Site Página 4563

Globo de Ouro 2021 | Confira a lista completa de vencedores!

Abrindo a temporada de premiações de 2021, a 78ª edição do Globo de Ouro já está sendo transmitida na TNT – e o CinePOP traz para você a lista completa de vencedores, atualizada em tempo real.

Confira:

CINEMA

Melhor Filme – Drama
Meu Pai
Mank
Nomadland
Bela Vingança
Os 7 de Chicago

Melhor Filme – Musical ou Comédia
‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’
Hamilton
Palm Springs
Music
A Festa de Formatura

Melhor Direção
Emerald Fennell (‘Bela Vingança’)
David Fincher (‘Mank’)
Regina King (‘Uma noite em Miami’)
Aaron Sorkin (‘Os 7 de Chicago’)
Chloé Zhao (‘Nomadland’)

Melhor Atriz em Filme – Drama
Viola Davis (‘A Voz Suprema do Blues’)
Andra Day (‘The United States vs. Billie Holiday’)
Vanessa Kirby (‘Pieces of a Woman’)
Frances McDormand (‘Nomadland’)
Carey Mulligan (‘Bela Vingança’)

Melhor Ator em Filme – Drama
Riz Ahmed (‘O som do silêncio’)
Chadwick Boseman (‘A Voz Suprema do Blues’)
Anthony Hopkins (‘Meu pai’)
Gary Oldman (‘Mank’)
Tahar Rahim (‘The Mauritanian’)

Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Maria Bakalova (‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’)
Michelle Pfeiffer (‘French Exit’)
Anya Taylor-Joy (‘Emma’)
Kate Hudson (‘Music’)
Rosamund Pike (‘Eu Me Importo’)

Melhor Ator em Filme – Musical ou comédia
Sacha Baron Cohen (‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’)
James Corden (‘A Festa de Formatura’)
Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’)
Dev Patel (‘The Personal History of David Copperfield’)
Andy Samberg (‘Palm Springs’)

Melhor Ator Coadjuvante
Sacha Baron Cohen (‘Os 7 de Chicago’)
Daniel Kaluuya (‘Judas e o Messias Negro’)
Jared Leto (‘Os Pequenos Vestígios’)
Bill Murray (‘On the Rocks’)
Leslie Odom, Jr. (‘Uma noite em Miami’)

Melhor Atriz Coadjuvante
Glenn Close (‘Era uma vez um sonho’)
Olivia Colman (‘Meu pai’)
Jodie Foster (‘The Mauritanian’)
Amanda Seyfried (‘Mank’)
Helena Zengel (‘Relatos do Mundo’)

Melhor Roteiro
Bela Vingança
Mank
Os 7 de Chicago
Meu pai
Nomadland

Melhor Filme Estrangeiro
‘Another Round’ (‘Druk’) – Dinamarca
‘La Llorona’ – Guatemala / França
‘Rosa e Momo’ (‘The Life Ahead’ ou ‘La vita davanti a sé’) – Itália
‘Minari’ – EUA
‘Nós Duas’ (‘Two of Us’ ou ‘Deux’) – França e EUA

Melhor Animação
‘Os Croods 2: Uma Nova Era’
‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’
‘A Caminho da Lua”
‘Soul’
‘Wolfwalkers’

Melhor Trilha Sonora
‘O Céu da Meia-Noite’ – Alexandre Desplat
‘Tenet’ – Ludwig Göransson
‘Relatos do Mundo’ – James Newton Howard
Mank’ – Trent Reznor, Atticus Ross
‘Soul’ – Trent Reznor, Atticus Ross, Jon Batiste

Melhor Canção Original
“Fight for You” de ‘Judas e o messias negro’ – H.E.R., Dernst Emile II, Tiara Thomas
“Hear My Voice” de ‘Os 7 de Chicago’ – Daniel Pemberton, Celeste
“Io Sì (Seen)” de ‘Rosa e Momo’ – Diane Warren, Laura Pausini, Niccolò Agliardi
“Speak Now” de ‘Uma noite em Miami…’ – Leslie Odom Jr, Sam Ashworth
“Tigress & Tweed” de ‘The United States vs. Billie Holliday’ – Andra Day, Raphael Saadiq

TELEVISÃO

Melhor Série – Drama
The Crown
‘Lovecraft Country’
‘The Mandalorian’
‘Ozark’
‘Ratched’

Melhor Série – Musical ou comédia
‘Emily em Paris’
‘The Flight Attendant’
‘The Great’
‘Schitt’s Creek’
‘Ted Lasso’

Melhor Atriz em Série – Drama
Emma Corrin (‘The Crown’)
Olivia Colman (‘The Crown’)
Jodie Comer (‘Killing Eve’)
Laura Linney (‘Ozark’)
Sarah Paulson (‘Ratched’)

Melhor Ator em Série – Drama
Jason Bateman (‘Ozark’)
Josh O’Connor (‘The Crown’)
Bob Odenkirk (‘Better Call Saul’)
Al Pacino (‘Hunters’)
Matthew Rhys (‘Perry Mason’)

Melhor Atriz em Série – Musical ou comédia
Lily Collins (‘Emily em Paris’)
Kaley Cuoco (‘The Flight Attendant’)
Elle Fanning (‘The Great’)
Jane Levy (‘Zoey’s Extraordinary Playlist’)
Catherine O’Hara (‘Schitt’s Creek’)

Melhor Ator em Série – Musical ou comédia
Don Cheadle (‘Black Monday’)
Nicholas Hoult (‘The Great’)
Eugene Levy (‘Schitt’s Creek’)
Jason Sudeikis (‘Ted Lasso’)
Ramy Youssef (‘Ramy’)

Melhor Atriz Coadjuvante em Série
Gillian Anderson (‘The Crown’)
Helena Boham Carter (‘The Crown’)
Julia Garner (‘Ozark’)
Annie Murphy (‘Schitt’s Creek’)
Cynthia Nixon (‘Ratched’)

Melhor Ator Coadjuvante em Série
John Boyega (‘Small Axe’)
Brendan Gleeson (‘The Comey Rule’)
Dan Levy (‘Schitt’s Creek’)
Jim Parsons (‘Hollywood’)
Donald Sutherland (‘The Undoing’)

