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‘O Esquadrão Suicida’ ganha cartaz NACIONAL e data de estreia; Assista ao trailer legendado!

O aguardado longa-metragem ‘O Esquadrão Suicida teve seu cartaz nacional divulgado pela Warner Bros., logo após a liberação do incrível trailer.

Dirigido e roteirizado por James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’), o longa chega às telonas brasileiras dia 5 de agosto – um dia antes da estreia nos EUA.

Confira o cartaz nacional e o trailer legendado:

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

O filme é dirigido por James Gunn.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”. 

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

 

‘Atividade Paranormal’: Reboot será lançado direto no Paramount+

De acordo com o Bloody Disgusting, a Paramount Pictures removeu o próximo filme da franquia ‘Atividade Paranormal‘ de seu calendário de lançamentos nos cinemas.

O reboot será lançado direto na plataforma da Paramount+ dia 4 de março de 2022.

O site The Wrap anunciou o elenco completo do novo filme, cujas filmagens estão acontecendo atualmente.

Emily BaderRoland Buck IIIDan Lippert Henry Ayres-Brown estrelarão o reboot.

William Eubank, de ‘Ameaça Profunda‘, será responsável pela direção.

O novo filme está sendo descrito como uma “reformulação inesperada” da premissa.

O roteiro ficará por conta de Christopher Landon:

“Estou escrevendo o novo Atividade Paranormal. Estamos reiniciando a franquia. Estou super empolgado com o diretor que escolhemos. Ele é um cara. Ele é incrível!”, disse Landon ao Dread Central. 

Landon dirigiu ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e foi responsável pelos roteiros do 2º ao 5º filme da franquia.

‘Grey’s Anatomy’: Lexie Grey retorna no próximo episódio da 17ª temporada; Assista prévia!

A ABC divulgou o trailer do próximo episódio da 17ª temporada de ‘Grey’s Anatomy‘, que trará o surpreendente retorno da Lexie Grey (Chyler Leigh).

Confira:

Intitulado Breathe, o episódio irá ao ar no dia 1º de abril.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Jesse Williams, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Kim Raver, Greg Germann, Jake Borelli, Chris Carmack, Richard Flood e Anthony Hill.

Falcão e o Soldado Invernal | Segundo episódio traz o lado sombrio do legado do Capitão América

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao segundo episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria para não receber spoilers.

O lado ruim de Falcão e o Soldado Invernal ter apenas seis episódios é que já chegamos a 1/3 da série logo no segundo capítulo. O lado bom disso é que a produção fica mais dinâmica, mais direta. Dessa forma, os dois primeiros episódios ditaram certinho o que esperar da aventura da dupla de Vingadores e toda a mitologia do Capitão América que será explorada nela. Nesta semana, a Marvel foi certeira nas críticas ao racismo estrutural americano ao resgatar um personagem relativamente recente do cânone do herói bandeiroso. Além disso, tivemos a introdução de mais um membro dos Jovens Vingadores e enfim vimos a chegada do Zemo (Daniel Brühl).

O primeiro ponto alto do episódio é justamente a apresentação do “Novo Capitão América” para o público. Vemos um receoso John Walker (Wyatt Russell) no vestiário de sua faculdade se preparando para dar a primeira grande entrevista usando o uniforme e o escudo. Ele conversa sobre ter sido o melhor soldado possível ter recebido diversas honrarias e é apresentado ao som de uma nova versão de Star Spangled Man, a música que o governo americano criou para o Capitão América nos anos 1940. Esse momento é bem significativo porque remete diretamente a vários momentos de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). No filme, o Dr. Abraham Erskine (Stanley Tucci) diz a Steve Rogers (Chris Evans) que ele foi escolhido para ser o primeiro supersoldado por ser, acima de tudo, uma pessoa boa. Que homens que não foram sempre fortes dão mais valor ao poder do que aqueles que viveram a vida inteira “no topo”. O soro do supersoldado expandia as características da cobaia. “O que é bom fica melhor, o que é ruim fica pior”. E apesar de John não ter tomado o soro, essa diferença de características nos portadores do escudo já mostra que o novo herói provavelmente não vai dar certo. Além disso, a música em questão é uma memória de angústia para Steve. Nessa época, ele era usado como instrumento de propaganda dos EUA em vez de poder ser um verdadeiro herói, seguindo as suas crenças e ideais.

Ainda no que diz respeito a John Walker, seu parceiro de luta também é apresentado e provavelmente pegou muita gente de surpresa. Ele é Lemar Hoskins (Clé Bennet), o Estrela Negra. Nos quadrinhos, Lemar é um dos Buckies, os parceiros do Agente Americano (Walker) e acaba se tornando o quinto “Bucky” da mitologia do Capitão América. Na série, sua entrada tem um peso ainda maior, porque o governo americano não quis que Sam Wilson (Anthony Mackie) fosse o novo Capitão América, aconselhando-o a entregar o escudo para um museu, sendo que, pouco tempo depois, chamaram um rapaz branco e loiro para ocupar o posto, mesmo que isso contrariasse a vontade do próprio Steve Rogers. Então, eles chamam um rapaz negro para ocupar o papel de ajudante, de “chaveirinho” do grande herói branco. Isso pode parecer normal para algumas pessoas. No entanto, é uma crítica pesadíssima sobre o racismo velado e a dita representatividade de Hollywood – e dos EUA, num geral -, que hesita constantemente em dar papéis de destaque, de protagonismo, a pessoas negras. Por isso temos tantos “secundários” negros servindo de alívio cômico ou de auxiliares para a trama de heróis brancos.

Ainda nos protestos raciais da série, temos a introdução de dois personagens fantásticos e que muitos sequer pensaram que veriam no MCU um dia: Isaiah Bradley e Elijah Bradley. Isaiah (Carl Lumbly) foi parte do Projeto Renascimento, que buscou replicar o Soro do Supersoldado após a morte de Erskine. O cientista chefe era um racista que usou 300 soldados americanos negros como cobaias, terminando com a morte de 295 deles. Um desses cinco sobreviventes foi Isaiah, que adotou o manto do Capitão América e passou a ser conhecido como o “Capitão América Negro”. Após ser capturado pelos nazistas, ele é considerado um criminoso pelo governo americano e passa um tempo preso. Quando é solto, vira um ícone da resistência negra. O problema é que os testes feitos em seu corpo trouxeram danos colaterais que refletiram em doenças mentais na terceira idade, como o alzheimer. Na série, ele também foi um supersoldado e enfrentou Bucky (Sebastian Stan) quando ele ainda era o Soldado Invernal. Já seu neto, Elijah Bradley (Elijah Richardson), atende a porta e não demonstra ter poderes ainda. Nas HQs, ele é o Patriota, um dos líderes dos Jovens Vingadores. Suas habilidades são praticamente as mesmas de Steve Rogers e são adquiridas depois dele ter o sangue do avô inserido em suas veias.

Chocado pela existência de um grande herói negro negligenciado por décadas pelo governo e pelo povo, Sam discute com Bucky no meio da rua, o que chama atenção da polícia. Eles abordam a dupla, mas só pedem os documentos de Sam Wilson. É uma cena constrangedora que faz referência ao racismo na polícia americana, cuja crueldade deu início ao movimento Black Lives Matter. Porém, para a surpresa do policial, quem está sendo procurado pela corporação é Bucky, o cara branco que sequer teve seu documento solicitado pelos agentes. O engajamento social dessa série está sendo fantástico, porque em momento algum soa forçado, ele é frio e cruel, como o que acontece na vida real, só que suavizado.

Outro ponto que merece destaque neste episódio são os Apátridas. Eles lutam contra o Falcão e o Soldado Invernal, revelando que não são criminosos comuns. São Supersoldados. Isso lembra diretamente ao grupo de Supersoldados introduzidos em Capitão América: Guerra Civil (2016). Eles foram criados no passado pela H.I.D.R.A. e, assim como Bucky, agiram em missões secretas pelo mundo. No filme, o grupo foi assassinado e usado como isca por Zemo para atrair Steve, Bucky e Stark (Robert Downey Jr.) para um lugar onde eles se enfrentassem até a morte. Isso legitimou a existência de novas doses do soro nas mãos de criminosos. Vale lembrar que o governo dos EUA tem acesso ao soro do supersoldado, como visto em O Incrível Hulk (2008), filme no qual o soldado Emil Blonsky (Tim Roth) vira o Abominável após ter doses da substância injetadas em seu corpo.

Mais tarde, neste episódio, descobrimos que os Apátridas roubaram o soro/ vacinas de um criminoso. Ele usa um número anônimo, ameaça a organização e eles saem em fuga para não serem capturados. O vilão anônimo não se identificou, mas os créditos finais podem ter entregue seu papel. Desde o primeiro episódio é possível ver esse card acima nos encerramentos. Ele diz “Power Broker is Watching You” e mostra um frasco do Soro do Supersoldado logo abaixo. Nos quadrinhos, Power Broker – ou Mercador do Poder – é Curtiss Jackson, um vilão do Capitão América que usa engenharia genética para vender ou expandir superpoderes para quem pagar o que ele pede. Inclusive, é ele quem dá ao Agente Americano (John Walker) as habilidades do Capitão América. Ao que parece, ele está sim na série e deve se revelar mais para frente, podendo até mesmo chegar a “turbinar” John Walker. Fato é que a trama está se embolando para uma série de vilões que ainda vão aprontar muito nos episódios restantes, incluindo o próprio Zemo, que será procurado pela dupla de heróis para contar mais sobre o projeto dos Supersoldados.

Os novos episódios de Falcão e o Soldado Invernal estreiam no Disney+ toda sexta-feira.

Crítica | ‘Os Irregulares de Baker Street’ é uma fraca e previsível expansão do universo de Sherlock Holmes

Sherlock Holmes é um dos personagens mais conhecidos da multifacetada indústria do entretenimento, migrando constantemente da literatura ao cinema e à televisão. Além das inúmeras produções inspiradas pela presença do icônico detetive, o próprio anti-herói foi protagonista de obras como a incrível série ‘Sherlock’, dos filmes estrelados por Robert Downey Jr. e até mesmo no spin-off ‘Enola Holmes’, que trouxe Henry Cavill para a nova roupagem do investigador. Agora, a Netflix retornou com mais uma investida original que fornece (ou ao menos tenta fornecer) uma perspectiva diferenciada a um grupo que já deu as caras nos escritos de Sir Arthur Conan Doyle: Os Irregulares de Baker Street.

Os Irregulares apareceram pela primeira vez em ‘O Signo dos Quatro’, romance lançado em 1888 e que trouxe Wiggins como o líder de crianças e adolescentes de rua que “tudo viam e ouviam”, responsáveis por trazer informações do “submundo” londrino a Holmes e ao seu parceiro, Dr. Watson. Na série da gigante do streaming, as coisas mudam um pouco de espectro: Beatrice “Bea” Cook (Thaddea Graham) comanda outros quatro indigentes e faz das circunstâncias mais adversas momentos de alegria e de humildade – nutrindo pela segurança e pelo bem-estar de todos, principalmente da irmã, Jessie (Darci Shaw). Vivendo nas favelas da capital inglesa, eles caem no radar do frio e calculista Watson (Royce Pierreson) e de seu sócio, Sherlock (Henry Lloyd-Hughes), que os contratam para investigar assassinatos e casos horrendos que mancham a reputação do lugar onde vivem.

Diferente das outras releituras do universo de Doyle, ‘Os Irregulares’ abre portas para um apreço mais sobrenatural e fantasioso; em outras palavras, os adolescentes, munidos apenas da confiança que têm um pelo outro, enfrentam vilões poderosos que buscam vingança e que adquiram poderes sombrios por uma Fenda que se abriu em algum lugar de Londres. Temos, por exemplo, o Mestre dos Pássaros (Rory McCann), que não aceitou a morte da esposa e da filha recém-nascida e passa as noites sequestrando bebês de suas casas; a Fada dos Dentes (Sheila Atim), uma jovem que perdeu todos que amava por causa das políticas incisivas do ducado real e cria clones para instigar pressuposições mortais entre os membros da high society; e Patricia Coleman-Jones (Olivia Grant), ex-atriz e membro de uma sociedade secreta que quer roubar todo o poder de Jessie.

Apesar das boas intenções, a série não é forte ou bem estruturada o suficiente para escapar das similaridades com construções conterrâneas ou das fórmulas. O showrunner Tom Bidwell procurou trazer as narrativas da época vitoriana para uma roupagem mais contemporânea, inclusive pela trilha sonora, que puxa elementos do dubstep e do electro-pop – que funcionam para nos manter atentos nas reviravoltas e nos ganchos dos episódios. Porém, outras abordagens pecam na rapidez e na previsibilidade (algo condenável quando pensamos na controversa assertividade de Doyle): conforme os casos vão se desenrolando, Bidwell e seu time de roteiristas deixa brechas óbvias demais que nos levam a compreender o desenrolar dos fatos antes do segundo ato dos capítulos.

Enquanto Bea, Jessie e o restante dos Irregulares ganha protagonismo igualitário – ainda mais com a chegada de Leopold (Harrison Osterfield), que esconde ser o herdeiro do trono e se passa por outra pessoa para se aproximar dos jovens e se encaixar em algum lugar -, alguns clássicos personagens do panteão de Holmes, como Mycroft e o Inspetor Lestrade, dão as caras como um fan service barato e que não auxilia em nada na complexidade das tramas e dos arcos. Certas escolhas também não fazem muito sentido quando comparadas ao panorama principal; por vezes, a base antológica é entregue de qualquer maneira e assemelha-se aos mesmos equívocos de ‘Once Upon a Time’ e ‘Supernatural, que se aceleram por nenhum motivo necessário.

A sórdida e sóbria fotografia é um dos poucos pontos que se salvam: há referências que estendem-se para os trabalhos de Emmanuel Lubezki e a teatralidade de ‘A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça’ e de ‘Desventuras em Série’ – tudo adornado com uma paleta que não foge do óbvio, mas tem um papel fundamental na descoberta dos podres que se escondem nos casebres, nos bordéis e nos bares. Mesmo assim, encontramos deslizes amadores que apostam nas vibrantes cores da realeza britânica em contraste com a vida urbana e operária, em exaustiva repetição. De qualquer forma, os pontos altos são ofuscados por furos no roteiro e um mandatório processo de choque que tenta impactar os espectadores.

Estendendo-se ao longo de oito episódios de aproximadamente uma hora cada, a produção vai e volta, chegando a lugar nenhum com revelações que passam longe de serem surpreendentes. O enlace romântico entre Bea e Leopold é premeditado desde o primeiro encontro através de fillers incessantes e cansativos – por mais que a atuação de ambos os atores seja ótima; Jessie, que carrega a travessia mais árdua e mais bem construída de todas, luta contra seus demônios anteriores e sacrifica a possibilidade de reencontrar a mãe para um bem maior, ainda que tenha sido enganada por pessoas de confiança; e talvez o único episódio realmente humano seja o season finale, com desenlaces tocantes sobre amizade e sobre a perda de um ente querido.

Os Irregulares de Baker Street é um erro da Netflix, mas pode ser aprazível àqueles que têm tempo de sobra. Passando longe de ser uma das melhores adições ao catálogo da plataforma, é interessante ver a química do grupo de jovens e de que forma eles se relacionam – mas recomendo ‘Enola Holmes’ como uma opção de entretenimento mais coesa em todos os aspectos.

Snydercut e os Filmes que Mostram que os Estúdios também Escutam os Fãs

Liga da Justiça de Zack Snyder está entre nós! E independente do que você achou do filme, um fato é indiscutível, sem precedentes e serve de lição: A Warner escutou os fãs. É claro que tudo foi minuciosamente estudado pelo estúdio, que comprovou a viabilidade do projeto garantindo um sucesso em mãos. Era o que muitos (e bota muitos nisso) fãs queriam. Por que não atendê-los? Um movimento que se iniciou nas redes sociais, criado pelo público, e foi ganhando cada vez mais proporção até se transformar em algo que muitos julgavam impossível: uma edição completamente nova em folha, tilintando e reluzindo com a visão de Zack Snyder, em relação a que foi aos cinemas em 2017.

Liga da Justiça de Zack Snyder serve de caso de estudo ao se tornar um novo epicentro da força das redes sociais e do contato dos fãs com engravatados de mega empresas (os grandes estúdios de Hollywood), o que termina por igualmente atingir o público médio. É um mercado em plena transformação, seguindo as novas tendências mundiais. Resta saber até que ponto isso pode se tornar nocivo. Ou talvez já saibamos bem. Pensando em como a vontade dos fãs foi atendida com a versão de Zack Snyder para Liga da Justiça resolvemos construir essa matéria abordando justamente tal tópico, mostrando variantes desta proximidade, sua face benéfica e também a maléfica. Veja abaixo.

Homem-Aranha no MCU

Começamos com uma simples, que se tornou batata. Quando os Vingadores (2012), filme que uniu a superequipe do Universo Marvel no Cinema estreou, o Homem-Aranha estava estrelando seu reboot na Sony com O Espetacular Homem-Aranha, lançado no mesmo ano. Desde essa época alguns fãs já pediam para o herói escalador de paredes se juntar aos colegas de casa, já que nos quadrinhos o Aranha é o símbolo da Marvel. O que parecia impossível, se tornou bastante viável com o fracasso de O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014). Agora eu pergunto, o que teria acontecido se o filme fosse um sucesso? De qualquer modo, devido à insistência dos fãs, que romperam às redes sociais com mensagens e muitos memes, um acordo foi criado entre os estúdios e o personagem pôde aderir ao MCU finalmente em Capitão América – Guerra Civil (2016), nas formas de um novo intérprete: Tom Holland. E o personagem nunca esteve melhor representado.

O Backlash do Sonic “realista”

Quando o primeiro trailer de Sonic – O Filme (2020) foi lançado na internet, a repercussão foi tão negativa com seu design que a falação em torno disso se tornou mais atrativa do que o possível conteúdo do filme em si. A maioria esperava um resultado tosquinho, quase tão digno de pena quanto o filme do Pica-Pau (2017). Mas foi só verem o visual “medonho” do ouriço azul que os fãs tiveram algo a polemizar por um bom tempo. E para a Paramount o momento gerado pelo famoso “falem mal, mas falem de mim” veio muito bem a calhar. A comoção gerada chamou atenção para o filme. Os realizadores, por outro lado, não perderam tempo, correram contra o relógio aproveitando o hype e modificaram todo o visual da criatura, deixando-a mais parecida com sua contraparte cartunesca. Fãs satisfeitos, restava agora assistirem e proclamarem seu veredito. Com metade da batalha ganha não teve muito erro. Sonic está bem longe de ser uma obra-prima, mas ao não desagradar já sai vitorioso. Com críticas na média e uma boa bilheteria, o longa já desenvolve sua sequência para 2022.

Um novo Deadpool

Este é também um caso muito conhecido. A primeira aparição do anti-herói tagarela Deadpool ocorreu não num filme solo, como muitos podem lembrar, mas sim no primeiro derivado do universo mutante da Fox em X-Men Origens: Wolverine (2009). E o resultado foi… digamos, um dos piores filmes do gênero de todos os tempos. Bem, Hugh Jackman, o intérprete do personagem com unhas afiadas, não se deixou abater e seguiu escalando em filmes solo melhores do herói. Mas ele não foi o único. A interpretação de Deadpool em tal filme, já nas formas de Ryan Reynolds, foi tão negativa (e só piorou com o passar dos anos) que terminou alvo de piadas de gregos e troianos, inclusive do próprio ator. Reynolds havia se afeiçoado ao personagem e achava que ele merecia uma segunda chance. Assim, ao lado de fãs fiéis, o ator começou uma campanha ferrenha por um filme solo do personagem e com muito esforço conseguiu erguer do chão o projeto, se tornando o longa que todos conhecemos e adoramos, lançado em 2016. A produção gerou uma sequência em 2018 e esperamos que siga com Reynolds em sua inclusão no MCU.

