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Crítica | ‘Jogo Justo’ – EXCELENTE thriller psicosexual da Netflix na pegada ‘Instinto Selvagem’

Talvez os icônicos thrillers eróticos dos anos 90 pudessem até prever a espiral decadente de Emily e Luke, que partem do mais puro êxtase sexual para uma destrutiva disparidade de gênero capaz de transformar o amor em ódio em uma fração de minutos. Mas a verdade é que Jogo Justo (Fair Play) vai muito além de suas nostálgicas referências a clássicos como Instinto Selvagem e Atração Fatal. Resgatando essa atmosfera de suspense psicossexual que se perdeu ao longo das últimas décadas, em meio a tantos efeitos visuais e adaptações de quadrinhos, o longa que marca a estreia na direção de Chloe Domont é um inebriante filme de gênero, que faz um estudo de personagens a partir do colapso de um relacionamento diante da ebulição de egos, poder e pressões sociais e profissionais.

Os primeiros 15 minutos de Jogo Justo funcionam como um inusitado conto de fadas, que rapidamente nos toma por inteiro. E agora investidos nessa relação – tão vibrante e apaixonada entre os personagens de Phoebe Dynevor e Alden Ehrenreich – vemos isso ser tirado de nós, em uma desconstrução narrativa arrebatadora e inesperada. Seguindo por uma caótica e assombrosa epifania decadente, o romance dos sonhos se despe e se desmembra como um enorme pesadelo, que segue em uma constante crescente de emoções a flor da pele e comportamentos que beiram o animalesco, de tão irracionais que são. Nessa mesma toada, uma efervescente intensidade expressiva entre ambos os protagonistas faz a evidente linha que separa o amor e o ódio se dissipar abruptamente, nos mostrando que ambos os sentimentos muitas vezes podem se confundir – ainda que sejam tão díspares.

E ao longo de quase duas horas de filme, Domont esmiúça a mente humana de maneira brilhante, mostrando como as dinâmicas de poder, os egos inflados e a construção desequilibrada do que é masculinidade e feminilidade muitas vezes nos levam a encarar o outro como inimigo – sob uma visão distorcida e até mesmo psicótica. Com um roteiro afiadíssimo, muito bem estruturado e maduro, Jogo Justo não é um filme plano, sem camadas e sem profundidade. Ao invés de seguir pelo exaustivo caminho dos batidos monólogos sobre machismo e misoginia, que repetem frases de efeito e possuem pouco ou nenhum entendimento histórico social, o thriller psicológico se preocupa em construir personagens complexos, mostrando seus erros e acertos e como muitas vezes somos enganados por nossa própria visão distorcida sobre diferenças de gênero e papéis sociais.

Fugindo do formato bidimensional que separa heróis de vilões – como se o ser humano fosse preto no branco, Jogo Justo faz do seu estudo de personagem uma oportunidade valiosa de mostrar dois lados de uma mesma moeda, nos apresentando dois protagonistas igualmente carismáticos, mas também perigosos tanto um para o outro, como para si mesmos. E nessa jornada de amor e ódio, enxergamos Phoebe e Alden através de lentes microscópicas, conforme a tensão e a exemplar trilha sonora original nos embalam em um conto de desejo, expectativa, poder e fragilidade psicoemocional. Como se estivéssemos diante de Michael Douglas e Glenn Close, no icônico Atração Fatal, a dupla de atores entrega performances poderosas, marcadas por uma química apaixonante e vibrante entre ambos. Em meio a sentimentos confusos e muita tensão sexual, os protagonistas nos levam de volta a outro clássico também lançado no Festival de Sundance: Psicopata Americano.

E como se a história se repetisse, Jogo Justo é para o Sundance 2023 o que Psicopata Americano foi em 2000. Extremamente diferentes, mas estranhamente semelhantes, ambos os suspenses desafiam nossa compreensão humana, com o primeiro trazendo uma história avassaladora sobre a colisão caótica entre empoderamento e ego, em uma era tão socialmente sensível. Com uma direção de fotografia enervante, que evidencia ainda mais a riqueza do tenso roteiro de Domont, o thriller dramático ainda nos constrange ao desconstruir toda a nossa percepção de ambos os protagonistas, com um ato final conflituoso e conflitante para a audiência. Destruindo seus personagens, sem a pressão de mantê-los imaculados diante dos nossos olhos – como os primeiros 15 minutos anteriormente nos prometiam -, Jogo Justo já se consolida como um dos melhores thrillers psicológicos dos anos recentes. Um excepcional filme de gênero, o longa vale cada centavo dos US$20 milhões pagos pela Netflix.

Filme assistido durante o Festival de Sundance de 2023

Por que o trailer de ‘Gladiador 2’ teve recepção NEGATIVA?

O trailer de Gladiador 2’ chegou com força, mas as reações do público estão longe de ser unânimes. No canal oficial da Paramount Pictures no YouTube, o vídeo acumula mais deslikes (127 mil) do que likes (99 mil), evidenciando a divisão de opiniões entre os fãs.

De acordo com a Word Of Reel, a música “No Church in the Wild” de Jay-Z e Kanye West foi criticada por muitos por não se encaixar na temática do filme e destoar da atmosfera épica do original.

“‘Esta música do Jay Z menciona um coliseu'”, diz um comentário com 1000 curtidas.

Outro comentário com quase 7 mil curtidas critica: “Os produtores: Conseguimos o Denzel, vamos colocar uma música rap lá para enfatizar o império romano”.

Além disso, há fãs do filme original que não acham que ele merecia uma sequência. “Um filme que nunca precisou de uma continuação”, acrescenta outro comentário, com 5,3 mil curtidas.

Uma crítica adicional é que o trailer revela demais, “é praticamente o filme inteiro em 3 minutos”.

Lembrando que o novo filme estreia em 14 de novembro no cinemas nacionais.

Dublado

Legendado

Após a recepção negativa, um canal do YouTube chamado AD_edits reformulou o trailer, que, em vez de três minutos, conta com 1 minuto e 40 segundos, ao som de “Now We Are Free“, música composta por Hans Zimmer para o filme original.

Confira o resultado:

De acordo com o Deadline, um produtor de Hollywood afirmou que já assistiu ao filme de Ridley Scott e descreveu o longa como “algo fantástico”, e acredita que “é um forte concorrente ao Oscar 2025”.

O produtor também rendeu elogios às performances de Paul Mescal e Denzel Washington, que dão vida ao protagonista e ao vilão do novo filme, respectivamente.

Foi dito que “Mescal está ótimo no papel”, enquanto Washington “faz um trabalho extraordinário”.

Por fim, ele mencionou que ‘Gladiador 2′ e ‘Here‘, novo filme de Robert Zemeckis com Tom Hanks e Robin Wright, podem ser dois candidatos acirrados na disputa pelo Oscar de 2025.

A sequência do épico histórico conta com Pedro Pascal (‘The Mandalorian’), Denzel Washington (‘O Livro de Eli’), Connie Nielsen (‘Advogado do Diabo’), Djimon Hounsou (‘Diamante de Sangue’), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘) e May Calamawy (‘Cavaleiro da Lua‘)

O roteiro fica a cargo de David Scarpa (‘Napoleão).

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ foi um dos filmes de maior bilheteria no ano em que estreou, ganhando o Oscar de melhor filme, bem como o prêmio de melhor ator para Russell Crowe. 

O filme original está disponível na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

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Assista ao Red Carpet do Oscar 2025 AO VIVO on line!

Assista ao Red Carpet do Oscar 2025 AO VIVO on line!

Onde assistir ao Oscar 2025 e a que horas começa?

A cerimônia do Oscar 2025 acontecerá neste domingo, 2 de março, diretamente do icônico Dolby Theatre, em Hollywood, um local que já se tornou sinônimo de glamour e história no universo cinematográfico. O evento começará pontualmente às 21h (horário de Brasília), com a tradicional exibição do tapete vermelho, onde celebridades e convidados desfilam seus trajes elegantes. Às 22h, tem início a entrega dos prêmios, e a cerimônia deve durar cerca de três horas, com grandes expectativas para as disputas nas categorias mais relevantes, como Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Ator/ Atriz.

Para quem deseja acompanhar ao vivo a cerimônia, o Oscar 2025 será transmitido no Brasil por diferentes canais. A TNT e o Max farão a transmissão com tradução simultânea, permitindo aos telespectadores desfrutarem da premiação em tempo real, com a cobertura detalhada e comentários especiais. Além disso, a TV aberta no Brasil também irá exibir a cerimônia ao vivo, sendo a Rede Globo a responsável pela transmissão para todo o país, exceto no Rio de Janeiro, onde, devido à coincidência de datas, será mantida a exibição dos desfiles das escolas de samba, tradicional evento carioca que também atrai grande público.

Vale ressaltar que a Globo oferece seu sinal de TV aberta por meio da plataforma Globoplay, o que possibilita aos telespectadores de diversas regiões do Brasil assistirem à cerimônia gratuitamente pela internet, sem depender da TV tradicional. Isso significa que, independentemente de onde você esteja, pode acompanhar todos os detalhes do evento, desde a chegada das celebridades até os momentos de consagração dos vencedores.

O filme brasileiro Ainda Estou Aqui no Oscar 2025

Uma das maiores surpresas deste ano é a indicação de ‘Ainda Estou Aqui‘, um filme brasileiro que conquistou espaço entre as produções mais aclamadas pela crítica internacional e figura entre os indicados às principais categorias do Oscar 2025. Com uma história emocionante e uma atuação marcante de Fernanda Torres, a produção tem sido apontada como uma forte concorrente, trazendo uma representatividade importante para o cinema nacional na maior premiação do mundo.

O filme aborda questões sensíveis e universais, o que tem atraído a atenção não apenas de público brasileiro, mas também da crítica especializada mundial. Para os cinéfilos, a presença de ‘Ainda Estou Aqui‘ na disputa traz a esperança de que o cinema brasileiro continue a conquistar cada vez mais visibilidade no cenário internacional. Com grandes expectativas, o filme pode representar um marco para o cinema nacional e uma oportunidade de reconhecimento para o talento de Fernanda Torres, que já é reconhecida por seu trabalho no Brasil e agora recebe a chance de brilhar no maior palco do cinema mundial.

O Oscar 2025 promete ser uma noite repleta de emoção, surpresas e muitas estrelas, celebrando o melhor da sétima arte. Acompanhe a cerimônia e torça pelos seus favoritos, pois a cada edição, o Oscar se reinventa, e este ano, promete um espetáculo inesquecível.

E, enquanto os vencedores não são revelados, preparamos uma breve matéria especial ranqueando todos os longas-metragens indicados à categoria de Melhor Filme – que inclui, de forma histórica, a produção brasileira Ainda Estou Aqui, estrelada por Fernanda Torres e comandada por Walter Salles.

Confira e conte para nós qual o seu favorito:

10. EMILIA PÉREZ

emilia perez

Polêmicas envolvendo a protagonista Karla Sofía Gascón e o diretor Jacques Audiard à parte, ‘Emilia Pérez’ não tem qualquer elemento que justifique sua presença entre os indicados a Melhor Filme. O musical, que também traz Zoe SaldañaSelena Gomez no elenco protagonista, é uma mistura cansativa de gêneros e de canções esquecíveis, coreografias sem sentido e fracas atuações (com exceção de Saldaña, que continua como a favorita para levar o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante para casa) que narra uma história controversa e exaurível. Talvez o único aspecto que realmente chame a atenção seja a estética – que também não consegue se sustentar por muito tempo.

