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Pirataria de filmes e séries cresce absurdamente durante a Pandemia; Confira!

De acordo com o The Hollywood Reporter, uma pesquisa publicada pela Muso indicou que a pirataria online vem crescendo de forma surpreendente desde o início da pandemia do Coronavírus.

Para quem não conhece, a Muso é uma companhia inglesa especializada em monitoramento e proteção contra a pirataria digital.

Nos EUA, os downloads ilegais de filmes, séries e documentários tiveram um aumento de 41,4% desde que o governo decretou o isolamento social no país.

A situação é ainda pior na Europa, já que o tráfego em sites de torrents cresceu em 50,4% na Espanha e 66% na Itália, dois dos países mais afetados pela doença.

Esses números se referem apenas aos últimos sete dias de março em comparação com os últimos sete de fevereiro, e a tendência é o crescimento do percentual.

Em entrevista para o portal, Andy Chatterley, presidente da Muso, disse que:

“A pirataria é praticamente um reflexo natural às medidas de isolamento decretadas pelos diversos países que estão sofrendo com a pandemia. Essa prática sempre existiu, mas vem crescendo exponencialmente por conta do grande número de pessoas que permanecem dentro de casa sem outras opções de lazer a não ser a TV ou o computador… A Netflix teve um grande aumento de assinantes no último mês, mas nem todo mundo quer pagar para assistir qualquer conteúdo.”

Pelo visto, parece que a pirataria vai aumentar ainda mais pelos próximos meses, até que as pessoas consigam recuperar suas rotinas novamente.

Sequência de ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis’ iria contar a origem da Skynet; Saiba mais!

A franquia ‘O Exterminador do Futuro‘ ganhou três sequências mal sucedidas, intituladas ‘A Salvação‘ (2009), ‘Gênesis‘ (2015), e ‘Destino Sombrio‘ (2019).

O curioso é que cada uma dessas sequências seria o início de uma nova trilogia, mas as ideias foram descartadas por conta das péssimas avaliações e fracassos nas bilheterias.

Agora, o roteirista Patrick Lussier revelou em entrevista ao The Production Meeting Podcast que a sequência de ‘Gênesis‘ mostraria a origem da Skynet e a história iria se afastar dos originais.

Laeta Kalogridis e eu escrevemos dois rascunhos para uma continuação direta e tínhamos um esboço para o terceiro. O último filme iria responder as perguntas que ficaram em aberto em ‘Gênesis‘. Pretendíamos conectar todas as pontas soltas e encerrar a franquia. Iríamos percorrer outro caminho. Seriam introduzidos novos personagens, que iriam explorar mais sobre o futuro, a origem da Skynet e tentar desvendar o ciclo da viagem no tempo. Esse seria o nosso foco… Iríamos deixar os eventos de ‘O Julgamento Final’ no passado para criarmos uma nova identidade para os filmes. Quem sabe a ideia não vire uma história em quadrinhos.”

E aí, você acha que seria uma boa ideia?

Dirigido por Alan Taylor, ‘O Exterminador do Futuro: Gênesis‘ arrecadou US$ 440,6 milhões pelo mundo a partir de um orçamento de US$ 155 milhões. 

No Rotten Tomatoes, a sequência teve míseros 27% de aprovação da crítica especializada.

O elenco conta com Arnold Schwarzenegger, Emilia Clarke, Jason Clarke, Jai Courtney, Dayo Okeniyi, Byung-hun Lee, J. K. Simmons, e Matt Smith.

Por que é tão difícil realizar boas Adaptações de Videogames no Cinema

Games e Cinema: uma relação complicada

Vem década, vai década e sempre que Hollywood anuncia algo desse gênero a confiança não vem como acompanhamento

A indústria do cinema tem o hábito secular de identificar tendências em diferentes segmentos e trazê-las para suas produções. Algumas da obras mais antigas de Hollywood foram inspiradas em acontecimentos reais, como foi o caso do filme “O grande roubo do trem” de 1903; em peças de teatro como “The Clansman” de 1905, que originou um dos primeiros épicos do cinema americano, “O Nascimento de uma Nação” (1915) – extremamente problemático por sua visão racista – e, mais normalmente, na literatura.

Conforme a cultura pop foi se expandindo para novas áreas, a indústria do cinema manteve um olho sempre atento sobre os novos territórios que surgiam. A consolidação da indústria de quadrinhos na década de 40, após a Action Comics #1 em 1938, abriu margem para que personagens como Batman e Superman recebessem adaptações para o cinema, rádio e eventualmente televisão.

Todas essas tendências adaptadas gozaram de casos de sucesso e fracasso, variando junto com as qualidade de obras e períodos em que elas eram produzidas. Foi então que veio a década de 80 e com ela a consolidação do mercado de videogames como uma forma de entretenimento lucrativa, ainda que restrita como um meio voltado ao público infantil.

Em 1993 veio a primeira adaptação de um jogo para o cinema com “Super Mario Bros.”, protagonizado por Bob Hoskins e John Leguizamo interpretando a dupla de primos Mario e Luigi respectivamente.  O filme, porém, não rendeu nem de longe o que as mais otimistas projeções propunham. De acordo com o portal Box Office Mojo (agregador com os valores de bilheteria de diversos filmes) “Super Mario Bros.” arrecadou mundo afora US$ 20.915.465 e sacramentando um prejuízo financeiro, uma vez que o custo de produção foi de 48 milhões de dólares.

O filme também possui avaliações de crítica e público catastróficas: 23% e 29% respectivamente. Dois anos depois, o diretor Paul W. S. Anderson trouxe ao mundo a primeira adaptação da saga “Mortal Kombat”, que à época dominava o gênero de luta nas diversas plataformas. Em quesito de recepção, a obra não se diferenciou tanto de seu predecessor do gênero, no Rotten Tomatoes constam notas abaixo da média vindo de profissionais especializados e público: 47% e 57% respectivamente.

Financeiramente a história foi outra. O orçamento do filme ficou em US$ 20 milhões em 1995; após seu período em cartaz ele fechou com uma quantia de US$ 122 milhões mundo afora, o que motivou a produção de uma sequência em 1997 chamada “Mortal Kombat: Aniquilação”. Igualmente mal recebida, a continuação repetiu as mesmas críticas que perduraram por parte dos fãs desde 1993: a falta de fidelidade ao material fonte.

