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Prêmio CinePOP 2024 | Emily Blunt é escolhida como Atriz Coadjuvante Favorita por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, ‘Oppenheimer’, fez um grande sucesso na temporada da premiações – e, agora, parece ter se tornado uma das produções mais elogiadas por parte dos leitores do CinePOP.

O público escolheu Emily Blunt como Atriz Coadjuvante Favorita no Prêmio CinePOP 2024, com 31% dos votos. Além disso, Robert Downey Jr. foi votado como Ator Coadjuvante Favorito.

‘Oppenheimer’ apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

‘Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

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‘Jackpot: Loteria Mortal’: AÇÃO com Awkwafina e John Cena ganha cenas INÉDITAS

Jackpot: Loteria Mortal‘, novo filme de ação cômico estrelado por Awkafina (‘Shang-Chi’) e John Cena (‘O Esquadrão Suicida’), chega este mês ao Prime Video e, agora, foram divulgadas cenas inéditas da produção.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no próximo dia 15 de agosto.

Confira, a partir de 02:49, e siga o CinePOP no Youtube:

A trama segue a vencedora de uma loteria criada recentemente na Califórnia, Katie Kim, e sua luta para sobrevir e reivindicar seu bilhete premiado com o apoio do Cassidy, enquanto fogem do Louis Lewis (Simu Liu) e dos caçadores do prêmio.

Paul Feig (‘Um Pequeno Favor’) é responsável pela direção.

loteria mortal poster

Um Estranho no Ninho | ACLAMADO filme com Jack Nicholson faz 50 anos em 2025; Veja curiosidades!

São poucos os cinéfilos que nunca ouviram falar da clássica dramédia psicológica ‘Um Estranho no Ninho’.

Ambientado em uma clínica psiquiátrica, o filme conta a história de Randall McMurphy, um indivíduo de espírito livre que termina lá fugindo da prisão e lidera os pacientes em uma rebelião contra a equipe opressiva, chefiada pela perversa enfermeira Ratched.

Considerado um dos melhores filmes de todos os tempos e selecionado para preservação pela Biblioteca do Congresso dos EUA por seu significativo valor histórico e cultural, o filme trouxe ninguém menos que Jack Nicholson como o protagonista, em um dos maiores papéis de sua carreira.

O filme não apenas se tornou um sucesso crítico e comercial (arrecadando impressionantes US$163,3 milhões mundialmente), como se tornou apenas o segundo longa-metragem a conquistar estatuetas nas cinco principais categorias do OscarMelhor FilmeMelhor Direção para Miloš FormanMelhor Ator para Nicholson, Melhor Atriz para Louise FletcherMelhor Roteiro.

Em 2025, a produção completa cinquenta anos desde seu lançamento oficial nos cinemas e, para celebrar seu aguardado aniversário, preparamos uma lista elencando algumas curiosidades de bastidores para você conferir.

Veja abaixo:

um estranho no ninho

  • O ator Will Sampson (Chefe Bromden) era um guarda florestal em Oregon, perto de onde o filme foi filmado. Ele foi selecionado para o papel porque foi o único nativo americano que o departamento de elenco conseguiu encontrar que combinava com o tamanho incrível do personagem.
  • Em entrevistas posteriores ao lançamento do filme, Fletcher disse que encontrou maneiras de tornar sua personagem humana, mas ainda sim antipática, eventualmente decidindo que a enfermeira Ratched, de fato, se importava com os pacientes e sentia que estava fazendo o que era melhor para eles – equivocando-se à medida que ficava embriagada com o próprio poder.

um estranho no ninho

  • Nicholson ficou com uma porcentagem dos lucros em vez de um pequeno salário, por estar participando de um filme com orçamento modesto. A mudança valeu a pena quando o filme arrecadou bem mais de US$120 milhões.
  • O longa foi originalmente anunciado em 1962, com o famoso ator Kirk Douglas (que também tinha os direitos de adaptação do livro) atado para interpretar Randall. Porém, o projeto demorou treze anos para ser desenvolvido, com inúmeras mudanças internas que postergaram o início das filmagens para janeiro de 1975 – com duração de três meses.
  • Forman ligava as câmeras quando os membros do elenco não sabiam, para que ele pudesse capturar o “momento real”.

um estranho no ninho

  • Um paciente contratado pela produtora apresentava uma gagueira que teve durante toda a vida. Ele ficou tão inspirado por suas responsabilidades enquanto trabalhava para os produtores que sua gagueira foi resolvida permanentemente.
  • Fletcher ficou tão chateada com o fato de os outros membros do elenco poderem rir e se divertirem, enquanto ela tinha que ser tão fria e sem coração, que próximo ao fim das gravações, ela tirou o vestido e ficou apenas de calcinha para provar a seus colegas que não era “um monstro de coração frio”.

um estranho no ninho

  • Forman apostou bastante em cenas de reação para atrair mais personagens para as cenas. Em algumas sequência de terapia em grupo, dez minutos das reações de Nicholson foram rodados, mesmo que ele tivesse pouco diálogo. A cena em que Fletcher olha friamente para Nicholson depois que ele retorna da terapia de choque é, na verdade, sua reação irritada a uma orientação dada pelo próprio Forman.
  • O elenco e a equipe tiveram que se acostumar a trabalhar com figurantes e apoiar os membros da equipe que eram pacientes no Hospital Psiquiátrico do Estado de Oregon; cada membro do elenco e da equipe profissionais inevitavelmente trabalhou em estreita colaboração com pelo menos dois ou três pacientes.
  • Com exceção do segmento de pesca (que foi filmado por último), o filme foi rodado em sequência.

Jared Leto é acusado de assédio e abuso sexual por NOVE mulheres; Porta-voz do ator NEGA as alegações

O Air Mail publicou uma reportagem sobre nove mulheres que vieram à tona e acusaram Jared Leto, estrela de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Morbius’, de má conduta sexual.

Algumas alegam que eram menores de idade quando o astro vencedor do Oscar se envolveu em conversas de teor altamente sexual ou fez investidas agressivas contra elas.

Rumores sobre o suposto comportamento de Leto em relação a mulheres jovens e menores de idade datam pelo menos de 2005. À época, o New York Post publicou uma matéria que começava com “Jared Leto gosta de jovens”, alegando que ele havia sido pego fazendo propostas sexuais para modelos adolescentes no Maritime Hotel.

Confira alguns excertos da reportagem:

“[As] mulheres com quem conversei dizem que o suposto comportamento passado de Leto não era uma fase, mas sim parte de um padrão de longa data — um padrão que era e continua sendo amplamente conhecido em alguns círculos e, em geral, discretamente aceito. ‘é um segredo aberto há muito tempo’, me conta uma das mulheres”.

“Mesmo assim, nas três semanas seguintes, as ligações continuaram. “Sempre à uma, duas, três da manhã”, lembra [uma mulher que tinha 16 anos na época]. “E as conversas se tornavam sexuais. Ele perguntava coisas como: ‘Você já teve namorado? Você já chupou um p**?'”.

“Outra mulher com quem conversei, uma atriz que começou um relacionamento por mensagens de texto com Leto quando ela ainda era menor de idade, descreveu como as visitas à casa dele podiam rapidamente se tornar desconfortáveis. Ela se lembra dele dizendo coisas como: ‘Algum dos garotinhos com quem você anda te f***?'”.

Um representante não identificado de Leto disse: “todas as alegações são expressamente negadas” e negou, da mesma forma, que os incidentes acima tenham ocorrido conforme descrito. O próprio ator não se pronunciou diretamente em resposta à reportagem.

No mês passado, a DJ Allie Teilz, de Los Angeles, alegou que foi “agredida e traumatizada por esse sujeito quando tinha 17 anos” e acrescentou: “o grande volume desses casos — e o quão jovens algumas dessas garotas eram, com apenas 14, 15, 16 anos — parte meu coração”.

Primeiras Impressões | Com Emma Thompson e Ruth Wilson, ‘Mistério em Cemetery Road’ aposta em suspense prático e envolvente

O texto a seguir discorre sobre os dois primeiros episódios.

Desde seu lançamento há alguns anos, a Apple TV mostrou ter potencial imensurável para produções de ótimas qualidade – e, semana a semana, continua a nos encantar com histórias originais e envolventes que nos fisgam logo nos primeiros segundos. Dramas como ‘The Morning Show’, comédias como ‘O Estúdio’ e suspenses como ‘Slow Horses’ são alguns dos títulos que compõe seu exímio catálogo; agora, chegou o momento da plataforma de streaming reiterar seu status com o recente lançamento da minissérie ‘Mistério em Cemetery Road’, estrelada por ninguém menos que Emma Thompson e Ruth Wilson.

A trama é centrada em Sarah Trafford (Wilson), uma conservacionista que trabalha para um museu de artes da pequena cidade de Oxford. Certa noite, voltando do trabalho, ela cruza caminho com uma pequena garota que salva uma borboleta de ser atropelada por sua bicicleta. Encantada com o momento único, ela chega em casa, onde seu marido, Mark (Tom Riley), a espera para um jantar com um intragável cliente chamado Gerard (Tom Goodman-Hill) e com um casal de amigos boêmios, Wigwam (Sinead Matthews) e Rufus (Ken Nwosu). Em meio a discussões acaloradas sobre privilégios e consciência de classe, uma explosão irrompe ao fundo e interrompe o jantar.

Sarah descobre que uma casa local explodiu após um vazamento de gás, culminando na morte de toda a família – exceto a jovem garotinha caçando borboletas que conhecera horas antes, que é levada para a UTI. Resolvendo visitá-la no hospital, Sarah descobre que ela foi apagada de qualquer veículo midiático, enquanto o caso foi sinalizado como sigiloso pelos oficiais envolvidos na investigação, levando suspeitas. Ela, então, decide contratar o casal de investigadores particulares formado por Zoë Boehm (Thompson) e Joe Silverman (Adam Godley) para descobrir o que está acontecendo – revelando uma rede mortal de segredos e perigos que coloca todos na mira de um inimigo implacável.

Baseado no romance homônimo de Mick Herron, o projeto encabeçado por Morwenna Banks revela seu apreço por tramas instigantes e calcadas em mistérios cabulosos (afinal, ela é uma das roteiristas da já mencionada série ‘Slow Horses’, estrelada por Gary Oldman). Apoiando-se em território familiar, Banks parece nos engolfar em um espaço e um tempo fora da realidade, restrito ao barril de pólvora que se acendeu nas íngremes e estreitas ruas de Oxford e que está prestes a explodir a qualquer momento. Sarah, Zoë e Joe se veem arrastados para uma conspiração governamental que os arremessa a um complexo mistério – e que culmina no assassinato de Joe pelas mãos de Rufus, que escondia quem realmente era atrás de uma máscara de bondade e apoio.