9. UM COMPLETO DESCONHECIDO

Bob Dylan é um dos nomes mais respeitados da história da música e, ano passado, ganhou uma cinebiografia intitulada Um Completo Desconhecido, com direção assinada por James Mangold. O filme é uma sólida investida cinematográfica, mas joga demais no seguro e não se arrisca em seus aspectos engessados, optando por seguir o libreto de convencionalismos de obras similares. Todavia, Timothée Chalamet faz um trabalho incrível ao incorporar Dylan, dividindo os holofotes com nomes como Edward NortonMonica Barbaro (igualmente em interpretações aplaudíveis).

8. WICKED

Wicked nos arrebata desde os primeiros minutos com performances aplaudíveis de Cynthia Erivo Ariana Grande. Ao encarnar Elphaba, Erivo consegue desfrutar de sua carreira no teatro (sendo detentora de um prêmio Tony, inclusive) e trazer novos aspectos àquela que se transformaria na icônica Bruxa Má do Oeste – singrando pelas complexidades de uma justiceira social que sabe o que é ser diferente e ser marginalizada pelos outros; Grande, por sua vez, explode como um hilário escape cômico, pintado na mais pura egolatria e vaguidão que, na verdade, esconde um coração benévolo que está apenas tropeçando ao se encontrar. E, para além dessas icônicas performances, é notável o trabalho memorável do diretor Jon M. Chu em capturar a essência do romance e do musical da Broadway em um espetáculo visual e sonoro de tirar o fôlego.

7. NICKEL BOYS

nickel boys

Nickel Boys talvez seja o título menos conhecido dessa seleção de indicados, mas, desde sua estreia no Festival de Telluride em agosto do ano passado, tornou-se um queridinho da crítica – e não é por qualquer razão. O longa dirigido por Colson Whitehead é inspirado por eventos reais e traz um estilo estético único que se afasta das fórmulas dos dramas e apresenta uma perspectiva bastante original. Para além do sólido trabalho imagético, o elenco explode em rendições fabulosas, com destaque a Ethan HerisseBrandon Wilson em um comprometimento com seus respectivos papéis que nos deixa extasiados e emocionados.

6. A SUBSTÂNCIA

a substância

Ninguém imaginaria que, em 95 anos dos prêmios da Academia, o terror finalmente conseguiria encontrar um espaço de apreciação por parte dos votantes. E foi graças a Coralie Fargeat que A Substância sagrou-se uma das produções mais aclamadas dos últimos anos, nos envolvendo com uma remodelagem do body horror e do terror sci-fi que quebrou as barreiras entre os gêneros e mereceu seu lugar dentre os indicados. Além dos impressionantes roteiro e direção encabeçados por Fargeat, essa visceral jornada pelo mundo do estrelato e da ambição contou com performances irretocáveis de Demi MooreMargaret Qualley.

5. CONCLAVE

Cardeais e freira em túnicas religiosas.

Depois de fornecer uma visão bastante diferenciada sobre os dramas bélicos com o vencedor do Oscar ‘Nada de Novo no Front’Edward Berger voltou aos holofotes com o suspense religioso Conclave. O filme poderia se render às fórmulas do gênero, porém, ao ter plena ciência dos limites que se autoimpõe, busca alternativas que prezam pela originalidade e que deixam que atores de altíssimo calibre convidem os espectadores a uma espetacular peça cinematográfica. Ademais, o longa reitera Berger como um dos grandes diretores da atualidade – e mostra sua sagacidade ao se aliar com nomes como Ralph FiennesStanley TucciJohn Lithgow e Isabella Rossellini em um elenco estelar.

4. DUNA: PARTE 2

Ambicioso, estupendo e majestoso são apenas alguns dos adjetivos que conseguem resumir, grosso modo, ‘Duna: Parte 2’. O mais recente longa de Denis Villeneuve é um deleite para os olhos, uma aula de como fazer cinema e, de forma imediata, posta-se como um dos melhores títulos não apenas da década, mas do século – expandindo o lendário universo arquitetado por Frank Herbert com esmero espetacular. Cada uma das sequências tira o fôlego do público, pinceladas com atuações esplendorosas de nomes como Timothée ChalametRebecca FergusonZendaya, investindo esforços em temáticas como fanatismo religioso, luta pelo poder e vingança.

3. ANORA

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Apesar de descrito como uma dramédia, Anora’ emerge como uma obra fílmica que consegue borrar os limites delineados entre os gêneros narrativos. Percebemos desde os primeiros minutos que o escopo atmosférico, pincelado com o hedonismo estético e artístico de um realismo mágico que divide os múltiplos atos. A ideia é fundir o prazer fugaz com a dureza de uma realidade sóbria, seja no proposital conflito imagética, seja em uma tour-de-force inenarrável de Mikey Madison, que desponta como uma das grandes estrelas de cinema da nova geração. No final das contas, não é possível colocá-lo apenas em um rótulo, conforme o escopo escala a níveis estratosféricos e aposta fichas na maximização das complicadas relações humanas.

2. AINDA ESTOU AQUI

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Mesmo em meados da década de 2020, há pessoas que rendem-se ao vira-latismo cultural ao acreditar que o Brasil não produz filmes bons. Walter Salles veio para provar novamente que isso não é verdade ao encabeçar o visceral e impactante drama Ainda Estou Aqui. Ambientado no obscuro período da Ditadura Militar, o longa funciona como um retrato cru de um dos momentos mais duros da história nacional – e, além de contar com uma soberba produção técnica e artística, é encabeçado por uma performance arrebatadora de Fernanda Torres, que se reitera como uma das melhores atrizes de todos os tempos.

1. O BRUTALISTA

Ninguém poderia nos preparar para o épico drama que Brady Corbet estava cozinhando com O Brutalista. Ao longo de três horas e meia de duração, o cineasta nos leva a uma jornada suntuosa de reflexão sobre as mentiras do inalcançável sonho americano ao colocar nos holofotes um imigrante que sobreviveu ao Holocausto e se mudou para os Estados Unidos para alcançar seus objetivos. Guiado pela performance quase etérea de Adrien Brody, o filme emerge como um clássico instantâneo que se vale bastante de elementos dos anos 1950 e 1960 – como a revitalização do formato VistaVision e o intervalo entre seus atos – em uma carta de amor à arte cinematográfica.

As Tartarugas Ninjas (3)

Como fazer um filme bom baseado em um desenho que marcou uma legião de fãs no mundo todo? Com muita pizza, cenas de ação e um roteiro escrito para o público mais jovem, o diretor Jonathan Liebesman teve a difícil tarefa de comandar o mais novo blockbuster dos cinemas, As Tartarugas Ninjas. O filme é uma espécie de Transformers misturado com a mentiradas de James Bond e Cia. É o típico cinema pipocão norte-americano, repleto de clichês por todas as sequências. O que salva, é um pouco do carisma das famosas tartaruguinhas que nesse filme parecem mais lutadores de UFC.

Na trama, a cidade de Nova Iorque está dominada em sua plenitude pelas ondas de crime de todos os tipos, comandados pelo vilão Destruidor. Assim, quatro irmãos tartarugas, frutos de uma experiência genética, batizados com nomes de grandes italianos da história, saem do esgoto onde vivem e começam a lutar contra esse terrível oponente. Para tal, contam com a ajuda da atraente repórter April O’Neil.

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O uso excessivo de efeitos especiais tenta preencher a fraca história que foi escrita, quase uma marca em muitos filmes produzidos pelo Michael Bay. Os milhares de fãs devem gostar das sequências de ações mas vão sentir falta de uma trama mais envolvente que realmente prenda a atenção do público. Foi perdida uma grande oportunidade de realizar um filme que ficaria na memória dos fãs.

O filme não esconde sua proposta, em ser mais um blockbuster entre tantos outros lançados anualmente por Hollywood, desde seu início. Mestre Splinter, por exemplo, é um personagem forte e complexo que aparece tão pouco e tinha muito a acrescentar, perde espaço no roteiro que foi totalmente moldado para o público mais jovem.

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A maior qualidade de muitos blockbusters lançados esse ano foi a de tentar inovar, arriscar em meio aos clichês que contém nesses tipos de filmes. As Tartarugas Ninjas insiste no feijão com arroz. Cabe aos fãs decidirem se a persistência é o caminho do êxito, ou não.

Crítica | ‘O Jogo da Viúva’ – Novo TRUE CRIME da Netflix detalha as peças de um tabuleiro macabro!

Um intrigante passeio psicológico e os motivos que levam até um crime são duas variáveis destrinchadas no novo sucesso da Netflix, o longa-metragem espanhol O Jogo da Viúva. Inspirado nos acontecimentos do conhecido Caso Patraix, ocorrido em Valência, Espanha, em agosto de 2017, este true crime, ao longo de duas horas de projeção, nos conduz pelas complexidades da mente e o atropelamento dos princípios que guiam o comportamento humano.

A enfermeira Maje (Ivana Baquero) é casada faz menos de um ano com um engenheiro e entra numa reta de desilusões e infelicidade. Depois de inúmeras traições por parte dela, consegue seduzir um conhecido do trabalho, o também enfermeiro Salva (Tristán Ulloa), e o convence de executar um plano diabólico: matar o marido dela. Quando o assassinato acontece, as peças desse jogo da viúva vai caindo aos poucos por conta de uma investigação detalhada guiada por Eva (Carmen Machi), a detetive responsável pelo caso.

Longos atos, dedicados ao desenvolvimento dos conflitos, revelam dois pontos de vista centrais neste tabuleiro macabro, apresentando, em detalhes, seus elementos mais impactantes. Num primeiro instante, o olhar da investigação policial através de Eva, uma experiente detetive da polícia espanhola que começa aos poucos perceber os verdadeiros caminhos para a solução desse crime. Num segundo momento, somos convidados a um retrato psicológico sombrio de uma mulher manipuladora e pronta pra tirar o marido do caminho.

Dessa forma, o filme ganha ritmo e olhar de curiosidade com um boomerang de informações, um vai e vém que mostra o antes e depois desse crime que chocou a Espanha. Buscar traçar os caminhos para a inconsequência que se somam a um jogo pra satisfazer desejos sombrios, num primeiro momento parece arriscado já que o filme é muito mais um suspense policial do que um suspense psicológico. Mas a fórmula acaba dando certo.

Mas não espere momentos de alta tensão ou alguma reviravolta, não há muitas inovações em relação a outros projetos sobre investigações de assassinatos. O roteiro é competente, mostra todos os lados dos envolvidos, mesmo com apenas pinceladas num primeiro momento, um abre alas frio e que busca logo se encontrar com o clímax. Mesmo sabendo sobre o desfecho, a estrada até os motivos geram reflexões e são bem contextualizadas.

O Jogo da Viúva logo alcançou o Top 10 da Netflix, reforçando o sucesso de obras audiovisuais True Crime com o público. Gosta de filmes policiais? Veja e tire suas próprias conclusões.

Star Wars do Pior ao Melhor | Ranqueamos TODOS os Filmes da Franquia

Ninguém imaginava, nem mesmo o criador George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi para a época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multimilionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando do pior ao melhor todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

 

A Ameaça Fantasma (1999)

Não tem jeito, entra ano e sai ano, mesmo os especialistas revisitando a obra, este segue como o pior filme da franquia, com a média tirada entre as opiniões de crítica e público. Curiosamente, com 11 filmes lançados e a poeira baixada, A Ameaça Fantasma não se encontra mais sozinho nesta. Na opinião do grande público, por exemplo, o que inclui os fãs, ele está empatado com O Ataque dos Clones no fundo do poço (vencendo por número de votos). E para os críticos, um certo filme recente da franquia é que pega o posto antes ocupado por este que deveria ser o retorno triunfal da saga no cinema.

