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‘Mystery Girl’: Tiffany Haddish vai estrelar nova adaptação da Netflix

Dina (TIFFANY HADDISH) in "Girls Trip." When four lifelong friends—Dina, Lisa (JADA PINKETT SMITH), Ryan (REGINA HALL) and Sasha (QUEEN LATIFAH)—travel to New Orleans for the annual "Essence" Festival, sisterhoods are rekindled, wild sides are rediscovered, and there’s enough dancing, drinking, brawling and romancing to make the Big Easy blush.

Segundo o DeadlineTiffany Haddish vai estrelar o novo filme original da Netflix intitulado ‘Mystery Girl’.

O longa-metragem é dirigido por McG, que já trabalhou com a gigante do streaming na franquia ‘A Babá’.

A história é baseada na história em quadrinhos homônima da Dark Horse, criada por Paul TobinAlberto Alburquerque. Haddish dará vida a uma médium psíquica de rua que se chama Trine e que vive em Los Angeles sem qualquer memória de quem é ou de onde veio. Apesar de não conhecer sua história, ela é guiada por uma voz onisciente em sua cabeça que conhece todos ao seu redor, incluindo seus segredos mais obscuros.

Quando um oficial da polícia chamado Cooper a procura e lhe pede ajuda, os dois são acusados de assassinato e devem trabalhar juntos para limpares os nomes e resolver o grande mistério: quem é a Garota Misteriosa?

Haddish também entra como produtora ao lado de McGMary ViolaMike RichardsonKeith Goldberg.

A atriz levou para casa a estatueta do Emmy após aparecer como convidada no programad de esquetes Saturday Night Live, além de ser conhecida pela aclamada comédia Viagem das Garotas e por Sócias em Guerra. Seus próximos projetos incluem The AfterpartyThe Card CounterThe Unbearable Weight of Massive Talent.

‘Godzilla vs. Kong’: Ouça duas faixas da trilha sonora OFICIAL do filme

Warner Bros. divulgou recentemente duas faixas originais da trilha sonora de Godzilla vs. Kong, compostas pelo conhecido Junkie XL (alter-ego de Tom Holkenborg).

As tracks são intituladas “Pensacola, Florida (Godzilla Theme)”Skull Island (Kong Theme)”.

Confira:

O filme foi adiado para o dia 1º de Abril de 2021 nos cinemas brasileiros.

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Kaley Cuoco interpretará a lendária atriz Doris Day em nova minissérie

A atriz Kaley Cuoco interpretará a lendária atriz Doris Day em um vindoura minissérie biográfica. A informação foi revelada pela revista EW.

Segundo a publicação, o projeto será realizado em parceria entre a produtora da atriz, a Yes, Norman Productions, a Berlanti Productions e a Warner Bros. Television.

Greg Berlanti, um dos grandes nomes por trás das séries do ArrowverseSupergirl‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘ e diretor da adaptação ‘Com amor, Simon‘, será um dos produtores por meio da sua empresa.

A minissérie, que ainda não possui título oficial, será baseada na biografia oficial “Doris Day: Her Own Story“, lançada em 1976.

Doris Day, cuja carreira abrangeu o rádio, a televisão e o cinema, faleceu em 2019, aos 97 anos.

O novo projeto fortalece ainda mais as relações profissionais entre Cuoco e a Warner Bros., que têm trabalhado conjuntamente desde 2007, quando a série ‘The Big Bang Theory‘ foi lançada.

Day ganhou notoriedade por estrelar diversas “comédias de sexo” nos primeiros anos da década de 1960, como ‘Tem um Homem na Cama da Mamãe’‘Carícias de Luxo’ e a sitcom que levava seu nome, transmitida entre os anos de 1968 e 1973.

Além disso, construiu sua carreira com diversos dramas cinematográficos, incluindo O Homem que Sabia Demais, de Alfred Hitchcock, e ‘Confidências à Meia-Noite’, filme pelo qual recebeu sua única indicação ao Oscar de Melhor Atriz. Ela também foi uma devota ativista contra abusos de animais.

‘WandaVision’: Showrunner não esperava que a presença de Evan Peters fosse gerar tantas teorias

Quando Evan Peters surgiu como Pietro Maximoff em ‘WandaVision‘, surgiram diversas teorias indicando que sua chegada abriria a porta para os ‘X-Men‘ no MCU.

Além disso, muitos fãs acreditavam que ele seria o demônio Mephisto disfarçado como o irmão de Wanda (Elizabeth Olsen).

No entanto, o último episódio da série revelou que ele não passava de um garoto usado por Agatha Harkness (Kathryn Hahn) para confundir a mente da Feiticeira Escarlate, o que foi uma decepção para o público.

Durante uma entrevista para a Variety, a showrunner Jac Schaeffer disse que ficou surpresa com a reação do público ao desfecho.

Antes disso, ela não imaginava que a presença do astro iria gerar tantas teorias.

“Eu não poderia ter previsto [as teorias]… Eu não sei, talvez [a produtora] Mary Livanos e [o diretor criativo da Marvel] Kevin Feige sempre planejaram as coisas como aconteceram. Eu acho que essas teorias que surgiram em torno do papel de Evans foram muito malucas. Nada do que foi dito sequer passou pela minha cabeça enquanto me reuni com os roteiristas.”

Ela continuou:

“Tenho a sorte de ficar sabendo o que vai acontecer em alguns outros projetos, como o próximo filme de Lizzie [‘Doutor Estranho 2‘], e em nenhum deles eu fiquei sabendo de algo que se encaixasse com as teorias. Acho que a decepção é culpa das altas expectativas. Às vezes, só precisamos relaxar e aguardar o que está por vir sem criarmos falsas esperanças.”

Lembrando que todos os episódios de ‘WandaVision‘ já estão disponíveis na Disney+.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

‘Zatanna’: Projeto solo da heroína ganha logo oficial; Confira!

A adaptação solo da heroína ‘Zatanna‘ parece estar ganhando forma e durante um evento interno realizado pela Warner Bros. a logo oficial da produção foi divulgada.

A marca aparece cercada pelas demais logos oficiais de outros projetos cinematográficos e televisivos que já estão em desenvolvimento ou até mesmo prontos, como ‘The Batman‘, ‘Supergirl‘ e ‘Aquaman 2‘.

Confira:

O anúncio da logo confirma os antigos rumores de que uma série ou filme baseado na heroína já está nos planos da DC. No entanto, ainda não há detalhes precisos a respeito do projeto, nem em que está de desenvolvimento ele se encontra.

Para quem não conhece, Zatanna é uma feiticeira que herdou seus poderes dos pais, John Zatara e Sindella, descendentes da raça homo magi.

Entre suas principais habilidades, ela é capaz de conjurar magia, materializar objetos com o pensamento, teletransportar, curar ferimentos e manipular o tempo e o espaço.

A personagem já fez parte da Liga Justiça Sombria ao Lado de John Constantine, até que é convidada como membro honorário da Liga da Justiça original.

‘Falcão e o Soldado Invernal’ terá 2ª temporada? Diretora responde!

Lembrando que a estreia está marcada para al‘ estreia apenas na próxima sexta-feira (18) e para aguçar ainda mais o entusiasmo dos fãs, a Marvel Studios divulgou um novo teaser.

Além de anunciar a vindoura chegada da produção, o vídeo promocional reúne rápidas sequências de ação que são de tirar o fôlego.

Assista:

Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada pela crítica especializada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica. 

O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis. 

Confira as principais reações do momento:

“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”. 

“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”. 

“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”. 

“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”. 

“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”

“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”. 

“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:

  • 6 episódios
  • Episódio 1: 47 minutos e 17 segundos
  • Ação muito dinâmica
  • Narrativa profunda
  • Roteiro direcionado para os personagens
  • Diversidade de personagens
  • Meu Deus, que final” 

“Pude assistir Falcão e o Soldado Invernal. Episódio 1 – cerca de 40 minutos de duração.

