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Willem Dafoe fica PRESO em uma casa tecnológica no trailer do suspense ‘Dentro’, que estreia essa semana no Prime Video

O suspense ‘Dentro‘ (Inside), estrelado pelo veterano Willem Dafoe (‘O Farol’), ganhou data de estreia no Brasil.

O filme será lançado pelo Prime Video no dia 8 de Fevereiro.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Vasilis Katsoupis é responsável pela direção.

A trama segue Nemo (Dafoe), um ladrão de arte preso em uma cobertura tecnológica em Nova York após seu roubo não ter saido como planejado. Trancado lá dentro com nada além de artes inestimáveis, ele terá que usar toda a sua astúcia para sobreviver.

O elenco também conta com Gene Bervoets, Josia Krug e Eliza Stuyck.

Com RECORDE de pré-venda, ‘Moana 2’ ganha foto reunindo a família…

A pré-venda de ingressos para ‘Moana 2‘ começou com um sucesso estrondoso para a Disney. De acordo com o perfil EmpireCity Box Office, a sequência superou as vendas de ‘Divertida Mente 2‘ no mesmo período.

Com o sucesso, a Fandango divulgou uma nova imagem do filme.

Confira:

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Com estreia programada para o feriado de Dia de Ação de Graças nos EUA, as expectativas são altas.

Inicialmente, previa-se que ‘Moana 2′ arrecadaria mais de US$ 100 milhões, mas agora os analistas estimam que o filme pode atingir US$ 150 milhões, dependendo das primeiras avaliações e da continuidade da pré-venda.

Atualmente, ‘Frozen‘ (2013) detém o recorde de arrecadação em estreia durante o feriado, com US$ 93,5 milhões entre quarta-feira e domingo. ‘Moana 2‘ pode superar esse recorde e estabelecer um novo marco para a Disney.

O site ainda afirma que a animação está registrando um desempenho melhor do que ‘Wicked: Parte 1‘ e ‘Gladiador 2‘.

Vale lembrar que ‘Moana 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

Moana 2‘ reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.

Auli’i Cravalho e Dwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras‘ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.

Mufasa and Rafiki

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Kevin Williamson roteirizou o ‘Pânico’ original de 1996, a sequência e o quarto filme da saga. Agora, ele assume a direção de ‘Pânico 7’.

Segundo a atriz Michelle Randolph, Williamson fez questão de incluir “muitos elementos” do filme original de 1996.

“Ele trouxe tantos elementos do Pânico original de volta para este. Então foi ainda mais especial. Tem muitos gritos.”, ela afirmou.

O ator Asa Germann também não poupou elogios à direção de Kevin Williamson em entrevista ao Collider.

Novato na franquia, o ator é conhecido por estrelar a série ‘Gen V‘.

“Acho que o que mais me deixou empolgado em fazer parte de ‘Pânico 7’ foi o Kevin Williamson. Este é o primeiro filme da franquia dirigido por ele. Kevin, criador de ‘Pânico’, ‘Dawson’s Creek’, ‘The Vampire Diaries’, Segundas Intenções’ e tantos outros, é um cara incrível. Ser escalado para este projeto foi uma das coisas mais legais da minha vida. Acho que as pessoas vão adorar o filme. Acho que as pessoas vão ficar muito, muito impressionadas com a estreia do Kevin na direção de ‘Pânico’. Ele é um gênio.”

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Sobre dividir a tela com os veteranos da franquia, o ator declarou:

“Courteney [Cox] é incrível; ‘Friends’ é uma série maravilhosa. E a Neve [Campbell] é uma das pessoas mais legais que existem. Mason Gooding é alguém que eu já conhecia e é um grande amigo meu, assim como a Jasmin [Savoy Brown], o Sam Rechner, que é um cara novo, e a Isabel May. A lista é enorme. Celeste O’Connor, Joel McHale.”

Pânico 7‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro de 2026.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Gosta de pensar? 10 Filmes REFLEXIVOS que Você Precisa Assistir em 2022

Todos sabemos que um bom filme é aquele que gera na gente reflexões sobre a vida, sobre situações que vemos, conhecemos, e em alguns casos até mesmo nos fazem olhar por outra ótica as aflições que sentimos. Transformar a reflexão com mensagens objetivas através de um filme é o objetivo de muitos cineastas.

Pensando nisso, separamos abaixo 10 filmes reflexivos que você precisa assistir em 2022:

 

Era uma vez eu, Verônica

É possível viver uma vida em conflito? Dirigido pelo cineasta Marcelo Gomes, Era uma vez eu, verônica é um longa que possui pensamentos fortes, impactantes. A cena inicial é profunda, nua e exposta, ligando-se aos instintos e aos êxtases daquele momento. Paciente de si mesmo, a personagem principal vai se tornando complexa, sem dependência ao romance; sexo vira só sexo. O filme a toda hora parece que vai cair em um vazio existencial, mas consegue, seja em um bom diálogo ou em uma frase que faz muito sentido, suprir e apresentar razões para todos os conflitos que vemos e sentimos.

 

Mulheres Divinas

A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras. Representante da Suíça na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 2018, Mulheres Divinas é, antes de mais nada, um grito de independência feminino em uma época repleta de limitações. Escrito e dirigido pela cineasta suíça Petra Biondina Volpe o filme aborda a luta pelos direitos iguais entre homens e mulheres de maneira inteligente e esclarecedora.

 

Projeto Flórida

Depois do ótimo Tangerine, o cineasta Sean Baker voltou as telonas com um dos filmes sensações da temporada no ano que foi lançado e que deu a Willem Dafoe sua terceira indicação ao Oscar. Projeto Flórida fala sobre a criação familiar de uma garotinha que vive em um hotel com sua mãe alucinada onde cada dia é um novo recomeço e uma luta pela sobrevivência para coisas básicas da vida. Baker dirige com bastante sensibilidade, atingindo pontos importantes sobre família. Disponível na HBO Max.

 

Todas As Razões Para Esquecer

É preciso sofrer para se chegar aos momentos felizes. Focando em temas atemporais que pairam o universo do primeiro amor, o projeto apresenta um protagonista repleto de dificuldades em entender seus sentimentos e com uma certa síndrome ligada à solidão. Escrito e dirigido pelo cineasta Pedro Coutinho o longa deve agradar ao público jovem e que se interessa pelo bom cinema nacional. Exibido no Festival do Rio de Cinema, Todas as Razões para Esquecer é um pequeno e interessante recorte sobre a descoberta da maturidade em nossas juventudes prolongadas. Disponível na Globoplay.

 

Força Maior

O inimigo é a imagem que temos do herói. O cineasta sueco Ruben Östlund resolve voltar as telonas de todo mundo para contar uma história tensa sobre medos, constrangimentos e uma relação deteriorada por uma ação inconsequente. Com uma trilha sonora moldada a partir de solos intensos de violinos, Força Maior é um daqueles filmes que causam um grande impacto em todos nós durante as duas horas de fita. O diretor, que também assina o roteiro, dá um show atrás das câmeras, a cena da avalanche, epicentro da trama, é simplesmente eletrizante. Disponível na Amazon Prime Video.

 

Pacarrette

A força da paixão do artista, da inigualável margarida em francês. Baseado em fatos reais, Pacarrete, dirigido pelo cineasta Allan Deberton conta a história de uma personagem feminina, uma mente iluminada de criatividade, incompreendida, ex-professora, vaidosa, amante da cultura francesa que nos faz acreditar do início ao fim que o palco é lugar onde bate mais forte o coração de um artista. Uma personagem tão forte quanto as mensagens do filme. Ficamos hipnotizados com o impacto a todo instante da presença dessa mulher sonhadora e tão carismática. Nunca fez tanto sentido que os gritos lá de fora não são mais fortes que as emoções que alguém pode carregar dentro de si. Uma atuação inesquecível de Marcélia Cartaxo, rimos e choramos com ela. Um dos grandes filmes nacionais de 2020. Disponível no Telecine.

 

Supernova

As páginas em branco de um caderno que não consegue ser mais escrito. Supernova, escrito e dirigido pelo cineasta Harry Macqueen, em seu segundo longa-metragem na carreira, é um filme sensível que busca uma saída na razão para a melancolia de um momento triste na vida de um casal, na quase hora de dizer adeus. O terrível sentimento de estar ou ficar sozinho. Tudo acaba também girando em torno dessa questão, o desespero vira apenas um complemento iminente nesse quase classificado road movie mas que contorna mais as estradas do coração. Destaque para os excelentes Stanley Tucci e Colin Firth, dois grandes atores em cena. Belo filme. Disponível na Paramount +.

 

O Último Ato

A vida é um eterno filme ou mesmo uma eterna peça de teatro. Dirigido pelo experiente cineasta norte-americano Barry Levinson, O Último Ato é um filme que possui uma pegada a lá Woody Allen que só vendo você pode perceber. Com uma atuação de gala do eterno poderoso chefão Al Pacino, The Humbling (no original) fala sobre a decadência de um famoso ator de teatro que precisa se recriar dentro de seus problemas e isso acaba gerando cenas hilárias e reflexivas onde a cada minuto que passa vamos conhecendo a fundo um dos melhores personagens dos últimos anos do grande Pacino. Disponível na Amazon Prime Video.

