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6ª e Última temporada de ‘Nashville’ ganha novas imagens; Confira!

A sexta e última temporada da série musical ‘Nashville’ ganhou suas primeiras imagens.

Confira:

‘Riverdale’: Turma se reúne em tribunal em nova imagem da 3ª temporada

A 3ª temporada de ‘Riverdale‘ ganhou uma nova imagem, que traz os personagens dentro de um tribunal.

Confira:

A 3ª temporada estreará no dia 10 de outubro.

Recentemente, foi anunciado que o novo ano contará com uma nova personagem, extraída direto dos clássicos quadrinhos ‘Archie’. Segundo o That Hashtag Show, Evelyn Evernever vai ingressar à trama na terceira temporada. A informação surgiu a partir de uma chamada de elenco publicada pelo portal.

Segundo a convocação para testes de elenco, o papel é descrito como “uma convidada especial recorrente, que possui segredos obscuros sobre si mesma. Uma criatura quase sobrenatural, ela parece ser onipresente e um pouco peculiar”. Evelyn é a vizinha de Betty Cooper.

A chamada de elenco ainda traz outros detalhes, pontuando que a etnia está aberta, mas que semelhanças com a personagem Betty, vivida por Lili Reinhart, também é uma possível direção para o papel de Evelyn.

A segunda temporada de ‘Riverdale‘ registrou uma média de 0.5 na demo, 25% acima da média do ano anterior.

Na trama, a pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

Crítica | Coringa – Subversivo e complexo, o melhor filme de 2019

Filme Assistido durante o Festival de Toronto 2019

Ao som das notícias vindas de um rádio antigo, seus traços começam a ser formados. Cores quentes como o vermelho e o azul desenham o seu rosto pálido de pintura circense, que gradativamente ganha as feições de um palhaço. Ainda sem o seu sorriso largo e colorido que extrapola os limites de seus lábios, Joaquin Phoenix tenta fazer surgir um sorriso verdadeiro. Estica o rosto e se depara com seu conflitante olhar tristonho no espelho. Se rir é um santo remédio, no caso de Arthur Fleck, é uma grave doença. Mas ainda insistindo em uma alegria plástica, ele se esforça, mas é incapaz de controlar as lágrimas que escapam pelo canto dos olhos, criando um rastro de tinta azul em sua face esguia.

Coringa é fruto de uma tristeza inimaginável na alma de um homem. Como uma figura nascida sem lar e trazida para um seio familiar doentio, ele é o reflexo de uma vida de alienação parental, abusos e abandono. Acostumado a isso, o personagem – até então um homem consciente de sua complexidade mental e plenamente medicado a fim de controlá-la – constrói uma fortaleza de isolamento ao seu redor. Ele até que se esforça, quer ser sociável, gentil e compassivo. Tem uma fala mansa, olhos confusos e perdidos e uma tristeza inexplicável, que poderiam facilmente compreender aspectos de uma personalidade borderline ou de alguém que sofre de depressão. E aqui, Phoenix entrega esse emaranhando febril de uma mente calejada, que queria ser saudável, mas parece que ninguém está disposto a ajudá-lo a chegar nisso.

Essa construção complexa de Arthur Fleck é um dos aspectos mais fascinantes da história de origem de um dos maiores e mais consagrados vilões das histórias em quadrinhos. Como um agente do caos, ele é introduzido em seu filme solo como um fruto desse mesmo caos, um homem comum que tinha sonhos e ambições saudáveis, mas viu todas elas se desvanecerem no vento em virtude da mais completa sensação de abandono. E o cineasta Todd Phillips nos mostra exatamente isso. Coringa não é uma figura insana sem propósito. Ele é uma criação do colapso da sociedade contemporânea, em meio à ruptura de princípios éticos e morais. Como alguém nascido em uma terra sem lei – a Gotham City de 1980, uma clara referência à Nova York do mesmo período – ele surge como o mal necessário, o mártir de uma cidade cujas instituições e sistemas não mais funcionam e são críveis. E onde não há ordem, o caos sempre impera. E é assim que nasce o palhaço por trás do singelo homem de ombros caídos e corpo esguio.

Mas antes de chegar em sua eclosão máxima, no nascimento de seu lado vilanesco, Coringa apresenta à audiência um Arthur Fleck identificável. Tratado a vida inteira como uma piada, um homem sem lar, o conhecemos como alguém que sofreu demais pelos traumas da vida. Nesse contexto, o diretor Todd Phillips nos presenteia com uma percepção apurada e precisa do vilão antes de receber esse título. E impactados por sua sofrida trajetória, nos compadecemos de Fleck, que se transforma em uma visão da própria sociedade mundial, se tornando um fragmento de tantas histórias reais. Suas dores, seu pesar e seus anseios representam muitos de nós, fazendo com que a linha de distanciamento que nos separa da loucura ensandecida do personagem suma, nos levando a dar um passo em direção a ele.

Essa construção tão simbólica e complexa do Coringa faz com que o filme cruze as fronteiras do gênero de adaptação de quadrinhos, se tornando de fato uma obra-prima da sétima arte. Abordando a psique humana de Arthur Fleck com precisão, o cineasta – cujas origens remetem à trilogia Se Beber Não Case – presenteia o público com um filme espetacular, roteirizado de maneira estratégica e dirigido com delicadeza e profundidade. Esse trabalho técnico é ainda mais hipnotizante ao contemplarmos a caracterização de Joaquin Phoenix como o vilão. Com 23 quilos a menos, conhecemos uma versão completamente diferente da atuação do ator. Cadavérico, seus ossos estão aparentes e saltados moldando uma figura assustadora do personagem. Com sua coluna reclinada, evidenciando a fragilidade de sua forma física, ele ainda insiste em alguns passos de dança, cria uma plateia cativante ao seu redor e contorce seu corpo com uma antagônica leveza, de quem busca se encontrar em uma arte na qual ele não parece dominar.

Em um constante contraste entre quem Arthur Fleck gostaria de ser – um comediante stand-up – e quem de fato ele acaba se tornando, a nova versão do Coringa enche olhos com as lágrimas mais genuínas, justamente por transformar a essência de uma das figuras mais conhecidas da cultura POP em um símbolo do cinema contemporâneo do mais alto escalão. Visualmente belo, o longa ainda conta com uma fotografia urbana cativante, que faz uso de elementos como fogos de artifício e a sombriedade das sujas ruas de Gotham, além de explorar a excepcional linguagem corpora de Phoenix para construir sua beleza plástica. Com uma trilha sonora adaptada que resgata clássicas canções de musicais dos anos 30 e 40, a adaptação dos quadrinhos ainda traz referências a Fred Astaire e contempla os fãs da Era de Ouro do cinema com a música Smile, de Charles Chaplin, do filme Tempos Modernos.

Fazendo da sua trilha o guia das emoções e das sensações de Coringa, Todd Phillips usa a música como um maestro para conduzir o nível de intensidade da narrativa, nos fazendo ainda ouvir o hit Laughing, de The Guess Who, pela própria e pesada voz de Joaquin Phoenix. Dramático, visceral, voraz e violento, a nova versão do vilão inaugura um novo momento na história da Warner/DC, representando o zeitgeist de maneira brilhante, à medida que abre o caminho para que mais novas adaptações de quadrinhos entrem para o hall de grandes produções da história do cinema. Dilacerado e honesto, Coringa é o filme que o mundo precisa assistir e é o cumprimento de uma antiga promessa feita aos fãs da DC. Preparem-se para o melhor filme de 2019.

 

‘Stranger Things’: Filmagens da 4ª temporada devem ser retomadas ainda neste mês

Após uma longa pausa de seis meses, em virtude da pandemia do Coronavírus, as filmagens da quarta temporada de ‘Stranger Things‘ serão finalmente retomadas. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, as gravações da produção devem ser reiniciadas no dia 28 de setembro no estado da Geórgia. A data ainda pode sofrer alterações, em virtude do instável quadro mundial.

