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‘Predador’ não é uma sequência, nem um reboot

Se os fãs do clássico ‘Predador’ estão na expectativa de que o mais recente filme será uma sequência, é melhor desapegar da ideia.

Segundo Keegan-Michael Key, um dos protagonistas da produção, a narrativa contará com elementos referenciais, mas a trama será nova:

“Não é uma sequência. Existem muitos aspectos que remetem ao estilo de Shane Black e com certeza a produção habita no mesmo mundo que os cinco filmes anteriores estão. Mas isso é tudo o que posso dizer”.

Durante sua entrevista ao site da revista Entertainment Weekly, Key também pontuou que o público pode esperar uma experiência diferente:

“Se as pessoas estão esperando assistir a um remake de ‘Predador’, elas serão bem surpreendidas, de uma forma muito positiva”.

 

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‘Deadpool 2’ ganha bela capa de revista feita por Rob Liefeld; Confira

Deadpool 2‘ é o grande destaque da mais nova edição da revista britânica EMPIRE.

A publicação em questão traz o vilão Cable e o herói, desenhados pelas mãos do exímio artista, Rob Liefeld, o também criador dos personagens.

Confira:

Enquanto isso, ‘Deadpool 2’ ganhou um novo pôster hilário com a frase “Do mesmo estúdio que matou o Wolverine”, alfinetando a decisão da Fox de matar o herói no final de ‘Logan’. Confira:

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.

Crítica | Se Joga, Charlie: Idris Elba vai de DJ à babá em comédia despretensiosa

Idris Elba é uma figura carimbada em Hollywood. Prolífero, ele vai do universo dos quadrinhos à televisão, em projetos que normalmente contam com seu envolvimento como produtor. E após estrelar o primeiro longa original da Netflix, Beasts of No Nation, ele retorna para os braços do streaming, em uma série de TV que resgata sua carreira paralela de DJ e faz uma mistura com a clássica sitcom dos anos 80/90, Who’s The Boss. Em Se Joga, Charlie, Elba tenta fazer as vezes da comédia como um homão caído, que vai contar com a ajuda de uma pestinha para resgatar seus tempos de glória.

Para início de conversa, isso aqui não é uma obra-prima. E Se Joga, Charlie não é a primeira ideia que nos viria à mente quando citamos o nome de Idris Elba. Talentoso e carismático como só ele é – não à toa que exista um apelo voraz para que ele seja o próximo James Bond -, estamos acostumados com a densidade de personagens como vemos em Luther. Contrariando nossas expectativas, ele vai na direção oposta de seus principais trabalhos e se prova tão valoroso como de costume, ainda que o material de trabalho não seja lá essas coisas. Com um humor que extrai risos aleatórios, a partir de um roteiro que não tem nada de espetacular, a comédia transita entre a sitcom e a comédia dramática, trazendo um Idris que permanece firme forte em seu carisma, contracenando com leveza e graça ao lado da pequena prodígio Frankie Hervey.

Com apenas oito episódios de pouco mais de 20 minutos de duração cada, a nova produção original da Netflix vale a nossa atenção por seu protagonista. Tempo de tela com Idris Elba nunca é demais e é por isso que devorar uma temporada inteira não se torna um fardo. E sua dinâmica com a personagem mirim, Gabs, é divertida de assistir, ainda que a trama não tenha nada de especial. Com coadjuvantes que orbitam em torno dos dois, facilmente nos apegamos a eles, por saber que permanecerão como a cereja do bolo de uma série exageradamente simplista e rasa, com um roteiro que falha no humor e peca no drama – embora tenha o seu ponto alto no último capítulo.

Mas com carisma de sobra e acontecimentos rápidos, Se Joga, Charlie se torna aquele programão de domingo à tarde, quando a grade de filmes da Netflix não te apetece e você não se sente muito na atmosfera de curtir umas reprises de séries amadas como Friends (por favor, entenda que isso é apenas uma menção, não comparação). Passando diante dos nossos olhos num piscar de olhos, a produção é bem dirigida e não vai exigir muito do público, por manter uma leveza maior do que uma profundidade dramática. Além disso, é divertido ver como Idris Elba se sai como DJ. Dividindo sua carreira com a música, o artista multifuncional realmente tem o perfil para o estilo e nos oferece uma pequena prévia do que a galera hipster vai poder conferir no Coachella 2019, quando o músico se apresentar.

Criada pelo próprio Idris Elba e por Gary Reich, a série ainda tem como um de seus pontos fortes o relacionamento do ator com a própria música. Como alguém que parou nos anos 90, ele digladia com as novas tecnologias, é adepto ao modelo oldschool de fazer música e tem que reaprender a arte da criação artística em um contexto absolutamente distinto daquele que marca o auge da sua carreira. E o humor mais natural reside justamente ali, principalmente ao nos lembrarmos que o intérprete do protagonista está com 46 anos e se veste como se tivesse 20, com uma coleção de moletons de dar inveja ao Will de Um Maluco No Pedaço. Mas despretensiosa e sem qualquer ambição de se tornar sua próxima comédia favorita, Se Joga, Charlie é um suave lembrete de quão maravilhoso é ver o talento de Elba em tela. Pode mandar mais que tá pouco.

‘How to Get Away with Murder’: Annalise Keating enfrenta pena de morte em explosiva promo

A última temporada de ‘How to Get Away with Murder‘ está chegando ao seu fim e a advogada Annalise Keating está diante de uma possível pena de morte.

Com sua própria turma de alunos se colocando contra ela, o futuro da protagonista é incerto e promete ser explosivo no próximo episódio, conforme aponta a nova promo.

Assista:

Criada por Nowalk, a série é produzida pela Shonda Rhimes, e foi lançada no Brasil com o título ‘Como Defender um Assassino‘, exibida pelo Canal Sony.

Um grupo de ambiciosos estudantes de direito e sua brilhante professora de defesa criminal se envolvem em uma conspiração de assassinato distorcida que promete mudar o curso de suas vidas.

O elenco conta com Viola Davis, Billy Brown, Jack Falahee, Rome Flynn, Aja Naomi King, Matt McGorry, Conrad Ricamora, Karla Souza, Amirah Vann, Charlie Weber, Liza Weil e Timothy Hutton.

‘Entre Facas e Segredos’: Blu-ray ganha estranha capa e Rian Johnson critica; Confira!

‘Entre Facas e Segredos’ se consagrou como um grandioso sucesso de público e crítica, chegando a conquistar até mesmo uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original.

E a produção já pode ser adquirida nos formatos Blu-ray e DVD. No entanto, a capa do produto disponibilizado nas lojas assustou o próprio diretor do longa, Rian Johnson.

Compartilhada por um usuário do Twitter, a capa do Blu-ray traz o astro Daniel Craig em preto e branco, cercado por manchas de tintas aleatórias, que nada tem a ver com a narrativa.

E em sua publicação, o internauta salientou que essa era “a capa mais burra que eu já vi”. E em resposta, Johnson criticou o resultado final, pontuando “eu não faço ideia do que é isso“.

Confira:

Com orçamento de apenas US$40 milhões, o filme arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

A sequência ainda não possui data de estreia.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Christopher Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Daniel Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco também conta com Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford e Jaeden Lieberher.

Vilão gay tribiônico e tudo que já sabemos sobre C.I.C. – Central de Inteligência Cearense, nova comédia do astro de Cine Holliúdy

Edmilson Filho e Halder Gomes fizeram de Francisgleydisson uma das figuras mais caricatas e engraçadas do cinema brasileiro contemporâneo. Com um humor irreverente, marcado por homenagens ao Bruce Lee, a dupla uniu ação, artes marciais e comédia regional em Cine Holliúdy. Essas combinações inusitadas expuseram a riqueza cultural do Ceará, mostrando um leque infindável de criativas possibilidades cinematográficas.

E 10 anos depois do primeiro Cine Holliúdy, a dupla se prepara uma vez mais para retornar às telonas com um novo e ambicioso projeto, intitulado C.I.C. – Central de Inteligência Cearense. Na trama, ficção científica, comédia pastelão e ação se entrelaçam de forma inusitada.

E a convite da Paris Entretenimento e da Paris Filmes, o CinePOP visitou o set de filmagens da produção para trazer – em primeira mão – tudo que já sabemos sobre o vindouro lançamento.

