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‘Pantera Negra 2’: Kevin Feige explica como o filme pode acontecer sem Chadwick Boseman

O legado do astro Chadwick Boseman será preservado na aguardada sequência ‘Pantera Negra 2‘, com o seu personagem não sendo re-escalado.

O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou que nunca haverá outro ator interpretando T’Challa dentro do Universo Cinematográfico Marvel.

Segundo ele, o cineasta Ryan Coogler e a Marvel Studios estão avançando a todo vapor com a franquia e vão explorar o restante de Wakanda, o país fictício da Marvel ao qual fomos apresentados pela primeira vez na grande franquia da Marvel.

“Grande parte dos quadrinhos e do primeiro filme é o mundo de Wakanda. Wakanda é um lugar para explorar mais com personagens e diferentes subculturas. Este sempre foi e inicialmente o foco principal da próxima história.”, afirmou.

Ele acrescentou:

“Não vamos ter um Chadwick em CGI e não vamos reformular T’Challa. Ryan Coogler está trabalhando muito duro agora no roteiro com todo o respeito, amor e gênio que ele tem, o que nos dá grande consolo, por isso sempre se tratou de promover a mitologia e a inspiração de Wakanda. Há também a tarefa de honrar e respeitar os aprendizados e ensinamentos contínuos do Chade.”, concluiu.

As câmeras começam a rodar em junho de 2021, com a possibilidade de novos acordos contratuais entre os atores.

Os ajustes nos salários, caso sejam devidamente formalizados, ainda contemplarão uma compensação extra ao elenco e aos membros do alto escalão da equipe técnica (como diretor, roteirista e produtores), caso o filme venha a ser lançado na plataforma Disney+.

A Marvel confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ (Black Panther 2) estreia em 8 de julho de 2022.

O longa está sendo escrito e dirigido por Ryan Coogler. O filme irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, irá interpretar o vilão.

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

‘The Umbrella Academy’ ganha nova coleção em Funko POP; Confira!

A popular série original da Netflix, ‘The Umbrella Academy‘, ganhou uma nova coleção em Funko POP, inspirada na narrativa da segunda temporada da produção.

Os novos colecionáveis trazem um visual bem diferente para cada personagem, destacando ainda o figurino mais recente usado por eles ao longo da última leva de episódios lançados.

Além disso, o boneco inspirado na poderosa Vanya (vivida pelo ator Elliot Page) ganhou uma versão que brilha no escuro.

Os cabeçudinhos foram lançados durante a Funko Fair 2021.

Confira as imagens:

As filmagens do novo ciclo estão programadas para começar em fevereiro.

No passado, o showrunner Steve Blackman revelou ao The Wrap que já possui planos grandiosos para o possível futuro da produção.

Ele compartilhou suas ideias para a jornada dos irmãos Hargreeves, afirmando que a nova linha temporal promete mudar tudo na vida dos personagens:

“Eles são terríveis para o mundo, porque são uma família muito disfuncional. Essa galera não consegue acertar, tanto em seus relacionamentos uns com os outros, assim como sendo super heróis. Mas acho que eles estão melhorando um pouco e esperamos que, se tivermos sorte de conquistar uma 3ª temporada, eles melhorem um pouquinho mais”.

Até lá, assista nossa crítica da 2ª temporada:

Criada por Jeremy Slater (‘The Exorcist‘), a série é baseada nos quadrinhos criados por Gerard Way e pelo brasileiro Gabriel Bá.

A trama acompanha uma família disfuncional de super-heróis que  se reúne para solucionar o mistério da morte de seu pai, uma ameaça de apocalipse e muito mais.

O elenco inclui Ellen PageRobert SheehanTom HopperDavid CastañedaAidan Gallagher, Emmy Raver-LampmanMary J. BligeCameron Britton.

‘Faça a Coisa Certa’: Aclamado drama racial de Spike Lee ganhará versão em 4K

Faça a Coisa Certa‘ não apenas venceu o teste do tempo, como também se transformou em um dos filmes mais icônicos da história recente dos cinemas.

E o aclamado longa dirigido por Spike Lee e lançado em 1989 vai finalmente ganhar uma restauração em 4K em 2021. O anúncio foi feito pela Universal Pictures, que ainda revelou que a produção vai ganhar uma série de conteúdos extras inéditos em seu formato home video.

O lançamento em 4K virá em um combo com o Blu-ray e um código de download digital. A nova versão virá com mais de quatro horas de material extra, incluindo cenas deletadas e estendidas, uma nova introdução feita pelo próprio diretor, além de um documentário sobre os bastidores da produção.

Além de dirigir e roteirizar o longa, Spike Lee estrela a produção ao lado de Samuel L. Jackson, Danny Aiello, Bill Nunn, John Turturro e Rosie Perez.

Confira o trailer do longa:

Confira a lista de atrações presentes no vindouro combo:

  • Nova introdução do diretor Spike Lee
  • FAÇA A COISA CERTA: 20 anos depois – Documentário retrospectivo com o elenco e equipe técnica
  • Cenas Excluídas e Estendidas – Onze cenas cortadas da versão final do filme
  • Nos bastidores – Vídeo pessoal de Spike Lee direto do set do filme
  • Making of de Faça a Coisa Certa – Documentário aprofundado sobre o making of do filme
  • Editor Barry Brown – Entrevista com o editor de Faça a Coisa Certa
  • The Riot Sequence – Galeria de storyboards da sequência da rebelião
  • CANNES, 1989 – Acompanhe a exibição triunfante do filme no prestigioso Cannes Film Festival, enquanto Faça a Coisa Certa energiza e surpreende o público com sua mensagem ousada.
  • Trailers – trailer teatral original e comerciais de TV
  • A edição do 20º aniversário apresenta comentários com o diretor Spike Lee
  • Comentários do diretor Spike Lee, do diretor de fotografia Ernest Dickerson, do desenhista de produção Wynn Thomas e da atriz Joie Lee

O relançamento de ‘Faça a Coisa Certa‘ acontece no dia 02 de fevereiro nos Estados Unidos.

É JULHO! Paramount revela que não vai adiar e nem lançar ‘Top Gun: Maverick’ no streaming

Em virtude do agravamento da pandemia do Coronavírus, a Paramount Pictures chegou a vender alguns dos seus títulos originalmente programados para o cinema para grandes plataformas de streaming.

Os 7 de Chicago‘ e ‘Um Crime Para Dois‘ foram adquiridos pela Netflix, enquanto ‘Um Príncipe em Nova York 2‘ e ‘The Tomorrow War‘ foram comprados pela Amazon Prime Video. Já ‘The United States vs. Billie Holiday‘ foi vendido para a plataforma que pertence à Disney, Hulu.

Porém, com ‘Top Gun: Maverick‘ a história é diferente.

O presidente de distribuição da Paramount, Chris Aronson, revelou ao Hollywood Reporter que o estúdio não cogita adiar o lançamento nos cinemas, e nem lançar o filme direto no Paramount+, desmentindo os rumores.

O estúdio acredita que a pandemia de coronavírus acabará no verão norte-americano, após a vacinação.

Aronson afirmou que se o novo governo dos EUA conseguir cumprir suas promessas sobre a distribuição da vacina, ele acredita que cinemas suficientes estarão abertos até 2 de julho para evitar atrasos.

