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JK Iguatemi terá CINEMA SUPER MODERNO e ao ar livre pelo valor de R$ 420,00; Veja fotos!

Já imaginou poder assistir a um filme no Cinema ao ar livre, com exclusividade e uma telona só para você seus amigos?

Agora é possível!

O JK Iguatemi e a Cinépolis apresentam a sétima edição do Cine Vista no Terraço JK. Com o sucesso inicial das vendas, o evento que estava programado para acontecer de 4 a 11 de julho, foi ampliado até o dia 18 de julho para que mais pessoas possam aproveitar a experiência.

Aberto ao público, os ingressos para as cabines que comportam até 6 pessoas estarão à venda no site, com valores entre R$ 350,00 à R$ 420,00, dependendo do número de participantes.

Veja fotos:

Com formato inovador, o espaço contará com oito cápsulas com capacidade de até seis pessoas em cada uma. Os pequenos grupos poderão assistir os filmes dentro das cabines com poltronas confortáveis e reclináveis, sem perder o charme e o ineditismo do projeto.

O JK Iguatemi mantém os rígidos protocolos de proteção e segurança estabelecidos para operações de cinema, com o máximo de cuidado, visando o bem-estar de todos: apenas pessoas que se conhecem e comprarem os ingressos juntos podem participar da experiência em suas cápsulas, que são higienizadas ao final de cada sessão. Além disso, o uso de máscaras é obrigatório, dispositivos com álcool em gel são oferecidos no local e todos os alimentos e bebidas são disponibilizados em embalagens e sacos higienizados e só podem ser consumidos dentro da cápsula. Todos os clientes passarão por controle de temperatura antes do acesso ao evento.

As cápsulas são um show à parte, com teto transparente, o espectador continuará tendo a visão do céu durante toda a experiência. Cada poltrona reclinável contará com uma mesa dobrável com suporte para copo, luminária, conectores de USB e cooler embutido. As cadeiras ficarão posicionadas em alturas diferentes para facilitar a visão e os degraus terão luz de led e carpete no piso também.

Para completar, o serviço de bomboniere da Cinépolis para compra de pipocas e refrigerantes estará disponível no local. A grande novidade fica por conta de um menu desenvolvido especialmente para os clientes pelo restaurante Astor. Eles poderão adquirir os pratos e os itens da bomboniere no momento da compra do ingresso online ou no dia do filme pelo QRCode.

Com uma sessão diária, a programação contará com filmes premiados. Entre as atrações estão: “Raya e o Último Dragão” (04 e 18 de julho), “Pinóquio” (05 e 13 de julho), “Bela Vingança” (06 e 15 de julho), “Meu Pai” (07 e 12 de julho), “Judas e o Messias Negro” (08 e 16 de julho), “Minari” (09 e 17 de julho), “NomadLand” (10 e 14 de julho) e “Em Guerra com o Vovô” no dia 11 de julho.

 

Tyler Posey RETORNA para ‘Teen Wolf – O Filme’; Confira o elenco e logotipo!

A série ‘Teen Wolf‘ vai ganhar um revival em forma de filme pela Paramount+, trazendo o retorno do elenco principal, incluindo o astro Tyler Posey.

A Paramount+ divulgou o elenco e logotipo da produção que dará sequência à história da série que durou seis temporadas na MTV e se inspira no filme original de 1985.

O filme trará o retorno de: Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall e Dylan Sprayberry como Liam Dunbar.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar para o filme. O motivo não foi revelado.

Nas redes sociais, os fãs reagiram a notícia. Confira:

 

Além dele, Arden Cho e Tyler Hoechlin também não retornam.

 

E em uma entrevista recente à revista EW, Poseycompartilhou o seu entusiasmo em revisitar o personagem Scott McCallm que o lançou para o estrelato. Ao longo do bate papo, ele ainda comento o que mais quer ver na vindoura produção.

“Estou muito animado para interpretar esse personagem novamente. Eu sinto falta dele, eu o amo. [..] E acho que o que mais me deixou empolgado é poder vê-los envelhecer. Estivemos no colégio por muito tempo. Estou animado para vê-los envelhecer e sair disso. O colégio foi um personagem por si só na série, então estou entusiasmado para ver como as coisas serão sem o envolvimento do ambiente escolar. Será interessante”. 

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis também retorna.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Pennyworth’: Série sobre origem do mordomo do Batman é CANCELADA!

A 3ª temporada de ‘Pennyworth‘, série que conta a origem do icônico mordomo do Batman, será a última.

HBO Max decidiu não renovar a série para uma quarta temporada.

As 3 temporadas estão disponíveis no HBO Max.

Relembre o trailer:

A trama acompanha a história de Alfred Pennyworth, com seus 20 anos de idade, treinado como oficial das forças especiais britânica, trabalhando para o pai do Bruce Wayne.

O elenco conta com Jack Bannon, Ben Aldridge, Ryan Fletcher, Hainsley Lloyd Bennett, Paloma FaithJason Flemyng.

Ranking | Do Pior ao MELHOR Filme do DCEU – incluindo ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’

O Universo Estendido da DC iniciado por Zack Snyder passou por altos e baixos até chegar ao seu fim, com ‘Aquaman 2 – O Reino Perdido’.

Com muitos filmes controversos, o universo lutou para estabelecer personagens e passou por vários problemas nos bastidores – que respingaram no resultado dos filmes.

Agora que o último filme desse universo já está nos cinemas, o CinePOP decidiu rankear os filmes do DCEU do pior para o melhor, incluindo o Liga da Justiça de Zack Snyder, que mesmo não integrando oficialmente esse universo, foi vendido pela Warner como um grande bônus. Esteja à vontade para discordar nos comentários, contanto que mantenha o respeito. Dito isso, vamos lá!

16. Esquadrão Suicida (2016)

O último lugar da lista não podia ser outro. Dirigido por David Ayer, esse filme é indefensável. Vendido com um primeiro trailer espetacular e com histórias forçadas de bastidores alegando que Jared Leto supostamente teria enlouquecido para viver o Coringa, o resultado dessa produção foi um longa genérico, bagunçado, sem personalidade, sem nada a dizer ou mostrar e com o desperdício de um dos melhores elencos que o DCU já reuniu. Dentre os vários problemas, incluindo a ausência de roteiro, nenhum é tão grande quanto a direção.

David Ayer se perde diante do grande orçamento e abre mão de um elenco fantástico muito talentoso ao reduzir praticamente todos os personagens do filme a secundários em prol de um quase triângulo amoroso inexplicável entre Arlequina, Pistoleiro e Coringa. Fora o uso de câmeras digno dos piores filmes da MTV, de onde ele parece ter tentando copiar a estética de videoclipe.

Essa questão estética, inclusive, era um dos chamarizes do trailer, mas até nisso a execução foi mal feita, já que a linguagem visual não combina com a linguagem narrativa. Existe até um movimento que pede o lançamento da versão estendida desse filme. Os adeptos alegam uma interferência dos executivos na mudança de tom do filme, o que realmente ocorreu. Mas, vendo os materiais excluídos que o diretor vem postando nos últimos tempos, os fãs deveriam apenas esquecer dessa bomba, porque parece mesmo que o que já é ruim pode piorar.

Curiosamente, corroborando com a bagunça contraditória que é esse projeto, Esquadrão Suicida é o único filme do DCU – até agora – a contar com um Oscar no currículo por Melhor Maquiagem.

15.  Mulher Maravilha 1984 (2020)

Cercado de muitas expectativas pelo sucesso do primeiro filme, Mulher Maravilha 1984 leva Diana Prince (Gal Gadot) para a década de 1980. Conforme os trailers destacavam, a questão da ambientação e estética oitentista seria parte importante de uma história sobre manipulação midiática e controle mundial. Além disso, foi prometido um controle total da diretora Patty Jenkins sobre a história, que traria o misterioso retorno de Steve Trevor (Chris Pine) e alguns elementos clássicos dos quadrinhos da super-heroína. Infelizmente, não funcionou.

Com uma duração desnecessariamente longa, esse filme se estende em momentos que não acrescentam em nada ao desenvolvimento da trama e resolve de forma muito rápida pontos importantes, como a motivação dos vilões – ridiculamente caricatos – e toda a situação envolvendo o retorno de Steve. Sem contar que Diana toma ações questionáveis, que não apenas não condizem com aquilo que foi mostrado dela anteriormente nesse universo, mas também extrapolam limites éticos e morais de forma assustadora.

Isso sem mencionar que a tal estética anos 80 se resume a uma cena no shopping de 15 minutos de duração. Depois dela, se alguém dissesse que o filme se passa em 2010, não faria a menor diferença. Uma pena, porque tinha um potencial gigante.

14.   The Flash (2023)

Um filme que sofreu bastante com a estafa de filmes de super-heróis e a expectativa do público. O principal problema são os efeitos visuais; claro que é possível ignorar a artificialidade do CGI caso compremos, por completo, as inclinações noventistas da imagética do filme – mas, em alguns momentos, as construções estéticas são tão falsas que quebram a magia. Mas isso não significa que o resultado não seja positivo, pelo contrário: o conciso roteiro nos ajuda a compreender que a ideia não é reinventar o que já existe, e sim utilizar as fórmulas a favor da obra e garantir que o público saia da sala de cinema realizado e até mesmo com vontade de reassistir.

‘The Flash’ entrega exatamente o que prometia, configurando-se como uma das melhores entradas dessa fase final da DC. Divertido, emocionante e pincelado com reflexões sobre o que significa conviver com a imutabilidade do passado.

13. Liga da Justiça (2017)

Depois dos baldes de água fria que foram BVS e Esquadrão Suicida, Liga da Justiça nasceu em meio ao caos empresarial da Warner. Insatisfeitos com o rumo de críticas negativas e bilheterias abaixo do esperado que esse universo seguia, os executivos queriam algo diferente do que Zack Snyder estava entregando com sua visão sobre a DC. Então, quando uma tragédia pessoal afastou o diretor e produtor de Liga da Justiça, a Warner correu atrás de Joss Whedon para refilmar o longa ao estilo Vingadores. Não tinha como dar certo, né? As duas equipes são completamente diferentes e foram desenvolvidas nos cinemas de formas distintas.

Desse turbilhão de decisões ruins, o filme da Liga chegou como uma colcha de retalhos que tinha momentos do Snyder mesclados com os de Whedon, seguindo passo a passo a estrutura narrativa de Os Vingadores (2012), mas ruim. Sem contar também as inúmeras polêmicas de bastidores que acabaram mostrando uma face bem podre de Joss Whedon para o mundo. Por outro lado, esse filme não consegue ser o pior de todos por conta de um personagem: o Superman.

Depois de duas abordagens controversas do personagem, ele enfim se mostra um símbolo de esperança nesse filme. Seu otimismo e uso de poderes são uma leitura fantástica dos quadrinhos. Só não é perfeita porque foram inventar de remover o bigode dele digitalmente.

12.   Shazam! Fúria dos Deuses (2023)

Com duas horas e dez de duração e duas cenas pós-créditos, é bem verdade que ‘Shazam! Fúria dos Deuses’ poderia ser bem uns vinte minutos mais curtos, mas esse tempo a mais não interfere na recepção do filme de David F. Sandberg: ao contrário, o roteiro de Henry Gayden e Chris Morgan preenche bem o enredo com todo tipo de brincadeirinha recheada de sarcasmo que embalam o espectador ao longo do trajeto. Inteligentemente, a história acompanhou o crescimento etário de seu público-alvo (quatro anos, quando se é adolescente, é muita coisa!), de modo que tanto as piadas quanto as situações em si ganham um tom levemente mais adulto – o que é um bem-vindo alívio para a galera no cinema com mais de vinte anos.