Um dos aspectos mais importantes de C.I.C. – Central de Inteligência Cearense é o trabalho de construção dos seus personagens. Aqui, acompanhamos a saga de Wanderlei (Edmilson Filho), conhecido como Karkará, um agente secreto brasileiro que combate os criminosos mais perigosos do mundo, representando a C.I.C. – Central de Inteligência Cearense. Quando um projeto ultrassecreto é roubado dos governos de Brasil, Argentina e Paraguai, ele precisará usar suas habilidades para recuperar a fórmula secreta, antes que ela caia nas mãos erradas.

Nessa confusão, Karkará cruzará com um vilão gay tribiônico, vivido por André Segatti. Considerado uma criatura ultra evoluída, ele possui braços biônicos que lhe garantem uma força sobre humana, o tornando praticamente indestrutível. E para garantir o realismo dessa figura com ares de Robocop, C.I.C. – Central de Inteligência Cearense contará com um minucioso trabalho de efeitos visuais, conforme revelou Segatti.

“Os braços biônicos serão finalizados na mesa de edição, com a equipe de efeitos visuais. E é bem legal ver o quão lúdico e ao mesmo tempo fascinante é esse universo. Nós estamos em uma vertente em que eles próprios [Halder e Edmilson] estão dando um novo direcionamento para o cinema. O que eles fizeram com o Shaolin e até mesmo Cine Holliúdy é realmente único. A gente não vê esse tipo de brilhantismo, com essa linguagem, que exalta a regionalidade de uma forma tão bonita. Para mim, tem sido uma delícia fazer parte de todo esse processo”.

Essa autenticidade narrativa que Halder e Edmilson criaram ao longo dos anos de parceria é um dos aspectos que atraiu André para o projeto, que ainda conta com roteiro de Marcio Wilson, (da série Cine Holliúdy). Em entrevista ao CinePOP, ele ponderou sobre como Cortez é um personagem diferente de tudo que já interpretou:

“É tão legal fazer parte desse filme, porque a proposta é única. Neste caso, o Cortez possui uma complexidade que eu nunca interpretei antes. Fiz personagens brilhantes, mas não com essa magnitude de transformação – com braços biônicos, olho de vidro e ainda falando em espanhol. Esse é o primeiro trabalho que eu faço em espanhol!”

E para que sua caracterização vilanesca fosse genuína, Segatti precisou ser submetido a um extenso trabalho de maquiagem.

“No primeiro dia, demoramos três horas para finalizar a transformação física. Com o tempo, fomos aprimorando o processo e agora fazemos todo o trabalho em apenas 1h30. Já a retirada da maquiagem e das próteses leva cerca de 30 a 40 minutos”, explicou.

Além do meticuloso trabalho de caracterização, Segatti também passou por um período de preparo para conseguir realizar suas próprias cenas de ação, sem dublês:

“Nós queríamos ter tido mais tempo de preparação, mas tivemos um mês pesado com seis horas de treinos por dia. Ao longo desse período, me aprofundei em diversas artes marciais, como o karatê, o kung fu e o taekwondo. O boxe também fez parte do treinamento. E no filme, eu faço todas as minhas cenas. Nunca usei dublês, a menos que fosse uma tomada de alto risco de vida”.

Com uma extensa carreira na teledramaturgia – que data de 1997, com a novela O Amor Está no Ar -, André Segatti é bem habituado a interpretar vilões. Para ele, encarar personagens com personalidades tão díspares da sua funciona como um ótimo laboratório artístico, que o permite se aventurar para além de sua zona de conforto.

“O mais legal de interpretar um vilão é que você mexe com o público e ele é muito distante da sua realidade. Não é uma linha tênue sutil, como você sendo alguém do bem que interpreta um personagem bonzinho. Ele é o completo oposto da minha personalidade, da forma que penso e ajo na vida. E isso é maravilhoso, porque me dá liberdade para brincar com esse outro universo! Já fiz vários vilões…há mais de 20 anos tenho assumido papéis dessa natureza. E o legal é poder fazer essa desconstrução do seu eu, para então construir uma nova pessoa, uma nova identidade. E o desafio é não se tornar caricato. Minha maior preocupação é fazer um personagem dessa magnitude, porque ele tem tudo pra ficar não humano, sabe? Não natural. Então, a minha preocupação é sempre humanizá-lo da forma mais intensa possível”, concluiu.

Juntos, Halder Gomes e Edmilson Filho já conquistaram o público com os longas e séries como Cine Holliúdy e O Shaolin do Sertão. Em C.I.C. – Central de Inteligência Cearense, a dupla traz um elenco reforçado que conta ainda com Alana Ferri, Gustavo Falcão, Nill Marcondes, Monique Hortolani, Tóia Ferraz, Carri Costa, Eduardo Cintra, Karla Karenina e Valéria Vitoriano. O longa é produzido pela Paris Entretenimento em coprodução com o Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e terá distribuição da Paris Filmes.

Crítica | De volta à Córsega – Catherine Corsini entrega filme honesto sobre descobertas da adolescência

Quase deixado de fora da disputa pela Palma de Ouro deste ano, De volta à Córsega (Le Retour/ Homecoming), de Catherine Corsini, é mais polêmico nos bastidores do que nas cenas projetadas. Acusada de assédio moral durante as filmagens, de forma anônima, a renomada diretora francesa sofreu uma investigação e foi inocentada. Assim, as controversas ocuparam muito mais o centro das atenções do que o simples drama familiar..

Logo no início do filme, Khédidja (Aïssatou Diallo Sagna) esta dentro de um carro com suas duas filhas em uma estrada sinuosa à beira de um precipício. Ao chegar em um porto, ela recebe uma ligação e a notícia aos seus ouvidos é dolorosa, seguida de lágrimas e um grito de dor. Depois de anos, Khédidja com as filhas já adolescentes retorna à Córsega, o seu lar de origem e nascimento de Farrah (Esther Gohourou) e Jessica (Suzy Bemba).

O retorno é motivado por um trabalho de babá de três crianças de uma rica família da região praiana. Assim Khédidja passa os dias cuidando dos filhos alheios, enquanto deixa as duas moças descobrirem o local e, consequentemente, a sexualidade e seus limites durante as férias de verão. 

A filha mais velha, Jessica, só pensa em começar a faculdade na Science Po, isto é, as escolas de ensino superior voltadas ao mercado de trabalho na França. Por outro lado, Farrah não idealiza muito o futuro, ela sempre aproveita uma oportunidade de burlar as regras e conduz a vida com graça e leveza. 

Com uma desenvoltura de malandra e um timing cômico, ela contrasta em todos os graus da sua irmã, vista como responsável e inteligente. Lançada no cinema a partir do polêmico filme Lindinhas (Cuties), distribuido pela Netflix no Brasil, Esther Gohourou mostra-se plena e dona dos melhores momentos da narrativa. 

Em contrapartida, o passado melodramático da mãe não é tão bem desenvolvimento quanto as descobertas de cada uma das jovens. A conexão com a matriarca é dificil principalmente pela distância da atriz com sua personagem. Revelada na obra anterior de Catherine Cosini, A Fratura (2021), pela qual ganhou um César de Melhor Atriz Coadjuvante, Aïssatou Diallo Sagna não estava de modo algum preparada para dramatização necessária deste filme. 

Em um gigante contraste com as jovens, a artista não encontra os sentimentos para equilibrar o confronto com o passado e as suas escolhas. Tal como A Fratura e Um Amor Impossível (2018), Corsini conta suas intrigas com um tom dramático agudo. De volta à Córsega tem como trunfo o protagonismo de duas jovens negras e questionadoras do seu papel na sociadade, principalmente na Córsega, ilha de domínio francês, mas com forte influência italiana, e de maioria branca. 

O romance lésbico entre Jessica e Gaïa (Lomane de Dietrich) merece destaque, no entanto, a relação parece mais condescendente do que uma paixão juvenil. Entre acerto e tropeços, tanto no elenco quanto no roteiro, De volta à Córsega é um drama bem intecionado, porém mal organizado como uma reconciliação familiar e distante pela invisibilidade da trajetória de uma mãe solo com duas meninas até ali. 

Lançado no Festival de Cannes 2023, De volta à Córsega estreia dia 23 de novembro nos cinemas brasileiros. 

‘Aladdin’ terá compositores de ‘La La Land’ e ‘O Rei do Show’

Durante uma entrevista à Variety, a dupla de compositores Benj Pasek e Justin Paul, responsáveis por ‘La La Land’ e ‘O Rei do Show’, confirmaram que estão trabalhando nas novas canções do live-action de ‘Aladdin’:

Os compositores inclusive ganharam o Oscar de Melhor Canção Original por “City Of Stars”.

O filme chega aos cinemas em 24 de maio de 2019.

As filmagens já foram encerradas. O anúncio foi feito pelos atores Mena Massoud e Naomi Scott, através de suas respectivas contas do Twitter.

Scott compartilhou a sensação de ter finalizado o trabalho:

“Dia de encerramento hoje. Que seis meses incríveis. Eu posso dizer honestamente que curti cada segundo. Amor para o meu elenco e equipe, foi um prazer”.

Para marcar o momento, Massoud publicou uma foto direto do set de filmagens.

Confira:

Marwan Kenzari será o vilão Jafar, Naomi Scott será Jasmine, Menda Massound será ‘Aladdin’ e Will Smith vai ser o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

Guy Ritchie, da franquia ‘Sherlock Holmes‘, é quem vai dirigir a adaptação.

Além de ter faturado mais de US$ 500 milhões no mundo, sendo a maior bilheteria daquele ano, a animação conquistou dois Oscars.

 

‘Homem-Aranha’: Ator de ‘IT: A Coisa’ quer interpretar Miles Morales nos cinemas

Com o universo do ‘Homem-Aranha’ se expandindo, o que não falta são atores interessados em entrar para a franquia. Como é o caso do ator Chosen Jacobs (‘It: A Coisa’), que contou ao ComicBook que gostaria de viver Miles Morales no Universo Cinematográfico Marvel:

“Miles Morales seria muito legal. Especialmente porque já fizeram o Homem-Aranha do Peter Parker, então sinto que seria ótimo ter o Miles Morales agora. Sou muito fã”

Apesar de ainda não haver uma versão live-action de Morales, o personagem estreia nos cinemas em dezembro, com a animação ‘Homem-Aranha: No Aranhaverso’.

Dica do fim de semana | Clássicos animados ALTERNATIVOS da Disney

Ao longo de seus 100 anos de existência, a Disney já foi referência para as animações em diversas décadas diferentes, o que permitiu a ela o direito de experimentar várias propostas diferentes para seus filmes. Uma das experimentações mais divertidas foi a fase do uso de curtas e de uma fortíssima parceria musical para contar histórias completamente diferentes do que costumamos assistir hoje em dia nos cinemas.

Pensando nisso, separamos cinco filmes animados com essa pegada mais alternativa para você assistir neste final de semana. Ah sim, todos eles estão disponíveis no Disney+. Confira!

Como é Bom Se Divertir

Comandado pelo simpático Grilo Falante, Como é Bom Se Divertir é composto por duas fábulas Disney bem interessantes. A primeira é sobre Bongo, um urso de circo que decide fugir para tentar viver novamente na natureza. Já a segunda, mais popular, faz uma adaptação do conto “João e o Pé de Feijão” estrelada por Mickey Mouse, Pateta e Pato Donald. Tudo isso naquele icônico estilo de animação Disney do final dos anos 40.

Alô, Amigos!

Responsável por trazer ao mundo o simpático Zé Carioca, Alô, Amigos! é uma verdadeira viagem pela América do Sul. Feita no contexto da “Política da Boa Vizinhança”, essa aventura traz uma série de curtas nos países sul-americanos, como o Pato Donald arrumando confusão com uma lhama no lago Titicaca, um aviãozinho chileno chamado Pedro aprendendo a voar, o Pateta tentando aprender o estilo de vida dos pampas gaúchos e, claro, o Donald caindo na farra nas noites cariocas ao lado de seu novo amigo, Zé.

Fantasia

A terceira animação da história da Disney é um dos maiores clássicos da história do cinema. Fantasia é uma mistura única de popular e erudito, o filme é composto por uma série de curtas animados, alguns bem psicodélicos, sonorizados simultaneamente por uma orquestra fascinante, transformando a animação em um tipo de programa musical de alguém que foi ao teatro prestigiar o trabalho fenomenal dos músicos. É uma experiência única, que provavelmente fez com que milhões de pessoas ao redor do mundo se apaixonassem pela música clássica ao longo dos últimos 80 anos.

Você Já Foi à Bahia?

Repetindo a fórmula de Alô, Amigos!, Você Já Foi à Bahia? é formado por uma série de curtas, mas agora promovendo uma viagem pela América Latina. Os focos agora são a Argentina, com um pinguinzinho cansado do frio da Patagônia e um burrinho voador se entendendo com seu dono próximo aos andes; o Brasil, agora explorando os festejos da Bahia; E o México, comandado pelo empolgado Panchito. E foi aí que nasceu um dos trios mais divertidos e inesperados das animações. Formado por Zé Carioca, Pato Donald e Panchito, as três aves americanas se tornaram os Três Cavalheiros.

Tempo de Melodia

O décimo filme da Disney é uma nova aventura composta por curtas que se apoia bastante no carisma do Pato Donald para marca a memória daqueles que assistem. São sete curtas sensoriais que crescem consideravelmente com o auxílio das canções e dos diferentes ritmos que o embalam. Dentre eles, dá para destacar um curta sobre um casal de patinadores e, claro, o curta chamado A Culpa é do Samba, que mostra o Pato Donald e o Zé Carioca sendo infernizados pelo implicante Aracuã, tudo isso ao som dos mais diversos instrumentos da música popular brasileira.

Crítica | Desejo Proibido – Ator de ‘365 Dias’ Volta a Apimentar a Relação… Dessa Vez nos Cinemas!

A essa altura do campeonato você provavelmente já ao menos ouviu falar do filme ‘365 Dias’, o longa da Polônia que fez a temperatura subir nas noites da Netflix ficou entre os mais vistos durante meses, projetando o rosto e a carreira dos atores protagonistas a um nível internacional imediato. O que significa também que qualquer filme que eles participem a partir de agora eles sempre trarão consigo uma expectativa de noites calientes. E um dos protagonistas dessa produção volta a estrelar um longa-metragem a partir dessa semana, sob o título ‘Desejo Proibido’, mas com uma grande diferença: dessa vez o filme chegará aos cinemas brasileiros, graças a distribuição da Paris Filmes.

Olga (Magdalena Boczarska) é uma juíza bastante competente na Polônia, embora no âmbito familiar mantenha uma relação distante e conturbada com sua própria filha, Maja (Katarzyna Sawczuk) e com sua mãe (Elzbieta Jarosik), cujos valores conservadores ela não compartilha. Quando, durante um julgamento, ela conhece o misterioso Max (Simone Susinna), ela tenta resistir aos encantos do bonitão, porém, é em vão, e logo os dois acabam se rendendo a uma intensa relação amorosa. Entretanto, essa relação não irá agradar a todo mundo, e poderá colocar a carreira de Olga em risco. Agora ela tem uma importante decisão a tomar: salvar a carreira ou se entregar de corpo e alma ao seu amor por Max.

O que provavelmente vai acontecer é que o público que vibrou com ‘365 Dias’ vai querer ir ver ‘Desejo Proibido’ nos cinemas, e esta é uma boa estratégia da Paris Filmes. Mas, se este é o seu caso, vale ressaltar que ‘Desejo Proibido’ tem muito mais história do que ‘365 Dias’. Além disso as cenas de pegação são consideravelmente em menor quantidade do que o outro filme polonês. O diretor Tomasz Mandes faz uso de uma estratégia curiosa para filmar as cenas: toda vez que os protagonistas estão se pegando o diretor enquadra a câmera de maneira escondida, sempre colocando algo entre a câmera e os protagonistas, de modo a deixar um pouco embaçado a visão, um pouco oculto como quem deixa uma gota de água embaçar a lente da câmera e, consequentemente, nada fica exatamente explícito nas cenas, embora claramente dê para ver não só os corpos dos atores como também dá para entender perfeitamente o que está acontecendo na cena.