Anos 2000

A chegada do novo milênio trouxe seu próprio quinhão de adaptações do mundo dos games, dessa vez motivados ainda mais pelos avanços da tecnologia digital (famoso CGI) que se popularizaram em meados da década de 90. Em 2001, Angelina Jolie deu vida à Lara Croft, uma das grandes heroínas dos jogos e protagonista da saga “Tomb Raider”, e pela primeira vez trazendo uma experiência um pouco mais próxima do que se poderia esperar de um jogo da Lara Croft, isto é, sequências de ação envolvendo tiroteios e exploração de tumbas.

O expoente do gênero e que marcaria a nova década veio um ano depois com “Resident Evil: Hóspede Maldito”, dirigido pelo incansável Paul W. S. Anderson e protagonizado por Milla Jovovich. Em teoria a nova franquia adaptaria a famosa saga de mesmo nome que, em 2002, já era a mais importante da desenvolvedora Capcom e uma das principais da indústria. Na prática não foi bem assim que aconteceu e não tardou para que os fãs dos jogos sentissem falta de personagens como Jill Valentine, Chris Redfield e Leon Kennedy em papéis mais importantes, tendo esse protagonismo ficado com a personagem Alice.

Segundo o site The Numbers entre 2002 e 2017 a franquia arrecadou ao todo US$ 1.2 bilhão consagrando-se como a mais rentável do gênero. A despeito da qualidade duvidosa de seus filmes, ao longo da sua duração o retorno positivo de bilheteria incentivou o aparecimento de outras adaptações, melhores e piores.

Um caso de boa adaptação foi com “Terror em Silent Hill” de 2006, filme que trouxe para as telonas a saga homônima de survival horror. Apesar de mal aceito pela crítica, o filme conquistou parte dos fãs por trazer uma representação fiel da pequena cidade enevoada, de sua versão infernal pós-sirenes, um enredo bastante fiel ao primeiro jogo e a presença do icônico vilão da franquia Pyramid Head.

Em contrapartida um ano antes foi lançado “Doom: A Porta do Inferno” com o então desconhecido Dwayne “The Rock” Johnson. A adaptação, por si só, já carregava o grande desafio de fazer jus ao clássico game de FPS (tiro em primeira pessoa) da id Software e o baixo nível da produção, somado a uma história muito pouco empolgante, além da falta notável do protagonista Marine, contribuíram para um desempenho pífio de “Doom”.

Por que é tão difícil?

Conforme a presença de games nos cinemas foi se tornando corriqueira a reflexão do porque é tão difícil realizar uma boa adaptação também se fez mais presente. Teorias não faltam, com elas indo desde a eterna incompatibilidade entre mídias eletrônicas e cinema até a falta de conhecimento sobre o material fonte por parte dos responsáveis por essas adaptações. Fato é que a liberdade natural para todo tipo de adaptação comumente tem batido de frente com elementos consagrados dos materiais fonte, tornando o novo muito difícil de se aceitar ou mal executado.

Uma outra possibilidade melhor aceita é sobre a diferença de cada mídia na relação com o público. Cinema por natureza é uma relação passiva, o público não pode influenciar no andamento dos acontecimentos (a experiência com “Black Mirror: Bandersnatch” foi única) e só resta a postura de absorver as imagens e sensações lançadas da tela.

Já com os games o controle do jogador sobre a mídia em questão é um pouco maior, mesmo que ela já tenha um enredo pré-definido. Em jogos como “Heavy Rain”, “The Witcher 3”, “Mass Effect 2” e outros são concedidas ao jogador escolhas de diálogos e ações que influenciam diretamente no andamento dessa trama já pré-definida. O ramo de possibilidades em um game se torna muito mais variado do que o do cinema.

Ainda não podemos falar que existe uma fórmula para adaptar games da mesma forma que a Marvel Studios descobriu para com os quadrinhos. Ao mesmo tempo que adaptações tecnicamente sérias não vingam quando em cartaz (caso de “Assassin’s Creed” que contou com muitos dos envolvidos no elogiado“Macbeth”) está cada vez mais comum encontrar exemplos de jogos single-player (de um único jogador) priorizando uma abordagem narrativa e visual mais cinematográfica como no caso de “The Last of Us Part II”, “Red Dead Redemption II” e “Marvel’s Spider-Man”.

O mercado de adaptações, porém, não para e no horizonte já é possível visualizar uma nova leva de invasão do gênero em múltiplas mídias. O ator Tom Holland voltou a atualizar o público com informações sobre a adaptação de “Uncharted”, a Amazon já anunciou o desenvolvimento de uma série baseada na saga “Fallout”, a HBO vem também com uma versão serializada do primeiro “The Last of Us”, e Paul W. S. Anderson e Milla Jovovich chegam com sua própria visão do jogo multiplayer “Monster Hunter” em breve. Resta saber qual deles vingará.

Conheça os astros que estrelaram mais filmes ruins em Hollywood

O site de pesquisa Vox se baseou nas críticas do conceituado Metacritic para descobrir quem são os astros que estrelaram mais filmes ruins em Hollywood.

Levantando os dados de todas as críticas do filme de cada ator e atriz, a pesquisa conseguiu descobrir qual era a opinião dos críticos sobre determinado ator ou atriz.

Rob Schneider, de ‘Gigolô por Acidente‘, foi eleito o astro que estrelou mais filmes ruins da história. Ele tem 61% de críticas negativas e 31% de críticas mistas. Adam Sandler surge logo em seguida, na segunda posição.

Já no time das atrizes, a pior é Jennifer Love Hewitt (‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’), com 70% de críticas negativas e 30% de críticas mistas.

Confira a lista:

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Crítica | Vovó Saiu do Armário – Comédia caricata espanhola tem boa intenção, mas falha na execução

Diz o ditado que de boa intenção, o inferno está cheio. No mundo cinematográfico também é assim: tem muito filme por aí com ótimas ideias, mas cujas execuções, o “vamos ver” da coisa, desandanda a tal ponto, que nem mesmo a boa intenção salva. É o caso de ‘Vovó Saiu do Armário’, nova comédia espanhola que estreou na Netflix.