Melhor Ator em Série Limitada ou Filme pra TV
Bryan Cranston (‘Your Honor’)
Jeff Daniels (‘The Comey Rule’)
Hugh Grant (‘The Undoing’)
Ethan Hawke (‘The Good Lord Bird’)
Mark Ruffalo (‘Eu Conheço a Verdade’)

Melhor Atriz em Série Limitada ou Filme para TV
Cate Blanchett (‘Mrs. America’)
Daisy Edgar-Jones (‘Normal People”)
Shira Haas (‘Nada Ortodoxa’)
Nicole Kidman (‘The Undoing’)
Anya Taylor-Joy (‘O Gambito da Rainha’)

Melhor Série Limitada ou Filme para TV
‘Normal People’
‘O Gambito da Rainha’
‘Small Axe’
‘The Undoing”
‘Nada Ortodoxa’

‘Liga da Justiça’ termina com um grande “gancho” para uma sequência, diz Zack Snyder

Zack Snyder revelou durante o IGN Fan Fest que seu ‘Liga da Justiça‘ termina “com um enorme gancho para uma sequência”.

“Termina com um gancho, sim. O filme termina com um cliffhanger enorme, de fato. Minha ideia era fazer uma trilogia. Esse filme planta a semente para o que estava por vir. Íamos mostrar a existência de outro mundo”, afirmou.

Você gostaria de ver uma sequência?

LIGA DA JUSTIÇA DE ZACK SNYDER  terá um pouco mais de quatro horas de duração.

O filme terá 4 horas, 1 minuto e 28 segundos.

Para comparação, a versão de Joss Whedon tinha 2 horas.

O filme será lançado com o selo Max Original no Brasil a partir de 18 de março.

O longa estará acessível até 7 de abril como um vídeo premium sob demanda em lojas digitais do país, incluindo Apple TV, Claro, Google Play, Looke, Microsoft, Playstation, Sky, Uol Play, Vivo e WatchBr.

A partir de junho deste ano, LIGA DA JUSTIÇA DE ZACK SNYDER, estará disponível exclusivamente para streaming na HBO Max, após o lançamento da plataforma no país.

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

Confira o trailer e os cartazes:

Crítica | Christabel – Belo filme brasileiro baseado em poema vampiresco de Samuel Taylor Coleridge

Samuel Taylor Coleridge foi um dos principais poetas ingleses de todos os tempos, reconhecido, junto com outros coleguinhas, por ser um dos fundadores do Romantismo inglês. Nascido no terço final do século XVIII, seus poemas inspiraram muitas manifestações artísticas, como, por exemplo, a do grupo de metal Iron Maiden, que adaptou o poema ‘A Balada do Velho Marinheiro’ em seu álbum Powerslave, de 1984. Agora, em 2021, chega aos cinemas ‘Christabel’, filme brasileiro inspirado livremente no poema homônimo do escritor inglês.

Christabel’ se passa no coração do cerrado brasileiro. Seu Leonel (Julio Adrião) é um pobre trabalhador rural que mora com a filha, Christabel (Milla Fernandez), uma moça órfã cujas tarefas domésticas diárias são a única ocupação de sua vida. Depois que o noivo (Alexandre Rodrigues, o Buscapé de ‘Cidade de Deus’) sai para levar o gado, a jovem se sente extremamente solitária em sua casa. Até que, certa noite, o surgimento de uma mulher misteriosa atiça a curiosidade da moça, que a leva para dentro de sua casa para cuidar dela. Só que a presença da enigmática Geraldine (Lorena Castanheira) irá abalar as relações pré-estabelecidas entre pai e filha.

Em se tratando de uma adaptação literária de um poema (longuíssimo, por sinal), o filme de uma hora e quarenta de duração encontra boas soluções para conseguir ao mesmo tempo contar a narrativa e adaptá-la para o formato cinematográfico. Alex Levy-Heller faz um bom espelhamento do romantismo inglês meio gótico do século XVIII para uma realidade brasileira atual. Se o espectador não sabe a fonte de inspiração, nem irá desconfiar da sua origem. A principal alternativa encontrada aparece na figura de uma espécie de trovador no meio do caminho, que, com sua sanfona, canta os versos adaptados para a língua e a realidade brasileira, enquanto conversa com Seu Leonel sobre a origem de Geraldine.

A produção faz bom uso da locação no cerrado, de modo a dar espaço para a bela fotografia orquestrada por Vinicius Berger. Não só as paisagens são de tirar o fôlego, gravadas nas primeiras horas da manhã, mas também o enquadramento das cenas, que busca sempre colocar a câmera em lugares inusitados, fazendo o espectador espiar o que acontece dentro da casa da família. A direção de fotografia conta uma linha narrativa só dela, optando por mostrar quando acha por bem, ou simplesmente insinuar, deixar a imaginação do espectador correr solta, trazendo novas formas de se dizer as coisas sem necessariamente mostrá-las.

A história é carregada pelo dueto Milla Fernandez e Lorena Castanheira, que trabalha bem o jogo de sedução vampiresca X tentação sem ser vulgar ou caricato. Julio Adrião, porém, passa a sensação de muitas vezes errar a entrada das suas falas, demonstrando certa insegurança no papel. Dada a importância do personagem na trama, poderia ter sido melhor trabalhado.

Christabel’ é um filme arte bonito, com ritmo bem devagar e uma proposta de nicho bem específico. Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, deve atrair o público intelectual através da com sua linguagem poética e narrativa metafórica.

‘Raio Negro’: 6º episódio da última temporada ganha sinopse oficial; Confira!

A 4ª e última temporada de ‘Raio Negro‘ está se aproximando de seu fim e o 6º episódio promete ainda mais confrontos entre Jefferson e seu arquiinimigo, Tobias Whale.

E a sinopse do vindouro capítulo, intitulado ‘The Book of Ruin: Chapter Two‘, ganhou sua sinopse oficial e já sugere que Tobias deve colocar um plano em ação, para tentar destruir o herói Raio Negro.

Confira:

MUDANÇAS – Jefferson (Cress Williams) passa dos limites com Lynn (Christine Adams). Enquanto isso, Anissa (Nafessa Williams) compartilha algumas notícias importantes. Por último, Tobias (Marvin Jones III) faz um movimento surpreendente.

Chantal Thuy e Jordan Calloway também estrelam o episódio, que fora escrito por Jake Waller e dirigido por Mary Lou Belli.

Confira a promo da última temporada:

A série foi criada por Salim Akil.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Para Todos os Garotos 3’: Assista ao vídeo LEGENDADO dos erros de gravação do filme!

Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre, aguardada conclusão da adorada trilogia rom-com, estreou há pouquíssimo tempo na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo vídeo LEGENDADO com os hilários erros de gravação do longa.

Confira:

O longa é baseado no último livro da trilogia escrita por Jenny Han.

Na surpreendente e emocionante conclusão da série, o último ano de Lara Jean no colégio não podia estar melhor: ela está apaixonadíssima pelo namorado, Peter; seu pai vai se casar em breve com a vizinha, a Sra. Rothschild; e sua irmã mais velha, Margot, vai passar o verão em casa.

Mas, por mais que esteja se divertindo muito — organizando o casamento do pai e fazendo planos para os passeios de turma e para o baile de formatura —, Lara Jean não pode ignorar as grandes decisões que precisa tomar, e a principal delas envolve a universidade na qual vai estudar. A menina viu Margot passar pelos mesmos questionamentos, e agora é ela quem precisa decidir se vai deixar sua família — e, quem sabe, o amor de sua vida — para trás.

Lana CondorNoah CentineoJordan FisherAnna CathcartJanel ParrishRoss Butler e outros estrelam.

Michael Fimognari entra como diretor.

‘A Mulher do Viajante no Tempo’: Theo James e Rose Leslie vão estrelar a nova série da HBO

Segundo o ComicBook.comRose Leslie (‘Game of Thrones’) e Theo James (‘Divergente’) vão estrelar a adaptação de A Mulher do Viajante no Tempo, aclamado romance assinado por Audrey Niffenegger.

A história, que será transformada em série por Steven Moffat (‘Doctor Who’), gira em torno de Clare (Leslie) e Henry (James), um casal que passa por inúmeros testes através de viagens no tempo.

Com supervisão da HBO, Moffat entra como roteirista e produtor executivo. Sue VertueBrian Minchin também entram como produtores.

Confira a sinopse oficial do livro abaixo:

Em 2009, o livro ganhou uma adaptação para os cinemas, que no Brasil recebeu o título ‘Te Amarei Para Sempre’. O longa foi estrelado por Rachel McAdams e Eric Bana.

‘The Flash’: Sue Dearbon está de volta na sinopse oficial do episódio 07×03; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Mother”, terceiro episódio da aguardada 7ª temporada de The Flash.

O episódio, que tem data de exibição marcada para o dia 16 de março, trará o retorno de Natalie Dreyfuss como SUe Dearbon, que foi vista pela última vez acusada de assassinato por Eva McCulloch (Efrat Dor).

Confira:

SUE DEARBON ESTÁ DE VOLTA – Conforme Eva se torna mais poderosa, Barry e seu time devem encontrar um jeito de pará-la. Eles ficam chocados quando uma antiga aliada – Sue Dearbon – arrisca sua própria vida para ajudá-los.

O episódio foi dirigido por David McWhirter, com roteiro assinado por Eric WallaceKristen Kim.

Lembrando que o novo ciclo estreia no dia 02 de março.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘The Flash’: Barry luta contra o tempo na nova divulgada do episódio 07×01; Confira!

The CW divulgou uma nova cena oficial de “All’s Well That Ends Wells”, episódio de estreia da 7ª temporada de The Flash.

No vídeo, Barry luta contra o tempo para impedir os planos malignos do Mestre dos Espelho e resgatar Iria antes que sua supervelocidade chegue ao fim permanentemente.

Lembrando que o novo ciclo estreia no dia 02 de março.

Confira:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘The Boys’: Capitão Pátria está de volta na nova imagem de bastidores da 3ª temporada; Confira!

O astro Antony Starr, que interpreta o controverso Capitão Pátria na série The Boys, divulgou uma nova imagem de bastidores da 3ª temporada.

Confira:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Chris Evans esclarece se ele tem intenção de voltar a viver o ‘Capitão América’

Mesmo após ter sido aposentado, o Capitão América é tema de especulações sobre seu possível retorno ao MCU para explorar como foi sua viagem no tempo ao final de ‘Vingadores: Ultimato.

Durante uma participação no The Graham Norton Show, Chris Evans revelou que acredita que seu tempo como Capitão América chegou oficialmente ao fim.

O ator disse ao apresentador que acha que seria muito arriscado voltar ao papel depois de terminar com uma jornada tão bela em ‘Vingadores: Ultimato‘.

“Foi uma grande jornada do personagem e saímos por cima. Seria arriscado revisitá-la na minha opinião. Foi uma experiência tão boa e acho melhor deixar assim”, afirmou.

A declaração vem após Evans dizer em uma entrevista que ele “nunca diria nunca” para a Marvel.

“Não é um não difícil, mas também não é um sim fácil. Há outras coisas em que estou trabalhando agora. Acho que Cap teve um ato tão complicado e eles fizeram um trabalho muito bom, deixando-o completar sua jornada. Se você vai revisitá-lo, não pode ser apenas por dinheiro. Não pode ser apenas porque o público quer vê-lo novamente. O que estamos revelando? O que estamos adicionando à história? Muitas coisas teriam que se unir. Não parece, neste momento, que seria uma coisa certa.”, afirmou.

Os comentários vêm após uma entrevista com a Variety, em que o ator respondeu:

“Nunca diga nunca. Eu amo o personagem, mas eu não sei. Não é um não definitivo, mas também não é um sim. Estou trabalhando em outras coisas agora. Eu acho que o Capitão teve um desfecho complicado, e eu fiz um bom trabalho ao completar a jornada dele. Se você revisitar o personagem, pode ser apenas por lucro e não para agrafar os fãs. O que isso traria de novo para a história? Teria que ser um motivo muito forte para trazê-lo de volta.”

 

Você gostaria de ver mais um filme com o ‘Capitão América‘?

Globo de Ouro | Os Filmes e Séries de 10 Anos Atrás no Famoso Prêmio

É hoje, minha gente. A segunda maior premiação do mundo do cinema ocorre neste domingo, dia 28 de fevereiro. Além de tudo, a cerimônia desta noite é importante por celebrar um ano tão difícil não apenas no cinema, mas no mundo. Com salas fechadas desde março, quase não tivemos estreias nas telonas, e a sétima arte precisou se segurar como pôde, confiando muito nas plataformas de streaming como meio de trazer até nós suas produções. Tirando o que foi adiado de 2020 para este ano, apesar dos pesares conseguimos ter uma boa safra de lançamentos para serem assistidas em casa. E é justamente isso, essa resiliência que será homenageada e comemorada esta noite.

Seguindo por nossas homenagens do lado de cá, continuamos a série de matérias sobre o passado do Globo de Ouro, com a última delas, desta vez sobre a edição de 10 anos atrás (já comentamos a de 40, 30 e 20 anos também). Um detalhe que não havia sido mencionado nas matérias anteriores, mas que pode causar certa confusão: aqui, comentamos a edição de anos passados, portanto na cerimônia do Globo de Ouro de 10 anos atrás, por exemplo, estaremos comentando os filmes e séries que participaram da edição de 2011 – ou seja, com os filmes do ano anterior, como ocorre em todas as premiações. É bom deixar claro. Conheça ou relembre abaixo e se prepare para algumas surpresas.

Leia também: Globo de Ouro | Os Filmes e Séries de 20 Anos Atrás no Famoso Prêmio

A Rede Social

Ah, se o mundo fosse perfeito… . Muito se comenta dos problemas em relação ao Globo de Ouro, em especial sobre lobby excessivo e certo “suborno” – coisa que iremos comentar mais para frente. Porém, a premiação também acerta (quase sempre prevendo as vitórias do Oscar através das suas), às vezes até mais que seu “primo rico” o Oscar. Veja o caso aqui, com o “Cidadão Kane” moderno de David Fincher, A Rede Social, desbancando (muito merecidamente) o feel good corretinho O Discurso do Rei. Além de melhor filme do ano na categoria drama, A Rede Social ainda levou os de melhor diretor (Fincher), roteiro e trilha sonora. O filme ainda rendeu indicações a Jesse Eisenberg (ator de drama) e Andrew Garfield como coadjuvante.

Leia também: Globo de Ouro | Os Filmes e Séries de 30 Anos Atrás no Famoso Prêmio

Minhas Mães e Meu Pai

Um dos filmes mais subestimados dos últimos anos (que quase não é comentado atualmente), este drama sobre um casal de lésbicas, seus dois filhos e o “pai” biológico deles é um drama tocante, divertido e muito humano. Nesta época, o Oscar já havia aberto para até dez filmes indicados (em seu segundo ano com esta novidade) – seguindo os moldes do Globo de Ouro (embora não dividindo-os em categorias como drama e comédia). Assim, filmes menores e independentes como este começaram a figurar mais. Minhas Mães e Meu Pai venceu o prêmio de comédia ou musical do ano (e como veremos abaixo, a concorrência era bem fraca – não desmerecendo este ótimo longa). Além deste grande prêmio na noite, o filme também deu para Annette Bening o Globo de Ouro de melhor atriz comédia. Julianne Moore (coadjuvante) e o roteiro foram nomeados.

Leia também: Globo de Ouro | Os Filmes e Séries de 40 Anos Atrás no Famoso Prêmio

O Discurso do Rei

Para não chorarmos de tristeza logo de início, nos manteremos por enquanto na categoria de filmes de drama. Este, no entanto, poderia ser encaixado na outra, por sua leveza e doçura. O filme sobre a gagueira do Rei George VI foi o grande vencedor do Oscar naquele ano, mas no Globo de Ouro perdeu para o superior A Rede Social. No entanto, Colin Firth, que vive o protagonista, saiu vitorioso na categoria de ator dramático. Essa foi a única vitória de O Discurso do Rei, que ainda foi indicado para ator coadjuvante (Geoffrey Rush), atriz coadjuvante (Helena Bonham Carter), diretor (Tom Hooper), roteiro, trilha sonora e, o citado, melhor filme drama.

Cisne Negro

Outro grande filme do ano, o drama psicótico de Darren Aronofsky, que se confunde com obra de terror, narra a trajetória obsessiva e perturbada de uma bailaria em busca de se superar cada vez mais na profissão. Esse foi outro longa que deu as caras em ambos o Globo de Ouro e o Oscar. E em ambos levou o prêmio de melhor atriz (aqui de drama) para Natalie Portman. O longa recebeu nomeações também como melhor filme drama, diretor (Aronofsky) e atriz coadjuvante (Mila Kunis).

O Vencedor

O melhor filme da “retomada” do diretor David O. Russell, em sua nova fase de “queridinho” das premiações, este drama sobre irmãos boxeadores, sendo um deles viciado em crack buscando a reabilitação, e sua família extremamente disfuncional, foi outro que emplacou em ambos Oscar e Globo de Ouro. É interessante notar uma linha subversiva na maioria dos indicados, apresentando filmes de temática polêmica. E isso é muito bom. O Vencedor premiou um Christian Bale tomado (e quando ele não está?) e Melissa Leo (que dizem ter feito um dos lobbies mais ferrenhos, pagando de seu bolso) como ator e atriz coadjuvantes. Prêmios que se repetiram no Oscar. Fora isso, o Globo de Ouro nomeou o longa para melhor filme drama, melhor diretor (O. Russell), ator em drama (Mark Wahlberg) e outra atriz coadjuvante (Amy Adams).

A Origem

Aqui chegamos na “cota” de blockbuster do ano. A superprodução de Christopher Nolan que brinca com o conceito do mundo dos sonhos em larga escala como nunca anteriormente no cinema, é um dos filmes mais queridos dos últimos anos pelo grande público, ainda citado na preferência geral. Depois de O Cavaleiro das Trevas (2008), este foi o filme que cimentou no imaginário coletivo Nolan como um dos grandes do cinema. A Origem chegou a emplacar no Oscar, e no Globo de Ouro recebeu indicações para melhor filme drama, diretor (Nolan), roteiro e trilha sonora – sem vitórias.

RED – Aposentados e Perigosos

Agora é que a porca começa a torcer o rabo. E começamos pelo menos piorzinho. Aqui voltamos para a categoria de melhor filme de comédia ou musical. E a pergunta que fica é: o que este filme de ação está fazendo aqui? Não que esta adaptação de quadrinhos obscuros da DC Comics sobre agentes secretos da terceira idade voltando à ativa seja ruim, pelo contrário, mas estar numa lista de melhores do ano já é demais. Tudo bem que o Globo de Ouro passa um bocado maior para encaixar filmes entre estas duas categorias, mas pensa só, no Oscar tivemos algo do nível de Bravura Indômita, dos irmãos Coen. Sentiram o drama? RED só foi indicado nesta categoria, e está mais que bom né?

Alice no País das Maravilhas

Seguindo na categoria dos filmes de comédia ou musical, continuamos caminhando dos menos piores aos horríveis – sim, este foi um daqueles anos. Talvez o filme menos inspirado da carreira do outrora genial Tim Burton, esta adaptação do clássico infantil é apenas forma, sem qualquer conteúdo ou alma. Um festival de efeitos visuais adormecentes, além da indicação citada de melhor filme, ainda recebeu as de trilha sonora e ator de comédia para Johnny Depp (é sério?). O Oscar foi mais esperto e em seu lugar indicou a animação Toy Story 3, que dá um banho de carisma e qualidade neste mesmo sem atores reais no elenco. Aqui, já tínhamos a categoria de melhor animação no Globo de Ouro, da qual Toy Story 3 saiu vitorioso.

O Turista

Filme envolvido num dos maiores escândalos do Globo de Ouro, a produção foi fracasso de crítica e público, e colocou um hiato de oito anos na carreira do diretor alemão de nome difícil, Florian Henckel von Donnersmarck – saído então do sucesso Oscarizado A Vida dos Outros (2006). Boatos sobre suborno aos votantes e piadas sobre os membros quererem confraternizar ao lado dos protagonistas Johnny Depp e Angelina Jolie vieram aos montes. A única coisa boa do filme talvez seja o cenário de Veneza, na Itália. No lado “positivo”, ao menos O Turista escapou do Framboesa de Ouro (será que rolou suborno por lá também?). No Globo de Ouro o filme foi indicado a melhor comédia ou musical, atriz (Jolie) e ator (Depp) – fazendo assim o astro ser indicado duplamente na categoria (com este e Alice). Os votantes deviam querer muito ficar perto do ator…

Burlesque

E agora chegamos ao fundo do poço da categoria. O pior filme indicado para comédia ou musical foi esta produção mequetrefe, que marca a estreia da cantora Christina Aguilera no cinema. Ao seu lado, dando apoio, a veterana Cher já viu dias melhores. Este pseudo musical perpassa todos os clichês do gênero sem acrescentar nada de novo, ou seja: garota do interior chega na cidade grande com sonhos de vencer como cantora, mas antes precisa “passar perrengue” num clube de danças burlescas. Uma dica: o filme não tem nada de burlesco. O filme venceu o prêmio pela música ‘You Haven’t Seen the Last of Me’, e foi indicado para o citado de melhor comédia e outra canção – ‘Bound to You’, com letras de Aguilera e Sia.

Outros filmes populares de 10 anos atrás que marcaram presença no Globo de Ouro foram:

  • 127 Horas – filme-tragédia sobre um jovem que fica com um braço preso numa pedra foi indicado ao Oscar – e aqui foi lembrado para ator drama (James Franco), roteiro e trilha sonora, sem vitória.
  • Inverno da Alma – o filme que apresentou Jennifer Lawrence ao mundo foi o último a entrar na categoria principal do Oscar, e aqui recebeu indicação para a atriz.
  • Namorados para Sempre – filme estarrecedor sobre relacionamento foi nomeado para ator e atriz de drama (Ryan Gosling e Michelle Williams), sendo assim mais justo. No Oscar, apenas Williams entrou.
  • Reencontrando a Felicidade – outro drama, este fala sobre a superação da perda de um filho. Nicole Kidman foi indicada para atriz de dramática e repetiu o feito no Oscar.
  • Frankie & Alice – esquizofrenia e dupla personalidade neste filme que indicou Halle Berry como atriz de drama.
  • A Minha Versão do Amor – filme pouco conhecido sobre um sujeito politicamente incorreto, recebeu indicação de ator de comédia para Paul Giamatti.
  • Amor e Outras DrogasJake Gyllenhaal e Anne Hathaway foram indicados para ator e atriz de comédia neste romance picante.
  • O Super Lobista – o cancelado Kevin Spacey foi indicado para ator de comédia.
  • A Mentira – a queridinha Emma Stone marcava presença com indicação de atriz de comédia.
  • Atração Perigosa Jeremy Renner foi indicado aqui e no Oscar como coadjuvante por este thriller de Ben Affleck.
  • Wall Street: O Dinheiro Nunca DormeMichael Douglas ganhou o Oscar pelo papel em 1988, na continuação foi indicado a coadjuvante no Globo de Ouro.
  • Reino Animal – o thriller australiano de máfia indicou Jacki Weaver para coadjuvante no Globo de Ouro e Oscar.
  • Enrolados – A animação mais cara de todos os tempos foi indicada em tal categoria, além de melhor canção (‘I See the Light’).
  • Onde o Amor Está! – filme com Gwyneth Paltrow como estrela da música country indicou a canção ‘Coming Home’.
  • A Viagem do Peregrino da Alvorada – o terceiro As Crônicas de Nárnia foi indicado pela música ‘There’s a Place for Us’.
  • Meu Malvado Favorito – o início da franquia de sucesso foi indicado para melhor animação.
  • Como Treinar o Seu Dragão – outra franquia famosa começava aqui, e era indicada para animação.
  • O Mágico – indicado para melhor animação, essa é obra mais original da categoria, criada pelo francês Sylvain Chomet (de As Bicicletas de Belleville).
  • Em um Mundo Melhor – o drama dinamarquês de Susanne Bier foi o vencedor na categoria de filme estrangeiro – e também levou o Oscar.
  • Biutiful – representante do México, o filme de Alejandro Iñarritu foi indicado para longa estrangeiro – e no Oscar ainda nomeou o protagonista Javier Bardem.
  • Um Sonho de Amor – produção italiana com Tilda Swinton, o filme de Luca Guadagnino foi indicado de estrangeiro.

Séries de TV

A grande vencedora da noite na categoria de séries de comédia ou musicais foi Glee – Em Busca da Fama. O programa musical querido (que infelizmente ficaria marcado por inúmeras tragédias do elenco) havia estreado há dois anos e durou 6 temporadas. Naquela noite há 10 anos, Glee teve certa concorrência pesada, de séries igualmente queridas do grande público.

Uma delas foi a sitcom que redefiniu os nerds, The Big Bang Theory (Big Bang – A Teoria). O programa estava em seu quarto ano e durou absurdas 12 temporadas.

Ainda seguindo na categoria dos indicados para seriado cômico, uma das mais elogiadas e inteligentes era 30 Rock (que no Brasil ficou conhecida como Um Maluco na TV). Criada e protagonizada por Tina Fey, a série falava dos bastidores de um programa televisivo nos moldes do Saturday Night Live.

Finalizando as principais séries indicadas na categoria, a “imortal” Modern Family (Família Moderna), sobre três famílias diferentes e interligadas, durou 11 temporadas, chegando ao fim apenas ano passado.

Já quando falamos das séries de drama, a grande vencedora da noite foi Boardwalk Empire – O Império do Contrabando, seriado de máfia sobre criminosos comandando Atlantic City, Nova Jérsei, durante a era da Lei Seca (anos 1920). O programa foi produzido por ninguém menos que Martin Scorsese.

The Walking Dead, série de zumbi que parece não ter fim, já passou por altos e baixos. Mas aqui havia acabado de começar e recebeu indicação na série de drama.

Mad Men – Inventando Verdades é uma das séries mais elogiadas dos últimos anos e fala sobre os bastidores de uma agência publicitária na década de 1960, época onde os homens reinavam absoluto.

Dexter também foi lembrada na categoria de drama e contava sobre um psicopata serial killer, trabalhando com a polícia e escondendo sua verdadeira identidade homicida, ajudando a caçar outros como ele.

Terminando as principais séries de 10 anos atrás, The Good Wife traz Julianna Margulies, veterana de Plantão Médico (E.R.), como protagonista. O programa fez muito sucesso e inclusive gerou um derivado, The Good Fight – que este ano lança sua quinta temporada.

‘Godzilla vs. Kong’: Monstros se preparam para o embate em clipe

O crossover ‘Godzilla vs. Kong‘ ganhou um clipe.

Confira:

O filme chega no dia 25 de março de 2021 nos cinemas brasileiros.

Godzilla vs Kong‘ terá baixa indicação etária, sendo recomendado para maiores de 14 anos (PG-13). O longa foi classificado por “sequências intensas de violência/destruição entre criaturas e linguagem leve”.

Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

“A humanidade luta pelo seu futuro, à medida em que Godzilla e Kong embarcam em um caminho de destruição que trará as duas forças da natureza mais potentes do mundo se colidindo em uma grandiosa guerra”.

O elenco conta com Millie Bobby Brown, Julian DennisonRebecca HallEiza GonzalezBrian Tyree HenryAlexander Skarsgård, Jessica Henwick Demian Bichir.

‘Esquadrão Suicida’: Versão do diretor é tão pesada quanto ‘Coringa’, diz David Ayer

David Ayer recentemente revelou que está a caminho de lançar, através da Warner Bros. e da HBO Max, seu próprio corte de Esquadrão Suicida. Mais do que isso, ele aproveitou para divulgar algumas informações sobre a versão, dizendo que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado Coringa.

“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto]Margot [Robbie]. Coringa era assustador. Arlequina era complexa”, ele escreveu. 

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

 

Além disso, James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, afirmou que apoia o lançamento da versão de David Ayer.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

Fã transforma ‘Vingadores’ em filme de terror; Assista ao trailer!

‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se o maior evento cinematográfico da história recente e, mesmo assim, habilidosos fãs continuam a prestar homenagem ao capítulo final da Saga do Infinito.

Agora, a página do YouTube FullBelly Edits divulgou um fan trailer de ‘Vingadores’ incrível, transformando a narrativa em um filme de terror.

Confira:

Gostou do trailer?

A História da Representatividade LGBTQIA+ no Cinema e na Televisão

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

Parque aquático com armadilhas MORTAIS no trailer do terror ‘Aquaslash’

O terror ‘Aquaslash‘ ganhou um trailer violento.

Confira:

O longa é dirigido por Renaud Gauthier.

Durante as férias, um grupo de estudantes decide passar o final de semana em Wet Walley, um parque aquático alegadamente assombrado onde eles podem festejar sem interrupções. Há um prêmio em dinheiro para quem descer o escorrega mais rápido, mas os jovens nem suspeitam que há armadilhas mortais pelo parque…

O longa será lançado direto em VOD no dia 23 de junho.

9 Séries de Zumbis para Assistir na Netflix

Zumbis sempre mexeram com o imaginário das pessoas e tocaram o terror nas telonas e nas telinhas.

Pensando nisso, fizemos aqui uma seleção de 9 séries de zumbis disponíveis na Netflix para você chamar a sua turma e se divertir terrivelmente!

Confira:

9 – The Walking Dead

Não sei nem se essa série precisa de apresentação, uma vez que ela já está no ar no canal FOX há 9 anos… mas é bom saber que a maior parte das temporadas está disponível na Dona Netflix, e dá pra maratonar até a estreia da nova temporada, mês que vem. Afinal, ‘The Walking Dead’ é a principal série de zumbis da atualidade, apesar da maior parte do elenco principal não estar mais nela.

8 – Z Nation

Zumbi mete medo e horror, mas também dá muita vontade de rir, né non? ‘Z Nation’ tem 5 temporadas realizadas, todas disponíveis na Dona Netflix. É dessas séries que você assiste com seus amigos jogando pipoca para todos os lados, pois a história mistura zumbi com muita comédia.

7 – Black Summer

Para quem curte as histórias de Stephen King, a série ‘Black Summer’ é um prato cheio – inclusive foi elogiada pelo mestre do terror, embora não tenha sido escrita por ele. A história já começa començando, com pessoas fugindo para todos os lados tentando chegar ao estádio, mas, no meio do caminho, algumas se transformam em zumbis. Ah, e tem crítica da série aqui.

6 – Zumbizinhos

Você é desses que curte um terror fofinho? Pois a série de animação ‘Zumbizinhos’ traz zumbis em desenho animado, yay! E conta a história de uma menina que vive sozinha em uma cidade assustadora e acaba travando amizade com crianças zumbis. Ahhh! <3

5 – Kingdom

Gosta de terror mas está cansado das produções hollywoodianas? Pois a série ‘Kingdom’ é uma grande produção sul-coreana com apenas uma temporada disponível na Netflix (por enquanto). Com belíssimas paisagens, conta a história do príncipe herdeiro, que, ao tentar entrar em contato com o próprio pai, isolado em seu castelo, acaba cruzando seu caminho com uma criatura assustadora. Quer saber mais? Tem crítica da série aqui.

4 – Santa Clarita Diet

A queridinha das comédias românticas Drew Barrymore estrela ‘Santa Clarita Diet’, uma série bem cômica na qual ela interpreta uma corretora de imóveis que, do nada, começa a passar mal e se transforma em zumbi – com dieta especial baseada em carne fresca e sangrenta. A gente ri com o absurdo da história, afinal, como manter sua rotina normal quando você é um zumbi?

3 – Daybreak

Essa é a grande novidade da Dona Netflix. Não está disponível ainda, mas já consta no sistema de busca e algumas fotos acabam de ser reveladas. A trama traz adolescentes tentando sobreviver em um mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis e dividido entre gangues estilo Mad Max. Hey, Netflix, queremos essa série pra ontem!

2 – Kabaneri da Fortaleza de Ferro: A Batalha de Unato

E anime com zumbi, pode? ‘Kabaneri da Fortaleza de Ferro: A Batalha de Unato’ é exatamente isso: uma animação, estilo anime japonês, na qual a humanidade está ameaçada por criaturas mortas-vivas cuja mordida transforma as pessoas em um deles. Só tem uma temporada disponível até agora na Netflix.

1 – High School of the Dead

E já que estamos falando de animes, que tal um bem gore, com muito hentai e… zumbis? Essa é a proposta de ‘High School of the Dead’, que traz um grupo de adolescentes super armados tentando combater a invasão de zumbis no planeta e manter a sanidade de serem apenas adolescentes. Baseado no mangá homônimo de Daisuke Sato. Tem uma temporada disponível com episódios curtinhos e um OVA também na Netflix.

Dungeons & Dragons | A Possível Dificuldade de se Adaptar RPGs no Cinema

Anúncio da produção encheu os fãs de esperança mas também de reservas quanto a qualidade

Recentemente o elenco da futura adaptação cinematográfica de Dungeons & Dragons ganhou novos integrantes com as confirmações de Michelle Rodriguez e Justice Smith. Com isso, o projeto que já conta com Chris Pine e será dirigido pela dupla Johnathan Goldstein e John Francis Daley (cujo currículo é composto por comédias como o remake de Férias Frustradas e Noite de Jogo). Até o fechamento do texto não foram confirmados mais integrantes da equipe.

De imediato os nomes famosos envolvidos empolgam quanto ao possível futuro promissor do filme. Material fonte também é o que não falta, visto que D&D é uma marca muito forte e tradicional no mercado de RPG; com centenas de produtos e derivados oficiais (isto é, lançados pela atual publicadora Wizard of the Coast ou pela antiga TSR, Inc.) e outros tantos criados por fãs.

Da mesma forma que funciona com a bibliografia de Tolkien, o universo de D&D tem milhares de regras menores, mais relações culturais e históricas entre as várias raças presentes nos livros. Dessa forma, de um ponto de vista prática sobre “mestragens” de sessões, isso é muito bom pois o responsável pela mesa já tem algo com que trabalhar e os jogadores terão a sensação de estar criando um personagem para um mundo com regras já preexistentes e, portanto, um indivíduo de fato para se interpretar.

Universo de D&D é rico o suficiente para trazer uma história complexa

Do ponto de vista cinematográfico, em tese, essa riqueza de informações também é muito boa pois garante o excesso de material fonte. Um exemplo foi a trilogia O Senhor dos Anéis que teve três livros de tamanho considerável para adaptar em três filmes. Por outro lado, quando a limitação de material fonte é notória, tal como aconteceu com O Hobbit, os roteiristas tendem a gastar muito tempo em criar algo que complemente o pouco que já existe e não necessariamente criam algo que vá verdadeiramente encaixar naquele universo.

Não é o caso de D&D, como já dito anteriormente. No entanto, é necessário se atentar para outro fator, este ligado ao contexto geral do gênero. RPG é um jogo de interpretação, uma experiência narrativa e, acima de tudo, interativa. Não é muito diferente de um jogo de videogame, por exemplo.

Se atentando a tal comparação, é inevitável lembrar o histórico turbulento de tentativas ligadas à levar games para as telonas, onde a maior parte do que é produzido é bastante rechaçado pela crítica e fãs devido ao baixo nível técnico e distanciamento do material original. Apesar de várias análises em diferentes artigos serem feitas para tentar entender porque o gênero dos jogos coleciona tantos fracassos no cinema a ideia mais comum e aceita é a de que games são, acima de tudo, uma experiência interativa; eles são projetados desde o rascunho para comportar mecânicas voltadas a interatividade com o jogador.

Na maior parte das vezes, adaptações de games costumam ser catastróficas

É diferente de um romance que ganha uma adaptação, visto que a literatura é um campo onde o público tem uma experiência mais passiva e como observador dos eventos que se desenrolam; o cinema também traz justamente esse tipo de experiência, logo na hora de adaptação não ocorre um choque quanto a modelos diferentes.

Partindo desse pressuposto, se o gênero de RPG participar de uma nova onda de adaptações pode ser que eles sofram algo parecido com o que os videogames sofrem atualmente. Claro, vai depender muito do desempenho de D&D se esse pode ser o início de um novo subgênero. Um sucesso financeiro inesperado, não necessariamente de crítica, pode realmente incitar algo novo e abrir caminho para outras adaptações de outros cenários de RPG (Call of Cthulhu ou Cyberpunk por exemplo).

Início de um novo subgênero? Só o tempo dirá

Mas, novamente, toda a experiência de um RPG é construída em torno do sistema de regras (pontos de experiência do personagem, cálculo de dano em combate, distribuição de pontos em árvores de habilidade e pela rolagem de dados multifacetados) que regem a história sendo narrada; não muito diferente do que acontece com videogames. Existe essa complicação quase invisível aí que pode dificultar a vida da adaptação de D&D e tantas outras.

Fora que essa será a segunda tentativa de trazer o famoso cenário para as telonas. A primeira foi em 2000, com uma produção que envolveu nomes como Jeremy Irons e Marlon Wayans. O filme não pagou o custo de produção e no Rotten Tomatoes ele conta com avaliações de 10% da crítica e 20% do público. 

Daft Punk | Celebrando a carreira e o legado de uma das duplas mais importantes da música

1997. Paris, França.

Quando ‘Homework’, o aclamado álbum de estreia da dupla Daft Punk, foi lançado, ninguém poderia imaginar o impacto que o ato musical formado por Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter teria. Afinal, eles já despontavam no cenário eletrônico europeu ao insurgirem como pioneiros do French house ainda no começo dos anos 1990, mascarando-se através de um misterioso alter-ego que se valia do poder dos sintetizadores e bebia do deep house, do Chicago house e do techno. Dezoito anos depois de terem se formado, Homem-Christo e Bangalter chocaram o mundo mais uma vez ao anunciarem sua dissociação, deixando para trás apenas quatro álbuns de estúdio, uma icônica trilha sonora e influências que marcaram as mais diversas gerações.

A verdade é que o electro-dance music, popularmente conhecido como EDM, não teria a explosiva aceitação do público se não fosse pelo duo. A artista sueca Robyn, dona de um dos melhores álbuns de todos os tempos (‘Body Talk’), jamais teria dado vida aos seus hits “Dancing On My Own” e “Call Your Girlfriend”; “Hung Up” e toda a construção em setlist de ‘Confessions on a Dancefloor’ nunca veria a luz do dia; Lady Gaga não poderia promover uma revolução estética e performática da música eletrônica no final dos anos 2000. E, bom, já deu para ter uma ideia de como o cenário fonográfico não seria o mesmo caso os apaixonados e aplaudíveis artistas não tivessem se reunido em uma rave no EuroDisney e formado a base de seu primeiro single, “The New Wave” (cujo lançamento limitado em 1994 deixou a faixa um tanto quanto inacessível ao menos até o início da era digital).

No final do século passado, a indústria estava tomada pelas incursões vibrantes do Eurodance – e coube a Daft Punk remodelar esse cenário. É claro que reviver o house não era uma tarefa muito fácil, mas o espetacular resultado gerou frutos inenarráveis, desde as sutis críticas ao establishment à total irreverência estilística que era moldada às obrigatoriedades dos convencionalismos (algo bastante similar ao que Madonna faria em 1998 com o impecável ‘Ray of Light’, que seria responsável por trazer o eletrônico aos Estados Unidos). Porém, antes dela, o grupo se reunia com nomes como Spike Jonze e Roman Coppola para videoclipes que iam de encontro ao esperado e que colocavam-no no centro dos holofotes.

Daft Punk invadiu as pistas de dança e as playlists ao redor do mundo ao mostrar que elementos condenados pelo tradicionalismo eram apenas mal interpretados. O pesado e constante uso de progressões repetitivas, sintetizadores e autotune se tornaram marca de uma imagética sonora robótica, mecânica, da mesma forma como Marinetti presidira com o Manifesto Futurista e toda sua exaltação sobre os avanços tecnológicos e o urbano. A diferença é que os artistas se viam em um crescente alavancamento da globalização e de suas consequências – positivas ou negativas; manter-se rente à originalidade era uma questão de sobrevivência, não importasse a recepção pela academia e pelos ouvintes.

À medida que as narrativas sonoras caíam na mesmice, a dupla percebeu que não teria problemas em homenagear suas grandes influências, como Nile Rodgers e Giorgio Moroder, e em criar um pastiche celebratório para as contraculturas dos anos 1970 e 1980. Por esse motivo, é difícil colocar suas inflexões artísticas em apenas um rótulo, visto que o estilo das faixas varia desde o acid house até o funk – bem como a incorporação extensiva de samples. O lirismo formulaico deu lugar à verborragia instrumental e a uma espécie de ready-made desconstruído e ressignificado em contextos diferenciados, como a cíclica “Around the World” e a electro-disco “One More Time”. Inspirados pela plasticidade do cyber-punk, Daft Punk almejou a uma declaração pungente e memorável, como visto na clássica “Harder, Better, Faster, Stronger” e na unidimensionalidade de “Technologic”.

A fama além-mar alcançou um patamar ainda maior quando o duo foi contratado pela Walt Disney Studios para ficar responsável pela trilha sonora do filme Tron: O Legado, lançado em 2010. Combinando elementos orquestrais com eletrônica, o resultado é similar aos trabalhos anteriores dos artistas e, ao mesmo tempo, demonstra uma partida drástica do que nos apresentaram no passado – e que viria inclusive a influenciar as egrégias de ‘Random Access Memories’, considerado por inúmeros especialistas como o melhor álbum da carreira (cujo sucesso é refletido nas múltiplas estatuetas do Grammy, incluindo uma de Álbum do Ano). Ao aliarem-se com nomes como The Weeknd e Pharrell Williams, Daft Punk provou que se encaixava do modo mais inesperado tanto às subculturas quanto ao mainstream.

Uma das maiores contribuições que a dupla trouxe para a música foi a contínua defesa da liberdade criativa. Como Bangalter comentou em uma entrevista ao Yahoo em 2007, “vivemos em uma sociedade em que o dinheiro é o que as pessoas querem, então elas não conseguem ter controle. Nós escolhemos. Controle é liberdade. […] Controle é controlar seu destino sem controlar outras pessoas”. E foi esse viés artístico que, no final das contas, transformaram-na na representação máxima do passado, do presente e do futuro.

‘Tom e Jerry’ causam grande confusão na cena divulgada do longa; Confira!

A versão live-action deTom e Jerry já está em exibição nos cinemas nacionais e, agora, a Warner Bros. Brasil divulgou uma nova cena oficial DUBLADA do longa-metragem.

Confira:

Confira a nossa entrevista com o gato Tom:

O elenco é formado por Michael PeñaChloë Grace-Moretz, Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.