Esse é um estratagema interessante do roteiro de Tomasz Mandes e Mojca Tirs, de modo a conseguir passar veracidade ao romance erótico, mas sem ser explícito demais, de modo a conseguir fazer a distribuição do filme em salas de cinema sem ser rotulado. Como já mencionamos, embora ‘Desejo Proibido’ tenha mais história, não significa que ela necessariamente seja boa: o enredo tem argumentos bem fracos para justificar as ações de seus personagens, seja para correr atrás de seus objetivos, seja para tornarem-se antagonistas do objetivo do casal protagonista, especialmente Maja, filha da juíza, uma jovem mimada ao extremo cujas atitudes são totalmente gratuitas e cansativas

Desejo Proibido’ cumpre aquilo que o espectador espera dele: uma história levemente interessante que conduz dois personagens ao longo de um romance erótico soft com pimenta ao longo de duas horas de duração no escurinho da sala de cinema.

‘Pennyworth’: Produtor da série fala sobre vilões que Alfred enfrentará

O produtor executivo Danny Cannon, de ‘Gotham’‘Pennyworth, divulgou alguns detalhes sobre o show centrado no leal mordomo Alfred Pennyworth que deve estrear em junho deste ano.

A série trará um Alfred muito mais jovem, vivendo em Londres dos anos 1960 até conhecer Thomas Wayne, pai de Bruce (o futuro Batman). Segundo fontes, a série terá classificação indicativa para maiores de 18 anos.

Cannon falou sobre vários detalhes acerca da série, mas um dos mais interessantes foi sobre os vilões que Alfred enfrentará. Apesar dos antagonistas tradicionais da DC não aparecerem, como Coringa ou Penguim, o produtor disse que o público ganhará vilões mais clássicos.

Quando perguntado sobre a possibilidade de aparição de Jack, o Estripador, ele disse que não, mas “ele tem descendentes”.

‘Pennyworth’ traz em seu elenco Jack Bannon como Alfred, Paloma Faith como Bet Sykes, Polly Walker como Peggy Sykes e Jason Flemyng como Lord Hardwood.

A série estreia na Epix em junho.

‘Os Eternos’: Imagens de bastidores revelam cenário babilônico para o filme; Confira!

O aguardado projeto ‘Os Eternos’ ganhou novas imagens de bastidores que revelaram a nova locação do filme: ao que tudo indica, um gigantesco cenário babilônico está sendo construído nas Ilhas Canárias e se assemelha ao famoso Portal de Ishtar, construído pelo Rei Nabucodonosor II quase seiscentos anos antes da Era Comum.

Confira:

‘Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Crítica | Primeiras Impressões – ‘Todxs Nós’ é uma divertida e didática comédia contemporânea

Nos últimos anos, a esfera do entretenimento voltou-se consideravelmente para a representação da comunidade LGBTQ+ na televisão e no cinema, explorando as diversas nuances que fazem parte desse grupo e quebrando estereótipos engessados nas décadas anteriores – ainda mais se nos recordarmos da problemática década de 1990. Agora, conforme os artistas dão passos curtos em direção à desconstrução de fórmulas e de pré-conceitos, chegou o momento em que podemos quebrar outros tabus que passam longe das conversas de várias pessoas, como a fluidez da identidade de gênero, a transsexualidade e a não-binariedade; é nesse contexto a princípio complexo e cauteloso que surge ‘Todxs Nós’, série nacional da HBO que marca história por trazer uma protagonista que foge da cisnormatividade e que renega ainda mais padrões conservadores e retrógrados.

A narrativa gira em torno de Rafa (Clara Gallo), uma jovem do interior de São Paulo que foge para a cidade grande para morar com o primo, Vini (Kelner Macêdo), e sua colega de quarto e melhor amiga, Maia (Juliana Gerais). Ao chegar ao apartamento da dupla, ela se abre para eles e diz que se assumiu pansexual e não-binárie, resolvendo deixar sua conturbada família para trás e trilha seu próprio caminho em um lugar que exala diversidade e aceitação (pelo menos num nível bem maior que a mentalidade estagnada de outros territórios). O problema é que nem Vini, que é assumidamente gay, nem Maia, que faz parte da militância negra e feminina, consegue ajudá-la logo de cara por também não terem muito contato com isso – e é aí que a premissa principal ganha forma em uma deliciosa e envolvente comédia.

Antes de tudo, é preciso entender que a trama trazida para as telinhas não destoa muito das outras já apresentadas por Vera Egito, que sempre prezou por críticas sociais em suas produções. Na verdade, Egito decidiu exaltar essa identidade que foge do “preto-e-branco” em um escopo levemente ácido, mas perscrutado por desvios de expectativa inesperados, personagens carismáticos e uma apresentação dinâmica e por vezes enérgica demais do que iremos ver na temporada. Sua colaboração com Daniel Ribeiro é, no final das contas, uma sucinta reverberação de temas pouco analisados ou analisados de modo repetitivo – o que explica a personalidade rebelde e cintilante dx protagonista e uma necessidade bastante pessoal de se autoafirmar e de levar seus entes queridos a entender que o mundo está em constante evolução.

Egito e Ribeiro são acompanhados de uma quase utópica equipe criativa que não deixa de lado as outras figuras principais, cuidando para que cada um esteja imerso em arcos coerentes: Vini, apesar de fazer parte das minorias sociais, não conhece tudo o que há para conhecer da comunidade queer, tendo Rafa como guia; além disso, ele faz parte de um grupo de teatro que exige mais e mais que ele saia de um casulo do qual não quer sair, talvez por querer agradar ao namorado, talvez por que deseja cumprir as expectativas da excêntrica mãe (interpretada por Gilda Nomacce). Temos também Maia, uma mulher extremamente inteligente que trabalha numa companhia de transportes e se vê num dilema moral e profissional ao descobrir que houve um caso acobertado de assédio e que as próprias funcionárias repassam um discurso machista inaceitável.

A obra funciona como um convite aberto a quem queira conhecer mais esse mundo muitas vezes marginalizado e ofuscado por uma mídia que preza por aquilo que é mais aceito; para além disso, ela insurge como uma didática aula sobre orientação sexual e gênero (sem mencionar as diversas outras inclinações que traz no episódio piloto), transformando-se numa série bastante válida ao público LGBTQ+ pela representatividade – que não se restringe apenas ao elenco, como também à ampla equipe – e também àqueles que desejam aprender, seja para conversar com conhecidos que tenham se assumido, seja apenas para entender que o normativo não é a única coisa que existe.

Optando por uma estética que bebe de recentes comédias estruturadas – como ‘Unbreakable Kimmy Schmidt’ e ‘The Good Place’ – ,‘Todxs Nós’ procura criar uma identidade própria, refletindo a cultura nacional em seus mínimos detalhes: temos a arquitetura e a paleta de cores do apartamento de Vini, que mergulha no choque tonal de cores complementares à medida que se funde entre o kitsch e o moderno; temos a manifestação do grafito acompanhando outros jovens não-binários e trans que se unem para discutir sobre sua presença no mundo; temos a experiência naturalista dos artistas refletida em personalidades good vibes – tudo canalizado para um equilíbrio aplaudível entre o hilariante e o dramático, afastando-se do espectro sintético e aproximando-se da fluidez audiovisual.

A nova produção original da HBO é uma grande aposta para 2020 e, logo de cara, nos chama a atenção por sua ousadia. Ao que tudo indica, Egito e Ribeiro acertaram em cheio ao escolher esse coming-of-age na cidade grande que acena para uma nostalgia panorâmica e investe em uma atualidade temática mais necessária do que nunca para a sociedade contemporânea.

Crítica | ‘Confessions on a Dance Floor’ e a última grande epopeia de Madonna

Ao longo de sua extensa carreira, Madonna se mostrou uma artista extremamente versátil e sempre atenta àquilo que insurgia no cenário mainstream e àquilo que se escondia nas sombras. Com pontuais erros desde sua ascensão ao estrelato em 1983, a rainha do pop remodelou-se não para seguir os padrões exigidos pela indústria do entretenimento, mas sim para desafiar a si mesma a buscar amadurecimentos necessários para não cair na mesmice. Não é surpresa que, depois de ‘Like a Prayer’, um dos álbuns mais importantes de todos os tempos, ela tenha alcançado um novo pico de superação com ‘Ray of Light’ em 1998. A partir daí, certas colaborações pareceram falhar ou não explorar todo o potencial já apresentado pela artista, principalmente quando pensamos em ‘American Life’ (uma desengonçada obra que diz menos do que pretende).

