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Entrevista: Charlie Cox fala sobre os desafios de gravar ‘Os Defensores’

Participar da série ‘Os Defensores’ foi um desafio bem diferente em relação a ‘Demolidor’, segundo o astro Charlie Cox, intérprete do Matt Murdock.

Em uma entrevista recente ao site Den of Geek, ele falou sobre a experiência, pontuando o exímio trabalho desenvolvido por Marco Ramirez, produtor-executivo do crossover:

“Em termos de estruturação da narrativa já temos uma dinâmica completamente diferente. E eu fiquei realmente admirado com com a habilidade de Marco em trabalhar com todas essas adversidades. Não consigo nem vislumbrar como deve ter sido para ele escrever esta trama com quatro personagens tão particulares, sendo que três destes ele nem sequer participou como roteirista ou produtor. Então, temos todos essas personagens cujas histórias foram construídas por outras pessoas e estes arcos já estão consolidados. A partir disso, ele teve que encontrar uma voz no que estava produzindo que se unisse aquilo que já fora filmado, para transformar na série que veremos”.

Cox também falou sobre a introdução da multinacional Hand na trama e de que forma isso foi percebido por ele:

“Para mim, o maior desafio foi colocar uma organização como Hand dentro da narrativa, considerando que existe uma certa ambiguidade a respeito de como aquelas pessoas vivem e morrem, em que circunstâncias elas podem ser exterminadas, etc. Eu achei bem desafiante lidar com tudo isso pela ótica da atuação, para mantê-la pé no chão e realista. Digo isso porque creio que é também importante prestar atenção no ritmo da série”.

 

A série estreia na plataforma hoje!

‘Para Todos os Garotos que Já Amei’: Adaptação de best-seller da Netflix ganha trailer

A nova produção da Netflix, intitulada ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘, ganhou seu primeiro trailer.

Assista:

Confira a sinopse oficial:

O que aconteceria se todos os seus crushes descobrissem – de uma vez só – sua paixão por eles? A vida amorosa de Lara Jean Song Covey, até agora só imaginária, sai do controle quando as cartas de amor que escreveu em segredo para todos os cinco garotos de quem já gostou são misteriosamente enviadas aos destinatários.

Para Todos os Garotos que Já Amei‘ é fruto da adaptação do livro homônimo para jovens adultos da autora best-seller do New York Times, Jenny Han.

A obra original faz parte de um trilogia que ainda contam com os volumes ‘P.S.: Ainda Amo Você‘ e ‘Agora e Para Sempre, Lara Jean‘.

O filme é protagonizado por Lana Condor (‘Alita: Anjo de Combate‘, ‘X-Men: Apocalypse‘) e Noah Centineo (‘Sierra Burgess é uma Loser‘, ‘Os Fosters – Família Adotiva‘).

A produção estreia em 17 de agosto na Netflix.

Crítica | The Act: Mãe e filha em relação doentia na nova série biográfica da Hulu

A nova produção original da plataforma de streaming Hulu já se anunciava como uma grande promessa, trazendo às telinhas a história real da jovem Gypsy Rose, que viveu anos sob sucessivos abusos físicos e psicológicos por parte de sua mãe, a ponto de dar um fim em seu sofrimento, com a ajuda de seu então namorado, que tirou a vida da matriarca. Uma história real que chocou os Estados Unidos, ela protagonizou também um dos casos mais conflitantes. Como alguém subjugada ao amor doentio de Dee Dee Rose, ela viveu entre remédios, alimentação intravenosa e foi proibida de andar, sendo tratada como uma garota paraplégica, que ainda sofria de um câncer em estágio terminal, além de má formação cerebral.

Mas sufocada por um cuidado supostamente amoroso, perceber o caos de sua vida não era tão simples como para quem assiste uma simples série de TV – pela ótica do espectador que sabe de tudo. E The Act exprime exatamente essa complexidade, apresentando uma narrativa que completa a imagem real construída em extensos documentários jornalísticos exibidos nos últimos anos. Demonstrando mais do que nunca a inocência de Gypsy, a produção ainda começa a explorar a Síndrome de Münchhausen por procuração, uma patologia perigosa que coloca em risco a vida de pessoas que – aparentemente – são tão amadas e bem tratadas no seio familiar.

A série criada por Nick Antosca e Michelle Dean faz um trabalho excepcional de caracterização. A escolha de Patricia Arquette e Joey King é certeira, resultando em uma dinâmica de tela impecável e cheia de entrega. A dupla, que interpreta mãe e filha, se rende aos fatos reais e dos fios de cabelo sintético aos detalhes do figurino se molda a uma genuína personificação de Dee Dee e Gypsy Blanchard. Honrando sua estatueta do Oscar como ninguém, a veterana nos presenteia com uma atuação poderosa e contrastante, que vagueia entre a fala extremamente mansa – quase lenta, e o comportamento agressivo dominante. Já King se prepara para uma carreira muito além da comédia teen A Barraca do Beijo, transformando sua voz e se rendendo aos maneirismos que a vida impuseram à Gypsy. Juntas, elas fazem de The Act um ato espetaculoso do que uma série de qualidade tem que ser.

Retratar fatos reais é sempre um desafio. Do fact check à caracterização física e emocional dos protagonistas, o detalhismo é o diferencial de uma produção que se compromete com a história que está contando. Na primeira temporada de The Act, o roteiro é bem alinhado e evidencia alguns dos momentos chaves da vida da mãe e da filha, passando pelas transformações hormonais naturais de uma garota comum, que não possui qualquer limitação congênita. A produção também acerta na sua direção, que explora a luz natural e as sombras com facilidade, ajudando a construir a atmosfera das cenas. Esse aspecto ainda faz um contraste com o design de produção, que segue a risca o universo cor de rosa estabelecido por Dee Dee Rose, a fim de consolidar aquela sensação de fábula da vida real – de uma garotinha cheia de pesares, mas que consegue vencê-los entre bichinhos de pelúcia e tons pastéis.

Com um excelente ritmo a cada episódio, a série é um primor em sua totalidade e ainda traz uma trilha sonora com algumas referências da própria cultura POP. Nos apresentando ainda a Calum Worthy, ex-ator do Disney Channel (Austin & Ally), que traz consigo uma atuação surpreendentemente convincente, a Hulu se consolida cada vez mais como uma plataforma valiosa para a produção de conteúdos originais e faz de The Act uma série antológica de cacife igualmente poderoso, se igualando ao mesmo nível de maestria da aclamada American Crime Story.

‘Patrulha do Destino’: 2ª temporada ganha novas imagens; Confira!

A 2ª temporada da série original do DC Universe, intitulada Patrulha do Destino, ganhou várias novas imagens.

O material foi divulgado com exclusividade pela revista EW e veio acompanhado de mais um colorido cartaz, que também faz uma referência ao clássico ‘O Mágico de Oz‘.

Confira:

Doom Patrol– Ep.201 — “Fun Size Patrol” — Photo Credit: Mark Hill/ 2020 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.
Doom Patrol — EP 201B — “Fun Size Patrol” — Photo Credit: Bob Mahoney / 2020 Warner Bros. Entertainment Inc. All Rights Reserved.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 25 de junho na plataforma de streaming.

Segundo o ComicBook.com, o produtor Greg Berlanti confirmou que as filmagens do novo ciclo foram interrompidas por causa do Coronavírus. Não se sabe quando as gravações irão retornar ou se isso irá afetar a continuidade dos capítulos.

Em uma recente entrevista ao TV Insider, o showrunner Jeremy Carver revelou alguns detalhes sobre o que os fãs podem esperar da 2ª temporada de Patrulha do Destino.

As novas informações são centradas no futuro da equipe após a derrota do Sr. Ninguém (Alan Tudyk), mais especificamente em Dorothy, filha recém-reavida do Niles Caulder (Timothy Dalton).

Para aqueles que não se recordam, o season finale mostrou a Patrulha resgatando ambos os personagens, mesmo depois de descobrirem que Niles foi o principal responsável por suas tragédias pessoais do passado. Essa será a principal linha narrativa do próximo ciclo.

“[Os personagens] ainda não se resolveram com isso”, Carver declarou. “Eles irão lidar com novos sentimentos na segunda temporada”.

“Agora há uma criança morando com eles, que demanda muita atenção devido aos poderes incontroláveis que ela tem”, ele acrescentou. “[Ela] é tão amável quanto perigosa. Eles e Niles deverão descobrir um jeito de manter o mundo a salvo de Dorothy”.

Assista à abertura da série:

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

Dia do Orgulho Nerd | O que significa O Dia da Toalha? Como ele salvou o mundo Nerd?

Você já se sentiu estranho ou desconfortável em um contexto onde não sabia o que de fato estava acontecendo? Como se estivesse perdido, aquém ao que te rodeia?

No dia 25 de maio, anualmente, aqueles que passaram a vida inteira se sentindo assim encontram na cultura POP e nos elementos mais emblemáticos do universo nerd, a mutualidade acalentadora de um nicho que foi do extremo mais rejeitado, ao mais cobiçado. Em outras palavras, os incompreendidos saem da ponta e vão para o centro das atenções com suas toalhas e incansáveis referências a ‘Star Wars’, para celebrar o marco da reviravolta de uma geração até então sem voz.

25 de maio não é uma data qualquer. Com dois símbolos específicos fortíssimos, que carregam uma extensa simbologia repleta de referências das mais distintas, o dia em questão é o marco zero de ‘Star Wars’. Uma Nova Esperança surgia, tanto literal como figurativamente, tirando das sombras uma geração do final dos anos 70, que não sabia o poder da ficção científica até George Lucas apresentá-la em uma bandeja de prata.

Mal sabia o mundo o que ‘Star Wars’ faria. Mal sabiam nossos conterrâneos de outros tempos o que eles fariam em nós. 25 de maio de 1977 apresentou às futuras gerações – algumas ainda no ventre, outras nem sequer planejadas – um leque de infinitas possibilidades.

O silêncio do espaço, onde o som não se propaga, se tornou uma mera questão de imaginação. Outros universos inimagináveis ganharam cor. Mocinhos e vilões nasceram, nomes foram talhados na eternidade cultural. Nascia o âmago do que eu, você e todos aqueles que podem até não gostar da saga, estamos falando até hoje. Nascia o instrumento mais emblemático da indústria do entretenimento.