Eva (Ingrid García Jonsson) é uma jovem espanhola prestes a se casar com o escocês rico Stuart (Leander Vyvey), pois acha que precisa disso para ter estabilidade na vida, afinal, sua própria mãe a deixara para ser cuidada pela avó, Sofía (Verónica Forqué). Um dia, Sofía telefona para a neta dizendo que irá se casar com sua melhor amiga, Celia (Rosa Maria Sardà), e daí a confusão está armada! Eva acha um absurdo o casamento e viaja até a ilha de Lanzarote para convencer as duas a desistir da ideia, pois iria estragar seus planos de matrimônio com a família conservadora do noivo. E ela não é a única da família a ser contra…

Como dá para ver pela própria sinopse, o argumento é bastante problemático, e o resultado é ainda mais polêmico. Com o intuito de abrir a mente dos espectadores através do riso, ‘Vovó Saiu do Armário’ busca levantar o debate sobre a tolerância à orientação sexual dos outros, especialmente dos mais velhos. Porém, o que o filme na verdade constrói é uma sufocante armadilha em que todos os personagens que circundam o universo das duas senhoras simplesmente se acham no direito de palpitar na vida delas e demovê-las de sua decisão, de modo que, através da capa da comédia as duas protagonistas sofrem tantos tolhimentos por parte de suas famílias, que chega um ponto do longa que incomoda de verdade. Caramba, não era para ser comédia?

A construção dos personagens, a relação entre eles e suas motivações são completamente irrisórias e absurdas. Tirando a protagonista Eva, que ganha algum background, todos os outros aparecem na história do nada, se autoexplicando, mencionando episódios anteriores não vistos pelo espectador. Não bastasse isso, as atuações são completamente caricatas e enfadonhas; os personagens parecem terem sido tirados do guia dos moradores da Espanha, de modo que tem o árabe, o preto, o que só fala inglês, o português, a mulher madura descolada, a autista, o padre moderninho etc. Um novelão ruim que só!

Também no aspecto técnico a produção fica desgovernada. A edição do longa é completamente desleixada, com uma chuva de cenas intercaladas por outras para depois voltarem onde estavam antes, sem fazerem o menor sentido. Tudo isso agravado pela total falta de continuidade. Sério, não tem. As cenas terminam com a tela preta, para depois entrar o novo frame, sem conexão com o que veio antes. Totalmente confuso e amador. Irritante.

Vovó Saiu do Armário’ tinha tudo para ser um ótimo filme, mas não é. Salvam-se apenas a boa intenção do longa de Ángeles Reiné e as paisagens de tirar o fôlego da ilha de Lanzarote, em Porto, Portugal.

‘Young Rock’: Rosario Dawson e Randall Park ajudam o The Rock a ser o presidente em novas imagens

O astro Dwayne Johnson está disposto e focado a se tornar o próximo presidente dos Estados Unidos…pelos menos em sua nova série biográfica, intitulada ‘Young Rock‘.

Na sua versão de 2032, o popular ator de ação está traçando o seu caminho em direção à Casa Branca e vai contar com a ajuda dos atores Randall Park e Rosario Dawson, que são as mais recentes adições ao elenco da aguardada série de comédia da NBC.

Confira as primeiras imagens de ambos atores na vindoura produção:

Young Rock — “2032 Scenes” Episode — Pictured: (l-r) — (Photo by: Jessica Miglio/NBC)
Young Rock — “2032 Scenes” Episode — Pictured: (l-r) — (Photo by: Frank Masi/NBC)

Assista ao trailer oficial:

Anteriormente, o astro já havia divulgado alguns trechos no Instagram.

Confira, junto com a sinopse:

 

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A série também ganhou sua sinopse oficial:

“‘Young Rock’ se concentra em diferentes capítulos da vida de Dwayne Johnson. Desde crescer em uma família forte e resiliente a estar cercado pelos personagens selvagens de sua sua comunidade de wrestling profissional, a jogar futebol na Universidade de Miami, a série irá explorar a montanha-russa louca que transformou Dwayne no homem que ele é hoje, apresentando ainda os grandiosos personagens que ele conheceu ao longo do caminho”.

Dwayne Johnson, Joseph Lee Anderson, Stacey Leilua, Adrian Groulx, Bradley Constant, Uli Latukefu, Ana Tuisila, Fasitua Amosa e John Tui estrelam a série.

Young Rock‘ é produzida pela Universal Television, uma divisão da Universal Studio Group.

Nahnatchka Khan (‘Fresh Off the Boat‘) assina o roteiro da série, além de assumir o papel de produtora executiva, ao lado de Johnson, Jeff Chiang, Dany Garcia, Hiram Garcia, Brian Gewirtz e Jennifer Carreras.

 

‘Superman & Lois’ ganha novo cartaz com os filhos do casal em destaque; Confira!

A nova série do Arrowverse, ‘Superman & Lois‘, promete mostrar um lado bem diferente do herói Superman, mostrando os contrastes da sua vida como um justiceiro, à medida em que ele tenta equilibrar a paternidade e seu casamento com a jornalista Lois Lane.

E a produção ganhou um novo e belo cartaz oficial, que além de trazer a sua clássica fazenda em destaque, nos apresenta ainda aos filhos do casal homônimo, Jonathan (Jordan Elsass) and Jordan (Alexander Garfin).

Confira, com o trailer:

A série irá estrear no dia 23 de fevereiro, em um especial de duas horas.

Criada por Greg BerlantiTodd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.

“Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje. Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.”

Tyler Hoechlin (‘Teen Wolf’) e Elizabeth Tulloch (‘Grimm’) estrelam. O elenco ainda conta com Emmanuelle ChriquiInde NavarretteErik ValdezJordan ElsassAlexander GarfinDylan Walsh.

‘iCarly’: Revival ganha sua PRIMEIRA imagem; Confira!

Os fãs foram surpreendidos pela notícia de que a série ‘iCarly‘ vai ganhar um revival com o elenco original e a sua primeira imagem já está entre nós.

A foto, feita nos bastidores do set de filmagens da série, foi compartilhada pela atriz Miranda Cosgrove em sua conta oficial do Instagram e a traz ao lado dos colegas de elenco Jerry Trainor e Nathan Kress.

Vale lembrar que a atriz Jennette McCurdy não teve o seu retorno confirmado à produção.

Confira a imagem:

iCarly‘ teve sua estreia nas telinhas em 2007 e trouxe Cosgrove como Carly Shay, que estrela sua própria websérie, que é produzida com a ajuda dos seus melhores amigos Freddie e Sam, além do seu atrapalhado e peculiar irmão mais velhos, Spencer.

A trama traz ela e seus amigos na realização do primeiro canal de YouTube que metade da geração dos anos 2000 teve contato na vida. Juntos, eles arrumam confusões, enquanto conciliam a vida pessoal com a do programa.

iCarly‘ contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 2007 e 2012.

As temporadas de ‘iCarly‘ estão disponíveis na Amazon Prime Video.

Confira a abertura da série:

 

5 Coisas que ODIAMOS nos Trailers

Ninguém nega que o cinema seja uma indústria. Mesmo o chamado circuito alternativo, com seus filmes iranianos, franceses e da A24, possui um esquema comercial. Mas isto fica para outro texto. Aponto o lado comercial do cinema para situar a lógica dos trailers.

Eles surgiram praticamente junto como cinematógrafo. Já em meados da década de 1910, trechos dos filmes eram exibidos ao final das sessões como forma de fazer o público voltar ao cinema. Em pouco tempo, essas exibições passaram para o começo da sessão. Desde então, buscava-se destacar aquilo que o filme tivesse de singular!

Observar a história dos trailers ajuda a entender o que era atraente em cada época. Entre as décadas de 1920 e 1940, quando as estrelas hollywoodianas eram o principal chamariz das telas, os trailers lhes davam destaque. Da narração aos letreiros, tudo destacava os atores.

Na época da Nova Hollywood, os trailers ganharam sofisticação, mas ainda se prendiam a convenções hoje arcaicas, como o uso de narrador. Como os diretores passaram a ser um chamariz, seus nomes também ganharam destaque. Ainda eram comuns frases convocando o público ao cinema. Até 1960, a produção de trailers nos EUA era monopólio da National Screeen Service.

Os trailers dos anos 1980 e 1990 destacavam o espetáculo que era assistir a um filme. Era o começo da era dos blockbusters e das superproduções. Ao evidenciar a escala épica e os efeitos especiais, os trailers lembravam que a experiência completa somente se alcançaria na tela grande, reflexo da concorrência das vídeo locadoras. No fim dos anos 1990 e começo dos anos 2000, a figura do narrador sumiu dos trailers.

Com a internet, assistir trailers virou atividade ainda mais popular. O jornal Los Angeles Times apurou que em 2015 foram visualizadas 35 milhões de horas em trailers cinematográficos. Para Hollywood, atualmente, mais do que divulgar o filme, o trailer pauta o debate entre os fãs, atiçando o fandom.

Trailer sem imagens do filme (“Cidadão Kane”, de Orson Welles), trailer de musical sem música (“Uma Mulher é Uma Mulher” de Jean-Luc Godard) ou trailer que buscam incomodar (“O Exorcista”, de William Friedkin) são algumas curiosidades que enchem a história do cinema. Mesmo os mais vanguardistas, o trailer não perdeu sua natureza de peça de propaganda, o que explica certas modas em cada época. Abaixo, quatro modas que viraram vícios dos trailers atuais:

  1. Trailer que conta a história toda

Trailer é a arte de revelar até o ponto que atice o público, sem estragar o prazer da descoberta. Tirando aquela parte do público que fica revoltada com qualquer detalhe da história (para ela, sugiro, não veja o trailer) e aquela que gosta de saber o final para decidir se assiste ou não ao filme (tem mais gente assim do que vocês possam imaginar, vão por mim), a maioria das pessoas não quer ver todo o enredo no trailer. Ele deve passar a sensação geral da obra e as informações básicas do enredo, permitindo que o público saiba o que irá ver.

Claro, antes de ver ao filme, não se tem certeza se toda a história está resumida ali. Mas, quando se sai da sala de sessão percebendo que recebeu um spoiler no trailer, vem a raiva! Mas, como se diz, já pagamos pelo ingresso. O trailer cumpriu sua função.

Alexander Davis, estudioso do cinema, explica que, segundo uma teoria psicológica, o público tende a gostar mais quando sabe o que irá acontecer. Isto explica por que muitos trailers têm entregado informações importantes. Especialmente nos blockbusters, entregar a narrativa no trailer só dá segurança do que ele encontrará o que deseja. No caso de um filme menos conhecido, é a forma de não desagradar o público, garantindo que ele não terá surpresas – enfim, a antítese do que um bom filme deve causar.

Em um trailer que deseje dar spoiler, o importante é conseguir contar o máximo de coisas sem deixar no público a sensação de que já saber toda a narrativa.

  1. Entregar as principais e melhores cenas

Parecido com a anterior, mas pode ocorrer mesmo sem explicar muito do andamento da narrativa, como trailers de comédia que não contam o desenrolar da trama, mas antecipam as melhores piadas. Ou do filme de terror que antecipa os maiores sustos. Ou nos filmes de ação que lançam mão das cenas mais espetaculares.

A intenção também é garantir ao consumidor (sim, nessas horas, o público deixa de ser espectador e passa a ser simples consumidor, que não pode comprar algo errado) que ele está irá receber um produtor de qualidade. A droga é que isso prejudica a experiência quando não arruína por completo!

​Um exemplo é o ótimo ‘O Impossível‘, que apesar de ser um drama espetacular, traz as cenas do tsunami inteiras em seu trailer para vender a produção como uma “ação”.

  1. Melhores momentos do trailer antes do trailer

Para vencer a rapidez do YouTube ou e do feed do Instagram e do Facebook, começaram a ser incluídos antes do início do trailer uma espécie de prévia do que será visto no trailer.

Muito comum em filmes de ação, aventura e terror, logo no começo do vídeo, assistimos a alguns segundos com as imagens mais impactantes que veremos no trailer. Ainda colocam algo como “a seguir, trailer do filme…”

Isto é especialmente comum quando o trailer é inserido como propaganda nos vídeos do YouTube. Ele não estraga experiência do trailer em si, só é algo profundamente irritante e sintomático do nosso tempo.

  1. Cenas Alteradas ou Falsas

Não falo de filmes que, na pós-produção, excluíram cenas que estavam no trailer. Falo de incluir, intencionalmente, uma cena falsa ou alterar uma cena, como no caso dos últimos filmes dos Vingadores.

Os estúdios falam que estão preservando a experiência do público. Bom, isso beira a propaganda enganosa. Ora, se não desejam revelar algo, não coloque no trailer.

Confesso que não sei o que é pior, colocar uma cena falsa ou alterar uma que veremos no filme. Isto também é reflexo do excesso de trailers de um mesmo filme.

Pânico 4‘ ganhou um trailer espetacular, mas várias cenas vistas foram cortadas ou alteradas no filme, como os jovens conversando sobre o destino de Sidney Prescott e a sequência de morte de abertura, que foi alterada.

  1. Mudar o tom dos trailers quando o público não está gostando, Ou promete algo e o filme não entrega

Sabe quando lançam um trailer, o público não se empolga e fazem uma nova versão repaginada? Olha, nem acho isto um pecado quando as duas versões do trailer, ainda que antagônicas, são fiéis ao filme. Acontece que isso é raro quando temos essas mudanças. Em geral, um dos trailers está enganando. Tipo ‘Homem de Ferro 3‘.