 

O Orgulho

A linha tênue entre o ensinar e o provocar. Dirigido pelo ator e cineasta israelense Yvan Attal, Le Brio, no original, é a saga de uma relação controversa entre um mestre e uma aluna, com pitadas jurídicas e diálogos que preenchem nosso campo emocional.  O filme é uma grande aula sobre a sociedade que vivemos e como enxergamos o próximo. Indicado em algumas categorias ao César (o Oscar francês), na trama, conhecemos a jovem, estudiosa e esforçada Neila (Camélia Jordana) que entra em uma prestigiada universidade para cursar direito. Logo no primeiro dia de aula, chega minutos atrasada e é repreendida na frente de todos pelo experiente e polêmico professor Pierre (Daniel Auteuil). Assim, começa a relação entre esses dois, completamente opostos que precisarão unir seus aprendizados quando Pierre é indicado para dar aulas preparatórias à Neila visando um importante concurso de oratória entre universidades francesas. Disponível no Streaming do Belas Artes à La Carte.

 

Blind

Dirigido pelo ótimo cineasta Eskil Vogt, roteirista do espetacular Oslo, 31 de Agosto, chegou aos cinemas brasileiros anos atrás o espetacular filme Blind. Exibido no Festival do Rio, onde gerou comentários super positivos da maioria do público que conferiu o filme, esse longa-metragem norueguês possui dezenas de elementos instigantes que deixarão o público completamente fixado nas ótimas sequências e raciocínios sobre a mente humana que se prolongam ao longo dos majestosos 91 minutos de projeção. Esse, sem dúvidas, é uma daquelas jóias raras que o cinema europeu, felizmente, lança mais de uma vez durante os anos. Disponível no streaming Reserva Imovision.

 

 

10 histórias reais que deram origem a séries perturbadoras!

É inquietante saber que algumas obras chocantes foram baseadas em fatos reais. Trazendo os dilemas morais, a maldade humana, entre outras questões, alguns desses projetos nos levam por uma intensa jornada em busca da verdade. Para você que está buscando alguma série que realmente causa impacto para assistir, confira essa lista abaixo:

 

Ara San Juan: O Submarino que Desapareceu (Netflix)

Uma tragédia e muitas descobertas. Chegou no catálogo da Netflix, um seriado documental argentino que traça um pente fino no catastrófico sumiço de um submarino com 44 tripulantes à bordo ocorrido em outubro de 2017. Um desastre que abre um mar de absurdos que vão desde um governo insensível, completamente perdido ao lidar com uma situação, até inúmeras teorias mirabolantes do que de fato possa ter acontecido.

 

Casar com um Assassino? (Netflix)

Essa minissérie de três episódios nos leva até a história de um jovem patologista que se apaixona perdidamente por um homem. Só que tempos depois, ele confessa um assassinato.

 

Um Pesadelo Americano (Netflix)

Assaltantes com roupas de mergulho. Um curioso sequestro. Uma pacata cidade na Califórnia. Chegou ao catálogo da Netflix uma minissérie dividida em três partes que nos mostra as verdades de um fato ocorrido em março de 2015 que reuniu uma série de variáveis surpreendentes.

 

A Escada (Netflix)

Baseada em fatos reais, A Escada nos mostra a história do escritor Michael Peterson acusado de matar a esposa. O corpo dela fora encontrado nos primeiros degraus de uma escada da casa em que moravam.

 

Dopesick (Disney Plus)

A prova de quando a ganância não tem limites. Baseada no livro Dopesick: Dealers, Doctors and the Drug Company that Addicted America, de Beth Macy, Dopesick é um filme denúncia que nos mostra como a ganância de uma empresa farmacêutica que criou um poderoso opioide.

 

A Grande Descoberta (Netflix)

As mãos dadas da ciência com quem protege a sociedade. Trazendo os detalhes – de forma cirúrgica – de uma das mais famosas e extensas investigações de assassinato da história da Suécia, a minissérie true crime da Netflix, A Grande Descoberta, nos mostra de maneira incisiva, e sem rodeios, como a ciência e uma operação policial andaram lado a lado através da genealogia genética.

 

Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano (Disney Plus)

Apresentando detalhes chocantes desse TRUE CRIME, chegou na Disney Plus a minissérie de quatro episódios Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano, marcada por cenas fortes e perturbadoras. Ao longo dos impactantes capítulos, vamos entendendo o antes e o depois de um quebra-cabeça de erros onde a incapacidade de comando determinou uma tragédia.

 

Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais (Netflix)

Uma das mais badaladas séries de 2024, Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais nos mostra um true crime cheio de dúvidas até hoje. Na trama, vemos dois irmãos que matam violentamente os pais. Através de depoimentos, essa série vai nos apresentando outros olhares para a situação, como o rígido pai e toda a atenção da mídia ao caso.

 

A Mulher da Casa Abandonada (Prime Video)

Um fato jornalístico relevante, trazido através de um podcast, logo se transforma em matéria de diversos jornais, ganhando ampla repercussão. No centro do debate está um caso macabro que envolve um casarão – que parecia abandonado -, uma foragida da justiça norte-americana e uma subtrama que se desenrola entre o Brasil e o Estados Unidos, ao longo de anos. Esses são alguns dos principais elementos da minissérie do Prime Video, A Mulher da Casa Abandonada.

 

Corpo em Chamas (Netflix)

Na trama, acompanhamos os desenrolares de uma profunda investigação quando o corpo do policial Pedro (José Manuel Poga) é encontrado carbonizado dentro de um carro abandonado, numa região isolada da Catalunha. Assim, no epicentro da história, chegamos até Rosa (Úrsula Corberó) uma mulher que consegue entrar para a equipe de policiais da Catalunha e lá conhece três policiais, em diferentes momentos, com quem se relaciona ao longo de alguns anos. Um deles, Pedro, com quem estava casada na época do crime. Entre traições, desejos e paixões com alto grau de dependência, conforme a investigação se aproxima da verdade, vamos sendo apresentados aos absurdos cometidos por uma mente perturbada, manipuladora e egoísta.

Oscar | Relembre as Maiores Curiosidades do Prêmio nos Anos 1980

O mundo do cinema está em constante movimento. E o maior prêmio da sétima arte, segue de perto esta evolução – seja social ou técnica. É incrível o quanto mudamos nestes mais de 90 anos dos prêmios da Academia. Temos certeza de que muita novidade ainda virá alinhando cada vez mais o que esperamos de um mundo melhor. Com o fim da segregação racial na década de 1960, por exemplo, muitos avanços foram feitos para o reconhecimento de artistas negros na Academia – luta que segue de pé, ainda muito cobrada. O mesmo acontece na categoria de direção, onde menos de dez mulheres ao longo da história foram nomeadas.

Enquanto as mudanças seguem ocorrendo e as melhorias continuam a serem feitas, é sempre bom voltar e lembrar o que foi conquistado nesse tempo de quase 100 anos dos prêmios da Academia. E para isso, retornaremos para uma época muito especial e guardada com muito carinho por todos que viveram ou cresceram nela: os anos 1980. Aqui, relembraremos com você as maiores curiosidades das edições do Oscar na década de 80. Confira abaixo e comente.

Filmes Populares e Blockbusters no Oscar

Ao contrário do que muitos possam imaginar, o Oscar não começou a indicar superproduções populares e jovens ao prêmio de melhor filme apenas quando aumentou o número de indicados para dez. Na verdade, ainda na década de 1970, quando os primeiros blockbusters surgiram e ainda tínhamos somente cinco filmes entre os nomeados na categoria principal, o Oscar já tratava de indicar obras como Tubarão (1975) e Star Wars – Guerra nas Estrelas (1977), os dois primeiros blockbusters da história. E a coisa seguiu pela década de 1980, a consolidação de tais sucessos colossais – onde o Oscar indicou filmes como Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), E.T. – O Extraterrestre (1982), A Testemunha (1985), Atração Fatal (1987), Feitiço da Lua (1987), Um Secretária de Futuro (1988) e Campo dos Sonhos (1989), filmes que muitos podem não associar ao Oscar, ainda mais na categoria de melhor filme.

Atores Inusitados

Não foi só na categoria principal de melhor filme que as indicações do Oscar na década de 80 surpreenderam. Na categoria de melhor ator tivemos algumas nomeações inusitadas de filme icônicos e superproduções famosas até hoje, que muitos podem não lembrar ou sequer saber que foram prestigiadas pela Academia. Por exemplo, o astro Tom Hanks começou a ser visto como ator dramático graças à sua guinada em Filadélfia (1993), que lhe rendeu seu primeiro Oscar. Mas o que nem todos sabem ou lembram é que a primeira nomeação de Hanks saiu com a querida comédia Quero Ser Grande (1988). Aliás, performances cômicas ou em filmes de entretenimento quase nunca rendem o prestígio e a ressonância de um drama, mas nos anos 1980 trouxeram indicações para Dudley Moore (Arthur – O Milionário Sedutor), Dustin Hoffman (Tootsie), Jeff Bridges (O Homem das Estrelas), Harrison Ford (A Testemunha) e Pat Morita, o eterno Sr. Miyagi (Karatê Kid); além de vitórias para Don Ameche (Cocoon), John Gielgud (Arthur – O Milionário Sedutor), Michael Douglas (Wall Street – Poder e Cobiça) e Kevin Kline (Um Peixe Chamado Wanda).

Atrizes Inusitadas

O mesmo pode ser dito das damas durante a década de 1980. Muitos podem não ter o conhecimento de que atuações como a de Sigourney Weaver em Aliens – O Resgate (1986) tenham rendido para a atriz uma indicação no Oscar. Durante os anos 80, atuações cômicas ou em filmes de entretenimento também renderam indicações ao Oscar para gente como Goldie Hawn (A Recruta Benjamin), Christine Lahti (Segundo Turno), Kathleen Turner (Peggy Sue – Seu Passado a Espera), Glenn Close (Atração Fatal), Anne Ramsey (Jogue a Mamãe do Trem), Melanie Griffith e Sigourney Weaver (Uma Secretária de Futuro), Michelle Pfeiffer (Susie e os Baker Boys), Julia Roberts (Flores de Aço) e Dianne Wiest (O Tiro que Não Saiu Pela Culatra); além de ter rendido estatuetas para Cher (Feitiço da Lua), Geena Davis (O Turista Acidental) e Jessica Lange (Tootsie).

