essa é sua segunda incursão nos cinemas depois de sua estreia com a comédia biográfica Toast (2010). Ela também ficará responsável pela prequela de Game of Thrones focada na Casa Targaryen.

Nos quadrinhos, a personagem é alter-ego de Cassandra Webb, uma mutante diagnosticada com uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas seus ​​poderes psíquicos lhe dão clarividência e precognição, permitindo que ela desafie as capacidades de seu corpo físico.

Seu nome faz referência ao suporte mecânico que a mantém viva e que se parece com uma teia de aranha gigante.

Até o momento, maiores detalhes não foram revelados, e ainda não se sabe se o filme fará parte da animação ‘Aranhaverso’ ou se será uma adaptação em live-action.

 

 

‘Zorro’ vai ganhar série de TV com protagonista feminina

De acordo com o Deadline, a NBC está desenvolvendo uma nova série sobre o ‘Zorro‘, mas a produção trará uma versão feminina do personagem clássico.

O projeto está sendo escrito por Alfredo Barrios Jr., que também é produtor executivo da produção.

A série dará uma repaginada moderna na mitologia do Zorro e seguirá Z, uma descendente da linhagem guerreira que fará de tudo para proteger os indefesos em sua comunidade.

Novas informações devem ser divulgas em breve.

Em uma de suas mais populares encarnações nos cinemas, o herói foi interpretado por Antonio Banderas nos filmes ‘A Máscara do Zorro‘ (1998) e ‘A Lenda do Zorro‘ (2005).

‘Velozes e Furiosos 9’: John Cena garante que seu personagem será o melhor vilão da franquia

Alguns antagonista da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ acabaram se tornando aliados da família criada por Dom Toretto (Vin Diesel), como o policial Hobbs (Dwayne Johnson).

O mesmo aconteceu com Deckard Shaw (Jason Statham), que acabou se tornando aliado de Hobbs num filme derivado.

Será que o mesmo vai acontecer com Jakob Toretto (John Cena), o irmão de Dom?

Segundo o próprio Cena, Jakob será um cara casca grossa, de poucas palavras e dificilmente receberia uma redenção porque:

“Ele é melhor vilão que já apareceu franquia. Fui convidado para a sequência com a honra de compartilhar o sobrenome Toretto e cheguei para ser o maior adversário de sua família. As pessoas vão ver que ele já chega impondo respeito”, disse ele numa coletiva de imprensa, segundo o Comic Book.

O astro também prometeu que há uma reposta bem satisfatória sobre o porquê de Jakob nunca ter sido mencionado nos filmes anteriores.

No entanto, ele não entrou em detalhes, então só nos resta aguardar pelo fim do mistério em 25 de junho.

Assista ao trailer:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Demitido de ‘The Flash’, Ray Fisher volta a fazer post polêmico

Ray Fisher foi demitido da Warner e não vai aparecer como o Ciborgue em ‘The Flash‘.

Agora, com o início das filmagens da produção, Fisher fez um novo post polêmico.

O ator está revoltado pois acredita que o chefe da DC, Walter Hamada, interferiu na investigação em que ele alegava abusos no set de ‘Liga da Justiça‘.

“Agora, imagina se pudéssemos conseguir que Walter Hamada anunciasse um pedido de desculpas aos participantes da investigação de Liga da Justiça”, postou.

Confira:

“Recebi a confirmação oficial de que a Warner Bros. Pictures decidiu me remover do elenco de The Flash”, começou Fisher. “Discordo totalmente da decisão deles, mas não é surpreendente. Apesar do equívoco, o envolvimento de Ciborgue em The Flash foi muito maior do que uma participação especial – e enquanto eu lamento a oportunidade perdida de trazer Victor Stone de volta à tela, trazer a consciência para as ações de Walter Hamada provará ser uma contribuição muito mais importante para o nosso mundo. ”

Walter Hamada renovou seu contrato como presidente da DC Films, e vai permanecer no cargo até 2023.

Fisher criticou a decisão em seu perfil do Twitter e revelou que não iria trabalhar na DC enquanto Walter Hamada estivesse no comando do estúdio – o que fez com que seu personagem fosse cortado de ‘Flash‘.