Shazam! Fúria dos Deuses’ é um produto comercialmente perfeito: tem uma história envolvente tanto para a galera que cresceu quanto para quem está chegando agora; dosa bem o humor com a evolução da trama, sem abusar da paciência do espectador; acompanha o interesse e as queixas de seu público-alvo, inclusive fazendo autocrítica; consegue inserir magistralmente dois patrocinadores com cenas que valorizam suas marcas (Gatorade e Skittles), o que promove a venda e o interesse nos produtos em questão; consegue dialogar com as outras partes do universo criado pela DC sem soar como forçação de barra; e, mais que tudo isso, consegue vender os outros títulos de sucesso da produtora, gerando conexões que atiçam a curiosidade do espectador em ir atrás para (também) consumir esses produtos.

11. Adão Negro (2022)

Poucas pessoas em Hollywood precisaram brigar tanto por um filme do que The Rock e seu xodó, Adão Negro. Ele foi anunciado para o papel do vilão/ anti-herói lá em 2007, há nada menos que 15 anos, e desde então conviveu com uma série de adiamentos e ameaças de cancelamento. Mas ele não se deu por vencido e seguiu atrás de seu sonho de levar seu personagem favorito para as telonas. O projeto foi anunciado há tanto tempo que, na época em que foi escalado para viver Teth-Adam, o ator ainda tinha cabelo.

O grande destaque do longa é mesmo seu protagonista. The Rock sobra em cena e carrega o filme nas costas. O ator é mestre em fazer filmes nos quais seu protagonismo parece ser maior do que a própria história, e aqui não é diferente. Ele corresponde exatamente àquilo que se espera do The Rock vivendo uma criatura superpoderosa.

O roteiro fraquinho segue a estrutura de Shazam!, mas com menos alma, e a direção de Jaume Collet-Serra tenta replicar a estética dos filmes do Zack Snyder, mas também é pouco inspirada e “fora do tempo”. A impressão que dá é que certas cenas foram gravadas seguindo um estilo bem parecido com os longas de 2008. É como se Adão Negro fosse um filme de 2008 (ano que deveria ter sido originalmente lançado) estreando em 2022. E o CGI de alguns momentos realmente não ajuda. O vilão também é bastante apático, mas cumpre seu papel de mostrar que o protagonista é um anti-herói, não apenas um malfeitor. É um filme divertido e grandioso, mas não deixa de ser genérico.

10.   Batman Vs Superman: A Origem da Justiça (2016)

Esse aqui vai causar polêmica, mas tudo bem. Talvez o projeto mais ambicioso dos filmes com heróis depois de Os Vingadores (2012), BVS foi o maior tiro no pé que a DC poderia ter cometido no seu suposto planejamento de universo compartilhado. Isso porque esse foi apenas o segundo filme dessa linha do tempo, onde Zack Snyder quis apresentar um novo Batman, uma nova Mulher Maravilha, colocar o Batman recém-introduzido contra um Superman que ainda tentava conquistar o coração do público, dar um pontapé inicial para a Liga da Justiça e ainda linkar pelo menos mais cinco filmes que sequer haviam sido lançados. Tudo isso num longa de duas horas e vinte de duração. Foi um verdadeiro atropelo! E apesar de ter momentos muito bons, como a luta que dá nome ao filme, BVS tropeça nas próprias pernas por não conseguir desenvolver tramas que ele mesmo propôs momentos antes.

Esse foi mais um caso que sofreu com interferência do estúdio, que pediu para que algumas cenas fossem cortadas para reduzir um pouco do tempo de tela. Isso claramente afetou o produto final, que ficou bagunçado e cansativo. O resultado foi o lançamento posterior de uma versão estendida que realmente desenvolve e explica certos furos de roteiro, mas que segue com os mesmos problemas do original, como a falta de um bom ritmo narrativo, a falta de peso nos personagens e a pressa em introduzir várias tramas diferentes, deixando a história principal solta.

9. Liga da Justiça de Zack Snyder (2021)

Depois do fracasso de crítica e bilheteria que foi Liga da Justiça, os fãs do Snyder se sentiram ofendidos pelo que a Warner fez com o trabalho do ídolo deles, então começaram uma campanha de proporções absurdas para que o estúdio disponibilizasse a versão do diretor, o famoso Snydercut. Foram quatro anos de muita encheção de saco nas redes sociais da Warner do mundo todo, que se recusava a atender os pedidos dos fãs com sua #ReleaseTheSnyderCut.

Então, com a chegada do HBO Max, o estúdio precisava impulsionar as assinaturas de seu novo streaming. Assim, eles deram uma verba para que Zack Snyder finalizasse seu corte inacabado, e os fãs enfim poderiam ver o Snydercut exclusivamente no HBO Max. O produto final foi um filme de 4h de duração que mais parece uma minissérie de exaltação ao diretor em vez dos heróis da Liga da Justiça em si. É claramente muito superior ao filme de 2017, principalmente por desenvolver melhor vários personagens que foram abandonados no corte pro cinema e por trazer a trama de Darkseid, que seria o vilão de Liga da Justiça 2.

O problema é que Snyder perde muito tempo nos seus “maneirismos” e acaba não trazendo a essência da Liga dos quadrinhos e animações. Resumir o maior grupo de heróis das HQs a um filtro escuro, slow motion, violência gráfica e metáforas religiosas é muito abaixo do que eles realmente são e podem render nas telonas. São os maiores, mais famosos e mais poderosos heróis dos quadrinhos. Não dá para se contentar com pouco quando o assunto é a Trindade Superman, Mulher Maravilha e Batman.

8.  Aquaman 2 – O Reino Perdido (2023)

James Wan volta à cadeira de direção e mantém-se fiel à estética nostálgica do filme anterior: aqui, o cineasta trabalha com inúmeras referências cinematográficas para expandir o cosmos de Aquaman, lembrando-se de que, agora, não lidamos mais com uma história de origem, e sim uma ramificação pautada em um classicismo saudosista que pode ser apreciada por qualquer fã de uma boa narrativa. Não é surpresa que Wan abra seu leque de homenagens nos mais diversos âmbitos da produção, seja com a épica e dissonante trilha sonora de Rupert Gregson-Williams, que mistura sintetizadores com poderosos instrumentos de corda orquestrais, seja com incursões estilísticas que rememoram ícones da sétima arte como ‘O Senhor dos Anéis’. Cada engrenagem é pensada com minúcia para entregar uma sólida experiência aos espectadores, mesmo que nem todas as investidas funcionem.

Os dois primeiros atos de Aquaman 2: O Reino Perdido’ podem não ser livres de falhas, mas com certeza nutrem da habilidade de elevarem nossas expectativas para o ato de encerramento, levando o tempo que precisam para se desenvolverem. E, após nos alimentarem com uma antecipação angustiante, culminam em uma batalha final afoita demais para ser apreciada e que promove uma resolução formulaica e apressada – desperdiçando um vilão aterrorizante que parece não exibir toda a magnitude que deveria. Porém, não podemos deixar de exibir um sorriso ao sair da sala de cinema, aliviados com uma última jornada do DCEU que funciona em quase sua completude – e que nos deixa ávidos para um novo capítulo resguardado pelas mãos de James Gunn Peter Safran.

7. Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Dirigido por Cathy Yan, que comandou o fantástico Dead Pigs, Aves de Rapina veio com a promessa de ser o filme Girl Power que introduziria uma nova equipe composta apenas por mulheres e deveria ocupar o espaço deixado pelo Esquadrão do Ayer. A aventura é divertida, traz caracterizações bem interessantes e aborda esse mundo de super-vilões por uma perspectiva feminina quase inédita até então. Porém, o filme sofre com dois problemas graves. O primeiro deles é não conseguir desenvolver sequências de ação boas o bastante ao longo da história, como se estivesse economizando para despejar tudo no ato final. Tudo bem, é algo válido. No entanto, quando chega ao ato final, no qual a equipe está reunida e descendo a porrada nos vilões, esse clímax dura uns 15 minutos. E quando o público fica querendo ver mais daquilo, o filme acaba. É meio frustrante.

O outro problema é a Arlequina. Como a personagem de Margot Robbie ficou muito popular, ela acabou se tornando quase intocável nos filmes em que participa. Nesse longa em questão, chega a ser irônico que o projeto se chame Aves de Rapina, sendo que 95% do filme é sobre a Arlequina. A dosagem das personagens é muito mal feita, escanteando atrizes fantásticas de personagens interessantíssimas para continuar com os dilemas da Harley. Se eles soubessem trazer esse equilíbrio entre a história da Arlequina com a criação das Aves de Rapina e tivessem mais cenas como a da invasão da delegacia e a luta delas como grupo, seria um filme fantástico. Como tem esses problemas, é um filme “ok”.

6. Besouro Azul (2023)

Besouro Azul‘ é comandado por Ángel Manuel Soto e preza pela nostalgia narrativa. Isso quer dizer que Soto se apoia nas fórmulas das histórias de origem para tentar resgatar o motivo pelo qual nos apaixonamos por obras de super-heróis; diferente de outros títulos da companhia e até mesmo de companhias adjacentes, a ambição aqui está em colocar a representatividade latino-americana em contraposição ao domínio cansativo de personagens brancos e estadunidenses (ou até mesmo europeus). Logo, a obra é um convite ao saudosismo e à diversão, abrindo espaço para que sejamos engolfados em uma competente aventura que enche os olhos e nos faz sair das salas de cinema bastante satisfeitos.

O maior trunfo do filme é seu elenco: Maridueña faz um trabalho aplaudível e envolvente, trazendo aspectos já explorados em seu papel como Miguel Diaz na série ‘Cobra Kai’; George Lopez emerge como o principal escape cômico do enredo ao encarnar Rudy, tio de Jaime, um gênio da tecnologia que os ajuda a combater Victoria e seu exército; Adriana Barraza, recém-saída de suas atuações em ‘Penny Dreadful: City of Angels’ e ‘Pequenos Grandes Heróis’, dá vida a Nana, avó de Jaime, uma ex-guerrilheira que remonta seus tempos de luta contra o neoimperialismo norte-americano para salvar o neto do modo mais glorioso e hilário que podemos imaginar. Mas o nosso foco destina-se à Marquezine.
A atriz, que começou sua carreira muito jovem, faz uma excelente estreia em Hollywood, consagrando-o no mesmo patamar de nomes como Wagner Moura e Alice Braga, que também dominaram o circuito cinematográfico internacional. Aqui, Bruna festeja com um papel que lhe permite ser independente, corajosa e empática, além de entrar como lembrete de que todos nós somos latino-americanos e estamos no mesmo barco. Ainda que pertencente ao legado da Kord, ela sabe que as investidas controversas da tia não correspondem ao que ela defende, unindo-se com Jaime para garantir que o povo integre a sociedade da mesma forma que a elite – sem ser obrigado a abandonar suas raízes e suas conquistas por pulsões de um capitalismo predatório e destrutivo. E, como se não bastasse, a química entre Marquezine e Maridueña é um deleite para os olhos.