Essa situação acaba sendo próxima de outra realmente detestável: o trailer que vende algo que não tem absolutamente nada a ver com o filme. O mais triste é quando bons filmes são comprometidos por uma divulgação errada. Isto acontece muito quando os produtores direcionam o filme para um público que não irá apreciá-lo. É para mim a situação mais triste, porque o público perde duplamente: aqueles que foram ver o filme, saem decepcionados, enquanto o real público do filme nem sabe que ele existe!

https://www.youtube.com/watch?v=RS95bLuEl9I

WandaVision | Monica Rambeau e o futuro do Universo Cinematográfico Marvel

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o quarto episódio de WandaVision, não leia esta matéria se não quiser receber spoilers.

Introduzida em WandaVision como “Geraldine”, a atriz Teyonah Parris já havia sido anunciada como a intérprete da personagem Monica Rambeau antes mesmo do início da série. Após os eventos do terceiro episódio do seriado, a “Geraldine” saiu da realidade de Wanda (Elizabeth Olsen) e agora, no quarto episódio, ela enfim recobrou a consciência e se lembrou de sua verdadeira  identidade. Ela já havia aparecido anteriormente no filme da Capitã Marvel (2019). Como o longa é ambientado nos anos 1990, ela era apenas uma criança que sonhava em ir para o espaço, assim como a mãe, Maria Rambeau (Lashana Lynch). Porém, ela foi “blipada” por Thanos (Josh Brolin) em 2018 e voltou à vida em 2023, por conta dos eventos de Vingadores: Ultimato (2019). Trabalhando como agente da E.S.P.A.D.A., organização fundada por Maria Rambeau para monitorar atividades espaciais na Terra, ela acaba sendo enviada em missão para investigar os casos estranhos de uma cidade de Nova Jersey e termina se envolvendo na trama psicótica de Wanda. Nos quadrinhos, ela é a Capitã Marvel original, mas passa a adotar nomes diferentes ao longo dos anos, incluindo Fóton, o codinome de sua mãe na Força Aérea. Curiosamente ou não, a origem de seus poderes também envolve uma trama multidimensional. Em outras palavras: a presença dela na série pode mesmo indicar que estamos assistindo ao surgimento de uma nova heroína do Universo Cinematográfico Marvel.

A pequena Monica fez sua estreia em Capitã Marvel (2019).

Criada por Roger Stern e John Romita Jr, Monica Rambeau foi a primeira super-heroína negra a fazer parte dos Vingadores. Ela streou em The Amazing Spider Man Annual #16 (1982) e tomou conta do quadrinho, chegando a transformar o Homem-Aranha em um coadjuvante de sua própria história. Sem qualquer tipo de ligação com o Capitão Mar-Vell ou Carol Danvers, Monica era membro da Guarda Costeira de Nova Orleans, quando partiu em missão para ajudar um velho amigo da família a impedir que o Ditador sul-americano Ernesto Ramírez usasse seu gerador de energia extra dimensional para atacar os EUA. O plano era recuperar oprotótipo, mas durante a luta, o cientista Felipe Picaro ativou a máquina e eles se viram obrigados a destruí-la. O gerador acabou lançando seus raios de energia extra dimensional, que atingiram Monica. Com a rajada, a Tenente da Guarda Costeira ganhou a capacidade de absorver e transformar seu corpo em qualquer tipo de energia, dando a ela o status de Ameaça tipo Alpha.

Em sua primeira aparição nos quadrinhos, ela vai até Nova York pedir a ajuda do Quarteto Fantástico para ajudá-la a se livrar do excesso de energia que ameaça sua vida. No caminho, ela encontra com o Homem-Aranha, que apanha feio e passa a segui-la. Chegando ao Edifício Baxter, o Coisa a encaminha até a Mansão dos Vingadores, onde Tony Stark precisa descobrir um meio de ajudá-la antes que alguma tragédia aconteça. Diante de uma criatura tão poderosa, os Vingadores a convidam para ser um tipo de Trainee. Supervisionada pela Vespa e pelo Capitão América, Monica domina seus poderes, se junta ao time principal e chega a liderar Os Heróis Mais Poderosos da Terra algumas vezes.

Com seu visual dos quadrinhos baseado na Sex Symbol Pam Grier, a Geraldine/ Monica de WandaVision presta uma homenagem à atriz, usando alguns figurinos que remetem a Pam. Ainda sem demonstrar nenhum dos poderes da personagem nas HQs (voar, se mover à velocidade da luz, ficar intangível, invisibilidade e manipular de energia), a personagem é “apenas” uma agente especial da E.S.P.A.D.A. No entanto, como ela foi enviada para investigar o caso de Wanda, que está manipulando essa dimensão, não será exatamente uma surpresa caso ela ganhe seus poderes até o final da série. Caso isso aconteça, é interessante lembrar que temos uma série da Miss Marvel em produção, o que pode indicar uma participação da personagem na série e nos futuros filmes do MCU, fazendo tipo um “CapitãMarvelVerso“.

Apesar de ter surgido como Capitã Marvel nos quadrinhos, Monica Rambeau acabou passando o nome para Carol Danvers, que, na época, até existia, mas adotava o nome de Binária. O nome “Capitã Marvel” foi uma manobra para que a Marvel Comics pudesse manter os direitos autorais sobre o nome “Captain Marvel“. Como o Capitão Marvel havia morrido no clássico A Morte do Capitão Marvel  a Casa das Ideias teve de criar uma nova heroína para não perder o nome. Porém, com o passar dos anos, Monica já adotou diversos nomes. Além de Capitã Marvel, ela também já foi a Fóton, a Pulsar e, atualmente, nos quadrinhos, atende pelo nome de Espectro. Mas é aquela história, né? O filme e a série deram bastante destaque ao codinome da mãe de Monica, Maria Rambeau, ser Fóton. Então é provável que, caso ela ganhe seus poderes, adote o codinome de Fóton no futuro do MCU.

Os novos episódios de WandaVision estreiam toda sexta-feira no Disney+.

Crítica | A Bruxa da Casa ao Lado – TERROR do Telecine tem ótimos efeitos e inesperado plot twist

Sabem aquele comercial da OLX, em que o rapaz está de boa em casa e, quando olha pro lado, tem um vizinho esquisitão olhando pra ele de maneira mais esquisita ainda, levantando uma xícara de café? E, em seguida aparece uma mulher esquisitona e depois um cachorro esquisitíssimo? Pois é, ‘A Bruxa da Casa ao Lado’ é bem assim.

Ben (John-Paul Howard) é um rapaz que acaba de chegar para passar as férias de verão com seu pai, em alguma cidade litorânea do interior dos Estados Unidos. Ele foi para lá depois de se meter em encrenca em sua cidade natal por ficar espiando os vizinhos e, consequentemente, quebrar o braço. Mas então Ben está na casa do seu pai e… fica de olho nos vizinhos. Só que, de repente, o comportamento dos moradores da casa começa a mudar, e a mãe daquela família (Zarah Mahler) se torna uma ameaça inexplicável.

Partindo de um mote bem simples – garoto em um território desconhecido, que precisa superar seus problemas do passado ao se deparar com uma ameaça que coloca sua vida em risco – ‘A Bruxa da Casa ao Lado’ passa a maior parte do tempo com o pé no freio, tentando segurar o tal clímax que sabemos que está por vir. A bem da verdade, o filme parece segurar o freio de mão em quase todos os aspectos: no romancezinho do protagonista, na aparição da referida bruxa, na construção do suspense, na chegada do clímax, etc. Até a metade do longa o espectador está assistindo a um drama juvenil, com um garoto que tem um relacionamento espinhoso com o pai, vai a festinhas mas não sabe o que quer da vida e por aí vai. Cadê o terror?

O elenco não constrói uma capa de dúvida para o espectador, mas talvez essa sensação seja porque a maior parte das cenas sejam uma grande barriga inútil que não acrescenta na trama do longa. O argumento do roteiro de Brett Pierce e Drew T. Pierce passa a impressão de que, se tivesse o formato de um média-metragem, ‘A Bruxa da Casa ao Lado’ se sairia melhor do que com as uma hora e trinta e seis de duração que ganhou, com cenas desnecessárias e problemas de continuidade.

Entretanto, todo esse lenga-lenga é em certa medida compensado a partir do final do segundo ato e a conclusão do longa, que é quando o embate com ‘A Bruxa da Casa ao Lado’ se desenrola, com direito a momentos inesperados e bons efeitos especiais. Isso, de certa forma, traz a sensação de que o filme é até bom, apesar do início moroso, embora concretamente o espectador não seja desafiado a ter medo em nenhum momento do filme de Brett Pierce e Drew T. Pierce.

A Bruxa da Casa ao Lado’ é um filme interessante, apesar de não parecer e de não explicar quase nada do mistério da tal bruxa. Se o espectador conseguir superar as quase uma hora de enrolação, poderá se surpreender com essa opção disponível no Telecine.

‘Stranger Things’: Gaten Matarazzo revela que 4ª temporada é a mais assustadora de todas

Em uma recente entrevista à US Weekly, o ator Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin na aclamada e adorada série Stranger Things, foi questionado sobre a quarta temporada da produção e foi pedido para descrevê-la em apenas uma palavra.

Matarazzo respondeu: “Caramba!”, antes de detalhar um pouco mais o que aguarda os fãs.

“Acho que grande parte das pessoas diria que essa é a temporada mais assustadora de todas, o que eu amo, porque é bem divertido de rodar”.

As expectativas para o próximo ciclo apenas aumentam, visto que David Harbour, intérprete de Hopper, também já comentou que a nova temporada é a sua favorita.

“Os Irmãos Duffer são muito receptivos à resposta dos fãs, mas também estão um passo à frente com o roteiro. Você verá muitos de seus personagens favoritos fazendo aquilo que você ama vê-los fazerem, mas ainda os verá mudando o jogo, se transformando e revelando novas cores e facetas distintas”.

Harbour foi ainda mais além e comentou sobre a jornada de Hopper na nova leva de episódios:

“Uma das grandes coisas que você verá em Hopper é que ele é um protetor, um homem de justiça e que agora se tornou um prisioneiro. Ele está preso, isolado e podemos ver um lado totalmente diferente dele surgindo… Esta temporada é a minha favorita porque ele realmente vai mostrar a vocês algumas faces de quem ele realmente é. Você realmente conseguirá ver muito de sua história e de quem ele era como um guerreiro – em certo sentido. Além disso, os erros do seu passado voltarão para visitá-lo”. 

A expectativa é de que a nova temporada seja lançada somente no final de 2021.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘O Mandaloriano’: Jon Favreau não planejava trazer Luke Skywalker na 2ª temporada

A introdução de Luke Skywalker no desfecho da 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ surpreendeu muitos fãs, pois ninguém imaginava que o Cavaleiro Jedi chegaria para salvar o dia e levar Grogu como aluno de sua academia.

Mas parece que Jon Favreu, criador da série, não estava planejando esse acontecimento na trama, pelo menos no início.

Durante uma entrevista para o WGAW, o cineasta disse que arriscou a ideia enquanto escrevia o roteiro, e foi uma proposta tão imprevisível que ele mesmo achou que não iria funcionar.

“Sabe de uma coisa? A história foi se desenrolou conforme eu escrevia. ‘O Mandaloriano‘ herda muito das histórias existentes do universo de ‘Star Wars‘… Eu sempre levo em consideração os materiais que vieram antes da série, sejam livros, quadrinhos ou filmes. Luke é uma parte essencial desses materiais e eu pensei: ‘Por que não’? Desde que não criasse atritos com o que já havíamos planejado, era uma excelente ideia.”

Ele continuou:

“Eu não sabia se iria funcionar, até que começamos a plantar a ideia no episódio que em Ahsoka fala sobre o Templo Jedi em Tython. A partir daí, era só uma questão de encaixar a coisa toda.”

Felizmente, a ideia foi provada e o público pôde testemunhar o personagem no auge de seus poderes, derrotando facilmente uma horda de Dark Troopers como se fossem feitos de papelão.

E você, o que achou da presença de Luke?

Lembrando que o The Illuminerdi divulgou que fontes ligadas à produção revelaram que o início das gravações da 3ª foi agendado para 05 de abril.

No entanto, foi dito que a estreia do novo ciclo será realmente remanejada para o início de 2022, em vez de dezembro de 2021.

Isso porque a série derivada ‘O Livro de Boba Fett‘ deve chegar ao catálogo da Disney+ nesse período, preparando o terreno para a 3ª temporada de ‘O Mandaloriano’.

Apesar de não haver nada confirmado, o The Illuminerdi já trouxe informações privilegiadas de várias produções, que mais tarde se comprovaram verdadeiras.

Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios da 2ª temporada estão disponíveis na Disney+.

Assista ao trailer:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Anos Incríveis’: Emissora ABC encomenda episódio piloto de remake da clássica série

O reboot da clássica série Anos Incríveis’ está ganhando forma e teve o seu episódio piloto encomendado pela emissora ABC. A informação foi revelada pelo The Hollywood Reporter.

Segundo a publicação, Saladin K. Patterson (‘The Big Banh Theory‘, ‘Frasier‘) assinará o roteiro do piloto, além de assumir a função de produtor executivo, ao lado de Lee Daniels.

Neal Marlens, co-criador da série original, será o consultor do projeto, que ainda vai contar com Fred Savage como produtor executivo e diretor do episódio em questão.

A nova versão vai girar em torno de “uma família negra de classe média do Alabama nos anos 1960, durante o Movimento dos Direitos Civis”. As informações são do The Wrap.

Confira a premissa oficial abaixo:

“Como uma família negra de classe média em Montgomery, Alabama, na turbulenta década de 1960, a mesma época do show original, garantiu que os Anos Incríveis também fizessem parte de sua história”.

Saladin Patterson (Dave) assinou o roteiro do episódio piloto. Outras informações sobre a nova versão não foram reveladas.

Exibida originalmente entre 1988 e 1993, ‘Anos Incríveis’ teve seis temporadas e 115 episódios produzidos. Sua trama acompanhou a transição do adolescente Kevin Arnold para a vida adulta em meio às turbulentas transformações sociais do final dos anos 60 e início dos anos 70.

‘Batman’ ganha novo cartaz, inspirado em clássica HQ da DC

O filme solo do ‘Batman‘ é uma das estreias mais aguardadas da DC e depois de ganhar um belíssimo cartaz desenvolvido pelo pelo quadrinhista Jim Lee, a produção agora ganhou um novo pôster, pelas mãos do talentoso artista Lee Bermejo.

O material foi inspirado nos clássicos quadrinhos Batman: Ano Um, ilustrado por David Mazzycchelli e traz um visual um pouco mais colorido.

Confira:

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

Além de Robert Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Assista ao trailer oficial:

 

Crítica | O Tigre Branco – A versão indiana e menos glamurosa de ‘Podres de Rico’

Quando o filme ‘Podres de Rico’ estreou, em 2018, e levou várias estatuetas na temporada de premiações de 2019, a indústria cinematográfica voltou seus olhos para aquela trama centrada em Cingapura, com um elenco todo composto de descendentes de asiáticos e uma história de pessoas super ricas que viviam uma vida de luxo fora dos Estados Unidos. Porém, o filme de Jon M. Chu é uma comédia romântica, cujo enredo coloca os personagens já ricos e maravilhosos. Mas… você já se perguntou como eles chegaram nesse patamar de fortuna? É nessa pegada que estreia na Netflix o filme ‘O Tigre Branco’.

Conhecemos Balram (Adarsh Gourav) já rico, empresário influente da cidade de Bangalore, e através de sua narrativa vamos sabendo de sua trajetória, de como ele deixou de ser um meninote pobre do interior de uma cidadezinha na Índia para se tornar o motorista de confiança de Ashok (Rajkummar Rao), herdeiro de um homem poderoso e perigoso. Como tudo isso aconteceu é que é o grande mistério de ‘O Tigre Branco’, que fisga o espectador já na primeira cena.

Baseado no livro homônimo de Avarind Adiga, ‘ O Tigre Branco’ é uma intensa produção. As locações, as caracterizações, a maquiagem, os cenários: tudo que vemos exprime dedicação da parte técnica em fazer aquilo acontecer – por exemplo, se você acha que é difícil gravar uma cena de perseguição em Los Angeles, imagina gravar na Índia, e ter que pedir para fechar uma rua para gravar, quando sabemos que o trânsito daquele país é um dos mais caóticos do mundo?! Pois é, e essa é a primeiríssima cena do longa, que abre o filme mostrando o grau de dificuldade que a parte técnica da produção deve ter encarado para realizar tudo.

O filme é ótimo, porém, seu ponto forte é também o seu ponto fraco. Com o argumento de mostrar a verdadeira história de como um sujeito pobre enriquece, o roteiro de Ramin Bahrani não mede esforços em mostrar o lado feio de seus personagens, nem de esconder que as únicas formas de se enriquecer na Índia são através do crime ou da política – como repete várias vezes Balram. Esse aspecto acaba deixando um gosto amargo para o espectador, que engaja facilmente com o protagonista no início e, aos poucos, vai vendo que a vida não é tão bela assim. Isso ocorre porque o espectador foi criado para curtir finais felizes e contos de fadas, mas a vida real não é bem assim.

O Tigre Branco’ tem uma edição ágil, uma trilha sonora dançante e ótimas interpretações – com destaque para Priyanka Chopra Jonas. Faz um retrato das dificuldades de se mudar de casta na Índia e, como o próprio filme diz, um tigre branco é um animal raro, que só nasce um a cada geração. Tal como seu companheiro ‘Podres de Rico’ (cuja versão brasileira omitiu a palavra “asiáticos” do título), demonstra que o futuro é asiático, e a Ásia é muito mais que apenas China ou Japão.

‘9-1-1: Lone Star’: Mena Massoud, do live-action de ‘Aladdin’, participará da 2ª temporada

O ator Mena Massoud (‘Aladdin‘) irá participar da 2ª temporada da série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘. Ele interpretará Salim, uma antiga paixão da personagem Marjan (Natacha Karam).

“Ele é alguém do passado da Marjan… e talvez um pouco do presente dela,” afirma o showrunner Tim Minear. “Ele é divertido, sexy e a chegada dele nos mostrará um pouco mais sobre quem a Marjan é.”

O TVLine divulgou a primeira imagem do ator na série. Confira:

O episódio com a participação do ator irá estrear no dia 8 de fevereiro.

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Gina Torres, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.

‘A Casa da Raven’: 4ª temporada será a ÚLTIMA da série derivada

Através do seu Instagram, a figurinista Nancy Butts Martin confirmou que a 4ª temporada da comédia ‘A Casa da Raven‘ será a última da série.

“Vocês começaram em ‘As Visões da Raven’ e agora estamos finalizando ‘A Casa da Raven’. Agradeço por me permitirem fazer parte desse mundo mágico por todos esses anos,” ela declarou. Quando perguntada por um fã se a série havia sido cancelada, Martin afirmou: “Nós acabamos de terminar as filmagens e esse será o fim.”

Os episódios finais da 4ª temporada ainda não têm previsão de estreia.

Criada por Jed Elinoff e Scott Thomas, a série é um spin-off de ‘As Visões da Raven‘.

Raven Baxter é uma mãe solteira que luta para criar seus dois filhos, Booker, que herda seu dom de ver o futuro, e Nia, a irmã gêmea. Com ajuda de sua melhor amiga Chelsea, Raven usa seus poderes para ser uma boa mãe e manter a família unida.

Raven-Symoné e Anneliese van der Pol retornam como Raven e Chelsea, respectivamente. O elenco ainda conta com Issac Ryan Brown, Navia Ziraili Robinson, Jason Maybaum e Sky Katz.

SOPHIE, aclamada cantora, produtora e DJ escocesa, morre aos 34 anos

SOPHIE, música escocesa indicada ao Grammy e conhecida por suas influências eletrônicas que a colocaram como uma das pioneiras da música contemporânea, morreu hoje (30) aos 34 anos.

O agente da artista confirmou ao The Guardian que ela morreu nesta última madrugada em sua casa em Atenas, “em virtude de um acidente inesperado. Agora, respeito e privacidade para a família é nossa prioridade. Nós também pedimos respeito por sua fanbase, e tratar a natureza privativa das notícias com sensibilidade”.

A declaração também diz que a produtora foi “pioneira de um novo som, uma das artistas mais influentes da década passada. Não apenas por sua produção genial e criatividade, mas também pela mensagem e pela visibilidade que conquistou. Um ícone de libertação”.

Sophie Xeox nasceu na cidade de Glasgow, na Escócia, e lançou seu single de estreia “Nothing More to Say” em 2013. Sophie conquistou um novo público com um recente lançamento, “Bipp”.

A cantora e compositora lançou seu álbum de estreia com o aclamado ‘Oil of Every Pearl’s Un-Insides’, indicado ao Grammy de Melhor Álbum Dance/Eletrônico. Ela também co-escreveu a música “Bitch I’m Madonna para a obra ‘Rebel Heart’, além de ter colaborado com nomes como Vince StaplesLet’s Eat GrandmaCharli XCXKim Petras.

SOPHIE também era trans e discutia sobre identidade de gênero constantement em suas aparições. “Transsexualidade é ter o controle de trazer seu corpo em sintonia com sua alma e seu espírito, para que os dois não lutem um com o outro… Significa que você não é uma mãe ou um pai – mas sim um indivíduo que olha para o mundo e sente o mundo”, ela disse em uma de suas entrevistas.

Dica do fim de semana | Filmes para assistir antes da final da Libertadores

Hoje é dia de final do torneio de futebol mais importante da América do Sul e um dos mais importantes do mundo: a Copa Libertadores da América. E dessa vez a finalíssima ganha um toque ainda maior de emoção por ser no lendário Maracanã e envolver dois rivais brasileiros do mesmo estado. Marcado para começar às 17h, o embate entre Palmeiras e Santos pegou muita gente de surpresa, já que havia outros times considerados favoritos pela imprensa especializada e até mesmo pelos torcedores. Enquanto a final não chega, cabe aos torcedores das duas equipes e aos fãs de futebol aguardar. Sabemos como um jogo importante assim pode nos deixar nervoso, com a sensação de que o tempo não passa de maneira alguma. Por isso, selecionei cinco filmes que os torcedores das duas equipes podem assistir para tentar acalmar os ânimos ou para ficar ainda mais pilhado. Confira!

Divulgação/ Conmebol.


Maracanã – Templo das Emoções

O palco da final de hoje já foi o maior estádio do mundo, presenciou duas Copas do Mundo, Olimpíadas, Copa América, Rock In Rio e mais praticamente todo tipo de competição ou evento que você possa imaginar. Em Maracanã – Templo das Emoções, acompanhamos a história do estádio desde o início de sua construção, em 1948, passando pelos jogos históricos, shows, missas… Até chegar ao período da reforma para a Copa do Mundo de 2014. Repleto de depoimentos incríveis e preciosos, esse filme é uma boa pedida para ficar por dentro da rica história do estádio que atrairá os olhares do mundo inteiro em algumas horas.


Primeiro Tempo

Vamos começar agora as dicas específicas para torcedores de cada um dos finalistas. Começando pelo Palmeiras, que teve a melhor campanha geral no torneio, depois vamos intercalando. A primeira indicação é esse documentário que foi lançado há 10 anos e conta a história do antigo Palestra Itália desde sua fundação até o dia da despedida, em 2010. Dirigido por Roberto Zagallo, o documentário conta com depoimentos de craques, funcionários, torcedores e até mesmo de moradores do entorno, que foram diretamente afetados pelo estádio antes de sua demolição. A melhor parte é que ele está disponível no catálogo básico do Amazon Prime Video.

Santos de Todos os Gols

Biografias de ícones famosos são muito comuns de serem adaptadas para o cinema. Praticamente todo ano tem uma nova sendo lançada. Agora, biografia de um clube de futebol? Isso é pra poucos. Com direção de Lima Chamie, Santos de Todos os Gols estreou em 2019 com a missão de contar a história do Santos Futebol Clube, a equipe que mais marcou gols na história do futebol. É uma baita recomendação para o torcedor santista que queira relembrar ou até mesmo descobrir a história da instituição que apoia.


Segundo Tempo

Vencedor do prêmio CineFoot de 2017, Segundo Tempo é um documentário que dá sequência a nossa primeira indicação para os torcedores palmeirenses. Mais uma vez dirigido por Rogério Zagallo, o filme agora conta a história da construção do Allianz Parque, a moderna arena do Palmeiras e como ela influenciou diretamente na fase vitoriosa que o alviverde paulista vem vivendo nos últimos anos. Eles passam pela construção da arena e chegam a momentos de muita comemoração com torcedores, ídolos e funcionários do clube.

Pelé – Eterno

Esse documentário é famosíssimo ao redor do mundo por reunir em uma única película praticamente toda a carreira do maior jogador de todos os tempos: Edson Arantes do Nascimento, o Pelé. O filme conta com riqueza de detalhes a trajetória esportivo do Atleta do Século e traz imagens raríssimas de jogos e atuações do gênio da bola com a camisa santista. Em dia de final, nada melhor para o torcedor do que assistir a Pelé, Pepe, Coutinho e companhia destruindo o Boca Juniors em plena Bombonera, não é mesmo?

E você? Para quem vai torcer na finalíssima? Diga nos comentários!