Roteiros Inusitados

 

O que você me diria se eu contasse que nos anos 80, filmes como De Volta para o Futuro, Splash – Uma Sereia em Minha Vida, Um Tira da Pesada, Conta Comigo, Crocodilo Dundee, Quero Ser Grande, Jogos de Guerra, Greystoke – A Lenda de Tarzan, Um Peixe Chamado Wanda, Harry e Sally – Feitos um para o Outro, E.T. – O Extraterrestre e Atração Fatal tiveram seus roteiros indicados ao Oscar? Você pode até achar que estou brincado, mas foi o que de fato aconteceu. Não que estes filmes não mereçam, mas é que apenas são produções que muitos não iriam associar ao maior prêmio do cinema.

O domínio de Meryl Streep

Todos nós somos familiarizados com os feitos da monstra Meryl Streep, a atriz recordista de indicações ao Oscar de todos os tempos. Na década de 1980, no entanto, Streep era uma jovem intérprete buscando seu lugar ao sol. Tudo bem que ela já adentrava a década com uma indicação por O Franco-Atirador e uma vitória por Kramer vs. Kramer. Mas nos anos 80 seriam nada menos do que seis indicações para a atriz – quase uma por ano. Da década saíram nomeações por A Mulher do Tenente Francês, Silkwood – Retrato de uma Coragem, Entre Dois Amores, Ironweed e Um Grito no Escuro, além da vitória por A Escolha de Sofia.

Argentinos (e Brasileiros) no Oscar

O saudoso gênio Hector Babenco, o argentino mais brasileiro de todos os tempos, deixaria um legado irretocável em sua filmografia. Mas olhando para trás, podemos notar um dos períodos de maior prestígio em sua carreira: a década de 1980. Foi nesta época que Babenco e a Academia estavam “namorando”, com dois filmes internacionais do cineasta sendo lembrados para prêmios no Oscar. O mais famoso é O Beijo da Mulher-Aranha, drama político de 1985. O longa foi indicado para melhor filme, diretor para Babenco, roteiro adaptado e levou na categoria de ator principal para o saudoso William Hurt. Dois anos depois e Babenco voltaria ao radar do Oscar com Ironweed, drama sobre a época da depressão norte-americana, no qual o cineasta comandou as lendas vivas Jack Nicholson e Meryl Streep. Não por menos, o longa saiu indicado na categoria de atuação para os dois ícones como melhor ator e atriz. Mas a invasão argentina no Oscar durante a década de 80 não parava por aí. A veterana Norma Aleandro, uma das Primeiras Damas da dramaturgia no país dos hermanos (de filmes como O Filho da Noiva), recebia uma tão merecida indicação por Gaby – Uma História Verdadeira, em 1987.

Glenn Close – A Eterna Injustiçada

Uma das atrizes mais talentosas de sua geração, a veterana Glenn Close era muito confundida com Meryl Streep no passado, devido à certa semelhança física. A própria Close brincava com o fato, dizendo que só não as confundiam na hora de entregar os Oscar. É bem verdade que Streep já possui três decorando sua lareira em casa, e mais um recorde de indicações de todos os tempos. Close também começava sua trajetória de sucesso nos anos 1980, e se a colega Streep colecionou 6 nomeações, Close não ficou muito atrás com nada menos que 5 indicações no período. A diferença é mesmo a vitória que nunca veio. Os anos 80 trouxeram lembranças da Academia para Close pelos filmes O Mundo Segundo Garp, O Reencontro, Um Homem Fora de Série, Atração Fatal e Ligações Perigosas. Depois disso seriam mais 3 indicações, e nada do prêmio por enquanto. Erro que a Academia ainda pode consertar.

Recorde para Paul Newman

Um dos maiores astros da história de Hollywood, Paul Newman tinha em seu currículo 7 indicações ao Oscar até a década de 1980, incluindo duas já durante os anos 80, por Ausência de Malícia (1981) e O Veredito (1982). Recentemente, escrevi aqui no CinePOP sobre os únicos 6 atores indicados ao Oscar por viverem o mesmo personagem em filmes diferentes. Paul Newman, na década de 80, se tornava o quarto intérprete a realizar tal feito, depois de Bing Crosby, Peter O’Toole e Al Pacino. Depois de Newman viriam ainda Cate Blanchett e Sylvester Stallone. O filme em questão que trouxe outro trabalho indicado de Newman foi A Cor do Dinheiro (1986), comandado pelo mestre Martin Scorsese, que funciona como continuação de Desafio à Corrupção (1961). Com o filme, Paul Newman receberia sua primeira estatueta do Oscar por atuação e quebraria o recorde como primeiro e único ator a receber uma estatueta por um “personagem repetido”. Newman ainda receberia mais duas indicações em sua carreira, uma na década de 90 e outra na década de 2000.

Michael Caine – O Lacrador

Considerado um dos maiores atores de todos os tempos, o veteraníssimo Michael Caine, de 89 anos, possui quase 80 anos de carreira e espantosos 176 créditos como ator, entre filmes, séries de TV e filmes produzidos para a TV. Em sua maravilhosa trajetória, foram 6 indicações ao Oscar, o que pode parecer pouco para um ator de sua magnitude. Destas seis, duas ocorreram durante a década de 80, incluindo a primeira vitória (como coadjuvante) pelo filme de Woody Allen, Hannah e Suas Irmãs (1986). Apesar de ter sido honrado com o grande prêmio, Michael Caine infelizmente não estava presente para aceitar a estatueta e realizar um discurso de agradecimento. Acontece que o ator estava filmando o execrável Tubarão 4: A Vingança (1987), considerado um dos piores filmes de todos os tempos, e que renderia para Caine uma indicação de pior ator no Framboesa de Ouro. Ou seja, não apenas o ator não estava presente num dos maiores momentos de sua carreira, mas não estava por estar ocupado com um dos piores momentos de sua carreira. Sobre o fato o “lorde inglês” proferiu: “Eu nunca vi Tubarão 4, mas todos me dizem que é horrível. No entanto, eu vi a casa que construí com o dinheiro do filme, e é fantástica”. Drop the mic.

Uma Esnobada na Representatividade

Hoje muito se fala na representatividade racial no cinema. E ela é muito bem-vinda. Mas enquanto a mudança ocorria, ainda tínhamos certas injustiças sendo cometidas. Como por exemplo a falta de coragem da Academia em indicar o que muitos críticos e especialistas consideram um dos melhores filmes do fim da década de 80: Faça a Coisa Certa (1989), de Spike Lee. O filme fervoroso deu o que falar e estourou a bolha do nicho do cinema negro, migrando rapidamente para o grande público devido à sua propaganda boca a boca. Muitos davam como certa a entrada do longa entre os indicados a melhor filme, e como teria sido bom ver uma obra de tamanho peso e modernidade (para a época) entre os nomeados. Em cima da hora houve o acovardamento, como se o mundo ainda não estivesse preparado para isso. Nem mesmo uma indicação para Spike Lee como melhor diretor chegou a se concretizar. Numa espécie de prêmio de consolação para Faça a Coisa Certa, o Oscar o nomeou para roteiro e ator coadjuvante (Danny Aiello), sem vitórias. Por outro lado, a Academia dava o prêmio de melhor filme para Conduzindo Miss Daisy, filme que discute racismo da mesma forma que o recente Green Book (2018) faz, do ponto de vista dos brancos. Na década de 80 tivemos 10 atores negros indicados ao Oscar. Dentre eles, Morgan Freeman e Denzel Washington foram indicados duas vezes – com Washington saindo vitorioso da segunda indicação, por Tempo de Glória.

‘Blindspot’ é renovada para a 4ª temporada

A NBC renovou oficialmente a série ‘Blindspot‘ para a 4ª temporada.

Apesar do baixo desempenho nas noites de sexta-feira, o programa garante um bom retorno através das licenças internacionais.

A série acompanha uma vasta trama internacional que explode quando uma linda desconhecida aparece nua na Times Square, completamente coberta por misteriosas e complexas tatuagens, sem memória de quem é e de como chegou ali. No entanto, um nome se destaca em meio a todos os desenhos: o do agente do FBI Kurt Weller. Logo, eles descobrem que cada marca no corpo de “Jane” é um crime a se resolver, o que os levará para mais perto da resolução dos mistérios, incluindo a identidade da desconhecida.

A terceira temporada registrou uma média de 0.6 na demo. Em comparação com a temporada anterior, a série sofreu uma baixa de 39% na audiência.

 

‘The Walking Dead’ é renovada para a 10ª temporada

De acordo com o SpoilerTV, a AMC renovou ‘The Walking Dead‘ para a 10ª temporada. O canal ainda não confirmou a informação, mas a renovação não é uma surpresa.

Apesar a audiência em queda, a série ainda mantém uma boa audiência – especialmente para a televisão paga.

A série retornará com episódios inéditos em 10 de fevereiro.

‘The Walking Dead’ vai ganhar trilogia de filmes para TV com Rick Grimes de volta; Saiba mais!

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Apesar da saída de Andrew LincolnLauren Cohan da série, Lincoln vai estrelar uma trilogia de filmes no mesmo universo do programa, e os produtores já deixaram claro que as portas estão abertas para o futuro retorno de Cohan.

