Site Página 4871

“Salvem T’Challa”: Fãs pedem reescalação do ‘Pantera Negra’ em meio às controvérsias envolvendo Letitia Wright

Desde a trágica morte Chadwick Boseman, vítima de câncer de cólon no ano passado, a Marvel vem mantendo em segredo qual será o destino de T’Challa, o Pantera Negra. De qualquer forma, Kevin Feige e os demais representantes do estúdio garantiram que o personagem não seria reescalado em respeito à memória de Chadwick.

Agora, após ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ sofrer vários adiamentos pela suposta resistência da atriz Letitia Wright à vacinação, os fãs começaram uma campanha pedindo que o personagem seja interpretado por outro ator.

Na rede social, os internautas fizeram um apelo à Marvel Studios, pedindo a reescalação do herói T’Challa, alegando que a decisão facilitaria a condução da sequência.

Vale lembrar que os rumores relacionados à Wright nunca foram confirmados e podem ser meros boatos.

Confira algumas das reações dos internautas:

“Chadwick Boseman não é Tchalla. Tchalla não é Chadwick Boseman. Tchalla é a Pantera Negra. Chadwick sabia disso. A história de Tchalla está apenas começando. Não posso matá-lo depois de um filme.”

“Eu vejo a hashtag #recastTchalla circulando por aí e na minha opinião, eu acho que eles deveriam reescalar T’Challa. eu acredito que o Chadwick ia querer que o personagem vivesse. Então eu acho que seria melhor reescalá-lo de alguma forma que respeitasse o legado do Chadwick”. 

“Eu acho o Chadwick para sempre, mas eu acho que els deveriam #recastTchalla. Acho que a Shuri ainda precisa do T’Challa ao seu lado se ela for a atenção principal no futuro e claro, ele merece uma despedida apropriada”.

“Eu sei que essa é uma percepção mais dura, mas muito desses rumores de drama em Pantera Negra 2 teriam sido evitáveis se eles reescalassem T’Challa. Eu sei que as pessoas amavam o Chadwick Boseman e eu também, mas o personagem possui mais histórias para contar”. 

“Reescalem ela e T’Challa e sigam em frente”. 

“Nesse ponto, engavetem o filme temporariamente. Use o multiverso para apresentar uma ‘nova’ Shuri e possivelmente um novo T’Chall ou algo do tipo”. 

“O irmão do Chadwick literalmente deu às pessoas sua benção para reescalar T’Challa. A Marvel está fazendo toda essa bobagem por medo de perder dinheiro. Eles já vão perder dinheiro de qualquer jeito! Pantera Negra não tem futuro sempre o Pantera Negra”. 

“Sim. Eu sei que não era uma opinião popular naquela época e isso tudo ainda é um assunto muito sensível emocionalmente para todos – família, fãs, elenco e equipe técnica. Mas eu ainda acho que em algum momento nós veremos outro ator assumindo o papel de T’Challa”. 

O lançamento filme foi adiado de 08 de julho de 2022 para 11 de novembro de 2022.

Lembrando que o Production Weekly vazou a sinopse do longa, que coloca Atlantis e Namor na sequência.

“Tanto Wakanda quanto Atlantis são civilizações ocultas com tecnologia avançada e maiores capacidades militares que decidiram se separar do resto do mundo para sua própria segurança e, de certa forma, por medo. Wakanda temia que sua tecnologia fosse abusada. Alantis temia que os habitantes da superfície viessem profanar a cidade mítica como o fizeram há tantos anos  

No entanto, seus medos são ainda mais intensificados quando essas duas nações, uma vez ocultas, colidem uma com a outra. Wakanda e Atlantis têm uma história surpreendentemente entrelaçada. Wakanda é o único país do mundo com acesso ao vibranium. no entanto, rumores sobre seu poder estão se espalhando pelo mundo, e o pai humano de Namor foi enviado para procurar por este material raro na Antártica. A guerra vai começar.”

Tenoch Huerta será o Namor.

Ryan Coogler retorna como diretor e roteirista.

‘Pantera Negra’ foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, torno-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Você PRECISA assistir a esse suspense nos cinemas…

No finalzinho de 2022, chegou aos cinemas um filme de suspense brilhante que tem sido pouco divulgado. Hoje, o editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo do ótimo ‘O Menu‘, que vai te surpreender.

A história traz um casal (Anya Taylor-Joy e Nicholas Hoult) que viaja para uma ilha na expectativa de comer no restaurante de um chef reconhecido (Ralph Fiennes) e o cardápio possui algumas surpresas chocantes.

Assista a crítica:

Crítica | O Menu serve torta de climão com rocambole de desespero… e é ASSUSTADOR!

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Mark Mylod (‘Qual Seu Número?’) revelou como ele conseguiu criar um dos filmes mais surpreendentes de 2022.

No Rotten Tomatoes, o longa conquistou 87% de aprovação.

Das 38 críticas publicadas até o momento, 33 são positivas e apenas 5 são negativas.

Entre os comentários, os jornalistas elogiaram a versatilidade de Mylod ao misturar elementos cômicos para criar uma atmosfera crítica, evidenciando como as classes sociais mais baixas são afetadas pela máquina do capitalismo.

Confira as avaliações:

‘O Menu‘ traz críticas satíricas enraivecidas sobre a divisão de classes e como os ricos são um poço sem fundo de necessidades que nunca serão satisfeitas.” – Deadline.

“Correndo o risco de soar piegas: é uma nova versão de um sabor familiar, como sorvete de picles ou hambúrguer de chocolate. ‘O Menu‘ faz piadas temáticas ao mesmo tempo em que encontra uma forma de passar a mensagem: ‘o capitalismo é uma praga’.” – Variety.

“‘O Menu’ é deliciosamente retorcido, pois acerta em cheio na indústria de restaurantes e na cultura gastronômica. Ralph Fiennes é intenso, mas hilário, enquanto o chef enlouquecido e Anya Taylor-Joy continuam a impressionar. As maiores e mais divertidas risadas que dei em um filme o ano todo.” – Cody Leach.

“A delicada dança de violência, comédia e encenação artística de ‘O Menu‘ se combinam para fazer deste um dos filmes mais satisfatórios do ano.” – Paste Magazine.

“Em última análise, ‘O Menu‘ é o dedo médio do esnobismo e da dinâmica social moderna, contada de uma forma deliciosamente intensa e hilariante.” – io9.

“É lúdico e instigante de todas as maneiras certas, e é um espelho do consumo de arte cada vez mais superficial da sociedade. Mylod provou ser um cineasta extremamente versátil, e ‘O Menu‘ é toda a evidência que você precisa.” – Film Inquiry.

Confira o trailer:

O elenco conta também com Hong Chau, Janet McTeer, Judith Light, Reed Birney, Paul Adelstein, Aimee Carrero, Arturo Castto, Mart St. Cyr, Rob Yan e John Leguizamo.

Um dos MELHORES filmes da franquia ‘Jogos Mortais’ estreia na Netflix e Prime Video

O primeiro ‘Jogos Mortais’ foi lançado em 2004 e se tornou um clássico do terror moderno ao entregar uma trama inovadora e mirabolante, usando poucos elementos para chocar com uma reviravolta final digna e surpreendente. Foi o primeiro grande filme do diretor James Wan, que se tornou um mestre do terror e nos entregou as franquias ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’.

Como todo filme de sucesso, a sequência aterrizou no ano seguinte trazendo mais personagens, mais mortes, mais sangue… e menos genialidade. A trama de John Kramer, o paciente terminal que decide fazer as pessoas valorizarem a própria vida através de um jogo mortal, foi contada através de sete filmes – que arrecadaram US$ 820 milhões em bilheterias do mundo todo e figuraram no Guinness Book como a “Franquia de terror de maior sucesso” de todos os tempos.

A cada produção, a qualidade caia e a franquia começou a demonstrar sinais de cansaço, sendo “finalizada” com o fraquíssimo ‘Jogos Mortais – O Final’.

Sete anos depois, a Lionsgate viu a chance de reviver a franquia com ‘Jogos Mortais – Jigsaw’, trazendo os irmãos Michael e Peter Spierig – do sensacional ‘O Predestinado’ (Predestination, 2014) – para dirigir o novo filme e dar novo fôlego para a franquia.

Jogos Mortais 8 – Jigsaw‘ traz vários corpos surgindo, cada um tendo encontrado uma morte unicamente horrível. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?

Assista ao trailer:

O protagonista da vez é Logan Nelson (Matt Passmore), um investigador que precisa reunir as peças do quebra-cabeça, e tem uma certa empatia com o público por ter uma história trágica como pano de fundo. Ele conta com a ajuda de uma cientista-forense (Hannah Emily Anderson) para descobrir se John Kramer está vivo, ou se conseguiu recrutar um novo seguidor.

O elenco ainda tem como destaque Laura Vandervoort (‘Supergirl’) e Paul Braunstein, as novas vítimas das armadilhas do Jigsaw.

O filme começa bem, apresentando novas vítimas sendo assassinadas de maneiras brutais dentro de um covil, com cenas extremamente gore e sangrentas que vão alegrar aos fãs dos filmes de terror. Algumas das armadilhas são geniais, e conseguem trazer a angústia e desespero dos três primeiros filmes da saga.

Os diretores Michael e Peter Spierig trazem um toque diferente para o mise-en-scène, tirando a paleta azul e escura dos filmes anteriores da franquia e criando cenas assustadoras à luz do dia, algo inovador e bastante interessante.

Porém, as várias reviravoltas clássicas da franquia começam a cansar o espectador, trazendo revelações que não são tão plausíveis e não convencem. Ao invés de executar uma história que servisse como um reboot, o roteiro de Josh Stolberg e Pete Goldfinger (‘Piranha 3D’) peca ao continuar a trama dos filmes anteriores, que já demonstrava cansaço. A reviravolta final deve dividir a opinião dos fãs, usando um artifício batido e replicado exaustivamente nos filmes anteriores.

Por fim, ‘Jogos Mortais 8 – Jigsaw‘ promete agradar aos fãs da franquia pela nostalgia, e aos fãs do gênero terror pelas cenas brutais e violentas.

