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‘Kaleidoscope’: Terror psicológico com Toby Jones ganha primeiro trailer; Assista!

‘Kaleidoscope’, terror psicológico e próximo filme do diretor Rupert Jones com a produtora IFC Midnight, ganhou o seu primeiro trailer. Assista:

A trama trata da relação destrutiva de um homem de meia idade e sua mãe, e traz no elenco Toby Jones, Anne Reid e Sinead Matthews.

Kaleidoscope tem estreia prevista nos Estados Unidos para o dia 8 de dezembro. Ainda sem previsão de estreia no Brasil.

‘Túmulo dos Vagalumes’: Fãs descobrem detalhe triste no pôster da animação

A aclamada animação do Studio Ghibli lançada em 1988, Túmulo dos Vagalumes’, se tornou um marco para o cinema de animação japonesa e conquistou milhares de fãs ao redor do mundo, sendo até hoje considerada uma das mais amadas do estúdio.

Agora, os fãs mais atentos descobriram um detalhe curioso e triste escondido no pôster do filme. Ao clarear a imagem, é possível ver um avião no céu. Com isso, é possível diferenciar que o céu tem tanto os vagalumes, quanto tiros e bombas do B-29:

Isao Takahata, fundador do Studio Ghibli, morre aos 82 anos

Sylvester Stallone divulga vídeo de intenso treinamento para ‘Rambo 5’

A sequência ‘Rambo 5‘ está caminhando e o astro da produção, Sly Stallone, publicou um vídeo de seu intenso treinamento para voltar ao papel do protagonista John Rambo. Confira:

 

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Getting ready for Rambo, Totally immersed in it! 100%. welcome to the jungle. @slystalloneshop #rambo @athleanx #healthylifestyle #mexico #heart @bradsiskind @gunnarfitness

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Starting soon and getting very excited … The world may be changing but not him. NOTHING IS OVER!

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“Começando em breve, e ficando muito empolgado. O mundo pode estar mudando, mas ele não. NADA ACABOU!”

Em um novo vídeo, publicado em sua conta oficial do Instagram,  Stallone também revela parte do treinamento físico, afirmando que embora esteja mais velho, isso não significa que se desempenho precisa ser comprometido.

Confira:


Além disso, parece que o longa encontrou seu diretor. Segundo rumores compartilhados pelo portal GWW, Adrian Grunberg é quem vai assumir a direção do longa.

Grunberg é mais conhecido por ter dirigido o filme de ação ‘Plano de Fuga‘, estrelado por Mel Gibson e lançado em 2012 nos cinemas.

Além disso, a continuação estrelada por Sylvester Stallone parece ter ganhado um título. Segundo o ScreenRant, a produção se chamará ‘Rambo: Las Blood‘. No entanto, é importante ressaltar que a informação não fora confirmada e se trata apenas de um rumor especulativo.

Em Cannes, foi divulgada a primeira arte da aguardada sequência ‘Rambo 5‘.

Confira:

 

Sylvester Stallone ainda cotado como autor do roteiro, que gira em torno do sequestro de uma das filhas de um amigo de Rambo.

Segundo o Deadline, “Rambo tem trabalhado em um rancho nos últimos anos e acaba cruzando a fronteira entre os Estados Unidos e o México, ficando frente a frente com o chefão de um dos cartéis mais violentos do país”.

Crítica 2 | ‘Marvel Zumbis’ é uma grata surpresa da Marvel Animation

Nos últimos anos, o anseio do público em declarar o Universo Cinematográfico Marvel morto só não é maior do que aquele por declarar seu renascimento. A cada novo lançamento, os comentários são extremos, para o bem ou para o mal, sempre afirmando que “a Marvel morreu!” ou que “a Marvel voltou!”. Parece que não existe meio-termo após o lançamento de Vingadores: Ultimato (2019). Tudo precisa ser o “melhor do mundo”, senão é uma produção que não vale seu tempo.

Mas a verdade é que esses últimos seis anos permitiram que o estúdio testasse novos formatos e fugisse um pouco da tão criticada “Fórmula Marvel”. Então, era óbvio que, ao tentar uma nova empreitada, haveria altos e baixos. No entanto, é curioso reparar como as produções que seguiram à risca o passo a passo da tal “fórmula” foram justamente as que fizeram sucesso dentre público e crítica. Enfim, nesse mar de lançamentos dos últimos anos, houve uma porção de produções absolutamente medianas, que divertem, mas não ficam marcadas na memória, como no caso de What If…?, a primeira série animada do MCU.

Lançada em 2021, ela trouxe versões alternativas de heróis e vilões do MCU fazendo suas missões em diferentes realidades. Porém, em vez de focar em histórias ousadas e sem conexões entre si, a série trilhou caminho para a construção dos Vingadores Multiversais, o que não foi muito bem aceito por grande parte do público. Ainda assim houve bons momentos, como o episódio inspirado nos quadrinhos Zumbis Marvel, que mostram uma linha do tempo na qual um vírus zumbi infectou os principais nomes da Marvel, criando um verdadeiro pandemônio.

O sucesso desse episódio foi tão grande que confirmou uma série derivada focada exclusivamente nele, e agora Marvel Zumbis chegou ao Disney+ como uma gratíssima surpresa da Marvel Animation. A trama segue os eventos do episódio de What If…? e acompanha a vida de três sobreviventes da infestação: Kamala Khan, Kate Bishop e Riri Williams. Elas vivem sob a proteção da Mansão Bishop, onde há comida, energia e água, até o dia em que elas interceptam um Quinjet e descobrem que existe um dispositivo capaz de pedir ajuda de fora do planeta para curar a população infectada da Terra. Por isso, elas largam “a paz” daquela vida controlada, embarcando em uma viagem rumo a uma base de lançamento que permita que elas concluam a missão de outros Vingadores, que pereceram pelo caminho.

O grande mérito da série está justamente em seus personagens e em como eles são trabalhados neste contexto apocalíptico. Como a série é ambientada numa época próxima aos eventos de Ultimato, é possível ver que toda a estética é inspirada no filme, trazendo também eventos que foram importantes nas telonas, como a chegada de Thanos a Wakanda, trazendo novas óticas sob os dilemas pessoais do Thor e outros heróis. Só que o mais legal é realmente o aproveitamento dos personagens personagens que foram introduzidos no universo Marvel dos cinemas, após a conclusão da Saga do Infinito, como o trio principal, Shang-Chi, os Thunderbolts, o Cavaleiro da Lua e o Namor.

Fica aquela sensação de que a própria Marvel percebeu que o público perdeu a paciência para a nova formação esperada dos Vingadores, e decidiu dar um descanso a eles, focando um pouco mais naqueles heróis que vieram apenas para “compor elenco”, mas demonstraram um potencial maior de cativar a galera do que os verdadeiros protagonistas. E isso é muito interessante, porque permite interações até então inéditas no MCU, deixando aquele gostinho de “quero ver mais disso”. E como há filmes-eventos programados para os próximos anos, é bem possível que o público veja mais dessas interações em breve nas telonas.

Talvez a maior adição ao time de heróis seja justamente o Shang-Chi. Seu filme solo foi uma aventura divertidíssima, tendo até uma sequência planejada para sair nos últimos anos, mas que foi engavetada devido à estafa de produções e ao baixo desempenho nas bilheterias mundiais numa época de pandemia. Então, quem gostou -ou ao menos assistiu – do longa ficou meio órfão do personagem, que aparece na trama desta animação momentos antes dos eventos de seu filme acontecerem. E por serem tramas ambientadas na mesma cidade, existe uma conexão muito legal desse personagem com a franquia do Homem-Formiga, rendendo momentos de criatividade pura para retratar o início de um apocalipse zumbi.

Há também uma forte presença do núcleo do Kamar-Taj, que foi brevemente apresentado em Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (2022), mas acabou sendo deixado de lado diante das controvérsias do filme, assim como aparecem personagens de Eternos (2021), que sofreu com críticas parecidas. É como se esses quatro episódios servissem brevemente como um lembrete de que essas produções da Fase Cinco são canônicas, apesar de grande parte do público simplesmente ignorá-las. Mas também parece que a Marvel usa essa animação para fazer um mea culpa, porque todos esses personagens estão muito mais legais na série do que em suas produções solo. Fica a sensação de eles entenderam onde ‘erraram’.

Entretanto, quem rouba a cena mesmo é um personagem introduzido justamente na série: o Blade. Num mundo ideal, o público já teria visto Mahershala Ali encarnando o caçador de vampiros há muito tempo, mas os atrasos e divergências criativas já atrasaram tanto esse filme que muita gente sequer tem fé de que esse projeto sairá um dia. O que é uma pena, porque a série dá um vislumbre do que os fãs podem esperar dele. Na trama, ele foi escolhido por Konshu para ser seu avatar na Terra. Sendo o novo Cavaleiro da Lua, Blade herda os poderes da divindade egípcia, enquanto mantém sua personalidade e habilidades próprias.

Não tem como. O personagem ostenta uma presença absurda, tendo um porte de protagonista interessantíssimo, mesmo sendo um coadjuvante de luxo na produção. Cada momento seu em cena faz o público se lamentar por esse filme não ter saído até hoje, porque ele é a definição perfeita de “aura”. Mais do que isso, sua presença e sucesso fazem você se questionar por que diabos a Marvel ainda não apostou com tudo nesse núcleo sobrenatural. É tão interessante… Não é possível que vão deixar passar, principalmente num momento em que Hollywood tem apostado novamente em filmes sobre vampiros e lobisomens.

Por outro lado, a série segue com alguns velhos problemas da Marvel Animation, a começar pelo estilo de animação. Tudo bem que esse 3D esquisito já é marca registrada da franquia What If…?, mas está longe de ser algo instigante ou criativo. Mesmo com personagens nesse estilo de 3D, é possível brincar com outros estilos e ousar um pouco mais, nem que seja na composição de cenários, sabe? É muito pouco para um estúdio multibilionário.