Andy Muschietti (‘It: A Coisa’) dirige ‘The Flash‘, enquanto sua irmã, Barbara Muschietti, será a produtora.

Christina Hodson (‘Aves de Rapina’) assina o roteiro.

A trama vai acompanhar a jornada de Barry Allen (Ezra Miller) através do Multiverso da DC.

Barry viajará no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva… Mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

O elenco também conta com Ron LivingstonMaribel Verdu Kiersey Clemons.

Vale lembrar que a estreia está marcada para 4 de novembro de 2022.

‘Mad Max: Furiosa’: Pré-sequência será o filme mais caro já feito na Austrália

As expectativas em relação ao spin-off ‘Mad Max: Furiosa‘ são grandiosas e a produção já conquistou um marco surpreendente, sendo o filme mais caro já feito na Austrália. A novidade foi divulgada pelo portal Deadline.

A produção, cujo orçamento ainda não fora revelado, não apenas movimentará a economia do país, como contribuirá diretamente para a contratação de mão de obra local.

Vale ressaltar que o trabalho de pré-produção dos dublês já fora iniciado, com a expectativa de que as câmeras comecem a rodar apenas em 2022.

Anya Taylor-Joy (‘Os Novos Mutantes’) estrelará como a Imperatriz Furiosa, substituindo a atriz Charlize Theron, que interpretou a personagem em ‘Estrada da Fúria‘.

Furiosa‘ está programado para estrear no dia 23 de junho de 2023.

O elenco também contará com Chris Hemsworth (‘Thor’) e Yahya Abdul-Mateen II (‘A Lenda de Candyman’).

George Miller retorna à direção, e também é responsável pelo roteiro ao lado Nick Lathouris.

Vale lembrar que Miller também planeja fazer novas sequências de Mad Max estreladas por Tom Hardy.

Mad Max: Estrada da Fúria‘ é considerado um sucesso pela crítica especializada, alcançando 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, além de vencer seis estatuetas do Oscar entre dez indicações, incluindo Melhor Filme.

Apesar disso, o longa arrecadou apenas US$ 378.9 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 150 milhões.

 

A Hora do Pesadelo 2 – A Vingança de Freddy | Os 35 Anos do TERROR GAY mais famoso do Cinema

A esta altura você que é fã de cinema e principalmente de terror já deve estar mais do que escolado sobre o fato: A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy (1985) é o filme gay mais famoso do gênero. E esta não é nenhuma teoria da conspiração, forçada de barra ou tentativa de lacração – basta uma pesquisa rápida na internet para ter revelada tais informações. Com a sequência do fenômeno A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven, completando 35 anos em 2020, achamos que este era o momento mais que especial para revisitarmos a obra, e apontarmos a você todas as curiosidades e muitos detalhes sobre a produção. Confira abaixo.

A Hora do Pesadelo, escrito e dirigido por Wes Craven, foi lançado em novembro de 1984 (chegando ao Brasil absurdos dois anos depois em 1986 – e isso devido ao barulho que fez). Com um orçamento de US$1.8 milhão, devolveu aos cofres de um então pequeno e recém inaugurado estúdio chamado New Line Cinema mais que confortáveis US$25.5 milhões somente nos EUA. O sucesso desta pequena obra-prima serviu para colocar o nome de Craven, então um diretor de filmes B, no topo da cadeia de Hollywood (e torná-lo um mestre no gênero); firmar a New Line no mercado e introduzir na cultura pop um dos maiores vilões da história do cinema: o monstro Freddy Krueger (interpretado por Robert Englund). Tanto que até hoje um apelido conhecido da New Line ficou “a casa que Freddy construiu”, já que foi devido à franquia que o estúdio se ergueu.

Naturalmente, o sucesso colossal do primeiro (para seus parâmetros) despertou o interesse do produtor Robert Shaye (irmão da atriz Lin Shaye), fundador e dono então da New Line, em seguir fazendo filmes com Freddy. É reportado também que foi o sucesso deste segundo filme – que com um orçamento de US$3 milhões, retornou para o estúdio US$30 milhões somente nos EUA – que incentivou e estabeleceu a pequena produtora no meio das gigantes da meca do cinema. Hoje, a New Line foi comprada e é subsidiária da Warner Bros.

Curiosamente, no entanto, a primeira ordem de Shaye foi se livrar de tudo em relação ao primeiro filme. Isso apenas pelo motivo financeiro, já que repetir os realizadores originais significaria gastar mais. Craven, o nome mais associado ao projeto, se recusou a ter qualquer envolvimento, pois à princípio não via a história como uma franquia – o diretor inclusive queria terminar o longa original com um final feliz, e foi forçado pelo estúdio a um desfecho sombrio e ambíguo. Nem mesmo a protagonista original Nancy, papel de Heather Langenkamp, foi cogitada para retornar, com a atriz afirmando em entrevistas que sequer recebeu o convite. Langenkamp é um dos nomes mais lembrados em relação à franquia, e sua heroína. A atriz retornaria em Os Guerreiros dos Sonhos (1987) e O Novo Pesadelo (1994). O mais impressionante, porém, era o desejo de substituir o icônico Robert Englund na pele do vilão Freddy. Segundo relatos, Shaye não estava disposto a um salário maior para o ator (que era exigido de seu agente) e testou um dublê no papel – seguindo o que era feito nos filmes Sexta-Feira 13, com Jason a cada filme personificado por um intérprete diferente. Porém, após se mostrar insatisfatória a tentativa de troca, os realizadores perceberam que Englund era a verdadeira alma da franquia e aceitaram o novo acordo salarial.

Assim, entram em cena o roteirista David Chaskin (em sua estreia na função) e o diretor Jack Sholder (O Escondido, 1987) – apesar do roteirista Leslie Bohem ter oferecido suas ideias aos produtores, sobre a trama envolver gravidez e possessão, como forma de homenagear o clássico O Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski. Chaskin reutiliza o conceito da possessão para o segundo A Hora do Pesadelo, e a ideia da gravidez ganharia vida no quinto filme da franquia, lançado em 1989.

Com novos roteirista e diretor, a continuação ganhava também novos personagens e uma nova história. Diferente de todos os demais slashers da época, A Vingança de Freddy é um dos poucos produtos do gênero a utilizar um protagonista masculino e girar sua trama ao redor dele: fazendo de Jesse (Mark Patton) o único “Scream Queen” homem da franquia. Indo morar com sua família na mesma casa da protagonista do original, Jesse termina virando igualmente alvo do maníaco desfigurado Freddy Krueger em seus pesadelos. Desta vez, porém, Freddy não deseja caçar e matar o rapaz, mas sim “usar o seu corpo”, possuindo-o para poder agir na vida real. A transcendência de Freddy para o mundo real, inclusive fazendo vítimas no território dos “acordados” é considerado por muitos fãs, alguns envolvidos na produção e inclusive o próprio Wes Craven uma traição do conceito original do “assassino dos sonhos”.

Agora chegamos ao tópico do texto: o conceito homoerótico. Por anos, este teor permaneceu como subtexto, uma mera mensagem subliminar, até ser enfaticamente apontado, ao ponto de hoje não conseguirmos olhar para o filme sem perceber o que era óbvio desde o início. Segundo relatos, embora tenha passado despercebido durante muito tempo nos EUA, foi justamente o clima gay de A Vingança de Freddy o que garantiu seu sucesso na Europa o transformando em um cult instantâneo. Foi somente em 2010 que o roteirista Chaskin abriu o jogo e confessou suas intenções, mas afirmando que era para ser uma mensagem sutil. E talvez tenha sido, para uma era de exageros como os anos 1980. Hoje, basta uma segunda olhada para que o longa seja visto com suas reais conotações.

Apesar de ser considerado um terror gay, a controvérsia de A Hora do Pesadelo 2 reside no fato do longa ser considerado também homofóbico. No documentário de 4 horas de duração Never Sleep Again: The Elm Street Legacy (2010), um dos mais completos arquivos sobre toda a franquia, o trecho sobre a parte dois, fazendo uso de entrevistas com os principais envolvidos, é um dos mais esclarecedores. Aparentemente, o ator Mark Patton, que vive o protagonista Jesse, hoje um gay assumido (mas na época ainda no armário), se afastou do mundo do entretenimento após seu trabalho neste filme. O ator buscava o estrelato e se sentiu extremamente traído pelo material visto em tela – como dito, a maioria não sabia, ou fingia não saber de tal subtexto. O caso segue vindo à tona e ano passado outro documentário foi lançado, este intitulado Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street (2019), retrospectiva do filme cult e do ator Mark Patton.

O conceito aqui é o seguinte: Freddy Krueger neste filme é uma analogia da descoberta da sexualidade. E no caso de Jesse, da descoberta de sua homossexualidade. É um coming of age no qual o protagonista vê aflorar, tem sonhos (ou pesadelos) com algo que quer dominar seu corpo, sua vida, algo tido como ruim, como monstruoso, que ele precisa lutar para esconder. Freddy quer usar seu corpo para poder sair das sombras, para poder existir fora dos sonhos. Jesse tem uma pretendente nas formas de Lisa (Kim Myers, escolhida por sua semelhança física com Meryl Streep), mas ele não se sente confortável em se entregar a ela. Ele tenta, mas termina sempre voltando aos braços de Ron Grady (Robert Rusler, de Mulher Nota Mil). Para Jesse, Lisa é uma amiga. Já Ron, o que começa como uma rivalidade, uma implicância, desenvolve para uma relação de confidência. As picuinhas envolvem arriar as calças um do outro. E num momento nada sutil, o clima esquenta entre Jesse e Lisa numa cabana perto da piscina. Beijos e amassos, mas quando o ato está para ser consumado, Jesse hesita, fica assustado e foge. Algo não o permite, por mais que tente. É o “monstro”. Ele corre para a casa de Ron, prefere estar por lá, à noite a sós com ele em seu quarto, escondido, mesmo que seja para confessar o que não foi capaz de fazer. Ron retruca, “ela está lá e você prefere ficar aqui comigo?”.

Fora isso, temos, é claro, a infame cena da dancinha, na qual Jesse, sozinho no quarto, usando adereços dignos de Elton John, rebola num ritmo pra lá de homoerótico ao som de “Touch Me (All Night Long)”, da banda Wish com Fonda Rae. A cena é referência à Negócio Arriscado (1983), com Tom Cruise. Temos também seus gritos de medo, estridentes, superagudos e femininos. Mas os elementos gays do filme não se concentram apenas no protagonista. Num nível mais hardcore, temos o personagem do treinador Schneider (Marshall Bell), o professor de educação física que adora punir seus alunos homens e… espioná-los tomando banho no vestiário. Como se não bastasse, num de seus “pesadelos”, Jesse vagueia até um clube de sadomasoquismo gay e quem ele encontra por lá? Justamente o treinador Schneider, um frequentador assíduo. Como forma de “punição”, o tutor leva o rapaz de volta ao colégio e o “castiga” no chuveiro. Porém, o caçador vira a caça quando Jesse “assume seu lado Freddy” e o “mata” jogando bolas em seu rosto, tirando sua roupa, o amarrando nu nas duchas, e chicoteia seu traseiro com toalhas. Somente para descobrir que nada disso havia sido sonho.

Por um lado, A Hora do Pesadelo 2: A Vingança de Freddy pode ser considerado muito corajoso, ainda mais se levarmos em conta o período ultraconservador, de machões que só viviam para distribuir sopapos e levar uma fila de mulheres para a cama, numa verdadeira competição de testosterona que foram os anos 1980 – sem muito espaço para qualquer outra opção sexual que não fosse hétero. Pegar um filme de sucesso e subverte-lo numa obra gay, não é algo visto sequer nos dias de hoje. Por outro lado, a forma como foi feito, mesmo que o espaço encontrado na época tenha sido apenas esse, pode não ser a melhor das mensagens e representações para a comunidade.

