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‘Peter Pan e Wendy’: Jude Law será o Capitão Gancho no filme da Disney; Veja o teaser!

A Disney divulgou o teaser do vindouro remake ‘Peter Pan e Wendy’, que estreia direto no Disney+.

Yara Shahidi (‘Black-ish’) viverá a nova versão de Sininho, e Jude Law (‘The Third Day’) dará vida ao icônico Capitão Gancho.

Confira o teaser:

Alexander MolonyEver Anderson viverão os personagens titulares, respectivamente.

Molony é conhecido por seu trabalho em ‘The Reluctant Landlord’‘Claude’, enquanto Anderson é filha da atriz Milla Jovovich, que já trabalhou com a mãe em ‘Resident Evil: O Capítulo Final’, além de estar confirmada como a jovem Natasha Romanoff em ‘Viúva Negra’.

Alexander Molony e Ever Anderson

Alyssa Alook vai viver a guerreira e princesa Tiger Lily.

Escrito e dirigido por David Lowery e Toby Halbrooks (‘Meu Amigo o Dragão‘), o longa será lançado direto na Disney+ e é baseado no romance de J.M. Barrie.

Em 2003, a Universal Pictures lançou uma versão live action que recebeu críticas positivas, mas foi bombardeado nas bilheterias. O filme acabou dando prejuízo de mais de US$ 70 milhões contra um orçamento bem grande (US$ 130,6 milhões).

Já em 2015, a Warner lançou uma versão com Hugh Jackman, Rooney Mara e Amanda Seyfried que também foi um fracasso de público, e gerou mais de US$ 150 milhões em prejuízo para o estúdio.

Tony Ramos se reencontra com amigos do colégio no trailer de ’45 do Segundo Tempo’

Tony Ramos vive crise da meia idade no trailer de ‘45 do Segundo Tempo‘, filme que a Paris Filmes lança nos cinemas ainda em 2021.

Assista:

Para recriar uma foto tirada na inauguração do metrô de São Paulo em 1974, Pedro (Tony Ramos) se reencontra com dois amigos de colégio que não via há 40 anos. Não bastassem as crises existenciais, o envelhecimento, os caminhos e descaminhos de cada um deles, Pedro anuncia, para surpresa geral, que pretende tirar sua própria vida — mas não sem antes ver seu time ser campeão. ‘45 do Segundo Tempo‘ é uma comédia dramática sobre as escolhas, a amizade e sobre redescobrir o presente ao revisitar o passado.

Protagonizado por Tony Ramos, Cássio Gabus Mendes e Ary França, conta com participações especiais de Denise Fraga e Louise Cardoso.

Ryan Reynolds ELOGIA contratação do diretor de ‘Stranger Things’ para ‘Deadpool 3’: “Vai ser violento!

Deadpool 3‘ foi oficialmente CONFIRMADO, e terá Shawn Levy na direção. O diretor já comandou o astro Ryan Reynolds em dois sucessos: ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘, e ainda tem no currículo ‘Stranger Things‘ e ‘Uma Noite no Museu‘.

Para comemorar, Reynolds foi ao Twitter para confirmar que Levy está ligado ao próximo filme e brincou que a produção será “um pouco mais violenta” que as anteriores da dupla.

 

O roteiro fica por conta das irmãs Wendy MolyneuxLizzie Molyneux-Loeglin, que são mais conhecidas pelo trabalho na série animada ‘Bob’s Burgers‘.

O projeto provavelmente será para maiores de idade – assim como os dois filmes anteriores –, mas a informação ainda não foi confirmada.

Ao total, os dois primeiros filmes arrecadaram mais de um bilhão e meio nas bilheterias mundiais.

Zendaya vai ganhar US$ 1 MILHÃO por episódio da 3ª temporada de ‘Euphoria’

Euphoria é um dos maiores fenômenos da televisão contemporânea – e os fãs mal podem esperar para a terceira temporada do drama.

E de acordo com o Puck News, a premiada atriz e estrela da série, Zendaya, renegociou seu contrato com a HBO e agora vai passar a ganhar US$ 1 MILHÃO por episódio da terceira temporada.

Isso a coloca como uma das atrizes mais bem pagas da TV americana, e está no mesmo patamar salarial de Harrison Ford e Kevin Costner, que também tiveram grandes pagamentos por seus trabalhos em séries.

Os novos episódios ainda não têm previsão de lançamento. As duas primeiras iterações, por sua vez, já estão disponíveis na HBO Max.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

O elenco também conta com Zendaya, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Barbie Ferreira, Hunter Schafer.

UÉ? ‘Velozes e Furiosos 11’ terá orçamento menor, deve voltar para o BÁSICO e não terá Jason Momoa como grande vilão

Embora o filme mais recente de ‘Velozes e Furiosos‘ tenha terminado em um momento de angústia com o vilão em liberdade, ‘Velozes e Furiosos 11′ pode trazer outro novo antagonista principal à medida que “volta ao básico”.

Jeff Sneider, do The InSneider, relatou que a franquia vai voltar às suas origens e pretende ser “enxuta e pequena”, com os orçamentos sendo bastante reduzidos.

A fonte de Sneider diz que o 11º filme terá um orçamento de “US$ 200 milhões ou menos” e aparentemente terá a mesma pegada do primeiro filme, com a equipe indo para locais menos importantes e mais focada em um grande assalto ou corrida.

Curiosamente, embora a fonte diga que Vin Diesel estará de volta apesar da recente acusação de agressão sexual , provavelmente será o filme de “último trabalho” de seu personagem – contrariando o anúncio anterior de Diesel sobre a existência de mais dois filmes na série.

Um novo vilão corroba o rumor de que Vin Diesel não gostou da “atuação exagerada” de Jason Momoa e o culpa pelas críticas negativas que o 11º filme recebeu, o chamando de “complicado”, “congestionado” e “previsivelmente ridículo”.

Fontes revelaram que Diesel não está disposto a aceitar que ele pode ter desempenhado um papel nas críticas ruins e está criticando Momoa nos bastidores, embora a atuação do ator tenha sido uma das coisas mais elogiadas do filme.

“Vin está envergonhado por Jason ser considerado o único ponto brilhante do filme e roubar seu brilho na franquia que ele mesmo construiu”, disse uma fonte. 

Insiders disseram que Diesel tem dito aos amigos que a “atuação exagerada” e o “roubo de cena” de Jason prejudicaram seu filme, que teve uma classificação fraca de 57% no Rotten Tomatoes, mas ainda estreou com uma forte bilheteria.

Fontes disseram que Jason ficou sabendo que Vin está o criticando.

Com o fim da longa greve dos roteiristas de Hollywood, a Universal Pictures está agora concentrando todos os seus esforços no desenvolvimento de ‘Velozes e Furiosos 11‘.

O objetivo do estúdio é produzir um roteiro inicial o mais rápido possível para evitar adiar a data de lançamento, que está agendada para o dia 4 de abril de 2025.

Segundo informações apuradas pela Variety, a Universal está dando prioridade máxima ao próximo filme da franquia como seu grande projeto a ser desenvolvido agora que a greve dos roteiristas chegou ao fim.

Relembre o trailer de ‘Velozes e Furiosos 10‘:

Liam Payne, ex-integrante da banda One Direction, morre aos 31 anos

O cantor Liam Payne, ex-integrante da banda One Direction, morreu nesta quarta-feira (16), aos 31 anos. A notícia foi divulgada pela emissora argentina La Nacion.

O ex-vocalista do One Direction foi encontrado morto nesta quarta-feira no hotel Casa Sur, em Buenos Aires. Ele morreu após cair do terceiro andar do edifício localizado na Costa Rica 6092, bairro de Palermo.

Ainda de acordo com o jornal, a polícia foi chamada ao hotel para conter “um homem agressivo” e que poderia estar sob “a influência de drogas ou álcool”.

A polícia confirmou a morte.

Após o hiato do One Direction, Payne assinou um contrato de gravação com a Republic Records na América do Norte.

Em maio de 2017, Payne lançou “Strip That Down” como o single principal de seu álbum de estreia. Ele alcançou a terceira posição na UK Singles Chart e a décima posição na Billboard Hot 100 dos EUA , sendo certificado como platina em ambos os países.

Seu álbum de estreia, LP1 , foi lançado em dezembro de 2019. Ele vendeu mais de 18 milhões de singles em menos de três anos desde o hiato do One Direction e mais de 3,9 bilhões de streams de carreira nesse período.

Qual é a cena mais IMPORTANTE da franquia ‘John Wick’?

O diretor e produtor David Leitch comentou em entrevista ao CineFix sobre alguns de seus visuais favoritos dos filmes pelos quais ficou responsável – e aproveitou para comentar sobre uma cena em específico do aclamado John Wick, lançado em 2014.

A sequência em que Wick conhece seu cachorrinho pela primeira vez foi um catalisador para o longa-metragem e para a franquia em si – considerando que o brutal assassinado de seu animal de estimação o levaria em uma espiral de vingança.

“Há várias cenas ótimas no primeiro John Wick. Acho que a mais impactante é quando Keanu [Reeves] tira o cachorro de dentro do carro. É o combustível emocional para toda a franquia”, ele explica.

 “Representa Helen, sua esposa, bem como sua humanidade – e que eles não vão deixá-lo reter a própria humanidade quando o cachorro é assassinado”.

Leitch acredita que foi uma jogada “provocante” matar o cachorrinho no filme, com a produtora Lionsgate temendo repercussões e reações negativas. Todavia, o acontecimento deu ao personagem-título a motivação para sair de sua aposentadoria e embarcar em uma justificável matança desenfreada.

“Acho que foi uma coisa provocante para fazer em um filme. Nos disseram várias vezes: ‘você não pode matar o cachorro. Vai amaldiçoar o filme’. Acho que, lá no fundo, sabíamos que era o combustível emocional que precisávamos para o personagem e o que queríamos fazer como contraponto. Então, acho que é uma das cenas mais importantes da franquia John Wick, ele continua. 

Qual é o seu filme preferido da franquia?

10 filmes muito tristes… para corações fortes

Existem filmes que mexem com nossos corações, nossas emoções, não tem jeito! Dá aquele nó na garganta, aquelas lágrimas que estavam perdidas em nosso corpo aparecem e quando nos damos conta estamos aos prantos. O cinema tem esse poder e isso é um fato! Seja no cinema, ou em casa vendo em algum serviço de streaming, existem obras que ficam guardadas durante muito tempo em nosso imaginário por conta do impacto que nos causou.

Partindo do princípio que refletir sobre histórias tristes acabam de alguma forma nos fazendo crescer como seres humanos, resolvemos criar uma lista de 10 filmes muito tristes… para corações fortes.

 

Vulcão

Como reconstruir quando você só destrói? Falando sobre a busca da felicidade de um homem, o cineasta islandês Rúnar Rúnarsson – em seu primeiro longa-metragem na época –  transforma um conflito pessoal em uma obra de arte. Vulcão é o tipo de filme que você nunca ouviu falar mas que certamente vai querer debater sobre ele.

Na trama, conhecemos Hannes (Theodór Júlíusson) um rabugento fumante de idade avançada que leva a vida de maneira triste e sem novos grandes objetivos. Faz questão de ser a pessoa mais inconveniente dos lugares onde passa, sendo assim, visto por todos como um infeliz que não gosta de ninguém. Certo dia, após retornar de uma falha tentativa de suicídio, uma certa conversa que escuta desperta nele um sentimento de mudança.

O que mais chama a atenção no longa é a desconstrução do personagem – absurdamente bem feita. A lentidão na narrativa apresentada neste trabalho – característica de alguns filmes europeus – é extremamente necessária para captar todos os elementos que caracterizam o universo familiar que o protagonista vive. Méritos total do diretor, que também escreveu o roteiro.

