Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?
A comédia pós-apocalíptica ‘Amor e Monstros’ já está disponível na Netflix e vem conquistando o público ao redor do mundo – principalmente pela presença ilustra de Boy, o cachorro companheiro de Dylan O’Brien no filme.
Agora, em um novo vídeo promocional, o ator fala sobre como foi trabalhar com o adorável cão.
Dirigido por Michael Matthews, a história gira em torno de um caçador chamado Clyde (Michael Rooker), que ensina a Joel Dawson (O’Brien) como sobreviver durante um apocalipse monstro – enquanto ele cruza o país procurando sua amada.
O elenco ainda conta com Jessica Henwick (‘Punho de Ferro‘) e Ariana Greenblatt (‘O Primeiro e Único Ivan’).
Quando se pensa em 2011, dezenas de blockbusters competentíssimos foram lançados, assim como vários filmes premiados e louvados pela crítica internacional. Porém, em meio a esses longas, tivemos diversas histórias incríveis que chegaram aos cinemas brasileiros na década passada e não conseguiram tanto destaque quanto os concorrentes. Pensando nisso, selecionamos alguns deles para você conferir neste fim de semana.
Essa produção argentina/ espanhola é espetacular. Estrelada por Ricardo Darín, essa comédia dramática fala sobre a improvável amizade entre Roberto (Darín), um veterano mau humorado da Guerra das Malvinas, que vive em Buenos Aires e nutre o hobby de colecionar notícias estranhas, e Jun (Ignacio Huang) um jovem chinês viúvo que foi até a Argentina para encontrar seu último parente vivo. O problema é que ele não sabe falar nada em espanhol, o que resulta em uma série de desgraças para o menino em terras hermanas. Suas histórias se cruzam quando Jun, após ser assaltado por um taxista, é despejado na porta de Roberto. Com pena do garoto, mas receoso, o ex-veterano deixa ele ficar na casa dele até a polícia chegar. E assim se inicia uma aventura dramática hilária entre esses dois opostos.
Tudo nesse projeto é grandioso. Produzido por J.J. Abrams e estrelado por Rachel McAdams, Harrison Forde Diane Keaton, contando ainda com Jeff Goldblum e Patrick Wilson no elenco, esse filme se passa nos bastidores de um jornal matinal televisivo que existe há quase 50 anos, mas que agora convive com o ostracismo. Então, Becky (McAdams), uma jovem produtora é contratada para tentar resolver esse problema. Só que ela encontra uma brecha no contrato de Mike (Ford), um premiado repórter de guerra que estava na “geladeira” do canal, e praticamente o obriga a apresentar a nova versão do matinal. Só que considera aquilo uma grande queda em sua carreira e começa a atazanar a equipe nos bastidores e ao vivo com seu jeito rabugento e arrogante, transformando a vida de todos em um inferno. É um filme divertido sobre jornalismo e consegue transmitir bem como são os bastidores e o ritmo frenético de um programa ao vivo.
Dirigido por Cameron Crowe, esse drama/ Feel-Good Movie adapta uma história real sob uma perspectiva mais infantil de um pai (Matt Damon) cuja esposa faleceu. Então, junto aos filhos pequenos, ele decide retomar o controle de sua vida comprando um zoológico quase abandonado. Só que, como era de se esperar, ele não tem a menor ideia do que está fazendo, o que causa alguns problemas. O filme também conta com a presença de Scarlett Johansson no papel de uma das funcionárias do zoo. Em outras palavras: não é um longa revolucionário nem inovador, mas ele tem uma história curiosa e uma mensagem importante. Afinal, o que você faria em 20 segundos de coragem insana?
A premissa do que poderíamos fazer caso atingíssemos todo o potencial do cérebro humano já é meio batida, mas ainda não tinha saturado há dez anos. Nesta trama, acompanhamos a trajetória de Eddie Morra (Bradley Cooper), um escritor que está frustrado por não conseguir superar um duradouro bloqueio criativo. Isso muda quando ele se encontra com o ex-cunhado, que oferece uma droga capaz de expandir a capacidade cerebral. Eddie aceita meio receoso, mas toma o remédio mesmo assim. Seu raciocínio melhora na hora e o bloqueio criativo simplesmente desaparece. E quanto mais ele toma a droga, mais habilidades e agilidade no raciocínio ele consegue, elevando sua carreira a um estrelato fenomenal. No entanto, isso desperta o interesse de Carl (Robert De Niro), um empresário que quer contar com os serviços de Eddie. E nessa época, o escritor já está completamente viciado na droga, que é finita e demanda consumo diário para manter aquele ritmo de funcionamento frenético do cérebro. É um suspense com ação de mão cheia.