Ótimo poder ver o foco em Sam e Bucky, ambos excelentes.

Muita ação, thriller político, mais político do que a Marvel já foi um dia. O embargo cai na quinta-feira, dia 17″.

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘The Paper Tigers’: Comédia de artes marciais conquista 100% de aprovação dos críticos; Confira o trailer!

Geralmente, filmes de artes marciais costumam ser ignorados ou detonados pela crítica especializada por conta da falta de profundidade do roteiro ou das atuações do elenco.

No entanto, o recente ‘The Paper Tigers‘ conquistou 100% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes, o que vem chamando a atenção do público.

Um dos principais comentários diz que:

“‘The Paper Tigers‘ foi feito com um sentimento de paixão que só pode vir de um cineasta que está ansioso para expressar sua criatividade íntima.” – Film Inquiry.

A crítica do The Own League reforça:

“‘The Paper Tigers‘ traz um olhar encantador e sincero aos filmes de artes marciais que eram mais sobre o espírito dessa arte e não apenas sobre o combate interno; com ótimas cenas de luta, comédia genial, uma velha escola nostálgica e uma mensagem arrebatadora.”

Dirigido por Tran Quoc Bao, o longa é uma comédia de ação que acompanha três prodígios do kung fu, Danny (Alain Uy), Hing (Ron Yuan) e Jim (Mykel Shannon Jenkins), que passam algumas décadas sem praticar seus talentos.

Quando o mestre deles morre em circunstâncias misteriosas, eles decidem que é hora de mostrar que ainda são capazes de lutar — exceto que quase 30 anos sem praticar não fez muito bem para nenhum deles.

Ainda sem previsão de estreia no Brasil, ‘The Paper Tigers‘ chega aos cinema norte-americanos em 07 de maio.

Assista ao trailer:

O elenco também conta com Matthew Page (‘Entre no Dojo – Mestre Ken’), Andy Le (‘Shang-Chi e a Lenda de os Dez Anéis’) e Yuji Okumoto (‘Cobra Kai’, ‘Karate Kid II’).

‘Marvel: Avante’ | Os bastidores da Fase 4 do MCU mais acessíveis do que nunca

Os serviços streaming começaram a ganhar força há cerca de dez anos, quando as locadoras já dava seus últimos respiros, se mostrando um modelo desgastado não apenas pela popularização da internet e as facilidades trazidas pela pirataria – que além de ser gratuita, permitia que as pessoas assistissem aos filmes sem precisarem sair de casa -, mas também por conta da crise financeira que grande parte do ocidente enfrentou a partir de 2009.

Como mostrado em “Capitã Marvel”, a era de ouro das locadoras foi nos anos 1990.

Com isso, serviços como a Netflix começaram a oferecer mensalidades mais em conta para serem “locadoras virtuais”. Praticamente a mesma lógica da pirataria, mas dentro da lei e sem o risco de baixar Homem de Ferro e ganhar de “brinde” duas músicas do Black Eyed Peas, um vídeo russo aleatório e um vírus pesado. Os anos foram passando e mais alternativas começaram a surgir nesse mercado, como o Amazon Prime Video e o Disney+, praticamente jogando a última pá de cal sob o túmulo das locadoras. Paralelamente a esse embate entre Locadoras X Streaming, o mercado Home Video começou a sentir os efeitos da inovação também. Nos últimos anos, os colecionadores de DVDs e Blu-ray’s gastaram bastante tempo reclamando sobre a dificuldade de encontrar mídias físicas nas lojas, o que de nada adiantou. Por algum tempo, a grande preocupação com um possível fim das mídias físicas eram os bônus e conteúdos especiais que vinham nos discos, como documentários, cenas excluídas, cenas estendidas e tudo mais.

Um exemplo clássico dessas cenas alternativas acontece no MCU. Na abertura alternativa de O Incrível Hulk (2008), Bruce Banner (Edward Norton) tenta se matar, mas o Hulk o impede. Esse momento foi referenciado pelo próprio Banner (Mark Ruffalo) em Os Vingadores (2012). No entanto, ela estava disponível nos bônus da edição de colecionador do DVD do filme desde 2008. É verdade que esses conteúdos especiais foram deixados de lado por muito tempo no streaming. Só que, agora com o Disney+ consolidado, a plataforma da Disney passou a disponibilizar esses materiais nas pastas dos filmes e séries, facilitando o acesso àqueles que gostam de assistir aos bônus, e também começou a fazer produções especiais focadas unicamente nesse segmento, como é o caso de Marvel: Avante.

A “série” se propõe a registrar e disponibilizar as principais histórias de bastidores da Fase Quatro da Marvel. Logo, o primeiro “episódio” é sobre o grande fenômeno do estúdio em 2021 até agora: WandaVision. Ao longo de quase uma hora, a produção aborda aspectos como as gravações dos dois primeiros episódios terem acontecido com a presença de platéia, ao melhor estilo Toma Lá, Dá Cá, e como isso influenciou na experiência dos atores e da equipe criativa; Como foi que os profissionais de efeitos visuais reagiram ao convite para participarem de uma série que replicaria a estética de cinco décadas históricas da TV em uma única produção; As dificuldades da dupla Kristen Anderson-Lopez e Bobby Lopez em compor músicas de abertura para cada episódio com uma temática diferente, e, claro, as maquiagens mirabolantes. Uma das coisas mais curiosas retratadas nesse documentário é que tiveram de pintar o ator Paul Bettany de azul para que facilitasse o trabalho do VFX para criar o rosto do Visão todo por computação gráfica, mas sem perder as expressões faciais de Bettany.

Visão arrumou uma graninha extra fazendo bico no Blue Man Group

Mas a parte mais legal desse tipo de documentário é justamente ver de perto a diferença dos atores para seus personagens. Paul Bettany é mais descontraído com aquele jeito esquisitão dele, e o Visão é mais tranquilo, inocente. Elizabeth Olsen é um poço de fofura, distante da Wanda, que é atormentada pelo passado. Já Randall Park aproveitou seu tempo de tela para mostrar seu amor pelo Agente Jimmy Woo e falar sobre a relação especial que ele tem com seu personagem, enquanto Teyonah Parris se mostrou uma pessoa completamente empolgada e muito feliz de estar vivendo aquilo. Bem diferente de toda a seriedade de Monica Rambeau.

Esse tipo de material é muito interessante, principalmente para os fãs das produções, que poderão conferir tudo sobre os bastidores de seus filmes e séries favoritos. Marvel Avante ainda está dando seus passos iniciais e vai lançar um novo episódio quando suas produções da Fase Quatro estiverem completamente disponíveis no Disney+. Assim, ao final de 2021, teremos vários conteúdos exclusivos novos pelo preço de um único DVD. Essa acessibilidade é um dos grandes benefícios do streaming, que estão cada dia mais empenhados em transformar o Home Video em um nicho mercadológico. A tendência agora é que outras plataformas, como HBO Max, Netflix e Amazon Prime Video comecem a investir também na aquisição e produção de bônus exclusivos para suas produções nos catálogos. Será um processo interessante para acompanharmos nos próximos anos.

‘Moxie’: Vídeo nos leva para os bastidores da festa havaiana de Bradley; Confira!

Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta’, comédia feminista dirigida por ninguém menos que Amy Poehler, já está disponível na Netflix e, para promovê-la, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo de bastidores nos levando para a icônica festa havaiana de Bradley (Charlie Hall).

Confira:

O filme é baseado no romance homônimo assinado por Jennifer Mathieu.

Cansada do status quo machista e tóxico de seu colégio, uma tímida garota de 16 anos encontra inspiração no passado rebelde de sua mãe para publicar uma revista independente que acende uma revolução escolar.