Outro ponto é a necessidade narrativa de querer formar Novos Vingadores a todo momento, enquanto não se desapegam do time anterior. Nessa série, eles fazem questão de mostrar todos os heróis antigos sendo “superados” pelos seus substitutos, sendo que fica forçado em certos momentos. Um caso legal é mostrar que o corpo do Stark foi transformado numa máquina de proteção, é diferente e faz sentido. Outro caso completamente diferente é mostrar – de novo – o vício do Guardião Vermelho em querer ser melhor do que o Capitão América. Já fizeram essa piada 15 vezes no MCU. É repetitivo. Dá para fazer mais do que isso. Tanto que os melhores momentos da série são justamente quando eles desapegam desse núcleo dos Vingadores originais e deixam a galera nova brilhar.

Dentre alto e baixos, Marvel Zumbis é uma produção que não se propõe a ser a melhor do mundo, mas que também não chega a ser medíocre. É uma grata surpresa por trabalhar bem seus novos personagens e criar um mundo que te prende, mesmo com os vícios da casa de querer emplacar novos Vingadores a todo momento. Não é a morte e nem o renascimento da Marvel, é apenas uma série muito boa que termina com um gancho sensacional para uma segunda temporada.

Marvel Zumbis está disponível no Disney+.

Foram divulgadas as primeiras reações a ‘Aquaman’; Confira!

Aquaman‘ é uma das estreias mais antecipadas deste final de ano e, com o filme já finalizado, alguns sortudos já puderam conferir o longa em sua totalidade.

Nas poucas permissões que o embargo de opinião permite manifestar, os internautas só disseram coisas ótimas a respeito do filme!

Confira:

https://twitter.com/carlcarlsonnnn/status/1060409565185892352

Aquaman é meu filme favorito da DC. Você ouviu aqui primeiro. Primeiro a assistir na costa oeste!

Então… Sobre Aquaman. Uma reação do filme: É muito bom! Nada incrível, mas bem-feito. Ação é boa, a história é ok. CGI é decente. Trilha musical é ok. Mera/Arthur são um casal de altos e baixos. No total, é um bom filme. 

Posso dizer que vi Aquaman’. Não posso falar em detalhes, mas digo que é uma conquista cinematográfica e em narrativa. Uma prova que Walter Hamada está fazendo um grande trabalho e que James Wan devia dirigir mais filmes da DC. 

 

O filme estreia em 13/12. Nos EUA, a estreia acontece apenas em 21 de dezembro.

James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

 

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Tessa Thompson pode estrelar série solo de Valquíria

Tessa Thompson fez um grande impacto com sua estreia como Valquíria em 2017 no filme Thor: Ragnarok, imediatamente caindo no gosto popular. Infelizmente, a guerreira asgardiana acabou de fora de Vingadores: Guerra Infinita, mas voltará para a épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’. E como se não bastasse, a Marvel pode lhe dar uma carreira pós Fase 3 com uma série solo.

Segundo o site We Got This Covered, uma fonte confiável dos estúdios declarou que a Disney está pensando em desenvolver uma série focada em Valquíria para o Disney+. Por enquanto, as produções não se iniciaram e ainda estão em estágios bem iniciais – mas podemos considerar que o suposto show seguirá a mesma ideias dos solos Loki‘Falcão e Soldado Invernal’‘WandaVision’.

Também espera-se que Thompson retorne como a guerreira e, para respaldar os boatos, foi confirmado recentemente que ‘Ultimato’ deixará a personagem em uma posição interessante que a guiará num caminho rumo a uma série solo.

Enquanto nenhuma confirmação é feita, o próximo filme da Marvel chega aos cinemas no dia 25 de abril.

‘Rick and Morty’: Rick recruta um time de mercenários em novo vídeo; Confira!

Adult Swim divulgou recentemente uma nova promo oficial da 4ª temporada de Rick and Morty.

Confira:

Assista ao trailer:

A série foi criada pela dupla Dan Harmon e Justin Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Vale lembrar que a animação já está renovada para outras temporadas, em um acordo que garante mais 70 episódios inéditos à produção.

No Brasil, as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

O próximo ciclo estreia no dia 10 de novembro.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Artes conceituais mostram versões alternativas da Dark Rey

Através do SlashFilm, o artista conceitual Phil Szostak divulgou novas imagens de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ que trazem versões alternativas da Dark Rey.

Confira:

Lançado em 2019, ‘A Ascensão Skywalker‘ teve o pior percentual de aprovação entre toda a saga, registrando apenas 52% no Rotten Tomatores. Logo atrás vem ‘A Ameaça Fantasma‘ (53%) e ‘O Ataque dos Clones‘ (65%).

Mesmo assim, o desfecho da saga arrecadou US$ 1,058 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 275 milhões.

Confira nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme traz o desfecho da nova trilogia.

Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo, Billie Loud, Naomi AckieRichard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparece como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘One Night in Miami’: Estreia diretorial de Regina King ganha novas imagens promocionais

One Night in Miami, estreia diretorial da sempre icônica Regina King, ganhou novas imagens promocionais incríveis (via Variety).

Confira:

O filme foi aclamando após sua estreia no Festival de Veneza, com as críticas elogiando a dramática atmosfera da obra, as atuações e a fluidez da direção de King.

Confira:

“A fluida direção de King sobre seus quatro atores significa que a atmosfera nunca se mostra dramaticamente constrita, enquanto abre espaço para performances incríveis’ – Daily Telegraph (UK).

“King prova ser uma diretora de atores talentosa, conforma traz à vida uma premissa que poderia se render ao melodramático” – Times (UK).

“Um drama completo que mostra um time de super-heróis negros reais” – The Playlist.

“Uma homenagem empoderadora de King para os movimentos negros do passado, do presente e do futuro” – Screen International.

One Night in Miami tem um impacto incrível, porque permanece altivo enquanto tem dolorosas raízes fincadas naquilo que tira o extraordinário de uma pessoa” – IndieWire.

O filme estreou no Festival de Veneza 2020 e transformou King na primeira diretoria afro-americana a ter realizado tal feito em 77 anos do evento.

Mas isso não é tudo: King também recebeu aclame por sua obra, imediatamente colocando-a como umas das fortes concorrentes à cerimônia do Oscar 2021. Após críticas extremamente positivas, o filme pode concorrer nas categorias de Melhor Roteiro AdaptadoMelhor Ator para Eli GoreeMelhor Ator Coadjuvante para Aldis HodgeLeslie Odom Jr.Ben Kingsley-Adir. King também tem grandes chances de ser indicada na categoria de Melhor Direção.

Lembrando que uma diretora negra nunca foi indicada ou venceu na categoria em questão – o que poderia garantir a ela um espaço de extrema representatividade na esfera do entretenimento.

Ainda não se sabe quando o longa será lançado.

O filme é baseado na peça homônima assinada por Kemp Powers, que assina o roteiro da adaptação.

Ambientada na noite do dia 25 de fevereiro de 1964, a narrativa gira em torno de um jovem Cassius Clay – antes de ser conhecido por Muhammad Ali -, pouco depois de ter saído vitorioso na luta contra Sonny Liston para o título de peso-pesado, chocando o mundo do boxe. Entretanto, as leis de segregação da era Jim Crow dos Estados Unidos forçaram Clay a comemoração no Hampton House Motel em Overtown, Miami, se unindo a três amigos para discutir sobre suas vidas e sobre a responsabilidade de manter a vitória de um homem negro durante o movimento pelos direitos sociais.

Eli GoreeKingsley Ben-AdirAldis HodgeLeslie Odom Jr. estrelam o longa-metragem.

Terence Blanchard (Destacamento Blood) compôs a trilha sonora da releitura. Jody KelinKeith CalderJess Wu Calder entram como produtores.

Apesar de não ter estreia confirmada, credita-se que o filme será lançado a tempo da comemoração do Mês da História Negra em fevereiro de 2021 (a tempo de competir para o Oscar).

‘Cidade Invisível’: Série brasileira que mistura folclore e suspense já está disponível na Netflix!

A ambiciosa e aguardada série brasileira ‘Cidade Invisível’, que mistura folclore nacional e suspense, já está disponível na Netflix.

Confira o trailer:

Os episódios foram dirigidos por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.
Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CóresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘Archenemy’: Sci-fi com Joe Manganiello ganha data de lançamento na AMC+

AMC+ adquiriu os direitos de exibição do filme de ficção cientícia Archenemy, estrelado por Joe Manganiello (‘True Blood’), e anunciou recentemente o lançamento do título em sua plataforma: 01 de julho.

Na trama, Max Fist é um herói de outra dimensão que é viaja pelo tempo e espaço e acaba caindo na Terra. Ninguém acredita em sua história, expecto por um jovem chamado Hamster. Juntos, eles enfrentam traficantes e o seu chefe para ajudar a recuperar a cidade dos bandidos.

Relembre o trailer:

O longa é dirigido por Adam Egypt Mortimer, do elogiado ‘Daniel Isn’t Real‘.

O elenco ainda conta com Glenn Howerton, Skylan Brooks, Amy Seimetz, Zolee Griggs e Joseph D. Reitman.

Wicked | Conheça o romance de Gregory Maguire que será adaptado para os cinemas

Nos últimos dias, a Universal Pictures finalmente revelou que a indicada ao Oscar Cynthia Erivo e a vencedora do Grammy Ariana Grande irão estrelar a vindoura (e já problemática) adaptação de Wicked, aclamado musical da Broadway que, por sua vez, foi baseado no ilustre romance assinado por Gregory Maguire.

Mas você conhece a história do livro?