Se os dois primeiros capítulos dão o tom da série, com certeza não medem esforços para isso, apostando fichas em cenas frenéticas e uma tensa atmosfera que se apodera da trama. Banks trabalha lado a lado com a diretora Natalie Bailey, que garante um certo isolamento por parte de Sarah conforme ela parece reencontrar um propósito outrora perdido com o desaparecimento da garotinha, aproximando-a pouco a pouco de Zoë (que lida com seus próprios problemas e com assuntos não resolvidos que resolveu trancar a sete chaves). Pouco a pouco, a altivez das cenas dramáticas dá espaço a uma sombria batalha pela sobrevivência que transforma cada sequência em um labiríntico e inescapável círculo de fogo.

As incursões técnicas são muito bem estruturadas e constantemente reafirmam um prospecto derradeiro e ineludível – seja pela paleta de cores sombria, seja pela solidão em que Sarah e Zoë se encontram, convergindo para um ponto em comum quando a conspiração toma níveis avassaladores que colocam em xeque sua própria integridade. E é claro que nada disso seria possível sem a presença formidável e explosiva de duas grandes atrizes da indústria do entretenimento: Thompson, conhecida por sua inegável versatilidade performática, domina as telas com garras de ferro, navegando pela complexidade de sua personagem; Wilson, por sua vez, nos encanta ao afastar-se por completo da persona vilanesca que viveu em ‘Fronteiras do Universo’ e encontrando-se em uma espécie de jornada do herói sem precedentes.

Os dois primeiros episódios de ‘Mistério em Cemetery Road’ trazem inúmeras referências do gênero que explora, mas faz isso sem arquitetar uma mera emulação – e sim buscando picos de originalidade que são esquadrinhadas minuto a minuto. Guiada pela força de um elenco estelar e de uma preciosidade cênica muito bem-vinda, a série reitera a incrível qualidade de uma das melhores plataformas de streaming da atualidade.

PRIMEIRA MÃO: ‘Ice Cream Man’ ganha artes ARREPIANTES na CinemaCon 2026; Confira!

CinePOP está participando in loco da CinemaCon 2026 e o nosso editor-chefe Renato Marafon traz em primeira mão as primeiras artes de ‘Ice Cream Man’.

O terror é o mais novo projeto do conhecido diretor Eli Roth, conhecido por seu trabalho em produções como ‘O Albergue’‘Cabana do Inferno’.

Vale lembrar que o primeiro teaser trailer do longa-metragem deve ser revelado durante o evento, no próximo dia 13 de abril.

Confira:

O filme tem lançamento agendado para 7 de agosto nos cinemas norte-americanos.

Apesar dos detalhes do enredo ainda estarem sendo mantidos em segredo, as primeiras sinopses indicam uma história ambientada em uma cidadezinha aparentemente tranquila durante o verão, que entra em colapso quando crianças começam a receber “guloseimas” sinistras de um sorveteiro misterioso.

A nova produção conta com o apoio da Media Capital Technologies (MCT) e do recém-lançado selo de terror de Roth, The Horror Section.

“Estou muito empolgado para ver ‘Ice Cream Man‘ conquistar o mundo”, declarou Roth, no ano passado. “A WME Independent e toda a equipe da MCT fizeram um trabalho incrível ao posicionar o filme como minha próxima grande franquia, e já consigo ouvir o grito das plateias ao redor do planeta. I scream. You scream. We all will scream for the ‘Ice Cream Man‘. Vai ficar pegajoso”.

‘Fargo’: Confira o elenco completo da 4ª temporada

Estrelada por Chris Rock, a 4ª temporada de ‘Fargo’ teve seu elenco completo revelado, incluindo 12 doze novos rostos, como Ben Whishaw e Jessie Buckley, de acordo com o TV Line.

Além de Wishaw e Buckley, o elenco completo será formado por Jack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri Crutchfield e Amber Midthunder.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

As gravações da 4ª temporada de ‘Fargo’ estão agendadas para setembro de setembro deste ano e a previsão de lançamento é somente para 2020.

‘Killers of the Flower Moon’: Novo filme de Martin Scorsese com Leonardo DiCaprio pode ser lançado em streaming

De acordo com o Wall Street Journal, o diretor Martin Scorsese entrou em contato com a Netflix e com a Apple TV+ para conversar sobre a produção de seu mais novo filme, intitulado ‘Killers of the Flower Moon‘.

Anteriormente, o longa estava sendo desenvolvido unicamente pela Paramount Pictures, e o início das filmagens estava marcado para março deste ano.

No entanto, o estúdio interrompeu o projeto mesmo antes do surto de Coronavírus por conta do alto custo da produção, avaliada em US$ 200 milhões.

O mesmo aconteceu em 2018 com ‘O irlandês‘, pois a Paramount decidiu abrir mão dos direitos de distribuição porque não podia arcar com os custos milionários para rejuvenescer o elenco através de efeitos visuais.

Pelo visto, Scorsese quer realizar uma obra-prima e não está disposto a gastar menos que o valor mencionado, por isso as plataformas de streaming entraram no radar do cineasta.

Ainda assim, a Paramount continua anexada à produção, mas os custos serão divididos entre o estúdio e a plataforma de streaming escolhida para assumir a distribuição.

Dessa forma, o longa pode ser lançado nos cinemas e ir direto para o streaming no intervalo de um mês, como foi feito com ‘O irlandês‘.

Por enquanto, maiores detalhes não foram revelados, e ainda não há previsão para o retorno da produção até que um acordo seja elaborado.

Lembrando que Robert De NiroLeonardo DiCaprio foram confirmados como protagonista do longa-metragem. Ambos trabalharam juntos em ‘As Filhas de Marvin’, de 1993.

Rodrigo Prieto, frequente colaborador de Scorsese, será o diretor de fotografia. 

Baseado no romance homônimo de David Grann e roteirizado pelo premiado Eric Roth, ‘Killers of the Flower Moon‘ acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração.

Jared Leto quer continuar interpretando o Coringa após o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’

Recentemente, foi confirmada a presença do Coringa de Jared Leto no Snyder Cut de ‘Liga de Justiça‘, o que pegou muitos fãs de surpresa.

E parece que Jared Leto está disposto a lutar para continuar interpretando o Palhaço do crime em outros filmes do DCEU.

Durante uma entrevista para a Variety, o astro foi questionado se gostaria de manter o papel e sua reposta bois bastante animadora:

“Sério? É difícil dizer não a esse personagem. Para mim, o Coringa é como Albert Sparma [personagem de Leto no vindouro suspense ‘Os Pequenos Vestígios‘]. Existem poucos personagens que você interpreta e não exigem absolutamente nenhuma regra, sabe? O Coringa é aquele personagem que te permite uma liberdade artística, é muito divertido porque ele tem uma energia bem louca. Eu adoraria explorar mais disso no futuro.”

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a participação do vilão no Snyder Cut, mas tudo indica que suas cenas podem ter ligação com a morte de Dick Grayson, o Robin.

Desde a estreia de ‘Batman vs Superman‘, os fãs aguardam por respostas sobre a morte do menino prodígio, já que o uniforme pichado de Grayson sugere que o Coringa o assassinou.

No entanto, o público ficou sem saber o que aconteceu após o fracasso de ‘Liga da Justiça‘, o que interrompeu os planos de Zack Snyder em expandir o DCEU.

Dessa forma, a presença de Leto no Snyder Cut pode se referir ao momento em que ele tirou a vida de Robin, e esta seria a possibilidade mais conclusiva para o retorno do vilão, pois ele não se encaixaria de outra forma na trama da adaptação.

Além disso, um fã já havia perguntado a Snyder se ele iria esclarecer a morte do Robin em algum de seus filmes, e o diretor confirmou que daria uma dica no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’.

Confira:

Zack Snyder, você tem planos de aprofundar a morte de Dick [Grayson] em seus futuros filmes? Talvez em ‘Liga da Justiça‘?”, perguntou o fã.

Ao que ele respondeu:

“Darei uma dica em ‘Liga da Justiça‘.”

Originalmente, o Coringa apareceu ‘Esquadrão Suicida‘ (2016) e foi bombardeado com críticas e piadas por conta da péssima caracterização e da atuação caricata e sem brilho de Leto.

Lembrando que a nova versão de ‘Liga da Justiça‘ será um evento dividido em quatro partes e com duração de quatro horas (o que faz com que cada “capítulo” tenha uma hora de exibição).

Conforme Snyder prometeu, a nova versão trará vários arcos inéditos de personagens, incluindo a história completa do Ciborgue e a introdução de Iris West (Kiersey Clemons) ao DCEU.

Até lá, vale lembrar que o Snyder Cut tem estreia marcada para 2021, na HBO Max.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

‘Venom 2 – Tempo de Carnificina’: Divulgadas QUATRO cenas inéditas da sequência; Assista!

Um canal do YouTube divulgou quatro cenas inéditas de ‘Venom 2 – Tempo de Carnificina‘, que estreia em 07 de outubro nos cinemas nacionais.

Uma delas mostra Eddie Brock (Tom Hardy) discutindo com o e eles até chegam a brigar, em seguida vemos Brock confrontando o detetive Patrick Mulligan (Stephen Graham), que nos quadrinhos acaba se tornando o simbionte Toxina.

Outra cena revela uma conversa entre Brock e Cletus Kasady (Woody Harrelson) antes da execução do serial killer… Pelo visto, Brock pode ter desempenhado um papel em colocar o vilão no corredor da morte.

Por fim, conhecemos um pouco mais sobre Shriek (Naomie Harris), que prova ser assustadora o bastante para estar na sequência.

Confira:

Assista ao trailer:

 

 

‘Lightyear’: Chris Evans revela quais personagens de ‘Toy Story’ deveriam ganhar filmes derivados

A aguardada animação ‘Lightyear’ é a primeira produção derivada de ‘Toy Story‘ e gira em torno do patrulheiro espacial que deu origem ao famoso brinquedo do filme da Pixar em 1995.

Considerando que os outros brinquedos apresentados em ‘Toy Story‘ também fazem um enorme sucesso entre as crianças do filme, eles também podem ganhar spin-offs?

Durante uma entrevista para a Variety, Chris Evans, que dubla Buzz no novo filme, foi questionado sobre quais personagens deveriam estrelar seus próprios filmes.

Em resposta, ele foi direto ao dizer:

“Olha, eu sou um grande fã de Woody, então talvez ele seja o próximo.”

Confira:

Como os fãs se lembram, as origens de Woody já foram exploradas em ‘Toy Story 2’, com o clássico show infantil ‘Woody’s Roundup‘ se tornando um ponto focal da trama e introduzindo outros novos brinquedos na sequência.

