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Crítica | O Nó do Diabo – Uma história de horror brasileira

O núcleo de cinema de horror brasileiro está comendo pelas beiradas e conquistando seu espaço e prestígio. O cinema nacional, que nunca conseguiu ser um cinema de gênero, agora está vendo em produções premiadas como o ótimo As Boas Maneiras’, a chance de atrair um público que consome fielmente os filmes de terror estrangeiros, mas que nunca deram uma chance sequer ao que está sendo feito por aqui. Agora, com o crescimento e confiança do espectador, projetos menores, mas não menos interessantes, como é o caso do longa O Nó do Diabo, estão surgindo à superfície e provando que nossos cineastas também sabem assustar, e como sabem.

Aproveitando uma trama criativa e original, o longa de terror é, na verdade, cinco contos unidos, que apesar de cada um possuir uma história própria e se passar em um ano distinto, todos funcionam como uma única unidade, com pequenas e macabras conexões entre si, algo semelhante as temporadas do seriado American Horror Story, mostrando o local onde a trama se passa em diferentes épocas, começando em 2018 e se encerrando em 1818, em um antigo engenho do Nordeste.

Apesar de ter o terror como pano de fundo, o foco principal dos pequenos filmes é criticar o histórico passado racista do Brasil e suas consequências, abordado de diversas formas, desde o homem branco que defende seu terreno abandonado com medo de que negros possam assumir o lugar, até fantasmas e zumbis que dominaram aquela terra amaldiçoada. E, assim como Corra!’ fez, o longa trata a questão do ponto de vista das vítimas, se preocupando em mostrar os absurdos pelos quais passaram. O que assusta saber que todo aquele terror não existiu apenas na ficção e o pior, não se extinguiu por completo até hoje.

O laço que emenda as histórias é coeso e criativo, o que se completa pelo elenco talentoso, que visivelmente se dedicou ao trabalho de retratar aquela realidade de forma fiel, além de veteranos como Zezé Motta, a estrela em ascensão Isabél Zuaa (As Boas Maneiras) também brilha, mais uma vez. Mérito também da direção dos cineastas Ramon Porto Mota (Partes 1 e 5), Gabriel Martins, Ian Abé e Jhésus Tribuzi, que sabem extrair a dor dos atores e utilizar esse projeto como um experimento em que podem ousar em enquadramentos e narrativas diferentes, somados a uma fotografia lavada, que eleva o ar de antigo, durante o dia, e de medo e escuridão, durante a noite.

Agora, olhando de forma individual, todos os curtas levam a trama adiante, de trás para frente (ordem cronológica dos eventos), sendo assim, o Parte 1 retrata uma realidade atual, a mais fraca entre todas e que talvez devesse ser ainda mais assustadora que o passado, uma falha de roteiro. Porém, logo a Parte 2 assume a ideia geral: causar terror e desconforto. Partindo desse princípio, os caminhos tomados envolvem experimentação com o sobrenatural, como acontece na ótima Parte 3 e com uma narrativa complexa, que explora o místico de forma poética, na Parte 4, se encerrando com um final digno dos mais macabros filmes de terror de George A. Romero, na Parte 5.

Mesmo com pequenas falhas nos roteiros das tramas, a soma do conjunto faz de O Nó do Diabo um filme essencial, não apenas para amantes do terror, mas também para compreender o horror que a escravidão causou em nosso país e as raízes racistas que dão as caras até hoje. O filme certo para o momento certo que estamos vivendo.

Invocação do Mal | Conheça o caso real que inspirou o terceiro filme da saga

Estreou no Brasil o terceiro capítulo da saga dos Warren nos cinemas. Em Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio, os caçadores sobrenaturais Ed e Lorraine Warren (Patrick Wilson e Vera Farmiga, respectivamente) vão investigar o caso de Arne Cheyenne Johnson (Ruairi O’Connor), o primeiro homem dos Estados Unidos a tentar se defender de uma acusação de homicídio justificando estar possuído pelo demônio. A trama é interessante e a franquia tem bastante crédito com os fãs, então é bem provável que o filme agrade. E como esse caso macabro foi inspirado em uma história real, a situação fica ainda mais assustadora.

[Possíveis SPOILERS adiante]

Tudo começou com a família Glatzel, em 1980. Na época, o pequeno David Glatzel, de apenas 11 anos, foi limpar uma casa antiga alugada junto da família. Ele levou um tombo muito feio e disse ter sido empurrado e ameaçado por um idoso de aparência estranha, que falava latim e além de ter ameaçado roubar sua alma, afirmou que, caso a família se mudasse para aquela residência, seria amaldiçoada com uma série de desgraças. A princípio, a família achou que o menino estava enrolando para não ter que arrumar a casa. Porém, conforme os dias foram passando, ele foi demonstrando um comportamento esquisito. Ele acordava de pesadelos terríveis cheio de hematomas, arranhões e machucados, e estaria vendo criaturas sinistras com chifres e olhos escuros. Desesperados, os Glatzel recorreram a um padre da igreja, que teria convocado os Warren para analisar o caso.

Nos cinemas, Julian Hilliard (WandaVision) dá vida a David Glatzel.

Com a chegada do casal, o garoto teria passado a falar em idiomas distintos, rosnar, ser visto próximo a névoas escuras e aparentando estar sendo sufocado por uma pessoa invisível. A cada nova sessão dos Warren, o menino ficava acompanhado de um familiar ou pessoa próxima, enquanto sofria dores, convulsões e perda de ar. Assim, os caçadores paranormais iniciaram pequenos exorcismos para tentar livrar o menino do suposto mal. Eles identificaram nada menos que 43 demônios dentro do corpinho da criança, que precisou passar por diversas sessões. Em uma delas, na presença do namorado da irmã de David, Arne Johnson, o rapaz teria intercedido no exorcismo e feito um desafio aos demônios: deixar o corpo de David para assumir o seu.

A direção contou com muita computação para distorcer o coitado do menino.

E foi aí que começou a controvérsia. Em diversos relatos, Arne afirmou ter feito contato com um demônio pouco tempo depois, o que teria consumado a possessão. Conforme o tempo foi passando, ele começou a ter lapsos de memória e a apresentar comportamentos parecidos com o de David. Temendo pela vida da namorada, ele e Debbie Glatzel se mudaram, e a garota começou a trabalhar como cuidadora dos cachorrinhos de Alan Bono, um novo residente da região.

Arne afirmou que lidava com lapsos de memória e que não se recordava do assassinato.

Em 16 de fevereiro de 1981, em Brookfield, Connecticut, que não registrava um caso de homicídio há décadas, o jovem Arne Johnson, se sentindo mal, levou a irmãzinha, Wanda, a namorada, Debbie e a priminha dela, Mary, para um almoço com Bono. Tudo estava indo bem, com muita bebedeira, até que Arne começou a discutir com Alan, puxou um canivete, desferindo cinco golpes no peito de Bono e um corte que ia do estômago ao coração do futuro defunto. Tudo isso enquanto rosnava e fazia sons estranhos. Johnson foi encontrado a cerca de três quilômetros de distância do local do crime, desmemoriado, segundo o próprio. Ele foi preso.

Com as notícias se espalhando, Lorraine Warren reconheceu o rapaz da sessão de exorcismo do ano anterior e comunicou à imprensa que ele estaria possuído pelo demônio. Em meio a uma onda de filmes sobre demônios e exorcismos que assolava os Estados Unidos, a imprensa se interessou pelo caso e o povo embarcou na histeria, transformando o caso em um fenômeno. Quem gostou dessa história foi o advogado de Arne, Martin Minnella. Com a imprensa ao seu favor, ele começou a buscar depoimentos e algo que embasasse a suposta possessão demoníaca para liberar seu cliente. Ele tentou emplacar uma declaração de inocência em seu cliente alegando que o diabo o teria obrigado a cometer o crime. No entanto, por falta de evidências, o juiz negou o pedido. Enquanto isso, os Warren davam grandes entrevistas, comentavam o caso e apresentavam supostas provas que não provavam nada. Eles surfaram na onda enquanto puderam, mas logo a situação virou uma grande piada na imprensa e Arne Cheyenne Johnson foi condenado por homicídio culposo a cumprir de 10 a 20 anos de prisão. Desse tempo, ele cumpriu apenas cinco anos e foi solto por bom comportamento.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio está em cartaz no Brasil.

Crítica | Samurai X: O Final – Filme encerra de maneira épica a trajetória de Kenshin Himura

No ano de 2001 a editora JBC começou a trazer para o Brasil o mangáSamurai X’, que contava a história de um espadachim andarilho de nome Kenshin Himura cujo passado era sombrio e desconhecido. Lançado no Japão originalmente em 28 volumes, na primeira publicação no Brasil foram 56 volumes, até sua conclusão, em 2003. De lá para cá, o número de fãs de Himura só fez aumentar, ao ponto de a produtora Warner Bros lançar o primeiro live-action inspirado na história criada por Nobuhiro Watsuki, cujo último capítulo chega agora, vinte anos após o início de sua trajetória em território brasileiro, à Netflix, intitulado ‘Samurai X: O Final’.