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha -, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente, vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então por que este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou para toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

A Ascensão Skywalker (2019)

Como dito acima, um filme recente da franquia roubou o posto como o pior na opinião dos críticos: e este filme é A Ascensão Skywalker. Na avaliação do grande público e fãs, o mais recente longa também não chega atrás, e se formos levar em conta que A Ameaça Fantasma e O Ataque dos Clones estão empatados tecnicamente no fundo da lista para eles, este encerramento da última trilogia é o segundo pior na opinião deles. Pessoalmente fico em dúvida, pois não sou o maior entusiasta da segunda trilogia. Os filmes da segunda trilogia são, em grande parte, descartáveis (blockbusters desalmados e sem muitos elementos de conexão humana). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J. J. Abrams havia começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Algo digno realmente de um folhetim. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou não saber escrever diálogos, então o flerte entre os personagens de Natalie Portman e Hayden Christensen fica soando como papo de adolescente tímido em seu primeiro encontro. O que foi aquela conversa sobre odiar areia? As frases de efeito usadas como sedução causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o ator que mais rápido caiu em desgraça atualmente em Hollywood. O que não melhora o caso para sua atuação no filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital saltitante, que mais ficou parecendo um miquinho agitado. Lucas parece desaprender o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de mais produtos (bonecos e games) para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais para a geração que cresceu com os filmes da década de 1980. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos bem confeccionados envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou ao menos seu pai Jango Fett – que, mesmo subconscientemente, ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não gostemos destes filmes, precisamos admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, temos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice em certas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um misto entre animação e live action do que com os filmes originais. Pegando por comparação, J. J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento raso como um pires.

Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito? Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas decisões apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou jogando um balde de água fria em grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan e Yoda. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, “fãs”. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, e mesmo os detratores precisam admitir. Ame ou odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudirem.

Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem muitos apelos cômicos ou humor, marca registrada do universo – a fim de deixar a trágica trama assumir protagonismo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figuraça K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

 

O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância, e na de muitos, era o preferido. A cena do resgate de Han Solo no palácio de Jabba é um prato cheio para crianças de todas as gerações. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos para esta trama quanto os detratores fazem parecer. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. O trecho no qual confundem C3PO com um Deus é muito resumo do que foi os anos 1980 e o cinema desta época. Pura nostalgia. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a que mais decepcionou. E a Vingança dos Sith, a que mais quis forçar um clima sombrio. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. E não sou eu ou o CinePOP que dizemos, mas sim os críticos e o grande público. Para os fãs, ele só perde para a trilogia original. E para os críticos, chega exatamente na posição que está nesta lista. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de vermos Star Wars sendo feito de maneira certa, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração ansiosa e repleta de sentimentos conflitantes. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

Guerra nas Estrelas (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Para o bem ou para o mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados. Na opinião dos fãs é o segundo favorito da franquia e para os críticos também, porém empatado com O Despertar da Força. Fora isso, é o filme de número 25 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar. Não tem jeito, assim como A Ameaça Fantasma não consegue tirar o gosto amargo da boca dos fãs, O Império Contra-Ataca é sua antítese: o grande favorito imutável de crítica e público. Fora isso, essa obra-prima da sétima arte, que completou 40 anos de lançamento em 2020, é o filme de número 15 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos em que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes pérolas do cinema. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One ou A Vingança dos Sith), vale dizer somente: parem. Apenas parem.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Agora não mais inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas:

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de pequenos irmãos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizer de dois? Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Já pensou? Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo, é claro, produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985–1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares?

Droids (1985–1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

Caros e Trintões! Conheça os filmes MAIS CAROS do cinema que estão completando 30 anos…

Nessa matéria iremos voltar 30 anos no passado, para uma de nossas décadas preferidas do cinema (e também da vida): os anos 90. Pode parecer clichê, mas era uma época mais simples, mais real. A prova disso é que não tínhamos sequer internet ainda. Pelo menos não da maneira que temos hoje. Este fato ainda forçava uma vivência mais harmoniosa entre as pessoas, que realmente conversavam e interagiam, sem a existência das redes sociais, por exemplo.

No cinema, o que vigora ainda eram as histórias mais humanas, mesmo em filmes de teor mais fantástico. O CGI, por exemplo, e a artificialidade que viria a tomar conta de Hollywood, com telas verde e cenários virtuais, não existia. Quer dizer, ele ainda engatinhava. Os orçamentos também não eram exorbitantes como os de hoje. Há 30 anos, se o orçamento de um filme chegasse a US$100 milhões, era considerado bastante inflado e fora de controle. Hoje, esse valor é considerado normal para produções medianas. Abaixo daremos uma olhada nos 10 filmes mais caros do cinema que estão completando três décadas de sua estreia. Vale frisar que os mais caros não são os que você está pensando – e teremos muitas surpresas na lista. Confira.

Bônus: antes de começarmos a lista do top 10 oficial, precisamos apontar duas menções honrosas, que por muito pouco não entraram. A primeira é a superprodução de Tim Burton, ‘Marte Ataca!’ (você lembra dele?). Baseado numa linha de figurinhas clássicas sobre a invasão de marcianos na Terra, o longa contou com um dos maiores elencos da época, de nomes como Jack Nicholson, Glenn Close e Pierce Brosnan, por exemplo. O valor da produção foi de US$70 milhões.

Outro que por pouco não entrou foi o bem mais obscuro ‘O Último Matador’, filme de máfia e tiroteio da New Line Cinema, estrelado por Bruce Willis e Christopher Walken, que não deu certo e se tornou no máximo cult. O filme teve um orçamento de US$67 milhões. Ambos entrariam no top 12, mas não no top 10.

10) 101 Dálmatas

Considerado um dos primeiros live-action de um clássico animado da Disney, por falar na veterana Glenn Close, por anos ela foi lembrada como a versão de carne e osso da vilã Cruella DeVil. A atriz ficou perfeita em sua encarnação da personagem, dando tudo de si e se jogando de cabeça na performance. Mas a versão em live-action de ‘101 Dálmatas’ não foi barata, pelo contrário. A produção custou US$75 milhões aos estúdios Disney, mas se tornou a pedida ideal para os feriados de fim de ano, se tornando um enorme sucesso. Tanto que terminou gerando uma sequência quatro anos depois.

09) A Rocha

Antes de ‘Transformers’ e antes mesmo de ‘Armageddon’, o diretor Michael Bay, conhecido por sua megalomania explosiva e orçamentos gigantescos, já dava sinais de produções caras. Sua estreia no cinema foi até modesta com ‘Os Bad Boys’ (1995), mas logo no ano seguinte, um filme seu estava entre os mais caros do ano. Falo de ‘A Rocha’, filme de ação que muitos consideram o melhor trabalho de sua carreira. Aqui, ele comanda o eterno James Bond, Sean Connery, como um espião aposentado e aprisionado por décadas. Ele é solto para ajudar em uma missão secreta. Assim, ele formará uma improvável dupla com um químico, papel de Nicolas Cage – que após esse filme se tornou um herói de ação, com longas como ‘Con Air’, ‘A Outra Face’ e ’60 Segundos’. Este aqui também custou US$75 milhões aos cofres da mesma Disney – através da subsidiária Hollywood Pictures.

08) Independence Day

Se perguntássemos para qualquer cinéfilo, qual o filme mais caro de 30 anos atrás no cinema, a grande maioria certamente responderia ‘Independence Day’. Isso porque o fenômeno de ação e ficção científica sobre uma invasão alienígena em larga escala no cinema, nunca vista anteriormente de maneira tão realista, pode ser comparada à febre que foi ‘Jurassic Park’ em sua época. Se o primeiro filme jurássico de Steven Spielberg trouxe a “dinomania” graças aos efeitos revolucionários, podemos dizer que ‘Independence Day’ fez o mesmo com as invasões alienígenas no cinema.

Hoje, isso pode até ser lugar comum, mas só estando vivo na época para presenciar o que foi a comoção em torno deste filme. Não se falava em outra coisa em 1996. Justamente por isso, causa espanto sabermos que ele não foi o filme mais caro de seu respectivo ano. O fato exige ainda mais respeito pelo que o diretor Roland Emmerich foi capaz de fazer com um orçamento que não foi o maior do ano. Não entenda mal, o blockbuster ainda contou com um orçamento inchado, um dos maiores do ano, mas é que o resultado ficou com cara de “o filme mais caro da época”. O valor da produção de ‘Independence Day’ foi o mesmo de ‘101 Dálmatas’ e ‘A Rocha’, ou seja, US$75 milhões. Impressionante.

07) Space Jam – O Jogo do Século

Agora subimos mais cinco milhões de dólares em nosso orçamento, e chegamos até o valor de US$80 milhões. Serão quatro produções na lista que custaram essa quantia, e começaremos com ‘Space Jam’. É difícil de acreditar que esse misto de live-action e animação custou mais do que ‘Independence Day’. Mas para entender precisamos olhar por outro lado. Primeiro, ‘Independence Day’ à época não tinha nomes muito famosos na frente e nem atrás das câmeras. Will Smith se transformou em astro com o filme, e o diretor Emmerich tinha apenas filmes cult no currículo.

Assim, o filme é mais centrado em seus efeitos. Já ‘Space Jam’, para começar, contou com um dos maiores nomes do esporte de todos os tempos, Michael Jordan, que certamente não pediu um cachê barato para topar essa empreitada, em seu primeiro e único filme. Segundo, o filme contou com simplesmente toda a biblioteca de personagens dos Looney Tunes. E para finalizar, o longa precisou criar efeitos que mesclassem com perfeição atores reais e desenhos animados, como ‘Uma Cilada para Roger Rabbit’ havia feito nos anos 80. Aliás, ‘Space Jam’ é o Roger Rabbit dos anos 90 – e merece ser reverenciado como tal.

06) O Preço de um Resgate

O quê, um filme de suspense e drama na lista dos filmes mais caros de 30 anos atrás? Sim, querido leitor. Mas é preciso ter em mente que estes eram os anos 90, época em que o cinema de Hollywood ainda era regido pelo nome de seus astros estampando um filme. Tudo o que era preciso na maioria das vezes era ter um ator famoso estrelando, que o sucesso era garantido. Assim, os anos 90 geraram os infames salários de dois dígitos de milhões – chegando muitas vezes aos US$20 milhões, o caso de alguns nomes badalados da época, vide Jim Carrey, Sylvester Stallone, etc.

Mel Gibson, um dos astros mais populares do período (hoje caído em desgraça), também fazia parte deste timaço, e ‘O Preço de um Resgate’ talvez tenha sido o auge de seu estrelato. Pense por esse lado, um orçamento de US$80 milhões, em que US$20 milhões, ou seja, 25% do valor, vai parar direto no bolso do protagonista. Levando em conta todos os outros pagamentos que precisam ser feitos, como o do diretor da obra (Ron Howard), e as locações, entendemos um pouco melhor como pode ter custado tanto. Esse privilégio não veio à toa. E não veio pela popularidade do astro em franquias como ‘Mad Max’ e ‘Máquina Mortífera’. Acontece que no ano anterior, Gibson havia papado o Oscar de melhor filme e diretor pelo épico ‘Coração Valente’. Ou seja, sua estrela não podia estar brilhando mais forte do que isso.