‘Deadpool e Wolverine’ ganha trailer cheio de SPOILERS comemorando recordes de bilheterias

‘Deadpool & Wolverine’ já se estabeleceu como um marco no cinema, superando uma série de recordes desde o seu lançamento. O longa, que marca o retorno de Ryan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, já arrecadou impressionantes US$ 516,8 milhões em bilheteira mundial e US$ 568,8 milhões apenas na estreia nos EUA.

O filme ganhou um trailer comemorando os recordes de bilheteria após superar ‘Coringa‘ como a maior bilheteria Rated-R de todos os tempos. Com US$ 1,08 bilhão em seus cofres, o filme de Shawn Levy enfrenta uma competição assustadora nas bilheterias neste fim de semana com ‘Alien: Romulus‘ entrando em cena.

Assista:

O filme ultrapassou ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ como a 11ª maior bilheteria da Marvel.

Confira o Top 12:

1. Vingadores: Ultimato – US$ 2.748.242.781
2. Vingadores: Guerra Infinita – US$ 2.048.359.754
3. Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – US$ 1.908.532.719
4. Os Vingadores – US$ 1.515.100.211
5. Vingadores: Era de Ultron – US$ 1.395.316.979
6. Pantera Negra – US$ 1.334.157.082
7. Homem de Ferro 3 – US$ 1.215.392.272
8. Capitão América: Guerra Civil – US$ 1.151.899.586
9. Homem-Aranha: Longe de Casa – US$ 1.132.937.929
10. Capitã Marvel – US$ 1.129.576.094
11. Deadpool e Wolverine – US$ 1.085.616.895
12. Doutor Estranho no Multiverso da Loucura – US$ 952.224.986

O longa já arrecadou impressionantes US$ 1,085 bilhão  e desbancou o sucesso de ‘Coringa’, que havia arrecadado US$ 1,074 bilhão em 2019.

É importante destacar que ‘Deadpool e Wolverine’ alcançou a marca de US$ 1 bilhão em um tempo recorde, superando a bilheteria de ‘Coringa’, mesmo com o filme de Joaquin Phoenix não tendo sido lançado na China.

Além disso, o filme se consolidou como o segundo maior sucesso de bilheteria de 2024, atrás apenas de ‘Divertida Mente 2’.

Aqui estão todos os outros recordes que o filme já bateu:

  • Maior bilheteria da história para um filme para maiores, desbancando ‘Coringa’ (US$ 1,074 bilhão em 2019)
  • Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
  • Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), com US$ 132,4 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
  • Maior estreia da carreira de Shawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões. 

Assista nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Tom Cruise já tem um escolhido para substituí-lo na franquia ‘Missão: Impossível’

A franquia ‘Missão: Impossível’ é um dos grandes sucessos da carreira de Tom Cruise, com o astro sendo o protagonista da saga, que se mantém relevante ao longo dos anos.

Embora Cruise já tenha afirmado que pretende continuar atuando como Ethan Hunt por mais tempo, o ator supostamente já escolheu seu substituto para a série de filmes de ação.

De acordo com o insider Jeff Sneider, Tom Cruise deseja que Glen Powell assuma um papel de liderança em ‘Missão: Impossível’ no futuro.

Amigo de Tom Cruise, o ator Glen Powell já trabalhou com o protagonista de Missão: Impossível no sucesso ‘Top Gun: Maverick’. Powell está em ascensão na carreira, tendo protagonizado recentemente longas como ‘Assassino por Acaso’, ‘Todos Menos Você’ e ‘Twisters’. 

No entanto, Powell reagiu com bom humor, revelando um motivo hilário para descartar seu envolvimento com a série de filmes de ação.

“Minha mãe nunca me deixaria substituir o Tom Cruise”, declarou Glen Powell.

Vale lembrar que, ainda com Tom Cruise como a grande estrela da franquia, ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’ ganhou trailer e pôster oficial nesta semana.

Confira o cartaz, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.

Missão: Impossível – O Acerto Final‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de maio de 2025.

Além de Tom Cruise, a produção contará com o retorno de Hayley Atwell, Ving Rhames, Simon Pegg, Esai Morales, Pom Klementieff, Vanessa Kirby, Mariela Garriga, Henry Czerny, Shea Whigham, Greg Tarzan Davis, Charles Parnell e Frederick Schmidt.

Holt McCallany, Janet McTeer, Nick Offerman, Hannah Waddingham, Katy O’Brian e Stephen Oyoung completam o elenco.

Christopher McQuarrie retorna à direção, além de assinar o roteiro.

O orçamento do filme está na casa dos US$ 300 milhões, o mais caro da franquia.

O capítulo anterior, ‘Missão Impossível: O Acerto de Contas‘, encerrou oficialmente a sua exibição nos cinemas com “apenas” US$ 566 milhões mundialmente.

Assista à nossa crítica do sétimo filme:

O Lobo de Wall Street (3)

THE WOLF OF WALL STREET

A experiência de assistir a O Lobo de Wall Street, que estreia na sexta (24/1), é bastante marcante para quem acompanhou o trabalho do diretor Martin Scorsese ao longo dos anos. Sua mais nova obra o encontra muito próximo das agruras de seu início de carreira, dos excessos que o tornaram uma voz estridente no cinema norte-americano, de tal modo que parece até que o diretor se embriagou com a obscenidade do material e se perdeu do requinte que exibiu nos filmes que lançou nos últimos anos. No entanto, não há extravagância, exagero ou troça que oculte o domínio que o cineasta continua tendo sobre a narrativa cinematográfica.

THE WOLF OF WALL STREET

O centro da trama é Jordan Belfort, indivíduo real interpretado por um destemido Leonardo DiCaprio. Como um jovem ambicioso, Jordan começou na profissão de corretor de ações de forma acidentada, mas não demorou para que seu inalcançável anseio o fizesse se destacar na área. Não exatamente por suas inegáveis competência ou dedicação, mas sim por sua falta de escrúpulos. Operando à sombra da toda poderosa máquina do mercado de ações que é Wall Street, ele não tardou para se tornar uma figura tão infame quanto magnética para aspirantes a corretores. Com sua firma Stratton Oakmont e um time de funcionários igualmente ferinos, ele advoga uma vida dominada pela ostentação.

Entre sua riqueza desavergonhada e uma completa esbórnia de drogas e sexo, Jordan encontra tempo para cultivar uma amizade com seu sócio Donnie (Jonah Hill), arranjar uma bela esposa, Naomi (Margot Robbie), e lidar com o agente do FBI Patrick Denham (Kyle Chandler), que fareja de perto suas ações ilegais. Tudo isso com uma narração propagandística e nem um pouco apologética do próprio protagonista. Ele inicia a história com aproximadamente 20 anos de idade, mas suas ações e posturas mostram que ele se mantém um adolescente em diversos aspectos. O primeiro passo para apreciar a habilidade de Scorsese é notar como essa disparidade de comportamento e idade é transportada do roteiro de Terence Winter (adaptado do livro do próprio Belfort) para a tela.

O Lobo de Wall Street foto 2

Não se trata de um coming-of-age ou uma história de formação de maneira alguma; a faceta juvenil do personagem é muito mais básica. Se há um momento “formativo” na trama, é um encontro que ocorre logo no início da projeção, com Mark Hanna (Matthew McConaughey), seu primeiro chefe. E não se trata sequer de um diálogo inspirador tradicional, pois Mark usa um viés fortemente profissional para apresentar a Jordan o caráter que ele acabará adotando. Em suma, o homem ensina o protagonista a abandonar qualquer escrúpulo para galgar sua ascensão como corretor de ações e decolar a caminho da fortuna. E todo o roteiro acompanhará os desdobramentos desse conselho, que, não por acaso, inclui regras bastante claras sobre sexo e drogas: abusar de ambos.

Não há uma cena particular que exprima melhor que outra essa visão escrachada da adolescência extemporânea. Exemplos abundam. Alguns são puramente gracejos, como a brincadeira vingativa de Jordan quando a esposa cogita uma greve sexual; outros, como a transa de 11 segundos, são referências bem diretas à inexperiência da juventude; mas as que representam momentos de virada da narrativa talvez sejam as mais fantásticas. Um momento em especial se destaca não apenas por ser hilário, mas por lembrar o tipo de premissa que Se Beber, Não Case! popularizou há uns poucos anos. Estão lá as crianças adultas, perdidas nos excessos de uma farra épica, e um objetivo, aparentemente impossível de alcançar, que carrega preocupações típicas da maturidade. Esse tipo de conflito é um grande símbolo do curto-circuito entre a inconsequência de um jovem e a responsabilidade da qual depende toda a vida de um adulto e dos à sua volta.

THE WOLF OF WALL STREET

Igualmente significativa para explorar a imatura soberba de Jordan é a narração sobre sua própria vida, um recurso multifacetado que enriquece o filme em várias frentes. A pedância escrachada com a qual DiCaprio exibe sua fortuna, seus bens e seus luxos quebra a todo momento o possível glamour de suas conquistas. Em um mísero gesto – Jordan apresenta a casa com um copo de suco de laranja na mão, sai pela porta e o atira para trás –, fica manifesto o maior orgulho do personagem: a liberdade para abraçar a desordem. Em suma, sua atitude, perfeitamente explorada pelos solilóquios de ostentação, é a indulgência suprema de se permitir ser um jovem irresponsável – conquistada pelo dinheiro.

A moralidade de Jordan nunca é questionada, pois não existe. O roteiro faz manobras brilhantes pelos labirínticos detalhes das falcatruas do protagonista: quando começa a citar tecnicalidades, ele simplesmente se detém para destacar que, sim, todo aquele enriquecimento e crescimento foi ilegal. Por isso é impossível concordar com quem vê uma glorificação daquelas atitudes criminosas. Winter, DiCaprio e Scorsese têm a sagacidade de evitar as águas turvas das operações e tecnicalidades da firma de Belfort, buscando, ao invés disso, expor sem rodeios as pérolas da imoralidade.