“Não temos planos de mudar nosso lançamento nos cinemas de Top Gun 2. Acho que os próximos dois meses são críticos, e acreditamos que a nova administração pode implementar um plano de vacinação robusto. Se os 100 milhões de vacinas de Biden em 100 dias funcionarem, acho que estaremos em boa forma.”, afirmou.

Vale lembrar que a Netflix e o Hulu fizeram ofertas generosas à Paramount Pictures para adquirir o filme. Detalhes das negociações não foram revelados, mas a publicação indicou que o estúdio rejeitou as proposta, em virtude da “força das perspectivas de bilheteria do filme”.

A sequência ainda está agendada para chegar aos cinemas em 9 de julho de 2021 no Brasil. Nos EUA, a estreia acontece uma semana antes, no dia 2 de Julho.

Top Gun: Maverick‘ custou mais de US$ 150 milhões para ser produzido.

Depois de mais de 30 anos servindo a marinha como um dos maiores pilotos de caça, Pete “Maverick” Mitchell (Tom Cruise) continua na ativa, se recusando a subir de patente e deixar de fazer o que mais gosta, que é voar. Enquanto ele treina um grupo de pilotos em formação para uma missão especial que nenhum “Top Gun” em vida jamais participou, ele encontra Bradley Bradshaw (Miles Teller), que tem o apelido de “Rooster”, o filho do falecido amigo de Maverick, o oficial Nick Bradshaw (Anthony Edwards), conhecido como “Goose”.

Enfrentando um futuro incerto e lidando com fantasmas de seu passado, Maverick confronta seus medos mais profundos em uma missão que exige sacrifícios extremos daqueles que serão escolhidos para executá-la.

Dirigido por Joseph Kosinski e com roteiro de Christoipher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm, e Ed Harris


‘WandaVision’ terá cena pós-créditos? Showrunner responde!

As cenas pós-créditos já se tornaram uma tradição nos filmes do MCU por apresentarem um pouco sobre o futuro desse universo desde ‘Homem de Ferro‘ (2008).

Mas será que essa tradição também será levada para as produções da Marvel na TV, como ‘WandaVision‘?

Parece que a showrunner Jac Schaeffer já foi questionada com a mesma pergunta várias vezes e está fazendo de tudo para evitá-la.

Durante uma entrevista para o Entertainment Tonight, a cineasta tocou no assunto e tomou bastante cuidado para não entregar nada.

“Nós analisamos ‘WandaVision‘ de muitas maneiras diferentes, mas essa é uma pergunta complicada e estou tendo problemas para evitá-la desde antes do lançamento da série”, explicou Schaeffer, sorrindo.

Ela continuou:

“Eu diria que em qualquer propriedade da Marvel, você deve assistir a coisa por completo, não importa o que aconteça. Você deve ficar na poltrona até o fim. É só o que eu posso dizer.”

Depois dessa declaração, é meio óbvio que a série vai cumprir a tradição, principalmente porque a trama terá ligação com os eventos de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘.

E aí, quais são suas expectativas para a Fase 04 do MCU?

Lembrando que o próximo episódio de ‘WandaVision‘ será lançado no dia 29 de janeiro, na Disney+..

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (a Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (o agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpretará a versão adulta da Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Ator de ‘The Walking Dead’ estrelará novo filme sobre o Drácula, com diretor de ‘A Autópsia’

De acordo com o Deadline, Corey Hawkins (‘The Walking Dead‘) vai estrelar o terror ‘The Last Voyage of the Demeter‘, que trará o icônico Drácula como antagonista.

O longa será dirigido por André Øvredal, diretor de ‘A Autópsia‘ e ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘.

Zak Olkewicz (‘Bullet Train‘) é responsável pela versão mais recente do roteiro.

Demeter é o nome do navio que transportava o Drácula da Transilvânia para Londres no livro de Bram Stoker.

O roteiro originalmente foi escrito em 2002, por Bragi Schut (‘Caça às Bruxas‘), e já está sendo desenvolvido há anos – com o envolvimento de diversos diretores com o passar do tempo.

A trama gira em torno da viagem do navio que está transportando o Drácula, na qual a tripulação começa a ser brutalmente assassinada.

A Amblin Partners está desenvolvendo a produção.

Novas informações devem sair em breve.

‘Doutor Estranho 2’: ‘Multiverso da Loucura’ é o MELHOR título que já pensamos até hoje, diz Kevin Feige

O presidente e produtor da Marvel StudiosKevin Feige, se abriu nos últimos dias para falar um pouco do aguardado Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ e revelou que o longa-metragem não será exatamente um filme de terror.

A sequência do filme de 2016 fará parte da Fase 4 do Universo Cinemático Marvel e será inspirada nos quadrinhos que “mergulharam no gótico, no horror e no horrendo”, segundo o diretor Scott Derrickson.

Em uma recente aparição à New York Filme Academy, Feige deixou claro que a produção trará sequências assustadoras similares a filmes dirigidos ou produzidos pelo lendário Steven Spielberg:

‘Multiverso da Loucura’ é o melhor título que já pensamos até hoje, inclusive, o que já nos deixa animados. Mas não necessariamente diria que é um filme de terror… Será um grande filme do MCU com sequências de terror”.

Confira abaixo o que podemos esperar da continuação:

MULTIVERSO

O Multiverso é um conceito bastante utilizado nos quadrinhos que permite que várias versões dos personagens Marvel existam e vivam suas próprias histórias. São várias realidades coexistindo na linha tênue do universo. A Marvel pregou uma peça no público dizendo que o Mystério (Jake Gyllenhaal) seria um personagem de outra dimensão [SPOILER], mas vimos que não passava de mais uma de suas ilusões [SPOILER]. Fato é que o tal do Multiverso já vem sendo comentado desde a Fase 2, quando a lousa do Doutor Erik Selvig (Stellan Skarsgård) mostrou diversos easter eggs, como o Multiverso, a Convergência e o Universo 616, em Thor: O Mundo Sombrio (2013). O próprio Reino Quântico, de praticamente todos os filmes envolvendo o Homem-Formiga, parece estar inserido no conceito de Multiverso. Por fim, o próprio Doutor Estranho já se envolveu nesse conceito em seu filme de origem. Era apenas questão de tempo para que virasse tema de um filme.

MAGO SUPREMO

Com a morte da Anciã, o Doutor Estranho se tornou o Mago Supremo. Grande líder da Ordem dos Magos e guardião da nossa realidade contra ameaças interdimensionais. Mas ele já ostentou esse título em 2016. De lá pra cá são 3 anos, nos quais o vimos somente como um personagem de apoio nos filmes dos Vingadores. Seu filme 2 é a chance que temos para vê-lo em seu potencial máximo, com foco em suas novas habilidades mágicas e poderes especiais.

Se já foi legal vê-lo se multiplicar ou arremessar Thanos contra a Dimensão Espelhada, imagine o que ele poderá fazer em realidades nas quais o tempo e o espaço funcionam de maneira diferente. É de um potencial visual gigantesco. Pensar nas possibilidades e imaginar quais feitiços ele usará fazem parte da diversão pré-filme.

Além disso, a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estará no filme. Ou seja, é bem provável que ele sirva de mentor para a bruxinha favorita dos Marvetes. É uma função coerente com a relevância do personagem, mas que ainda não foi vista nos cinemas.