Dois anos mais tarde, Madonna fez o que ninguém esperava: retornou à forma. Com diversos veículos falando sobre o fim da veia artística da popstar, o público começava a duvidar de que a performer conseguiria resgatar as raízes que a colocaram no topo do mundo – mas foi exatamente o que ela fez. Em 2005, a cantora e compositora mergulhou de cabeça na nostalgia oitentista de seus primeiros anos com ‘Confessions on a Dance Floor’, seu CD mais bem produzido depois de ‘Ray of Light’. Aliando-se a Stuart Price (um conhecido nome da música contemporânea que, em 2020, trabalhou com Dua Lipa em uma das obras-primas do ano) e chamando novamente as ousadas mãos de Mirwais Ahmadzaï, as doze longas faixas se comprimem em um set dançante, vibrante, colorido e incansável que reitera o status imbatível de uma das mulheres mais poderosas de todos os tempos.

Como se não bastasse, a artista mantém sua humildade estilística ao trazer para cada track uma homenagem a seus ídolos – e também para resgatar certos aspectos que deixara no século passado. ‘Confessions’ é uma ode ao narcótico saudosismo das pistas de dança dos anos 1970 e 1980, incorporando elementos do disco, do dance e do new wave para um universo ao mesmo tempo ácido e envolvente, além de entregar algumas das melhores canções da década passada. O resultado acrescentou mais capítulos ao legado de Madonna e a colocou no centro dos holofotes, concedendo-lhe mais duas estatuetas e mais de dez milhões de cópias vendidas – e, levando em conta que números realmente não importam, o sucesso inesperado de seu décimo álbum de estúdio atravessa as gerações e permanece impactando a esfera musical até os dias de hoje.

Essa anacrônica joia abre do melhor jeito possível: “Hung Up” puxa os elementos do eurodance ao pegar samples da icônica banda sueca ABBA, falando de um amor incondicional que é movido por cada detalhe e cada camada cautelosamente pensada – oscilando desde o abafado baixo à conivência convidativa dos sintetizadores que impedem a faixa de se render à datação. Logo de cara, nota-se que a parceria entre Price e Madonna é exuberante e prolífica e que as inflexões imprimidas passam longe de transbordar ou de se reciclarem: a dupla parte numa jornada que vai para além da mera mercadologia, por mais que se assemelhe a tal; na verdade, o conceito comercial não pode ser desassociado, seja pela métrica dos versos, seja pelas progressões das músicas. No final das contas, isso não importa: queremos mais e mais, e poderíamos ficar ouvindo o álbum por horas a fio sem perceber.

A performer tem um apreço inegável pelo nu-disco e pelo house, o que explica a atmosfera um tanto quanto dark de certas incursões. Temos o onirismo construtivo de “Get Together”, o minimalismo punk sintético de “Future Lovers” e as preferências orientais para a composição da desperdiçada “Isaac”, facilmente um dos vários pontos altos do álbum. São tantas as variedades de instrumentalizações e de sonoridades que se ramificam pelas faixas, que Madonna poderia facilmente se perder no tocante à produção; mas, como ela já nos provou diversas vezes, ela sabe como destinar cada nicho estético para seu momento de glória, deixando claro que nada passará batido e que, eventualmente, seus fãs terão uma experiência sensorial cativante o bastante.

A cantora parece não ter percepção dos cataclismas que cria – e é isso que revela a genialidade da obra. Em “Let It Will Be”, Madonna se volta para o épico orquestral ao deixar violinos e violoncelos guiarem um prólogo evocativo e analítico para uma derradeira rendição ao synth-dance; “Jump”, apesar da superficialidade lírica, ofusca os deslizes com impetuosidade apaixonante e um frenesi imagético que destrói os limites da música e cria uma narrativa sinestésica de tirar o fôlego; até mesmo a linearidade de “Future Lovers” e “Forbidden Love” é deixada de lado quando confrontada com uma arquitetura tão admiravelmente bem pensada. Ademais, a performer não deixa de seguir as tendências do dance trazidas por Kylie Minogue no início do século, como as progressões de ‘Fever’ (2001) e de ‘Light Years’ (2000).

‘Confessions on a Dance Floor’ é a prova que Madonna tem energia de sobre para se reinventar e se revolucionar em detrimento do que os outros dias. Ao lado de ‘Like a Prayer’ e ‘Ray of Light’, a rainha do pop se mantém revitalizada pela terceira década seguida e, em um infeliz prospecto, entrega ao público sua última grande epopeia na música.

Nota por faixa:

  • Hung Up – 5/5
  • Get Together – 5/5
  • Sorry – 5/5
  • Future Lovers – 4/5
  • I Love New York – 4/5
  • Let It Will Be – 5/5
  • Forbidden Love – 4/5
  • Jump – 4,5/5
  • How High – 5/5
  • Isaac – 5/5
  • Push – 3,5/5
  • Like It or Not – 4/5

‘Soul’: Elenco participa de um rápido quiz em novo vídeo de bastidores

A aguardada animação original da Disney/Pixar, intitulada ‘Soul‘, finalmente foi lançada na plataforma Disney+ e já vem conquistando o público e a crítica.

Para promover o longa-metragem, a Casa Mouse divulgou um novo vídeo de bastidores em que o elenco protagonista responde a um rápido quiz sobre suas coisas favoritas.

Confira:

Na trama, Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Love, Death & Robots’: 2ª temporada ganha INCRÍVEL trailer para maiores; Confira!

A Netflix divulgou o trailer para maiores da 2ª temporada ‘Love, Death & Robots‘, a série antológica sci-fi que estreia em 14 de maio.

Confira:

A série foi criada por David Fincher (‘Garota Exemplar‘) e Tim Miller (‘Deadpool‘).

Laticínios com consciência, soldados lobisomens, robôs fora de controle, monstros do lixo, ciborgues caçadores de recompensas e demônios sedentos de sangue – tudo isso em dezoito curtas de animação para maiores.

‘tick, tick…Boom!’: Musical com Andrew Garfield ganha trailer oficial; Confira!

A Netflix divulgou hoje (04) o trailer oficial de ‘tick, tick…Boom!‘, musical estrelado por Andrew Garfield (‘O Espetacular Homem-Aranha’) e que marca a estreia diretorial de Lin-Manuel Miranda (‘Hamilton’).

O longa será lançado na plataforma de streaming em 19 de novembro.

Confira:

A produção é uma adaptação do musical autobiográfico de Jonathan Larson, que revolucionou o teatro como criador da peça Rent.

Garfield interpreta Jon, um jovem compositor de teatro que é graçom em um restaurante de Nova York em 1990, enquanto escreve o que ele espera que seja o próximo grande musical americano. Dias antes de apresentar seu trabalho em uma performance decisiva, Jon está sentindo a pressão de todos os lugares: De sua namorada Susan (Alexandra Shipp), que sonha com uma vida artística além de Nova York; de seu amigo Michael (Robin de Jesús), que abandonou o seu sonho para uma vida de segurança financeira; em meio a uma comunidade artística sendo devastada pela epidemia de AIDS. Com o tempo passando, Jon está em uma encruzilhada e enfrenta a pergunta que todos devem considerar: O que devemos fazer com o tempo que temos? ”

Steven Levenson assina o roteiro.

Joshua HenryMj RodriguezBradley WhitfordTariq TrotterVanessa HudgensJudith Light completam o elenco.

‘Batman’: Colin Farrell revela que a Warner Bros. não deixou seu personagem FUMAR no filme

Em uma recente entrevista ao Jake’s Takes, o astro Colin Farrell, que dá vida à nova versão de Oswald Cobblepot/Pinguim no aguardado e ambicioso ‘Batman’, de Matt Reeves, revelou alguns detalhes sobre a trama.

Segundo ele, a Warner Bros., estúdio que supervisiona o longa-metragem, não deixou que o personagem fumasse cigarros nas cenas em que aparecia – nem mesmo um apagado. De acordo com os executivos, o Pinguim da nova narrativa ainda não incorporou toda a energia do vilão clássico e, por esse motivo, não precisa fumar.

“Eu lutei bravamente por um cigarro, e até disse, em certo momento, ‘posso ter um apagado?’. E eles falaram não”, Farrell comentou. “O Oz que conhecemos ainda não incorporou toda a energia do Pinguim que conhecemos nos quadrinhos originais e nos filmes anteriores, então vamos ver o que acontece depois. Eu adoraria explorar isso, porque ele não é um sub-chefe, ele não é um chefe, ele é apenas um soldado a esse ponto. Mas ele tem grandes ambições de fazer coisas grandes”.

Visto que a HBO Max já anunciou uma série derivada do personagem, é provável que o ator possa explorar outros lados do personagem na produção: “a HBO vai me dar sinal verde para isso”, ele completa.

Lembrando que ‘Batman‘ estreia em 03 de março e terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Robert Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Farrell, Zoë Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Prepare-se para ODIAR Zoey Deutch no trailer da comédia ‘Influencer de Mentira’

O Star+ divulgou recentemente o trailer oficial de ‘Influencer de Mentira’ (Not Okay), nova comédia estrelada por Zoey DeutchDylan O’Brien.

O longa tem estreia marcada para o dia 29 de julho na plataforma de streaming, ainda sem confirmação de lançamento no Brasil.

Confira, dublado e legendado, e siga o CinePOP no YouTube:

A produção é comandada e assinada por Quinn Shephard.

‘Influencer de Mentira’ acompanha Danni Sanders (Deutch), uma escritora sem objetivos, sem amigos, sem prospectos romântico e, principalmente, sem seguidores, que cria uma viagem falsa para Paris na esperança de aumentar seu engajamento nas rede sociais. Quando um terrível incidente ocorre na Cidade-Luz, Danni é arrastada para uma mentira muito maior do que imaginava. Ela retorna para casa como uma “heroína”, começa uma amizade inesperada com Rowan (Mia Isaac), uma sobrevivente dedicada a mudanças sociais, e começa a se envolver com o homem dos sonhos, Colin (O’Brien). Como influencer e defensora, Danni finalmente tem a vida e os fãs que sempre quis. Mas é só uma questão de tempo até que a fachada caia – e ela descubra o lado mais duro da internet.

Embeth DavidtzBrennan BrownKaran SoniSarah YarkinNadia Alexander e outros completam o elenco.

‘A Lenda de Vox Machina’: 2ª temporada da animação ganha trailer LEGENDADO; Confira!

O Prime Video divulgou o trailer oficial e legendado da 2ª temporada de ‘A Lenda de Vox Machina‘, série animada adulta inspirada no clássico jogo ‘Dungeons & Dragons‘.

Os novos episódios têm estreia marcada para o dia 20 de janeiro de 2023 na plataforma de streaming.

Confira:

Lembrando que a produção já foi renovada para a 3ª temporada.

A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.

A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.

A produção ainda conta com as vozes de Ashley JohnsonTravis WillinghamLaura BaileyLiam O’BrienTaliesin JaffeMarisha RaySam Riegel.

‘Shazam! Fúria dos Deuses’: Sequência já está disponível na HBO Max!

Shazam! Fúria dos Deuses‘, sequência do filme de 2019, já está disponível na HBO Max.

A produção foi lançada hoje, 23 de maio, na plataforma de streaming.

O filme mostra o herói titular e seus irmãos lutando contra as Filhas de Atlas, que retornam em busca de seus poderes. Héspera e Kalypso estão atrás do herói acusando-o de ter roubado o poder de todos os deuses.

Relembre o trailer:

Mundialmente, o filme arrecadou apenas US$ 123 milhões e deve dar um prejuízo de mais de US$ 150 milhões.

Com orçamento de US$ 125 milhões e mais custos de marketing, o filme precisaria fazer no mínimo US$ 350 milhões para se pagar nas bilheterias.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Quiz Lady’: Comédia com Awkwafina e Sandra Oh ganha mais clipe HILÁRIO; Confira!

O Hulu divulgou mais um clipe hilário de ‘Quiz Lady‘, comédia para maiores estrelada por Awkwafina (‘Oito Mulheres e um Segredo’) e Sandra Oh (‘Killing Eve’).

Confira:

A produção estreará oficialmente no dia 3 de novembro no Star+.

Na trama, Anna e sua irmã caótica, Jenny, precisam trabalhar juntas para cobrir o valor das dívidas de apostas de sua mãe. E ,quando o cachorro da Anne é sequestrado, elas farão de tudo para conseguir o dinheiro.

Relembre o trailer legendado:

O filme é dirigido por Jessica Yu (‘Fosse/Verdon’), com roteiro assinado por Jen D’Angelo.

Anne, uma mulher tensa e obcecada por game shows, deve se juntar a sua caótica irmã Jenny para ajudar a pagar as dívidas de jogo de sua mãe. Quando o amado cachorro de Anne é sequestrado, elas terão que fazer uma viagem pelo país para conseguir o dinheiro de que precisam. Para fazer isso, terão que aproveitar as habilidades de Anne, transformando-a na campeã do game show que ela sempre quis ser.

Jason SchwartzmanTony HaleHolland TaylorWill Ferrell completam o elenco.

‘Missão Impossível 8’: Astro de ‘Ruptura’ entra para o elenco da sequência

Segundo o THRTramell Tillman foi escalado para o elenco da aguardada sequência ‘Missão Impossível 8’, que traz Tom Cruise de volta como Ethan Hunt.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Tillman é conhecido por seu elogiado trabalho na série ‘Ruptura’, da Apple TV+, em que interpretou Milchick, supervisor de Mark (Adam Scott) que fica responsável por investigar os misteriosos eventos de uma companhia que consegue separar, por completo, a vida pessoal e profissional de seus funcionários.

O ator se junta à previamente confirmada Katy O’Brian (‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’).

Lembrando que ‘Missão: Impossível 8’ está programada para chegar aos cinemas nacionais em 22 de maio de 2025.

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Confira as fotos:

Lembrando que o capítulo anterior, ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas’, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica:

Mel Gibson acredita que pode resolver problema TEMPORAL de ‘A Paixão de Cristo 2’; Entenda!

Após anos de desenvolvimento, parece que o cineasta vencedor do Oscar Mel Gibson está se preparando para a produção de A Paixão de Cristo: Ressurreição’, a aguardada sequência de seu inovador filme de 2004, A Paixão de Cristo’, sobre a crucificação e ressurreição de Jesus Cristo.

Jim Caviezel (‘Person of Interest’) confirmou seu retorno como Jesus na sequência, com as filmagens previstas para começar no ano que vem – mas a volta do ator traz um obstáculo à narrativa: considerando que já se passaram duas décadas desde o filme original, Caviezel teve um envelhecimento físico considerável. Logo, de que forma Gibson iria convencer o público de que apenas três dias separam o primeiro longa do segundo?

Em entrevista ao ComicBook.com, o diretor revelou que acredita poder resolver o problema, mas não entrou em detalhes.

“Tenho maneiras de lidar com isso. Porque vinte anos atrás é, na verdade, três dias depois [dentro da narrativa]. É claro, existe um conjunto específico de problemas, que eu acredito que posso resolver”, ele explicou.

De acordo com a agência de notícias italiana Italpress, Gibson está atualmente em Malta com uma equipe de produção, explorando possíveis locais de filmagem para Ressurreição. A visita faz parte de uma viagem de cinco dias que envolverá reuniões com autoridades governamentais na ilha mediterrânea.

As filmagens devem começar em Janeiro de 2025.

A ideia de uma sequência para o filme tem sido almejada há algum tempo, e parece que essa possibilidade está mais próxima de se concretizar.

Anteriormente, Gibson havia confirmado que a trama vai narrar os eventos e milagres que ocorreram durante os 40 dias após a ressurreição e ascensão de Cristo.

“[A sequência] se chama ‘A Ressurreição‘. Estamos tentando criar uma história convincente e esclarecedora, e esperamos que a trama desperte uma nova sensação nas pessoas, sem criar algo estranho, porque é um assunto muito delicado.”

Para certificar-se que a sequência será tão boa quanto o primeiro, Gibson fez questão de continuar trabalhando com Randall Wallace, que até foi indicado ao Oscar por seu trabalho em ‘Coração Valente‘.

Vamos explorar significados mais profundas da história, e Randall Wallace está à altura da tarefa. Ele é um roteirista talentoso e um grande diretor. Ele dirigiu ‘O Céu É de Verdade‘ e outros grandes filmes.”, concluiu.

Lembrando que ‘A Paixão de Cristo‘ foi lançado em 2004 e se tornou um sucesso de crítica e público, arrecadando US$ 611 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de  US$ 28 milhões.

Oscar 2025 | Daniel Blumberg leva o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original por ‘O Brutalista’

‘O Brutalista’, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Daniel Blumberg levou para casa o prêmio de Melhor Trilha Sonora Original. Além disso, Lol Crawley conquistou a estatueta de Melhor Fotografia por seu aclamado trabalho.