THE WOLF OF WALL STREET

E uma parte curiosa é como os diálogos e discursos (incluindo a narração) evocam aqui e ali imagens gloriosas para abordar as fraudes e os ganhos ilícitos. Em certo momento, Jordan fala com seus funcionários como um general a seu pelotão. Em outro, menciona as percepções de visionários quando tais ideias são fruto de intoxicação ferrada. Mais excepcional é como o monólogo dá uma reviravolta quando o protagonista aparece em uma propaganda de sua própria palestra motivacional, reforçando a artificialidade ensaiada, incômoda de todo aquele exibicionismo. A cena que conclui o filme é um final perfeito porque vira do avesso toda a jornada de imoralidade e charlatanismo retratada ao longo da história, e reforça exatamente qual foi a fonte de riqueza e ruína do protagonista, sua característica distintiva perante a população em geral: uma absoluta e monstruosa falta de caráter.

Talvez a maior prova do domínio de Scorsese sejam os momentos em que o filme se mostra esteticamente instável. Muitas dessas cenas irregulares são diálogos prolongados de forma naturalista e muito distinta da narrativa histriônica que domina o filme. Os papos furados e os conflitos estendidos, embora sobressalentes, são encenados com tal precisão que não resta dúvida que o diretor tem uma visão cristalina da obra. O melhor exemplo é o longo diálogo de Jordan com o agente Denham, retratado com precisa neutralidade para, só no fim, expor as intenções ardilosas do vigarista. No entanto, é difícil encontrar um momento sequer em que o diretor não acerta na mosca o tom da cena.

Não é surpresa ver a perícia com que Martin Scorsese dirige um filme tão estilizado e escandaloso, nem que seu foco seja basicamente um homem viciado no caos. Desde seus trabalhos mais crus e brutos, o diretor já tinha controle notável sobre a história que estava contando através dos mais conflituosos sons e imagens. É sempre um prazer ver como essa capacidade, tão afiada quanto nunca, evolui e se transforma em novas, grandiosas obras.

Crítica | ‘Mário de Andrade, o Turista Aprendiz’ – Relatos e sensações da marcante viagem de um dos nossos maiores poetas

O encontro de desabafos, sensações e conclusões. Com um discurso criando seu oásis nas angústias dos relatos de uma viagem pela região amazônica de um dos maiores poetas da nossa literatura, Mário de Andrade, o Turista Aprendiz pode ser interpretado como uma peça filmada – bem definida por atos – caminhando com paradas no experimental, na ficção, no documental. Essa experiência dirigida e roteirizada por Murilo Salles faz valer o encontro das sensações, das emoções, com personagens ganhando força no imaginário.

O caminho traçado por essa obra vai de encontro a uma necessidade de preenchimento de lacunas das verdades do Brasil pouco visto, utilizando como trunfo a experimentação – e todo o alcance e possibilidades – da linguagem cinematográfica na narrativa. Seu ritmo lento parece criar as reflexões no pós instante, algo que ganha complementos ao longo dos 92 minutos de projeção. Imagens da época, fotografias, encenações, uma narração que não se desgruda, se tornam elementos que saltam na aleatoriedade dos movimentos.

Qualquer obra que nos leva na borda do decifrar uma personalidade através de um ofício que liga os tantos pontos de um país já tem seu mérito próprio quando pensamos em registro. Esse longa-metragem, que teve um circuito modesto no tão disputado circuito exibidor brasileiro, se arrisca também em buscar em alguns momentos traçar os paralelos da época com os tempos atuais, como nas imagens de um ambulatório lotado durante a Covid-19 embutido numa passagem por uma região sofrendo com a malária, uma luta naqueles tempos.

Dando ênfase no seu traço mais marcante, o filme busca suas inspirações no Livro O Turista Aprendiz e fatos documentais, apresentando sua versão para o olhar do ávido observador, criador de crônicas que englobam a cultura, a política, a sociedade. Esse cantinho de personalidade que deixa rastros da complexidade de sua inquietude se junta a um se jogar na busca, no entender e interpretar tudo que vê com os próprios olhos durante uma viagem que mudaria sua visão de mundo.

Não há a necessidade de ser um grande conhecedor da história do cronista paulista – e um dos fundadores do modernismo – para chegar as tão variadas reflexões. O roteiro localiza o momento deixando nas entrelinhas uma breve biografia de Mario de Andrade, um homem de mente pulsante que viajou por alguns cantos de nosso extenso território em busca de uma identidade cultural para nosso país.

10 Filmes Sobre Vírus Mortais

A vida imita a arte e vice versa. O novo terror mundial epidêmico atende pelo nome Coronavírus, originário da China, que está assombrando o planeta. Diversos países já acenderam seus sinais de alerta. O fato é extremamente preocupante.

No cinema, inúmeras produções já retrataram a contaminação de vírus mortais e a luta por sua cura. Sejam elas doenças reais, simulações ou ainda totalmente fictícias – como vírus zumbis – o tema já foi tópico de obras de variados níveis de qualidade e sucesso. Pensando nisso, enquanto nenhuma produção sobre o Coronavírus é criada, e como forma de conhecer e entender melhor um problema desta dimensão, o CinePOP separou para você alguns filmes que abordaram o tema. Vem conhecer.

Contágio (2011)

De forma muito realista, o diretor Steven Soderbergh retrata uma epidemia letal se espalhando pelos EUA e pelo mundo. Quem traz o vírus ao país é a personagem de Gwyneth Paltrow (só podia!), e uma verdadeira constelação de nomes como Matt Damon, Jude Law, Marion Cotillard, Kate Winslet e Laurence Fishburne desfilam em tela. Contágio voltou ao top 10 dos filmes no ITune’s devido à epidemia do Coronavírus.

Epidemia (1994)

Voltando para a década de 1990, o medo era causado pelo vírus Ebola, originado da África e transmitido pelo ar. No filme, a epidemia se espalha na Califórnia trazida por um macaco. O papel principal de um cientista militar foi planejado para um tipo de herói de ação nas formas de Harrison Ford, mas terminou com o baixinho Dustin Hoffman, o que deu mais credibilidade ao personagem. Fechando o elenco principal, Rene Russo, Morgan Freeman e Kevin Spacey.

O Exército do Extermínio (1973)

Depois de criar sua obra-prima A Noite dos Mortos-Vivos (1968), mas antes das duas outras partes da trilogia, o cultuado e saudoso George A. Romero lançava outro filme de tema similar. Desta vez, não eram os mortos que voltavam à vida, mas um vírus criado pelo homem saía do controle numa pequena cidade da Pensilvânia. Os sintomas: seus portadores se tornam insanos, extremamente violentos e homicidas. O longa foi refilmado em 2010, com o título A Epidemia.

Extermínio (2002)

Por falar no pai dos zumbis, este longa reinventou o subgênero, dando um ar de realismo assombroso. Cillian Murphy vive o protagonista, um sujeito que acorda numa cama de hospital, só para descobrir uma Londres devastada após uma pandemia. As cenas da cidade deserta são impressionantes, e a câmera usada pelo diretor Danny Boyle é quase documental. Os poucos sobreviventes se escondem dos infectados: rábicos na potência máxima.

Os 12 Macacos (1995)

Esta é uma proposta diferente no gênero. A história se passa no futuro, lidando com as consequências de um vírus que devastou a humanidade, criado pelo homem. Como resultado, os sobreviventes vivem no subterrâneo escondidos e com recursos escassos. Como solução para reverter este quadro, entra em cena a viagem no tempo, para uma época antes do cataclismo, com a missão e preveni-lo. Para tal, é usado um prisioneiro em busca de redenção. Bruce Willis vive o protagonista, e o elenco conta ainda com Madeleine Stowe e um Brad Pitt indicado ao Oscar pelo papel. A direção é de Terry Gillian.

A Última Esperança da Terra (1971)

Antes de Eu Sou a Lenda (2007) existiu A Última Esperança da Terra. O filme é a segunda adaptação ao cinema do conto de Richard Matheson, depois de Mortos que Matam (1964). Na trama, Charlton Heston vive um cientista, desesperadamente buscando uma cura para um vírus que assolou todo o planeta. Alguns infectados se tornaram uma espécie de zumbis conscientes, pensantes e falantes, cuja pele esbranquiçada é intolerante à luz do dia. A Família, como são conhecidos, é uma espécie de seita fanática, criada a partir do novo mundo.

Vírus (1999)

E que tal se a raça humana fosse interpretada como um vírus do planeta Terra? É o que entende a ameaça deste filme trash baseado numa história em quadrinhos underground da Dark Horse, criada por Chuck Pfarrer. Na trama, uma fonte de energia extraterrestre se apossa de um navio russo e domina seu maquinário se tornando uma espécie de inteligência artificial. Cruza seu caminho a equipe de um barco menor, encabeçado por Jamie Lee Curtis e Donald Sutherland. Logo, membros do grupo são assimilados pela entidade, algo como O Enigma de Outro Mundo Mecânico (1982).

Cooties: A Epidemia (2014)

Terceiro filme da lista a utilizar este título (contando com o remake de Exército do Extermínio), aqui temos um vírus diferente, criando um novo foco para o tema da epidemia zumbi. Num colégio primário, as crianças são as infectadas devido a um alimento contaminando em sua merenda, servida no refeitório. Logo, os pimpolhos estão raivosos, doidos para devorar tudo em sua frente, e cabe aos professores – um grupo de figuras pra lá de peculiares, incluindo um novato vivido por Elijah Wood – salvar o dia.

O Enigma de Andrômeda (1971)

Se a década de 1950 é o berço das ficções científicas – em especial de invasão alienígena -, na década de 1970 ela dava um novo passo, ficando mais complexa e gerando verdadeiros clássicos ainda respeitados até hoje. É o caso com este filme do diretor Robert Wise (A Noviça Rebelde e West Side Story), escrito por Michael Crichton (Westworld e Jurassic Park). Na trama, uma cidade é devastada após o retorno para a Terra de um satélite contaminado. Em um laboratório subterrâneo, cientistas estudam a forma de vida alienígena, constantemente em evolução. O filme foi indicado aos Oscar de edição e direção de arte, e gerou uma minissérie em 2008.

