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‘Lizzie McGuire’: Revival é CANCELADO pela Disney!

LIZZIE MCGUIRE - "Bangs" (Disney Channel/Ali Goldstein) HILARY DUFF, ADAM LAMBERG

Péssima notícia para os fãs de ‘Lizzie McGuire‘! O revival da série que estava sendo desenvolvido para a Disney+ foi cancelado e não seguirá em frente no serviço de streaming.

A notícia foi compartilhada pela própria Hilary Duff, em seu Instagram.

Confira:

“Estou muito honrada de ter a personagem da Lizzie na minha vida. Ela causou um impacto na vida de muitas pessoas, incluindo a minha. Ver a lealdade e amor dos fãs significa muito para mim. Fizemos muitos esforços e tivemos muitas conversas para fazer o reboot funcionar, mas infelizmente não irá acontecer. Eu quero que o reboot de ‘Lizzie McGuire’ seja honesto e autêntico à pessoa que a Lizzie é atualmente. É o que a personagem merece. Nós podemos tirar um momento para ficar de luto pela mulher incrível que ela teria sido e pelas aventuras que teríamos com ela. Estou muito triste, mas eu prometo que todos tentaram o seu melhor, mas as estrelas não se alinharam.”

Vale lembrar que o desenvolvimento do revival enfrentou diversos problemas nos bastidores. A Disney e a Hilary Duff alegadamente não conseguiam chegar a um meio termo sobre o tom da produção.

Em virtude dessas desavenças criativas, o showrunner Terri Minsky acabou deixando o projeto.

Lizzie McGuire‘ contou com duas temporadas, exibidas entre os anos de 2001 e 2004. Em 2003, a produção ganhou seu próprio filme para TV.

Após trailer, reboot de ‘Pânico na Floresta’ ganha cartaz e novas imagens sinistras; Confira!

O reboot da franquia ‘Pânico na Floresta‘, intitulado ‘Wrong Turn: The Foundation‘, ganhou cartaz e novas imagens oficiais.

Confira:

O lançamento acontece em 2021, com data a ser definida em breve.

Vale lembrar que a Motion Picture Association of America (MPAA) anunciou hoje que o aguardado reboot ganhou a surpreendente classificação para maiores de 18 anos [RATED R] devido a “forte violência sangrenta, imagens horripilantes e linguagem difusa”.

Mike P. Nelson é responsável pela direção.

Um grupo de amigos vai escalar em West Virginia e é confrontado pela “Fundação”, uma comunidade que vive nas montanhas desde antes da Guerra Civil – e eles não se dão muito bem com estranhos.

O elenco conta com Charlotte Vega (‘The Lodgers’), Matthew Modine (‘Medo Profundo’), Damian Maffei (‘Os Estranhos 2’), Bill SageEmma Dumont (‘The Gifted’), Valerie Jane ParkerChaney Morrow (‘Haunt’) e David Hutchinson (‘American Horror Story’).

Vale destacar que, entre os nomes dos personagens, há Deer Skull, Ram Skrull, Wild Boar Skull e Wolf Skrull, o que deixa a entender que teremos vilões completamente novos.

Alan B. McElroy, roteirista do filme original, escreveu o novo roteiro.

Psicopata Americano | Os 20 Anos da produção MAIS POLÊMICA e INCORRETA de Hollywood

Você lembra daquele filme muito controverso estrelado pelo astro Leonardo DiCaprio, recém-saído do sucesso de Titanic (1997)? Bem, numa realidade alternativa isso provavelmente ocorreu, e nessa, na qual vivemos, chegou muito perto de acontecer. Pensando em termos de nossa sociedade atual, onde a ênfase é muito dada ao politicamente correto, e o resto é combatido e rechaçado ferozmente, o filme Psicopata Americano provavelmente jamais teria sido produzido hoje. O curioso é pensar que sua estreia nos cinemas não tem muito tempo assim, tendo sido lançado “apenas” vinte anos atrás. É claro que, mesmo para a época, a obra não passou longe das polêmicas, que a circundaram desde sua pré-produção. Hoje, o longa ressurge como cult, ganhando novos apreciadores devido à sua crítica ácida de uma parte da sociedade americana, mas igualmente com fortes detratores.

Pense só, os filmes de terror slasher, onde um assassino trucida uma grande quantidade de jovens das mais variadas formas – no estilo Sexta-Feira 13 e O Massacre da Serra Elétrica –, nunca foram conhecidos pelo bom gosto e, obviamente, sempre foram repelidos pelos críticos e adultos de forma geral, caindo mais no gosto dos adolescentes. Agora imagine a proposta de se trazer esta estrutura ao “mainstream”, a uma trama mirada ao público adulto, com atores famosos, onde os jovens não poderiam entrar devido à censura alta, ou encontrariam forte barreira na chatice da história sobre yuppies no mundo corporativo. Tudo bem, comparar Psicopata Americano com produções B slasher é bem injusto, e o filme possui muito mais a oferecer do que isto. São justamente os demais atrativos que os fãs abraçam. Porém, é da forma citada acima que muitos, ainda hoje, assimilam o longa, sem ter muito estômago para ingressar nas suas entrelinhas.

Seja como for, Psicopata Americano completa vinte anos de seu lançamento nos cinemas em 2020 – tendo feito sua estreia oficial no Festival de Sundance em 21 de janeiro de 2000, lançado em grande circuito nos EUA no dia 14 de abril do mesmo ano, e chegado ao Brasil no dia 22 de dezembro (bem a tempo para o clima acolheador do Natal, tudo a ver com o teor do filme, só que não – e quem disse que brasileiro não sabe lançar de forma estratégica?). Como forma de homenagear este clássico moderno da sétima arte, vamos descortinar algumas curiosidades e relembrar esta visceral sátira incorreta.

O Livro e o Autor

Psicopata Americano é baseado na obra literária homônima do autor Bret Easton Ellis – que por si só despertou grande polêmica em seu lançamento ainda em 1991, se tornando alvo de inúmeros boicotes. Easton tinha apenas 21 anos quando lançou seu primeiro livro Less than Zero em 1985 – a obra viveu para se tornar um best seller. Mas nada igualaria o sucesso e a popularidade de seu terceiro livro, Psicopata Americano. Automaticamente muito condenado pela sociedade literária devido a seu teor violentíssimo e misógino, o texto sofreu diversas petições para o seu banimento, resultando na quebra contratual entre o autor e sua então editora, a Simon & Schuster. Ellis teve quatro de seus livros adaptados ao cinema: Abaixo de Zero (1987), Psicopata Americano (2000), Regras da Atração (2002) e Informers – Geração Perdida (2008). Após a publicação de sua obra mais famosa, Bret Easton Ellis recebeu diversas ameaças de morte, mostrando o quão fervorosa é a obra para muitas pessoas.

A História

Até hoje entre especialistas é debatido o gênero ao qual pertenceria Psicopata Americano. Terror, suspense, drama e até mesmo comédia de humor negro são os mais anexados à produção. A verdade é que o longa pertence a todos estes e transita em cada um ao longo de sua projeção. Particularmente, gosto de vê-lo entre as mesclas do humor (a sátira fala mais alto para mim) e o drama. É claro, não podemos esquecer o grafismo, a sanguinolência e o horror – seria equivocado não apontá-los, e como citado, é o que continua a afastar muita gente.

O filme funciona em dois âmbitos: por um lado é uma crítica ao consumismo e ao estilo de vida yuppie (abreviação de Young urban professional / algo como jovens profissionais urbanos), jovens ambiciosos guiados por suas altas aspirações financeiras e alto nível de sucesso profissional em grandes empresas, nos anos 1980, época em que se passa a trama. A tal “ostentação”, que hoje se tornou rotineira, era vista com olhos receosos no passado. Esse estilo de vida era medido pelo carro que você dirigia, pela casa que você tinha, as roupas que você vestia, em quais restaurantes jantava e todas as suas posses. Hoje, esse tipo de sátira da jovem burguesia pode até passar despercebido, mas no filme ainda funciona, já que a competição interna entre um grupo de amigos, todos vice-presidentes de uma empresa, sobre quem consegue reserva no mais disputado restaurante de Nova York ou quem tem o melhor cartão de visita, é criada de forma humorística a fim de ridicularizar tal comportamento, que é a única preocupação no mundo destes tipos. E é nestes trechos, através de sua comicidade única e ácida (que pode passar batida para alguns), que Psicopata Americano mais sobressai.