E se Rocky Balboa fosse ambientado no universo de Eu, Robô? Pode parecer bobo, mas é uma forma bem competente de descrever Gigantes de Aço, um filme sobre um ex-lutador de boxe (Hugh Jackman) que trabalha agora no mercado das lutas de robôs – um fenômeno no longínquo ano de 2020 -, mas está longe de repetir seu sucesso nos ringues. A situação muda de vez quando ele precisa passar um tempo com o filho, que nunca teve contato com o pai. Juntos, eles encontram Atom, um simpático robozinho que imita, memoriza e repete movimentos que vê. Dessa forma, Atom é “treinado” com movimentos clássicos das antigas lutas de boxe e começa a crescer no cenário da Liga Nacional de luta de robôs. É uma aventura família muito cativante e com uma atuação honestíssima do nosso eterno Wolverine.
O terror ‘Ma‘, produzido pela Blumhousee estrelado pela Octavia Spencer, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia recentemente na grade de programação do serviço de streaming.
Lançado em 2019, o longa segue Sua Ann, uma mulher solitária que vive uma vida reservada em sua pequena cidade. Um dia, Maggie, uma adolescente da cidade, pede que Sue compre pedida para ela e seus amigos, e Sue Ann vê a chance de fazer alguns amigos. Ela oferece aos jovens a chance de ficar em seu porão para evitar beber e dirigir. Mas há algumas regras em sua casa: um dos jovens tem que permanecer sóbrio. Não xingue. Nunca suba as escadas. E chame-a Ma. No entanto, conforme a hospitalidade de Ma começa a se transformar em obsessão, o que começou como um sonho adolescente se transforma em um pesadelo assustador.
A série é baseada no relacionamento de Foxx com sua filha, Corinne, que produz a série ao lado de Alex Avant.
No entanto, a crítica especializada detonou a produção, que obteve míseros 18% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Entre os principais comentários, os jornalistas disseram que as piadas são datadas e sem graça, que o elenco não consegue cativar o público e nem mesmo Foxx consegue salvar o fiasco que é o roteiro.
“Brian e Sasha se revezam conversando com a câmera, compartilhando suas perspectivas com o público, mas Foxx suga toda a energia da sala com sua atuação exibicionista.” – The Hollywood Reporter.
“Impressões ruins e piadas de mau gosto atrapalham a construção da relação pai-filha…” – Chicago Sun-Times.
“Com Jamie Foxx destacando mais de um personagem, este parece um projeto divertido para ele, mas não para o público.” – Ready Steady Cut.
“No que diz respeito às sitcoms, ‘Meu Pai e Outros Vexames’ constrói estereótipos, personagens caricaturados e representações familiares para tentar fazer o público rir. Infelizmente, os resultados não se comprovam.” – Entertaoinment.ie.
“Interpretar o pai nessa nova sitcom da Netflix é a única coisa em que Jamie Foxx é um lixo.” – The Guardian.
Confira o trailer:
Um pai solteiro, dono de uma empresa de cosméticos, precisa aprender na marra a lidar com a filha adolescente, que foi morar com ele.
A Amazon Prime está realmente investido seus esforços e recursos na vindoura série de ‘O Senhor dos Anéis‘ e segundo o ministro de Economia, Desenvolvimento e Turismo da Nova Zelândia, Stuart Nash, o gasto com a produção será avassalador.
Em uma recente entrevista televisiva (via EW), o membro do governo revelou que a Amazon Prime terá um gasto de $650 milhões de dólares neozelandeses, apenas para gravar a sua primeira temporada. Isso corresponde a US$ 464 milhões de dólares americanos.
Para se ter uma ideia da dimensão do gasto da Amazon, a aclamada série ‘Game of Thrones‘ gastava meros US$50 milhões por temporada, com seus episódios custando US$ 5 milhões cada.
Vale lembrar que a Amazon terá um abatimento de 25% de seu orçamento por parte do governo local, em virtude do investimento na região, devido à contração de profissionais e contribuição direta para a economia do país. Esse subsídio deve reduzir o valor para US$350 milhões.
Segundo a publicação neozelandesa Stuff, o acordo de abatimento inclui investimentos em diversas áreas de país, de drones à economia e até mesmo à saúde pública. O portal ainda revelou que uma delegação de executivos seniors da Amazon visitará o país em busca de oportunidades adicionais para investir.
Recentemente, uma nova imagem de bastidores da vindoura e aguardada série ‘O Senhor dos Anéis’.
A foto, que foi tirada em uma praia, anuncia a chegada de outro diretor à equipe criativa: Wayne Che Yip, conhecido por seu trabalho em séries como ‘Salem’, ‘Patrulha do Destino’ e ‘Preacher’.
Confira:
Recentemente, o site TheOneRing.net revelou a sinopse oficial da ambiciosa pré-sequência, que será ambientada antes dos eventos da trilogia homônima assinada por Peter Jackson.
Confira:
“A aguardada série da Amazon Studios irá levar os espectadores para uma era em que grandes poderes eram forjados, reinos ascendiam à glória e caíam na desgraça, heróis inesperados eram testados, esperança pendia por um fio e o maior vilão que já fluiu da mente de Tolkien ameaçava cobrir todo o mundo em escuridão. Começando em uma época de relativa paz, a série gira em torno de personagens, familiares ou novos, e seu confronto contra a re-emergência do mal na Terra-Média. Das profundezas obscuras da Montanha Enevoada, às florestas majestosas da capital élfica Lindon, ao reino insular de Númenor, aos cantos mais longínquos do mapa, esses reinos e personagens irão talhar legados que viverão por muito tempo depois de partirem”.