A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.

Confira os principais comentários:

“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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‘Heartstopper’: Terminam as gravações do longa-metragem; Confira a nova imagem de bastidores!

Através das redes sociais, a Netflix revelou que o longa-metragem baseado na aclamada série ‘Heartstopper’ já teve suas gravações finalizadas.

O projeto funcionará como encerramento da história de amor entre Nick e Charlie e chegará à plataforma de streaming apenas em 2026.

Veja a nova imagem de bastidores, que confirma o nome do filme: ‘Heartstopper: Forever’.

Segundo o Deadline, o longa-metragem terá a direção de Wash Westmoreland (‘Para Sempre Alice’).

Alice Oseman, a criadora da série de graphic novels que inspirou ‘Heartstopper’, retorna como roteirista do filme. A trama se baseará no sexto e último volume dos quadrinhos, ainda inédito.

Vale lembrar que a primeira temporada da série adaptou os volumes 1 e 2, a segunda temporada foi baseada no volume 3, e a terceira temporada cobriu os volumes 4 e 5.

A data de lançamento do Volume 6 ainda não foi divulgada, pois a obra está em processo de escrita. Oseman expressou o desejo de que o livro seja lançado antes da conclusão da série na televisão.

Joe Locke e Kit Connor se juntam à equipe de produtores executivos do filme ao lado de Oseman, Lyn, Patrick Walters, Iain Canning e Emile Sherman, todos produtores das três temporadas anteriores.

“Estou absolutamente radiante por termos a oportunidade de contar o final da história de Heartstopper”, declarou Oseman. “Sou imensamente grata a todos que trabalharam arduamente para tornar isso possível e aos incríveis fãs de Heartstopper por sua paciência e paixão. Mal posso esperar para apresentar este final mágico.”

‘Heartstopper’ está disponível na Netflix. 

William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e mais fazem parte do elenco.

Crítica | Walker Scobell e Leah Sava Jeffries brilham no 5º episódio da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’

Cuidado: spoilers à frente.

A 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ vem se mostrando como uma sólida e envolvente adaptação dos escritos de Rick Riordan – não apenas nos envolvendo com ótimos enredos que se desenrolam episódio a episódio, mas provando que é sempre bom aprender com os erros do passado e polir alguns excessos criativos. Afinal, essa foi a principal crítica negativa dada ao ciclo de estreia da série, algo que, até agora, foi compreendido pelas mentes criativas da atração para os novos episódios. E, após um irretocável quarto episódio, somos presenteados com mais uma incursão incrível que tomou forma com o título “We Check In to C.C.’s Spa & Resort”.

O quinto capítulo se inicia logo após os chocantes eventos da semana anterior, em que Clarisse (Dior Goodjohn), em um ímpeto para destruir Caríbdis em meio a uma tempestade, destruiu o navio que lhe foi dado pelo pai, Ares (Adam Copeland), levando-a, ao lado de Percy (Walker Scobell), Annabeth (Leah Sava Jeffries), Tyson (Daniel Diemer) e sua tripulação, para o centro de um mortal ciclone que os separou mais uma vez. E é a partir daí que a narrativa toma forma: dividindo-se em apenas dois núcleos que são explorados com maestria inegável, a mais recente iteração mantém o altíssimo nível de qualidade da temporada e, pouco a pouco, nos prepara para o inescapável encontro dos nossos heróis com o perigoso ciclope Polifemo e em rota de colisão com o poderoso Velocino de Ouro – o objeto que deverão usar para salvar Thalia e o Acampamento Meio-Sangue.

O primeiro núcleo é focado em Percy e em Annabeth. Os dois semideuses, depois de quase morrerem, acordam em uma estranha instalação que descobrem ser o único refúgio para os heróis no Mar de Monstros. Gerenciado pela misteriosa C.C., acrônimo de Circe (Rosemarie DeWitt), o local serve como um spa para que os aventureiros recarreguem suas energias, confrontando suas maiores fraquezas para que saibam como agir quando decidirem sair da ilha. O problema é que, habitando os recifes que a circulam, existem perigosas sereias que atraem os heróis para sua eventual ruína, utilizando seus próprios defeitos para atraí-los com ilusões – o que torna a saída da dupla mais difícil ainda.

E isso não é tudo: Circe, ainda que afirme repetidas vezes que aprendeu com os erros de um passado distante (afinal, ela foi responsável por prender Odisseu e seus companheiros), possui uma vendeta pessoal contra os semideuses e se utiliza de artifícios psicológicos para mantê-los em um tratamento que nunca acaba e que os torna prisioneiros inadvertidos de um treinamento infindável. Eventualmente, Percy descobre o que está acontecendo e cai na armadilha da feiticeira, que o transforma em uma chinchila para impedi-lo de contar o segredo aos outros – mas Annabeth, dotada da inteligência que sua mãe, Atena, lhe concedeu, reverte o feitiço, liberta os outros prisioneiros que foram transformados em animais, e escapa, por pouco, da ilha.

O segundo núcleo nos leva para o lar de Polifemo (Aleks Paunovic), onde Clarisse é arrastada para a orla da praia apenas para ser raptada pelo ciclope. Conduzida para a caverna de Polifemo, a jovem e impetuosa guerreira se reencontra com Grover (Aryan Simhadri), esquadrinhando um plano para escapar de lá através de uma claraboia, recuperar o Velocino e voltarem para o Acampamento. Porém, dentro de uma das melhores reviravoltas da temporada, Polifemo revela seus verdadeiros poderes, emulando a voz de Grover para fazer com que Clarisse morda a isca e ambos se vejam em uma situação de vida ou morte que premedita os eventos do próximo episódio.

Catriona McKenzie fica responsável pela direção e, apoiando-se nas fórmulas de outras produções fantasiosas, diverte-se ao nos jogar pistas que serão encontradas pelos personagens para que seus arcos ganhem desenvoltura aos moldes da jornada do herói, como é de praxe dentro do panteão de Riordan. Aliando-se ao roteiro de Sarah Watson, McKenzie abre espaço para algumas explorações mais dramáticas e que denotam o tom amadurecido da adaptação – e que, com sorte, será levado para as próximas iterações.

Goodjohn e Simhadri fazem um ótimo trabalho no núcleo que lhes é destinado, navegando pela aventura e pela comédia com naturalidade invejável, mas o destaque da semana vai para a química esplendorosa de Scobell e Jeffries, que exploram lados novos de seus respectivos personagens em uma aliança fervorosa e que representa tanto a maior força quanto a maior fraqueza que possuem. A cereja do bolo emerge com a presença de DeWitt como uma versão mais despojada da conhecida feiticeira Circe, divertindo-se em um papel que parece ter sido delineado especialmente para ela.

O quinto capítulo da 2ª temporada de ‘Percy Jackson e os Olimpianos’ é uma grata entrada para um dos títulos mais populares do Disney+, mantendo-se fiel à essência dos escritos de Rick Riordan à medida que explora tramas e subtramas que tornam os personagens, protagonistas ou coadjuvantes, mais acessíveis aos espectadores – não poupando esforços para construções heroicas que, mesmo familiares, são práticas e aprazíveis como devem ser.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 7 de janeiro.

Conheça o novo SUSPENSE com Javier Bardem e Amy Adams que chegou ao streaming!

Cabo do Medo‘ (Cape Fear), série de suspense baseada no clássico de 1991, finalmente chegou ao streaming.

Os dois primeiros episódios do reboot foram lançados no último dia 5 de junho no Apple TV, trzendo Javier Bardem (‘Onde os Fracos Não Têm Vez’), Amy Adams (‘A Chegada’) e Patrick Wilson (‘Invocação do Mal’) como os protagonistas.

Inspirado pelo remake de 1991 dirigido por Martin Scorsese e produzido por Steven Spielberg, a trama é centrada em um feliz casal de advogados, Anna (Adams) e Tom Bowden (Wilson), que vê sua vida virar de cabeça para baixo quando Max Cady (Bardem), um notório serial killer do passado deles, sai da prisão e quer vingança.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com CCH PounderMalia PylesAnna BaryshnikovJamie HectorLily ColliasJoe AndersPatrick FischlerRon PerlmanTed LevineMargarita Levieva.

Morten Tyldum (‘Silo’) comanda o episódio piloto de ‘Cabo do Medo‘, além de servir como produtor executivo.