Hadley RobinsonLauren TsaiJosephine LangfordPatrick Schwarzenegger fazem parte do elenco.

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Novo teaser prepara os fãs para a grande estreia da série

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia apenas na próxima sexta-feira (18) e para aguçar ainda mais o entusiasmo dos fãs, a Marvel Studios divulgou um novo teaser.

Além de anunciar a vindoura chegada da produção, o vídeo promocional reúne rápidas sequências de ação que são de tirar o fôlego.

Assista:

Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada pela crítica especializada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica. 

O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis. 

Confira as principais reações do momento:

“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”. 

“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”. 

“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”. 

“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”. 

“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”

“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”. 

“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:

  • 6 episódios
  • Episódio 1: 47 minutos e 17 segundos
  • Ação muito dinâmica
  • Narrativa profunda
  • Roteiro direcionado para os personagens
  • Diversidade de personagens
  • Meu Deus, que final” 

“Pude assistir Falcão e o Soldado Invernal. Episódio 1 – cerca de 40 minutos de duração.

Ótimo poder ver o foco em Sam e Bucky, ambos excelentes.

Muita ação, thriller político, mais político do que a Marvel já foi um dia. O embargo cai na quinta-feira, dia 17″.

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Série do Disney+ ganha teaser anunciando UMA SEMANA para a estreia; Confira!

A Disney+ divulgou um novo teaser ÉPICO de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, anunciando uma semana para a estreia da série.

Confira:

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Vanquish’: Thriller de ação com Morgan Freeman e Ruby Rose ganha cartaz oficial; Confira!

Lionsgate divulgou o cartaz oficial do thriller de ação ‘Vanquish’, estrelado por Morgan FreemanRuby Rose.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por George Gallo.

Uma mãe, Victoria (Rose), tenta deixar seu passado como traficante russa para trás, mas o policial aposentado Damon (Freeman) a força a voltar à ativa ao sequestrar sua filha. Agora, Victoria deverá usar armas, seus instintos e uma motocicleta para enfrentar uma série de gângsteres violentos – ou ela nunca mais verá a filha.

Nick VallelongaMiles DoleacPatrick MuldoonJuju Journey BrenerJulie LottEkaterina Baker completam o elenco.

‘Vanquish’ será lançado em VOD no dia 23 de abril, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

‘Godzilla vs. Kong’: Monstros se enfrentam no novo pôster belíssimo do filme; Confira!

O crossover ‘Godzilla vs. Kong‘ ganhou um novo cartaz oficial incrível em que os dois montros titulares se enfrentam.

Confira:

O filme foi adiado para o dia 1º de Abril de 2021 nos cinemas brasileiros.

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

Crítica | ‘Dickinson’ retorna com uma 2ª temporada profundamente espetacular

Emily Dickinson não se tornou uma das maiores escritoras estadunidenses por qualquer motivo: símbolo da poesia anglófona moderna, ela quebrou paradigmas de gênero ao ousar escrever seus poemas confinada em seu quarto, contrariando as medidas tradicionalistas e machistas da época e, principalmente, um autoritário pai que não admitia que suas filhas seguissem carreira artístico-literária. Apresentando uma métrica e um ritmo únicos que emulavam e, ao mesmo tempo, negligenciavam a estética de seus conterrâneos, ela abriu portas para explorações metafísicas sobre o cotidiano, o amor e a morte – sendo descoberta quase um século mais tarde e, nos últimos anos, ganhando uma belíssima homenagem através da série Dickinson.

Criada por Alena Smith, a produção original da Apple TV+ nos transporta para a pequena cidade de Amherst, nos Estados Unidos, e cultiva uma deliciosa narrativa anacrônica que mistura tragicomédias de época com inflexões bastante contemporâneas, desde a trilha sonora até as gírias dialógicas proferidas pelos personagens. E, enquanto a temporada de estreia tropeçou em sua própria ambição, o segundo ciclo mostrou-se disposto a se amadurecer e apostar todas as suas fichas em incursões mais dramáticas e recheadas de reviravoltas surpreendentes – colocando Hailee Steinfeld como a personagem titular e na melhor interpretação de sua carreira desde ‘Bravura Indômita’.

Depois de ter se posicionado como dona de sua própria verdade para a família, a relação conturbada entre Emily e seu pai, Edward (Toby Huss) parece ter melhorado consideravelmente. Agora, a jovem, que ainda enfrenta dúvidas e uma autossabotagem que a guia através dos dez novos capítulos, deve se preparar para o próximo capítulo de sua vida: a popularidade. Mergulhando em uma onda de escrita contínua que rende alguns de seus melhores poemas, ela continua tendo como confidente Sue (Ella Hunt), as quais ainda desfrutam de um amor proibido que tenta, aos poucos, minguar em frente aos constantes eventos que ocorrem na cidade, desde o casamento entre Sue e Austin (Adrian Blake Enscoe) até a crescente rebelião da comunidade afrodescendente contra os anti-abolicionistas, encabeçada por Henry (Chinaza Uche).

O interessante da segunda iteração é de que forma cada uma das tramas tem o seu momento de brilhar; é claro que, em plano frontal, temos Emily enfrentando todos os seus demônios interiores, como o não-correspondência do amor supracitado e a chegada de um misterioso e controverso editor chamado Samuel Bowles (Finn Jones), que se apaixona pelos escritos da jovem e decide publicá-los na primeira página de seu jornal, o Springfield Republican. De outros epicentros, insurge Lavinia (Anna Baryshnikov), que cruza caminho com um antigo conhecido que deseja desposá-la; Edward e Emily Norcross (Jane Krakowski) enfrentam problemas maritais que se agravam com a chegada de duas sobrinhas órfãs que passaram aos cuidados dos Dickinson; e diversas outras.

A inteligência do roteiro alcança níveis inenarráveis, recheados de viradas sagazes que se conectam tanto com o apreço do público por histórias do século XIX quanto por aqueles que procuram por algo novo e que fuja do convencional. É inegável construir relações com outras obras que fazem uso do mesmo recurso, como o clássico ‘Maria Antonieta’, mas a originalidade ainda está presente na fluidez gritante das falas dos personagens e até mesmo do comportamento; aliás, Smith e seu competente time criativo faz questão de transformar os trejeitos sazonais em quebras de expectativa que tanto produzem humor quanto contribuem para a crescente complexidade dos protagonistas e dos coadjuvantes.

A estética digressiva e, ao mesmo tempo, transgressora, expande suas referências para inúmeras escolas cinematográficas e vanguardistas de fin-du-siècle, talvez até mais que os episódios da temporada antecessora. A equipe de diretores, que trabalha em conjunto para uma coesão sólida e convidativa e sem muitas afetações caprichosas, tangencia o surrealismo nas sequências em que Emily embarca na carruagem da Morte (Wiz Khalifa), entidade que abraça como se fosse uma velha amiga e confidente; as tragédias novelescas mimetizam satiricamente o melodrama, cuidando para que o preciosismo seja utilizado com cautela e com um propósito único, como as cenas em que Lavinia e Ship (Pico Alexander) recriam de modo hilário algumas cenas de ‘A Letra Escarlate’; o expressionismo europeu ganha vida nos momentos de reflexão e íntimos em que nada parece dar certo.

Mas o que mais nos chama a atenção são as críticas à fama e ao estrelato que a série traz – algo que um tanto quanto ambíguo, considerando que Emily Dickinson tornou-se famosa anos depois de sua morte. De fato, lidamos com uma representação imaginativa dos fatos (logo, nem tudo a que assistimos é verdadeiro) e, de certo modo, Smith nos conscientiza do panorama geral da vida da protagonista titular e como ela lidava com a possibilidade de ser conhecida para além dos vizinhos. É aqui que o único deslize se mostra, uma repetição um tanto quanto cansativa desse vaivém da autora em decidir o que quer fazer de sua vida.

A 2ª temporada de Dickinson é espetacular, em suma. Se os espectadores estavam com um pé atrás com os episódios iniciais, os equívocos e as pontas soltas são lapidadas com cautela magistral, construindo laços afetivos envolventes e emocionantes até o aplaudível season finale.

Nouvelle Vague | O Movimento com a marca de Jean-Luc Godard

ZURICH, SWITZERLAND - NOVEMBER 30:  Director Jean-Luc Godard looks on befroe receiving the Swiss Federal Design Award Grand Prix held at X-Tra on November 30, 2010 in Zurich, Switzerland. Jean-Luc Godard, who will be celebrating his 80th birthday on Friday, claimed he will spend the money of the prize to pay his Swiss tax he never had to pay the 35 previous years he lived in Switzerland.  (Photo by The Image Gate/Getty Images)

Cada vez mais próxima, aposentadoria do cineasta é uma conclusão importante para uma enorme carreira

Durante uma conversa virtual no Festival Internacional de Cinema de Kerala, o diretor Jean-Luc Godard anunciou que irá se aposentar após concluir seus dois próximos roteiros. Em 2019 foi concedida por Godard uma entrevista para a revista francesa Les Inrockuptibles na qual, ao ser questionado se estava desenvolvendo um novo projeto, ele explicou que seu próximo filme “contará a história de uma mulher com traje amarelo que termina com seu namorado. A temática é inspirada em Bérénice (peça de Jean Racine). O personagem traz à mente Bérénice quando Titus retorna ao estado”, explica o diretor.

A carreira de Godard é do tipo que está arraigada na história do cinema contemporâneo. Figurinha carimbada do audiovisual francês a partir da segunda metade do século XX, ele começou sua filmografia em 1955 com uma série de curtas até lançar seu primeiro longa de fato, em 1960, intitulado À Bout de Souffle (ficando como Acossado na tradução). Ao lado de nomes como François Truffaut, Àgnes Varda e Jacques Rivette ele deu início ao movimento cinematográfico mais influente da década de 60: a Nouvelle Vague (nova onda).

Acossado” foi o primeiro longa metragem de Godard, ainda em 1960

De início o movimento nada mais era do que uma iniciativa não organizada de entusiastas do cinema em querer fazer, pura e simplesmente, cinema. Grande parte deles, Godard se encaixando no perfil, era oriunda de publicações relacionadas à sétima arte como a Cahiers du Cinéma. Tendo eles crescido na França do pós Segunda Guerra, suas noções do que era cinema e, mais importante, como fazer cinema era muito ligada ao modelo hollywoodiano graças a facilidade de acesso.

Não havia, até então, um conceito unitário de cinema francês e a ocupação alemã de 1940 até 1944 não permitia brechas para o surgimento de novas técnicas ou movimentos cinematográficos para solidificar essa identidade; o monopólio do mercado pelas produções alemães também se tornou um grande problema.

No artigo The Postwar French Cinema de Georges Sadoul é apontado que mesmo após o fim da guerra a indústria francesa precisou se adaptar a um sistema de cotas que lhe foi impelido. “A programação de cinemas franceses agora precisava incluir pelo menos 31% de filmes domésticos, porém não havia limitação para o número de filmes estrangeiros a serem importados.”

O cinema francês do pós segunda guerra precisou se adaptar a muitas regras impostas pelos vitoriosos

O termo “Nouvelle Vague” não foi cunhado de imediato, sendo proposto apenas em 1958 pelo editor-chefe da revista Cinéma 58, Pierre Billard, para identificar um fenômeno que estava se iniciando no cinema nacional de uma nova onda de filmes franceses realizados por uma nova geração cineastas. A popularização dele veio apenas em 1959, com o sucesso do filme Os Incompreendidos (Les Quatre Cents Coups) de François Truffaut.

O próprio Truffaut em 1962, conforme é dito no artigo Nouvelle Vague de Michel Marie, ressaltou a natureza pouco unificada que permeou o movimento. “Não nos cansávamos de dizer que a Nouvelle Vague não é um movimento, nem um grupo, é uma quantidade, é uma apelação coletiva inventada pela imprensa para agrupar cinquenta novos nomes que emergiram em dois anos em uma profissão que não se aceitava mais do que três ou quatro nomes novos todos os anos”.

De qualquer maneira o novo estilo cinematográfico, identificado desde o início como um movimento liderado por jovens, quebra as regras estabelecidas desde os anos 30 pela geração de cineastas franceses predecessores no que consta a como realizar um filme. Talvez poucos ou até nenhum texto foi tão crítico ao modelo vigente quanto a dissertação Une certaine tendance du cinéma français também da autoria de François Truffaut para a Cahiers du Cinéma em 1954; nesse espaço o então jovem crítico e cineasta questiona o porquê de “ser cinema” representar apenas os materiais que seguiam essa cartilha e não tudo aquilo que variava.

A Nouvelle Vague chegou com a proposta de mostrar personagens e histórias mais humanizadas, com o véu do fantástico retirado e que retratassem o amor que esses realizadores tinham pelo cinema. Com Acossado, Godard apresentou as desventuras de um ladrão de carros que se inspirava em estilo ao ator Humprey Bogart. Com Os Incompreendidos o diretor François Truffaut inicia a saga de cinco filmes do jovem Antoine, enquanto se descobre como ser humano, onde ele lida com problemas domésticos, comete delitos e amadurece de uma forma ou de outra.

A grande questão, ao final de tudo, foi que esse movimento trouxe à tona a ebulição jovem nos diferentes âmbitos da cultura, política e sociedade que se iniciou nos anos 50 e foi um tema importante durante todo os anos 60. Por mais que esses filmes tivessem histórias e conduções diferentes eles partilhavam elementos, planejadamente ou não, em comum: jovens que tomavam decisões erradas, paixão física nem sempre romantizada, figuras de autoridade que impõe sentimentos hostis e o cinema constantemente referenciado como um elemento importante da convivência social bem como algo bastante íntimo para os personagens.

 

Fase Roxa | Grandes Séries da AMAZON para assistir em casa

Infelizmente, quando achávamos que a realidade devastadora que se abateu sobre nós estava chegando ao fim com a prosperidade das vacinas, os números de mortos no Brasil chegam a um nível que supera o alarmante. Assim o recomendado é que fiquemos em casa e evitemos contatos e aglomerações. Que deixemos nossos lares somente quando for imprescindível. E para ajudar nesta tarefa árdua, seguimos fazendo nossa parte com uma nova matéria de nossa série de recomendações, para que você tenha entretenimento suficiente nas plataformas de streaming para conseguir se distrair durante essa fase que é a mais difícil até o momento. Abaixo estarão os links das outras matérias lançadas anteriormente. E desta vez a opção é pelas séries da plataforma azulzinha Amazon Prime Video. Dentre as que selecionamos para você estão produções originais da casa, séries de imensa popularidade, séries clássicas e programas que a Amazon disponibiliza em seu streaming na forma de um belo presente para os fãs brasileiros. Vamos conhecer.

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The Boys

Se você ainda não viu The Boys, pare tudo o que está fazendo e corra para assistir a esta série que é, atualmente, o carro-chefe da plataforma azulzinha. Para quem curte o subgênero de super-heróis, irá ganhar algo inédito, nunca antes visto dentro da proposta. Acredite! E os que não curtem tanto assim o estilo, igualmente serão capturados por um programa que guarda um subtexto político e social muito forte, realizando uma grande analogia com o mundo que vivemos. Baseado nos quadrinhos de Garth Ennis e Darick Robertson, o programa apresenta um mundo onde seres superpoderosos são uma realidade. Mas estes heróis não são exatamente o que você espera deles. Falhos, para dizer no mínimo, nos bastidores eles são verdadeiros políticos ardilosos, donos de personalidades realmente asquerosas. Os Sete, grupo do qual fazem parte estas celebridades heroicas, é uma sátira a equipes como a Liga da Justiça.

Sendo assim, Capitão Pátria (Anthony Starr, roubando a cena), Rainha Maeve (Dominique McElliott), Trem Bala (Jessie T. Usher), Profundo (Chace Crawford) e Black Noir (Nathan Mitchell) são paródias que subvertem personagens adorados como Superman, Mulher-Maravilha, Flash, Aquaman e Batman, por exemplo. Mas estejam avisados, apesar desta fachada pop, The Boys possui um humor extremamente ácido, é muito politicamente incorreta e atinge altos níveis de violência gráfica – não recomendado para os de estômago fraco (a censura é para maiores de idade). Criado por Eric Kripke (o mesmo do adorado e interminável Supernatural), com produção de Seth Rogen, Evan Goldberg e Neal H. Moritz, o seriado original da Amazon é um baita sucesso e conta com duas temporadas (de 8 episódios cada) disponíveis na plataforma. A terceira, aguardadíssima, estreia já este ano. Ah sim, The Boys está entre as 100 melhores séries de todos os tempos na opinião do grande público.

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Além da Imaginação

Jordan Peele é sem dúvidas um dos grandes nomes do entretenimento atual. Tendo iniciado sua carreira no humor, Peele se mostrou um cineasta de mão cheia ao surpreender com seu debute na direção do fenômeno Corra! (2017). O longa foi indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme, e venceu o de roteiro. Dois anos depois e o diretor repetia a dose com Nós (2019), igualmente um golaço e disponível na Amazon. Na mesma época, o realizador resolveu tirar a poeira de uma propriedade clássica muito querida, dando uma repaginada no conceito. Aqui falamos da série de antologia Twilight Zone, criada e apresentada por Rod Serling por 5 temporadas lá em 1959. O foco do programa era a ficção científica, histórias fantásticas e sobrenaturais que nada mais eram do que uma representação crítica da sociedade da época. Assim temas como preconceito e paranoia, por exemplo, eram discutidos de forma incrível.

O programa é dos patrimônios da TV e uma das 25 séries mais celebradas e influentes de todos os tempos. Natural que tenha ganhado muita sobrevida. A primeira atualização que o seriado recebeu foi na forma de um filme para o cinema, produzido por Steven Spielberg, lançado em 1983, que por aqui teve o título No Limite da Realidade. Depois vieram novas séries em 1985 e 2002. Em 2019, foi a vez de Peele apostar no programa de antologia que a cada episódio conta uma história diferente. Inserindo toques muito atuais e questões do nosso mundo moderno, o diretor (que também serve de apresentador na nova versão) aborda tópicos como racismo, xenofobia, masculinidade tóxica e manobras políticas absurdas com muito vigor em alguns dos melhores episódios. Ao lado de Jordan Peele na empreitada como criadores, Simon Kinberg (produtor dos filmes da Marvel na FOX) e Marco Ramirez (responsável pelas séries da Marvel na Netflix: Demolidor e Os Defensores).

Produção do canal CBS, a Amazon pensou na frente e trouxe o programa prestigiado para o Brasil através de sua plataforma. Infelizmente, Além da Imaginação de Jordan Peele não resistiu ao fatídico ano de 2020 e encerrou seus trabalhos após duas temporadas. Ambas disponíveis na plataforma, que você não pode perder. No CinePOP, escrevi sobre a história do programa, o novo seriado e fiz um ranking com os episódios da primeira temporada (leia nos links).

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Pequenos Incêndios por Toda Parte

Esta é outra série que caso você ainda não tenha assistido, devemos insistir na pergunta: o que acha que está fazendo? Pare tudo e corra! Esta é na verde uma minissérie em 8 episódios, com começo, meio e fim. Parte da tríade de seriados que reinventaram a carreira da estrela Reese Witherspoon, a cimentando como uma das mulheres mais poderosas da Hollywood atual. Aqui fica uma dica para as demais atrizes que não tem dado sorte na escolha de filmes, ou simplesmente não encontram bons projetos, numa indústria cada dia mais regida por produções para jovens e crianças. Reese parou, respirou, pensou e resolveu tomar as rédeas de sua carreira, produzindo suas próprias escolhas. Guiando assim suas vontades. Mesmo que para isso precisasse se voltar para a telinha – hoje a TV é uma mídia muito mais ousada, que arrisca mais, tem espaço para ideias inovadoras e grandes histórias.

Através de sua produtora Hello Sunshine, Witherspoon bancou e protagonizou as elogiadas Big Little Lies e The Morning Show – com esta sendo o terceiro elemento da perfeita conjunção. Originalmente um produto da plataforma Hulu, que não existe em nosso país, a Amazon novamente deixou os fãs brasileiros muito felizes ao trazer o prestigiado programa à nossas terras tupiniquins. Baseado no livro Celeste Ng, desenvolvido para a TV por Liz Tigelaar (produtora de séries como Revenge e Nashville) e dirigida por Lynn Shelton, o seriado é um drama sobre a colisão de duas famílias bem diferentes e suas tragédias pessoais. Mostrando perfeita sintonia com nossos tempos atuais, os temas aqui são o racismo e as lutas de classes sociais. Reese vive Elena, a matriarca de uma família branca de classe alta, dessas parecendo saída de um comercial de margarina. Já Mia, vivida pela talentosíssima Kerry Washington (Scandal), é a chefe de uma unidade familiar menor, constituída somente por ela e a filha Pearl (Lexi Underwood). Quando estas duas histórias se entrelaçam a temperatura sobe ao ponto de incendiar tudo e a todos. A série foi indicada para 5 prêmios Emmy.

Amor Moderno

Mudamos agora para uma série de teor mais leve e solene, mas não menos difícil. O amor é o tema desta produção original da Amazon e a escolha narrativa aqui é igualmente por uma antologia, ou seja, a cada episódio uma nova história é contada. Escrita e dirigida por John Carney, cineasta responsável por emocionantes histórias de relacionamento, a maioria fazendo uso de muita música e trilhas sonoras excepcionais – vide Apenas uma Vez (2007), Mesmo se Nada der Certo (2013) e Sing Street (2016) -, Amor Moderno é baseado numa série de artigos escritos numa coluna do New York Times que explora relações a dois, amor e conexões humanas. Assim temos todo tipo de trama envolvendo casais, seja um casamento de décadas procurando renovação, um novo casal que acabou de se conhecer num aplicativo, jovens que perderam o amor de suas vidas e buscam nova chance, e até mesmo condições crônicas como a bipolaridade e a depressão entrando em cena para atrapalhar relacionamentos. Fora isso, uma verdadeira constelação dá respaldo ao programa participando dos episódios, gente como: Anne Hathaway, Tina Fey, Sofia Boutella, Dev Patel, Catherine Keener, Andy Garcia, Julia Garner e Olivia Cooke. Para ver e se apaixonar. E o melhor, a segunda temporada está confirmadíssima e deve estrear em breve.

Crise em Seis Cenas

Continuando no terreno de obras mais leves, aqui temos uma minissérie de comédia em 6 episódios. Um dos grandes chamarizes da Amazon em suas produções originais de anos recentes foi esta parceria firmada com o cultuadíssimo Woody Allen – hoje navegando águas turbulentas de novo, devido à sua vida pessoal. Aqui, o artista foi dado total liberdade pela plataforma – que também bancou seus mais recentes filmes no cinema. Além de escrever e dirigir os 6 episódios, Allen prontamente topou protagoniza-los. O cineasta não atuava numa produção desde Amante a Domicílio (2013) e num filme seu, desde Para Roma, Com Amor (2012). Crise em Seis Cenas marca, até o momento, a última investida de Allen, no auge de seus 85 anos, como ator. Fora isso, para os mais jovens, o programa traz uma inusitada parceria do diretor com a “rebelde” Miley Cyrus coprotagonizando.  Apesar de centrado nos anos 60 em sua narrativa, a trama é muito atual, e mostra um casal da terceira idade da classe média americana, relativamente conservador, acolhendo meio que involuntariamente em sua casa uma fugitiva da polícia. Lennie (Cyrus), a tal foragida em questão, é uma pseudo revolucionária com mais questões que respostas, disposta a entrar em uma luta armada para mudar o mundo. Programa imperdível para os fãs do cineasta.

Homecoming: De Volta à Pátria

Já deu para sentir o poder da Amazon em arrastar uma verdadeira constelação de astros e estrelas de Hollywood para suas produções originais. E aqui seguimos esse caminho com ninguém menos que a vencedora do Oscar Julia Roberts, uma das atrizes mais importantes de todos os tempos. Em nova fase de sua carreira, Roberts topou a empreitada de aderir à telinha pela primeira vez como protagonista, e escolha da musa foi este programa criado por Sam Esmail, o mesmo do sucesso Mr. Robot – Sociedade Hacker (que revelou Rami Malek). Extremamente enigmática e usando um formato de tela desconfortável (semelhante aos vídeos verticais de celulares) de começo, Homecoming é descrito como uma espécie de sessão de terapia para ajudar jovens soldados que passaram por estresse durante seu serviço militar a se readaptarem à realidade do dia a dia. Julia Roberts vive Heidi Bergman, a terapeuta contratada para o serviço. Com o passar do tempo, a protagonista começa a se envolver afetuosamente com seu principal paciente, o jovem Walter Cruz (Stephan James).

A sacada da série é o mistério por trás da empresa responsável pelo tratamento dos militares, que esconde segredos cabulosos do nível de grandes suspenses da TV, como Twin Peaks e Arquivo X, por exemplo. Ou seja, esperem muitas teorias conspiratórias. Ah sim, a primeira temporada é contada em duas linhas temporais: a primeira com Heidi trabalhando no projeto, e na segunda, com ela já afastada, levando uma vida “normal” como garçonete. Aqui também temos uma série de antologia, mas uma diferente. A primeira temporada segue uma linha narrativa, como uma série comum, com começo, meio e fim. A segunda temporada embora aborde o mesmo tema da empresa misteriosa e alguns personagens secundários que retornam, não traz mais Roberts como protagonista, e resolve focar agora em outra militar sendo tratada, vivida pela cantora e atriz Janelle Monáe. As duas temporadas estão disponíveis na plataforma.

Arquivo X

Essa é para os nostálgicos da década de 90, e os aficionados por um bom thriller, teorias da conspiração e ficção científica. A Amazon Prime Video dá um presentão para os fãs disponibilizando nada menos que todas as temporadas do prestigiadíssimo programa atemporal, criado por Chris Carter. Arquivo X foi um destes seriados que viraram uma entidade própria e se tornaram um verdadeiro fenômeno midiático. Exibido originalmente pela FOX, a série foi ao ar em 1993 e se tornou responsável por lançar ao estrelato seus protagonistas, David Duchovny e Gillian Anderson. A trama todos já conhecem bem: Fox Mulder (Duchovny) e Dana Scully (Anderson) são dois agentes do FBI bem diferentes, designados a cuidar de um setor na agência conhecido como Arquivos X, casos insolúveis cujas teorias afirmam ter envolvimento sobrenatural, em especial de seres alienígenas.

Mulder acredita em todo tipo de teoria conspiratória e inclusive afirma ter uma irmã abduzida por seres de outro planeta. Já Scully é a cética da equação, a voz da razão que sempre procura uma explicação lógica, mesmo quando parece não existir. Arquivo X se mantém como uma das 140 séries mais queridas de todos os tempos. O seriado durou originalmente 9 temporadas, de 1993 a 2002. Uma curiosidade é que nos últimos anos de programa, Duchovny optou por sair, sendo substituído nas últimas duas temporadas e meia pelo eterno T-1000 Robert Patrick, que interpretou o agente John Doggett. Outra curiosidade: Arquivo X faz parte do seleto grupo de séries que resolveram voltar depois de muitos anos de seu término, realizando um revival. Assim, em 2016 e 2018, o programa estreou mais duas temporadas, com o retorno de Duchovny e Anderson. Ah sim, a popularidade foi tanta que dois longa-metragem foram lançados nos cinemas: Arquivo X – O Filme (1998) e Arquivo X – Eu Quero Acreditar (2008). A Amazon dá esse presentão com todas as temporadas do programa disponíveis.

American Horror Story

Para finalizar nossas dicas de série na Amazon, temos outro produto originalmente da Fox. American Horror Story, ou História de Horror Americana é um prato cheio para os fanáticos por terror. O programa se tornou um dos mais populares da atualidade e um dos mais bem sucedidos igualmente. A prova disso é que está no ar por nada menos que 9 temporadas, desde 2011, e já tem a décima programada para este ano. Aqui temos ainda outra série de antologia, mais similar com o formato citado acima de Homecoming. Este é um seriado no qual a cada temporada temos uma história nova contada, fazendo uso de alguma temática de terror. Mas esta não é a única ligação entre as temporadas, já que alguns personagens voltaram a dar as caras em novas temporadas após sua primeira aparição. A Amazon disponibiliza todas as 9 temporadas para os fãs se esbaldarem ou quem ainda não viu começar sua maratona.

Criado por Ryan Murphy, no primeiro ano tivemos como tema uma casa assombrada; no segundo um manicômio regido por freiras; no terceiro um covil de bruxas; no quarto um show de horrores de circo; no quinto um famoso hotel onde coisas terríveis acontecem; no sexto, criado num estilo documental, um famoso folclore americano entra em cena; no sétimo, o mais político de todos, um culto aterroriza residentes de uma pacata vizinhança após a eleição de Donald Trump; o oitavo possui ligações com duas temporadas anteriores, e mostra uma realidade apocalíptica trazida pela guerra nuclear. Agora se você como eu é fã de tudo relacionado aos anos 80 e também os filmes de terror slasher, a temporada 9 do programa é especialmente para você. Intitulada 1984, a temporada é uma grande homenagem aos filmes de assassinos em acampamentos, como Sexta-Feira 13 e Chamas da Morte, e brinca muito com os clichês do gênero sem esquecer o medo. Como se isso não bastasse, o programa traz nomes como Jessica Lange, Kathy Bates, Angela Bassett, Sarah Paulson, Emma Roberts e até mesmo Lady Gaga desfilando pelas temporadas. Comece já a maratonar.

Netflix inicia estratégia para impedir o compartilhamento de contas; Confira!

De acordo com o Uol, a Netflix dos EUA já começou a testar mecanismos para evitar o compartilhamento de senhas entre os assinantes da plataforma.

Nesta semana, diversos usuários receberam notificações na tela inicial avisando sobre as regras de compartilhamento de contas.

Alguns deles publicaram imagens nas redes sociais mostrando o aviso, que aparece logo depois do acesso com a seguinte mensagem:

“Se você não mora com o proprietário desta conta, precisa de sua própria conta para continuar assistindo.”

Ou seja, somente assinantes que moram na mesma casa podem compartilhar uma conta.

Confira:

Um porta-voz da Netflix nos EUA contou ao The Streamable que:

“Este teste foi desenvolvido para ajudar a garantir que as pessoas que usam contas da Netflix estão autorizadas a fazer isso. Qualquer conteúdo visualizado por meio de nosso serviço são para seu uso pessoal, e não comercial. Reforçamos que as contas não podem ser compartilhadas com pessoas de fora de sua casa.”

Ainda não assim, não está como a Netflix pretende controlar o compartilhamento, mas tudo indica que cada usuário cadastrado será possivelmente rastreado através de seus endereços de IP (um número atribuído a dispositivos conectados à internet).

Mesmo que uma senha seja compartilhada por usuários que não moram na mesma casa, o catálogo só poderá ser acessado pelo IP cadastrado no site da plataforma.

Lembrando que esta é apenas uma hipótese, e a estratégia ainda está em fase de testes.

Além disso, os programadores da Netflix também vão precisar ficar atentos ao acesso através de smartphones, já que não há como controlar se o celular pertence aos moradores de uma mesma casa.

E essa não é a única estratégia planejada para os próximos meses

No início do ano, a Netflix anunciou que lançaria uma produção original por semana e, por enquanto, vem cumprindo sua promessa.

Talvez, o motivo de suas constante investidas tenha sido revelado nos últimos dias: o crescimento das plataformas em streaming ao redor do mundo.

Afinal, com o lançamento da Amazon Prime Video e do Disney+, parte de seus títulos foi removido, visto que pertenciam a outras companhias. No mês de março, o serviço perdeu quase oitenta produções, como ‘O Poderoso Chefão’‘A Casa de Cera’, com o anúncio do recente Paramount+. E, agora, mais obras sairão de seu catálogo.

HBO Max, anteriormente exclusiva dos Estados Unidos e de outros países do hemisfério Norte, chegará em junho em território nacional e irá ocasionar uma queda considerável de títulos disponível na Netflix – em outras palavras, qualquer um que pertença às seguintes marcas: HBO, Warner Bros., New Line, DC, CNN, Cartoon Network, Looney Tunes Cartoons, TNT, TBS, truTV e Adult Swim.
Isso significa que filmes como a trilogia MatrixV de Vingança, assim como as séries ‘Rick e Morty’Titãs, por exemplo, só serão exibidas pela HBO Max. Outros shows, como RiverdaleArrowverse, permanecem por um tempo maior na Netflix em virtude do contrato, cujo vencimento está marcado para 2022.
Você pretende assinar a HBO Max para poder assistir a esses títulos?

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Primeiras impressões são MUITO POSITIVAS; Confira!

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia apenas na próxima sexta-feira (18), mas a crítica especializada já pôde conferir o episódio inaugural e as primeiras impressões já estão entre nós.

Recebendo fortes elogios por parte da imprensa, a série foi ovacionada por explorar o aspecto emocional de seus protagonistas, à medida em que entrega cenas de ação poderosas e muito bem executadas, com qualidade cinematográfica. 

O primeiro episódio também foi elogiado por trazer novos personagens para trama, se aprofundando também na história de origem de ambos os heróis. 

Confira as principais reações do momento:

“Os fãs da Marvel vão amar a estreia de Falcão e o Soldado Invernal. Embora ainda não seja tão criativa como WandaVision, eu fiquei impressionado com o quanto ela mergulha no psicológico de ambos os protagonistas, explorando um faceta diferente do luto e do trama. Os filmes poderiam aprender muito com isso”. 

“Então, há muito para amar no primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal, especialmente se você já está envolvido com esses personagens (eu estou). Ela também faz o que WandaVision fez em realmente destacar o que o MCU causou a eles (principalmente o Sam) nos últimos sete anos”. 

“Eu assisti o primeiro episódio de Falcão e Soldado o Invernal! Essa era minha série do Disney+ mais aguardada e não me desapontou. Ela abre com uma absurda e incrível sequência de ação, trazendo Sam Wilson e um vilão eu amaria assistir novamente. É 100% digna de um 3D IMAX. É de cair o queixo”. 

“Ei, eu acho que posso dizer que já assisti o primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal? Provavelmente mais desenvolvimento de personagem para esses dois nestes 45 minutos do que nos últimos 10 filmes. Uma escala grandiosa com alguns momentos legais de ‘como realmente é ser um super-herói’. Tô dentro”. 

“O primeiro episódio de Falcão e o Soldado Invernal prepara tudo e realmente te conecta a Sam e Bucky, como aconteceu com Wanda. Eu mal posso esperar para poder conhecê-los mais. As cenas de ação, caramba!”

“Falcão e o Soldado Invernal é a propriedade da Marvel mais realista e humana já feita até agora. Com isso, você conseguirá ver o elemento humano dos super-heróis como você jamais viu antes. Nenhum se excede. O primeiro episódio deixa com um teaser que você deve ver para crer”. 

“Já assisti Falcão e o Soldado Invernal. Aqui vão alguns fatos:

  • 6 episódios
  • Episódio 1: 47 minutos e 17 segundos
  • Ação muito dinâmica
  • Narrativa profunda
  • Roteiro direcionado para os personagens
  • Diversidade de personagens
  • Meu Deus, que final” 

“Pude assistir Falcão e o Soldado Invernal. Episódio 1 – cerca de 40 minutos de duração.

Ótimo poder ver o foco em Sam e Bucky, ambos excelentes.

Muita ação, thriller político, mais político do que a Marvel já foi um dia. O embargo cai na quinta-feira, dia 17″.

A Disney+ divulgou um novo teaser DUBLADO de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, apresentando cenas inéditas ao público.

Confira:

Vale lembrar que a série será lançada no dia 19 de março.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’: Superman no traje negro, Darkseid e mais em fotos do filme

Liga da Justiça de Zack Snyder teve novas imagens divulgadas.

Podemos ver o Superman com o traje negro e o Darkseid sentado em seu trono, além do novo Lobo da Estepe.

Confira:

O filme Liga da Justiça de Zack Snyder, que estará disponível no Brasil a partir do dia 18 de março, será lançado com uma versão dublada. Nas vozes dos personagens estarão Jorge Lucas como Batman, que já dublou o super-herói em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça, e Guilherme Briggs como Superman, que também deu voz ao personagem nos filmes O Homem de Aço, Batman vs Superman: A Origem da Justiça e Liga da Justiça de 2017.

O filme conta também com as vozes de Flavia Saddy como Mulher Maravilha, já tendo dublado Daphne em Scooby! O Filme, Marcos Souza dando vida a Cyborgue, já tendo trabalhado como Bill Denbrough em It – Capítulo Dois, Francisco Jr no papel de Aquaman e Charles Emannuel como Flash, que também deu voz ao herói na Liga da Justiça de 2017.

Já os vilões ganham vida nas vozes de Sergio Fortuna como Steppenwolf, já tendo dublado outro vilão poderoso com Darth Vader em Star Wars: Rebels, Ricardo Juarez como DeSaad, conhecido pela dublagem de Melman em Madagascar e Johnny Bravo, além de Guilherme Lopes como Darkseid.

Liga da Justiça de Zack Snyderconta a história de Bruce Wayne (Ben Affleck), que determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborgue (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

 

Batman vs Superman – Cinco anos da POLÊMICA obra de Zack Snyder

Filme polarizou não só o público como a indústria, provocando reações extremas de amor e ódio

Entre 1941 e 1986 a DC Comics publicou uma revista intitulada World’s Finest Comics, esta que de início se propôs a trazer aventuras isoladas de Superman e Batman optou, a partir dos anos 50 por motivos de controle de gastos, juntar os dois personagens em histórias únicas; assim resultando nos hoje tão famosos crossovers

No geral essas aventuras sempre traziam conteúdos agradáveis para todas as idades e principalmente para seu público-alvo, o infantil, onde o bem e a amizade sempre prevaleciam sobre a vilania de inimigos como Lex Luthor e Coringa. Elas também foram importantes para solidificar a amizade entre o Guardião de Metrópolis e o Morcego de Gotham como o bromance mais famoso dos quadrinhos.

Décadas depois, a partir de 2013, a Warner Bros (detentora dos direitos de adaptação das propriedades da DC) se encontrava em uma sinuca de bico. Sua maior competidora no mercado cinematográfico, a Disney, via a cada dia a relevância econômica e cultural da Marvel Studios decolar na mesma velocidade com que seus filmes expandiam seu recém estabelecido universo compartilhado nos cinemas.

As histórias da World’s Finest fizeram por merecer o carinho recebido pelos fãs da DC

No ano anterior eles haviam lançado o primeiro filme dos Vingadores, batendo a marca do bilhão e apresentando o primeiro grande filme de quadrinhos a reunir a maior quantidade possível de heróis conhecidos em uma trama coesa (em 1997 a CBS lançou para a TV uma adaptação da Liga da Justiça da América que foi e é extremamente rejeitada por todos). Dessa maneira, para os executivos da Warner era imperativo dar início ao seu próprio universo compartilhado o mais rápido possível.

Para tanto foi escolhido o diretor Zack Snyder, que era até então contratado exclusivo do estúdio, para planejar um projeto similar voltado para os personagens da DC Comics. Auxiliado por Christopher Nolan e com roteiro de David S.Goyer (ambos tendo sido responsáveis pela trilogia Cavaleiro das Trevas), Snyder lançou Homem de Aço; filme solo do Superman que contaria uma nova origem do alienígena, agora com referências a um universo bem maior.

O filme teve um sucesso perceptível, tanto financeiramente (conseguindo pagar os custos de produção) quanto por gerar ampla aceitação pela performance de Henry Cavill como Clark Kent\Superman. Entretanto, as primeiras rachaduras e sinais do que estava por vir já eram exibidas ao final da projeção. Na trama, após uma luta extremamente destrutiva com o General Zod, Superman se vê numa posição complicada; não há como aprisioná-lo na zona fantasma, não há como convencê-lo a desistir, não tem como lutar eternamente com ele e, o mais importante, o próprio Zod afirma que jamais iria parar até tirar a vida de todos os humanos. 

Terceiro ato do filme ficou famoso pela decisão polêmica do Superman

Dessa maneira, Superman quebra o pescoço do vilão e parte do público enlouquece em revoltas virtuais. Com esse ambiente dividido, a Warner confiou novamente a Snyder para que produzisse uma sequência, mas dessa vez ela deveria ter a função de deixar o terreno pronto para em seguida vir uma adaptação da Liga da Justiça. Sem projetos solos prévios dos heróis envolvidos, sem paciência, sem planejamento. A confirmação junto com o logo do filme veio na Comic Con de 2013.

Não muito depois de anunciada a produção da sequência foi confirmado que o Batman faria sua primeira aparição desde o fim da fase Christian Bale. De imediato se especulou que a Warner tentou insistentemente contar com o ator para reprisar o papel mas, mediante uma negativa em definitivo dele, começaram as especulações sobre quem seria o novo ator.

Tão logo começou a incerteza o nome de Ben Affleck passou a ser constantemente ventilado como um forte candidato e toda vez que isso acontecia era seguido de críticas e provocações. No entanto, o ator foi enfim confirmado no papel justamente pensado para trazer um Bruce Wayne mais velho e experiente que o Superman, dessa maneira confirmando que o filme teria grande influência do clássico O Retorno do Cavaleiro das Trevas

A escalação de Ben Affleck, à época, foi motivo de muitas críticas devido a seu histórico com filmes de herói

A ideia de que a Graphic Novel teria seu quinhão de importância já vinha desde a Comic Con de 2013 quando a revelação da logo oficial do filme veio após um monólogo do ator Harry Lennix recitando um famoso trecho da obra. Snyder já havia confirmado que o filme não seria uma adaptação literal e fiel da obra de Frank Miller, mas que pegaria emprestado alguns conceitos apresentados lá; mais especificamente o de um Batman voltando da aposentadoria e eventualmente se envolvendo em um embate com o Superman.

Uma nova polêmica de escalação veio também com a confirmação de que Jesse Eisenberg seria responsável por dar uma nova abordagem a Lex Luthor, se afastando da versão cômica de Gene Hackman e se aproximando mais da abordagem empresarial do personagem que se tornou a padrão desde 1986 com Man of Steel de John Byrne. Quando divulgadas as primeiras fotos do ator, no entanto, elas não acompanharam a expectativa dos fãs de um Luthor mais próximo das animações e foram bastante comparadas ao Mark Zuckerberg presente no filme A Rede Social, também interpretado por Eisenberg.

E então veio a estreia e com ela uma divisão nunca antes vista no gênero de quadrinhos. De um lado houve a parcela de público que realmente se encantou com o que foi mostrado, defendendo que o filme trazia um dinamismo diferente para o mercado com dramas mais convincentes e discussões sobre que papel esses super seres desempenhariam na sociedade caso existissem.

O Lex Luthor de Eisenberg apresentou algo completamente diferente de qualquer outra versão live action

A trilha sonora composta mais uma vez por Hans Zimmer e a curta, porém, marcante participação de Gal Gadot (a primeira participação da Mulher Maravilha em um longa live action) foram alguns dos poucos fatores de consenso pela qualidade apresentada.

Já do outro lado houveram as reprovações e essas podem ser divididas em duas subcategorias: estrutura problemática do filme e quebra de expectativa sobre os personagens. Sobre o primeiro existe um ponto bastante válido que é a complicada pós-produção pelo qual passou Batman vs Superman. A versão lançada para os cinemas apresentava problemas visíveis quanto a montagem de cenas, com sequências de acontecimentos que pareciam quebradas e desenvolvimento de subtramas que ou se resolviam inesperadamente ou eram abandonadas, como foi o caso do problemático plano de Luthor.

Como se soube depois, o estúdio interferiu ativamente na pós-produção ao retirar certos trechos e rearranjar outros. O que resultou foi uma versão que claramente tinha problemas de continuidade e que em muito influenciou uma parcela dos críticos. Já a outra teve um descontentamento evidente com a representação dos heróis. 

Somente com Batman e Superman são mais de cem anos de desenvolvimento, quebra e de novo desenvolvimento; nesse ínterim é inevitável que certos conceitos se mantenham como referenciais para leitores e autores no decorrer das décadas. “Batman não mata”, “Superman é uma força totalmente otimista”, “Lex Luthor é frio e calculista” (com o perdão da piada). Então, vem BvS e apresenta para o público basicamente todo o inverso dessas ideias. O Batman mata, Superman é tudo menos otimista sobre a humanidade e Lex Luthor abraça de vez a teatralidade.

Personagens de quadrinho são, afinal de contas, materiais facilmente modificáveis

O primeiro encontro dos dois maiores ícones da DC Comics no cinema não é uma World ‘s Finest mencionada no início da matéria, não uma celebração da amizade imortalizada naquele título. É atrito, o combate, visões diferentes de mundo que inevitavelmente terão um choque violento. É tudo que um espectador tradicional dos quadrinhos\animações ou o público casual não esperava receber. 

Num período em que se tornou comum discutir e até esperar a quebra de expectativa graças a filmes como Os últimos Jedi, Entre Facas e Segredos e Guerra Infinita quando se volta para 2016 isso ainda era um conceito pouco comentado no cinema mainstream e cujas reações geradas eram bem imprevisíveis. No entanto, se existe algo mais camaleônico do que David Bowie com certeza são personagens de quadrinhos, que constantemente se reinventam, atualizam e modificam; logo a inconstância de tais seres fictícios é algo que deveria ser esperado. 

Ao final, o sentimento gerado acabou sendo o de profunda divisão popular e medo por parte do estúdio que inevitavelmente levou aos acontecimentos de Liga da Justiça e basicamente o fim prematuro da DCEU (Universo Expandido da DC). Zack Snyder tornou-se um pária nos corredores da Warner e basicamente a diretoria não soube o que fazer com ele. Ainda assim, se passaram cinco anos e Batman vs Superman permanece um tópico de discussão nas redes sociais e conversas sobre as adaptações de quadrinhos. É, afinal, um capítulo importante do fenômeno pop mais lucrativo em décadas.