Theodór Júlíusson – o ator que interpreta o protagonista da história – tem uma atuação fabulosa. Não perde um segundo o foco de seu difícil personagem, o que facilita a exposição dos conflitos para o espectador. Toda a dor, angústia, aflição, insegurança e desespero são mostrados com uma verdade que impressiona. A todo instante, o público interage com a trama e sai do cinema sem saber se Hannes é o vilão ou o mocinho dos fatos.

A cena mais importante da película, a do travesseiro, expõe o tão longe do seu limite emocional o protagonista já se encontrava. A dor dá lugar à compaixão, podemos interpretar não como uma despedida mais um ato de socorro de quem quer recomeçar mais escolheu muito tarde essa opção. É uma parte tocante, uma espécie de clímax desta dramática história.

 

Pieces of a Woman

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, está disponível no catálogo da Netflix. É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações compõem o projeto. A personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, é um grande destaque. O roteiro possui bastante profundidade.

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

O Caderno de Tomy

Ame, leia, veja, escute…e pense em mim de vez em quando. Baseado em uma história real, o longa-metragem argentino O Caderno de Tomy é uma história, antes de mais nada, sobre um último desejo de mãe para filho. Abordando temas delicados como a linha tênue entre procedimentos legais e a eutanásia, a difícil tarefa de dizer adeus, o projeto gera muitas emoções pois em nossas vidas já conhecemos ou sabemos de alguém que já conheceu quem teve câncer. Disponível na Netflix, o filme pode também ser definido como uma grande mistura de sentimentos. Escrito e dirigido pelo cineasta Carlos Sorin.

Na trama, conhecemos uma mulher de 40 e poucos anos (interpretada pela ótima atriz argentina Valeria Bertuccelli) que é diagnosticada com um câncer terminal. Seu marido (Esteban Lamothe), sempre ao seu lado, faz de tudo para que ela fique bem nos seus últimos dias em um quarto de hospital. Certo dia, fugindo de um quadro depressivo por conta de sua situação, resolve escrever um diário endereçado a seu filho pequeno, a cada página que escreve ela conta sobre sua experiência de estar ali mas também todos seus desejos par ao futuro dele. Além do diário, resolve ir twitando sobre sua rotina e acaba ficando famosa involuntariamente saindo em jornais e aparecendo na televisão.

Quando ser corajoso e forte é nossa única opção. Não é um filme fácil, há muita dor pelo caminho dos 84 minutos de projeção. Os diálogos da protagonista com o médico chefe são sinceros, fortes e com uma maturidade gigante. Sedação paliativa ou eutanásia, os contornos dessa linha tênue chegam já no arco final dando bastante profundidade para o polêmico tema.

Por mais que não seja o foco principal, está dentro de outros subtópicos o sentido do relacionamento de pais e filhos. Além disso é algo profundo, dolorido e notório que não é fácil para ela nem para todos ao seu redor. As cenas dos arcos finais deixam nossos corações apertados. O Caderno de Tomy gera muita reflexão sobre o sentido de nossas vidas e o que fazemos com ela.

 

 

Nosso Amor

Não haverá um minuto em que não estrei com você. Exibido pela primeira vez no Festival de Cinema de Toronto, o drama Ordinary Love é encontro de dois grandes atores mostrando a vida como ela é. Um primoroso roteiro, inclemente, profundo mais próximo da realidade do que nossos corações permitem para não se emocionar. Das atuações em perfeita harmonia, Lesley Manville e Liam Neeson, parece que enxergamos esse casal numa volta na praia, ou correndo por aí em alguma pista para pedestres esportistas amadores. Dirigido pela dupla de cineasta Glenn Leyburn e Lisa Barros D’as, Ordinary Love é uma devastadora história sobre amores, união e perdas.

Na trama, conhecemos o harmônico casal Joan (Lesley Manville) e Tom (Liam Neeson) que vivem seus dias animados e com uma união de anos em perfeita sintonia mesmo com os fortes abalos de uma tragédia anos atrás. Mas, a rotina do casal que adora realizar caminhadas matinais, é mudada abruptamente quando a primeira é diagnosticada com câncer de mama e precisa iniciar o tratamento por quimioterapia. A partir dessa situação o relacionamento dos dois muda mas o amor que vive no lar deles é preparado também para enfrentar qualquer tristeza.

Os conflitos durante o tratamento pela quimioterapia expõe os limites emocionais que cada parte do casal chega. Por meio de metáforas delicadas inseridas nas emoções, medos e resistências da protagonista, fruto do magistral roteiro assinado por Owen McCafferty, como a cena do sonhar de um trem partindo e o marido do lado de fora. Essa analogia mostra muito sobre as emoções desse momento delicada que ela enfrenta. A cena do diálogo de Nesson conversando e dizendo tudo que sente sobre a situação com ele enfrentada em frente ao túmulo da filha é algo que emociona numa escala inimaginável, só vendo e sentindo a força dessa cena.

Mas o que seria um bom filme sem dois grandes atores em cena? A sintonia é enorme, parece que estamos abrindo a porta de casa e encontrando à luz da vida de um casal de vizinhos ou mesmo de lembranças de histórias que nos contam na realidade. A atuação dos dois já vale o ingresso.

 

Brothers

No filme, um militar exemplar, pai de dois filhos, é mandando pela ONU para uma missão no Afeganistão. Seu irmão mais novo acaba de sair da cadeia e vai morar um tempo na casa dele um pouco antes desse viajar. Chegando ao local da missão, o helicóptero em que o militar está, é abatido, e o mesmo é dado como morto. Em paralelo, seu irmão começa a ter uma relação mais próxima com a sua mulher. Será que o militar morreu? E se ele voltar para casa e perceber que as coisas estão muito diferentes?

Há um destaque para a narrativa, o modo de filmar bastante interessante marca pelo enredo envolvente e à espera pelo desfecho. Nesse belíssimo longa-metragem dinamarquês, mostra-se a dor impensável de um homem, onde tem que lutar contra muitas coisas que podem até serem banais comparados à guerra, mas não são.

O trio Ulrich Thomsen, Nikolaj Lie Kaas e Connie Nielsen atua de maneira impecável, dando um verdadeiro show.

 

 

Manchester à Beira-Mar

Só nos curamos de um sofrimento depois de o haver suportado até ao fim. Após alguns anos de hiato desde seu último filme, o cineasta nova iorquino Kenneth Lonergan (Conta Comigo) volta às telonas roteirizando e dirigindo um filme pra lá de triste que passa um angustia arrepiante sempre na ótica melancólica de seu protagonista. Manchester à Beira-Mar indicado a seis prêmios do Oscar, é uma história profunda repleta de buscas e dor, com flashbacks impactantes que muito nos mostram nas mudanças da vida de um homem que luta contra uma terrível tragédia em seu passado. Atuações marcantes são vistas, Casey Affleck e Michelle Williams elevam a qualidade da fita e Lucas Hedges cumpre com louvor seu importante papel na história.

Na trama, conhecemos Lee Chandler (Casey Affleck) um homem solitário que vive em um minúsculo quarto na cidade de Boston e sobrevive sendo uma espécie de faz tudo para alguns condomínios próximos a onde mora. Certo dia, seu passado bate em sua porta com a terrível notícia de que seu único irmão Joe (Kyle Chandler) acabara de falecera. Imediatamente, Lee precisa voltar a cidade onde morou durante anos, muito por conta de único sobrinho Patrick (Lucas Hedges), mas precisará enfrentar terríveis dores de seu passado.

Manchester à Beira-Mar é um longa-metragem cirúrgico na modelagem de seus dramas. Há subtramas importantes que são exploradas aos poucos como a distante relação da ex-cunhada do protagonista com o filho. Quando descobrimos o que aconteceu com o protagonista, começamos a entender seu jeito caladão e distante que o acompanha em toda a trama. Os flashbacks, nos arcos iniciais um pouco jogados no roteiro, são parte importante do quebra cabeça que se monta, começamos a entender melhor o porquê daquela personalidade, perguntas do tipo: ‘Será que ele foi sempre assim?’ e ‘O que houve com esse personagem?’ são rapidamente respondidas, fator que nos faz sofrer junto com o personagem.

O filme fala também sobre as inúmeras tentativas que temos de recomeçar, mesmo quando quase tudo parece conspirar contra. A chance que Lee tem em tentar criar o filho de seu irmão, sendo seu tutor, é algo importante para ambos. Nesse desenrolar o roteiro segue frio e seco, e entre seus traumas (visão do protagonista), principalmente o confronto que acontece com sua ex-mulher Randi (Michelle Williams), após ser atualizado de como ela conseguiu de alguma forma seguir em frente é uma das cenas mais bonitas dos últimos anos, arrepia e emoção à flor da pele em cada segundo do emocionante diálogo.

 

 

Ferrugem e Osso

Quantas formas de amor existem? Escrito e dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (O Profeta), Ferrugem e Osso é um drama que consegue tocar a alma de todos os espectadores de maneira bruta, intensa, deixando um rastro de emoção em cada sequência. Estrelado pela ganhadora do Oscar Marion Cotillard o filme é adaptado de uma história do autor Craig Davidson que mais parece o encontro da era moderna entre a bela e a fera.

Na trama, acompanhamos dois destinos que se cruzam de maneira inusitada transformando a vida dos envolvidos. Ali é um rapaz inconsequente que cresceu com sérias dificuldades sociais. É pai de um menino, pelo qual tem um grande carinho que não sabe demonstrar, deixa a cidade onde mora para morar com a irmã e o cunhado. Ao mesmo tempo, somos apresentados a Stephanie uma comprometida treinadora de baleias que sofre um acidente gravíssimo. Esses dois personagens enfrentarão medo, preconceito, dificuldades sociais tendo como grande companheiro a união que nasce desse amor peculiar.

A trajetória fria, triste e vazia da personagem principal, a bela moderna Stephanie, se agrava com um acontecimento que muda para sempre sua vida. A partir desse momento, a personagem amadurece e conseguimos acompanhar essa linda mulher com outros olhos. Marion Cotillard está mais uma vez excelente em um papel sofrido, onde precisou de muita doação, dessa que é uma das melhores atrizes francesas de sua geração. Uma atuação digna de Oscar, fala com o olhar, impressionante e constante.  O que impressiona é que Cotillard estava filmando Ferrugem e Osso e Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge ao mesmo tempo, conseguindo desenvolver muito bem seus personagens nos dois longas.

O outro lado da moeda, é quando paramos para analisar a fera, o personagem principal Alain, interpretado pelo artista belga Matthias Schoenaerts (do marcante Bullhead). Enquanto a personagem de Marion precisa de carinho, Alain só tem a oferecer a frieza e a falta de sentimento. Esse conflito é entendido pelos personagens ao longo do filme, o que enriquece mais ainda a trama, pois, o amadurecimento dessa relação é exatamente aonde o filme se sustenta, levando muitos espectadores às lágrimas pela forma como essa história é contada.

 

Fruitvale Station: A Última Parada

Em seu primeiro longa-metragem, o cineasta californiano Ryan Coogler surpreende o mundo do cinema com um poderoso drama baseado em fatos reais que gera indignação e calafrios do início ao fim. Fruitvale Station: A Última Parada é aquele tipo de filme que faz o espectador não conseguir desgrudar os olhos da telona. A impactante trama não deixa de ser uma bandeira contra a violência policial e o despreparo da segurança, que ainda ocorre em muitas grandes cidades ao redor do planeta.

O vencedor do importante prêmio Um Certo Olhar, no Festival de Cannes, conta a história de Oscar (Michael B. Jordan), um rapaz de 22 anos que busca redenção em sua vida. Demitido do seu honesto emprego, busca forças na sua carinhosa família para não voltar ao mundo das drogas. Mesmo com o passado triste batendo em sua porta muitas vezes, Oscar possui um desejo gigante de ser um melhor pai e um parceiro melhor para sua namorada. No dia 31 de dezembro de 2008, ele e sua família foram protagonistas de uma das cenas mais chocantes, dramáticas e absurdas da história da polícia norte-americana.

Fruitvale Station: A Última Parada é um filme independente. Partindo desse ponto, já sabemos que a força cênica precisa funcionar, exatamente para conseguir criar toda a atmosfera de sofrimento que a trama pede. A vencedora do Oscar Octavia Spencer domina o filme com sua sofrida, controlada e bastante racional personagem. Aos olhos dessa mãe em desespero por dentro mas controlada por fora, o público se sente, cada minuto que passa, mais próximo desta trágica história.

O projeto como um todo, pode ser visto como uma grande crítica às injustiças do destino, ao despreparo de policiais e ao preconceito que ainda cisma em sobreviver nesse mundo. Ao causar indignação do público, ou para todos que não conheciam essa história, o diretor consegue que a mensagem seja passada de forma muito objetiva nas telonas. Fruitvale Station: A Última Parada é um filme que pode e deve ser usado em salas de aula, principalmente em disciplinas ligadas à sociologia e direito. Essa é, sem dúvidas, uma fita que todo cinéfilo precisa conferir.

 

Para Sempre Alice

E se todas as lembranças de nossas vidas simplesmente sumissem ou nunca mais conseguíssemos lembrá-las mais? Para falar sobre o terrível Mal de Alzheimer nas telonas, os diretores Richard Glatzer e Wash Westmoreland criam uma história forte, convincente e comovente que envolve problemas existenciais de uma impactante mulher. Para Sempre Alice é muito mais que um drama tocante, é uma lição de vida onde o público presencia uma das grandes atrizes em atividade no auge do seu talento.

Na trama, conhecemos Alice (Julianne Moore), uma conceituada professora e autora de livros que se encontra em uma fase conturbada de sua vida ao ser diagnosticada com Mal de Alzheimer aos 50 anos. Tentando não enlouquecer e espantando a tristeza, encontra um desafogo para suas dores na tentativa de reaproximação com sua filha mais nova, com quem sempre teve muitos problemas e discussões.

O roteiro, que é baseado na obra de Lisa Genova, aborda a vida da protagonista no trabalho e na família, antes e depois de ser diagnosticada com a doença. No campo familiar, as relações passam a ser mais melancólicas, frias e distantes. Vemos uma protagonista que se desmonta no campo emocional com tanta verdade que somente uma atriz do nível de Julianne Moore para conseguir tal feito.

A protagonista é levada a um recomeço distante, se encontra aprendendo a arte do reaprender todos os dias. Toda a vida acumulando memórias, como conheceu seu marido, quando segurou pela primeira vez seus filhos, tudo isso sendo retirado de maneira cruel. Esse trabalho não deixa de levantar uma bandeira importante sobre a doença que sofre a personagem principal.

 

Tiranossauro

Com uma história intensa que fala sobre raiva e redenção de maneira muito comovente, o ator e agora diretor Paddy Considine (que assina a direção e o roteiro) apresenta aos cinéfilos seu trabalho, Tiranossauro. O nome assusta um pouco, tem gente que acha até que o filme é de ficção científica, porém, qualquer suposição é apenas ilusão. O filme é recheado de pontos positivos e com duas atuações pra lá de convincentes.

Na trama, conhecemos Joseph (Peter Mullan) um homem rodeado por desilusões e que está à beira da loucura dominado completamente pelo ódio que sente. Um certo dia, após beber todas em uma tarde, acaba indo parar na loja de Hannah (Olivia Colman), uma simpática vendedora que também possui seus problemas no cotidiano. Aos poucos, entre um drama e outro, vai surgindo entre eles uma amizade muito forte que acaba virando um conforto para essas duas almas perturbadas por fantasmas que os assombram faz muito tempo.

O longa possui cenas fortes e marcantes provocadas pela fúria sem limite dos personagens principais. O desfecho caracteriza um novo caminho e a liberdade de alguns desses carmas passados, porém, toda ação tem suas consequências. Bruto, intenso, brilhante!  Você não pode perder essa fita irlandesa!

 

10 filmes para assistir com a família sem brigar pelo controle da TV

Quase sempre, quando queremos sentar no sofá, relaxar e assistir a um filme alguma coisa acontece. E, quando temos irmãos dividindo a mesma televisão, a confusão é praticamente certa! Para você que passa por essa situação com frequência, que tal convencer o restante de sua família – ou pelo menos aquela parte que sempre te apurrinha – a assistir aos mesmos filmes que você?

Abaixo, segue uma lista de filmes variados para você parar de brigar pelo controle da tv e transformar o momento em um convite para assistir junto:

 

Robô Selvagem (Prime Video)

Nessa brilhante animação, acompanhamos as aventuras de uma robô que precisa se adaptar quando naufraga em uma ilha.

 

Animais Perigosos (Prime Video)

Uma jovem apaixonada por surf está na Austrália em busca de se encontrar. Poucas horas após conhecer o que parece ser o homem de sua vida, ela é sequestrada por um psicopata obcecado por tubarões.

 

A Rainha do Xadrez (Netflix)

64 casas, 32 peças, milhões de combinações. Esse é o xadrez: um jogo fascinante, repleto de possibilidades. Dentro desse universo, no início da década de 1980, surgiu na Hungria uma jovem jogadora que viria a se tornar um verdadeiro fenômeno desse jogo de raciocínio lógico e estratégico.

 

Ro & the Stardust (Netflix)

No ano de 2040, em um planeta chamado Ecnue, habitado por humanos, Aurora ajuda sua avó a realizar seu sonho: construir um foguete.

 

Minha Família quer que eu Case (Telecine)

A trama acompanha Zoe (Lily James), uma documentarista independente na casa dos 30 anos que priorizou a carreira em detrimento da vida amorosa. Ao decidir registrar o casamento arranjado de seu vizinho de infância, Kaz (Shazad Latif), um oncologista fiel às tradições paquistanesas de sua família, Zoe passa a revisitar suas próprias escolhas e a enxergar, com mais sensibilidade, os caminhos e sinais que a vida insiste em oferecer.

 

Criminoso ou Inocente: O Caso Big Mäck (Netflix)

O filme retrata a mirabolante trajetória de Donald Stellwag, um homem que passou quase dez anos preso por um crime que não cometeu e que, anos depois, volta a se ver no centro de uma nova acusação — desta vez, por um crime que pode ou não ter cometido.

 

A Sala dos Professores (Prime Video)

Carla (Leonie Benesch) é uma professora recém-chegada a uma escola que, após um dos seus alunos ser acusado de roubo, precisa lidar com um problema atrás do outro, gerando uma série de constrangimentos que colocam no centro dos debates o sistema de educação e todos aqueles que fazem parte dele.

 

Na Terra de Santos e Pecadores (Netflix)

Finbar, um assassino de aluguel marcado por um passado amargo, começa a repensar suas escolhas após a morte da esposa. Vivendo em uma vila de poucos habitantes, ele decide enfim se aposentar. No entanto, a chegada de um grupo ligado ao IRA abala essa tentativa de redenção e o obriga a revisitar questões que acreditava ter deixado para trás.

 

Criaturas da Mente (Doc Canal Brasil)

A partir de uma inquietação e também curiosidade de um consolidado cineasta brasileiro, o fascinante documentário Criaturas da Mente vai ao encontro das possibilidades de preenchimento de lacunas, onde um universo fascinante logo se abre. Imerso em um curioso paradoxo – no qual um cineasta não consegue mais sonhar -, Marcelo Gomes encontra o neurocientista Sidarta Ribeiro e, juntos, abrem diálogos que traçam profundos paralelos entre o cinema e os sonhos.

 

A Noite do Jogo (HBO MAX)

Max (Jason Bateman) e Annie (Rachel McAdams) formam um casal competitivo e apaixonado que se conheceu durante um jogo de perguntas e respostas. Desde então, transformaram as noites semanais com amigos em verdadeiras maratonas de desafios. Tudo muda quando Brooks (Kyle Chandler), o irmão de Max, surge organizando uma partida especial. Mas a diversão vira confusão quando ele é sequestrado por homens encapuzados.

Saiba o que está fazendo o elenco de ‘Pânico’ (1996)…

Na coluna ‘por onde anda o elenco…’ já tivemos alguns slashers da retomada dos anos 1990, como Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado e Lenda Urbana, mas havíamos deixado de fora o carro-chefe e grande responsável pela sobrevida do gênero no período, Pânico. Com o anúncio do quinto filme da franquia, agora pelas mãos da Paramount, a volta do elenco original e a data de estreia já definida para 13 de janeiro de 2022, não existe ocasião mais perfeita para celebrarmos este terror adolescente tão querido pelos fãs. Assim, iremos finalmente recapitular por onde andam os principais envolvidos com sua produção.

Portanto, sem mais delongas, enquanto aquecemos os motores para o quinto capítulo da franquia – e começamos a maratonar os quatro longas anteriores – vamos descobrir, bem a tempo para o halloween, o paradeiro do elenco de Pânico (Scream).

Neve Campbell (Sidney Prescott)

Recentemente, andamos falando muito sobre a estrela da década de 1990, Neve Campbell. Primeiro na matéria sobre as Screm Queens dos 90’s e depois na matéria sobre Jovens Bruxas – o primeiro papel de destaque da atriz no cinema. Na época, Campbell se preparava para a terceira temporada da série Party of Five (O Quinteto), produção que realmente colocou seu nome no mapa. Mas, seu primeiro papel protagonista nas telonas viria alguns meses depois com Pânico – época em que o seriado citado se encontrava a pleno vapor por seu terceiro ano. Há pouco tempo, Neve chegou inclusive a revelar que ninguém nos bastidores do slasher tinha certeza de sucesso.

A atriz mencionou que durante os takes, onde ela e os colegas de elenco esperavam para a próxima cena cobertos de sangue artificial, se perguntavam se no ano seguinte os fãs do gênero usariam a fantasia do assassino Ghostface no halloween, ou se o vilão cairia para sempre no esquecimento, como aconteceu com tantos. Hoje, 24 anos depois, três sequências (e mais uma ficando pronta) e três temporadas de uma série derivada, é seguro dizer que desde sua estreia o Ghostface nunca saiu de moda, e se tornou uma das máscaras mais populares saídas de um filme de todos os tempos. Campbell foi vista na superprodução da Universal Arranha-Céu (2018), ao lado do maior astro da atualidade, Dwayne Johnson, e, como dito, se prepara para estrear Pânico 5 em 2022.

Courteney Cox (Gale Weathers)

O legal dos filmes de terror slasher desta época é que testavam no cinema a capacidade de atores que brilhavam em séries de TV populares. E em Pânico, tínhamos duas jovens atrizes saídas de dois dos maiores programas de TV da época: o citado Party of Five e o fenômeno inesgotável Friends. A série de comédia sobre os seis amigos solteiros vivendo em Nova York é uma das mais populares de todos os tempos, sendo redescoberta consecutivamente por gerações ainda hoje, desde sua estreia lá em 1994. O programa durou dez anos, e na época do lançamento de Pânico em dezembro de 1996, Friends estava, vejam só, igualmente em seu terceiro ano e a pleno vapor. E não apenas isso, como no terceiro episódio da temporada, o programa contou com participação de ninguém menos que David Arquette, imortalizado como o policial Dewey na franquia Pânico!

É claro que Cox viveu a perfeccionista Monica Gellar no humorístico. Vale mencionar que nos quase 25 anos desde o primeiro filme, Cox conheceu o colega citado durante as filmagens, iniciaram um relacionamento, se casaram, ela mudou o nome para Arquette, tiveram uma filha e depois de alguns anos eles se divorciaram, com a atriz voltando ao nome de solteira. Apesar disso, continuam amigos e ambos retornam para o quinto filme. Cox, ainda bem novinha, fez o filme do He-Man, Mestres do Universo (1987), e o primeiro Ace Ventura (1994), com Jim Carrey, no qual estava lindíssima. Depois do fim de Friends, Cox protagonizou a série Cougar Town por seis temporadas, e participou de programas famosos como Shameless (2018) e Modern Family (2020).  No cinema, seu último filme foi a coletânea dramática sobre mães e filhas, Minha Mãe e Eu (2016).

Depois de cinco anos longe das telinhas, Courteney Cox irá volta para o mundo das séries com uma nova comédia de terror intitulada Shining Vale.

A história gira em torno de Patricia “Pat” Phelps (Cox), uma criança perturbada que se tornou viciada em drogas e em álcool, conseguindo superar seus problemas ao escrever sobre a traumática infância. Agora trilhando o percurso de uma romancista de sucesso, Pat se vê com alguns dilemas: ela não consegue arranjar a fórmula certa para escrever uma sequência, seu marido está ausente e seus filhos adolescentes parecem odiá-la. Como ela pode dar a volta por cima? Mudando-se para os subúrbios, onde descobre que atrocidades terríveis aconteceram, e eventualmente perceber que foi alvo de uma possessão demoníaca.

David Arquette (Dewey Riley)

O policial atrapalhado Dewey morria no primeiro roteiro de Pânico, mas o carisma de David Arquette no papel foi tanto que os realizadores optaram por mantê-lo vivo no desfecho do filme original. Curiosamente, na continuação de 1997, o mesmo ocorre, com Dewey terminando entre a vida e a morte. Irmão mais novo das atrizes Rosanna Arquette e Patricia Arquette, David possui um jeito peculiar de ser e atuar nos filmes, sempre beirando o estranhamento e a esquisitice, características que leva consigo para seus papeis.

Após o sucesso de Pânico, Arquette teve destaque na comédia romântica Nunca Fui Beijada (1999) e no “terrir” Malditas Aranhas (2002), da Warner. Atualmente, no entanto, fora da franquia Pânico, Arquette se concentra basicamente em filmes da categoria B, sem nomes conhecidos no elenco e produção, e deve estar seguindo os passos do ex-cunhado Nicolas Cage, já que tem nada menos que 7 filmes em fase de pós-produção para estrear antes de Pânico 5, todos, certamente, renegados ao mercado de vídeo por aqui. Fora isso, desde 2000 David Arquette investe na carreira como lutador de luta livre (Wrestling) – é sério!

Drew Barrymore (Casey Becker)

Drew Barrymore era o maior nome do elenco na época do lançamento de Pânico, tanto que os realizadores a queriam no papel da protagonista Sidney. Barrymore, é claro, havia sido uma atriz mirim de sucesso, e um de seus primeiros trabalhos foi o blockbuster E.T. – O Extraterrestre (1982). Na fase adolescente se envolveu em diversos problemas pessoais com o uso de drogas e bebidas, mas deu a volta por cima emplacando em filmes como Relação Indecente, Quatro Mulheres e um Destino, Somente Elas, Amor Louco, Batman Eternamente e Todos Dizem Eu te Amo – tudo isso antes de estrelar Pânico. A atriz achou melhor optar por uma participação menor no filme, terminando com o papel da primeira vítima Casey.

A intenção da atriz era passar ao público a sensação de que nem mesmo o rosto mais conhecido do elenco estava seguro, assim tudo poderia acontecer. Algo orquestrado por Hitchcock em Psicose, porém, ainda mais intenso, já que Barrymore sai de cena logo nos primeiros minutos do filme. A atriz seguiu como nome mais forte do elenco, sendo a única considerada verdadeiramente uma estrela – dentre seus sucessos, a franquia As Panteras, da qual é produtora. Barrymore protagonizou as três temporadas de Santa Clarita Diet, da Netflix, ganhou seu próprio talk show e prepara sua volta às telonas com The Stand-In, comédia sobre uma atriz e sua dublê, onde viverá papel duplo. Seu último filme no cinema havia sido o drama Já Estou com Saudades (2015).

Skeet Ulrich (Billy Loomis)

Pânico é uma bela homenagem orquestrada pelo roteirista Kevin Williamson aos slashers do cinema. Uma das mais fortes referências é ao clássico absoluto Halloween – A Noite do Terror (1978), do mestre John Carpenter. Além das diversas citações, entre elas à atriz Jamie Lee Curtis, e do filme ser exibido na TV durante uma festa num momento chave de Pânico, o nome do personagem de Skeet Ulrich é pura dedicatória ao herói do filme de Carpenter, o psiquiatra do assassino Michael Myers, que trata de caça-lo na noite de dia das bruxas mais perigosa de todas. Porém, o personagem do saudoso Donald Pleasence era por sua vez uma dedicatória ao mestre Alfred Hitchcock e ao namorado da protagonista Janet Leigh em Psicose – que se chamava Sam Loomis (vivido pelo ator John Gavin).

Ulrich foi contratado por sua semelhança física com Johnny Depp, outro ator descoberto por Wes Craven para um de seus filmes, este no caso A Hora do Pesadelo (1984). Billy Loomis logo se torna o principal suspeito dos assassinatos, mas será que o personagem mais óbvio é mesmo o culpado? Depois de participações em filmes como Melhor é Impossível, Newton Boys e Suando Frio, todos ainda na década de 1990, Ulrich deu uma sumida e não cumpriu o estrelato prometido. Atualmente ele se encontra na série Riverdale, sucesso do canal CW.

Rose McGowan (Tatum Riley)

A morena Rose McGowan colocou uma peruca loira para viver Tatum, a desbocada cheia de atitude irmã do policial Dewey, que é também a melhor amiga da protagonista Sidney e namorada do amalucado Stu. É claro que com tantas conexões, apesar de ser a personagem preferida de muitos neste primeiro filme, a coisa ia dar ruim para Tatum. É dela que vem algumas das referências mais legais do longa, como citações a filmes, atores e diretores na forma de trocadilhos, embaralhando títulos e personalidades – como “Wes Carpenter” (mistura dos lendários cineastas do gênero). Apesar de seu destino cruel, a realidade pode ser ainda mais aterradora, já que Pânico, fora das telas, serviu como marco zero para o movimento #metoo e o início das acusações contra o mega produtor Harvey Weinstein.

Pânico foi produzido pelo empresário, e McGowan trabalharia com ele novamente no terror Fantasmas (1998). A atriz foi a primeira a vir a público com as denúncias. Na época, McGowan ainda participou de Um Crime Entre Amigas, Prontos para Detonar e foi parte do elenco fixo da série de sucesso Charmed, sobre um trio de irmãs bruxas, após a saída da problemática Shannen Doherty em 2001. Seu último filme conhecido foi em 2011, com o remake de Conan – O Bárbaro, protagonizado por Jason Momoa, no qual interpretou a vilã.

Matthew Lillard (Stu)

Outro amalucado do elenco, Matthew Lillard trazia sua excentricidade para os papeis que fazia, ficando conhecido pelo jeitão todo particular. Foi assim, por exemplo, em Hackers – Piratas de Computador (1995), no qual atuou lado a lado com a vencedora do Oscar Angelina Jolie, então uma solene desconhecida. Assim, Stu foi apenas mais uma extensão deste “personagem-ator”, cheio de trejeitos e maneirismos, além das gírias, risadas e jeito aloprado em geral.

Desta forma, não é de se espantar que o ator tenha sido escolhido para viver a versão de carne e osso do “maconheiro” Salsicha nos live-action do Scooby-Doo (2002 e 2004). Lillard segue até hoje como a voz do personagem em variadas animações. Ainda aproveitando o sucesso de Pânico, ele faria Wing Commander e 13 Fantasmas. Somente nos últimos anos foi que Matthew Lillard optou por papeis e uma atuação mais séria e contida, longe de sua sempre caricatura. O epicentro de tal mudança foi o indicado ao Oscar Os Descendentes (2011), trilha que continuou em Twin Peaks: O Retorno (2017). Atualmente, ele faz parte do elenco de Good Girls, série da Netflix.

Jamie Kennedy (Randy)

Uma das grandes sacadas de Pânico é a metalinguagem. Os personagens sabiam tudo sobre filmes de terror, e traçavam um paralelo com o que lhes ocorre na “vida real”, dentro do filme. No entanto, nenhum personagem personifica tanto este artifício quanto Randy, o funcionário cinéfilo de uma vídeo locadora (sim, Pânico já está no túnel do tempo) que entende tudo de filmes de terror. Ele é o nerd de plantão, o personagem com que todo aficionado se identifica. Devido a estas características, ele é também o eterno apaixonado pela protagonista Sidney, que nunca sai da “friend zone”.

Após o sucesso na franquia Pânico, na qual permaneceu como favorito de muitos até o terceiro episódio, Jamie Kennedy aproveitou sua popularidade para ganhar seu próprio programa de pegadinhas, intitulado The Jamie Kennedy Experiment (2002-2007). Neste período, resolveu protagonizar comédias ambiciosas para a Warner e sua subsidiária New Line, vide Sequestro em Malibu (2003) e O Filho do Máskara (2005), ambos fracassos de crítica e público, com o segundo vivendo para se tornar um dos piores filmes de todos os tempos. Em 2018, Jamie Kennedy participou de O Ataque dos Vermes Malditos 6, lançado direto em vídeo.

Wes Craven (Diretor)

O mestre Wes Craven nos deixou em agosto de 2015. Pânico viveu para se tornar um dos maiores sucessos de sua carreira, e uma muito bem-vinda reenergizada em sua filmografia, que na época amargava produções que não estavam emplacando muito com o público. É claro que Craven era dono de sucessos, como A Hora do Pesadelo (1984), mas nos anos que precederam Pânico andava meio mal das pernas. Ele havia lançado, por exemplo, Um Vampiro no Brooklyn – comédia de horror subestimada, protagonizada por Eddie Murphy, no ano anterior.

E nem mesmo uma nova investida pelos pesadelos de Freddy Kruger em 1994 se mostrou apelo de bilheteria suficiente. Craven repetiria muito da metalinguagem, dos bastidores de cinema e do filme dentro do filme tirado de O Novo Pesadelo (1994) para Pânico e suas sequências. Seus últimos trabalhos foram como produtor da série Scream e do longa de terror The Girl in the Photographs. Como diretor, Craven se despediu com Pânico 4 (2011).

Kevin Williamson (Roteirista)

Midas dos slasher adolescentes no fim da década de 1990, Kevin Williamson tinha o dedo em tudo, desde Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, passando por Pânico e sua continuação, até Prova Final – e dizem boatos que retocou o roteiro de Halloween H20. Não bastasse isso, o escritor criou sua própria série de sucesso juvenil com Dawson’s Creek. Mas foi quando se aventurou a dirigir que as coisas saíram dos trilhos e Tentação Fatal (1999) se viu em meio a polêmicas reais, se tornando um fracasso – que muitos sequer tem conhecimento da existência.

Depois da ausência em Pânico 3, Williamson voltaria a se reunir com o colega Wes Craven para duas outras obras, o fracasso Amaldiçoados (2005) e o subestimado Pânico 4 (2011). Williamson, embora nem todos saibam, esteve por trás de seriados de sucesso, como The Following (2013-2015) e Vampire Diaries (2009-2017). Atualmente está em cartaz, como criador, da série Tell me a Story. Infelizmente, em Pânico 5 não teremos o envolvimento dos criadores originais, já que Craven faleceu há cinco anos e Williamson não terá participação no roteiro do longa.

Roteirista de ‘Os Fantasmas se Divertem’ quase escreveu ‘Hellraiser II’

Em uma sessão de perguntas e respostas durante o Screamfest, o roteirista de ‘Hellraiser II‘, Peter Atkins, revelou que não foi o primeiro contratado a assumir o cargo da sequência. O Bloody Disgusting foi atrás de mais detalhes, e descobriu que Michael McDowell era originalmente o roteirista do filme.

Segundo Atkins, McDowell se desligou do projeto devido a trágica morte de seu parceiro.

Sobre como conseguiu o trabalho, Atkins revela:

“Clive [Barker] me ligou e disse ‘Pergunta engraçada: Você já escreveu algum roteiro?’. Eu disse que não, e ele respondeu ‘Bem, se um produtor te ligar em cinco minutos fazendo a mesma pergunta, você está preparado para mentir?’, e eu rapidamente confirmei.”

O roteirista também revela que Barker deu algumas ideias e direções para o projeto – que acabou se tornando um dos filmes favoritos da franquia pela maior parte dos fãs.

5 Filmes de Terror para Assistir no Natal

Natal é uma época de espalhar felicidade, receber presentes e comemorar com seus familiares. No entanto, o gênero fantástico não perdoa datas comemorativas e há diversos filmes de terror que narram a magia do Natal sob um espectro bastante sombrio.

Pensando nisso, separei uma lista com meus cinco filmes de terror natalinos favoritos. E para vocês? Qual clássico do gênero não pode faltar no seu Natal?

5. Natal Negro

O remake, lançado em 2006, não é exatamente um bom filme, mas não posso dizer que não é divertido. É um slasher que não se leva a sério, com grande parte do elenco conhecido pelos fãs do gênero e mortes extremamente violentas. É uma ótima pedida para o feriado, assistir com os amigos bebendo e rir bastante dos exageros do filme.

4. A Christmas Horror Story

Esse terror independente provavelmente passou despercebido pela maior parte dos fãs do gênero, mas merece muito estar nessa lista. Considerando seu caráter antológico, era esperado que o filme divergisse com a qualidade de seus contos, mas até o piorzinho segmento dessa produção ainda é acima da média.

3. Uma Noite de Fúria

Sem dúvidas, esse é um dos meus favoritos! Humor negro e doses cavalares de violência em um filme que nunca se leva a sério e já começa com um verdadeiro massacre natalino hilário, que serve para introduzir perfeitamente o tom da produção.

2. Perigo Próximo

Esse filme é como uma versão violenta e para maiores do clássico ‘Esqueceram de Mim‘, com uma trama que progressivamente vai pesando o tom da produção. O que começa aparentemente como um terrir inocente, vai ganhando dimensões mais aterradoras conforme o filme se desenvolve, contribuindo para uma tensão crescente no decorrer da narrativa. Apesar de ser um filme divertido, ‘Perigo Próximo‘ não esquiva de momentos pesados, chocando ao mesmo tempo em que nos faz rir.

1. Krampus: O Terror do Natal

Depois de criar ‘Contos do Dia das Bruxas‘, um dos meus filmes favoritos de Halloween, Michael Dougherty retorna para tocar o terror no Natal. ‘Krampus: O Terror do Natal‘ é um filme competente, que traz a dose certa de horror para satisfazer os fãs do gênero, ao mesmo tempo em que também pode ser visto em família. É um filme perfeito para o feriado e com certeza garantirá uma boa diversão para todos.

Bônus: O Estranho Mundo de Jack & Gremlins

Esses são dois clássicos absolutos do gênero que simplesmente transcenderam essa lista. Coloquei como bônus porque, apesar da maioria absoluta já terem assistido ambos, seria um pecado não mencioná-los. Além do mais, é sempre bom dar uma revisitada porque são dois filmes atemporais.

Bônus [2]: Treevenge

E se as árvores de Natal se revoltassem e começassem a matar as pessoas por vingança? Essa ideia é fruto de um curta-metragem absurdo, hilário e completamente sangrento. E vocês podem conferi-lo na íntegra acima!

Um feliz Natal para todos vocês!

Annabelle Wallis, de ‘Annabelle’, vai estrelar novo terror de James Wan

De acordo com Variety, Annabelle Wallis (‘Annabelle‘ e do reboot de ‘A Múmia‘) vai estrelar o novo terror de James Wan para a New Line, que ainda não teve o título divulgado.

Detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Recentemente, Wan confirmou que o projeto seguirá uma trama original e terá efeitos práticos.

“Há muita especulação sobre o que será meu próximo projeto… Tudo o que eu posso dizer é que estou muito animado por voltar as minhas origens com esse terror para maiores de idade. Será uma trama original (não será um reboot/remake ou nada baseado em algo que já exista) com efeitos práticos – sem fundo verde falso,” revelou o diretor.

Além de dirigir, Wan coescreve o roteiro ao lado de Ingrid Bisu.

Espera-se que as filmagens aconteçam em Los Angeles, ainda em 2019.

‘Just Beyond’: Disney+ está desenvolvendo nova série cômica de terror; Saiba mais!

De acordo com o TVLine, a Disney+ está desenvolvendo uma série cômica de terror antológica, intitulada ‘Just Beyond‘.

A produção será baseada nos quadrinhos criados por R.L. Stine.

O projeto será comandado por Seth Grahame-Smith (‘Orgulho e Preconceito e Zumbis‘), e oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

“Eu cresci assistindo reprises de ‘Além da Imaginação’ com meus pais,” afirmou Grahame-Smith. “Eu sempre quis fazer uma série antológica do gênero que as famílias pudessem assistir juntas de um jeito que agradasse tanto os adultos, quanto as crianças. R.L. Stine fez parte da infância de muitas pessoas e a Disney+ já se provou um lugar de conteúdo com alta qualidade para toda a família.”

Stine servirá como produtor executivo da série.

A expectativa é que a produção seja lançada em 2021.

‘Legacies’: Danielle Rose revela o que a Hope enfrentará na 3ª temporada

A CW divulgou um novo vídeo dos bastidores da 3ª temporada de ‘Legacies‘, com a atriz Danielle Rose revelando o que sua personagem, a Hope, irá enfrentar no próximo ciclo.

Confira:

A próxima temporada irá estrear no dia 21 de janeiro.

Criada por Julie Plec e Brett Matthews, a série um spin-off de ‘The Vampire Diaries‘ e ‘The Originals‘.

A trama segue a história de Hope Mikaelson, filha de Klaus Mikaelson e Hayley Marshall. Hope, que é descendente das mais poderosas linhagens de vampiros, lobisomens e bruxas, e as gêmeas Lizzie e Josie Saltzman, que frequentam a Escola Salvatore para Jovens e Superdotados. A escola, que foi aberta após os acontecimentos de The Vampire Diaries, fornece um refúgio onde vampiros, lobisomens, bruxos e outros seres sobrenaturais podem aprender a controlar suas habilidades e impulsos sobrenaturais.

O elenco conta com Danielle Rose Russell, Matthew Davis, Aria Shahghasemi, Quincy Fouse, Peyton Alex Smith, Kaylee Bryant, Jenny Boyd, Chris Lee, Leo Howard e Ben Levin.

‘Os Muppets’: Especial de Halloween do Disney+ ganha trailer DUBLADO; Assista!

Disney+ divulgou o primeiro trailer do especial de Halloween de ‘Os Muppets‘, intitulado ‘Muppets Haunted Mansion: A Festa Aterrorizante‘.

Confira:

O especial será lançado na plataforma no dia 8 de outubro.

O primeiro especial de Halloween apresentará o elenco dos Muppets, participações de celebridades e novas músicas e diversões assustadoras para as famílias desfrutarem. A produção será ambientada durante a noite de Halloween, quando Gonzo é desafiado a passar uma noite na Mansão Mal Assombrada.

Vale lembrar que, recentemente, foi anunciado que um reboot de ‘Mansão Mal-Assombrada‘, baseado na popular atração do parque da Disney, está em desenvolvimento.

Justin Simien (‘Cara Gente Branca’) será responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Katie Dippold (do reboot ‘Caça-Fantasmas‘).

Yvette Nicole BrownJohn StamosTaraji P. HensonDarren CrissWill Arnett e Kim Irvine foram confirmados na produção e se juntam a um time que inclui Alfonso Ribeiro, Danny Trejo, Chrissy Metz, Jeannie Mai, Sasheer ZamataJustina MachadoSkai JacksonCraig RobinsonPat SajakEd Asner.

Lançada em 1969 e ainda extremamente popular, a atração gira em torno dos visitantes entrando em uma mansão sinistra com uma grande variedade de sustos sobrenaturais. Dentre seus personagens mais populares, inclui-se Hatbox Ghost, Madame Leota, The Phantom e os Hitchhiking Ghosts.

Em 2003, um longa baseado na atração, estrelado por Eddie MurphyTerence StampMarsha Thomason, foi lançado, mas falhou em cumprir as expectativas dos estúdios. O filme arrecadou apenas US$182 milhões nas bilheterias, a partir de um orçamento de US$90 milhões, além de ter sido um fracasso de crítica (amargando 14% de aprovação no Rotten Tomatoes).

‘The Flight Attendant’ NÃO terá 3ª temporada, afirma Kaley Cuoco

Em entrevista ao People, Kaley Cuoco revelou que a aclamada série ‘The Flight Attendant‘ não deve retornar para a 3ª temporada – apesar de não descartar a ideia de retomar a produção em um futuro distante.

“Nós fizemos duas [temporadas]. Provavelmente não faremos outras. Acho que me decidi nisso. Há interesse em uma terceira temporada, mas, no momento, acredito que o avião já decolou. Nós fizemos muitas coisas na segunda temporada. Mesmo com apenas oito episódios, exploramos tanto a narrativa que me pergunto o que poderíamos fazer a seguir. Se retornarmos [para uma nova temporada], precisamos fazer algo melhor que os dois primeiros ciclos, o que seria muito difícil.”

Apesar disso, a atriz afirma que não descarta o retorno da produção em futuro distante: “Algumas das minhas séries favoritas levaram um tempo para retornar, então eu acabo ficando muito ansiosa para conferir a nova temporada. Quero me certificar que os fãs ficarão empolgados e que não estamos forçando [um novo ciclo].”

Criada por Steve Yockey, a série é uma adaptação do romance homônimo de Chris Bohjalia.

A trama segue Cassandra Bowden, que acorda de ressaca em um quarto de hotel em Dubai… com um cadáver ao seu lado, sem saber o que aconteceu. Ao invés de chamar a polícia, ela se junta aos seus colegas de trabalho em um voo para Nova York, onde ela é interceptada por agentes do FBI, que têm algumas perguntas sobre suas recentes atividades. Sem conseguir lembrar o que aconteceu, Cassandra começa a suspeitar que ela pode ser a assassina.

O elenco ainda conta com Zosia Mamet, Michiel Huisman, Rosie Perez, T.R. Knight, Colin Woodell, Michelle Gomez, Merle Dandridge, Griffin Matthews e Nolan Gerard Funk.

Demi Lovato solta a voz em música INÉDITA para ‘Pânico 6’; Confira o videoclipe!

A música inédita da Demi Lovato para a aguardada sequência ‘Pânico VI‘ foi lançada oficialmente.

Intitulada Still Alive (Ainda Viva, tradução livre), a canção traz uma pegada de rock seguindo o mesmo estilo de seu último álbum, HOLY FVCK.

Confira na íntegra, com o videoclipe oficial:

Vale lembrar que ‘Pânico VI‘ será lançado nos cinemas nacionais dia 9 de março, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

‘After – Para Sempre’ ganha data de estreia no Prime Video; Confira o trailer legendado!

O romance ‘After – Para Sempre‘, último filme da saga baseada nos romances de Anna Todd, finalmente ganhou data de estreia no Prime Video.

O longa será lançado no catálogo brasileiro do streaming no dia 1º de janeiro.

Na trama, Hardin precisa entregar seu livro finalizado, mas sofre com um bloqueio criativo. Sem se desconectar do passado, ao descobrir que Tessa está em Portugal, ele viaja para encontrá-la. Mas tudo indica que as coisas mudaram e não vai ser fácil recuperá-la.

Confira o trailer legendado:

“Chegou a hora de descobrir o desfecho da intensa história de amor de Tessa e Hardin: AFTER – PARA SEMPRE (After Everything) estreia nos cinemas brasileiros em 14 de setembro. Prepare-se para assistir a toda emoção que vai incendiar as telonas no quinto e último filme da franquia que é fenômeno mundial.”

Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin retornam.

 

‘Apartamento 7A’: Pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary’ abre com 44% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 18 críticas publicadas até o momento, o terror ‘Apartamento 7A‘, que serve como pré-sequência de ‘O Bebê de Rosemary‘, abriu com 44% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Segundo o consenso geral, o longa falha em trazer algo novo e significativo ao universo do clássico de 1968, e o seu potencial é prejudicado pelo conceito limitado de uma pré-sequência.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“O potencial do filme nunca é alcançado além de um trecho de 10 minutos que, infelizmente, é imediatamente seguido pelos créditos finais.” (Slant Magazine)

“No geral, ‘Apartamento 7A’ é uma ótima expansão para a história do ‘O Bebê de Rosemary’, e conta com algumas performances brilhantemente dedicadas.” (THN)

“É um filme que traz algo diferente, embora, às vezes, a sacralidade do longa original seja talvez mantida um pouco a sério demais.” (ComicBook)

“Em 2024, um ano cheio de filmes sobre gestações aterrorizantes, ‘Apartamento 7A’ consegue trazer sua própria visão sobre esse tópico. Infelizmente, essa é a única novidade do filme.” (Deep Focus Review)

“O ‘Apartamento 7A’ enfrenta o desafio de ser uma pré-sequência, ou seja, não há nenhum senso de mistério porque já sabemos o desfecho da protagonista e só nos resta assistir ao desenrolar de sua história.” (Black Girl Nerds)

“‘Apartamento 7A’ segue exatamente o mesmo caminho que o longa original, sem se desviar do caminho nem um pouco do percurso.” (Collider)

O longa será lançado na Paramount+ no dia 27 de dezembro, e vai explorar o que aconteceu no icônico apartamento antes de Rosemary se mudar.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Dirigido por Natalie Erika James (‘Relíquia Macabra’), que também assina o roteiro ao lado de Christian White, o longa recebeu uma alta classificação etária (R), e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O filme foi classificado pelo MPAA por “cenas violentas e uso de drogas”.

Ambientada em 1965, em Nova York, a trama é ambientada antes dos eventos do longa original, explorando o que aconteceu no apartamento antes da Rosemary Woodhouse se mudar.

Enquanto passa por dificuldades após uma lesão devastadora, uma jovem dançarina (Julia Garner) se encontra atraída por forças malignas quando um casal mais velho e afortunado a promete uma chance de ganhar fama.

John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’), Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller servem como produtores.

Novo ‘Superman’ deve arrecadar entre US$ 90-125 milhões em estreia nos EUA

De acordo com o Deadline, o aguardado live-action de ‘Superman‘, que marcará o início do novo DCU nas telonas, deve arrecadar em torno de US$ 90-125 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

Outras projeções, no entanto, indicam uma abertura de até US$ 145 milhões.

Em análise inicial, há algumas categorias para serem analisadas.

Em termos da atenção popular sobre o projeto sem a influência do marketing, o longa está registrando um desempenho maior do que ‘Top Gun: Maverick‘ ($126.7M). Isso se deve ao fato do live-action ser focado em um dos heróis mais famosos da cultura popular, além de marcar o início de um novo universo cinematográfico.

Em contrapartida, a média do público que considera o filme “imperdível”, que precisa ser visto nos cinemas, está abaixo de ‘Thor: Amor e Trovão‘ ($144.1M), ‘Batman‘ ($134M) e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ ($118.4M).

Além disso, o site afirma que ‘Superman‘ se encontra 71% abaixo de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ neste mesmo período.

Vale destacar, no entanto, que faltando pouco menos de um mês para a estreia e com a campanha de marketing aumentando – sem contar a reação dos críticos e espectadores –, muita coisa pode mudar em relação ao lançamento do filme. Fiquem ligados!

Superman’ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de julho.

Superman, o primeiro longa-metragem da DC Studios a chegar às telonas, deve estrear nos cinemas de todo o mundo neste verão, distribuído pela Warner Bros. Pictures. Em seu estilo característico, James Gunn assume a nova história do super-herói original, no recém-imaginado universo DC, com uma combinação singular de ação épica, humor e coração, um Superman movido pela compaixão e por uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Criadora quebra o silêncio após o CANCELAMENTO do reboot

Em entrevista ao Variety, a aclamada diretora Chloé Zhao (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’) comentou sobre o chocante cancelamento do reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros‘.

Intitulada ‘Buffy the Vampire Slayer: New Sunnydale‘, a nova versão se passaria 25 anos após os eventos finais da série original. O episódio piloto foi filmado em agosto do ano passado, em Los Angeles.

“Não estou surpresa. Eu me diverti muito com a Sarah [Michelle Gellar], com todo o elenco e equipe envolvidos neste projeto. E nós, antes de tudo, nos vemos como os guardiões da série original. Nossa prioridade, tanto para a Sarah quanto para nós, sempre foi sermos fiéis ao seriado original e aos nossos fãs.”

Ela completa, “As coisas acontecem por um motivo. Precisamos manter nossos corações abertos, dar boas-vindas ao incerto e ver até onde isso irá nos levar.”

Anteriormente, Gellar (‘O Grito’) havia compartilhado a notícia em suas redes sociais: “Estou muito triste em ter que compartilhar isso, mas eu queria que todos recebessem essa notícia de mim. Infelizmente, o Hulu decidiu não seguir em frente com o reboot de ‘Buffy, a Caça-Vampiros’. Quero agradecer a Chloé Zhao, porque eu nunca pensei que eu voltaria a interpretar a Buffy e, graças a ela, lembrei o quanto eu amo essa personagem. Ela significa muito para mim, e [esse cancelamento] não muda nada disso.”

Confira a publicação e siga o CinePOP no Youtube:

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Sarah Michelle Gellar confirma que nova série não será um REBOOT

Sarah Michelle Gellar elogia o revival de ‘Buffy’ e a visão de Chloé Zhao: “Vem de uma verdadeira fã”

As irmãs Nora e Lila Zuckerman (‘Agents of S.H.I.E.L.D.’) serviriam como showrunners.

Além de Gellar, a produtora original da série, Gail Berman, também retornaria à equipe de produção.

O elenco principal da nova série incluiria: Ryan Kiera Armstrong, Faly RakotohavanaAva Jean, Sarah BockDaniel Di TomassoJack Cutmore-ScottChase Sui WondersMerrin DungeyAudrey HsiehAudrey Grace Marshall.

Vale lembrar que a série original está disponível no Disney+.

‘Star Trek – Discovery’: Rekha Sharma e Kenneth Mitchell entram para o elenco

O elenco de ‘Star Trek – Discovery’ continua crescendo e mais dois atores entraram para o elenco, além de haver uma nova troca de personagens.

Rekha Sharma, de ‘Battlestar Galactica‘, assume o papel da comandante oficial de segurança, Landry.

E numa inversão de papéis, o posto de comandante Kol sai do ator Shazad Latif e agora passa para Kenneth Mitchell, o outro ator a ingressar na trama. Quanto a Latif, ele vai encarar o papel do tenente Tyler, oficial da Starfleet.

 

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’


A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

Cansado da Netflix? Conheça os serviços de streaming concorrentes!

A Netflix chegou ao Brasil em 2011, revolucionando a forma como consumimos filmes e séries de TV. A partir de seu sucesso vertiginoso, outras empresas começaram a investir em plataformas de streaming, garantindo que o seu conteúdo seja de fácil acesso, à medida que também atua como um grande instrumento no combate à pirataria no ramo do entretenimento.

Redefinindo também a forma como os grandes estúdios e corporações do show business lidam com a distribuição de seus conteúdos, as plataformas inauguraram um novo estilo de vida. Muito mais que o Netflix and Chill, o mundo hoje vive em um voraz contexto sociocultural, com o surgimento da expressão binge watch. No português, os verbetes significam “assistir na larica”, o que simboliza muito bem os longos fins de semana imersos no sofá em um loop de episódios sucessivos e filmes dos mais diversos gêneros. Viver deitado nunca foi uma experiência tão ativa assim.

Dentro deste universo, a Netflix encontrou seus novos concorrentes, que fugindo de qualquer amadorismo, conseguiram consolidar grades de programação bem vastas, que oferecem produções originais de grande cacife, além de muito conteúdo exclusivo.

Mas e a pergunta que não quer calar: Vale a pena contabilizar mais uma assinatura?

Para responder a esse latente questionamento, fizemos uma densa busca nas três concorrentes presentes no Brasil e separamos o que vale a pena conferir, quais os principais diferenciais de cada plataforma e o valor da assinatura – até porque todos nós temos que pagar as continhas e não tá fácil contratar todos os serviços que tem por aí, não é?

Então, confira ai!

 

Amazon Prime Video

A plataforma da Amazon tardou, mas chegou ao Brasil em dezembro de 2016. E com pouco mais de um ano no currículo, ela foi capaz de reconfigurar sua grade de programação, investindo pesado na produção de conteúdos originais, fazendo com que o timing seja seu aliado, com lançamentos simultâneos aos Estados Unidos.

Aqui, temos um leque poderoso de séries originais, que incluem:

As aclamadas: ‘Mozart in The Jungle’, ‘American Gods’ e ‘The Marvelous Mrs. Maisel’ (premiada no Globo de Ouro 2018),

As estreantes: ‘Jack Ryan’ – estrelada por John Krasinski -, ‘Philip K. Dick’s Electric Dreams’,  – a ‘Black Mirror’ da Amazon – e ‘Jean Claude Van Johnson’ – com o próprio vivendo um agente secreto.

Para assistir sempre que quiser: ‘The Office’, ‘Parks and Recreation’ e ‘The Night Manager

E os filmes mais queridos: ‘Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças’, ‘John Wick – Um Novo Dia Para Morrer’, ‘A Cabana’, ‘O Regresso’, ‘O Amor e Outras Drogas’, só para citar alguns.

A cereja do bolo: A primeira temporada completa de ‘This is Us’ (que por sinal é da Fox)

Mensalidade: R$ 7,90 nos seis primeiros meses, subindo para R$ 14,90 em seguida

Compensa?
Com o menor valor dentre as quatro plataformas de streaming presentes no Brasil, a Prime Video possui um catálogo bem recheado, que será contemplado com uma cartela de séries originais ao longo de 2018. Este ano, figurinhas carimbadas como Julia Roberts, Michael Sheen e Orlando Bloom estrelam as novas produções que chegam em breve.

Ponto extra: As smartvs da Samsung possuem o aplicativo da Prime Video, então dá pra conferir o conteúdo direto do sofá da sala!

 

HBO Go

Pensando no seu leque de produções originais, que inclui vários documentários indicados ao Oscar, bem como as séries mais cobiçadas do momento, a HBO não perdeu tempo e em 2016 reuniu sua cartela milionária em uma plataforma de streaming. Aqui você encontra todo o conteúdo original da emissora, bem como alguns dos filmes que fazem parte dos estúdios subsidiários à Time Warner, dona do canal. Isso inclui produções da Warner Bros.e New Line Cinema e também significa que muito em breve os assinantes poderão rever a ovacionada adaptação de ‘Mulher-Maravilha’.

Aqui, temos uma variedade de séries originais, algumas você conhece bem como:

As aclamadas: ‘Game of Thrones’, ‘Big Little Lies’, ‘Westworld’, ‘Silicon Valley’ e ‘Veep

As estreantes: ‘Mosaic’, ‘Here And Now’, ‘High Maintenance’ e ‘The Deuce

Para assistir sempre que quiser: ‘Família Soprano’, ‘The Night Of’, ‘Boardwalk Empire’ e ‘Band of Brothers

E os populares filmes: ‘Kong: A Ilha da Caveira’, ‘A Chegada’, ‘Sully: O Herói do Rio Hudson’ e ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam

A cereja do bolo: ‘LEGO Batman’ (porque ele é simplesmente maravilhoso)

Mensalidade: R$ 34,90 para dispositivos Android e US$ 10,99 para iOS

Compensa?
O preço é salgado, mas tem suas vantagens. Com algumas das produções mais cobiçadas do momento, a plataforma tem as duas joias da coroa da atualidade: ‘Game of Thrones’ e ‘Big Little Lies’. Além disso, é uma questão de tempo até que ‘Westworld’ se transforme no próximo GOT. Pelo menos é para isso que os chefões da emissora trabalham! E ah, não se esqueça que os criadores do sucesso épico também estão produzindo uma série de spin-offs, que virão para cobrir a lacuna que os Sete Reinos deixarão nos corações nerds. Vale a pena considerar a assinatura.

 

Fox Premium

A Fox patinou no começo com a oferta do seu serviço de streaming, mas reavaliou sua proposta e conseguiu montar uma plataforma que possui uma boa qualidade de navegabilidade, além de excelentes opções de conteúdo. O único problema para quem já é assinante da TV a cabo é que agora não basta apenas assinar os canais Fox. Se você não possui na sua grade de programação as versões Premium, vai ter que contratar o serviço por fora ou fazer um upgrade junto à contratante. Independente disso, a emissora é a casa das populares séries de ‘Homeland’, ‘Empire’ e da indutora instantânea de lágrimas, ‘This is Us’. E se você curte esportes, pode conferir a programação da Fox Sports também.

Aqui, temos uma boa cartela de séries originais, algumas você já era fã e não sabia, como:

As aclamadas: ‘This is Us’ (vâmo chorar junto Brasil!), ‘The Americans’, ‘The Walking Dead’, ‘American Crime Story’, ‘Baskets’, ‘Empire’, ‘Os Simpsons’ e ‘American Horror Story

As estreantes: ‘Atlanta’, ‘The Halcyon’ e ‘Better Things

Para assistir sempre que quiser: ‘Black Sails’, ‘Tyrant’ e ‘Da Vinci’s Demons

E os filmes mais diversos: ‘Indomável Sonhadora’, ‘Piranha’, ‘Magic Mike’ e ‘Ace Ventura: Um Detetive Diferente

Mensalidade: R$ 24,90

Compensa?
Honestamente? Ainda não. Embora o Fox Premium possua grandes séries originais, seu catálogo ainda é muito limitado em se tratando de quantidade. Apenas algumas produções possuem todas as temporadas e a grade de programação dos filmes é muito pequena, com conteúdos que ou já são bem antigos (vide ‘Ace Ventura’), ou são um tanto desprezíveis, como ‘Acertando as Contas com Papai’. A Fox tem muito potencial, mas precisa colocar mais água nesse feijão para compensar o valor.

 

Telecine Play

A plataforma não dispõe de séries, mas conta com um catálogo com mais de 1.500 filmes, frutos da extensa parceria da Globosat com os maiores estúdios de cinema, como a Disney e a Universal Pictures. No entanto, seu acesso se limita à contratação do pacote de seis canais do Telecine. Ou seja, não é possível assinar apenas a plataforma de streaming, como já acontece com as demais.

Aqui você vai encontrar desde os clássicos cults aos grandes lançamentos, como

Os aclamados: ‘Fragmentado’, ‘La La Land: Cantando Estações’, ‘Estrelas Além do Tempo’, ‘Intocáveis

Os populares: ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, ‘Capitão América: Guerra Civil’, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’, ‘500 Dias Com Ela’ e ‘12 Anos de Escravidão

Compensa?
A plataforma em si compensa e muito! Com os maiores sucessos de bilheterias, além de muitas produções clássicas, para o público infantil e até mesmo documentários, o Telecine Play tem tudo que um bom cinéfilo ama. O problema mesmo é a falta de opção para se tornar um assinante independente, sem vínculos com as operadoras de TV a cabo.

Como o único meio de ter acesso ao catálogo é possuindo os seis canais de filme na grade de programação, talvez seja válido ponderar algumas questões como: quanto tempo você passa diante da TV? Os valores do acréscimo são atraentes?

Caso a resposta seja sim, se joga!

‘Capitã Marvel’: Cena inédita traz lutas INSANAS; Confira a descrição!

Ao longo do painel da Marvel na CCXP, várias novidades exclusivas de ‘Capitã Marvel’ foram compartilhadas com os fãs.

Entre os materiais apresentados, uma cena inédita foi exibida, evidenciando os poderes da heroína, diante do Skrull.

Confira a descrição:

A cena abre com a Capitã Marvel suspensa de ponta cabeça, com um aparelho tentando extrair suas memórias.

Em seguida, flashbacks do passado, do período em que ela era piloto da Força Aérea. Em um hangar, raios de sol ao fundo, com a heroína caminhando para fora.

Lá ela tem um lapso de memória, com uma rápida cena do espaço em sua mente. Sua colega de trabalho surge e pergunta: onde está sua cabeça?

“Nas nuvens”, ela diz e devolve a pergunta. A colega retruca, “nos meus ombros”.

Em seguida diz: “vamos mostrar para esses homens como é que se faz”.

Ela entra no avião, olha pra sua colega, que rapidamente parece mudar de cor – gerando estranheza em Carol.

Vemos Carol de ponta cabeça, com seus braços e pernas presos em uma máquina. Skrulls discutem como poderiam acessar suas memórias, há algo que eles querem.

Até que ela quebra as correntes e sai na porrada com todos. Ela foge pelos corredores da nave, é encurralada por skrulls, pergunta retoricamente: vocês não sabem como tirar isso, certo? Então vai ter que ser do modo tradicional.

Cena dela lutando com os vilões, muita ação, socos

brutais, até que ela, com todo o seu poder, se livra das “algemas” destruindo os skrulls com as chamas que saem de suas mãos.

Um buraco se abre na nave, muitos são sugados, ela é sugada para fora e ativa seu capacete moicano, conseguindo voltar pra dentro, entra em uma pequena nave, um skrull a segue, ela o empurra pra fora e ela sai disparado pela imensidão do infinito.

 

Capitã Marvel‘ ganhou um novo trailer, exibido com exclusividade durante o painel da Marvel na CCXP.

O novo material repete boa parte das cenas já apresentadas nos trailers anteriores, mas traz alguns destaques valiosos, como novos detalhes a respeito do personagem de Jude Law, além do retorno do Agente Coulson.

Confira a descrição:

O trailer começa trazendo destroços de um avião, com Carol Davis estirada ao chão. A narração fala sobre o resgate da personagem, que fora trazida para o planeta Hala. Vemos Carol também sendo treinada por Jude Law, que a questiona sobre os sonhos que tem tido. Ela o corrige, dizendo que são memórias. Nesse momento, flashbacks de sua infância ressurgem, mostrando a pequena Carol brincando na praia, com flashes de seu tempo como pilota da Força Aérea.

A cena em que ela invade uma Blockbuster é apresentada de novo, e Nick Fury a pergunta sobre o que poderia ter acontecido. Ironizando, ele diz, “disseram que o invasor estava vestido para jogar laser tag”. Em seguida, a câmera se direciona para o Agente Coulson, que é apresentado pela primeira vez.

No trailer, Carol Davis tenta rastrear seu passado e acaba encontrando arquivos que trazem informações sobre seu período como pilota. Ela ainda explica ao Nick Fury sobre os perigos dos paceshifters.

Capitã Marvel aparece com o capacete de moicano em uma cena eletrizante no espaço, cheia de ação, que encerra o trailer.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Timothée Chalamet vai interpretar Bob Dylan nos cinemas

O jovem astro Timothée Chalamet teve um ano de 2019 grandioso e 2020 deve seguir em ritmo acelerado, com ele assumindo mais um novo projeto.

Segundo o portal Deadline, o ator está em negociações para interpretar o músico Bob Dylan nos cinemas em uma cinebiografia ainda sem nome. A produção será dirigida por James Mangold, o mesmo responsável pelo aclamado ‘Johnny & June‘, biografia que conta a história de Johnny Cash. O longa em questão rendeu a Joaquin Phoenix uma indicação ao Oscar e uma estatueta para Reese Witherspoon em 2006.

Essa não é a primeira vez que a história de Bob Dylan migra para os cinemas. O aclamado músico foi tema do grandioso sucesso cult ‘Não Estou Lá‘, dirigido por Todd Haynes. A produção rendeu à Cate Blanchett uma indicação ao Oscar por sua caracterização como Dylan.

Chalamet terá um ano de 2020 bem agitado com projetos grandiosos. Além de estar no elenco do novo filme do Wes Anderson, intitulado ‘The French Dispatch‘, ele estrela a aguardada adaptação de ‘Duna‘.

Elliot Page agradece pelo apoio dos fãs, após se assumir como trans

O ator Elliot Page (‘The Umbrella Academy’, ‘Juno’) agradeceu pelo apoio recebido pelos fãs, após se assumir transgênero no dia 01 de dezembro.

Em uma breve publicação feita em sua conta oficial do Instagram, ele refletiu sobre como todo o carinho e amparo foram fundamentais nesse momento tão importante.

Confira:

“Do fundo do meu coração, obrigado. Seu amor e apoio tem sido o maior dos presentes. Continuem seguros e apoiem uns aos outros. Se possível, apoiem Transanta e Trans Lifeline. Nos vemos em 2021. Beijos, Elliot”. 

Elliot, anteriormente conhecido como Ellen Page, anunciou ser transgênero no início de dezembro, por meio de sua conta oficial do Twitter.

Confira o comunicado oficial:

“Olá amigos, gostaria de compartilhar com vocês que sou uma pessoa trans, meus pronomes são he/they (ele/eles, no inglês) e meu nome é Elliot. Me sinto muito bem escrevendo isso. De estar aqui. De ter chegado neste lugar em minha vida. Sinto uma gratidão imensa pelas incríveis pessoas que me apoiaram ao longo da jornada. Nem sei como começar a dizer o quão incrível me sinto ao finalmente amar quem eu sou, o bastante para ir atrás de meu eu autêntico. Fui tremendamente inspirado por várias pessoas na comunidade trans. Obrigado pela coragem, por sua generosidade e pelo incessante trabalho em fazer deste mundo um lugar mais inclusivo e empático. Ofereço meu apoio e continuem a lutar por uma sociedade mais igualitária”.

Elliot retorna para a já confirmada 3ª temporada de The Umbrella Academy, cujas filmagens devem começar em fevereiro do ano que vem.

Até lá, assista à nossa crítica da 2ª temporada:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Elliot Page, Robert Sheehan, Tom Hopper, David Castañeda, Aidan Gallagher, Emmy Raver-Lampman, Mary J. BligeCameron Britton.

‘Matrix Resurrections’: Keanu Reeves APOIA o lançamento simultâneo no streaming

A maior estreia da Warner Bros. em 2021 está bem próxima, com ‘Matrix Ressurections‘ chegando aos cinemas nesta semana, com seu lançamento no streaming HBO Max acontecendo apenas um mês depois.

E embora muitos cineastas e atores tenham verbalizado o seu desgosto pelo lançamento simultâneo de seus filmes, o formato não parece ter incomodado o astro Keanu Reeves. Durante uma entrevista ao portal The Guardian, ele foi questionado sobre o assunto e brincou sobre a opção.

Na ocasião, ele ainda fingiu estar aborrecido com a possibilidade do reporter querer assistir o filme no aconchego do seu notebook:

“Cara, sério? Não assista a esse filme pelo streaming, não faça essa m****! Você tá maluco? Você vai assistir o novo Matrix pelo streaming, em um notebook?… Sabe, claro, assista no formato streaming se você precisar!”, brincou o ator.

Assista nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Matrix Resurrections vale pena nostalgia, mas é um blockbuster genérico….

Com estreia marcada para 22 de dezembro nos cinemas nacionais, ‘The Matrix Resurrections‘ é uma continuação da história estabelecida no primeiro filme MATRIX.

Na trama, Reeves e Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam.  

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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Paul Walter Hauser revela que contou seu papel secreto no MCU para MAIS DE 70 pessoas

Mesmo com toda a política de sigilo da Marvel Studios, o ator Paul Walter Hauser — vencedor do Globo de Ouro e novo integrante do MCU — admitiu que não conseguiu guardar totalmente segredo sobre seu personagem em ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘.

No longa, atualmente em cartaz, Hauser interpreta Harvey Elder, o vilão icônico Toupeira, que nesta nova versão se une ao Quarteto Fantástico para enfrentar Galactus. Mas, segundo o próprio ator, ele não foi tão discreto quanto a maioria de seus colegas da Marvel.

“Se eu for honesto — e hoje em dia eu prezo muito pela honestidade — provavelmente contei para 70 ou 80 pessoas, entre familiares e fãs. Não vou mentir dizendo que não falei para ninguém. Contei para várias dezenas de pessoas”, revelou em entrevista à GQ.

Apesar disso, Hauser garantiu que quem soube respeitou o segredo:

“Eles não saíram espalhando por aí ou falando com a imprensa. Mas, se uma criança chegasse pra mim numa cadeira de rodas com um gibi e perguntasse: ‘Você é o Homem-Toupeira?’, eu dizia algo como ‘Não sei, mas ouvi dizer que há uma toupeira por aí…’ e dava uma piscadinha só pra animar”. 

O ator comparou as regras de sigilo da Marvel a “atravessar a rua fora da faixa”:

“Você pode até ser [multado] por isso, mas espero que eles estejam ocupados pegando os bandidos de verdade. Acho que o Kevin Feige e o pessoal da Marvel têm coisas mais importantes para se preocupar do que me caçar”. 

Hauser se junta a um elenco estrelado na nova fase do MCU, e sua versão do Homem-Toupeira marca uma reinterpretação do personagem clássico dos quadrinhos — desta vez, como um aliado inesperado dos heróis.

Com 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a produção recebeu uma nota A- do público no CinemaScore. Apesar de ter mantido a mesma média de ‘Superman‘ e ‘Thunderbolts*‘, a aprovação do filme ficou acima de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ (B-).

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em exibição nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Diretor compara Thanos a Darth Vader

Em uma curta entrevista à Empire, o diretor Joe Russo revelou que uma das intenções é transformar Thanos em o Darth Vader da nova geração:

“Darth Vader foi o vilão mais notável da minha infância e esperamos ter feito de Thanos o Darth Vader dessa nova geração. Estamos torcemos para que ele tenha aquela complexidade, causando medo nas pessoas, mas também as levando nessa jornada com ele. Francamente, ‘Guerra Infinita’ é o filme dele.”, afirmou.

Comercial da Disney revela armadura completa do Homem de Ferro em ‘Guerra Infinita’; Vem ver!

Vingadores: Guerra Infinita chega em 26 de abril de 2018 e Vingadores 4 tem estreia marcada para 2 de maio de 2019.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Turma da Mônica: Laços’: Amigos estão reunidos em novas fotos do live-action

O diretor Daniel Rezende divulgou uma nova foto oficial de Turma da Mônica: Laços’, live-action inspirado nos personagens de Mauricio de Sousa. Confira:

🧡❤💚💛 #turmadamonicalaços

Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez) em

A Mauricio de Sousas Produções revelou que a comediante Monica Iozzi entrou para o elenco do filme live-action, que chega aos cinemas em 2019. Iozzi interpretará a mãe da protagonista.

No elenco estão Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali).

Confira:

Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs’) vai comandar o primeiro filme live-action baseado nos gibis.

Ele trabalhou como editor nos filmes ‘Cidade de Deus‘ (2002), ‘A Árvore da Vida‘ (2011) e ‘RoboCop‘ (2014).

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Lançada em 2013, graphic novel ‘Laços‘ foi criada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que levaram os clássicos personagens de Mauricio de Sousa a uma aventura repleta de emoção, lembrança e perigos.

Na história, o Floquinho desapareceu. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um “plano infalível”.

As filmagens devem começar em junho e a estreia é prevista para 2019.

Confira o cartaz e o anúncio:

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Dica do fim de semana | Suspenses interessantes nos streamings

O suspense é um dos gêneros mais amados dos cinemas, e até mesmo aqueles que dizem não gostar costumam elogiar filmes de outros gêneros que usam elementos dos suspense em sua construção. Neste fim de semana de chuvas pelo Brasil, o CinePOP selecionou alguns filmes presentes nos principais streamings no Brasil para você assistir. Confira!

Operação Overlord

Estrelado por Jovan Adepo e Wyatt Russell, essa mistura de suspense com ficção científica se passa durante a Segunda Guerra Mundial e acompanha uma equipe de soldados designada para derrubar uma torre que permitirá o “Dia D”. O problema é que 90% do pelotão é dizimado logo no desembarque e os que sobrevivem acabam se envolvendo em uma trama de experimentos nazistas e a busca por um soro do supersoldado. Esse projeto de John Walker Origens é incrível e vai agradar mais ao público que curte tramas de conspiração e não se incomoda tanto com algumas cenas gore. Ah, um pequeno spoiler: os experimentos dos filmes foram parcialmente baseados em casos reais da União Soviética e da própria Alemanha nazista. Quem quiser assistir, pode procurar esse longa no catálogo da Netflix.


Um Pequeno Favor 

Nesta trama completamente inesperada de Paul Feig (The Office), Stephanie (Anna Kendrick) é uma mãe viúva com aspirações a YouTuber que é tida como “esquisitona” pelas outras mães da escola. No entanto, sua vida sofre uma grande virada quando ela conhece Emily (Blake Lively), uma mãe “empoderada”, por assim dizer, dona da família perfeita. Elas começam uma amizade estranha até que Emily morre e a polícia começa a desconfiar de Stephanie, que passa a viver com a família em luto da amiga. É uma mistura interessantíssima de suspense com humor que vai surpreender muita gente. O filme pode ser visto no Telecine.

 

O Informante

Juntando drama e suspense, esse longa abraça os clichês mais famosos dos filmes policiais e se apoia muito no ato final para marcar o espectador. Na trama, Pete (Joel Kinnaman) é um veterano de guerra que foi preso por defender sua esposa (Ana de Armas) em um bar. Então, após quatro longos anos de cadeia, ele é solto e tenta retomar sua vida com a família. Só que o FBI acredita que ele possa ajudar a desmontar a máfia polonesa. Dessa forma, a agente Wilcox (Rosamund Pike) o coloca pra trabalhar infiltrado na máfia, o que ocasionalmente o leva de volta para a prisão, onde a polícia começa a desconfiar que ele seja uma agente infiltrado e, bem… Tudo vai dando errado ao ponto de você se preocupar com a segurança de absolutamente todos os personagens em cena. Não chega a ser uma obra-prima, mas é bem interessante e está na Netflix.

 

Sem Limites 

Dono de uma estética sensorial muito boa, esse longa que completou 10 anos em 2021 passou meio despercebido pelo Brasil, mas foi um fenômeno lá fora. A história acompanha um escritor frustrado (Bradley Cooper) que está passando por um bloqueio criativo de meses e acaba fracassando em tudo que tenta. Para piorar a situação, sua namorada o deixa e ele fica na famosa foça emocional. Então, ao sair de um bar, ele encontra um ex-cunhado que se compadece da situação e oferece a ele uma droga capaz de desenvolver o cérebro humano. O escritor fica meio receoso, mas aceita. E quando ele toma a pílula, começa a se lembrar de coisas que a memória dele registrou ao longo da vida e desenvolve um foco sobre-humano. Centrado, ele escreve o livro em dias, aprende novos idiomas e vira um gênio da matemática. Só que, como era uma droga que o deixava assim, ele começa a desenvolver uma dependência que pode deixá-lo demente caso não continue consumindo. Para piorar, grandes empresários começam a se aproximar dele e seu segredo fica ameaçado. Para piorar o que já estava piorado, ele começa a ter lapsos de memória e certos crimes hediondos começam a ser ligados a ele. Tudo isso embalado pela incômoda estética utilizada para replicar a sensação do uso do narcótico nas câmeras. É um filmaço tenso e intenso que está disponível no Globoplay.

Fuja!

Aproveitando que o dia das mães é amanhã, esse filme mostra exatamente o tipo de relação que mãe nenhuma deve ter com a filha. Isso porque o longa conta a história de uma menina doente que é medicada pela mãe (Sarah Paulson) e se envolve numa relação terrível de superproteção. Então, a menina descobre que essas supostas doenças que ela tinha eram muito suspeitas e que provavelmente acabou passando a vida inteira sendo drogada pela mãe que não queria perdê-la para a “vida mundana”. Então, acompanhamos o desespero da filha (Kiera Allen, que é cadeirante na vida real) tentando escapar desesperadamente do controle da mãe, enquanto sofre com os empecilhos do mundo atual para  as PCD. É um longa sufocante que está na Netflix.

 

Crítica | Filhos do Ódio – Produção de Spike Lee traz história real sobre luta racial no Mississippi

Spike Lee já se tornou sinônimo de intensas e marcantes produções cinematográficas cujos temas são centrados nas questões da luta racial preta. Responsável por clássico como ‘Faça a Coisa Certa’ e os recentes sucessos ‘Destacamento Blood’ e ‘Infiltrado na Klan’, Spike Lee volta seu trabalho na busca de contar histórias que contribuam para a conscientização do combate ao racismo, de modo que quando ele não está dirigindo filmes com esses temas, ele os está produzindo. É o caso de ‘Filhos do Ódio’, longa de 2020 cuja produção executiva leva seu nome e que chega agora na Netflix.

Bob Zellner (Lucas Till) é um rapaz branco que, junto com três colegas, decidiu fazer um trabalho para a faculdade sobre líderes pretos da comunidade local em Bansfield, Mississippi. Esse simples gesto foi suficiente para atiçar a raiva da comunidade branca extremista local – mais especificamente, os membros da Ku Klux Klan, dentre os quais seu próprio avô (Brian Dennehy). Indignado com o comportamento de seus vizinhos, Bob começa a ter se interessar cada vez mais pelas lutas dos negros, o que vai aos poucos minando seu relacionamento com sua noiva (Lucy Hale). Quando um enorme protesto atravessa sua cidade, Bob entende que precisa tomar uma atitude, porém, sendo um rapaz branco, suas escolhas não serão bem vistas pelos moradores de Bansfield.

Baseado na história de vida de Bob Zellner, ‘Filhos do Ódio’ tem um título péssimo, mas retrata justamente isso: a história de filhos e netos de uma geração que se acostumou a odiar os seres humanos não brancos, e como, através dessas gerações, esses filhos e netos muitas vezes quebram o ciclo racista e buscam construir um mundo mais igualitário para todos.

Com um roteiro elaborado por Barry Alexander Brown, baseado no livro de Bob Zellner com Constance Curry, e dirigido pelo mesmo Barry Alexander Brown, o longa trabalha a pauta da segregação racial no sul dos Estados Unidos centrando sua história em um protagonista branco, e isso é um pouco esquisito. Esbarra ali na construção do branco salvador, e isso gera um pouco de incômodo, bem como também a ingenuidade excessiva do protagonista, que parece totalmente alheio ao que acontece fora do seu mundo privilegiado. Apesar disso, é um filme bem produzido, com boas atuações e uma história infelizmente real.

Passado em 1961, já são sessenta anos dos acontecimentos de ‘Filhos do Ódio’, e, a ver pelo comportamento social de muita gente, infelizmente comprova que os filhos e netos desses que lutaram e desses que odiaram voltam a se enfrentar nos dias de hoje, o que demonstra a pertinência do filme – para nosso próprio lamento. Para que eventos assim nunca mais voltem a acontecer em nenhum lugar, é preciso mais filmes como esse, para que o espectador faça sua própria reflexão crítica sobre o tema. Daí a importância de pessoas como Spike Lee, que, quando não está diretamente envolvido em produções que promovam essa conscientização, está ajudando a produzir filmes assim. Que bom ter filmes assim chegando ao público brasileiro!