Embora a reclamação de Mark Patton seja em relação ao filme tê-lo arrancado do armário à força na época, e o ator ter abraçado em partes a obra como cult hoje, existe uma grande problemática nesta trama subliminar. O que acontece é que Freddy, a homossexualidade enrustida de Jesse, no filme é tratado como algo a ser combatido e derrotado. Como algo ruim, algo maligno que está saindo de dentro dele e de seu controle,  que faz vítimas ao redor, e seu relacionamento com Grady termina inclusive de forma trágica, com o pai do rapaz presenciando o destino do filho. Lisa, a “namorada”, está o tempo todo ao seu lado, apesar de suas “esquisitices”, lutando para que seu “lado sombrio” não se manifeste. No final, Freddy (já nas formas de Jesse) é derrotado por um beijo de Lisa, como se através de um relacionamento hétero (“o amor verdadeiro”) a sombra “do mal” se extinguisse. Assim, o lado obscuro do protagonista o deixa finalmente, e ele está livre para assumir sua sexualidade ao lado de Lisa. Mas por quanto tempo?

 

A conclusão de A Vingança de Freddy, fosse essa a intenção ou não, hoje pode ser muito lida quase como “a cura gay”. O filme estreou no dia 1º de novembro de 1985, em quarta posição no ranking das bilheterias norte-americanas, enfrentando a pesada concorrência de Desejo de Matar 3, Viver e Morrer em Los Angeles e O Fio da Suspeita. No Brasil, chegou novamente com dois anos de atraso. Seja por qual motivo, apesar do sucesso, a franquia sofreria um leve hiato e só viria a lançar um novo produto dois anos depois, em 1987.

E você, já havia percebido esta conotação sexual em A Vingança de Freddy? Curte o filme? Comente.

Ana Lucia Menezes, dubladora de Amanda Seyfried e Kate Mara, morre aos 46 anos

Ana Lucia Menezes, dubladora das atrizes Amanda Seyfried, Kate Mara e da Rory na série ‘Gilmore Girls‘, morreu aos 46 anos nesta terça-feira.

Ela morreu após sofrer um AVC um AVC.

A filha da dubladora, Bia Menezes, postou um belo texto falando sobre a morte da mãe.

“Esse texto estava preparado desde sexta, eu já sabia. Você não voltou pra mim. Mas voltou para sua casa. seu lar, sua morada ao lado do nosso Pai. E estou grata a Deus por isso, grata a Deus por te levar para os braços Dele, grata a Deus por fazer, não foi do nosso jeito, mas foi da maneira mais perfeita possível, como tudo que Ele faz. Você escreveu uma história aqui, e eu terei a obrigação de continuá-la porque sei que seria exatamente como você gostaria que eu fizesse. Você lutou até o último minuto, agora é hora de descansar e usufruir do que Deus preparou para Ti. Eu te amo e sempre te amarei, até a eternidade”, escreveu.

Menezes já havia gravado dois vídeos contando que passou mal em casa enquanto tomava banho.

“Fui tomar um banho, chamei minha filha. Achei que ia desmaiar. Pedi pra ela vir correndo. Senti uma dor de cabeça muito grande, como se tivesse estourado alguma coisa aqui. Fiquei quase três horas apagada. Creio que vai ficar tudo bem. Não estou enxergando muito bem, estou com a vista bem turva. Mas uma coisa de cada vez”, afirmou a dubladora.

Menezes também dublou as personagens Suzy, de ‘Peppa Pig‘, e Po, de ‘Teletubbies’.

‘The Midnight Club’: Novos atores se juntam ao elenco da série de Mike Flanagan para a Netflix

LOS ANGELES, CA - OCTOBER 29: Mike Flanagan arrives at the Premiere Of Warner Bros Pictures' "Doctor Sleep" at Westwood Regency Theater on October 29, 2019 in Los Angeles, California. (Photo by Gregg DeGuire/FilmMagic)

O site Deadline divulgou os novos acréscimos ao elenco de ‘The Midnight Club‘, próxima série de terror do Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) para a Netflix.

O elenco contará com William B. Davis (‘Arquivo X’), Iman Benson (‘Alexa & Katie’), Larsen Thompson (‘Boléro’), Crystal Balint (‘The Bletchley Circle: San Francisco’) e Patricia Drake (‘Quatro Amigas e um Jeans Viajante’).