Mas aqui temos traçado o perfil do protagonista Patrick Bateman. Igual aos colegas, ele é um jovem de 27 anos bem sucedido profissionalmente, com gostos requintados, posses caras, que mantém a boa forma e cuja rotina fútil soa quase inumana para os padrões da normalidade. Ele é quase um robô em perfeição – tem concretizado o que muitos almejaram em algum momento da vida, mas terminaram optando pela humanidade de alguma forma. Bateman diz logo em um de seus discursos de abertura: “pareço um ser humano, tenho a aparência, mas nenhum dos sentimentos e qualidades. Sou vazio, simplesmente não estou aqui”. Isso nos traz para o segundo aspecto do filme. O estilo de vida, as aspirações e a ambição de Bateman por uma “vida perfeita” o deixaram doente. Ele é um homem de 27 anos que atingiu todas as suas metas, que tem tudo o que a maioria passa uma vida inteira perseguindo. Isso o faz ansiar por mais nada. Ou por algo que até agora não teve.

Seu estilo de vida é a perfeição para ele, é o certo. O resto “não presta”. Assim, Patrick Bateman não vê como iguais quem não está no mesmo patamar que ele. Vê como inferior. O protagonista está anestesiado. Ele tem melhores amigos que são rivais. Não consegue tolerar sua noiva Evelyn, e por isso possui uma amante, que por sua vez é casada. Tudo virou apenas cerimonias sociais, nada é real. Sua mente começou a desenvolver diversas patologias, como transtorno de personalidade narcisista, limítrofe, obsessiva compulsiva, antissocial e esquizofrênica. E o personagem inclusive toma medicamentos para tal.

Agora adentramos o segundo ponto. Psicopata Americano é também um drama. Sobre um personagem principal com uma doença mental. Uma doença na alma, ou a falta de uma. E qual o próximo passo para uma pessoa que se afasta completamente de qualquer qualidade humana? A psicopatia. Patrick Bateman começa a buscar prazer em matar pessoas. E não apenas isso, mas o faz das formas mais brutais e “criativas” possível. Bateman quer ter contato com o submundo, é libertino, quer abraçar a luxúria. Se torna cliente de prostitutas e as machuca. Depois convida uma antiga colega, faz sexo a três com ela e uma prostituta, filma tudo e as mata. Aniquila a competição ao despachar um colega de trabalho que, devido às conquistas dele acima das suas próprias, se torna um desafeto. Bateman perde o controle e mata um homem sem teto, negro. Imagine o barril de pólvora que é esta cena: um playboy jovem e branco matando um homem pobre e negro, com direito a matar também o cachorro do homem. Eu sei, é nesse ponto que muitos estariam saindo dos cinemas, e que outros tantos estariam desligando o filme no streaming. É preciso lembrar, no entanto, que tudo terá um sentido maior após o desfecho, que esta é uma crítica e que ambos o filme e o livro de Ellis não são um atestado a este tipo de comportamento, pelo contrário, são obras de arte de repúdio. É preciso conhecer o mal para combate-lo.

Produção e elenco

O produtor do filme, Edward R. Pressman, comprou os direitos para a adaptação cinematográfica ainda em 1992, um ano após o lançamento do livro. Após a compra, o próprio autor (Ellis) iria escrever o roteiro para a direção de Stuart Gordon (especialista em terror visceral, vide Re-Animator e Do Além), com Johnny Depp (que estava muito interessado no projeto) na pele de Patrick Bateman. O cineasta queria um filme em preto e branco, e tão pesado quanto o livro original (que precisou ser muito “podado” para o que vemos em tela), o que garantiria a censura máxima ao longa. Com a saída de Gordon, entrava David Cronenberg na direção, trazendo consigo Brad Pitt a tiracolo para o papel de Bateman. Mas este projeto também não foi para frente. Já pensou?

Porém, o nome mais associado ao projeto então era o do jovem ator Leonardo DiCaprio, que por muito pouco não estrelou como Bateman. Quando o estúdio Lionsgate adquiriu os direitos, foi contratada a diretora Mary Harron (Um Tiro para Andy Warhol), no que seria seu segundo filme, para o comando da obra, assim como roteirista também. Harron ofereceu a vaga de protagonista para Christian Bale, que estava ávido pelo papel. O estúdio, por outro lado, queria Edward Norton como Bateman, mas concordou com a decisão de Harron com a condição de que ela escalasse ao menos dois nomes famosos em papeis coadjuvantes. Assim, a cineasta contratou Willem Dafoe para viver o detetive Kimball, que investiga os crimes do psicopata, e Reese Witherspoon (saída dos sucessos de A Vida em Preto e Branco, Eleição e Segundas Intenções) no papel de Evelyn, a noiva do protagonista.

A história não acabou por aí, já que após contratados os dois “nomes famosos” que a Lionsgate queria, o estúdio disse à sua diretora que havia feito uma proposta para          que o astro Leonardo DiCaprio protagonizasse. Harron ameaçou deixar o projeto e o fez. Assim, o prestigiado Oliver Stone assumia as rédeas momentaneamente, com DiCaprio à frente protagonizando, James Woods como Kimball, Cameron Diaz como Evelyn, Elizabeth Berkley (Showgirls) como Courtney, a amante do protagonista (papel que ficaria com Samantha Mathis), e Jared Leto e Chloë Sevigny respectivamente como Paul Allen, o “desafeto” e a secretária do protagonista. Na versão final, somente Leto e Sevigny foram mantidos.

Falando de Leonardo DiCaprio, alguns entraves cercavam a contratação do então maior astro do cinema. Saído do sucesso de Titanic (1997), DiCaprio buscava um próximo projeto e algo que o desassociasse da imagem de galã namoradinho da América. O Homem da Máscara de Ferro e Celebridades, ambos de 1998, já estavam prontos e lançados na esteira do sucesso de Titanic, não contaram muito como novos filmes do astro. Assim, ele havia sido fisgado por esta produção. O primeiro impasse veio da cobrança de organizações feministas, encabeçadas pela ativista Gloria Steinem, que fez uma campanha ferrenha para que o ator não aceitasse o papel. Segundo ela, a base de fãs do astro consistia predominantemente em meninas adolescentes, e DiCaprio poderia assim arruinar sua carreira. Steinem era uma das mais proeminentes críticas da obra literária, e extremamente contra qualquer produção audiovisual ou versão cinematográfica deste conteúdo. Mas o que definitivamente pesou para a saída de DiCaprio do projeto, como sempre, foi um desacordo salarial. Esta é uma produção modesta para os padrões de Hollywood, mas o astro exigia um cachê de US$21 milhões para protagonizar, o que aumentaria o orçamento do longa para US$40 milhões. Assim, DiCaprio saiu, optando por filmar A Praia (2000), lançado no mesmo ano e também cercado de certa polêmica.

Com a saída de DiCaprio, Bale e Harron puderam assumir de vez a produção, trazendo o orçamento de volta a seus US$7 milhões originais. Outros nomes cogitados para viver o protagonista foram Keanu Reeves e Ewan McGregor – que recusou devido às súplicas do colega Bale. No elenco feminino, ofertas foram feitas a atrizes como Drew Barrymore e Liv Tyler. No fim das contas o elenco de Psicopata Americano tomou forma com três futuros vencedores do Oscar (Christian Bale, Reese Witherspoon e Jared Leto) e dois indicados ao Oscar (Willem Dafoe e Chlöe Sevigny).

Christian Bale acreditava tanto no projeto e estava tão eufórico com a possiblidade de conseguir a vaga no filme, que recusou ofertas de filmes e a fazer testes para outros papeis no período de 9 meses, até conseguir de fato o papel novamente. Mas assim como DiCaprio, Bale foi aconselhado por muitos de que interpretar o personagem num filme assim poderia significar o “suicídio de sua carreira”, o que deixava o ator com mais vontade ainda de participar. Felizmente, para Bale o filme teve o efeito oposto em sua carreira e este foi considerado o papel divisor de águas e sua revelação, elevando seu status de coadjuvante para participações como protagonista em filmes vindouros – carregando franquias de sucesso, vide Batman e O Exterminador do Futuro, e filmes com prestígio de prêmios, como o Oscar. Bale tem um Oscar e mais três indicações como ator no currículo.

Curiosamente, a citada Gloria Steinem, uma das maiores opositoras de ambos livro e filme, se tornaria madrasta de Bale – já que a ativista estava namorando o pai do ator quando ele aceitou o papel no filme. Logo surgiram boatos de que o astro (visto como problemático no passado) teria aceitado o papel para irritar Steinem. Boatos estes que Bale desmentiu.

Para a composição de Patrick Bateman, cujo nome foi retirado na forma de homenagem ao protagonista de Psicose (1960), do mestre Alfred Hitchcock, Norman Bates, e o qual o autor Bret Easton Ellis alega ter baseado em traços da personalidade de seu próprio pai (que medo!), Christian Bale diz ter usado como fonte de inspiração o personagem Peter Loew, vivido por ninguém menos que Nicolas Cage no cult Um Estranho Vampiro (Vampire’s Kiss, 1988). Segundo Bale, os personagens são muito parecidos.

Fora isso, parte da inspiração, segundo a diretora Mary Harron, veio para Bale quando ele se deparou com uma entrevista que o astro Tom Cruise concedeu ao apresentador David Letterman em 1993. Ao assistir a entrevista, Bale teria percebido em Cruise “uma amistosidade muito intensa, mas com nada atrás de seus olhos, como se lhe faltasse alma”. Segundo a diretora, Bale teria baseado Bateman neste retrato de Cruise, que, curiosamente marca presença no livro (mas não no filme), já que o protagonista mora no mesmo prédio do astro, e inclusive o encontra no elevador num momento da obra literária.

Censura, polêmicas e alterações

Como dito, Psicopata Americano não é uma obra para os fracos e sofreu muitos boicotes e todo tipo de acusação. Não é para menos. O debate do limite da arte segue vindo à tona, mas a censura e o boicote nunca podem ser uma opção. Por exemplo, durante as filmagens em Toronto, Canadá, onde é o destino para muitas produções querendo se passar por Nova York devido ao custo mais barato, instituições como a Canadenses Preocupados com a Violência no Entretenimento fez campanha protestando contra o apoio de seu governo ao filme.

Outro problema que a produção enfrentou foi em relação aos direitos das marcas apresentadas no filme, e das músicas usadas para a trilha sonora, já que Patrick Bateman é um entusiasta de canções pop. A saudosa Whitney Houston, por exemplo, citada no filme, se recusou a permitir que qualquer canção sua fosse utilizada no filme. De fato, o maior custo do filme foi adquirir os direitos das músicas usadas. Já as inúmeras marcas, sinônimo de qualidade para um homem como Bateman, também se mostraram uma epopeia para a produção. O designer italiano Nino Cerruti permitiu que Bale usasse as roupas de sua confecção, mas desde que na cena em questão não estivesse matando alguém. A Rolex permitiu que qualquer personagem do filme utilizasse seus relógios, exceto o protagonista. A Calvin Klein correu do projeto de última hora, fazendo com que as cuecas de Bateman fossem providas por Perry Ellis. E a Comme des Garçons proibiu a utilização de suas estilosas malas de noite para que um corpo fosse carregado dentro, assim a produção usou uma de Jean Paul Gaultier ao invés.

No que diz respeito à censura, mesmo com as inúmeras polêmicas, era uma decisão dos produtores desde o início diminuir o grafismo das cenas de violência. Em comparação com o livro, muitas cenas foram completamente removidas devido ao extremismo dos assassinatos e cenas de tortura. O momento mais polêmico do livro, por exemplo, ficou de fora do filme, sequer cogitado de ser filmado. Neste trecho, Patrick Bateman mata um menino no zoológico, buscando um novo nível de satisfação. Outra mudança, embora haja certa implicação sobre isso no filme, é que Bateman é um canibal no livro, com momentos gráficos em que o protagonista devora suas vítimas, seja cruas ou cozidas. Um tópico ausente no longa e que é parte ativa da trama no livro, é a discussão sobre o vírus da AIDS e a sua epidemia, muito em voga na década de 1980.

Fora isso, no livro Patrick Bateman tinha características muito mais misóginas, racistas, sexistas, homofóbicas e xenofóbicas. Essas características foram fortemente diluídas no filme a fim de fazer o personagem mais tolerável, mesmo que algumas delas ainda estejam presentes no resultado final.

Assim, com tantos “atrativos” a seu dispor, inicialmente o MPAA, o órgão responsável pela censura dos filmes nos EUA, tascou um belo NC-17 em Psicopata Americano. Esta classificação é considerada “o beijo da morte”, já que é a mais alta que um filme pode receber, ocasionando numa série de dificuldades na distribuição de um longa. E a Lionsgate já havia enfrentado problemas na classificação da censura de Dogma (1999), de Kevin Smith, lançado um ano antes, considerado blasfemo. A diretora Mary Harron lutou como pôde contra a classificação, mas no fim das contas foi forçada e cortar e aparar cenas de seu filme a fim de receber uma classificação R, igualmente restrita, porém, mais acessível. E se formos reparar, no filme muitas das mortes ocorrem fora de tela. A machadada em Paul Allen, a serra elétrica na prostituta, o chute no cachorro, nada é mostrado, apenas imaginado.

A reviravolta e o verdadeiro sentido (SPOILERS)

Caso não tenha assistindo ainda ao filme, pule este tópico, e passe diretamente ao último. Aqui iremos adereçar o grande segredo e a reviravolta do filme. Levando em conta que o filme já tem 20 anos, muitos provavelmente já assistiram. Então, estejam avisados.

Com a insanidade de Patrick Bateman só aumentando, ao nível de suas ações se tornarem surreais, com direito a confronto de tiroteio com a polícia, explosões e fugas elaboradas, nunca conseguindo ser pego e preso, percebemos que nada disso está de fato ocorrendo. Ou melhor, tudo acontece apenas na mente do ‘psicopata’. Sim, o personagem tem fortes tendências homicidas, apenas não as concretizou ainda. Vontade ele tem. E podemos argumentar num terreno psicológico que um indivíduo com tais ideias e vontades não é normal, e que só lhe falta coragem ou um passo para realmente concretizar os pensamentos monstruosos. Em sua mente distorcida, Bateman verdadeiramente crê que cometeu tais crimes, mas logo é confrontado por um apartamento reformado (aonde escondia suas vítimas), novinho em folha para ser alugado, seu advogado que diz que Paul Allen (morto por ele) está vivo, e por aí vai. Seus desejos secretos eram expostos através dos desenhos, anotações e rabiscos que fazia em seus cadernos e blocos, encontrados pela secretária Jean, a única que descobre de fato sua real face e, claro, termina chocada. Ou seja, somos expostos a cenas extremamente violentas e horríveis que não ocorreram de fato. A pergunta é: isso diminui seu impacto em nossas mentes, uma vez que as tenhamos presenciado?

Derivado e referências

O sucesso de certas obras as faz perdurar no consciente da cultura pop. E com Psicopata Americano ocorreu exatamente isso, sendo citado, homenageado, referenciado e até mesmo satirizado em diversas mídias. A certa altura, o projeto seria transformado numa série de TV antes de virar um filme. Este fato foi ironizado na série Entourage (2004), uma vez que o protagonista deste projeto cancelado seria Kevin Dillon, um dos protagonistas do programa citado. Fora isso, Psicopata Americano foi citado no seriado Dexter (2006), também sobre serial killers, e inclusive ganhou uma paródia no canal Funny or Die, com Huey Lewis e Weird Al Yankovic.

Existe até mesmo uma espécie de derivado de Psicopata Americano. Trata-se do filme Regras da Atração (2002), citado nos primeiros parágrafos. Aqui, temos como protagonista o irmão mais novo de Patrick Bateman, Sean Bateman – no filme vivido pelo sumido James Van Der Beek, o Dawson da série Dawson’s Creek. Sean Bateman é citado e faz aparição no livro Psicopata Americano, mas em sua versão cinematográfica foi deixado de fora. Regras da Atração é baseado no segundo livro escrito por Bret Easton Ellis, e traz no elenco atores como Jessica Biel, Ian Somerhalder, Kate Bosworth, Eric Stoltz, Fred Savage, Shannyn Sossamon, Jay Baruchel e a veterana Faye Dunaway.

Faça o que fizer, apenas passe longe da “continuação” lançada direto em vídeo, o ordinário Psicopata Americano 2 (2002), protagonizado por Mila Kunis.

Recepção, crítica e bilheteria

Enquanto gravavam o filme, ambas Reese Witherspoon e a diretora Mary Harron estavam grávidas – o que pode ter trazido sorte ao projeto. Com um orçamento de US$7 milhões, Psicopata Americano arrecadou mundialmente US$34 milhões, fazendo dele um sucesso financeiro. Como dito, o filme viveu para se tornar cult, a cada ano sendo redescoberto por uma nova leva de fãs. Ele é o sétimo mais popular de seu respectivo ano de lançamento dentre o grande público no IMDB, desbancando em número de votos filmes queridos como Corpo Fechado, Missão: Impossível 2, O Tigre e o Dragão, Quase Famosos, Todo Mundo em Pânico e Premonição, por exemplo; e segue influente e em voga com os cinéfilos. Dado o contexto social dos EUA hoje, e a polarização mundial, o longa se encontra mais atual do que nunca.