‘Law & Order: SVU’: Elenco fala sobre o legado da série em novo vídeo emocionante

A NBC divulgou um novo vídeo dos bastidores da 21ª temporada do drama investigativo ‘Law & Order: SVU‘, que traz uma retrospectiva sobre o importante legado da série.

Confira:

Criada por Dick Wolf, a franquia ‘Law & Order‘ possui seis derivados além da série original.

A trama acompanha Olivia Benson e sua equipe de elite do departamento de polícia de Nova York investiga crimes, incluindo agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica.

O elenco conta com Mariska Hargitay, Kelli Giddish, Ice-T e Peter Scanavino.

 

‘The Walking Dead’: Norman Reedus afirma que final da 10ª temporada terá batalha ÉPICA

Em entrevista ao EW, o ator Norman Reedus revelou que o último episódio da 10ª temporada de The Walking Dead‘ terá uma batalha épica, comparando-a com as de ‘Game of Thrones‘.

“[O último episódio] terá uma batalha épica. Será como uma daquelas guerras grandiosas de ‘Game of Thrones.”

Ele completa, “Foi muito divertido de filmar. Todos tiveram que se esforçar pois foram cenas cansativas. Filmamos cenas de batalha por horas até o amanhecer. Essas cenas serão lendárias.”

Vale lembrar que o último episódio da 10ª temporada foi adiado indefinidamente por causa da pandemia de Coronavírus, e deve estrear apenas no segundo semestre de 2020.

A série é baseada nas HQs homônimas de Robert Kirkman.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan e Khary Payton.

‘American Horror Story’: Frances Conroy é CONFIRMADA na 10ª temporada

Através de seu Instagram, o criador Ryan Murphy confirmou o retorno da veterana Frances Conroy na 10ª temporada de ‘American Horror Story‘.

Após ser questionado por um fã, Murphy declarou: “Nossa querida Frannie estará nessa temporada, de fato.”

A atriz foi vista na produção pela última vez em ‘Apocalypse‘, onde reprisou seus papéis como Myrtle e Moira.

O tema da 10ª temporada de ‘American Horror Story‘ continua sendo um mistério, mas Sarah Paulson, que retorna para o próximo ciclo depois de não ter participado de ‘1984‘, revelou alguns detalhes do que o público pode esperar de sua personagem.

Em entrevista a Entertainment Weekly, Paulson disse que a misteriosa persona terá “alguns problemas”, aparentemente um cabelo interessante e um ótimo nome.

“A personagem que vou interpretar este ano em ‘Horror Story’ tem alguns problemas, vamos dizer assim. Tenho um cabelo colorido, que nunca usei na vida ou no show. É o que posso contar. E tenho um nome ótimo. Isso também posso falar”.

Paulson também falou sobre os desafios de interpretar dois personagens bem diferentes em duas séries ao mesmo tempo, visto que dará vida a Linda Tripp na vindoura 3ª temporada de ‘American Crime Story’, cuja história é centrada no escândalo entre o ex-presidente Bill Clinton e na assessora Monica Lewinsky.

“Gosto de uma delas mais do que a outra, porque uma é mais legal e a outra me faz parecer com Linda Tripp. É isso. Apenas uma experiência diferente”.

É possível que o próximo ciclo de ‘AHS’ gire em torno de sereias ou criaturas marinhas.

O elenco do novo ano conta também com Kathy Bates, Leslie Grossman, Billie Lourd, Evan Peters, Adan Porter, Lily Rabe, Macaulay Culkin, Angelica Ross e Finn Wittrock.

Os novos episódios não têm previsão de lançamento.

‘Chucky’ enfrenta Michael Myers em novo comercial INCRÍVEL; Confira!

Para promover o lançamento da série ‘Chucky‘ e da sequência ‘Halloween Kills‘, um novo vídeo incrível foi divulgado, trazendo o encontro de dois ícones do gênero: o Brinquedo Assassino e o Michael Myers.

Confira:

A série ‘Chucky‘ será lançada no Brasil no dia 27 de outubro, através do Star+.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino.

A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco. 

‘Stranger Things’: Sadie Sink NÃO sabe o que acontecerá com a Max na série

Em entrevista ao Variety, Sadie Sink revelou que não sabe qual será o desfecho de sua personagem, Max Mayfield, na última temporada de ‘Stranger Things‘.

“Eu não sei [o que vai acontecer com a Max]. Até gosto de não saber o que acontecerá com ela para me surpreender quando ler [o roteiro], porque até mesmo a própria Max não sabe o que vai acontecer com ela. Então, por que eu deveria? Eu genuinamente não faço a menor ideia. É por isso que estou sempre ansiosa para ler os roteiros.”

Vale lembrar que o mesmo não pode ser dito sobre o David Harbour, que interpreta o Xerife Hooper: “Eu perturbei [os criadores da série] até eles me contarem o que irá acontecer. Eu sei como a série vai terminar e vai ser muito tocante e bonito.”

Os dois episódios finais da 4ª temporada serão lançados no dia 1º de julho.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Noites Alienígenas

 

Elenco:

Gleici Damasceno
Chico Díaz
Joana Gatis

 

Direção: Sérgio de Carvalho

Gênero: Drama

Duração: 91 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ 5 milhões

Estreia: 30 de Março de 2023

Sinopse: 

Uma Amazônia urbana, onde a ancestralidade dos povos tradicionais resiste frente à contemporaneidade que parece negar a floresta. Na periferia de Rio Branco, Acre, as vidas de três jovens amigos de infância se entrelaçam e, por fim, encontram-se em uma tragédia comum, em uma sociedade em transformação e impactada de forma violenta com a chegada do crime organizado do sudeste do Brasil.

Crítica:

Noites Alienígenas – Suspense e Ficção Científica se Misturam na Realidade da Capital do Acre (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Sérgio de Carvalho também assina o roteiro ao lado de Camilo Cavalcante e Rodolfo Minari;

» O longa é baseado no livro homônimo escrito por Carvalho;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Sangue será derramado no VIOLENTO trailer de ‘Shōgun’, nova série histórica do FX

O canal FX divulgou divulgou o novo trailer para maiores de ‘Shōgun‘, série baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell.

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Os dois primeiros episódios da produção irão estrear no dia 27 de fevereiro.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que co-assina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Deadpool 3’ ultrapassa ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ e se torna a 20ª MAIOR bilheteria da história

Sucesso! A sequência ‘Deadpool e Wolverine‘ já arrecadou US$ 1.334.5 bilhão nas bilheterias mundiais.

O longa conseguiu ultrapassar a bilheteria total de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$1.334.4B), entrando para o TOP 20 das maiores arrecadações da história do cinema.

Nos EUA, a produção soma US$ 635.2 milhões. Esta é a maior arrecadação de um filme para maiores no país, além de representar a quinta maior bilheteria doméstica da história da Marvel – superando ‘Os Vingadores‘ (US$ 622 milhões).

Mundialmente, o filme se encontra no TOP 7 das maiores bilheterias da história do MCU.

O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) e ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), além de ter se tornado a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas da animação ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B) – e o maior filme para maiores da história do cinema.

Confira o TOP 10 das maiores bilheterias do Universo Compartilhado da Marvel:

1) Vingadores: Ultimato (US$2.7B)
2) Vingadores: Guerra Infinita (US$2B)
3) Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (US$1.9B)
4) Os Vingadores (US$1.51B)
5) Vingadores: A Era de Ultron (US$1.4B)
6) Pantera Negra (US$1.34B)
7) Deadpool e Wolverine (US$1.3B)
8) Homem de Ferro 3 (US$1.21B)
9) Capitão América: Guerra Civil (US$1.15B)
10) Homem-Aranha: Longe de Casa (US$1.13B)

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 697.7 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$73.8M), China (US$59.7M), Austrália (US$44.5M), México (US$43.5M), e Alemanha (US$40.7M).

Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Descrito como um “slasher satânico”, novo thriller do roteirista de ‘Se7en’ ganha data de estreia

A 20th Century Studios finalmente anunciou quando o thriller ‘Psycho Killer‘, próximo filme do roteirista Andrew Kevin Walker (‘Se7en – Os Sete Crimes Capitais’), será lançado.

Descrito como um “slasher satânico”, o longa está programado para estrear no dia 20 de fevereiro de 2026.

Georgina Campbell (‘Noites Brutais’), Logan Miller (‘Escape Room’) e James Preston Rogers (‘The Blackening: Jogo Mortal’) serão os protagonistas.

Na trama…

Após o assassinato de seu marido, Jane Thorne (Campbell) é uma policial que tem como missão capturar um assassino em série conhecido popularmente como o Psicopata Satânico. Miller interpretará Marvin, um tímido jovem gótico que trabalha para um homem misterioso em sua enorme mansão.

O longa será dirigido por Gavin Polone, marcando sua estreia no comando de um longa-metragem.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Exit 8’: Trailer FINAL do terror japonês revela anomalias PERTURBADORAS; Confira!

O terror japonês ‘Exit 8‘ ganhou um novo trailer com cenas inéditas.

Baseado no popular jogo homônimo, o longa segue um homem preso em uma passagem infinita de metrô parte em busca da Saída 8. As regras de sua jornada são simples: não ignore nada fora do comum; se descobrir alguma anomalia, volte imediatamente; caso contrário, continue; em seguida, saia pela Saída 8. Mas, mesmo um único descuido o enviará de volta ao início. Será que ele alcançará seu objetivo e escapará deste corredor infinito?

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de abril.

Dirigido por Genki Kawamura, o filme é baseado no videogame homônimo de sucesso mundial criado pela Kotake Create.

O elenco conta com Kazunari Ninomiya, Yamato Kôchi, Naru Asanuma, Kotone Hanase, Nana Komatsu, Hikakin e Hirota Ôtsuka.

’13 Reasons Why’: “Acontece todos os dias, você queira ver ou não”, diz Selena Gomez sobre suicídio

Selena Gomez veio a público defender o suicídio televisionado da série ‘13 Reasons Why’.

A cantora e produtora executiva do programa original da Netflix concedeu uma entrevista ao Elvis Duran and The Morning Show on Monday e foi pontual em dizer que a cena é uma realidade diária, ainda que muitos insistam em dar as costas a ela.

Segundo Selena:

“Isso acontece todos os dias, quer você queira ver ou não. O conteúdo é complicado. Além de obscuro, alguns momentos cruciais são realmente difíceis de digerir e eu compreendo que fizemos uma série que não é fácil. No entanto, as crianças de hoje em dia estão expostas a tipos de coisas que eu jamais tomaria ciência aos oito anos de idade. Meu tio é professor do terceiro ano do Ensino Fundamental e essa nova geração está fazendo e dizendo coisas que eu jamais pensaria”.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

Crítica | ‘Perdidos no Espaço’ – Primeiras Impressões

Desafiar as fronteiras espaciais foi a marca dos anos 60. Com a então União Soviética avançando em ritmo acelerado, os Estados Unidos se viu incentivado a superar o país nos desbravamentos do desconhecido. O investimento na NASA e em todo o seu trabalho levou ao primeiro passo na lua, na dobra final da década, lá em 1969. E como parte desse contexto histórico, a televisão refletia os esforços em uma leva de séries sci-fi com temática extraterrestre. Aterrissar em outros planetas, descobrir vida além da Terra e a dinâmica entre raças distintas foram as temáticas de Terra de Gigantes, Viagem ao Fundo do Mar, Star Trek e Perdidos no Espaço. Esta última ganha novo fôlego, em uma era onde a Terra volta a ser o grande foco das principais discussões mundiais. Em um planeta que parece anunciar a sua futura extinção, o remake do clássico de Irwin Allen nunca foi tão pontual e preciso.

O investimento da Netflix na produção de séries de TV é inerente. A cada nova produção, novas barreiras são rompidas. E em se tratando de espaço, não há espaço algum para amadorismo. Em um universo criativo onde galáxias se aproximam do realismo palpável e a gravidade é desafiada em obras surpreendentes como Interestelar e, por que não, Gravidade, brincar de desbravar outras atmosferas exige um certo profissionalismo. A plataforma de streaming entende que compactar essa infinidade espacial exige cuidado e faz em seu remake de Perdidos no Espaço um primor aos olhos. Esteticamente fascinante, a releitura do clássico de 65 ganha novas cores, formas e ainda mais corpo, com o auxílio da tecnologia ultra avançada no tratamento dos efeitos especiais e visuais.

A narrativa se espelha em sua origem, mas com uma nova motivação – tão plausível como a inicial. Com o nosso planeta em decadência, mergulhado nos efeitos permanentes e mortais do aquecimento global, não há mais solução para a Terra. A resposta se encontra em Alpha Centauri, a versão ideal para a perpetuidade da vida humana. Chegar a essa terra prometida é um desafio, condecorado apenas aos mais ilustres terráqueos. E neste contexto social onde o mundo é distinguido pela expertise, caráter e personalidade alheia, os Robinson renascem com todos os seus pares e um elemento cativante, impresso na diversidade. Ao contrário da trama nativa, alguns papéis são adaptados para compreender os personagens mais particulares, com raízes negras e latinas.

As mulheres se destacam, não apenas por reconfigurar alguns dos papéis, mas por sua perspicácia no contexto narrativo. Com Molly Parker como a matriarca, reprisamos o mesmo viés emponderado da personagem Jackie Sharp, de House of Cards. Destemida e decidida, ela dá vida a uma inteligente cientista, que transborda o mesmo grau de sabedoria em sua filhas. Esta, mesma didática, se repete na formação de todos os protagonistas, que são construídos em camadas. Nos primeiros cinco episódios, liberados pela Netflix, já é possível perceber o grau de profundidade que cada um deles possui. Arranhando apenas a superfície de figuras tão distintas, este início de Perdidos no Espaço é um prelúdio para uma série de desdobramentos que cada arco trará. Muito mais que núcleos narrativos, a produção se apresenta como aquela que vai transpor algumas barreiras não rompidas pela original.

A complexidade na conceitualização e consolidação de seus protagonistas é um dos elementos chave que encorpa a trama. A partir do potencial, caráter e habilidade de cada um, a trama se desabrocha ainda mais. Partindo das motivações pessoais, o enredo se entrega aos olhos do espectador, em uma sucessão eletrizante de eventos. Com um episódio de abertura de impacto, temos pouco mais de uma hora em uma extasiante jornada, que acelera os batimentos cardíacos e anuncia a chegada de uma nova produção que não apenas pretende reinventar sua predecessora, como hipnotizar o público familiar. Bem desenvolvida por Matt Sazama e Burk Sharpless, ela propositalmente abrange um leque de audiência extensivo, que alcança todos os apaixonados pela ficção científica, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos.

Ainda pode ser um pouco cedo para consagrar Perdidos no Espaço como uma das grandes séries do catálogo original da Netflix, mas seu potencial é evidente. Transformando o teor cômico do clássico sessentista em um drama permeado por temáticas bem sérias, a releitura mantém algumas referências nostálgicas, para aqueles que cresceram ao som da música tema da série de Irwin Allen. Ao mesmo tempo, ela atrai esta nova audiência, que delira com efeitos especiais mirabolantes nas telonas do cinema. E com John Williams dando um novo toque na canção de abertura, a produção caminha rumo a uma longa jornada, sem medo de sair da sua zona de conforto, com assuntos mais densos. A experiência sinestésica é real. Se ela continua até o fim da temporada? É aguardar para ver.

‘O Justiceiro’: Jon Bernthal já se conformou com a possibilidade de cancelamento da série

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ pode, muito bem, também ser sua última. E para o intérprete do personagem homônimo, Jon Bernthal, essa expectativa já não é mais um problema.

Em uma entrevista à revista Variety, ele afirmou estar em paz com a possibilidade e que não se preocupa com aquilo que não consegue controlar.

Disse:

“Eu sei qual é a realidade da situação e estou em paz com isso. Só realmente me preocupo com as coisas que posso controlar. Quando se trata de fazer o meu trabalho, quando estou interpretando o personagem, quando está bem ali diante de mim, eu farei tudo o que for preciso para fazer isso da melhor forma possível. Mas nesse ramo há tanto que não consigo controlar. E, independente do que está acontecendo com essas séries, essas decisões são feitas em salas das quais eu não sou convidado e tudo bem”.

Confira:

Essa deve ser a última temporada da série.

Na nova temporada, Frank Castle (Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

O elenco inclui Jon Bernthal, Deborah Ann Woll, Amber Rose Revah, Jason R. Moore e Ben Barnes.

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ irá estrear na plataforma no dia 18 de janeiro.

‘Viúva Negra’ Rachel Weisz e Florence Pugh em nova imagem do filme; Confira!

O filme solo da ‘Viúva Negra‘ é o grande destaque da nova edição da revista EW e além de estampar a nova capa da publicação, a adaptação dos quadrinhos ainda teve uma nova imagem divulgada.

A foto em questão traz a protagonista homônima ao lado das atrizes Rachel Weisz e Florence Pugh e foi compartilhada com exclusividade pela revista.

Confira:

Marvel Studios’ BLACK WIDOW
L to R: Melina (Rachel Weisz), Black Widow/Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) and Yelena (Florence Pugh)
Photo: Jay Maidment
©Marvel Studios 2020

Lembrando que ‘Viúva Negra’ estreia nos cinemas nacionais em 01 de maio.

Segundo o Box Office Pro, as projeções iniciais indicam que o filme solo da heroína deve arrecadar US$ 115 milhões no mercado doméstico, em seu fim de semana de estreia.

Já as expectativas mais baixas de arrecadação pontuadas pelo portal apontam para US$ 90 milhões, enquanto as mais altas indicam US$ 130 milhões.

Caso o faturamento de ‘Viúva Negra‘ corresponda às projeções de US$ 115 milhões, é esperado que a produção abocanhe mais de US$ 300 milhões só nos Estados Unidos, ao final de seu período em exibição nas telonas.

Segundo o portal Deadline, a Disney não planeja alterar a estreia nas telonas, em virtude do surto de coronavírus ao redor do mundo. Rumores apontavam que a produção, que chega no dia 01 de maio de 2020,  seria transferida para novembro deste ano, assumindo a data de lançamento estabelecida para o filme ‘Os Eternos’.

No entanto, a publicação salientou que a Casa do Mickey pretende manter a estreia como já fora pré-defina, monitorando o atual quadro mundial, por segurança.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘The Equalizer’: Série com Queen Latifah será bem diferente da franquia ‘O Protetor’

Embora a série ‘The Equalizer‘ seja baseada na franquia cinematográfica ‘O Protetor‘, estrelada por Denzel Washington, os fãs podem esperar uma abordagem “bem diferente” da nova produção, que teve sua estreia no último domingo (07).

A informação foi revelada pela protagonista, Queen Latifah, durante sua participação virtual na turnê de imprensa da Associação dos Críticos da Televisão. Na ocasião, ela ainda refletiu sobre o grandioso impacto da saga de filmes estrelada pelo aclamado vencedor do Oscar:

“Estou absolutamente empolgado e adoro o fato de Denzel ter tornado este produto relevante novamente, porque eu assistia a série original quando criança. O que Denzel fez com os filmes foi incrível. Na verdade, ele estabeleceu um padrão, mas também nos deu muito espaço para seguir em uma direção completamente diferente”.

Confira o trailer:

Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.

Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira também estrelam a produção.

A série original de ‘O Protetor’ foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.

Andrew MarloweTerri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.

‘The Marvelous Mrs. Maisel’: Midge Maisel está pronta para voltar aos palcos no belo cartaz da 4ª temporada

A aclamada série de comédia ‘The Marvelous Mrs. Maisel’ retorna em breve na Amazon Prime Video e sua 4ª temporada ganhou um belo cartaz oficial.

O pôster traz a personagem Midge Maisel (Rachel Brosnahan) pronta para fazer o seu retorno aos palcos como uma comediante stand-up.

Confira:

Assista ao resumão das três temporadas anteriores e siga o CinePOP no YouTube:

Os novos episódios chegam ao streaming de 18 de fevereiro.

Milo Ventimiglia Kelly Bishop também farão parte da quarta temporada.

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Crítica | O Futuro Adiante – Filme argentino fala sobre cumplicidade e conflitos de amizade

Do primeiro amor, passando pela maternidade ao divórcio, o argentino O Futuro Adiante (El futuro que viene) é um conto em três atos sobre amizade entre duas mulheres com distintas características, possivelmente o que as une é também o que as repele em vários momentos da vida. Estreante na direção de um longa-metragem, Constanza Novick entrega uma obra delicada, no entanto, sem ritmo para a emoção e sem tenacidade ao drama.

Como todos os relacionamentos, a amizade é uma seara de expectativas e desilusões, a qual é quase impossível se desprender totalmente ao relembrar as intimidades compartilhadas. Assim, portanto, Romina (Dolores Fonzi) e Florencia (Pilar Gamboa) seguem os seus percursos pela vida em reencontros mesclados de alegria e mágoa.

Ao início, as meninas estão juntas ensaiando uma coreografia e ambas sonham em tornar-se bailarinas ao fim dos anos 80. Romina mora com a mãe solteira, enquanto Flor e sua irmã caçula lidam com divórcio dos pais. Ao meio disso, Flor está apaixonada por Mariano, sendo este o seu maior interesse. Enquanto Flor sonha com a sua paixonite, Romina revela em seu diário (e ao espectador) gostar do mesmo rapaz, mas deixa o caminho livre para amiga.

O fim do primeiro ato apresenta o lado egoísta de Flor e o altruísta de Romina. Em um salto temporal, Flor já é uma roteirista de telenovelas bem-sucedida que deixa o México e retorna à Argentina para fugir de um relacionamento. De favor, ela passa uma temporada na pequena casa que Romina divide com o marido (Esteban Bigliardi) e a filha recém-nascida.

Apesar dos eventuais sinais de depressão pós-parto de Romina, Flor encontra-se absorta em seus próprios problemas e dilemas, até desaparecer, de repente, e deixar a amiga desesperada, o que traça um paralelo com o final do primeiro ato.

A saga se encerra na atualidade, quando a mãe de Romina falece e deixa sua antiga casa à sua única herdeira. As amigas agora têm filhas na pré-adolescência, assim como as protagonistas no início do filme.  Esta é a melhor parte, em que a interpretação de ambas atrizes aflora na tela ao discutirem suas prioridades.

Neste último reencontro, Romina lida com o divórcio e Flor se regozija de sua vida familiar. São evidentes os conflitos e a cumplicidade entre as duas, no entanto, o filme nos toma os momentos de melhor embate retirando-os da história, como a supressão do capítulo de um livro.

É válido deixar o público conectar os pontos do enredo, mas as escolhas de cortes prejudicam o que poderiam ser os grandes momentos de emoção, exatamente o que falta ao filme. Ou seja, O Futuro Adiante é regular e frustrante, pois possui um potencial maior do que apresenta.

Longe do melodrama, a obra argentina ressalta com qualidade uma verossimilhança das relações de amizade, bem distintas daqueles amores incondicionais ou interesseiros manifestados nos filmes de Hollywood. Por outro lado, falta ao longa elementos cinematográficos que simbolizem a angústia, a culpa e a tensão das personagens.

Todos as cenas são abordadas com um tom ameno, quando a situação nos instiga a mais veemência. É difícil não comparar o enredo de Constanza Novick com a comédia dramática Amigas Para Sempre (1988), de Garry Marshall. Contudo, enquanto o lançamento deixa os elementos condutores de empatia de fora, o outro tenta arrancar lágrimas com direito a pôr do sol no horizonte e música melancólica.

‘Círculo de Fogo: A Revolta’: Cenas inéditas destacam as habilidades dos Jaegers; Vem ver!

O ator John Boyega divulgou um vídeo com cenas inéditas de ‘Círculo de Fogo: A Revolta’, mostrando as habilidades dos Jaegers. Confira:

A página de ‘Círculo de Fogo: A Revolta’ no Twitter também divulgou novo comercial do filme. Confira:

‘Círculo de Fogo: A Revolta‘ tem estreia prevista para 23 de Março de 2018 em circuito nacional.

Guillermo del Toro, roteirista e diretor do primeiro filme, serviu como consultor de ‘Círculo de Fogo: A Revolta’.

O diretor foi consultado pela direção ao longo da pré-produção e filmagem, compartilhou ideias visuais e até mesmo para o desenvolvimento da trama, de acordo com o produtor Cale Boyter  para o site Coming Soon.

“Nós enviamos tudo para ele. Ele ama o John Boyega. Obviamente, tudo que fizemos ele tocou de alguma forma e nos enviou notas”

A aventura épica traz John BoyegaJing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day no elenco.

‘The Onania Club’: Terror do diretor de ‘Centopeia Humana’ ganha trailer chocante

O diretor Tom Six está de volta, após três anos desde o último filme da franquia ‘Centopeia Humana’, agora prometendo um filme “ainda mais chocante e polêmico” que a sua última trilogia.

Trata-se do terror ‘The Onania Club’, cuja trama vem sido tratada com sigilo total pela produtora, porém, um trailer e um pôster foi divulgado, mostrando que o filme terá “muitas personagens femininas fortes”. Confira:

O elenco inclui Jessica Morris, Darcy DeMoss, Deborah Twiss, Karen Strassman e Flo Lawrence.

O polêmico filme ainda não possui data de estreia.

 

Crítica ‘Cavaleiro da Lua’ | Série prova que Marvel pode ter heróis independentes

A série do Cavaleiro da Lua chegou como quem não queria nada, mas logo se mostrou um entretenimento de primeira. Marcada por atuações fantásticas e personagens interessantíssimos, a produção não fez questão de se conectar a outros eventos do MCU, apesar de ter algumas sugestões. O que acabou por engrandecer o projeto.

Para começar esta crítica, é necessário apontar que enfim a Marvel entendeu o formato de série. Enquanto a maioria de suas produções anteriores eram praticamente filmes divididos em capítulos, Cavaleiro da Lua soube trabalhar sua trama episódio por episódio, deixando ganchos e fazendo o público ficar ansioso pela trama da semana seguinte. Para um empresa que não faz muito tempo que começou a investir em séries, compreender esse formato e suas diferenças para o cinema é algo fundamental.

Dito isso, a direção dessa série foi fundamental para seu sucesso. Particularmente, é difícil lembrar de alguma outra produção do MCU que tenha conseguido trabalhar tão bem a fotografia quanto neste seriado. Nos últimos anos, alguns comentários passaram a descrever fotografia de produções audiovisuais como “bonita” ou “feia”, sendo que isso ignora completamente o papel real desse aspecto técnico, que é a funcionalidade narrativa.

Em Cavaleiro da Lua, a fotografia funciona quase como um personagem à parte, ajudando efetivamente a contar a história e a estabelecer personagens. Em momento algum os enquadramentos te deixam esquecer das características dos protagonistas ou do viés heroico ou vilanesco de quem está em tela.

E por ser dirigida por um egípcio, a série traz uma valorização muito grande da cultura local, fugindo daqueles clichés hollywoodianos do país africano. Quem for apaixonado pela cultura egípcia, com certeza vai se deliciar com as passagens pelo Cairo e suas particularidades. Infelizmente, porém, quem mora no país ainda não conseguiu assistir a série, já que, pasme, o Disney+ ainda não foi disponibilizado no Egito. Pois é, uma baita bola fora da Disney, que vende uma representatividade sensacional na série, mas não disponibiliza o serviço para que a produção seja assistida no próprio país que homenageia.

Essas homenagens acontecem em uma trama amarradinha que flerta com a própria loucura de seu protagonista, que sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade enquanto vive as consequências de ser um vendedor tímido e reservado de Londres, e um mercenário aventureiro que percorre o mundo servindo como o avatar do deus egípcio Khonshu.

É interessante reparar como a trama consegue se desenvolver sem se apoiar nos grandes eventos ou recorrer a participações de personagens já estabelecidos do MCU. É uma série que funciona de forma independente e em meio a tantas produções interligadas nesse universo, acabou sendo um sopro de ar fresco ver um projeto que se sustenta por si.

No entanto, dentre todas essas particularidades, quem rouba a cena mesmo é Oscar Isaac, que interpreta o protagonista. A forma como ele transita entre Steven Grant e Marc Spector apenas por meio de postura e expressões faciais é digna de pelo menos uma indicação ao Emmy por Melhor Ator.

É um trabalho tão magnífico e bem realizado que os mais antigos vão lembrar da transição do Superman para o Clark Kent de Christopher Reeve, em Superman (1978). Sim, é nesse nível, mas agora sem tempo de trocar o uniforme. Na reta final, inclusive, há um momento em que essa troca de personalidades acontece na mesma cena. É brilhante.