05) Daylight

Você lembra de ‘Daylight’? Se você pertence a uma geração mais nova, talvez nunca tenha ouvido falar. Mas se você é fã do astro Sylvester Stallone, então nunca irá esquecer deste que é, infelizmente, um dos filmes mais subestimados da carreira do ator. Essa era uma época em que Stallone tentava se afastar um pouco dos heróis de ação e escolhia papeis com apelo mais dramático. Foi nessa época que ele entregou uma de suas melhores atuações em ‘Cop Land’, por exemplo.

Antes disso, no entanto, o astro apostava no gênero do cinema catástrofe, no qual não existe realmente um vilão (como de costume nos filmes do ator), e sim os personagens precisam se unir para superar um grande desafio. Aqui, a colisão de um túnel em Nova York. Stallone também se encaixa entre os astros que ganhavam US$20 milhões nesta época – sendo assim, como no caso acima, o ator ficou com 25% do orçamento de US$80 milhões do filme. No entanto, este ainda é um filme de ação, repleto de efeitos especiais práticos.

04) Missão: Impossível

Tudo começou aqui. O astro Tom Cruise, que estava no topo do mundo na época, havia acabado de sair dos sucessos de ‘A Firma’ e ‘Entrevista com o Vampiro’. Sua empreitada seguinte foi transformar o seriado de espionagem dos anos 60 (revivido nos anos 80), ‘Missão: Impossível’, em um dos maiores blockbusters de 30 anos atrás. Para isso, Cruise resolveu se tornar pela primeira vez, passando para trás das câmeras com um envolvimento maior, deixando as coisas do seu jeito. O primeiro passo foi escalar do diretor Brian De Palma para mesclar suspense digno dos maiores thrillers de espionagem, com momentos de ação de tirar o fôlego. Nascia assim um clássico.

Ninguém nessa imaginava, no entanto, que o longa se transformaria em uma franquia de 8 filmes. Aqui o esquema era o mesmo, o longa custou US$80 milhões e Cruise abocanhou uma porcentagem disso. Porém, como era também o produtor, ainda recebeu uma parte dos lucros – segundo fontes, ficando com algo em torno de US$70 milhões. Por outro lado, sentimos cada centavo na tela, já que esta é uma produção riquíssima em cada detalhe grandioso.

03) Twister

E qual filme pode ter sido mais caro que ‘Missão: Impossível’ e ‘Independence Day’ há 30 anos no cinema? Bem, outro que ficou conhecido como uma das maiores bilheterias da época. Falamos de ‘Twister’, blockbuster produzido por Steven Spielberg que seguia evoluindo na década de 90 o que conhecemos hoje como CGI, ou seja, efeitos especiais gerados através de computadores. Spielberg havia criado dinossauros bastante realistas três anos antes com ‘Jurassic Park’, uma verdadeira revolução para a tecnologia. E ele seguiu investindo com ‘Twister’, onde pôde criar tornados muito realistas, entregando um dos filmes de ação mais repletos de adrenalina do período. No elenco não tínhamos nomes muito famosos, o que deixou espaço para o orçamento de US$92 milhões ficar quase todo voltado para os efeitos revolucionários da produção. ‘Twister’ marcou época.

02) Queima de Arquivo

Independence Day’, ‘Twister’, ‘Missão: Impossível’, ‘A Rocha’; de todos os blockbusters lançados há 30 anos no cinema, ninguém diria que os mais caros foram um filme menor de Arnold Schwarzenegger e uma animação tradicional da Disney. Vamos começar pelo primeiro. Sim, Arnold era o maior astro da época. E sim, alguns de seus filmes correspondiam a este fato com enorme grandiosidade, como ‘O Exterminador do Futuro 2’, ‘True Lies’ e ‘O Vingador do Futuro’. Nestes casos podemos entender a estrutura por trás de blockbusters que parecem realmente caríssimos. Mas este não é bem o caso com ‘Queima de Arquivo’, um blockbuster mediado do astro, que rapidamente foi esquecido.

Este foi o filme que Arnold fez depois do fantástico ‘True Lies’ – e dá para ver que a intenção era repetir o sucesso. É verdade que temos boas cenas de ação aqui, como quando o protagonista cai do avião sem paraquedas, a cena do zoológico com um crocodilo de CGI e o final com as armas de assalto eletromagnéticas, conhecidas com EMR. Mas se compararmos ‘Queima de Arquivo’ com ‘True Lies’, o primeiro sai perdendo muito. No entanto, ele foi o filme mais caro de 30 anos atrás no cinema, custando a bagatela de US$100 milhões para a Warner. Com certeza uma parte do valor foi parar no bolso do ator.

01) O Corcunda de Notre Dame

Finalizando a matéria, temos o grande campeão dos filmes mais caros de 30 anos atrás no cinema. E pensar que uma adaptação em live-action como ‘101 Dálmatas’ iria exigir uma produção maior e mais cara. Porém, é reportado que a animação ‘O Corcunda de Notre Dame’, ainda criada da forma tradicional, ou seja, desenhada à mão, foi o filme mais caro daquela época, empatado com ‘Queima de Arquivo’, com US$100 milhões de orçamento. Pelo visto a produção do desenho exigiu muito do estúdio, que já fazia suas animações em 3D geradas por computadores, com o primeiro ‘Toy Story’ sendo lançado no ano anterior. Para termos uma ideia, sucessos de anos anteriores, como ‘A Bela e a Fera’ e ‘Aladdin’ custaram respectivamente US$25 e US$28 milhões.

Já ‘O Rei Leão’ e ‘Pocahontas’ pularam seu orçamento para US$45 e US$55 milhões respectivamente. Mas nada chegaria perto do que foi o valor de ‘O Corcunda de Notre Dame’, que aprimorou ainda mais os efeitos, e contou com a voz de Demi Moore como a cigana Esmeralda. Após isso, os valores das animações da Disney escalaram sem retorno, com ‘Hércules’ e ‘Mulan’ custando respectivamente US$85 e US$90 milhões. Mas ‘O Corcunda de Notre Dame’ foi o segundo mais caro do período, perdendo apenas para ‘Tarzan’, de 1999, que custou US$130 milhões aos cofres do estúdio.

‘O Homem de Lugar Nenhum’: Criador de ‘John Wick’ vai dirigir remake de filme de ação coreano

De acordo com o Deadline, Derek Kolstad, criador de ‘John Wick‘, irá dirigir um remake de ‘O Homem de Lugar Nenhum‘, filme de ação coreano lançado em 2010.

New Line está desenvolvendo o projeto.

Na trama do filme original, “A única ligação de um ex-agente especial do CHA, Tae-shik, com o resto do mundo é uma menina, So-mi, que mora nas proximidades. Sua mãe, Hyo-Jeong, contrabandeia drogas de uma organização de tráfico de drogas e confia Tae-shik, com o produto, sem deixá-lo saber. Os traficantes descobrem sobre o contrabando e sequestram Hyo-Jeong e So-mi. A gangue promete libertá-los se Tae-shik, fazer uma entrega para eles, no entanto, o que eles realmente planejam é um grande complô para eliminar um líder rival de drogas. Quando o corpo de Hyo-Jeon, é descoberto, Tae-shik, percebe que a vida de So-mi, também pode estar em perigo. Tae-shik, fica furioso com a perspectiva de que So-mi, pode já estar morta e se prepara para uma batalha, pondo sua própria vida em risco.”

Na Coreia do Sul, o filme foi um grande sucesso, arrecadando US$ 42 milhões apenas no país.

Novos detalhes devem ser divulgados em breve.

Bad Boys Para Sempre

(Bad Boys For Life)

 

Elenco:

Will Smith

Martin Lawrence

Vanessa Hudgens

Alexander Ludwig

 

Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah

Gênero: Ação

Duração: 153 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 30 de Janeiro de 2020

Sinopse: 

Bad Boys Para Sempre‘ é focado na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas (Scipio), chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith). Nuñez assumirá o papel de Rite, psicóloga criminal durona e engraçada que é recém-nomeada chefe da AMMO e é ex-namorada de Mike.

Crítica | Bad Boys para Sempre – Michael Bay sai e a qualidade melhora (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O último filme da franquia foi lançado há mais de 15 anos, com uma arrecadação mundial de US$ 273.3 milhões;

» Adi El Arbi e Bilall Fallah , que tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018), dirigem.

» Will Smith e Martin Lawrence retornam, e o elenco também conta com Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nunez.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Kristofer Hivju, de ‘Game of Thrones’, confirma estar com o Coronavírus

Através de seu Instagram, o ator Kristofer Hivju (‘Game of Thrones‘) confirmou que está com coronavírus.

O ator informou aos seguidores que irá se isolar com a família pelo tempo que for necessário.

Confira a declaração completa:

“Saudações da Noruega! Lamento dizer que hoje testei positivo para o COVID19, o coronavirus. Minha família e eu iremos nos isolar em casa o tempo que for necessário. Estamos com boa saúde, só tenho sintomas leves de resfriado. Há pessoas em maior risco cujo o vírus possa ser um diagnóstico devastador, por isso peço a todos que sejam extremamente cuidadosos; lave as mãos, mantenha 1,5 metros de distância dos outros, entre em quarentena; faça tudo o que puder para impedir que o vírus se espalhe. Juntos, podemos combater esse vírus e evitar uma crise em nossos hospitais. Cuide-se, mantenha distância e mantenha-se saudável! Visite o site do Centro de Controle de Doenças do seu país e siga as normas para manter a segurança e proteger não apenas a si mesmos, mas toda a nossa comunidade e, especialmente, aqueles em risco, como idosos e pessoas com condições pré-existentes.”

Vale lembrar que o ator recentemente entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘The Witcher‘, e irá interpretar Nivellen, um personagem que inicialmente parece ser um monstro, mas não é.

‘The Crown’: Novo vídeo destaca os belíssimos figurinos da 4ª temporada; Assista!

Para promover o lançamento da 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘, a Netflix divulgou um novo vídeo destacando o belíssimo figurino do novo ciclo.

Confira:

No Rotten Tomatoes, os novos episódios conquistaram 96% de aprovação (a maior porcentagem até agora), com nota 8.64/10 baseada em 55 reviews. Segundo o consenso geral, “quaisquer que sejam as liberdades histórias que The Crown leva para a quarta temporada, elas são rapidamente perdoadas graças ao poder de seus performers – particularmente Gillian Anderson como [Margaret Thatcher] e Emma Corrin como a Princesa Diana”.

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Nove Desconhecidos’: Série com Nicole Kidman ganha trailer DUBLADO; Assista!

A Amazon Prime divulgou o trailer completo da série ‘Nove Desconhecidos‘ (Nine Perfect Strangers), estrelada pela Nicole Kidman (‘Big Little Lies’).

Confira, dublado e legendado:

No Brasil, a produção irá estrear no dia 20 de agosto – dois dias após o lançamento nos Estados Unidos.

A série é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

David E. Kelley e John Henry Butterworth são os showrunners e assinam o roteiro ao lado de Samantha Strauss.

Frustrados com suas vidas, nove estranhos embarcam em um programa de relaxamento e espiritualidade criado por um SPA de luxo liderado por Marsha (Kidman), mas ao longo dos dias eles percebem que a experiência pode acabar colocando suas vidas e sanidade em perigo.

O elenco ainda conta com Melissa McCarthy, Samara Weaving, Luke Evans, Regina Hall e Michael Shannon.

‘After 4’: Último filme da franquia ganha teaser INTENSO; Confira dublado e legendado!

A Diamond Films divulgou o primeiro teaser da sequência ‘After – Depois da Promessa‘ (After Ever Happy), quarto e ÚLTIMO filme da franquia.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de agosto.

Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.

No filme, o casal “Hessa” está crescendo e pode nunca mais ser o mesmo. Embora já tenham encarado inúmeras adversidades, o capítulo final trará um desfecho de conto de fadas ou destruirá o relacionamento apaixonado e tóxico? Tessa não é mais a garota doce e ingênua de antes. Ela entende todas as emoções que estão se formando em Hardin e sabe que é a única que pode acalmá-lo quando ele explode. Ele precisa dela, mas ela precisa dele?

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin retornam. O elenco ainda conta com Louise Lombard, Kiana Madeira, Rob Estes, Carter Jenkins e Chance Perdomo.

Segredos de Guerra

(Firebird)

 

Elenco:

Tom Prior
Oleg Zagorodnii
Diana Pozharskaya

 

Direção: Peeter Rebane

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 05 de Janeiro de 2023

Sinopse: 

Um jovem soldado embarca em um caso sexual clandestino com um piloto de caça em uma base da força aérea soviética no auge do regime comunista dos anos 1970.

Curiosidades: 

» O longa é baseado nas memórias de Sergey Fetisov (1952-2017), ‘A Tale About Roman‘ (1996);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novo terror da Blumhouse com diretor de ‘Verdade ou Desafio’ é ADIADO para março de 2024

Inicialmente previsto para fevereiro, o novo terror da Blumhouse, intitulado ‘Imaginary‘, foi adiado em um mês pelo estúdio.

Agora, a produção está programada para estrear no dia 8 de março de 2024.

Jeff Wadlow (‘Cry Wolf: O Jogo da Mentira’) será responsável pela direção.

O cineasta já havia colaborado com a Blumhouse, tendo comandado ‘Verdade ou Desafio‘ e o reboot ‘A Ilha da Fantasia‘.

Na trama…

Uma jovem retorna para sua casa de infância apenas para descobrir que o amigo imaginário que ela deixou para trás era real… e quer vingança por ter sido abandonado.

O roteiro foi assinado por Wadlow, Greg Erb, Jason Oremland e Bryce McGuire.

O projeto marcará a primeira parceria entre a produtora do Jason Blum e a Lionsgate.

Vale lembrar que ‘Verdade e Desafio‘ foi um grande sucesso nos cinemas, tendo arrecadado globalmente US$ 95.3 milhões – a partir de um orçamento de apenas US$ 3.5 milhões. Já o reboot de ‘A Ilha da Fantasia‘, que contou com o dobro do orçamento, rendeu US$ 49.4 milhões mundialmente.

Ambos projetos foram massacrados pelos críticos, tendo conquistado míseros 15% e 8% de aprovação no Rotten Tomatoes, respectivamente.

‘Longlegs’ deve ultrapassar ‘Parasita’ e se tornar a MAIOR arrecadação da história da NEON

Sucesso! Após ultrapassar a marca dos US$ 50 milhões nas bilheterias norte-americanas, o aclamado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘ deve quebrar um novo recorde histórico.

O longa está prestes a superar a arrecadação do aclamado ‘Parasita‘ nos EUA, e se tornar a maior bilheteria da história da NEON no país. Atualmente, o terror se encontra com US$ 51.8 milhões arrecadados contra US$ 53.3 milhões da produção coreana.

Com orçamento estimado em menos de US$ 10 milhões, o longa já arrecadou mais de cinco vezes o valor de seu custo de produção.

Vale lembrar que o filme superou todas as expectativas e fechou o seu primeiro final de semana nos EUA com impressionantes US$ 22.6 milhões. O valor representa o dobro das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 10-15 milhões.

Além de ter se tornado a maior estreia da história da produtora NEON – facilmente superando o lançamento de ‘Imaculada‘ (US$5.3) –, o longa também registrou a maior abertura do ano para um terror original no território norte-americano.

Para Nicolas Cage, este é o seu primeiro live-action a ter uma estreia maior que US$ 20 milhões desde o lançamento de ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança‘, em 2011.

Aclamado entre os críticos e considerado “um dos melhores filmes de terror dos últimos anos”, ‘Longlegs‘ alcançou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

 

Sarah Michelle Gellar é CONFIRMADA na sequência ‘Casamento Sangrento 2’

A lendária Sarah Michelle Gellar (‘O Grito’) foi confirmada no elenco da aguardada sequência de ‘Casamentos Sangrento‘, oficialmente intitulada ‘Ready Or Not: Here I Come‘.

Além dela, Shawn HatosyNéstor CarbonellDavid CronenbergElijah Wood também foram anunciados na produção.

Eles se juntam às atrizes Samara Weaving e Kathryn Newton.

Confira o vídeo do anúncio:

Horas após o casamento dos seus sonhos, Grace retorna à casa de campo do novo marido para passar a noite com seus novos sogros. Mas isso não é lua de mel, e Grace logo se vê em uma luta sangrenta pela sobrevivência.

WeavingAdam BrodyMark O’BrienHenry CzernyAndie MacDowell fizeram parte do elenco.

Tyler GillettMatt Bettinelli-Olpin comandaram o projeto e voltam para o segundo filme.

‘Atividade Paranormal 8’ é CONFIRMADO para 2027; Confira a data!

A Paramount Pictures finalmente anunciou quando a sequência ‘Atividade Paranormal 8‘ será lançada.

O próximo capítulo da franquia está programado para 21 de maio de 2027.

Ian Tuason, diretor do vindouro terror ‘The Undertones‘, comandará o novo filme.

O aclamado cineasta James Wan, mestre do terror conhecido por franquias de sucesso como Invocação do Mal e Jogos Mortais, vai produzir.

James Wan expressou seu entusiasmo em assumir a nova fase da franquia: “Sou um grande admirador de Atividade Paranormal desde o brilhante primeiro filme, com sua tensão crescente e sua habilidade sutil de tornar o invisível aterrorizante. Estou ansioso para expandir esse legado e ajudar a moldar a próxima evolução dessa assustadora franquia de found footage”.

O produtor Jason Blum (Blumhouse–Atomic Monster) destacou a importância dessa parceria: “Entrar de cabeça com James nessa empolgante renovação da franquia que começou tudo para a Blumhouse é exatamente o que sonhamos quando fizemos a fusão com a Atomic Monster. Estarei ativamente envolvido com ele para apresentar este novo capítulo. Felizmente, podemos gastar um pouco mais do que os US$ 15 mil que tivemos no primeiro filme, mas uma coisa continuará igual, não assista sozinho”.

Blum também fez questão de mencionar a equipe da Paramount: “Estamos ansiosos para trabalhar com Josh Greenstein, Dana Goldberg, David Ellison, Jeff Shell e suas equipes na Paramount enquanto trazemos Atividade Paranormal de volta à vida”.

‘Atividade Paranormal’, ‘Cloverfield – Monstro’ e os MELHORES filmes found footage do século (até agora)

O novo longa é considerado uma prioridade tanto para a Paramount quanto para a Blumhouse–Atomic Monster. Oren Peli, criador da franquia, também produzirá pela Solana Films, juntamente com Blum e Wan.

Os copresidentes da Paramount Pictures, Josh Greenstein e Dana Goldberg, celebraram a colaboração dos dois mestres do horror:

“Estamos entusiasmados por reacender a icônica franquia Atividade Paranormal com dois dos maiores visionários do horror, James e Jason. O papel de Jason em transformar essa franquia em um fenômeno cultural global, junto com o gosto singular de James e seu histórico em narrativas inovadoras, estabelece o terreno para um novo capítulo eletrizante”, destacou.

2ª FASE do universo ‘Invocação do Mal’ ainda vai acontecer após 4º filme? James Wan responde!

O filme original de 2007, gravado no estilo found footage, foi realizado com um orçamento de apenas US$ 15 mil. Ele foi fundamental para o lançamento da Blumhouse, depois que o produtor Jason Blum investiu no projeto, que se tornou um dos filmes mais lucrativos de todos os tempos.

Até agora, a franquiaAtividade Paranormal soma sete produções, incluindo os filmes Atividade Paranormal 2’ (2010),Atividade Paranormal 3’ (2011),Atividade Paranormal 4’ (2012), Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal’ (2015), Atividade Paranormal: Dimensão Fantasma’ (2015) e Atividade Paranormal – Ente Próximo’ (2021).

Katie Featherston

Jon Cryer, de ‘Two And a Half Men’, vai estrelar nova série de comédia

Jon Cryer, um dos protagonistas da série ‘Two And a Half Men‘, vai estrelar uma sitcom familiar, intitulada ‘Losing It‘.

Com o piloto já encomendado pelo canal ABC, ele contracenará ao lado de Natalie Morales, famosa por ter feito parte dos elencos de ‘The Grinder‘ e ‘Parks e Recreation‘.

O projeto se centra em três irmãos adultos que, ao lado de seus pais, estão passando por uma série de mudanças, que tem feito com que eles percam o controle de suas próprias vidas. Dentre os problemas enfrentados por eles, há um divórcio e perda da liberdade.

Segundo o site da publicação Variety, Cryer interpretará um dos irmãos.

DJ Nash fica a cargo da criação de ‘Losing it‘.

 

 

 

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Artes conceituais trazem Luke e Kylo carecas e elementos inéditos

Star Wars: Os Últimos Jedi’ ganhou novas artes conceituais, que trazem elementos que não foram vistos pela audiência.

O mais impressionante de todos eles é uma versão careca dos personagens Kylo Ren, vivido por Adam Driver, e Luke Skywalker, interpretado Mark Hamill.

Confira o material:

 

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

Corre ver a matéria especial do Jânio Nazareth, Repórter Hollywood, sobre a première do filme:

 

‘Halloween 2’: Sequência estaria em desenvolvimento pela Blumhouse

O novo filme da franquia Halloween ainda nem estreou, mas uma sequência parece já estar em desenvolvimento pela Blumhouse. A informação foi veiculada pelo portal Bloody Disgusting.

Segundo a publicação, fontes secretas ainda teriam revelado que os atores Judy Green e Danny McBride não retornariam aos seus respectivos papéis, embora informações veiculadas no passado tenham pontuando que a dupla gostaria de continua envolvida na franquia.

O site ainda pontua que, se a Blumhouse iniciar os trabalhos da terceira sequência com presteza, o longa poderia estrear nos cinemas um ano após a chegada da mais recente produção, na temporada em que se comemora o Halloween.

A Universal Pictures Brasil divulgou um novo trailer de ‘Halloween‘, recapitulando os eventos da franquia.

Confira:

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax, e tem estreia prevista para 25 de outubro de 2018.

Recentemente, o órgão de classificação indicativa americano classificou o filme como sendo para maiores de 18 anos, por conter “violência e imagens sanguinárias, linguagem ofensiva, uso de drogas e nudez”.

“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things‘), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle‘), Dylan Arnold (‘Mudbound‘), Virginia Gardner (‘Os Fugitivos‘) e o retorno de Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, que voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

 

‘Young Sheldon’ descobre um novo hobby com ‘O Senhor dos Anéis’ na promo do episódio 3×04

A 3ª temporada da popular comédia ‘Young Sheldon‘ está a todo vapor e o garotinho nerd vai descobrir um novo hobby ao conhecer a trilogia de livros ‘O Senhor dos Anéis‘, no quarto episódio do atual ciclo.