Em 1995, Maguire decidiu resgatar o conto de O Mágico de Oz’, criado por L. Frank Baum em 1900 que contava a vida e as aventuras da jovem Dorothy Gale e sua jornada inesperada à longínqua e misteriosa terra de Oz, na qual encontra diversas criaturas sedentas por cumprirem seus desejos – e outras não tão amigáveis assim. De qualquer modo, fomos apresentados a um ponto de vista e não sabemos o que estava acontecendo neste território desconhecido antes da chegada da garota; é exatamente sobre isso que Maguire discorre em Wicked – A História Não Contada das Bruxas de Oz’. E as coisas não poderiam ser mais chocantes: pelo que tudo indica, a Bruxa Má do Oeste é revelada como uma vítima cujas ambições são suprimidas por um regime totalitário comandado pelo Mágico; a Bruxa Boa do Norte é na verdade uma patricinha fútil que não se importa com ninguém além de si mesma. E a sociedade oziana (gentílico adotado pelos habitantes de Oz, obviamente) está prestes a ruir em disparidades sociais e pobreza.

Tudo parece uma grande brincadeira de mau gosto ou uma sátira novelesca. Três anos antes da publicação de Wicked, Geoff Ryman já havia lançado sua obra, Was’, mas como forma de manter o poder da fantasia e da arte, provocando em seus leitores meditações e divagações profundas sobre estas vertentes. Mas aqui as coisas são diferentes. A premissa principal resume-se mostrar os dois lados de uma mesma moeda e dizer que as pessoas que se portam como antagonistas na verdade não são piores que o restante de nós. Não digo que o autor trate a obra original com desrespeito, mas sim como um diamante a ser lapidado: os personagens aparecem, obviamente, mas em arcos diferenciados e, por vezes, assustadores, embebidos em pretextos que culminam em atos e escolhas quase inumanas. E apesar do tom dramático e provocativo, a narrativa de desenrola de forma tão fluida que nos faz mergulhar num universo novo em questão de segundos.

Em Wicked, como já citado, Elfaba (a futura Bruxa Má do Oeste) não é a antagonista, e sim uma criação mal compreendida que foi, de certo modo, abandonada pela família por ter nascido com a pele verde e por não poder entrar em contato com a água, além de ter dentes proeminentes que assustavam a qualquer um que ousasse chegar perto dela. Em contraposição, Glinda (a futura Bruxa Boa do Norte) emerge como uma socialite hipócrita obcecada pelo dinheiro e por status e cuja futilidade é exatamente o que Elfaba condenaa. O Mágico, por sua vez, é o grande vilão, pois, ainda que Glinda não seja flor que se cheire, suas intenções não são ruins. Mas o governante na verdade é um déspota tirano que destronou a Rainha Ozma para tomar a força o poder e ameaçar exterminar aqueles que ousassem lhe impedir ou lhe contrariar.

Elfaba é o que podemos chamar de arquétipo do idealismo anárquico e da coragem dos rebeldes que deseja estampar na cara da sociedade todas as mazelas sob as quais ela vive. Logo depois de entrar na Faculdade de Shiz, nome concedido em homenagem ao centro comercial de Oz e local onde todos os seus valores são colocados em cheque ao conviver com pessoas tão supérfluas e que a maltratam, ela se envolve na luta pelos direitos dos Animais (com A maiúsculo mesmo), uma classe que se diferencia do restante dos animais por ter a capacidade de falar. Para tanto, sua vida começa a ser permeada por outros personagens de cunho moralista, como o Doutor Dillamond, um Bode que realiza experiências antropológicas, Madame Morrorosa, que trabalha secretamente para o Mágico, e Nessa – sua irmã e futura Bruxa Má do Leste – que se encanta com uma vida que nunca pôde ter por conta de seu passado.

Após encontrar as vertentes extremistas da luta social, a protagonista abandona a escola, torna-se uma anarquista e se esconde. Depois que seu amante, Fiyero, é assassinado por soldados do Mágico, ela se une a um grupo de monjas, para cuidar dos fracos e doentes. Mas, durante uma longa jornada que eventualmente a leva de volta para sua própria casa, Elfaba se torna tão desiludida e paranoica que, mais breve que o esperado, abraça seu destino como Bruxa Má do Oeste.

Elfaba é uma personagem completa: complexa e problemática como todo ser humano e, por isso mesmo, torna-se emblemática. Apesar de todos os personagens também serem assim, com ela a visão multidimensional é muito mais clara. Ela é supostamente a heroína e aquela para a qual devemos sempre torcer. Mas por mais que saibamos que ela não passa de uma vítima de uma sociedade intolerante, corrupta e preconceituosa, suas próprias ações denunciam a quebra dos paradigmas heroicos que conhecemos. Sua mente está em constante mudança e é bombardeada por excentricidades que a levam em caminhos opostos ao que deveria. Entretanto, sabe muito bem diferenciar uma escolha individualista de outra social. E obviamente não podemos esquecer sua inteligência – algo notável não só no seu modo de agir, mas também em suas reflexões sobre a vida e o mundo (seja no campo espiritual, seja no terrestre).

“Eu nunca uso as palavras humanista ou humanitário, pois me parece que ser humano significa ser capaz dos crimes mais hediondos da natureza.”

A riqueza de detalhes de Maguire para descrever Oz também merece destaque. Não espere encontrar descrições precisas de lugares, lendas e criaturas como nos livros de J.R.R. Tolkien por exemplo, pois nem mesmo os próprios ozianos parecem conhecer Oz realmente – tanto que existem inúmeras teorias sobre como o mundo foi criado, sobre Deus, sobre o surgimento dos Animais, entre outras coisas. A riqueza de detalhes que me refiro encontra-se exatamente nos elementos que acabei de citar. Tudo é extremamente mundano e ordinário; seja nas discussões e questionamentos sobre a vida (tanto no aspecto natural/terreno quanto no sobrenatural/divino), seja nos problemas das pessoas e o modo como elas reagem a eles, seja na ignorância e na falta de compreensão dessas mesmas pessoas ao não conseguir conceber o diferente e tratá-lo com hostilidade e intolerância: tudo isso faz com que você esqueça na maior parte do tempo que está lendo um livro de fantasia. E apesar de causar estranheza no início, essa abordagem inusitada te faz ficar cada vez mais fascinado com esse universo complicado e por vezes espantoso.

O maior triunfo do livro sem dúvida está em suas reflexões. Não apenas sobre natureza do bem e do mal, mas sim na abrangência dos diversos níveis da psiquê humana. Nenhum personagem é unilateral ou linear quando falamos do caráter, e isso faz com que tanto eles quanto o leitor questionem e duvidem de seus pensamentos e ações o tempo inteiro. Assim como todos nós, perguntam-se qual a escolha mais sensata a se fazer, ainda que isso contrarie os seus princípios ou os da comunidade em que vivem. Maguire tenta mostrar através da história de Elfaba que conceitos de personalidade não são definitivos, e que o certo e o errado não se resumem ao que nos ensinaram. Nós mesmos somos colocados à prova em cada parágrafo minuciosamente escrito pelo autor; depende apenas de nós englobar a sabedoria necessária para discernir e compreender tudo isso (confesso que várias vezes durante a leitura, parei e pensei: “caramba, isso faz muito sentido.”)

“Glinda usava suas contas de purpurina, e você usava sua aparência exótica e sua história, mas vocês não estavam fazendo a mesma coisa, tentando maximizar o que tinham para conseguir o que queriam? As pessoas que se dizem más normalmente não são piores do que o resto de nós. – Ele suspirou. – É com as pessoas que se dizem boas ou melhores do que o resto de nós que devemos nos preocupar.”

Wickedé o tipo de livro que deixa os leitores intrigados, incomodados, desconfortáveis e, em alguns momentos, inconformados, como toda boa obra de arte, – e isso torna sua leitura obrigatória. As recomendações em sua contracapa são verdadeiras: reserve um espaço para a obra entre “Alice no País das Maravilhas” e “O Senhor dos Anéis”. Pois uma fusão entre fantasia e realidade que consiga fazer o que este livro fez, definitivamente merece um lugar especial.

Lembrando que o longa-metragem começa a ser rodado a partir de junho de 2022, no Reino Unido, com Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’, ‘Em um Bairro de Nova York’), atado à direção.

Michael Bay fala sobre a polêmica do tapa de Will Smith: “Não me importo”

Em uma recente entrevista ao Yahoo!, o diretor Michael Bay, que trabalhou com Will Smith no filme ‘Bad Boys’, foi questionado sobre a polêmica envolvendo o ator e Chris Rock na última cerimônia do Oscar – e fez questão de dizer com todas as palavras que não se importava.

“Em primeiro lugar, é errado desde o começo”, ele disse. “Mas isso é tudo sobre o que as pessoas estão falando. E eu realmente não me importo. Tem coisas muito mais importantes acontecendo. Hollywood é muito mesquinha. Há bebês explodindo na Ucrânia agora mesmo. Nós deveríamos estar falando sobre isso”.

Bay comentou que não assistiu à cerimônia do Oscar, mas recebeu diversas mensagens de texto falando sobre o incidente – e aproveitou para reafirmar que nunca viu Smith perder a paciência da maneira que fez com Rock.

“Eu trabalhei com ele, ele não é daquele jeito”, o realizador reiterou. “Eu nunca o vi perder o controle daquela maneira. Achei que era tudo combinado, porque eu vi o sorrisinho [dele] e já estive em set quando Will zoava as pessoas, quando brincava com as pessoas. Ouça, foi um tapa. Não foi um soco. Ele é muito bom na luta, ele é treinado… Mas está tudo errado”.

Lembrando que um 4º filme da franquia ‘Bad Boys’ seria lançado, trazendo o retorno dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah, mas os planos podem ter sido atrapalhados após os acontecimentos supracitados.

As informações indicam que uma das consequências da agressão cometida por Smith foi a suspensão do próximo capítulo da saga.

Uma nota do portal The Hollywood Reporter, escrita pelos jornalistas Aaron Couch e Borys Kit, afirma que:

“Um boato que ouvimos esta semana é que ‘Bad Boys 4‘ já estava em desenvolvimento ativo, e Smith recebeu 40 páginas do roteiro antes do incidente do Oscar, segundo nossas fontes. Agora haverá uma… suspensão… no projeto enquanto os responsáveis decidem o que vai acontecer daqui para frente.”

Provavelmente, a sequência não será cancelada, mas deve permanecer suspensa até que a polêmica envolvendo Smith e Rock perca força.

Smith também optou por pedir para sair da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.

O ator anunciou no último dia 01 de abril que decidiu deixar de ser um membro da Academia pois havia “traído” sua confiança com uma conduta “chocante, dolorosa, e imperdoável.”

O anúncio repentino veio dias depois da Academia condenar as ações de Smith e abrir um inquérito sobre o incidente.

“Respondi diretamente ao aviso de audiência disciplinar da Academia e aceitarei plenamente todas e quaisquer consequências por minha conduta. Eu privei outros indicados e vencedores de sua oportunidade de celebrar e ser celebrado por seu trabalho extraordinário. Estou de coração partido. Aceitaria quaisquer outras consequências que o conselho considerar apropriadas”, disse ele em comunicado.

A academia disse que aceitou sua demissão.

“Recebemos e aceitamos a renúncia imediata do Sr. Will Smith da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”, disse David Rubin, seu presidente, em comunicado.

O ator ainda pode perder seu Oscar pelo ocorrido:

“Continuaremos a avançar com nossos processos disciplinares contra o Sr. Smith por violações dos Padrões de Conduta da Academia, antes de nossa próxima reunião do conselho agendada em 18 de abril.”, concluiu.

Tim Burton não consegue imaginar outra Wandinha Addams além de Jenna Ortega

‘Wandinha’, série inspirada na clássica franquia mulmidiática A Família Addams, é uma das produções mais aguardadas do ano – e trará ninguém menos que Jenna Ortega ao papel titular.

Agora, em um recente vídeo divulgado pela Netflix, o diretor e criador da produção, Tim Burton, rasgou elogios para a jovem atriz e disse que ela é perfeita para encarnar a personagem.

“Ela é uma atriz de filmes mudos, em relação ao fato de conseguir expressar as coisas sem palavras”, Burton explicou. “Ver a vida interna e as sutilezas foi muito animador. E por isso que temos sorte de ter Jenna, porque não consigo imaginar outra Wandinha”.

O elenco traz Jenna Ortega como Wandinha, Catherine Zeta-Jones como Mortícia, Luiz Gusman como Gomez e Issac Ordonez como Pugsley.

Assista ao trailer:

Durante uma entrevista para o Comicbook.com, o lendário compositor Danny Elfman comentou sobre o que o público pode esperar da atração e aproveitou para elogiar o trabalho de Ortega.

”A série está muito, muito divertida. Atualmente, estou trabalhando no segundo episódio ao lado de Tim e a jovem atriz que está interpretando Wandinha. Ela é realmente perfeita, ela foi a escolha perfeita para o papel. Vocês realmente vão vê-la se transformar nessa querida personagem.‎”

Conhecida por seus trabalhos em ‘Você’, ‘Pânico’ e ‘X’, Ortega já havia comentado sobre os desafios de encarnar a filha de Gomez e Mortícia.

Para ela, uma das principais características de Wandinha é sua falta emoções, algo que é muito complicado para uma atriz expressiva como Ortega.

“O mais interessante sobre Wandinha é que nunca a vimos agir como uma adolescente comum”, disse à Entertainment Weekly. “Ela é uma menina de oito anos obcecada por assassinato, morte, luto e depressão. É tão bizarro que chega a ser engraçado e encantador ao mesmo tempo. Então, como eu posso reproduzir tudo isso e fazê-la interessante sem descaracterizá-la? É uma série de oito episódios… Então, meu maior desafio é fazer com que as pessoas se conectem com ela de uma forma emotiva, mesmo que ela esteja fechada às emoções.”

Ela acrescentou que:

“Ok, ela tem que ser capaz de conduzir a história adiante de alguma forma, mas como a mantemos fiel ao seu eu inexpressivo? Estou muito curiosa para saber como isso vai funcionar. Eu nunca tive a oportunidade de interpretar um personagem icônico antes e sei que ela é muito amada e respeitada, então não posso estragar tudo.”

Além de Ortega, Zeta-Jones e Guzman, Gwendoline Christie será Larissa Weems, diretora da Academia Nevermore, que tem uma rixa antiga com Mortícia.

Wandinha fará parte da Academia Nevermore, na cidade de Jericho, e estará acompanhada de diversos outros personagens, incluindo vários estudantes.

Confira a descrição de cada um abaixo:

  • Joy Sunday como Bianca Barclay: uma das estudantes mais populares da Academia, Bianca é descendente de uma longa linhagem de sereias com um poder encantador de persuasão.
  • Emma Myers como Enid Sinclair: Enid é a animada e vibrante colega de quarto de Wandinha. Vinda da Califórnia, ela faz parte de uma matilha de lobisomens.
  • Hunter Doohan como Tyler Galpin: um morador local que constrói uma amizade inesperada com Wandinha. Ele tem um relacionamento complicado com o pai, o xerife Donovan.
  • Moosa Mostafa como Eugene Otinger: um dos estudantes mais peculiares da Academia e presidente do clube de apicultura.
  • Georgie Farmer como Ajaz Petropolus: estudante da Academia que também é uma górgona. Estranho e tímido, Ajaz fica muito ansioso quando alguém olha em seus olhos.
  • Naomi J. Ogawa como Yoko Tanaka: uma vampira inspirada pela estética harajuku e uma das jovens mais legais da Academia.
  • Percy Hynes White como Xavier Thorpe: um estudante caristmático e sobrenaturalmente artístico que vem de uma família abastada, graças ao célebre pai.
  • Jamie McShane como o Xerife Donovan Galpin: Nascido e criado e Jericho, esse xerife sempre teve problemas com a Academia – e uma vingança pendente com um ex-aluno de lá, Gomez Addams.
  • Thora Birch como Tamara Novak: supervisora do dormitório de Wandinha e a única sem atributos sobrenaturais na Academia, com paixão por todas as coisas que se relacionam com botânica.
  • Riki Lindhome como a Dra. Valerine Kinbot: uma terpaista local que fica extremamente intrigada com sua nova paciente, Wandinha.

O roteiro é escrito por Alfred Gough e Miles Millar, mais conhecidos por criar e produzir a série de sucesso ‘Smallville‘.

Para quem não sabe, ‘A Família Addams foi criada pelo cartunista Charles Addams, em 1938, como tiras para a revista The New Yorker. Os personagens geraram séries live-action e animadas, livros, vídeo games e até mesmo um musical, que foi exibido no Brasil em 2012, com Daniel Boaventura e Marisa Orth como o casal Gomez e Morticia Addams.

No cinema, a criação gerou A Família Addams, grande sucesso de bilheteria de 1991, e, 2 anos depois, A Família Addams II’, ambos dirigidos por Barry Sonnenfeld. Anjelica Huston e Raul Julia interpretaram o casal Addams. Christopher Lloyd foi o Tio Fester e Christina Ricci viveu Wednesday Addams (Wandinha).

O terceiro filme, ‘O Retorno da Família Addams’, foi lançado diretamente em vídeo em 1998.

Ladrões tentam recuperar obras de arte roubadas por nazistas no trailer de ‘Righteous Thieves’; Confira!

Lionsgate divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Righteous Thieves’, filme de roubo no estilo ‘Onze Homens e um Segredo’.

A produção estreia no dia 10 de março nos Estados Unidos, ainda sem confirmação de chegada ao Brasil.

Confira:

Anthony Nardolillo fica responsável pela direção, enquanto Michael Corcoran faz sua estreia como roteirista.

Nessa instigante aventura de roubo, Annabel (Lisa Vidal), líder de uma organização secreta que tem como objetivo recuperar obras de arte inestimáveis, une um time de ladrões de arte para recuperar um Monét, um Picasso, um Degas e um Van Gogh que foram roubados pelos nazistas durante a II Guerra Mundial e que, agora, estão em posse do oligarca bilionário Otto Huizen (Brian Cousins). Conforme o roubo se aproxima, lealdades são testadas quando o grupo descobre o verdadeiro motivo que leva Annabel a procurar pelas pinturas perdidas.

Jaine Lee OrtizCam GigandetCarlos MirandaSasha Merci completam o elenco.

Retro Dance #08 | ‘Songs in A Minor’ e a estreia GLORIOSA de Alicia Keys na música

Há pouco mais de vinte anos, uma das lendas da música começava uma carreira quase irretocável: Alicia Keys. Em sua estreia na indústria fonográfica, Songs in A Minor, Keys mostrava que não estava brincando quando se tratava de construir narrativas competentes e dominar o cenário mainstream, seguindo os passos de outras mulheres negras que vinham ganhando espaço nos anos anteriores – principalmente o grupo Destiny’s Child, que dominava o R&B. Em 2001, o début de uma das maiores cantoras e compositoras de todos os tempos recuperava o neo soul com força impactante e com dissonância apaixonante, demonstrando potentes vocais e um sucesso crítico e comercial que a colocou no topo dos charts do mundo inteiro – incluindo uma estreia em primeiro lugar na Billboard 200.

Mas o que transforma esse álbum em um clássico? Alicia vinha trabalhando no início de sua estética sonora desde 1995, quando tinha apenas catorze anos. Depois de ser rejeitada pela Columbia Records, ela assinou contrato com a J Records e pôde mostrar ao público seu poder. Misturando gêneros como gospel, jazz, blues e hip hop, o escopo narrativo se afastava das costumeiras incursões românticas para uma profunda análise das complexidades dos relacionamentos, normalmente colocando-a como centro de uma perspectiva marcada por traumas, abandonos e paixões enfurecidas. Mais do que isso, Keys demonstrou sua versatilidade instrumental ao comandar com solidez a produção de boa parte das faixas através de seu treinamento clássico do piano, além de assinar inúmeras iterações por conta própria.