A forma como essas múltiplas personalidades são abordadas claramente é apoiada pela atuação de Isaac, mas só funciona mesmo porque cada uma delas é interessante o bastante para segurar o protagonismo da produção. Ou seja, é incrível assistir a cada um deles, seja Steve, Marc, o Cavaleiro ou o Senhor Da Lua em cena. E vale ressaltar a fidelidade da adaptação de quase todos eles. O que se distanciou mais foi o Senhor Da Lua, mas mesmo assim é praticamente impossível não gostar dele em tela.

Por fim, o elenco de apoio conseguiu ter seus momentos de protagonismo e o gancho deixado ao final da série só nos faz lamentar que a Disney não tenha renovado a produção para uma segunda temporada. Talvez ele retorne em um filme, ainda mais agora que o universo sobrenatural da Marvel está se desenvolvendo.

E se fica uma crítica mais profunda, é realmente ao CGI de alguns episódios. Nada que comprometa, mas em alguns momentos fica aquém do que a própria já mostrou ser capaz no passado. Por outro lado, da metade da série para o final, a computação gráfica fica impecável. Principalmente ao abordar os deuses e o confronto final.

Em outras palavras, a série é uma produção interessantíssima, com direção e atuações afiadas para entreter aos fãs e a quem não conhecia o personagem previamente. Caso seu retorno seja acertado, o MCU ganha um personagem maravilhoso para encantar o público com suas excentricidades nos próximos anos.

Nota: 9

Cavaleiro da Lua está disponível no Disney+.

 

Crítica | Downton Abbey II: Uma Nova Era – A Modernidade Finalmente vai ao Encontro da Aristocracia

Mudanças trazem desconforto. Não é fácil abrir mão de algo por conta de uma nova tendência da moda. Tem gente que encara as mudanças com mais animação, ao passo que outras pessoas – geralmente mais velhas – têm mais receio e mais conservadorismo com relação aos novos ventos que sopram. A verdade, porém, é que por mais que se relute, novos estilos acabam emergindo na sociedade, não importa o tempo em que estamos. E, particularmente, o período de maior agitação cultural na história da humanidade foi a transição do século XIX para o século XX (e as primeiras décadas deste) – período de instauração da Modernidade. Na rebarba desse tempo, chega aos cinemas brasileiros esta semana o filme ‘Downton Abbey II: Uma Nova Era’, continuação direta do longa anterior e da série televisiva de sucesso.

O marido de Lady Mary (Michelle Dockery) continua viajando, e ela se sente muito só. Quando um cineasta, Sr. Barber (Hugh Dancy), telefona aleatoriamente, perguntando sobre a possibilidade de gravarem um filme na mansão de Downton Abbey, Mary enxerga nessa ocasião um enorme desafio, mas também uma ótima oportunidade de conseguirem uma grana para consertarem o telhado. Ao mesmo tempo, uma notícia inquietante chega para a matriarca Lady Violet (Maggie Smith): a inesperada herança de uma vila no sul da França, deixada por um antigo amor do passado. Por conta disso, Cora (Elizabeth McGovern), Tom (Allen Leech), Anna (Joanne Froggatt) e Mrs. Crawley (Hugh Bonneville) decidem viajar até o local, a fim de desvendar esse mistério. Também por isso, os funcionários da mansão terão que se redobrar para atender às duas demandas.

O roteiro de Julian Fellowes objetiva fazer com que o enredo aristocrático, que proporcionou o sucesso da franquia até agora, finalmente chegue à modernidade, aproximando um pouquinho mais o tempo narrativo à realidade do espectador. Isso se dá com o plot da tal filmagem cinematográfica (que, por sua vez, retrata a realidade da própria franquia, uma vez que a produção a toda hora tem que pedir aos proprietários de Downton Abbey para filmar na mansão), através dos personagens Myrna (Laura Haddock) e Guy Dexter (Dominic West), que interpretam os atores do cinema mudo em tensa transição para o cinema falado.

Entretanto, ainda que a metalinguagem de ‘Downton Abbey II: Uma Nova Era’ seja muito legal para os cinéfilos, a direção de Simon Curtis é frouxa, de modo que o resultado final de seu longa é uma sequência de picotes agrupados um após o outro, com transição abrupta entre as tramas e pouca continuação para costurá-las. O resultado é uma inquietante sensação de que nenhuma trama tem o tempo certo, com tudo sendo propositalmente acelerado para caber dentro do tempo do longa. Uma pena, pois certos acontecimentos deste filme deveriam ter recebido maior dedicação.

Andando conjuntamente com duas tramas principais ao mesmo tempo, ‘Downton Abbey II: Uma Nova Era’ se constrói em duas horas recortando um bocado de coisa, mas, por fim, entrega uma história de transição muito interessante. Só que, também, deixará os fãs intrigados sobre o futuro da franquia, pois ao mesmo tempo que finaliza encaminhando todos os personagens aos seus destinos, como quem quer encerrar a história, também meio que passa o bastão do elenco original para uma nova turma, ainda por vir na franquia. Qual das duas opções será seguida pela Universal Pictures, só o tempo dirá.

As 10 Melhores Séries de 2018

Chegou a hora de conhecer a nossa lista das dez Melhores Séries de 2018. E, como sempre, é uma tarefa pra lá de ingrata. Num cenário de centenas de produções, é difícil escolher só dez sem deixar coisas importantes de fora. Queridinhas como La Casa de Papel, Demolidor, Brooklyn Nine-Nine e One Day at a Time acabaram fora da seleção, o que só mostra que vivemos, de fato, um período muito fértil no mundo das séries.

É importante destacar que a lista representa a opinião do CinePOP. Mas também queremos saber a sua! Então, não deixe de participar através dos comentários.

Nossa seleção também optou por deixar de lado realitys e séries documentais, o que explica a ausência de hits como Queer Eye e Wild Wild Country.

10. The Good Place

Desde o incrível plot twist no final da primeira temporada que The Good Place tem se aprimorado em surpreender os espectadores. Foi assim ao longo do segundo ano e novamente, agora, no terceiro. A atual temporada, exibida no Brasil pela Netflix, começou sem empolgar muito, colocando a dúvida nos fãs de que o formato poderia estar se desgastando. Mas logo foi esquentando e voltamos a nos deparar com episódios realmente empolgantes. A série funciona como comédia, como romance e até como reflexão do mundo, com direito, literalmente, à aulas de filosofia. A terceira temporada trouxe momento marcantes. Tivemos a participação de Larry Hemsworth, quarto (e fictício) irmão Hemsworth, totalmente complexado por ser o “feio” da família; um episódio com toda turma com o corpo de Janet; mais bastidores dos lugares entre o lugar bom e o lugar ruim, com direito a conhecermos os escritórios de contabilidade responsáveis por analisar a pontuação que as pessoas acumulam durante a vida; e muito mais. Tivemos até um Chidi sem camisa, o que pegou muita gente de surpresa. Uma série para ver e rever nos dias mais pra baixo.

9. The Handmaid’s Tale

Aquela que foi provavelmente a melhor série de 2017 segue no top 10 no ano que chega ao fim. Mas temos que reconhecer que houve uma queda de qualidade. Ou pelo menos um desgaste. Exibida no Brasil pela Paramount Channel, The Handmaid’s Tale oferece uma crítica política e reflexão feminista fundamentais para os dias atuais, ainda que exagere um pouco no sofrimento neste segundo ano. Há definitivamente um valor, mas também deixa o questionamento: não é sofrimento demais? O público (e as personagens) não merecem um alívio sequer? Ainda assim, não dá pra ignorar o grande trabalho do elenco, especialmente das protagonistas Yvonne Strahovski e Elisabeth Moss. Está longe de ser uma série fácil de se ver, mas segue sendo uma produção necessária. É torcer para o terceiro ano retomar o nível de qualidade da temporada de estreia.

8. Killing Eve

Série sensação do ano nos Estados Unidos, Killing Eve chegou quietinha no Brasil, na Globoplay, mas é uma produção que merece bastante atenção. Estrelada pela ótima Sandra Oh, a eterna Dra. Cristina Yang de Grey’s Anatomy, a série acompanha Eve (Oh), uma agente do serviço de segurança britânico que investiga uma talentosa e envolvente assassina profissional (Jodie Comer). Aos poucos, Eve vai despertando a atenção da vilã e desenvolvendo um jogo de gato e rato nada convencional. Killing Eve é quase sempre surpreendente e tem como mérito principal construir duas protagonistas realmente interessantes. O público, muitas vezes, se verá na dúvida sobre para quem torcer. É mais uma série a colocar mulheres em papéis importantes e complexos. Não apresenta soluções fáceis e deixa o espectador querendo mais. Felizmente, a segunda temporada está mais do que confirmada.

7. Homecoming

Julia Roberts já vinha ensaiando uma aproximação do mundo fora das telonas desde que atuou no premiado telefilme da HBO The Normal Heart. Agora, embarca como protagonista da série Homecoming, da Amazon Prime Video. E o resultado é muito interessante. Baseada em podcast criado por Eli Horowitz e Micah Bloomberg, a série pode ser definida em uma palavra: instigante. É uma experiência curiosa. No início, há a sensação de que nada está acontecendo, mas tudo vai crescendo e o quebra-cabeças vai se montando. Roberts é o grande destaque do elenco que conta ainda com as ótimas presenças de Stephan James, Bobby Cannavale, Sissy Spacek e Dermot Mulroney (sim, temos um reencontro de O Casamento do Meu Melhor Amigo na área). É impossível não elogiar também a envolvente direção de Sam Esmail. O criador de Mr. Robot comanda todos os episódios da primeira temporada.

6. Barry

Renomado comediante do Saturday Night Live, Bill Hader ainda está um pouco longe de ser muito reconhecido no Brasil. Alguns podem até reconhecê-lo de comédias como Descompensada, Ano Um ou Uma Noite no Museu 2, mas com certeza não tiveram a oportunidade de apreciar sua versatilidade e talento como ator. Até Barry. A série da HBO investe numa comédia absurda, mas que é pautada por um tom bem sóbrio. Hader é um assassino profissional que, por causa de um novo serviço, acaba embarcando na cena do teatro independente de Los Angeles. Com isso, a série brinca com este cenário de LA, em que todos procuram a fama, ao mesmo tempo em que constrói um interessante background para a vida do crime do personagem. Uma série absurda, mas também muito humana.

5. Better Call Saul

Já dá para dizer que Better Call Saul é melhor que Breaking Bad? Talvez ainda não. Seria um exagero. Mas é certo dizer que o spin-off está chegando cada vez mais perto da obra original a cada temporada que passa. E oferecendo elementos diferentes, mas não menos ousados. O ótimo Bob Odenkirk nasceu para interpretar Jimmy McGill. É impressionante como ele consegue nos fazer torcer pelo personagem mesmo diante de condutas absurdas. Vince Gilligan prova que Breaking Bad não foi algo ocasional e coloca seu nome dentre os maiores autores da TV americana. A quarta temporada de BCS registra a maior transição de Jimmy e também é a que conta com mais referências à Breaking Bad. Não parece distante o dia que iremos nos deparar com participações de Bryan Cranston e Aaron Paul na produção, ainda mais se levarmos em conta que Vince já começou a falar sobre esta possibilidade, que era tida como inexistente até pouco tempo atrás.

4. Sharp Objects

A série da HBO baseada no best-seller Objetos Cortantes conseguiu transportar bem a obra de Gillian Flynn para as telinhas. Em alguns momentos, dá a impressão de que não precisava de tantos episódios, mas também é certo que alcança momentos sublimes. Muito por conta de seu elenco. Amy Adams arrasa na pele de uma repórter com problemas de alcoolismo que volta para a cidade natal para investigar um assassinato. Lá, é obrigada a confrontar os traumas do passado, muitos frutos da relação com a mãe vivida pela incrível (e assustadora) Patricia Clarkson. Chris Messina e a jovem Eliza Scanlen completam o time principal, e fazem bonito. Impossível não destacar também o trabalho do diretor Jean-Marc Vallée. Após Sharp Objects e Big Little Lies, a HBO deveria oferecer um contrato vitalício para o cineasta canadense.

3. A Maldição da Residência Hill

Provavelmente a série mais falada (e maratonada) do ano. A Maldição da Residência Hill é uma obra que diverte, assusta e faz pensar. Uma série de terror rara, que não usa de meros artifícios para criar sustos, optando sempre pelo caminho mais difícil, o de criar uma atmosfera quase que permanentemente assustadora. Não bastasse, ainda inova tecnicamente, com longos planos-sequência e um design de produção detalhado. O episódio VI é um dos melhores capítulos de séries dos últimos anos. E o elenco? O elenco é maravilhoso. Desde o time infantil, com destaque para Mckenna Grace, Violet McGraw e Julian Hilliard, aos mais velhos, como Oliver Jackson-Cohen e Kate Siegel. Nomes mais conhecidos, Carla Gugino e Henry Thomas (o Elliott de E.T. – O Extraterrestre) são as figuras ideias no jogo de terror entre a Residência Hill e a triste família Crain. A série trata o roteiro como algo mais importante que os sustos gratuitos, e isso faz total diferença.

2. The Americans

The Americans é uma série que merece um reconhecimento maior do que o que teve ao longo de suas seis temporadas. Tanto por parte do público, quanto por parte das premiações oficiais. Foram necessários seis anos até o Emmy se dar por vencido e reconhecer um dos protagonistas com um prêmio de atuação (Matthew Rhys). Mas ainda é triste saber que Keri Russell não teve a mesma sorte por seu incrível trabalho como Elizabeth Jennings. Lembrando um pouco o que acontecia com Mad Men – outro clássico das séries -, The Americans nunca precisou de grandes reviravoltas e acontecimentos para contar sua história. E foi assim até o final. Focou sim no desenvolvimento de personagens e na condução de uma narrativa sempre instigante e envolvente. É uma série que vai deixar saudades. Mas também foi bom ver acabar no topo.

1. Atlanta

É difícil acreditar que o Troy de Community se tornou uma das maiores personalidades do mundo da cultura pop. Mas sim! O mundo é de Donald Glover. O mundo da música (fez muito barulho como Childish Gambino), do cinema (foi das coisas que salvou em Han Solo: Uma História Star Wars) e das séries. Ele é protagonista de Atlanta, sobre a cena do rap na cidade americana que dá título à trama. Glover consegue criar uma das comédias mais inteligentes da TV americana na atualidade. Além disso, não tem nenhum medo de arriscar. Atlanta conta com episódios sem seus protagonistas e outros que parecem nem fazer parte da série, de tão isolados da narrativa principal. O maior objetivo é contar histórias, sem precisar ficar preso à fórmulas da indústria. Isso é ainda mais relevante quando lembramos que não é uma produção do streaming. No FX, conta com episódios semanais. Isso significa que quando investe numa narrativa paralela, teria mais chance de irritar os fãs que esperaram uma semana pelo episódio. Mas os fãs da série já aprenderam desde o início que podem esperar pelo inesperado. Atlanta fala sobre racismo, sobre indústria, sobre arte e sobre família. E tudo isso em episódios de 30 minutos, leves e repletos de bons momentos. Vale dar uma chance!

Bônus: Everything Sucks!

Ok, ok. Sabemos que existem séries melhores que Everything Sucks! que ficaram de fora da nossa seleção, mas escolhemos destacar a produção como uma forma de protesto. Poxa, Netflix, precisava mesmo cancelar a série? É verdade que a primeira temporada é irregular, mas ao mesmo tempo ofereceu alguns dos momentos mais fofos vistos na TV/streaming em 2018. Com um elenco infantil cativante, temas atuais, uma nostalgia contagiante e uma trilha de emocionar, Everything Sucks! merecia uma melhor sorte. Ainda mais num cenário em que a Netflix renovou coisas bem piores. Sim, estamos falando de Insatiable. É difícil aceitar que não iremos seguir com a história de Luke, Kate e companhia, ainda mais após o grande cliffhanger da primeira temporada. Para superar, só ouvindo muito Oasis.

‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’: Diretor promete surpresa na cena pós-créditos

Em entrevista ao site TotalFilm, o diretor Ruben Fleischer revelou que está guardando algo interessante para os espectadores que ficarem nas salas de cinema até depois dos créditos de ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’.

“Eu compartilho do amor de Bill Murray [pela cena pós-créditos do] primeiro filme”, ele comentou.  “Não sei como vamos superar aquilo, mas, se alguém ficar até o finalzinho, talvez tenham uma surpresa bem legal…”.

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/2552416658123035?s=100024688641357&v=e&sfns=cl

Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Despertar’: Ava DuVernay e Victoria Mahoney vão produzir nova série da Amazon

Segundo a VarietyAva DuVernayVictoria Mahoney estão desenvolvendo uma nova série sci-fi para a Amazon, intitulada ‘Despertar’ (‘Dawn’, no original).

A produção será baseada no romance de 1987 assinado por Octavia E. Butler, o qual faz parte de uma trilogia que continua com ‘Adulthood Riter’‘Imago’ – compondo a comumente chamada ‘Lilith’s Brood’.

A narrativa gira em torno de uma mulher negra, Lilith Iyapo, que é mantida em cativeiro por uma raça alienígena cuja ascensão ao poder após um apocalipse nuclear destruiu grande parte da raça humana. Formando uma conturbada trégua com os alienígenas, Lilith descobre como viver melhor e como trazer a humanidade de volta.

DuVernay é uma prolífica cineasta e roteirista que ficou responsável por diversas e aclamadas produções, incluindo ‘Selma’‘Olhos que Condenam’. Seus próximos projetos incluem a adaptação ‘Novos Deuses’ para a DC e a série ‘DMZ’.

Mahoney, por sua vez, foi a primeira mulher a dirigir parte de um filme ‘Star Wars’, trabalhando em ‘A Ascensão Skywalker’. Sua carreira também inclui ‘Yelling to the Sky’‘Lovecraft County’‘Grey’s Anatomy’.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

Taylor Swift lança seu 8º álbum de estúdio, ‘Folklore’

Taylor Swift lançou hoje (24) seu 8º álbum de estúdio, ‘Folklore’. O anúncio do CD havia sido feito no dia anterior através de suas redes sociais.

A obra já está disponível em todas as plataformas.

Com produção de Jack Antonoff, as dezesseis novas faixas foram co-escritas por Swift, Bon IverWilliam BoweryAaron Dessner.

Confira a tracklist oficial abaixo:

  1. The 1
  2. Cardigan
  3. The Last Great American Dinasty
  4. Exile (feat. Bon Iver)
  5. My Tears Ricochet
  6. Mirrorball
  7. Seven
  8. August
  9. This Is Me Trying
  10. Illicit Affairs
  11. Invisible String
  12. Mad Woman
  13. Epiphany
  14. Betty
  15. Peace
  16. Hoax
  17. The Lakes (physical bonus track)

Swift já lançou diversos álbuns com sólida recepção crítica e comercial, incluindo ‘Fearless’‘1989’, que levaram para casa as estatuetas de Álbum do Ano do Grammy. Ano passado, ela divulgou ‘Lover’, que foi indicado a três prêmios do Grammy e trouxe os singles “ME!”“You Need to Calm Down”.