Serpentes a Bordo

Esse é um pouco mais antigo, mas a prerrogativa segue atual. Sabe estes fenômenos de hype gerados por filmes que ninguém dava nada, como o recente caso de Godzilla vs Kong? Filme que talvez muitos saibam que não vai dar em nada, mas é criado um verdadeiro status de culto em volta. Bem, isso não é novidade e lá atrás em 2006 ocorreu mais ou menos o mesmo com este longa estrelado pelo mo***f***er Samuel L. Jackson. Pegando muita carona com o conceito “é cool ser trash” que crescia exponencialmente na época, a ideia foi gerada por uma brincadeira entre os produtores, para ver quem conseguia criar o pior conceito para um filme. Assim cobras em um avião terminou vencendo. Juntar um filme de desastre aéreo (que é um subgênero por si só) com a ameaça de cobras dentro da aeronave era simplesmente… algo do nível de Sharknado, antes de Sharknado. Assim, o conceito gerou tanto hype, que os produtores conseguiram inclusive contratar o astro Jackson para a brincadeira, que diz ter aceitado ao ter batido o olho no título. E bastou. Esse foi um dos primeiros casos de filme inteiramente criado devido à resposta positiva dos fãs, numa era na qual a internet não sonhava em se tornar o que é hoje.

Star Wars – A Ascensão Skywalker

Até o momento, apresentamos apenas itens onde a proximidade entre fãs e o estúdio gerou frutos positivos para ambas as partes, ou seja: público satisfeito em sua maior parte, e estúdios com bolsos bem recheados. Aqui, infelizmente temos o primeiro caso negativo. E não é um caso qualquer, mas um ocorrido com a que é provavelmente a maior franquia do cinema. E isso dói demais. Os fãs de Star Wars são os mais apaixonados, e isso se reflete em serem os mais chatos também. Creio que apenas a primeira trilogia (a original) foi abraçada sem muitos questionamentos, talvez por não existir a internet ainda. Seja como for, a partir da segunda trilogia os ânimos já estavam mais aflorados. Ao chegar à terceira, foi quando tudo descambou de vez. Isso é, mais propriamente com o segundo episódio da mais recente trilogia, Os Últimos Jedi (2017). O filme tem seus problemas, é longo e demora muito a engrenar, além de ter trechos verdadeiramente dispensáveis. Porém, o que possui também é muita coragem e audácia para quebrar expectativas. E isso se reflete nos fãs não receberem o que desejavam. Os Últimos Jedi dividiu tanto os fãs, como nenhum outro longa da franquia havia feito, ao ponto de ser criada uma petição com milhares de assinaturas pedindo para que o filme fosse excluído da cronologia. O pior veio depois. Por causa deste tiro pela culatra, para o terceiro filme, o estúdio e o diretor (JJ Abrams) passaram a dar ouvido demais aos fãs, e para atender a tudo que queriam, terminaram por eliminar grande parte do que havia sido construído no episódio anterior. A grosso modo, seria como se em O Retorno de Jedi quisessem “desfazer” Luke ser filho de Darth Vader. Deu para sentir um pouco do drama. Quando o desespero é grande para agradar todo mundo, termina-se sem agradar ninguém.

Serenity – A Luta pelo Amanhã

Aqui voltamos ainda mais no passado, para o ano de 2005. Antes de ser parcialmente cancelado na internet, devido a seu comportamento abusivo no set de Liga da Justiça (2017), agora reportado, o diretor Joss Whedon era uma força nas telinhas. Devido à suas criações como Buffy – A Caça Vampiros e seu derivado Angel, Whedon se tornou uma estrela na TV. Antes de dirigir os dois primeiros Vingadores para a Marvel, ou sequer de criar o programa Agentes da SHIELD, o cineasta mergulhava no universo espacial da ficção científica com sua própria versão mais subversiva de seriados de nave a la Star Trek, com Firefly. O seriado logo despertou seguidores fiéis e status de cult, mas não foi o suficiente para a série ter “uma vida longa e próspera” e o projeto terminou cancelado após uma mísera temporada – com 14 episódios entre 2002 e 2003. A comoção ganhava cada vez mais força para a Fox dar mais uma chance ao programa, porém, algo diferente tomou forma. Em 2005, a ideia foi comprada pela Universal e levada não às telinhas, mas sim às telonas na forma de uma grande produção do cinema – dando assim à história uma sobrevida e uma boa companhia à série. Hoje, o amor pelo programa segue de pé, e Firefly (que se tornou Serenity no cinema) está entre as 30 séries mais queridas pelo grande público de todos os tempos.

Adão Negro

Aqui temos ainda um caso diferente e curioso. A interação aqui foi tanta que os fãs escolheram o papel para o protagonista. Já tinham visto algo assim? Como grande fomentador que é, Dwayne The Rock Johnson, um dos astros que mais interagem com seus fãs nas mídias sociais, encabeçou o projeto de levar ao cinema o universo de um dos personagens mais antigos dos quadrinhos, que foi instituído ao time da DC Comics. Trata-se de Shazam, ex-Capitão Marvel. The Rock levou às redes sociais e perguntou aos fãs quem ele deveria interpretar: o protagonista Shazam ou seu maior antagonista, o Deus Adão Negro. Os fãs prontamente responderam que o grandalhão deveria ser o vilão. E assim foi. Tudo com o aval da Warner. Zachary Levi foi escalado para ser o herói de uniforme vermelho no filme homônimo de 2019, e The Rock chega quebrando tudo em breve no derivado próprio, focado no inimigo do herói, ainda sem data definida de estreia.

Zack Snyder admite que a Warner “ODIOU” ‘Batman vs Superman’

Zack Snyder confirmou que houve pressão da Warner Bros. para “divorciar” a ‘Liga da Justiça‘ de ‘Batman vs Superman‘ porque o estúdio “ODIOU” o filme que trazia o embate entre Batman (Ben Affleck) e Superman (Henry Cavill).

Batman vs Superman‘ recebeu críticas amplamente negativas e decepcionou nas bilheterias ao arrecadar “apenas” US$ 873 milhões mundialmente, bem menos que o US$ 1 bilhão que o estúdio aumejava.

“Eu sinto que o estúdio tinha esse ódio por Batman vs Superman. Houve uma pressão sobre mim para divorciar a história [da Liga da Justiça] de Batman vs Superman , o que eu não queria e não fiz. Francamente, é uma trilogia de filmes, então a história continuava”, disse Snyder à SFX Magazine. 

Na época, o The Wrap revelou que a Warner Bros. teria considerado afastar Zack Snyder após a avalanche de críticas negativas recebidas com Batman vs Superman.

A publicação revela que vários executivos do estúdio exigiram que o presidente da Warner, Greg Silverman, retirasse imediatamente Snyder de Liga da Justiça logo no começo da produção, em abril de 2016, alegando que ele seria a origem dos problemas.

O presidente, obviamente, optou por não demitir Snyder, uma vez que isso poderia dar a entender que Liga da Justiça estaria com sérios problemas. Porém, Silverman culpou Snyder pelo suposto “fracasso” de Batman vs Superman, sendo bastante duro em uma reunião com o diretor na época.

Greg Silverman também enviou o co-presidente da DC Films, Jon Berg, para ficar de olho em toda a produção da Liga e monitorar o uso do orçamento – que já havia estourado.

Por fim, o diretor acabou se afastando após uma tragédia familiar e foi substituído por Joss Whedon.

Batman vs Superman | POLÊMICA obra de Zack Snyder completa 5 Anos; Você gostou?

 

O Esquadrão Suicida | Os melhores momentos do trailer do filme

Após o fracasso com “F” maiúsculo de Esquadrão Suicida (2016), muitos pensaram que o universo DC nos cinemas tinha chegado ao fim. Era o segundo filme que ia mal nas críticas no mesmo ano e o futuro era nebuloso. Porém, vieram Mulher Maravilha (2017), Aquaman (2018) e Shazam! (2019) trazendo críticas muito positivas, mostrando que ainda havia sim esperança para o UDC. Então, com a contratação do diretor James Gunn, que praticamente criou o universo Cósmico da Marvel nos cinemas, os executivos apostaram em dar uma segunda chance ao Esquadrão. Sem termos muitas novidades sobre o filme, ficaram muitas dúvidas sobre como seria essa grande aventura. Agora, com o lançamento do primeiro trailer, já dá para ter uma ideia de como Gunn irá conduzir tudo. E, olha… Parece insanamente fantástico. Pensando nisso, separamos os pontos altos dessa “espiadinha”. Confira!


Dinâmica de grupo

Um dos grandes trunfos de James Gunn é saber trabalhar equipes como poucos em Hollywood. Logo no início do trailer, já podemos ver que as interações dos membros da equipe serão um destaque no filme. E não tem essa de “vocês são minha família”, não. Os vilões são babacas e agem assim para com os outros, proporcionando momentos incríveis de diálogos dinâmicos e ácidos, como um questionando o “uniforme de trabalho” do outro.


Harley na medida

A estrela do primeiro filme foi a Harley Quinn (Margot Robbie), que conquistou não apenas aos companheiros de equipe, mas ao público também. No entanto, todo esse protagonismo acabou incomodando alguns. Em O Esquadrão Suicida, porém, ela parece estar mais dosada. Não por vontade própria e sim pela qualidade dos personagens ao seu redor. Será interessante enfim vê-la atuar junto a companheiros com tanto potencial quanto ela.

Sylvester Stallone

O eterno Rocky Balboa foi adicionado ao elenco no final do ano passado. Seu personagem ainda era um mistério, mas foi revelado neste trailer. Assim como James Earl Jones com o Darth Vader, Sylvester Stallone fará a voz do Tubarão-Rei, uma criatura brutal e de poucas palavras.

Não querem estar ali 

Diferentemente do primeiro time de anti-heróis – com exceção do Amarra -, os vilões desse filme não estão nem um pouco à vontade de precisarem passar por essas missões suicidas. Eles querem apenas reduzir suas penas ou… Bem, como disse o Bolinha, morrer. Não é interessante para eles fazer amigos ou encontrarem uma motivação heroica para viver. Muito pelo contrário.


Violência explícita

A graça ter um filme com classificação etária para maiores é poder apostar em diálogos mais sujos, comportamentos moralmente questionáveis e em formas criativas e explícitas de violência. E como essa aventura é protagonizada por vilões sanguinários e cruéis, faz o total sentido que tenhamos cenas de corpos sendo divididos no meio e membros sendo decepados. Além disso, antes de brilhar na Marvel, James Gunn foi um dos mestres do Terror B moderno, então ele sabe bem como usar sangue e mutilação.

Mundo emancipado de Harley

Em Aves de Rapina (2020), Harley se separou do Coringa (Jared Leto) e encontrou na amizade e na loucura uma forma de superar esse término abusivo. Algumas das cenas mais incríveis mostram a doidinha favorita de todos exterminando policiais enquanto estava sob efeito de “pó ‘cocaína’ mágico”. Porém, ela via o sangue e as armas como flores, pós coloridos e brinquedos infantis. Ao que parece, teremos pelo menos uma sequência de violência pesada seguindo essa mesma estética do filme “solo” dela.

Starro, o Conquistador Estelar

Responsável pela união da Liga da Justiça nos quadrinhos, Starro, o Conquistador Estelar, é um alienígena inspirado nos filmes de terror e ficção dos anos 50. Ele surge para tomar a Terra destruindo tudo com seus tentáculos e fazendo “cópias” de si que tomam atitudes baseadas na consciência coletiva. Tipo uma “consciência unimental”. Ele também tem poderes telepáticos e consegue lançar raios de energia. Um oponente mais do que digno para os vilões.

Enfim, sabemos pelo histórico de “Esquadrão Suicida” que não podemos nos iludir com o primeiro trailer. Mas, em tempos em que alguns defendem heróis agindo feito psicopatas, é legal trabalhar a história de psicopatas precisando agir feito heróis. Parece promissor.

O Esquadrão Suicida estreia em 5 de agosto de 2021.

Campanha para Warner restaurar o Universo do Snyder ultrapassa 1 milhão de Tweets

Após o lançamento de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, uma nova campanha tomou as redes sociais.

Com uma das versões do diretor mais lendárias de todos os tempos, o corte de Snyder se transformou em um sucesso de crítica e público.

O sucesso da campanha para a Warner lançar o filme do Snyder fez com que um novo movimento se iniciasse.

A nova campanha de mídia social com a hashtag #RestoreTheSnyderVerse acaba de ultrapassar a marca de 1 milhão de tweets, conforme relatado pelo Discussing-Film.

Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?

O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.

Confira as reações dos fãs:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Liga da Justiça | 8 Mudanças Importantes que a versão do Zack Snyder trouxe

ALERTA DE SPOILER*

Liga da Justiça de Zack Snyder está entre nós trazendo uma grande aprovação por parte do público, principalmente quando comparado com sua contraparte de 2017. Essa comparação, inclusive, tem se mostrado como um fator bem recorrente quando esse corte do diretor é analisado. Uma reação inevitável, como sempre acontece quando são lançadas posteriormente versões do diretor, mas ainda assim elas servem para ressaltar os diferenciais do novo filme.

Dessa maneira, esses novos elementos apresentados no assim chamado Snyder Cut serão listados em formato de tópico e então dissecados.

 

  • Toda a sequência do Knightmare

Um recurso introduzido em BvS com grande importância narrativa para o futuro do DCEU, o Knightmare (futuro pós apocalíptico) esteve completamente ausente no corte de 2017. Agora, sob a batuta do diretor, ele não só volta como também introduz alguns personagens ilustres em versões distorcidas como o Exterminador com moicano e a Mera portando o tridente do Aquaman.

O Coringa de Jared Leto roubou para si os momentos finais do filme

No entanto, a maior presença não poderia ser outra senão o Coringa. Completamente repudiado em Esquadrão Suicida, Jared Leto ganha nova chance e entrega um coringa com cabelo comprido e sem mais tatuagens. O ponto alto dessa nova sequência acaba sendo seu encontro com o Batman, no qual o palhaço brinca com seu trauma passado envolvendo a morte do Robin e o herói repele lembrando a morte da Arlequina e seu último pedido para uma morte lenta ao vilão.