Em 1878, durante a Era Meiji, Kenshin Himura (Takeru Satoh) aposentou sua espada e tenta viver sua vida tranquilamente no dojo da Srta. Kaoru (Emi Takei), onde convive com seu amigo Sanosuke (Munetaka Aoki) e o jovem Yahiko (Riku Ohnishi). Porém, quando a paz de Kyoto é ameaçada por ataques, explosões e incêndios, colocando a vida dos civis em perigo, Kenshin entende que o motivo por traz de tudo é ele mesmo, e, por isso, percebe que deve ir atrás do responsável pelos ataques para impedir a destruição da cidade, mesmo que para isso tenha que mexer em memórias dolorosas do seu passado.

Quando os cinemas começaram a reabrir mundo afora, em 2020, ‘Samurai X: O Final’ foi um dos longas que estrearam nas salas do Japão, dada a sua importância para a história e a cultura local. Apesar das incertezas da distribuição nacional, é com grata felicidade que os fãs de Samurai X recebem a parte final da jornada do andarilho diretamente na Netflix – o que facilitou o acesso para muito fã. Não à toa, o longa figura entre os mais vistos da plataforma há semanas.

O elemento mais importante do filme de Keishi Ohtomo é que ele foca no que é realmente a essência do mangá: a trajetória do embate entre Himura e seu antagonista. Isso significa que embora o longa entregue as pinceladas de romance de Kenshin e Kaoru e eleve a carga dramática nos momentos-chave do enredo, todos os elementos são elencados na direção da construção dos conflitos e sua resolução. Daí talvez o filme ter dois ritmos distintos: por um lado, cenas de luta extremamente ágeis e muitíssimo bem coreografadas, de uma beleza ímpar característica das produções épicas daquele país; por outro, as cenas de narração e diálogo são monotônica, intercaladas por flashbacks do filme anterior.

Samurai X: O Final’ é um belíssimo filme que faz jus à dramática história do andarilho cuja cicatriz em forma de X no rosto afugenta os malfeitores. Poeticamente dirigido, o longa encerra de maneira épica a história de um dos mangás mais conhecidos do mundo, sem nunca perder sua essência japonesa ainda que estivesse levando em consideração o público ocidental. Para os fãs, é um filme essencial, que encontra espaço para inserir todos os personagens queridos pelo público, sem deixar a expectativa cair; para quem não conhece a história, fica a dica de assistir a ‘Samurai X: A Origem’ antes deste, para melhor entender porque esse se tornou uma das histórias de Japão Feudal mais lidas do mundo.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Capacete de Mystério é revelado por figura LEGO; Confira!

O novo filme do Aracnídeo favorito do mundo, Homem-Aranha: Longe de Casa’, ganhou uma minifigura LEGO que revela o tão esperado capacete do vilão Mystério.

Confira:

Tom Holland irá retornar no papel do herói adolescente em Homem-Aranha: Longe de Casa, cuja estreia está marcada para o dia 05 de julho. Porém, é provável que ele faça uma aparição na épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’, que chega aos cinemas no dia 25 de abril.

‘Venom 2’: Andy Serkis é oficialmente confirmado como diretor da sequência

Segundo o site ComicBook.comAndy Serkis foi oficialmente contratado pela Sony para comandar a aguardada sequência Venom 2’, substituindo Ruben Fleischer na cadeira de diretor.

Serkis recentemente dirigiu ‘Mogli: Entre Dois Mundos’, que foi lançado pela Netflix.

Apesar das críticas, ‘Venom‘ teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a ideia para uma sequência.

A produtora Amy Pascal, foi questionada sobre o futuro do anti-herói e foi um pouco evasiva, mas prometeu que Tom Hardy estará de volta.

“Eu posso revelar que Tom Hardy estará de volta, interpretando magnificamente esse personagem como ninguém mais.”

Em adição, Pascal deixou claro que o sucesso financeiro do filme foi graças ao empenho do astro.

“A Sony fez um ótimo trabalho criando essa franquia, tirando-a do papel, dando-lhe uma vida e o seu próprio mundo. E há o Tom Hardy. Quando você pensa em ‘Venom‘, você não pensa em ninguém além de Tom Hardy dentro de uma banheira de lagostas.”

Na mesma entrevista, a produtora também mencionou que não descarta a possibilidade de Tom Holland aparecer num filme do Venom, indicando que o estúdio tem “grandes planos” para ambos os personagens.

Venom 2′ deve chegar aos cinemas em 2020.

‘Uma Galera do Barulho’: Reboot ganha primeiras imagens de bastidores; Confira!

O site TMZ divulgou recentemente as primeiras imagens de bastidores do reboot da clássica série ‘Uma Galera do Barulho’.

Confira:

De acordo com a EW, a nova versão trará o retorno de nomes como Mark-Paul Gosselaar e Tiffani Thiessen, que interpretaram Zack Morris e Kelly Kapowski na produção original, respectivamente.

A atriz trans Josie Totah será a grande protagonista do reboot da clássica série oitentista. Ela interpretará a bela Lexi, uma adolescente popular que frequenta a escola Bayside High e que se apresenta como o típico estereótipo de garota passiva agressiva.

O reboot contará com episódios de 30 minutos de duração e mostrará as consequências de uma determinação feita pelo governador Zack Morris (personagem que fez parte da série original na fase da adolescência e que fora interpretado no passado por Mark-Paul Gosselaar), que mandou fechar uma série de escolas que traziam pouco rendimento para o estado da Califórnia. A decisão levou todos os alunos dessas unidades a serem redistribuídos para outras escolas de alta performance, entre elas a Bayside High.

A nova versão foi criada por Tracey Wigfield e será exibida na plataforma de streaming da NBCUniversal, intitulada Peacock. O serviço será lançado em abril de 2020. A produção ainda não tem data de estreia.

‘Todo Mundo em Pânico’ faz 20 ANOS; Confira dez curiosidades sobre o filme!

Talvez uma das franquias mais insanas e conhecidas de todos os tempos seja, sem dúvida alguma, ‘Todo Mundo em Pânico.

A paródia slasher foi lançada há exatos vinte anos nos cinemas norte-americanos e, desde então, ganhou três sequências e um reboot estrelado por Ashley Tisdale. É claro que todos sabem que a saga criada pelos irmãos Shawn e Marlon Wayans é ruim – mas continua sendo nosso “prazer culposo” até hoje pelo roteiro bizarro e por cenas ridículas que refletem o nível de irreverência dos longas-metragens.

A iteração de estreia (assim como as consecutivas) foi massacrada pela crítica, mas tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando quase US$280 milhões a partir de um orçamento de US$19 milhões. E, para celebrar o vigésimo aniversário do filme, separamos dez curiosidades tanto da produção quanto de seus bastidores.

Confira abaixo nossa lista:

JAMIE LEE CURTIS FARIA UMA APARIÇÃO NO FILME

Jamie Lee Curtis é uma das scream queens originais e, seguindo os passos da mãe, Janet Leigh, veio a estrelar a icônica franquia Halloween. Em ‘Todo Mundo em Pânico, a atriz faria uma breve aparição como uma das vítimas: ela seria encontrada por Cindy (Anna Faris), escondida em um armário, enquanto o assassino subia as escadas para matá-las.

JARED LETO PARTICIPARIA DO FILME

O vencedor do Oscar Jared Leto foi contatado pela direção de elenco do filme e, a ele, foi oferecido o papel de Bobby (que eventualmente foi para Jon Abrahams). Ele recusou a oferta para participar de ‘Réquiem para um Sonho’, que também foi estrelado por Marlon Wayans.

NOMES DOS PERSONAGENS SÃO HOMENAGENS AO TERROR

‘Todo Mundo em Pânico é uma paródia de diversos filmes clássicos do gênero de terror – e até mesmo os nomes de seus personagens não foram colocados ao acaso. Cindy Campbell e Drew Decker fazem alusão a Neve Campbell e a Drew Barrymore, respectivamente, atrizes da saga Pânico; Buffy Gilmore tem relação com a adorada série teen ‘Buffy – A Caça-Vampiros’; Bobby Prinze é homenagem a Freddie Prinze Jr., um dos atores principais de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado.

OITO FILMES FORAM PARODIADOS

Além das referências óbvias aos recentes lançamentos do cinema, a comédia parodiou nada menos que oito longas-metragens: além de Pânico, Pânico 2’ e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado, o roteiro também trouxe piadas sobre O Sexto Sentido, A Bruxa de Blair, O Iluminado, Matrix e Os Suspeitos.