Em seu primeiro álbum, a performer mostrou que não estava para brincadeira – e sua necessidade de se provar alcançou seu objetivo, seja por ter vendido nada menos que 12 milhões de cópias desde seu lançamento, seja por ter garantido cinco estatuetas do Grammy à lead singer. Logo de cara, com a breve e evocativa introdução “Piano & I”, a artista exibe aos ouvintes um domínio das “normas cultas” da música, por assim dizer, enquanto promove um sensual e envolvente anacronismo. As cartas estão dadas – e ela não perde a mão em nenhuma das tracks subsequentes. A upbeat e misteriosa atmosfera de “Girlfriend”, que foi lançado como single final da obra, merecia mais reconhecimento do que tem e definitivamente integra uma das quintessenciais construções de sua carreira; a epopeica “Rock wit U”, estendendo por mais de cinco minutos, é uma jornada em rapsódia digna de nota e de estudo – afinal, como não ficar intrigado com a mistura de violino, piano e bateria que ergue-se logo nos segundos iniciais?

Alicia Keys, mais do que uma das forças-motrizes que abriram espaço para os múltiplos atos femininos nos anos seguintes, é, da mesma forma que Beyoncé, um dos ícones da cultura afrodescendente nos Estados Unidos. Alastrando suas referências para a contracultura do hip hop de meados dos anos 1970, vê-se um movimento de convecção que reapropria o gênero e a traz, assim como os Black Spades pretendiam década atrás, hinos de empoderamento para o cenário em voga, dominado consistentemente pelos brancos. Keys, querendo ou não, contribuiu para a desconstrução segregacionista que se instalava em um contínuo crescendo, fosse com os solilóquios saudosistas de “Lovin U”, que nutre-se dos corais gospels e das aplaudíveis brincadeiras vocais que trata com naturalidade invejável.

A performer também não pensa duas vezes antes de homenagear seus grandes ídolos, seja com covers, seja com inspirações miméticas extremamente polidas e bem organizadas (aliás, o álbum inteiro é uma lição de como construir uma trama com começo, meio e fim, sem esbarras nos exageros floreados da virada do século). “How Come You Don’t Call Me” ganha uma versão interessante numa fusão entre passado e presente – e uma rendição memorável que foi elogiada inclusive pelo compositor e cantor original, Prince. “Ele me disse que ouviu a música e amou […] Foi realmente uma honra”, ela comentou em uma entrevista ao Toronto Sun ainda em 2002. “Jane Doe”, por sua vez, traz uma breve parceria com Kandu Burruss e consagra o movimento funk dos anos 1960, tudo revestido com uma contemporaneidade atemporal e que envelheceu muito bem nos dias de hoje (motivo pelo qual também representa um dos ápices da discografia da cantora).

“Fallin’”, sem sombra de dúvida, é a música pela qual vínhamos todos esperando. Condecorada com diversos prêmios, incluindo três prêmios do Grammy (Música do Ano, Melhor Música R&B e Melhor Música Feminina R&B), a faixa é o suprassumo do neo soul e uma das precursoras do futuro do gênero (cujo legado é visto sobretudo nos primeiros anos da década de 2010). O single de estreia de Keys teve uma recepção massiva e, até hoje, é considerada uma das músicas mais bem-sucedidas do início do século. As múltiplas camadas de voz que espalham-se pelos três minutos e meio são cautelosas e fogem da fugacidade, unindo-se em uma ambiência que nos relembra de Aretha Franklin e de James Brown ao mesmo tempo, em uma sutileza arrepiante e uma história sobre a espiralada jornada do amor.

Songs in A Minor é uma das melhores estreias do século XXI por uma série de motivos (que foram explicados ao longo desse texto). Vinte anos atrás, Alicia Keys começava sua jornada com o pé direito, munida das originalidades de uma persona faminta por deixar a sua marca e que reclamaria pelo que lhe pertencia por direito, não importa quanto tempo levasse.

‘A Vida Invisível’: Aclamado filme com Fernanda Montenegro estreia ESTA SEMANA na Paramount+!

A Vida Invisível‘, filme estrelado pela icônica Fernanda Montenegro e que foi o escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil no Oscar 2020, estreia esta semana no catálogo da Paramount+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming em 21 de dezembro.

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

Relembre o trailer:

Crítica | A Vida Invisível – Tocante relato sobre a força da mulher e a luta contra o patriarcado

Dirigido por Karim Aïnouz, o longa é baseado no livro ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão‘, escrito por Martha Batalha.

O elenco também conta com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui Maria Manoella.

Sabrina Carpenter lança “Please Please Please”, segundo single do álbum ‘Short n’ Sweet’

Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música, lançou a faixa “Please Please Please” como segundo single oficial de seu sexto álbum de estúdio, ‘Short n’ Sweet’.

Confira:

O compilado de originais será lançado no dia 23 de agosto e também conta o lead single “Espresso” (que se tornou a canção de maior sucesso de sua carreira ao atingir o 4º lugar da Hot 100 da Billboard).

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da The Eras Tour, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

‘Operação Vingança’: Confira a DESCRIÇÃO do trailer do novo thriller de espionagem com Rami Malek

Neste último dia 09 de novembro, o vencedor do Oscar Rami Malek subiu aos palcos da D23 para promover seu mais novo projeto – o thriller de espionagem Operação Vingança (‘The Amateur’).

Depois de ter revelado alguns detalhes de bastidores da produção, Malek introduziu o trailer oficial do longa-metragem.

Confira a descrição:

No material, acompanhamos Malek como Charles Heller, um gênio da tecnologia que trabalha para a CIA. Após sair para o trabalho, Charles é chamado por seu chefe e assiste à gravação de uma das câmeras de segurança que mostra sua esposa (Rachel Brosnahan) sendo alvo de um grupo de terroristas. O chefe de Charles, então, diz que ela foi assassinada.

Sem chão e entrando em um vórtice de negação, o protagonista pede para ser treinado como um espião e um assassino para vingar a morte da esposa. Seus chefes riem, dizendo que ele está melhor trabalhando com tecnologia. Porém, ele insiste em ser treinado por um veterano (interpretado por Laurence Fishburne). Pouco depois, vemos cenas em que Charles utiliza suas habilidades para encontrar os responsáveis pela morte da esposa, criando armadilhas bastante complexas. Uma das armadilhas comprimi o chão de vidro da piscina de um dos assassinos, fazendo com que ele caia de um prédio; outra delas aciona um explosivo. “Se você correr, você consegue escapar da explosão”, Malek diz, antes do dispositivo ser acionado.

Logo depois, várias sequências de ação mostram Charles treinando para se tornar um assassino, perseguindo seus alvos – com um breve relance de Caitriona Balfe como, provavelmente, uma das antagonistas.

O filme é dirigido por James Hawes. Ken NolanGary Spinelli assinam o roteiro, que é baseado no romance homônimo de Robert Littell.

Adrian MartinezHolt McCallanyJulianne Nicholson também fazem parte do elenco.

O longa-metragem será lançado no dia 11 de abril de 2025.

Romance japonês ‘Antes que o Café Esfrie’ ganhará adaptação SERIADA pela Fox

Segundo o Deadline, a Fox está desenvolvendo uma adaptação seriada de ‘Antes que o Café Esfrie’, elogiado romance best-seller japonês assinado por Toshikazu Kawaguchi.

O projeto foi criado por Gideon Raff (‘O Espião’), que também entra como roteirista e showrunner.

Gail Berman (‘Wandinha’) e a Sony Pictures Television ficam responsáveis por supervisionar a atração.

Confira a trama:

No coração de Japantown, São Francisco, uma cafeteria familiar oferece mais do que apenas café — serve como uma ponte entre o passado e o presente. Os visitantes fazem fila, atraídos pela oportunidade de reviver um momento que mudou suas vidas, sabendo que precisam voltar antes que o café esfrie. Embora o passado não possa ser reescrito, o ato de desapego no presente pode abrir a porta para um futuro cheio de esperança. Mas esta família de baristas, cuja dedicação altruísta trouxe consolo a tantos, agora precisa confrontar as sombras de seu próprio passado misterioso — um passado que pode custar-lhes tudo.

A ambientação foi propositalmente alterada para a série, visto que o romance é ambientado em um café em Tóquio, capitão do Japão.

Raff entra como produtor executivo ao lado de Berman, Hend BaghdadyMarcy RossChloe DanMatt Aragachi.

‘Leanne’: Comédia do criador de ‘The Big Bang Theory’ é RENOVADA para a 2ª temporada

Leanne, comédia co-criada por Chuck Lorre (‘The Big Bang Theory’) e Leanne Morgan, foi oficialmente renovada para a 2ª temporada pela Netflix.

O ciclo de estreia chegou em julho à plataforma de streaming e permaneceu duas semanas no Top 10 de produções mais assistidas, além de conquistar 71% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o anúncio:

A trama acompanha Leanne (Morgan), cuja vida vira de cabeça para baixo quando seu marido, com quem está casada há 33 anos, a deixa por outra mulher. Recomeçar sendo avó e estando na menopausa não é exatamente o que ela tinha em mente, mas com a ajuda da família, ela navegará por esse novo capítulo com graça, dignidade e muita gelatina.

A produção também traz MorganSusan McMartin como criadoras.

Kristen JohnstonCelia WestonBlake ClarkRyan StilesGraham RogersHannah Pilkes completam o elenco.

A primeira temporada conta com dezesseis episódios.