  • Caçador de Marte

Começando pela inclusão mais evidente, o Caçador de Marte (ou Jon Jones) já havia sido ventilado como presença no corte do diretor há alguns anos pelo próprio Zack Snyder. Isso ocorreu ainda na época em que o diretor publicava de vez em quando storyboards das cenas filmadas por ele e uma delas era justamente o momento em que a “Fake Martha” (ou farsa) se revela sendo o marciano após uma visita à Lois Lane.

Caçador de Marte é um dos personagens mais amados da DC Comics

Sua visita ao Bruce no final do filme também evidencia a relação entre ele e o grupo, ou pelo menos de início com o Batman, que poderia vir a crescer em uma possível sequência, indicando que o personagem teria sim um papel mais explícito enquanto super-herói.

  • Gancho para The Batman

Não, não é o futuro filme dirigido por Matt Reeves e protagonizado por Robert Pattinson. Antes desse reboot do personagem ser planejado, era Ben Affleck quem estava à frente da ideia para uma aventura solo da sua versão do Cavaleiro das Trevas. Ela daria prosseguimento ao que seria visto em Liga da Justiça e colocaria o Batman para enfrentar o Exterminador tendo como cenário o Asilo Arkham.

Ao saber da identidade do Batman, o Exterminador se tornou uma ameaça muito maior no até então “The Batman”

O projeto foi eventualmente abandonado para que Affleck pudesse lidar com assuntos pessoais, mas ao final do Snyder Cut ocorre uma interação entre Lex Luthor e o assassino de aluguel (visualmente parecida com a sua contraparte de 2017) no qual Luthor ressalta que há assuntos pendentes entre o Batman e o Exterminador e então entrega ao mercenário a identidade do Homem Morcego. Dessa forma indicando que The Batman teria essa urgência muito presente e o Exterminador seria uma força destrutiva na vida de Bruce Wayne.

  • Traje Negro do Superman

A noção de que o traje negro estaria presente na obra já remonta desde antes de 2017, quando o Superman morre pelas mãos do Apocalypse e imediatamente o traje era evocado pelos fãs como uma ferramenta essencial para a volta do herói. O corte de Joss Whedon então apaga a existência da roupa e, mais para frente Snyder usa as redes sociais para mostrar que haviam imagens de que a roupa estaria presente originalmente.

A menos surpreendente das surpresas mas ainda assim bem legal de ver

Ainda que no Snyder Cut não haja um momento de exposição sobre as propriedades curativas da vestimenta (já que nos quadrinhos o Superman a usa para absorver a energia solar mais rapidamente após voltar da morte) fica subentendido que ela auxiliou o personagem a voltar com força total para a luta com o Lobo da Estepe.

  • Ciborgue

A essa altura do campeonato lembrar desse ponto se tornou algo como “chover no molhado”, mas ainda assim só mostra a falta de critério por parte da Warner e Joss Whedon ao podar o filme. Ciborgue tinha sido amplamente ventilado como o coração do filme, como alguém intimamente conectado à trama e que de fato era muito importante, com todo um arco dramático envolvendo sua relação com o pai. Em 2017 a presença dele foi bem enfraquecida e todo esse suposto protagonismo acabou não aparecendo.

Cortar a trajetória do Ciborgue desmoronou toda a trama

Enquanto isso, o ator Ray Fisher constantemente acusou a Warner e o mencionado diretor de terem não só cortado quase que totalmente sua participação como também pelo comportamento abusivo de Whedon nos bastidores. Agora com o lançamento do Snyder Cut fica muito evidente que as reclamações do ator sobre como trataram a edição do filme tinham fundamentos.

  • Ryan Choi

Ryan Choi (Ryan Zheng) foi o segundo Átomo nos quadrinhos

Esse pode não ser um nome imediatamente reconhecível para o público, porém Ryan Choi é o segundo indivíduo a usar o manto do super-herói Átomo logo após Ray Palmer se afastar. Com poderes de encolhimento que podem chegar ao nível atômico, Ryan já fez parte da formação da Liga da Justiça nos quadrinhos e sua apresentação no Snyder Cut pode ser sinal de uma futura expansão da equipe.

  • Lara ou Jon Kent?

Em determinado trecho do filme, antes do retorno do Superman, é sugerido que Lois Lane pode estar grávida. Isso porque em sua gaveta fica em evidência um teste de gravidez e ela lança para ele um olhar apreensivo. O conceito de uma prole para o Superman não é novo, atualmente nos quadrinhos seu filho Jon tem toda uma série própria no qual ele interage com o filho do Batman, Damien Wayne.

Em Injustice, Lara Kent é a filha do Superman

Ainda assim, sabendo que muito do DCEU teve inspiração na série de quadrinhos  Injustice (cuja trama é sobre o herói enlouquecendo com a morte da Lois grávida) pode ser que o herdeiro do Superman venha de lá; nesse caso sendo sua filha Lara Kent. Sua participação acontece por meio de uma visão de universo alternativo que o herói recebe mas mesmo assim é o suficiente para se ter um vislumbre da quase heroína.

  • Basicamente todo o corte do diretor

Ok, essa pode soar como uma troça mas não é uma afirmativa incorreta. Nenhuma mudança e toda mudança apresentada é um elemento do Snyder Cut, que não só eliminou muitos dos terríveis alívios cômicos do filme de 2017 como retrabalhou a coloração da obra, a trilha sonora (completamente inédita), concedeu mais tempo de tela para que os personagens pudessem expressar suas motivações (dentre eles o vilão), reeditou certas cenas já vistas para que elas expressassem outra sensação, incrementou a cena de luta final.

Enfim, o corte em si é a grande diferença e o que torna o produto de 2017 algo que não deve mais ser a referência sobre a Liga da Justiça nos cinemas.

Crítica | ‘Joanne’ explora a dolorida alma de Lady Gaga

Publicado originalmente em 05 de abril de 2019.

Lady Gaga talvez seja a cantora mais versátil do mundo pop contemporâneo. Não apenas por seu alcance vocal e pela tecedura nas notas que proclama com tanta destreza e habilidade, mas sim por ser capaz de criar uma identidade nas mais diversas vertentes musicais que existem, desde o electro dance, passando pelo jazz e culminando, em 2016, em um primaveril folk intitulado Joanne. E mesmo que tenha sofrido duras críticas por suas investidas cada vez mais severas e mais transgressoras quando pensamos no endossado classicismo da construção de músicas – vide ARTPOP-, ela permaneceu verdadeira ao momento em que estava vivendo e aos seus valores e ideais.

Seu mais recente álbum de estúdio também emergiu como um divisor de águas, principalmente por ser muito bem recebido pela crítica especializada ainda que tenha desapontado alguns fãs. É fácil tomar as dores dos little monstersquando estes aguardavam ansiosamente o retorno da Mother Monster para o pop, mas a ideia aqui não é agradá-los, por assim dizer. Nesse novo disco, a artista permite-se finalmente explorar seus demônios interiores e intimistas de uma forma tão singela e sutil que fica difícil não se emocionar com as inúmeras odes à sua família e até mesmo aos seus amores passados. Em Joanne, ela se vê em um beco sem saída, do qual só conseguirá sair quando finalmente colocar em jogo exatamente o que lhe aflige, o que lhe impede de seguir em frente e o que mais lhe importa: aqueles que a cercam.

O título da obra não é escolhida ao acaso, assim como todos os outros. Se suas composições anteriores tratavam de forma aberta sobre ambição, desejo e criatividade, aqui Gaga resolve repousar em seu antro de criação e desvendar os mistérios de um passado marcado por mágoas e traumas, principalmente no que concerne à sua tia, Joanne Germanotta. Para aqueles que não estão familiarizados com o nome, ela foi a tia que a cantora nunca conheceu, cujo trágico desfecho emergiu após ser diagnosticada com lúpus e que lhe impediria de usar as mãos, ou seja, seus únicos instrumentos de trabalho – afinal, ela era uma artista plástica. E apesar das dores, sua mãe e avó de Gaga entendeu que a filha não poderia continuar vivendo sem fazer o que amava.

Ame as pessoas ao seu redor. E essencialmente essa premissa que resume a triste história acerca de Joanne. E é a partir disso que a cantora se lança em um território complicado que culmina em mais uma obra-prima, tão importante que se torna passível de incompreensão por grande parte do público. Talvez a música que empresta o nome para o título seja a mais tocante de todas – eu mesmo não pude deixar de segurar as lágrimas ao ouvir a composição fincada nos acordes suaves do violão, perscrutadas pela crueza da voz de Gaga: “pegue a minha mão. Fique Joanne. O céu não está pronto para você”. A letra inicia-se já com um impacto tremendo que não permanece em uma linearidade clássica, mas expande-se para um clímax que dialoga diretamente com a dolorida alma da artista.

E se o disco fala de pessoas, ele não se mantém apenas num âmbito saudosista, permitindo criar uma amálgama positiva e negativa, de lembranças memoráveis e carinhosas contrapostas e desilusões amorosas e “problemas do coração”. É com isso que emerge a trilogia principal de Joanne. Iniciando a saga, temos Perfect Illusion”, uma investida que fala basicamente de um devaneio tido pelo eu lírico, o qual acreditou piamente no amor de seu parceiro, mas que depois percebeu, ainda que tarde demais, que tudo não passava de uma “perfeita ilusão”; mesmo dilacerada, Gaga ainda tenta resgatar algum sentimento bom do que teve com essa pessoa em Million Reasons”, uma rendição quase onírica e que muda os solos de guitarra para a composição abrandada do violão (mais uma vez) em um louvor por algo que a faça mudar de ideia.

Não é nenhuma surpresa que, eventualmente, ela decida seguir em frente. Com um pé atrás e decidindo que irá viver a vida – ou seja, cometer mais erros que a levarão em um caminho diferente do que esperava. Em John Wayne”, uma investida bem mais country para seu CD, ela utiliza-se de referências até mesmo cinematográficas, como o nome do ator que serve de inspiração para a faixa, para chegar à conclusão de que todo homem é um “John Wayne”, ou seja, um galanteador perigoso. E ao invés de se proteger de possíveis e futuras ilusões amorosas que outrora quebraram seu coração, decide simplesmente mergulhar de cabeça.

Sua maturidade psicológica e emocional emerge com Diamond Heart”. Usando e abusando de suas habilidades vocais, que mantém-se em um nível esplendoroso e aplaudível principalmente por sua arquitetura rouca e ao mesmo tempo natural, Gaga diz que ela tem um coração tão impenetrável feito diamante, mas que brilha com um potencial a ser explorado. E essa dureza e frieza é fruto de um “cruel rapaz que me deixou mais forte”, provavelmente referindo-se àquele em que acreditou piamente, mas que lhe decepcionou. O brilhantismo desse álbum é a capacidade de conversar, nas mais inúmeras instâncias, com os anseios e medos das pessoas: o medo de amar e não ser correspondido, o medo de ficar sozinho, o medo de perder aqueles que ama sem realmente tê-los conhecido.

“Angel Down” é a música que mais abrange a dualidade entre caos e ordem, esperança e desconsolação: mudando bruscamente para o profundo ímpeto do piano clássico, com alguns toques folk (principalmente no tocante aos vocais), Gaga fala sobre a guerra. Não necessariamente referindo-se às grandes batalhas bélicas, mas também abraçando as crises interiores que todos nós temos ou um dia teremos, e como nos sentimos ao perceber que teremos que lidar e enfrentar isso mais cedo ou mais tarde, de modo solitário e que muitas vezes nos faz desistir de continuar. E ainda que busquemos um refúgio em nossas crenças e rezas, o anjo caído ainda está lá, esperando para ser resgatado ou notado por aqueles que, mesmo indiretamente, foram responsáveis pela trágica queda.

Pensar que o disco é essencialmente depressivo é cair em uma observação muito externa e superficial; a composição completa também está recheada com criações de reafirmação de amizades, fraternidade e até mesmo apoio nos lugares em que menos se espera encontrar. Se em Hey Girl”, dueto feito entre Gaga e Florence Welch, preza pela sororidade e pelo empoderamento através de um discurso feminista, Come to Mama” é basicamente um apelo pelo famigerado ombro amigo que tem como principal ideia consolar o inconsolável.

Não há como negar que a principal base para Joanne são as sensações: sejam melancólicas ou prazerosas, mundanas ou transcendentais, são as pessoas que Lady Gaga ama que mantêm as engrenagens do álbum girando, e que o transformam numa investida tão íntima que chega a ser difícil não se conectar com a sutileza das composições e a visceralidade de letras ao mesmo tempo emocionantes e complexas.

Nota por faixa:

  • Diamond Heart – 4/5
  • A-YO – 5/5
  • Joanne – 5/5
  • John Wayne – 4/5
  • Dancin’ in Circles – 4,5/5
  • Perfect Illusion – 4/5
  • Million Reasons – 4,5/5
  • Sinner’s Prayer – 5/5
  • Come to Mama – 4,5/5
  • Hey Girl – 4/5
  • Angel Down – 5/5
  • Grigio Girls (lançado na versão deluxe) -3/5
  • Just Another Day (lançado na versão deluxe) – 4/5

‘Nomadland’ é eleito o Melhor Filme no Producers Guild Awards 2021, um dos termômetros para o Oscar

Depois de sair como vencedor na categoria de Melhor Filme do Producers Guild Awards na noite de ontem, ‘Nomadland‘ já se tornou o favorito à categoria no Oscar 2021.

Considerado um dos termômetros para a maior premiação do cinema, o PGA é um evento bastante conhecido por prever o grande vencedor do Oscar.

Ao longo de seus 31 anos, o PGA previu nada menos que 21 prêmios de Melhor Filme do Oscar, algo equivalente a 67% de acertos.

Só nos últimos dez anos, o prêmio realizado pelo sindicato dos produtores norte-americanos teve a mesma opinião dos votantes do sete vezes.

Uma das poucas exceções aconteceu no ano passado, quando ‘2017′ (Sam Mendes) foi escolhido como Melhor Filme, mas a academia deu o prêmio a ‘Parasita‘, dirigido pelo coreano Bong Joon-ho.

Lembrando que ‘Nomadland‘ também foi agraciado com o prêmio de Melhor Filme no Globo de Ouro 2021 e do Critics Choice Awards 2021.

Além da categoria, o longa dirigido por Chloé Zhao também disputa o Oscar como Melhor Direção Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Atriz (Frances McDormand), Melhor Fotografia Melhor Edição.

Os vencedores serão anunciados no dia 25 de abril.

O longa tem estreia marcada par 15 de abril aqui no Brasil.

Confira o trailer:

O filme é escrito e dirigido por Chloé Zhao (‘Os Eternos‘).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

‘O Esquadrão Suicida’: Filme ganha belíssimos cartazes individuais; Confira!

‘O Esquadrão Suicida é o mais novo filme de James Gunn para a DC e promete fornecer uma perspectiva original ao icônico grupo de supervilões.

Agora, os protagonistas do longa-metragem ganharam destaque em incríveis cartazes individuais.

Confira, junto ao primeiro trailer:

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.

Como foi anunciado recentemente, a Warner Bros decidiu lançar a adaptação na HBO Max e nos cinemas no dia 06 de agosto.

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

‘O Esquadrão Suicida’ QUEBRA TUDO no primeiro trailer oficial do longa!

O aguardado longa-metragem ‘O Esquadrão Suicida finalmente ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme é dirigido por James Gunn.

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.

Como foi anunciado recentemente, a Warner Bros decidiu lançar a adaptação na HBO Max e nos cinemas no dia 06 de agosto.

Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Disney+ não se responsabiliza pelo conteúdo violento da série; Entenda!

Os dois primeiros episódios de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ mostram algumas cenas bastante violentas para os padrões da Marvel.

Se os próximos episódios continuarem no mesmo ritmo, tudo indica que a trama deve apresentar trechos um pouco mais pesados para o público da Disney+.

De qualquer forma, os fãs não parecem se importar, já que a estreia foi a mais assistida plataforma de streaming, superando ‘WandaVision’ e ‘O Mandaloriano’. 

Mesmo assim, a Disney+ adicionou uma isenção de responsabilidade na abertura da série, indicando que a exibição é um risco do próprio assinante:

“Embora seja fictício e ambientado no mundo dos quadrinhos, a série contém cenas violentas que podem ser vistas como desencadeantes ou perturbadoras para alguns espectadores, especialmente à luz dos recentes eventos trágicos do mundo real.”

Lembrando que o segundo episódio já está disponível na plataforma.

A série foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

‘DOTA: Dragon’s Blood’: Novo anime da Netflix ganha cartazes nacionais; Confira!

‘DOTA: Dragon’s Blood’ é a mais recente série de anime da Netflix e já está disponível na plataforma de streaming.

Para promover a obra, foram divulgados quatro novos cartazes nacionais estampando os personagens principais.

Confira:

A produção é baseada no universo dos jogos DOTA 2.

A trama segue Davion, um renomado Cavaleiro do Dragão dedicado a livrar o mundo das forças do mal. Após um encontro com um poderoso e antigo dragão e com a nobre Princesa Mirana, que segue em sua própria missão secreta, Davion acaba se envolvendo em eventos muito maiores do que jamais poderia imaginar.

‘Virando o Jogo dos Campeões’: Série baseada no filme ‘Nós Somos os Campeões’ já está disponível no Disney+!

Virando o Jogo dos Campeões, série inspirada no clássico longa-metragem ‘Nós Somos os Campeões’, já está disponível no Disney+.

A produção foi disponibilizada hoje, 26 de março.

Agora famosos em sua própria divisão, o time de hóquei júnior Might Ducks está bastante seletivo sobre quem entra para a equipe. Depois de ser chutado do time, um jovem garoto chamado Evan, apoiado por sua mãe, forma uma nova equipe de azarões com a ajuda do técnico original dos Ducks, Gordon Bombay.

A série foi criada por Steven BrillJosh GoldsmithCathy Yuspa.

Emilio Estevez retorna no papel do técnico Gordon. O elenco ainda conta com Brady NoonSwayam BhatiaTaegen BurnsJulee CerdaBella HigginbothamLauren Graham.

‘Mortal Kombat’: Nitara é destaque na nova imagem do reboot; Confira!

Através de seu Twitter oficial, o roteirista Greg Russo divulgou uma nova imagem oficial de Mortal Kombat, dando destaque a Nitara.

Diferente dos outros personagens, Nitara está longe de ser uma das favoritas dos fãs e é caracterizada como uma vampira que caça outras pessoas para permanecer viva.

Confira:

Vale lembrar que o filme chega aos cinemas brasileiros no dia 22 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max no dia 16, uma semana antes.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘O Esquadrão Suicida’ ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

Em seu Twitter oficial, o diretor e roteirista James Gunn anunciou um novo cartaz incrível de ‘O Esquadrão Suicida.

O trailer será lançado hoje, 26 de março.

Confira:

Leia a sinopse oficial do longa abaixo:

“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.

Como foi anunciado recentemente, a Warner Bros decidiu lançar a adaptação na HBO Max e nos cinemas no dia 06 de agosto.

Alguns nomes eram esperados para reprisar seus papéis anteriores, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).

Entre os novatos estão Idris Elba, Taika Waititi, Alice Braga e Michael RookerNathan Fillion, Pete Davidson, Flula Borg, Sean Gunn, e Mayling Ng.

‘Os Irregulares de Baker Street’: Conheça os personagens da nova série da Netflix!

Os Irregulares de Baker Street, ambiciosa série sobrenatural inspirada em Sherlock Holmes, finalmente estreou na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo promocional apresentando os personagens principais.

Confira:

A série foi escrita por Tom Bidwell, com direção de Johnny KentonJoss AgnewWeronika Tofilska.

A trama é ambientada numa Londres vitoriana e gira em torno de uma gangue de adolescentes delinquentes que são manipulados a resolver crimes para o sinistro Dr. Watson e seu parceiro de negócios misterioso.

Conforme os crimes alcançam um nível sobrenatural e arrepiante e um poder obscuro emerge, cabe aos Irregulares a se unirem para salvar Londres, uns aos outros e, potencialmente, o mundo inteiro.

Thaddea GrahamDarci ShawJojo MarcariMcKell DavidHarrison Osterfield estrelam. Henry Lloyd-Hughes vive Sherlock Holmes, enquanto Royce Pierreson interpreta o Dr. Watson.