Os dois primeiros episódios ficam a encargo de Juan Antonio Bayona (‘Jurassic World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.
Assista ao primeiro teaser da produção:
Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.
Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
Os fãs da franquia de ‘Velozes e Furiosos‘ podem se animar, pois os planos para a sequência do spin-off ‘Hobbs & Shaw‘ estão avançando.
Justin Lin, diretor de ‘Velozes e Furiosos 9‘, falou sobre o futuro de Luke Hobbs e Deckard Shaw na saga principal.
Interpretados porDwayne Johnson eJason Statham, os dois personagens abandonaram a franquia principal para estrelarem um derivado dirigido porDavid Leitch, que também apresentava Idris Elba como o supervilão Brixton Lore.
Em entrevista ao Deadline, Lin (que dirigiu cinco filmes da franquia ‘Velozes e Furiosos‘) foi questionado se a dupla deve voltar para as últimas sequências da franquia.
“Eu nunca realmente considerei eles mortos, sabe? Para mim, eles ainda estão neste universo; fazem parte desta família. O que quer que façamos, sempre que falamos sobre o próximo capítulo, nunca sinto que tenho quaisquer restrições, por isso estou animado com o que construímos, e como estamos chegando a este tipo de capítulo final desta saga, Acho que estou animado para revisitar… Qualquer personagem, em qualquer situação, está em discussão.”
O elenco conta com Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris Bridges, Nathalie Emmanuel, CharlizeTheron, Helen Mirren, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, e Vinnie Bennet.
Alfred Molina será rejuvenescido digitalmente em mais de 15 anos para reprisar seu papel como Doutor Octopus em ‘Homem-Aranha 3’ (‘Spiderman: No Way Home’).
O personagem vai aparecer no novo filme com o mesmo visual que ele tinha em ‘Homem-Aranha 2‘, de 2004.
Usando tecnologias digitais, a Marvel Studios já nos apresentaram um jovem Tony Stark (Robert Downey Jr.) em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e Nick Fury (Samuel L. Jackson) em ‘Capitã Marvel‘.
Situado no universo cinematográfico da Marvel por volta de 2024, ‘Homem-Aranha 3‘ vai relembrar a morte de Ock no filme de 2004, já que o novo filme começa onde a história de Molina terminou em ‘Homem-Aranha 2‘.
Retornar como o infame vilão da Marvel Comics “foi maravilhoso”, disse Molina à Variety. “Foi muito interessante voltar depois de 17 anos para desempenhar o mesmo papel, dado que, nos anos que se seguiram, agora tenho dois queixos, pés de galinha e uma parte inferior das costas ligeiramente esquisita.”
Molina reveja que conversou com o diretor Watts sobre a preocupação de trazer Otto Octavius 20 anos após sua morte com um ator que envelheceu 17 anos desde ‘Homem-Aranha 2‘.
“Ele apenas olhou para mim e disse: ‘Você viu o que fizemos com Robert Downey Jr. e Sam Jackson?'”, riu.
O ator ainda se referiu a ‘O Irlandes‘: “Eles deixaram o rosto de Robert De Niro mais jovem, mas quando ele estava lutando, ele parecia um cara mais velho. Parecia um cara velho! Isso é o que me preocupou em fazer isso de novo.”
Como será que o personagem será reintroduzido no novo filme? Resta saber, mas aparentemente algo aconteceu no momento em que ele afunda seu reator no rio para evitar que Nova York fosse destruída.
E aí, você acha que o Aranhaverso é real mesmo?
Assista ao anúncio que revela o título oficial da sequência, que estreia em 16 de dezembro de 2021:
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
Para aguçar as expectativas dos fãs para a aguardada 4ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘, a plataforma Hulu divulgou um novo vídeo promocional, que resume a jornada do personagem Nick (Max Minghella) ao longo dos últimos três ciclos.
Confira:
O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 28 de abril.
Lembrando que a série já foi renovada para a sua 5ª temporada.
A história se passa na distopia de Gilead, uma sociedade totalitária que foi anteriormente parte dos Estados Unidos. Enfrentando desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, Gilead é governada por um fundamentalismo religioso que trata as mulheres como propriedade do estado. Como uma das poucas mulheres férteis restantes, Offred é uma serva na casa do comandante, uma das castas de mulheres forçadas à servidão sexual como uma última tentativa desesperada para repovoar um mundo devastado. Nesta sociedade aterrorizante onde uma palavra errada pode acabar com sua vida, Offred vive entre comandantes, as suas mulheres cruéis e seus servos – onde qualquer um poderia ser um espião para Gilead – tudo com um único objetivo: sobreviver para encontrar a filha que lhe foi tirada.
A Netflix divulgou novas imagens promocionais de sua ambiciosa série de fantasia, ‘Sombra e Ossos’.
A temporada de estreia é composta por oito episódios de uma hora cada e será lançada no dia 23 de abril de 2021.
Confira, junto ao trailer legendado:
‘Sombra e Ossos’ é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.
O site IGN divulgou uma nova faixa da trilha sonora original do reboot de ‘Mortal Kombat‘, intitulada I Am Scorpion – música-tema do personagem icônico.
Confira:
Benjamin Wallfisch é responsável pela trilha sonora do longa.
Vale lembrar que as primeiras críticas de ‘Mortal Kombat‘ já estão disponíveis.
Pelo consenso geral dos críticos, o reboot é divertido, repleto de ação e consegue ser fiel ao material original.
Confira:
“Considerando que a ação é sangrenta e violenta como deveria ser, [o diretor] Simon McQuoid se empolgou tanto com sua insistência em adotar uma abordagem fundamentalista em seu filme.” (Casey Chong, Casey’s Movie Mania)
“Os fãs da antiga franquia de videogame Mortal Kombat finalmente têm motivos para comemorar.” (James Marsh, South China Morning Post)
“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.” (Bryan Tan, Yahoo! News Singapore)
“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros.” (Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio)
“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente.” (James Marsh, South China Morning Post)
“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.” (A’bidah Zaid, Cultura Geek)
“Mortal Kombat (2021) não vem sem seus golpes. O reboot vai de problemas de ritmo à falta de desenvolvimento de personagens, além de edição estranha. No entanto, apesar do golpe ocasional, o filme ainda continua chutando e sai vitorioso no final.” (Sergio Pereira, Fortress)
‘Mortal Kombat‘ será lançado em mais 12 países no próximo fim de semana, incluindo México e Espanha.
Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.
Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.
Assista ao trailer:
Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.
O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?
O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).
O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.
Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.
Segundo o Murphy’s Multiverse, Jon Favreau está retornando ao universo cinematográfico da Marvel como Happy Hogan em ‘Homem-Aranha 3’ (‘Spiderman: No Way Home’).
Depois de aparecer na trilogia do ‘Homem de Ferro‘ e nos dois primeiros filmes do ‘Homem-Aranha‘, o personagem deve retornar como amigo de Peter Parker – além de continuar a trama do seu romance com a Tia May, interpretada por Marisa Tomei.
Além disso, o filme teve novas imagens do set vazadas na internet que indicam uma possível conexão com ‘Falcão e o Soldado Invernal‘.
O BlockBusted divulgou a imagem de um anúncio de ônibus mostrando a Estátua da Liberdade segurando o escudo do Capitão América. O turismo local classifica a Estátua como o mais novo Capitão América, o “mais alto de todos”.
A new picture from the set of #SpiderManNoWayHome features a prop combining the Statue of Liberty with Captain America’s shield! (via: @blockbustedpod)
Murphy’s Multiverse is also reporting the prop will be featured in the backdrop of “a key scene.” pic.twitter.com/kQpeCCg4sg
— Spider-Man: No Way Home News (@spideysnews) April 5, 2021
A trama de ‘Homem-Aranha 3’ (‘Spiderman: No Way Home’) continua repleta de mistérios, mas parece que o Aranhaverso está se confirmando cada vez mais.
De acordo com o The Direct, o dublador espanhol Roger Pera comentou que foi contratado pela Marvel Studios para dublar um dos personagens na versão espanhola do longa.
Para quem não sabe, Pera foi o dublador oficial de Tobey Maguire na primeira trilogia do ‘Homem-Aranha‘, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007.
Além disso, ele também fez a voz do astro em ‘O Grande Gatsby’ (2014) e ‘O Dono do Jogo‘ (2016).
Apesar de não haver nada confirmado até o momento, vale lembrar que o mesmo aconteceu com Rodri Martin, o dublador espanhol de Evan Peters.
Em seu perfil do Twitter, Martin confirmou que iria dublar o astro em ‘WandaVision’ e apagou a publicação depois de perceber que vazou a informação antes da hora.
Como os fãs já sabem, obviamente, Peters acabou reprisando seu papel como Pietro Maximoff na série daDisney+.
E aí, será que o retorno de Maguire como Cabeça de Teia está perto de ser confirmado?
Vale lembrar que rumores também apontam a presença de Andrew Garfield como um Peter Parker de uma realidade alternativa.
Embora Tom Holland tenha negado a participação de Garfield, uma imagem divulgada por uma fan page focada em novidades sobre a sequência revela o contrário.
A imagem faz parte de um kit comemorativo para o fim das gravações, e uma desses brindes mostra um bottom personalizado do herói vestindo um traje idêntico ao que Garfield usou em ‘O Espetacular Homem-Aranha 2‘.
Outra mostra o traje usado no primeiro filme.
Confira:
“A equipe de filmagem de #SpiderManNoWayHome recebeu um monte de brindes fantásticos para comemorar o fim da produção!”
It’s a wrap! The film crew of #SpiderManNoWayHome received a bunch of fantastic goodies to commemorate the end of production!
Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.
Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado deFeige, representando a Sonye aMarvel, respectivamente.
‘Godzilla vs. Kong‘ ganhou um novo trailer japonês repleto de ação.
Assista:
De acordo com a Variety, ‘Godzilla vs. Kong‘ superou as bilheterias domésticas de ‘Tenet‘ e alcançou o posto como o filme que mais arrecadou durante a pandemia nos EUA.
Em menos de um mês em exibição no país, a sequência dirigida porAdam Wingard faturou US$ 70 milhões.
Antes disso, o novo filme de Christopher Nolan, ‘Tenet’ acumulou US$ 58,4 milhões enquanto estava em cartaz.
Em terceiro lugar vem ‘Os Croods 2: Uma Nova Era’, com US $ 56,5 milhões.
Atualmente, quatro dos cinco filmes de maior bilheteria lançados durante a pandemia são da Warner Bros, já que ‘Mulher-Maravilha 1984’ e ‘Tom e Jerry‘ arrecadaram US$46,2 milhões e US$ 40,3 milhões no país, respectivamente.
Lembrando que’Godzilla vs Kong‘ também se tornou um fenômeno nas bilheterias mundiais e se aproxima dos US$ 360 milhões.
Em uma entrevista recente ao Deadline, Josh Grode – o CEO da Legendary Entertainment – revelou que já planeja novas sequências do MonsterVerse.
“Temos uma série de ideias para mais filmes após Godzilla vs Kong”, afirmou.
No Brasil, ainda não há previsão para reabertura dos cinemas, mas o filme é previsto para estrear no dia 29 de abril.
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
O trailer de ‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas‘ levou a trama de filmes apocalípticos para um outro nível ao mostrar um tigre zumbi numa Las Vegas devastada por mortos-vivos.
Durante uma entrevista para o durante o Beyond the Trailer, o diretor Zack Snyder comentou sobre o assunto e explicou porque o tigre chamado Valentine faz todo sentido para a trama.
“Acho que sabíamos, de certa forma, que Valentine seria uma estrela. Fui eu quem sugeriu um tigre zumbi, o que faz todo sentido porque… Por que não haveria [um tigre zumbi num apocalipse zumbi]? Tivemos essa ideia desde o início. Sabíamos que queríamos fazer animais zumbis e então pensei: ‘Com certeza, faz sentido se você’ trouxer um tigre zumbi faminto para vegas’.”
Snyder também explicou que os animais são líderes naturais, então faz sentido ter um tigre zumbi entre as criaturas grotescas vagando pela cidade à procura de uma caça.
“O negócio é que, dentro do conceito do filme, há uma hierarquia. A ideia é que iríamos evoluir os zumbis e que eles teriam algum tipo de organização. Você vai entender o porguê, mas animais são líderes naturais, eles vão aonde e querem e fazem o que querem, não é diferente quando se trata de animais zumbis. Eles estão acima daquelas criaturas grotescas que vemos por aí.”
A ideia de inserir um tire zumbi foi tão impactante, que os fãs até estão chamando o diretor de visionário.
Confira as reações:
O visionário Snyder, em seu auge da criatividade pensou: “Por que não um filme de zumbis inteligente e coordenados? Tendo até um fucking tigre zumbi.” Visionário. https://t.co/QZdj2aGuNf
‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’ terá classificação etária para maiores de 18 anos.
Confira o anúncio:
“Bem, bem, bem… Este é o Snyder Cut que todos nós estávamos esperando. ‘Army of the Dead’ foi classificado para maiores de 18 anos devido à forte violência gráfica, incluindo cenas sangrentas, linguagem inapropriada e conteúdo sexual.”
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
Em evidência atualmente, o Rei dos Lagartos é um símbolo de um período diferente do cinema japonês
O mais novo crossover entre Godzilla eKing Kong está atraindo a atenção de muitos pela premissa: um embate entre dois grandes símbolos do cinema ao estilo de lutas entre kaijus (monstros gigantes) visto anteriormente em produções como Círculo de Fogo e as obras antigas do próprio Godzilla.
Esse filme, parte do assim chamado Monsterverse, é portanto uma culminação da versão moderna de King Kong apresentada em Kong: Ilha da Caveirae em ambos os filmes do Godzilla lançados em 2014 e 2019. Estes sendo tentativas visíveis de modernizar dois ícones criados em momentos específicos do cinema.
O primeiro, por exemplo, remonta aos anos 30 quando os filmes de aventura tinham grande interesse pelos ambientes florestais; Tarzan é um grande ícone desse período por todo o simbolismo do homem desbravando a selvageria da natureza. Dessa maneira, quando King Kong chega em seu filme próprio em 1933 ele surge como uma subversão dessa onda aonde agora é a natureza que desbrava a selva de pedra.
“Tarzan: o Homem Macaco” de 1932 era o referencial representativo até então da relação homem\natureza
Já Godzilla só veio alguns anos depois, mais especificamente em 1954, na obra Gojira. Na superfície essa pode ser encarada como uma tentativa do mercado cinematográfico japonês de seguir o movimento iniciado nos Estados Unidos durante os anos 30, com o próprio King Kong, de elaborar produções com monstros gigantes em ambientes urbanos. No entanto, o contexto mundial ao redor da produção de Gojira faz toda a diferença.
Na chamada Era Atômica se tornou a obsessão de muitas nações a necessidade de possuir mais armamentos que seus vizinhos e, para alguns, que esses armamentos fossem nucleares. As diversas revoluções e contra-revoluções que ocorreram durante a Guerra Fria invariavelmente estavam ligadas à corrida armamentista de países mais pobres e pela disputa de influência entre Estados Unidos e União Soviética, a quem muito era interessante essas instabilidades espalhadas.
As farpas trocadas entre as duas potências no período não se limitaram apenas ao campo político e econômico mas ao cinema também, este visto com bons olhos por ambos como uma potencial ferramenta de propaganda. No artigo The Cinema: American Weapon for the Cold War escrito pelo professor Pierre Sorlin é apontado que em meados do século XX o cinema detinha um poder invejável junto as massas.
“Entre 1948 e 1961, o cinema era simultaneamente uma fonte de informação e um meio de modelar a perspectiva pública sobre o mundo contemporâneo. As imagens eram inicialmente destinadas aos países ocidentais, especialmente na Europa, onde elas contribuíram para formar a opinião pública”.
Não acidentalmente muitas das obras produzidas em meados dos anos 50 tinham um elevado teor de ficção cientifica pessimista, quase que conscientes de que o fim do mundo poderia ocorrer por meio da tecnologia. Guerra dos Mundos de 1953 foi, por exemplo, uma atualização interessante da obra de H.G. Wells feita no século XIX sobre a destruição perpetrada por uma invasão marciana com tecnologia superior à humana.
Portanto, essa noção de que a instabilidade global estava ligada de alguma forma ao progresso científico e consequentemente a proliferação de armas nucleares não se limitou apenas no ocidente mas encontrou reverberações no Japão, este com ligações bem mais sensíveis com todo o drama atômico do período devido às explosões em Hiroshima e Nagasaki ao final da Segunda Guerra Mundial..
Correndo em concordância vinha a indústria de cinema japonesa que atravessava um período de reconstrução. Da mesma forma que ocorreu na Alemanha, o cinema no Japão durante o período pré-fascismo já havia se estabilizado como um negócio rentável e que via novos estúdios surgindo com regularidade, sendo capaz de competir com o fluxo de filmes que vinham do ocidente.
Esse período inicial de século é retratado como um período empolgante quando estilos consagrados do cinema nacional passaram a se popularizar como os filmes de época conhecidos como Jidaigeki e os de samurai (em uma época pré Akira Kurosawa o nome de Daisuke Itoera a grande referência do gênero de samurais) e, durante os anos 30, foi implementada a tecnologia sonora em filmes.
Daisuke Ito: um dos primeiros grandes cineastas japoneses
Nas palavras de Vibeke Oseth Gustavsen para o artigo The Evolution of the Japanese Period Film é dito que “os custos de filmagem triplicaram, porém enquanto os diretores eram desencorajados em assumir quaisquer riscos em seus projetos o público desejava experimentos e as companhias desafiando umas às outras…”
Essa rápida evolução viria a sofrer um redirecionamento após o princípio de expansão do império japonês a partir de 1931 quando o cinema passou a ser explorado como uma ferramenta publicitária para incitar o apoio ao imperador e a validação da expansão e após o fim da guerra, de forma similar ao que aconteceu na França durante o mesmo período, houve uma forte interferência estrangeira na gerência do cinema.
Dessa forma, quando chegam os anos 50 o efeito da cultura ocidental era bastante forte no Japão; em especial para o produtor Tomoyuki Tanaka, que poderia dar seguimento a um velho projeto esquecido pela Toho Studios, e para a referência em efeitos especiais do cinema japonês Eiji Tsuburaya(que alguns anos depois participaria da produção de Ultraman). O ponto que tornou o projeto de Gojira diferente de King Kong foi quando Ishiro Honda assumiu a direção com o objetivo de tornar o monstro gigante uma metáfora para discutir como o trauma nacional do Japão dialogava com a instabilidade do mundo.
Tsuburaya e sua maior criação
Peter H. Brothers aponta nas linhas de Japan’s Nuclear Nightmare: How the Bomb Became a Beast Called Godzilla que Honda possuía uma ligação bastante pessoal com os traumas do pós-guerra japonês. “Honda conhecia em primeira mão os horrores da guerra… Após a rendição ele passou seis meses como prisioneiro de guerra e depois de ser repatriado ele andou pelas ruínas do que havia sido a cidade de Hiroshima. Como resultado desses eventos, esse filme é um mórbido testemunho dessas experiências”.
Ainda segundo Brothers a condução da obra por Honda é levada como um simulador dos momentos finais do Japão na guerra, ainda que o desejo do diretor não fosse que essa correlação parecesse muito explícita ou interferisse na diversão do espectador. O surgimento da criatura, nascida de um clarão avistado por pescadores no início do filme, remete à experiência visual daqueles que presenciaram as explosões em Hiroshima e Nagasaki; o rugido de Godzilla nasce de uma edição dos sons reais de alertas antibombardeio, assim como seus passos remetem as subsequentes explosões que vinham após essas sirenes.
A aposta era arriscada para os estúdios Toho, afinal eles estavam lidando com um novo gênero inexplorado dos kaijus, diferente de tudo que havia dado certo no cinema do Japão anteriormente. Mesmo assim o retorno cultural inesperado tornou Gojira não só um ícone no Japão como também o filme nipônico mais conhecido e reverenciado da história.
O thriller ‘Fúria Incontrolável’ (‘Unhinged’), estrelado por Russell Crowe, já está disponível no catálogo do Amazon Prime e está agradando os assinantes do streaming.
A história gira em torno de uma mulher chamada Rachel (Caren Pistorius), que se envolve em uma discussão nada amigável no trânsito no momento errado e com o motorista errado (Russell Crowe).
No Twitter, várias pessoas elogiaram o clima TENSO da produção.
Confira as reações:
Mano esse filme da Amazon prime chamado Fúria incontrolável é muito doentio mane, caralho que filme bom, o cara no trânsito do nada começa a perseguir e matar parente da mulher só por causa de briga no trânsito
No Rotten Tomatoes, o longa recebeu 48% de aprovação e nota 5.3/10, com base em 200 reviews até o momento.
Segundo o consenso geral, “Crowe consegue ser um vilão compulsivamente assistível, mas [o longa] peca na falta de inteligência ou profundidade para superar sua premissa barata”.
Quando o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ foi lançado, o diretor Zack Snyder revelou à Entertainment Weekly que pretendia desenvolver um filme do Eléktron.
Eléktron é o alter-ego do microbiologista Ryan Choi (Ryan Zheng), um dos cientistas que trabalha em parceria com Silas Stone (Joe Morton) nos Laboratórios STAR.
Infelizmente, a ideia acabou sendo rejeitada depois que o cineasta foi afastado de ‘Liga da Justiça’ após a morte de sua filha em 2017.
Durante uma entrevista para o Beyond the Trailer, Snyder tocou no assunto e deu alguns detalhes sobre o filme.
“Eu sempre quis fazer um filme sobre o Ryan Choi ambientado na China, variando entre os idiomas inglês e chinês. Eu acho que a Netflix teria potencial de fazer isso. Estamos fazendo isso ‘Army of the Thieves‘, uma pré-sequência de ‘Army of the Dead’ falada em inglês, francês e alemão.”
Ele continuou:
“Eu queria homenagear os fãs chineses e tenho certeza que eles seriam atraídos pela história. Seria um filme bastante inclusivo, não seria sobre um chinês num filme norte-americano. Nós é que seríamos transportados para a China nesse filme.”
Por fim, ele elogiou Zheng e lamentou que o público não possa ver mais de sua performance como Choi.
“Ryan é tão charmoso e incrível. Eu amo esse, cara. Pena que não o veremos como Eléktron, mas ele já é um super-herói e foi uma imensa alegria trabalhar com ele.”
Confira a entrevista:
Para quem não conhece, Ryan Choi é o segundo personagem a assumir o mando do Eléktron.
Criado por Gail Simone em 2016, Choi apareceu pela primeira vez nos quadrinhos DC Universe: Rebirth #01.
Ele era um assistente de Ray Palmer, o primeiro Eléktron, e descobriu suas atividades como super-herói. Ao ganhar a confiança de Palmer, Choi passa a trabalhar para ele em jornada dupla, como uma espécie de Alfred.
Depois que Palmer fica preso em uma missão, ele pede a Choi para vestir o bio-cinturão que altera o tamanho e a densidade do seu corpo e liderar uma busca para resgatá-lo.
A partir daí, Choi recebeu a benção de Palmer para se tornar o novo Eléktron.
Lembrando que o Snyder Cut conquistou 95% de aprovação dos espectadores.
Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.
Confira nossa crítica:
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
A presença de Pedro Pascal como Maxwell Lord em ‘Mulher-Maravilha 1984‘ foi uma grata surpresa, já que a atuação do astro foi bastante elogiada pela crítica e pelo público.
No entanto, o astuto e manipulador personagem quase ficou de fora da sequência.
Durante uma entrevista para o Comic Book, o co-roteirista Geoff Johns disse que o Duque da Decepção foi a primeira opção da equipe.
Porém, como Ares, o deus da guerra, já havia sido o antagonista do filme anterior, eles optaram por não apresentar outro deus na continuação.
“No início, brincamos sobre usar o Duque da Decepção, mas já havíamos criado um deus no primeiro filme… o deus da guerra. Não queríamos ser repetitivos e tudo mais. [A diretora] Patty Jenkins concordou com a troca e elaborou uma história que se alinhava muito bem com a década de 1980.”
Para quem não o conhece, o Duque da Decepção foi apresentado na 2ª edição dos quadrinhos da ‘Mulher-Maravilha‘, em 1942.
Criado pelo roteirista William Moulton Marston e pelo ilustrador Harry G. Peter, ele agia como um agente de Ares, enviado para confundir a mente de Diana Prince na tentativa de convertê-la como serva do deus da guerra.
Talvez a equipe de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ tenha mudado o vilão para evitar que o público achasse que Ares poderia retornar para outro filme da heroína.
E aí, você que o Duque da Decepção seria uma boa adição à trama?
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Quando se fala nos Estúdios Ghibli, é quase impossível não associá-los ao fofo e doce Totoro, uma criatura com traços de coelho que estrela o clássico Meu Amigo Totoro, que completa 33 anos hoje. Outro grande sucesso do estúdio é Túmulo dos Vagalumes, uma história sobre os horrores da Segunda Guerra Mundial contada sob a perspectiva de duas crianças em meio ao conflito. Curiosamente, esse clássico também completa 33 anos de existência neste 16 de abril. Sim, por mais improvável que pareça, esses dois clássicos eternos do cinema japonês foram lançados juntos no mesmo dia. Essa decisão, atualmente, causaria a demissão do executivo responsável na mesma hora, mas, na época, havia um receio quanto ao retorno financeiro de animes “solo”. E apesar de Totoro ser mais popular não só no Japão, mas no mundo, foi “Túmulo” que permitiu que esse lançamento duplo acontecesse.
Na época, ainda iniciando sua longa e marcante carreira cinematográfica, os Estúdios Ghibli precisavam de investimento para fazer seus filmes. Porém, os investidores tinham receio de lançar duas animações separadas, temendo que as tramas não sustentassem o interesse do público e se tornassem um grande fracasso. Por isso, eles venderam a ideia de fazer um anime baseado no conto “Túmulo dos Vagalumes” de Akiyuki Nosaka, que contava a história de sua irmãzinha que morreu desnutrida e do pai, morto durante os bombardeios em Kobe, durante a Segunda Guerra Mundial. A história era um sucesso e havia despertado o interesse da Shinchosha, que detinha os direitos do literários do conto original, e da Toho. A trama seria pesada e seria conduzida por Isao Takahata, que também tinha um passado triste em relação à guerra.
Dessa forma, faltaria mais um investidor para financiar a o lançamento da outra animação. A trama mais infantil despertou o interesse da Tokuma Shoten. Assim, entrou Hayao Miyazakipara conduzir “Meu Amigo Totoro”, uma história sobre a doçura, inocência e curiosidade da infância que lembrava muito vagamente a temática deAlice no País das Maravilhas. Ambientado na zona rural japonesa dos anos 1950, esse anime não tinha nada a ver com “Túmulo dos Vagalumes”, que nada mais era que um grande filme de guerra. No entanto, como o projeto bancaria financeiramente a existência dos Estúdios Ghibli, houve um esforço em conjunto incrível para garantir que as duas produções fossem finalizadas perfeitamente. Um membro da produção definiu a experiência como “caótica”, principalmente porque o mantra do estúdio era não entregar filmes abaixo da qualidade prometida. Ou seja, eles não podiam errar e ficavam trocando de funções, ajudando simultaneamente na realização de dois projetos completamente distintos para não perderem a chance de trazer à vida esses dois clássicos.
Hayao Miyazaki ficou famoso e virou ícone da cultura pop oriental
Quando eles chegaram aos cinemas, os exibidores poderiam fazer sessões duplas sem ter uma ordem definida. Só que eles perceberam uma detalhe curioso. Quando “Meu Amigo Totoro” era o primeiro filme da dobradinha, os espectadores deixavam as salas ao final do filme. Mas quando “Túmulo dos Vagalumes” abria as sessões, o público acabava ficando para ver “Totoro”. É interessante ver isso, porque a história leve de Totoro acabou se mostrando mais atrativa do que o drama pesadíssimo de “Túmulo”. Também pesou a questão da duração. Enquanto “Totoro” tem aproximadamente 1h30, “Túmulo” tem 2h30. O resultado desse lançamento simultâneo foi, como era de se imaginar, uma bilheteria não muito satisfatória. Só que, na década seguinte, a figura do Totoro se popularizou de forma fenomenal, rendendo milhões de bonequinhos e produtos licenciados no Japão e pelo mundo. O sucesso foi tão grande que o monstrinho virou a mascote dos Estúdios Ghibli e inspirou uma geração inteira de animadores que, hoje, nos entregam filmes animados fantásticos, como a franquia Toy Story. Já “Túmulo dos Vagalumes” acabou ficando meio de lado do público mainstream, mas passou a ser louvado pela crítica internacional como um clássico Cult. Em sua crítica, o lendário Roger Ebert definiu o longa como um dos melhores filmes de guerra de todos os tempos.
O Totoro foi homenageado com uma pelúcia em Toy Story 3