Filadélfia (1993)

Um dos vírus reais mais devastadores já apresentados ao homem foi o da Aids. Terrível na década de 1980, onde surgiu pela primeira vez, a doença causou uma verdadeira epidemia, numa época onde não se tinha muita informação, já que era a primeira vez que todos se deparavam com algo do tipo. Milhares de pessoas perderam a vida, até descobrirem um forte coquetel de medicamentos capaz de incubar o vírus. No cinema, uma das mais potentes representações é neste filme de Jonathan Demme, sobre um homem demitido por ser gay e portar a doença, vivido por Tom Hanks. Pelo filme, Hanks ganhou seu primeiro Oscar e o filme levou também pela canção Streets of Philadelphia, de Bruce Springsteen, além de outras três indicações. O astro Denzel Washington também está no elenco na pele do advogado do protagonista.

10 Filmes que apagamos de nossas mentes por inteiro – e não temos culpa!

Em um mundo saturado de lançamentos constantes e superproduções, alguns filmes simplesmente desaparecem da memória do público, mesmo tendo estreado há menos de uma década. Essas obras, por mais que tenham tido atores conhecidos, orçamentos consideráveis ou grandes campanhas de marketing, acabam caindo no limbo do esquecimento — vítimas de roteiros genéricos, falta de originalidade ou de um apelo que realmente conecte com o espectador. São títulos que, apesar de sua existência, parecem não ter sido assistidos por ninguém, virando quase lendas urbanas do cinema contemporâneo.

Esse fenômeno mostra como a indústria cinematográfica pode ser implacável e como o público, cada vez mais exigente e bombardeado por opções, acaba rejeitando o que não consegue prender sua atenção. Filmes que deveriam ter marcado a década acabam esquecidos, relegados a pastas em serviços de streaming, enquanto a cultura pop segue em frente, sem olhar para trás. Revisitar essas produções é um exercício curioso, que revela tanto as tendências passageiras quanto as armadilhas do mercado audiovisual moderno. Confira abaixo.

Sob o Mesmo Céu

Sob o Mesmo Céu (Aloha) é um daqueles casos curiosos de filmes com tudo para dar certo — grande elenco, diretor prestigiado, cenários paradisíacos — mas que simplesmente não funcionam… e acabam esquecidos. Escrito e dirigido por Cameron Crowe (de ‘Quase Famosos), o longa reunia Bradley Cooper, Emma Stone, Rachel McAdams e até Alec Baldwin em uma trama que mistura romance, drama militar e questões culturais no Havaí. Mas o resultado foi um tanto bagunçado e desajeitado.

O filme foi criticado por sua narrativa confusa, ritmo irregular e principalmente pela escalação de Emma Stone como uma personagem havaiana com ascendência asiática — o que gerou uma grande controvérsia na época. Apesar de todo o brilho de Hollywood envolvido, ‘Sob o Mesmo Céu não encontrou seu tom e tampouco seu público, rapidamente caindo no limbo dos filmes que “existem”, mas ninguém lembra de ter assistido. Hoje, é mais citado como exemplo de casting problemático do que por qualquer valor cinematográfico real.

American Ultra – Armados e Alucinados

Esse filme parecia querer desesperadamente se tornar um cult instantâneo ao misturar ação insana, comédia maconheira e romance improvável, com Jesse Eisenberg como um agente secreto letal que nem sabia que era agente secreto — e Kristen Stewart como sua namorada cúmplice. Mas a mistura não emplacou: o tom irregular, os clichês estilizados e a tentativa forçada de ser “cool” demais afastaram tanto a crítica quanto o público. Mesmo com boas ideias e uma dupla carismática, o filme acabou perdido entre gêneros e hoje é mais lembrado como uma curiosidade de streaming do que como uma produção marcante.

O Franco-Atirador

Calma, não estou falando do clássico da década de 70 com Robert De Niro e Meryl Streep, e sim de seu “imitador de título” em português. The Gunman (no original) foi a tentativa de transformar Sean Penn em um novo herói de ação no estilo “homem maduro e perigoso” que fez sucesso com Liam Neeson em ‘Busca Implacável. Dirigido por Pierre Morel, o mesmo do filme de Neeson citado, este longa tinha tudo para repetir a fórmula: tiroteios internacionais, conspiração geopolítica e um protagonista durão com passado sombrio. Mas o resultado foi genérico, sisudo e pouco empolgante, com um roteiro arrastado e sem o menor traço de carisma. O público não comprou a ideia de Penn como astro de ação, e o filme rapidamente sumiu da memória coletiva.

Música, Amigos e Festa

Esta produção tentou capturar, sem sucesso, o espírito da juventude moderna, com festas eletrônicas, ambição artística e muita vibe californiana. Zach Efron interpreta um aspirante a DJ tentando “estourar” no mundo da música eletrônica enquanto equilibra amizade, romance e dilemas existenciais. O problema é que o filme soava mais como um videoclipe estendido do que uma narrativa envolvente, com diálogos rasos e personagens pouco carismáticos. Lançado com muita pose de “filme de geração”, acabou falhando tanto de crítica quanto de bilheteria — e hoje é mais lembrado como um meme ou uma piada do que como um retrato legítimo da cena EDM.

Mistress America

Greta Gerwig e Noah Baumbach já fizeram muitos filmes juntos, o mais famoso deles sendo o fenômeno ‘Barbie‘. Porém, um que temos certeza que ninguém lembra é ‘Mistress America‘. Escrito pela dupla, a obra prometia ser uma comédia indie espirituosa e cheia de afeto sobre identidade, ambição e relações femininas pouco convencionais – seguindo os passos do elogiadíssimo ‘Frances Ha‘. Gerwig vive uma nova-iorquina excêntrica e falante que arrasta a jovem meia-irmã por um turbilhão de ideias mirabolantes e devaneios boêmios. Apesar do estilo verborrágico e da energia cativante de Gerwig, o filme acabou sendo celebrado apenas em nichos muito específicos — principalmente o público que já era fã do cinema indie nova iorquino. Fora desse circuito, passou quase despercebido, ficando com cara de “filme alternativo que você nem ouviu falar e muito menos viu”.

Victor Frankenstein

De tempos em tempos Hollywood tira da cartola ideias mirabolantes que tentam reinventar a roda. Quer um exemplo? Que tal modernizar o clássico de Mary Shelley com uma abordagem mais “radical”, cheia de ação e efeitos, centrando a história na perspectiva de Igor, o assistente corcunda do Doutor Victor Frankenstein? Para o papel de Igor, que tal Daniel Radcliffe, enquanto James McAvoy assume o papel do cientista obcecado. A intenção era dar um ar mais pop e empolgante à trama gótica, quase como um Sherlock Holmes steampunk, mas o resultado foi uma mistura desequilibrada de tom e estilo. Nem o talento da dupla principal salvou o roteiro confuso, repleto de excessos e pretensões. Lançado com barulho, acabou não gerando faísca nenhuma — e logo virou só mais uma tentativa esquecida de “reimaginar um monstro famoso”.

Lugares Escuros

Sabe aquela história de tentar capitalizar em cima do time que está ganhando? Pois bem, Lugares Escuros (Dark Places) chegou com pedigree: baseado no livro de Gillian Flynn, autora de Garota Exemplar, e estrelado por Charlize Theron. A premissa era sombria e intrigante, envolvendo uma mulher traumatizada que revisita um massacre familiar décadas depois, em busca da verdade. Mas, ao contrário da adaptação anterior de Flynn, este filme não teve o mesmo impacto. A narrativa morna, o ritmo irregular e a direção sem brilho tornaram o suspense pouco envolvente. Mesmo com um elenco forte, o longa acabou caindo no esquecimento — uma daquelas produções que prometiam muito, mas entregaram pouco e sumiram rápido das conversas.

Cavaleiro de Copas

Terrence Malick não é para todos. Depois de ter voltado aos radares com ‘A Árvore da Vida‘ (2011), o diretor sumiu de novo, e o culpado foi este ‘Cavaleiro de Copas‘. Estrelado por Christian Bale, o longa parecia destinado a ser uma obra poética e contemplativa sobre os vazios da alma em meio ao brilho de Hollywood. E realmente foi — talvez até demais. Com sua narrativa fragmentada, vozes sussurradas, belíssimas imagens e quase nenhum diálogo direto, o filme fascinou alguns poucos fãs de Malick, mas alienou o público geral. Para muitos, foi como assistir a um longo comercial de perfume existencialista. A intenção era profunda, mas a recepção foi morna, e hoje é lembrado mais como uma experiência estética curiosa do que como um drama marcante – pela mesma meia dúzia de fãs do diretor.

Pais e Filhas

Esse é um teste de cinefilia, pois até mesmo os maiores fãs de cinema terão dificuldade de saber que filme é este. Um drama emocional, a produção explora as complexas relações entre pais e filhas através de duas gerações. Com Russell Crowe no papel de um escritor traumatizado que luta para criar sua filha (Amanda Seyfried) após uma tragédia familiar. O filme busca tocar em temas como perda, redenção e os laços profundos da família. Apesar das boas intenções e do elenco talentoso, a narrativa por vezes se torna arrastada e previsível, o que dificultou a conexão com o público. Lançado sem grande alarde, ‘Pais e Filhas acabou ficando esquecido.

Carta Selvagem

Jason Statham possui muitos filmes de ação em seu currículo, alguns muito bons e outros nem tanto. Mas você já tinha ouvido falar nesse ‘Carta Selvagem‘? E o pior, ele foi lançado nos cinemas há 10 anos apenas. O longa trouxe Jason Statham de volta ao universo dos anti-heróis durões, interpretando um guarda-costas com passado turbulento que luta para proteger uma amiga em Las Vegas. O filme apostava em cenas intensas de ação, lutas coreografadas e o estilo típico “tough guy” de Statham para atrair o público fã do gênero. Contudo, apesar da presença carismática do ator, o roteiro genérico e a direção pouco inspirada deixaram o filme morno e previsível. ‘Carta Selvagem acabou não se destacando nem para os fãs do ator, tornando-se mais um título esquecido entre as muitas produções de ação da década passada.

Leonardo DiCaprio vai estrelar suspense de Martin Scorsese baseado em crime real; Saiba mais!

De acordo com o Deadline, Leonardo DiCaprio vai estrelar o novo filme de Martin Scorsese, ‘Killers of the Flower Moon‘, adaptação do livro homônimo escrito por David Grann, que é baseado em um dos crimes mais monstruosos da história norte-americana.

Eric Roth será o roteirista.

“Quando eu li o livro do David Grann, eu imediatamente comecei a imaginar – as pessoas, o cenário, a ação –, e eu soube que tinha que transformá-lo em um filme,” disse Scorsese. “Estou muito animado por trabalhar com Eric Roth, e me reunir com Leo DiCaprio para trazer essa inquietante história americana para as telonas.”

Na trama, “Na década de 1920, em Oklahoma, a Nação Osage era a população mais rica per capita do mundo, depois que o petróleo foi descoberto sob suas terras. E, então, eles foram assassinados, um por um. Quando o número de mortos aumentou, o recém-criado FBI assumiu o caso e desvendou uma conspiração assustadora e um dos crimes mais monstruosos da história americana.”

Espera-se que a produção comece no verão norte-americano, em 2019.

‘Dark’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de ‘Dark‘ foi lançado hoje (21) na Netflix! Todos os 8 episódios do segundo ciclo já estão disponíveis na plataforma.

Confira o trailer:

Criada por Baran bo Odar e Jantje Friese, a série é a primeira produção alemã da Netflix.

A trama gira em torno de uma saga familiar e sobrenatural que conta a história do desaparecimento de dois jovens, que desencadeia a descoberta de relacionamentos frágeis e uma rede de mentiras em quatro famílias diferentes.

O elenco conta com Oliver Masucci, Karoline Eichhorn, Jördis Triebel, Louis Hofmann, Maja Schöne, Stephan Kampwirth, Shani Atias e Tamar Pelzig.

Dark‘ já está renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada.

‘RuPaul’s Drag Race’: Participante da 12ª temporada é DESCLASSIFICADA após polêmica

Após um polêmico artigo do BuzzFeed News, Joey Gugliemelli, melhor conhecido como a drag queen Sherry Pie na 12ª temporada de ‘Rupaul’s Drag Race‘, foi desqualificado do reality show.

O site expôs que Joey passou diversos anos fingindo ser um diretor, solicitando fitas de audição degradantes a jovens atores.

Após ter sido exposto, Joey Gugliemelli publicou uma declaração em sua rede social:

“Aqui é o Joey. Quero começar dizendo que sinto muito por ter causado tanto trauma e dor e o quanto eu estou enojado comigo mesmo. Sei que a dor que eu causei nunca irá desaparecer e sei que o que eu fiz foi cruel e errado. Até estar em ‘Rupaul’s Drag Race’, eu nunca entendi muito de saúde mental. Eu descobri no programa quão importante é amar a si mesmo, e eu não acho que eu já tenha me amado. Sinto muito a todos que eu machuquei com as minhas ações. Também quero me desculpar com as minhas irmãs da 12ª temporada e, sinceramente, com toda a produção e a emissora.”

O canal VH1 declarou: “Considerando os recentes desdobramentos, Sherry Pie foi desclassificada de ‘RuPaul’s Drag Race’. Em respeito a todas as outras queens, o VH1 irá exibir o final da temporada como planejado. Sherry não irá aparecer na finale, que será filmada na primavera.”

Vale lembrar que a única outra participante a ser desclassificada do programa foi a Willam, na quarta temporada, após ter quebrado a cláusula de não encontrar visitantes durante as gravações da temporada.

Oi? Tumor assassino toca o terror no trailer VIOLENTO de ‘Cyst’; Assista!

O terror cômico ‘Cyst‘ ganhou um trailer extremamente violento.

Confira:

O longa é dirigido por Tyler Russell, que coescreveu o roteiro ao lado de Andy Silverman.

“A trama segue um entusiasmado cirurgião plástico que não irá parar por nada para patentear sua nova máquina removedora de cistos. O que começou como o último dia de trabalho da enfermeira Patricia (Eva Habermann), logo se torna uma batalha pela sobrevivência quando o máquina inadvertidamente transforma o tumor de um paciente em um monstro que aterroriza o prédio.”

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Dois + Dois’: Casal decide apimentar a relação no trailer da comédia; Assista!

A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer da comédia nacional ‘Dois + Dois‘.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas brasileiros no dia 12 de agosto.

Marcelo Saback, roteirista de ‘De Pernas pro Ar‘, é responsável pela direção.

Diogo e Emília estão juntos há 16 anos, têm uma filha adolescente, e passam por uma fase entediante. Mas tudo vira de cabeça pra baixo quando eles descobrem que os melhores amigos, Ricardo e Bettina, têm um casamento aberto. Mais do que isso, são adeptos da prática de troca de casais, vivem super seguros com a escolha e tentam convencê-los de que é possível ser muito feliz levando esse estilo de vida, digamos, mais liberal. A notícia cai como uma bomba. Depois de reagir mal à ideia, Emília se anima e convence Diogo a pelo menos ir a uma festa com a “turma” de Ricardo e Betina. É aí que começa uma série de acontecimentos que vai abalar a vidinha mais ou menos do casal. Será que eles vão deixar o ciúmes de lado e acabar aderindo à prática?

O elenco conta com Marcelo Serrado, Carol Castro, Marcelo Laham e Roberta Rodrigues.

‘A Era do Gelo’: Série animada focada nas aventuras do Scrat ganha trailer; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série animada ‘A Era do Gelo: Histórias do Scrat‘, que contará com seis curtas originais focados no adorável personagem.

Confira:

A produção será lançado na plataforma no dia 13 de abril.

Vale lembrar que o longa ‘A Era do Gelo: As Aventuras de Buck‘, sexta sequência da adorada franquia animada, já está disponível no Disney+.

Confira o trailer:

A animação acompanha Crash e Eddie em uma grande aventura. Desesperados por alguma distância de sua irmã mais velha Ellie, os irmãos gambás, em busca de emoção, partem para encontrar um lugar próprio, mas rapidamente se encontram presos no Mundo Perdido, uma enorme caverna subterrânea. Eles são resgatados por seu amigo caolho, a doninha caçadora de dinossauros Buck Wild, e juntos embarcam em uma missão para salvar o Mundo Perdido da dominação dos dinossauros.

Margot Robbie é a ‘Barbie’ no primeiro teaser do live-action; Confira!

A Warner Bros. divulgou o primeiro teaser legendado do live-action de ‘Barbie‘, estrelado pela Margot Robbie (‘Esquadrão Suicida’).

Confira:

Ryan Gosling (‘Drive’) também estrela a produção como Ken.

O elenco de ‘Barbie‘ também é formado por Kate McKinnon, Simu Liu, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela. Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’, ‘Adoráveis Mulheres’) será responsável pela direção, além de assinar o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

O longa chega aos cinemas no dia 21 de julho de 2023.

Barbie‘ é baseada na icônica boneca da Mattel, que ajudou a definir a infância das crianças por décadas. Anteriormente, a companhia estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

‘Deadpool 3’: Daniel Radcliffe como Wolverine no MCU? Ator esclarece rumores!

Em entrevista ao Vanity Fair, Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) esclareceu os rumores que o apontavam como o novo Wolverine no Universo Compartilhado da Marvel.

Após o ator ter aparecido com um corpo mais definido, as especulações aumentaram ainda mais. No entanto, o astro garante que sua forma física não tem nenhuma ligação com nenhum papel, mas sim um desejo próprio.

“Não [comecei os rumores]. Eu só fiquei mais forte porque eu sou obsessivo e eu queria isso. Meus pais também são pessoas incrivelmente fitness. Eu aprendi isso com eles. Não comecei a malhar para interpretar o Wolverine. Estou lisonjeado, mas não.”

Vale lembrar que, após sair de sua “aposentadoria”, Hugh Jackman retornará como o Wolverine no aguardado ‘Deadpool 3‘, que voltará a ser estrelado pelo Ryan Reynolds como o Mercenário Tagarela.

Apesar das greves, o longa está previsto para estrear no dia 3 de maio de 2024.

Embora os detalhes da trama de ‘Deadpool 3‘ sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Deadpool causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

‘Os Fantasmas se Divertem 2’ ganha BAIXA classificação etária por “imagens sangrentas”

Como esperado, a sequência ‘Os Fantasmas Ainda Se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ recebeu uma baixa classificação etária (PG-13).

O longa foi classificado pelo MPAA por “conteúdo violento, macabro e imagens sangrentas, linguagem forte, material sugestivo e breve uso de drogas”.

Vale destacar que a classificação do novo filme é maior do que a do original, que havia sido lançado como PG (para todas as idades), em 1988. A sequência é recomendada para maiores de 13 anos.

Curiosamente, a classificação PG-13 só havia sido criada quatro anos antes do lançamento do primeiro filme.

A sequência será lançada nos cinemas nacionais no dia 5 de Setembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Os Fantasmas se Divertem‘ (Beetlejuice) foi lançado em 1988 e mostra uma dupla de fantasmas super atrapalhados que tem a casa invadida por novaiorquinos sofisticados.

O novo filme trará de volta Michael Keaton no papel principal de Beetlejuice, juntamente com Winona Ryder como Lydia Deetz e Catherine O’Hara como Delia Deetz, ao lado de novos integrantes da franquia: Willem Dafoe, Justin Theroux e Monica Bellucci.

Tim Burton retorna à direção da sequência e tem dado indícios promissores sobre o projeto.

Terror focado na irmã malvada da Cinderela ganha novas imagens oficiais; Confira!

O terror ‘The Ugly Stepsister‘ (A Meia-Irmã Feia, em tradução literal), focado na irmã malvada da Cinderela, ganhou novos imagens oficiais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Emilie Blichfeldt será responsável pela direção.

A trama segue Elvira enquanto ela precisa competir com sua bela meia-irmã, Cinderela, em um reino onde a beleza é considerado um negócio brutal. E ela fará qualquer coisa para atrair a atenção do príncipe…

Lea MyrenThea Sofie Loch NaessAne Dahl Torp estrelam a produção.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 18 de abril.