5. O Homem de Aço (2013)

O pontapé inicial do DCU nos cinemas foi bem controverso na época. Utilizando cansativamente metáforas cristãs (sério, só falta apontarem pro Super e falarem “você é Jesus”) para descrever o herói, Zack Snyder tenta transformar a origem do Superman (Henry Cavill) em um épico bíblico de super-heróis. E o curioso disso é que funciona em muitos momentos. O uso de planos que engrandecem a figura de um Superman errante cria um ar épico para o longa, assim como as provações pelas quais o Homem de Aço tem de passar antes de assumir o tradicional traje azul, vermelho e amarelo. O problema desse filme é mais no ato final, no qual o diretor perde um pouco da linha e corrompe de forma complicada fatores morais que são intrínsecos ao personagem. Sem contar a lógica dos Power Rangers de calcinar a cidade para salvar a cidade. Sério, pelo estado que fica Metropolis depois do Super “salvá-la”, era melhor ter entregado a chave da cidade pro Zod logo. Ah, vale a pena ressaltar o trabalho maravilhoso que Hans Zimmer faz na trilha sonora desse filme. Trabalhar com o Superman exige um carinho especial na tratativa sonora, já que ele está eternamente atrelado a trilha sonora do filme de 1978, mas ainda assim Zimmer conseguiu ser respeitoso com o passado do herói e trazer scores que combinaram e descreveram as sensações dessa nova abordagem do kryptoniano.

4. Aquaman (2018)

Dirigido por James Wan, o Midas de Hollywood, Aquaman conseguiu algo que nenhum outro longa da DC alcançou até hoje: mais de US$ 1 bilhão nas bilheterias do mundo todo. Ambientado depois dos eventos do filme da Liga, essa aventura anfíbia mudou completamente o tom dos filmes da DC nos cinemas ao esquecer o filtro escuro e a necessidade de introduzir elementos para serem desenvolvidos em filmes de outros heróis. Ou seja, ao focar mais em sua própria trama em vez de tentar desenvolver o UDC de forma ampla, Wan conseguiu com que o público se importasse com a história de origem de um dos heróis mais zoados do primeiro escalão da DC.

Apostando no carisma de Jason Momoa para conduzir a trama, o longa também ganha pontos por trazer uma visual subaquático deslumbrante e por explorar a riqueza desse mundo com muitas cores e iluminações diferentes, proporcionando momentos tipicamente de histórias em quadrinhos, como a batalha dos protagonistas contra o Arraia Negra na Itália, o embate com as criaturas do poço ou a pancadaria final, que apresenta mais animais marinhos que todas as temporadas juntas de Bob Esponja. É um filme despretensioso, divertido e que consegue elevar a moral de um herói que andava meio em baixa por conta das inúmeras piadas que as séries de Cultura Pop faziam com seus poderes.

3. Mulher Maravilha (2017)

Também conhecido como o primeiro filme inquestionável do Universo DC, Mulher Maravilha foi trabalhado como uma prequel, o que deu muito certo. Partindo de uma das incontáveis pontas soltas que BVS deixou, Diana conta sua história de origem baseada em uma foto antiga. O trabalho de Patty Jenkins é muito apaixonado nesse filme, até pelo peso que ele trazia. Então, é um longa que honra o legado da super-heroína explorando pontos fascinantes do passado dela, mas também consegue fazer com que ela assumisse um posto que normalmente era do Superman: o símbolo de esperança.

Como o Clark ainda vinha sendo trabalhado como um herói errante, Diana surge com seu otimismo, coragem e persistência para mostrar ao mundo dos homens que eles não devem se entregar aos vilões. Porque ela está ali para ajudá-los e isso os motiva a seguir na luta. A cena mais emblemática do filme é justamente isso, um sopro de esperança. Diante da fronteira tomada pelos inimigos, Diana pega seu escudo e atravessa a Terra de Ninguém, enfrentando sozinha o exército inimigo. Vendo aquilo, os outros soldados se inspiram e avançam junto a ela. É de arrepiar.

Além disso, os personagens de apoio são muito carismáticos e a direção não perde tempo tentando sexualizar a Mulher Maravilha. Na verdade, esse filme é tão bom que só não está na primeira colocação dessa lista por conta de um pequeno deslize no clímax da trama, mas não é nada que atrapalhe o espetáculo que esse longa é.

2. Shazam! (2019)

Por fim, chegamos ao primeiro colocado da lista: Shazam!, um dos filmes mais sinceros que a DC já fez. Dirigido por David F. Sandberg, que vinha do mundo dos filmes de terror, esse longa é a adaptação mais fiel já feita na história do Universo DC. Quem já leu as histórias de origem do personagem, seja na versão clássica ou nos Novos 52, com certeza conseguiu identificar cenas, ambientações e até mesmo falas tiradas diretamente das páginas dos quadrinhos. Mas não é por isso que esse filme chegou ao primeiro lugar do nosso ranking. Ele está aqui porque consegue trazer elementos próprios que fazem dele muito mais que uma adaptação exemplar.

É um filme com coração, com alma, sobre um menino órfão que encontra quem ele realmente é em sua nova família. Sem contar que trazer um herói cujos poderes são baseados em magia para a perspectiva de uma criança querendo ser grande é uma premissa maravilhosamente perfeita para um herói de quadrinhos ganhando as telonas. Junte a isso um elenco que compreende bem as motivações de seus personagens e o resultado é uma aventura espetacular sobre família, heroísmo e amadurecimento.

1. O Esquadrão Suicida (2021)

Depois do fracasso colossal que foi o primeiro Esquadrão, James Gunn assumiu o roteiro e a direção dessa sequência para provar o efeito que um bom diretor pode ter em um filme. Contando a história de forma sádica, matando personagens a torto e a direito, Gunn não se baseia exatamente em um arco das HQs para escrever esse roteiro repleto de violência, humor e interações humanas sinceras entre os piores vilões do mundo.

Parte importante para esse filme funcionar é que roteiro, direção e elenco entendem que os personagens são a escória da humanidade, mas que até mesmo essa gente tem sentimentos e objetivos. Assim, partindo dessa ótica, o grupo é visto como um bando de bandidos descartáveis sendo mandados para uma ilha da América Latina para resolverem as burradas imperialistas dos EUA, mesmo que isso signifique não voltarem vivos. Adotando uma estética que remete instantaneamente aos quadrinhos, seja pelas cores, diálogos dinâmicos ou até mesmo pelas passagens de capítulos, O Esquadrão Suicida conta ainda com uma trilha sonora maravilhosa e um desenvolvimento de personagens maior que em praticamente todos os outros filmes da casa.

Todos os filmes citados estão disponíveis no HBO Max.

‘Maré Alta’: Trailer legendado do filme gay hollywoodiano com Marco Pigossi que estreia no Festival do Rio

O Hugo Gloss divulgou o trailer legendado de ‘Maré Alta’ (High Tide), filme hollywoodiano dirigido pelo italiano Marco Calvani (‘A Better Half’) e estrelado por seu marido, o brasileiro Marco Pigossi (‘Cidade Invisível’).

O filme terá sua primeira exibição no Brasil em 5 de outubro, durante o Festival do Rio.

O longa gira em torno de Lourenço (Pigossi), um brasileiro com visto prestes a expirar, que se sente desolado após seu namorado americano deixá-lo inesperadamente sozinho em Provincetown. Enquanto se encontra perdido e angustiado com seu futuro incerto, ele conhece o enfermeiro Maurice (James Bland), criando uma inesperada conexão ao descobrir que ele também se sente deslocado.

Confira o trailer e o pôster:

high tide
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Lembrando que o longa alcançou uma avaliação perfeita no Rotten Tomatoes, obtendo 100% de aprovação dos críticos com base em 7 resenhas.

“Um drama disperso, porém íntimo. Pigossi entrega uma performance impressionante que praticamente une as partes díspares do filme, tornando-o coeso mesmo com as falhas em sua construção”, disse Siddhant Adlakha da Variety.

“Uma performance principal envolvente de Marco Pigossi, imersa em melancolia e dor intensa, mas também em momentos de abertura, otimismo e até alegria, ajuda a tornar High Tide um retrato comovente de homens gays em busca de conexões significativas e genuínas”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

High Tide é um filme que desafia você a não se sentir obcecado — e atraído — pelo seu protagonista”, disse Ryan Lattanzio do indieWire.

“Sexy, porém não sua típica comédia romântica gay frívola, o filme de Marco Calvani aborda de forma comovente a depressão, o preconceito e os desafios de ser uma alma sensível em um ambiente repleto de frequentadores de bar com atenção dispersa”, disse Dennis Harvey do 48 Hills.

“Um estudo profundo de alguém que teme ter se tornado um hóspede permanente na casa de outra pessoa”, disse Stephen Saito do Moveable Fest.

“O filme é um lembrete provocante de que, mesmo quando acreditamos que nossas circunstâncias não podem melhorar, sempre pode surgir alguém para mudar nossa perspectiva sobre o que valorizamos e mantemos próximo ao coração. A química entre Pigossi e Bland torna a experiência ainda mais cativante”, disse Matthew Creith do
Edge Media Network.

“Calvani se detém no doce olhar entre os amantes quando eles expõem suas almas um ao outro… À medida que High Tide se aproxima do final, sua irregularidade inicial se equilibra, destacando-se pela performance cativante de Pigossi”, disse Debopriyaa Dutta 
do High on Films.

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“Maré Alta acompanha a história de Lourenço, um imigrante gay brasileiro indocumentado que vive em Provincetown, Massachusetts. Trabalhando como faxineiro e enfrentando os desafios de construir uma nova vida, Lourenço descobre um mundo completamente novo. Sua vida toma uma reviravolta quando ele se apaixona por Maurice, o que o leva a refletir sobre as complexidades das relações humanas”.

Marco Calvani assina o roteiro e a direção do filme.

No elenco, além de Marco Pigossi (‘Gen V’), estão James Bland (‘Giants’), Marisa Tomei (‘Meu Primo Vinny’), Bill Irwin (‘O Grinch’) e Bryan Batt (‘Mad Men’).

O filme marca a primeira colaboração de Pigossi e Calvani desde que se casaram em uma cerimônia privada em 2023.

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Vídeos e fotos do set de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ mostram Tom Holland com o uniforme novo

O recém-divulgado teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ está empolgando os fãs ao apresentar o visual completo do novo traje do herói, mais uma vez interpretado por Tom Holland.

As filmagens já começaram e os primeiros vídeos e fotos do set mostram Holland filmando suas cenas e interagindo com os fãs.

Confira:

Uma análise detalhada do ComicBookMovie aponta para uma mudança significativa: a aparente ausência da tecnologia Stark no uniforme.

A transição entre o vermelho e o azul do traje é visivelmente mais áspera e menos refinada do que os designs anteriores do MCU, que se destacavam pelo acabamento tecnológico impecável. Essa estética mais “crua” parece ser uma escolha deliberada do diretor Destin Daniel Cretton, refletindo uma nova fase para Peter Parker, agora sem acesso aos recursos ilimitados da Stark Industries.

Além disso, o novo traje parece ser mais prático, o que pode significar que Tom Holland passará menos tempo em trajes digitais ou de captura de movimento durante as filmagens.

Os lançadores de teia também ganharam destaque. Agora maiores e mais robustos, eles contrastam com os modelos compactos anteriores, indicando que Peter está criando seus próprios equipamentos, sem o acabamento refinado da tecnologia Stark.

Até então, o Homem-Aranha do MCU raramente precisou se preocupar em ficar sem teia durante uma luta. No entanto, isso pode mudar em “‘Um Novo Dia’, sugerindo o retorno dos tradicionais cartuchos de teia, uma marca registrada dos quadrinhos clássicos.

O roteiro de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ já havia confirmado que Peter se inspirou nos trajes de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Elementos como o formato da curva vermelha no peito e ombros, a gola separada, o comprimento das luvas, a textura do tecido, o cinto mais baixo e até o padrão nas pernas remetem diretamente ao traje de Garfield.