Adams e Bardem também entram como produtores executivos ao lado de ScorseseSpielberg.

Do criador Nick Antosca (‘O Ato’, ‘Candy’, ‘A Friend of the Family’), ‘Cape Fear‘ é baseada tanto no romance “The Executioners”, que inspirou o filme de 1962 da Universal Pictures – com Gregory Peck, assim como no elogiado remake de 1991, dirigido por Scorsese.

Dez episódios foram encomendados para o projeto.

‘Crise nas Infinitas Terras’: Justin Hartley deve reprisar papel como Arqueiro Verde

De acordo com o We Got This Covered, Justin Hartley irá retornar como Oliver Queen/Arqueiro Verde em ‘Crise nas Infinitas Terras‘, ao lado de Tom Welling e Erica Durance.

Anteriormente, o astro revelou ao podcast Inside of You, de Michael Rosenbaum, que adoraria reprisar o papel.

“Se tivesse um contexto interessante, eu faria. Eu amo esse personagem, e se houver algo que desperte meu interesse, é claro que eu toparia.”

Considerando que todo o crossover se originou em ‘Arrow‘, faz sentido que outra versão do personagem faça uma participação especial.

No entanto, nada foi confirmado oficialmente, então considere como rumor.

Unindo Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘, ‘Crise nas Infinitas Terras terá cinco horas de duração e deve concluir a trama inciada no primeirocrossover entre as produções.

Lembrando que o especial vai ao ar entre 08 de dezembro e 14 de janeiro.

Confira as imagens promocionais do elenco:

O próximo crossover, intitulado ‘Crisis on Infinite Earths‘, terá cinco horas de duração, que serão divididas entre as produções ‘Arrow‘, ‘The Flash‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Batwoman‘ e ‘Supergirl‘.

Ainda não foi revelado quando o especial será lançado.

Kelly Preston, esposa de John Travolta e estrela de ‘Jerry Maguire’, morre aos 57 anos

Através de seu perfil do Instagram, John Travolta confirmou que sua esposa e atriz Kelly Preston (‘Jerry Maguire‘) faleceu aos 57 anos após dois anos de luta contra o câncer de mama.

Marido de Preston há 29 anos, o astro contracenou com ela em ‘The Experts‘ (1989) e A Reconquista‘ (2001), filme de ficção científica adaptado do romance de L. Ron Hubbard.

Na publicação, ele se despediu com palavras emocionadas e disse que estará dando apoio aos filhos.

“É com o coração muito pesado que informo que minha linda esposa Kelly perdeu uma batalha de dois anos contra o câncer de mama. Ela travou uma luta corajosa com o amor e o apoio de muitos. Levarei algum tempo para me consolar meus filhos. Portanto, perdoem-me com antecedência se vocês não tiverem notícia por um tempo, todo o meu amor, JT.”

 

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It is with a very heavy heart that I inform you that my beautiful wife Kelly has lost her two-year battle with breast cancer. She fought a courageous fight with the love and support of so many.  My family and I will forever be grateful to her doctors and nurses at MD Anderson Cancer Center, all the medical centers that have helped, as well as her many friends and loved ones who have been by her side. Kelly’s love and life will always be remembered. I will be taking some time to be there for my children who have lost their mother, so forgive me in advance if you don’t hear from us for a while.  But please know that I will feel your outpouring of love in the weeks and months ahead as we heal. All my love, JT

Uma publicação partilhada por John Travolta (@johntravolta) a

Sua filha, Ella, também postou uma bela homenagem, escrevendo:

“Eu nunca conheci ninguém tão corajosa, forte, bonita e amorosa como você. Qualquer pessoa que teve a sorte de conhecê-la ou de ter estado na sua presença vai concordar que você tem uma luz que nunca deixa de brilhar e que faz com que qualquer um ao seu redor se sinta instantaneamente feliz. Obrigado por estar aqui por mim. Sou grata pelo seu amor. Obrigada pela ajuda e por tornar este mundo um lugar melhor. Você tornou a vida tão bonita e eu sei que continuará a fazer isso para sempre. Eu te amo muito, mamãe.”

Nascida Kelly Kamalelehua Smith em Honolulu, ela mudou seu nome para Kelly Preston antes de garantir seu primeiro papel de destaque em ‘A Primeira Transa de Jonathan‘ (1985).

Para quem não se lembra, ela também apareceu no clássico ‘Christine, o Carro Assassino‘, adaptação do romance homônimo de Stephen King.

Outro filme de destaque em sua carreira foi a comédia ‘Irmãos Gêmeos‘, estrelado por Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito em 1988.

Em ‘Jerry Maguire‘ (1996), ela interpretou a noiva de Tom Cruise, Avery Bishop, e também fez par romântico com Kevin Costner no drama ‘Por Amor‘ (1999).

Casa d’As Meninas Superpoderosas’ sofrerá mudanças na série live-action; Confira a imagem!

Um perfil do Instagram dedicado a novidades sobre a série live-action d’As Meninas Superpoderosas‘ divulgou a imagem de como será a casa das irmãs na adaptação da CW.

Apesar de manter a estrutura e a cor da casa original, a nova versão sofrerá uma significativa mudança em suas janelas.

Na animação, o quarto das meninas tem janelas redondas, pelas quais elas entram e saem voando.

No live-action, as janelas serão quadradas como em qualquer casa normal, descaracterizando um pouco da originalidade do desenho.

Confira, junto com o logo oficial da série:

A série, criada pela The CW, traz Chloe Bennet (‘Agents of SHIELD’), Dove Cameron (‘Descendentes’) e Yana Perrault como Florzinha, Lindinha e Docinho, respectivamente.

Donald Faison (‘Emergence’) dará vida ao Professor Utônio, enquanto Nicholas Podany será o filho do Macaco Louco.

Diablo Cody (‘Garota Infernal’) e Heather Regnier são responsáveis pelo roteiro do episódio piloto.

Baseada na série animada do Cartoon Network, a produção mostrará o trio de heroínas com vinte de poucos anos, que agora se arrepende de ter passado sua infância lutando contra criminosos. A questão é se elas irão engolir seu ressentimento para se unirem e salvarem o mundo quando ele mais precisar.

Greg Berlanti, Sarah Schechter e David Madden entram como produtores executivos.

Criada por Craig McCracken, a animação original seguia três estudantes criadas pelo Professor Utônio quando ele acidentalmente misturou açúcar, tempero e tudo que há de bom com o elemento X.

Exibida entre 1998 e 2005, a série rendeu 7 temporadas e 78 episódios ao total. Em 2016, um reboot animado foi criado, introduzindo uma quarta menina superpoderosa ao grupo, que durou por três temporadas.

‘Homem-Aranha 3’: Cenas do Homem-Areia e do Lagarto foram reutilizadas dos filmes anteriores do herói; Entenda!

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ traz de volta muitos rostos familiares, mas dois dos vilões do filme realmente aparecem por meio de filmagens reutilizadas de ‘Homem-Aranha 3′ (2007) e ‘O Espetacular Homem-Aranha‘ (2012).

Ao longo da sequência, ambos os vilões aparecem apenas como personagens feitos em CGI (imagens geradas por computação gráfica).

Flint Marko (Thomas Haden Church) permanece em sua forma arenosa, enquanto o Dr. Curt Connors (Rhys Ifans) abraça totalmente seu lado reptiliano.

No entanto, durante a batalha final, os dois vilões retornam a suas formas humanas depois de receberem antídotos para suas mutações.

Muitos fãs notaram que as cenas de transformação eram bastante familiares, isso porque foram reutilizadas dos respectivos filmes em que os vilões apareceram originalmente.

De acordo com o The Direct, quando Flint reaparece, é através da filmagem da luta entre e o Homem-Aranha simbionte, quando eles se encontram no esgoto e Flint acaba virando lama.

Em ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘, acontece o contrário… Em vez de se desintegrar após ser bombardeado com água, o Homem-Aranha é retrabalhado para fazer parecer com que seu corpo esteja voltando à forma humana.

Quanto ao Lagarto, a visão de um Connors claramente devastado ao retornar ao seu estado original foi tirada diretamente de sua derrota em ‘O Espetacular Homem-Aranha‘, mas retrabalhada em um ângulo diferente.

Ainda não foi revelado por Church e Ifans não gravaram cenas inéditas para a sequência, já que eles voltaram para dublar os personagens.

E aí, você reparou nesses detalhes?

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.

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Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.