Crítica | Meghan Trainor recicla doo-wop e bubblegum pop com o apático single “Get In Girl”

Meghan Trainor ganhou proeminência mundial após estrear no cenário musical com o hit “All About That Bass”, uma divertida e nostálgica explosão de bubblegum pop e doo-wop que trouxe ares diferentes da inegável dominância do trap e gêneros variados da época. Através de uma envolvente lírica que celebrou o empoderamento corporal e a autoaceitação de maneira ácida e que, como era esperado, atraiu certos comentários que não entenderam a ideia da canção; de qualquer maneira, Trainor se tornou centro dos holofotes, dando origem a uma prolífica carreira que lhe rendeu uma estatueta do Grammy de Artista Revelação e que, como qualquer outra discografia, passou por altos e baixos.

Recentemente tendo se reencontrado com o sucesso comercial através de faixas como “Made You Look” e “Criminals”, Trainor está pronta para embarcar em sua nova era, mantendo-se fiel à estética pastel e retrô explorada em álbuns anteriores à medida que se reintroduz aos fãs. Recebendo considerável escrutínio após uma marcante mudança de imagem, ela anunciou o compilado de originais Toy with Me em 2025, com lançamento para o próximo dia 24 de abril – aproveitando o momento para divulgar o nostálgico lead single “Still Don’t Care”, construído sobre uma estrutura à la anos 1980 e que, de certa maneira, reiterou a predileção da cantora e compositora por um passado não muito distante.

Três meses depois, estamos de volta com mais uma canção promocional inédita: “Get In Girl” foi lançada nas plataformas hoje, 13 de fevereiro, e promoveu não apenas um retorno às raízes da artista, como voltou a delinear histórias de libertação e empoderamento que já vem nos contando há mais de uma década. Ao longo de quase três minutos e meio, é notável como Trainor diverte-se do começo ao fim em território familiar, mas não podemos deixar de perceber uma repetição cansativa de arranjos instrumentais e cadências vocais que, eventualmente, não trazem nada de novo.

Com produção de Mark Schick e Grant Boutin, ambos contribuindo também para a composição ao lado de Trainor, Delacey e Andrew Jackson, o single tem uma estrutura prática que conta com uma multiplicidade vibrante de trompetes, saxofones, bateria e piano, todos modelados para seguir fórmulas engessadas de qualquer musical de época da Broadway – com uma inclinação a títulos como ‘Hairspray’ e ‘Dreamgirls’. À medida que o escopo toma forma, a performer se lança a uma mistura incisiva de doo-wop e bubblegum-pop que recicla investidas conhecidas não só da própria carreira, mas de várias outras faixas (e, nesse quesito, as homenagens cedem a uma emulação sem muita vida e que parece indisposta a se arriscar além do óbvio).

À medida que reafirma o poder e a união femininos em uma narrativa sobre um relacionamento falido sobre um homem que não fez o mínimo para mostrar seu amor à companheira, negligenciando algo que, agora, perdeu para sempre, Trainor volta a usar a celebração do “eu” como força-motriz – o que, em tempos de crise, é algo sempre bem-vindo. Porém, com exceção da temática, é difícil encontrar algum ponto em comum entre esta música e o single anterior, um indicativo não muito interessante para a estrutura do álbum que será lançado em breve.

Lembrando que “Get In Girl” já está disponível nas plataformas digitais.

Festival Dança em Trânsito retorna ao Centro Cultural FIESP com nova programação gratuita e artistas de diferentes países

Depois de mais de duas décadas promovendo encontros entre artistas de diferentes culturas, a 24ª edição do Festival Dança em Trânsito volta a ocupar o Centro Cultural FIESP, em São Paulo, com uma nova programação gratuita dedicada à dança contemporânea. Nos dias 1º e 2 de agosto, o público poderá acompanhar apresentações de companhias e criadores brasileiros e internacionais que transformam a Avenida Paulista em um grande espaço de circulação artística, reforçando a proposta do festival de aproximar diferentes linguagens, territórios e formas de criação.

Criado em 2002 pelo Espaço Tápias, referência na formação, pesquisa e intercâmbio em dança, o festival consolidou-se como uma das principais plataformas de circulação da dança contemporânea no Brasil. Sob direção artística e curadoria de Giselle Tápias e Flávia Tápias, o projeto percorre dezenas de cidades brasileiras promovendo apresentações, residências artísticas e ações formativas que estimulam o diálogo entre artistas nacionais e internacionais.

Integrante da rede Ciudades Que Danzan, que conecta festivais e cidades ao redor do mundo dedicados à difusão da dança contemporânea, o Dança em Trânsito mantém como essência a ocupação de teatros, espaços públicos e centros culturais, ampliando o acesso do público à arte do movimento e incentivando a criação colaborativa.

Para Giselle Tápias, diretora artística e curadora do festival, a edição de 2026 amplia esse compromisso ao fortalecer o intercâmbio entre artistas brasileiros e profissionais de diferentes países.

“Em 2026, o Dança em Trânsito reforça um dos eixos centrais de sua atuação: a internacionalização da dança brasileira. Além da programação artística, convidamos curadores, programadores e diretores de importantes festivais internacionais para conhecerem de perto a produção contemporânea brasileira. Parte desses profissionais acompanhará a programação em São Paulo e, em seguida, seguirá para o Rio de Janeiro, onde a plataforma Cena Brasil reunirá um grupo ainda maior de convidados internacionais para encontros, debates e apresentações. Nosso objetivo é criar oportunidades concretas de intercâmbio, circulação e futuras colaborações para os artistas brasileiros. Também teremos a presença de Salia Sanou, que realizará uma residência artística e uma oficina voltada aos profissionais da dança, fortalecendo os processos de formação e criação. Mais do que apresentar espetáculos, queremos construir pontes entre a produção brasileira e o cenário internacional”.

Esse intercâmbio ganha forma na etapa paulista do festival, que reúne artistas do Brasil, Burkina Faso, Itália, Colômbia e Luxemburgo ocupando diferentes espaços do Centro Cultural FIESP. No sábado (1º), a Esplanada da FIESP recebe “Ekesa Sanko”, de Dilo Paulo, artista radicado em Brasília. Ao longo da tarde, o público acompanha ainda “Cinzas com Sol”, de Raquel Botafogo, a criação “3 Coreógrafos e 1 Corpo – Vinte Anos Depois”, “Good Vibes Only”, da italiana Francesca Santamaria, e “Trois Fois Seul”, do coreógrafo burquinense Salia Sanou.

No domingo (2), a programação reúne “Só”, de Frantielly Khadija, “Pedra Pulmão”, de Vitor Hamamoto, “Em Suas Marcas”, da Companhia Corpus Entre Mundos, “Antrópodes”, de Fabio Costa e Lu Lanza, além de “Mega Structure”, criada por Sarah Baltzinger e Isaiah Wilson, de Luxemburgo. Um dos momentos mais aguardados será a apresentação do resultado da residência artística conduzida por Salia Sanou, reunindo participantes brasileiros em uma criação desenvolvida ao longo da semana.

Outro destaque é a intervenção realizada em parceria com o Quinteto Bachiana, concebida por Flávia Tápias, Dilo Costa e Fabio Costa, aproximando música e dança em uma performance criada especialmente para o espaço aberto da Avenida Paulista.

Mais do que apresentar espetáculos, o Festival Dança em Trânsito reafirma sua vocação como plataforma de intercâmbio, formação e circulação artística. Ao conectar criadores de diferentes países e aproximar a dança contemporânea do cotidiano das cidades, o projeto amplia o diálogo entre culturas, estimula novas parcerias e fortalece a presença da produção brasileira no cenário internacional.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Fãs estão enlouquecendo com as críticas negativas; Confira as reações!

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ alcançou somente 57% de aprovação no Rotten Tomatoes, um dos principais sites de críticas especializadas, e se tornou o filme com a segunda pior nota da franquia.

De acordo com as avaliações, a sequência dirigida por J.J. Abrams só não é pior que ‘A Ameaça Fantasma’ (1999), que atingiu 53% de aprovação.

Por conta disso, diversos fãs mostraram surpresa e indignação nas redes sociais.

Confira as reações:

‘Os Últimos Jedi’: 91% de aprovação no Rotten Tomatoes

Os fãs: *gritos de incoerência*

A Ascensão Skywalker’: 56% on Rotten Tomatoes

Os fãs: *gritos de incoerência*

Ninguém odeia mais ‘Star Wars‘ do que os próprios fãs.”

The internet when they see a Rotten Tomatoes score that isn’t above a 70% pic.twitter.com/7J30hC2JNK

“A reação das pessoas quando veem uma nota abaixo de 70% no Rotten Tomatoes.”

“Eu não ligo para as críticas do Rotten Tomatoes, não assisti a 10 filmes ao longo de mais de 40 anos apenas para desistir agora. Eu ainda pretendo assistir!”

“Minha reação depois de checar as notas de ‘A Ascensão Skywalker’.”

“O fato dos críticos do Rotten Tomatoes estarem odiando o novo ‘Star Wars só me esperança de que o filme seja bom.”

J.J. Abrams checando as notas do Rotten Tomatoes.”

“As críticas negativas de ‘A Ascensão Skywalker‘ me surpreenderam. J.J. Abrams sempre fez filmes terríveis, mas geralmente é o público que diz isso, e parece que isso mudou. Engraçado que ‘Star Trek: Além da Escuridão’ tem 84% de aprovação e o filme é muito ruim.”

Rian Johnson checando as notas do Rotten Tomatoes.”

 

 

 

 

 

 

 

 

Confira a porcentagem de aprovação da franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker’ estreia em 19 de dezembro nos cinemas nacionais.

Confira as principais reações ao filme:

“[O filme] é bom. É grande e cheio de surpresas e, nas palavras de Luke Skywalker, ‘isso não irá do jeito que você pensa'”.

“Épico. Completamente. ‘A Ascensão Skywalker’ é um final chocante e recheado com um pouco de tudo. Ação, aventura – resposta! – humor, coração, amor e suspense. Passei a segunda metade inteira com lágrimas nos olhos – um jeito incrível de terminar a história Skywalker”.

“Estou emocionado, sobrecarregado, surpreso, chocado e maravilhado. Mais que tudo, estou feliz. Obrigado por conseguir mais uma vez, Star Wars“.

“Ainda estou processando [o filme], mas meu Deus, estou muito feliz e triste ao mesmo tempo! J.J. Abrams, você é meu herói. Obrigada por esse filme”.

“Bom, fãs de Star Wars: o Sr. Abrams certamente nos deu muito para conversar. Espero que estejam prontos, damas e cavalheiros”. 

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘O Diabo de Cada Dia’: Drama da Netflix ganha belos cartazes individuais; Confira!

Estrelado por Tom Holland e Robert Pattinson, o drama ‘O Diabo de Cada Dia‘ chega ao catálogo da Netflix amanhã (16).

Baseado no do livro homônimo de Donald Ray Pollock, o longa acompanha o órfão Arvin Eugene Russell (Holland) e explora a perspectiva de vários personagens corrompidos ou traumatizados entre o final da Segunda Guerra Mundial e a década de 1960.

Aproveitando a oportunidade, a plataforma de streaming divulgou belos cartazes individuais, apresentando os principais membros do elenco.

Confira:

Na trama, a esposa de Willard Russell está à beira da morte, lutando contra um câncer. Para tentar salvá-la, ele tenta de tudo: bebe sem medidas, ora e não mede esforços em sacrificar animais. Enquanto isso, seu filho, Arvin, está crescendo, aprendendo a lidar com o bullying da escola, se posicionando como pode. A conturbada família ainda é cercada por personagens dos mais nefastos: um grupo de serial killers insanos, um pregador que come aranhas e um xerife local corrupto.

O elenco também conta com Bill Skarsgard, Riley Keough, Jason Clarke, Sebastian Stan, Haley Bennett, Mia Wasikowska, Eliza Scanlen, e Harry Melling.

Randall Poster, Jake Gyllenhaal e Riva Marker são produtores.

Ernie Lively, ator de ‘That ’70s Show’ e pai de Blake Lively, morre aos 74 anos

De acordo com o The Hollywood Reporter, a família de Ernie Lively anunciou que o ex-ator faleceu aos 74 anos de idade após complicações cardíacas na última quinta-feira (03), em Los Angeles.

Em 2003, ele já havia sofrido um ataque cardíaco fulminante, deixando-o com apenas 50% das funções coronárias. Anos mais tarde, ele entrou para a história da medicina, tornando-se o primeiro paciente registrado a passar por uma terapia genética inovadora de injeção de células-tronco do próprio paciente para regenerar músculos e artérias danificados.

A cirurgia permitiu que Ernie pudesse sobreviver o suficiente conhecer os três netos, filhos de Blake Lively junto com Ryan Reynolds: James, Inez e Betty.

Foi dito que Ernie estava em casa, junto de sua família, quando teve um mal súbito, entrou em choque e não resistiu.

Para quem não sabe, ele era casado com a atriz e produtora Elaine Lively, e todos os seus filhos também seguiram a carreira.

Seus herdeiros na dramaturgia são Blake Lively (‘Gossip Girl’), Eric Lively (‘American Pie’), Robyn Lively (‘Twin Peaks’), Lori Lively (‘Jornada nas Estrelas: A Nova Missão’), e Jason Lively (‘Os Gatões’).

Nascido em 1947, o artista participou de várias séries de TV, como ‘Os Gatões’, ‘Turner & Hooch’, ‘Falcon Crest’, ‘Malibu Shores’, ‘Arquivo-X’, ‘West Wing: Nos Bastidores do Poder’, ‘That ’70s Show’ e ‘Assassinato por Escrito’.

No cinema, atuou em filmes consagrados, como ‘O Preço da Traição’, ‘A Família Buscapé’, ‘Passageiro 57’, ‘No Mundo da Lua’, ‘Massacre no Bairro Japonês’ e também viveu o pai de Lively emQuatro Amigas e um Jeans Viajante’.

Youtubers que resumem filmes estão sendo PRESOS

De acordo com o Torrent Freak, pelo menos seis YouTubers foram presos no Japão desde junho de 2021 por compartilharem resumos de filmes na plataforma de vídeos.

No país oriental, a violação de direitos autorais é uma prática extremamente condenada e o departamento de crimes cibernéticos vem apertando o cerco aos internautas desde 2018.

Um dos YouTubers condenado à prisão foi identificado como Yukio Takasugi, de 48 anos, que administrava o canal Fast Cinema e publicava cortes de 10 minutos de variados títulos.

Antes de ser preso, Takasugi recebeu intimações para remover o conteúdo de seu canal e chegou a protestar com um comunicado da mídia, alegando que não estava praticando nenhum crime.

Por outro lado, distribuir conteúdo licenciado sem permissão dos donos da propriedade é considerado no Japão, assim como aqui no Brasil.

No entanto, as leis aplicadas aos direitos autoriais no Japão é muito mais rígida e inflexível, sem abrir brechas para que os acusados se defendam.

O YouTuber ainda disse que prestava um trabalho de assistência a pessoas que não têm tempo de assistir a um filme de 2h, então ele resumia a narrativa em apenas 10 minutos para ajudar seus inscritos a decidirem se queriam assistir ao filme completo ou não.

Depois de sua declaração, o grupo anti-pirataria Content Overseas Distribution Association (CODA) acionou a polícia contra o YouTuber.

O CODA também descobriu que Takasugi cobrava 500 ienes (cerca de R$ 22) mensais aos inscritos para continuar divulgando os resumos, que incluem filmes aclamados, como Parasita, vencedor do Oscar em 2020.

Além disso, os membros da organização deixaram claro que uma das principais violações do YouTuber é que ele estava lucrando valore que deveriam ser direcionados aos responsáveis pelos filmes resumidos.

Em dezembro de 2021, ele foi levado à delegacia da Província de Miyagi para prestar depoimento e seguiu compartilhando conteúdo em seu canal, até que foi preso formalmente no dia 15 de fevereiro.

Em junho de 2021, quando a primeira pessoa que compartilhava esse tipo de conteúdo foi presa, ela disse que já havia recebido 1.500.000 ienes (aproximadamente R$ 66.807) desde que começou a abastecer o canal em abril de 2020, e confirmou que sabia que estava comentendo um crime.

Entre os seis condenados, um deles recebeu dois anos de regime fechado e uma multa equivalente a R$ 89.385. Outro pegou 18 meses de reclusão e terá que pagar R$ 44 692.

‘Demolidor: Renascido’: Deborah Ann-Woll comenta sobre possível retorno de Karen no reboot da série

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con, foi anunciado que a série ‘Demolidor‘ ganhará continuidade no Disney+, com estreia marcada para 2024.

Intitulada ‘Daredevil: Born Again‘ (Demolidor: Renascido), a produção contará com o retorno do Charlie Cox no papel titular e terá nada menos que 18 episódios, tornando-se a série mais longa da Marvel.

Por conta disso, muitos fãs estão se perguntando quais membros do elenco da extinta série da Netflix devem retornar para o novo ciclo.

Durante uma entrevista para o podcast Inside of You, Deborah Ann-Woll foi questionada sobre o assunto e revelou que a Marvel ainda não entrou em contato com ela

Mas a intérprete de Karen Page está disposta a reprisar o papel, caso seja convidada.

“Posso dizer o seguinte: eles ainda não me ligaram. Portanto, até o momento, não faço parte disso. Eu ficaria emocionada em fazer parte. Eles sabem onde estou. Eu adoro a personagem Karen Page e adoro contar essa história.”

A estrela disse que ainda tem negócios ‘inacabados’ com Page, já que ela e o resto do elenco pensavam que a série da Netflix teria uma 4ª temporada.

“Sinto que tenho mais a mostrar. Em parte porque a série da Netflix parece inacabada para mim, porque foi cancelada abruptamente quando pensamos que voltaríamos para novos episódios. Há uma parte de mim que estava tipo: ‘Eu tinha mais a dizer sobre Karen’, e senti que estava no meio dessa história. Mas cabe a eles decidir que tipo de história querem contar.”

Na série, Page se junta a Matt Murdock e Foggy Nelson (Elden Henson) em sua firma de advocacia e vai ganhando cada vez mais espaço ao longo das temporadas.

Anteriormente, Ann-Woll conversou com o Collider e se mostrou esperançosa para retornar.

“Essa personagem significa muito para mim. Eu a amo tanto e sinto muita falta dela. Eu realmente senti que este trabalho deixou uma sensação de ‘negócios inacabados. Tínhamos muito mais história para contar. Então, sim, é realmente gratificante ver o quanto as pessoas a amam e o quanto querem vê-la de novo. Espero conseguir. Estou aqui. Eles sabem meu número.”

Ela continuou:

“Estou disponível, até onde eu sei. Mas depende deles. Eu sei que eles vão contar a melhor história que eles puderem. E se isso inclui Karen Page, será muito emocionante. Mas se isso não acontecer, serei uma espectadora feliz.”

Por falar nisso, o insider Daniel Richtman (via CBM), disse que Henson deve reprisar seu papel como Foggy Nelson na nova aventura do herói.

Nelson desempenhou um papel fundamental nas três temporadas de Demolidor como o melhor amigo e sócio de Matt Murdock, e é uma parte vital dos quadrinhos, então não é surpresa que o personagem apareça na série.

Apesar de não haver nada confirmado, Richtman é a mesma fonte que vazou a participação de Andrew Garfield e Tobey Maguire emHomem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Anteriormente, sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Loki’: Ação promocional em parceria com o McDonald’s vaza online; Confira!

No fim de julho, foi divulgado que o McDonald’s e a Marvel Studios se uniriam em uma ação promocional para a 2ª temporada de ‘Loki‘, que estreia em 06 de outubro, na Disney+.

O McDonald’s iria revelar oficialmente a colaboração em 14 de agosto, mas a surpresa acabou vazando nas redes sociais.