O TÍTULO FOI REAPROVEITADO

Pânico tornou-se um sucesso de bilheteria e de crítica, colocando o nome de Wes Craven mais uma vez nos holofotes. Entretanto, o filme originalmente se chamaria ‘Scary Movie’, sendo mudado com o passar do tempo – e sendo reaproveitado para ‘Todo Mundo em Pânico (cujo título em inglês é o supracitado).

O ROTEIRO É, NA VERDADE, UMA COMBINAÇÃO DE OUTROS DOIS

O roteiro para o longa-metragem é, na verdade, uma combinação de outros dois que foram adquiridos pela Dimension Films: ‘Last Summer I Screamed Because Halloween Fell On Friday The 13th’, escrito por Phil Beauman, e ‘Scream If You Know What I Did Last Halloween, escrito por Jason Friedberg e Aaron Seltzer. Esses últimos dois participaram da franquia ‘Todo Mundo em Pânico e também colaborariam em Uma Comédia Nada Romântica e Deu a Louca em Hollywood.

JENNY MCCARTHY E BRITNEY SPEARS FORAM CHAMADAS PARA O FILME

Jenny McCarthy e Britney Spears foram contatadas para participar do longa-metragem como Drew Decker. As duas recusaram a oferta, mas McCarthy apareceria em ‘Todo Mundo em Pânico 3’. Eventualmente, o breve papel foi para Carmen Electra.

SUCESSO INESPERADO

O sucesso do primeiro filme veio sem quaisquer precedentes, o que culminou em várias continuações. Entretanto, o pôster da primeira iteração dizia “sem sequências”; para “corrigir o erro”, a equipe criativa e publicitária do filme riscou a frase em questão e escreveu “nós mentimos” para ‘Todo Mundo em Pânico 2’.

ENCONTRO DE DOIS MUNDOS

Apesar de oito longas-metragens terem servido de inspiração para a paródia, uma breve “homenagem” foi feita a outra icônica franquia que teve início alguns meses antes: Premonição. A cena em questão é a última, em que Cindy é atropelada por um carro depois de descobrir que Doofy (Dave Sheridan) é o assassino.

ANNA FARIS NÃO FOI A PRIMEIRA ESCOLHA PARA VIVER CINDY

Anna Faris ganhou o mundo ao interpretar Cindy Campbell não apenas uma, mas sim quatro vezes. Todavia, as coisas poderiam ter seguido um caminho diferente. Afinal, os produtores de ‘Todo Mundo em Pânico tinham Alicia Silverstone em mente para viver a protagonista – mas a atriz recusou o papel devido a conflitos de agenda.

Crítica | Trapaças e mentiras no 3º ano do aclamado drama ‘The Crown’

Em 2016, a Netflix dava início ao que podemos considerar como uma de suas melhores investidas. A plataforma de streaming resolvia, àquela época, dramatizar através de uma perspectiva única a vida e o legado da família real britânica, mais especificamente abrindo as páginas do conturbado e controverso reinado de Elizabeth II. Não demorou muito para que The Crown, como ficou intitulada a produção, aglutinasse uma legião de fãs sedentos por tragédias inglesas – e, agora, chegamos à terceira temporada dessa série multimilionário. Ao contrário do que poderíamos imaginar (talvez uma decadência pressuposta pela descontínua qualidade de outras obras originais do serviço), a nova iteração não apenas mantém-se dentro de um coeso ritmo, mas arquiteta narrativas que ganham uma complexidade poética admirável e surpreendente em diversos aspectos

Dando um salto temporal de dez anos desde os últimos eventos, Claire Foy dá espaço para que a recém-vencedora do Oscar Olivia Colman dê vida à icônica monarca. Colman, conhecida por seus papéis em outras produções de época (A Favorita’ e ‘Assassinato no Expresso do Oriente’ são os exemplos mais explicativos), teria um complicado trabalho ao chegar em um nível similar ao de sua predecessora e, eventualmente, superá-la. Afinal, estamos lidando com uma Elizabeth que não mais lida com a inesperada transição de sua vida como princesa para um cotidiano regido por leis pétreas e milenares que condizem com a situação de uma nação inteira; agora, ela encontra-se em um período crucial de seu governo, lidando com mentiras, conluios e uma premedita decadência internacional que reflete a obsolescência britânica.

Colman não nos desaponta em nenhum momento; na verdade, ela se entrega a uma performance aplaudível que recuperar trejeitos de Foy e os incremente com uma sabedoria narcótica, viciante do começo ao fim. A atriz também aproveita o espaço que tem para construir uma figura empática em vez de simpática (como bem sabemos, a Rainha nunca se portou de forma amigável; preferia, sim, por se mostrar como racional, fria e propositalmente metódica). Foi através dessas acepções que compreendemos o motivo por sua personalidade ser tão irretocável: mesmo nas situações mais emotivas, ela não se dava ao luxo de derramar lágrimas, com breves exceções em que, quietamente, ela nos mostra a dor da perda.

Se Elizabeth foi o foco da primeira e, com menos força, da segunda temporadas, aqui sua presença permite que os outros personagens dividam o holofote. Os capítulos funcionam como explorações romantizadas das outras figuras reais, usando e abusando de acontecimentos verídicos para humanizar um núcleo familiar esteticamente estagnado. O irritante e impetuoso Príncipe Philip (Tobias Menzies) tenta encontrar sua importância ainda que colocado em segundo lugar e, por essa razão, descobre coisas sobre sua própria personalidade que o guia através de um coming-of-age tardio; o primogênito Charles (Josh O’Connor) e sua irmã, Anne (Erin Doherty), sofrem com as responsabilidades que lhes são impostas, obrigados a abandonar o que realmente acreditam em prol da manutenção secular de uma hereditariedade datada.

Mas é Helena Bonham Carter quem nos conquista desde sua primeira aparição. Dando vida à versão mais velha da Princesa Margaret, Carter continua os meneios rebeldes imortalizados por Vanessa Kirby nas iterações anteriores e mergulha numa brusca perda de identidade e sanidade; afinal, da mesma forma que outros membros da realeza inglesa, ela sempre foi colocada em reclusão, desejando, mais que tudo, ascender ao trono ou ao menos dividir as árduas tarefas da monarquia ao lado da irmã. Por mais que nutrisse de um amor por Elizabeth, Margaret sempre se sentiu menosprezada – e esse agonizante sentimento é delineado com perfeição no roteiro de Peter Morgan.

De fato, a narrativa e a condução cênica entram em uma belíssima explosão catártica, movida principalmente pelo estado primordial da melancolia. Diferente da espontaneidade artística vista nos dois primeiros ciclos, Morgan e sua competente equipe técnica traduz o desenrolar dos eventos baseando-se em uma tragédia shakespeariana, revestindo-a com a impactante sobriedade de cores mais cinzentas que gradativamente são abraçadas por um monocromático desespero. Em contraposição, os protagonistas também se veem em momentos de paz espiritual, “fugindo” do status quo que lhes precede antes do nascimento apenas para serem puxados de volta a uma letargia inescapável.

Dentre os múltiplos temas explorados, a série resolve se afastar do que já foi apresentado ao público e opta por ergue fundações delimitadas no paradoxo entre aparência e essência. A perspectiva platônica é expandida para tramas históricas, é claro, como a greve de mineradores contra o descaso governamental e as extenuantes jornadas de trabalho e a revolta do povo galês contra o imperialismo inglês; mas, nos bastidores, vemos que a realeza luta para se aproximar do público, atravessando uma corda-bamba que oscila entre o ridículo e as intenções benfazejas – incluindo um documentário televisivo que dá errado de absolutamente todos os jeitos.

Ao mesmo tempo que faz duras críticas à superficialidade da monarquia (aproveitando para se conectar com o errático parlamento), o enredo também se desdobra em contos de superação, desviando a atenção do ostensivo palácio e suas adjacências para algo mais concreto, palpável e inebriante de um modo que apenas Morgan consegue fazer.

O retorno de The Crown veio acompanhado de gigantescas expectativas e, num escopo não muito extraordinário, as cumpriu para além do que imaginávamos. Apesar da estória em questão não ser original, a série é talhada com minuciosa cautela e oferece, antes de mais nada, um convite singelo para que conheçamos um lado mais humano de seus personagens.

‘Judas e o Messias Negro’: Daniel Kaluuya vence o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no SAG Awards 2021

A aclamada cinebiografia Judas e o Messias Negro continua ganhando prêmios por seu impactante retrato sobre o ativista Fred Hampton – e não ficaria de fora do SAG Awards 2021.