Com a crítica atual existe uma divisão sobre seu apreço. O filme marca 69% de aprovação no Rotten Tomatoes, classificando o longa como “fica atrás da sátira mortal presente no livro de Bret Easton Ellis, mesmo assim o filme consegue encontrar sua própria marca de horror e humor, graças em partes a uma bem encaixada e assustadora performance de Christian Bale”. Com outros, como o lendário Roger Ebert, o filme recebeu avaliação melhor. Dando quase a nota máxima em seu site, Ebert conseguiu perceber a crítica feita por Harron a todos os homens que são Batemans em potencial, concordando com a afirmação da diretora de que sua obra é, na verdade, feminista. Alguns veículos especializados na época, inclusive, de forma jocosa descreveram Psicopata Americano como “a adaptação de livro escrito por um misógino e dirigido por uma feminista”.

E você, conhece Psicopata Americano? O filme está disponível no catálogo da Amazon Prime Vídeo. Esta é a oportunidade perfeita para conferir (ou rever) e dar seu parecer a toda esta polêmica. Assista e não esqueça de comentar abaixo.

‘Pose’: 2ª temporada estreia em janeiro na Netflix!

Netflix anunciou recentemente que a 2ª temporada da aclamada série Pose, criada por Ryan Murphy, chegará no dia 01 de janeiro de 2021 ao seu catálogo.

Exibida internacionalmente pela FX, a produção examina com cuidado a vida dos LGBTQ+ da Nova York dos anos 1980, em meio à epidemia de HIV/AIDS e de que forma essa comunidade se uniu para um bem maior.

Relembre o trailer da temporada anterior:

Criada por MurphySteven Canals e Brad Falchuk, a série entrou para a história com o maior elenco de atores transsexuais da história da televisão americana e o maior elenco LGBTQ de uma série já produzida.

A TRAMA SE PASSA NO FINAL DOS ANOS 80 E OBSERVA A JUSTAPOSIÇÃO DE VÁRIOS SEGMENTOS DA VIDA E DA SOCIEDADE EM NOVA YORK: A ASCENSÃO DO UNIVERSO DE LUXO, A CENA SOCIAL E LITERÁRIA DO CENTRO E O MUNDO E CULTURA DOS BAILES.

O elenco inclui Mj RodriguezDominique JacksonBilly PorterIndya MooreRyan Jamaal SwainHailie SaharAngelica Ross e Angel Bismark Curiel.

‘RuPaul’s Drag Race UK’: Conheça as queens da 2ª temporada do reality show!

VH1 anunciou recentemente as drag queens participantes da 2ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race UK’spin-off do aclamado e premiado reality show.

Com estreia marcada para o dia 14 de janeiro, duas semanas depois do lançamento da 13ª temporada da competição original, as novas competidoras são: Tayce, Lawrence Chaney, Cherry Valentine, Tia Kofi, Bimini Bon Boulash, Ginny Lemon, Veronica Green, Sister Sister, Joe Black, Ellie Diamond, Asttina Mandella e A’Whora.

Conheça as queens:

Asttina Mandella (Londres)

A’Whora (Londres)

Bimini Bon Boulash (Londres)

Cherry Valentine (Darlington)

Ellie Diamond (Dundee)

Ginny Lemon (Worcestershire)

Joe Black (Brighton—Portsmouth)

Lawrence Chaney (Glasgow)

Sister Sister (Liverpool)

Tayce (Londres)

Tia Kofi (Londres)

Veronica Green (Londres)

‘A Voz Suprema do Blues’: Viola Davis explica como foi encarnar Ma Rainey no novo filme da Netflix

A Voz Suprema do Blues é um dos filmes mais aguardados do ano e um dos mais aguardados para a temporada de premiações – e, para promover a cinebiografia, a Netflix divulgou um novo vídeo de bastidores em que Viola Davis explica como foi encarnar a icônica Mãe do Blues Ma Rainey.

Confira:

A produção estreia no dia 18 de dezembro.

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom) é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.

Netflix lança recurso apenas para áudio nos aplicativos de celular

Segundo o site Android Police, a Netflix está gradativamente disponibilizando uma série de recursos para o aplicativo para Android.

Depois de lançar uma variedade de velocidades e a possibilidade de travar a tela neste ano, a plataforma de streaming divulgou uma espécie de playback apenas para o áudio. Em ouras palavras, é possível apenas ouvir os filmes e as séries do catálogo em vez de assistir a eles.

O recurso foi visto pela primeira vez pelo grupo XDA Developers ainda em outubro, mas não era funcional. Agora, parte dos usuários já têm a capacidade de escolher entre ver ou apenas escutar.

Caso já esteja disponível em seu aparelho, o aplicativo deve ser atualizado e, dessa forma, um botão intitulado Video Off aparecerá na parte superior, apenas quando a tela estiver em modo inteiro.

É possível controler o recurso através das configurações do app, selecionando a opção Audio Only. Dessa forma, o uso de dados é reduzido e permite que o espectador faça outras atividades enquanto aproveita os conteúdos favoritos do serviço.

‘WandaVision’: Elizabeth Olsen e Paul Bettany atravessam gerações no novo teaser da série; Confira!

O Visão anda levando uma vida bem agitada para um morto, não é mesmo?

Disney+ divulgou um novo teaser oficial da aguardada série ‘WandaVision’. No vídeo, Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen) e Visão (Paul Bettany) começam numa espécie de sitcom dos anos 1950 até atravessarem gerações para o presente.

Confira:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘Homem-Aranha 3’: Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland reunidos em incrível arte de fã

Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado Homem-Aranha 3, reunindo os astros Toby MaguireAndrew GarfieldTom Holland.

Confira:

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Alfred MolinaAndrew GarfieldKirsten Dunst também foram confirmados, enquanto Emma StoneTobey MaguireWillem DafoeThomas Hayden Church estão em negociações para participar do longa-metragem.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘The Witcher’: Imagens da 2ª temporada revelam novas locações; Confira!

A página oficial do Twitter de The Witcher divulgou novas imagens promocionais da 2ª temporada, apresentando cenários e objetos diferentes daqueles vistos no ciclo anterior.

Confira:

Lembrando que as gravações do novo ciclo devem ser finalizadas somente em fevereiro de 2021, então não há previsão de estreia para os novos episódios

Enquanto isso, todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.

Assista ao trailer:

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘A Lenda de Korra’: Todas as temporadas já estão disponíveis na Netflix!

A animação ‘Avatar: A Lenda de Korra‘ finalmente retornou ao catálogo brasileiro da Netflix! Todos as quatro temporadas da série estão disponíveis no serviço de streaming.

Vale lembrar que todas as três temporadas da série original, ‘Avatar: A Lenda de Aang‘, também estão disponíveis na plataforma.

A série se passa 70 anos depois dos eventos de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ e segue as aventuras do Avatar após Aang, que dessa vez é uma mulher, uma dedicada, rebelde e destemida adolescente da Tribo da Água do Sul chamada Korra.

Crítica | El Cid: Astro de La Casa de Papel em nova e excelente série de guerra da Prime Video

A história de um povo é sempre calcada também em suas lendas, que ajudam a conferir um valor quase mitológico e folclórico aos fatos e que atravessam os séculos, permeando o nosso imaginário. Rodrigo Díaz de Vivar é a exata definição desse conceito. Como um valente guerreiro vanguardista, ele ajudou a conduzir a Hispânia na época em que estava dividida entre reinos rivais de cristãos e mouros. Se consagrando como um símbolo do arquétipo de herói, ele ainda é um dos exemplos mais antigos de ícone da cultura POP atemporal. Distante do conhecimento histórico geral do Brasil, mas celebrado avidamente na Europa, seu quase alter ego, El Cid, nunca esteve tão vivo. E a nova série espanhola original da Amazon Prime Video, também intitulada El Cid, traz de volta a sua trajetória, resgatando a sua jornada por uma ótica até então raramente explorada.

Quando se fala de El Cid, é natural que seus anos de ascensão e de glória sejam sempre retratados, assim como nos livros de história. Mas a Amazon Prime Video inverte o jogo e opta por trazer aqui uma percepção muito mais apurada e menos óbvia desta icônica figura espanhola. Pelas mãos de Luis Arranz e José Velasco, a jornada do nobre guerreiro se transforma em uma narrativa coming of age, que visa mostrar os seus anos de juventude e até mesmo imaturidade. Aqui, como um rapaz que ainda sofre pela perda do seu pai, ele tenta navegar em uma Hispânia cheia de conflitos internos e socioculturais, à medida que tenta também encontrar sua genuína identidade.

Entre dissabores amorosos e o constante anseio de se provar, Rui/Rodrigo, personagem vivido por Jaime Lorente, é um jovem completamente identificável que – ainda que esteja em pleno século XI – é absolutamente atemporal e se comunica com facilidade com as gerações atuais. E em meio a tantos contratempos dramáticos, a série fortalece os seus pilares na própria realidade em questão, se aprofundando nos átrios do reinado da época, conforme encorpa sua narrativa com muitas trapaças e jogos duplos do mesmo caráter de Game of Thrones.

E em certos aspectos, ambas as séries até se parecem. Mas mostrando que a realidade é capaz de ser muito mais estranha que a própria ficção, El Cid é um conto muito bem desenvolvido, que absorve toda a sua historicidade real para construir uma trama cheia de tramóias, puxadas de tapete e muitas tretas familiares. Desenvolvendo de maneira clínica os seus mais diversos arcos, a produção original da Amazon surpreende pela habilidade em usar o seu tempo de tela, conferindo espaço suficiente para os seus protagonistas e coadjuvantes se desenvolverem. Com apenas seis episódios, a primeira temporada segue em um ritmo dinâmico, embora tenha alguns momentos de lentidão mais extensos.

Com cenas de batalha excepcionalmente executadas e lutas bem coreografadas, a série espanhola é um prato cheio para os amantes do gênero épico e se encaixa no perfil dos fãs de Vikings, GOT e The Last Kingdom. Se destacando ainda mais na construção de suas personagens femininas, a produção é categórica ao explorar cuidadosamente os arcos das mulheres, fazendo contrastes com o tempo de outrora, apresentando uma visão mais empoderada dessas protagonistas. Com Jaime Lorente desbravando novas facetas da sua performance, El Cid ainda é um banquete visual de encher os olhos, com uma belíssima fotografia que exalta a histórica riqueza e as mais belas paisagens da Espanha.

Festival de Sundance divulga line-up oficial da edição de 2021; Confira os títulos!

A curadoria do Festival de Sundance revelou o line-up oficial de sua edição do ano que vem. O festival acontecerá através de uma nova plataforma digital construída pela própria equipe do evento e ocorrerá entre os dias 28 de janeiro e 03 de fevereiro de 2021.

Os participantes do festival poderão participar de salas de espera virtuais, participar de sessões de Q&A ao vivo e interagir em outros ambientes virtuais, tanto novos quanto familiar, conforme Sundance se adapta para a contínua pandemia do COVID-19.

“Este Festival é uma resposta singular para um ano singular – tanto em design quanto em curação – e estamos animados sobre as novas dimensões que essa possibilidade irá revelar. Mas em seu certne, é algo que fala para nossos valores mais duradouros”, disse Tabitha Jackson, diretora do festival. “Por milhares de anos, humanos se juntaram para contar histórias e criar um significado. Neste ano de pandemia nos juntamentos para celebrar uma constelação de artistas com perspectivas únicas que expressam nesse momento atual e que juntam dizem: ‘nós existimos. Somos assim. E é assim que enxergamos o mundo'”.

Confira a lista principal abaixo:

COMPETIÇÃO DRAMÁTICA – ESTADOS UNIDOS

A competição estadunidense apresenta a estreia mundial de 10 filmes narrativos e o primeiro vislumbre de novas vozes do cinema independente.

CODA, escrito e dirigido por Siân Heder Como um CODA, filho ouvinte de pais surdos, Ruby é a única pessoa da família que consegue ouvir. Quando o negócio de pescaria da famíia é ameaçado, Ruby se vê dividida entre seguir seu amor pela música e seu medo de abandonar os pais.

I Was a Simple Man, escrito e dirigido por Christopher Makoto Yogi – À medida que uma família havaiana enfrenta a iminente morte de seu membro mais velho, os fantasmas do passado começam a assombrar o lugar onde moram.

Jockey, escrito por Clint BentleyGreg Kwedar; dirigido por Clint Bentley – Um velho jóquei está determinado a ganhar uma última competição, mas seu sonho se complica quando um novado aparece e diz ser seu filho.

John and the Hole, escrito por Nicolás Giacobone; dirigido por Pascual Sisto – Uma história nada tradicional sobre amadurecimento, ambientada na perturbadora realidade de John, uma criança que mantém sua família presa em um buraco no chão.

Mayday, escrito e dirigido por Karen Cinorre – Ana é levada para uma terra onírica e perigosa, onde se junta a um time de soldadas que se envolvem em uma guerra infinita em uma costa desolada. Apesar de encontrar força em um mundo arrepiante, ela percebe que não é a assassina que as outras desejam.

On the Count of Three, escrito por Ari KatcherRyan Welch; dirigido por Jerrod Carmichael – Duas armas. Dois melhores amigos. E um pacto para acabarem com as próprias vidas quando o dia chegar ao fim.

Passing, escrito e dirigido por Rebecca Hall – Duas mulheres afrodescendentes que “passam” como brancas escolher viver de lados diferentes de uma Nova York de 1929, em uma exploração sobre identidade racial, sobre gênero, obsessão e repressão.

Superior, escrito por Erin VassilopoulosAlessandra Mesa; dirigido por Erin Vassilopoulos – Funfindo, Marian retorna para sua cidade natal para se esconder com sua afastada irmã gêmea idêntica, Vivian. Lutando para deixar o passado para trás, Marian mente sobre o motivo do retorno, deixando a irmã no escuro até os dois mundos colidirem.

Together Together, escrito e dirigido por Nikole Beckwith – Quando a jovem solitária Anna é contratada como barriga de aluguel para Matt, um homem solteiro em seus quarenta anos, os dois estranhos começam a perceber que esse estranho relacionamento rapidamente irá desafiar as percepções de conexão, limites e as particularidades do amor.

Wild Indian, escrito e dirigido por Lyle Mitchell Corbine Jr. – Dois homens estão ligados pela vida depois de cobrir o assassinato brutal de um colega de escola. Depois de anos separados, durante os quais seguiram aminhos diferentes, eles finalmente devem confrontar de que forma o traumático segredo moldou suas vidas.

COMPETIÇÃO DOCUMENTÁRIA – ESTADOS UNIDOS

Dez estreias mundiais estadunidenses que iluminam as ideias, as pessoas e os eventos que moldam o presente.

Ailey, dirigido por Jamila Wignot – Alvin Ailey foi um artista visionário que encontrou a salvação através da dança. Contado em suas próprias palavras e através da criação de uma dança inspirada por sua vida, esse retrato imersivo gira em torno de um homem que, quando confrontado por um mundo que recusou a aceitá-lo, ficou determinado em construir um que o iria.

All Light, Everywhere, dirigido por Theo Anthony – Uma exploração de histórias compartilhadas de câmeras, armas, policiamento e justiça. Conforme as tecnologias de segurança se tranformam em uma fixação no dia a dia, o filme interroga a complexidade de um ponto de vista objetivo, sondando a parcialidade inerente da percepção humana e das lentes.

At the Ready, dirigido por Maisie Crow – Lar de um dos programa de aplicação educacional mais fortes da região, os estudantes do Colégio Horizon, em El Paso, treinam para se tornar oficiais de polícia e agentes da fronteira à medida que descobrem que as realidades de seu trabalho dos sonhos confronta verdades e as pessoas que amam.

Cusp, dirigido por Parker HillIsabel Bethencourt – Em uma cidade militar do Texas, três jovens confrontam os lados complicados da adolescência no fim de um verão incrível.

Homeroom, dirigido por Peter Nicks – Gira em torno da turma formanda de 2020 do Colégio Oakland em um ano marcado por mudanças sísmicas, explorando o mundo emotivo dos adolescentes contra um panorama de rápida alteração.

Rebel Hearts, dirigido por Pedro Kos – Um grupo de freiras pioneiras bravamente se levantam contra o patriarcado da Igreja Católica, lutando por suas vidas, convicções e igualdade contra um cardeal egocêntrico. Desde a marcha em Selma em 1965 até a Marcha das Mulheres em 2018, essas mulheres remoldaram nossa sociedade com atos ousados de desafio.

Rita Moreno: Just a Girl Who Decided to Go For It, dirigido por Mariem Pérez Riera – Rita Moreno desafio tanto sua educação humilde quanto o implacável racismo para se tornar uma das poucas que levou para casa o Emmy, o Grammy, o Oscar e o Tony. Com mais de sete décadas de carreira, ela pavimentou o caminho para performers hispano-americanos ao se recusar a viver estereótipos unidimensionais.

Summer of Soul (…Or, When the Revolution Could Not Be Televised), dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson – Durante o mesmo versão de Woodstock, mais de 300 mil pessoas compareceram ao Festival Cultural de Harlem, celebrando a música e a cultura afrodescendente e promovendo o orgulho e a união negras. As gravações do festival permaneceram escondidas em um porão por mais de cinquenta anos, mantendo esse incrível evento longe dos olhos do público.

Try Harder! dirigido por Debbie Lum – Em um universo onde os garotos legais são nerds, a orquestra é o mundo e ser sinoamericano é a norma, os sêniores do Colégio Lowell competem pelo prêmio máximo: admissão em uma faculdade de seus sonhos.

Users, dirigido por Natalia Almada – Uma mãe se pergunta: será que meus filhos vão amar as máquinas perfeitas mais do que a mim, uma mãe imperfeita? Ela liga um berço tecnológico que nina seu bebê até ele cair no sono. Essa mãe perfeita está em todo lugar. Ela nos vê e cuida de nós. Nós a ouvimos. Nós confiamos nela.

COMPETIÇÃO DRAMÁTICA MUNDIAL

Dez filmes emergem de talentos ao redor do mundo e oferecem perspectivas novas e estilos inventivos.

The Dog Who Wouldn’t Be Quiet (Argentina), escrito por Ana KatzGonzalo Delgado; dirigido por Ana Katz – Sebastian, um jovem em seus trinta e poucos anos, trabalha em uma série de empregos temporários e abraça o amor a cada oportunidade. Ele se transforma, em uma série de curtos encontros, à medida que o mundo flerta com um possível apocalipse.

El Planeta (EUA, Espanha), escrito e dirigido por Amalia Ulman – Em meio à devastação pós-crise espanhola, mãe e filha fazem de tudo para manter o nível de vida que acreditam merecer, unindo uma tragédia em comum e um despejo iminente.

Fire in the Mountains (Índia), escrito e dirigido por Ajitpal Singh – Uma mãe luta para guardar dinheiro e construir uma estrada numa vila himalaia para que possa levar seu filho paraplégico à fisioterapia. Mas seu marido, que acredita que um caro ritual religioso é o remédio, rouba todo seu dinheiro.

Hive (Kosovo, Suíça, Macedônia, Albânia), escrito e dirigido por Blerta Basholli – O marido de Fahrije está desaparecido desde a guerra em Kosovo. Ela cria o próprio negócio para cuidar de seus filhos, mas, conforme lida com uma sociedade patriarcal que não a apoia, ela enfrenta uma decisão crucial: esperar o retorno do esposo ou continuar a lutar.

Human Factors (Alemanha, Itália, Dinamarca), escrito e dirigido por Ronny Trocker – Um misterioso arrombamento expões a agonia de uma família exemplar de classe média.

Luzzu (Malta), escrito e dirigido por Alex Camilleri – Jesmark, um árduo pescador da ilha de Malta, é forçado a se voltar para gerações de tradição e arriscar tudo ao entrar no mercado clandestino da pescaria para cuidar de sua namorada e seu filho recém-nascido.

One for the Road (China, Hong Kong, Tailândia), escrito por Baz PoonpiriyaNotappon BoonprakobPuangsoi Aksornsawang; dirigido por Baz Poonpiriya – Boss é um consumado homem das mulheres, um espírito livre e dono de um bar em Nova York. Um dia, ele recebe uma ligação surpresa de Aood, uma antiga amizade que voltou para Tailândia. Morrendo de câncer, Aood pede para que Boss ajude a completar sua lista de afazeres antes de falecer, mas ambos escondem algo.

A Nuvem Rosa (Brasil), escrito e dirigido por Iuli Gerbase – Uma misteriosa e mortal nuvem rosa aparece ao redor do mundo, forçando todos a ficar em casa. Estranhos a princípio, os jovens Giovana e Yago tentam se reinventar como casal conforme os anos de quarentena passam. Enquanto Yago vive em sua própria utopia, Giovana se sente presa.

Pleasure (Suécia, Holanda, França), escrito e dirigido por Ninja Thyberg – Uma garota de vinte anos sai de sua cidade na Suécia e se muda para Los Angeles para participar de um filme na indústria pornô.

Prime Time (Polônia), esscrito por Jakub PiatekŁukasz Czapski; dirigido por Jakub Piatek – No último dia de 1999, o jovem Sebastian se tranca em um estúdio de TV. Ele tem dois reféns, uma arma e uma mensagem importante para o mundo.

COMPETIÇÃO DOCUMENTÁRIA MUNDIAL

Dez documentários feitos pelos maiores e mais ousados realizadores ao redor do mundo.

Faya Dayi (Etiópia, EUA), escrito e dirigido por Jessica Beshir – Uma jornada espiritual nos planaltos de Harar, imerso em rituais de khat.

Flee (Dinamarca, França, Suécia, Noruega), dirigido por Jonas Poher Rasmussen – Amin chegou como um menor desacompanhado na Dinamarca do Afeganistão. Hoje, ele é um acadêmico de grande sucesso e vai se casar com seu namorado de longa data. Um segredo que vem escondendo há vinte anos ameaça destruir a vida que construiu.

Inconvenient Indian (Canadá), escrito e dirigido por Michelle Latimer – Uma exploração da brilhante narrativa colonial de Thomas King, que reenquadra a história com vozes poderosas daquele que mantêm viva a tradição indígena.

Misha and the Wolves (Reino Unido, Bélgica), escrito e dirigido por Sam Hobkinson – As memórias de uma mulher sobrevivente do Holocausto impactam o mundo, mas uma rixa com seu editor, agora detetive, revelam sua história como uma audaciosa invenção criada para esconder uma verdade obscura.

The Most Beautiful Boy in the World (Suécia), dirigido por Kristina LindströmKristian Petri – O ator e músico Björn Andresen viu sua vida mudar para sempre aos quinze anos, quando interpretou Tadzio, objeto da obsessão de Dirk Bogarde em ‘Morte em Veneza’, um papel que levou o maestro Luchino Visconti a chamá-lo do “garoto mais bonito do mundo”.

Playing With Sharks (Austrália), escrito e dirigido por Sally Aitken – Valerie Taylor é uma fanática por tubarões e um ícone australiano, uma anticonformista que forjou seu caminho como uma mergulhadora, uma diretora de fotografia e uma conservacionista sem medo. Ela filmou tubarões verdadeiros para ‘Tubarão’ e usou uma cota de malha, colocando-se como isca, para mudar nossa compreensão científica desses perigosos animais para sempre.

President (Dinamarca, EUA, Noruega), dirigido por Camilla Nielsson – O Zimbabué está numa encruzilhada. O líder da oposição, Nelson Chamisa, desafia a velha guarda comandada por Emmerson Mnangagwa, conhecido como O Crocodilo. A eleição testa tanto o partido vigente quanto a oposição – como eles interpretam os princípios da democracia em discurso e na prática?

Sabaya (Suécia), escrito e dirigido por Hogie Hirori – Com um celular e uma arma, Mahmud, Ziyad e seu grupo arriscam suas vidas tentando salvar mulher Yazidi e as garotas mantidas reféns pelo ISIS como Sabaya (escravas sexuais), no campo mais perigoso do Oriente Médio: Al-Hol, na Síria.

Taming the Garden (Suíça, Alemanha, Geórgia), dirigido por Salomé Jashi – Uma poética ode à rivalidade entre homem e natureza.

Writing with Fire (Índia), dirigido por Rintu ThomasSushmit Ghosh – Em um cenário jornalísitco dominado por homens, surge o único jornal indiano comandado por uma mulher dalit. Armada com celulares, a repórter Meera e sua equipe quebram tradições nas linhas de frente dos temas mais importantes da Índia e dentro do confinamento de suas próprias casas, redefinindo o significado de poder.

OUTROS TÍTULOS

The Blazing World, escrito por Carlson YoungPierce Brown; dirigido por Carlson Young.

Cryptozoo, escrito e dirigido por Dash Shaw.

First Date, escrito e dirigido por Manuel CrosbyDarren Knapp.

Ma Belle, My Beauty, escrito e dirigido por Marion Hill.

R#J, escrito por Carey WilliamsRickie CastanedaAlex Sobolev. Dirigido por Carey Williams.

Searchers, escrito e dirigido por Pacho Velez.

Son of Monarchs, escrito e dirigido por Alexis Gambis.

Strawberry Mansion, escrito e dirigido por Albert BirneyKentucker Audley.

We’re All Going to the World’s Fair, escrito e dirigido por Jane Schoenbrun.

Amy Tan: Unintended Memoir, escrito e dirigido por James Redford.

Bring Your Own Brigade, escrito e dirigido por Lucy Walker.

Eight for Silver, escrito e dirigido por Sean Ellis.

How It Ends, escrito e dirigido por Dary WeinZoe Lister-Jones.

In the Earth, escrito e dirigido por Ben Wheatley.

In the Same Breath, escrito e dirigido por Nanfu Wang.

Land, escrito por Jesse ChathamErin Dignam; dirigido por Robin Wright.

Marvelou and the Black Hole, escrito e dirigido por Kate Tsang.

Mass, escrito e dirigido por Fran Kranz.

My Name is Pauli Murray, escrito e dirigido por Betsy WestJulie Cohen.

Philly, criado por Ted PassonYoni BrookNicole Salazar.

Prisoners of the Ghostland, escrito por Aaron HendryReza Sixo Safai; dirigido por Sion Sono.

The Sparks Brothers, escrito e dirigido por Edgar Wright.

Street Gang: How We Got to Sesame Street, escrito e dirigido por Marilyn Agrelo.

Confira o restante do line-up aqui!

‘Pantera Negra 2’: Saiba quando começam as filmagens da sequência

O legado do astro Chadwick Boseman será preservado na aguardada sequência ‘Pantera Negra 2‘, com o seu personagem não sendo re-escalado.

E após essa confirmação feita pelo presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, novas informações relacionadas ao projeto começaram a circular. E de acordo com o portal The Wrap, as filmagens do longa já teriam dada de início.

Segundo a publicação, as câmeras começam a rodar em junho de 2021, com a possibilidade de novos acordos contratuais entre os atores.

Os ajustes nos salários, caso sejam devidamente formalizados, ainda contemplarão uma compensação extra ao elenco e aos membros do alto escalão da equipe técnica (como diretor, roteirista e produtores), caso o filme venha a ser lançado na plataforma Disney+.

A Marvel confirmou que ‘Pantera Negra 2‘ (Black Panther 2) estreia em 8 de julho de 2022.

O longa está sendo escrito e dirigido por Ryan Coogler. O filme irá explorar o mundo de Wakanda e os ricos personagens apresentados no primeiro filme.

Tenoch Huerta, estrela de ‘Narcos: México‘, irá interpretar o vilão.

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

‘Stranger Things’: Maya Hawke é destaque nas novas imagens dos bastidores da 4ª temporada

As filmagens da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ seguem a todo vapor e novas imagens dos bastidores estão circulando na internet.

As mais recentes fotos, compartilhada pelo portal Daily Mail, trazem os atores Maya Hawke e Joe Keery em destaque, cercados por uma mata.

Confira:

Lembrando que a 4ª temporada prevista somente para o fim de 2021.

Assista à nossa crítica da temporada anterior:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

Entidade maligna espreita no trailer tenso do terror ‘Sator’; Assista!

O terror ‘Sator‘ ganhou um trailer inquietante.

Confira:

O longa foi escrito, dirigido, editado e produzido por Jordan Graham.

Sozinha em uma floresta desolada que abriga pouco mais do que os restos decadentes do passado, uma família em ruínas se torna ainda mais dilacerada após uma morte misteriosa. Adam, guiado por uma sensação difusa de pavor, busca respostas apenas para aprender que eles não estão sozinhos; uma presença insidiosa com o nome de Sator tem observado sua família, sutilmente influenciando todos eles durante anos na tentativa de reivindicá-los.

O elenco conta com Michael Daniel, Aurora Lowe, Gabriel Nicholson, Rachel Johnson e June Peterson.

Nos EUA, o terror será lançado em VOD no dia 9 de fevereiro, pela 1091 Pictures.

Saiba quais foram os 10 filmes ORIGINAIS mais vistos da história da Netflix

Que a Netflix é misteriosa com os seus números de audiência, nós já sabemos. Mesmo assim, volta e meia a gigante do streaming comandada por Reed Hastings e Ted Sarandos (agora, oficialmente, o segundo da casa) revela alguns dos títulos favoritos do público, isso segundo suas próprias métricas. 

A companhia revelou ao jornal Bloomberg quais foram os seus maiores blockbusters entre os originais da plataforma, e quase não surpreende o fato de Resgate, o mais recente thriller de ação protagonizado por Chris Hemsworth, registrar a maior audiência entre os filmes originais Netflix nas primeiras quatro semanas após o lançamento. A lista completa, que você confere logo abaixo, conta também comBird Box,Troco em Dobro e Esquadrão 6

É importante destacar que o método de medição de audiência usado pela Netflix é um tanto questionável e levanta dúvidas entre os especialistas da área. A companhia registra uma visualização para qualquer perfil que tenha assistido a 2 minutos de uma produção, o que não nos fornece um índice exato de quantas contas assistiram ao filme inteiro. O mesmo vale para produções seriadas

Ainda assim, não é difícil compreender por que filmes de ação e/ou estrelados por grandes nomes como Hemsworth, Sandra Bullock e Ryan Reynolds estão entre os que mais atraem  atenção dos assinantes da plataforma, seja pelo caráter popular do gênero ou pela divulgação massificada conduzida pela própria Netflix. 

 

Confira, a seguir, a lista dos 10 filmes mais populares da história da Netflix:

Resgate (2020): 99 milhões de espectadores nas primeiras quatro semanas

A história acompanha Tyler Rake (Hemsworth), um mercenário que é contratado para resgatar o filho de um mafioso, sequestrado, e neste submundo de drogas e tráfico, uma missão com consequências mortais torna-se ainda mais perigosa para Rake e para o garoto. O sucesso do filme, é claro, já rendeu a encomenda de uma continuação, que também será escrita por Joe Russo. O que não sabemos ainda é se a próxima empreitada será uma sequência ou um prelúdio.

Bird Box (2018): 89 milhões

O thriller protagonizado por Sandra Bullock se passa em um mundo pós-apocalíptico invadido por criaturas que levam as pessoas à loucura e à morte caso alguém olhe para eles. Para salvar a si mesma e aos dois filhos, uma mulher precisa atravessar um rio completamente vendada e chegar a um lugar seguro. A obra é baseada no livro homônimo de Josh Malerman, e vai ganhar uma continuação — Malerman está lançando o segundo livro, o recém-saído do forno ‘Malorie’.

Troco em Dobro (2020): 85 milhões

Mark Wahlberg interpreta um ex-policial (Spenser) mais conhecido por causar problemas do que por resolvê-los. Ele acabou de sair da prisão e acaba precisando ajudar seu ex-treinador com um lutador de MMA novato, Hawk (Winston Duke), e os dois acabam enrolados precisando resolver o assassinato de dois colegas de Spenser.

Esquadrão 6 (2019): 83 milhões

Ryan Reynolds dirigido por Michael Bay. Esta comédia de ação acompanha um grupo de 6 desajustados que são reunidos por um líder enigmático com a missão de mudar o futuro. O longa lançado no fim de 2019 chegou a ter um lançamento especial no Brasil durante a CCXP!

Mistério no Mediterrâneo (2019): 83 milhões

Sentiu falta de um Adam Sandler na lista? Seus problemas acabaram! Aqui, ele divide a tela com Jennifer Aniston. Os dois são um casal de férias na Europa e acabam enrolados e acusados de envolvimento no assassinato de um milionário.

The Old Guard (2020): 72 milhões

Charlize Theron mal chegou e já entrou para a história da Netflix. ‘The Old Guard’ acompanha quatro guerreiros imortais que são atacados quando uma outra misteriosa imortal resolve entrar em cena. Sob o comando de Gina Prince-Bythewood, este é o primeiro filme de uma diretora negra a integrar a lista.

O Irlandês (2019): 64 milhões

O drama de Martin Scorsese protagonizado por Al Pacino, Robert De Niro e Joe Pesci conta a história do mafioso Frank Sheeran e seus segredos junto à família Bufalino.

Operação Fronteira (2019): 63 milhões

Este filme tem um longo histórico de produção, tendo passado por diversas trocas de elenco e produção antes de enfim se tornar realidade. É protagonizado por Charlie Hunnam, Ben Affleck e Oscar Isaac, e se passa na tríplice fronteira entre Brasil-Paraguai-Argentina, acompanhando um grupo de militares cuja lealdade é posta à prova quando se reúnem para roubar a fortuna de um chefão das drogas.

A Missy Errada (2020): 59 milhões

A comédia acompanha Tim (David Spade), que imagina ter convidado a garota dos sonhos para passar férias consigo no Havaí, e descobre tarde demais que enviou a mensagem para… a Missy errada.

O Poço (2020): 56 milhões

O thriller espanhol que estourou no início de 2020 se passa em uma prisão vertical habitada por dois detentos por andar. Eles recebem comida uma vez por dia, que é entregue sobre uma plataforma que vai do primeiro andar ao último. Neste sistema, ninguém sabe o quanto terá de comida , mas um homem cansou do sofrimento e resolveu tentar mudar as coisas.

O Irlandês

Dois fatos chamam a atenção na lista. O primeiro é que todos os filmes são lançamentos dos últimos dois anos, e isso é um reflexo direto do aumento exponencial de assinantes da Netflix — o Bloomberg destaca que foram 43,6 milhões de novos assinantes desde o início de 2019. Isso faz com que cada novo lançamento tenha uma base em potencial maior que o lançamento anterior — daí a eficiência e a grandeza dos números.

O  segundo fator é que, dos 10 filmes da lista, apenas um deles está entre os dramas de alto investimento da plataforma, ou seja, filmes nos quais a Netflix aposta em busca do seu lugar ao sol na temporada de premiações — trata-se do drama épico ‘O Irlandês’, de Martin Scorsese. Isso evidencia uma certa dificuldade da plataforma de ‘vender’ alguns gêneros para seus assinantes — comédias e thrillers de ação parecem ser os favoritos, enquanto dramas, terror e até mesmo animações ficam escanteados. Mas isso não impede os donos do negócio de sonharem alto:

“Queremos um filme de impacto a cada duas semanas”, aponta o gerente da divisão de filmes, Scott Stubber. “Para algumas pessoas, esse filme é Resgate. Para outras, é A Missy Errada.”

‘Homem-Formiga 3’: Emma Fuhrmann quebra o silêncio sobre ter sido substituída por Kathryn Newton

Durante o evento Investor Day, o presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, revelou que a personagem Cassie Lang, filha do Scott Lang, não mais seria interpretada pela atriz Emma Fuhrmann, que havia participado de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Com a atriz Kathryn Newton sendo anunciada como a nova intérprete da personagem, muito se especulou a respeito da troca. E Fuhrmann decidiu quebrar o silêncio a respeito do assunto e por meio da sua conta oficial do Twitter ela desabafou a respeito da substituição.

Se dizendo triste por ter sido descartada, ela ainda mantem as esperanças de que ainda haja um futuro para ela dentro do MCU.

Confira:

“Só queria vir aqui e dizer que eu vejo todas as suas gentis mensagens. Obrigado por todo o seu apoio. Isso significa o mundo para mim. Eu fiquei triste, assim como todos vocês, ao saberem da notícia na quinta-feira. Eu só posso esperar que isso signifique que há alguma outra coisa para mim no futuro do MCU”. 

“Eu sempre serei grata por ter feito parte do MCU e do maior filme de todos os tempos. Ser atriz ainda é a minha paixão número 1 e eu estou ansiosa pelo o que o futuro me reserva”. 

Esta é a terceira vez que a personagem Cassie Lang é reescalada. Durante o evento, Feige ainda anunciou que o aclamado ator Jonathan Majors dará vida ao vilão Kang, o Conquistador.

Kang carrega consigo um arco de extrema importância para o panteão da Marvel e poderia representar a próxima grande ameaça nos cinemas depois de Thanos.

Confira a logo oficial:

Michelle Pfeiffer reprisará seu papel como Janet Van Dyne.

A sequência é roteirizada por Jeff Loveness (‘Rick e Morty‘), com estreia prevista para 2022. Peyton Reed retorna na direção.

Paul Rudd voltará a interpretar Scott Lang / Homem-Formiga. Evangeline Lilly retorna como Hope Van Dyne/Vespa.

Juntos, os dois filmes da franquia renderam mais de US$ 1 bilhão à Marvel Studios.

 

10 Ótimos títulos escondidos no catálogo da Netflix

Sabemos que a Netflix foi o primeiro grande serviço de streaming da história contemporânea e, apesar de agora estar concorrendo ao lado de outros crescentes nomes, mantém seu império quase intacto com centenas de títulos que chamam a atenção (e que tomam conta da mídia).

Entretanto, em meio a tantos títulos originais e adições diárias feitas a seu extenso catálogo, algumas produções passam despercebidos pelo público mainstream – e perdem a chance de nos encantar com histórias maravilhosas, coesas e sólidas o bastante para nos prender do começo ao fim.

Por isso, o CinePOP separou dez títulos que foram esquecidos pelos usuários ou nem mesmo apareceram no radar.

Confira as nossas escolhas abaixo e conte para nós qual mais chamou sua atenção:

O PRÍNCIPE DRAGÃO

Sinopse: Os irmãos e príncipes humanos Callum e Ezran começam uma inesperada parceria com Rayla, uma elfa assassina enviada para matá-los. Trabalhando em conjunto, eles embarcam em uma jornada épica na busca de paz para seus reinos em guerra.

A BALADA DE BUSTER SCRUGGS

Sinopse: Os aclamados irmãos Joel e Ethan Coen idealizam uma antologia faroeste em seis segmentos focada na fronteira americana. Acompanhando pistoleiros cantores, colonizadores, mineiros, homens condenados à forca, caçadores de recompensa e todo tipo de personalidade do Velho Oeste, estes seis contos curtos vão da mais profunda reflexão até o mais completo absurdo.

LOVE, DEATH AND ROBOTS

Sinopse: Uma coleção de contos animados que mistura ficção científica, fantasia e terror. Histórias sobre as aventuras de lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo de aranhas alienígenas.

CHEER

Sinopse: Esta série documental seguem os altos e baixos da equipe de cheerleaders da Universidade Navarro, que treina para conquistar um cobiçado título nacional.

SANTA CLARITA DIET

Sinopse: Sheila (Drew Barrymore) e Joel (Timothy Olyphant) são dois corretores de imóveis que compartilham muito mais do que a mesma profissão. Casados e com uma filha adolescente, eles estão descontentes com a vida que levam em Santa Clarita, no subúrbio de Los Angeles. O destino deles começa a mudar quando Sheila passa por uma mudança radical.

BRINQUEDOS QUE MARCARAM ÉPOCA

Sinopse: Barbie, personagens de Star Wars, He-Man, naves espaciais e tanques de guerra fizeram a cabeça de muitas crianças na infância. Agora, os criadores desses brinquedos discutem o sucesso e, às vezes, o fracasso dessas criações que giraram um mercado bilionário.

LAERTE-SE

Sinopse: A cartunista Laerte passou quase 60 anos se expressando e sendo identificada como homem, até que decidiu revelar sua identidade de mulher transexual. Uma das artistas mais reconhecidas do Brasil, Laerte teve três filhos e passou por três casamentos.

(DES)ENCANTO

Sinopse: Bean é uma princesa alcoólatra que vive no reino mágico da Terra dos Sonhos ao lado de Luci, seu demônio pessoal, e de Elfo, seu melhor amigo. Além dos problemas com a bebida, essa jovem da realeza está disposta, juntamente com sua turminha, a viver as mais inusitadas aventuras, nem que para isso tenha que encarar terríveis ogros ou tolos humanos.

SUBURRA: SANGUE EM ROMA

Sinopse: A batalha por Ostia, uma cidade litorânea perto da Itália, está prestes a começar. Tudo começa quando um gângster promete transformar o local na nova Las Vegas. Agora, máfias, políticos e famílias poderosas entram na disputa por esse paraíso dos cassinos.

ALTO MAR

Sinopse: Carolina (Alejandra Onieva) e Eva (Ivana Baquero) são duas irmãs que partem da Espanha rumo ao Rio de Janeiro em um navio transatlântico à procura de um futuro melhor. Na mesma viagem, está presente o oficial Nicolás Salas (Jon Kortajarena), um homem que surge na hora e no lugar errados.

‘The World’s A Little Blurry’: Documentário sobre Billie Eilish ganha cartaz oficial; Confira!

Apple TV+ divulgou o cartaz oficial de ‘The World’s A Little Blurry’, documentário sobre a cantora vencedora do Grammy Billie Eilish.

O filme é dirigido por R.J. Cutler e estreia no dia 26 de fevereiro.

Confira, junto ao trailer:

O documentário vai explorar parte da sua infância e seu desenvolvimento artístico ao lado do seu irmão, compositor e produtor Finneas.

Eilish se tornou mundialmente famosa com seu álbum de estreia ‘When We All Fall Asleep, Where Do We Go?’, que lhe rendeu inúmeros prêmios. Ela se tornou a artista mais jovem a conquistar os principais prêmios do Grammy Awards, incluindo Álbum do AnoMúsica do AnoGravação do Ano e Artista Revelação.