Já as referências ao traje de Maguire aparecem principalmente nas teias em relevo e em algumas semelhanças no símbolo do peito.

Confira os teasers:

 

 

Keanu Reeves faz 58 anos | 10 MELHORES Filmes do ator Libanês que conquistou Hollywood

Keanu Charles Reeves nasceu em Beirute, no Líbano, filho de uma futura figurinista (na época em que conheceu o pai de Keanu ela era dançarina) e um geólogo. Reeves se mudou para muitos lugares ao longo da vida. Certa vez, a mãe de Keanu, levou a família para a Austrália e depois para Nova York, lá sua mãe casou novamente e a família foi morar em Toronto.

Durante o ensino médio ele fora um promissor goleiro de Hockey. Seu apelido na época era ‘A Parede’. Keanu sonhava em se tornar um jogador de sucesso e assim conseguir disputar as olimpíadas pela seleção do Canadá mas uma lesão acabou com suas esperanças de uma carreira de sucesso nesse esporte.

Frustrado de alguma forma, arrumou as malas e chegou em Hollywood em meados da década de 80 para tentar a vida como ator. Entre uma aparição e outra, surgiu uma grande oportunidade em um filme que estaria entre seus maiores sucessos: Bill e Ted. A partir desse sucesso relâmpago nunca mais fugiu de produções voltadas à cinema, assim, teve chances de trabalhar com ótimos diretores, como: Bernardo Bertolucci, Francis Ford Coppola, Gus Van Sant e Kenneth Branagh, assim se consolidando aos poucos como um dos grandes nomes do cinema mundial. Keanu ainda tem qualidades que são raras, muito querido pelos fãs principalmente por seu respeito ao próximo e sua simplicidade.

Abaixo, listamos dez imperdíveis filmes desse genial artista, que completa 58 anos nesse dia 02 de setembro de 2022:

 

Caçadores de Emoção (1991)

Um daqueles filmes para ficar marcado na memória dos cinéfilos com cenas muito interessantes, emocionantes e que possui um desfecho espetacular/inesquecível. Na trama, Keanu Reeves faz um novato agente da polícia que trabalha em uma operação, disfarçado, para tentar prender perigosos assaltantes de bancos mascarados. O trio: Kathryn Bigelow (a primeira diretora ganhadora do Oscar da história), Patrick Swayze e Reeves mandam muito bem.

 

Garotos de Programa (1991)

Um dos grandes filmes de drama da carreira de Reeves, onde trabalhou ao lado do amigo River Phoenix. Nessa produção ele teve a chance de trabalhar com um dos mais conhecidos diretores de todos os tempos, Gus Van Sant. Na trama, vemos dois jovens garotos de programa que ganham a vida nas ruas de Portland entre drogas e prostituição até que algo muda na vida deles a partir de uma situação.

 

Velocidade Máxima (1994)

Um dos filmes mais conhecidos do público brasileiro protagonizado pelo nosso homenageado. Dirigido pelo cineasta Jan de Bont, Velocidade Máxima mostra uma química impressionante entre Reeves e Sandra Bullock. Nessa trama de ação muito bem dirigida, o ator assume o papel de um agente da polícia que precisa deter um perigoso terrorista, interpretado pelo ótimo Dennis Hooper. Sem dúvidas um dos grandes filmes do astro.

 

O Advogado do Diabo (1997)

Nesse longa-metragem de suspense intenso, com um elenco muito interessante ao seu lado (Al Pacino, Charlize Theron, Connie Nielsen…), Reeves interpreta um advogado vitorioso que ao se mudar para Nova York começa a ser perturbado por aparições inesperadas. Um filme que a galera ama ou odeia, mas ninguém nega a qualidade em cena de tantos astros de Hollywood juntos.

 

Matrix (1999)

Um dos maiores sucessos do ‘cinema nerd’, dirigido por Lilly e Lana Wachowski, Matrix é um grande marco na história do cinema e automaticamente da carreira de Keanu Reeves, que interpreta o inesquecível protagonista: Neo. Um longa-metragem que, quando é compreendido é amado pelo espectador. Uma experiência bastante interessante que ficou muito legal vista nas telonas dos cinemas de todo o mundo.

 

John Wick – De Volta ao Jogo (2014)

Só há um tempo em que é fundamental despertar. Esse tempo é agora! Marcando a estreia dos cineastas Chad Stahelski e David Leitch como diretores principais de um longa-metragem, John Wick – De Volta ao Jogo é um filme honesto no que se propõe: ser um filme de ação com ótimas sequências tendo uma cobertura considerável de clichês. Para assumir o papel do protagonista intransponível, foi chamado o antigo Neo, Keanu Reeves, que encaixou como uma luva no papel. O abre-alas de uma das franquias de ação de maior sucesso dos últimos tempos.

 

O Tiro que não saiu pela Culatra (1989)

Problemas familiares não tem endereço, a eterna roda gigante da educação. No final da década de 80, chegou aos cinemas O Tiro que não Saiu pela Culatra, dirigido por Ron Howard, um drama com pitadas cômicas que mostra um arranjo familiar complicado com tipos de educações diferentes. Passando um raio-x em uma família com as mais diversas crises, o brilhante roteiro da dupla Lowell Ganz e Babaloo Mandel nos faz refletir a todo instante. A atriz Dianne Wiest foi indicado ao Oscar por esse filme e Randy Newman, autor da trilha sonora, concorreu com a canção I Love To See You Smile ao Grammy, ao Globo de Ouro e ao Oscar. O elenco é ótimo Steve Martin, Mary Steenburgen, Dianne Wiest, Rick Moranis, Keanu Reeves, Joaquin Phoenix (em um de seus primeiros filmes), entre outros.

Doce Novembro (2001)

No ano de 2001, Keanu Reeves, ao lado de Charlize Theron, protagonizou o triste e bastante reflexivo Doce Novembro. Dirigido por Pat O’Connor, o filme conta a história de um publicitário workaholic que conhece uma mulher que muda para sempre sua maneira de enxergar o mundo. Difícil segurar o choro no final do filme!

 

Bill & Ted: Uma Aventura Fantástica (1989)

Um filme que marcou a cultura pop da época e toda uma geração! Dirigido por Stephen Herek e com roteiro assinado por Chris Matheson e Ed Solomon esse é o primeiro grande sucesso da carreira de Keanu Reeves. Falando sobre viagens ao tempo, música e redescobrindo (ou descobrindo) a história mundial, a aventura foi bastante exibida em alguns canais aqui do Brasil.

 

Virando o Jogo (2000)

Dirigido pelo cineasta Howard Deutch e fazendo uma bilheteria de mais de 50 milhões de dólares por todo o mundo, Virando o Jogo conta a história de um time de futebol americano que precisa substituir seus jogadores por conta de uma greve, para isso contrata um veterano treinador que começa descobrir nomes que realmente amam o esporte. No elenco, ótimos nomes como Gene Hackman, Jon Favreau e Rhys Ifans. Uma curiosidade sobre essa produção: Keanu Reeves abriu mão de parte do seu salário no filme para que Gene Hackman pudesse fazer parte do elenco. Santa generosidade!

Crítica | ‘La Noche esta Marchándose Ya’ – A saga de um transeunte preso ao próprio marasmo [Bonito CineSur 2026]

Olha, há alguns filmes que são recheados de boas intenções e até atingem em cheio seu principal tema do discurso. Porém, na hora de transformar em narrativa as peças de um roteiro, a princípio repleto de pontos interessantes, acabam embaralhando-se de uma forma pouco envolvente, o que pode dividir opiniões.

Em mais uma noite de Bonito CineSur 2026, em uma sessão que acabou perto das 23 horas, no Auditório Kadiwéu, no centro de convenções, fomos, com toda a atenção do mundo, assistir a um filme argentino que prometia demais pela sinopse, mas que aos poucos se atropela nas escolhas que são tomadas. Seduz pela falsa sensação de brilhantismo, por conta da elegância e eficiência de uma fotografia em preto e branco que chama mesmo a atenção, validando a melancolia e o paradoxo existencial que surgem através dos personagens. Entretanto, nem esses pontos positivos conseguem fazer milagre quando a narrativa não se torna efetivamente envolvente.

Com direção de Ezequiel Salinas e Ramiro Sonzini, La Noche esta Marchándose Ya nos leva até a curiosa história de Pelu (Octavio Bertone), um dos dois projecionistas de um cineclube de uma cidade dos nossos hermanos. Quando seu trabalho escapa de suas mãos por conta da crise, ele precisa agarrar com toda força a oportunidade de ser o vigia noturna do próprio lugar. Nessa mudança de função, começa a interagir com personagens que surgem, pessoas que enfrentam a mesma crise que ele, formando um grupo unido e que procurará a resistência.

Exalando críticas sociais e políticas de forma sutil, mas com relevância, por meio de silêncios constantes e transformando a cultura em um escudo contra as garras de um governo argentino que insiste em impor obstáculos e em não reconhecer o importante papel social que o cinema e outras artes possuem, esta obra caminha pelo lado certo da história na sua questão moral, gerando reflexões consistentes. Isso é um ponto, e é importante ser mencionado.

A grande questão é como se chega até isso. Com um ritmo lento e partes que não fazem a história andar pra frente, o foco se volta para a saga de um transeunte preso ao próprio marasmo, perdido em um paradoxo existencial que avança pelo não dito, sugerindo mais que explicando. Essa fórmula se mostra ineficiente para ganhar a atenção. Mesmo com méritos, o filme se arrasta ao longo dos seu mais de 100 minutos.

 

Depois de ‘Top Gun: Maverick’ | 10 Filmes de 1986 que Também Mereciam Continuação

Top Gun: Maverick é o mais recente fenômeno de 2022. O longa se tornou o mais bem avaliado da carreira do astro Tom Cruise no agregador de críticas Rotten Tomatoes. Além disso, se tornou também a maior bilheteria da carreira do ator – que coleciona sucessos em sua filmografia, vide a franquia Missão: Impossível.

O filme, é claro, é a continuação do sucesso Top Gun: Ases Indomáveis, de 1986, que marcou época e surgiu como divisor de águas na carreira de Tom Cruise, o catapultando ao estrelato – de onde nunca mais sairia. Por anos falou-se sobre uma possível continuação para o adorado produto dos anos 80, e ele finalmente está entre nós. O que Top Gun: Maverick pode mostrar para a indústria de Hollywood é que os fãs estão dispostos a embarcar na nostalgia, e que se as continuações tardias forem realizadas da maneira certa, irá capturar audiências de novas gerações (como é o caso também com a série Cobra Kai).

Pensando em seguir por esta nostalgia, resolvi lembrar com você querido leitor, outras produções queridas ou cult do mesmo ano de lançamento do primeiro Top Gun, ou seja 1986, que também mereciam nova chance de fazer sucesso nos dias atuais. Confira abaixo.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Essa é fácil. Se você perguntar para os cinéfilos da geração dos anos 80 qual filme eles mais gostariam de ter visto a continuação, ao menos cinco entre dez fãs dirão Os Aventureiros do Bairro Proibido (Big Trouble in Little China), de John Carpenter. É dito que o filme de 1986 serviu de inspiração ao game violento Mortal Kombat, por exemplo. Na época não era muito comum, mas alguns filmes dos anos 80 deixavam em seu desfecho a porta não aberta, mas sim escancarada, para uma continuação. Aqui, após derrotar todo o mal, Jack Burton (Kurt Russell) parte com seu caminhão – é então que somos surpreendidos com um monstro escondido debaixo do veículo. Quem fim levou esta situação, os fãs nunca souberam. A verdade é que o filme não foi bem nas bilheterias, e só caiu nas graças do público nas locadoras e nas reprises da TV aberta. Por anos fala-se em um remake com Dwayne Johnson, mas o que gostaríamos de ver mesmo é uma sequência com Russell novamente no papel.

Stallone Cobra

Vira e mexe falamos sobre esse filme aqui. Veículo de ação para o astro Sylvester Stallone, Cobra é seu longa de ação mais intenso, com ares de suspense. O curioso mesmo é o título em português. Os responsáveis resolveram pegar o nome do ator, que estava acima do título, e inseri-lo em como o filme ficaria conhecido em nosso país. Assim, Cobra ficaria famoso para a geração dos anos 80 no Brasil como Stallone Cobra. Deliciosamente bizarro. O ator é mestre em continuar com muitas sequências alguns de seus filmes mais badalados, vide Rocky, Rambo e Os Mercenários. Bem que ele poderia fazer uma forcinha e tirar o policial durão Marion Cobretti da aposentadoria – com direito a palitinho de fósforo na boca e tudo. Os fãs agradeceriam muito.

Labirinto: A Magia do Tempo

Outro cult que marcou época, Labirinto segue como um dos grandes favoritos dos anos 80 pertencente aos gêneros da fantasia e aventura juvenil. A fórmula aqui parece ter nascido para ser cult, veja esta mistura: o astro da música pop David Bowie como o vilão cantante e dançante Rei dos Duendes, uma Jennifer Connelly bem novinha aos 16 aninhos protagonizando como a mocinha Sarah, e a cereja do bolo, as criações em animatrônico das criaturas místicas providas pelo mestre Jim Henson, criador dos Muppets e de O Cristal Encantado (1982). Seria muito legal ver Connelly adulta lidando novamente com as criaturas, e quem sabe protegendo seus próprios filhos, da ameaça de um novo cantor pop reinando na maldade – nossa escolha seria Lady Gaga como a nova rainha Duende.

 

Curtindo a Vida Adoidado

Pode parecer heresia para grande parte dos fãs, que acredita que com clássicos não se mexe. Mas pode confessar que sempre deu aquela pontinha de vontade de ter visto novas desventuras com Ferris Buller aprontando ao lado dos amigos. Do jeito que Curtindo a Vida Adoidado narra a “sede pela emoção” de seu protagonista, e na forma como ele fala sobre a vida adulta, seria interessante ver o que de fato o personagem se tornou – agora que os atores estão todos na meia idade. Seria uma injeção de nostalgia na veia, se uma continuação tardia trouxesse Ferris (Matthew Broderick) agora como professor de alunos espertinhos, precisando mostrar quem é o verdadeiro rei da malandragem. Ele estaria casado Sloane (Mia Sara), é claro, e ainda melhor amigo de Cameron (Alan Ruck).

A Garota de Rosa-Shocking

Seguindo pelas produções adolescentes de John Hughes, ao contrário do que muitos possam pensar, esse longa não foi dirigido pelo cineasta, e sim apenas escrito e produzido por ele. Contando com a musa do diretor como protagonista, a ruivinha Molly Ringwald, o filme tem a mesma trama de diversos outros da época, e aborda a questão amorosa de uma jovem humilde dividida entre dois pretendentes. O foco da história, no entanto, é o choque de classes que acontece quando um adolescente rico (Andrew McCarthy) se apaixona por uma jovem vinda de família mais pobre (Ringwald). Talvez uma sequência de A Garota de Rosa-Shocking fosse mais apropriada na forma de uma série de TV, no estilo Cobra Kai, mostrando a vida do trio principal, que ainda conta com o nerd vivido por Jon Cryer, nos dias atuais e fora dos 80’s.

O Rapto do Menino Dourado

Clássico absoluto das reprises da Sessão da Tarde no início dos anos 90, este filme marcou o primeiro filme de fantasia da carreira do astro Eddie Murphy. Curiosamente, assim como Um Tira da Pesada era inicialmente planejado para ter Sylvester Stallone no papel principal, O Rapto do Menino Dourado teria Mel Gibson protagonizando, numa aventura de teor mais sério. Na trama, Murphy é um detetive particular especializado em encontrar crianças desaparecidas, contratado para encontrar o tal menino dourado do título, uma criança mística com poderes sobrenaturais. Logo o sujeito se envolve numa jornada de outro mundo. Este filme é tido como “rival” de Os Aventureiros do Bairro Proibido, por exibirem tramas similares, sendo que este se deu melhor nas bilheterias. Pegando o gancho de Um Príncipe em Nova York 2 e do vindouro Um Tira da Pesada 4, o ator bem que podia tirar essa sequência da gaveta.

Um Robô em Curto Circuito

Falando em comédias cult dos anos 80 que marcaram a época, este longa é o único da lista que de fato gerou uma continuação na mesma década, lançada dois anos depois. Os anos 80 foram a década dos animatrônicos – grande parte dos filmes que capturavam a imaginação das crianças e adolescentes utilizavam os famosos bonecos que se movimentavam por controle remoto. Era a ascensão dos efeitos visuais, afinal Hollywood sempre foi a fábrica de sonhos. Usando esse mote, era apresentado ao público o personagem Número 5, um simpático robozinho, desenvolvido pelo governo americano para ser uma arma de combate e guerra. Provido de inteligência artificial, uma destas criações, o de número 5, resolve fugir e viver sua própria vida. No elenco de humanos, Steve Guttenberg (o Mahoney da Loucademia de Polícia) vive o criador dos robôs, e Ally Sheedy (Clube dos Cinco) é a mulher que abriga o ser mecânico em sua casa e faz amizade com ele. Na continuação, a dupla não está mais e o robozinho agora se chama Johnny 5. Como trata-se de uma produção da Columbia (hoje Sony), seria interessante ver o estúdio tirando a premissa da gaveta, com o uso de efeitos visuais melhores, para um terceiro filme.

Três Amigos!

A trama desta comédia fala sobre três atores de um famoso programa de faroeste, que são demitidos e o programa cancelado. Assim, eles aceitam emprego encenando seus personagens num evento. Pelo menos é o que eles pensam, já que na verdade se trata de uma situação real no México, onde enfrentam bandidos que dominam um vilarejo. O grande chamariz aqui é a união de três ícones da comédia protagonizando: Steve Martin, Chevy Chase e Martin Short. Recentemente, Martin e Short voltaram aos holofotes graças ao sucesso da série Only Murders in the Building. Quem roteiriza tal programa é o próprio Steve Martin, responsável também pelo roteiro de Três Amigos! Assim, temos meio caminho andado, só precisando trazer Chase de volta para formar o trio, que agora estaria mais velho e envolvidos em outros “micos” da vida artística.

Noite de Arrepios

Primeiro filme de terror da lista, Noite de Arrepios não fez o sucesso esperado nas bilheterias há 36 anos. Mas assim como tantos outros filmes, se tornou sucesso nas vídeo locadoras e nas exibições da TV aberta – o “Netflix” da época. E assim como Os Aventureiros do Bairro Proibido, este filme de terror cult deixava uma porta não aberta, mas escancarada para uma possível continuação, que nunca viria. Com produção da TriStar Pictures (Sony), o filme mostrava adolescentes de uma universidade as voltas com lesmas espaciais que transformam seus hospedeiros em zumbis. Ajudando no caso, um policial linha-dura que teve sua namorada de juventude assassinada por um serial killer. O estúdio bem que poderia resgatar essa ideia muito criativa para os dias de hoje, mesmo que não contasse com o mesmo elenco protagonizando, apenas em participações especiais.

Aliens: O Resgate

Tudo bem, sabemos que a franquia Alien gerou nada menos que mais duas sequências diretas depois deste Aliens: O Resgate, dois derivados (Alien vs Predador) e duas pré-sequências (Prometheus e Alien Covenant). Tudo isso só nos cinemas. Sabemos também que a franquia ganhará sua própria série, ambientada antes dos eventos do filme original, além de outra produção na forma de um longa-metragem a ser dirigido por Fede Alvarez. Sabemos de tudo isso. Mas o que gostaríamos de ter visto mesmo era a anunciada sequência direta de Aliens: O Resgate na qual o diretor sul-africano Neill Blomkamp estava trabalhando. Cada novidade, cada arte conceitual trazida pelo cineasta nos enchia de animação pelo filme – que continuaria diretamente após os eventos do segundo filme e traria ao elenco Sigourney Weaver como Ripley e Michael Biehn como Hicks. O projeto foi varrido para debaixo do tapete, em prol do decepcionante Alien Covenant, de Ridley Scott. Seria bom se a Disney, dona dos direitos da produção da Fox, tirasse esse mesmo argumento da gaveta e o fizesse virar realidade.

Depois de ‘Liga da Justiça’, Zack Snyder confirma qual será o seu próximo filme

Após ter sido afastado do Universo da DC, o diretor Zack Snyder já definiu qual será o seu próximo projeto depois de ‘Liga da Justiça‘.

Snyder comandará ‘The Fountainhead‘, adaptação de um livro lançado em 1943 e escrito por Ayn Rand. No Brasil, o livro foi lançado com o título ‘A Nascente‘.

O livro gira em torno de um jovem arquiteto individualista, Howard Roark, que projeta edifícios modernistas e se recusa a comprometer sua visão artística por um estabelecimento arquitetônico que não deseja aceitar a inovação.

O romance foi rejeitado por 12 editoras antes de ser publicado. Inicialmente sem sucesso, o livro acabou vendendo mais de 6.5 milhões de cópias mundialmente.

‘Sex Education’: Lucas Jagger, filho de Luciana Gimenez, dá conselhos hilários em novo vídeo da série

A Netflix divulgou um novo vídeo hilário para divulgar sua nova série de comédia, ‘Sex Education‘. O vídeo traz Lucas Jagger, filho de Luciana Gimenez, dando conselhos ao protagonista Otis.

Confira, com o trailer completo:

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

‘Rambo – Até o Fim’ arrecada quase US$ 20 milhões em sua estreia nos EUA

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos e toda a polêmica sobre xenofobia, ‘Rambo – Até o Fim‘ estreou nos EUA com US$ 19 milhões – uma das maiores estreias da franquia, perdendo apenas para ‘Rambo II – A Missão‘, que arrecadou US$ 20.1 milhões em seu primeiro final de semana.

Contando ao seu favor, o público também parece ter gostado bastante da produção, o que a garantiu uma nota B dos espectadores.

Com orçamento de US$ 50 milhões, o longa terá que contar também com seus números no mercado internacional para se consolidar como mais um sucesso da saga.

Crítica | Rambo: Até o Fim – Quinto filme da franquia ou… um genérico de Stallone!

Adrian Grunberg assume a direção do filme, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

O tempo passou para Rambo, que agora vive recluso em um rancho na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Sua vida marcada por lutas violentas ficou para trás, mas deixou marcas irreparáveis. No entanto, quando uma jovem amiga da família é sequestrada, Rambo precisará confrontar seu passado e reviver suas habilidades de combate para enfrentar um dos mais perigosos cartéis mexicanos. A busca logo se transforma em uma violenta caçada por justiça, onde nenhum criminoso será perdoado.

O elenco ainda inclui Paz VegaSergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Thor’: Diretor do primeiro filme comenta as mudanças do herói no MCU

Em entrevista ao Comic Book, o diretor do primeiro filme solo do ‘Thor‘, Kenneth Branagh, falou sobre as mudanças do herói em sua jornada através do MCU.

“Acho que colocamos um peso emocional na frente da história, que foi responsável pelo desenvolvimento inicial do personagem que conhecemos atualmente. Há uma diversidade incrível na história do personagem através de 50 anos de quadrinhos. Atualmente, os filmes estão fazendo isso com o personagem.”