Confira:

Vale lembrar que a série já foi renovada para a quarta temporada.

Criada por Chuck LorreSteven Molaro, a série é um spin-off de ‘The Big Bang Theory‘.

Nessa história, conhecemos a infância do jovem cientista Sheldon Cooper. O projeto mostra tudo aquilo que é referenciado na série original, como a avó do personagem e seu relacionamento com seus irmãos e pais.

O elenco conta com Iain Armitage, Zoe Perry, Lance Barber, Montana Jordan, Raegan Revord, Jim Parsons e Annie Potts.

No Brasil, a série é exibida pelo serviço de streaming da Globo Play.

‘A Morte te Dá Parabéns 3’ vai realmente acontecer? Jessica Rothe responde!

Desde o lançamento de ‘A Morte te Dá Parabéns 2‘, muito tem se especulado a respeito da produção de um terceiro e último capítulo da franquia.

E após o diretor Christopher Landon ter comentado que já possuía um título em mente para o possível terceiro filme, agora foi a vez da atriz Jessica Rothe falar sobre o assunto.

Ao ser questionada pelo portal The Hollywood Reporter sobre a possibilidade, ela pontuou que é fundamental ter uma boa história que honre a trajetória da sua personagem:

“É muito importante para o Chris e para mim que, se tivermos a oportunidade de fazer um terceiro filme, terminar a trilogia e terminar a história de Tree, que isso seja feito da forma correta direito. Eu tenho muito amor e um sentimento de proteção profunda sobre ela como uma personagem e como um modelo para jovens mulheres e pessoas de todas as idades. Então, eu nunca iria querer que sacrificássemos sua história e sua jornada apenas para torná-la algo menor do que merece ser. Fazer qualquer tipo de filme sequência é sempre muito complicado, pois você quer ter certeza de que vai cair no tom certo e no lugar certo. Portanto, estou interessada em ver se temos a sorte de encontrar o lugar certo e a maneira certa de concluir essa história”.

A Morte te Dá Parabéns (2017) foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125,5 milhões pelo mundo, mas a sequência lançada em 2019 ficou bem abaixo do esperado, com apenas US$ 65 milhões.

Caso uma terceira sequência seja realmente produzida, história acompanharia a cena pós-créditos do segundo filme, que mostra a DARPA aproveitando o dispositivo do loop do tempo para novas experiências, com a amiga malvada de Tree, chama Danielle (Rachel Matthews), que acaba presa em seu próprio loop.

Vale lembrar que no passado, o diretor Christopher Landon havia confirmado exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

A Morte te Dá Parabéns‘ já está disponível na Netflix.

Assista a entrevista:

 

 

 

‘Duna’: Elenco estampa várias capas interativas da revista EW; Confira!

A espera acabou e o remake de ‘Duna‘ finalmente teve a sua estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (14).

E para comemorar o lançamento, o elenco da produção estampou uma série de capas interativas da revista Entertainment Weekly. A produção também é o grande destaque da mais recente edição.

Confira:

A aguardada adaptação de ‘Duna‘, comandada por Denis Villeneuve, ganhou um novo teaser oficial e legendado, repleto de cenas inéditas.

Confira:

O filme já conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 100 milhões no mercado internacional – onde a produção estreou antecipadamente.

O longa arrecadou US$ 100.3 milhões através de 15 mercados. A adaptação obteve bastante sucesso na Rússia (US$ 15m) e na França (US$ 13.2m), garantindo seus melhores resultados.

Crítica | Duna – Denis Villeneuve corresponde às expectativas?

A trama segue Paul Atreides, um jovem brilhante e talentoso nascido com um grande destino além de seu entendimento, que deve viajar para o planeta mais perigoso do universo para garantir o futuro de sua vida, família e seu povo. À medida que as forças malévolas explodem em conflito sobre o recurso mais precioso existente no planeta – uma mercadoria capaz de desbloquear o maior potencial da humanidade –, somente aqueles que podem dominar seu medo sobreviverão.

Timothée Chalamet (‘Me Chame pelo Seu Nome’) estrela. O elenco ainda conta com Oscar IsaacRebecca Ferguson, Jason MomoaDave BautistaJavier BardemCharlotte Rampling, ZendayaJosh BrolinDavid Dastmalchian.

‘Família, Pero No Mucho’: Leandro Hassum em um pai ciumento no trailer da nova comédia da Netflix

Prepare-se para uma aventura cheia de neve, risadas e a clássica rivalidade entre Brasil e Argentina. ‘Família, Pero No Mucho‘, nova comédia da Netflix estrelada por Leandro Hassum, estreia em 18 de julho.

Gravado entre as paisagens geladas de Bariloche e o calor do Rio de Janeiro, o filme acompanha duas famílias de nacionalidades diferentes, que parecem não ter nada em comum. Mesmo com todas as diferenças, elas se juntam para curtir alguns dias de férias, unidas pelo amor de seus filhos.

Em ‘Família, Pero No Mucho‘, Otávio (Hassum) se vê obrigado a viajar com sua família para Bariloche, onde conhecerá o noivo argentino de sua filha Mariana (Júlia Svacinna). Em meio a paisagens exuberantes, vinhos saborosos, tombos na neve e um portunhol sofrível, Otávio acaba colocando em risco a felicidade de sua filha. Com suas atitudes impulsivas e ciúmes, ele cria um grande mal-entendido que ameaça o casamento e a relação entre eles. Agora, Otávio precisa encontrar uma forma de corrigir seus erros e reconquistar a confiança de Mariana.

Confira o trailer:

Confira também as primeiras imagens da comédia:

familia pero no mucho. cr. courtesy of netflix © 2025

familia pero no mucho. cr. courtesy of netflix © 2025

familia pero no mucho. cr. guilherme leporace/netflix © 2025

familia pero no mucho. cr. courtesy of netflix © 2025

familia pero no mucho. cr. courtesy of netflix © 2025

familia pero no mucho. cr. guilherme leporace/netflix © 2025

familia pero no mucho. cr. courtesy of netflix © 2025

O elenco reúne talentos do Brasil e da Argentina, como Gabriel Goity, Simón Hempe, Karina Ramil, Mariela Pizzo, João Barreto e Abril di Yorio.

A produção é da Camisa Listrada, com direção de Felipe Joffily e roteiro de Leandro Soares e Lucas Blanco.

família pero no mucho

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’: Trilha sonora tem trecho de “Aquarela do Brasil”

Na música “Canto Bight”, deStar Wars: Os Últimos Jedi, que toca na cena do cassino, pode-se ouvir um trecho da clássica música brasileira “Aquarela do Brasil”. Confira abaixo, aproximadamente aos 59 segundos:

A trilha sonora de Star Wars: Os Últimos Jedi, composta por John Williams, foi lançada nas plataformas digitais. Ouça:

O elenco de ‘Star WarsOs Últimos Jedi‘ é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

Star Wars: Os Últimos Jedi está em cartaz nos cinemas brasileiros.

Leia a nossa Crítica em Vídeo | Star Wars: Os Últimos Jedi – Comentamos o filme mais aguardado de 2017

‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ tem a pior nota da saga pelo público no Rotten Tomatoes

‘Godzilla: O Rei dos Monstros’ tem lançamento adiado pela Warner Bros.

Godzilla: O Rei dos Monstros, sequência direta de ‘Godzilla’, de 2014, estava previsto para chegar aos cinemas 21 de março de 2019, agora, a data de estreia foi adiada no calendário da Warner Bros. para 31 de maio de 2019.

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Vera Farmiga estão no elenco.

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER] 

‘Godzilla Vs Kong’ estreia em 22 de maio de 2020. Antes disso, Godzilla: O Rei dos Monstroschega aos cinemas em 31 de maio de 2019.

Heróis nos Cinemas | Rankeamos os lançamentos de 2019 – até agora

Os heróis de quadrinhos formaram um império nos cinemas e se consolidaram como verdadeiras máquinas de dinheiro. Em alguns casos, esses filmes representam a salvação do ano de alguns estúdios e são os responsáveis pela movimentação monstruosa de dinheiro em Hollywood. 2019 tem nada menos que 8 produções do gênero, faltando apenas uma para estrear nos cinemas. Pensando nisso, o CinePop escalou os filmes do melhor para o pior. Confira!

 

VINGADORES: ULTIMATO – DISNEY

 

O grande fenômeno do ano não poderia estar em outro lugar senão o topo da lista. O filme-evento começa logo após os eventos catastróficos de Guerra Infinita e contou com a curiosidade fãs do mundo todo para ver como os Heróis Mais Poderosos da Terra lidariam com a derrota e o que fariam para Vingar as vidas perdidas no estalar de dedos de Thanos. Além disso, Ultimato teve a árdua missão de encerrar onze anos de filmes interligados e fez isso de maneira magistral.

Os Irmãos Russo souberam trabalhar uma boa história com os personagens da Cultura Pop mais conhecidos dos dias de hoje. Era um projeto muito ambicioso e com muitas chances de dar errado, mas foi conduzido de forma exemplar e trouxe momentos inesquecíveis para qualquer pessoa que tenha o mínimo de envolvimento com os heróis.

O roteiro é coerente, a ação é de primeira e a dinâmica entre os personagens é maravilhosa! A direção dos Russo consegue prender a atenção do público e trazer novas facetas aos heróis em cena, além do excelente uso das cores e da iluminação para ditar o tom do filme. Foram três meses em cartaz e um relançamento, com quebra de praticamente todos os recordes possíveis, incluindo o de maior bilheteria da história. Destronar Avatar (2009) parecia ser uma missão impossível, só que a Marvel estava determinada a tomar esse posto, “custe o que custar”. Histórico!

 

 

SHAZAM! – WARNER

Shazam é incrível! Pensado como um filme de natal, mas lançado no começo do ano, Shazam! traz Zachary Levi no papel principal e conta uma das histórias mais legais da DC nos cinemas.

Diferentemente das produções de Zack Snyder, o longa de David Sandberg não tem medo de contar uma história simples, mas pura e com coração. É um daqueles filmes que você assiste e já sai da sessão querendo ver de novo. Muito disso se deve ao roteiro, que aborda questões como o abandono, o crescimento e a descoberta de seu lugar no mundo. Sem contar que o próprio personagem título e o elenco de apoio são absurdamente interessantes.

Trazer um herói de 14 anos que vira “adulto” ao pronunciar “Shazam!” para o universo dos valentões da DC foi uma jogada arriscada, dado que alguns fãs só enxergam a DC como algo sombrio e escuro, mas que deu muito certo por ter sido bem executada. Infelizmente, a época de lançamento do filme não foi muito favorável ao potencial de arrecadação de Shazam!. Os executivos da Warner optaram por lançá-lo na ressaca de Capitã Marvel e algumas semanas antes de Ultimato. Provavelmente teria arrecadado bem mais se chegasse aos cinemas no segundo semestre.

Enfim, a bilheteria não reflete a qualidade de Shazam!, que é um FILMAÇO!

 

HOMEM-ARANHA: NO ARANHAVERSO – SONY

O filme que abriu o ano para os heróis já ocupa um lugar muito especial no coração dos fãs. Trazendo Miles Morales para as telonas pelas primeira vez, “No Aranhaverso” reúne várias versões do herói aracnídeo em uma animação de muita personalidade e de visual impressionante. Cada frame do filme é uma obra de arte, que não apenas homenageia os quadrinhos, mas também traz muito da arte de rua novaiorquina.

Escrito pela dupla de Uma Aventura Lego, Chris Miller e Phil Lord, o filme traz Miles como o típico adolescente que está crescendo e se vê diante dos desafios do amadurecimento e das responsabilidades que a vida adulta traz. Mas tem um detalhe junto a isso: ele também ganhou poderes de aranha. E quando a máquina interdimensional do Rei do Crime dá problemas, Miles se vê diante de Homens Aranhas de várias realidades diferentes. Juntos, eles devem trabalhar para derrotar o mal e voltar para suas respectivas dimensões.

Assim como Shazam!, Homem Aranha: No Aranhaverso é um filme com alma e que conquista por fazer o simples de maneira mais que competente. Vale a pena tirar um tempinho do seu dia para assistir!

 

CAPITÃ MARVELDISNEY

A primeira aventura solo de uma heroína da Marvel chegou aos cinemas em março e causou muita polêmica. Alguns fãs ficaram decepcionados por ela ser uma personagem MUITO poderosa e resolver as situações de maneira muito fácil, uma crítica muito comum nos filmes do Superman, por exemplo, enquanto outros gostaram da personagem justamente por ela ser MUITO poderosa.

Mas mesmo com as críticas e até com uma campanha de boicote feita por um grupo machista de internet, Capitã Marvel brilhou nos cinemas e bateu um bilhão de bilheteria. Sem contar que acalmou os ânimos dos Marvetes para abril, já que eles não aguentavam mais esperar por Ultimato.

Com jeitão de filme da Fase Um, Capitã Marvel conta a origem de Carol Danvers (Brie Larson), uma piloto que se envolve em um acidente e acaba ganhando poderes e sendo levada para o espaço. Agora com DNA Kree em suas veias, Carol integra a Starforce enquanto tenta recobrar suas memórias. O longa é muito divertido e passa pelos primórdios do MCU. Além de ter uma trilha sonora e trazer uma versão nunca vista de Nick Fury (Samuel L. Jackson). Ah, vale destacar a gatinha Goose, um dos alívios cômicos mais legais da Marvel nos cinemas.

 

HOMEM ARANHA: LONGE DE CASA – SONY/ DISNEY

A segunda aventura solo do Amigão da Vizinhança do MCU está em cartaz nos cinemas de todo o Brasi e traz as consequências diretas dos eventos mostrados em Vingadores: Ultimato e como o Homem Aranha lida com elas. O filme é considerado o mais divertido do Cabeça de Teia, mas o grande destaque mesmo é o vilão Mystério, interpretado pelo talentosíssimo Jake Gyllenhaal.

Na trama, Peter sai em uma Eurotrip com o Colégio Midtown, quando uma série de ameaças começa a assolar a Europa, e um novo herói, o Mystério, surge. Nick Fury o convoca para ser o novo ajudante da SHIELD pós-Thanos, mas para isso ele precisa abdicar suas férias. Ele deve escolher entre ser um adolescente normal ou seguir com a vida de herói. O filme encerra a Fase Três da Marvel e pavimenta o caminho para a abordagem da Fase Quatro da Casa das Ideias.

Além disso, é o primeiro filme do Homem Aranha a bater a marca de um bilhão de dólares em bilheteria, uma marca mais do que expressiva. Enfim, não vamos falar muito desse aqui porque ele ainda está em cartaz, então corram pra ver o quanto antes!

 

VIDRO – UNIVERSAL

O capítulo final da trilogia de heróis do controverso M. Night Shyamalan chegou aos cinemas e, assim como seu diretor, dividiu opiniões. O padrão de opiniões parece ter sido o seguinte: Se você gostou de Corpo Fechado, é muito provável que não tenha curtido Vidro. Se você não for fã do primeiro filme, é quase certo que tenha curtido o capítulo final.

Fato é que houve uma mudança de tom e até mesmo de estética. Enquanto Corpo Fechado e Fragmentado seguiam um tom mais sóbrio, Vidro decidiu abraçar o visual de HQ e adicionar mais cores. O diretor também traz a resposta para a dúvida principal da franquia: Eles são super-seres ou apenas malucos iludidos? Eu, particularmente, curti a resolução do caso e o famoso plot twist, marca registrada de Shyamalan, me convenceu.

É um bom divertimento.

 

BRIGHTBURN – FILHO DAS TREVAS – SONY

O primeiro projeto de James Gunn após a polêmica dos Tweets antigos foi a produção de um filme de terror baseado no mito do Superman. Na trama, um casal da cidadezinha de Brightburn tem sua fazenda atingida por um asteroide cujo conteúdo era um bebê.

Eles adotam a criança e a criam como se fosse seu filho. Porém, a adolescência chega e com ela o descobrimento de seus poderes. Acontece que aquele menininho doce e educado vai se transformando em um arauto de sua raça alienígena, que tinha como missão conquistar planetas. Fazendo um paralelo com a psicopatia infantil, Brightburn imagina como seria o Superman do mal.

A proposta é realmente interessante, mas a direção de David Yarovesky não sabe conduzir a história direito. Então, quando você acha que “agora vai!”, o filme decai e deixa aquele sentimento de que faltou engrenar. O ponto alto do longa é a estética de terror, que lembra muito a dos primeiros projetos do produtor James Gunn. O gore também é interessante, mas fica só nisso. É uma franquia de muito potencial, mas precisa de uma galera mais cascuda na direção.

 

X-MEN: FÊNIX NEGRA – FOX

O capítulo final dos Mutantes da Fox nos cinemas passou por uma série de problemas de bastidores que influenciaram diretamente naquilo que foi reproduzido em tela. É realmente triste que um elenco tão bom quanto o desse X-Men tenha sido desperdiçado em um longa insosso e chato, ainda mais por adaptar a saga mais famosa dos mutantes.

Eles tiveram uma segunda chance de adaptar a saga da Fênix Negra para os cinemas, mas cometeram os mesmos erros de “O Confronto Final”. Frustrante demais. Outro fator para não ter atraído o público é que as filmagens ocorreram em meio ao processo de venda da Fox para a Disney. Ou seja, a franquia já se encaminhava para um reboot feito pela Marvel, então por que gastar dinheiro em algo que – teoricamente – será mudado em alguns poucos anos?

Com a baixa procura do público, Fênix Negra deixou os cinemas americanos com menos de um mês em exibição. É uma pena, pois uma franquia com a importância de X-Men deveria se despedir de forma mais digna. Entendam, não é um filme ruim, só que é como comer um pastel e descobrir que ele não tem recheio: decepcionante.

 

HELLBOYLIONSGATE

Trágico. Assim podemos definir o remake de Hellboy. É inacreditável que preferiram fazer esse filme a fechar a trilogia do oscarizado Guillermo del Toro. Sério, nada funciona nesse filme, que não consegue acrescentar em nada ao espectador além de duas horas intermináveis de palavrões e piadas de tiozão.

Tudo é muito forçado e o roteiro é não chega a ser confuso, só é ruim mesmo. A trama te leva de nada a lugar nenhum e todo o contexto parece ter sido idealizado por um garoto de 13 anos. Sem contar que jogaram no lixo um elenco com David Harbour, Ian McShane e Milla Jovovich. É realmente trágico o que fizeram aqui.

 

QUEM FALTA ESTREAR?

2019 ainda reserva espaço para mais uma surpresa. O filme solo do Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix, chega aos cinemas no comecinho de Outubro e promete fazer os fãs esquecerem do desastre que foi Jared Leto no papel do Palhaço do Crime, e entregar um filmaço sobre a origem do icônico vilão do Batman. Sem ligação com o Universo DC, Coringa está sendo aclamado pelos poucos que já tiveram a oportunidade de vê-lo e a atuação de Joaquin Phoenix está sendo apontada como a melhor de sua carreira. Wow. Apenas wow!

 

E aí, concorda com o ranking? Faça o seu nos comentários!

Crítica | Uma Noite Infernal – Suspense da TNT é bem sucedido em criar bastante tensão

Uma das coisas mais legais das produções originais da TNT é que ela está oferecendo uma gama distinta de gêneros fílmicos, com atores às vezes desconhecidos e apresentando alternativas inovadoras para o entretenimento residencial. É justamente o caso de ‘Uma Noite Infernal’.

Apesar do título nos remeter àqueles filmes dos anos 1990, o longa trata de um suspense estilo gato e rato: um predador que constantemente encurrala sua presa, e há um prêmio que os dois estão disputando de alguma forma (além de, claro, sair com vida dessa).

Em ‘Uma Noite Infernal’ conhecemos Melinda (Tilda Cobham-Hervey, muito expressiva na construção de sua personagem), uma jovem frentista de um posto de gasolina que claramente tem dificuldades de socialização, e a coisa se agrava porque ela tem Sheila (Suki Waterhouse) como companheira de trabalho, e Sheila é bonitona e atrai todas as atenções para si, mesmo não querendo. Isso causa um incômodo tremendo na jovem, que está desesperada por atenção, apelando para praticamente qualquer um que entre na loja, embora seu crush mesmo seja o policial Liu (Harry Shum Jr., em participação especial). Então, uma noite, um rapaz desconhecido entra na loja de conveniência para assaltá-la, e, começa assim, a tal noite infernal.

O que torna diferente este filme é o protagonismo de Tilda Cobham-Hervey, que constrói uma personagem muito interessante e que já no primeiro momento dá a entender para todo mundo que ela tem profundas questões não resolvidas com relação a si mesma. Suas tentativas de interagir com as pessoas são frustrantes, dá até certa raiva de sua ingenuidade (algo que é compartilhado pelas pessoas às quais ela se aproxima). Sem mencionar, logo no início do longa, as cenas em que ela se propõe a limpar as coisas do posto, e a câmera foca nela lavando as mãos e passando álcool gel. E olha que o filme é de 2019!

A direção de Mike Gan consegue construir uma boa atmosfera de suspense, embora por vezes dê uma deslizada em tentativas meio inocentes de enganar o espectador com artifícios muito evidentes. Porém, também não é nada que prejudique o conjunto da obra.

Todo passado dentro do posto de gasolina e com um elenco que não passa de dez pessoas, ‘Uma Noite Infernal’ apresenta uma proposta interessante para o suspense de entretenimento graças à competência de sua atriz principal e de um argumento simples, que se volta para as pessoas solitárias que trabalham em ambientes isolados. A estreia está prevista para 10 de abril no canal TNT.

‘Bird Box’: Trent Reznor e Atticus Ross revelam música de 13 minutos cortada do filme

O sucesso recente de ‘Bird Box’, novo filme da Netflix, traz também a dupla de compositores vencedores do Oscar, Trent Reznor Atticus Ross.

Apesar de terem feito toda a trilha musical, uma composição em especial não acabou na versão final do filme.

A faixa conta com quase treze minutos repletos de suspense.

Confira:

Um dos maiores mistérios de ‘Bird Box‘, longa original da Netflix que estreou no fim do ano passado, era sobre o visual dos monstros que levavam ao suicídio aqueles que os viam. Tal dúvida foi sanada esta semana quando um dos artistas plásticos envolvidos na produção do filme publicou uma foto revelando a aparência da criatura.

Inspirado em seu visual, fãs do perfil Readful Things criaram um protótipo de brinquedo que poderia ser encontrado em qualquer loja! Dá só uma olhada:

 

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E você, compraria um se existisse de verdade?

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso

Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

Sandra Bullock  e Sarah Paulson estrelam. John Malkovich, Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Rosa Salazar Danielle Macdonald completam o elenco.

MTV Movie & TV Awards 2019: Confira a lista completa de vencedores!

A premiação do MTV Movie & TV Awards ocorreu ontem, 17 – e trouxe várias surpresas e favoritos de volta aos holofotes.
Confira a lista completa abaixo dos vencedores da última edição:

MELHOR FILMEVingadores: Ultimato

Infiltrado na Klan

Homem-Aranha no Aranhaverso

Para Todos os Garotos que Já Amei

Nós

MELHOR SÉRIE

Big Mouth

Game of Thrones

Riverdale

Schitt’s Creek

A Maldição da Residência Hill

MELHOR PERFORMANCE EM FILME

Amandla Stenberg (Starr Carter) – O Ódio que Você Semeia

Lady Gaga (Ally) – Nasce Uma Estrela

Lupita Nyong’o (Red) – Nós 

Rami Malek (Freddie Mercury) – Bohemian Rhapsody

Sandra Bullock (Malorie) – Bird Box

MELHOR PERFORMANCE EM SÉRIE

Elisabeth Moss (June Osborne/Offred) – The Handmaid’s Tale

Emilia Clarke (Daenerys Targaryen) – Game of Thrones

Gina Rodriguez (Jane Villanueva) – Jane the Virgin

Jason Mitchell (Brandon) – The Chi

Kiernan Shipka (Sabrina Spellman) – O Mundo Sombrio de Sabrina

MELHOR HERÓI

Brie Larson (Carol Danvers/Captain Marvel) – Capitã Marvel

John David Washington (Ron Stallworth) – Infiltrado na Klan

Maisie Williams (Arya Stark) – Game of Thrones

Robert Downey Jr. (Tony Stark/Iron Man) – Vingadores: Ultimato

Zachary Levi (Billy Batson/Shazam) – Shazam!

MELHOR VILÃOJodie Comer (Villanelle) – Killing Eve

Joseph Fiennes (Fred Waterford) – The Handmaid’s Tale

Josh Brolin (Thanos) – Vingadores: Ultimato

Lupita Nyong’o (Red) – Nós

Penn Badgley (Joe Goldberg) – You

MELHOR BEIJO

Camila Mendes & Charles Melton (Veronica Lodge & Reggie Mantle) – Riverdale

Jason Momoa & Amber Heard (Aquaman & Mera) – Aquaman

Ncuti Gatwa & Connor Swindells (Eric Effiong & Adam Groff) – Sex Education

Noah Centineo & Lana Condor (Peter Kavinsky & Lara Jean) – Para Todos os Garotos que Já Amei

Tom Hardy & Michelle Williams (Eddie Brock/Venom & Anne Weying) – Venom

REALEZA DO REALITY SHOW

Jersey Shore: Family Vacation

Love & Hip Hop: Atlanta

The Bachelor

The Challenge

Vanderpump Rules

MELHOR PERFORMANCE DE COMÉDIA

Awkwafina (Peik Lin Goh) – Podres de Ricos

Dan Levy (David Rose) – Schitt’s Creek

John Mulaney (Andrew Glouberman) – Big Mouth

Marsai Martin (Little Jordan Sanders) – Little

Zachary Levi (Billy Batson/Shazam) – Shazam!

PERFORMANCE REVELAÇÃO

Awkwafina (Peik Lin Goh) – Podres de Ricos

Haley Lu Richardson (Stella) – Five Feet Apart

Mj Rodriguez (Blanca Rodriguez) – Pose

Ncuti Gatwa (Eric Effiong) – Sex Education

Noah Centineo (Peter Kavinsky) – Para Todos os Garotos que Já Amei

MELHOR LUTAVingadores: Ultimato – Capitão America vs. Thanos

Capitã Marvel – Capitã Marvel vs. Doutora Minerva

Game of Thrones – Arya Stark vs. the White Walkers

RBG – Ruth Bader Ginsburg vs. Inequality

WWE Wrestlemania – Becky Lynch vs. Ronda Rousey vs. Charlotte Flair

MELHOR HERÓI DA VIDA REAL

Alex Honnold – Free Solo

Hannah Gadsby – Nanette

Roman Reigns – WWE SmackDown

Ruth Bader Ginsburg – RBG

Serena Williams – Being Serena

PERFORMANCE MAIS ASSUSTADORA

Alex Wolff (Peter) – Hereditary

Linda Cardellini (Anna Tate-Garcia) – A Maldição da Chorona

Rhian Rees (Dana Haines) – Halloween

Sandra Bullock (Malorie) – Bird Box

Victoria Pedretti (Nell Crain) – A Maldição da Residência Hill

MELHOR DOCUMENTÁRIO

At the Heart of Gold: Inside the USA Gymnastics Scandal

McQueen

Minding the Gap

RBG

Surviving R. Kelly

MELHOR APRESENTADOR

Gayle King – CBS This Morning

Nick Cannon – Wild ‘n Out

Nick Cannon – The Masked Singer

RuPaul – RuPaul’s Drag Race

Trevor Noah – The Daily Show with Trevor Noah

MELHOR MOMENTO MEME

Lindsay Lohan’s Beach Club – The Lilo Dance

Love & Hip Hop: Hollywood – Chapéu de Ray J

RBG – O notório RBG

RuPaul’s Drag Race – Asia O’Hara’s fail no final da 10ª temporada

The Bachelor – Colton Underwood pula a cerca

‘1917’: Sam Mendes fala sobre sua inspiração para o novo drama de guerra

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores no qual o diretor Sam Mendes fala sobre sua inspiração para dar vida ao drama de guerra 1917.

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais em 13 de fevereiro de 2020, com Mendes também assinando o roteiro ao lado de Krysty Wilson-Cairns.

Assista ao trailer:

Em um dos momentos críticos da Primeira Guerra Mundial, dois soldados britânicos Schofield (MacKay) e Blake (Chapman) recebem uma missão aparentemente impossível. Em uma corrida contra o tempo, os soldados devem cruzar território inimigo e entregar uma mensagem que cessará o ataque brutal de milhares – entre eles, o irmão de Blake.

O elenco inclui George MacKay, Dean-Charles Chapmann, Mark Strong, Andrew Scott, Richard Madden, Claire Duburcq, Colin Firth e Benedict Cumberbatch.

Crítica | ‘Curon’, nova série de mistério da Netflix, é uma ode ao suspense e à ficção científica

A mitologia acerca dos doppelgängers (ou duplos, ou sósias, como também são conhecidos) data de vários séculos atrás. A terminologia nórdica encara o duplo como uma cópia de uma pessoa que, segundo o dramaturgo Steinberg, insurge como presságio de morte ou de mau agouro. Não é surpresa que as lendas foram incorporadas a diversos filmes de terror e de ficção científica, desconstruindo os conceitos maniqueístas do sobrenatural para um enfrentamento quase moral dos nossos piores medos – ou do nosso pior lado, que nos assombra constantemente. Ao longo da história da literatura e do cinema, essas personas, que são tratadas como alter-egos sombrios de uma psique atribulada, transformaram-se em um sub-gênero recheado de potencial, aparecendo em obras como ‘O Retrato de Dorian Gray’, ‘The Outsider’, ‘How I Met Your Mother’ e, mais recentemente, no aclamado thriller ‘Nós’, de Jordan Peele.

Agora, chegou a vez da Netflix investir nesse tipo de narrativa com a produção italiana Curon. Com apenas sete episódios, a série é uma ode ao suspense dramático e gira em torno da cidade titular, palco de inúmeras tragédias sempre relacionadas à família Raina. Outrora dona do pitoresco vilarejo que fazia fronteira com a Áustria em plena II Guerra Mundial (quase transformando-se em uma neo-colônia alemã), a família resolveu inundá-la como forma de enterrar segredos obscuros – algo que veio a ser cobrado décadas depois em um enredo épico de ascensão e tragédia. Agora, Anna (Valeria Bilello) resolveu retornar de sua vida na estonteante Milão para Curon, para tentar recuperar o tempo perdido com um pai debilitado (interpretado por Luca Lionello) e um passado traumático que envolve a morte da mãe.

Por mais formulaica que essa atmosfera pareça – ainda mais levando em conta a repetitiva preferência da plataforma de streaming pela sóbria fotografia azulada (típica de produções como ‘Dark’, ‘The Rain’ e ‘The Witcher’ -, o quarteto idealizador deixa que a própria série beba desses convencionalismos narrativos e transfira o foco para um grupo de jovens que lida com uma herança arrepiante, uma maldição que vem se estendendo desde sempre na misteriosa cidade. É a partir daí que o drama adolescente ganha forma interessante e transbordando com energia – a qual é canalizada para atuações irretocáveis e uma tensão crescente que serve de base para sequências de tirar o fôlego. Tudo isso comandando pelos diretores Fabio Mollo e Lyda Patitucci e pela dupla de protagonistas Mauro e Daria, encarnados por Federico Russo e Margherita Morchio.

Arquitetando uma mitologia própria, as sutis nuances são elevadas a um patamar elegíaco – ainda mais levando em conta que o principal vilão da história é a torre do relógio que se posta isolada no centro de um lago. Essa criatura imóvel com ares lovecraftianos é o espectro sobrenatural necessário para que o público comprasse o projeto, além de reger os relacionamentos conturbados entre os personagens. De um lado, os gêmeos Mauro e Daria unem-se para sobreviver ao último ano do colégio, sendo confrontados pela reputação controversa de seus antepassados e por suas personalidades contradizentes à campesina e tradicionalista (para não dizer retrógrada) comunidade lacustre; do outro, temos o conflito sexual de Micki (Juju Di Domenico), a rebeldia sem fim de seu irmão, Giulio (Giulio Brizzi), e ao tóxico relacionamento de seus pais. Ambos os diferentes mundos entram em rota de colisão em inesperados eventos – aumentando a complexidade de cada batida.

À parte de uma imagética bem pensada, mesmo que já tenha sido utilizada em outras produções audiovisuais, e de uma premissa interessante, o grande problema da primeira temporada é sua identidade. Apesar do número sólido de protagonistas, as múltiplas tramas destinadas a cada um deles não têm espaço e tempo suficiente para dizerem tudo o que precisam; algumas escolhas cênicas também parecem fragmentadas demais – como é o caso da montagem paralela, que destoa em certos capítulos quando procura promover um dinamismo maior (coisa que poderia ser destinada apenas à intempestiva trilha sonora). No final das contas, cabe à excelência da química entre os atores e atrizes ofuscar, dentro do que é cabível, esses amadorismos.

Enquanto a série não pensa duas vezes antes de transformar o suspense em um thriller psicológico movido à laços familiares e a segredos que vão sendo desenterrados pouco a pouco, a transmissão mítica ou acaba ficando de lado, ou é inflexionado de modo diligente e superficial. Felizmente, numa perspectiva inicial, a primeira temporada ergue-se com maestria forte o bastante para nos manter vidrados do começo ao fim – ainda que certas incursões oscilem por falta de aproveitamento.

No geral, Curon é uma surpresa agradável que vinha sendo cultivada desde o primeiro trailer – um dos melhores do ano, devo dizer. Mesmo que certas expectativas tenham sido diminuídas à medida que os episódios chegavam ao fim, o saldo positivo e o desejo de mais temporadas (com explorações mais profundas do que as apresentadas) é o principal motivo de querermos revisitá-la várias vezes à procura de pistas e pontos perdidos.