Mesmo assim, a Pixar tem a capacidade de criar alguma trama anterior a essa abordagem. O que você acha da ideia?

Em ‘Toy Story‘, Woody é dublado por Tom Hanks, mas quem você acha que poderia dar voz à versão humana do adorado vaqueiro?

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Lightyear‘ estreia em 16 de Junho de 2022.

Assista ao novo trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Lightyear‘ é uma aventura que apresenta a história definitiva da origem do herói que inspirou o brinquedo, o Buzz Lightyear, apresentando o lendário Patrulheiro Espacial que conquistou fãs de todas as gerações.

Além de Chris Evans no papel titular, a produção também conta com Keke PalmerDale SoulesTaika WaititiUzo AdubaJames BrolinMary McDonald-LewisEfren RamirezIsiah Whitlock Jr.. Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

‘X-Men’: Hugh Jackman revela que danificou sua voz interpretando o Wolverine

Hugh Jackman já provou que sabe cantar muito bem quando entoou algumas canções em ‘Os Miseráveis‘ (2012) e ‘O Rei do Show‘ (2017).

No entanto, a voz do astro é mais reconhecida pelos gritos e rosnados do Wolverine, papel que desempenhou entre ‘X-Men‘ (2000) e ‘Logan‘ (2017).

Agora que Jackman está se preparando para reprisar o papel em ‘Deadpool 3‘, ele confessou à BBC que danificou suas cordas vocais depois de interpretar o herói por tantos anos.

“Eu causei alguns danos à minha voz interpretando o Wolverine. Meu falsete não é tão agudo quanto costumava ser e isso eu atribuí diretamente a alguns rosnados e gritos… Meu professor de canto na escola de teatro teria ficado horrorizado com algumas das coisas que fiz como Wolverine.”

Ele acrescentou:

“Aprendemos uma técnica na escola de como gritar e como gritar sem estragar sua voz. No entanto, durante meu tempo como Wolverine, eu gritei com vontade e acabei forçando a garganta várias vezes, e acho que foi isso que prejudicou a minha voz. Estou trabalhando nisso. Eu trabalho com um professor de canto e tento não me agredir mais. Eu me esforço muito tanto no movimento físico quanto na minha preparação vocal para cada papel.”

Lembrando que o astro já iniciou seu treinamento para voltar a viver o mutante.

No fim do ano passado, Hugh Jackman prometeu que estará mais musculoso do que nunca quando reprisar seu papel como Wolverine em ‘Deadpool 3‘.

Atualmente com 54 anos de idade, o astro brincou ao dizer que está competindo com o protagonista Ryan Reynolds (46) para ver quem estará com a melhor forma física.

Em seu perfil do Twitter, Jackman revelou que já começou a se preparar fisicamente e provou que está levando a competição a sério.

Na publicação, ele compartilhou uma imagem fazendo exercícios, marcou o perfil de Reynolds e escreveu:

“Ele só tem 46 anos. Eu sou mais velho. Mas não é uma competição. @VancityReynolds.” 

Confira:

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre como será o retorno do Wolverine, mas rumores apontaram que Deadpool iria viajar através do tempo e do espaço para revisitar alguns filmes de heróis da Fox, como ‘X-Men’ e ‘Quarteto Fantástico‘.

Anteriormente, Jackman deixou escapar uma pista sobre a teoria enquanto conversava com o membros do The Jass Cagle Show. Questionado sobre o que o motivou a reprisar o papel, o astro disse:

“É tudo por causa desse dispositivo que eles têm no mundo Marvel de mover as linhas do tempo, agora podemos voltar porque, você sabe, é ciência, então não tenho que mexer com a linha do tempo de ‘Logan‘, que era importante para mim. E Acho que provavelmente para os fãs também.”

Considerando a declaração de Jackman, é possível que ‘Deadpool 3′ realmente seja uma aventura através do Multiverso da Fox.

Jackman interpretou Wolverine pela primeira vez em ‘X-Men‘, retornando para ‘X-Men 2‘ (2003), ‘X-Men: O Confronto Final‘ (2006), ‘X-Men: Primeira Classe‘ (2011), ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (2014) e ‘X-Men: Apocalipse‘ (2016).

Além de ‘Logan‘, ele também interpretou o personagem em mais dois filmes solo: ‘X-Men Origens: Wolverine‘ (2009), ‘Wolverine – Imortal‘.

Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Angelina Jolie diz que “Hollywood não é um lugar saudável e não seria atriz se pudesse voltar no tempo”

Famosa por diversos filmes marcantes, como ‘Sr & Sra Smith’, ‘Lara: Croft: Tomb Raider’ e ‘Malévola’, Angelina Jolie continua sendo um pilar do mundo da cultura pop.

Além de atuar, a estrela também é diretora e produtora, mas ela tem uma visão bastante negativa da indústria cinematográfica de Hollywood.

Em entrevista para o The Wall Street Journal, Jolie disse que pretende se mudar de Los Angeles para sua casa no Camboja, em parte por causa da maneira inautêntica como ela acredita que a indústria evoluiu nos últimos anos.

“Eu não seria atriz hoje se eu pudesse voltar no tempo. Quando eu estava começando, não havia tanta expectativa de ser uma pessoa tão pública, de compartilhar tanto da sua vida pessoal… Como cresci em Hollywood, nunca fiquei muito impressionada com isso. Nunca achei que fosse algo importante.”

Ela continuou:

“Esse excesso midiático é parte do que aconteceu depois do meu divórcio. Perdi a capacidade de viver e viajar livremente. Vou me mudar quando puder. Cresci em um lugar bastante raso. De todos os lugares do mundo, Hollywood não é um lugar saudável. Então você busca autenticidade depois de experimentar essa vida fake.”

Jolie também confirmou ao portal que vai retornar para o terceiro filme da franquia ‘Malévola‘.

Jaume Collet-Serra, de ‘A Órfã‘ e ‘Adão Negro‘, está em negociações para dirigir.

‘Malévola: Dona do Mal’ estreou marcando o retorno de Angelina Jolie após um longo período ausente das telonas, mas arrecadou quase a metade do primeiro filme. Enquanto o original fez US$ 758 milhões mundialmente, a sequência encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 491 milhões.

Recentemente, Elle Fanning revelou que ela e Angelina Jolie já discutiram o que poderia acontecer em um possível terceiro filme. Isso é algo que elas sonhavam durante os intervalos nas filmagens de ‘Malévola 2‘.

“Angelina e eu inventamos um terceiro filme inteiro. Não foi aprovado pela Disney ainda. A gente imaginava como seria a vida de Aurora com o [príncipe Philip] do lado, agora que ela conseguiu reunir todos os reinos”, afirmou em entrevista ao Metro. 

Você gostaria de assistir ‘Malévola 3‘?

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2511932655504769?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Lanterna Verde | Filme ‘Problemático’ da DC Completa 10 Anos em 2021

Primeira tentativa de adaptar o Cavaleiro Esmeralda foi um exemplo de fiasco no gênero de filmes de quadrinhos

Apesar da distância imediatamente sugerida, o ano de 2011 não era tão diferente do que se tem hoje em termos de entretenimento. De fato, à época ainda não havia se iniciado a guerra dos serviços de streaming com as ofertas em excesso desses produtos e suas produções originais cada vez mais requintadas. No entanto, a configuração do mercado cinematográfico hollywoodiano não era tão diferente do que é atualmente.

Naquele ano a palavra de ordem já era adaptar ao máximo histórias em quadrinho, muito disso motivado pelo sucesso da Marvel Studios (que até aquele momento já tinha dois filmes do Homem de Ferro, estreava o do Capitão América e o do Thor e estava em vias de lançar o primeiro Vingadores). A única outra empresa que, a princípio, tinha material o suficiente para competir com a Marvel em popularidade a curto prazo era a DC Comics.

Esta, por sua vez, vivia em uma outra realidade de mercado. Enquanto a competição estabelecia um modelo comercialmente rentável de universo compartilhado, a DC se concentrava em produzir o terceiro capítulo da trilogia Cavaleiro das Trevas do Christopher Nolan que era uma outra proposta de filme, mais tradicional e fechada em seu próprio universo sem maiores ligações com outros personagens.

A Warner estava focada demais na trilogia do Batman mas via potencial em algo do Lanterna Verde

É claro que a Warner Bros, que é a detentora dos direitos sobre as propriedades da DC Comics, acompanhava de perto a situação do mercado e já havia o planejamento de lançar seu universo compartilhado. Um roteiro para uma adaptação do Lanterna Verde já rondava os corredores da Warner há um bom tempo, mais ou menos desde 1997 quando o estúdio abordou Kevin Smith (que nesse mesmo período estava envolvido no projeto natimorto de Tim Burton para o Superman) para dirigir o possível longa sobre o herói esmeralda.

Smith, no entanto, recusou a oferta por acreditar que haviam diretores mais competentes para dar seguimento à ideia. Poucos anos mais tarde, Zack Snyder recebeu o mesmo convite mas foi outro que recusou pois já estava comprometido com a produção de Watchmen. Outros nomes seriam especulados para a cadeira de diretor (de David S. Goyer até Quentin Tarantino) mas sem sucesso.

Eventualmente o estúdio acabou partindo para uma escolha que, se não era a mais glamorosa ou impactante, era em teoria a mais estável. Martin Campbell era um nome conhecido por seus trabalhos em grandes franquias; mais notavelmente com os filmes do 007 (Goldeneye em 1995 e o renascimento da série em 2006 com Cassino Royale) e com os dois filmes do Zorro estrelados por Antonio Banderas.

Martin Campbell realizou alguns dos melhores filmes do 007 de todos os tempos

Apesar de nunca ter se autoproclamado como um fã ardoroso do personagem em si, Campbell tinha a confiança do estúdio de que o projeto se desenvolveria bem e, pessoalmente, conforme ele expôs em uma entrevista para Steve Weintraub no Collider, ele achava que “o universo envolvendo a tropa dos Lanternas Verdes era rico o suficiente”.

O roteiro foi outro elemento bem controverso; por um bom tempo o projeto esteve associado ao rascunho feito por Corey Reynolds visando uma trilogia focada no Lanterna Verde John Stewart. Hal Jordan, portanto, seria um personagem que seria introduzido apenas mais tarde. Esse roteiro, intitulado Green Lantern: Birth of a Hero, foi retrabalhado do zero pela equipe de novos escritores contratados: Greg Berlanti, Marc Guggenheim e Michael Green.