Sophie Turner enfrenta conspiração MORTAL no trailer de ‘STEAL’, nova série de SUSPENSE do Prime Video

O Prime Video divulgou o primeiro trailer de ‘STEAL‘, nova série de suspense estrelada pela Sophie Turner (‘Game of Thrones’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção estreará no serviço de streaming no dia 21 de janeiro.

Um dia de trabalho típico em uma empresa de investimentos de fundos de pensão é interrompido quando uma gangue de ladrões violentos invade o local e força Zara (Turner) e seu melhor amigo, Luke (Archie Madekwe), a executar suas exigências. Mas quem roubaria bilhões de libras das pensões de pessoas comuns e por quê? O inspetor-chefe Rhys (Jacob Fortune-Lloyd) está determinado a descobrir, mas, como um viciado em jogos de azar que recaiu recentemente, Rhys precisa lidar com seus próprios problemas financeiros enquanto enfrenta as agendas secretas e os interesses conflitantes no centro deste crime de grande alcance.

Criada por S.A. Nikias, a série conta com a direção de Sam Miller e Hettie Macdonald.

O elenco ainda conta com Andrew Howard, Ellie James, Jonathan Slinger, Harry Michell, Thomas Larkin, Tara Summers e Sarah Belcher.

‘Kong – A Ilha da Caveira’ é sucesso entre a crítica especializada

Kong: Ilha da Caveira‘ chega aos cinemas apenas na próxima quinta-feira (09), mas a crítica norte-americana já está se pronunciando a respeito da produção e as opiniões são extremamente positivas!

Até o momento com 83% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme agradou os principais veículos de entretenimento, que elogiaram a concepção do primata e outros aspectos ligados à trama.

E para te preparar para a tão aguardada estreia de ‘Kong’, confira aqui o que crítica tem a dizer:

“Nós não viemos até ‘Kong: Ilha da Caveira’ por seus personagens (que são bem desenvolvidos), nós viemos pelo maldito e sujo primata. E o Kong do diretor Jordan Vohgt-Roberts e da Industrial Light and Magic é de parar o show”. – Chris Nashawaty, Entertainment Weekly

“Uma grande e burra besta que, apesar de todo seu barulho, é adorável aos corações. Isso descreve tanto o gigante primata como ‘Kong: Ilha da Caveira’, o último filme do universo das produções de King Kong, que tem se perpetuado nos cinemas pelos últimos 80 anos” – Jim Slotek, Toronto Sun

“Todos os elementos requisitados são servidos aqui com proporção ideal, e o tempo simplesmente voa, o que raramente pode ser dito sobre filmes dessa natureza”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter

“A surpresa é que a ‘Ilha da Caveira’ não é apenas 10 vezes tão bom quanto ‘Jurassic World’; É também um despertar inteligente e astucioso de um animal voraz primordial e espetacular”- Owen Gleiberman, Variety

“É difícil dizer se a produção se manterá viva na sua memória por muito tempo, mas ela manterá você colocado em seu assento. Desculpe Godzilla, mas Kong está no topo agora”. – Don Kaye, Den of Geek

“Uma bagatela encantadora e insistente, um filme de monstro que não tem medo de ser cruel, enquanto também explora a bobagem inerente do gênero”. – Bilge Ebiri, Village Voice

 

 

 

A estreia está prevista para o dia 9 de março de 2017 nos formatos 2D, 3D e IMAX.

Jennifer Lawrence visita crianças em hospital pediátrico; Confira as fotos!

A carismática vencedora do Oscar, Jennifer Lawrence, tirou um tempinho da sua rotina para visitar as crianças internadas no hospital pediátrico Norton Children’s Hospital.

Segundo a unidade, as visitas da atriz ao estabelecimento se tornaram uma tradição anual de Natal.

Confira as imagens:

‘Catherine, the Great’: Helen Mirren em foto oficial da minissérie da HBO

A nova minissérie da HBO, intitulada ‘Catherine The Great‘, ganhou sua primeira imagem oficial, que traz a veterana vencedora do Oscar, Helen Mirren, no papel homônimo.

Confira:

O elenco ainda conta com Sam Palladio (‘Nashville‘) no papel do jovem amante da rainha, Alexander Vasilichikov.

Roteirizado por Nigel Williams, o projeto será dirigido pelo vencedor do BAFTA e Emmy, Philip Martin. Ele é o mesmo responsável pela aclamada série da Netflix, ‘The Crown’.

Dividida em quatro partes, a produção vai acompanhar a monarca russa Catherine no final de seu reinado e seu relacionamento amoroso com Grigory Potemkin. Em meio a um escândalo, intrigas e grandes conflitos, a narrativa tratará sobre o amor obsessivo. Sem autorização para casar publicamente e conhecidos como promíscuos, o casal acaba desenvolvendo um relacionamento único, que rompeu com suas adversidades e contribuiu para moldar a Rússia para o que ela eventualmente se tornou nos tempos subsequentes.

‘The Good Doctor’: Dramas familiares e desconfiança na promo do episódio 3×04; Assista!

A 3ª temporada da popular série da ABC, ‘The Good Doctor‘, segue a todo vapor e o quarto capítulo do novo ciclo ganhou uma nova promo.

Confira:

Apesar de ter perdido quase 40% de sua audiência, o segundo ano da série foi um dos programas mais assistidos da emissora, com uma média de 1.2 na demo, e um total de 6.7 milhões de espectadores.

A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.

O elenco conta com Freddie Highmore, Nicholas Gonzalez, Antonia Thomas, Tamlyn Tomita, Hill Harper, Richard Schiff, Christina Chang, Paige Spara, Fiona Gubelmann, Jasika Nicole e Will Yun Lee.

A 3ª temporada irá estrear na televisão norte-americana no dia 23 de setembro.

No Brasil, a série está disponível no serviço de streaming da Rede Globo, chamado Globo Play.

‘Sandman’: Liam Hemsworth e Dacre Montgomery são cotados para estrelar a adaptação da Netflix

A produção da série de ‘Sandman‘ está ganhando forma e dois dos atores mais populares da atualidade estão sendo cotados para estrelar a adaptação.

Segundo o portal The Illuminerdi, Liam Hemsworth e Dacre Montgomery estariam na mira da Netflix para interpretar o papel de O Corintiano, um pesadelo quase indestrutível que mata suas vítimas, toma posse dos seus corpos e os transforma fisicamente ao longo do processo.

O personagem, que possui dentes no lugar de seus olhos e cabelos brancos, foi criado por Neil Gaiman e Mike Dreiberg, durante o primeiro arco dos quadrinhos, intitulado ‘A Casa de uma Boneca’.

Na versão em audiobook dos quadrinhos, O Corintiano é personificado pela voz do astro Riz Ahmed.

Ainda não se sabe como será feita a abordagem do personagem, mas a publicação salienta que ele terá papel chave na trama.

Vale lembrar que o portal Collider anunciou que Tom Sturridge também está sendo cotado para estrelar a vindoura adaptação de ‘Sandman’ para a Netflix como Sonho, também conhecido como Morpheus e o próprio personagem-título.

Sturridge é conhecido por diversas produções de grande calibre, já tendo trabalhado com a plataforma de streaming em ‘Velvet Buzzsaw’. Seus outros projetos incluem ‘Mary Shelley’‘Rádio Pirata’.

Recentemente, o romancista Neil Gaiman compartilhou a primeira imagem de bastidores da produção.

Sem revelar muitas informações, a foto já confirma o tom sobrenatural e místico da produção ao trazer a frase “o espaço entre os universos” em primeiro plano.

Confira:

Gaiman também confirmou que as gravações da série serão retomada em três semanas.

Vale lembrar que 40% da primeira temporada já havia sido filmada em maio, quando a produção teve que ser interrompida devido a pandemia de coronavírus.

Em entrevista ao Radio Times, Gaiman falou um pouco sobre os desafios de trazer o audacioso projeto à vida através dos anos – e que nada dos quadrinhos originais será deixado de fora.

“O lado bom de fazer [a adaptação] como uma série da Netflix é que não estamos num lugar onde vamos jogar coisas fora. Na verdade, é o contrário. Às vezes isso significa que teremos mais coisas, porque temos espaço para isso. Mas nunca vamos descartar as coisas, e não vamos abandonar nada. E isso, em si, é incrível”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Digital Spy, Gaiman, que entra como produtor executivo e corroteirista ao lado de Heinberg e Goyer, comentou que a adaptação será ambientada em 2021.

“A versão da Netflix começará em 2021, então Morpheus terá sido mantido como prisioneiro por 105 anos em vez de setenta… Vamos nessa linha, ver o que acontece. Já está em nos roteiros, e fica interessante, porque se estamos criando este personagem agora, de qual gênero ele será? Se estamos criando o personagem agora, quem ele seria? O que ele estaria fazendo? E vamos seguir em frente a partir daí”.

Gaiman também comentou que os episódios estavam prontos para serem rodados até que a pandemia do novo Coronavírus atrasou a produção.

“[A série] vai muito bem, tirando o fato de que estamos em hibernação agora até as pessoas voltarem a fazer TV de novo. Os roteiros para a primeira temporada estão prontos, o processo de elencamento começou, os diretores foram contratados, os cenários estavam sendo construídos. Tudo estava pronto para começar, e então demos uma pausa. Assim que o mundo estiver pronto de novo, ‘Sandman’ vai se transformar em algo pronto. Enquanto isso, estamos conversando sobre a oportunidade de lapidar os roteiros”.

Há alguns meses, Gaiman revelou aos fãs o que eles devem esperar para o primeiro ciclo da produção:

“A primeira temporada terá 11 episódios. Esse é o começo de tudo. Prelúdios e Noturnos e um pouco mais”, revelou o escritor.

Por anos, ‘Sandman’ ficou no limite de processos criativos para o lançamento de adaptação cinematográfica para o material de origem, mas devido à complexidade da temática, o projeto nunca saiu do papel.

“A parceria com a brilhante equipe formada por Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg nos empolgou demais e finalmente iremos trazer a icônica HQ de para as telas. De personagens carismáticos e histórias ricas, até esse universo construído de forma épica, estamos animados em criar essa série original de algo adorado pelos fãs”, afirmou Channing Dungey, Chefe de programação oficial da Netflix.

O projeto é descrito como a série de TV mais cara que a DC já fez.

O roteirista da ‘Mulher Maravilha’, Allan Heinberg atuará como escritor, produtor e showrunner para a série, com Neil Gaiman e David Goyer atuando como produtores executivos.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

‘Sandman‘ é a criação mais popular de Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

Por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

‘Tudo Por Um Popstar’: Comédia teen com Maisa estreia na Netflix

A comédia teen, ‘Tudo Por um Popstar’, estrelada por Maisa Silva, Klara Castanho e Mel Maia, teve a sua estreia na Netflix. A produção chegou nesta segunda-feira (11) na grade de programação do streaming.

O filme, baseado no livro de Thalita Rebouças, questiona até onde você iria para chegar perto do seu ídolo. Na trama, as três meninas ficam enlouquecidas quando recebem a notícia de que a boy band “Slava Body Disco Disco Boys” estará em turnê no Rio de Janeiro. Fãs intensas, elas não vão medir esforços para realizar o sonho de ver de perto seus ídolos Slack (João Guilherme), Michael (Victor Aguiar) e Julius (Isacque Lopes).

Assista:

O longa é dirigido por Bruno Garotti (Eu Fico Loko).

Johnny Depp chama julgamento com Amber Heard de “ficção global” e fala em recomeço

Em uma rara e extensa entrevista ao The Sunday Times, Johnny Depp rompeu o silêncio sobre os últimos anos de sua carreira e vida pessoal, referindo-se a si mesmo como “um boneco de testes do #MeToo”.

A declaração vem no momento em que o ator promove ‘Modi: Three Days on the Wing of Madness‘, seu novo trabalho como diretor, lançado nos cinemas do Reino Unido.

A fala de Depp remonta às acusações feitas por sua ex-esposa, Amber Heard, em 2016, quando ela o acusou de violência doméstica ao pedir o divórcio. O caso se desdobrou em dois julgamentos públicos que repercutiram globalmente.

“Olha, isso já tinha ido longe demais,” disse Depp sobre o segundo julgamento, transmitido ao vivo em 2022. “Sabia que teria que me semi-eviscerar. Todo mundo dizia: ‘Vai passar!’ Mas eu não podia confiar nisso. Passar o quê? A ficção espalhada pelo mundo? Não vai.”

O primeiro julgamento, em 2020, terminou com derrota para Depp no processo contra o jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”. Já no segundo julgamento, contra Heard, nos Estados Unidos, o júri concluiu que ambos haviam se difamado mutuamente — embora a decisão tenha sido amplamente favorável ao ator, que foi premiado com milhões em indenizações.

Depp, que foi afastado da franquia ‘Animais Fantásticos‘ da Warner Bros. após o primeiro julgamento, agora começa a reabrir portas em Hollywood. Ele voltará às telas ao lado de Penélope Cruz no longa ‘Day Drinker‘, uma comédia de ação produzida pela Lionsgate e com estreia prevista para 2026.

“Sobrevivi a todas as matérias tendenciosas, a toda a merda,” disse. “Não era para ser fácil, mas eu não ligava. Pensei: ‘Vou lutar até o amargo fim’. E se eu acabar abastecendo carro? Tudo bem. Já fiz isso antes.”

O ator também refletiu sobre arrependimentos e recomeços:

“Não me arrependo de nada. Porque, honestamente, o que podemos fazer sobre o jantar da semana passada? Nada.”

Com a carreira cinematográfica reativada e uma postura que beira o desabafo, Johnny Depp parece determinado a redefinir sua trajetória — e, nas palavras dele, “rolar os dados” novamente.

Lionsgate revelou recentemente que escalou quatro novos membros ao elenco do thriller ‘Day Drinker (via Deadline).

As informações indicam que Manu RíosArón PiperJuan Diego BottoAnika Boyle foram contratados para o projeto.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

As boas novas vieram acompanhadas da primeira imagem oficial, que dá destaque a um irreconhecível Depp.

Confira:

Penélope Cruz e Madelyn Cline também fazem parte do elenco.

O projeto marcará não apenas o retorno de Depp em Hollywood após seu polêmico drama legal com a ex-esposa Amber Heard, como também será sua reunião com Cruz após ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Na trama…

A bartender de um navio de cruzeiro conhece um misterioso bebedor diurno, mas não demora muito para que ambos se vejam envolvidos em um submundo criminoso e conectados de maneiras inesperadas.

A história é baseada em um roteiro original de Zach Dean.

A Lionsgate é o estúdio por trás do projeto. Essa é a segunda colaboração entre o estúdio e a 30WEST. As empresas se uniram também para a comédia ‘Power Ballad‘, estrelada por Paul Rudd e Nick Jonas.

Escândalos sexuais de Harvey Weinstein vão ganhar documentário

De acordo com o Deadline, a BBC produzirá um longa de documentário sobre a carreira e os escândalos sexuais de Harvey Weinstein.

A direção ficará por conta de Ursula MacFarlane, que comandou o documentário ‘Charlie Hebdo: Three Days That Shook Paris’.

O longa retratará a ascensão e queda do cineasta em Hollywood, além de trazer entrevistas com atrizes que foram vítimas do produtor. Entre elas estão Rose McGowan e Paz de la Huerta, que alegaram terem sido estupradas por Weinstein.

Simon Chinn e Jonathan Chinn são os produtores executivos.

“Ao contar a história extraordinária da ascensão e queda de Weinstein, o filme pretende chegar nas maiores questões que estão no centro do escândalo; como ele manteve o comportamento por tanto tempo, o que sua história revela sobre os homens poderosos que trabalham em Hollywood e além, e como este é um momento fundamental para discutir o tratamento de mulheres no espaço de trabalho”

‘Weinstein’ ainda não tem data de lançamento.

Leia mais sobre os casos de assédio que estão causando polêmica em Hollywood e abrindo novas portas para que vítimas possam se sentir à vontade para falar sobre o que sofreram.

John Lasseter é acusado de assédio sexual e se afastará da Pixar e da Disney; Entenda o caso!

Ed Westwick, de ‘Gossip Girl’, é acusado de estupro

Polêmica! Charlie Sheen é acusado de estuprar Corey Haim quando ator tinha 13 anos

“Você devia f*dê-la para ela ver que é lésbica”, Ellen Page acusa Brett Ratner de assédio

Matthew Weiner, criador de ‘Mad Men’, é acusado de assédio por roteirista da série

Prestigiado comediante Louis C.K. é acusado de assédio sexual por cinco mulheres

Jeffrey Tambor é investigado por acusação de assédio sexual

Kevin Spacey: ator está buscando tratamento após novas acusações de assédio

Diretor Brett Ratner é acusado de assédio sexual por Olivia Munn e outras atrizes

Cineasta indicado ao Oscar é acusado de assédio sexual por mais de 30 mulheres

Ben Affleck também é acusado de assédio sexual; Assista ao vídeo!

‘Too Old to Die Young’: Série de TV do diretor de ‘Drive’ ganha teaser violento

A Amazon divulgou o primeiro teaser-trailer de ‘Too Old to Die Young’, série de TV do diretor Nicolas Winding Refn (‘Demônio de Neon’). Assista:

A série contará com 10 episódios e acompanhará o submundo do crime em Los Angeles, explorando as diversas crises existenciais de assassinos da cidade norte-americana.

Miles Teller, Jena Malone, Callie Hernandez e Billy Baldwin completam o elenco. A estreia acontece em 2019.

Conheça a Trágica História de Keanu Reeves

Se você entrou na internet ao longo dos últimos 10 anos, é bem capaz que tenha se deparado com o ator Keanu Reeves algumas boas vezes. Por muito tempo, uma foto sua no banco da praça estampou tirinhas e memes de diferentes países. O “Sad Keanu” foi um fenômeno das redes sociais e acabou sendo deixado de lado quando a história por trás do ator foi exposta e as pessoas começaram a admirá-lo por algo além de seus personagens do cinema.

Principal nome de uma das maiores franquias de ação da atualidade, Keanu Charles Reeves foi um dos nomes mais promissores dos anos 90/2000. Imortalizado no papel de Neo, da trilogia Matrix, e com mais alguns bons papéis, Keanu não chegou a ser o ator versátil que se esperava dele, mas sempre ostentou um carisma enorme e muita dedicação ao trabalho que ama. Até chegar ao sucesso estrondoso de John Wick, ele fez muito dinheiro na carreira, só que diferentemente de muitos outros, Keanu Reeves fez de tudo para não ser apenas mais um clichê de Hollywood.

Conhecido por sua humildade, o astro passou por muitas coisas na vida antes de habitar o coração dos fãs. Filho de um geólogo com uma Figurinista/Stripper, Keanu Reeves nasceu em Beirute, no Líbano, e foi para os Estados Unidos ainda criança. Seu pai abandonou a família, mas manteve algum contato com o filho.  Ao longo dos anos, ele teve vários padrastos, que influenciaram em sua formação como pessoa, incluindo Paul Aaron, um diretor da Broadway, que conseguiu a cidadania Canadense para o menino e sua mãe. No Canadá, ele tentou ser goleiro de Hockey, mas sua dislexia o impediu de conseguir boas notas e seguir carreira no time da escola.

Já adulto, ele voltou para Nova York e se lançou na carreira de ator. Nessa nova vida, ele conheceu seu melhor amigo, River Phoenix, irmão de Joaquin Phoenix. Eles se divertiam muito até os anos 90, quando a vida de Keanu Reeves viveu uma série de altos e baixos. Com uma carreira em ascensão e com inúmeros projetos em andamento, Keanu tinha tudo para ser feliz na profissão. Ele estava vivendo o sonho de qualquer jovem ator, mas parece que conforme sua carreira decolava, as tragédias surgiam na mesma proporção.

Em 1993, durante um show de Johnny Depp na Viper Room, seu amigo River Phoenix teve uma overdose e faleceu. Keanu gravava o futuro fenômeno Velocidade Máxima e ficou tão chocado que se recusou a comentar o caso ou prestar alguma homenagem. Sua atitude rendeu muitas críticas da imprensa, que só pioraram quando ele se recusou a estrelar Velocidade Máxima 2. A proposta era financeiramente tentadora, mas o roteiro não fazia sentido (afinal, o filme teria a mesma premissa, só que se passaria num navio. Os passageiros poderiam simplesmente pular no mar sem ativar a bomba). Com a recusa, a imprensa hollywoodiana pegou pesado com ele, tecendo comentários sobre seu ego e sobre sua “burrice” de recusar uma bolada daquelas.

Ele estrelou ao lado de seu ídolo, Al Pacino, Advogado do Diabo e diz até hoje que teria feito o filme de graça se o pedissem. Ele conheceu Jennifer Syme, assistente de produção de David Lynch, e se apaixonou perdidamente por ela. Em 1999, enquanto viva a glória de Matrix, Keanu e Jennifer ficaram grávidos de uma menina, Ava, mas o bebê nasceu natimorto. Retirada do ventre da mãe direto para o cemitério de Los Angeles, a pequena Ava foi um caso de muita tristeza para o casal, que decidiu terminar. Em 2001, quando os dois estavam próximos de uma reconciliação amorosa, Jennifer sofreu um acidente de carro e faleceu. Keanu se fez presente na família da ex-namorada e sentiu muito a perda de sua amiga/paixão, que foi enterrada ao lado do bebê, em Los Angeles.

Em 2002, sua irmã, Kim, voltou a apresentar sintomas de Leucemia, mas conseguiu se recuperar. Keanu, então, doou cerca de 70% do que ganhou na franquia Matrix para hospitais de câncer e criou um fundo de pesquisa de cura para a doença.

Ele também se envolveu em um projeto sobre um morador de rua que ganharia na loteria. Então, o ator tentou viver nas ruas para aprender sobre a vida de um sem teto e exercitar a humildade. No processo, tentaram roubar seu papelão/cobertor. Quando a imprensa o descobriu nas ruas, tentou vende uma história sobre decadência, mas logo foi esclarecido que era parte de um personagem. Pois bem, o filme acabou não saindo do papel, só que o preparo não foi completamente inútil. O ator aprendeu muito sobre humildade e simplicidade, havendo até mesmo uma história na qual ele ofereceu um jantar aos seus amigos sem-teto e se surpreendeu quando eles pediram para ir ao McDonald’s em vez de um lugar caro.

Desde então, o ator foi flagrado várias vezes por muitos fãs em lugares comuns, agindo como uma pessoa comum. Em um mar de extravagâncias, a história do astro “gente como a gente” foi ganhando espaço na mídia. Todo ano era uma nova história sobre Keanu Reeves e sua simpatia com os fãs. Momentos do ator andando de metrô e cedendo seu lugar para grávidas e idosas, por exemplo, ganharam os holofotes da internet, assim como casos de fãs que o encontraram e foram extremamente bem tratados por ele.

Abraçado virtualmente pelos fãs e considerado um dos caras mais legais de Hollywood, Keanu Reeves segue humilde e, segundo ele mesmo, um cara solitário. Tanto que a tal foto do “Keanu Solitário” viralizou  quando, em um de seus aniversários, ele comprou um bolo, sentou num banco de praça e dividiu com quem sentasse ao seu lado. Seu carisma e estilo de vida são tão contagiantes que uma religião dedicada ao ator surgiu recentemente e já conta com milhares de adeptos, é o Keanuísmo. Há até mesmo boatos de que ele seria imortal.

Dono de uma estrela na Calçada da Fama, astro da franquia John Wick, famoso em todo o mundo e um dos caras mais tranquilos do meio do cinema, Keanu Reeves se mostrou um grande exemplo de ser humano e agora recebe o carinho dos fãs. É um caso emocionante de alguém que sofreu muito e ainda assim continua grato pela vida.

Viva Keanu Reeves!

Crítica | Toy Boy – Polêmica Série da Netflix traz Homens Gostosos Sarados e Mulheres Poderosas

Parece que o jogo virou, não? Pois é! A Netflix chegou em março com uma série cheia de homens gostosos e sarados strippers e mulheres detentoras de muito poder. Estamos falando de ‘Toy Boy’, a série de 13 episódios que há semanas se mantém em primeiro lugar dentre os mais vistos do Brasil (e, talvez, do mundo inteiro).

Hugo Beltrán (Jesús Mosquera, hola que tal sósia do Cauã Reymond?! <3) é um jovem stripper na boate Inferno, em Marbella, na Costa Sol da Espanha. Ele adora dançar e tem um relacionamento meio sério com a milionária Macarena Medina (Cristina Castaño, que no primeiro episódio parece meio fraca, mas evolui muito ao longo dos episódios). Um dia os dois participam de uma orgia (!!), Hugo é completamente drogado e, quando acorda horas depois, tem um corpo carbonizado em seu barco e a polícia o pega em flagrante. Hugo passa sete anos na prisão até ser surpreendido pela jovem advogada Triana Marín (María Pedraza, que parece até jovem demais pro papel, mas aos poucos a gente vai entendendo que é tudo proposital e que sua atuação é ótima), que reabre o caso e começa a lutar para provar a inocência dele.

Embora essa seja a trama principal, os ‘Toy Boy’ são cinco rapazes, e a série encontra espaço para desenvolver a história particular de três deles: Hugo, Iván (José de la Torre, o melhor amigo e dono do bar) e seu rolo com traficantes bolivianos, e Jairo (Carlo Costanzia, olho nele gente!). Aliás, o personagem Jairo é o que mais queridinho: ele é um stripper gay, que sai com homens mais velhos por dinheiro até começar a se interessar por Andrea (Juajo Almeida). Mencionei que Jairo também é mudo? O núcleo desses dois personagens é a coisa mais fofa.

Ao mesmo tempo que ‘Toy Boy’ objetifica o corpo masculino e se baseia nos gominhos dos abdomens dos rapazes para atrair o público feminino, a série também retrata todas as mulheres em posições de poder: temos a prefeita; a CEO da empresa MedinaCon; a senhora investidora da empresa concorrente; a esposa do personagem que está na cadeia; a dona do escritório de advocacia e a própria advogada. Aliás, Triana, a advogada, é a mesma atriz que fez a Alison em ‘La Casa de Papel’ e a Marina em ‘Élite’.

A construção do roteiro geral e dos episódios é muito… interessante. Juan Carlos Cueto e Rocío Martínez, que assinam a criação da série e também o roteiro, conseguem construir ao mesmo tempo um suspense dramático instigante mesclado com diálogos cafonas e belas paisagens. Assim, ao mesmo tempo que temos um pano de fundo interessante para acompanhar (o que aconteceu na orgia? Quem é o assassino? etc), temos cenas que beiram o novelão mexicano, com direito a marcações cronometradas de entrada e saída de personagens. A gente fica sem saber se ri ou se chora.

Mas e daí né? Ninguém aqui vai ver ‘Toy Boy’ pensando “nossa, que falta de continuidade nessa cena, em que num momento a advogada está no maior oba-oba e, dois momentos depois, está se encontrando com a mesma pessoa que a acompanha para entregar uma papelada pra ela – com a mesma roupa, como se não tivesse acontecido nada”. Ninguém tá se importando né? O que importa é que, mesmo com capítulos longos, ‘Toy Boy’ é uma série boa, viciante, e que literalmente começa e termina todos os episódios com uma apresentação dos meninos tirando a roupa (para o nosso delírio!), e nenhuma é repetida.

Portanto, em tempos de quarentena, chama o crush pra ir na sua casa assistir ‘Toy Boy’ – é certo que o tempo vai passar mais rápido! 😉

Aliás, fica aqui meu agradecimento ao editor chefe do CinePOP, Renato Marafon, por ter me incumbido de fazer a crítica dessa série: foi um trabalho árduo, tive que voltar várias vezes as cenas para poder entregar uma crítica à altura de tanto… talento. E mando também um beijo pro meu namorado, Rafael, por todas as vezes que eu estava assistindo a série e respondia “desculpa amor, é trabalho” rsrsrs. Ossos do ofício! (Obrigada Netflix, já pode mandar a 2ª temporada tá?)

 

‘Aquaman’: Artes conceituais revelam o visual completo do gigantesco Karathen

Um dos momentos mais épicos do cinema de 2018 foi ver Aquaman chegando para a batalha contra Orm controlando a criatura monstruosa chamada Karathen.

Entretanto, infelizmente, pelo tamanho gigantesco do bicho, não é possível ver claramente sua anatomia. Entretanto, algumas artes conceituais foram divulgadas e elas mostram muito bem o design da criatura.

Confira:

O filme já soma US$ 846 milhões, e analistas de bilheterias do Hollywood Reporter indicam que ele irá ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em sua jornada pelos cinemas.

Aquaman‘ já é a segunda maior bilheteria da nova franquia da DC, e agora só precisa vencer ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões) para se tornar o 1º lugar.

O longa já ultrapassou as bilheterias de ‘Homem de Aço‘ (US$ 668 milhões), ‘Liga da Justiça‘ (US$ 657,9 milhões), ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 746,8 milhões) e ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,8 milhões).

Assista nossa crítica:

James Wan dirige o filme, e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

O meio-humano, meio-Atlante Arthur Curry, é levado à jornada de sua vida — uma jornada que vai forçá-lo a não só encarar sua verdadeira identidade, mas também a descobrir se ele tem o que é necessário para ser… um rei.

O elenco conta com Jason Momoa no papel principal, Amber Heard (Mera), Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna).

‘Aquaman’: Jason Momoa compartilha foto de nova cena das refilmagens

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

 

‘Shazam! 2’: Filmagens da sequência devem começar no meio do ano que vem

‘Shazam!’ nos encantou quando chegou aos cinemas no começo deste ano e, segundo o site The Associated Press, as filmagens da aguardada sequência devem começar em breve.

Zachary Levi, que vive o personagem-título, deu uma recente entrevista sobre o impacto do longa-metragem em sua vida e carreira, e aproveitou para dizer que “a escrita do roteiro para a continuação já começou, e as filmagens devem começar entre março e junho do ano que vem”.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 350 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.