Ele completa, “Acho que foi importante criar uma base para estabelecer esse personagem e sua relação difícil com o seu pai e o seu irmão. Todos esses elementos tinham grande potencial se conseguíssemos fazer o público se conectar com a autenticidade dos sentimentos do personagem. E acredito que isso foi feito de forma bem-sucedida. Depois disso, havia muito potencial para a jornada do herói.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ tem estreoia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Chris Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

Soldados lutam pela sobrevivência no trailer LEGENDADO de ‘Sem Retorno’; Assista!

O filme de guerra ‘Sem Retorno‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Rick Roberts.

Prisioneiros russos estão sendo escoltados até um campo de prisioneiros de Stalag por um grupo de soldados alemães. Suas histórias de vida se desenrolam e quando os russos escapam e lutam por suas vidas atrás das linhas inimigas, alguns de seus captores começam a questionar se eles estão do lado certo.

O elenco conta com Josh Harper, Neal Ward, Laura Jean Marsh, Bethany Slater, Mhairi Calvey, Luke Maskell, George Weightman e Harry Palmer.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela A2 Filmes.

‘Ron Bugado’: Animação FRACASSA nas bilheterias dos EUA

Enfrentando forte concorrência, a animação ‘Ron Bugado‘ fracassou nas bilheterias dos EUA, com uma estreia fraca de apenas US$ 7.3 milhões.

Para termos de comparação, o resultado fica abaixo de outros títulos do gênero lançados nos últimos meses no país, como ‘A Família Addams 2‘ (US$17.3M), ‘O Poderoso Chefinho 2‘ (US$16M) e ‘Patrulha Canina‘ (US$13.1M).

No mercado internacional, o longa arrecadou US$ 10 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 17.3 milhões.

Lembrando que a animação já está sendo exibida nas salas de cinema nacionais!

Sarah Smith, Jean-Philippe Vine e Octavio E. Rodriguez são responsáveis pela direção.

A história é centrada em um garoto de 11 anos chamado Barney que se torna amigo de um robô que não funciona totalmente bem – viajando a um mundo onde robôs que falam, andam e têm crianças como melhores amigos.

A produção conta com as vozes de Olivia Colman, Jack Dylan Grazer, Zach Galifianakis e Ed Helms.

‘Resident Alien’: Invasão alienígena no trailer dos próximos episódios da 2ª temporada; Assista!

O SyFy divulgou o trailer da segunda metade da 2ª temporada da série ‘Resident Alien‘, estrelada pelo Alan Tudyk.

Confira:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 10 de agosto.

Criada por Chris Sheridan, a série é baseada nos quadrinhos da Dark Horse.

Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.

Tudyk (‘Firefly’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Sara Tomko, Corey Reynolds, Alice Wetterlund e Levi Fiehler.

Episódios finais de ‘Manifest’ ganham data de estreia na Netflix; Confira o teaser!

A Netflix finalmente anunciou quando a segunda parte da 4ª (e última) temporada de ‘Manifest‘ serão lançada.

Os episódios finais irão estrear na plataforma no dia 2 de junho.

Nos últimos capítulos, os passageiros irão enfrentar repercussões alarmantes em um mundo dominado pelo ódio, não mais livres para resolver seus próprios chamados sem supervisão constante do inescrupuloso Registro 828. Logo, um acidente misterioso oferece avisos sinistros em escala bíblica que comprometerá ainda mais a subsistência de todos.

Confira o teaser:

A série é inspirada no desaparecimento do voo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

Netflix lançará novo TERROR sobre a Fada dos Dentes

De acordo com o Deadline, a Netflix lançará um novo terror focado em uma versão sinistra da Fada dos Dentes, intitulado ‘Tooth Fairy‘.

O longa será dos mesmos produtores de ‘Destinos à Deriva‘ (Nowhere), thriller de sobrevivência em língua espanhola mais assistido da história do serviço de streaming.

Na trama…

“Uma série de desaparecimentos de crianças assusta os moradores de uma comunidade rural na Espanha. Quando uma assistente social começa a investigar os mitos e lendas do local, ela descobre que ela acidentalmente acabou despertando um assustador e vingativo espírito maligno.”

Tony Morales é responsável pela direção.

O longa será baseado em seu curta-metragem Hada, lançado em 2015.

Confira na íntegra:

As filmagens estão programadas para o verão europeu de 2024 (entre junho e setembro).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Setembro 5

(September 5)

 

Elenco:

Peter Sarsgaard
Ben Chaplin
John Magaro
Leonie Benesch

 

Direção: Tim Fehlbaum

Gênero: Suspense

Duração: 91 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2025

Sinopse: 

Ambientado durante os Jogos Olímpicos de Verão de 1972 em Munique, a trama de SETEMBTRO 5 acompanha uma equipe americana de transmissão esportiva que precisou se adaptar para a cobertura ao vivo dos atletas israelenses feitos reféns. A produção oferece uma nova perspectiva sobre esse evento histórico visto globalmente por um número estimado de um bilhão de pessoas na época.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Tim Fehlbaum também assina o roteiro ao lado de Moritz Binder e Alex David;

» O longa mostra o momento decisivo que mudou para sempre a cobertura da mídia e continua impactando as transmissões ao vivo até hoje;

Trailer:

Cartazes: 

Cartaz filme suspense September 5 lançamento 29 novembro

Fotos: 

Reunião pessoas em ambiente de trabalho com computadores.

Pessoas reunidas ao redor de uma mesa de trabalho.

Hulk Hogan, ator e lenda da WWE, morre aos 71 anos

Hulk Hogan, ícone da luta livre e uma figura proeminente na cultura popular, morreu aos 71 anos.

De acordo com o TMZ, o astro sofreu um ataque cardíaco em sua casa.

O site afirma que paramédicos responderam a um chamado em sua casa, na Flórida, às 9h51m da manhã desta quinta-feira (24). Ele foi levado ao hospital, e foi declarado morto no local.

Há algumas semanas, rumores sobre sua saúde circularam pela internet. A esposa do lutador, Sky, chegou a desmentir que ele estava em coma, confirmando que o seu coração era “forte” enquanto ele se recuperava de cirurgias recentes.

Lenda no mundo da luta, Hulk transformou wrestling profissional em um esporte de entretenimento familiar. Ele se tornou um fenômeno com Hulkamania após derrotar o Iron Sheik no Campeonato Mundial de Pesos Pesados, em 1984.

Ele foi introduzido ao Hall da Fama do WWE em 2005. Dez anos depois, no entanto, foi removido após escândalos envolvendo comentários racistas enquanto estava sendo secretamente filmado durante um encontro sexual.

Cinco anos depois, ele foi readmitido ao Hall da Fama do WWE.

Devido ao seu estrelato, ele fez diversas participações em filmes e séries, incluindo ‘S.O.S. Malibu‘, ‘Duro de Espiar‘, ‘Herói por Engano‘, ‘Comando Tático‘, ‘Muppets no Espaço‘, ‘Frango Robô‘, entre outros.

Patrick Muldoon, ator de ‘Tropas Estelares’, morre aos 57 anos

O ator Patrick Muldoon, conhecido pelo seu papel em ‘Tropas Estelares‘, morreu aos 57 anos.

De acordo com o Deadline, o artista faleceu na manhã de ontem, no dia 19 de abril, em decorrência de um ataque cardíaco.

Além do blockbuster clássico dirigido por Paul Verhoeven, o ator também participou de produções populares nas telinhas, como ‘Days of our Lives‘ e ‘Melrose Place‘.

Muldoon nasceu em San Pedro, na Califórnia, e se graduou na USC – onde integrou o time de futebol dos Trojans.

Ele começou sua carreira como ator ainda na faculdade, participando de dois episódios da comédia ‘Who’s the Boss?‘. Pouco depois de sua graduação, em 1991, ele foi escalado para um papel recorrente de três episódios no clássico ‘Uma Galera do Barulho‘.

Seu grande destaque nas telinhas, no entanto, veio ao interpretar Austin Reed em ‘Days of our Lives‘. O ator deu vida ao papel por três anos, entre 1992 e 1995. Quase duas décadas depois, ele reprisou seu papel, em 2011.

O artista também interpretou o antagonista Richard Hart em três temporadas de ‘Melrose Place‘.

Nos cinemas, seu maior crédito foi ‘Tropas Estrelares‘, mas ele também participou de produções como ‘Diabólica‘, ‘A Invasão 2‘, ‘Fuga na Escuridão‘, ‘Matadores de Aluguel‘, ‘Alta Temperatura‘, ‘Aranhas‘, ‘Tempo de Esperança‘, entre outros.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’: Artes conceituais dos personagens são divulgadas

Uma série de artes conceituais dos personagens de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ foi divulgada pelo artista Andy Park.

Em sua conta do Instagram, ele mostra também alguns visuais alternativos que não vieram a ser aproveitados.

Confira:

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

‘Bao’: Curta-metragem que antecede ‘Os Incríveis 2’ ganha primeiras imagens; Confira!

Antes de ‘Os Incríveis 2’ estrear nas telonas, a produção da Pixar ganhará uma introdução, com o curta-metragem de sete minutos, intitulado ‘Bao’.

A proposta repete a tradição de cada novo longo da divisão da Disney. E nesta breve animação, testemunharemos uma fábula com ares culinários.

Confira as primeiras imagens:

Bao’ conta a história de uma mulher canadense com descendência chinesa, que sofre daquele clássico vazio no lar, natural de quando os filhos crescem e passam a construir suas vidas por conta própria.

Triste pela partida de seus filhos, ela vê a chance de viver a maternidade novamente, quando um de seus dumplings ganha vida.

 

Os Incríveis 2‘ ganhou um novo comercial, que traz a Família Pêra em ação.

Confira:

Confira também o novo trailer dublado:

Em ‘Os Incríveis 2‘, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Os Incríveis 2 tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

‘Fairytale Ending’: Bryce Dallas Howard e Octavia Spencer se reencontram em novo projeto

As atrizes Bryce Dallas Howard e Octavia Spencer vão se reencontrar em um novo projeto. A dupla, que compartilhou as telonas no aclamado ‘Histórias Cruzadas‘, volta a trabalhar junta no longa ‘Fairytale Ending‘.

Os detalhes da trama ainda permanecem em segredo, mas o que se sabe por hora é que Howard e Spencer também serão as produtoras do projeto, feito pela Universal Pictures. Além delas, Seth MacFarlane assume a mesma função.

O roteiro é assinado por Jim Hecht e Tracy McMillan.

A última vez que Bryce Dallas e Octavia Spencer trabalharam juntas foi em ‘Histórias Cruzadas‘ (2011), filme que rendeu à última seu Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante.

‘The Good Doctor’: Explosão coloca todos em perigo na promo do episódio final da 3ª temporada

Sucesso nos Estados Unidos e no Brasil, a série ‘The Good Doctor‘ está caminhando para o final de sua 3ª temporada.

E o capítulo em questão ganhou uma tensa promo, que mostra os destroços do hospital, com os médicos tentando sobreviver.

Assista:

A ABC renovou oficialmente a série ‘The Good Doctor‘ para a 4ª temporada.

A terceira temporada tem registrado uma média de 0.82 na demo, e um total de 5.6 milhões de espectadores. Em comparação ao ciclo anterior, há uma queda de apenas 26% na audiência.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Rede Globo, chamado Globo Play.

Conheça a nova série espacial do Disney+ produzida por Leonardo DiCaprio

A plataforma do Disney+ trouxe uma nova série espacial para os fãs do gênero, intitulada ‘Os Eleitos‘.

Explorando os bastidores da corrida espacial norte-americana no final dos anos 50 e início dos anos 60, a produção revela os detalhes tanto relacionados ao primeiro grupo de astronautas, os Sete Originais, como também de todo o trabalho desenvolvido pela Nasa.

E a nossa crítica e jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de entrevistar uma das atrizes da série, Shannon Lucio, que deu detalhes sobre a nova série, produzida pelo astro Leonardo DiCaprio.

Assista:

Os Eleitos é a primeira obra original do National Geographic. Baseada no romance de não-ficção homônimo de Tom Wolfe, ela gira em torno de sete dos melhores pilotos militares que se tornam astronautas do programa espacial da NASA no auge da Guerra Fria. Competindo para serem os primeiros no espaço, esses homens comuns alcançam o extraordinário, inspirando o país a se voltar para um novo horizonte de ambição e esperança.

A série é produzida por Leonardo DiCaprio, com Mark Lafferty entrando como showrunner.

A série é composta por oito episódios e traz no elenco Patrick J. AdamsJake McDormanColin O’DonoghueMichael TrotterAaron StatonMicah StockJames LaffertyNora ZehetnerShannon LucioEloise MumfordEric LadinPatrick Fischler.

‘Servant’: 3ª temporada já está disponível na Apple TV+

A 3ª temporada da aclamada sérire ‘Servant‘, drama de terror de M. Night Shyamalan, já está em exibição na Apple TV+. 

Os quatro primeiros episódios do mais novo ciclo já estão disponíveis na grade de programação do streaming. Os demais capítulos serão lançados nas próximas semanas, sempre às sextas-feiras.

Relembre o trailer da temporada:

Assista a nossa entrevista com o designer de produção de ‘Servant‘:

Dirigida por Shyamalan, a produção é do gênero thriller psicológico e foi co-criada pelo produtor executivo e roteirista Tony Basgallop.

A história gira em torno de um casal da Filadélfia que ainda está de luto após uma tragédia quase destruir o seu casamento. As coisas ficam mais tenebrosas do que o imaginado quando os dois abrem as portas e sua casa para uma força misteriosa – e perigosa.

O elenco é formado por Lauren Ambrose e Toby Kebbell nos papéis de Dorothy e Sean Turner. Nell Tiger FreeRupert Grint e S.J. Son também estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª e última temporada!

Crítica Home Vídeo | Mãe e Pai – Nicolas Cage é mais uma vez a piada em cena

Uma mulher para o carro em cima da linha do trem, abre a porta e sai deixando um bebê na cadeirinha do banco de trás. O trem vem e você já sabe o que acontece. Esta é a cena inicial do cômico terror Mom and Dad, estrelado pelos decadentes Nicolas Cage e Selma Blair. O adjetivo não é pejorativo, neste longa o ganhador do Oscar por Despedida em Las Vegas (1996) é uma piada do pai de família classe média, assim como Blair segue em suas decaídas aparições no cinema, longe do reconhecimento conquistado quase duas décadas atrás com Segundas Intenções (1999).

Escrito e dirigido por Brian Taylor, responsável por Adrenalina (2006), o filme não tem a intenção de criar suspense ou levar a sua proposta muito a sério. E esse é um lado positivo da obra, que permite ao espectador um processo catártico e divertido mesmo que com uma pesada temática, afinal se trata de uma narrativa de filicídio e infanticídio.

Após o incidente do início do filme, a família de Nicolas Cage está calmamente tomando café da manhã quando passa a notícia na televisão. A mãe pede para trocar de canal e cada um segue para suas modorrentas atividades diárias, como escola, aula de ginástica e trabalho burocrático no escritório. A empregada e a filha dela permanecem na casa junto com o filho menor poupado das aulas naquele dia.

A caminho da escola, Selma Blair tem uma típica conversa entre mãe e filha adolescente baseada na barreira da diferença de gerações e as frustrações maternas. Ou seja, ela sempre dá tudo aos filhos, mas não recebe nada em troca, nem um pequeno diálogo dentro do carro. Ao ouvir as lamúrias de sua mãe, para dilacerá-la, a rebelde adolescente completa: “eu não tenho culpa se você não tem uma vida”.

De repente, durante as aulas os alunos começam a ser chamados pelos pais para saírem mais cedo das atividade escolares.  Logo, a polícia aparece para impedi-los de chegar perto das crianças, no entanto, ninguém sabe o que está acontecendo até que um deles escapa do cerco policial para os braços dos seus pais e o espetáculo de sacrilégios começa.

Os pais partem para matar os seus filhos das formas mais absurdas e idiotas possíveis. O único objetivo é eliminá-los para sempre e serem felizes sem eles. O filme é focado nas 24 horas em que a adolescente Carly (Anne Winters) e o seu irmão mais novo Josh (Zackary Arthur) tentam sobreviver aos seus pais (Cage e Blair).

Apesar da temática surrealista, o filme mantém o público atento, pois a todo momento o roteiro entrelaça as ações daquele dia com as lembranças entre o marido e a esposa, o pai e o filho, a mãe e a filha. Os flashbacks trazem perspectivas boas e ruim, além de reflexões sobre a eliminação dos filhos não ser tão absurda, porque no fundo, talvez, todos os pais desejem isso.

A abordagem é ousada, mas bem medida e conta com pouca explicação para o fenômeno psicótico, a fim de não menosprezar as sutis motivações. A comédia, no entanto, não deve satisfazer um público conservador, pois até os recém-nascidos correm perigo nesta narrativa.

Com um humor subversivo, a obra diverte e recorda aqueles filmes em que as crianças são sempre mais inteligentes que os adultos e criam várias armadilhas, como Esqueceram de Mim (1990) e O Pestinha (1990). Quando os avós entram em cena atrás do pai da família, as sequências se tornam ainda mais cômicas e pastelão.

Em Mãe e Pai é possível esquecer dos assassinatos, não se importar muito sobre o gatilho para o comportamento insurreto e, pelo menos, garantir algumas risadas. Após 24 horas na vida dessa família, a gente não sabe o que vai acontecer, mas vale pelo questionamento sobre paternidade e maternidade, que eleva o filme para uma obra além do pastiche sanguinário.

‘O Rei Leão’: Beyoncé ficará responsável pela canção dos créditos finais

Durante uma entrevista ao jornal The Sun, o cantor Elton John revelou alguns detalhes da aguardada trilha sonora de O Rei Leão, live-action inspirado na clássica animação da Disney.

Segundo o cantor, Beyoncé ficará responsável pela inédita canção dos créditos finais, além de algumas canções clássicas que irão ser regravadas, como “Hakuna Matata” e “Circle of Life”.

Já o talentoso compositor Hans Zimmer irá compor a trilha sonora original. Só lembrando que Zimmer também foi responsável pela trilha da animação de 1994, a qual ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora.

Enquanto isso, Jon Favreau, o diretor do live-action deO Rei Leão, publicou no Twitter uma imagem no set de filmagens ao lado de Donald Glover, que interpretará Simba na nova produção da Disney:

Elton John e Beyoncé estão trabalhando juntos para regravar as músicas para o remake live-action. John compôs e cantou as músicas do clássico de 1994.

O elenco do live-action traz Beyoncé como Nala, Chiwetel Ejiofor será Scar, Seth Rogen viverá o Pumbaa, Billy Eichner será o Timon e Donald Glover o Simba.

Recentemente, surgiram boatos de que a Disney teria concordado em pagar US$ 25 milhões de dólares (cerca de R$ 77 milhões) para garantir o envolvimento de Beyoncé no projeto.

Além de dublar Nala, Beyoncé deve ficar responsável pela trilha sonora.

O estúdio também anunciou Eric André como Azizi, Florence Kasumba como Shenzi, Keegan-Michael Key como Kamari, Id McCrary como o jovem Simba e Shahadi Wright Joseph como a jovem Nala.

O filme dirigido por Jon Favreau está em pré-produção em Los Angeles.

O lançamento está marcado para o dia 19 de Julho de 2019.

‘Coringa’: Fã cria trailer sinistro para filme de origem do vilão; Assista!

Como de costume, um fã resolveu criar um trailer para servir de conceito ao filme solo do vilão Coringa, que está sendo desenvolvido pela Warner Bros., com Joaquin Phoenix no papel principal. Confira, que o resultado ficou sensacional:

Apesar de uma equipe premiada estar se reunindo para trazer a história de origem do vilão Coringa para os cinemas, uma atriz super talentosa recusou um papel de importância no projeto da DC.

Frances McDormand, ganhadora do Oscar por ‘Três Anúncios para um Crime’, recusou o papel oferecido pela Warner para viver a mãe do vilão. A informação é do jornalista Umberto Gonzalez, do TheWrap.

Filme de origem do Coringa será ‘assustador’, afirma Joaquin Phoenix

Segundo o Hashtag Show, a DC Films está cotando o ator Robert DeNiro para que ele apareça no filme.

Além disso, a equipe pode contar com o diretor de fotografia Lawrence Sher (‘Godzilla’, 2014), que já trabalhou anteriormente com o diretor Todd Phillips nos filmes de ‘Se Beber, Não Case!’ e Cães de Guerra.

Com o título de produção ‘Romeo‘, o filme começa suas filmagens entre setembro e novembro deste ano.

Também foi confirmado que a produção terá o designer de produção Mark Friedberg (‘Noé’) e o premiado figurinista Mark Bridges (‘Trama Fantasma’).

O plano é lançar um novo selo chamado de DC Dark ou DC Black, parte de uma mudança de estratégia da Warner após o péssimo resultado de Liga da Justiça nas bilheterias.

O longa contará com o orçamento de US$ 55 milhões, valor relativamente baixo.

A produção que trará a origem do personagem realmente terá o envolvimento dos cineastas Todd Phillips e Martin Scorsese. O primeiro assumirá a cadeira de diretor, enquanto o segundo será o produtor.

“20 anos antes do Batman salvar a cidade na trilogia de ‘Cavaleiro das Trevas’, Gotham era um lugar perigoso. Nos cantos onde o crime se escondia, um homem tenta escapar do seu terreno desafortunado, através de uma paixão pela teatralidade e pela comédia stand-up. No entanto, um dia ruim é tudo o que basta nesta cidade, e logo, este homem de boas intenções se tornou o criminoso mais perigoso de todos: o Coringa. Dirigido pelo indicado ao Oscar, Todd Phillips (‘Cães de Guerra’) e produzido pelo vencedor do Oscar, Martin Scorsese (‘Os Bons Companheiros’), esta prequel do indicado ao Oscar, Christopher Nolan, ‘Cavaleiro das Trevas’, vai explorar como o Palhaço Príncipe do Crime veio a se tornar o que é”.

Vale ressaltar que a história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separado do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

‘Cavaleiro da Lua’ | Quinto episódio é a melhor coisa que a Marvel já fez no Disney+

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos cinco primeiros episódios de Cavaleiro da Lua, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Simplesmente fantástico o quinto episódio de Cavaleiro da Lua. Wow. Ambientado todo no sanatório/ Duat, o capítulo dessa semana resolveu os conflitos do protagonista de uma forma dolorosa, contou sua história de origem com muita fidelidade, fez uma conexão maravilhosa com o MCU e agora  vai fazer com que a gente sofra até a semana que vem, quando a série chegará ao fim.

 O episódio começa de onde o outro terminou, com a deusa Tuéris encontrando Marc e Steven na porta do sanatório. Então, ela explica que eles realmente morreram e estão no Duat, o pós-vida egípcio. Ou como ela mesma disse: um dos pós-vida que existem. Nesse momento, ela cita também o Plano Ancestral, que já foi visto anteriormente em Pantera Negra (2018), como um plano interdimensional onde os grandes Reis descansam.