FEITICEIRA ESCARLATE

Viemos acompanhando o desenvolvimento da Wanda desde Os Vingadores: A Era de Ultron (2015). Ela evoluiu não apenas como pessoa, como também viu seus poderes aumentarem  exponencialmente com o passar dos anos. Não à toa ela quase estraçalhou Thanos (Josh Brolin) em Ultimato. De “esquisitona” para Manipuladora de Joias do Infinito, a Feiticeira Escarlate está cada vez mais perto de seu potencial das HQs, aonde ela é capaz de controlar a probabilidade dos eventos. E com a série WandaVision vai influenciar diretamente nos rumos desse filme, é de se esperar que ela/ seus poderes sejam parte fundamental da trama. Arrisco a dizer que possamos até mesmo chegar a ter nosso primeiro contato com os Mutantes nesse filme.

PESADELO

Inicialmente planejado para ser o vilão do primeiro filme do Doutor Estranho, o Pesadelo é um demônio interdimensional que tem sua força oriunda dos medos das mentes humanas instigados durante o sono.

Líder da chamada Dimensão dos Sonhos, o Pesadelo não possui gênero definido, mas costuma tomar a forma de um homem vestido de verde e com aparência mais velha. Ele se alimenta da energia que as pessoas liberam ao sentir medo enquanto dormem. Seus poderes dependem dessa energia, por isso ele já se envolveu em diversos embates contra o Doutor Estranho.

Extremamente poderoso, ele prefere atacar pessoas com problemas psicológicos ou traumas no passado, porque são mais “fáceis” de sugar medo e dor. Inclusive, diferentemente da maioria dos vilões, os poderes desse Demônio não afetam diretamente o corpo físico do rival. O pesadelo tem a habilidade de transportar o Corpo Astral – aquele que a Anciã (Tilda Swinton) tanto mexeu em suas aparições no MCU – para a Dimensão dos Sonhos, onde ele faz a mente da pessoa vivenciar seus maiores medos e traumas, podendo deixá-la louca. Como o medo é algo inerente ao ser humano, o Pesadelo é virtualmente imortal.

Nos quadrinhos, ele foi o primeiro vilão que o Doutor Estranho enfrentou. Nos cinemas, a atriz Eva Green está sendo cotada para dar vida ao demônio.

TERROR

A Marvel busca fazer filmes de vários gêneros distintos estrelados por personagens superpoderosos. Já teve filme de assalto a banco, filme de guerra, de humor, space opera, comédia romântica, adolescente e agora… terror. Bem, ao menos é isso que o CEO Kevin Feige disse na San Diego Comic Con. Vale lembrar que o primeiro Doutor Estranho (2016) já tinha essa proposta de ser puxado pro terror. Só que agora, com o sucesso estrondoso de praticamente todas as franquias, é capaz de ousarem e fazerem mesmo o primeiro filme 100% de terror da Marvel.

E convenhamos que é o projeto perfeito para isso. As viagens interdimensionais na loucura do Multiverso têm tudo para proporcionarem cenas assustadoras. Além disso, o grande vilão da sequência tem como principal característica alucinar suas vítimas com pesadelos aterrorizantes e infindáveis. Fora que o diretor, Scott Derrickson, fez seu nome no gênero dos exorcismos e espíritos malignos. É uma baita oportunidade de dar uns sustos no público.

Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ estreia em 24 de Março de 2022

‘Pantera Negra 2’: Michael B. Jordan quer retornar como Erik Killmonger; Saiba como!

A Marvel e a Disney estão reavaliando o que farão com ‘Pantera Negra 2após a prematura morte do astro Chadwick Boseman.

Além de pensar em dar o protagonismo para a Shuri e não substituir o ator como o personagem, como uma forma de homenagem e respeito, existe outra ideia rondando os estúdios.

Segundo rumores, o longa poderá trazer Michael B. Jordan, reprisando o personagem Erik Killmonger!

E, se depender do ator, ele está dentro. Jordan falou com a PEOPLE sobre um retorno potencial e também expressou profundo respeito por Boseman.

“Eu tive um ano muito difícil perdendo alguém [Boseman] próximo a mim. E o que isso significa para aquela franquia é que foi devastador. Mas estar naquele mundo em um personagem que eu amei interpretar, e trabalhar com o diretor Ryan Coogler é maravilhoso. É como uma família. Nós criamos uma família ali. Portanto, ser capaz de estar naquele mundo novamente é algo que, eu acho, sempre estará na mesa de alguma forma.”, afirmou o ator.

De acordo com informações do jornalista Roger Wardell, o personagem de Jordan não ressuscitará, mas existirá no ‘plano espiritual’ de Wakanda.

Wardell também sugere que o filme será carregado de temáticas políticas e aponta a presença da Rainha da Justiça Divina, uma princesa criada em segredo na América por um dos guerreiros de T’Challa.

Esta não é a primeira vez que o retorno de Killmonger é mencionado. Em janeiro, Angela Bassett e seu marido, Courtney B. Vance, participaram do SAG Awards e durante uma entrevista para o ET online, Bassett foi questionada sobre o retorno do personagem, respondendo:

“Tecnicamente, não o vimos entrar no oceano.”

No primeiro filme, T’Challa se comunicava com seu falecido pai através de uma visita ritual ao Plano Ancestral, essa deve ser uma ótima maneira de incluir Jordan na trama, caso Killmonger tenha realmente morrido.

‘Batman’: Produção deve ser encerrada após longos 14 meses; Robert Pattinson “está cansado”!

Batman‘ já sofreu vários contratempos durante sua produção devido ao coronavírus, fazendo com que as filmagens fossem pausadas diversas vezes.

Agora, a Warner Bros. espera finalmente concluir as filmagens até março, no Reino Unido, se nenhuma outra crise interromper a produção novamente.

Se o estúdio conseguir finalizar até lá, o filme teve longos 14 meses de produção – um período bem acima para um filme desse porte. As informações foram reveladas pelo Screen Daily.

Além disso, foi revelado recentemente que o astro Robert Pattinson não está gostando de dar vida ao personagem e está achando extremamente “cansativo” trabalhar com o diretor Matt Reeves.

O relatório diz que Pattinson está fazendo mais de 50 tomadas de uma mesma cena, e devido ao uniforme volumoso e quente do Batman, está deixando ele e a equipe exaustos.

“Filmar foi um processo exaustivo, especialmente para Robert, já que Matt é um perfeccionista. Ele insiste em fazer cenas repetidamente e fica atolado nos mínimos detalhes. Às vezes é como se ele não soubesse quando parar”, disse a fonte.

Eles também acrescentaram que, embora Reeves tenha feito outros filmes de grande orçamento (como a trilogia ‘Planeta dos Macacos‘), ele não fez um na mesma escala e, portanto, a pressão continua.

“Matt fez blockbusters antes, mas este é outro nível. Batman é indiscutivelmente o super-herói mais popular de todos e quando o filme for lançado, será o primeiro filme solo do Cavaleiro das Trevas em dez anos. A Warner Bros. não pode permitir que a base de fãs fique desapontada e tenha investido US$ 90 milhões no filme. Ninguém está negando que esta é uma produção de alto risco e que Matt está sentindo a pressão para acertar”, concluiu. 

Lembrando que a estreia de ‘The Batman‘ está agendada para 04 de março de 2022.

Além de Robert Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Assista ao trailer oficial:

 

Com Reboots e Remakes, a crise de criatividade de Hollywood chegou ao fundo do poço?

Há muito tempo o cinema deixou de ser apenas uma expressão cultural e artística para se transformar em um mercado extremamente rentável. E como em todo empreendimento que envolva dinheiro, quase sempre é preciso haver lucro para que um filme seja considerado bem sucedido. Além de arrecadarem nas bilheterias, alguns filmes (principalmente as grandes franquias) ainda geram um mercado paralelo de produtos licenciados. Claro que isso não existiria se não houvesse uma grande demanda tanto para se comprar ingressos como para adquirir os produtos derivados. Mas até que ponto essa exploração afeta e corrompe a magia do cinema?

A necessidade de um filme dar lucro ou pelo menos equiparar seus custos é completamente compreensível e seria muita inocência criticar isso, pois temos muitas pessoas envolvidas em sua produção e é preciso cobrir os gastos com material e pessoal. Em produções pequenas e independentes, esta necessidade é muito menor devido ao pequeno investimento. Mas quando falamos em super produções hollywoodianas, os chamados “blockbusters”, com orçamentos que ultrapassam as centenas de milhões de dólares, esta obrigação de lucro gera muito mais pressão sobre os envolvidos e, muitas vezes, faz com que a qualidade final de um filme deixe de ser a principal prioridade.

Como resultado, ainda que um filme seja ruim, se o lucro for alto podemos ter inúmeras continuações que irão sugar todos os centavos possíveis de determinada franquia, como no caso de ‘Transformers‘. Junte isso à falta de criatividade e temos uma receita para o desastre na forma de uma enxurrada de “reboots” e “remakes” que visam apenas capitalizar em algo estabelecido.

São vários os exemplos de projetos que foram cancelados ou totalmente prejudicados pela interferência de executivos que focam apenas no retorno financeiro. Apenas os diretores já renomados e com bom histórico, como por exemplo Christopher Nolan, Steven Spielberg ou James Cameron, conseguem se impor e receber “cheques em branco” para dar vida às suas visões sem tantas interferências dos produtores e dos estúdios. Ainda assim, a pressão sobre eles é sempre imensa e, enquanto o retorno financeiro não se concretiza, precisam gerenciar os ânimos dos investidores por meios de trailers ou de colaboração com produtos licenciados.

Este mercado de produtos derivados é algo que movimenta bilhões e, para algumas franquias, gera muito mais dinheiro do que os próprios filmes, como é o caso de Star Wars. Mas, quando chegamos ao absurdo de vermos as prateleiras sendo recheadas com o lançamento de brinquedos e outros derivados antes mesmo de um filme estrear, como foi feito com o ‘A Ascensão Skywalker‘, é um sinal de que as coisas estão realmente invertidas. Além de trailers e diversos outras formas de spoilers, agora também temos de nos preocupar com brinquedos que mostram coisas ainda nem reveladas pelo diretor.

Por outro lado, continuamos tendo a chance de apreciar pequenas produções independentes e que estão livres dessas amarras. Não é à toa que, em vários gêneros, aqueles filmes que mais conseguem nos surpreender e oxigenar a criatividade da sétima arte são estes projetos menores. Seja para revelar novos atores talentosos, diretores visionários ou roteiristas criativos, estes filmes renovam a magia do cinema provando que não é preciso um grande investimento para criar um bom filme capaz de entreter e emocionar multidões por vários anos ou até mesmo décadas. Basta uma boa ideia e pessoas dedicadas e talentosas para trazê-la à vida da maneira adequada e com a motivação correta. Se isso for respeitado, o sucesso e, consequentemente, o lucro, serão resultados naturais de um bom filme, independentemente do tamanho do seu orçamento.

E você, o que acha desse equilíbrio entre a qualidade de um filme e a necessidade dele ser rentável? Compartilhe nos comentários!

Saiba quais atores estrelaram mais filmes ruins em Hollywood

O site de pesquisa Vox se baseou nas críticas do conceituado Metacritic para descobrir quem são os astros que estrelaram mais filmes ruins em Hollywood.

Levantando os dados de todas as críticas do filme de cada ator e atriz, a pesquisa conseguiu descobrir qual era a opinião dos críticos sobre determinado ator ou atriz.

Rob Schneider, de ‘Gigolô por Acidente‘, foi eleito o astro que estrelou mais filmes ruins da história. Ele tem 61% de críticas negativas e 31% de críticas mistas. Adam Sandler surge logo em seguida, na segunda posição.

Já no time das atrizes, a pior é Jennifer Love Hewitt (‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’), com 70% de críticas negativas e 30% de críticas mistas.

Confira a lista:

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‘Napoleão’ de Stanley Kubrick | O Maior Filme Jamais Feito

Uma das produções mais lendárias de Hollywood que jamais viu a luz do dia

Recentemente foi anunciado que o atual detentor do Oscar de melhor ator, Joaquin Phoenix, se unirá ao elenco de Kitbag; vindouro drama de época dirigido por Ridley Scott sobre o histórico monarca francês Napoleão Bonaparte. O roteiro, assinado por David Scarpa, promete ser um verdadeiro épico sobre a ascensão de Napoleão; partindo de um início discreto até o ápice de seu poder ao se auto coroar regente. Outro fator importante para o filme promete ser a personagem de sua esposa, Josefina de Beauharnais, e como seu relacionamento volátil moldou o protagonista.

No entanto, a tentativa de Scott em retratar Napoleão nos cinemas não é a primeira; houveram duas outras. Ou quase isso. A primeira foi em 1927 quando o cineasta francês, Abel Gance, lançou a primeira parte do que seria uma hexalogia sobre o imperador. O objetivo era mostrar a jornada de toda a sua vida, começando com o primeiro filme focando em sua fase como estudante, seu papel como Capitão de artilharia no cerco à Toulon em 1793 e na campanha na Itália durante a Guerra da Primeira Coligação; isso é visível no apuro estético do filme e do uso de técnicas inéditas de filmagem, como câmera de mão e closes demorados.

Infelizmente o sonho de Gance jamais se realizou. A produção do primeiro filme assumiu um custo inevitavelmente alto demais para a época, além de ter pego o início da febre dos filmes falados. Isso foi especialmente difícil pois a obra foi originalmente lançada como um filme mudo e a rápida aceitação do público à nova tecnologia empurrou mais e mais Napoleão para a obscuridade. Mesmo com o diretor lançado novas versões diferentes do longa no decorrer de anos seguintes, isso não foi o suficiente para dar novo fôlego à saga.

Adversidades econômicas e técnicas impediram Gance de continuar sua visão sobre Napoleão

A segunda tentativa foi em 1969, ou assim teria sido. O diretor Stanley Kubrick estava no topo da indústria durante esse período; com sucessos históricos e amplamente aceitos por público e crítica como 2001- Uma Odisseia no Espaço, Dr. Fantástico, Spartacus e Lolita ele havia conquistado um posto bem específico em Hollywood onde qualquer projeto vindo dele seria aceito por qualquer estúdio ou, no mínimo, avaliado com bastante atenção.

Vindo da sua bem sucedida empreitada no campo da ficção científica, Kubrick começou a elaborar um novo projeto com foco no antigo comandante e imperador francês. Sua justificativa sobre o seu próximo protagonista, conforme escrito por Nicholas Barber no artigo Was Napoleon the greatest film never made?, foi “um desses homens raros que movem a história e moldam o destino de seu tempo e das gerações futuras”.

Logo no princípio do trabalho criativo, quando a equipe precisou reunir dados históricos para compor o roteiro, Kubrick enviou seu produtor executivo de longa data, Jon Harlan, para Zurique a fim de coletar dados sobre a trajetória de Napoleão. No artigo mencionado anteriormente, Nicholas Barber transcreve algumas declarações de Harlan sobre a famosa atenção minuciosa do diretor aos pequenos detalhes que também se fez presente nessa busca inicial.

Ao final dos anos 60, Kubrick já tinha uma reputação invejável

 “Eu estava em Zurique entre 1968 e 1969 (disse Harlan, agora com 82 anos) procurando por material relevante, livros e desenhos, simplesmente tudo que eu pudesse encontrar do período da Revolução Francesa até o Congresso de Viena em 1815… Nenhum detalhe era tão pequeno para fascinar Kubrick. Fosse a cor do solo de um campo de batalha ou o prego de uma ferradura de cavalo.”

O projeto prometia ser um épico histórico, com um roteiro inicial que ultrapassava as 140 páginas e priorizava as diferentes batalhas na vida de seu protagonista (algo que o diretor faria com Barry Lyndon alguns anos mais tarde) e, acima de tudo, adaptando o quão intenso foi o relacionamento entre Napoleão e a esposa Josefina. A atriz Audrey Hepburn, inclusive, era a favorita do diretor para o papel. 

Durante uma entrevista concedida a Joseph Gelmis em 1969, Kubrick foi questionado sobre o motivo de ter escolhido este para ser seu próximo filme. “ …Para começar, ele me fascina. Sua vida tem sido descrita como um épico poema de ação… em um senso muito concreto, nosso próprio mundo é resultado de Napoleão, assim como o mapa da Europa no pós-guerra é resultado da Segunda Guerra Mundial. E, obviamente, nunca houve um filme fidedigno a ele. Também, acho que todas as questões que lhe preocupam são estranhamente contemporâneas: as responsabilidades, o abuso de poder… guerra, militarismo, etc”.

O relacionamento entre Napoleão e Josefina teria papel central no roteiro de Kubrick

Kubrick ainda detalha certos aspectos que ele planejava conceder à produção que poderiam ser considerados nada mais que opulentos. Para simular os exércitos das famosas campanhas militares de Napoleão ele planejava contar com no máximo 40.000 de infantaria e 1.000 da cavalaria emprestados pelo exército romeno. O diretor defendia que o projeto era viável economicamente, visto que o uniforme da figuração utilizaria materiais de baixo custo e não haveria construção de locações, apenas a utilização dos locais reais.

Porém, nem mesmo o nome que o cineasta havia construído até então foi o suficiente para cooptar o apoio do estúdio MGM. Com a outrora parceria de sucesso deixada para trás (depois do sucesso com 2001) ele tentou vender o projeto para a United Artists. Acontece que por volta de 1970, o diretor Sergei Bondarchuk lançou Waterloo, seu próprio épico sobre a batalha de Waterloo comandada por Napoleão.

O filme foi considerado um desastre financeiro, lucrando pouco mais de US$ 152 milhões (numa conversão para valores atuais) e amedrontando qualquer produtor que ouvisse a proposta relacionada a qualquer filme sobre a figura francesa. Comumente a visão de Stanley Kubrick é intitulada como o maior filme jamais feito e muitos dos que estavam envolvidos na pré-produção concordam que o diretor pôs uma atenção diferenciada nesse projeto.

O roteiro pode ser lido na internet e é possível que a visão de Ridley Scott tenha similaridades e até se inspire; servindo como um gosto do que poderia ter sido o épico jamais nascido de Stanley Kubrick.

 

Netflix vai escolher o que é o melhor para VOCÊ assistir

Uma das melhores coisas sobre a Netflix é a variedade de conteúdo disponível em seu catálogo, mas às vezes isso também é uma de suas desvantagens.

Os usuários da plataforma costumam gastar cerca de 20 minutos para escolher o que irão assistir, e nem todo mundo tem tempo de sobra para isso.

Para evitar esse problema, a Netflix está testando um novo recurso chamado ‘reprodução aleatória’.

O recurso foi criado principalmente para aqueles usuários que perdem mais tempo escolhendo um filme ou série do que assistindo as variedades do catálogo.

Dessa forma, quando você clica no botão, os algoritmos escolhem um título aleatório baseado nos gêneros que você mais costuma acompanhar.

E, de acordo com a Variety, o recurso será oficialmente integrado à plataforma no primeiro semestre de 2021.

Agora, a grande questão é como a Netflix vai batizar o recurso.

Através de um comunicado, co-presidente da plataforma, Reed Hastings, brincou ao dizer que eles poderiam chamar o botão de ‘Estou com sorte’, em homenagem ao recurso de pesquisa do Google que vai direto para os principais resultados da pesquisa.

Mas é claro que tudo não passou de uma brincadeira.

“Títulos aletórios não é o nome oficial, que tal ‘estou com sorte?’, brincou ele. “Não! Vamos inventar algo melhor do que isso, então aguardem. Vocês verão quando for lançado.”

 

‘The Tourist’: Jamie Dornan estrelará nova série de suspense da HBO Max

De acordo com o Deadline, Jamie Dornan (‘50 Tons de Cinza‘) vai estrelar a série de suspense ‘The Tourist‘, que está sendo desenvolvida pela HBO Max.

Seis episódios foram encomendados para a produção.

O elenco ainda contará com Danielle Macdonald (‘Bird Box’), Shalom Brune-Franklin (‘Cursed: A Lenda do Lago’) e Hugo Weaving (‘Matrix’).

A trama segue um homem britânico (Dornan) que se encontra no coração do outback australiano, sendo perseguido por um caminhão-tanque que tenta tirá-lo da estrada. Após uma épica perseguição, o homem acorda no hospital, ferido, mas vivo. Exceto que ele não tem ideia de quem ele é. Sendo perseguido por figuras impiedosas do seu passado, o homem procura pelo estranho, o que o leva a uma busca pelo implacável cenário selvagem do país.

A série terá os mesmos produtores de ‘Fleabag‘ e ‘The Missing‘.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘The Bold Type’ é renovada para a 5ª e ÚLTIMA temporada

O canal Freeform renovou oficialmente a série ‘The Bold Type‘ para a 5ª temporada, que também será a ÚLTIMA da produção.

Além disso, foi confirmado que Nikohl Boosheri reprisará seu papel como a ex-namorada da Kat em diversos episódios do ciclo final.

Confira o vídeo do anúncio:

Criada por Sarah Watson, a série é baseada na vida da editora da revista Cosmopolitan, Joanna Coles.

Uma estagiária sonhadora que acaba de ser promovida dentro da Scarlet Magazine (uma “substituta” para a Cosmopolitan no mundo fictício da série). A série irá mostrar a relação de Jane e de vários outros funcionários com a editora-chefe.

O elenco conta com Katie Stevens, Aisha Dee, Meghann Fahy e Nikohl Boosheri.

‘Fear the Walking Dead’: Segunda metade da 6ª temporada ganha data de estreia

A AMC finalmente anunciou quando a segunda temporada da 6ª temporada de ‘Fear the Walking Dead‘ será lançada.

A produção retornará com episódios inéditos no dia 11 de abril.

Vale lembrar que três novos atores se juntarão ao elenco nos próximos episódios: John Glover (‘The Good Wife’), Nick Stahl (‘Sin City’) e Keith Carradine (‘Fargo’).

Fear the Walking Dead‘ já está renovada para a 7ª temporada.

Derivada de ‘The Walking Dead‘, a série segue um grupo de sobreviventes improvável em um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis. Depois de enfrentar diversos obstáculos e inimigos, o grupo decide se unir para ajudar outros sobreviventes que possam estar precisando de ajuda.

‘The Parenting’: New Line está desenvolvendo novo terror cômico LGBTQ

De acordo com o THR, a New Line Cinema está desenvolvendo o terror cômico ‘The Parenting‘, que está sendo descrito como uma versão sombria de ‘Entrando numa Fria‘ com protagonistas LGBTQ.

A direção ficará por conta de Craig Johnson (‘Alex Strangelove’).

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo.

Kent Sublette (‘Saturday Night Live’) será responsável pelo roteiro.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

20 Comédias Clássicas da Sessão da Tarde dos Anos 80

Recordar é viver. Embora alguns filmes dos anos 1980 tenham ficado imortalizados em nossos corações, frequentemente revisitados por cinéfilos de todas as gerações, outros tantos não são tão comentados atualmente quanto deveriam. Sendo assim, para cada Goonies (1985), De Volta para o Futuro (1985) e Curtindo a Vida Adoidado (1986), temos tantos outros exemplares que o tempo lentamente trata de apagar para os mais novos. Quem viveu o período muitas vezes também sente dificuldade de lembrar de certas produções queridas e que fizeram muito sucesso nas intermináveis reprises diurnas dos canais da TV aberta brasileira.

Pensando nisso, resolvemos criar uma matéria bem nostálgica, relembrando com você 20 Comédias Clássicas dos Anos 1980. Vem com a gente nesta onda pelo passado de mais de 30 anos.

Te Pego Lá Fora

Começamos com um clássico absoluto da Sessão da Tarde – e um que tem produção de ninguém menos que o Todo Poderoso Steven Spielberg, fato que muitos devem desconhecer. Além do famoso cineasta, quem também produz o longa é Aaron Spelling, famoso executivo por trás de programas como Barrados no Baile, por exemplo. E o pedigree não para por aí, assinando a cinematografia (ou fotografia) está Barry Sonnenfeld, diretor de Homens de Preto (1997).

Nesta época muitas comédias juvenis eram centradas no ambiente da escola, as famosas high school norte-americanas, mas este é um dos mais criativos. Considerado uma versão moderna e adolescente do icônico faroeste Matar ou Morrer (1952), a trama mostra um típico estudante colegial vivendo o pior dia de sua vida quando se torna alvo de um aluno psicótico recém chegado, dono a pior fama imaginável.

Namorada de Aluguel

Pode até ser considerado incorreto nos dias de hoje, e revendo talvez não desça tão redonda, mas nos anos 1980 a trama sobre um rapaz pagando para uma menina fingir ser sua namorada era o tema desta comédia romântica que se tornou cult. Considerado um perdedor e desejando mudar sua imagem, Ronald (papel de Patrick Dempsey) propõe um pacto a Cindy, a menina mais popular do colégio. Em troca do dinheiro que ela estava precisando, precisará fingir estar apaixonada pelo rapaz por tempo suficiente até que sua vida se transforme, nesta espécie de Cinderela às avessas. A triste notícia em relação ao filme para os fãs foi o falecimento precoce da protagonista Amanda Peterson, que vive Cindy, aos 43 anos. Namorada de Aluguel foi refilmado em 2003, com elenco de jovens atores negros e o título Amor de Aluguel.

Admiradora Secreta

Outro grande representante das comédias juvenis da época, o longa fazia uso de um artifício de roteiro muito comum em diversas produções do gênero: o triângulo amoroso. Variavelmente, tínhamos um rapaz ou uma menina tímida apaixonado(a) por um colega (quase sempre seu melhor amigo/a) sem que ele(a) soubesse, enquanto o mesmo só tinha olhos para o terceiro elemento, geralmente um estudante de muita popularidade ou beleza.

Esta é a fórmula de Admiradora Secreta, comédia adolescente de erros e desencontros. Aqui, uma carta anônima é o ponto de partida, indo parar nas mãos de diversos personagens, criando confusão quanto a seu autor e destinatário. Em resumo, temos um triângulo amoroso entre o protagonista C. Thomas Howell, a beldade popular loiríssima Kelly Preston, e a melhor amiga do sujeito Lori Loughlin.

O Rei da Paquera

Sim, o mega astro Robert Downey Jr. começou a carreira em comédias juvenis ainda na década de 1980. E aqui temos um dos exemplares mais sem-vergonha dos quais participou – mas que não deixa de ser um título muito reconhecível do período. Fora isso não falta pedigree, já que temos produção de ninguém menos que o astro Warren Beatty, e a participação de grandes atores como Dennis HopperDanny Aiello e Harvey Keitel no elenco.

Ah, e claro, fazendo par com Downey temos a musa teen da época, a ruivinha Molly Ringwald (cujo nome aqui tinha até mais peso que o do Homem de Ferro). Ringwald ficou conhecida pelos filmes de John Hughes, como Gatinhas e Gatões (1984) e Clube dos Cinco (1985). Na trama, Downey vive um conquistador “de quinta categoria”, aplicando seus golpes a esmo em mulheres incautas. Tudo muda quando ele encontra resistência, num desafio à altura nas formas de Ringwald – uma jovem com seus próprios problemas envolvendo as dívidas do pai com criminosos.

Três Solteirões e um Bebê

Muitos podem não saber ou lembrar, mas antes dos filmes da Marvel e das franquias multimilionárias do cinema, Três Solteirões e um Bebê foi o filme de maior bilheteria nos EUA em 1987. Refilmagem americana de uma produção francesa, a história mostra três homens, solteiros convictos e mulherengos (como dizia a cartilha dos anos 1980), dividindo um badalado apartamento em Nova York. O trio foi vivido por Tom Selleck (sucesso na série Magnum), Steve Guttenberg (sucesso nas franquias Loucademia de Polícia e Cocoon) e Ted Danson (sucesso na série Cheers).

Tudo muda na equação deles quando em sua porta aparece um bebê, deixado ao cuidado deles. A ideia era “homens machões precisam trocar fraldas e dar mamadeira a um recém-nascido”, coisa impensável na época. A direção é de Leonard Nimoy, o Spock da série clássica de Star Trek. Este longa de sucesso gerou a continuação Três Solteirões e uma Pequena Dama (1990). Ah sim, o tal fantasma muito comentado, que apareceu numa cena do filme, nada mais era que um display com a imagem de Danson – mas serviu para virar uma das lendas urbanas mais lembradas dos anos 80.

De Volta às Aulas

Por falar em comédias sucesso de bilheteria nos anos 1980, De Volta às Aulas foi o sexto maior filme de 1986 nos EUA. O lendário Rodney Dangerfield, falecido em 2004, foi um dos humoristas mais conhecidos do país, e protagonizou algumas produções cômicas famosas. Aqui, ele interpreta um sujeito simples que conquistou fortuna com seu próprio suor, criando uma bem sucedida loja para homens acima do peso. Para ajudar seu filho, ele decide ingressar na mesma universidade, e começa a mudar as coisas por lá com seu jeito irreverente.

A ideia para o roteiro foi do próprio Dangerfield, e o texto foi assinado por Harold Ramis (Os Caça-Fantasmas). Fora isso, a trilha sonora é de Danny Elfman (dos filmes de Tim Burton). No elenco, temos novamente Downey Jr., no papel de uma espécie de punk, que é o melhor amigo do filho do protagonista.

Quase Igual aos Outros

Por falar em tramas incorretas e surreais, que podem não descer bem atualmente, temos este longa cuja intenção de empoderamento feminino é boa. Para começar, temos a direção de uma mulher, coisa rara no gênero e na época – Lisa Gottlieb é quem comanda, estreando na função. A trama gira em torno de Terry, uma jovem que deseja se tornar uma jornalista respeitada, mas percebe que não terá chance acadêmica de mostrar seu valor sendo mulher – já tratando da disparidade de oportunidade de gênero.

Assim, ela decide se fingir de homem para a tarefa, e começa a estudar em outro colégio, matriculada na forma do sexo oposto – seu disfarce é quase tão fajuto quanto o de Clark Kent, e se resume a um corte de cabelo e uma mudança forçada de voz e roupas. No elenco, Joyce Hyser vive a protagonista e não ficou muito famosa. Mas temos também William Zabka, o Johnny da franquia Karatê Kid e Cobra KaiSherilyn Fenn (Twin Peaks) e a dupla Clayton Rohner e Deborah Goodrich – que fariam dobradinha no ano seguinte com o ótimo slasher A Noite das Brincadeiras Mortais (1986).

A Primeira Transa de Jonathan

Não se deixe enganar pelo título em português, este é na verdade um filme bem afetuoso, dono uma interessante carga dramática, e levado num tom que consegue destacá-lo dos demais do gênero. Tudo bem que o protagonista é um jovem virgem em busca de conquistar a garota de seus sonhos – papel de Kelly Preston, novamente figurando na  lista. Até aí podemos pensar que esta é a típica comédia de coito, nas quais jovens buscam apenas a primeira noite de sexo.

O primeiro diferencial aqui é a década escolhida como cenário: os anos 1950. O verdadeiro chamariz do filme, no entanto, é a história secundária de Gene (Chris Nash), um jovem rebelde e motoqueiro no melhor estilo James Dean. Ele se muda para a casa ao lado do protagonista e logo desperta atenção da pequena cidade. Ao mesmo tempo em que ensina Jonathan a ser mais descolado com as meninas, e trava batalhas diárias com o pai e os playboys locais, ele desenvolve uma relação com a comprometida Bunny (papel de Catherine Mary Stewart – um dos nomes quentes dos 80’s). A história deste casal e seu desfecho no filme fazem do longa um dos melhores exemplares do gênero.

Alguém Muito Especial

Aqui voltamos ao terreno dos triângulos amorosos adolescentes. De fato, este longa guarda certas semelhanças com Admiradora Secreta, lançado dois anos antes – tirando, é claro, o MacGuffin da carta em si. Esse, no entanto, é um filme do acervo de John Hughes, que só não é mais seu porque não teve o cineasta na direção. Porém, Hughes produziu e escreveu o roteiro. A trama é simples, e mostra as desventuras de um rapaz de origem humilde, apaixonado e correndo atrás do seu sonho de viver ao lado da princesinha do colégio. Isso tudo, é claro, sem saber que sua melhor amiga, a alternativa Watts, tem nele um grande crush.

Apesar da simplicidade, Alguém Muito Especial é um dos filmes mais citados e adorados pelos fãs da época, em partes devido ao seu tom mais puxado para o drama e o romance de um chamado “coming of age”. Aqui, por exemplo, como de costume nos filmes de Hughes, as mulheres ganham destaque e desenvolvimento, passando longe de acessórios sem vontades como era muito comum.

De fato, elas são personagens bem melhor explorados do que o protagonista de Eric Stoltz. A patricinha vivida por Lea Thompson (De Volta para o Futuro) possui mais profundidade, questões e é mais humana do que a maioria em filmes assim. Uma curiosidade é que Stoltz quase foi o protagonista do filme de viagem no tempo citado acima. E a Watts de Mary Stuart Masterson ainda é lembrada como um dos expoentes femininos do gênero por não se enquadrar em estereótipos.

Curso de Verão

Terminando a lista temos outro filme com trilha de Danny Elfman. Aqui, temos a mistura de três subgêneros muito emblemáticos para a década de 1980. Primeiro, os filmes colegiais. Segundo, os filmes de professores e suas turmas disfuncionais. E terceiro, filmes com uma gama de personagens amalucados, cada um com suas características únicas, nos quais todos ganham a devida importância. O melhor exemplo disso seria Loucademia de Polícia (1984) e suas continuações. Passe isso para o universo colegial e temos Curso de Verão.

Numa escola californiana de frente para a praia, o professor substituto Shoop (Mark Harmon) se vê incumbido da missão de dar aula nas férias para os rebeldes alunos que ficaram em recuperação e não querem saber dos estudos. Dentes eles: dois fanáticos por filmes de terror, uma jovem grávida, um nerd, um esportista, uma disléxica, uma italiana de intercâmbio, uma surfista com déficit de atenção e um gogo boy num clube noturno. No elenco, Kirstie Alley (que viria a fazer sucesso dois anos depois com Olha Quem Está Falando) vive uma professora.

Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu

Título longo e criativo no Brasil para o bem mais curto e direto Airplane!, esta comédia nonsense foi a grande responsável pela criação de todo um subgênero. E se hoje temos filmes adorados como a franquia Todo Mundo em Pânico, podemos agradecer a esta obra produzida pela Paramount. Poucos talvez saibam, mas Apertem os Cintos… foi um enorme sucesso, desbancando pesos pesados como Popeye, Flash Gordon e O Iluminado, lançados no mesmo ano, se tornando o quinto filme mais lucrativo nas bilheterias em 1980. O longa é pura tiração de sarro com o cinema catástrofe, muito em voga nos anos 1970, em especial a franquia Aeroporto (1970, 1974, 1977 e 1979). Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu está completando 40 anos em 2020, e é a oportunidade perfeita para rever esse clássico do humor.

A Dama de Vermelho

O saudoso Gene Wilder, o eterno Willy Wonka original, é quem comanda o show aqui, como roteirista, diretor e protagonista desta comédia que é refilmagem de uma obra francesa. Praticamente uma versão moderna do clássico O Pecado Mora ao Lado (1955), o filme traz Wilder na pele de um homem comum, pai de família, tentado ao adultério pela visão de uma beldade sedutora, papel da britânica Kelly LeBrock – a Mulher nota Mil em pessoa. Aqui, temos replicada inclusive a cena com Marilyn Monroe no duto de ventilação e seu vestido esvoaçante, trocando o icônico traje branco por um, é claro, vermelho de LeBrock. Além de todos os atrativos, A Dama de Vermelho ficou marcado pela inesquecível canção de Stevie Wonder, “I Just Called To Say I Love You”.

Trocando as Bolas

Hoje, talvez poucos dimensionem o que foi o fenômeno Eddie Murphy nos anos 1980. Uma explosão sem precedentes, o jovem humorista saía do programa Saturday Night Live para ganhar o mundo como um dos maiores astros de Hollywood. Trocando as Bolas, versão atualizada do clássico Pigmalião, trazia uma receita vencedora que se traduziu em muito sucesso para a Paramount. De um lado tínhamos o carisma de um então jovem Eddie Murphy em seu segundo trabalho no cinema – e a um ano do fenômeno Um Tira da Pesada. De outro, o novo projeto de Dan Aykroyd com o diretor John Landis, do sucesso Os Irmãos Cara de Pau (1980). Na trama, dois irmãos milionários brincam de Deus e fazem de joguete as vidas de um sem-teto (Murphy) e um riquinho (Aykroyd). De quebra ainda temos Jamie Lee Curtis em papel de destaque.

A Vingança dos Nerds

Há certo tempo um reboot desta franquia vem sendo prometido, e a última notícia a respeito da produção a colocava como uma pré-sequência do filme original. Grande sucesso da Sessão da Tarde, assim como sua continuação de 1987, A Vingança dos Nerds é a clássica história de superação e volta por cima dos chamados underdogs. O expectador adora uma trama onde os humilhados são exaltados, por ser uma ideia de fácil identificação. Assim, passado num ambiente de fraternidades universitárias norte-americanas, um grupo de estudantes rejeitados precisa criar seu próprio grêmio e superar as adversidades. A comédia trazia uma gama de personagens únicos e queridos para toda uma geração.

O Garoto do Futuro

Nem só de De Volta para o Futuro viveu o astro Michael J. Fox, o eterno Marty McFly. No mesmo ano do revolucionário blockbuster sobre viagem no tempo, era lançada esta comédia que talvez nem todos conheçam. De fato, Teen Wolf no original, só ganhou este título no Brasil por causa da superprodução de Steven Spielberg citada – os responsáveis por títulos nacionais sempre foram muito criativos, não é mesmo? Na trama J. Fox vive um estudante colegial tímido e perdedor. Porém, quando descobre uma “maldição” em sua família, se torna o rapaz mais popular da escola. Esta é uma divertida brincadeira com os filmes de lobisomem. E embora possa não parecer, fez sucesso como obra cult gerando um desenho animado (1986-1988), uma continuação (1987) e uma série recente (2011-2017), que tinha mais a ver com Crepúsculo do que com o filme original.

A Garota de Rosa-Schocking

O que seria de uma lista das comédias dos anos 1980, sem a presença de um filme com a icônica ruivinha Molly Ringwald? A carismática atriz pode ter sumido nas décadas seguintes, mas foi imortalizada em nossos corações pelas inúmeras reprises da época em filmes como Gatinhas e Gatões e Clube dos Cinco. Na primeira parte da lista comentamos sobre O Rei da Paquera – que a uniu a Robert Downey Jr. – e agora vamos de um dos títulos mais lembrados e associados a Ringwald no período. Ela é a dona da cor definitiva. Escrito por seu “padrinho” John Hughes, no filme a atriz vive uma jovem de classe humilde, precisando escolher entre o amor do melhor amigo ou de um riquinho de bom coração.

O Segredo do Meu Sucesso

Michael J. Fox pode ser baixinho na vida real, mas é um gigante de talento e um ser humano incrível que merece todas as homenagens que pudermos fazer a ele. Aqui o astro retorna à lista com mais uma comédia que marcou em exibições na TV aberta. Pegando carona na onda dos yupies norte-americanos da década – os chamados “Young urban Professional” eram jovens ambiciosos que começavam sua vida Professional muito cedo e tinha como mérito a realização de uma vida confortável e bem sucedida. Neste meio ambiente, J. Fox vive um rapaz do interior tentando a sorte na cidade grande, e usando de muita sagacidade (e certa artimanha) a fim de subir na empresa de seu tio, onde trabalha. O elenco conta ainda com a Supergirl do cinema em pessoa, a graciosa Helen Slater.

As Bruxas de Eastwick

Deixe para um cineasta do peso de George Miller (da quadrilogia Mad Max) criar uma comédia “infernal” de inúmeros significados, relevante até hoje, e que fala sobre preconceito, fanatismo religioso, liberdade sexual, libertinagem e empoderamento feminino. De quebra, taxando Jack Nicholson no papel mais deliciosamente diabólico de sua carreira, como o homem dos sonhos de um trio de beldades enfeitiçantes do nível de Cher, Michelle Pfeiffer e Susan Sarandon. Quem viu não esquece!

Ela Vai ter um Bebê

Por falar em John Hughes, o cineasta é outro tesouro mundial quando o assunto é cinema nos anos 1980. Se falarmos em filmes adolescentes e comédias, seu nome chega logo no topo. E aqui o saudoso diretor deixa o universo juvenil um pouco de lado para se aventurar numa história um pouco mais madura, sobre a entrada na vida adulta. O tema é o casal recém-casado, vivido por Kevin Bacon e Elizabeth McGovern, que passam por uma verdadeira provação ao terem que fazer malabarismo com sua vida juntos e a chegada inesperada do primeiro bebê. Este clássico da Sessão da Tarde foi escrito e dirigido por Hughes.

Sem Licença para Dirigir

Fechando a lista temos outra comédia muito lembrada por todos que passavam horas perante a TV se divertindo na infância e adolescência. O longa reúne os Coreys, Corey Haim e Corey Feldman, do sucesso oitentista Os Garotos Perdidos, um dos mais notórios filmes de vampiros da história do cinema. Aqui, a dupla reprisa a parceria logo no ano seguinte, numa produção que nada tem a ver com o filme citado, a não ser a plena diversão. Na trama, Haim está louco para tirar a carteira de motorista, mas o pior acontece quando ele é reprovado e precisa mentir para a família e amigos a fim de pegar o carro do pai e conquistar Mercedes (Heather Graham), a menina de seus sonhos.

Kristen Stewart surge IRRECONHECÍVEL como a Princesa Diana em foto da cinebiografia

A Neon Films divulgou a 1ª imagem oficial de Kristen Stewart como a Princesa Diana na cinebiografia Spencer‘, e os fãs foram surpreendidos por conta da tamanha semelhança entre as duas.

A imagem acaba com a descrença de uma parte do público, já que a escolha de Stewart para o filme de Pablo Larraín (‘Jackie’) havia sido bastante criticada.

Confira:

Lembrando que o filme será apresentado e vendido no próximo Festival de Cannes.

O elenco também conta com Timothy Spall, Sally Hawkins e Sean Harris, mas seu papéis ainda são mantidos em segredo.

Segundo o Deadline, ‘Spencer‘ foi escrito por Steven Knight e “acompanha um fim de semana crítico no início dos anos 90, quando Diana decidiu que seu casamento com o príncipe Charles não estava funcionando e que ela precisava se desviar de um caminho que a colocasse na linha de um dia seja rainha.”

O filme “se passa em três dias” e gira em torno de uma das “férias finais de Natal de Diana na Casa de Windsor, na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra”.

“Kristen é uma das grandes atrizes de hoje. Para fazer isso bem, você precisa de algo muito importante no cinema, que é um mistério. Kristen pode ser muitas coisas, e ela pode ser muito misteriosa e muito frágil e, finalmente, muito forte também, e é disso que precisamos. A combinação desses elementos me fez pensar nela. A maneira como ela respondeu ao roteiro e como ela está se aproximando do personagem, é muito bonito de se ver. Eu acho que ela fará algo impressionante e intrigante ao mesmo tempo. Ela é essa força da natureza.”, disse Larraín ao Deadline. 

Jackie‘, de 2016, escalou Natalie Portman como Jackie Kennedy, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.

‘Snowfall’: Guerra pelo tráfico no trailer COMPLETO da 4ª temporada; Assista!

FX divulgou o trailer completo da 4ª temporada de ‘Snowfall‘.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 24 de fevereiro.

A série foi criada por Dave AndronEric AmadioJohn Singleton.

A história gira em torno da epidemia de cocaína que ganhou os holofotes em Los Angeles nos anos 1980.

O elenco conta com Isaiah JohnAmin JosephMarcus HendersonDamson IdrisCarter HudsonSergio Peris-MenchetaMichael HyattEmily RiosAngela Lewis.