Ao lado de ‘Star Wars’, surge a toalha. Imaculada, versátil, totalmente irreverente, muito mais que um item essencial de higiene. Foco de uma página inteira no terceiro capítulo do primeiro volume da trilogia de cinco livros de Douglas Adams – ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ –, ela é o elemento que todo mochileiro que se prese, aqueles de respeito e dignidade, possuem. Partindo de um objeto para enxugar o rosto a um protetor implacável contra a Terrível Besta Voraz de Traal, a toalha é uma das referências mais irreverentes da cultura POP. Ela é o elo entre o seu criador, Adams, e seu público. Ela é a homenagem eterna dos nerds que se encontraram em seus livros, a um ícone sem precedentes, falecido em 2001.

Diferentes, mas iguais. ‘Star Wars’ e ‘O Guia do Mochileiro das Galáxias’ possuem dois – dentre vários – aspectos muito em comum. Em universos que deixam a Terra à deriva, ambas as sagas exploram a diversidade. Cultural. Racial. De gênero. De personalidade. Em planetas que se distanciam dos vícios inerentes e vulgares deste em que vivemos, as distintas galáxias convivem bem entre si e quando se digladiam, não é por questões sociais e sim ideológicas. O diferente é aceito, celebrado e amado. E para os nerds, os sempre diferentões, é ali que tudo funciona harmonicamente.

E a crescente e massificada quantidade de nerds ao longo dos anos contribuiu para que os antes rejeitados, se tornassem realmente cobiçados – como já dito.

Em terra onde ‘Star Wars: O Despertar da Força’ é a terceira maior bilheteria do mundo, papéis se invertem, e os desajustados passam a ser aqueles que ditam o que o público em geral vai consumir, seja nos cinemas, nas televisões, na literatura e até mesmo na moda. As toalhas, que estampam fotos nas inúmeras timelines da vida e representam o discurso de aceitação e emponderamento, são também o símbolo de uma geração que da margem da sociedade, hoje dita a próxima série de TV que você e todo mundo estará desejando daqui a alguns meses. Isso sim é uma vida longa e próspera.

‘12.12: O Dia’: Representante da Coreia do Sul no Oscar 2025 ganha data de estreia nos cinemas brasileiros

12.12: O Dia’, filme que representou a Coreia do Sul no Oscar 2025, ganhou uma nova data de estreia para os cinemas brasileiros. O longa chega oficialmente no dia 24 de abril.

A produção foi a maior bilheteira coreana de 2023 e aborda um capítulo crucial da história do país: o golpe militar de 1979, conectando-se com os debates políticos contemporâneos.

Distribuído pela Sato Company, o drama histórico retrata os bastidores do golpe de Estado que ocorreu na Coreia do Sul, após a imposição da lei marcial, e explora o conflito entre os militares a favor e contra o regime.

Essa é a primeira vez que o emblemático momento é retratado no cinema de ficção. Kim Sung-soo, diretor de filmes como ‘Asura: The City of Madness’ e ‘The Flu‘, afirma que ‘12.12: O Dia‘ mistura acontecimentos históricos com elementos fictícios, para transmitir a intensidade daquele período.

“Minha intenção foi levar o público para aquela noite gelada e carregada de tensão, retratando as escolhas e dilemas das pessoas que vivenciaram esse momento tão significativo”.

A produção é estrelada por Hwang Jung-min, Jung Woo-sung, Lee Sung-min, Park Hae-joon e Kim Sung-kyun.

‘Círculo de Fogo – A Revolta’ será menor que o anterior, diretor explica o motivo

O diretor Steven S. DeKnight divulgou em entrevista a Collider que ‘Circulo de Fogo: A Revolta’ terá cerca de duas horas de duração, sendo então, mais curto que o anterior, que teve duas horas e 12 minutos.

“Tem cerca de duas horas. Sempre filmo duas horas. Se eu fizesse ‘Lawrance da Arábia’ seria um pouco mais longo, mas fora isso acho que a marca de duas horas, isso para mim enquanto pessoa que ama e assiste a filmes, bem perto de duas horas é o ponto certo. Se é muito menor que duas horas, começo a ter minhas suspeitas. Se é muito maior, às vezes um filme aguenta isso, mas às vezes você fica um pouco cansado.”

Ansiosos para esse filme? Deixem seus comentários.

Com a divulgação do primeiro trailer deCírculo de Fogo – A Revolta‘, você confere várias fotos para conferir em detalhes o material.

A aventura épica ainda traz Jing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day no elenco.

Círculo de Fogo – A Revolta‘ tem estreia prevista para 22 de Março de 2018 em circuito nacional.

 

Atriz de ‘Game of Thrones’ no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

 

 

 

Colheita Amarga

(Bitter Harvest)

 

Elenco:

Max Irons

Samantha Barks

Terence Stamp

Direção: George Mendeluk

Gênero: Drama / Romance

Duração: 103 min

Distribuidora: California Filmes

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 24 de Maio de 2018

Sinopse:

A trama se passa nos anos 30 na Ucrânia. Enquanto Stalin avança as ambições dos comunistas no Kremlin, o jovem artista Yuri luta para salvar a amada Natalka de Holodomor, o programa de morte por inanição que matou milhões de ucranianos.

Crítica | Colheita Amarga – Melodrama “mexicano” na Revolução Russa (Nota: 5.0)

Curiosidades:

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Trailer:


Cartazes:

Fotos:

‘American Horror Story: Apocalypse’ ganha data de estreia no Brasil

American Horror Story: Apocalypse’, o tão aguardado crossover entre “Murder House” (1ª Temporada) e “Coven” (3ª Temporada), ganhou data de estreia no Brasil.

A nova temporada chegará ao canal FX no dia 13 de setembro, às 16 horas, um dia após a exibição nos EUA.

Confira também um novo teaser que revela a nova personagem da atriz Sarah Paulson.

Na prévia, a personagem realiza um sorteio. “Agora é a sua chance de ser um dos poucos que sobrarão. Essa é a sua chance de sobreviver. Nós o acharemos em breve”, diz a atriz no teaser.

Confira:

 


Ontem, Ryan Murphy divulgou as primeiras fotos dos bastidores de ‘American Horror Story: Radioactive‘, mostrando o retorno do coven de bruxas da terceira temporada.

Confira:

The Return. Cordelia, Stevie and Misty casting a bewitching spell.

Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy) em

A estreia nos EUA acontece dia 12 de setembro.

Confirmados até agora são Sarah Paulson, Evan Peters, Emma Roberts, Kathy Bates, Joan Collins, Billie Lourd, Cheyenne Jackson, Leslie Grossman, Billy Eichner e Adina Porter.

O FX já renovou ‘American Horror Story para suas 9ª e 10ª temporadas.

Primeiras impressões | ‘Deadpool & Wolverine’ é TUDO que os fãs queriam

Na noite desta segunda-feira (15), o CinePOP compareceu ao Fan Event de Deadpool & Wolverine, onde foram exibidos os 37 minutos iniciais do filme. Repleto de momentos hilários, o longa traz o Mercenário Tagarela ao Universo Cinematográfico Marvel pela primeira vez em uma trama repleta de diversão, piadas de duplo sentido, quebras de quarta parede sensacionais e muita violência explícita.

E claro, tem o adicional de um Hugh Jackman completamente entregue ao papel de Wolverine. O ator segue muito confortável no papel, mas dessa vez é uma outra ‘encarnação’ do Carcaju. Aquele Logan que morreu no filme de 2017 segue falecido, então Jackman dá vida ao anti-herói de outra realidade. Ele vem de uma linha do tempo em que falhou em momentos importantes e decepcionou a todos. O ‘Wolvie’ está desiludido, frustrado e muito irritado de ter sido tirado de sua vidinha simples e fracassada para embarcar em uma jornada pelo tempo e o espaço.

O filme é provavelmente o mais engraçado já feito do Mercenário Tagarela. E uma das preocupações dos fãs foi ouvida aqui. O Deadpool não perdeu seu senso de humor politicamente incorreto porque foi para a Disney. Ele segue extremamente boca suja, manteve suas piadocas de cunho sexual, continua trazendo o que as pessoas têm de pior e ainda é capaz de acabar com a paciência de todos ao seu redor, principalmente do Wolverine.

O elenco de sua franquia retorna após os eventos do segundo filme, mostrando como a vida seguiu após o Deadpool usar a máquina do tempo do Cable (Josh Brolin). Há algumas surpresas aí, mas o pessoal não aparece por muito tempo. Afinal, a maior parte do filme já se passa no Universo 616 (o MCU).

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Ryan Reynolds está no auge. Seu timing cômico é perfeito, enquanto faz de tudo para ‘salvar o MCU’ e seu universo do fim certo. Em dados momentos, ele parece até mais ácido do que nos filmes da Fox, mas sem perder aquele jeito bobão dele. Sua química com Hugh Jackman é fantástica e dá ao filme momentos de puro humor, típico de um anti-herói que sabe que está em um filme de super-heróis.

E essa dinâmica dele saber que está em um filme é fantástica. Ele assistiu os longas do MCU, como já havia indicado em Deadpool 2 (2019), então sabe exatamente o que o espera nessa aventura, além de referenciar o tempo todo que teve reuniões com Kevin Feige e que está esperando participações especiais sem sentido. Ele chega, inclusive, a sacanear o momento terrível que o estúdio tem vivido dentre crítica e bilheteria nesses últimos anos.

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E se tem uma coisa que a falecida Fox soube trabalhar nos longas anteriores foi a trilha sonora. Dentre as canções originais e as licenciadas, foram músicas que marcaram os longas e ajudaram a criar momentos épicos. Com a ida para a Disney, porém, fica a sensação de que os caras abriram os bolsos e apostaram em canções mais famosas.

Sério, você vai sair da sessão com N’Sync na cabeça.

Por fim, o filme vai trazer um caminhão de participações especiais. Só nos primeiros 37 minutos já foram diversos personagens conhecidos que deram as caras. Mas pelo clipe exibido ao final, fica subentendido que não vimos nem 10% da galerinha que vai aparecer ao longo da trama. É um prato cheio para os caçadores de easter eggs.

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Pelo que pudemos assistir, Deadpool & Wolverine será o grande sucesso dessas férias. Mesmo com a classificação para maiores, o filme é diversão purinha e tem ótimas cenas de ação. Mas o grande destaque mesmo é a química entre os anti-heróis do título. Sério, eles são tão perfeitos em cena que a gente custa a acreditar que esperaram tantos anos para colocá-los em tela desse jeito. É um filme que sabe e constrói tudinho que os fãs sempre sonharam em ver nos cinemas.

Deadpool & Wolverine estreia em 25 de julho de 2024.

Crítica | Alerta de Risco – Jessica Alba Quebra Tudo em Filme de Ação Genérico na Netflix

Talvez de forma inconsciente, mas a atriz Jessica Alba aos poucos veio moldando sua carreira para se tornar uma queridinha do público masculino. Quando seu nome surge, automaticamente dois filmes vêm à mente: ‘O Quarteto Fantástico’ e ‘Sin City’ – dois filmes em que a atriz é rodeada por personagens masculinos e que fizeram mais sucesso com esse público. Embora tenha em sua trajetória algumas produções mais abrangentes, como filme de Natal, Jessica parece ter predileção para produções que agradem aos gostos desse público. E depois de ter participado da série falocêntrica ‘Entourage’ e do sangrento ‘Machete’, a atriz volta agora com ‘Alerta de Risco’, filme de ação que, não à toa, tem se mantido no primeiríssimo lugar do Top 10 da Netflix desde sua recente estreia na plataforma.

Parker (Jessica Alba) é uma infalível oficial de guerra. Enquanto todos os seus companheiros vacilam em ação, ela é capaz de cuidar do grupo de inimigos árabes sozinha. Mas, quando ao fim de uma missão, recebe a ligação de que seu pai (Alejandro de Hoyos) falecera subitamente nas minas em que trabalhava, Parker consegue uma dispensa e decide voltar para sua cidade natal. No entanto, esse retorno repentino era para ser apenas para cuidar dos preparativos do funeral e do testamento, já que seu pai deixara o bar da família para ela, porém, quanto mais revisita seus antigos amigos de infância, aos poucos Parker começa a desconfiar que a morte de seu pai talvez não tivesse sido um acidente, e que assuntos muito mais perigosos estariam ocorrendo na cidade.

Dá para entender por esta sinopse que a proposta de ‘Alerta de Risco’ é ser um filme bem genérico, desses que você vai assistindo e fica pensando que já viu aquela cena antes, já viu aquela situação antes, já ouviu aquela fala, e que aquela história poderia ser estrelada por qualquer ator que não faria a menor diferença. O que acontece é que John Brancato, Mark Webber e Anthony Michael Hall constrói uma história de fácil digestão alimentada por aquela típica aura do soldado de guerra como herói dos EUA, só que aqui é estrelado por uma mulher.

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Maouly Surya estreia na direção de filmes comerciais de grande público com este ‘Alerta de Risco, mas sua inexperiência transparece no resultado final. Apesar da competência de Jessica em estrelar cenas de luta e de ação com muita segurança, a direção parece exigir pouco do todo. O resultado é uma Jessica cheia de energia quebrando tudo, enquanto o entorno da personagem parece não estar preparado para ela. Pelo menos Jessica Alba puxa a responsabilidade para si e, com muita competência, conquista o espectador com sua personagem forte embora com aparência de frágil, que vive num mundo cercada de homens que acham que podem mandar no mundo. Um bom embate, ainda que mal trabalhado.

Em suma, ‘Alerta de Risco’ é um filme de ação bem genérico com uma história de heroísmo e jornada pessoal bem cafonas, mas que se salva devida à longa dedicação de sua atriz principal em produções de ação e pancadaria. Jessica Alba em filmes de ação cala a boca de qualquer um que ache que mulheres não conseguem estrelar esses filmes.

alerta de risco

‘Hellboy’: Ian McShane diz que filme irá surpreender as pessoas

Em um mês, o reboot de Hellboy irá chegar aos cinemas, trazendo David Harbour na pele do anti-herói mais famoso dos quadrinhos e Ian McShane como o Professor Trevor Bruttenholm.

Em entrevista ao New York Times, McShane ovacionou seu colega Harbour antes de revelar a situação amargamente doce de tomar o papel de John Hurt, que deu vida a Bruttenholm nos filmes originais.

Hellboy, sim! Acho que vai surpreender muita gente”, McShane declarou. “David [Harbour] é um ótimo ator e encarna muito bem o personagem. Foi interessante e um pouco estranho encarnar o Professor Bruttenholm, que foi interpretado por um falecido e querido amigo, John Hurt”.

Confira o trailer legendado do filme:

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Nimue (Jovovich), a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy (Harbour) recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.

O elenco inclui David Harbour, Milla Jovovich, Ian McShane, Sasha Lane e Daniel Dae Kim.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

‘Army of the Dead’: Terminam as filmagens do novo filme de Zack Snyder

‘Army of the Dead’ é o novo projeto do diretor e roteirista Zack Snyder e, ao que tudo indica, o longa já está caminhando para o processo de pós-produção.

Snyder publicou em seu perfil da rede social Vero uma imagem de bastidores anunciando o término das filmagens. Você pode conferir a foto aqui.

O longa, que conta com orçamento de 70 milhões de dólares, foi rodado em Las Vegas.

Dave Bautista estrela a produção, que também tem no elenco Ella Purnell, Theo Rossi (‘Luke Cage‘), Ana De La Reguera (‘Tudo e Todas as Coisas‘) e Huma Qureshi (‘Kaala‘).

A trama se passa em meio a uma epidemia de zumbis em Las Vegas, e segue um homem que monta um grupo de mercenários para a maior aposta de sua vida: se aventurar na zona de quarentena para realizar o maior assalto já tentado.

Army of The Dead‘ é produção da Netflix e tem estreia prevista para 2020.

‘O Mandaloriano’ ganha INCRÍVEIS cartazes colecionáveis; Confira!

Bottleneck Gallery divulgou três novos pôsteres colecionáveis da primeira temporada de ‘O Mandaloriano’.

Confira:

Lembrando que a estreia da 2ª temporada está prevista para o outono norte-americano, entre setembro e dezembro de 2020.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Noughts + Crosses’: Série sobre universo alternativo ganha pôster OFICIAL; Confira!

Peacock revelou o primeiro pôster oficial da minissérie ‘Noughts + Crosses’, baseada na saga jovem-adulta homônima assinada por Malorie Blackman.

Confira, junto ao trailer:

A série é co-produzida por Jay-ZToby Whithouse.

‘Noughts + Crosses’ imagina uma realidade alternativa no qual a história aconteceu ao contrário: neste mundo, a África – ou “Áprica” – invadiu a Europa séculos atrás, escravizando seus habitantes. Na Londres dos dias atuais, ou “Albion”, a escravidão é uma instituição do passado, mas as leis promovidas pela Era Jim Crow mantém a segregativa dinâmica de poder: uma classe dominante de Cruzes Negras, controlando a política, a cultura e a economia de um oprimido grupo conhecido como Nadas Brancos, que estão à beira de uma revolução. No topo de tudo isso, uma história de amor proibido se desenrola.

Masali BaduzaJack Rowan estrelam.

‘Noughts + Crosses’ estreia no dia 04 de setembro na plataforma.

‘Avatar 2’: Arte conceitual apresenta novo cenário belíssimo da sequência; Confira!

Em seu Instagram oficial, o produtor Jon Landau revelou uma imagem conceitual de um novo cenário das aguardadas sequências de Avatar.

A arte em questão apresenta a vila Metkayina e foi desenhada pelo talentoso Jonathan Bach.

Confira:

Lembrando que as filmagens de ‘Avatar 2‘ foram 100% finalizadas. A informação foi compartilhada no passado recente pelo diretor James Cameron.

“O Covid nos atingiu como a todo mundo. Nós perdemos cerca de quatro meses e meio de produção. E como resultado disso, nós tivemos que adiar a estreia do filme em um ano, para dezembro de 2022. Mas isso não significa que temos um tempo extra para finalizar o filme, porque no dia em que entregamos ‘Avatar 2′, nós começamos a trabalhar na finalização de ‘Avatar 3′. E neste momento estamos na Nova Zelândia filmando. Estamos gravando o que falta do live-action e ainda faltam uns 10% para terminarmos. Já completamos 100% de ‘Avatar 2‘ e completamos cerca de 95% de ‘Avatar 3‘”.

A demora em torno do segundo filme seria pelo fato de Cameron estar investindo em uma nova tecnologia nos cinemas.

Em entrevista ao Digital Spy, ele revelou que criou uma “tecnologia tão avançada que ninguém poderia imaginar nos dias de hoje”.

“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.

Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.

Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.

Confira:

AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022
AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024
AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026
AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028

‘Harley Quinn’: Ator de ‘Bela Vingança’ entra para o elenco da 3ª temporada

Através do Twitter, o produtor Patrick Schumacker confirmou que Sam Richardson (‘Bela Vingança’, ‘M.O.D.O.K.’) fará parte da 3ª temporada da aclamada animação ‘Harley Quinn’.

Detalhes sobre seu papel ainda não foram revelados.

Lembrando que os novos episódios ainda estão em produção e que, segundo o co-showrunner Justin Halpern, têm previsão de lançamento para o final de 2021 ou o começo de 2022.

“Creio que [a nova temporada] sairá no final deste ano ou no começo de 2022, só porque a animação leva bastante tempo para ser feita”, ele disse em uma recente aparição ao podcast Master of None.

‘Harley Quinn’, baseada nos personagens da DC, foca em Arlequina, que finalmente terminou de uma vez por todas qualquer que fosse seu relacionamento com o Coringa, tentando criar uma reputação para si mesma como a Rainha do Crime de Gotham City. A série traz Arlequina, Hera Venenosa e um elenco gigante de heróis e vilões, novos e antigos, do Universo DC.

Kaley Cuoco dubla a personagem-título. O elenco também inclui Lake Bell, Ron Funches, JC Smoove, Jason Alexander, Wanda Syker, Giancarlo Esposito, Natalie Morales, Jim Rash, Diedrich Bader, Tony HaleChris Meloni.

‘Noite Passada em Soho’: Anya Taylor-Joy e Matt Smith são destaque no novo clipe oficial do suspense; Confira!

A Focus Features divulgou um novo clipe oficial do suspense ‘Noite Passada em Soho‘, dando destaque a Anya Taylor-Joy e a Matt Smith.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais em 29 de outubro.

No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 71% de aprovação, com nota 6.70/10 baseada em 68 reviews até o momento. Segundo o consenso geral, “apesar de lutar para manter a atmosfera de suspense, [o filme] mostra vislumbres de Wright em seu momento mais estiloso e ambicioso”.

Confira os principais comentários abaixo:

“No final, Wright não está particularmente interessado em mirar em tudo o que é obscuro sobre o fanatismo que molda uma cultura” – Slant Magazine.

“Um estimável e genuíno filme de terror que também diz algo real” – RogerEbert.com.

“Um trabalho virtuoso de Wright. Incrivelmente montado e executado” – JoBlo’s Movie Network.

Anya Taylor-Joy está completamente comprometida com o papel e captura tanto os aspectos físicos quanto os psicológicos de sua personagem” – AwardsWatch.

“Apesar da história demorar para desenrolar, traz uma quantidade digna de sustos genuínos, fantasmas assustadores e mágica cinematográfica” – Nightmare on Film Street.

Além de dirigir, Wright também assina o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns (‘Penny Dreadful‘).

A trama acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado. No entanto, Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…

O elenco também conta com Synnøve Karlsen, Diana Rigg, Terence Stamp e Rita Tushingham.

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Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release.
Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features

Curiosidades | ‘Jogos Vorazes’, estrelado por Jennifer Lawrence, completa dez anos de lançamento!

Jogos Vorazes se tornou um dos filmes mais conhecidos e bem-sucedidos da década passada – e representou uma ótima adaptação dos romances homônimos de Suzanne Collins.

Ambientada num futuro distópico, a narrativa é centrada em Panem, uma nova nação que surgiu após a destruição da América do Norte e que é dividida em treze distritos e uma Capital. Surgida após uma trágica guerra, os distritos que rodeiam o centro do território são obrigados a entregar um menino e uma menina todo ano para competirem nos Jogos Vorazes, brutais competições em que apenas um participante pode sobreviver, como forma de manter a autoritária hierarquia funcionando.

É nesse meio que surge Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence), uma jovem do Distrito 12 que se oferece como tributo quando a irmã é sorteada para os jogos, protegendo-a de morrer na carnificina. A partir daí, ela se lança em uma investida contra o tirânico governo do Presidente Snow (Donald Sutherland), jurando derrubá-lo e transformar Panem num lugar justo para todos.

Garantindo diversos elogios por parte da crítica e arrecadando mais de US$690 milhões mundialmente e trouxe, além de Lawrence e Sutherland, nomes como Woody HarrelsonJosh HutchersonLiam HemsworthElizabeth Banks no elenco.

Para celebrar seu iminente aniversário de dez anos nos cinemas, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • Enquanto brincava pelo set de filmagens, Lawrence acidentalmente chutou Hutcherson na cabeça, derrubando ele e resultando em uma concussão.
  • Lawrence recebeu cachê de US$500 mil pelo filme. Ela demorou três dias até aceitar o papel, porque não estava certa de que forma o papel iria impactar sua carreira, visto que ela era conhecida mais no circuito independente. Para o segundo filme, Jogos Vorazes: Em Chamas’, de 2013, ela ganhou vinte vezes mais (US$10 milhões).

  • Harrelson é vegano na vida real. Nas cenas em que Haymitch, seu personagem, está comendo, vemos, na verdade, ele se deliciando com sobremesas, vegetais ou apenas bebidas.
  • Sutherland viu o roteiro por acidente e, quando o leu, fez de tudo para conseguir o papel do Presidente Snow, porque a história o lembrava de ‘Glória Feita de Sangue’, clássico dirigido por Stanley Kubrick. Ele conseguiu o papel depois de escrever uma carta a Gary Ross, diretor e roteirista do longa.

  • Este foi o primeiro filme não lançado por um dos grandes seis estúdios americanos (20th Century StudiosWalt DisneyParamount PicturesWarner Bros.Columbia Pictures ou Universal Pictures) a alcançar a marca de US$400 milhões nas bilheterias dos EUA.
  • Hemsworth e Lawrence, ambos naturalmente loiros, pintaram os cabelos de marrom para o filme, enquanto Hutcherson, naturalmente moreno, pintou seu cabelo de loiro.

  • Lenny Kravitz foi escalado para o papel de Cinna sem precisar fazer audições e depois de Ross ver sua brilhante performance em ‘Preciosa: Uma História de Esperança’.
  • O território ficcional de Jogos Vorazes se chama Panem, cujo nome é derivado da máxima latina Panem et Circenses (Pão e Circo, em português). A frase fazia parte dos últimos dias do Império Romano, em que as massas eram entretidas pelos governantes com comida barata e entretenimento popular (no caso, os gladiadores).

  • Alexander Ludwig trabalhou por quatro por dia, todos os dias, com um militar da Marinha dos Estados Unidos, para conseguir alcançar o físico necessário para interpretar o antagonista Cato.
  • Banks deu vida a Effie Trinket, personagem essencial da narrativa e que se tornou um dos símbolos da cultura pop mundial na década passada. Entretanto, o nome de sua personagem nunca é falado no primeiro filme, apenas nas sequências.

‘American Horror Stories’: Episódio com Bella Thorne ganha promo oficial; Confira!

O canal FX divulgou mais um teaser oficial da 2ª temporada de ‘American Horror Stories‘, série derivada de ‘American Horror Story‘.

O próximo episódio, estrelado por Bella Thorne, será exibido hoje, 04 de agosto.

Confira, junto ao trailer completo:

spin-off foi criado por Ryan Murphy e Brad Falchuk.

O seriado American Horror Stories é um spin off de American Horror Story, trazendo novas histórias de arrepiar, envolvendo tanto personagens já conhecidos do público, como seres completamente novos. A ideia é expandir esse universo tão amado… e tão assustador.

O elenco do próximo ciclo é formado por Cody FernMax GreenfieldNico GreethamDenis O’HareGabourey SidibeDominique JacksonJudith LightAlicia SilverstoneBella ThorneQuvenzhané Wallis e outros.

No Brasil, a primeira temporada já está disponível no Star+.

Crítica | Apelativa, preguiçosa e previsível, ‘American Horror Stories’ é um grande erro de Ryan Murphy

Artigo | Por que a Sexta-Feira 13 é uma data tão supersticiosa e ASSUSTADORA?

Mesmo com inúmeras inovações tecnológicas e científicas nos últimos séculos, o mundo ainda é movido pela superstição. Ora, não podemos ir muito longe para lembrar de algumas tradições que carregamos conosco em ocasiões ou momentos específicos – seja o fato de pularmos sete ondas do mar na virada para o Ano Novo, seja ao tomar grande cuidado para não quebrar um espelho e ter sete anos de azar.

Entretanto, um dos pináculos da superstição ocidental é a data conhecida como Sexta-Feira 13 – e, para ser bem honesto, a história de como esse dia veio a dominar o imaginário popular foi se perdendo ao longo de tempo e mantida através de um movimento mnemônico e hereditário.

Mas por que essa data é tão mística e assustadora?

Para começarmos, é necessário falar que a Sexta-Feira 13 é considerada um dia de má sorte dentro da cultura ocidental (no Japão, por exemplo, os números quatro e nove são vistos como símbolo de azar). É notável como, dentro do calendário Gregoriano, a data acontece no mínimo uma vez por ano, com ocorrências triplas em 2015, por exemplo, em que o dia 13 caiu nas sextas-feiras de fevereiro, março e novembro. Mas o motivo de toda a mitologia em cima dela não tem uma origem certeira, e sim especulações que, normalmente, estão associadas à fé e à espiritualidade.

No livro ‘Extraordinary Origins of Everyday Things’, o autor Charles Panati arquiteta uma linha cronológica que nos leva de volta à cultura nórdica. Em seus escritos, ele delineia o momento em Loki, o deus da trapaça, invadiu um banquete na sagrada Valhalla e tornou-se a 13ª divindade a fazer parte das festividades. Loki, inclusive, conseguiu enganar o deus cego Hodr e fazê-lo atirar no irmão, Balder, o deus da luz, da felicidade e da bondade, matando-o instantaneamente e “acabando” com toda a bonança representada pelo falecido.

Uma história alternativa, mergulhada nas culturas pagãs, associa o número 13 ao sagrado feminino, enquanto Friday (sexta-feira em inglês) deriva do Dia de Frigga, a poderosa deusa nórdica dos céus que é associada ao amor, ao casamento e à maternidade. Frigga fornecia proteção às casas e às famílias, além de ser responsável pela ordem social e ter a habilidade de tecer o destino das pessoas com suas nuvens. Entretanto, teorias apontam que Frigga foi demonizada pela Igreja Católica, que desejava converter os pagãos em cristãos para reiterar sua hegemonia na Europa medieval. Para garantir a conversão, os representantes da Igreja haviam se valido da história que Frigga, unindo-se ao próprio Diabo e a outras 11 bruxas (totalizando treze personagens), saía de seu lar toda sexta-feira para rogar pragas contra os homens.

Migrando para a Escandinávia, a superstição acerca da Sexta-Feira 13 se estabeleceu nas regiões mediterrâneas com a ascensão do Cristianismo. Afinal, o décimo terceiro discípulo de Jesus Cristo era ninguém menos que Judas Iscariotes, que o traiu e o entregou ao exército romano – culminando em sua derradeira crucificação na Sexta-Feira Santa.

Para além da representação de Judas, inúmeras histórias bíblicas também estão associadas à data em questão: sexta-feira teria sido supostamente o dia da semana em que Adão e Eva comeram do fruto proibido no Jardim do Éden, enquanto 13 foi o dia em que Caim matou seu irmão, Abel, em que o Templo de Salomão foi derrubado e o dia em que a grande arca de Noé partiu depois do dilúvio que devastou o planeta.

Mas as incursões não se restringem à mitologia católica: o autor Steve Roud, em sua obra ‘The Penguin Guide to the Superstitions of Britain and Ireland’, conta que a combinação da sexta-feira com o número treze é uma invenção da Inglaterra vitoriana (ou seja, surgida no século XIX). No livro, Roud discorre acerca da publicação da novela ‘Friday, the Thirteenth’, de Thomas W. Lawson, cuja narrativa é centrada em um corretor de imóveis inescrupuloso tomou vantagem das superstições em relação à data para deliberadamente quebrar a bolsa de valores.

As múltiplas possibilidades de origem acerca da data também são refletidas na cultura pop mundial, cujas produções serviram como estrutura para manter a superstição viva no imaginário das pessoas. Nos anos 1980, tivemos o início de uma das sagas slasher mais conhecidas de todos os tempos, Sexta-Feira 13, em que o assassino mascarado Jason Voorhees se lançou em uma matança desenfreada para se vingar; no começo dos anos 2000, o romance O Código da Vinci, de Dan Brown, emplacou uma errônea concepção de que o misticismo da data proveio da decisão do Rei Felipe IV, da França, em destituir o poder da Igreja Católica e ordenar a prisão de centenas de membros dos Cavaleiros Templários na sexta-feira, 13 de outubro de 1307.

A força da superstição, inclusive, serviu como base para certas fobias estudadas por especialistas. Temos, por exemplo, a triscaidecafobia, que discorre sobre o medo irracional do número treze, e a parascavedecatriafobia ou frigatriscaidecafobia, que é o medo específico da sexta-feira 13 em si, pela representação simbólica que permanece viva na cultura ocidental.

E você? Acredita nas superstições da Sexta-Feira 13?

Astro de ‘The Flash’ DETONA filmes sobre multiversos: “São como alguém brincando de bonecos”

O multiverso vem se tornando uma parte essencial de diversos blockbusters contemporâneos – principalmente de filmes de heróis. Já vimos essa temática aparecer em ‘Vingadores: Ultimato’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ – e até mesmo no vencedor do Oscar ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’.

Agora, retornamos para essas incursões narrativas com The Flash, que estreia nos cinemas nacionais em 15 de junho.

Todavia, enquanto o multiverso parece agradar boa parte do público, Michael Shannon, que interpreta o General Zod no longa-metragem em questão e em Homem de Aço, não demonstrou muito interesse em tramas desse gênero e até mesmo confirmou não ter gostado muito da trama do corredor mais rápido do mundo.

“É, não vou mentir, não foi muito satisfatório para mim, como ator. Esses filmes sobre multiversos são como alguém brincando de bonecos”, ele disse ao Collider. “É tipo: ‘aqui está essa pessoa. Aqui está essa. E elas estão brigando!’. Não é o estudo aprofundado de personagem que eu vi em Homem de Aço. Se as pessoas acham loucura ou não, eu não ligo. Senti como se Homem de Aço fosse uma história sofisticada. Eu acho que The Flash é também, mas não é a história de Zod. Estou basicamente ali para apresentar um desafio”.

Crítica | ‘The Flash’ abraça a “velha guarda” dos filmes de herói e se consagra como uma das melhores entradas da DC

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, The Flashconquistou 71% de aprovação. Os críticos destacam que o filme possui momentos grandiosos que o coloca como um dos melhores filmes da DC, mas apontam que o terceiro ato é bagunçado e um pouco destoante do resto da produção.

Confira algumas avaliações:

“Nada do que Batman ou Supergirl fazem em ‘The Flash’ para salvar o mundo é mais eficaz do que o que Barry Allen faz para salvá-lo com um abraço e uma lata de tomates.” Slant Magazine.

“‘The Flash’ é, de longe, o melhor filme dessa colaboração moderna da DC e Warner pós-Nolan…” – Rolling Stone.

“Este é um dos melhores filmes de super-heróis do século 21 até agora. Apenas sente-se e aproveite os momentos de grandeza.” – London Evening Standard.

“‘The Flash’, assim como o próprio Barry, ficou preso sem nenhum senso real de história e nenhum senso real de futuro também. Ele faz o melhor que pode.” – The Independent.

“Tomado por seus próprios méritos, o filme do diretor Andy Muschietti tem muito a oferecer e frequentemente mostra “flashes” de brilhantismo que o colocam acima da maioria dos existentes no Universo DC.”indieWare.

The Flash‘ terá 144 minutos de duração, ou seja, 2 horas e 24 minutos.

Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) entra como diretor.

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”.

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

‘Doctor Who’: David Tennant encontra Beep the Meep nas imagens INÉDITAS do especial de 60 anos; Confira!

EW divulgou com exclusividade quatro novas imagens do especial de 60 anos da aclamada série Doctor Who.

As fotos dão destaque a David Tennant reprisando seu papel como o 14ª Doutor a Beep the Meep, um dos personagens mais bizarros e conhecidos do panteão sci-fi.

Confira:

O primeiro dos três episódios especiais será intitulado ‘The Star Beast‘, e estará disponível no catálogo do Disney+ em 25 de novembro.

Já as sequências, ‘Wild Blue Yonder‘ e ‘The Giggle‘, estreiam em 02 e 09 de dezembro.

A atração também conta com a participação de Neil Patrick Harris como um misterioso vilão, além do retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do 14º Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Anitta lança videoclipe oficial de “Aceita”, novo single do álbum ‘Funk Generation’; Assista!

popstar brasileira Anitta lançou hoje, 14 de maio, o videoclipe oficial de “Aceita”, novo single do álbum Funk Generation.

O material presta homenagem às religiões de matrizes africanas, em especial o candomblé.

Confira:

Lembrando que o compilado de originais, que conta com quinze faixas, está disponível em todas as plataformas de streaming.

Relembre a tracklist oficial:

1. Lose Ya Breath
2. Grip
3. Funk Rave
4. Fria
5. Meme
6. Love in Common
7. Aceita
8. Double Team
9. Savage Funk
10. Joga pra Lua, feat. Dennis e Pedro Sampaio
11. Cria de Favela
12. Puta Cara
13. Sabana
14. Ahi, feat. Sam Smith
15. Mil Veces

Crítica | Anitta explora a história do funk nacional com o indesculpável e ousado álbum ‘Funk Generation’

O álbum é precedido do elogiado Versions of Me, que trouxe parcerias com Khalid, Afro B, Ty Dolla $ign, Saweetie e outros.

Os 10 Melhores Filmes de TERROR de Todos os Tempos

Em mais de um século desde que o cinema surgiu, é notável como certos gêneros são tratados, até hoje, como representantes máximos da indústria fílmica – como os dramas, que normalmente dominam as temporadas de premiações e são caracterizados por especialistas e críticos como o suprassumo de tal criação artística.

Porém, é impossível desassociar os outros gêneros da história do cinema – algo que continua acontecendo quando voltamos nossa atenção para o terror.

Esses tipos de narrativa estão intrinsecamente ligadas à história da sétima arte, acompanhando suas revoluções técnicas e estilísticas e servindo de base para a eternização de obras de icônicos diretores – incluindo mestres como Quentin TarantinoAkira KurosawaMartin Scorsese, apenas para citar alguns. E isso não é tudo: mergulhando de cabeça na psique humana e provocando o medo ou o desconforto em seu público, histórias de terror permitem que se abra espaço para discussões sobre tópicos transgressores e considerados tabus – desde eventos apocalípticos a crenças religiosas ou populares.

Não é surpresa que o gênero tenha se desmembrado em diversas ramificações, desde icônicos slashers como ‘Pânico’‘Halloween’, passando por terrores psicológicos como A Bruxa‘Corra!’, e chegando aos “terrires”, como ‘Casamento Sangrento’‘Todo Mundo Quase Morto’.

Pensando no contínuo e inegável impacto desses longas-metragens na cultura popular, e aproveitando que estamos no mês mais místico e arrepiante do ano, preparamos uma lista elencando os dez melhores filmes de terror de todos os tempos – levando em consideração, principalmente, o legado deixado por cada um dos títulos.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. A BRUXA DE BLAIR (1999)

Duas décadas e meia depois de seu lançamento oficial nos cinemas, A Bruxa de Blair’ permanece como uma das produções mais revolucionárias do cinema contemporâneo – mesmo com válidas críticas acerca de seu envelhecimento, como já mencionado. Não é nenhum exagero dizer que, sem o impacto do filme, projetos como ‘Atividade Paranormal’, ‘REC’ e ‘Buscando…’ sequer existiriam – e é por isso que é sempre uma boa ideia revisitar aquele que popularizou o gênero.

9. TUBARÃO (1975)

Dirigido por Steven SpielbergTubarão é relembrado como o primeiro blockbuster da história do cinema – e é conhecido por basicamente qualquer um que já tenha ouvido falar o nome do diretor. Na trama, um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

8. HALLOWEEN – A NOITE DO TERROR (1978)

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É claro que o maior clássico ‘Halloween – A Noite do Terror’ merecia um lugar na nossa lista: o clássico estabeleceu as fundações estéticas e narrativas do subgênero slasher e, até hoje, é considerado uma das produções mais influentes de todos os tempos, além de ter eternizado Jamie Lee Curtis como uma das grandes scream queens do cinema. Na trama, o perigoso assassino Michael Myers escapa de seu confinamento e retorna para sua pacata cidade natal para continuar a coletar vítimas e se consagrar como um verdadeiro bicho-papão impetuoso e muito mortal

7. DESPERTAR DOS MORTOS (1978)

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Dentro do terror, existe um subgênero bastante conhecido que permanece no imaginário popular até os dias de hoje: os filmes de zumbis. Porém, antes de várias franquias conquistarem o público, George A. Romero emergiu como o responsável por popularizar tais narrativas com o aclamado Despertar dos Mortos. Servindo como divisor de águas para o gênero, o filme acompanha quatro sobreviventes de um ataque de mortos-vivos que se escondem em um shopping abandonado e planejam contra-atacar. No entanto, milhares de zumbis descobrem o esconderijo e iniciam um novo massacre, contaminando alguns deles que retornam à vida e somam-se ao exército de criaturas.

6. O BEBÊ DE ROSEMARY (1968)

Mesmo na cenário contemporâneo, O Bebê de Rosemary tem a capacidade inigualável de assustar espectadores ao redor do mundo. O filme é responsável por uma série de mudanças profundas no escopo do terror na sétima arte, sagrando-se um dos títulos responsáveis pela popularização do horror psicológico, além de abrir portas pela fascinação dos realizadores cinematográficos por demônios e temas relacionados. Na trama, um casal se muda para um prédio com pessoas estranhas. Acontecimentos ainda mais estranhos levam a jovem, que está grávida, a duvidar de sua própria sanidade. Porém, o parto e a descoberta de uma seita diabólica irão finalmente mostrar a verdade.

5. ALIENS, O RESGATE (1986)

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Com Aliens, o Resgate’, o diretor James Cameron teve capacidade de causar um impacto tão grande quanto o filme predecessor, além de auxiliar na recepção menos estigmatizada da ficção científica cinematográfica por parte dos especialistas. Como supracitado, o enredo, que explicitou o combate entre humanos e criaturas desconhecidas, foi emulado à exaustão nas décadas seguintes – chegando a aparecer em títulos como ‘O Predador’‘Estranho Passageiro’ e ‘O Paradoxo Cloverfield’. Sequências de construção atmosférica apareceram, também, no primeiro capítulo de ‘Resident Evil’; a tétrica e densa trilha sonora de James Horner foi transmutada e reorganizada para o terror psicológico, influenciando, por exemplo, as sagas ‘Invocação do Mal’ e ‘Um Lugar Silencioso’.

4. PSICOSE (1960)

Alfred Hitchcock é, sem sombra de dúvida, um dos diretores mais influentes e condecorados de todos os tempos – e Psicose não é considerado por qualquer motivo uma de suas obras-primas. Lançado em 1960, o filme teve em recepção mista por parte dos críticos em virtude dos controversos temas sobre o qual tratava, mas tornou-se um sucesso de bilheteria ao arrecadar surpreendentes US$50 milhões mundialmente. Conquistando quatro indicações ao Oscar, a trama acompanha uma mulher que, após roubar milhares de dólares, foge durante uma tempestade e decide passar a noite em um hotel que encontra pelo caminho. Ela conhece o educado e nervoso proprietário do estabelecimento, Norman Bates, um jovem com um interesse em taxidermia e com uma relação conturbada com sua mãe. O que parece ser uma simples estadia no local se torna uma verdadeira noite de terror.

3. O SILÊNCIO DOS INOCENTES (1991)

O aclamado e clássico suspense de horror O Silêncio dos Inocentes, estrelado por Anthony Hopkins e Jodie Foster, acompanha a agente do FBI Clarice Starling, que tem a missão de encontrar um assassino que arranca a pele de suas vítimas. Para entender como ele pensa, ela procura o perigoso psicopata, Hannibal Lecter, encarcerado sob a acusação de canibalismo. Mais de trinta anos depois de sua estreia, o longa-metragem é considerado por diversos especialistas como um dos melhores e mais importantes filmes da história do cinema – e rendeu a ambos os atores prêmios da Academia, além de levar mais três estatuetas do Oscar para casa.

2. NOSFERATU (1922)

A história do cinema é acompanhada de diversas escolas fílmicas de importância inestimável para os vários gêneros que existem nos dias de hoje – e uma delas é a escola expressionista. E, nessa importante escola (que inclusive serve de base para incontáveis filmes de terror contemporâneos), Nosferatu é um dos títulos que mais se sobressai: dirigido por F.W. Murnau e inspirado no romance gótico ‘Drácula’, de Bram Stoker, o filme serviu de inspiração inúmeros cineastas, incluindo Alfred Hitchcock e Guillermo del Toro. A história gira em torno de um corretor de imóveis chamado Hutter (Gustav von Wangenheim) que precisa vender um castelo cujo proprietário é o excêntrico conde Graf Orlock (Max Schreck). O conde, na verdade, é um vampiro milenar que espalha o terror na região de Bremen, na Alemanha e se interessa por Ellen, a mulher de Hutter.

1. O EXORCISTA (1973)

De fato, nenhum outro filme poderia ocupar o primeiro lugar da nossa lista além de O Exorcista. Lançado em 1973, o título chocou espectadores ao redor do mundo, causando uma comoção generalizada e sagrando-o como um dos melhores longas-metragens de todos os tempos. Ao conquistar inúmeras indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme, a produção quebrou os estigmas sofridos pelas obras do gênero, começando a livrá-lo do desdém sofrido pelos mais tradicionalistas – permitindo, inclusive, que os estúdios aumentassem os orçamentos dos longas de terror.

Na trama, uma atriz vai gradativamente tomando consciência de que a sua filha de doze anos está tendo um comportamento completamente assustador. Deste modo, ela pede ajuda a um padre, que também é um psiquiatra, e este chega a conclusão de que a garota está possuída pelo demônio. Ele solicita então a ajuda de um segundo sacerdote, especialista em exorcismo, para tentar livrar a menina desta terrível possessão.

BÔNUS: A BRUXA (2015)

Robert Eggers, mergulhando em seu primeiro trabalho cinematográfico de grande reconhecimento, respalda A Bruxa com contos centenários que remontam à época da colonização dos Estados Unidos, das controvérsias do julgamento de Salem a todo o misticismo das terras do litoral leste. É muito fácil encontrar inúmeras referências de produções anteriores e até mesmo entender a sua importância para o terror e o suspense psicológico: afinal, o filme é nada mais que uma pura experiência sinestésica que desconstrói e reconstrói tais incursões artísticas.

SUSPENSE com Nicole Kidman chega esta semana ao Prime Video!

Holland‘, suspense estrelado pela Nicole Kidman (‘Babygirl’), chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa-metragem estreia na plataforma de streaming no próximo dia 27 de março.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Mimi Cave, do aclamado suspense ‘Fresh‘, é responsável pela direção.

Na trama, a vida perfeita de Nancy (Kidman) na pitoresca cidade de Holland, em Michigan, desmorona quando ela e uma amiga descobrem um segredo distorcido.

O elenco ainda conta com Gael García Bernal, Jude Hill, Matthew Macfadyen, Rachel SennottLennon ParhamIsaac Krasner e Jeff Pope.

O roteiro, assinado por Andrew Sodroski, figurou na infame Black List – lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood –, de 2013.

Retro Dance #32 | ‘Kiss & Tell’, o álbum de estreia de Selena Gomez & the Scene

Antes de se tornar mundialmente conhecida por suas investidas solo tanto no cenário fonográfico quanto no audiovisual, Selena Gomez era uma das figuras mais emblemáticas do escopo infanto-juvenil, tendo se eternizado como Alex Russo na adorada série ‘Os Feiticeiros de Waverly Place’. E, acompanhando tantos outros nomes que também integraram a família Disney Channel, não demorou muito até que Gomez se lançasse à carreira musical – fazendo sua estreia como parte do ato Selena Gomez & the Scene. Em 2008, o grupo fez seu début oficial com o contagiante álbum Kiss & Tell, que, quase vinte anos mais tarde, permanece como uma das obras mais subestimadas dos anos 2000.

À época de seu lançamento, o compilado de originais teve uma recepção mista por parte dos especialistas, ainda que tenha feito um moderado sucesso comercial. Porém, quando resolvemos revisitar o disco, percebemos que, talvez, os comentários negativos tenham sido um tanto quanto exagerados: afinal, as treze faixas originais que compõe essa respeitável peça musical partem de um princípio bem interessante e que se concretiza de maneira sólida, apostando fichas em um reavivamento do pop-rock e do electro-rock para a nova geração. Afinal, os anos anteriores e subsequentes à estreia de Kiss & Tell seriam regadas pelo pop mainstream e pelos subgêneros que o compõe, destacando Gomez e seus companheiros – o baterista Greg Garman, o baixista Joey Clement, o tecladista Dane Forrest e o guitarrista Drew Taubenfield.

O primeiro single promocional do álbum já revela o que podemos dessa divertida e despretensiosa jornada: “Falling Down”, uma inteligente faixa coassinada pela prestigiada Gina Schock, é uma pequena joia esquecida do cenário musical e que merecia maior atenção, ainda que tenha sido elogiada por seus versos sagazes e por uma comprometida performance da lead singer – que criam metáforas inesperadas para um vazio e compulsório desejo pelo estrelato e pela fama, contando com uma ótima composição sonora que explode em um vibrante e memorável refrão. Abrindo espaço para certas menções a relacionamento falidos, Gomez se diverte como uma rebelde persona, refletida em frases como “você me deu rosas, mas eram todas feitas de plástico”.

Alguns meses mais tarde, a banda nos presenteou com a antêmica e suntuosa produção pop-dance “Naturally”, cujo sucesso catapultou a faixa para o álbum seguinte, ‘A Year Without Rain’, como entrada bônus. Mergulhando de maneira indesculpável em um enlace romântico cujos sentimentos não são forçados e cuja felicidade é inegável, Gomez demonstrou estar par a par com as tendências mercadológicas, mas sem se afastar da construção de uma crescente identidade sonora e visual – e nos convidando para as pistas de dança através da mistura irretocável de dance, electropop e hi-NRG. De fato, a profusão estilística dos singles poderia ter premeditado um caótico álbum, mas apenas serviram como escolhas certeiras para antecipar os vários capítulos da obra.

Kiss & Tell sofreu do mal do desdém, visto que uma era com bastante potencial havia sido promovida com o mínimo de apreço. Em outras palavras, é notável como há várias canções que perderam momento e que deveriam ter ganhado mais atenção: temos a semi-balada pop-punk ao estilo Avril Lavigne de “I Won’t Apologize”, uma costumeira declaração de empoderamento que acompanhou a adolescência millenial e que emerge através de uma ótima interpretação de Gomez; “Crush” parte de uma história bastante simples de acompanhar (a ponto de quase se tornar simplória) e que presta homenagem à popularização da banda Paramore de maneira bem clara; “I Don’t Miss You at All”, assinada e produzida por Toby Gad, abraça a irrupção de sintetizadores e de uma admiração pelo EDM para uma história de superação amorosa.

Apesar de ser estruturado de maneira coesa e convincente, alguns erros nos chamam a atenção – como a criatividade cansada de “As a Blonde”, que mais soa como um descarte de canções que partem de premissa similar; a fraca balada “The Way I Loved You”, cuja melancolia soa regurgitada de produções mais inspiradas; e a presença inexplicável de “Tell Me Something I Don’t Know”, música original do filme ‘Outro Conto da Nova Cinderela’ que é escolhida como encerramento do álbum e que não consegue dialogar com praticamente qualquer elemento que apareça nas outras incursões. Todavia, os ápices artísticos falam mais alto em comparação aos deslizes, com menção especial a uma das melhores faixas da carreira de Gomez, “Stop & Erase”, uma carta de amor aos emblemas da raiva e da angústia adolescentes que despontaram no início dos anos 2000 e que transforma meras emulações em uma frenética mistura de pop-rock e pop-punk.

É claro que o teor pouco pessoal das músicas que compõe Kiss & Tell pode afastar um pouco a originalidade do álbum, mas não podemos negar que a estreia de Selena Gomez & the Scene no mundo da música merece ser apreciada em sua completude e conta com pequenas gemas do cenário pop que continuam a nos encantar anos mais tarde.

‘Sunny’: Astro de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’ se junta a Angelina Jolie em novo THRILLER sombrio

Segundo o DeadlineJason Schmidt (‘Grease: Rise of the Pink Ladies’) irá estrelar o thriller sombrio Sunny ao lado da vencedora do Oscar Angelina Jolie (‘Maria Callas’).

Detalhes sobre seu papel não foram divulgados.

O longa, que traz Jolie como produtora, é fruto da parceria entre a Gramercy Park Media, a A Higher Standard e a Nickel City Pictures.

As gravações do filme, que é dirigido por Eva Sørhaug (‘Yellowjackets’, ‘Tokyo Vice’), já foram iniciadas.

No espírito dos clássicos filmes de máfia, Sunnyacompanha uma gângster que luta para proteger seus filhos — e a si mesma — de um abusivo chefão do tráfico. Mas quando um evento devastador acontece, ela tem apenas algumas horas para planejar a fuga definitiva deles.

William Day Frank assume o cargo de roteirista, a partir de uma história concebida ao lado de Sørhaug.

Nathan Klingher entra como produtor ao lado de Jolie, Mark FasanoJeffrey Greenstein. Sørhaug também é a produtora executiva do filme.

Recentemente indicada ao Globo de Ouro e ao Critics Choice Award por sua atuação como a cantora de ópera Maria Callas na cinebiografia homônima de Pablo Larraín, Jolie já tem outros projetos em mente – incluindo ‘Couture’, drama de Alice Winocour que estreou no Festival Internacional de Cinema de Toronto; a comédia Anxious People’, de Marc Forster; e The Initiative’, um thriller de espionagem que a reúne com o diretor Doug Liman, de ‘Sr. & Sra. Smith’.

Crítica | ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ retorna com uma 2ª temporada marcada pela FADIGA criativa

São poucas as pessoas que nunca ouviram falar da aclamada animação ‘Avatar: A Lenda de Aang, que não apenas se tornou um dos carros-chefes da Nickelodeon, como um estandarte do gênero ao apresentar ao mundo uma densa exploração política e social regada a incríveis sequências de ação e personagens envolventes que refletem o duradouro legado da atração no cenário do entretenimento. E, acompanhando a onda de adaptações em live-action das últimas duas décadas, a série recebeu um remake supervisionado pela Netflix que estreou em 2024 sob o título Avatar: O Último Mestre do Ar.

Fincando os dentes em uma sólida e apaixonada reconstituição dos explosivos eventos da animação original, o live-action estrelado por Gordon Cormier como Aang, o último dobrador dos Nômades do Ar e a nova encarnação do poderoso Avatar – a única entidade capaz de manter a paz e a ordem em meio à ascensão descontrolada e mortal da Nação do Fogo -, encontrou sucesso por se manter fiel à essência desse vibrante cosmos à medida que explorou outras camadas. Agora, a gigante do streaming nos convida a mergulhar em uma segunda temporada que, apesar de acertar em alguns pontos, nos deixa com um gostinho agridoce de frustração ao não sabe exatamente como delinear suas múltiplas e impulsivas tramas.

O ciclo anterior se encerrou com uma gloriosa e emocionante batalha entre a Nação do Fogo e a Tribo da Água do Norte, em que Aang incorporou o estado Avatar em um ímpeto destrutivo que acendeu um alerta no protagonista. Nos novos episódios, ele caminha para se especializar nas Dobras de Terra após Katara (Kiawentiio) tê-lo ajudado com as Dobras de Água – mas o caminho é mais tortuoso do que o esperado. Recusado ser auxiliado por seu amigo de longa data, Bumi (Utkarsh Ambudkar), que permanece preso em Omashu, Aang encontra em uma jovem dobradora de terra cega conhecida como Toph Beifong (Miyako) a possibilidade de continuar investindo seu treinamento, mesmo encontrando certa resistência inicial, considerando o status real da garota.

Como podemos imaginar, Toph se junta a Aang, Katara e Sokka (Ian Ousley) na interminável empreitada contra o Lorde Ozai (Daniel Dae Kim) e seus asseclas, viajando para a impenetrável cidade de Ba Sing Sei a fim de alertá-los de uma investida destrutiva da Nação do Fogo – cujo plano foi arquitetado pela psicótica filha de Ozai, a Princesa Azula (Elizabeth Yu), uma poderosa dobradora de fogo que consegue atirar raios. Determinada não apenas a destruir o Avatar, como também a encontrar seu irmão exilado, Zuko (Dallas Liu), e o ex-General Iroh (Paul Sun-Hyung Lee), que foi taxado como traidor e inimigo, Azula posa como a principal ameaça dos heróis nessa temporada.

O segundo ciclo começa de maneira sólida ao dar ares de uma remodelação da clássica estrutura da Jornada do Herói explorada na iteração anterior, que seguiu todos os moldes desse “manual de instruções” para nos apresentar ao universo de ‘O Último Mestre do Ar’. Aqui, o showrunners Albert Kim e Christine Boylan têm todos os elementos necessários para se aprofundar nos arcos de amadurecimento de cada personagem, porém, mesmo com sete capítulos de mais de uma hora cada, não conseguem se desvencilhar de atribulações técnicas e o início de uma fadiga criativa que não cumpre com as expectativas e resolve jogar no seguro.

Em outras palavras, a série singra entre acertos e erros de forma muito similar: de um lado, a controversa e alienável estrutura político-social de Ba Sing Se ganha palanque notável, colocando o Rei Kuei (Justin Chien) em uma espécie de estado de torpor que renega a guerra impulsionada pela Nação do Fogo, fomentando a hierarquia de seu reinado ao passo que silencia aqueles que se opõe a ele e aos ideais que representam – e que tem sua representação máxima na figura de Joo Dee (Amanda Zhou), que funciona como “guia turística” do local e uma espiã de seus superiores.

De outro, os fracos diálogos parecem ter saído de qualquer história de fantasia e ação dos últimos trinta anos, apoiando-se em convencionalismos baratos que, inclusive, atuam negativamente na atuação de certos membros do elenco. Cormier, tendo nos presenteado com uma sólida e envolvente incursão na temporada predecessora, é engolfado em uma sucessão de falas que nos causam estranhamento – e engolido pela presença de Kiawentiio e Liu. De qualquer maneira, é preciso dar o destaque merecido à performance singular e espetacular de Yu como a imponente e perigosa Azula, roubando os holofotes em todas as cenas em que aparece; e Lee em uma solene e dramática subtrama envolvendo Iroh e seu arco de culpa e redenção, reiterando um dos melhores personagens de todo o universo ‘Avatar’.

Ousley e Miyako também têm seus momentos de glória, mas ficam apagados em uma unidimensionalidade tristonha e que não explora o potencial de seus respectivos personagens. Toph, inclusive, tem sua personalidade ácida e contundente diluída em um coming-of-age que, apesar de ter suas centelhas de comprometimento criativo, nunca alcança o que esperaríamos de uma das heroínas mais marcantes da atração.

A 2ª temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar reduz o épico escopo da temporada de estreia e nos arremessa a uma zona de conforto que não traz nada de novo e até mesmo remodela pontos importantes da animação original a fim de investir esforços em uma continuidade de fórmulas cansativas – e que nos deixa incertos quanto à qualidade futura do live-action.

‘Star Wars’: Derivado focado em Kenobi seria um filme derivado, mas virou série

Após o fracasso de ‘Solo: Uma História Star Wars’, a Disney decidiu cancelar os filmes derivados da franquia e aproveitar as ideias em séries live-action.

E, durante uma entrevista para o Coming Soon, Ewan Mcgregor confirmou que a série ‘Kenobi‘ foi planejada inicialmente como um desses derivados.

No entanto, o astro deixou claro que contar a história em episódios permitiu muito mais liberdade e criatividade do que num filme.

“‘Kenobi‘ não foi planejada como uma série, não no início. Quando começamos a discutir a ideia, isso não estava nos planos, mas tudo mudou muito rápido. Mas é emocionante, realmente. Eu gosto da ideia de poder contar a história durante horas em vez de apenas em um filme. Eu acho que vai ser bem legal.”

McGregor também mencionou como se sentiu ao retornar como Obi-Wan, agora numa trama muito mais semelhante ao papel de Alec Guinness, intérprete original do personagem em 1977.

“Quando fui escolhido, a coisa mais emocionante foi tentar interpretar um jovem Alec Guinness. Estudar o trabalho dele e sua atuação em ‘Uma Nova Esperança‘. As luta com sabre também foram muito divertidas, mas agora vou estar muito mais perto dele em idade e será muito mais interessante.”

Dirigida por Deborah Chow, ‘Kenobi’ terá seis episódios com 1 hora de duração e será ambientada oito anos após os eventos de ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’.

Por enquanto ainda não há previsão de estreia.

Enquanto isso, vale lembrar que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, último capítulo da Saga Skywalker, estreia em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

‘Game of Thrones’: Nathalie Emmanuel revela que sofreu assédio noas bastidores da série

Durante uma entrevista para a Vogue, Nathalie Emmanuel revelou que sofreu assédio sexual assim que entrou para o elenco de ‘Game of Thrones‘, em 2013.

A intérprete de Missandei revelou que um ator coadjuvante a ofendeu com comentários machistas sobre suas roupas nos bastidores, mas Emilia Clarke a socorreu e repreendeu a atitude do homem.

“Na minha primeira participação como Missandei, eu estava usando um figurino bastante revelador e houve um incidente com um ator coadjuvante… Ele fez um comentário machista sobre o meu corpo enquanto estávamos no set. Emilia [Clarke] ouviu e logo foi tirar satisfações com ele, dizendo que essas atitudes não seriam toleradas.”

A estrela não quis revelar o nome do ator, e disse que a amizade entre ela e Emilia se fortaleceu cada vez mais a partir daquele momento.

“Quando entrei para o elenco, Emilia já estava filmando há um bom tempo e sabia como as coisas funcionavam. Ela tem uma energia feminina muito forte, e sempre cuidávamos uma da outra. Nossa amizade foi crescendo a partir de tudo isso. Quando você é a única mulher num set dominado por homens, é muito bom conhecer uma amiga, sabe? Surge um sentimento de união.”

Lembrando que a HBO já começou a produção de House of the Dragon, série que servirá como uma pré-sequência dos eventos de Game of Thrones.

A série é baseada no romance Fogo & Sangue

A história se passa trezentos anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e gira em torno da Casa Targaryen. Ao longo de 150 anos, veremos a ascensão e queda de muitos líderes em Westeros.

Além disso, a Guerra Civil de Targaryen, citada durante ‘Game of Thrones‘, deve ser explorada na sequência.

Ainda não se sabe quais personagens do romance de George R.R. Martin irão aparecer no show, visto que as informações indicam que “só porque os personagens estão no livro de Martin, não necessariamente significa que todos estarão na série ou serão exatamente como estão descritos”.

Com previsão de estreia para meados de 2022, vale lembrar que Martin não estará envolvido com o projeto da HBO.

Miguel Sapochnik ficará comandará o episódio piloto e capítulos adicionais. Ele não é estranho à saga Game of Thrones, visto que já dirigiu episódios como Battle of the BastardsThe Long Night.

Ryan Condal (Colony) e Sapochnik serão co-showrunners da produção. Condal assina o roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

‘Mortal Kombat’: Lewis Tan diz que os fatalities são tão brutais que o deixaram enjoado

Desde o início da produção do novo Mortal Kombat‘, o roteirista Greg Russo falou que o filme teria os fatalities dos jogos e que as cenas seriam violentas e sangrentas.

Acontece que algumas elas foram tão extremas e brutais que deixou Lewis Tan enjoado.

Durante uma entrevista para a Variety, o intérprete de Cole Young disse que:

“Os fatalities são horríveis. Eu entrei no set um dia e eu não sabia o que estava acontecendo… Acidentalmente, entrei em numa área em que estavam montando uma cena pós-fatality e me senti muito mal, ao ponto de ficar enjoado. Eu levei o maior susto e fiquei tipo: ‘Que m#rd* é essa? O que aconteceu aqui?’ Parecia que alguém tinha vomitado tripas e pedaços de cérebro para todo lado.”

Ele continuou, explicando que o diretor Simon McQuoid fez questão de deixar o filme bastante fiel aos games:

“Essa brutalidade foi uma coisa que o diretor foi inflexível. Ele disse: ‘Vai ser para maiores de 18 anos’. Não podemos fazer um filme desse para crianças’. E foi isso que fizemos. Mas acho que ele fez com muito bom gosto. Ele não fez só um filme sangrento e louco – apesar de eu não gostar disso -, mas fez algo fiel ao material de origem. E isso é algo que eu respeito muito.”

Lembrando que ‘Mortal Kombat‘ já estreou em alguns países e conquistou 65% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseado em 20 reviews.

O filme teve 13 críticas positivas e 7 negativas.

Até o momento, o longa arrecadou ótimos US$ 19,2 milhões em seu fim de semana de estreia. O filme arrecadou US$ 9,6 milhões na Rússia, país em que mais fez sucesso.

Confira as principais críticas:

“Se você é um fã de Mortal Kombat, você se divertirá muito, pois preencherá as lacunas com seu conhecimento pré-existente da série e se divertirá com a violência. Mas para o espectador médio, haverá poucos motivos para se preocupar com o que está em jogo aqui. Em última análise, é a isso que Mortal Kombat de 2021 se resume – uma adaptação de videogame sólida cheia de fan service para os jogadores (fique para a cena pós-créditos) e um filme de ação decente para todos os outros. ”, Mufaddal Fakhruddin, IGN Oriente Médio

“O filme não se preocupa com o drama dos personagens, já que eles são boxeadores com sangue ninja e boinas verdes com braços robóticos esmurrando lagartos invisíveis e bebês demônios com asas de morcego. Quando eles não estão lutando, os personagens discutem e falam expressões pseudo-espirituais até que é hora de se enfrentar novamente. Mortal Kombat não é para o paladar exigente”, James Marsh, South China Morning Post

“Como um filme baseado no popular videogame, Mortal Kombat efetivamente traz o mundo do jogo para a telona com muito cuidado e atenção aos detalhes. A caracterização e o retrato dos lutadores amados são próximos o suficiente de suas contrapartes no jogo, com roupas e estilos de luta quase idênticos aos do jogo. O visual, os efeitos sonoros, o sangue e a ação são exatamente o que os fãs procuram desde o filme original de 1995 e muito mais.”, A’bidah Zaid, Cultura Geek 

“Esta é uma das poucas vezes em que você gostaria que houvesse mais exposição. Partes deste filme continuam como se tivéssemos todos se preparando para este teste.”, Jonathan Roberts – The New Paper.

“Aqui, por levar tudo tão a sério, os únicos que não vão se entediar são os fãs do videogame.”, Marcelo Stiletano – La Nación.

“Apesar de seus alicerces frágeis, em grande parte dos compostos por uma confusão de clichês que incluem as profecias e as escolhas com rigor, o conjunto funciona como um encanto no tom descomplicado do filme.”, Víctor López G. – Espinof.

Mortal Kombat consegue ser uma adaptação muito mais fiel do que o filme original, ao levar as fatalidades ao extremo na tela e sem medo de classificação para o público adulto.”, Sergio López Aguirre – Cine Premiere

“Vinte e cinco anos depois, essa nova versão traz pouco ou nada de novo.”, Ezequiel Boetti – Otroscines 

“É um filme que certamente deixará muitos fãs da série felizes.”, Alif Majeed – Battle Royale 

“Resumindo, para quem quer um momento de diversão, o melhor que pode fazer é ligar o videogame, escolher um lutador e passar duas horas de sua vida praticando lutas virtualmente.”, – Rolando Gallego 

Mortal Kombat é uma exibição de cenas poderosas, com … quase duas horas de ação.” – Pablo O. Scholz, Clarín  

“Os fãs ficarão satisfeitos em saber que o filme é uma atualização muito significativa do filme Mortal Kombat Annihilation de 1997. Os fãs também podem esperar os famosos movimentos que os personagens faziam na franquia de videogame.”, Bryan Tan, Yahoo! News Singapore 

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.

Assista ao trailer:

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

Após polêmicas, Armie Hammer será SUBSTITUIDO em filme de Taika Waititi gravado há mais de dois anos

De acordo com o Deadline, Armie Hammer (‘O Agente da UNCLE’) acabou sendo substituído da vindoura sátira biográfica ‘Next Goal Wins‘, dirigida por Taika Waititi.

Foi dito que Waititi decidiu refilmar as cenas de Hammer, que não se encontrava disponível, e convidou Will Arnett (‘As Tartarugas Ninja’) para substituí-lo.

Na trama, Arnett dará vida a um executivo da Federação Americana de Futebol de Samoa, conhecida por uma partida brutal da FIFA em 2001, na qual perdeu por 31 a 0.

Ao que parece, Hammer faria apenas uma participação especial no longa, mas Arnett terá mais destaque.

Até o momento, não foi revelado se Waititi tinha a intenção de regravar as cenas justamente para substituir Hammer, já que o astro foi acusado de violência sexual e até canibalismo.

Por conta disso, Hammer perdeu contratos com agências e produtoras, e também foi forçado a abandonar futuros projetos que já estavam em desenvolvimento, como a série sobre os bastidores de ‘O Poderosos Chefão‘.

Em março do ano passado, uma jovem identificada apenas como Effie, alegou que o ator a estuprou e a manteve em cárcere privado por mais de quatro horas.

Além disso, a ex-esposa do ator, Elizabeth Chambers, disse que o comportamento dele mudou desde sua participação no filme ‘Me Chame Pelo seu Nome‘.

Chambers contou aos amigos e à imprensa norte-americana que o ex-marido começou a ficar violento e se transformou em outra pessoa desde que ficou mais próximo de Timothée Chalamet.

Para ela, o longa acabou deixando marcas psicológicas irreversíveis em Hammer.

Por conta disso, ela chegou a proibir que ele participasse da sequência do longa, já confirmada pelo diretor Luca Guadagnino, mas ainda sem previsão de estreia.

Este teria sido o principal motivo para o fim do casamento deles.

Maiores detalhes não foram revelados, mas Hammer segue sendo investigado e parece que seu futuro como ator está cada vez mais incerto.

Lembrando que Next Goal Wins‘ tem previsão de estreia para est ano, sem data definida.

A trama de é baseada no documentário O Próximo Gol Leva, gira em torno do time de futebol samoa-americano, conhecido por suas constantes derrotas e que decide mudar as coisas para a Copa do Mundo de 2014.

Michael Fassbender dará vida a um técnico nada ortodoxo holandês que é designado a ajudar o time, enquanto Elisabeth Moss dará vida a uma personagem ainda não descriminada. Kaimana fará sua estreia cinematográfica como Jaiyah Saelua, o primeiro jogador não-binário a competir na Copa do Mundo Masculina.

Waititi também fica responsável pelo roteiro ao lado de Iain Morris.