A Netflix se viu forçada a interromper a produção da 4ª temporada em 13 de março, quando a pandemia começou a se alastrar pelos Estados Unidos, acarretando em inúmeras vítimas.

Inicialmente, a previsão era de que as gravações entrariam em um hiato de apenas duas semanas. No entanto, com o agravamento do quadro norte-americano, a gigante do streaming se viu obrigada a suspender a produção de seus projetos, por tempo indeterminado.

Recentemente, foi anunciado que os novos episódios terão foco em contar a origem de um dos personagens favoritos da amada série, mas não foi dito qual deles.

Mais detalhes não foram revelados, mas é provável que a nova temporada seja lançada somente no final de 2021.

Nem é preciso lembrar que os fãs já estão ansiosos para descobrir o que o futuro guarda para os moradores de Hawkins.

Até lá, vale lembrar que os irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da série, pretendem adicionar quatro novos personagens na próxima temporada.

Três deles serão adolescentes com biotipos diferenciados: um atleta, um rockeiro rebelde, e um descolado ao estilo de Jeff Spicoli, do filme ‘Picardias Estudantis.

O outro personagem será um cientista ligado ao projeto russo que tenta descobrir novos portais para o Mundo Invertido. Mas não foi revelado se ele estará do lado das crianças ou se será um novo vilão.

Até o momento, nada foi confirmado, e considerando que as filmagens estão longe de acontecer, é possível que as características dos personagem possam ser alteradas.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Willie Garson, de ‘Sex and The City’ e ‘White Collar’, morre aos 57 anos

O ator Willie Garson, mais conhecido por ter interpretado o melhor amigo de Carrie Bradshaw na série ‘Sex and The City‘, faleceu aos 57 anos. A causa da morte ainda não fora revelada.

A informação foi compartilhada pelo filho do artista, Nathen Garson, que prestou uma bela homenagem ao pai por meio de sua conta oficial do Instagram.

Na ocasião, Nathen se despediu de Garson, agradecendo pelo tempo que teve ao lado do pai.

Confira a homenagem:

“Eu te amo muito, papai. Descanse em paz e estou tão feliz que você compartilhou todas as suas aventuras comigo e foi capaz de realizar tanto. Estou tão orgulhoso de você. Sempre vou te amar, mas acho que é hora de você partir em sua própria aventura. Você sempre estará comigo. Amo você mais do que você jamais saberá e eu fico feliz que você possa estar em paz agora. Você sempre foi a pessoa mais durona, engraçada e inteligente que conheci. Fico feliz que você compartilhou seu amor comigo. Nunca vou esquecê-lo ou perdê-lo”.


Garson nasceu em Highland Park, Nova Jersey, em 1964. Alguns de seus primeiros trabalhos foram nas séries ‘Family Ties‘, ‘Cheers‘ e ‘The New Gidget‘.

Seus grandes destaques foram em ‘White Collar‘ e ‘Sex and The City‘. Na primeira série, Garson deu vida ao personagem Mozzie. Já na amada produção da HBO, ele interpretou o melhor amigo gay de Carrie Bradshaw, Stanford Blatch.

Além de estrelar toda a série, o personagem fez o seu retorno nos dois filmes da franquia, assim como aparecerá na primeira temporada do revival, intitulado ‘And Just Like That…“, da HBO Max.

A HBO/HBO Max prestou uma homenagem ao falecido ator, por meio de um comunicado enviado à revista EW.

“Willie Garson era tanto na vida, como na tela, um amigo dedicado e uma luz brilhante para todos em seu universo. Ele criou um dos personagens mais queridos do panteão da HBO e foi membro de nossa família por quase 25 anos. Estamos profundamente tristes ao saber de sua morte e estendemos nossas sinceras condolências à sua família e entes queridos”. 

 

‘Ginny e Georgia’: 3ª temporada traz “acerto de contas” para Paul, diz Scott Porter

Na nova temporada de ‘Ginny e Georgia‘, disponível na Netflix, o prefeito Paul Randolph (Scott Porter) se vê no olho do furacão — literalmente. Envolvido no julgamento por assassinato de sua esposa Georgia Miller (Brianne Howey), o personagem enfrenta o que o ator descreve como uma “temporada de acerto de contas”.

“Tenho repetido essa palavra várias vezes para definir a 3ª temporada: acerto de contas”, disse Porter em entrevista ao Deadline. “Muitos personagens ignoraram coisas que deveriam ter enfrentado, tomaram decisões impensadas, não buscaram ajuda quando precisavam. E agora, tudo isso cobra seu preço”.

No final da segunda temporada, Georgia revela parte de seu passado turbulento a Paul, incluindo o histórico de abusos com o ex-marido Gil. Mas, como Porter ressalta, ela ainda escondeu outras verdades — o que se torna central no novo arco dramático do casal.

“Paul precisa se proteger, tanto na relação quanto politicamente. Se sua parceira continua mentindo para você, em algum momento, é preciso se preservar”, afirmou o ator. “E se sua relação começa a prejudicar sua carreira, você tem que pensar em si”.

Descrito por Georgia como seu “cavaleiro de armadura brilhante”, Paul chega ao ponto de ruptura nesta temporada. Segundo Porter, seu personagem enfrenta um momento decisivo que testará sua integridade pessoal e profissional — e isso inclui até reflexões em uma cena significativa ao lado de Ginny (Antonia Gentry) durante uma corrida.

O ator, também conhecido por seu papel em ‘Friday Night Lights‘ e ‘Hart of Dixie‘, ainda comentou sobre o que pode estar reservado para Paul na já confirmada quarta temporada.

Fora das telas, Porter também se reuniu recentemente com seu grupo vocal VoicePlay para gravar uma versão de Until I Found You, de Stephen Sanchez — canção que embala a entrada de Georgia no casamento na 2ª temporada. O clipe foi lançado hoje no canal oficial do grupo no YouTube.

No novo ciclo, Georgia luta para provar sua inocência em um tumultuado julgamento que passa pelo escrutínio da mídia. Enquanto isso, Ginny tenta lidar com as consequências do crime cometido pela mãe, à medida em que enfrenta seus próprios traumas e encontra conforto em suas amigas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de junho.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

A série foi criada por Sarah Lampert.

Em busca de um recomeço, a adolescente Ginny e sua mãe Georgia se mudam para uma nova cidade. Mas será que o passado ficará para trás?

O elenco ainda conta com Diesel La Torraca, Jennifer Robertson, Felix Mallard, Sara Waisglass, Scott Porter, Paul Randolph, Raymond Ablack e Mason Temple.

Chris Pratt e Bryce Dallas Howard revelam novos detalhes sobre a trama de ‘Reino Ameaçado’

Durante uma entrevista com a Ellen DeGeneres, os protagonistas Chris Pratt e Bryce Dallas Howard revelaram novos detalhes sobre a trama de Jurassic World: Reino Ameaçado’. 

No vídeo, Howard revelou que o filme começa após um evento que ameaça a vida de todos os dinossauros e Pratt acrescentou que um dos dinossauros matará muitas pessoas e causará muito caos. Assista a entrevista:

O novo vídeo de Jurassic World: Reino Ameaçado está cheio de cenas inéditas, além de mostrar o aguardado retorno de Jeff Goldblum como o Dr. Ian Malcolm. Assista:

O novo trailer será liberado na próxima quinta-feira (07/12), durante a CCXP 2017, e acaba de ganhar uma prévia estendida.

CCXP 2017: J.A. Bayona e Colin Trevorrow virão ao Brasil para painel de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado’

Assista:

Dirigido pelo espanhol Juan Antonio Bayona. James Cromwell, Ted Levine, Rafe Spall, Toby Jones e Justice Smith foram confirmados na nova produção, ao lado de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard. O roteiro é de Colin Trevorrow (diretor de Jurassic World) e Derek Connolly (Kong: A Ilha da Caveira).

A estreia no Brasil acontece dia 22 de Junho de 2018.

Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

‘Bohemian Rhapsody’: Cinebiografia de Freddie Mercury ganha teaser; Trailer sai amanhã!

A cinebiografia de Freddie Mercury, ‘Bohemian Rhapsody‘, ganhou seu primeiro pôster. A arte está circulando pela internet após ter sido exibida em um cinema nos EUA. Confira, junto com o teaser anunciando o primeiro para amanhã (15):

Após a saída de Bryan Singer do longa, Dexter Fletcher, diretor de ‘Voando Alto‘, retomou a direção da cinebiografia.

Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

Vale lembrar que o título da cinebiografia faz referência a magnífica canção homônima, considerada uma das melhores já feitas na história da música.

Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.

Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.

 ‘Bohemian Rhapsody ainda tem estreia prevista para 02 de Novembro de 2018 nos cinemas americanos.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ | O que são as Joias do Infinito e onde elas estão?

De 2008 pra cá o Universo Cinematográfico Marvel foi bastante modificado. Iniciado com uma proposta mais pé no chão, sua realidade de hoje envolve uma guerra espacial contra um déspota alienígena roxo. Porém, uma coisa que sempre esteve lá, conectando os mais diversos heróis, são as Joias do Infinito. Seis artefatos mais antigos que o próprio universo, que juntos são capazes de dar o poder sobre tudo ao seu portador.

Mas você sabe quais são e onde estão as Gemas no UCM? Explicaremos tudo sobre elas no post. Confira!

Origem

A primeira vez que o termo “Joia do Infinito” foi usado nos cinemas data de 2013, na cena pós-créditos de Thor: O Mundo Sombrio. Nela, Lady Sif (Jaimie Alexander) e os Três Guerreiros entregam o Éter ao Colecionador (Benicio Del Toro) para que o mesmo guarde a joia em sua coleção.

Em Guardiões da Galáxia (2014), o mesmo Colecionador explica que antes da criação do universo, as Entidades Cósmicas condensaram alguns aspectos fundamentais da futura existência universal em seis singularidades sencientes. Espaço, Mente, Realidade, Poder, Tempo e Alma viraram as tão faladas joias do infinito. Cada uma dá ao seu portador habilidades especiais, quando reunidas, elas proporcionam o controle absoluto.

Peraí, Entidades Cósmicas? O que é isso?

(As Entidades Cósmicas retratadas nas paredes do Cofre de Morag, em Guardiões da Galáxia)

As Entidades Cósmicas são “materializações” de conceitos abstratos responsáveis por reger tudo que existe. Todas são oniscientes e onipresentes. Extremamente poderosas, são imbatíveis e interdependentes. No Universo Cinematográfico Marvel, elas são resumidas a quatro forças fundamentais:

Eternidade: Essa entidade existe em todos os planos, realidades e universos. Representando o Tempo, ela personifica todos os seres existentes no Universo Marvel e sua constante evolução. Seus poderes incluem o controle sobre o tempo, matéria, energia, realidade e magia. Após raptar a Morte, há uma série de acontecimentos que o fazem ser considerado por Thanos o causador de todas as mazelas de sua vida.

Infinito: Entidade retratada quase sempre em conjunto com seu irmão, a Eternidade, ela representa o Espaço. Seus poderes são muito parecidos com os da Eternidade, mas em vez de se relacionar à evolução, seu propósito é expandir a vida no universo.

Entropia: Filho da Eternidade, a Entropia tem objetivos opostos ao de seu pai. Ao personificar a destruição de tudo e todos, ela vai contra a expansão e a evolução. Porém, é fundamental, pois sem a destruição não haveria a possibilidade de novas vidas.

Morte: Acho que esse personagem não necessita de muita explicação. Ela costuma ser representada como um ceifador sinistro, com a capa preta, o rosto de caveira e uma foice. Sua habilidade é retirar a vida de todos os seres existentes, até mesmo os ditos “imortais”. Ela é o interesse amoroso de Thanos e a principal motivação, nos quadrinhos, para o Titã reunir as seis joias. Ela já deu uns pegas no Deadpool, que foi punido por Thanos com a imortalidade para não conseguir ficar perto de sua amada.

As Joias do Infinito

O poder das joias é tão extenso que fazem delas intocáveis por seres ordinários. Para tentar contê-las e evitar maiores danos, as gemas foram guardadas em compartimentos especiais e enviadas para diferentes cantos do universo. A primeira a se revelar no UCM foi a do Espaço. As outras foram despertando ao longo do tempo.

Espaço – Azul:

(primeira aparição do Tesseract, em Homem de Ferro 2, nas anotações de Howard Stark)

Aprisionada no Tesseract, a Joia do Espaço foi trazida à Terra por Odin (Anthony Hopkins) em 965. O Cubo ficou guardado em uma igreja de Nuremberg até 1942, quando o líder da HIDRA, o Caveira Vermelha (Hugo Weaving), matou seu guardião e tomou posse do artefato.

Nas mãos do nazista, a Joia do Espaço serviu como fonte de energia para armamentos de ponta. Antes de cair no mar, o Tesseract transportou o Caveira para um lugar desconhecido durante confronto com o Capitão América (Chris Evans). Encontrado por um submarino das Indústrias Stark, a gema passou décadas sob estudo, chegando até a influenciar no reator arc que viria a alimentar a armadura do Homem de Ferro (Robert Downey Jr). No começo dessa década, ele foi novamente utilizado como fonte de energia até ser roubado da SHIELD por Loki (Tom Hiddleston), que o usou para causar muita morte e destruição. Após alguns confrontos com os Vingadores e o Thor (Chris Hemsworth), o Deus da Mentira chegou até a perder a posse da joia, mas ele a roubou – de novo – durante os eventos de Thor: Ragnarok (2017).

Habilidades: Abrir portais para acesso imediato a qualquer canto do universo. Também pode ser usado como fonte de energia.

Localização Atual: Nave asgardiana com os sobreviventes do Ragnarok e fugitivos de Sakaar.

Aparições: Homem de Ferro 2 (2010), Thor (2011), Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), Os Vingadores (2012) e Thor: Ragnarok (2017).

Joia da Mente – Amarela:

(A Joia da Mente no Cetro do Loki e na testa do Visão)

Guardada em uma cápsula, a Joia da Mente está ligada a história dos Vingadores de forma íntima. Ela foi adaptada para energizar um cetro e emprestada por Thanos para que Loki conquistasse a Terra e trouxesse a Joia do Espaço para ele. O Deus da Mentira passou a controlar a mente de pessoas importantes, como o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner), auxiliando no plano de dominação mundial.

Depois de Loki ser derrotado pelos Heróis Mais Poderosos da Terra, a SHIELD/ HIDRA tomou posse do cetro e passou a fazer experimentos em pessoas, criando Pietro e Wanda Maximoff (Aaron Taylor-Johnson e Elizabeth Olsen, respectivamente). O programa de “aprimoramento” de seres humanos teria continuado a todo vapor, mas os Vingadores invadiram a base e levaram o cetro consigo.

Durante toda aquela confusão envolvendo Ultron (James Spader), o robô homicida constrói um corpo de vibranium, quebra a cápsula e usa a Joia da Mente para dar vida e permitir que sua “consciência” fosse transferida para o novo corpo. Acontece que os Vingadores interrompem seu plano e transferem JARVIS para dentro da estrutura de metal. Assimilando o mordomo computadorizado com a Joia, nasceu o Visão (Paul Bettany). Agora, o herói é a unidade de contenção e guardião da Gema.

Habilidades: Controle e manipulação mental, aprimoramento humano e criação de Inteligência Artificial.

Localização Atual: Testa do Visão.

Aparições: Os Vingadores (2012), Capitão América: O Soldado Invernal (2014), Os Vingadores: A Era de Ultron (2015) e Capitão América: Guerra Civil (2016).

Joia da Realidade – Vermelha:

(Jane Foster observa a Joia da Realidade no formato de Éter, em Thor: O Mundo Sombrio)

A Joia da Realidade foi aprisionada em forma de éter. Sem ter um formato sólido, essa contenção foi tomada dos Elfos Negros pelo avô de Thor, Bör, e ficou adormecida desde então. Em 2013, durante a Convergência, a Doutora Jane Foster (Natalie Portman) acaba absorvendo o Éter e pondo sua vida em risco. O Elfo Malekith retira a Joia do corpo dela e começa a trabalhar em seu plano de trazer a Escuridão para todo o universo, colocando sua raça no controle de tudo, como era antes da invasão de Bör.

Thor o derrota e leva o Éter para Asgard. Como o Tesseract estava guardado nos cofres de Odin, Lady Sif e os Três Guerreiros levam a Gema da Realidade para o Colecionador. Afinal, não é sábio ou seguro ter mais de uma Joia do Infinito no mesmo lugar.

Habilidades: Moldar a realidade de acordo com o desejo de seu portador.

Localização Atual: Cofre do Colecionador, em Luganenhum.

Aparições: Thor: O Mundo Sombrio (2013).

Joia do Poder – Roxa:

(Peter Quill observa o Orbe antes de roubá-lo do Cofre em Morag, em Guardiões da Galáxia)

Apresentada em uma das melhores cenas de abertura da Marvel, a Joia do Poder é guardada em um Orbe metálico, prontamente surrupiado pelo lendário fora da lei, Senhor das Estrelas (Chris Pratt). Sua missão é muito simples, roubar a peça e vendê-la para o Corretor (Christopher Fairbank). Porém, o xandariano desiste do negócio ao saber que Ronan, o Acusador (Lee Pace) está atrás do artefato. Peter é feito de trouxa e o filme se desenrola mostrando o surgimento dos Guardiões.

Em um dado momento, descobrimos que Ronan tinha um trato com Thanos parecido com o de Loki. Depois de conseguir o Orbe, o Acusador quebra seu pacto e toma a gema do Poder para si. Pela primeira vez na história, vemos alguém tocar diretamente numa Joia do Infinito e sobreviver a isso. Ele usa seu martelo como um “adaptador” para a pedra e tenta concluir seu juramento de destruir Xandar.

Os Guardiões conseguem derrotá-lo dividindo o poder da gema entre os quatro e decidem entregá-la para a Tropa Nova.

Habilidades: Destruir qualquer coisa que o portador desejar, até mesmo um planeta, uma lua ou estrela.

Localização Atual: Cofre da Tropa Nova, em Xandar.

Aparições: Guardiões da Galáxia (2014).

Joia do Tempo – Verde:

(O Doutor Estranho usa o Olho de Agamotto para refazer as páginas de um livro sagrado)

A Joia do Tempo, diferentemente das outras, foi enviada originalmente para a Terra. O Mago Agamotto criou um invólucro em forma de cordão para conseguir utilizar as habilidades da pedra. Protegido por várias gerações de Magos, o amuleto nos foi apresentado em posse da Anciã (Tilda Swinton). Em suas aulas no Kamar-Taj, o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch) passou a usá-lo sem permissão. Com a morte da Anciã e a ameaça de Dormammu, ele se tornou o novo guardião do Olho de Agamotto.

Em seu grande “teste”, Strange utilizou a Joia para voltar no tempo e prender Dormammu num loop temporal infinito. Com a dominância sobre o vilão, o Doutor Estranho o convence a desistir da Terra e ir embora. Atualmente, ele protege o planeta das ameaças interdimensionais que possam aparecer.

Habilidades: Manipular o tempo de acordo com o desejo do portador.

Localização Atual: Sanctum de Nova York, com o Doutor Estranho.

Aparições: Doutor Estranho (2016) e Thor: Ragnarok (2017).

Joia da Alma – Laranja:

A única Joia que ainda não despertou. Não se sabe onde está aprisionada e nem quem a está guardando. Especula-se que ela esteja na armadura de Heinmdall (Idris Elba), mas algumas artes promocionais dão a indicação de que o Homem de Ferro está envolvido diretamente no arco da Gema da Alma.

Habilidades: Controlar a alma de todos os seres do universo.

Localização Atual: Não se sabe.

Aparições: Não apareceu.

Teoria do T.H.A.N.O.S.

Uma teoria de fãs ganhou força em 2014, quando confirmaram que o Cetro do Loki portava uma Joia do Infinito. Eles repararam que as iniciais dos receptáculos das gemas formavam o nome do Titã Louco. Por muito tempo, essa história foi tratada apenas como teoria. Hoje em dia, ela é levada a sério. Vejam se não faz sentido:

  • Tesseract – o Cubo Cósmico, de Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
  • H* – Joia da Alma, ainda não revelada.
  • Aether – o Éter, de Thor: Mundo Sombrio (2013)
  • Necklace – o colar do Olho de Agamotto, de Doutor Estranho (2016)
  • Orb – o Orbe, de Guardiões da Galáxia (2014)
  • Scepter – o Cetro do Loki, de Vingadores (2012)

*Pelo receptáculo faltante começar com “H” e ser o responsável por proteger a Joia que controla e encontra qualquer alma no universo, os fãs começaram a teorizar que o guardião dela seria Heinmdall, responsável por ver todas as pessoas e criaturas em qualquer lugar. Além disso, seus olhos são da mesma cor da gema da Alma.

Outra teoria afirma que a Joia da Alma está com Hela (Cate Blanchett), a deusa da Morte. Além de seu nome também começar com “H”, é (h)ela quem ceifa as vidas e tira as almas dos corpos das pessoas. Algo que a pedra também é capaz de fazer.

Mudança de Cores

Houve uma mudança de cores na adaptação das Joias do Infinito para os cinemas. Não se sabe ao certo o motivo dessa decisão, mas acredito ter sido para dar certa liberdade semiótica para os diretores – você conseguiria pensar em “Força da Amizade” se os Guardiões da Galáxia fossem encobertos por uma energia vermelha na hora de derrotar o vilão? Outro fator é evitar spoilers na hora da divulgação dos filmes.

Nos filmes, as cores são designadas a essas pedras:

Azul: Espaço

Amarelo: Mente

Vermelho: Realidade

Roxo: Poder

Verde: Tempo

Laranja: Alma

Nos quadrinhos, as cores eram designadas a essas pedras:

Azul: Mente

Amarelo: Realidade

Vermelho: Poder

Roxo: Espaço

Verde: Alma

Laranja: Tempo

A Manopla:

(Thanos e a Manopla do Infinito completa)

Muita gente se pergunta se a Manopla do Infinito sozinha tem algum tipo de poder. Bem, a menos que tirar bolos quentes do forno seja considerado “poder especial”, ela não tem qualquer utilidade sem as joias.

Brincadeiras à parte, ela foi projetada e construída por Thanos, que precisava colher as gemas do infinito e matar metade do universo para conquistar a Morte. Ao ver como era difícil, trabalhoso e perigoso utilizar todas elas ao mesmo tempo, o Titã Louco pensou numa forma de canalizar a energia das joias para um artefato só, deixando seu uso mais prático.

No filme Thor (2011), a Manopla completa aparece na Sala de Tesouros de Odin. Não sabemos se os planos para Thanos conseguir as Joias do Infinito eram diferentes do que são hoje, mas tudo se complicou com a cena pós-créditos de Os Vingadores: A Era de Ultron (2015), que mostra o gigante roxo pegando uma Manopla vazia e chamando a responsabilidade para si.

Na época, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, chegou a dizer que haviam duas Manoplas no UCM. De fato, se você reparar bem, a que Thanos usa na pós-créditos e a da Sala de Tesouros formavam um par. Então os fãs começaram a teorizar loucamente.

Recentemente, os roteiristas de Guerra Infinita disseram que não foram consultados na realização da indigesta cena extra da sequência de Vingadores. Para evitar qualquer acusação de furo de roteiro, eles resolveram isso em Thor: Ragnarok (2017). Em dado momento, a vilã do filme diz que a peça em Asgard é uma cópia fajuta e a destrói.