Eles se juntam aos previamente anunciados Heather Langenkamp (‘A Hora do Pesadelo’), Zach Gilford, Samantha Sloyan e Matt Biedel.

Os protagonistas, que formarão o Clube da Meia-Noite, são: Adia, Igby Rigney, Ruth Codd, William Chris Sumpter, Aya Furukawa, Annarah Shephard e Sauriyan Sapkota

Flanagan entra como produtor e roteirista ao lado de Leah Fong (‘Once Upon a Time’).

A série será baseada no livro homônimo escrito por Christopher Pike, lançado em 1994, e também deve incorporar outros trabalhos do autor.

A trama se passa em Rotterdam Home, um hospício para adolescentes com problemas mentais. Um grupo de pacientes começa a se reunir à meia-noite para contar histórias de terror. Logo, eles fazem um pacto para que a pessoa do grupo que morrer primeiro irá contactar os outros do além.

Vale lembrar que as filmagens de ‘The Midnight Club‘ já começaram! Apesar disso, a série ainda não possui previsão de lançamento.

‘Hannibal’: Mads Mikkelsen e Hugh Dancy quase se beijaram na cena final

Em entrevista ao Vulture, Mads Mikkelsen revelou quase ter beijado o ator Hugh Dancy durante a intensa cena final entre seus personagens na série ‘Hannibal‘.

“Na verdade, nós filmamos algumas versões da última cena da série em que estamos olhando um para o outro, e era um pouco óbvio – quase um beijo. Eu e o Hugh [Dancy] estávamos tipo: ‘Por que não? Podemos tentar. Pode ser legal’. Mas nunca realmente nos beijamos. Bryan amou, mas ele estava tipo: ‘Isso está demais, gente. É meio óbvio’. E ele tinha razão. Acho que nós estávamos presos nisso e sabíamos que era o que muitos dos fãs da série queriam. O contexto homoerótico é um tópico de discussão entre os espectadores. E por uma boa razão.”

Ele completa, “Mas nós nunca queríamos que fosse uma coisa física. Nós queríamos que fosse algo muito maior do que isso.”

Relembre a cena final:

Recentemente, Fuller revelou que ainda tem esperanças de poder fazer uma quarta temporada do show – que foi cancelado devido a uma baixíssima audiência.

“Eu tenho muitas esperanças. O bom dessa ideia é que, se vamos nos reencontrar com Hannibal, e levar cinco, seis, sete anos para isso, é o quão longe iremos vê-lo. A história continua desse ponto. E nós vamos adaptá-la”.

A trama explorava a relação entre um renomado psiquiatra e o seu paciente, um jovem agente do FBI, que é assombrado pela sua habilidade de sentir empatia com serial killers.

O elenco inclui Hugh Dancy, Mads Mikkelsen, Caroline Dhavernas, Laurence Fishburne, Scott Thompson, Aaron Abrams e Gillian Anderson.

‘DOOM’: Diretor de ‘MegaTubarão 2’ quer comandar nova adaptação

Em entrevista ao The Playlist, o cineasta Ben Wheatley (‘Rebecca – A Mulher Inesquecível’) revelou que deseja dirigir uma adaptação da franquia de jogos ‘DOOM‘.

“Eu ainda quero dirigir uma adaptação de ‘DOOM’. Eu sei que já fizeram uma, mas… fala sério! Ou uma adaptação de ‘Counter-Strike’, eu também gostaria muito de dirigir.”

Vale lembrar que o jogo ganhou uma adaptação em 2005, ‘Doom: A Porta do Inferno‘, estrelada pelo Dwayne Johnson. Fracasso nas bilheterias, o longa foi massacrado pelos críticos e fãs dos jogos. Em 2009, a Universal Pictures lançou um reboot direto em vídeo, ‘DOOM: Aniquilação‘, que foi igualmente rejeitado pelos fãs.

Atualmente, Ben Wheatley está trabalhando na aguardada sequência ‘MegaTubarão 2‘, e recentemente revelou que o novo filme será grandioso:

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no longa.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica em vídeo do primeiro filme:

‘No One Will Save You’: Kaitlyn Dever estrelará novo terror do roteirista de ‘Amor e Monstros’

De acordo com o Deadline, Kaitlyn Dever (‘Fora de Série’) estrelará o terror ‘No One Will Save You‘, que será escrito e dirigido por Brian Duffield.

Além de ter escrito o sucesso ‘Amor e Monstros‘, que foi recentemente lançado no Brasil pela Netflix, o roteirista também escreveu o enredo de ‘Ameaça Profunda‘ e ‘Espontânea‘, sendo também responsável pela direção desse último.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

20th Century Studios está sendo responsável pelo desenvolvimento do projeto.

Tim White, Trevor White e Allan Mandelbaum serão os produtores através da Star Thrower Entertainment.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Espiral’: Chris Rock é destaque no novo cartaz do próximo ‘Jogos Mortais’

O terror ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, próximo capítulo da icônico franquia ‘Jogos Mortais‘, ganhou um novo cartaz.

Confira:

Criada em 2004, a franquia ganha reboot e volta às telonas após hiato de 2 anos, quando aconteceu o último lançamento: ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘.

Darren Lynn Bousman fica encarregado da direção, enquanto Josh StolbergPete Goldfinger assinam o roteiro.

Uma sádica e genial mente dá início a uma distorcida forma de justiça em ‘Espiral’, o novo capítulo assustador de Jogos Mortais. Trabalhando na sombra de um estimado e veterano policial, o Detetive Ezekiel “Zeke” Banks e seu novo parceiro se encarregam de investigar uma série de assassinatos bizarros, reminiscentes do passado sombrio da cidade. Mergulhando num mistério mais profundo do que parece, Zeke se vê no centro de um jogo mórbido.

Samuel L. JacksonChris RockMax Minghella estrelam o longa.

O filme será lançado nos cinemas americanos no dia 14 de maio de 2021. Sem previsão no Brasil.

UAU! Assista aos primeiros 7 minutos de ‘Mortal Kombat’

A Warner Bros. divulgou os primeiros 7 minutos de ‘Mortal Kombat‘ – que estreia dia 23 de Abril nos cinemas e no streaming.

No Brasil, o filme tem agendada para 13 de Maio.

Assista:

O filme estreou no Rotten Tomatoes com 62% de aprovação dos críticos, baseado em 13 reviews.

O filme teve 8 críticas positivas e 5 negativas, com a nota média 5.3 de 10.

Mortal Kombat‘ já estreou em 29 países e arrecadou ótimos US$ 19,2 milhões em seu fim de semana de estreia. O filme arrecadou US$ 9,6 milhões na Rússia, país em que mais fez sucesso.

Confira as principais críticas:

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros. ”, Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente”, James Marsh, South China Morning Post

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.”, A’bidah Zaid, Cultura Geek 

“Esta é uma das poucas vezes em que você gostaria que houvesse mais exposição. Partes deste filme continuam como se tivéssemos todos se preparando para este teste.”, Jonathan Roberts – The New Paper.

“Aqui, por levar tudo tão a sério, os únicos que não vão se entediar são os fãs do videogame.”, Marcelo Stiletano – La Nación.

“Apesar de seus alicerces frágeis, em grande parte dos compostos por uma confusão de clichês que incluem as profecias e as escolhas com rigor, o conjunto funciona como um encanto no tom descomplicado do filme.”, Víctor López G. – Espinof.

Mortal Kombat consegue ser uma adaptação muito mais fiel do que o filme original, ao levar as fatalidades ao extremo na tela e sem medo de classificação para o público adulto.”, Sergio López Aguirre – Cine Premiere

“Vinte e cinco anos depois, essa nova versão traz pouco ou nada de novo.”, Ezequiel Boetti – Otroscines 

“É um filme que certamente deixará muitos fãs da série felizes.”, Alif Majeed – Battle Royale 

“Resumindo, para quem quer um momento de diversão, o melhor que pode fazer é ligar o videogame, escolher um lutador e passar duas horas de sua vida praticando lutas virtualmente.”, – Rolando Gallego 

Mortal Kombat é uma exibição de cenas poderosas, com … quase duas horas de ação.” – Pablo O. Scholz, Clarín  

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.”, Bryan Tan, Yahoo! News Singapore 

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Trailer de ‘Shang-Chi’ revela grandes mudanças nos dez anéis do Mandarim; Saiba quais!

Os Dez Anéis no subtítulo do filme ‘Shang-Chi‘ fazem referência aos anéis místicos usados pelo Mandarim nos quadrinhos.

No entanto, eles não serão retratados como joias de dedos, mas como argolas que envolvem os braços de Wenwu (Tony Leung), o pai de Shang-Chi (Simu Liu) e o verdadeiro Mandarim do MCU.

Mas a questão da estética não é a única diferença dos anéis em relação aos quadrinhos…

No material original, os anéis foram projetados como prisões alienígenas que abrigam as essências de lendários guerreiros cósmicos.

É a essência desses guerreios que dá poderes individuais aos anéis, até que os prisioneiros consigam se libertar.

Por conta disso, os anéis são tão poderosos quanto as Joias do Infinito, concedendo ao portador o dom de manipular os elementos naturais, incluindo luz e trevas.

Os anéis também podem transmutar estruturas atômicas de qualquer matéria, projetar imagens, controlar mentes e criar campos de força invisíveis.

Mas como eles parar nas mãos do Mandarim?

O vilão toma posse desses anéis durante uma viagem e, enquanto peregrinava, descobriu uma nave alienígena acidentada e roubou tudo o que havia em seu interior, incluindo os anéis.

Até o momento, não se sabe se a origem dos artefatos será a mesma no filme.

E a julgar pelo trailer, parece que as argolas apenas dão super-força ao seu portador, a não ser que a Marvel esteja escondendo bem suas outras habilidades.

Mas isso é algo que deve ser revelado apenas no filme.

E aí, você acha que os dez anéis serão tão poderosos quanto as Joias do Infinito no MCU?

Lembrando que a adaptação estreia em 02 de setembro nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer nas versões dublada e legendada:

Confira também as imagens oficiais e o primeiro pôster:

“Quem disse que você só pode receber presentes no seu aniversário? Hoje, estou dando a você o primeiro vislumbre do pôster de ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘. O filme estreia em 03 de setembro (o trailer será lançado em algumas semanas). Estamos quase lá, pessoal!”

Conheça o elenco completo:

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Produtor não descarta a possibilidade de novas temporadas

Na semana passada, Sebastian Stan disse ao Collider que não fazia ideia se ‘Falcão e o Soldado Invernal’ teria novas temporadas.

No entanto, o produtor da Marvel Studios, Nate Moore, confirmou que a série abre a possibilidade para isso.

Durante uma entrevista para a Indie Wire, Moore disse que:

“Diferente de ‘WandaVision’, ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ tem uma trama aberta a uma continuação na TV, é possível. Não quer dizer que estamos fazendo novas temporadas, mas não é uma ideia descartável.”

Ele continuou:

“Até o momento, nosso objetivo sempre foi contar essa história e terminar a série. Esperançosamente, no final, vocês verão o potencial para o que podemos contar numa possível próxima temporada.”

Anteriormente, o showrunner Michael Spellman garantiu à Entertainment Weekly que a atração terá ligação com mais três projetos do MCU.

“Não é porque o Capitão América se aposentou que seu grupo de aliados vai ficar de fora do MCU, não é? ‘Falcão eo Soldado Invernal‘ prepara o terrenos para alguns projetos bem ambiciosos. Eu posso pensar em pelo menos três… Sobre os quais não tenho permissão para falar.”

Falando nisso, é provável que a trama de ‘Viúva Negra‘ incorpore alguns elementos da série, como o uso do soro do super soldado na criação do Guardião Vermelho (David Harbour).

Agora só resta aguardar par sabermos quais serão as outras duas.

E aí, você tem algum palpite?

Enquanto isso, o 6º e último episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 23 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em The Walking DeadFear the Walking Dead e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.