Para o papel principal houve uma disputa entre Bradley Cooper, Ryan Reynolds e Jared Leto sendo que o favorito do diretor era Cooper, mas o estúdio decidiu optar por Reynolds por ser a escolha mais econômica. Como consequência a relação entre o astro e o cineasta se deteriorou rapidamente durante a produção, com Campbell obrigando o ator a repetir a mesma cena diversas vezes, além de criticar sua atuação em diversos momentos.

“Lanterna Verde” é o tipo de projeto que os envolvidos não querem lembrar que fizeram parte

O filme teve um orçamento de US$ 200 milhões e globalmente arrecadou nas bilheterias cerca de US$ 219 milhões, o que foi considerado um fracasso monumental (pois a diferença entre o custo e a receita do filme foi bastante tênue). A atuação de Reynolds, a direção de Campbell e o uso exagerado de CGI, muitos deles envelhecidos muito mal e muito rapidamente, foram apontados com unanimidade pela crítica como elementos que enterraram a produção.

O fracasso de Lanterna Verde também adiou o início de um universo compartilhado da DC Comics até 2013, quando estreou Homem de Aço. De forma inusitada, no entanto, Lanterna Verde se tornou um dos filmes mais assistidos em streaming nos EUA no início da pandemia no ano passado. Não sabemos o que dizer, só sentir. Atualmente o personagem permanece em suspensão, com a alta possibilidade no horizonte de uma série a ser produzida pela HBO Max focada na Tropa dos Lanternas Verdes.

E você, acha que o filme merece uma segunda chance?

 

Presidente Lula e o astro Mark Ruffalo trocam mensagens no Twitter para SALVAR a Amazônia

Mark Ruffalo, ator conhecido por interpretar o Hulk no Universo Cinematográfico da Marvel e por seu ativismo ambiental, dirigiu um questionamento ao presidente Lula (PT) em uma publicação recente no Twitter, abordando medidas de proteção para a Amazônia.

Na postagem, Ruffalo elogiou o político brasileiro como um “herói”, porém levantou preocupações em relação aos compromissos estabelecidos na Declaração de Belém, que não incluíam metas concretas de preservação da floresta amazônica, cuja maior parte está dentro do território brasileiro.

Em resposta à mensagem de Ruffalo, o presidente Lula esclareceu que o protocolo estabelecido durante a semana da Cúpula da Amazônia representou “um passo adiante”, mesmo que não tenha fixado metas explícitas para o fim do desmatamento e da exploração de petróleo na região.

Lula também ressaltou que, no primeiro semestre, houve um combate de pelo menos 33% do desmatamento na Amazônia, destacou os esforços para proteger as comunidades indígenas e sublinhou a importância das alianças para a preservação da floresta.

O presidente brasileiro convidou Mark Ruffalo a visitar a Amazônia, oferecendo a oportunidade de conhecer de perto os esforços em curso para a conservação do bioma.

Emma Roberts fala sobre beijo em Kim Kardashian em ‘American Horror Story’

A atriz Emma Roberts (‘Madame Teia’) compartilhou sua experiência de beijar Kim Kardashian durante a nova temporada de ‘American Horror Story’, intitulada ‘Delicate’.

Durante uma entrevista no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Roberts explicou como foi filmar o icônico momento mostrado no trailer da série: “Assistindo, parecia tão intenso. Mas na verdade, estávamos rindo porque nos beijamos e tivemos que cortar. Kim olhou para mim e começou a rir, e eu estava com o gloss dela espalhado por todo o meu rosto. Tivemos que fazer uma grande limpeza a cada tomada em que nos beijamos”.

Vale lembrar que os novos episódios da segunda metade da 12ª temporada estreiam às sextas no Star Plus.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, a atriz Anna Victoria Alcott está desesperada para ter uma família. Mas enquanto ela tenta equilibrar sua vida cada vez mais pública com uma cansativa jornada de fertilização in vitro, ela começa a suspeitar que está sendo seguida.

Emma Roberts, Kim KardashianCara Delevingne estrelam o novo ciclo.

“Anna começa a suspeitar que alguma coisa está tentando impedi-la de ter um bebê. Poderia ser o usuário anônimo no Tumblr com seus comentários maldosos? Poderia ser a mulher estranha que tirou uma foto dela quando entrou no consultório médico? Poderia ser o estranho que invadiu sua casa e deitou na cama ao seu lado enquanto dormia? Ela não tem certeza de nada hoje em dia.”

“Anna encontra apoio em sua amiga Siobhan, uma outra atriz muito mais conhecida do que ela, mas seu próprio marido não acredita nela. Então, seu pior pesadelo se torna realidade: seu médico a informa que ela sofreu um aborto… Mas ela ainda consegue sentir o bebê dentro dela. Ela ainda consegue sentir os efeitos físicos em seu corpo. Enquanto os sintomas da gravidez se tornam cada vez mais severos e aterrorizantes, Anna sente que está sendo perseguida, e ninguém a leva a sério quando ela insiste que há algo terrivelmente errado.”

Halley Feiffer é responsável pelo roteiro.

Os Melhores Filmes de 2020 (Até o Momento)

Continuamos com a saga da retrospectiva do ano que não aconteceu. Depois da lista com os piores filmes de 2020 (até o momento) – que você confere no link abaixo -, é a vez da bonança. 2020 pode ter estagnado (esperamos que momentaneamente), mas mesmo assim tivemos quase três meses de lançamentos, o suficiente para elegermos os melhores e piores do primeiro trimestre. Tudo bem que grande parte deles são resquícios de 2019, lançados em nossos cinemas no início de 2020 – a maioria de candidatos ao Oscar deste ano.

Os Piores Filmes de 2020 (Até o Momento)

Enquanto alguns dos filmes mais esperados do ano, e que tem tudo para conquistar nossos corações, não chegam, elegemos o que fez nossa cabeça neste início de ano – e já esperamos ansiosamente pelo restante. Vamos conhecer.

10) Luta por Justiça

Exibido pela primeira vez em setembro de 2019 no Festival de Toronto, este filme estreou nos EUA de forma limitada em dezembro do ano passado, e depois seguiu para um circuito maior em janeiro de 2020. No Brasil, chegou um pouco mais de um mês depois, no fim de fevereiro. Muitos acreditavam inclusive que Luta por Justiça pudesse chegar até o Oscar, já que tem todos os componentes para agradar os votantes da Academia, mas terminou fora de seu radar.

A trama edificante e representativa é baseada no livro de Bryan Stevenson, e traz o astro Michael B. Jordan no papel de um advogado renomado mundialmente por sua luta de causas sociais, tentando provar a inocência de um homem negro (Jamie Foxx) condenado à pena de morte. Luta por Justiça impressionou os críticos e recebeu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. Junto ao público igualmente agradou com uma nota 75 no IMDB.

09) Jojo Rabbit

Agora sim, entramos em território de Oscar. Um dos filmes mais inusitados e criativos da última edição dos prêmios da Academia, Jojo Rabbit é uma sátira de guerra, engraçada, insana e, acima de tudo, muito tocante – o que é grande parte de seu charme. Na história, na Alemanha nazista, um menino patriota idolatra os militares e quer ser digno de seu líder Adolf Hitler – a quem ele inclusive vê como amigo imaginário e mentor. De uma forma inocente, ele aprende a verdadeira natureza das atrocidades cometidas por seu ídolo, quando sua mãe esconde em sua casa uma menina judia – marcada para morrer.

Igualmente baseado num livro, o filme tem roteiro e direção de Taika Waititi, conhecido por suas loucuras maravilhosas nas telonas. E o resultado não poderia ser outro. O longa foi indicado para 6 Oscar, incluindo melhor filme e atriz coadjuvante para Scarlett Johnasson, que interpreta a mãe do menino, e levou o prêmio de roteiro para Waititi. O menininho protagonista Roman Griffin Davis é uma graça e recebeu indicação de coadjuvante no Globo de Ouro. Jojo Rabbit marca 79% de aprovação da imprensa especializada e tem nota 79 do grande público no IMDB.

08) Os Miseráveis

O clássico eterno de Victor Hugo já foi adaptado inúmeras vezes para as telonas e telinhas, inclusive em produções hollywoodianas, vide a versão de 1998 com Uma Thurman e Liam Neeson, e a mais prestigiada versão de 2012, indicada ao Oscar, com Hugh Jackman, e que rendeu a vitória da Academia para Anne Hathaway. Mas podemos dizer que a história nunca havia sido adaptada desta forma. O longa francês escrito e dirigido pelo cineasta Jadj Ly transporta a clássica trama para a Paris de hoje, reciclando os temas atemporais e modernizando-os.

O mais recente Os Miseráveis estreou em Cannes deixando desde lá sua marca como um dos melhores longas do ano. No resto do mundo, foi sendo lançado a partir do final de 2019, chegando até o início de 2020, onde estreou no Brasil no dia 16 de janeiro. E veio bem a calhar, pois realizou uma bem sucedida campanha ao Oscar, sendo indicado entre os cinco filmes estrangeiros, representando a França. O longa viria a perder para o colosso Parasita, da Coreia do Sul. Além de tal honraria, Os Miseráveis caiu nas graças dos críticos com 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, seguindo caminho similar com nota 76 do grande público do IMDB.

07) Adoráveis Mulheres

Ainda no rastro do Oscar, a diretora Greta Gerwig entregou sua produção mais ambiciosa até o momento com esta nova adaptação do muito filmado clássico livro de Louisa May Alcott. E se sua estreia rendeu o intimista Lady Bird, igualmente celebrado, agora Gerwig dá um passo maior em sua carreira como cineasta, e entrega uma obra mais madura em todos os aspectos. Podemos arriscar a dizer inclusive que esta é a melhor versão de Adoráveis Mulheres para o cinema e a que soube aproveitar melhor os paralelos com o contexto da época em que o filme foi rodado – assim misturando passado e presente em seu discurso.

O mundo é das mulheres e as irmãs March são grandes personagens femininas, e seguem atemporais, mais relevantes e atuais do que nunca. Em tela, um exército de talento, com Saoirse Ronan, Laura Dern, Florence Pugh, Emma Watson e Eliza Scanlen. Não podemos esquecer de uma novata chamada Meryl Streep. O resultado aqui foram 6 Indicações ao Oscar (que deixaram injustamente Gerwig de fora como diretora), incluindo melhor filme, e atrizes para Ronan e Pugh. A diretora recebeu uma indicação pelo roteiro, e o longa levou o prêmio de consolo: melhor figurino. Adoráveis Mulheres marca impressionantes 95% de aprovação com a imprensa no Rotten Tomatoes, e com o público no IMDB, sua nota é 79.

06) O Preço da Verdade

Todo ano temos dezenas de produções indicadas ao Oscar, mas temos também aqueles filmes que quase chegaram lá, terminando por perder a força no meio do caminho. Filmes que, por mais que tenham toda a cara do maior prêmio da sétima arte, são relegados a morrer na praia e a sair de mãos abanando, sem sequer uma única indicaçãozinha. Já tivemos na lista Luta por Justiça, que se enquadra em tal categoria, e agora chega este Dark Waters (no título original) para lhe fazer companhia.

Tão digno quanto o colega acima em sua causa apresentada, aqui é o combate de um advogado de casos ambientais a uma empresa poluidora que contamina a água de uma cidade. Soa familiar? Mark Ruffalo é quem protagoniza na pele do homem comum, o Davi em sua luta contra Golias. Baseado num artigo da New York Times, o longa é dirigido por Todd Haynes, de Carol (2015). No elenco, Anne Hathaway vive a esposa do protagonista, em seu único filme bom nos últimos anos. O Preço da Verdade foi bastante elogiado pela imprensa e conseguiu 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. O caminho foi o mesmo com o grande público, com nota 76 no IMDB.

05) O Farol

O que dizer sobre O Farol que já não tenha sido muito dito antes. Inventivo e autoral, este era um dos filmes mais aguardados do início do ano, desde sua estreia no Festival de Cannes há quase um ano. A distribuidora brasileira do filme usou a estratégia e segurou o longa – que fez uma muito bem sucedida campanha em festivais pelo mundo visando o prêmio máximo do cinema. Por ser também um filme pra lá de estranho e muito diferente de tudo (desde sua fotografia em preto e branco até o aspecto do formato da tela, que emula o quadrado de outrora, ao invés do moderno retangular), o filme conquistou apenas uma indicação técnica ao Oscar, o que já é uma tremenda vitória para uma produção pequena.

Novo trabalho do cineasta Robert Eggers, do cult A Bruxa (2015), o longa conta apenas com dois personagens, presos numa ilha. Dois faroleiros, um veterano (Willem Dafoe) e um novato (Robert Pattinson), precisam passar um tempo considerável juntos enquanto trabalham no local, mas terminam gradativamente perdendo sua sanidade e a paciência um com o outro. Este é um verdadeiro tour de force dos intérpretes, em especial do ótimo Dafoe, que merecia uma lembrança de nomeação. O filme foi um dos maiores sucessos de crítica deste início de ano, um terror psicológico único. O Farol marcou impressionantes 90% de aprovação da imprensa no Rotten Tomatoes, e com o público obteve nota 76 no IMDB.

04) Um Lindo Dia na Vizinhança

O nome de Tom Hanks atrelado a um projeto é sempre sinônimo de uma obra no mínimo interessante. E em quarto lugar da lista temos este filme dirigido pela talentosa jovem cineasta Marielle Heller, do igualmente ótimo Poderia me Perdoar? (2018) – que também marcou presença no Oscar de seu respectivo ano. Ah sim, Hanks foi indicado por seu trabalho neste longa.

O veterano vencedor de 2 Oscar consecutivos interpreta o querido apresentador americano Mr. Rogers, quase um… bem, Tom Hanks da época. Deu para entender o carisma e persona do sujeito boa praça, né? A trama apresenta uma entrevista do sujeito com um jornalista decidido a descortinar o verdadeiro Fred Rogers. Um Lindo Dia na Vizinhança estreou no Festival de Toronto 2019 e seguiu em circuito no início de 2020. O filme viveu para se tornar um dos mais elogiados deste ano com impressionantes 96% de aprovação da imprensa no Rotten Tomatoes. Junto ao público, conquistou uma nota 73 no IMDB.

 

03) O Homem Invisível

Esta era uma das maiores incógnitas do ano – mas uma que viveu para se tornar um dos maiores sucessos do início de 2020. Depois que o Dark Universe foi cancelado pela Universal Pictures após o fracasso de seu carro-chefe, A Múmia (2017), o projeto de levar o clássico O Homem Invisível (1933) novamente às telonas em nova roupagem teve que ser reformulado. Assim, saiu Johnny Depp e o clima blockbuster para uma proposta mais minimalista e voltada para o terror. Para a empreitada foi chamado Leigh Whannell, saído do sucesso cult Upgrade (2018), que escreveu e dirigiu o filme.

Nesta nova versão, uma adição muito bem-vinda: o filme discute com propriedade em sua trama o abuso doméstico, a violência contra a mulher e a masculinidade tóxica, tudo inserido no contexto de um filme de terror (afinal, quer terror maior que este), sem esquecer os temas clássicos do original, ou seja, a invisibilidade e a loucura. O protagonismo aqui é da ótima Elisabeth Moss, que vive a mulher maltratada. Com um subtexto pulsante tão poderoso, podemos dizer que O Homem Invisível faz pela causa feminina o que Corra! (2017) fez pela causa racial.

Com o orçamento enxuto de US$7 milhões, o filme fez fenomenais US$123 milhões, mostrando que Whannell e a Blumhouse estão com toque de Midas. Fora isso, o terror impressionou bastante os críticos, e somou 91% de aprovação da imprensa (uma das maiores notas do ano). Com o público, ficou um pouco mais abaixo, porém, ainda acima da média com nota 72 no IMDB.

 

02) 1917

Por falar em filmes impressionantes, um dos maiores sucessos de crítica e público de anos recentes atende pelo título que é o ano no qual sua história se passa: 1917. Um dos diferenciais propostos pelo diretor cultuado Sam Mendes é um filme de guerra passado na Primeira Guerra Mundial, já que muitos já foram feitos sobre a Segunda Guerra Mundial e as Guerras do Vietnã e Iraque nos últimos anos. Ah sim, devemos mencionar também a tão alardeada falta de cortes do filme, dando a impressão de ter sido gravado de uma tacada só, como um dos mais longos planos sequência da história do cinema.

Fora isso, o roteiro mistura elementos de Apocalypse Now (1979) e O Resgate do Soldado Ryan (1998). 1917 já é um dos filmes mais queridos do grande público no IMDB, o de número 79 para ser mais preciso – entre apenas 250 -, o que é impressionante. E para isso, conquistou uma nota 83. Com os críticos, 1917 também fez bonito com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. Não podemos esquecer também que o longa de guerra foi indicado para nada menos que 10 Oscar, incluindo filme e diretor e levou 3 prêmios técnicos para casa.

E o melhor filme do ano é… francês!

01) Retrato de uma Jovem em Chamas

Se você ainda não assistiu a esta impressionante história de amor, pare tudo o que está fazendo e corra. Retrato de uma Jovem em Chamas é o filme mais belo do ano – até o momento. Com astronômicos 98% de aprovação da imprensa especializada – falta pouco para ser um filme perfeito segundo os críticos -, o longa escrito e dirigido pela jovem cineasta Céline Sciamma demonstra que até o momento, 2020 foi um ano de forte representatividade feminina. Elas estão nas cabeças com dois dos melhores trabalhos, atuando como roteiristas e diretoras – donas de um cinema bem autoral.

Este também é um filme de época, passado no século XVIII, e tem toda a pompa de ser baseado num livro. No entanto, é uma ideia original da cineasta, que propõe um caso de amor proibido, com a delicadeza e intensidade que só os europeus são capazes de realizar. Aqui, além da representatividade feminina, temos também um romance entre duas mulheres – extremamente condenável na época. Protagonizando, dois dos grandes nomes de jovens estrelas francesas da atualidade: Adèle Haenel e Noémie Merlant. A primeira vive uma jovem infeliz por estar prometida para um casamento com um sujeito que nunca viu. A segunda, uma artista contratada em segredo para pintar o retrato dela, a fim de enviá-lo para que o pretendente a veja pela primeira vez.

Desta relação com segredos floresce uma amizade e depois um amor que as arrebata. Tudo é realizado com muita sensibilidade em Retrato de uma Jovem em Chamas, e igualmente pode ser traçado um paralelo com o tempo em que vivemos. O filme estreou em Cannes e era o favorito de muitos críticos à Palma de Ouro – derrubada pelo avassalador Parasita. Com o grande público, o longa também impressiona com nota 82, entrando no hall das produções mais adoradas de todos os tempos no IMDB.

Bônus:

Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

Um dos filmes prejudicados pelo fechamento dos cinemas, Dois Irmãos havia acabado de estrear, um pouco antes da explosão da epidemia. Mesmo assim a nova produção da Disney/Pixar conseguiu uma bilheteria de um pouco mais de US$100 milhões – é claro que faria mais em circunstâncias normais. A trama apresenta um mundo como o nosso onde dois jovens saem numa viagem pelas estradas a fim de encontrar seu pai desaparecido. A grande diferença é que esta aventura se passa num mundo mágico de criaturas mitológicas. O filme conquistou uma nota 75 junto ao público no IMDB, e com os críticos no Rotten Tomatoes tem 88% de aprovação – uma ótima avaliação.

Milagre na Cela 7

Não estamos vivendo em circunstâncias normais, e nesta nova realidade, os canais de streaming são a solução. Dentro do quesito, a Netflix segue campeã, e já presenteou os cinéfilos com algumas obras bem originais e criativas. O Poço foi muito badalado, mas unanimidade mesmo parece estar tendo este lacrimoso filme turco, que conta uma história muito adaptada, em países como as Filipinas, Coreia do Sul e Indonésia, por exemplo. A versão turca conta sobre um homem com problemas mentais, que o fazem ter o intelecto de uma criança de 7 anos. Ele termina preso por um crime que não cometeu. Mas a esperança e o amor de sua pequena e encantadora filha serão as armas que farão o milagre acontecer. O filme do diretor Mehmet Ada Öztekin vem conquistando “plateias” nas casas brasileiras desde sua estreia, emocionando seus espectadores.

‘Jurassic Park’: Relembre os Filmes e Séries de quando os Dinossauros DOMINAVAM os anos 90

Podemos dizer que as duas criaturas que dominaram a carreira do cineasta Steven Spielberg foram os alienígenas e os dinossauros. O fascínio por estes dois temas permeou a filmografia do diretor megalomaníaco, que é um dos grandes pilares da indústria audiovisual Hollywoodiana. Vindos do espaço, os seres extraterrestres motivaram o realizador em filmes icônicos como Contatos Imediatos do Terceiro Grau, E.T. – O Extraterrestre e Guerra dos Mundos, salpicando até mesmo em obras como A.I. – Inteligência Artificial e Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal. Olhando para a Terra, os dinossauros reinaram absolutos em nosso planeta há milhões de anos atrás. E no tema, a produção que todos mais associam ao diretor, é claro, é Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros, lançado em 1993. Hoje, uma franquia estabelecida, o fenômeno chega ao seu sexto filme com o recente Jurassic World – Domínio, já um dos grandes sucessos de 2022, tendo estreado no início de junho nos cinemas.

A febre que temos hoje com os filmes de Jurassic World não é novidade, e de fato se estabeleceu lá atrás, há mais de 30 anos, na década de 1990. Desde então, os dinossauros nunca saíram de moda, rendendo de tudo, desde brinquedos para a criançada, desenhos animados e os mais variados produtos do audiovisual. As criaturas pré-históricas sempre estiveram inseridas na cultura popular, porém, depois dos anos 90, sua popularidade foi alçada a novos níveis. Isso porque Steven Spielberg capturou nossa imaginação, o consciente popular que se tinha sobre estes grandes animais e materializou como nunca havia sido feito antes. Ou seja, da forma mais realista possível.

Spielberg, no entanto, já havia começado a concretizar sua paixão pelos gigantescos répteis pré-históricos no fim dos anos 80. Através de sua produtora Amblin – um ícone do cinema entretenimento -, o diretor lançava a animação Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time, 1988), que contava sobre cinco filhotes de dinossauro (um apatossauro, um tricerátops, um saurolophus, um pterodáctilo e um stegossauro) que se perdem de suas respectivas famílias e precisam se unir para encontra-los, enquanto atravessam uma longa distância repleta de perigos, como o temível Tiranossauro Rex. Essa foi a primeira vez que o cineasta deixava fluir sua paixão sobre o tema em tela, aqui como produtor, numa animação bem trabalhada e que fez muito sucesso na época. O impacto nos pequeninos foi tanto que geraria nada menos do que treze continuações, todas lançadas direto em vídeo, além de uma série animada de TV, começando em 1994 – logo no ano seguinte de Jurassic Park.

O passo seguinte na dinomania seria dado não por Steven Spielberg, mas pelos produtores Michael Jacobs e Bob Young, responsáveis pela criação do clássico querido da TV, Família Dinossauro (Dinosaurs). Estreando na rede norte-americana ABC em 1991, o programa durou até 1994, mas ficou imortalizado pelas reprises intermináveis – no Brasil indo ao ar pela rede Globo. Na época, muito comparado à outra família que fazia muito sucesso, Os Simpsons, até a composição do núcleo era muito parecida: com pai, mãe, filho mais velho, filha do meio e um bebê – além de um idoso (avô ou avó). A grande sacada aqui, é claro, estava no fato de serem todos dinossauros, criados através de uma técnica ainda impressionante de animatrônicos dos estúdios de Jim Henson (responsável por criações como Os Muppets, O Cristal Encantado e Labirinto – A Magia do Tempo). Pelo fato de ser também uma produção da Disney, os fãs podem matar a saudade com o seriado completo disponível atualmente no Disney Plus.

Com a dinomania “atualizada com sucesso”, o caminho estava pavimentado para, agora sim, Steven Spielberg dar o tiro de misericórdia, no que se tornaria uma das maiores sensações de todos os tempos da história do cinema. Só quem estava vivo na época sabe a loucura que foi Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros. Totalmente sem precedentes, podemos dizer que o cinema entretenimento sofria ali uma ruptura de antes e depois. O filme mostrou, entre outras coisas, que não existia mais limite para a imaginação e tudo o que fosse pensado por um realizador, poderia de fato ser concretizado e virar realidade em tela. Até mesmo trazer dinossauros de volta à vida de forma realista. É claro que filmes que recriam dinossauros são muitos e remontam dos primórdios da sétima arte. Mas aqui falamos da primeira vez em que tais criaturas foram retratadas em tela de maneira realista e bastante convincente. Estar vivo e poder assistir a Jurassic Park em sua época de lançamento, foi testemunhar em primeira mão uma revolução. Não eram apenas os personagens do filme que se emocionavam de ver os grandes répteis vivos de novo, o público igualmente se colocava neste lugar.

Na época do lançamento de Jurassic Park nos cinemas, alguns críticos reclamaram que o filme era intenso demais para crianças pequenas. Antevendo este pequeno problema, o próprio Spielberg produziria no mesmo ano a animação Os Dinossauros Voltaram (We’re Back! A Dinosaur’s Story), baseado no livro infantil de Hudson Talbott, que era febre com a garotada. Desta forma, a reclamação dos pais e o desejo dos pequenos, que ansiavam pelos dinos, era contornada.

Ainda em 1993, as criaturas pré-históricas novamente dariam as caras, mas de forma bem mais sutil, num pretenso blockbuster. A primeira adaptação de um vídeo game da história foi o filme do Super Mario Bros., que é claro levava às telonas o jogo homônimo de sucesso da Nintendo. Com produção da Disney (através da subsidiária Hollywood Pictures), o filme foi pensando no estilo de uma superprodução e visava dominar o verão americano, sendo lançado algumas semanas antes de Jurassic Park. Na trama, os lagartos gigantes são grande parte da história do filme, que mostra um universo paralelo onde os humanos evoluíram deles ao invés dos mamíferos, como os primatas. Mas não espere ver dinossauros detalhados em cena, pois tudo o que ganhamos são pequenos vislumbres aqui e acolá de personagens, como o pequeno dino Yoshi.

Mas nem mesmo o fracasso de Super Mario Bros. nas bilheterias prepararia o público para o verdadeiro horror. Pegando carona, com uma cara de pau inigualável, no sucesso de Jurassic Park, o lendário produtor de filmes B Roger Corman tratou de tirar da cartola o seu próprio filme de dinossauros no mesmo ano de 1993. De tempos em tempos, Hollywood produz o que chamamos de filmes gêmeos, produções lançadas no mesmo ano, ou com uma diferença bem pequena de tempo, que tratam do mesmo tema – ou algo muito similar. E sem qualquer cerimônia, Corman quis empurrar seu Carnossauro (Carnosaur) (1993) para ser o gêmeo de Jurassic Park. Mas aqui não se trata do caso do primo rico e do primo pobre, seria mais algo como o primo miserável ou morto de fome. Sim, Carnossauro é grotesco neste nível. Uma produção trash, que traz uma trama sem noção e sem sentido, se comportando muito mais como um filme de terror de baixo orçamento, do que algo mágico e repleto de encantamento como o filme de Spielberg. Para completar, Corman tratou de escalar ninguém menos do que Diane Ladd para protagonizar no papel da cientista maluca que resolve trazer os dinos de volta à vida. Isso porque sua filha na vida real, a atriz Laura Dern, estava estrelando o filme “rival”. E deu certo, já que dadas as proporções, Carnossauro conseguiu fazer sucesso ao surfar nessa onda.

Os dinossauros não descambaram apenas para o território de filmes trash de baixo orçamento e conseguiram esquivar da extinção com outros sucessos. No ano seguinte de Jurassic Park, o próprio Steven Spielberg voltaria ao tema com a produção de Os Flintstones – O Filme, primeiro live-action da família da idade da pedra, criada pela Hanna-Barbera ainda na década de 1960. Seguindo a surfar no tópico dos dinossauros, o cineasta através de sua Amblin em parceria com a Universal Pictures, daria vida ao clássico, com direito a Fred Flintstone escorregando no rabo de brontossauro e tudo. Para o papel protagonista era escalado John Goodman, que no ano anterior havia dado voz ao tiranossauro protagonista de Os Dinossauros Voltaram. A versão de carne e osso para o desenho foi um grande sucesso de 1994.

Algumas outras produções, não muito memoráveis, davam asas à criatividade na hora de utilizar as criaturas pré-históricas em sua narrativa. Foi o caso de Meu Parceiro é um Dinossauro (Theodore Rex, 1995), filme no qual a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg contracena com um dinossauro. Pensado como uma sátira aos filmes buddy cop (de parceiros policiais), a diferença aqui era que um dos membros da dupla é um dinossauro falante. É claro que a trama se passa numa realidade alternativa do futuro. Mesmo assim, Goldberg afirma que este foi o único filme de sua carreira que ela se arrepende de ter feito. De fato, ela tentou fugir do projeto, mas foi processada pelos produtores e concordou em voltar.

Não pense você, porém, que Carnossauro foi a única bizarrice a se utilizar da temática dos dinossauros convivendo com humanos em tempos modernos. No ano seguinte de Carnossauro (que ainda gerou mais duas continuações) era lançado Tammy and the T-Rex, filme que passou em branco em sua estreia, mas que hoje possui status de cult (que só aumenta com cada vez mais adeptos o descobrindo). O filme conta com os então jovens Denise Richards e o saudoso Paul Walker no elenco protagonizando. Veja essa trama para lá de bizarra: Walker e Richards são dois adolescentes colegiais apaixonados; o pior acontece e o rapaz é gravemente ferido após uma brincadeira sair terrivelmente errado. Um cientista resolve usá-lo para seu experimento insano. Ele resolve transferir o cérebro do rapaz… não para um dinossauro, mas sim para um robô em forma de dinossauro que havia criado. Assim, o rapaz, agora transformado num Tiranossauro Rex mecânico, recorre à sua namorada para ajuda, e os dois seguem com seu romance. Diga se não nasceu para ser cult.

O início da década ainda viu produções como Dinossauros – O Filme (Adventures in Dinosaur City, 1991) e Meus Amigos Dinossauros (Prehysteria!, 1993), até que o próprio Spielberg seguisse elevando o jogo para as bestas colossais com as continuações de Jurassic Park, em 1997 e 2001. Hoje, a franquia se mantém de pé graças ao derivado / reboot Jurassic World, que basicamente patenteou os dinos para os novos tempos.

Criança sinistra assombra a mãe no trailer do terror ‘The Prodigy’; Confira!

O terror ‘The Prodigy‘, estrelado por Taylor Schilling (‘Orange is the New Black‘), ganhou trailer assustador.

Confira:

O terror é dirigido por Nicholas McCarthy (‘Pesadelos do Passado‘). Jeff Buhler é responsável pelo roteiro, que também escreveu o remake de ‘Cemitério Maldito‘.

Descrito como uma mistura entre ‘A Profecia‘ e ‘Tara Maldita‘, o filme contará a história de uma mãe que se encontra preocupada com o comportamento perturbador de seu filho de 8 anos, acreditando que algo sobrenatural pode estar afetando a criança.

Jackson Robert ScottPeter MooneyColm Feore e Brittany Allen completam o elenco.

Inicialmente intitulado Descendant, o filme chegará nos cinemas no dia 08 de fevereiro de 2019.

‘O Escolhido’: Vídeo dos bastidores revela novos detalhes sobre a série de terror brasileira; Assista!

A Netflix divulgou um novo vídeo dos bastidores da série ‘O Escolhido‘.

Confira, com o trailer:

Criada por Raphael Draccon e Carolina Munhóz, a série é inspirada na produção mexicana ‘Niño Santo‘.

Na trama, três jovens médicos são enviados a um vilarejo remoto do Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus da Zika. Quando seus esforços para tratar a população são recusados, o trio se vê subitamente preso em uma comunidade isolada e coberta de segredos. Os residentes são devotos de um líder enigmático que diz ter o poder de curar doenças sem fazer uso da medicina. Isso os levará a confrontar a força da fé sobre a ciência.

O elenco conta com Paloma Bernardi, Renan Tenca, Pedro Caetano, Gutto Szuster, Mariano Mattos Martins e Alli Willow.

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 28 de junho.

‘Alphas’: Terror sobre tubarões assassinos com Sam Worthington ganha cartaz; Confira!

O terror ‘Alphas‘, estrelado por Sam Worthington (‘Avatar’), ganhou o primeiro cartaz.

Confira:

O longa será dirigido por Steven Quale (‘Premonição 5‘).

Na trama, uma comunidade costeira está sendo aterrorizada por ataques de tubarões. O povo da cidade decide que a única forma de lidar com essa ameaça é libertar uma baleia assassina traumatizada, que passou anos na solitária depois de matar seu treinador.

O roteiro foi escrito por Frank Hannah.

Novas informações devem sair em breve.

‘Love Life’: Ator de ‘The Good Place’ estrelará a 2ª temporada da comédia da HBO Max

De acordo com o Deadline, William Jackson Harper (‘The Good Place‘) irá estrelar a 2ª temporada da comédia antológica ‘Love Life‘, da HBO Max.

O ator irá interpretar um personagem que acabou de sair de um relacionamento de longa duração e agora é “jogado novamente na busca por uma conexão romântica que ele pensou que já havia encontrado”.

A nova temporada está sendo descrita como “uma nova história de amor em Nova York”, que irá “explorar o que acontece quando você passa sua vida inteira sabendo quem é a sua alma gêmea, apenas para descobrir que ela não é a combinação perfeita.”

Espera-se que a Anna Kendrick faça participações especiais no próximo ciclo.

A série foi criada por Sam Boyd.

‘Sex Education’: Escola está sob nova direção em teaser da 3ª temporada; Assista!

A Netflix divulgou um novo teaser divertido da 3ª temporada de ‘Sex Education‘, destacando que a escola Moordale está sob nova direção.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear oficialmente no dia 17 de setembro.

A série foi criada por Laurie Nunn.

Filho de uma terapeuta sexual, o inexperiente Otis decide seguir os passos da mãe e abrir uma clínica clandestina na escola para atender seus colegas sem noção. Prepare-se para uma boa dose de amor, risadas, lubrificantes e acompanhe a melhor época da vida deles.

O elenco inclui Asa Butterfield, Emma Mackey, Gillian Anderson, Chaneil Kular, Alistair Petrie, Connor Swindells, Cerys Watkins e Kedar Williams-Stirling.

Jason Isaacs integrará o elenco da 3ª temporada como Peter Groff, o arrogante e mais bem sucedido irmão do diretor Michael, que o abrigará após a separação com sua esposa, Maureen.

‘Teen Wolf’: Tyler Hoechlin está em negociações para participar do filme

De acordo com o Deadline, Tyler Hoechlin (‘Superman & Lois’) está em negociações finais para reprisar o seu papel como Derek Hale no filme ‘Teen Wolf‘, baseado na série homônima.

Além disso, Ian Bohen e Khylin Rhambo tiveram seus retornos CONFIRMADOS como Peter Hale e Mason Hewitt, respectivamente.

Vale lembrar que as filmagens do longa já começaram!

O filme trará o retorno de: Tyler Posey como Scott McCall, Holland Roden como Lydia Martin, Shelley Hennig como Malia Tate, Crystal Reed como Allison Argent, Orny Adams como Coach Bobby Finstock, Linden Ashby como Sheriff Noah Stilinski, JR Bourne como Chris Argent, Seth Gilliam como Dr. Alan Deaton, Colton Haynes como Jackson Whittemore, Ryan Kelley como Vice Jordan Parrish, Melissa Ponzio como Melissa McCall e Dylan Sprayberry como Liam Dunbar.

Dylan O’Brien não aceitou o convite para voltar para o filme.Além dele, Arden Cho e Tyler Hoechlin também não retornam.

No filme ‘Teen Wolf‘, um terrível mal surgiu na cidade de Beacon Hills. Os lobos estão uivando mais uma vez, pedindo o retorno de Banshees, Werecoyotes, Hellhounds, Kitsunes e todos os outros metamorfos da noite. Mas apenas um lobisomem como Scott McCall, que agora não é mais um adolescente, e sim um Alfa, pode reunir novos aliados e reunir amigos de confiança para lutar contra o que poderia ser o inimigo mais poderoso e mortal que eles já enfrentaram.

O criador da série Jeff Davis volta para supervisionar o projeto.

Para quem não conhece, ‘Teen Wolf‘ estreou em 05 de junho de 2011 e se tornou uma febre entre o público adolescente, o que lhe rendeu seis temporadas.

Na trama, Posey interpreta Scott McCall, um estudante do ensino médio que é mordido por um lobisomem e precisa aprender a controlar seus instintos animais para proteger seus amigos e sua família.

Vale lembrar que o final da última temporada abre margem para uma continuação, com Scott e sua trupe deixando a cidade para recrutar mais lobos para se juntar ao seu bando e ajudar a lutar na guerra.

 

‘Warrior Nun’ é CANCELADA pela Netflix após 2 temporadas

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Warrior Nun‘ depois de apenas duas temporadas.

De acordo com o Deadline, a audiência do segundo ciclo não conseguiu justificar o gasto para uma nova temporada. Em um padrão parecido com outras séries canceladas anteriormente, a segunda temporada permaneceu apenas três semanas no TOP 10 da Netflix, alcançando a quinta posição.

Apesar da série ter construído uma pequena base de fãs leais, o serviço de streaming decidiu que não era o suficiente para dar continuidade à produção.

A série, que é baseada nos quadrinhos de Ben Dunn, acompanha Ava, uma jovem que acorda no necrotério e descobre um artefato em suas costas que oferece poderes sobrenaturais. Por ter sido escolhida, ela precisa lutar contra criaturas demoníacas que ameaçam a Terra, enquanto tenta recuperar uma vida normal.

Criada por Simon Barry, a série é baseada no mangá homônimo de Ben Dunn.

O elenco conta com Alba Baptista, Tristán UlloaKristina Tonteri-YoungLorena AndreaToya TurnerThekla Reuten.

Zona de Interesse

(The Zone of Interest)

 

Elenco:

Christian Friedel
Sandra Huller
Ralph Herforth

 

Direção: Jonathan Glazer

Gênero: Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 15 de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

Rudolf Höss, o comandante de Auschwitz, e sua esposa Hedwig, desfrutam de uma vida aparentemente bucólica em uma casa com um jardim ao lado do campo de concentração.

Crítica: 

Crítica | Zona de Interesse – Jonathan Glazer nos convida a encarar a pura BANALIDADE do MAL

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Jonathan Glazer também assina o roteiro ao lado de Martin Amis;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Longlegs’ abre com US$ 22.6 milhões e se torna o MAIOR terror original do ano nos EUA

Sucesso! O aclamado terror psicológico ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, que traz o astro Nicolas Cage na pele de um sinistro serial killer, superou todas as expectativas e fechou o seu primeiro final de semana nos EUA com impressionantes US$ 22.6 milhões.

O valor representa o dobro das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 10-15 milhões.

Além de ter se tornado a maior estreia da história da produtora NEON – facilmente superando o lançamento de ‘Imaculada‘ (US$5.3) –, o longa também registrou a maior abertura do ano para um terror original no território norte-americano.

Para Nicolas Cage, este é o seu primeiro live-action a ter uma estreia maior que US$ 20 milhões desde o lançamento de ‘Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança‘, em 2011.

Com o sucesso, a produção desbancou a estreia de ‘Como Vender a Lua‘, que ficou levemente abaixo das projeções, com US$ 10 milhões arrecadados em seu primeiro final de semana no país.

Aclamado entre os críticos e considerado “um dos melhores filmes de terror dos últimos anos”, ‘Longlegs‘ alcançou sólidos 92% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 29 de Agosto.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

 

‘The White Lotus’: Último episódio da 3ª temporada registra a MAIOR AUDIÊNCIA da história da série

Sucesso! A 3ª temporada de ‘The White Lotus‘ quebrou um novo recorde de audiência.

De acordo com o Deadline, o último episódio do terceiro ciclo alcançou 6.2 milhões de espectadores através da HBO e do serviço de streaming do Max.

Os números representam a maior audiência da história da série, superando em 30% o capítulo anterior, que detinha o recorde.

Para termos de comparação, o desfecho da terceira temporada registrou um aumento de 51% na audiência em comparação à Season Finale do segundo ciclo (4.1 milhões de espectadores) neste mesmo período.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo uma família em crise, um trio de amigas desajustadas, um casal improvável e o retorno de um velho e perigoso rosto conhecido.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

A trilogia ‘Creed’: o legado de Rocky!

Uma das grandes questões que surgem quando pensamos sobre uma franquia oriunda de outra é se a essência dos personagens serão mantidas. Em 2015, chegou aos cinemas o primeiro filme da saga Creed, Creed: Nascido para Lutar, que nos mostraria o eterno Rocky como um coadjuvante pela primeira vez e nos apresentaria um novo rosto, Adonis Creed, filho de um grande amigo de Rocky. O sucesso foi estrondoso e novos filmes já se tornaram praticamente certos.

Abaixo, vamos analisar os filmes produzidos até aqui desse Spin Off cinematográfico.

Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer. Após o ótimo Fruitvale Station: A Última Parada, o cineasta californiano Ryan Coogler embarcou nesse projeto que resgata um dos grandes mitos do cinema norte-americano. Creed: Nascido para Lutar é uma espécie de mais um filme sobre o eterno Rocky Balboa, mas dessa vez, o lendário personagem lutador prefere ser o coadjuvante de uma ótima e criativa história que fala sobre grandes batalhas da vida. O grande destaque da fita é sem dúvidas a atuação maravilhosa de Sylvester Stallone que mostra que é possível resgatar um personagem quando ele é extremamente poderoso em cena.

Na trama, acompanhamos a história de Adonis Johnson (Michael B. Jordan), um homem marcado por uma infância conturbada e que nunca conheceu seu pai. Certo dia, anos depois de ser adotado pela ex-mulher de seu pai (o famoso pugilista Apollo Creed), Adonis resolveu investir na carreira de lutador e acaba se mudando para a Filadelfia, onde vai atrás de seu ‘Tio’, o famoso lutador Rocky Balboa (Sylvester Stallone). Assim, esses dois buscarão enfrentar cada um seu desafio, nessa etapa da vida.