A próxima aparição das Joias do Infinito é em Os Vingadores: Guerra Infinita, que estreia em 26 de abril de 2018.

Até lá, acompanhe as notícias e nossos especiais sobre o filme aqui no CinePOP!

Crítica | ‘A Lenda de Golem’ – Um Surpreendente Terror Judeu!

Sejamos sinceros: quantos filmes de terror israelense a gente já viu? Com direção, produção e elenco israelense, e ainda por cima falado em hebraico? E cuja história tenha a ver com a tradição desse povo, tão distante de nós, aqui no Brasil?

Em ‘A Lenda do Golem’ a história se passa numa vila judaica no século XIX, onde os moradores vivem tranquilamente, a despeito dos seus vizinhos cristãos, que estão sendo consumidos pela peste. Isso desperta a inveja do outro povo, que, cegos pelo desespero, invadem a vila judaica para tirar satisfação, e ameaçam: se não pararem de jogar praga neles, serão todos dizimados.

Com um sentimento de impotência – afinal, como provar que não são culpados por aquela desgraça? – Hanna (Hani Furstenberg, firme no papel de uma mulher de fibra) sugere que a comunidade invoque um Golem para lhes proteger, porém, os homens e o rabino riem de sua inocência, afinal, onde já se viu uma mulher mencionar a Cabala? Hanna, no entanto, não é como qualquer mulher do século XIX: ela é estudada, inteligente e decidida, então, a despeito do que os homens falam, ela mesma invoca um Golem – que retorna no corpo de um menino coberto de lama.

A direção de Doron Paz e Yoav Paz garante um drama que gradativamente se transforma em suspense até culminar nas cenas de terror no terceiro ato, deixando em evidência a tradição judaica nos momentos bons e ruins da trama – seja celebrando um casamento, seja explicando os perigos da Cabala e a tradição mística de Merkabah, o Trono de Deus que pode subir ou descer. O roteiro consciente da necessidade de exportar o filme para outros países se preocupa em explicar todos os pontos cruciais da cultura judaica, de modo que a trama fique totalmente compreensível para o mercado ocidental.

Todo o elenco – Ishai Golam (Benjamin, o marido de Hanna), Lenny Ravich (Horrovits), Alex Tritenko (Vladimir), etc – consegue passar a angústia de se viver ameaçado por forças diversas, e o equilíbrio desse grupo é fundamental para a boa recepção de uma trama desconhecida ao público acostumado aos exageros hollywoodianos. Entretanto, é o menino Konstantin Anikienko que é o mais bizarro de todos, assustando mesmo sem dizer uma palavra sequer o filme todo. A isso damos o nome de talento.

Se nada disso ainda for suficiente para atiçar sua curiosidade, há ainda o fator de que ‘A Lenda do Golem’ é um filme de baixo orçamento, sem pretensões e que se destaca na força da atuação de um elenco afinado e de uma trama com fundo histórico-cultural desconhecido da maioria. São uma hora e trinta e cinco minutos que vão te fazer querer descobrir mais sobre as histórias ocultas da Cabala judaica.

‘Annabelle 3’: James Wan afirma que filme recebe o tom de ‘Invocação do Mal’

As filmagens de ‘Annabelle 3‘ foram encerradas e muitos fãs estão esperando que a qualidade vista no último spin-off da boneca maldita continue presente no novo filme.

Entretanto, parece que os fãs vão receber muito mais do que esperam, pois o diretor da franquia ‘Invocação do Mal’, James Wan, afirmou que o filme funciona mais como um episódio principal da franquia do que como um spin-off:

“Finalmente estamos na casa dos Warren então pela própria circunstância de estarmos na casa, com a presença do casal Warren, com uma história focada na família, certamente funciona mais como um longa ‘Invocação do Mal‘.”

Sendo assim, ‘Annabelle 3‘ servirá como um filme similar aos dois primeiros ‘Invocação do Mal‘.

Confira a sinopse:

Determinadas a impedir Annabelle de causar mais estragos, os demonologistas Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída para a sala de artefatos trancada em sua casa, colocando-a “em segurança” atrás do vidro sagrado e conjurando a santa bênção do padre. Mas uma noite profana de horror espera enquanto Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que todos se voltam para um novo alvo – a filha de 10 anos de Judens, Judy, e suas amigas.

O roteirista Gary Dauberman (filmes ‘A Freira’, ‘IT: A Coisa’, ‘Annabelle’) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1,5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

O novo filme de terror é mais uma vez produzido pelo criador do universo ‘Invocação do Mal‘, James Wan. 

O filme é estrelado por McKenna Grace (da série de TV ‘ The Haunting of Hill House’, ‘Gifted’ e o filme ‘Capitã Marvel’) como Judy; Madison Iseman (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’, ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) como sua babá, Mary Ellen; e Katie Sarife (das séries de TV ‘Youth and Consequences’ e ‘Supernatural’) como a amiga problemática Daniela; com Patrick Wilson (filmes ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’, o próximo filme ‘Aquaman’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’, o próximo filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, da série de TV ‘Bates Motel’) reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren.

Dauberman também escreveu o roteiro a partir de uma história de Wan & Dauberman. Os produtores executivos são Michael Clear e Michelle Morrissey.

O filme está com lançamento marcado para 2 de Julho de 2019, e será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa Warner Bros. Entertainment Company.

Crítica de Álbum | Like a Virgin – Madonna e suas aventuras amorosas

Quando ouvimos o nome Madonna, automaticamente pensamos em um dos maiores nomes da história da música – não apenas por suas rendições atemporais que acompanham gerações até hoje, mas também pela capacidade da performer em chocar o público desde sua consagração em 1983 com seu primeiro álbum de estúdio autointitulado. Porém, sua capacidade de nos envolver com letras e escopos musicais explícitos veio um ano depois com o lançamento de Like a Virgin, seguindo o sucesso sem precedentes do memorável début.

Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.

A primeira track é um irônico mergulho no mundo capitalista, travestido em versos dançantes e uma paixão inenarrável da cantora pela bombshell Marilyn Monroe, buscando referências estéticas de “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” em 1953, provando que não pensaria duas vezes em honrar algumas de suas maiores influências. Não é surpresa que, em união ao videoclipe, “Material Girl” transforme-se em um intrínseco desejo do eu-lírico em conquistar o que sempre almejou; os arranjos sintéticos marcam correlações com o CD predecessor, mas abre um terreno fértil para que Madonna explore um delicioso soubrette, uma afetação que conversa com sua reafirmação de gênero em uma causalidade a priori superficial, porém dotada de um cinismo dançante acompanhado pela mutável bateria. Em comparação à contemporaneidade, a música pode erroneamente transmitir uma sensação datada – refutada pela robótica voz de Frank Simms que acompanha a lead singer.

O soubrette apareceria mais uma vez com Like a Virgin, cuja estruturação híbrida entre os sintetizadores e o teclado é simplesmente divina e reflete o apreço da cantora com os instrumentais em questão. A explicitação, levando em conta a época perscrutada por tabus em que a faixa foi lançada, é sexy e dotada de controvérsias apaixonantes: “como uma virgem, tocada pela primeira vez” é o verso que inicia cada um dos refrãos cada vez com mais potência.

O álbum em si peca por alguns excessos que não são facilmente ignoráveis, a começar pela saturada repetição monofônica de investidas recicladas: temos em “Angel”, por exemplo, uma construção confessional acompanhada pelos arranjos do electro-pop e por uma rendição mais grave da lead, que não perde a oportunidade de fazer declarações e mais declarações para um caso amoroso – mantendo estritas relações contraditórias com “I Know It” e “Physical Attraction”. Entretanto, a belíssima construção lírica e sonora perde força quando comparada com o cíclico e monótono “você é um anjo” (“you’re an angel”), que insurge em primeiro plano mais vezes do que deveria. O mesmo acontece equívoco dá as caras em “Dress You Up”, cujo escopo revitalizante e onírico entrega os holofotes para a explosão de “vou te vestir com meu amor” (“gonna dress you up in my love”). É interessante e trágico ao mesmo tempo como os backing vocals ganham mais expressividade que a artista em si.

As repetições também aparecem em “Over and Over”, mas não causam a mesma sensação extenuante de antes. A dinâmica faixa é nostálgica e atual ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de mensagens de apoio para os ouvintes, pedindo para que, caso a vida lhes derrube, que se levantem e tentem “de novo e de novo”. Tal supressão das infelicidades das múltiplas esferas cotidianas é logo jogada propositalmente no lixo com a chegada de “Love Don’t Live Here Anymore”, uma impecável balada que faz ótimo uso do violino e do violão, criando uma épica espontaneidade e dividindo o centro de nossas atenções entre a atmosfera efusiva e uma entrega extremamente tocante.

“Pretender”, por sua vez, cria em nós uma expectativa quase noir, utilizando as desnecessárias repetições de tracks anteriores a seu favor, colocando-as já no ato de abertura. Todavia, essa troca não é o suficiente para tirar-lhe as construções formulaicas e os convencionalismos que seriam apenas retirados em sua totalidade com “Stay”. Aqui, o premeditável crescendo alterna com fluidas declinações, acompanhadas pela brutalidade contrastante da bateria que antecede as principais viradas. “Shoo-Bee-Doo” retoma as sensações oníricas integrantes de investidas anteriores, recebendo uma interessante romantização cuja confirmação é feita por versos como “eu vejo muita confusão [em seus olhos], e isso está me matando” – uma notável empatia que também se tornaria marca da discografia de Madonna.

Like a Virgin pode não ter o mesmo respiro inovador da obra anterior, mas ainda assim constrói-se em uma jornada repleta de declarações e confissões epistolares que mostram a vulnerabilidade de sua artista ao mesmo tempo que divulgam uma expressividade intimista sem igual.

Nota por faixa:

  • Material Girl – 5/5
  • Angel – 2,5/5
  • Like a Virgin – 4,5/5
  • Over and Over – 4/5
  • Love Don’t Live Here Anymore – 5/5
  • Dress You Up – 3/5
  • Shoo-Bee-Doo – 3,5/5
  • Pretender – 3,5/5
  • Stay – 4/5

‘Matrix 4’: Yahya Abdul-Mateen II deve viver o jovem Morpheus na sequência

Yahya Abdul-Mateen II foi elencado há alguns meses na já vindoura sequência Matrix 4’ e, agora, fontes podem ter revelado quem ele viverá no longa-metragem.

Segundo fontes próximas ao site We Got This Covered, o ator, conhecido por seu papel como Arraia Negra em Aquaman, deve interpretar uma versão mais jovem do icônico Morpheus na narrativa. O personagem foi vivido por Laurence Fishburne nos filmes originais.

O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

Assista a uma cena de ‘The Lie’, novo suspense da Blumhouse estrelado por Joey King

A Amazon Prime divulgou uma nova cena promocional de The Lie, filme realizado em parceria com a Blumhouse e estrelado por Joey King.

O filme já está disponível na plataforma de streaming.

Confira:

“Quando sua filha adolescente aparenta ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

‘Sombra e Ossos’: Jovens enfrentam uma ameaça perigosa no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

A Netflix divulgou hoje (26) o novo teaser oficial de sua ambiciosa série de fantasia, Sombra e Ossos.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira:

Sombra e Ossos é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘The Last of Us’: Série da HBO escala dois novos atores ao elenco

Segundo o Deadline, a HBO escalou dois novos membros ao elenco da ambiciosa adaptação The Last of Us, série baseada na aclamada franquia de games.

As informações indicam que Con O’Neill (‘Chernobyl’) e Murray Bartlett (‘The White Lotus’) foram contratados para a produção. O’Neill dará vida a Bill, conhecido do protagonista Joel pouco antes da pandemia que assolou o planeta e que, agora, é um dos sobreviventes dos subúrbios, armado até os dentes e adepto a construir armadilhar para se proteger. Barlett, por sua vez, será Frank, namorado de Bill que, nos jogos, se enforcou após contrair a doença. Acredita-se que, na adaptação, Frank aparecerá vivo.

Pedro Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) irão estrelar a produção como Joel e Ellie, respectivamente. O elenco ainda contará com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey Pierce.

Kantemir Balagov será responsável pela direção do episódio piloto, com Jasmila Žbanić e Ali Abbasi também confirmados na direção de outros episódios.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.

Por enquanto, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

Neo está de volta no novo trailer INCRÍVEL de ‘Matrix Resurrections’; Assista!

A Warner Bros. acabou de divulgar o novo trailer oficial do aguardado filme Matrix Resurrections’.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de dezembro.

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Na trama, Keanu Reeves e Carrie-Ann Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

O longa também conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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10 filmes INCRÍVEIS para assistir no Star+!

Nos últimos anos, uma quantidade absurda de plataformas de streamings foram lançadas, seguindo os passos da outrora dominação quase homogênea da Netflix – e um desses serviços é a Disney+ e sua subsidiária, a Star+.

É claro que, com tantos títulos disponíveis, fica difícil se manter atualizado com tantas novidades que saem dia após dia.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez filmes incríveis e extremamente aclamados pela crítica especializada para você conferir no Star+, desde o recente ‘A Favorita’, que deu o Oscar de Melhor AtrizOlivia Colman, ao clássico De Volta para o Futuro, que se tornou um dos filmes mais importantes e conhecidos de todos os tempos.

Confira nossas escolhas abaixo:

TUBARÃO (1975)

Um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

ALIEN: O 8º PASSAGEIRO (1979)

Uma nave espacial, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Ao investigarem o local, um dos tripulantes é atacado por um estranho ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.

DE VOLTA PARA O FUTURO (1985)

Estrelado por Michael J. FoxChristopher LloydLea ThompsonCrispin Glover e Thomas F. Wilson, De Volta para o Futuro gira em torno de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente viaja trinta anos para um passado através de um carro DeLorean transformado em máquina do tempo por seu amigo cientista Doc Brown. Preso no passado, Marty sem querer impede que os pais se conheçam, e, lutando contra o tempo, tenta reuni-los para que seu futuro não esteja perdido.

TITANIC (1997)

Lançado em 1997, o múltiplo vencedor do Oscar Titanic incorpora elementos reais e fictícios para trazer à vida a narrativa do RMS Titanic, um gigantesco transatlântico que colidiu com um iceberg e naufragou, tornando-se um dos maiores desastres humanos de todos os tempos. No centro desse impiedoso enredo, temos o crescente amor que desperta entre Rose DeWitt (Kate Winslet) e Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), dois jovens pertencentes a mundos diferentes e que lutam para ficar juntos em meio a tantas adversidades.

ENCONTROS E DESENCONTROS (2003)

Bob Harris (Bill Murray) é uma estrela de cinema, que está em Tóquio para fazer um comercial de uísque. Charlotte (Scarlett Johansson), por sua vez, está na cidade acompanhando seu marido, um fotógrafo workaholic (Giovanni Ribisi) que a deixa sozinha o tempo todo. Sofrendo com o horário, Bob e Charlotte não conseguem dormir. Eles se encontram, por acaso, no bar de um hotel de luxo, e em pouco tempo tornam-se grandes amigos.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

O GRANDE HOTEL BUDAPESTE (2013)

Em O Grande Hotel Budapeste, no período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.

BIRDMAN OU (A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA) (2014)

Dirigido por Alejandro González Iñárritu, ‘Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)‘ é uma comédia de humor negro que conta a história de um ator (Michael Keaton) – famoso por interpretar um icônico super-herói – enquanto ele faz de tudo para montar uma peça na Broadway. Às vésperas da estreia, ele vai lutar com seu ego e tentar recuperar sua família, sua carreira e ele mesmo.

TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME (2017)

Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.

A FAVORITA (2018)

Na Inglaterra do século XVIII, Sarah Churchill, a Duquesa de Marlborough (Rachel Weisz) exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana (Olivia Colman). Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail (Emma Stone), nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes à oportunidade única.

 

Jennifer Lawrence vive uma veterana de guerra com TEPT nas imagens oficiais de ‘Causeway’

Discussing Film revelou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de Causeway, drama estrelado pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence.

O filme fez sua estreia oficial no Festival de Toronto de 2022 e chegará à plataforma da Apple TV+ no dia 04 de novembro.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Lila Neugebauer. Otessa MoshfeghLuke GoebelElizabeth Sanders assinam o roteiro.

Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.

Linda EmondJayne HoudyshellStephen McKinley HendersonFrederick WellerRussell HarvardNeal Huff e outros também fazem parte do elenco.

‘Cidade Invisível’: Surgem novos perigos no trailer OFICIAL da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Cidade Invisível’, série brasileira que abrange várias lendas do folclore nacional.

Os novos episódios chegam no dia 22 de março à plataforma de streaming.

Confira:

A série é dirigida por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.

Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CoresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘One Piece’: Personagens se reúnem no cartaz INÉDITO do live-action; Confira!

A Netflix divulgou um novo cartaz oficial da série live-action baseada em ‘One Piece‘, aclamado mangá escrito por Eiichiro Oda.

Com estreia marcada para 31 de agosto, a adaptação reconta a história de em Monkey D. Luffy, um jovem que, inspirado por seu ídolo de infância e poderoso pirata Shanks, o Ruivo, sai em uma jornada do mar East Blue para encontrar o famoso tesouro One Piece e proclamar-se o Rei dos Piratas.

Em um esforço para organizar sua própria tripulação, os Piratas do Chapéu de Palha, Luffy salva e faz amizade com um espadachim chamado Roronoa Zoro, que se torna seu braço direito na busca pelo One Piece.

Confira, junto ao trailer:

Vale lembrar que, quando a Netflix divulgou as primeiras cenas da série, os fãs ficaram bem divididos.

Nas redes sociais, muitos reclamaram do CGI e fizeram comparações com o péssimo ‘Dragonball Evolution‘.

Confira as reações:

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Saoirse Ronan revela que QUASE participou de ‘Barbie’

Barbie se tornou um dos filmes mais bem-sucedidos e aclamados de 2023 e, em meados do ano passado, a diretora Greta Gerwig revela que a produção teria uma quantidade considerável de participações especiais que nunca se concretizaram – incluindo a da indicada ao Oscar Saoirse Ronan (‘Adoráveis Mulheres’, ‘Lady Bird’).

Agora, em entrevista à Variety, Ronan trouxe detalhes sobre sua participação descartada, revelando que daria vida a uma das Barbies da casa da Barbie Estranha, interpretada por Kate McKinnon.

“Eu definitivamente seria uma das Barbies Estranhas”, ela contou. “Não sei como lidar com isso. Eu estaria com Kate McKinnon, então seria muito legal. Eu tinha uma cena, mas nunca cheguei a fazê-la e ela nunca apareceu no filme”.

Ronan continua: “nem consigo me lembrar [da cena] agora, mas era estranha. Acho que eu seria a garota estranha que fala consigo mesma e sempre tem um cachorrinho do lado e não falaria com ninguém”.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Confira o cartaz de ‘Pequenas Cartas Obscenas’, comédia SATÍRICA com Olivia Colman e Jessie Buckley

Depois do trailer, a Sony Pictures Brasil divulgou o cartaz oficial de Wicked Little Letters, comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia ColmanJessie Buckley.

O longa chega aos cinemas nacionais em 25 de julho.

Confira:

pequenas cartas obscenas

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

Colin Firth busca JUSTIÇA no trailer de ‘Lockerbie’, nova série do Peacock sobre TRAGÉDIA REAL

O Peacock divulgou o trailer completo da série ‘Lockerbie: A Search For Truth‘, estrelada por Colin Firth (‘Kingsman: Serviço Secreto’), e baseada em eventos reais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção estreará oficialmente no dia 2 de janeiro de 2025.

Em 21 de dezembro de 1988, 259 passageiros e a tripulação de um voo foram mortos quando Pan Am 103 explodiu 38 minutos após a decolagem – causando ainda a morte de 11 residentes com a queda dos destroços.

Após o desastre e a morte de sua filha, o Dr. Jim Swire (Firth) é nomeado porta-voz das famílias das vítimas do Reino Unido, que se uniram para exigir verdade e justiça. Viajando por continentes e divisões políticas, Jim embarca em uma jornada implacável que não apenas coloca em risco sua estabilidade, família e vida, mas também derruba completamente sua confiança no sistema judiciário. À medida que a verdade muda, a visão do mundo de Jim muda para sempre.

O seriado explorará do desastre e suas consequências, fornecendo um relato íntimo de um homem, um marido e um pai que arrisca tudo em memória de sua filha e na busca inabalável pela verdade e justiça.

O elenco ainda conta com Catherine McCormack, Rosanna Adams, Jemma Carlton, Harry Redding, Sam Troughton, Mark Bonner, Ardalan Esmaili e Selwa Jghalef.

‘Amores Materialistas’: Filme com triângulo amoroso de Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal ganha novo trailer; Assista!

Amores Materialistas, novo filme da aclamada diretora Celine Song, um novo trailer oficial.

O filme será lançado no Brasil no dia 31 de julho. Nos EUA, a estreia acontece em 13 de junho.

Confira, junto aos recentes cartazes individuais:

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O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

Dakota JohnsonChris EvansPedro Pascal vivem um triângulo amoroso como os protagonistas.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

Confira o logotipo NACIONAL de ‘Pânico 7’!

Paramount Pictures Brasil divulgou hoje (1) o logotipo nacional de Pânico 7’, próximo capítulo da icônica franquia slasher que chega aos cinemas em 26 de fevereiro de 2026.

Confira:

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.

Panico

‘Os Casos de Harry Hole’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série de MISTÉRIO da Netflix; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da série Os Casos de Harry Hole (‘Jo Nesbø’s Detective Hole’), inspirada nos escritos do aclamado romancista de suspense e mistério Jo Nesbø.

Estrelada por Tobias Santelmann (‘The Last Kingdom’), a produção conta com nove episódios e chega à plataforma de streaming no dia 26 de março.

O material nos leva aos bastidores da atração.

Confira:

Santelmann dará vida ao detetive Harry Hole, estrela da saga literária assinada pelo autor e que já foi interpretado por Michael Fassbender nos cinemas.

O elenco também conta com Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’) como Tom Waaler e a Pia Tjelta (‘Made in Oslo’) como Rakel Fauke.

Os Casos de Harry Hole é um mistério policial de serial killer liderado pelo famoso anti-herói. Por baixo da superfície, é um drama cheio de nuances sobre dois policiais – e supostos colegas – operando em lados opostos da lei. Ao longo da primeira temporada, Harry enfrenta seu adversário de longa data e detetive corrupto Tom Waaler.

A história do ciclo de estreia é inspirada no romance A Estrela do Diabo, lançado em 2003 e que funciona como o quinto volume da saga de Hole.

Oystein Karlsen (‘Sem Saída’) é o criador, enquanto Nesbø assina o roteiro.

Chris Evans diz que seus últimos dias como Capitão América o fizeram esgoelar de tristeza

A cena final de ‘Vingadores: Ultimato‘ ofereceu um desfecho emocionante. Logo após o funeral do Homem de Ferro, Steve Rogers se despede, revelando que voltou no tempo e viveu uma vida longa e feliz, casado com Peggy Carter. O velho Steve então passou seu escudo para seu sucessor, Sam Wilson, e um flashback revelou a aguardada dança com Peggy no passado.

Se o público se acabou em lágrimas durante a cena, imagine como deve ter sido para Chris Evans, já que essas cenas representaram o final de uma parte importante de sua vida na última década. O astro, que encarnou o Capitão desde 2011, contou ao Men’s Journal que todo o último mês de filmagens em “Ultimato” o deixou emocionado, mas no último dia ele acabou “se esgoelando” de tristeza.

“Era como se você fosse se formar no ensino médio ou faculdade, sabe? Durante o último mês de filmagens eu estava indo trabalhar um pouco sobrecarregado, nostálgico e grato. No último dia, eu estava berrando. Eu choro bem fácil, mas eu definitivamente estava berrando.”

Ao contrário de Tony Stark, o final do Capitão deixa a porta aberta para mais possíveis aparições, tanto para o velho Steve orientar Sam como o próximo Capitão América ou até mesmo para mostrar Steve e Peggy lutando em uma linha do tempo alternativa. No entanto, os irmãos Russo disseram que é provável que Evans não retorne, já que ele está “emocionado” com o papel. De acordo com os comentários do ator, isso parece definitivo.

Por mais triste que seja a saída de Evans, estamos ansiosos para ver como a Fase Quatro continua o legado do Capitão América pós “Vingadores: Ultimato“.

 

 

‘Star Wars’: Esquizofrenia de Jake Lloyd evolui após morte de sua irmã mais nova

Depois de interpretar Anakin Skywalker em ‘Star Wars: A Ameça Fantasma’ (1999), Jake Lloyd passou a infância sendo assediado e sofrendo bullyng por parte dos fãs, o que afetou sua carreira e sua saúde mental.

Diagnosticado com esquizofrenia paranoide, o astro abandonou o cinema e viveu inúmeras polêmicas ao longo da adolescência, principalmente quando foi preso por dirigir alcoolizado em 2015.

E, de acordo com o Movie Web, a mãe de Lloyd divulgou uma declaração informando que o estado de saúde dele piorou após a morte de sua irmã mais nova.

“Gostaríamos de agradecer a todos pelo apoio e por suas adoráveis ​​palavras. Jake foi diagnosticado com esquizofrenia paranoide há alguns anos, mas infelizmente ele também adquiriu sintomas de anosognosia, que causa falta de consciência sobre sua condição. Isso só aumenta a luta que ele enfrenta, que tem sido muito difícil após a trágica perda de sua irmã mais nova, Madison.”

Mesmo assim, ela disse que não perdeu as esperanças e acredita que seu filho vai se recuperar e viver uma vida normal.

“Ele se aproximou da família novamente e estamos trabalhando duro para ajudá-lo com a recuperação. Ele ainda é uma pessoa gentil e carinhosa, e esperamos que ele volte a ser aquele rapaz divertido que conhecemos. Jake vai progredir recebendo todo esse amor e carinho que vocês continuam demonstrando.”

Lloyd não foi o único a sofrer por causa de fãs tóxicos, já que Ahmed Best, intérprete de Jar Jar Binks, revelou que quase se suicidou depois de passar anos enfrentando o preconceito por causa de sua participação na saga.

Em 2017, Kelly Marie Tran abandonou as redes sociais depois de sofrer sofreu inúmeros ataques por conta de seu peso e sua ascendência asiática.

A intérprete de Rose Tico em ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ revelou ao Good Morning America que precisou passar por intensas terapias para tentar se recuperar do trauma.

“Eu me sinto ótima agora. Passei por algumas sessões de terapia intensa e recomendo muito. Antes de tudo isso, eu trabalhava o dia todo e estava tentando alcançar o sonho de ser atriz, e de repente eu estava em ‘Star Wars‘. Essa transição exige um emocional forte e agora eu já sei disso. Estou me sentindo muito mais segura e empolgada com o novo filme. Trabalhar com J.J. Abrams foi incrível.”

Confira:

‘Walker, Texas Ranger’: Jared Padalecki promove sua nova série da melhor forma; Confira!

Restam apenas mais cinco episódios para o final da 15ª e última temporada de Supernatural‘, mas Jared Padalecki já está olhando para o futuro.

O intérprete de Sam Winchester será o protagonista do remake de ‘Walker, Texas Ranger‘, e publicou uma imagem em seu perfil do instagram para celebrar a chegada da vindoura atração.

Na publicação, o astro aparece usando um chapéu de caubói enquanto posa ao lado do icônico Chevy Impala 67.

Na legenda, Padalecki brincou ao utilizar a tag #CordellWinchester
e escrever:

“Quando dois mundos colidem, apenas VOCÊ decide quem VOCÊ é, quem VOCÊ quer ser e como fazer isso.”

Confira:

 

Ver esta publicação no Instagram

 

When two worlds collide, only YOU decide who YOU are, who YOU want to be, and how to make those merge. #CordellWinchester #YouDefineYou Link in bio!

Uma publicação partilhada por Jared Padalecki (@jaredpadalecki) a

Falando nisso, o The Wrap divulgou que a esposa de Jared, Genevieve, também será sua companheira na ficção.

A atriz foi confirmada ao elenco de ‘Walker, Texas Ranger‘ e dará vida à Emily, falecida esposa do protagonista Cordell Walker, vivido por Jared.

Genevieve terá um papel essencial na trama, aparecendo em cenas de flashback e servindo como uma conselheira para o marido, que tenta construir novos códigos morais enquanto lida com a criminalidade.

Para quem não se lembra, a atriz interpretou Ruby na 4ª temporada de ‘Supernatural‘, onde conheceu Jared. Após assumirem sua relação, o casal oficializou a união em 2010.

Genevieve se junta a Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’), que serão os filhos do casal.

Brinson dará vida a Stella Walker, a filha mais velha de Cordell e uma adolescente rabugenta que vive em altos e baixos com os próprios sentimentos.

Teimosa e inteligente, Stella ainda não perdoou o pai por estar ausente enquanto ela crescia sozinha e insiste em fazer perguntas que ele não está pronto para responder.

Culley será Arlo, irmão mais novo de Stella, um menino ansioso para ajudar o pai em suas missões. Com seu jeito engraçado e sincero, ele fará de tudo para impressionar toda a família.

Ao contrário de Stella, Arlo não suporta confusões e só quer aproveitar a companhia do pai e da família reunida.

O elenco também conta com Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Além de estrelar, Padalecki também será o produtor executivo ao lado de Lindsey Liberstore e Dan Spilo.

Escrita e produzida por Anna Fricke, a série estreia na CW em 2021.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell Walker, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

‘Walker, Texas Ranger’ foi estrelada por Chuck Norris e suas oito temporadas foram exibidas entre 1993 e 2001.

‘The Batman’: Mulher-Gato ganha uniforme tático em incrível ilustração feita por fã; Confira!

Quando as gravações de ‘The Batman‘ foram iniciadas, Zoe Kravitz disse que estava malhando pesado e se especializando em artes marciais para o seu papel como Mulher-Gato.

Desde então, os fãs estão ansiosos para vê-la em ação no traje da anti-heroína.

Pensando nisso, um usuário do Instagram publicou uma incrível fan art mostrando a personagem com uma armadura tática.

Seguindo o visual da máscara de Anne Hattaway em ‘O Cavaleiro das Trevas‘, a personagem é vista com um conjunto aos moldes da armadura do Batman no tronco e nos membros.

Uma versão bem diferente do que os fãs estão acostumados, já que a personagem é geralmente retratada com um macacão de couro colado ao corpo.

Confira a ilustração:

E aí, o que você achou desta versão?

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

Além de Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

 

‘Top Gun: Maverick’ ganha BELÍSSIMAS capas da revista Total Film; Confira!

A revista Total Film divulgou as capas variantes de sua próxima edição, que será dedicada ao filme ‘Top Gun: Maverick.

As imagens trazem Tom Cruise caracterizado como o icônico personagem.

Enquanto uma delas o mostra desembarcando de um caça, a outra o mostra desfilando pelo porta aviões.

Confira:

“Eu queria que o público fosse embora do cinema dizendo: ‘Caramba, eu quero pilotar um F/A1S'”, diz a legenda.

Lembrando que ‘Top Gun: Maverick‘ estreia dia 27 de Maio de 2022.

 Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris