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‘Falcão e Soldado Invernal’ precisam se unir em comercial com cenas inéditas

Disney+ divulgou um novo comercial da série ‘Falcão e Soldado Invernal‘.

Confira:

 

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de Março.

WandaVision Finale | Último capítulo da série nos prepara para um futuro assustador no MCU

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

‘Godzilla vs. Kong’: Cartaz individual mostra Kong ostentando seu machado radioativo; Confira!

O IGN divulgou um incrível pôster internacional de ‘Godzilla vs Kong‘, mostrando o gorila gigante ostentando seu machado radioativo.

A imagem apresenta uma visão muito melhor da arma improvisada de Kong e, ainda que não se saiba de onde ele pegou aquele pedaço gigante de madeira, parece que a lâmina do machado é uma das barbatanas dorsais do Godzilla.

Obviamente, ele deve arrancá-la do corpo do lagarto durante uma luta inicial para usá-la contra ele mais tarde.

Confira o pôster:

Infelizmente, diversos estúdios voltaram a adiar suas estreias no Brasil em decorrência do aumento de casos de Coronavírus, o que obrigou algumas salas de cinemas a fecharem suas portas.

O primeiro filme a ter seu adiamento confirmado foi justamente ‘Godzilla vs. Kong‘, que estava programado para ser lançado nos cinemas nacionais dia 25 de Março.

Agora, a previsão é que o filme chegue aos cinemas uma semana depois, no dia 1º de Abril. Porém, tudo vai depender da reabertura dos complexos de cinema.

Vale lembrar que o filme será lançado nos EUA no streaming e nos cinemas dia 31 de Março.

Você está ansioso para assistir ao filme?

As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.  

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]  

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian

Bichir.

‘Na Mira do Perigo’: Liam Neeson aparece em exibição do filme para comemorar o retorno dos cinemas

O astro Liam Neeson compareceu a uma exibição do seu novo filme, ‘Na Mira do Perigo‘ (The Marksman), em uma das salas de cinema da rede AMC, da Lincoln Square, na cidade Nova York.

Sua aparição aconteceu na última sexta-feira (05), data que marcou o primeiro dia de reabertura dos cinemas na capital novaiorquina. As redes de exibição permaneceram fechadas por quase um ano, em virtude da pandemia do coronavírus.

Na ocasião, o astro – que estava de máscara – celebrou os cinéfilos que marcaram presença na sessão de seu filme, refletindo sobre o quão importante é a experiência compartilhada de assistir a uma produção nas telonas.

Segundo a revista EW, Neeson – que já tomou a primeira dose da vacina contra o Covid-19 – pontuou:

“Vir aos cinemas é como voltar para casa. Eu acho isso sagrada. E esse sentimento nunca mudou”.

Confira algumas imagens de sua aparição:

Na trama, Liam Neeson (Busca Implacável, O Passageiro) vive um fazendeiro com problemas financeiros e recém-viúvo que mora no Arizona, próximo a fronteira com o México. Ao presenciar um crime, o homem se vê responsável por uma criança que precisa chegar até a sua família em Chicago. A viagem até o norte do país é repleta de aventura e ação na perseguição que sofrem por parte de um poderoso cartel latino.

Confira o cartaz nacional:

O filme tem atuação de Katheryn Winnick (Vikings) e está previsto de estrear em 2021.

No dia Internacional da MULHER – Conheça as diretoras que fizeram História no Cinema

Vitórias de Chloé Zhao no Globo de Ouro e Critics’ Choice Awards foram um sopro de alívio mas também chamam a atenção para disparidade gritante

Após vencer o Globo de Ouro de melhor diretor(a) na cerimônia do último dia 29 por seu trabalho em Nomadland, a cineasta Chloé Zhao quebrou um tabu muito importante: ela foi a segunda mulher em toda a história a ganhar o prêmio, a primeira sendo Barbra Streisand em 1984 com Yentl, além de ser a primeira asiática a ter sido laureada como melhor diretora no evento. Mesmo com tamanha vitória, porém, a disparidade no histórico de cineastas premiados é visível.

O crédito de primeira mulher como diretora de um filme é constantemente atribuído à francesa Alice Guy-Blaché. O início da sua carreira remonta ao final do século XIX, mais precisamente 1896, com a obra La fée aux choux (em uma tradução livre A Fada do Repolho, o primeiro filme a ter sido escrito e dirigido por uma mulher ) mas até a primeira metade do século XX ela já tinha estado à frente de pelo menos trezentos projetos, seja comandando direta ou indiretamente. 

À ela também é creditado os primeiros trabalhos na sincronização de áudio e imagem no cinema, mais especificamente com criação do chronophone. No artigo Imagining Sound in the Solax Films of Alice Guy-Blaché: “Canned Harmony” (1912) and “Burstop Holmes Murder Case” (1913), a autora Barbara McBane expõe uma fala de Guy Blaché em que a cineasta descreve o dispositivo.

Alice Guy-Blaché foi uma verdadeira pioneira do cinema

“Guy Blaché descreve o chronophone, um sistema primário de som sincronizado como ‘o primeiro filme falado, uma invenção francesa’. Essa foi, ela disse: não a imagem falada que você conhece. A voz do artista (cantor ou orador), ou a música para a dança eram gravadas no estúdio. Os atores então reencenam seus papéis até obterem uma sincronização perfeita com a gravação fonográfica. Logo, a gravação cinematográfica foi feita.”

É importante também mencionar que ela foi a primeira mulher a ter um estúdio próprio. A Solax Company foi fundada em 1910 e entre esse ano e 1913 o estúdio produziu mais de cem obras que estavam sob total controle de Guy-Blaché. No entanto, seu fim veio por volta de 1914 como uma consequência dos impactos econômicos diretos da Primeira Guerra Mundial.

Nesse mesmo período, a partir do início de 1911, os Estados Unidos tiveram o surgimento da primeira grande cineasta da sua história. Lois Weber marcou seu nome ainda no período do cinema mudo como uma profissional multifacetada; constantemente em seus projetos ela assumia o posto de atriz, roteirista, produtora e diretora. Da mesma forma que Guy-Blaché, ela dirigiu uma quantidade respeitável de filmes, Weber teve em sua contagem pelo menos mais de cem obras.

Lois Weber chocou e mudou o cinema nos EUA em sua fase inicial

Além disso, ela foi pioneira na elaboração da técnica de split screen (divisão de tela) ainda em 1913 com o filme Suspense, obra que aborda diferentes pontos de vistas de personagens de maneira quase simultânea. Essa ferramenta, que se tornaria bastante utilizada nos filmes da segunda metade do século XX e em matérias jornalísticas durante um acontecimento ao vivo, alçaram Lois Weber a constantes comparações com outro grande nome do cinema americano da época, D.W. Griffith, sem o adicional de ter uma obra extremamente problemática em sua filmografia (sim, é Nascimento de uma Nação).

Sobre a cineasta, Richard Henshaw escreveu no artigo WOMEN DIRECTORS: 150 FILMOGRAPHIES sobre a importância de ressaltar a carreira de Lois Weber. “Desse grupo de primeiros diretores, alguns são dignos de nota. De longe a mais prolífica foi Lois Weber, que começou como atriz de comédias musicais e escritora. Ela se destacou por ter tido seu próprio estúdio, alugado para ela pela Universal em 1916. Lois Weber Productions empregou dezenas de roteiristas, técnicos e pessoal de escritório, além de permitir Weber a produzir e dirigir seus próprios roteiros em ritmo constante”.

Todavia, a geração de diretoras da primeira metade do século XX também contém um nome problemático mas que teve seu quinhão de importância nas inovações técnicas; Leni Riefenstahl basicamente criou o conceito moderno de como conduzir um documentário e entregou a esse gênero um reconhecimento que ele não possuía nos anos 30. Ao mesmo tempo, essas conquistas concederam a ela o título de cineasta mais importante do Reich Nazista.

Propaganda era uma arma essencial na manutenção do poder junto às massas e para isso seria necessário que o cinema alemão carregasse a vanguarda de um novo tipo de propaganda política. A Alemanha já tinha seu quinhão de importância solidificado no cinema por ter gerado um dos primeiros grandes movimentos cinematográficos europeu: O Expressionismo Alemão. Com o apoio do governo, Riefenstahl entregou produções como Triunfo da Vontade e Olympia; o primeiro focado em mostrar o quão sobrenatural era a liderança de Hitler e o segundo mais voltado para uma suposta superioridade germânica nas olimpíadas de verão de 1936.

Ao mesmo tempo que Riefenstahl revolucionou o cinema ela fortaleceu a imagem do Partido Nazista no imaginário popular

Ashley Bunnell Ritchie, no artigo The Many Leni Riefenstahls: Inventing a Cinematic Legend, cita o historiador do cinema, Rainer Rother, para explicar que estilo de filmagem a cineasta adotou para ter atraído a atenção dos maiores nomes do regime nazista durante a produção do documentário Trinfo da Vontade

“De acordo com o autor Rainer Rother, o ideal estilístico de Riefenstahl foi notável em dois sentidos: por um lado ela empregou cortes em filmes narrativos em uma tentativa de colocar a audiência na posição de ‘espectador ideal’. Por outro lado, Riefenstahl fez o necessário para heroicizar o principal sujeito de seu filme… Ela posicionou a câmera de tal maneira que parecia estar dentro da cabeça de Hitler enquanto ele descia das nuvens para o comício de Nuremberg. A audiência viu através dos olhos de Hitler enquanto ele descia para perto do povo… Ela abordou a câmera de maneiras que ninguém mais fez e ela sabia como manipular isso em ordem de criar qualquer sentimento que ela queria em tela. ”

Eventualmente, principalmente após virada para a segunda metade do século XX, o número de mulheres cineastas diminui drasticamente na Europa e, mais alarmante ainda, nos Estados Unidos. Até a década de 60 as mulheres foram sendo explícita ou implicitamente desencorajadas a desenvolver novos projetos em prol de ficarem apenas como atrizes. 

No entanto, é justo ressaltar que as cineastas do período ainda assim encontraram formas de se expressar por meio dos novos movimentos cinematográficos que foram surgindo. Por exemplo, a Nouvelle Vague francesa proporcionou um palco para Agnès Varda Marguerite Duras. O Novo Cinema Alemão popularizou os trabalhos de Margarethe von Trotta Helma Sanders-Brahms

Outro elemento de dificuldade levantado, dessa vez pela Deborah Calla na matéria Why are women directors ‘excluded’ from cinema history? de autoria da Ana Maria Bahiana, foi que se uma cineasta buscasse financiamento para um projeto ela dificilmente conseguiria novamente para um segundo e nem muito menos para um terceiro, tornando assim bem difícil construir uma filmografia ampla.

Com o passar do século XX Hollywood continuou a ser uma indústria essencialmente conduzida por cineastas homens; mesmo que, na década de 70, o circuito de filmes de baixo orçamento tenha apresentado novos nomes como Joan Micklin Silver (seu filme Between the Lines conquistou duas das três indicações do Festival Internacional de Berlim em 1977). Foi com a chegada dos anos 2000 que surgiu uma nova variedade de filmes comandados por diretoras.

“Between the Lines” trouxe um jovem Jeff Goldblum para os olhos do público

O portal Statista fez uma levantamento da porcentagem de realizadoras que surgiram em Hollywood entre 2007 e 2019. É apontado que a alta histórica no período analisado foi em 2019, quando 10.6% dos cineastas eram compostos por mulheres, mas antes disso, em 2008 mais especificamente, houve uma porcentagem de participação com 8% de presença de diretoras.

É interessante notar que nesse ano foi lançado Guerra ao Terror, um drama sobre um esquadrão de desarmamento de bombas do exército americano no Iraque. O filme, dirigido por Kathryn Bigelow, recebeu aclamação universal, um Oscar de melhor filme e o primeiro (e até o momento único) de melhor direção concedido a uma mulher. Bem antes disso, por exemplo, a Sofia Coppola já escrevia seu nome desde os anos 90 (primeiro com Virgens Suicidas mas em 2006 também com Maria Antonieta).

O feito de Bigelow (no centro) com “Guerra ao Terror” foi verdadeiramente histórico

É a partir dos anos 2010 que uma nova safra de cineastas começa a realmente aparecer: Ava DuVernay (com os poderosos Selma e Olhos que Condenam), Lorene Scafaria (Hustlers protagonizado por Jennifer Lopez), Patty Jenkins (a primeira a dirigir um grande filme de super-heróis com Mulher Maravilha e atualmente a diretora mais cara de Hollywood), Greta Gerwig (por muito pouco não vencendo o Oscar de Melhor Direção com Lady Bird em 2018) e muitas outras.

Por fim, ao passo que as mulheres vão recuperando sua posição no comando de produções maiores é essencial lembrar que algumas das maiores inovações que essa indústria viu foram realizadas por pioneiras. A vitória da Chloé Zhao no Globo de Ouro, além de uma possível indicação no Oscar, pode ser um novo capítulo importante de uma história que aos poucos está sendo retomada.

Mês da História das Mulheres | 12 Diretoras que Você Precisa Conhecer

Março é o mês em que celebramos a história feminina, com o Dia Internacional das Mulheres comemorado no dia 08 de março. E é claro que, em homenagem à importância que elas trazem para cada um dos setores da sociedade – e suas jornadas repletas de obstáculos e falta de oportunidades -, o CinePOP não deixaria de homenagear os grandes nomes da indústria do entretenimento.

Para tanto, separamos doze diretoras que você precisa conhecer, seja no cinema, seja na televisão. Desde Ava DuVernay até Vera Egito, aproveitamos também para mencionar seus projetos mais conhecidos.

Confira abaixo nossas escolhas:

AVA DUVERNAY

Principais obras: Selma, Olhos que Condenam

Ava DuVernay se tornou a primeira diretora negra a ser indicada ao Oscar por seu incrível e subestimado trabalho em ‘Selma’. Sempre trazendo representatividade às suas aclamadas obras, DuVernay também ficou responsável pela potente minissérie ‘Olhos que Condenam’, que retrata com crueza a politicagem e a corrupção por trás do sistema judiciário estadunidense, e é o principal nome por trás do vindouro ‘Novos Deuses’.

SOFIA COPPOLA

Principais obras: Encontros e Desencontros, Maria Antonieta

Filha de EleanorFrancis Ford Coppola, Sofia Coppola encontrou sua identidade artística logo com sua estreia no cenário cinematográfico, ‘As Virgens Suicidas’. Desde então, construiu uma carreira honrável que conta com os títulos ‘Encontros e Desencontros’, que lhe rendeu um Oscar de Melhor Roteiro Original e uma indicação para Melhor Direção, e ‘Maria Antonieta’, icônico drama histórico que misturou presente e passado em uma colorida narrativa.

GRETA GERWIG

Principais obras: Lady Bird, Adoráveis Mulheres

Antes de aventurar-se na direção, Greta Gerwig teve uma carreira de sólido sucesso como roteirista e atriz. Provando sua versatilidade, ela encabeçou o aclamado drama coming-of-age ‘Lady Bird’, que lhe rendeu inúmeras indicações ao Oscar e, mais recentemente, a incrível adaptação ‘Adoráveis Mulheres’, que entrou para a lista de melhores longas-metragens de diversos consórcios de imprensa. Para a releitura, estrelada por Saoirse Ronan, Gerwig foi relembrada na categoria de Melhor Roteiro Adaptado.

CHLOÉ ZHAO

Principais obras: Songs My Brothers Taught Me, Nomadland

Depois de fazer sua estreia no circuito independente com o ovacionado ‘Songs My Brothers Taught Me’Chloé Zhao viria a repetir o feito com o favorito das premiações ‘Nomadland’. Estrelado por Frances McDormand, o longa-metragem levou para casa o prêmio de Melhor Filme no Globo de Ouro 2021 e garantiu à Zhao o prêmio de Melhor Direção (a primeira mulher asiática a conquistar o feito e a segunda no geral a ganhar a estatueta). Ela também fica responsável pela direção de ‘Os Eternos’, aguardada produção da Marvel Studios.

LULU WANG

Principais obras: Póstumo, A Despedida

Se você nunca ouviu falar de Lulu Wang, não sabe o que está perdendo. Uma das figuras mais proeminentes da cultura sino-estadunidense, a realizadora é conhecida por seu trabalho em ‘Póstumo’ e, principalmente, na comédia dramática ‘A Despedida’, estrelada por Awkwafina. Conquistando o mundo e diversas condecorações por sua perspectiva original sobre dramas familiares, Wang tem seu nome associado aos mais diversos gêneros do cenário do entretenimento, incluindo videoclipes e documentários.

REGINA KING

Principais obras: Scandal, Uma Noite em Miami

Regina King é um dos nomes mais prolíficos e importantes da atualidade e conseguiu sucesso nas mais diversas esferas artísticas, tanto como atriz quanto como diretora, roteirista e produtora. Além de suas múltiplas incursões em séries como ‘Scandal’‘Insecure’‘Greenleaf’, King fez sua estreia cinematográfica na direção com o aplaudido ‘Uma Noite em Miami’, que já levou para casa diversos prêmios.

CÉLINE SCIAMMA

Principais obras: Tomboy, Retrato de uma Jovem em Chamas

Conhecida por desafiar convenções de gênero e o papel da mulher na sociedade, Céline Sciamma continua a chocar o público por abordagens incríveis da relação feminina, como a fluidez de gênero em ‘Tomboy’ e o romance lésbico em ‘Retrato de uma Jovem em Chamas’ (uma das melhores obras das últimas décadas). Ela também é uma respeitada ativista que luta pelo fim da disparidade de gênero no cinema e na televisão.

AGNÈS VARDA

Principais obras: Cléo das 5 às 7, As Duas Faces da Felicidade, Varda por Agnès

É quase um crime falar sobre Agnès Varda em apenas um parágrafo. A celebrada e lendária cineasta francesa é responsável por alguns dos títulos mais revolucionários do cinema, como ‘Cléo das 5 às 7’‘As Duas Faces da Felicidade’, envolvendo-se com a new wave francesa da indústria audiovisual e considerada por muitos como um dos expoentes do feminismo cultural, focando em temáticas que normalmente eram protagonizadas por personagens fortes e complexas.

LILLY E LANA WACHOWSKI

Principais obras: Matrix, Sense8, V de Vingança

Lana e Lilly Wachowski são dois dos nomes mais conhecidos da atualidade e donas de títulos muito bem recebidos pela crítica e adorados pelo público. Desde a estreia em 1999 com ‘Matrix’ até a estupenda e subestimada série ‘Sense8’, as Wachowski não são apenas grandes nomes da presença feminina no cinema e na televisão, mas também ativistas pela luta dos direitos LGBTQ+, principalmente por serem mulheres trans.

KATHRYN BIGELOW

Principais obras: Caçadores de Emoção, A Hora Mais Escura, Guerra ao Terror

Seja com a ação cult ‘Caçadores de Emoção’, seja com o thriller de guerra ‘Guerra ao Terror’Kathryn Bigelow abriu portas para diversas cineastas depois de ter alcançado um feito considerado impossível: se tornar a primeira (e a única) mulher a ganhar o Oscar de Melhor Direção. Nomeada diversas vezes como uma das pessoas mais influentes do planeta, seus outros prêmios incluem um BAFTA, um DGA Award e um Critics’ Choice Award.

VERA EGITO

Principais obras: Amores Urbanos, Todxs Nós

Vera Egito é uma pioneira em diversas questões quando pensamos no escopo do entretenimento brasileiro. Seu longa-metragem mais famoso, Amores Urbanos, estreou no Festival Internacional de Miami apenas para receber aclame universal e conquistar o coração do público. Em 2020, fez história ao comandar a primeira série nacional estrelada por um personagem não-binário com ‘Todxs Nós’, da HBO, aproveitando também para falar abertamente sobre orientação sexual, gênero, identidade, cor e juventude.

‘Homem-Aranha 3’: Imagens dos bastidores destacam novo uniforme de Peter Parker; Confira!

As filmagens da sequência Homem-Aranha 3 (Spider-Man 3: No Way Home)seguem a todo vapor na cidade de Atlanta e novas imagens dos bastidores estão circulando nas redes sociais e destacam o novo uniforme do Teioso.

A contar pelas fotos, compartilhadas por um usuário do Twitter, o figurino do herói traz características semelhantes ao traje que o próprio Peter desenhou para si mesmo, no terceiro ato de ‘Longe de Casa‘, com algumas texturas distintas por toda a peça.

Confira:

O título oficial em português será divulgado em breve.

Assista ao anúncio LEGENDADO:

O que você achou do título?

Confira o título e as primeiras fotos:

Lembrando que o filme estreia nos cinemas nacionais em 16 de dezembro de 2021, um dia antes da estreia nos EUA.

Alfred Molina teve seu retorno confirmado como Dr. Octo

ZendayaJacob BatalonMarisa Tomei também retornam.

Espera-se que o filme siga a nova batalha de Peter Parker após ter sido desmascarado publicamente por J. Jonah Jameson no final do ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica do filme anterior:

‘Percy Jackson’: Série do Disney+ terá orçamento de ‘The Mandalorian’ e ‘WandaVision’

Através de seu blog pessoal, o criador da saga ‘Percy Jackson’, Rick Riordan, revelou algumas atualizações sobre a vindoura série da Disney+.

Segundo ele, a Walt Disney vai investir alto na série e o orçamento será similar ao de ‘The Mandalorian‘ e ‘WandaVision‘ – que custaram em média de US$ 100 milhões na primeira temporada.

O escritor aproveitou para provocar o público ao confirmar que o roteiro já foi concluído, o que deve gerar bastante curiosidade pelas próximas semanas.

“Terei algumas reuniões importantes na semana que vem com os chefões da Disney para discutirmos sobre a série de TV do ‘Percy Jackson‘, então mantenham os dedos cruzados. Todos os envolvidos adoraram o roteiro do episódio piloto, mas precisamos fazer alguns ajustes adicionais antes de enviá-lo para sua próxima parada: os principais executivos da Disney+. Mas tenham calma, Isso é normal.”

Ele continuou:

“Ao escrever um roteiro, há muitos rascunhos antes da versão oficial, como em qualquer outro tipo de escrita. Todas as contribuições foram super positivas e úteis. Todos estão empenhados em fazer desta a melhor série que pudermos. Continuo animado e cuidadosamente otimista de que estamos prestes a lançar um projeto realmente de primeira classe. Como sempre, porém, as coisas boas precisam de tempo e paciência! Fiquem ligados!”

E aí, você também está animado com a série?

Intitulada, ‘Percy Jackson e os Olimpianos’, ainda não há previsão de lançamento.

No entanto, Riordan divulgou um pequeno teaser do teaser da série.

Confira:

Ao todo, a saga escrita por Riordan contém cinco livros: ‘O Ladrão de Raios’, ‘Mar dos Monstros’, ‘A Maldição do Titã’, ‘A Batalha do Labirinto’, e ‘O Último Olimpiano’.

A trama gira em torno de Percy, um adolescente que descobre ser filho de Poseidon, deus grego dos mares, e então é enviado para o Acampamento Meio-Sangue para se reunir com outros meios-sangue. Lá, Percy onde se encontra com o amigo e mentor Grover Underwood, um sátiro adolescente, e conhece Annabeth Chase, filha de Atena.

Chris Columbus comandou a adaptação cinematográfica do primeiro volume, ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios, que trouxe em seu elenco Logan LermanAlexandra Daddario, Brandon T. Jackson, Jake Abel.

Apesar de receber críticas mistas, o filme arrecadou quase US$227 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.

Em 2013, ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘ faturou apenas US$ 199 milhões e recebeu duras críticas acerca da narrativa, que se distanciava demais do romance original.

Conheça TODOS OS FILMES da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica’

Antes de Atividade Paranormal, Jogos Mortais e Premonição, antes mesmo de Jason, Freddy, Chucky ou até Michael Myers, existia Leatherface e sua família de canibais psicopatas. O Massacre da Serra Elétrica pode ser considerado uma das franquias de terror mais antigas da história do cinema, e uma que continua gerando frutos – para o bem ou para o mal.

Pegando carona no anúncio de um novo filme da franquia, resolvemos fazer uma retrospectiva destrinchando (com o perdão do trocadilho) todos os filmes que levaram até o público o pavor da sonoridade da serra do maníaco “cara de couro”. Portanto, pegue sua motosserra, ou serra elétrica se preferir, e vamos lá.

Confira nossa análise de Massacre no Texas, oitavo filme da franquia O Massacre da Serra Elétrica

O Massacre da Serra Elétrica (1974)

Foi em 1974 que tudo começou, sem a mínima aspiração de transformar esta obra crua, visceral e com ares de documentário em uma franquia. Dirigido pelo saudoso Tobe Hooper em início de carreira (este foi seu segundo longa), o filme é livremente baseado na vida do psicopata real Ed Gein, que também rendeu assunto para o clássico Psicose (1960), de Alfred Hitchcock.

Gein gostava de roubar túmulos e foi um dos assassinos em série mais notórios da história dos EUA. Em sua casa, a polícia encontrou diversas partes, órgãos e membros decepados de suas vítimas, que o sujeito insano usava como objetos de decoração no local. Este fato serviu como inspiração para o interior da casa da família deste filme, mostrado no desfecho. Além disso, Leatherface, como viria a ficar conhecido o personagem de Gunnar Hansen, o maníaco mudo, usava a pele de suas vítimas para confeccionar as máscaras que vestia ao longo do filme.

O Massacre da Serra Elétrica foi vendido na época como um filme real, muito antes de A Bruxa de Blair (1999), e serviu para assombrar uma geração inteira, sendo proibido em diversos países por anos. Devido a seu baixo orçamento, a obra ganhou contornos de amadorismo (principalmente nas atuações), o que somaram ao teor realista. Bastou um filme para Leatherface se tornar um ícone dos slasher e Marilyn Burns, a mocinha, ser catapultada ao status de musa rainha do grito no gênero.

O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986)

Sabe tudo que eu disse no item acima, sobre o realismo e tom quase documental? Pois bem, jogue tudo isso fora para a sequência. Mais de dez anos depois (doze para ser bem preciso), o mesmo Tobe Hooper decide revisitar o universo da família canibal do Texas. Nesta época, já tendo passado pela epopeia de Poltergeist –O Fenômeno (1982) – filme pelo qual é creditado, mas jura de pé junto ter sido dirigido por Steven Spielberg -, Hooper optou pelo caminho inverso, e com um orçamento bem mais folgado, entrega uma orgia do nonsense, numa viagem lisérgica.

 

Os personagens são os mesmos, mas em 1986, década bem propícia para a “farofada”, eliminam bastante do fator medo, recaindo voluntariamente no humor e na sexualidade. Logo na primeira cena de morte, quando uma dupla de “machões” decide despejar muita obscenidade numa ligação para a DJ de uma rádio, percebemos que Hooper estava muito mais em sintonia com a época do que de fato com sua obra original. É um caminho ousado, mas que demonstra originalidade ao não tentar se repetir.

O Massacre da Serra Elétrica 2, no entanto, não é um filme ruim qualquer – como viriam a se mostrar os outros episódios vindouros desta franquia – é uma obra de muito estilo, seja na estética ou narrativa, ambas muita apuradas. O que Hooper cria é uma grande brincadeira com o gênero e com sua própria mitologia. A confecção por trás de tudo, por exemplo, é muito viva, e a direção de arte se faz tão presente – em especial o cenário da rádio – que além de o sentirmos como um personagem, temos a dimensão exata de sua arquitetura. Aqui é também aonde Leatherface começa a surgir como anti-herói, representado como figura enfatuada pela mocinha; a grotesca e libertina cena da serra na virilha de shortinho da protagonista demonstra isso de maneira deturpada.

O filme cria ainda uma das heroínas de maior fetichismo na franquia, a locutora de rádio Vanita ‘Stretch’ Brock, papel da belíssima Caroline Williams, imortalizada igualmente pelo papel. A falta de desfecho, a cena da competição do chilli, e alguns momentos com o grande Dennis Hopper (como quando ele adquire sua motosserra para combater os vilões) fazem da Parte 2 o exemplar mais Twin Peaks de toda a franquia.

O Massacre da Serra Elétrica 3 (1990)

 

Sabemos que o dinheiro sempre falou mais alto em Hollywood, mas também a vontade dos fãs, afinal sem eles não existiria filme. Assim, a terceira parte de O Massacre da Serra Elétrica já exibia seu trailer antes mesmo de um roteiro, e um diretor ser contratado. Com um lançamento programado para 1989, o filme chegava aos cinemas em 1990 sem qualquer dos envolvidos nas produções anteriores.

Sem o impacto do original e sem o estilo estético do segundo, O Massacre da Serra Elétrica 3 adentrava os anos 1990 se tornando apenas um slasher qualquer, numa década em que tais filmes já pereciam. Assim, a história aqui era o que menos importava, já que era confeccionada como uma produção rotineira do subgênero. Originalmente planejado para a volta de Tobe Hooper na direção, o cineasta de fato chegou a enviar o tratamento de sua ideia para a New Line, mas optou por desistir, em nome de Combustão Instantânea, o filme que lançava no mesmo ano. Assim, Jeff Burn assumia em seu lugar.

O anúncio do trailer já credita o longa a seus nomes mais famosos, os produtores de A Hora do Pesadelo, agora que Leatherface recaía nas mãos da New Line, mesmo estúdio de Freddy Kruger, saindo da falida Cannon. Peter Jackson e o maquiador Tom Savini foram oferecidos o filme. Jackson começou a carreira em produções de horror, como Trash – Náusea Total (1987) e Fome Animal (1992); e Savini estrearia na direção de um longa no mesmo ano, com o remake de A Noite dos Mortos Vivos (1990).

A cada novo exemplar, a família se reestruturava e mudava seus membros. O único elemento imutável é Leatherface. Bem, ao menos no roteiro, já que o intérprete, depois de Gunnar Hansen no primeiro e Bill Johnson no segundo, assume os contornos de R.A. Mihailoff. O desejo por impulsionar o psicopata na cultura pop, ao ponto de querer torna-lo o novo Jason ou Freddy (tardiamente), era tanto que a New Line não hesitou em intitular o longa como Leatherface: Texas Chainsaw Massacre III no original. Curiosamente, o mais recente exemplar da franquia traz de novo Leatherface como título original de Massacre no Texas (2017).

Fora isso, o terceiro filme traz ainda um então desconhecido Viggo Mortensen, como o rosto mais famoso do elenco (pelo menos agora), na pele de um dos membros desta peculiar família, e o retorno de Caroline Williams reprisando o papel de Stretch numa ponta. O desejo do diretor era mostrar que a personagem havia subido na vida, de DJ ela agora é uma repórter dando as notícias das mortes – o diretor pensou que Stretch estaria investigando por conta própria os assassinatos, mas o longa não foca nisso.

O Massacre da Serra Elétrica – O Retorno (1994)

É claro que a New Line não iria deixar sua recém-adquirida franquia apenas sentar na prateleira sem uso. Assim, quatro anos depois do malfadado Leatherface, o quarto exemplar da franquia chegava aos cinemas. Mas a coisa mais assustadora aqui é a atuação caricata e exagerada de um então iniciante Matthew McConaughey como o alucinado psicopata Vilmer. Dizem as más línguas que os produtores sabiam que a carreira do ator estava para decolar (em 1996 ele lançaria o divisor de águas Tempo de Matar) e esperaram sua explosão para soltar um relançamento do filme. Além disso, a mocinha é interpretada por ninguém menos do que Renée Zellwegger em início de carreira, igualmente vindo a explodir em Jerry Maguire – A Grande Virada em 1996.

Mais uma vez, Leatherface passou a máscara e a serra adiante, e quem assume aqui é Robert Jacks – estranhamente creditado como “Leatherface Slaughter”. A direção ficou a cargo de Kim Henkel, parceiro (sim, não deixe o nome te enganar, se trata de um homem) de Tobe Hooper no roteiro do filme original. Ele assume o texto e o comando do quarto exemplar. A trama, a mais idiota até então – e estamos levando em conta a “viagem de ácido em forma de filme” que foi o segundo – apresenta um grupo de adolescentes a caminho do baile de formatura, cujo infortúnio os joga diretamente na fazenda da famosa família canibal.

Como forma de homenagear o original, no qual esteve envolvido como roteirista, o diretor entregou a reunião de alguns atores do clássico em pontas neste quarto episódio. Na cena do hospital, John Dugan, o vovó do filme de 1974, interpreta um policial; Paul A. Partain (o deficiente Franklin) vive um funcionário, e a lendária Marilyn Burns é uma paciente na maca. Outro detalhe é que nesta continuação, Leatherface incorpora sua veia drag de forma mais intensa, com diversas cenas do maníaco se maquiando em frente ao espelho, usando perucas e roupas femininas, e até mesmo no pôster do filme sua aparência lembra bastante as formas físicas de uma mulher, com meia arrastão e salta alto. O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno colocaria um grande hiato na franquia, por nove anos.

O Massacre da Serra Elétrica (2003)

 

A refilmagem O Massacre da Serra Elétrica (2003) foi a produção responsável por abrir as portas de vez para a febre de remakes de filmes de terror que assola Hollywood nos últimos anos. É claro que refilmagens já existiam, mas aqui elas se apossaram de alguns dos maiores ícones do gênero no cinema. Foi depois desta obra que vieram A Profecia (2006), Sexta-Feira 13 (2009), Halloween (2007), A Hora do Pesadelo (2010), Carrie – A Estranha (2013), A Hora do Espanto (2011), entre outros.

Tudo, é claro, culpa de Michael Bay e sua Platinum Dunes, a produtora responsável, sob a tutela da New Line. O curioso é perceber que o filme não é ruim, muito pelo contrário, consegue sobressair à maioria de reimaginações que seguiram. Este foi também o primeiro filme com o selo da franquia que este amigo que vos fala assistiu na telona. O Massacre da Serra Elétrica é uma modernização do clássico de 1974 que, ao mesmo tempo em que respeita os conceitos, estrutura, cenas e a época retratada (todo o clima dos anos 1970 está lá, embora não seja obrigatoriamente passado em tal década), o longa inova com sua edição e visual chamativo – longe do clima “cru” do original.

A história é a mesma, e mostra cinco amigos aterrorizados em uma viagem ao Texas por uma bizarra família de canibais. No elenco, destaca-se a estonteante Jessica Biel, em seu primeiro papel de protagonismo no cinema, fazendo as vezes da Marilyn Burns moderna. O gigante Andrew Bryniarski vive Leatherface, e a direção ficou com Marcus Nispel, exalando todo seu estilo saído de videoclipes. Nispel viria a comandar produções maiores como o citado remake Sexta-Feira 13 (2009) e Conan – O Bárbaro (2011). A história termina de tal forma, com a protagonista arrancando o braço do psicopata a machadadas, que esta linha narrativa jamais foi seguida.

O Massacre da Serra Elétrica – O Início (2006)

 

Para onde correr após o desfecho da refilmagem? Porque deixar o filme sem continuação, jamais, não é mesmo? A opção então se mostrou por uma prequel (uma pré-sequência), apostando em eventos passados antes da refilmagem, e assim antes do primeiro filme (1974) também. Nesta reintrodução à franquia, lançada em 2006, uma trama envolvendo a Guerra do Vietnã é adicionada, narrando a história de dois irmãos que, antes de partirem para seu serviço militar, resolvem viajar ao lado das namoradas. No lugar da mocinha Jessica Biel, entra a filha de brasileira Jordana Brewster (antes de seu retorno para Velozes e Furiosos).

Essa é a primeira vez também que a franquia repete o intérprete do maníaco Leatherface, com o gigante Andrew Bryniarski reprisando o papel do filme anterior. Quem também volta é o saudoso R. Lee Ermey (falecido recentemente), no papel do sádico patriarca da família Hewitt. O elenco conta ainda com Matt Bomer como um dos irmãos protagonistas. A direção é de Jonathan Liebesman, que havia dirigido o terror No Cair da Noite (2003) e seguiu para blockbusters como Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles (2011), Fúria de Titãs 2 (2012) e As Tartarugas Ninja (2014).

O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua (2013)

Este filme com título imenso em nosso país, foi a tradução que demos para Texas Chainsaw 3D – título original que dispensa o “Massacre” do nome, acrescenta o caça-níquel do 3D, sendo o primeiro filme da franquia dentro a utilizar tal tecnologia. Aqui ocorre mais uma troca de batata quente entre estúdios: depois da Cannon, da New Line e da Platinum Dunes, a Serra Elétrica cai nas mãos da Lionsgate e da Millenium Films – o que causa o encontro curioso (mas não oficial) entre Leatherface e Jigsaw, assassino da maior franquia da casa, Jogos Mortais. Encontro este no qual numa cena Leatherface dá um chega pra lá em um Jigsaw wannabe – mostrando o respeito dos produtores pelo clássico.

Depois de beldades como Marilyn Burns, Caroline Williams, Renée Zellwegger, Jessica Biel e Jordana Brewster no comando dos “pulmões” protagonizando, é a vez de Alexandra Daddario deixar seu legado nesta longa história de terror. A trama, joga fora todas as continuações e segue direto após os eventos do longa original, artifício utilizado também pelo mais recente Halloween (2018).

Só existe um pequeno grande problema com este roteiro, detalhe que foi apontado na maioria das críticas da obra. Enquanto Halloween irá acertar utilizando a mesma Jamie Lee Curtis, uma adolescente de 18 anos no original e agora uma senhora de 60 anos, a premissa deste filme quer que acreditemos que em 1974 Daddario ainda era um bebê e hoje, uma jovem em seus 27 anos. O problema? Neste tempo se passaram 39 anos! E esta deveria ser a idade dela. Bem, isso se resolveria se a trama estivesse ocorrendo até o início da década passada, mas os carros, celulares com câmeras e outros aparatos centram o filme em seu ano de lançamento de 2013.

Na história, a personagem de Daddario é cria da bizarra família, adotada por um casal do interior, já que após os eventos ocorridos no filme de 1974, os canibais são inteiramente dizimados pelos habitantes locais. Ou quase todos, já que Leatherface, o único sobrevivente (interpretado aqui por Dan Yeager), vive inerte durante esses anos todos no porão de uma idosa, sua parente. Quando a mulher morre, Daddario herda a casa e viaja para a propriedade com um grupo de amigos. O elenco traz Scott Eastwood na pele de um policial e direção de John Luessenhop (Ladrões).

Mais uma vez transformado em anti-herói, Leatherface não deu mais as caras em sua versão famosa e a série ficaria mais alguns anos na geladeira.

Massacre no Texas (2017)

 

Falei recentemente sobre esta produção, lançada direto em vídeo no Brasil (ao contrário da anterior e da refilmagem de 2003), que marca o oitavo longa com a marca “O Massacre da Serra Elétrica”. Bem, ou quase, como podemos notar no título – este é o primeiro filme da franquia a não exibir o nome original aqui no Brasil. No original, ficou apenas Leatherface.

Os rostos mais famosos aqui são os de Stephen Dorff e Lili Taylor, vivendo personagens coadjuvantes. O roteiro criativo tenta (sem sucesso) soprar novo ar para dentro da franquia, ao contar os verdadeiros primórdios do assassino “cara de couro” e sua ligação com a família. Taylor vive a matriarca, e logo no início Leatherface ainda criança é tirado dos cuidados dela e levado pelas autoridades até uma instituição psiquiátrica, aonde fica até se tornar um jovem rapaz.

A grande jogada do filme é nos fazer adivinhar qual dentre alguns possíveis candidatos irá se tornar Leatherface. Durante uma rebelião no manicômio, alguns pacientes fogem e saem numa jornada criminosa, levando consigo uma enfermeira sequestrada. Acompanhamos seus atos, o que transforma este exemplar mais em um drama criminal do que num filme de terror em si. Isto é, até seu desfecho apoteótico.

‘Top Gun: Maverick’ tem estreia adiada no Brasil

A Paramount Pictures informou que ‘Top Gun: Maverick‘ teve sua estreia adiada em 3 semanas no Brasil.

Ao invés de 2 de julho, o filme agora tem previsão de estreia para 22 de julho.

Top Gun: Maverick‘ custou mais de US$ 150 milhões para ser produzido.

Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris


‘Falcão e Soldado Invernal’: Personagens ganham INCRÍVEIS cartazes individuais; Confira!

Faltam menos de duas semanas para a estreia de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, e a Disney+ aproveitou para divulgar alguns cartazes individuais com os principais personagens.

As imagens destacam os protagonistas Sam Wilson (Anthony Mackie) e Bucky Barnes (Sebastian Stan), Sharon Carter (Emily VanCamp) e o vilão Barão Zemo (Daniel Bruhl).

Confira:

 

A aguardada série será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de Março.

WandaVision Finale | Último capítulo da série nos prepara para um futuro assustador no MCU

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam como os respectivos personagens titulares. Emily Van CampDaniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios.

 

Os 10 Filmes dos anos 80 que nós AMAMOS

Vanguardista, o cinema oitentista era um reflexo futurista da moda, da revolução tecnológica que definiria o mundo digital contemporâneo e trazia uma visão ousada na arte de contar narrativas, fossem elas estreladas por crianças, adolescentes ou adultos. Da comédia teen coming of age à aventura de Indiana Jones, os anos 80 são responsáveis por alguns dos melhores filmes já feitos.

E exalando uma irreverência tão inigualável, a época foi capaz de transformar o cinema de maneira permanente, com longas que uniam a revolução tecnológica que emergia durante o período a um universo de narrativas peculiares e sinestésicas, onde a moda ditava os figurinos dentro e fora das telas e a música refletia o zeitgeist.

Originalidade, autenticidade e tendência faziam dos filmes um banquete imensurável de experiências divertidas. Foi nos anos 80 que os melhores filmes teens foram produzidos. Foi aqui também que muitos se imortalizaram, após fracassarem na mão de alguns críticos algozes que não compreendiam o quão à frente do seu tempo esses longas já eram (vide Roger Ebert).

E nesse ritmo de Stranger Things, separamos para você os 10 melhores filmes dos anos 80. Aqui constam aquelas produções essenciais que fizeram da década a memória histórica cultural mais deliciosa que o mundo possui.

10 – Os Caça-Fantasmas (1984)

Unindo quatro gêneros distintos (comédia, fantasia, aventura e ficção científica), Os Caça-Fantasmas traz efeitos visuais inovadores para a época, com uma narrativa original que brincava com o antigo imaginário infantil de que fantasmas estariam rondando ao nosso redor. Expandindo essa premissa para toda a cidade de Nova York, o longa traz um elenco divertido e com bom engajamento, à medida que promove um encontro hilário entre o mestre do humor Rick Moranis com Bill Murray, ambos cujas trajetórias iniciaram no programa de sketches Second City.

Com uma trilha sonora que traz a essência da batida do synthpop, Os Caça-Fantasmas conta com um elenco representativo e é dono de um humor absolutamente original, que faz do sobrenatural sua arma para construir uma narrativa cheia de ironias. E embora muitas de suas piadas não tenham sido percebidas pelo público infantil em primeira instância, elas hoje são consideradas algumas das grandes pérolas da comédia.

9 – E.T. – O Extraterrestre (1982)

Steven Spielberg possui um fascínio pelo imaginário infantil e sabe explorar narrativas fantásticas por uma ótica fascinante, capaz de agradar o público mais jovem, bem como o mais velho. Popular ao redor do mundo, seus longas possuem características que fortalecem a amizade entre as crianças, colocando-as sempre em uma posição de vantagem em relação aos adultos. Em seus filmes, são justamente a simplicidade e poder imaginativo que permitem os pequenos viverem aventuras que os adultos jamais conseguiriam.

E E.T. – O Extraterrestre traz exatamente essa essência. Destacando apenas a mãe de Elliot entre os personagens mais velhos, a trama é contada a partir da forte conexão entre o garotinho e esse peculiar ser de outro mundo. Enquanto os argumentos dos adultos costumam ser pouco explorados, os ângulos de filmagens os posicionam sempre na extremidade, muitas vezes até deixando de mostrar seus rostos (vide o professor da escola), para salientar a falta de importância para a construção narrativa. E para garantir o apelo emocional necessário, o cineasta ainda filmou o longa em ordem cronológica, a fim de extrair as sensações mais autênticas dos atores mirins.

8 – De Volta Para o Futuro (1985)

A trama de Robert Zemeckis e Bob Gale tinha tudo para ser um filme de sucesso da Disney, não fosse a bizarra história da mãe se apaixonando por seu filho (o estúdio rejeitou o projeto por conta disso). À primeira instância de gosto duvidoso, esse plot na verdade ajuda a construir o humor ideal do longa, envolvendo a audiência em uma narrativa onde a viagem no tempo vira uma divertida brincadeira sobre predestinação e os impactos que as nossas atitudes exercem no nosso futuro.

Com um elenco inusitado de gerações tão díspares, De Volta Para o Futuro reúne o popular ator teen Michael J. Fox ao peculiar veterano Christopher Lloyd, dando início a uma das aventuras mais apaixonantes e estilísticas da cultura POP. Muito mais que fazer rir, o filme se tornou um marco sócio cultural, lançou tendências futuristas em sua sequência e até hoje é ovacionado e replicado em produções contemporâneas. Irreverente e bem dirigido, o filme é um dos maiores presentes que a década de 80 poderia ter nos dado.

7 – Clube dos Cinco (1985)

A adolescência era um dos grandes focos dos filmes oitentistas. Como uma geração extravagante e unapologetic, ela por si só rendia boas produções. De Gatinhas e Gatões, passando por Mulher Nota Mil, Digam o Que Quiserem e A Garota de Rosa Shocking, os longas teen da época são tudo menos óbvios e entregam histórias que expressam com realismo a essência da juventude. E o pai/mentor dessa turma era justamente John Hughes. Mestre em filtrar toda a teen angst do período, ele é o dono dos melhores filmes coming of age, além de ser o mesmo responsável por nos fazer conhecer Kevin McCallister, de Esqueceram de Mim (o melhor filme natalino que você respeita!).

E em Clube dos Cinco ele vai muito mais fundo na sua narrativa estudantil/juvenil. Deixando o humor de Mulher Nota Mil e Curtindo a Vida Adoidado de lado, ele entrega uma dramédia que explora a fragilidade de cada uma das famílias das quais esses adolescentes pertencem, explicando – por meio de um tumultuado e desconfortável sábado de detenção – o quanto cada um deles é fruto de seu próprio meio. Usando os famosos estereótipos escolares como uma desconstrução social, o filme vai além do retrato da galera do fundão, dos nerds, das patricinhas e dos playboys, e faz uma reflexão sobre o peso que a juventude carrega em virtude das cobranças familiares, expondo uma ferida real existente entre os jovens. Sensível e tocante, a comédia dramática ainda permanece insuperável na estética e estilo que ela mesma criou.

6 – Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981)

Spielberg nos presenteou com uma das melhores obras da história do cinema. Indiana Jones não é apenas um marco da infância das crianças nascidas e crescidas nos anos 80 e 90. A narrativa do personagem compreende um imaginário infantil poderoso, onde arqueologia, história e o universo da fantasia se encontram em uma única vez.

Se tornando a maior bilheteria do ano, ultrapassando a marca dos US$ 389 milhões, o longa foi indicado a nove Oscar – levando quatro estatuetas, possui uma produção riquíssima em termos visuais e em 1999 foi selecionado para preservação pelo National Film Registry, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significante”.

5 – Star Wars – Episódio V: O Império Contra-Ataca (1983)

A década de 70 não estava preparada para o que iria lhe atingir. O ano de 1977 foi transformado por aquela que se tornaria a maior franquia da cultura POP do mundo. E embora ‘Uma Nova Esperança‘ tenha sido fundamental para fazer de ‘Star Wars‘ o sucesso imortal que ele é, é inegável que o melhor longa da trilogia original é de fato ‘O Império Contra-Ataca‘.

Com uma trama bem desenvolvida, a sequência traz novos personagens, explora a narrativa de maneira bem mais profunda e capricha nos efeitos visuais práticos, uma das melhores e mais elogiadas características do longa. Construindo todo aquele universo com o uso de miniaturas e muito stop motion, o filme é realista, palpável e ajuda a consolidar ainda mais a marca como o maior presente que George Lucas poderia ter dado para o mundo. #gratidão

4 – Robocop – O Policial do Futuro (1987)

Robocop é uma daquelas raras experiências cinematográficas onde cada quadro promove sensações sinestésicas muito imersivas. Com um roteiro que explora a decadência moral e social de Detroit, em meio a uma mudança comportamental, cultural e tecnológica brutal, o longa explora a vida de um policial sendo reduzida a uma simples máquina. E com uma mente parcialmente lúcida presa em um corpo mecânico, suas reações – até então supostamente programadas – o levarão a extremos que salientam, com muita autenticidade, a violência de uma cidade industrial acabada e todas as consequências que a negligência do poder público, em meio à ascensão de uma inovadora empresa, podem gerar.

Dirigido por Paul Verhoeven, Robocop é um relato cru e crítico da revolução tecnológica que emergia no auge dos anos 80 e mescla os gêneros de ação e ficção científica com maestria, entregando uma narrativa violenta, visceral e bem gráfica. Vencedor do Oscar de Melhor Mixagem de Som, o longa segue atemporal e continua fascinando o público, mesmo depois de tantas décadas.

3 – O Exterminador do Futuro (1984)

James Cameron tem poucos filmes em seu currículo, mas a maior parte deles vale por uma filmografia inteira. O Exterminador do Futuro é um desses casos, sendo uma obra-prima inovadora do começo ao fim. Riquíssimo em efeitos visuais práticos, o longa faz da atuação blasé de Arnold Schwarzenegger um instrumento importantíssimo para a própria construção de seu personagem. Com uma trama vanguardista, que pensa na tecnologia décadas à frente de seu tempo, o sci-fi segue como a maior referência quando o assunto é inteligência artificial nos cinemas e os perigos que a tecnologia robótica pode apresentar para o mundo.

Trazendo a temática da Skynet, que se assemelha muito à conectividade global que a internet trouxe a todos nós, a produção tem um roteiro impecável do começo ao fim, apresenta Sarah Connor ao mundo, consolidando-na como uma das personagens mais badass da história do cinema, referência para a construção conceitual de inúmeras personagens femininas futuras. Considerado um dos grandes precursores do gênero de ficção científica, o filme é mais um dessa lista que foi selecionado, em 2008, pela Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, para ser preservado na National Film Registry, sendo considerado “cultural, histórica e esteticamente significativo”.

2 – O Iluminado (1980)

Stanley Kubrick tinha um jeito todo peculiar de produzir seus filmes. Metódico e perfeccionista, ele tinha o dom de explorar a expressividade dos atores em ângulos categóricos e marcantes, que contribuíram para tornar suas obras em peças admiráveis e inesquecíveis para a história do cinema.

E embora essa adaptação do livro de Stephen King não seja uma das favoritas do autor, o longa é uma das melhores produções cinematográficas já feitas. Trazendo um Jack Nicholson exagerada e propositalmente overacting, o filme sabe construir a tensão do começo ao fim, entregando um terror que honra o gênero, à medida que se consolida como um cult impagável. Poderoso, O Iluminado não conseguiu ter uma jornada lucrativa nos cinemas, mas o tempo lhe consolidou como umas das joias raras eternas da indústria.

1 – Touro Indomável (1980)

Ainda é incompreensível o quão Martin Scorsese fora injustiçado no Oscar de 1981, quando Touro Indomável perdeu a estatueta de Melhor Filme para o coming of age Gente Como a Gente. Ainda assim, o tempo fez justiça e atestou a maestria que é essa cinebiografia do lutador Jake LaMotta. Com uma fotografia toda feita em preto e branco (salvo o pouco mais de um minuto de vídeo familiar, gravado com o que parece ser uma Super 8), o longa faz um relato fascinante da tumultuada vida do boxeador, que encerrou sua carreira como um fracassado comediante stand up. Com Joe Pesci e Robert DeNiro entregando suas melhores atuações e caracterizações, o longa é dirigido com um vigor surpreendente, promove uma experiência sinestésica e conta com uma trilha sonora simbólica e emocional, que ajuda a ditar o ritmo do drama.

Impecável, ele é um lembrete escancarado do inerente talento cinematográfico de Scorsese e recebeu oito indicações ao Oscar, levando a estatueta nas categorias de Melhor Edição e Melhor Ator. Recebendo críticas mistas na época de seu lançamento, a produção já se apresentava estilística e esteticamente à frente do seu tempo e hoje é considerada o Magnum opus do cineasta. Em 1990, tornou-se o primeiro filme a ser selecionado para preservação no National Film Registry, em seu primeiro ano de elegibilidade.

Séries de TV super ESPERADAS e baseadas em filmes que foram ABANDONADAS

Vivemos uma era áurea para o audiovisual. Produções voltadas ao entretenimento são mais populares do que nunca. Parte dessa receita de sucesso vem da conversa harmoniosa que o cinema possui hoje com a TV. Antes, mídias distintas e rivais, as duas se unem com a chegada da internet, misturando tudo num caldeirão de possibilidades infinitas. A prova disso é a via de mão dupla de ideias, artistas e produções que transitam da TV para o cinema e vice versa. Seriados como Game of Thrones mostraram que a TV atual não tem nada de pequena, e pode ser inclusive muito maior do que grande parte dos filmes para o cinema.

As mídias se homenageiam, e se no passado tínhamos adaptações de famosos seriados para as telonas (segmento que continua operacional e lucrativo), agora a telinha retribui o carinho adaptando no seu formato obras cinematográficas, vide Westworld e Stranger Things (grande homenagem aos filmes dos anos 1980). Pensando nisso, baseado numa matéria de nossos colegas do Digital Spy, formulamos uma nova lista. Pegando essa ideia e mostrando que nem sempre essa junção funciona bem, reunimos algumas séries de TV baseadas em filmes cultuados, cuja vida foi tão curta que nem chegaram a ser produzidas. Muitas delas você provavelmente nem ouviu falar. Então, não anote no caderninho e tente achar essas preciosidades online (as que existirem) por sua própria conta e risco.

Um Dia a Casa Cai (1986)

Clássico da Sessão da Tarde da geração anos 80, este filme tem produção de ninguém menos que Steven Spielberg e sua Amblin Entertainment (produtora do diretor). Curiosamente, ninguém mais fala na comédia hoje em dia. É bem verdade que o filme não é um dos mais memoráveis nas carreiras do diretor e dos protagonistas Tom Hanks e Shelley Long (então recém-saída do sucesso televisivo Cheers – 1982 a 1993). A trama fala sobre um casal recém-casado e as desventuras que passam para reformar sua grande casa nova. Tentando dar novos ares para a ideia, a rede NBC começou a desenvolver a série baseada no longa, com roteiro escrito por Justin Spitzer (The Office) e produção da Amblin TV, do mesmo Spielberg. Um piloto estava pronto para começar a ser rodado em 2014, mas devido a problemas com o elenco, precisou ser freado. Três anos depois e a série continua estagnada.

Advogado do Diabo (1997)

Cult por excelência, este suspense com doses sobrenaturais dividiu público e críticos na época de seu lançamento, justamente por não se decidir entre um caminho plausível ou um terror com elementos fantásticos. Seja como for, hoje a produção é venerada como obra cult por novas gerações. Ei, temos muita coisa boa para tirar daqui. Primeiro, Al Pacino tomado na maldade e na surtação máxima. Segundo, um dos primeiros papéis de destaque da musa Charlize Theron, que já demonstrava talento. Terceiro, uma Connie Nielsen igualmente inspirada, deliciosamente sedutora e maléfica. Em 2014, a mesma NBC ordenou um piloto da série que seria baseada no filme dirigido por Taylor Hackford (Ray), e escrita por Matt Venne, roteirista de continuações de terror dispensáveis, vide Luzes do Além (2007), Espelhos do Medo 2 (2010) e A Hora do Espanto 2 (2013). As filmagens, no entanto, nem chegaram a ocorrer. Talvez tenham olhado para o roteiro. Seria o caso de contratar alguém mais talentoso.

Fargo (1996)

Peraí, você diz. A série Fargo existe e é uma das grandes vencedoras de prêmios voltados para a TV (vide Globo de Ouro e Emmy) desde seu lançamento. Calma, jovem. Antes do seriado de antologia, produzido pelos próprios irmãos Coen, e lançado em 2014 (este ano está aparecendo muito por aqui, não?), um programa de TV baseado no filme indicado ao Oscar foi produzido. Ou quase. Logo no ano seguinte, em 1997, um piloto foi gravado e trazia os mesmos personagens do longa. Edie Falco (antes da estreia de Família Soprano) viveu a xerife Marge Gunderson, papel pelo qual Frances McDormand levou seu Oscar de melhor atriz, e Bruce Bohne reprisava seu papel do policial Lou. Os irmãos Coen, porém, não tiveram nada com a produção. Curiosamente, o episódio piloto teve direção da atriz vencedora do Oscar, Kathy Bates (Louca Obsessão). Assista abaixo ao episódio:

Hellraiser – Renascido do Inferno (1987)

Há anos menções sobre uma nova roupagem para o clássico do terror de Clive Barker enchem os corações dos fãs de empolgação. Mas o dia de reviver uma das obras mais interessantes do gênero parece nunca chegar. Em 2012, a produtora Sonar Television anunciou seus planos de levar a obra de Barker para as telinhas, com a promessa inclusive de que atores dos filmes originais iriam voltar. Hellraiser é uma franquia cujos três primeiros filmes são os únicos que verdadeiramente prestam, mesmo assim decaindo de qualidade a cada episódio da trilogia.

Depois disso, inúmeras sequências foram produzidas direto para o mercado de vídeo. Stewart Till, o presidente da Sonar Television chegou a dar declarações sobre a excelência da suposta série, alegando que o abismo entre uma grande série e uma apenas ok estava cada vez maior – obviamente, sua aspiração era pela primeira categoria. Até hoje o piloto nunca chegou a ser rodado, e Clive Barker, sabiamente, se manteve bem longe de tudo em relação à série. Barker planeja uma versão cinematográfica que esquecerá todas as continuações e seguirá de onde seu filme de 1987 parou.

Um Tira da Pesada (1984)

Muita gente não sabe, mas o filme Um Tira da Pesada inicialmente foi pensado como um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Uma vez que Sly desistiu do projeto, optando logo depois por Cobra (1986) – um dos maiores prazeres culposos dos anos 80 – a produção recebeu tintas de comédia e sátira, caindo no colo de Eddie Murphy e se tornando o primeiro e um dos maiores sucessos da carreira do humorista. Duas continuações depois (a segunda, bem execrada), e Axel Foley parecia aposentado de vez. Mas hei que 20 anos depois o policial engraçadinho, nas formas de Murphy, ressurge para o piloto de uma série. E esse foi o grande problema, segundo o próprio.

A série de Beverly Hills Cop, título original do filme, seria centrada no filho de Foley, Aaron, interpretado por Brandon T. Jackson (Trovão Tropical), e Murphy fez apenas uma aparição no episódio piloto. Quando os produtores assistiram ao primeiro episódio, ficaram mais do que empolgados com a aparição do veterano comediante, desejando o ator como personagem recorrente da série. Murphy cordialmente recusou, devido à sua agenda (sério mesmo? O que ele têm feito ultimamente?). Dessa forma, Um Tira da Pesada, a série, ficou só no primeiro episódio – surpreendentemente dirigido por Barry Sonnenfeld (da trilogia Homens de Preto).

Segundas Intenções (1999)

Produção jovem adorada pela geração anos 1990, o que muitos não sabem provavelmente é que Segunda Intenções foi livremente inspirado no clássico da literatura Ligações Perigosas, produzido incansavelmente por diversas mídias, como filmes e teatro – sendo uma das mais conhecidas, um filme homônimo de 1988, com Michelle Pfeiffer. Apesar do status de culto, Segundas Intenções não foi, por assim dizer, um grande sucesso de público ou crítica. O longa gerou duas continuações, de 2000 e 2004, sendo a primeira dirigida pelo mesmo Roger Kumble do original e protagonizada por Amy Adams, atriz 5 vezes indicada ao Oscar.

Ano passado, uma série que iria funcionar como continuação do longa de 1999 (e não como um reboot da história) quase vingou. Um episódio piloto chegou a ser rodado, escrito e dirigido pelo próprio Kumble e com Sarah Michelle Gellar reprisando o papel da beijoqueira Kathryn Merteuil do filme, dezoito anos depois, agora com quase 40. Reese Wtiherspoon, por outro lado, se manteve distante do projeto, e sua personagem foi interpretada por Kate Levering, a Kim Kaswell da série Drop Dead Diva (2009 – 2014). A trama centraria nas manipulações da personagem de Gellar, em especial em relação ao sobrinho Bash, enquanto tenta ganhar controle da empresa da família, a Valmont International. A atriz chegou a publicar uma foto como a personagem em uma banheira, nas redes sociais – que você pode conferir abaixo. Uma pena. Mas queremos ver este piloto!

BÔNUS:

Geração X (1996)

Muito antes desta onda de produções do subgênero dos super-heróis que assola o mundo, seja na TV ou no cinema, tais ideias amargavam completo ostracismo na década de 1990. Um dos casos mais notórios ocorreu com Geração X, piloto que pretendia levar os mutantes (secundários) da Marvel para as telinhas semanalmente. Antes de X-Men (2000) dar o pontapé em um subgênero que não tem hora para acabar, personagens do time B do mesmo universo visavam um lugar ao sol.

O episódio inicial de 1h30min de duração chegou a ser lançado no Brasil e no mundo como um filme feito para a TV. Eu tive a oportunidade (e o desprazer) de assistir a esta pérola na época e compreender um pouco o motivo pelo qual os investidores pularam fora. Na trama, Emma Frost (Finola Hughes) e Banshee (Jeremy Ratchford) faziam às vezes do Professor Xavier no comando da escola e dos jovens mutantes. Entre os alunos, Jubileu (Heather McComb) era uma das protagonistas. Nada de Wolverine, Mística ou Magneto. Uma curiosidade é que a mesma locação usada para a mansão dos mutantes aqui, depois foi reaproveitada nos longas para o cinema. E dizem que nada de bom se aproveitou de Geração X

Mulher Maravilha (2011)

Mulher Maravilha foi um dos maiores sucessos desta primeira metade do ano e a salvação da DC no cinema. No entanto, antes do fenômeno mundial, a personagem amargava um fracasso nas telinhas. Seguindo os passos da série protagonizada pela estonteante Linda Carter (que durou de 1975 a 1979), a heroína ensaiou retorno em 2011, nas formas da azarada Adrianne Palicki (G.I. Joe – Retaliação). Usando calças, ao invés do short ou saia, o traje da heroína era pior do que um cospobre. Além disso, trazia uma versão mais descolada de Diana Prince, inserida no mundo moderno como empresária, dona de uma grande corporação. Algo parecido com o que foi conquistado na série da Supergirl, com Kara inserida num mercado de trabalho crível. As imagens de Palicki uniformizada estão espalhadas pela rede. Já o episódio piloto, talvez você precise de sorte para encontrar.

UAU! Mulher-Maravilha é destaque em novo teaser de ‘Liga da Justiça’

Liga da Justiça‘ de Zack Snyder teve mais um trailer divulgado. O vídeo promocional é centrado em torno da Mulher-Maravilha.

Nele, vemos várias cenas inéditas da heroína.

Assista, com o trailer do The Flash, Aquaman, Superman e do Batman:

 

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

10 Filmes Para Ver no Dia das Mulheres

Com mais de um século de existência, o cinema já nos brindou com títulos magníficos dos mais variados temas e figuras possíveis. Afinal, a arte imita a vida e vice-versa. Logo, é extremamente árdua a tarefa de listar títulos seja qual abrangente for a ideia. Além dos gêneros e vertentes, há a esfera temática, como também trabalhos funcionais e representativos.

Comemorando o Dia Internacional das Mulheres, o CinePOP separou uma listinha com dez filmes comentados que marcaram o cinema por possuírem figuras femininas fortes.

Confira:

10 – Valente (2012)

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Que a Pixar é um estúdio que transcende emoções isto não é novidade. Já presenciamos eles tratarem sobre a dor da perda, da partida, discutir a importância de cada sentimento, falar do preconceito e ainda alertar sobre a preservação do planeta. Mas o filme das mulheres da empresa é sem duvidas Valente. Trazendo uma protagonista forte em personalidade, acompanhamos sua luta para salvar a mãe de um feitiço que a transformou em ursa. É lindíssimo o jeito que os realizadores abordam o relacionamento das duas e merece seu lugar na lista.

9 – Lado a Lado (1998)

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Somente pensar sobre perder uma mãe é doloroso em níveis inimagináveis, conceba então você como mãe se ver na situação de ter que passar o bastão para outra pessoa. No caso, tendo a ciência que deve morrer devido a uma doença terminal e deixar os filhos sob o cuidado de uma madrasta. A questão é que e se esta demonstrasse ser uma figura tão digna quanto. Lado a Lado é um drama tocante que traz papéis memoráveis de Julia Roberts e Susan Sarandon. Imperdível.

8 – Mia Madre (2015)

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O italiano Nanni Moretti é um cineasta absolutamente genuíno. Sempre trouxe para o cinema um pouco do que é a sua vida diária, sem que isso deixasse a qualidade aquém do esperado, muito pelo contrário, a verdade que vemos em cena impressiona. E não foi diferente com o magnifico Mia Madre, onde através da metalinguagem mostrou para o mundo como foram os últimos momentos ao lado da sua mãe, que faleceu enquanto produzia um novo trabalho. Mia Madre é mais que um registro cinematográfico, é uma obra-prima que transcende a sétima arte.

7 – Para Sempre Alice (2014)

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Aqui outra que ganhou o Oscar pelo papel, a maravilhosa Julianne Moore, que interpreta uma professora renomada que descobre ter Alzheimer, uma das mais covardes doenças que se tem noticia. A personagem de Moore vai aos poucos preparando sua família e deixando um legado, ao mesmo tempo em que acompanhamos sua perda de memória e um pouco do sofrimento enfrentado. Mas ao lado da família ela encara o drama de maneira firme e nos faz presenciar grandes momentos.

6 – Volver (2006)

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O lendário Pedro Almodóvar já fez inúmeros filmes homenageando e abordando causos familiares. Em Volver, o diretor confessa que esse se trata do filme mais novelesco devido a grande representatividade que sua mãe teve para a obra. Esta que fala da mãe Raimunda, interpretada por Penélope Cruz, que presencia um crime cometido pela filha por legitima defesa, quando o padrasto tentava assedia-la. Nesse meio tempo, Raimunda recebe “visitas fantasmas” da já falecida mãe, que a aconselha das maneiras mais curiosas possíveis. Apesar de momentos pesados, é um filme divertido e delicioso que imprime a imagem da mãe guerreira e lutadora.

5 – Mommy (2014)

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O precoce Xavier Dolan, na época com apenas 18 anos, já havia discutido sobre a rotina e convivência conflituosa entre mãe e filho. Algo comum no mundo inteiro, só que encarado de uma maneira crua e até agressiva. Com um cinema mais maduro, Dolan fez em Mommy um tratado sobre este debate, que deveria ser conferido por todos os públicos. Um filme poderoso que fala de liberdade, amor e realizações. Se você ainda não conferiu, veja o mais rápido que puder.

4 – Que Horas Ela Volta? (2015)

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Val e Jéssica foram os nomes mais falados no cinema nacional em 2015. O longa de Anna Muylaert mexeu com muita gente direta ou indiretamente. Foi um símbolo de luta de classe, um grito de resistência, entre outros significados. Mas trouxe uma história linda sobre a relação distante de mãe e filha, e esta já tendo que lidar com um caso parecido. A química e verdade transmitida pelas atrizes Regina Casé e Camila Márdila, o texto de Muylaert e tudo que cerca Que Horas Ela Volta? fazem deste um filme obrigatório para ver com sua mãe.

3 – O Filho da Noiva (2001)

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A parceria dos argentinos Ricardo Darín e Juan José Campanella já rendeu coisas maravilhosas como O Segredo dos Seus Olhos e Clube da Lua, mas O Filho da Noiva é o tipo de joia que não se ver todos os dias. O longa é repleto de subtramas solidas e traz entre elas uma envolvendo o protagonista e sua mãe que está perdendo a memória. O tempo restante vivido com ela e com o pai, as memorias deliciosas e os pontos dolorosos levantados tornam a fita absolutamente inesquecível.

2 – Erin Brockovich – Uma Mulher de Talento (2000)

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Uma mãe solteira de três filhos, sem emprego, se ver numa situação revoltante quando um médico bate no seu carro e esta ainda é acusada de “não ter atenção”, devido a um júri totalmente machista e preconceituoso. Ela, Erin Brockovichf vai atrás dos seus direitos e praticamente sozinha e sem experiência com Direito comanda o seu caso e tem que se virar para sustentar as crianças e a casa. E, sim, trate-se de uma história que é baseada em fatos reais e deixou o mundo impressionado pela valentia dessa mãe e a interpretação magnifica de Julia Roberts, que naquele ano faturou o Oscar de Melhor Atriz pelo papel.

1 – A Noviça Rebelde (1965)

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Ainda nos anos de 1960 as mães se sentiram representadas e de certo modo libertadas ao ver Julie Andrews rir na cara das freiras, correr e dançar pelos campos com o soberbo e encantador A Noviça Rebelde. E mais ainda quando chegou à vida de um militar viúvo e mudou completamente sua visão de mundo, trazendo na verdade alegria para o lugar e mais tarde para os seus filhos. Um clássico absoluto, o filme de cabeceira da maioria das mamães. Lindo.

Crítica | ‘Do Jeito Que Elas Querem’ – Para Ver Com as Manas no Dia da Mulher!

O fenômeno ‘Cinquenta Tons de Cinza’ definitivamente mudou os rumos do mercado editorial – e, claro, isso se refletiu no cinema. Mas não, não estamos falando da trilogia estrelada por Dakota Johnson e Jamie Dornan, e sim de ‘Do Jeito Que Elas Querem’, uma comédia romântica que tem no elenco nada mais, nada menos que Jane Fonda, Diane Keaton, Andy Garcia, Alicia Silverstone, Candice Bergen, Mary Steenburgen, e por aí vai. E que chegou ao mercado de vídeo e streaming brasileiro.

Quatro grandes amigas se reúnem com frequência na casa de uma delas para passarem tempo juntas, fofocarem, comerem comidinhas gostosas e beberem um bom vinho. Parece uma boa ideia? É o que fazem Vivian (Fonda), Carol (Steenburgen), Sharon (Bergen) e Diane (Keaton, usando o próprio nome), amigas de longa data, todas com mais de 60 anos, que se encontram e debatem sobre o assunto que mais gostam: livros. Até o dia em que uma delas sugere que o clube do livro leia o romance picante ‘Cinquenta Tons de Cinza’, e isso muda a vida de todas.

Se a camada mais fina do filme trabalha com o humor e o romance, convido-os a prestar atenção na camada profunda da história. Lá podemos ver questões importantíssimas da feminilidade de mulheres com mais de 60 anos, mas que, de alguma forma, são pouquíssimo abordadas em qualquer plataforma, como se o assunto fosse um tabu. Depois dos 60, as mulheres ainda sentem libido? Transam? Podem se apaixonar? E, se a mulher é viúva, como a família trata o novo namorado da mãe? E se a mulher nunca casou, isso é um problema?

Um dos pontos mais tocantes é a abordagem de como a família – os filhos – encaram a impossibilidade das mães de serem felizes e autônomas em suas próprias vidas. A visão que os filhos têm de que porque suas mães atingiram determinada idade elas automaticamente se tornam incapazes, e necessitam, por essa razão, de cuidados especiais. Esse é um tema delicado, que precisa ser mais abertamente conversado nos filmes. Mérito do roteiro sensível de Bill Holderman, que também assume a direção e conseguiu incluir até mesmo uma participação especial de E. L. James na trama (ela é a vizinha que vai passear o cachorro, e é também a autora do mundo do Sr. Grey).

É simplesmente um carinho ver esse elenco reunido interpretando mulheres empoderadas e homens da terceira idade em busca da felicidade. É como se todos eles, ao aceitarem o papel – com todas as plásticas, as tinturas de cabelo, os quilinhos a mais – conseguissem, por fim, se livrar do estigma hollywoodiano de que as mulheres não podem envelhecer no cinema. O elenco todo parece ter se livrado do peso da estética hollywoodiana e se diverte com desenvoltura e emoção no longa.

Recheado de humor verdadeiro – o que significa que as cenas são baseadas em situações próximas da realidade – mas com um toque especial de clichês essenciais – afinal, é preciso um pouco de fantasia para fazer a gente suspirar –, ‘Do Jeito Que Elas Querem’ é uma comédia deliciosa para você ver com suas melhores amigas nesse Dia da Mulher. Prepare os petiscos, abra um bom vinho e boa diversão!

‘Grace’: Scott Derrickson, diretor de ‘A Entidade’, está produzindo série de suspense para a Paramount Studios

De acordo com a Variety, Scott Derrickson (‘A Entidade’) foi contratado pela Paramount Studios como produtor executivo de Grace‘, vindoura série de suspense psicológico.

Escrita por Joseph Sousa, a trama acompanha a rotina de um homem condenado à morte pelo assassinato de sua esposa, mas tudo muda quando ela reaparece sem nenhum sinal de abusos. Quando o homem é libertado pela justiça, ele vai descobrir que a mulher pode não ser realmente quem diz ser.

Além de produzir, fontes ligadas ao projeto disseram que Derrickson pode dirigir o episódio piloto da trama, mas ainda não há confirmação.

Apesar do projeto estar em desenvolvimento na Paramount Studios, não significa que será exibido no Paramount+.

Por conta disso, diversos serviços de streaming demonstraram interesse em adquirir os direitos de exibição.

Maiores detalhes não foram revelados, então não há informação sobre elenco e nem previsão de estreia.

Como a produção está nos estágios iniciais, as atualizações devem ser divulgadas em breve!

Vale lembrar que Derrickson será o produtor-executivo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, sequência do longa de 2016. Benedict CumberbatchElizabeth Olsen irão estrelar a produção, que está sendo descrita como um filme de terror e tem lançamento previsto para 25 de março de 2022.

Derrickson também é conhecido por ter assinado o roteiro e a direção de O Exorcismo de Emily Rose e comandado o remake O Dia em que a Terra Parou, de 2008.

‘Aquaman 2’: Jason Momoa faz brincadeira sobre sua dieta bizarra para o filme

As gravações da sequência ‘Aquaman 2‘ começam em breve e o astro Jason Momoa instigou os fãs em relação ao início dos trabalhos, ao fazer uma brincadeira sobre sua suposta dieta para entrar em forma.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, o também ator da série original da Apple TV+, ‘See‘, compartilhou um story em que ele e um membro da equipe técnica se deleitam com uma porção de caviar.

Ironicamente, o ator brincou sobre a situação, afirmando que essa seria a sua dieta para estrelar ‘Aquaman 2‘. Para os que não sabem, a iguaria de luxo consiste em ovas de esturjão (uma espécie de peixe) não-fertilizadas.

Confira o seu story:

Anteriormente, o protagonista Jason Momoa revelou ao Entertainment Tonight que o novo filme será majestoso.

“Há muito mais guardado em diversos níveis”, ele comentou. “[A continuação] será grandiosa. Muito maior!”.

Lembrando que Nicole Kidman, Patrick WilsonYahya Abdul-Mateen II vão reprisar seus papéis como a Rainha Atlanna, o Mestre do Oceano e o vilão Arraia Negra, respectivamente. Momoa retorna como o personagem-titular.

A atriz Amber Heard também garantiu ao Entertainment Weekly que vai retornar como Mera, após um abaixo-assinado viralizar pedindo a saída da atriz do elenco.

“Estou super animada com a quantidade de amor dos fãs e a quantidade de apreciação dos fãs que Aquaman adquiriu e que gerou tanta empolgação para Aquaman e Mera. Isso significa que significa que voltaremos. Estou tão animada para filmar a sequência.”, disse a atriz.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022.  

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Assista à nossa crítica:

‘Liga da Justiça’: Novo teaser mostra o Exterminador, pesadelo do Batman e cenas inéditas do Darkseid; Assista!

Restam apenas dez dias para a estreia do Snyder Cut de Liga da Justiça, e um canal do YouTube divulgou um teaser vazado revelando diversos trechos inéditos do longa.

O vídeo mostra o novo visual do Exterminador (Joe Manganiello), o Flash (Ezra Miller) do futuro no pesadelo do Batman (Ben Affleck) e o Coringa (Jared Leto) com sua icônica carta na manga.

Mas o destaque do teaser é o vilão Darkseid (Ray Porter), que aparece mais ameaçador do que nunca, planejando sua invasão à Terra.

Assista:

Anteriormente, foi confirmado que a nova versão da adaptação será dividida em seis partes.

Cada parte do evento de 4h de duração vai receber títulos diferenciados, como ‘Não conte com isso, Batman’, ‘A era dos heróis’, ‘Amada mãe, amado filho’, ‘Máquina de mudanças’, ‘Todos os cavalos do rei’ e ‘Algo mais sombrio’.

Vale reforçar que o filme não será lançado em episódios, e a divisão é apenas uma estratégia estilística como em alguns filmes do Tarantino, por exemplo.

Confira os títulos:

 

Lembrando que o filme será lançado no Brasil em VOD no dia 18 de Março, e terá 4 horas de duração.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

Produtor de ‘Mortal Kombat’ fala sobre os desafios durante a escolha do elenco

O reboot de ‘Mortal Kombat‘ estreia em 15 de abril nos cinemas nacionais e o Comic Book teve a oportunidade de conversar com o produtor Todd Garner sobre algumas curiosidades do longa.

O cineasta contou ao portal que uma das partes mais difíceis da produção foi encontrar o elenco perfeito sem descaracterizar cada um dos personagens.

“O jogo é incrível e tem um leque de personagens fascinantes, fizemos questão de incorporar atores que transmitissem a essência desses personagens.”

Ele continuou, explicando que deu sorte em encontrar atores que eram bons tanto na atuação quanto nas lutas:

“Essa foi uma das partes mais importantes e mais difíceis porque não tínhamos que ser fiéis apenas em questões visuais, mas de forma comportamental e cultural, além de analisar como os astros se sairiam intercalando atuações com coreografias de lutas. Eles não poderiam ser bons em apenas um ou outro, mas nos dois. Tivemos muita sorte que todas as pessoas que procuramos aceitaram esse desafio.”

Um dos astros que recebeu bastante elogios de Garner foi Ludi Lin, intérprete do icônico Liu Kang.

Ludi é um rapaz carismático, atlético e está sempre procurando novos desafios. E ele é a cara do Liu Kang, não é?”, brincou Garner. “É incrível como ele tem um espírito de liderança e motivação, ele deixa todo mundo à vontade durante as cenas e conseguiu ser uma figura inspiradora para o restante do elenco.”

Anteriormente, ele também não poupou elogios ao ator Josh Lawson, intérprete de Kano, afirmando que o ator e sua energia foram perfeitos para o papel.

“[Josh Lawson, que interpreta o Kano,] é incrível. Ele é como uma cachorro sem coleira. Nós estávamos tipo: ‘Vá em frente, fale o que você quiser’. E ele diz algumas coisas insanas no filme. Ele é insano e é o cara perfeito para o papel, porque ele não está nem aí. E o Kano é conhecido por isso. Foi incrível tê-lo no filme e a Jess [NcNamee] também está incrível. Eles nunca tinham feito esse tipo de coisa anteriormente.”

Ele completa, “É como jogar com o Michael Jordan. Ele eleva o nível de todo mundo.”

Vale lembrar que o trailer de ‘Mortal Kombat‘ bateu um recorde de visualizações para um trailer Red Band (para maiores).

O vídeo atingiu 116 milhões de visualizações em sua primeira semana, tornando-se a maior audiência de um trailer para maiores de todos os tempos, superando a marca dos trailers de ‘Logan‘ e ‘Deadpool 2‘.

O trailer do filme dirigido por Simon McQuoid foi uma Trending Topic em 52 mercados no YouTube e 28 mercados no Twitter.

O vídeo ainda teve 98% de aprovação do público.

Em seu Twitter oficial, o astro Ludi Lin divulgou um novo vídeo em que o elenco protagonista de Mortal Kombat reage ao recente primeiro trailer.

Confira:

O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 15 de abril.

Nos EUA, o longa será lançado simultaneamente nos cinemas e na HBO Max um dia depois, em 16 de abril.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘WandaVision’: Kathryn Hahn fala sobre seu futuro como Agatha Harkness

Agora que ‘WandaVision‘ chegou ao fim, a atuação de Kathryn Hahn como Agatha Harkness foi recebida com aclamação por críticos e fãs.

E, se a Marvel chamar, a estrela está mais do que pronta para reprisar seu papel como a bruxa milenar.

Durante uma entrevista para o The New York Times, Hahn diz que não tem ideia se irá retornar para o MCU, mas acha que Harknes será uma adição de peso aos futuros projetos do estúdio.

“Eu não tenho ideia se vão me chamar de volta. Eles mantêm tudo muito bem planejado e não fiquei sabendo de nada [além de ‘WandaVision‘]. Eu quero ter uma outra oportunidade, sabe? Agora que eu dei uma amostra dela, eu fico tipo ‘Ahh, que personagem!’. Eu realmente amei participar dessa história.”

O papel de Hahn começou apenas como Agnes, uma ‘vizinha Intrometida’ que acaba se revelando no episódio 07 como a verdadeira Agatha.

No fim das contas, ela acaba ficando presa dentro do mundo das sitcoms.

Anteriormente, Hahn conversou com o ComicBook e revelou qual década ela mais gostou de revisitar na série, que também explora diversos períodos da televisão americana no decorrer dos seus episódios.

“Acho que eu gostei mais de revisitar os anos 80, pois eu era uma criança nessa época, então eu me senti muito nostálgica; as músicas e até mesmo as roupas que eu tive que vestir. Eu me senti como a Isabel Marant: calças prestes dobráveis, sapatilhas e abotoaduras. Eu diria que me senti em casa durante os anos 80, em termos de estilo. Eu amo um cabelo esparafatoso.”

Apesar de ‘WandaVision‘ ter chegado ao fim, o universo da Marvel continuará a ser explorado na série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que será lançada em menos de duas semanas, no dia 19 de março.

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).