Trata-se de um molho especial com envelope verde, com a seguinte mensagem: “Como apresentado no Loki da Marvel Studios”.

A ação nada mais é que um molho utilizado nas cenas da variante de Sylvie (Sophia Di Martino), que será introduzida trabalhando em uma filial da rede de fast food.

Confira:

A 2ª temporada de ‘Loki’ começa logo após o chocante final da temporada anterior, quando Loki se encontra em uma batalha pela alma da Agência de Variância Temporal. Junto com Mobius, B-15 e uma equipe de novos e antigos personagens, ele navega em um Multiverso cada vez mais perigoso e em constante expansão em busca de Sylvie, da juíza Renslayer, da Senhorita Minutos e da verdade sobre o que significa possuir livre arbítrio e propósito glorioso.

Além do protagonista Tom Hiddleston, os novos episódios vão contar com o retorno de Owen Wilson como Mobius M. Mobius, o excêntrico funcionário da Agência de Variância Temporal que embarca na anarquia de Loki contra as forças que controlam o tempo.

Lembrando que os novos episódios também vão contar com Gugu Mbatha-Raw, Ke Huy Quan e Wunmi Mosaku.

No lugar do roteirista-chefe, Michael Waldron, quem assume a função na 2ª temporada é Eric Martin.

Para quem não sabe, Martin já havia escrito dois importantes episódios da 1ª temporada: ‘For All Time. Always’ e ‘The Nexus Event‘, além de ser o co-produtor da atração.

 

Viggo Mortensen vai usar espada de ‘O Senhor dos Anéis’ em seu novo filme

Viggo Mortensen interpretou Aragorn na trilogia d’O Senhor dos Anéis‘ e herdou a icônica espada Andúril, cuja lâmina derrotou Sauron milênios antes dos eventos de ‘A Sociedade do Anel‘.

Como presente após o fim das gravações, Mortensen ganhou uma réplica da Andúril e ele vai usá-la em seu próximo filme, ‘The Dead Don’t Hurt‘, dirigido e estrelado por ele.

O filme não é do gênero de aventura e fantasia, mas sim um romance de cowboys – mas ainda há uma cena que traz uma luta de espadas…

Em entrevista para a GQ, Mortensen admitiu que, quando soube que haveria uma cena com luta de espadas, ele decidiu perguntar a Peter Jackson se estava tudo bem usar a Anduril que ele tinha pendurada em sua sala.

Jackson deu sua bênção, mas o aconselhou a pedir permissão à New Line ou para a Warner Bros., e Mortensen recebeu um ‘ok’.

“Tínhamos tudo que precisávamos para a sequência de duelo com espadas”, disse o astro. Tudo estava certo, e então eu disse: ‘Bem, só falta a espada. Então eu pensei: ‘E se eu pudesse usar a espada de Aragorn que eu tenha guardada em casa?’ Parecia uma ideia realmente muito boa e fico feliz por ter ganhado a permissão de usá-la.”

Ainda sem previsão de estreia, ‘The Dead Don’t Hurt‘ é uma história de amantes infelizes na fronteira oeste dos EUA na década de 1860. Vivienne Le Coudy (Vicky Krieps) é uma mulher extremamente independente que inicia um relacionamento com o imigrante dinamarquês Holger Olsen (Viggo Mortensen). Depois de conhecê-lo em São Francisco, ela concorda em viajar com ele para sua casa perto da pacata cidade de Elk Flats, Nevada, onde eles começam uma vida juntos.

No entanto, a eclosão da guerra civil os separa quando Olsen toma a decisão fatídica de lutar pela União. Isso deixa Vivienne sozinha em um lugar controlado pelo prefeito corrupto Rudolph Schiller (Danny Huston) e seu parceiro de negócios inescrupuloso, o poderoso fazendeiro Alfred Jeffries (Garret Dillahunt).

Quando Olsen retorna da guerra, ele e Vivienne devem confrontar e fazer as pazes com a pessoa que cada um se tornou. Ao mesmo tempo, o filme representa uma trágica história de amor, conflito, vingança e perdão através de uma mulher apaixonada e determinada a defender-se num mundo implacável dominado por homens cruéis.

‘Doutor Estranho 2’: Elizabeth Olsen ficou FRUSTRADA com constantes alterações no roteiro

A atriz Elizabeth Olsen revelou os desafios enfrentados durante as filmagens de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ em uma recente entrevista. Segundo ela, as constantes mudanças de roteiro foram motivo de incômodo durante a produção do filme.

Em uma entrevista no podcast Happy Sad Confused, Olsen admitiu que chegou a recusar-se a ler o roteiro em determinado momento, pois sabia que as alterações seriam frequentes e considerava um desperdício de tempo.

“Definitivamente houve momentos em que eu simplesmente parei de ler os roteiros. Eu pensava, ‘Isso vai mudar de novo. Apenas me mantenham informada com o que preciso saber e vocês preencham os espaços em branco depois'”, disse Olsen.

Após derrotar Dormammu e enfrentar Thanos nos eventos de Vingadores: Ultimato, o Mago Supremo, Stephen Strange (Cumberbatch), e seu parceiro Wong (Benedict Wong), continuam suas pesquisas sobre a Joia do Tempo. Mas um velho amigo que virou inimigo coloca um ponto final nos seus planos e faz com que Strange desencadeie um mal indescritível, o obrigando a enfrentar uma nova e poderosa ameaça.

O longa se conecta com a série do Disney+ WandaVision’ e tem relação também com Loki’, e também pertence à fase 4 do MCU onde a realidade do universo pode entrar em colapso por causa do mesmo feitiço que trouxe os vilões do Teioso para o mundo dos Vingadores e o Mago Supremo precisará contar com a ajuda de Wanda (Olsen), que vive isolada desde os eventos de WandaVision’.

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‘What If…?’: Estreia da 2ª temporada tem a MELHOR nota da Marvel em 2023

A segunda temporada de What If…?’ já está disponível no Disney+. Esta série antológica apresenta uma história diferente a cada episódio, explorando o conceito de multiverso dentro do universo da Marvel.

Surpreendentemente, o segundo ano da série animada conquistou o público, obtendo a melhor classificação no Rotten Tomatoes para um produto da Marvel em 2023.

Atualmente, a segunda temporada de What If…?’ mantém uma taxa de aprovação de 92% na plataforma. Com esse desempenho, a série supera ‘As Marvels’ (61%), ‘Invasão Secreta’ (53%), ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ (82%), ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ (46%) e a segunda temporada de ‘Loki’ (82%).

Lembrando que ‘What If…?‘ já foi renovada para a 3ª temporada, e a Disney+ revelou na San Diego Comic-Con que a 2ª temporada será lançada no ano que vem.

Vale ressaltar que os novos episódios de What If…?’ estão sendo lançados diariamente até 30 de dezembro de 2023.

Confira o anúncio:

Todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Disney+.

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‘Maria’: Cinebiografia com Angelina Jolie conquista 85% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

O drama biográfico Maria, dirigido por Pablo Larraín e estrelado por Angelina Jolie, estreou no prestigiado Festival de Veneza. O filme recebeu uma aprovação positiva de 85% no Rotten Tomatoes, com base em 13 críticas.

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Os críticos destacaram a atuação de Angelina Jolie e a direção de Pablo Larraín, elogiando sua capacidade de capturar a essência da icônica cantora de ópera Maria Callas.

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“O comprometimento do ator com sua criação é evidente em cada detalhe… No entanto, o retrato apresentado pelo filme é curiosamente desprovido de profundidade emocional. Callas, a mulher, continua distante e inalcançável; astuta até o fim, ela nos escapa”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.

“A intensidade emocional crua e a tragédia profunda das heroínas operísticas imortais se encaixam de forma tocante na história do final de vida de Callas, servindo como um contraponto eficaz à sua postura estudada e distante nesta interpretação”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“A atuação de Jolie, que combina uma grandiosidade teatral com uma sutileza desveladora, é ao mesmo tempo imersiva e reveladora. Parece que Maria Callas se torna um meio para Jolie resgatar e reafirmar sua própria identidade como artista e ser humano”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“No meio do filme, eu estava pronto para classificá-lo como uma distração exagerada, destinada a ser uma curiosidade de alto nível. No entanto, ele me conquistou e, ao chegar aos créditos finais, Deus nos ajude, eu já estava torcendo por um bis”, disse Xan Brooks do The Guardian.

“Larraín consegue transformar o que parece absurdo no papel em algo profundamente comovente na tela. A cinematografia de Edward Lachman faz com que as transições entre realidade e fantasia, cor e preto e branco, se fundam em um sonho belo e melancólico”, disse Clarisse Loughrey da Independent.

“Apesar das diversas escolhas interessantes, assistir a “Maria” foi uma experiência ambígua, revelando um dilema intrigante”, disse Alexander Harrison do Screen Rant.

“A vencedora do Oscar brilha especialmente nas cenas com Favino, que dá ao leal mordomo e amigo de Callas uma ternura profundamente comovente”, disse Rafaela Sales Ross do The Playlist.

“Larraín emprega a estrutura narrativa do flashback e adiciona toques operáticos para criar um filme focado na atuação que, embora siga o esperado, mantém-se sempre envolvente e fascinante”, disse Fionnuala Halligan do Screen Daily.

Maria tem direção de Pablo Larraín e roteiro de Steven Knight.

Além de Angelina Jolie, o elenco ainda conta com Pierfrancesco Favino (‘Nostalgia’), Alba Rohrwacher (‘Corações famintos’), Haluk Bilginer (‘Şahsiyet’), Kodi Smit-McPhee (‘2067’) e Valeria Golino (‘Euforia’).

“Baseado em fatos, Maria vai contar a história tumultuada, bela e trágica da vida da maior cantora de ópera do mundo, revivida e reimaginada durante seus últimos dias na Paris dos anos 1970”, diz a sinopse.

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