Creed fala entre outras coisas do poder da família em nossos corações. Rocky sempre cuidou de todos os amigos e familiares ao seu redor ao longo de todos os filmes, dessa vez, é ele que também precisa de uma motivação extra para lutar a maior batalha de sua vida. Adonis chega na vida de Rocky para preencher de esperança a rotina, do agora comerciante, do ex-campeão. Os laços de afeto entre os dois são muito bem expostos na telona, exalam carisma em cena.

O grande mérito do filme é ter Rocky Balboa mas o próprio ser muito mais lembrando por algumas sequências que lembram o maravilhoso personagem. Stallone, o ser humano que mais conhece o garanhão italiano na face da terra, coloca um ar de terceira idade (parecido um pouco com linhas de raciocínio de Os Mercenários) muito profundo e bonito, em algumas partes chega a emocionar. Não sei se podemos dizer que a grande atuação de Sly foi uma surpresa, talvez a característica mais marcante e/ou curiosa é a releitura do personagem se encaixar como uma luva no roteiro de Creed.

 

Quatro anos mais tarde um novo filme

Uma vez Rocky, sempre emoção. Tentando dar seguimento a uma espécie de reboot à clássica história do saudoso e inesquecível garanhão italiano, personagem emblemático de Sylvester Stallone nas telonas, Creed II ainda com fios de laços com a história de Rocky, foca na família e nas escolhas do passado para entendermos melhor o protagonista, filho do eterno Apollo Creed. Reunindo um competente elenco, um ou outro vacilo no andamento do roteiro mas tentando manter a força dramática dos outros filmes do qual é oriundo, o cineasta Steven Caple Jr, que assina a direção (esse é apenas o segundo longa dirigido por ele) faz o básico e busca manter a força dos personagens mas sem o carisma de outrora.

Na trama, voltamos a encontrar o jovem lutador de boxe profissional Adonis Creed (Michael B. Jordan) que por anos se manteve distante da história de sua família para tentar trilhar uma carreira de sucesso sem comparações. Mas tudo isso fica em cheque quando um polêmico organizador de lutas vai até a mídia e faz pressão para Adonis lutar contra o filho do lutador que matou seu pai Apollo, o boxeador russo Ivan Drago (Dolph Lundgren). Assim, tentando driblar a força do destino e com a ajuda de seu mentor, treinador e amigo Rocky Balboa (Sylvester Stallone), o protagonista deverá enfrentar mais esse complicado desafio.

A vantagem de ter tido tantos filmes sobre Rocky se mostra claramente na elaboração de novas ideias e caminhos para que essa chama nunca se apague. Com uma veia dramática forte e diversas portas a se abrirem, Creed II cresce nas telas como um paralelo a nostalgia, tentando a cada linha de roteiro ter uma personalidade própria. Mas mesmo com todo esforço, assim que aparece Rocky e suas lembranças bem distantes é onde o filme cresce e milhões de espectadores aguardam ansiosamente pela música clássica dos outros longas. A narrativa é progressiva, as cenas de lutas são ótimas, os atores muito competentes. Os arcos familiares são bons e se tornam o novo pilar dessa grande antiga nova saga.

Estimado em cerca de 50 milhões de dólares, o filme deve arrecadou muito mais que o dobro nas bilheterias mundiais. Mesmo não conseguindo se desvincular de uma sessão nostalgia mesmo buscando novos arcos com os novos personagens, Creed II vale a pena. Uma vez Rocky, sempre emoção.

 

Em 2023, o mais recente capítulo dessa nova saga

Jogo é jogo, treino é treino. Em seu primeiro trabalho atrás das câmera como diretor, Michael B. Jordan busca a emoção a todo instante seja no duelo profissional ou no pessoal do ótimo protagonista que dá título a essa franquia, oriunda da saga Rocky, que caiu nas graças de todos que viraram órfãos do garanhão italiano. Em Creed III, vemos o tom reflexivo de um campeão que precisa confrontar seu passado. Os conflitos familiares contornam a narrativa mas sem deixar de ter fôlego para cenas de ação de um dos esportes mais populares do universo das lutas. Esse é o primeiro filme do universo de Rocky que o lendário personagem não aparece.

Na trama, voltamos a encontrar Adonis Creed (Michael B. Jordan) agora um empreendedor do mundo das lutas após sua recente aposentadoria com um currículo invejável como lutador. Só que nesse terceiro filme da franquia vamos conhecendo mais a fundo o passado do personagem e o reencontro dele com um amigo do passado, o complicado e ex-presidiário Damian (Jonathan Majors) um antigo prodígio do boxe. Desse encontro, logo um confronto acontece e os amigos irão se enfrentar em uma batalha onde só um pode ficar com o cinturão.

A palavra família contorna as linhas da narrativa. Com certa profundidade, sempre aos olhos do protagonista, vamos vendo mais de perto sua profunda relação com a esposa, a filha (que é surda) e a mãe, essa última com lembranças do passado quando o assunto é Damian, um amigo encrenqueiro que ficou quase duas décadas preso por conta de confusões e uma situação ligada ao amigo Adonis. O desenvolvimento de Adonis nesse filme é uma estrada de conflitos que são muito bem executadas traçando um poderoso raio-x da personalidade, até mesmo um antes e depois, desse forte personagem.

Será que vai ter um quarto filme? Provavelmente, história é o que não falta!

Crítica | Exorcistas do Vaticano

Quando o Anticristo nos governou

Imagine o mais genérico dos filmes de terror. Agora, imagine isto dentro do subgênero dos filmes de exorcismo. Pois bem, imaginou? Talvez você tenha conseguido algo melhor do que o resultado de Exorcistas do Vaticano com sua mente. O roteiro de Michael C. Martin (Atraídos pelo Crime) e Christopher Borrelli (Reféns do Mal) não consegue criar sequer um pequeno momento de brilho que evidencie a obra e a diferencie das cinquenta outras do gênero.

Em filmes assim podemos fazer uma lista com tudo o que imaginamos que irá acontecer, e depois ir somente checando os itens. Na trama, a jovem Angela (Olivia Taylor Dudley) é possuída pelo demônio. Aos poucos, estranhos acontecimentos começam a ocorrer ao seu redor – sim, você adivinhou, como animais (em especial pássaros) se chocando contra janelas. Obviamente também, sua família e amigos acham que sua saúde está em risco, e que um tratamento médico é o mais adequado.

CinePOP 3

Um padre (Michael Peña) acidentalmente presencia os eventos incomuns, e o Vaticano entre em jogo para combater este mal milenar – sim, você adivinhou novamente, através de um exorcismo. Entendo que após O Exorcista (1973), filme quintessencial sobre o assunto, ter dito tudo o que o tema tem a oferecer ficou muito difícil outra produção abordar tais tópicos sem ficar redundante. Mas veja, por exemplo, o que o eficiente e subestimado O Exorcismo de Emily Rose (2005) conseguiu configurar utilizando certas reviravoltas em seu roteiro. Criatividade não precisa ser um item raro.

No elenco, formado pela nata do time B de Hollywood (vide Dougray Scott, Djimon Hounsou, Kathleen Robertson e Michael Paré), surpreende a presença de Michael Peña – que vinha escalando em bons projetos e desempenhos (Marcados para Morrer, Trapaça, Corações de Ferro e Homem-Formiga). Olivia Dudley, que vive a protagonista Angela, é linda e extremamente fotogênica. A câmera adora ela. Em matéria de atuação, bem, digamos que a moça ainda tem um bom caminho pela frente.

CinePOP 2

É uma pena que Exorcistas do Vaticano seja este produto tão diluído, que nos desafiará a lembrar dele alguns dias após termos assistido. É uma pena em especial por se tratar de um filme dirigido por Mark Neveldine, cineasta de estilo visual interessante e fôlego frenético. Sempre assinando seus trabalhos como Neveldine e operando ao lado do amigo (Brian) Taylor, a dupla foi responsável por produções como Adrenalina (2006), Gamer (2009) e Adrenalina 2 (2009). Nenhuma obra-prima, mas o valor estético e de entretenimento estiveram sempre presentes. Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (2012) talvez seja o responsável pela queda da dupla.

Exorcistas do Vaticano é o primeiro trabalho de Neveldine sem Taylor. O diretor utiliza inclusive sua esposa, a atriz Alison Lohman (aposentada desde 2009, quando se casou com o cineasta) numa pequena ponta – que admito, passou em branco por mim. Neveldine é bom para filmar ação, sempre nos incluindo nas cenas. Nem mesmo isto ganhamos nesta obra (culpa do orçamento bem seguro). O melhor momento é o desfecho ousado e corajoso. Pena que aí o filme já tinha acabado.

‘Socorro!’: Terror de Sam Raimi já arrecadou quase o DOBRO do seu orçamento

O terror de sobrevivência ‘Socorro!‘ (Send Help) já arrecadou US$ 73.8 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa quase o dobro de seu orçamento, que girou em torno de US$ 40 milhões.

Com impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa tem registrado uma excelente estabilidade nas telonas. Em seu terceiro final de semana nos EUA, o filme sofreu uma queda menor que -1% em comparação ao final de semana anterior.

Ao total, a produção já soma US$ 49.6 milhões no país.

Internacionalmente, o longa acrescenta US$ 24.2 milhões através de 51 mercados.

Vale lembrar que o terror recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore, o que representa uma boa média de aprovação para um filme do gênero.

Socorro!‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Damian Shannon & Mark Swift, de ‘Freddy Vs. Jason‘ e o remake de ‘Sexta-Feira 13‘, assinam o roteiro.

Além de dirigir, Raimi também servirá como produtor através da Raimi Productions.

‘Detroit’: John Boyega no trailer do novo filme de Kathryn Bigelow

John Boyega é a nova estrela do drama histórico dirigido por Kathryn Bigelow, intitulado ‘Detroit‘.

Baseado na revolta que aconteceu na cidade em 1967, a produção traz o jovem ator como um policial que se vê frente a frente com o confronto armado contra civis.

Confira o primeiro trailer, divulgado nesta quarta-feira (12):

O elenco conta também com John Krasinski, Hannah Murray, Jack Reynor, Will Poulter, Ben O’Toole e Anthony Mackie.

Detroit‘ foi escrito Mark Boal e chega aos cinemas norte-americanos em 4 de agosto deste ano.

Peter Dinklage e Morgan Freeman estrelam divertido comercial do Super Bowl; Assista!

Consagrado por ser o horário mais caro da televisão norte-americana, os intervalos do Super Bowl são marcados pelos mais divertidos comerciais.

E em um deles, os astros Peter Dinklage e Morgan Freeman encararam o playback de clássicos da música rap para divulgar o Doritos Blaze e a bebida MTN Dew Ice.

Confira: