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Os 40 Anos de O Iluminado | Uma Verdadeira Obra-Prima do Cinema

Considerado por grande parte dos cinéfilos, críticos, fãs de cinema e terror em geral um dos expoentes do gênero, O Iluminado (The Shining) completa 40 anos em 2020. Tendo base no livro criado por Stephen King, o filme foi apenas a segunda adaptação de uma obra do autor para o cinema – após o sucesso de Carrie, A Estranha (1976), de Brian De Palma. Em O Iluminado quem comanda o show é nenhum outro senão o cultuado Stanley Kubrick, um dos melhores cineastas de todos os tempos.

A estreia de O Iluminado ocorreu no dia 23 de maio de 1980, de forma restrita nos EUA. O filme ganharia circuito ampliado a partir de 13 de junho do mesmo ano pelo país. No Brasil, o longa chegaria seis meses depois, em 25 de dezembro. Envolto em muito misticismo, e redescoberto a todo instante (inclusive sendo constantemente tema de documentários e vídeos na internet), O Iluminado é o filme de número 61 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público no IMDB, e tem 85% de aprovação da imprensa especializada no Rotten Tomatoes; além de seguir incluído em listas de preferência dos especialistas e veículos renomados.

Ainda tópico constante na cultura popular, O Iluminado já ganhou uma minissérie e até mesmo uma continuação – tanto em livro, quanto em filme. Desta forma, o CinePOP resolve deixar aqui também sua homenagem a este verdadeiro ícone da sétima arte. Vem conhecer mais sobre este épico do terror com a gente.

Livro vs. Filme

Depois da recepção morna de Barry Lyndon (1975) – apesar das vitórias no Oscar e do status de cult que viria adquirir anos depois – Stanley Kubrick estava buscando em livros seu próximo projeto cinematográfico. Relatos de sua secretária na época afirmam que o diretor arremessava contra a parede diversas obras literárias nessa busca, até ser cativado pela escrita do autor Stephen King em The Shining.

A história todos já conhecem – ou deveriam – e fala sobre um sujeito aspirante a escritor aceitando o emprego de zelador em um enorme hotel nas montanhas geladas chamado Overlook, enquanto ele está fechado ao público fora de temporada, ou seja, durante o intenso inverno. Para a empreitada, Jack Torrence, o protagonista, leva sua dedicada esposa Wendy e o pequeno filho Danny com ele para morarem no local durante alguns meses. A pegadinha está no fato de que o Hotel é amaldiçoado, já que foi construído sobre um cemitério indígena, e possui diversas lendas macabras sobre assombrações. Além, é claro, de levar todos que passam ali algum tempo lentamente à loucura. Fora isso, o pequeno Danny possui por sua vez dons premonitórios e extrassensoriais, sentindo na pele a ameaça do local.

Curiosamente, um dos fortes temas do texto é a condição psicológica conhecida como “febre da cabana” – que fala sobre como indivíduos obrigados a permanecer muito tempo confinados num mesmo espaço podem vir a ter surtos de raiva, depressão, insanidade e violência – reflexão muito condizente com nossa realidade atual.

O Iluminado foi a terceira obra de King adaptada ao audiovisual – seguindo o citado sucesso de Carrie (1976) nos cinemas e Os Vampiros de Salem (Salem’s Lot, 1979), produzido na forma de uma minissérie em dois episódios e exibido pela rede americana CBS com distribuição da Warner Television. A mesma empresa iria desembolsar algo em torno dos US$19 milhões para Stanley Kubrick levar sua visão da história de King aos cinemas.

Apesar do entusiasmo inicial do autor, King viria a desmerecer O Iluminado como uma das piores adaptações de uma obra sua. O motivo? Kubrick fez inúmeras modificações no texto do escritor, ao lado da roteirista Diane Johnson, deixando de fora momentos específicos do livro, motivações, alterando a descrição de alguns personagens e, inclusive, o desfecho da trama. Além de ter recusado o roteiro escrito pelo próprio autor. Como resultado, King, apesar de reconhecer Kubrick como um cineasta de visual rico e único, considera esta adaptação vazia de conteúdo. Em suas palavras: “um carro chique, mas sem motor”.

Kubrick, um Carrasco Metódico

Stanley Kubrick não obteve aprovação do criador da história, mas ao final das gravações do longa seus atores igualmente lhe tinham pouco apreço. Os relatos dos bastidores de O Iluminado se tornaram lenda urbana e contribuíram para a mística em torno do diretor metódico. Kubrick transcendia o perfeccionismo, beirando o transtorno compulsivo obsessivo. Tudo precisava ser milimetricamente confeccionado, o que para as atuações se traduzia em repetir uma mesma tomada centenas de vezes em muitas ocasiões. O que deixava os atores principais em estado de nervos.

Fora isso, naquela época, o cinema era muito tratado como “verdade”, e diretores deste porte gostavam que seus intérpretes estivessem realmente num estado mental e físico parecido com o de seus personagens, a fim de extrair deles o sentimento preciso. Este é o chamado “método”, no qual muitos artistas gostam de operar. A diferença é a escolha do ator em utilizá-lo ou não. Quando fica a cargo de um diretor, como Kubrick ou tantos outros, ficamos situados na tênue linha do abuso no ambiente de trabalho. Alfred Hitchcock, Bernardo Bertolucci, John Landis, James Cameron e, recentemente, Joss Whedon são cineastas conhecidos pelas acusações de exceder sua autoridade no set – o que em alguns casos resultou em tragédia.

O protagonista Jack Nicholson se deu bem com Kubrick, mas telefonou para o colega Roger Corman, cineasta com quem começou sua carreira, para contar o método de trabalho exaustivo usado pelo diretor de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), muito estranho para ambos. Scatman Crothers, que vive Hallorann no filme, teve um colapso nervoso ao ter que repetir a mesma cena inúmeras vezes. Mas quem mais sofreu nas mãos de Kubrick foi Shelley Duvall, a Wendy Torrence. Para mantê-la num constante estado de tensão e medo, o diretor a tratava de forma ríspida, abusando dela psicologicamente a fim de deixá-la fragilizada. Além disso, exigia que Nicholson fizesse o mesmo – tudo devidamente registrado pela filha do diretor, que gravava um documentário de bastidores e se pronunciou publicamente diversas vezes contra o comportamento abusivo de seu pai. Apesar de tudo isso, o diretor só teve elogios para a performance de Duvall e seu empenho.

Curiosamente, o cultuado David Lynch teve influência na visão de Kubrick para O Iluminado. Bem, ao menos um de seus filmes teve. Trata-se do pesadelo em forma de celulose Eraserhead (1977), primeiro longa-metragem de Lynch, e um dos filmes favoritos de Kubrick. Para que pegassem o clima que o diretor queria imprimir em seu filme, ele o exibiu para os atores e a equipe.

Jack Nicholson – O Bom Soldado

Um dos maiores atrativos de O Iluminado é sem dúvida a atuação inspiradíssima de Jack Nicholson, um verdadeiro tesouro mundial do cinema, na pele do pseudo escritor Jack Torrence. Segundo Stephen King, igualmente contra a escalação do ator, a impressão que Nicholson passa no papel é a de ser louco antes da experiência claustrofóbica. Seja como for, antes dele, outros atores foram considerados por Stanley Kubrick para o papel protagonista, entre eles: Robert De Niro, Robin Williams e Harrison Ford. Vocês conseguem imaginar outro vivendo o personagem?

Apesar do bom relacionamento com o excêntrico cineasta, Nicholson não se viu longe das técnicas bizarras de Kubrick e também sofreu na pele em sua participação. Além da exaustão física que o fazia despencar na cama ao fim de cada dia – sem dar muita atenção para sua então namorada na época, Anjelica Huston; a fim de extrair do ator o desconforto e os nervos à flor da pele, o diretor somente o alimentava com sanduíches de queijo por duas semanas. O detalhe: Nicholson odeia sanduíches de queijo.

Fora isso, por ter morado na Inglaterra por grande parte da sua vida, Kubrick não entendeu inicialmente o improviso de Nicholson na cena clássica após arrebentar a porta a machadas e proferir “Heeeere’s Johnny”. O agora famoso “Aqui está Johnny” é referência ao programa Tonight Show e seu apresentador Johnny Carson, anunciado assim todas as noites de 1962 a 1992.

A Sofrida Shelley Duvall

Em relação a diversos elementos, Stephen King expressou sua insatisfação com o filme de Kubrick. E assim como Nicholson para o papel de Torrence, o autor não aprovava a escalação de Shelley Duvall para a personagem Wendy, sua esposa. King criou Wendy no papel como uma bela mulher loira, uma espécie de esposa troféu, uma dondoca que nunca passou por problemas ou dificuldades em sua vida, enfatizando assim seu desafio em superar tudo o que ocorre durante sua estadia no hotel Overlook. Segundo King, Duvall é o completo oposto de sua criação, tendo a aparência fragilizada de uma mulher que já precisou enfrentar muita coisa em sua vida.

E não foi só King que não queria Duvall no papel, seu companheiro de tela Jack Nicholson percebendo as gritantes diferenças entre a atriz e a personagem no papel, sugeriu insistentemente a escalação de Jessica Lange. Na época, Lange havia estrelado apenas dois filmes: King Kong (1976) e All That Jazz – O Show Deve Continuar (1979). Mas Kubrick foi enfático e bateu o pé sobre a versão de Wendy que queria no cinema – uma mulher mais fragilizada.

No mesmo ano, Shelley Duvall viveria a icônica Olivia Palito na adaptação cinematográfica de Popeye, do diretor Robert Altman – que viveu para se tornar um fracasso e ser redescoberto depois como obra cult. Curiosamente, o desejo de Nicholson em trabalhar com Lange se realizaria no ano seguinte do lançamento de O Iluminado, no remake de O Destino Bate à Sua Porta. Após o lançamento do filme, Nicholson disse que a atuação de Duvall foi uma das melhores performances de uma atriz que ele já havia visto.

Recepção

Assim como costumam sofrer diversas obras hoje cultuadas, O Iluminado dividiu opiniões em seu lançamento. O filme chegou até mesmo a figurar no famigerado “prêmio” Framboesa de Ouro, com as indicações de pior atriz e diretor para, respectivamente, Duvall e Kubrick. Seria apenas o prazer de indicar alguém da estatura de Kubrick ao prêmio? Alguma vez hoje imaginaríamos que o diretor chegou a ser cogitado como “o” pior qualquer coisa por alguém? Pois bem, mesmo tendo passado longe do Oscar (uma grande injustiça), como dito, hoje O Iluminado é um dos filmes mais queridos do cinema por crítica e público.

Para termos uma ideia, no “prêmio” descarado daquele ano figuraram obras hoje muito queridas como Vestida para Matar, A Lagoa Azul, Parceiros da Noite, Bronco Billy, Glória, Loucos de Dar Nó, e os cult Sexta-Feira 13, Xanadu e Flash Gordon.

Seja como for, em matéria de bilheteria O Iluminado não foi um sucesso estrondoso. Com um orçamento de US$19 milhões, trouxe de volta aos cofres da Warner algo em torno de US$46 milhões mundialmente. Mesmo assim foi o suficiente para figurar como a 15ª maior bilheteria de 1980 nos EUA.

A Infame Minissérie

A insatisfação de Stephen King com o filme de Kubrick se tornou notória. E durante anos o escritor desejou uma produção audiovisual mais fiel de um de seus livros mais adorados pelos fãs. Assim, em 1997, finalmente saía do papel uma produção que abraçava mais o que o autor havia planejado. No entanto, este caminho não foi tão suave quanto se imagina. Kubrick possuía os direitos de adaptação do livro, e só liberou King para uma nova versão depois que este assinasse um documento legal. O contrato estipulava que King teria que parar de fazer críticas públicas a seu filme.

Assim, dezessete anos depois do clássico de Kubrick, Stephen King finalmente lançaria a obra que sempre imaginou. Bancado pela mesma Warner, que desembolsou novos US$25 milhões para a produção, a minissérie em três episódios (no total de 4h33min de duração) ia ao ar no dia 27 de abril de 1997, exibido pela rede ABC.

Dirigido por Mick Garris (Sonâmbulos e Abracadabra) e adaptado pelo próprio King, o programa trazia Rebecca De Mornay como principal nome do elenco, no papel de Wendy Torrance. A atriz estava mais nos conformes do imaginado pelo autor para a personagem. Steven Weber pegou a ingrata tarefa de substituir Jack Nicholson na pele de Jack Torrence, e o filme conta ainda com as participações do próprio King, do diretor Mick Garris e de cineastas como Sam Raimi e Frank Darabont em pontas.

As principais diferenças são a arma usada por Jack para caçar sua família (um taco de críquete ao invés de um machado), a exclusão do labirinto de plantas, a inclusão do ataque das esculturas do jardim (com o uso de efeitos especiais risíveis), e o desfecho com a explosão da caldeira e destruição de parte do hotel. O resultado, você pergunta. Bem, digamos que King seja o único ser humano neste planeta que tenha ficado satisfeito com esta obra e, mais ainda, que a ache superior ao filme de Kubrick. Que segundo muitos, melhora até mesmo o livro de King.

Doutor Sono – A Continuação

Praticamente 40 anos depois do lançamento de O Iluminado, surgiu algo que nenhum fã jamais imaginou: uma continuação. Mas calma, este não é um caça-níquel sem qualquer imaginação – apesar do conceito de continuações tardias ser bem legal. Bem, se for considerado caça-níquel, ao menos devemos saber que saiu da mente do próprio Stephen King, já que Doctor Sleep é originalmente um livro lançado pelo autor em 2013. A ideia é revisitar o personagem Danny, o filho do casal, o tal “iluminado do título”, hoje um homem de meia idade.

Como dito na obra original, existem mais iluminados pelo mundo, e a nova trama resolve expandir este conceito apresentando novos portadores de tais dons pelo mundo. O resultado é uma bela homenagem às obras originais, tanto livro quanto filme; igualmente assustadora e criativa. Ewan McGregor vive Danny adulto, e o filme foi dirigido por Mike Flanagan, um dos mais talentosos cineastas da nova geração e um dos grandes nomes do terror na atualidade.

No embalo de ‘Monstro: A História de Ed Gein’, conheça os filmes que contam a história dos Psicopatas Mais FAMOSOS da Vida Real

‘Monstro: A História de Ed Gein’, terceira temporada da popular série antológica baseada em crimes reais, já está disponível na Netflix. No Rotten Tomatoes, o novo ano conquistou 45% de aprovação da crítica, com base em 11 avaliações, e 64% de aprovação do público. Para efeito de comparação, a primeira temporada, ‘Dahmer: Um Canibal Americano’, obteve 57% de aprovação da crítica (com base em 30 críticas) e 82% do público. Já a segunda temporada, ‘A História de Lyle e Erik Menendez’, registrou os mesmos 45% de aprovação crítica (baseada em 31 avaliações) e 58% do público.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Nova temporada da série antológica conquista 45% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Com o sucesso da série da Netflix, separamos grandes produções atuais retratam figuras malditas como Ted Bundy e Charles Manson. Ou seja, os psicopatas reais demonstram que ainda rendem muito assunto. O segredo é se portar como um conto cautelar, alertando e demonstrando como pode funcionar a mente humana se levada ao lado sombrio. 

Crítica | ‘Monstro: A História de Ed Gein’ explora a imutabilidade da loucura humana

Pensando no lado mais assustador e cruel do homem, o CinePOP resolveu trazer uma lista com alguns dos filmes que retratam essas figuras monstruosas. Vem conhecer.

 

Psicose (1960)

A obra do mestre do suspense Alfred Hitchcock se tornou seu filme mais famoso. O longa é baseado no livro de Robert Block, que alterou eventos e nomes de seus personagens, mas usou como fonte de seu argumento o assassino real Ed Gein. O psicopata matava mulheres e também era conhecido por roubar cadáveres de túmulos. Mas o ato bizarro que o fez ficar notório era que Gein pegava troféus de suas vítimas: ossos e pele humana, com os quais decorava sua casa. Nascia assim uma nova versão para ele: Norman Bates. Além de Psicose, Gein inspirou também os filmes O Massacre da Serra Elétrica (1974) e O Silêncio dos Inocentes (1991). Gein foi condenado, mas julgado incapaz de responder por si, sendo considerado insano. Ele passou o resto de seus dias numa instituição psiquiátrica, onde morreu aos 77 anos, em 1984. Está enterrado num túmulo não marcado.

Era uma Vez… em Hollywood (2019)

Novo e aguardadíssimo filme de Quentin Tarantino, que estreia no início de agosto, o longa usa como pano de fundo os crimes cometidos pelo psicopata Charles Manson e sua seita de hippies criminosos. Ao contrário da maioria dos assassinos em série famosos – que agiam por conta própria -, Manson era um autoproclamado guru e aliciava jovens (em especial mulheres) para sua seita. As viagens alucinantes de drogas logo se tornavam incrivelmente perigosas e a “turminha” saiu em uma matança de pelo menos sete pessoas, incluindo a atriz Sharon Tate, esposa do diretor Roman Polanski, que estava grávida. Manson e seus comparsas (três mulheres e um homem) foram presos e condenados à prisão perpétua. O assassino morreu na prisão em 2017, aos 83 anos. No filme, Margot Robbie interpreta Sharon Tate.

 

Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal (2019)

A mais recente produção a abordar o serial killer conhecido por sua boa aparência e lábia sedutora está em cartaz nos cinemas brasileiros. O longa traz o galã Zac Efron na pele do psicopata, para enfatizar seu visual atraente, que despertava o interesse das mulheres. Entre o período de 1974 e 1978, o brilhante estudante de direito matou mais de 30 mulheres, além de estuprá-las, se tornando assim um dos mais terríveis assassinos em série que os EUA já viu. Bundy morreu na prisão, condenado à pena de morte pela cadeira elétrica, aos 42 anos, em 1989. No filme, sua história é contada através de sua esposa, Liz Kendall (vivida por Lily Collins).

Monster – Desejo Assassino (2003)

O filme que deu o Oscar para a musa Charlize Theron traz a atriz na pele da psicopata Aileen Wuornos. Dirigido por Patty Jenkins (Mulher-Maravilha), o longa mostrou a transformação física pela qual a estrela passou a fim de ficar parecida com a assassina. Para isso, Theron engordou e usou maquiagem para se “enfeiar”. É raro serial killers serem mulheres e Aileen é a mais famosa a cometer crimes deste sentido nos EUA. Aileen se prostituía e matava seus clientes, todos homens. Ela assassinou pelo menos 6 homens, sempre usando arma de fogo. A psicopata foi presa e condenada à pena de morte – que foi executava em 2002, aos 46 anos, um ano antes da estreia de seu filme.

Zodíaco (2007)

O diretor David Fincher fez seu nome com um dos grandes filmes de suspense do cinema: Seven – Os Sete Crimes Capitais (1995). O cineasta retornaria ao tema alguns anos depois, para um estudo mais aprofundado e basicamente uma investigação detalhada, numa obra de quase 3 horas de duração. Na verdade, Zodíaco se aproxima mais da série Mindhunter, que Fincher desenvolveu para a Netflix, do que de Seven. Aqui temos um item curioso. O assassino do Zodíaco – como ficou conhecido o serial killer que aterrorizou a Califórnia durante as décadas de 1960 e 1970 – nunca foi descoberto e preso. Isso se deve em partes por seu modus operandi: discreto, ele cometia seus crimes e sumia, ficando inerte durante longos períodos até seus casos esfriarem. Ele inclusive chegou ao cúmulo de mandar mensagens provocativas para a imprensa através de cartas, fazendo exigências e daí veio seu apelido. Ele clamava ter feito no mínimo 37 vítimas. Alguns suspeitos foram apontados, assim como um retrato falado: de um homem branco, alto, magro e usando óculos. O caso foi taxado pela polícia de São Francisco como “inconclusivo” em 2004, mas reaberto em 2007, época em que Fincher lançou seu filme.

O Verão de Sam (1999)

Dez anos depois de ganhar o mundo com Faça a Coisa Certa (1989), o diretor Spike Lee voltava à Nova York para uma nova onda de calor – num dos verões mais quentes que a cidade já viu. E não apenas isso, Lee trouxe à tona, mesmo que como pano de fundo, a história do psicopata David Berkowitz, conhecido como “O Filho de Sam”. Seu reino de terror durou “pouco”, um ano exatamente: de julho de 1976 até ser preso em julho de 1977. Mas o tempo foi o suficiente para o sujeito matar 6 pessoas, e ferir outras 7, todas com seu revólver, daí seu outro apelido: “o assassino do calibre 44.”. O psicopata confessou ter cometido os crimes a mando de um cachorro preto da vizinhança, que segundo ele, estaria possuído por um demônio. Berkowitz se encontra preso até hoje, com três condenações de prisão perpétua. No filme de Lee, o assassino é interpretado por Michael Badalucco, mas o foco são outros personagens, aterrorizados pela onda de crime do serial killer e seus dramas pessoais. Algo parecido com o que Tarantino fez em Era uma Vez em Hollywood.

O Homem que Odiava as Mulheres (1968)

Outra trama macabra cerca este caso. Durante a década de 1960, um maníaco que ficaria conhecido como “O Estrangulador de Boston”, matou 13 mulheres enforcadas – usando objetos como meias-calças (o que fez os crimes também ficarem conhecidos como “os assassinatos das meias-calças”). O fato mais curioso sobre os assassinatos, e que chamou atenção, é que todas as vítimas permitiam que o psicopata entrasse em suas casas – o que levou a polícia a suspeitar da forma como o assassino se apresentava antes de atacar. Albert DeSalvo confessou os crimes e foi preso. Destes, apenas 1 foi confirmado, o que deixou a polícia até hoje com a possibilidade de um segundo assassino ter agido com DeSalvo ou até mesmo por conta própria, já que os outros 13 assassinatos nunca foram provados (a não ser por sua confissão) como sendo de sua autoria. Em 1967, ele foi condenado à prisão perpétua, mas morreu esfaqueado na cadeia em 1973 por outro prisioneiro membro de uma gangue. No filme dirigido por Richard Fleischer (Conan O Destruidor), Tony Curtis (Quanto Mais Quente Melhor) interpreta DeSalvo.

O Bar Luva Dourada (2019)

Outro filme atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, trata-se de uma produção alemã, sobre um serial killer alemão. Dirigido pelo prestigiado cineasta Fatih Akin, que ganhou os holofotes após o sucesso de Em Pedaços (2017), o longa narra a trajetória de Fritz Honka, sujeito perturbado que assassinou (pelo menos) quatro mulheres no período entre 1970 e 1974, de forma brutal. Considerado um dos filmes mais perturbadores dos últimos tempos, a obra narra de forma didática os crimes cometidos pelo psicopata. O curioso é que para o papel do protagonista, conhecido por sua aparência precária, falta de higiene e nada atraente, o diretor escalou o jovem galã Jonas Dassler – o que demonstra o exímio trabalho de maquiagem da produção. Honka, ao contrário da maioria dos serial killers, matava suas vítimas em sua própria casa, as mutilava e guardava partes de seus corpos espalhadas pelo local. Sua prisão foi acidental, após um incêndio em seu prédio, foram descobertos os corpos. Ele foi preso ao voltar para casa. Como os crimes foram cometidos na Europa e o sistema de justiça é diferente dos EUA, Honka foi condenado a 15 anos de prisão num hospital psiquiátrico. Ele foi solto em 1993, e passou seus últimos dias num asilo sob o nome de Peter Jensen. O psicopata viria a falecer no local em 1998.

O Despertar de um Assassino (2017)

O foco aqui é Jeffrey Dahmer, conhecido como “o canibal de Milwaukee”, um dos mais notórios assassinos em série dos EUA. Ao contrário da maioria dos psicopatas deste tipo, Dahmer se concentrava em homens como vítimas e nunca assassinou uma mulher. Foram ao total 17 mortes cometidas por ele: uma apenas em 1978, e todas as outras após sua volta do serviço militar, entre 1989 e 1991. O sujeito também cometia estupro, necrofilia e canibalismo. Duas de suas vítimas conseguiram escapar, o primeiro, no entanto, foi recuperado e morto pelo psicopata. O segundo, levou a polícia e causou a prisão do assassino. Dahmer foi condenado a 900 anos de prisão, mas foi morto na cadeia em 1994. O Despertar de um Assassino (My Friend Dahmer) traz Ross Lynch como o serial killer e se concentra na adolescência e juventude de Dahmer. Antes disso, em 2002, o filme Dahmer, produção lançada em vídeo, mostrou Jeremy Renner como o personagem, em um de seus primeiros papeis de destaque.

Wolf Creek – Viagem ao Inferno (2005)

Embora a maioria dos casos de assassinos em série ocorram nos EUA, na lista já tivemos um alemão, e agora chega a vez do psicopata australiano conhecido como “o assassino de mochileiros”. Ivan Milat, um caçador de uma área rural em New South Wales, Austrália, usava armas de fogo e facas para caçar jovens mochileiros, entre homens e mulheres, inclusive casais. Foram ao total sete assassinatos no período de 1989 e 1993. O sujeito usava sua experiência de caça para imobilizar as vítimas, antes sempre tentando parecer solícito e agradável, a fim de atrair suas “presas”. O psicopata foi preso e condenado a sete prisões perpétuas (uma para cada vítima sua), as quais ainda está cumprindo, assim como mais 18 anos sem condicional. No filme, o serial killer recebe o nome Mick Tayler e é interpretado por John Jarratt. Considerado O Massacre da Serra Elétrica australiano, o longa ganhou uma sequência em 2013, e uma série de TV com 12 episódios em 2016.

Roteiro da sequência de ‘Labirinto – A Magia do Tempo’ está pronto; Saiba mais!

Com o iminente lançamento de ‘Millennium – A Garota na Teia de Aranha‘, Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio‘ e ‘O Homem nas Trevas‘) está pronto para focar em outros projetos. Em entrevista ao Fandango, o diretor revelou que o roteiro da sequência do clássico ‘Labirinto – A Magia do Tempo‘ já está pronto, e deu detalhes sobre o projeto.

“Nós estamos muito animados. Será basicamente uma continuação direta do primeiro filme muitos anos depois, e eu não posso falar muito sobre isso, mas nós já temos um roteiro, e estamos muito empolgados com ele. Como sempre, é preciso tempo e esforço para fazer um filme ganhar forma, mas esse é um dos projetos que eu estou extremamente animado.”

Alvarez vai dirigir e roteirizar o filme, ao lado de Jay Basu.

Eles vão trabalhar em cima do roteiro inicialmente escrito por Nicole Perlman, de ‘Guardiões da Galáxia‘.

A The Jim Henson Company – companhia do diretor do longa original, Jim Henson – produzirá a sequência.

Labirinto‘ acompanha a adolescente Sarah (Connelly) que, graças a sua imaginação fértil, acaba dando vida aos duendes do seu livro favorito – Labirinto – para que eles sumam com o irmão caçula. Mas quando o pequeno Toby realmente desaparece, Sarah precisa ir atrás dele neste mundo de conto de fadas e tentar resgatá-lo das mãos do maldoso Rei dos Duendes (Bowie).

Protegendo o castelo, encontra-se o labirinto – um emaranhado de armadilhas repleto de estranhos personagens e perigos desconhecidos. Com o intuito de salvar Toby a tempo, Sarah terá que enganar o rei ficando amiga dos duendes que o protegem, na esperança de que a fidelidade deles não passe apenas de uma ilusão num lugar em que nada parece ser o que é.

Danton Mello fala sobre ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2’ em novo vídeo dos bastidores; Assista!

A Universal Pictures divulgou um novo vídeo da sequência ‘Pets – A Vida Secreta dos Bichos 2‘, com Danton Mello, que dá voz ao Max, falando sobre a produção.

Confira:

Dirigido por Chris Renaud (‘Meu Malvado Favorito‘), o filme tem roteiro de Brian Lynch (‘Minions‘).

Na sequência, Max (dublado por Danton Mello) está lidando não tão bem com algumas mudanças da vida. Agora com Liam na casa, ele passa boa parte do tempo preocupado e desenvolve um tique nervoso. Ao viajar para um fazenda, sua ansiedade fica ainda maior em contato com animais que ele não conhecia. Enquanto isso, Gigi assume papel de mãe e tenta resgatar o brinquedo favorito de Max em uma casa repleta de gatos pouco amistosos. E o fofo Bola de Neve lida com seus delírios de grandeza na pele de um super-herói. Será que Max, Bola de Neve, Gigi e o resto ta turma terão coragem suficiente para encarar seus maiores temores?

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Diretor afirma que ‘Os Novos Mutantes’ não passou por refilmagens

Em entrevista ao EW, o diretor Josh Boone afirmou que a adaptação de ‘Os Novos Mutantes’ nunca passou por refilmagens, contrariando as fortes especulações sobre os diversos adiamentos da estreia da produção.

“Todos disseram que nós fizemos refilmagens, mas nós nunca fizemos refilmagens. Eu só posso dizer isso: se a fusão [entre a Fox e a Disney] não tivesse acontecido, nós com certeza teríamos feito refilmagens, da mesma forma que a maioria dos filmes fazem.”

Ele completa, “Nós não tivemos a oportunidade de fazer isso, pois quando o acordo da fusão finalmente se estabeleceu, todo mundo já estava mais velho.”

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

‘Creepshow’: Série do Shudder ganhará episódio especial de Natal

De acordo com o Bloody Disgusting, a série de terror antológica ‘Creepshow‘ ganhará um episódio especial de Natal, intitulado ‘A Creepshow Holiday Special‘.

Na trama do episódio, que terá uma hora de duração, temendo ser um assassino, um homem ansioso procura por respostas sobre sua “condição única” em um grupo de apoio.

Anna Camp e Adam Pally estrelarão o especial, que foi escrito e dirigido por Greg Nicotero, e é baseado em um conto de J.A. Konrath.

O episódio natalino será lançado no dia 18 de dezembro.

Confira a primeira imagem oficial:

A 2ª temporada será lançada apenas em 2021.

O elenco do novo ciclo contará com Marilyn MansonAli LarterIman BensonRyan KwantenBarbara CramptonC. Thomas HowellDenise CrosbyBreckin MeyerTed RaimiKevin DillonEric Edelstein.

Sabe-se também que Joe Lynch (‘Floresta do Mal‘) será diretor de um dos segmentos, enquanto Greg Nicotero fica a encargo dos quatro primeiros capítulos.

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

Ex-namorada assombra casal no trailer do terror ‘The Ex’; Assista!

O terror sobrenatural ‘The Ex‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Evgeniy Puzyrevskiy é responsável pela direção.

Já se passaram muitos anos desde que um adolescente postou uma foto reveladora de sua namorada online para se gabar para seus amigos, traindo sua confiança e sua honra. Apesar dele ter esquecido o episódio, vivendo uma vida feliz e despreocupada com sua linda noiva, ele logo percebe que os erros de seu passado podem ser mortais…

Konstantin Beloshapka, Sergey Dvoynikov e Pavel Golubev estrelam a produção.

O terror ainda não possui previsão de lançamento.

‘Schmigadoon!’: 2ª temporada da comédia musical já está em desenvolvimento!

Apesar da renovação não ter sido oficialmente anunciada pela Apple TV+, parece que a 2ª temporada da série musical ‘Schmigadoon!‘ já está em desenvolvimento.

De acordo com o SpoilerTV, as filmagens do próximo ciclo irão começar em junho.

A primeira temporada acompanhou um casal em uma viagem com o objetivo de revigorar seu relacionamento, mas acabam encontrando uma cidade mágica que vive em um musical dos anos 1940, e não podem ir embora até que encontrem o “amor verdadeiro”.

Relembre o trailer:

A série foi criada por Cinco Paul e Ken Daurio.

‘The Deep’: Terror subaquático elogiado por Stephen King será adaptado pelo Prime Video

De acordo com o Deadline, o serviço de streaming Prime Video está desenvolvendo uma série baseada no livro ‘The Deep‘, escrito por Nick Cutter.

Publicado originalmente em 2015, o livro foi aclamado pelos mestres do gênero Stephen King e Clive Barker. Barker declarou que a história é “extremamente aterrorizante”, enquanto King admitiu que o livro “me assustou horrores… é um terror clássico no seu melhor nível”.

Ambientada em um futuro próximo, a trama gira em torno de uma estação de pesquisa no fundo do oceano Pacífico, onde uma descoberta milagrosa dá uma nova esperança para a humanidade – mas segredos no mundo subaquático pode trazer consequências devastadoras à superfície.

C. Henry Chaisson (‘Espíritos Obscuros’) será responsável pelo roteiro.

Confira a sinopse oficial do livro:

“Uma estranha praga está dizimando a humanidade em uma escala global. Ela faz as pessoas esquecerem – à princípio, coisas pequenas – como onde elas deixaram suas chaves –, mas vai piorando… Seus corpos se esquecem como funcionar involuntariamente. Não há cura.”

“Mas, muito abaixo da superfície do Oceano Pacífico, uma “cura universal” foi descoberta. Para estudar esse fenômeno, um laboratório de pesquisa especial é construído oito milhas abaixo da superfície do mar. Mas, quando a estação fica incomunicável, alguns corajosos descem à estação para investigar os mistérios que espreitam nessas profundezas esmagadoras… e talvez encontrar um mal muito mais sombrio do que qualquer coisa que se possa imaginar.”

Carlton Cuse servirá como produtor executivo ao lado de Henrik Bastin e Melissa Aouate (‘Bosch’).

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Atiraram no Pianista

(They Shot the Piano Player)

 

Elenco:

Jeff Goldblum
Tony Ramos
Abel Ayala

 

Direção: Javier Mariscal, Fernando Trueba

Gênero: Animação

Duração: 103 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 26 de Outubro de 2023

Sinopse: 

Jeff, um jornalista musical de Nova York, embarca em uma busca para descobrir a verdade por trás do misterioso desaparecimento de um jovem virtuoso do piano brasileiro, Francisco Tenório Júnior. O longa musical resultante não é apenas uma homenagem à vida de Tenório Jr., mas também uma história comemorativa da origem do movimento musical bossa nova, capturando um tempo fugaz e repleto de liberdade criativa em um momento decisivo na história latino-americana nos anos 60, pouco antes de alguns países sul-americanos, como o Brasil e a Argentina, caírem sob regimes totalitários.

Crítica: 

Crítica | Atiraram no Pianista – Festival do Rio 2023 abre com Animação Sobre Desaparecimento de Músico da Bossa Nova

Curiosidades: 

» Fernando Trueba, de ‘A Dançarina e o Ladrão‘ e ‘Chico & Rita‘, assina o roteiro;

» O título do filme faz referência ao clássico ‘Atirem no Pianista‘ (1960), de François Truffaut;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

[SPOILER] comenta sobre sua chocante MORTE em ‘The Boys’

Em entrevista ao TVLine, Claudia Doumit, que interpreta a poderosa Victoria Neuman na série ‘The Boys‘, quebrou o silêncio sobre a brutal morte de sua personagem no último episódio da quarta temporada.

Durante o capítulo final, Victoria Neuman decide pedir ajuda do Hughie por proteção, prometendo ajudar os Caras a derrotarem o Capitão Pátria. O acordo, no entanto, foi prematuramente cancelado.

Após testemunhar o Ryan matar a Mallory, Butcher se encontra determinado a acabar com todos os supes e, na frente de todos, usa seu poder para rasgar o corpo de Neuman pela metade – resultando em uma das mortes mais sangrentas e inesperadas da série.

“Acredito que [a morte da Victoria Neuman] fez sentido na história. Sinto que há muitos outros componentes deste universo e desta narrativa que precisam ser contados. Não havia nenhuma parte de mim que não estava esperando ou que não ficasse chocada por isso.”

Ela completa, “Foi um dia emocional quando filmamos [a cena da minha morte], porque eu percebi que não iria interpretá-la novamente; não poderia mais andar ou falar como ela. Quando você precisa se despedir de uma personagem que você ama, você sente um tipo de luto. Então, todos os dias durante as gravações desta temporada, eu tentei realmente aproveitar e me divertir.”

Todos os episódios da 4ª temporada estão disponíveis no Prime Video.

Lembrando que a série já está renovada para um quinto ciclo.

A série foi criada por Eric Kripke.

Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Chace Crawford, Laz Alonso, Tomer Capone, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell e outros fazem parte do elenco.

Quando a fama sobe à cabeça, alguns super-heróis passam a se corromper e usar seu status para se promoverem ainda mais, o que pode colocar em risco a própria população. Uma equipe independente de foras-da-lei, então, se prepara para cuidar do caso.

Kathryn Newton estrelará nova série de ROMANCE do Prime Video

De acordo com o Deadline, Kathryn Newton (‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’) será a protagonista de ‘Just One Day‘, nova série de romance que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

A produção é baseada no livro homônimo de Gayle Forman.

Na trama…

“A vida de Allyson Healey é exatamente como sua mala — pronta, planejada, organizada. Então, no último dia de sua turnê europeia de três semanas após a formatura, ela conhece Willem. Um ator itinerante e de espírito livre, Willem é tudo o que ela não é, e quando ele a convida a abandonar seus planos e ir a Paris com ele, Allyson diz sim. Essa decisão incomum leva a um dia de risco e romance, libertação e intimidade: 24 horas que transformarão para sempre a vida de Allyson.”

“Quando circunstâncias imprevistas separam Allyson e Willem após seu dia turbulento juntos, eles são deixados para embarcar em suas jornadas individuais. Acompanhamos Allyson ao longo do próximo ano enquanto ela luta para se encaixar na faculdade. Willem nunca sai de sua mente e ela se vê constantemente atraída de volta àquele dia. E assim começa uma busca: uma para descobrir a si mesma e para descobrir o amor.”

Sherri Cooper e Jennifer Levin serão responsáveis pela adaptação.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Aldis Hodge busca justiça no trailer da 2ª temporada de ‘Detetive Alex Cross’; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Detetive Alex Cross‘, série baseada na icônica saga do James Patterson.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 11 de fevereiro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

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Ator da Disney viverá serial killer em ‘My Friend Dahmer’; Confira imagem!

O ex-ator da Disney, Ross Lynch, que já participou da série ‘Austin & Ally’ e dos musicais ‘Teen Beach Movie’ e ‘Teen Beach Movie 2’, vai encarar um personagem bem diferente nos cinemas. Desta vez ele interpretará Jeffrey Dahmer na adaptação da Graphic Novel, ‘My Friend Dahmer’.

O site Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem do jovem astro no papel do psicopata.

Confira:

Escrito e dirigido por Marc Meyers, a produção é baseada na graphic novel de Derf Backderf, que conta os fatos verídicos de sua adolescência na época em que o autor era amigo de “Jeff” Dahmer, que futuramente viria a matar 17 homens entre os anos de 1978 e 1991.

Segundo Meyers, a produção vai contar a história pouco conhecida de Jeffrey, antes das mortes brutais cometidas pelo jovem. O filme, que fez parte de sua filmagens dentro da própria casa de Dahmer, terá um sabor agridoce sobre os anos escolares do rapaz.

O diretor também comentou sobre o potencial de Ross Lynch para viver o psicopata, afirmando que a escolha não poderia ter sido melhor:

“É a história antes da história com a qual estamos todos familiarizados. O livro tem esse assombroso, triste, engraçado e verdadeiro olhar sobre o período escolar de Jeffrey Dahmer, crescendo nos subúrbios de Akron, Ohio, na segunda metade dos anos 70 – e é exatamente isso que este filme se tornou. Eu saí em uma exaustiva busca para encontrar o ator que eu acreditava poder interpretar o papel de Jeff e eu me apeguei a Ross no instante que o conheci. Eu senti que ele tinha a versatilidade como um ator e a aparência adequada. Eu achei animador ele estar encerrando seu ciclo como protagonista em um programa da Disney, além de ter sido o personagem principal na franquia de ‘Teen Beach Movie’ – mas na verdade ele se parece com Jeff! E fica ainda mais parecido quando você, eventualmente, coloca óculos de grau nele”.

‘Venom’: Michelle Williams não deve se transformar em She-Venom ainda…

A personagem Anne Weying, vivida por Michelle Williams em ‘Venom‘, não deve se transformar em She-Venom tão cedo. Pelo menos é o que a própria atriz indicou.

Em uma recente entrevista ao site Collider, Williams pontuou que até o momento sua personagem continua humana e nenhuma intervenção tecnológica foi feita ainda.

Disse ela:

“Eu sei que isso existe em outro campo, mas eu não estou envolvida nele. Essa versão faz parte do domínio digital, mas eu ainda permaneço humana depois de tudo que já fizemos. Eles ainda não me digitalizaram”.

‘Venom’: Treinador de Tom Hardy diz que ‘será um dos vilões mais poderosos e sombrios da Marvel’; Veja vídeo!

Tom Hardy, Michelle WilliamsJenny Slate estrelam a adaptação.

O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘. 

O longa, da Columbia Pictures conta com o roteiro de Scott Rosenberg (‘Jumanji’), Kelly Marcel (’50 Tons de Cinza’) e Jeff Pinker (‘A Torre Negra’) e a produção de Avi Arad, Matt Tolmach (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e Amy Pascal (‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’). Ruben Fleischer (‘Zumbilândia’) dirige.

Venom’ tem estreia marcada nos cinemas em 5 de Outubro de 2018.

‘Animais Fantásticos 2’ estampa bela capa da revista Empire; Confira!

A sequência ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindewald‘ é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica Empire e estampa a bela capa da publicação.

Confira:

 

Assista a prévia:

Os Crimes de Grindelwald é a segunda de cinco novas aventuras no Mundo Bruxo de J.K. Rowling. No final do primeiro filme, o poderoso bruxo das trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou da custódia e começou a reunir seguidores, a maioria desavisada de sua verdadeira intenção: criar magos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) recruta seu ex-aluno Newt Scamander, que concorda em ajudar, desconhecendo os perigos que estão por vir. As linhas são desenhadas à medida que o amor e a lealdade são testados, mesmo entre os mais verdadeiros amigos e familiares, em um mundo bruxo cada vez mais dividido.

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine Waterston, Eddie Redmayne, Alison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

David Yates volta a dirigir. Com roteiro de J.K. Rowling.

Disney proíbe exibição de comerciais da Netflix em suas emissoras

Com a chegada do streaming Disney+ cada vez mais próxima, a Casa do Mickey está começando a tomar medidas mais restritivas em relação a sua grande concorrente no ramo, Netflix.

E segundo a revista Variety, a empresa vai banir os comerciais de conteúdos originais da Netflix em suas emissoras, como a ABC, Freeform e FX. Isso significa que esses canais não mais transmitirão propagandas dos filmes e séries produzidos pela gigante do streaming.

De acordo com a publicação, a medida serve – em primeira instância – apenas para a América do Norte, onde a Disney+ estreia em breve. Além disso, uma fonte interna e sigilosa pontuou que a empresa vai permitir que os anúncios de conteúdos originais da Netflix sejam divulgados no canal ESPN.

A nova regra não será aplica unicamente na Netflix. A Disney já estaria informando as demais concorrentes do streaming que não mais exibirá comerciais de seus conteúdos exclusivos, a menos que seu relacionamento com a empresa impacte positiva e diretamente em propaganda, distribuição e na sua programação.

 

 

 

‘355’: Jessica Chastain e Penélope Cruz no trailer INSANO do novo filme do diretor de ‘X-Men: Fênix Negra’

O novo thriller de espionagem estrelado por Jessica Chastain, intitulado ‘355‘, ganhou seu primeiro e insano trailer, que traz a atriz liderando um grupo poderoso de mulheres espiãs.

Assista:

Universal Pictures anunciou que o projeto dirigido por Simon Kinberg – diretor de ‘X-Men: Fênix Negra‘ – chegará aos cinemas no dia 15 de janeiro de 2021

Marion Cotillard, Penélope Cruz, Fan Bingbing e Lupita Nyong’o também estrelam o filme.

Produzido pela Freckle Films, o suspense conta a história de um grupo de espiãs de diversas agências internacionais que acabam se unindo para combater uma organização global que busca trazer o caos no mundo. Nessa jornada, o grupo de até então desconhecidas acaba formando uma irmandade de espionagem, com o codinome 355.

O roteiro é assinado por Theresa Rebeck, a partir de uma ideia original da própria Chastain. O projeto será colocado à venda durante o Festival de Cannes, a fim de conseguir os recursos necessários para viabilizá-lo.

‘A Mansão’: Novo terror da Blumhouse já está disponível na Amazon Prime Video

O novo terror sobrenatural da Blumhouse, intitulado ‘A Mansão‘, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (08).

Na trama, quando um leve derrame diminui sua capacidade de cuidar de si mesma, Judith Albright (Hershey) muda-se para a Golden Sun Manor, uma casa de repouso com excelente reputação. Mas, apesar dos melhores esforços da equipe e de uma amizade crescente com o colega idoso Roland (Davidson), ocorrências estranhas e visões de pesadelo convencem Judith de que uma presença sinistra está assombrando a enorme propriedade. Conforme os residentes começam a morrer misteriosamente, os alertas frenéticos de Judith são descartados como fantasia. Até mesmo seu devotado neto Josh (Alexander) acha que seus medos são resultado de demência, não de demônios. Sem ninguém para acreditar em sua visão da situação, Judith deve escapar dos confins da mansão ou ser vítima do mal que habita dentro dela.

Confira o trailer:

Escrito e dirigido pela Axelle Carolyn (‘Tales of Halloween’), o longa faz parte de uma parceria com a Blumhouse – um projeto que incluirá oito filmes de terror originais, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.

O elenco conta com Barbara Hershey, Bruce Davison, Nicholas Alexander, Jill Larsen, Fran Bennett e Katie Amanda Keane.

Série de comédia com Matthew McConaughey e Woody Harrelson pausa produção; Lee Eisenberg deve assumir como novo showrunner

A aguardada série de comédia sem título da Apple TV+, estrelada e produzida por Matthew McConaughey e Woody Harrelson, teve sua produção suspensa em Austin, Texas, segundo informações do Deadline. O motivo: divergências criativas sobre como encerrar a temporada, o que levou à saída do showrunner original David West Read (Schitt’s Creek).

O projeto, que já filmou 8 dos 10 episódios encomendados, busca agora uma nova liderança para concluir a temporada. Em negociação para assumir a função está Lee Eisenberg, criador de ‘Uma Questão de Química‘ e co-showrunner de ‘Na Mira do Júri‘, também da Apple.

A série gira em torno da amizade — estranha e bonita — entre os personagens de McConaughey e Harrelson, em uma história inspirada livremente na amizade de décadas entre os dois astros na vida real. O enredo acompanha os dois quando suas famílias passam a morar juntas no rancho de McConaughey no Texas, o que gera situações hilárias e tensas que colocam a relação dos protagonistas à prova.

Além da dupla principal, o elenco conta com Holland Taylor, Natalie Martinez, Brittany Ishibashi, Oona Yaffe, Highdee Kuan, Nolan Almeida, Ella Grace Helton e Noah Carganilla.

A pausa na produção ocorre justamente no momento de decidir como concluir a temporada, e fontes indicam que McConaughey e Harrelson, como coprodutores e protagonistas, têm forte influência criativa. A chegada de Eisenberg pode trazer um novo equilíbrio para os dois episódios restantes — além de possíveis regravações.

Produzida pela Skydance Television para a Apple, a série é também assinada por David Ellison, Dana Goldberg e Matt Thunell, com produção executiva de Bill Bost e Jeremy Plager.

Ainda não há previsão de retomada das gravações.

Teria como Carl sobreviver em ‘The Walking Dead’? Teoria aponta que sim; Descubra!

Após a grande revelação de que Carl foi mordido por um Walker no último episódio desse ano de ‘The Walking Dead’, começaram as especulações sobre como o personagem poderia contornar a situação e sobreviver.

Eis então que surgiu uma teoria na internet que justificasse o personagem não morrer nos próximos episódios da série. Essa teoria aponta para a presença dos Sussurradores, um grupo misterioso de sobreviventes que se disfarçam com pele de zumbi para misturar-se com eles e não serem notados.

Eles estão presentes nos quadrinhos e ainda não foram introduzidos na série, o que levou muitos fãs a pensar que talvez uma dessas pessoas possa ter mordido Carl, sendo assim, poupando sua morte em meio à toda a polêmica que gerou.

Tudo não passa de um rumor, afinal, o próprio pai do ator Chandler Riggs já revelou que os produtores demitiram seu filho, o que confirmou de vez do destino de Carl. Será?

Os rumos de ‘The Walking Dead‘ não estão agradando aos fãs da série, que tem visto sua audiência cair drasticamente.

Visando salvar a série, um grupo de fãs criou um abaixo-assinado para demitir o showrunner Scott M. Gimple, que já conta com 27 mil assinaturas.

Confira o texto do abaixo-assinado:

“Scott M. Gimple é um escritor, produtor e showrunner americano da série televisão The Walking Dead. Recentemente, Scott decidiu matar o personagem mais fundamental: Carl Grimes, filho do personagem principal Rick Grimes. A série inteira mostrava que Carl se tornou o líder que seu pai é, talvez um dia assumindo o próprio manto de protagonista. O ator Chandler Riggs ainda considerou adiar sua educação universitária para que ele pudesse trabalhar na série depois que Gimple prometeu que ele permaneceria por mais 3 temporadas. O pai de Chandlers, William Riggs, disse em um post do Facebook que Gimple demitiu seu filho apenas 2 semanas antes do aniversário de 18 anos, embora ele tenha prometido ao ator mais 3 anos trabalhando”, afirma.

Para assinar ao abaixo-assinado, clique aqui!

O pai de Riggs foi até as redes sociais criticar o showrunner Scott M. Gimple por ter demitido seu filho da série.

“Assistir a Gimple demitir meu filho duas semanas antes de seu aniversário de 18 anos, depois de dizer a ele que eles o queriam na série pelos próximos três anos, foi decepcionante. Nunca confiei em Gimple ou na AMC, mas Chandler confiava. Eu sei o quanto ele ficou magoado. Mas sabemos como temos sido sortudos por termos participado disso tudo e apreciamos todo o amor dos fãs ao longo desses 8 anos”, afirmou.

 

‘The Walking Dead’: Andrew Lincoln fala sobre AQUELA cena do último episódio

No mês passado, Riggs postou uma série de links sobre matérias que abordavam o rumor da morte de Carl, com o ano de publicação ao lado e a mensagem: “Rindo muito vocês todos acham que irei morrer todo ano.”

BOMBA! 8ª Temporada de ‘The Walking Dead’ pode ter morte de [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Ator fala sobre morte dramática da 8ª temporada [SPOILER]

‘The Walking Dead’: Internet reage à triste morte de [SPOILER]

‘The Walking Dead‘ finalizou a primeira parte da oitava temporada com uma das mais mortes mais impactantes. Quem deixa a série desta vez é o personagem Carl.

O fatídico momento pode ser revisto, em um vídeo compartilhado por um fã da produção.

Confira:

‘Fênix Negra’: Novo pôster indica que filme será lançado sem ‘X-Men’ no título

Recentemente, durante um painel na CinemaCon, a Fox divulgou um novo logo de ‘X-Men: Fênix Negra’, porém o nome ‘X-Men’ não constava no título.

Agora, para reforçar a teoria, o filme ganhou um teaser-pôster na Licensing Show, que mostra o título do filme também sem o nome “X-Men”. Ou seja, é provável que o novo filme dos heróis seja lançado apenas como ‘Fênix Negra’. Confira uma imagem:

 

Parece que o aguardado ‘X-Men: Fênix Negra’ deve mesmo marcar o fim da parceria da Marvel com a Fox, de acordo com o site Comic Genre.

Na matéria, o site afirma que assim que o acordo com a Disney estiver em vigor, todos os seus projetos em desenvolvimento, incluindo ‘X-Force’, ‘Gambit’ e outros derivados dos ‘X-Men’, farão parte da Disney, que pode ou não continuar trabalhando com eles.

Sendo assim, ‘Os Novos Mutantes’ deve marcar o primeiro projeto sendo distribuído sob jurisdição da Disney.

O longa foi adiado para 14 de fevereiro de 2019.

O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de X-Men: Apocalipse. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.

Precisamos falar sobre a Capitã Marvel em ‘Vingadores: Ultimato’ [SPOILERS]

O filme da Capitã Marvel chegou aos cinemas em março deste ano e dividiu opiniões, até mesmo aqui no CinePOP. Muita gente amou o longa, assim como também houve muitos que detestaram. Ame-o ou odeie-o, o filme foi um sucesso inquestionável de bilheteria, com mais de 1 bilhão de dólares arrecadados. O longa da heroína já ultrapassou vários outros fenômenos do gênero e voltou a lucrar recentemente por conta do “Efeito Ultimato“. Com o sucesso da última aventura dos Vingadores, muitos curiosos foram atrás da história de Carol Danvers, o que rendeu mais 8 milhões de dólares na última semana, colocando-a bem próxima da bilheteria de Pantera Negra. Enfim, dinheiro não é problema quando o assunto é Capitã Marvel, mas a relação de certos fãs com a simples existência da personagem tem sido bastante incomum. Por isso, precisamos falar sobre a Capitã Marvel em Ultimato.

[ALERTA DE SPOILER] Se você ainda não assistiu ao filme, recomendamos que pare por aqui. O texto a seguir contém revelações importantes sobre a trama de Ultimato e acreditamos que o filme ganha muito com o fator surpresa. Então veja o filme primeiro, depois volte aqui e seja feliz. Se você já assistiu, leia sem culpa e coloque sua opinião nos comentários. Importante: não dê spoiler para quem não viu! [ALERTA DE SPOILER]

Siga por sua conta e risco.

Quando o filme da Capitã saiu, choveram comentários de “fãs” raivosos, espumando pela boca, revoltados com a declaração de Kevin Feige sobre ela ser a personagem mais poderosa do Universo Cinematográfico Marvel. Foi difícil para parte do público ter uma heroína que chegou agora tomando o posto que antes era divido entre Thor (Chris Hemsworth) e Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), mas faz parte da brincadeira de ter um Universo Compartilhado nas telonas. Uma hora vai aparecer alguém imbatível. No da Marvel, calhou de ser a Capitã.

Pois bem, esses fãs revoltados começaram a lançar mensagens de ódio contra a atriz, Brie Larson, e a membros da produção do MCU, dizendo que seria inaceitável vê-la peitando Thanos, sendo a solução para todos os problemas mostrados ao final de Vingadores: Guerra Infinita (2018). Óbvio que para o público geral, toda essa indignação com uma obra de ficção pegou mal. Além daquela imagem pejorativa do Nerd chato, essa galera conseguiu reforçar ainda mais a ideia de um meio machista e excludente, porque a maioria das ofensas não se atinham apenas ao fato de ser uma personagem nova e de carisma questionável. O buraco foi muito mais embaixo. Boa parte das reclamações eram sobre ter uma mulher como criatura mais forte, sobre ela não sorrir e até mesmo sobre ela não ter bunda (?!). Isso é surreal! Ter que ler essas coisas, em pleno 2019, beira o inacreditável.

Agora, sem entrar no ponto do machismo, as reclamações eram infundadas, baseadas quase que exclusivamente na expectativa de certos fãs, no preconceito, e como eles queriam que a personagem fosse retratada. E – spoiler – não era como uma Salvadora da Pátria.

Os meses passaram e Capitã Marvel se consolidou como um sucesso de bilheteria. Eis que Ultimato enfim chegou aos cinemas e bateu recordes e mais recordes num estalar de dedos (ok, essa piada foi inevitável). E em vez desse pequeno grupo de fãs aproveitar para se deliciar com um baita filmão,  decidiram voltar a criticar a presença da Capitã Marvel. A crítica agora é que ela “não fez nada”. Ué, mas não era isso que vocês queriam? Afinal, ela “vir como a Solução para o problema Thanos” era algo inaceitável para os “fãs”, então por que os 15 minutos que ela teve em tela estão incomodando tanto?

De novo, preconceito e expectativa.

E falando nisso, me vejo obrigado a discordar de quem diz que ela não fez nada. Carol é fundamental para a trama, visto que é ela quem salva Tony Stark (Robert Downey Jr) de definhar até a morte no espaço. Se ela não o trouxesse de volta para a Terra, não teria viagem no tempo e seria impossível trazer os “apagados” de volta. Sem ela, seria muito mais complicado dos Vingadores irem ao encontro de Thanos na primeira vez. Sem ela, que apareceu aos 45 do segundo tempo destruindo a nave Sanctum II, muitos outros Vingadores teriam morrido de forma trágica na batalha final contra o Thanos de 2014. Ela peitou o Titã Louco sozinha, impediu que ele estalasse os dedos e acabasse com a vida no UNIVERSO, resistiu aos golpes do Roxão e só pereceu ante uma pancada direta da Joia do Poder, que dizimou Xandar e precisou ter sua energia compartilhada entre 4 criaturas, sendo uma delas um Celestial, em Guardiões da Galáxia (2014). Se isso é “não fazer nada”, não quero nem saber o que vocês acham da participação do Ronan (Lee Pace) nos filmes da Marvel…

A verdade é que ela é sim uma personagem difícil de ser abordada nos cinemas, assim como é o Superman na DC. Quando disse na minha crítica de CM que ela tinha essa mesma Vibe, teve gente que se ofendeu. Mas é verdade, não tem como negar. Qualquer ameaça é quase irrelevante para esse tipo de personagem.

Por isso, a escolha dos roteiristas e dos Irmãos Russo de colocá-la apenas no finalzinho de Ultimato foi mais do que  acertada. Se ela aparecesse 10 minutos antes, era bem capaz de ter dado conta do exército de Thanos sozinha. Afinal ela é praticamente invencível.

Assim como foi a chegada do Superman no final de Liga da Justiça (2017), ela surge para encaminhar o fim da luta. A diferença é que o foco do embate final do filme da Liga era ter o Super como protagonista/raio de esperança para a formação e consolidação da equipe. O foco de Ultimato era encerrar a trajetória dos Vingadores originais. Então, para dar os holofotes aos ícones da década passada, os ícones da próxima década tiveram que ficar em segundo plano. E não tem problema nisso, eles cumpriram bem seu papel. Seja o Homem-Aranha, o Doutor Estranho, o Pantera Negra ou a Capitã Marvel. Sua missão era não atrapalhar os originais de resolverem efetivamente o problema com o Thanos, talvez até mesmo instigarem a formação de novas equipes no futuro. E isso foi feito, mas só implicaram com Carol Danvers.

“Ah, mas ela é arrogante”. Meu irmão, o Gavião Arqueiro é arrogante com a Feiticeira Escarlate em uma cena de A Era de Ultron (2015), e olha que seu poder é atirar flechas sem errar o alvo. Se você não implica com isso, mas se morde de raiva porque a criatura mais poderosa do Universo age de acordo com o que ela é, seu problema não é com a arrogância.

Enfim, a Capitã Marvel já foi introduzida no MCU como a personagem mais poderosa, goste ou não, e isso não deve mudar tão cedo. Até porque a aquisição das franquias que estavam com a FOX trazem muitas possibilidades para a expansão do Universo Cósmico da Marvel nos cinemas, e será necessário uma personagem poderosa para liderar essa empreitada de guerras espaciais.

Enquanto os Guardiões devem seguir um rumo mais de conclusão de saga com o Vol.3, Carol Danvers e seus amigos estão fresquinhos no MCU. Como diria Tony Stark: são “sangue novo”. Não adianta manter esse rancor pela personagem que deve ser a cara da Marvel pós-Vingadores, porque ela ainda vai aparecer muito por aí. E não esperem que ela seja a nova Capitã América, porque são personagens completamente diferentes. Steve foi um idealista desde o princípio. Um garoto humilde que alcançou seus poderes com sua simplicidade. Carol era uma excluída que teve de ralar muito para conseguir seu posto na Força Aérea. Steve tentou obter a aprovação militar, mas não conseguiu por ser doente e franzino. Carol teve seu caminho dificultado basicamente por ser mulher. São personagens diferentes que cresceram por motivações diferentes. O Capitão América surgiu porque um garoto queria ser útil, inflamado por sua inocência e ideal de um mundo melhor. A Capitã Marvel surgiu porque ela queria provar ao mundo que ela podia fazer o que os outros não queriam que ela fizesse. Entendem a diferença? São pesos distintos que criam personagens distintos. É claro que ela vai ser mais arrogante que o Capitão, ela passou por problemas e realidades diferentes antes de virar quem ela é. E cabe aos fãs aceitarem ou ignorarem.

Sério, é um Universo vasto, recheado de personagens incríveis. Você não tem que gostar de todos. Mas garanto que entender a abordagem do personagem nas telonas e parar de cobrar coisas bestas, como “sorrir mais, é muito mais divertido”.

Os Vingadores: Ultimato está em cartaz nos principais cinemas do Brasil.

Crítica | Star Trek: Picard Leva os Trekkers ao Delírio no 3º episódio [Primeiras Impressões]

Estamos no final do século XXIV. Quatorze anos se passaram desde que Jean-Luc Picard (Sir Patrick Steward, como é bom tê-lo de volta!) se aposentou da Frota Estelar. O ex-almirante da U.S.S Enterprise curte seu dia a dia no seu belo Chateau Picard, na França, porém não consegue relaxar totalmente: tem dificuldades para dormir, não consegue encontrar com o quê se ocupar e, pior, é atormentado todas as noites por sonhos com seu falecido melhor amigo, o Comandante Data. Os sonhos são muito reais, e Picard acorda sempre meio atordoado. A recorrência desses sonhos faz com que o comandante comece a desconfiar de que há alguma coisa estranha acontecendo.

Um dia, de repente, a visita da jovem Dajh (Isa Briones, bem convincente em seu desnorteamento) deixa Picard com a sensação de que há algo sobre a garota que o intriga, e, por isso, ele vai atrás de respostas.

Se você não é fã da franquia de ficção científica nem nunca viu nada a respeito, dá para começar por ‘Star Trek: Picard’? Honestamente, não. Apesar de ser o último produto lançado da franquia, é preciso ter um mínimo de noção do que acontece nesse universo, pois apesar desse primeiro episódio dar uma ambientada ao espectador, ele parte do princípio de que quem está assistindo conhece alguma coisa dos personagens e da trama geral. Portanto, uma boa dica é ao menos assistir ao filme de 2002, ‘Nemesis’, que dialoga diretamente com o ponto da história que a série retoma. Ou você pode clicar aqui e dar uma lidinha também na matéria especial que a gente fez aqui no CinePop.

Tecnicamente, ‘Star Trek: Picard’ é deslumbrante. De tirar o fôlego mesmo! A qualidade técnica dos efeitos especiais, a direção de arte, a técnica de aumento de cor das cenas é de encher os olhos. É dessas coisas que a gente precisa ver em tela grande (então, se puderem, vejam na televisão e não no celular!)

O primeiro episódio da série ‘Star Trek: Picard’ começa um pouco lento, ambientando não só a história, mas também o tempo em que ele ocorre – já tendo passado vinte anos após os eventos da Nemesis. Entretanto, essa estratégia é importante para sentirmos o tédio, a paranoia e a insegurança que Picard leva em sua vida. Maaas, não se enganem: o terço final do episódio acelera, com reviravoltas inesperadas.

Depois do final de deixar o queixo caído do primeiro episódio, o segundo aprofunda as relações entre os personagens e a busca de Picard para juntar as peças do quebra-cabeças que literalmente bateu à sua porta. Assim, a trama dá mais espaço à Dra. Soji (também interpretado por Isa Briones), que foi a grande revelação do fim do episódio anterior.

Ao acompanharmos a Dra. Soji, vamos aprendendo mais sobre as inúmeras pesquisas que estão sendo realizadas com os romulanos sobreviventes, as manipulações e criações de inteligência sintética artificial e sobre indivíduos que simplesmente odeiam todo tipo de androides e de vida sintética. Assim, através da ficção, ‘Star Trek: Picard’ busca discutir temas extremamente atuais na sociedade moderna: a xenofobia com pessoas imigrantes de outras regiões, a ascensão de uma suposta raça superior e o preconceito contra tudo e todos que não são considerados dentro da normatividade de acordo com o sistema. Ou seja, qualquer semelhança com o que vemos em nossa realidade não é mera coincidência.

Um dos pontos mais bacanas do segundo episódio é a cena em que aparece um livro do escritor Isaac Asimov e Jean-Luc simplesmente diz, todo sério, que não curte ler ficção-científica. Rá!

Assim, no terceiro episódio, Picard intensifica sua pesquisa sobre quem era Dajh e como encontrar a tal Dra. Soji, só que, no meio do caminho, máscaras caem e Picard entende que terá voltar uma vez mais em uma expedição pela galáxia – só que, dessa vez, com uma nova tripulação e uma nova nave. E é esse o ponto auge do episódio: quando Picard finalmente pronuncia uma de suas frases mais famosas – e isso faz os pelinhos dos nossos braços se arrepiarem!

Pelo andar da carruagem, ‘Star Trek: Picard’ tem tudo para ser uma série de entretenimento que faz refletir sobre os problemas contemporâneos e, ao mesmo tempo, irá agradar aos trekkers de todas as gerações.

 

‘Os Vingadores’: Ano Novo no Rio de Janeiro é celebrado com tema musical do filme

A chegada do Ano Novo foi especial para todo mundo, mas os nerds foram recompensados no Rio de Janeiro com uma surpresa bastante inusitada.

Assim que foi iniciada a tradicional queima dos fogos de artifício em Copacabana, o tema musical de ‘Os Vingadores’ foi escolhido para preencher o espetáculo, conferindo um tom mais épico ao evento.

Confira:

Esse ano será especial para o super-grupo, pois ‘Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo.

Crítica de Álbum | Madame X (Deluxe) – Madonna e sua visceralidade musical

Madonna vive por suas próprias regras. Desde que conquistou fama e excelência no final da década de 1980 e retornou às glórias nos primeiros anos do novo milênio, a artista mostrou para o mundo que não precisa mais se provar para ninguém. A icônica Rainha do pop continua a influenciar diversos cantores e, mesmo com os problemáticos ‘MDNA’ e ‘Rebel Heart’, nunca deixou de experimentar coisas novas e se afastar dos convencionalismos da indústria musical. E partindo desse princípio, ela retorna quatro anos depois de seu último lançamento com o bizarro e envolvente ‘Madame X’, atirando para todos os lados e, eventualmente, alcançando uma beleza musical que oscila do visceral ao cínico – ainda que enfrente alguns obstáculos no meio do caminho.

A cantora já havia nos presenteado com uma pequena prévia do que podíamos esperar em seu décimo quarto álbum. “Madame X é uma agente secreta. […] Ela é uma dançarina. Uma professora. Uma chefe de estado. Uma dona de casa”, comentou em entrevista ao site Rolling Stone meses atrás. Bom, sua sempre impecável narrativa resultou em uma múltipla aderência a diversos estilos, passeando entre o reggae, o synth-pop, o trap, ao longo de quinze faixas que de alguma forma se aglutinam organicamente em um único contexto.

A faixa de abertura já nos mostra que Madonna sempre pensa em sua renovação – e que fique bem claro que sua nova obra é apenas inovadora dentro de sua carreira, visto que os vários gêneros supracitados já foram explorados por outros artistas. “Medellín” une duas gerações diferentes em um delicioso reggaeton que seria muito melhor construído apenas com uma voz. Porém, visto que ela divide os holofotes com Maluma, é mais que natural que ambos desfrutem de um protagonismo igualitário, mas não é isso o que acontece: o cantor toma conta da composição e a lead singer, por sua vez, perde força por um abuso desnecessário do autotune que mancha a composição geral. De qualquer forma, o resultado final é aprazível, mergulhando em elementos que retornam com força para “La Isla Bonita” (vide ‘True Blue’).

“Dark Ballet” já enfrenta outros problemas. A concepção visual é impecável (o clipe facilmente entra para um dos melhores de toda a videografia da artista) e emprega referências seculares dentro de um microcosmo atual, navegando com destreza por críticas sociais. Musicalmente, ela não funciona: Madonna tenta com força seguir os passos de uma rapsódia, misturando o orquestral toque do piano e do violino a uma investida techno dissonante que logo se rende ao inexplicável ‘Quebra-Nozes’ de Piotr Tchaikovsky. Apesar da poderosa letra, a track nunca alcança o poder que almeja – ao menos não por conta própria. Quando aliada à investida imagética, sua completude é inenarrável e catártica, mas a proposta do álbum, de fato, não é esta.

A artista volta a nos surpreender nos momentos mais inimagináveis e, sem sombra de dúvida, longe de sua zona de conforto: “Crave”, seu mergulho no trap ao lado de Swae Lee é uma peça animalesca, primitiva, que, como a própria lead repete várias vezes, fala “sem medo” sobre os nossos anseios – isso sem perder sua originalidade e uma sutil sedução. Até mesmo em “I Rise”, faixa que se inicia com poderoso discurso da ativista Emma González, Madonna volta para uma desconstruída balada com uma força inspiradora cujo único mínimo obstáculo é a linearidade instrumental, a qual deixa de lado os ápices em prol de uma entrega mais retórica.

A necessidade de se manter num escopo chocante, beirando a excentricidade, encontra terreno fértil em, talvez, outra canção: “God Control” insurge como uma track que nos guia sensorialmente através de uma jornada psicodélica que se inicia com o retumbante piano e abraça um anacronismo funcional que nos lança direto para o dance e o disco-pop próprios da principal referência artística da cantora. Aqui, diferente das entregas anteriores, esse crescendo funciona mais do que imaginaríamos, alcançando um aplaudível nível de nostalgia.

Madonna não mede esforços para se conectar com a cultura latina, cultivando um apreço pela sonoridade indígena com “Batuka”, que segue uma delineação dialógica com a atmosfera mística dos tambores e do coro repetitivo, ambos aliados com a presença um tanto quanto fragmentária dos sintetizadores – cujo uso poderia ser um pouco mais comedido. Ela retorna com seus ritmos propositalmente dançantes em “Bitch I’m Loca”, retomando a parceria com Maluma com pesados e sensuais elementos que automaticamente tiram-nos os pés do chão e nos convidam para dançar. Até mesmo a colaboração com Anitta nos chama a atenção – muito mais pela incomparável rendição ao funk e ao samba e ao fato da lead arriscar versos em português que funcionam em quase sua completude.

Ela também não perde a oportunidade de voltar para suas origens mais de uma vez. Além de “God Control”, a artista encontra espaço o suficiente para arquitetar uma versão modernizada de uma Madonna no ápice de sua carreira nos primeiros anos da década de 1990 com “I Don’t Search I Find”, buscando elementos do dance e mantendo uma estrita relação com ‘Erotica’. A track já abre com a frase de impacto “finalmente, chega de amor” – ótima e memorável o suficiente para terminar esta mais nova jornada.

O álbum é praticamente um resumo frenético da eterna e irrefreável carreira de um dos pilares da música contemporânea,  numa abrangência assustadora  ao mesmo tempo que se mantém coeso e bem estruturado em sua maior parte. E, já que estamos falando da versão deluxe de ‘Madame X’, é imprescindível que os fãs se deliciem com a tétrica e confessional “Extreme Occident” – uma agridoce viagem mística e catártica.

Nota por faixa:

  • Medellín (with Maluma) – 3,5/5
  • Dark Ballet – 2,5/5
  • God Control – 4/5
  • Future (with Quavo) – 4/5
  • Batuka – 3/5
  • Killers Who Are Partying – 4,5/5
  • Crave (with Swae Lee) – 5/5
  • Crazy – 4/5
  • Come Alive – 4/5
  • Extreme Occident – 5/5
  • Faz Gostoso (feat. Anitta) – 4/5
  • Bitch I’m Loca (feat. Maluma) – 4,5/5
  • I Don’t Search I Find – 5/5
  • Looking For Mercy – 3,5/5
  • I Rise – 4,5/5

‘Aves de Rapina’ ganha novo teaser com temática natalina; Confira!

Warner Bros. divulgou um novo teaser com temática natalina do vindouro ‘Aves de Rapina’.

Confira:

Lembrando que o longa teve seus primeiros minutos exibidos para a imprensa durante a Comic-Con Experience 2019, e aumentou nosso hype para o filme em quase 100%. O tom do filme é uma comédia de ação e as piadas realmente funcionam.

Confira a descrição abaixo:

O filme começa com a Arlequina narrando o seu término de namoro com o Coringa. Vemos ela sendo jogada pra fora do clube dele por um segurança. Ela entra em crise, corta o cabelo e fica em casa, sofrendo com o término do namoro.

Vemos ela dando a volta por cima, ela arruma um emprego, mas quando vê suas colegas falando que ela é dependente de um homem, ela decide se emancipar e procurar um novo amor: Uma hiena chamada Bruce, em homenagem ao Bruce Wayne.

Após adotar o animal, ela decide roubar um caminhão químico e destruir a ACE Chemicals, o local one ela e o Coringa selaram o seu amor.
Vemos uma grande cena de ação, em que ela joga um caminhão na fábrica de produtos químicos e temos uma grande explosão que deixa o céu colorido, assim como visto no primeiro filme.

Então ela diz que agora Gotham é dela. E que na cidade haviam outras mulheres em busca de uma emancipação. Assim, somos apresentados às demais Aves de Rapina e em seguida sobe a logo do filme.

“Eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida”, diz Margot Robbie

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

‘Stargirl’: Um novo time irá surgir na promo do episódio 01×05; Confira!

A CW divulgou o teaser oficial do próximo episódio de ‘Stargirl‘, que vai ao ar em 15 de junho.

Intitulado ‘Hourman & Dr. Mid-Nite‘, o episódio vai acompanhar Courtney (Brec Bassinger) em sua tentativa de recrutar mais membros para a nova formação da Sociedade da Justiça da América.

Confira, junto às imagens:

“Enquanto Courtney (Brec Bassinger) busca recrutar mais membros para a Sociedade Americana da Justiça, Pat (Luke Wilson) se encontra um passo mais perto de descobrir quais membros da ISA podem estar em Blue Valley. Enquanto isso, uma busca por Rick (Cameron Gellman) leva Courtney, Yolanda (Yvette Monreal) e Beth (Anjelika Washington) à festa de Halloween de Cindy Burman (Meg DeLacy).”

O episódio é dirigido por David Straiton, a partir de um roteiro assinado por Melissa Carter.

Amy Smart, Trae Romano, Jake Austin Walker, Hunter Sansone e Christopher James Baker também estrelam.

A série foi criada por Geoff JohnsGreg Berlanti.

Courtney Whitmore, uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

O elenco conta com Brec Bassinger, Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Amy Smart, Luke Wilson e Hunter Sansone.

 

‘The Batman’: Imagens confirmam construção de novo set de filmagens em Chicago; Confira!

Em seu Twitter oficial, o jornalista Jake Hamilton do Chicago’s Fox revelou que a equipe técnica de ‘The Batman’ já está se mobilizando para construir um novo set de filmagens em Chicago. As imagens, entretanto, não revelam muitos detalhes.

Hamilton também compartilhou as fotos no Instagram.

Confira:

O longa-metragem, dirigido e roteirizado por Matt Reeves, será lançado nos cinemas apenas em 04 de março de 2022, não dando uma razão explícita para a decisão.

Assista ao trailer oficial:

Além de Robert Pattinson, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

A trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“ESTE NOVO BATMAN PRECISAVA ESTAR EM CONFORMIDADE COM UMA FAIXA ETÁRIA DEFINIDA. ELE É DESCRITO COMO UM JOVEM COM CERCA DE 30 ANOS DE IDADE, E A HISTÓRIA NÃO VAI FOCAR EM SUA ORIGEM, NEM EM SEU COMBATE AO CRIME EM GOTHAM CITY. ELE É BRUCE WAYNE, AINDA TENTANDO ENCONTRAR O CAMINHO PARA SE TORNAR AQUELE DETETIVE GENIAL.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Matt Reeves está preparando.

Segundo Walter Hamada, o chefe de filmes da DC, ‘The Batman‘ se passará em uma Terra diferente e não fará parte do DCEU.

“No multiverso, existe uma Terra com a versão de Liga da Justiça com Gal [Gadot], Jason [Momoa] e Ezra [Miller], e outra com o Batman de Pattinson”.

Segundo assim, as franquias não terão crossover e seguirão caminhos distintos.

Confira o logo e o primeiro cartaz OFICIAL de ‘The Batman’.

 

‘Mundo em Caos’, com Daisy Ridley e Tom Holland, ganha mais uma cena oficial; Confira!

A Lionsgate divulgou uma nova cena oficial da ficção científica ‘Mundo em Caos’, estrelada por Tom HollandDaisy Ridley.

No vídeo, Todd (Holland) e Viola (Ridley) enfrentam um novo perigo e devem entrar em um barco para escaparem – mas ela não sabe nadar.

Confira:

O longa foi massacrado pela crítica internacional e amargou 22% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, “apesar das tentativas de fazer algo original no gênero, a trama falha em deixar sua marca na ficção científica e o desenvolvimento fraco da produção enterra a progressão da história”.

Separamos alguns trechos das principais críticas:

“Não faltam detalhes imaginativos de ficção científica ou atores talentosos no filme, mas a trama se resume a personagens que mal conhecemos perseguindo uns aos outros e gritando.” (TheWrap)

“Além de ser irritante, depressivo e repulsivo, ‘Mundo em Caos’ tem muito ao seu favor.” (San Francisco Chronicle)

“O diretor Doug Liman oferece um filme com um conceito interessante – podemos ouvir tudo o que os personagens estão pensando –, mas que rapidamente se torna desgastante.” (Variety)

“Considerando os lançamentos durante a pandemia do diretor Doug Liman, ‘Mundo em Caos’ definitivamente tem uma premissa mais interessante do que ‘Locked Down’. Mas isso não significa que você deva voltar correndo aos cinemas para ver.” (EW)

“Daisy Ridley e Tom Holland não têm química em ‘Mundo em Caos’ e a premissa central, o “barulho”, é extremamente irritante e persiste por todo o filme.” (MovieWeb)

“Apesar de todas as tentativas de se criar um filme de ficção científica original, a trama ainda se desenvolve de uma forma bastante genérica, cheio de clichês convencionais.” (Gone With The Twins)

Vale lembrar que o filme está programado para ser lançado pela Paris Filmes nos cinemas nacionais em 11 de março.

Dirigido por Doug Liman (‘No Limite do Amanhã‘), o longa é inspirado no romance homônimo escrito por Patrick Ness.

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

‘Tempo’: Suspense de M. Night Shyamalan ganha novo teaser com cenas INÉDITAS; Confira!

Universal Pictures Brasil divulgou um novo teaser oficial do terror ‘Tempo’, de M. Night Shyamalan, apresentando cenas inéditas ao público.

Lembrando que o filme estreia em 29 de julho nos cinemas nacionais.

Confira:

A produção estreou no topo das bilheterias norte-americanas, com US$ 16.5 milhões.

Esse é o sexto filme do diretor a estreou em primeiro lugar nos EUA, mas vale destacar que o resultado representa a PIOR estreia da carreira de Shyamalan.

Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 6.5 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 23 milhões – o que é um bom começo para uma produção que custou apenas US$ 18 milhões.

A recepção morna nos cinemas pode ter sido influenciada pela ascensão da variante delta do COVID – que viu os casos aumentarem em 80% na cidade de Los Angeles.

No entanto, o público também não parece ter ficado encantado com o suspense, dando-lhe uma nota C+.

O longa é baseado nos quadrinhos Sandcastle, de Pierre Oscar Lévy e Frederik Peeters.

A trama acompanha uma família de férias descobre uma praia isolada onde decide relaxar por algumas horas. Porém, logo eles percebem que o lugar os está fazendo envelhecer rapidamente, reduzindo suas vidas inteiras a apenas um dia.

O elenco conta com Gael García BernalVicky KriepsRufus SewellKen LeungNikki Amuka-BirdAbbey LeeAaron Pierre, Alex WolffEmbeth Davidtz, Eliza Scanlen, Emun Elliott, Kathleen Chalfant e Thomasin McKenzie.

7 produções estreladas por Hailee Steinfeld que você PRECISA conferir

Com apenas 25 anos de idade, Hailee Steinfeld já conquistou inúmeros prêmios e se torno uma das jovens atrizes mais aclamadas da contemporaneidade.

Desde sua enorme revelação com o remake de ‘Bravura Indômita’, que inclusive lhe rendeu uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, até as aclamadas séries ‘Dickinson’‘Gavião Arqueiro’, Steinfeld entregou performances memoráveis ao longo de sua carreira.

Pensando nisso e celebrando seu recente aniversário, o CinePOP separou uma breve lista com sete produções estreladas pela atriz que você precisa conferir.

Veja abaixo nossas escolhas:

BRAVURA INDÔMITA (2010)

Onde assistir: Netflix

O pai de Mattie Ross (Steinfeld), de apenas 14 anos, foi assassinado a sangue frio por Tom Shaney (Josh Brolin). Em busca de vingança, ela resolve contratar um xerife beberrão, Reuben J. Cogburn (Jeff Bridges), para ir atrás dele. Inicialmente ele recusa a oferta, mas como precisa de dinheiro acaba aceitando. Mattie exige ir junto com Reuben, o que não lhe agrada. Para capturar Shaney eles precisam entrar em território indígena e encontrá-lo antes de La Boeuf (Matt Damon), um policial do Texas que está à sua procura devido ao assassinato de outro homem.

ROMEU & JULIETA (2013)

Onde assistir: Star+

Romeu Montecchio (Douglas Booth) e Julieta Capuleto (Steinfeld) são dois adolescentes que se apaixonam perdidamente e decidem ficar juntos. Mas como suas famílias são rivais e estão em uma guerra eterna, eles vivem um intenso amor proibido.

QUASE 18 (2016)

Onde assistir: Netflix

Crescer não é nada fácil para alguns, como para Nadine (Steinfeld), uma estudante que está enfrentando uma difícil situação desde que sua melhor amiga, Krista (Haley Lu Richardson), está namorando com o seu irmão mais velho, Darian (Blake Jenner). Nadine se sente mais sozinha do que nunca, ao menos até começar uma amizade com um jovem atencioso (Hayden Szeto).

BUMBLEBEE (2018)

Onde assistir: Netflix, Telecine

1987. Refugiado num ferro-velho numa pequena cidade praiana da Califórnia, Bumblebee, um fusca amarelo aos pedaços, machucado e sem condição de uso, é encontrado e consertado pela jovem Charlie (Steinfeld), às vésperas de completar 18 anos. Só quando Bee ganha vida ela enfim nota que seu novo amigo é bem mais do que um simples automóvel.

HOMEM-ARANHA NO ARANHAVERSO (2019)

Onde assistir: Telecine

Na aclamada animação vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’, Steinfeld pode não ser a protagonista, mas faz um ótimo trabalho ao encarnar Gwen Stacy/Mulher-Aranha. Na trama, a personagem faz parte de outra dimensão à Gwen Stacy que conhecemos, tendo habilidades aracnídeas e que também é conhecida pelo nome de Wanda (pronunciado erroneamente como Gwanda) na escola de Miles Morales (Shameik Moore). Na trama, Miles, Gwen e várias outras versões multidimensionais do Homem-Aranha se reúnem para derrotar o Rei do Crime.

DICKINSON (2019 – 2021)

Onde assistir: Apple TV+

Eternizando o nome de uma das maiores e mais importantes poetas de todos os tempos, ‘Dickinson’ acompanha a vida de Emily Dickinson, uma jovem que vive na pequena cidade de Amherst com os pais e os irmãos. Sua única paixão é a escrita, algo visto com olhos tortos pelo pai e pela própria sociedade patriarcal em que está inserida. Colocando Emily em conversas metafísicas sobre o mundo que conhece e sobre os pensamentos que esconde em sua fervorosa mente, a série mistura os gêneros de drama histórico com diálogos contemporâneos – e põe Steinfeld no centro dos holofotes em uma das melhores interpretações de sua carreira.

GAVIÃO ARQUEIRO (2021)

Onde assistir: Disney+

Após anos dedicando-se ao alter-ego de Gavião Arqueiro, Clint Barton (Jeremy Renner) agora precisa passar a tocha adiante. A escolhida para ocupar o posto de heroína é Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de apenas 22 anos. Quando uma imponente presença do passado de Barton ameaça acabar com sua família, os dois arqueiros são forçados a trabalhar juntos.

‘Sunset – Milha de Ouro’: Reunião especial da 5ª temporada já está disponível na Netflix

A reunião especial da 5ª temporada do famoso e elogiado reality show ‘Sunset – Milha de Ouro’ (‘Selling Sunset’) já está disponível na Netflix.

O episódio foi lançado no último dia 06 de maio no catálogo da plataforma de streaming.

O evento tenta fornecer algumas respostas ao novo ciclo – incluindo o relacionamento entre Chrishell StauseJason Oppenheim, bem como as intrigas envolvendo Christine Quinn e as atribulações envolvendo boa parte dos membros do Oppenheim Group. Afinal, Quinn já revelou através de suas redes sociais que o reality tem fabricado narrativas, escrevendo que a 5ª temporada teria “5 mil tramas falsas”.

Tan France, de ‘Queer Eye’, apresenta o especial.

Além dos supracitados, a reunião também traz Brett OppenheimMary FitzgeraldRomain BonnetHeather Rae El MoussaAmanza Smith, Maya VanderDavina PotratzVanessa Villela, Emma Hernan e Chelsea Lazkani.

A trama acompanha as corretoras de imóveis de elite do Oppenheim Group, que vendem uma vida de luxo aos endinheirados de Los Angeles. Os relacionamentos são cruciais, e por isso geram fortes conflitos.