Durante a apresentação dos vencedores, Daniel Kaluuya conquistou o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante. Ele já levou para casa um Globo de Ouro e um Critics’ Choice, tornando-se o favorito na categoria tanto para o BAFTA quanto para o Oscar.

Estrelado pelo indicado ao Oscar Daniel Kaluuya (‘Corra!’, ‘Pantera Negra‘), o longa também conta LaKeith Stanfield (‘Atlanta’, ‘Joias Brutas’) como William O’Neal, Dominique Fishback (‘Coração de Ferro‘) e Jesse Plemons (‘Breaking Bad‘).

Com a ajuda de um criminoso chamado William O’Neal, o FBI investe na tenativa de silenciar Hampton e o Partido dos Panteras Negras. Mas eles não conseguiram matar o legado de Fred Hampton. 50 anos depois, suas palavras ainda ecoam… Mais alto do que nunca.

Embora sua vida tenha sido interrompida, o impacto de Fred Hampton continuou a reverberar. O governo viu os Panteras Negras como uma ameaça militante ao status quo e vendeu essa mentira a um público assustado em um momento de crescente agitação civil. Mas a percepção dos Panteras não correspondia à realidade. Nas cidades do interior dos Estados Unidos, eles ofereciam café da manhã gratuito para crianças, serviços jurídicos, clínicas médicas e pesquisas sobre anemia falciforme e educação política. E foi o presidente Fred de Chicago que, reconhecendo o poder da unidade multicultural por uma causa comum, criou a Coalizão Arco-Íris – unindo forças com outros povos oprimidos da cidade para lutar por igualdade e empoderamento político.

‘Patrulha do Destino’: Michelle Gomez é Madame Rouge nas novas imagens da 3ª temporada; Confira!

EW divulgou com exclusividade duas novas imagens oficiais da 3ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol).

As fotos trazem Michelle Gomez (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) fazendo sua estreia na série como a misteriosa Madame Rouge.

Confira, junto ao primeiro teaser:

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 23 de setembro.

Criada por Jeremy Carver (‘Being Human’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

Artigo | Abraçando a singularidade: sobre a música de John Carpenter

O nome John Carpenter não ascendeu a um dos mais conhecidos da cultura pop por qualquer motivo, e sim por ser o responsável por alguns dos filmes de terror mais icônicos e memoráveis de todos os tempos – como a franquia Halloween, A Bruma Assassina, Fuga de Nova York e ‘O Enigma de Outro Mundo’ (apenas a encargo de exemplos). Antes de Wes Craven eternizar Ghostface e Freddy Krueger com as sagas slasher ‘Pânico’ e ‘A Hora do Pesadelo’, antes de Sean S. Cunningham nos convidar para uma jornada mortal com ‘Sexta-Feira 13’, Carpenter já causava comoção generalizada com um estilo que ficaria marcado a partir do final dos anos 1970, influenciando uma geração inteira de realizadores que viriam depois dele.

Conhecido por seu estilo técnico minimalista – que se estende para a luz, a fotografia e para enquadramentos que não mergulham na superelaboração, mas buscam uma efetividade clara e ambígua -, Carpenter carrega consigo um diferencial que desde sempre o acompanhou: a música. Ele não é apenas um diretor e um roteirista, mas também um compositor muito talentoso que apenas serviu como reiteração de uma paixão pela multiplicidade artística, transformando-o em um performer completo que, até os dias de hoje, é revisitado por inúmeros cantores (e aqui, cito o álbum de Dia das Bruxas ‘TURN OFF THE LIGHT’, de Kim Petras, que bebe de Halloween em uma amálgama mimética diabolicamente deliciosa).

Assim como seus longas-metragens, o realizador transferiu essa necessidade funcional para belíssimas trilhas sonoras – e o fez com uma revolução premeditada que o calcou como um dos precursores do synth-music. É claro que investidas anteriores desse gênero aconteciam desde o rock eletrônico e até mesmo com o disco, mas não foi até os anos 1970 que ele ganharia maior notoriedade e uma possibilidade ainda maior de experimentações sonoras e de progressões que fugiam da obviedade. Inspirado pelo pai, que trabalhava como professor de música (via PMT), Carpenter sabia o que queria fazer e como queria fazer, permitindo que a industrialização sintética que acompanhava os instrumentos se transmutasse em uma sensorialidade atmosférica de arrepiar os cabelos e nos incitar a olhar para trás, com medo de que uma figura medonha nos seguisse pelas sombras.

Halloween é o exemplo mais clássico da utilização do synth que ele fazia: imortalizado como não apenas um dos maiores longas-metragens do gênero (incluindo o combo Michael Myers/Laurie Strode nas telonas), mas como uma das trilhas sonoras que definiram o século XX, cada elemento é pensado com exímia cautela. De um lado, o tema principal se esvai em toques de piano repetitivos e misteriosos, abrindo espaço para uma retumbante ambientação; de outro, o aspecto do medonho e do assustador grita através de reverberações propositalmente dissonantes ganha vida em uma materialização monstruosa e angustiante; aqui, demonstra-se um apreço pelo bizarro que seria revisitado em uma constância incrível, alicerçando uma identidade única.

Carpenter apresentaria uma versatilidade muito bem-vinda com filmes subsequentes – sempre se mantendo fiel às traduções do sci-fi e do terror. Em A Bruma Assassina, seu primeiro lançamento nos anos 1980, promove-se um mergulho profundo num espectro mais dramático e orquestral, permitindo que a densa presença do piano desse o pontapé inicial na trilha sonora. Ao longo das tracks que se fixam no âmago de uma exploração musical, os sintetizadores se mostram com menos pungência – mas com impacto similar visto em Halloween. A progressão contínua e monofônica emula as grandes máquinas que pincelaram o imaginário de artistas da ficção científica, entregando um significado para além do óbvio e deixando claro que o perigo sempre está próximo e nunca deixa de existir.

Já em Fuga de Nova York, Carpenter decide gastar seu tempo com uma construção “mercadológica”, por assim dizer. Os sintetizadores permanecem vivos, mas dentro de uma pontualidade dramática e que reflete o arco dos personagens, não apenas o cenário em que eles se encontram – motivo pelo qual há uma maior correspondência com o pop e com o techno. Mais do que nunca, o realizador reafirma seu apreço pelo futurismo e pelo cibernético – e adentrar nesse onírico e distópico panorama se repetiria algumas décadas depois, com os compilados intitulado ‘Lost Themes’ (que merecem ser ouvidos, acreditem em mim). A partir da segunda metade dos anos 1990, Carpenter abraçaria conceitos fantasiosos e anacrônicos (no melhor sentido da palavra, diga-se de passagem), voltando e avançando no tempo com, por exemplo, a orquestral e evocativa trilha de A Cidade dos Amaldiçoados.

John Carpenter completa 74 anos no dia de hoje, 16 de janeiro de 2022, e, desde sua estreia no mundo do entretenimento à contemporaneidade, precisa ser descoberto pelas novas gerações e revisitado constantemente mesmo por aqueles que conhecem sua carreira de cor e salteado. Não me restrinjo apenas aos aplaudidos longas-metragens que comandou, mas, como ficou claro neste breve texto, às composições metamórficas que arquitetou com tanto espero. E, quando entremos a relação intrínseca entre sua música e sua arte fílmica, a experiência se torna mais completa e satisfatória – disso não tenham dúvida.

‘Pânico 6’: Neve Campbell NÃO irá retornar para a sequência, apontam rumores

A convenção anual do Monsterpalooza aconteceu neste último final de semana no Centro de Convenções de Pasadena – e trouxe uma notícia bastante triste sobre o já confirmado Pânico 6’.

Segundo diversas pessoas que participaram do evento, Neve Campbell, que também esteve presente, revelou que não irá retornar como Sidney Prescott para o próximo longa-metragem pelo fato do roteiro não fazer jus à icônica personagem.

Entretanto, como nada foi confirmado, trate as informações como rumor.

O novo filme contará com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale). Dermot Mulroney também fará parte do elenco como um personagem não revelado.

Lembrando que os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.

As filmagens começam em junho deste ano, no Canadá.

Confira a sinopse:

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Assista à nossa crítica do último longa:

Drama de guerra com Jennifer Lawrence estreia no streaming com 85% de aprovação no RT!

‘Passagem’, drama estrelado pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence, já chegou ao catálogo da Apple TV+ e fez um sucesso considerável entre a crítica internacional.

A produção conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7/10 baseada em 71 reviews. Segundo o consenso geral, o longa “apresenta uma perspectiva subjugada dos efeitos lancinantes do trauma, liderado por performances arrepiantes de Lawrence e Brian Tyree Henry.

Confira os principais comentários:

“Este é um filme bem atuado e maduro, mesmo quando parece um pouco leve” – The MacGuffin.

“Qualquer significado metafórico é deixado para o espectador, que estará muito ocupado aproveitando as belas performances para pensar muito” – Boston Globe.

“A intimidade do filme, aliada à alta qualidade das atuações, o diferencia” – Aisle Seat.

“[O filme] não abre novos caminhos, mas é modestamente eficaz graças à sua compaixão pelos personagens” – KKFI-KM.

“Um drama tranquilo e discreto que não se anuncia de nenhuma maneira específica, mas tem uma maneira de se aproximar de você…” – Detroit News.

Relembre o trailer:

O filme marca a estreia diretorial de Lila Neugebauer. Otessa MoshfeghLuke GoebelElizabeth Sanders assinam o roteiro.

Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.

Linda EmondJayne HoudyshellStephen McKinley HendersonFrederick WellerRussell HarvardNeal Huff e outros também fazem parte do elenco.

‘Superman & Lois’: Clark está em território desconhecido na sinopse do episódio 03×06; Confira!

A CW lançou a prévia oficial de Of Sound Mind”, sexto episódio da 3ª temporada de ‘Superman & Lois‘.

Na trama, “Clark se vê em território desconhecido, e Lois cria laços com um novo amigo. Superman faz uma visita surpresa a Bruno Manneheim. Por fim, Lana coloca Sarah no comando enquanto ela vai a uma reunião com Chrissy”.

O capítulo vai ao ar no dia 25 de abril.

Lembrando que a 3ª temporada já estreou no catálogo da HBO Max Brasil.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.

Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.

Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.

O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezAlexander GarfinDylan Walsh.

‘A Queda da Casa de Usher’: Série de TERROR de Mike Flanagan ganha trailer incrível; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo e oficial de ‘A Queda da Casa de Usher‘, série de terror comandada por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’).

Confira:

Baseada na obra do mestre Edgar Allan Poe, a produção será lançada no dia 12 de outubro na plataforma de streaming.

Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.

Carla Gugino, Mark HamillCarl LumblyMary McDonnell estrelam a produção.

Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez, Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth GishRobert LongstreetKate SiegelWilla Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.

Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor MacyEmmy GrinwisMichael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.

O projeto é o sexto do acordo entre Flanagan e a Netflix, precedido por Missa da Meia-Noite, pelos elogiados A Maldição da Residência Hill‘A Maldição da Mansão Bly’, pelo thriller Jogo Perigoso e a cancelada The Midnight Club.

Arrombador de cofres aceita trabalho ARRISCADO no trailer do drama criminal ‘Crooks’; Confira!

Netflix divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Crooks’, sua mais nova série alemã de drama criminal.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 04 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série é dirigida por Marvin Kren (‘4 Blocks’).

Uma moeda provoca uma disputa entre as gangues da Europa. O arrombador de cofres Charly, dessa forma, tem um último grande trabalho a fazer antes de se aposentar definitivamente. Mas isso não será tão fácil quanto parece à primeira vista.

Frederick LauChristoph KrutzlerSvenja JungJonathan TittelKlara Mucci e outros estrelam.

Por que o ator do Montanha foi REESCALADO tantas vezes em ‘Game of Thrones’?

Game of Thrones se tornou uma das séries mais populares e premiadas de todos os tempos por inúmeras razões – incluindo uma gama de personagens bastante complexa e envolvente.

Um desses personagens, sem sombra de dúvida, é o Montanha, cujo nome verdadeiro é Gregor Clegane. Ainda que a inteligência e a sagacidade não sejam seu forte, Montanha compensa esses defeitos com uma bravura e uma força invejáveis. Todavia, é notável como inúmeros atores interpretaram-no nas telinhas (via CBR).

Na primeira temporada, o lutador Conan Stevens causou uma grande impressão ao viver a primeira encarnação do Montanha, provando ser perfeito para o papel com sua robustez e seu tamanho. Porém, ele teve que abandonar o projeto após ser escalado como Blog na trilogia ‘O Hobbit’, de Peter Jackson’.

Logo, coube a Ian Whyte substituí-lo na 2ª temporada, interpretando o personagem até o final da 3ª temporada até deixar a série por motivos criativos, em que não conseguia encontrar as motivações certas ou se distanciar emocionalmente da violência que se desenrolava em cena, segundo o DigitalSpy. Por fim, Hafþór Júlíus Björnsson foi contratado como a terceira e última versão do Montanha na 4ª temporada, mantendo-se fiel ao personagem até a conclusão do show.

Lembrando que a série derivada de Game of ThronesA Casa do Dragão, já está disponível na Max. A atração original também está disponível na plataforma de streaming.

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Invencível’: Aaron Paul, Simu Liu e mais são escalados para a 3ª temporada da animação

Prime Video anunciou hoje (22) que escalou nove novos membros ao elenco de voz da 3ª temporada da animação Invencível.

Segundo o DeadlineAaron PaulSimu LiuJonathan BanksKate MaraXolo MaridueñaJohn DiMaggioTzi MaDoug BradleyChristian Convery farão parte dos próximos episódios da atração.

Confira a descrição de seus personagens:

Paul dá voz a Powerplex. Um novo vilão com um passado emocional, Powerplex absorve energia – permitindo-lhe usar a força do inimigo contra eles. E esse inimigo é Invencível.

Mara é Becky Duvall. Com um ódio profundo por Invencível, Becky trabalha com Powerplex para fazer justiça que ela acredita ter sido negada.

DiMaggio interpreta O Elefante. Um vilão sério com um nome sério e um olhar sério. Ele quer que o mundo pare de comer carne. Ele provavelmente quer outras coisas também. Não importa, desde que ele seja levado a sério… Por alguém. Por favor.

Ma é o Sr. Liu. Sob esse exterior enrugado, ele é o líder implacável da Ordem – um sindicato do crime internacional. Mas não é só isso que esse velho misterioso esconde.

Maridueña dá voz a Fightmaster e Dropkick. Gêmeos que lutam pela liberdade vindos de um futuro conturbado, eles estão dispostos a arriscar tudo em uma busca desesperada para salvar seu mundo.

Convery é Oliver Grayson. O irmão mais novo de Mark era um bebê da última vez que o vimos, mas quando você é meio Viltrumite e meio Thraxan, você cresce MUITO rápido.

Liu dá voz a Multi-Paul. Assassino de elite da organização criminosa secreta do Sr. Liu, Multi-Paul seguiu o caminho oposto de sua irmã Dupli-Kate. Mas o sangue é mais espesso que a água…

Detalhes sobre os personagens de Banks e Bradley não foram divulgados.

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

 

‘Cortina de Fumaça’, nova série POLICIAL com Taron Egerton, ganha vídeo promocional inédito; Assista!

A Apple TV+ divulgou um vídeo promocional inédito de ‘Cortina de Fumaça‘, série policial estrelada por Taron Egerton.

A produção será lançada no serviço de streaming no dia 27 de junho.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Além de protagonizar, Egerton também assume a produção executiva do projeto, que foi criado por Dennis Lehane (‘Black Bird‘, ‘A Entrega‘, ‘Sobre Meninos e Lobos‘, ‘A Lei da Noite‘).

Inspirada em eventos reais, ‘Cortina de Fumaça’ acompanha um detetive com problemas e um misterioso investigador de incêndios criminosos que seguem os rastros de dois incendiários em série.

Jurnee Smollett (‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa‘) co-protagoniza a série como a detetive de polícia Michelle Calderone.

Além de ser o criador, Lehane assina como roteirista e produtor executivo.

O elenco de ‘Cortina de Fumaça‘ também conta com Rafe Spall (‘A Grande Aposta‘, ‘As Aventuras de Pi‘), Ntare Guma Mbaho Mwine (‘Firebug‘, ‘O Poder e a Lei‘), Hannah Emily Anderson (‘Jogos Mortais: Jigsaw‘, ‘X-Men: Fênix Negra‘), Anna Chlumsky (‘Meu Primeiro Amor‘, ‘Vice‘), Adina Porter (‘American Horror Story‘, ‘The Newsroom‘), Greg Kinnear (‘Melhor é Impossível‘, ‘Pequena Miss Sunshine‘) John Leguizamo (‘Moulin Rouge: Amor em Vermelho‘, ‘Spawn: O Soldado do Inferno‘).

A série de ficção é inspirada no elogiado podcast “Firebug” da truth.media, apresentado por Kary Antholis, vencedor do Oscar e do Emmy, que é produtor executivo pela Crime Story Media, LLC.

Marc Smerling, vencedor do prêmio Emmy, atua como produtor executivo pela Truth Podcasting Corp.

Shakira encarna Gazelle no clipe de “Zoo”, canção original de ‘Zootopia 2’; Confira!

A vencedora do Grammy Shakira e a Walt Disney Studios divulgaram o clipe oficial de “Zoo”, música original que integra a trilha sonora da vindoura sequência animada Zootopia 2’.

No vídeo, Shakira se veste como homenagem a Gazelle, popstar que interpreta na mini-franquia da Casa Mouse.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de novembro.

Jared Bush e Byron Howard (‘Encanto’) são responsáveis pela direção.

Após desvendarem o maior caso da história de Zootopia, os policiais novatos Judy Hopps (Ginnifer Goodwin) e Nick Wilde (Jason Bateman) descobrem que sua parceria não é tão sólida quanto imaginavam quando o Chefe Bogo (Idris Elba) os ordena a se juntarem ao programa de aconselhamento Parceiros em Crise.

Mas não demora muito para que a parceria seja posta à prova quando eles se veem na trilha sinuosa de um mistério ligado à chegada de uma cobra venenosa à metrópole animal.

Prefeito Winddancer é destaque na imagem INÉDITA de ‘Zootopia 2’; Confira!

A produção ainda conta com as vozes de Nate Torrence, Ke Huy Quan, Fortune Feimster, Quinta Brunson, Bonnie Hunt, Don Lake, Jenny Slate, Tommy Chong, Raymond S. Persi, Alan Tudyk e Shakira.

‘Honeymoon with Harry’: Shaggy é escalado para a nova DRAMÉDIA do criador de ‘This Is Us’

Segundo o Deadline, o artista vencedor do Grammy Orville Burrell, conhecido por seu nome artístico Shaggy, foi escalado para o elenco da nova dramédia da Amazon MGM StudiosHoneymoon with Harry.

O astro se junta aos previamente confirmados Kevin Costner (‘Yellowstone’), Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’), Sarah Pidgeon (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) e Rita Ora (‘Descendentes: A Ascensão de Copas’).

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

A trama é centrada em um homem (Gyllenhaal) que decide sair em lua de mel com seu futuro sogro (Costner) após sua noiva morrer dois dias antes do casamento.

Glenn FicarraJohn Requa assumem a cadeira de direção, enquanto Dan Fogelman assina o roteiro. O trio já colaborou nas populares e prestigiadas séries ‘Paradise’‘This Is Us’, além do filme ‘Amor a Toda Prova’.

Fogelman, Mike KarzJennifer Salke entram como produtores.

Mais detalhes não foram divulgados.

‘The Batman’: Compositor premiado elogia o filme de Matt Reeves

De acordo com o We Got This Covered, o compositor Michael Giacchino, vencedor do Oscar por seu trabalho em ‘Up – Altas Aventuras‘, revelou que ‘The Batman‘ parece impressionante.

“Matt e eu trabalhamos juntos em ‘Planeta dos Macacos: O Confronto‘ e ‘Rua Cloverfield,10′. Matt [Reeves, diretor] é realmente incrível. Ele está trabalhando duro para fazer um bom filme… Eu pude ver algumas coisas que ele me mostrou e é tudo muito incrível. Parece realmente incrível”.

Giachinno já compôs para grandes obras do cinema, de animações a blockbusters, como ‘Jurassic World’, ‘Rogue One: Uma História de Star Wars’ e ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’.

Ao ser questionado se estava interessado em compor a trilha sonora da adaptação de Reeves, Giacchino foi um pouco vago:

“Eu não sei. Veremos. Eu só sei que meu amigo está trabalhando muito duro agora. De qualquer forma, é o que posso dizer.”

Estrelada por Robert Pattinson, a produção de ‘The Batman terá início em 13 de janeiro de 2020 e a estreia é prevista para 25 de junho 2021.

Até o momento, Pattinson é o único membro confirmado para o elenco.

Rumores sugerem que o quadro de vilões do filme inclui a Mulher-Gato, o Charada, Pinguim, Vagalume, Chapeleiro Louco e Duas Caras.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

‘Stargirl’: Arte conceitual revela detalhes do uniforme da Pantera II

Em seu perfil do Instagram, Gina DeDomenico Flanagan, a artista conceitual por trás das séries da DC Universe, divulgou uma imagem revelando detalhes sobre o uniforme da heroína Pantera II, que será introduzida na série da Stargirl‘.

Para quem não conhece, a Pantera II é afilhada de Ted Grant, o Pantera original, e assume seu manto temporariamente.

Na série, a heroína será interpretada por Yvette Monreal.

Vale lembrar que Grant também vai aparecer e será vivido por Brian Stapf.

Confira a arte conceitual:

Há alguns dias, a DC Universe divulgou um novo teaser da série revelando diversas surpresas, como o primeiro vislumbre dos vilões e de alguns membros da Sociedade da Justiça.

Além disso, há uma rápida referência ao Jay Garrick, quando seu capacete é visto jogado no chão.

Confira:

Lembrando que Geoff Johns, o criador da série, conversou com o IGN e falou sobre possíveis crossovers com o Arrowverse.

“Eu estou muito animado pela oportunidade [de um crossover], pois mais pessoas poderão ver a série. E ‘Stargirl’ é o tipo de série que agrada a todos. Todos podem assisti-la. Então, ela se encaixa bem nesse universo [do ‘Arrowverse’]. Tem a mesma energia de ‘The Flash’ e também traz coisas novas.”

Ele completa, “Obviamente, minha prioridade é fazer uma ótima série, com ótimos personagens e desenvolver suas próprias histórias. Espero que, no futuro, possamos fazer algo divertido [com o Arrowverse], mas a primeira temporada é focada na personagem e o meu foco é fazer a melhor série que eu puder.”

Lembrando que a atração estreia em 19 de maio na CW, e um dia antes no catálogo da DC Universe.

A série contará a história de Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpretará a mãe da heroína homônima, Barbara. Na trama, ela fará o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

Stargirl ainda tem em seu elenco os atores John McHaleAnjelika Washington, Neil JacksonHunter Sansone.

‘WandaVision’: Elizabeth Olsen diz que “os fãs vão conhecer Wanda como ela realmente é”

‘WandaVision‘ será a primeira produção a mostrar como Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) estará lidando com a morte do Visão (Paul Bettany).

Por conta disso, é claro que os fãs estão loucos para saberem como a personagem será retratada a partir de agora.

Durante uma entrevista para o New York Times, Olsen disse que os fãs vão finalmente entender os sentimentos da personagem e conhecê-la como ela realmente é.

“‘WandaVision’ tem um conceito tão incrível. É a primeira vez que conseguimos entendê-la como a Feiticeira Escarlate que ela está nos quadrinhos, e isso é emocionante para mim, porque eu ainda não fui capaz de dar a ela esse tempo de tela. Mas o mais interessante é que os fãs vão poder conhecê-la como ela realmente é.”

A estrela também indicou que a produção vai trazer diversas referências dos quadrinhos em relação ao estado mental de Wanda.

“Vai ser ser muito divertido saber a reação dos fãs. Wanda sempre foi uma representação de distúrbios mentais nos quadrinhos, e seu principal papel é lidar com esse estigma dentro da Marvel.”

Lembrando que a estreia está marcada para 15 de janeiro, e a Disney+ divulgou um novo teaser de ‘WandaVision‘, a primeira série original do MCU.

No vídeo, o casal vive uma vida perfeita na pacata cidade de Westview, mas o ‘felizes para sempre’ começa a desmoronar quando eles suspeitam que aquela realidade inspirada na década de 1960 não é o que parece ser.

Confira:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘Supergirl’: Kelly Olsen se transforma na Guardiã em novo pôster da 6ª temporada; Confira!

No episódio mais recente de ‘Supergirl, Kelly Olsen (Azie Tesfai) se tornou oficialmente a super-heroína Guardiã, assumindo o manto deixado por seu irmão, James Olsen (Mehcad Brooks) depois que ele deixou National City.

Pensando nisso, a CW divulgou um belíssimo pôster mostrando a personagem caracterizada com seu traje de heroína.

Confira:

Lembrando que a emissora já divulgou as imagens oficiais de “The Gauntlet”, décimo terceiro episódio da 6ª e última temporada.

Na trama, Supergirl e o time correm contra Nyxly pelo controle de um totem mágico que controla a coragem. Supergirl e Nyxly lutam entre si, cada qual conseguindo uma parte do artefato – e descobrem que a primeira pessoa a passar no teste de coragem conseguirá controle da manopla. Enquanto isso, Lena ainda tenta entender seu recém-descoberto presente”.

O capítulo será exibido em 28 de setembro.

Confira, junto à promo:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Star Wars: The Acolyte’ deve contar com personagens de ‘Knights of the Old Republic’

De acordo com o The Disinsider Show, a vindoura série Star Wars: The Acolyte‘ deve contar com alguns personagens do aclamado game ‘Knights of the Old Republic‘.

Foi dito que a atração fará a estreia em live-action dos vilões Darth Revan, Darth Bane, Darth Nihilus e Darth Malak.

Para quem não sabe, The Acolyte‘ será a primeira produção live-action da saga ambientada durante Alta República, que se passa séculos antes dos eventos ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma‘, o ponto de partida da era dos Skywalker.

Apesar de não haver nada confirmado sobre os personagens mencionados, até o momento, a Alta República é uma era que tem sido cada vez mais explorada pela Lucasfilm através de romances, quadrinhos e jogos.

No mês passado, a showrunner de ‘The Acolyte’, Leslyle Headland (‘Boneca Russa’), já havia revelado que a série se passará cerca de 100 anos antes de ‘A Ameaça Fantasma.

“Muitos desses personagens [da era Skywalker] ainda nem nasceram”, explicou ela. “Estamos trabalhando em ambientes políticos, espirituais e pessoais que surgiram em um período de tempo sobre o qual não sabemos muito. Como chegamos a um ponto em que um Lorde Sith pode se infiltrar no Senado e nenhum dos Jedi perceber isso? Tipo, o que deu errado? Quais são os cenários que nos levaram a este momento?'”

Ela acrescentou:

“Na verdade, usamos o termo Renascença, ou Era do Iluminismo. Os uniformes Jedi são dourados e brancos, e é quase como se eles nunca ficassem sujos. Eles nunca estariam por aí vagando pelo universo. A ideia é que eles poderiam ter esses tipos de uniformes porque são vistos mais como símbolos da paz do que como os guerreiros que vimos nos filmes.”

Anteriormente, o The Illuminerdi anunciou as gravações da série serão iniciadas somente em outubro deste ano, com previsão de conclusão para maio de 2023.

A produção vai acontecer em Londres e vai utilizar a mesma tecnologia de cenários virtuais de ‘The Mandalorian‘.

Originalmente, as filmagens estavam agendadas para fevereiro, e a nova data deve configurar um enorme atraso na estreia, que ainda não foi agendada.

Além disso, o portal também divulgou que a Lucasfilm está procurando por atores para viverem personagens denominados como ‘Paul’ e ‘Miri’.

O primeiro é descrito como um homem caucasiano na casa dos 50 anos e que será um personagem regular na série, mas que estará presente apenas na 1ª temporada.

Miri é uma menina negra que possui entre 8 e 10 anos, que será uma importante estrela convidada. E, por alguma razão não mencionada, o estúdio está à procura de gêmeas idênticas para interpretá-la.

A Variety também revelou que a atriz Amandla Stenberg está em negociações para estrelar a atração.

Até o momento, não foram revelados detalhes sobre sua personagem, caso ela seja confirmada como protagonista.

Por outro lado, um acólito no universo de Star Wars normalmente se refere a um usuário do Lado Negro da Força que acabou de começar seu treinamento sob a proteção de um experiente Lorde Sith.

Isso, é claro, foi antes de Darth Bane instituir a Regra de Dois, extinguindo quase todos os Sith para que existissem apenas dois: um mestre e um aprendiz.

Para quem não a conhece, Stenberg é mais conhecida por seu papel como Rue em ‘Jogos Vorazes‘ e também pelos filmes ‘O Ódio que Você Semeia’ e ‘Mentes Sombrias‘.

Embora os detalhes sobre seu papel sejam desconhecidos, sabemos que ‘The Acolyte‘ será um thriller de mistério que levará o público a uma galáxia de segredos e poderes emergentes do Lado Sombrio da Força nos dias finais da era da Alta República.

Além de Headland, o produtor Rayne Roberts será um dos co-desenvolvedores da série.

Roberts, que é o vice-presidente de Desenvolvimento de Filmes da Lucasfilm, já esteve envolvido em inúmeros projetos do universo Star Wars, como ‘Star Wars: Rebels, ‘O Despertar da Força‘, ‘Os Últimos Jedi‘, ‘Solo: Uma História Star Wars‘ e ‘A Ascensão Skywalker‘.

Confira a logo oficial de ‘The Acolyte‘:

‘Homem-Formiga 3’ deve sofrer a PIOR queda da história para um filme de super-heróis nas bilheterias

De acordo com o The Hollywood Reporter, ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ corre o risco de sofrer a pior queda de bilheteria no segundo fim de semana para um filme de super-herói de Hollywood.

Projeções indicam que o longa pode ter uma queda de 71,6%, devido à baixa recepção do público norte-americano.

Como o longa abriu com US$ 106 milhões nos três primeiros dias no mercado interno, significa que deve arrecadar apenas cerca de US$ 30 milhões até o fim do próximo domingo.

O último filme de heróis que registrou uma queda tão brusca foi ‘Batman vs Superman‘ (2016), que teve uma queda de público de 69,1% no segundo fim de semana.

Entre os filmes da Marvel, o pior registro tinha sido o de ‘Thor: Amor e Trovão‘ (2022), com 67,7% no mesmo período.

E entre todos os filmes que abrem com pelo menos US$ 100 milhões, independentemente do gênero, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (2011) foi o título que sofreu a maior queda até agora, com 72% por cento, segundo a Comscore.

A concorrência contra ‘O Urso do Pó Branco‘ também deve ser um fator que irá prejudicar bastante o desempenho de ‘Homem-Formiga 3‘.

O longa que conta a história real de um urso que morreu de overdose de cocaína registrou US$ 8,7 milhões na sexta-feira, contra US$ 8,3 milhões do filme da Marvel.

Agora só resta aguardar para saber qual dos títulos vai sair vencedor até domingo.

Enquanto isso, confira nossas entrevistas com o elenco de Homem-Formiga 3‘:

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.

‘Sr. e Sra. Smith’: Aguardada série com Donald Glover e Maya Erskine ganha cartaz oficial; Confira!

A tão aguardada série ‘Sr. e Sra. Smith’, da Amazon Prime Video, acaba de ganhar seu primeiro cartaz oficial.

Com raízes no filme hômonimo estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie, a série acompanhará John (interpretado por Donald Glover) e Jane (interpretada por Maya Erskine) enquanto tentam matar um ao outro sem saberem de suas respectivas missões de espionagem.

Confira a imagem e a sinopse:

“Dois estranhos solitários conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, John e Jane enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?”, diz a descrição oficial da série.

Também foram anunciadas novas adições ao seu elenco estelar, que vai contar com o brasileiro Wagner Moura, Alexander Skarsgård, Eiza González, Sarah Paulson, Sharon Horgan, Ron Perlman, Billy Campbell e Úrsula Corberó, que trazem ainda mais peso ao elenco do próximo drama da Amazon, criado por Donald Glover.

Programada para 02 de fevereiro de 2024, a atração também trará Paul Dano, Michaela Coel, John Turturro e Parker Posey.

Glover é creditado como co-criador e produtor executivo de ‘Sr. e Sra. Smith‘, ao lado de Francesca Sloane, que também atua como showrunner.

Confira as imagens de divulgação:

Dungeons & Dragons | A Possível Dificuldade de se Adaptar RPGs no Cinema

Anúncio da produção encheu os fãs de esperança mas também de reservas quanto a qualidade

Recentemente o elenco da futura adaptação cinematográfica de Dungeons & Dragons ganhou novos integrantes com as confirmações de Michelle Rodriguez e Justice Smith. Com isso, o projeto que já conta com Chris Pine e será dirigido pela dupla Johnathan Goldstein e John Francis Daley (cujo currículo é composto por comédias como o remake de Férias Frustradas e Noite de Jogo). Até o fechamento do texto não foram confirmados mais integrantes da equipe.

De imediato os nomes famosos envolvidos empolgam quanto ao possível futuro promissor do filme. Material fonte também é o que não falta, visto que D&D é uma marca muito forte e tradicional no mercado de RPG; com centenas de produtos e derivados oficiais (isto é, lançados pela atual publicadora Wizard of the Coast ou pela antiga TSR, Inc.) e outros tantos criados por fãs.

Da mesma forma que funciona com a bibliografia de Tolkien, o universo de D&D tem milhares de regras menores, mais relações culturais e históricas entre as várias raças presentes nos livros. Dessa forma, de um ponto de vista prática sobre “mestragens” de sessões, isso é muito bom pois o responsável pela mesa já tem algo com que trabalhar e os jogadores terão a sensação de estar criando um personagem para um mundo com regras já preexistentes e, portanto, um indivíduo de fato para se interpretar.

Universo de D&D é rico o suficiente para trazer uma história complexa

Do ponto de vista cinematográfico, em tese, essa riqueza de informações também é muito boa pois garante o excesso de material fonte. Um exemplo foi a trilogia O Senhor dos Anéis que teve três livros de tamanho considerável para adaptar em três filmes. Por outro lado, quando a limitação de material fonte é notória, tal como aconteceu com O Hobbit, os roteiristas tendem a gastar muito tempo em criar algo que complemente o pouco que já existe e não necessariamente criam algo que vá verdadeiramente encaixar naquele universo.

Não é o caso de D&D, como já dito anteriormente. No entanto, é necessário se atentar para outro fator, este ligado ao contexto geral do gênero. RPG é um jogo de interpretação, uma experiência narrativa e, acima de tudo, interativa. Não é muito diferente de um jogo de videogame, por exemplo.

Se atentando a tal comparação, é inevitável lembrar o histórico turbulento de tentativas ligadas à levar games para as telonas, onde a maior parte do que é produzido é bastante rechaçado pela crítica e fãs devido ao baixo nível técnico e distanciamento do material original. Apesar de várias análises em diferentes artigos serem feitas para tentar entender porque o gênero dos jogos coleciona tantos fracassos no cinema a ideia mais comum e aceita é a de que games são, acima de tudo, uma experiência interativa; eles são projetados desde o rascunho para comportar mecânicas voltadas a interatividade com o jogador.

Na maior parte das vezes, adaptações de games costumam ser catastróficas

É diferente de um romance que ganha uma adaptação, visto que a literatura é um campo onde o público tem uma experiência mais passiva e como observador dos eventos que se desenrolam; o cinema também traz justamente esse tipo de experiência, logo na hora de adaptação não ocorre um choque quanto a modelos diferentes.

Partindo desse pressuposto, se o gênero de RPG participar de uma nova onda de adaptações pode ser que eles sofram algo parecido com o que os videogames sofrem atualmente. Claro, vai depender muito do desempenho de D&D se esse pode ser o início de um novo subgênero. Um sucesso financeiro inesperado, não necessariamente de crítica, pode realmente incitar algo novo e abrir caminho para outras adaptações de outros cenários de RPG (Call of Cthulhu ou Cyberpunk por exemplo).

Início de um novo subgênero? Só o tempo dirá

Mas, novamente, toda a experiência de um RPG é construída em torno do sistema de regras (pontos de experiência do personagem, cálculo de dano em combate, distribuição de pontos em árvores de habilidade e pela rolagem de dados multifacetados) que regem a história sendo narrada; não muito diferente do que acontece com videogames. Existe essa complicação quase invisível aí que pode dificultar a vida da adaptação de D&D e tantas outras.

Fora que essa será a segunda tentativa de trazer o famoso cenário para as telonas. A primeira foi em 2000, com uma produção que envolveu nomes como Jeremy Irons e Marlon Wayans. O filme não pagou o custo de produção e no Rotten Tomatoes ele conta com avaliações de 10% da crítica e 20% do público. 

‘Superman: O Legado’: James Gunn volta a comentar se o herói vai usar CUECA no uniforme

James Gunn, diretor que atualmente está imerso na fase de pré-produção de ‘Superman: O Legado‘, trouxe novamente à tona a discussão sobre um detalhe icônico: a possibilidade do herói utilizar a cueca por cima do uniforme.

O aguardado primeiro filme do novo universo da DC, que terá David Corenswet no papel principal, tem deixado os fãs curiosos sobre essa característica marcante do Homem de Aço.

Em resposta a essa inquietação, Gunn utilizou a plataforma Threads para compartilhar sua perspectiva. “Dado que exploramos centenas de designs, certamente não é tão simples definir isso”, declarou de forma sucinta.

Anteriormente, Stephane Ceretti, supervisora de efeitos visuais, não poupou elogios ao roteiro do filme. A artista ainda ressaltou que a equipe do filme já montada – e, sem surpresas, é composta por diversos nomes que já trabalharam anteriormente com o cineasta James Gunn, que é conhecido por colaborar frequentemente com as mesmas pessoas.

“Não posso falar muito sobre ‘Superman: O Legado’. Eu realmente não posso. No entanto, posso dizer que será muto bom. O roteiro é ótimo. Nós estamos trabalhando duro [neste filme]. Temos uma boa equipe. Todas as pessoas [envolvidas no projeto] são incríveis.”

Ela completa, “Muitas pessoas da equipe já trabalharam anteriormente com o James [Gunn]. Nós somos muito honestos uns com os outros. Então trabalhamos muito bem neste sentido.”

David Corenswet e Rachel Brosnahan estrelarão como Clark Kent/Superman e Lois Lane, respectivamente.

A produção ainda vai contar com a presença de outros grandes heróis o universo DC, entre eles: o Lanterna Verde Guy Gardner (Nathan Fillion), a Mulher-Gavião (Isabela Merced) e o Sr. Fantástico (Edi Gathegi).

Dwayne Johnson anuncia que NÃO apoiará Joe Biden à presidência dos EUA

Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) discutiu as recentes eleições nos EUA, revelando que não planeja apoiar nenhum candidato à presidência este ano. Esta mudança de postura contrasta com sua decisão nas eleições anteriores de 2020, quando ele endossou o então candidato Joe Biden, que se tornou o atual presidente.

Segundo à Variety, Johnson declarou: “O endosso que fiz anos atrás com Biden foi uma decisão que achei melhor para mim naquela época”.

Johnson explicou: “Pensei, ‘Estou nesta posição em que tenho alguma influência e senti que era meu trabalho naquele momento exercer minha influência e compartilhar: É isso que eu vou endossar.’ Eu não vou fazer isso. Eu era, na época, o homem mais seguido do mundo, e ainda sou, e aprecio isso… mas o que isso causou foi algo que me corrói por dentro – que é a divisão. Isso me afetou. Eu não percebi na época, eu só senti que havia muita agitação e gostaria que as coisas se acalmassem”.

Ele continuou: “A lição depois disso foi que causou uma quantidade incrível de divisão. Agora percebo que, indo para estas eleições, não farei isso. Meu objetivo é unir este país. Acredito nisso. Não haverá endosso. Neste nível de influência, vou manter minha política para mim mesmo. É entre mim e a urna eleitoral. Mas vou te dizer isso: Assim como muitos de nós lá fora, não confiando em todos os políticos, eu confio no povo americano e quem eles votarem, esse é meu presidente e eu apoiarei 100 por cento”.

Quando perguntado se estava feliz com a situação atual dos EUA, ele respondeu com um sincero: “Não”.

Johnson também criticou a cultura do cancelamento e a cultura “woke”: “A cultura do cancelamento de hoje, a cultura “woke”, a divisão, etc. – isso realmente me incomoda. No espírito disso, você cede a isso e se torna o que as outras pessoas querem que você seja, ou você é você mesmo e é real… e isso pode deixar as pessoas chateadas e irritadas, e tudo bem”.

Questionado sobre se está interessado em se candidatar à presidência, ele explicou: “Não, não é minha intenção. Eu não sou político”.

Lembrando que Johnson sugeriu concorrer à presidência em 2017, no entanto, recentemente revelou não ter mais interesse.

‘Pinguim’: James Gunn celebra indicações ao Globo de Ouro

‘Pinguim’, série derivada de ‘Batman’ estrelada por Colin Farrell, se tornou uma das produções mais aclamadas do ano, conquistando indicações em três categorias do Globo de Ouro.

A série foi indicada em Melhor Minissérie ou Filme para TV, Melhor Ator em Minissérie ou Filme para TV (Colin Farrell) e Melhor Atriz em Minissérie ou Filme para TV (Cristin Milioti).

O cineasta James Gunn, responsável pelo DCU da Warner, celebrou as indicações nas redes sociais.

“Parabéns para Lauren, Matt, Dylan, Colin, Cristin e todas as pessoas incrivelmente talentosas que deram vida a este maravilhoso show”, escreveu James Gunn.

‘Pinguim’ está disponível no Max.

O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘Batman’: Jensen Ackles revela que TOPARIA interpretar o Homem-Morcego no DCU

Jensen Ackles, astro conhecido por seus trabalhos em ‘Supernatural’ e ‘The Boys’, abordou recentemente a possibilidade de integrar o novo DCU como o Homem-Morcego em ‘Batman: The Brave and the Bold’.

O ator tem sido um dos favoritos dos fãs para o papel, e comentou sobre essa chance em entrevista ao Collider.

“Ah, cara. Eu não sei”, respondeu Ackles. “Seria difícil criar algo realmente único entre todas as versões já feitas do Batman. Eu provavelmente teria que me apoiar bastante no Gunn, no diretor, no roteirista, e buscar inspiração no próprio texto”.

Ackles demonstrou o peso da responsabilidade que o papel traria: “Você fala sobre não querer deixar a bola cair, esse é um papel que eu carregaria com muito nervosismo. Mas também com muito orgulho. Uma honra. Qualquer um que usa o capuz tem algo especial”.

Sobre o apoio dos fãs, ele brincou: “Vou cruzar os dedos também. É só dizer a palavra”.

Lembrando que Superman estreia em 10 de julho de 2025, dando início oficial ao novo DCU.