A cultura da Wakanda de T’Challa (Chadwick Boseman) é baseada na deusa Pantera, Bast, que fornece os poderes ao Pantera Negra por meio da erva em formato de coração, e também é membro da Enéade.

Outro momento em que esse plano astral é citado no MCU é no núcleo do Doutor Estranho. Ele é constantemente mostrado nas cenas em que ele separa o corpo físico do astral. No filme de 2016, inclusive, a Anciã (Tilda Swinton), “pausa” o tempo momentos antes de morrer para poder ver a chuva nesse plano.

Isso pode indicar uma importância bem grande desse plano na nova fase do MCU, que tem ainda neste ano Doutor Estranho no Multiverso da Loucura e Pantera Negra: Wakanda Para Sempre.

Além disso, essa menção tão recorrente, mesmo que de forma indireta, aos deuses, pode indicar que esse núcleo será revisitado no filme Thor: Amor e Trovão, que contará com Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale) como principal antagonista. E como o nome do indivíduo é autoexplicativo, talvez não seja um cenário muito bonito para os deuses nórdicos, gregos e egípcios.

Voltando ao núcleo do Cavaleiro da Lua, em sua jornada pelas memórias, Steven Grant (Oscar Isaac) transita pela infância de Marc Spector (Oscar Isaac) e descobre que ele acidentalmente matou seu irmãzinho, Randall Spector, durante uma brincadeira. Nos quadrinhos, Randall não morre na infância. Ele cresce e vira fuzileiro junto a Marc, mas acaba se envolvendo em esquemas ilícitos e acaba supostamente sendo morto por Marc com uma granada. No entanto, ele sobrevive e passa a agir como o serial killer conhecido como O Homem da Machadinha. Mais tarde, ele tenta tomar o lugar do irmão junto a Khonshu, mas acaba se tornando o Cavaleiro das Sombras, uma versão ainda mais corrompida do Punho de Khonshu.

A forma como usaram o personagem na série é muito interessante, porque ele cumpre sua função de criar a insanidade no irmão. Mas, no futuro, caso queiram adaptar a história dele de vilão, com certeza os produtores vão achar um meio de usar a morte dele na infância como uma fagulha de ódio ao irmão.

Outro momento fantástico para quem já pegou alguma HQ do personagem foi a forma como retrataram sua origem.

A cena de Marc ensanguentado aos pés de Khonshu após ter sido deixado para morrer no deserto pelos outros mercenários está idêntica às páginas dos quadrinhos do anti-herói.

Inclusive, a forma como dão a entender que Khonshu manipulou a vida de Marc desde a infância, o que consequentemente culminou nos abusos que Marc sofreu da mãe, gerando assim o Steven, é brilhante.

Isso porque apesar de tentar passar essa ideia de deus protetor, o Khonshu dos quadrinhos é um grande manipulador inescrupuloso, que realmente deixa marcas na mente de Marc toda vez que ele interfere, intensificando o transtorno do protagonista.

Falando ainda na origem do Cavaleiro da Lua, Marc assume pela primeira vez a existência de seu nêmesis dos quadrinhos: Raoul Bushman, o mercenário que lidera a expedição ao Sudão que termina com Marc se voltando contra o próprio grupo, sendo mortalmente ferido e deixado pano deserto para morrer, o que terminaria com ele sendo ressuscitado pelo Khonshu. Como só falta um episódio para terminar a produção, é pouquíssimo provável que ele apareça. Mas caso haja uma segunda temporada, é possível que Bushman dê as caras.

Falando sobre a origem de Steven, ele surgiu baseado das memórias de Marc sobre Randall – vide o peixinho com uma barbatana só – e das aventuras de seu herói de TV favorito, o aventureiro Steven Grant. Em certo momento, eles mostram o pôster do filme, que é produzido pela Timely Atlas, os dois nomes antigos da Marvel nos quadrinhos. E o protagonista é interpretado por Doug Perlin, que nada mais é que a combinação dos nomes dos criadores do Cavaleiro da Lua, Doug Moench e Don Perlin. Os outros nomes são de membros da produção da própria série.

Em meio ao passado de Marc sendo explorado nesse plano diferente, o Dr. Arthur Harrow (Ethan Hawke) segue medicando seu paciente no suposto sanatório. Em um dos momentos, o personagem de Oscar Isaac aparece de um jeito mais surtado com um esparadrapo sobre o nariz. Esse visual é clássico do Marc Spector nos quadrinhos, mas essa personalidade mais explosiva e irônica ainda não tinha sido associada a ele na série. Talvez seja o Jake Lockley dando as caras diante de nossos olhos sem que a gente ternos percebido.

De qualquer forma, o que eu quero chamar atenção para essa cena é a estátua do deus Quenúbis ali atrás de Harrow. Como falei na semana passada, o deus bode vem sendo referenciado em alguns momentos sutis na série. Ele agora ganha mais uma breve aparição. Será que veremos ele no último episódio? Enfim, fato é que vemos as almas ingeridas por Ammit começando a surgir de forma descontrolada no Duat. Ou seja, caso Marc não esteja louco, Harrow conseguiu libertar Ammit no MCU, o que deve ser a grande batalha do episódio final.

Por fim, mas não menos importante, temos a confirmação de um detalhe legal do personagem: sua religião. Nos quadrinhos, Marc Spector é judeu. Até o momento, a série não havia entrado nesse mérito, mas mostraram seu quipá neste penúltimo episódio.

Então é isso, pessoal. Na semana que vem, com a chegada do último episódio, devemos ver uma verdadeira guerra divina na tela e torcemos para que Steven seja recuperado para que Marc volte a não ter paz na vida. Se seguirmos pela lógica das séries da Marvel, que costumam apagar um personagem importante nos últimos episódios para trazê-lo de volta depois, vide o Loki e o Visão em suas respectivas séries, devemos ver Steven de volta ao corpinho enquanto o Cavaleiro da Lua troca uns sopapos com várias entidades e deuses. Talvez seja ele mesmo o responsável por trazer Khonshu de volta. Vamos ver.

O último episódio de Cavaleiro da Lua estreia na próxima quarta-feira no Disney+.

Crítica | O Pacto – Suspense do diretor de ‘A Casa dos Espíritos’ retrata História Real de Pacto entre Escritores

Muitos escritores se tornam bastante conhecidos em seu país de origem, entretanto, com certa frequência, a fama não se prolonga para além das fronteiras geográficas. Boa parte desses autores percorre um árduo caminho para atingir algum tipo de reconhecimento social, e, quase sempre, isso acontece já após a morte. Com o interesse cada vez maior do público por cinebiografias, aos poucos algumas dessas histórias passam a ser conhecidas pelo grande público no formato audiovisual, e um novo exemplar chega esse final de semana para aluguel sob demanda nas principais plataformas de streaming através do longa dinamarquês ‘O Pacto’.

Thorkild (Simon Bennebjerg) é um jovem poeta que quer muito construir uma carreira no meio literário, por isso, quando recebe o convite da renomada escritora Karen Blixen (Birthe Neumann) para ir à casa dela conversar sobre sua obra poética ele não contém a animação e imediatamente aceita o convite. Fascinado com o estilo de vida da Sra. Blixen e com todas as possibilidades que esse vínculo pode lhe trazer, Thorkild passa a mergulhar cegamente nesse estilo de vida, sem perceber as inúmeras consequências que isso pode trazer para sua vida com Grete (Nanna Skaarup Voss), sua esposa.

Com quase duas horas de duração, ‘O Pacto’ tem uma premissa de suspense, que conduz todo o enredo até o fim: a história do tal pacto feito pelos dois escritores, em que ambos prometem se manterem fiéis um ao outro não importa o que aconteça. Embora baseado numa história real (ambos os autores existiram de fato), a proposta do filme soa irreal, pois quem, em sã consciência, se submeteria tão livremente ao controle de outra pessoa? Mas é o que acontece em ‘O Pacto’: Karen promete alavancar a carreira de Thorkild e torná-lo um exímio escritor, lapidando seu talento; em contrapartida, ele deve obedecê-la fielmente, mesmo que não concorde com seus métodos ou com suas propostas. Esquisito, né?

Através da promessa de algum suspense – afinal, a relação de dominador/dominado socialmente deveria causar situações de desconforto –, o roteiro de Christian Thorpe baseado no livro de memórias do próprio Thorkild Bjornvig não traz nenhuma tensão ao longo de seus cento e quinze minutos. Toda vez que parece que o protagonista irá dar uma chacoalhada e retomar as rédeas da própria vida, o longa vai lá e apaga o fogo, deixando todo o elenco com as mesmas reações tanto para boas quanto para más notícias. Os métodos para melhorar a carreira se resumem a encontros com a alta sociedade e jantares vazios para se fazer presente.

O diretor Billie August não defende seus protagonistas; ao contrário, fica em cima do muro e constrói uma relação de controle que, ao ponto de vista do espectador, não se justifica. Ainda que o filme possa ter se atido fielmente aos fatos, uma ou outra dosezinha de pimenta ajudariam a tornar as relações mais críveis ficcionalmente. Do jeito que está, temos a sensação de que Karen é uma senhora rica entediada que, à beira da morte, decide usar seu dinheiro e sua influência para brincar com a vida dos outros, ao passo que Thorkild é apenas um cachorrinho encantado.

O Pacto’ é um filme interessante que nos prova que também na Dinamarca – assim como no Brasil, em Hollywood e em muitos outros lugares –, para se vencer na vida não basta talento: é preciso ter QI – ou seja, quem indica.

‘Shazam!’: Novo clipe tem referência a ‘Star Wars’

Shazam!’ ganhou um novo clipe citando a saga ‘Star Wars’ em uma leve piada.

Confira:

As primeiras reações de ‘Shazam!‘ já estão entre nós, e parece que o longa agradou bastante os críticos. Com 47 críticas registradas, o filme alcançou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que a produção traz uma mistura natural de humor e emoção, sendo um filme de super-heróis que nunca esquece o poder real do gênero: a realização de um desejo alegre.

Separamos trechos das principais críticas para vocês:

The Wrap:

“O longa captura a combinação dos quadrinhos originais com heroísmo ventoso e uma trama maluca, transferindo-a da década de 40 para a era moderna com grande habilidade.”

Guardian:

“Flutuante e despretensioso, ‘Shazam!’ tem objetivos baixos e, em sua maioria, bem-sucedidos. Uma brincadeira divertida para crianças, alimentada com energia suficiente para manter seu público-alvo envolvido com um conceito central divertido, que funciona como um cruzamento entre Big e Superman.”

EW:

“Sempre que [Zachary] Levi está na tela, impressionado com seu novo físico adulto (seus músculos parecem ter músculos) e chocado com seus poderes recém-descobertos, o filme realmente acerta.”

We Got This Covered:

Shazam! é a palavra mágica no que diz respeito a estabilidade do Universo da DC, já que David Sandberg prova que os super-heróis da Warner podem ser engraçados, cheios de coração e eletrificados com muita ação – tudo isso ao mesmo tempo.”

AV Club:

“O que muitas vezes é a parte mais comercial de uma história de origem de super-heróis – estabelecendo os poderes do herói –, acaba se tornando a parte mais divertida de ‘Shazam!’, carregada pelo encanto inquietante e infantil de [Zachary] Levi.”

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).

O elenco conta com Zachary LeviAsher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan GrazerGrace FultonLotta LostenRon Cephas JonesCooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril.