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Fãs querem filme solo da ‘Viúva Negra’

Os fãs ficaram extramente desapontados quando a Marvel anunciou seu calendário de estreias até 2020, e não incluiu os filmes solos dos heróis Hulk e Viúva Negra.

Em uma enquete lançada pelo Fandango, empresa americana responsável por venda de ingressos online, o público foi questionado sobre qual personagem da Marvel merecia ganhar um filme solo.

E não deu outra: a Viúva Negra venceu a enquete disparada com 48% dos votos, sendo a principal escolhida pelos fãs para ter seu próprio filme. O segundo lugar ficou com Visão (15%), seguido pelo Falcão (12%), Gavião Arqueiro (10%), Máquina de Combate (8%) e Feiticeira Escarlate (7%).

Mais de mil fãs participaram da votação.

 

“A Viúva Negra nunca quis ser uma Vingadora”, afirma Scarlett Johansson 

Recentemente, a atriz Scarlett Johansson confirmou que existem chances de um filme solo da heroína acontecer em um futuro bastante próximo.

“Eu conversei com Kevin [Feig, produtor] sobre isso”, revelou. “Eu quero dizer, é claro, é claro que tivemos essa conversa antes, e eu acho que o Kevin também gostaria de ver um filme solo dela. Eu acho que posso falar por ele e dizer isso. Apenas isso, na verdade. Eu acho que esta personagem está sendo muito bem usada neste universo cinematográfico, e que Kevin e eu temos uma visão parecida de como seria a franquia própria da Viúva Negra nos cinemas”, afirmou.

Johansson já provou que consegue levar um filme de ação nas costas com ‘Lucy‘, bem sucedida ficção científica dirigida por Luc Besson.

“Eu acho que há espaço para um filme dela. A personagem tem uma história de origem realmente rica e eu tenho sido muito sortuda em destrinchar cada uma de suas camadas e construir essa personagem”, continua;

A atriz também confirmou que o seu contrato foi alterado desde que foi adicionada à franquia ‘Capitão América‘, e que ele vai continuar a evoluir com base na demanda dos fãs para ver mais da Viúva Negra.

“Tem sido uma relação muito boa e a Marvel dá a opção de você trabalhar apenas nos filmes que deseja”, concluiu.

Viúva Negra deveria ter ganhado um filme solo em 2004, antes mesmo do lançamento de ‘Homem de Ferro‘ (2008). A Lionsgate estava a cargo do desenvolvimento do longa sobre a heroína da Marvel, que seria escrito por David Hayter (‘X-Men 1 e 2’), mas o estúdio acabou abandonando o projeto.

Segundo a publicação, a Lionsgate temia a recepção nas bilheterias de um filme estrelado por uma até então desconhecida heroína dos quadrinhos.

Seis anos depois, Johansson assinou para encarnar Natasha Romanofff/Viúva Negra em ‘Homem de Ferro 2‘ (2010). A princípio, a atriz só faria uma participação especial, mas o sucesso da personagem estendeu o contrato de Johansson com a Marvel, que depois apareceu em outros dois filmes do estúdio (‘Os Vingadores‘ e ‘Capitão América 2‘).

‘Liga da Justiça’ reunida na primeira e incrível foto do filme!

Aquaman’, ‘Batman’, ‘Superman’, ‘Mulher-Maravilha’, ‘The Flash‘ e ‘Cyborg‘. Todos reunidos e imponentes na primeira imagem oficial de ‘Liga da Justiça‘, divulgada da San Diego Comic-Con 2016.

Confira:

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Ben Affleck confirmado oficialmente como diretor de ‘Batman’ 

A Parte 2 de ‘Liga da Justiça‘ não vai mais acontecer (saiba mais aqui!), e o filme ganhou seus logos oficiais (saiba mais aqui!).

Confira a sinopse:

Abastecido por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato altruísta do Superman, Bruce Wayne pede a ajuda de sua aliada recente, Diana Prince, para enfrentar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar uma equipe de metahumanos para defender o mundo contra esta ameaça recém-despertado. Mas, apesar da formação desta liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e o Flash – já pode ser tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Bomba! Amber Heard pode ser demitida de ‘Liga da Justiça’

O elenco conta com Gal Gadot, Henry Cavill, Ben Affleck, Jason Momoa (Aquaman) e Ezra Miller (‘The Flash’).

Mulher-Maravilha‘ (Wonder Woman) teve sua estreia agendada para 23 de Junho de 2017, enquanto ‘Liga da Justiça‘ (Justice League Part One) estreia em 17 de Novembro de 2017.

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Marvel confirma ano de estreia e mais nomes para o elenco de ‘Justiceiro’

A Marvel e a Netflix confirmaram para 2017 o ano de lançamento de ‘Justiceiro‘, série do anti-herói que fez sua estreia na segunda temporada de ‘Demolidor’.

Com isso, será o primeiro ano em que a Netflix estreará nada menos que três séries de adaptações de quadrinhos.

A primeira será ‘Punho de Ferro’, em março; possivelmente; ‘Os Defensores‘ em junho, antecedendo ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ e batendo de frente com ‘Mulher-Maravilha‘; e ‘Justiceiro‘ próximo ao final do ano, em setembro.

Com relação ao elenco, os novos nomes e personagens são os seguintes:

O já confirmado Ben Barnes, que interpretará Billy Russo, o melhor amigo de Frank Castle durante os anos em que ambos serviram nas Forças Especiais. Ele também dirige uma corporação militar privada chamada “Anvil”.

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Ebon Moss-Bachrach (Girls) viverá Micro, ex-analista na NSA cujos segredos podem ser de grande valor para Frank e todos ao seu redor.

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Amber Rose Revah viverá Dinah Madani, uma sofisticada agente de Segurança Nacional altamente treinada e que está irritada com o Justiceiro.

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Justo quando Matt achava que tudo começava a entrar nos eixos em Hell’s Kitchen, novas forças do mal passam a assombrar a cidade. Agora, o Homem sem Medo precisa encarar um novo adversário, Frank Castle, enquanto lida com uma velha paixão: Elektra Natchios.

Novos problemas surgem quando o vingativo Frank Castle ressurge como “O Justiceiro”, um homem que insiste em fazer justiça com as próprias mãos. Enquanto tenta equilibrar seu trabalho como o advogado, defendendo os interesses da comunidade, e sua perigosa vida como o Demolidor de Hell’s Kitchen, Matt enfrenta um momento decisivo que o obriga a analisar o verdadeiro significado da palavra “herói”.

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Demolidor’: Foto da segunda temporada traz uniforme

Novas prévias de ‘Busca Implacável’, série de TV inspirada na franquia com Liam Neeson

O canal NBC liberou novas prévias de ‘Taken‘, série de TV baseada na trilogia ‘Busca Implacável’ (Taken), protagonizada por Liam Neeson.

O episódio piloto será exibido nos EUA no dia 27 de fevereiro de 2017.

A história vai se passar antes dos acontecimentos do primeiro filme:

Bryan Mills, o personagem interpretado por Neeson no cinema, é um jovem sem esposa e filhos. … A série vai se concentrar em como Mills adquire seu “conjunto muito específico de habilidades” e se torna o personagem que todos nós conhecemos. A série se passará nos dias de hoje.

Assista, com o trailer:


Alex Graves, diretor de televisão veterano que trabalhou em séries como ‘West Wing: Nos Bastidores do Poder‘ e ‘Game of Thrones‘, vai dirigir o piloto.

Clive Standen (‘Vikings’) interpreta o jovem Bryan Mills.

 

 

‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ tem CINCO cenas pós-créditos

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ foi exibido para a imprensa, e já tem novidades rodando na internet.

O filme tem CINCO cenas pós-créditos, que ligam o filme com os próximos lançamentos da Marvel Studios – incluindo ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

Primeiras reações de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’ são mistas…

O embargo para as críticas cairá no dia 24 de Abril, quando vocês poderão conferir o que achamos do filme.

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

Confira um vídeo divulgado ontem:

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ estreia dia 27 de Abril de 2017.

‘Lago dos Cisnes’: Universal adquire filme com Felicity Jones sobre o clássico Ballet

A Variety confirma que a Universal Pictures adquiriu o mais novo projeto estrelado por Felicity Jones.

Felicity vai estrelar a versão cinematográfica do clássico ballet ‘O Lago dos Cisnes’ (Swan Lake).

Composto por Pyotr Ilyich Tchaikovsky, o ballet original traz a história de uma princesa chamada Odette, que se transforma em uma cisne após ser amaldiçoada por um feiticeiro.

A trama adaptada para os cinemas será inspirada pelo trabalho do renomado compositor, mas não será conduzida como um musical.

Swan Lake’ foi escrito por Kristina Lauren Anderson e conta com Luca Guadagnimo à frente da direção.

As filmagens serão iniciadas até o final do ano.

A estreia acontece em 2018.

 

Ator de ‘Game of Thrones’ entra para o elenco de ‘Bohemian Rhapsody’

A cinebiografia, que conta a história da banda Queen e do músico Freddie Mercury, intitulada ‘Bohemian Rhapsody’, ganhou uma nova adição.

Aidan Gillen, de ‘Game of Thrones’, será John Reid, empresário da banda entre os anos de 1975 e 1978

Dirigido por Bryan Singer, ‘Bohemian Rhapsody’ foi roteirizado por Justin Haythe, mais conhecido por seu excepcional trabalho no indicado ao Oscar, ‘Foi Apenas Um Sonho’.

Vale lembrar que o título da cinebiografia faz referência a magnífica canção homônima, considerada uma das melhores já feitas na história da música.

Mercury foi o vocalista e líder da banda de rock britânica Queen. Compôs muitos dos sucessos da banda, como ‘Bohemian Rhapsody’ e ‘We Are the Champions’. Suas exibições ao vivo eram lendárias, tornando-se imagem de marca da banda. A facilidade com que Freddie dominava as multidões e os seus improvisos vocais envolvendo o publico no show tornaram as suas turnês um enorme sucesso na década de 1970 e 80.

Lançou dois discos-solo, aclamados pela crítica e pelo público. Em 1991, surgiam rumores de que Mercury estava com AIDS, que se confirmaram em uma declaração feita por ele mesmo em 23 de novembro, um dia antes de morrer, vindo a falecer na noite de 24 de novembro de 1991, em sua própria casa.

15 Filmes na Netflix para Assistir nesse Feriado com Greve

O feriado prolongado chegou, e muitas pessoas tiveram seus planos de viajar indo por álcool abaixo com a greve que acabou com o combustível nos postos de gasolina. Mas não se preocupe, estamos com você.

Sabemos que para muitos de vocês (assim como a gente também), o programa preferido será assistir a filmes interminavelmente. A plataforma do momento para tal é a Netflix, que garante horas de entretenimento para os cinéfilos.

Justamente por isso, pensando em você, nosso querido público, nós do CinePOP trazemos uma nova lista, com 10 produções de variados gêneros, presentes no acervo Netflix, que você não pode perder. Portanto, pegue seu caderninho, anote nossas dicas e depois volte para nos agradecer. Ou não (rsrs). Mas sem dúvidas queremos saber sua opinião. Vamos a eles.

A Barraca do Beijo (2018)
(The Kissing Booth)

Sensação do momento entre os adolescentes, ‘A Barraca do Beijo‘ é um dos filmes mais vistos do mês na Netflix e já tem uma legião de fãs e uma possível sequência à caminho. No fofo filme que remete aos clássicos da sessão da tarde, Elle Evans (Joey King) e Lee Flynn (Joel Courtney) têm sido os melhores amigos a vida toda. Para proteger seu relacionamento especial, eles criaram um conjunto de regras de amizade que eles juraram seguir. No entanto, depois de um encontro casual em uma cabine de beijo, Elle encontra seu primeiro amor no irmão mais velho de Lee, Noah Flynn (Jacob Elordi). À partir daí, a amizade deles é colocada em cheque. A comédia romântica teen tem alusões ao ‘Clube dos Cinco‘ na trilha sonora e Molly Ringwald no elenco.

 

Clube dos Cinco (1985)
(The Breakfast Club)

Por falar em ‘Clube dos Cinco‘ (The Breakfast Club), o clássico lançado em 1985 está disponível no catálogo. Nos anos 80, o diretor John Hughes chegou a ser considerado o Steven Spielberg dos adolescentes, e esse título não veio à toa. Hughes falava sobre jovens de uma maneira inteligente e extremamente bem sacada, e foi responsável pelos clássicos teens ‘Curtindo a Vida Adoidado‘, ‘Gatinhas e Gatões‘, ‘Mulher Nota 1000‘ e ‘A Garota de Rosa-Shocking‘.

Clube dos Cinco‘ reúne uma turma de jovens atores que à época do filme eram considerados os garotos mimados de Hollywood (The Brat Pack), todos tinham um futuro promissor (Emilio Estevez,Judd NelsonAnthony Michael HallAlly Sheedy e Molly Ringwald), mas o tempo passa, e hoje estão todos sumidos.

A história mostra um dia na vida de cinco adolescentes que, por terem se comportado mal na escola, ficam detidos um sábado inteiro e tendo que redigir um longo texto, com mais de mil palavras, sobre o que eles pensam sobre si mesmos. Apesar de muito diferentes, eles acabam se conhecendo melhor e dividindo seus dramas pessoais.

 

As Patricinhas de Beverly Hills (1995)
(Clueless)

Delicioso clássico dos anos 90, ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ (1995) conta a história da determinada e mimada Cher (Alicia Silverstone). Uma adolescente rica, que decide fazer boas ações, como ser cupido dos seus professores e ajudar uma colega brega a se tornar popular. Nessa jornada ela acaba se autoconhecendo e dando valor a coisas que não se importava.

Sucesso no cinema, ‘As Patricinhas de Beverly Hills’ mudou o cenário dos anos 90, criou tendências e novas gírias, além de lançar Silverstone para a fama.

 

Dude: A Vida é Assim (2017)
(Dude)

Dude: A Vida é Assim, nova produção da casa que estreou no fim do mês passado, narra as desventuras de quatro amigas colegiais inseparáveis, e seu último ano juntas até a já famosa despedida rumo à faculdade.

Lucy Hale (Pretty Little Liers), Kathryn Prescott (Skins), Alexandra Shipp (X-Men: Apocalypse) e Awkwafina (Vizinhos 2) são os nomes de destaque no elenco, vivendo as amigas protagonistas. Quando a trágica morte de um colega de classe muito próximo a elas se abate sobre o grupo, a estrutura é realinhada e repensada. Dude aborda a amizade de jovens mulheres no mundo moderno, sem papas na língua, e sem evitar assuntos polêmicos – como drogas, sexo e relacionamentos.

Dude: A Vida é Assim não é a reinvenção da roda no segmento, e tampouco almeja ser. Porém, na olhada de bastidores na vida da classe média alta norte-americana planejada, tem todos os méritos possíveis. E mostra que garotas querem mais do que apenas se divertir…

 

The Titan (2017)
(The Titan)

Em The Titan, os recursos naturais de nosso planeta começam a ficar escassos num futuro não muito distante. Assim, um órgão do governo norte-americano planeja colonizar Titan, a lua de Saturno, que possui as qualidades mais habitáveis dentre as demais opções para os humanos. Apesar disso, ajustes serão necessários, já que ainda existem muitas diferenças para a adequação da vida terrestre no local. O filme acompanha a bateria de testes e exames da equipe selecionada para se tornar a pioneira a deixar nosso planeta rumo ao desconhecido do espaço.

Mesmo sem atingir o potencial que poderia, The Titan é uma pequena ficção científica que promete agradar os aficionados, e aqueles que não tiverem medo de abraçar por completo o absurdo.

 

Já Não Me Sinto em Casa Neste Mundo (2017)
(I Don´t Feel at Home in this World Anymore)

Que tal começar a lista com um filme novinho em folha, lançado este ano? Para melhorar, que tal se ele for o vencedor do prestigiado Festival de Sundance 2017? Pois é, amigos, a Netflix, mostrando a força do colosso que é, comprou o filme do festival e o lançou direto em sua plataforma, sem antes ser exibido nos cinemas brasileiros. Mas calma, segure sua ira. Acontece que o filme provavelmente não seria exibido em nossas salas de qualquer forma. Na trama, super atual, necessária e urgente, uma mulher (Melanie Lynskey) é assaltada. Quando a polícia se mostra incapaz de ajudá-la, e somada à exaustão da forma como as pessoas se tratam hoje, cada vez com mais intolerância, ela decide fazer justiça com as próprias mãos – ajudada pelo vizinho (papel de Elijah Wood, o eterno Frodo). Completando o elenco, a gracinha Jane Levy (O Homem nas Trevas).

 

Sing Street: Música e Sonho (Sing Street, 2016)

Outro filme inédito nos cinemas brasileiros, com o qual a Netflix resolveu nos presentear. Este é sem dúvida um dos três melhores filmes desta lista, uma verdadeira pérola a ser encontrada. Agradável, doce e contagiante, este musical adolescente se passa na década de 1980 e tem como cenário um bairro pobre de Dublin, Irlanda. O jovem Conor (Ferdia Walsh-Peelo) passa por grandes dificuldades em casa devido a separação de seus pais, mas isto não atrapalha seu otimismo na forma como encara a vida. A paixão por Raphina (Lucy Boynton <3), uma menina mais velha, faz com que inicie uma banda de pop rock ao lado dos amigos e a transforme na musa do grupo, participando dos criativos clipes musicais – na época em que explodia a MTV. Sing Street aquece o coração, foi indicado ao Globo de Ouro de melhor comédia ou musical e poderia estar no Oscar deste ano. O filme é mais um acerto do diretor John Carney, depois de Apenas uma Vez (Once, 2007) e Mesmo se Nada der Certo (Begin Again, 2013).

 

O Que Fazemos nas Sombras
(What We Do in the Shadows, 2014)

Você provavelmente é um dos que enlouqueceu ao ver o trailer de Thor: Ragnarok, certo? Mas afinal, quem não? Bom, se você é um fiel fã da Marvel no cinema, nada mais justo do que buscar as outras produções assinadas por seus cineastas, certo? E isso não será nenhum esforço, já que um dos filmes anteriores do diretor Taika Waititi (Thor: Ragnarok) é esta comédia hilária sobre vampiros. Igualmente fresquinho na Netflix, O Que Fazemos nas Sombras é inédito nos cinemas brasileiros e conta, sob um aspecto narrativo documental, o dia a dia de criaturas da noite sugadoras de sangue, como se reais fossem. Por ser um “mockumentary” (um documentário falso), o estilo é o de found footage. O filme aborda diversos aspectos do que seria a vida de um vampiro, desde a rivalidade com lobisomens até como lidam com humanos simpatizantes escravizados. Além disso, os protagonistas que dividem a mansão mal-assombrada e seus afazeres, são de variadas épocas e espécies de vampiros, como um tirano sósia de Drácula, outro nas formas de um ancião estilo Nosferatu e ainda um jovem e rebelde, mais perto dos vampiros modernos. Simplesmente hilário. É ver para crer.

 

O Silêncio do Céu (Era El Cielo, 2016)

Coprodução entre Brasil e Chile, passada no Uruguai e falada em espanhol (com alguns trechos em português), O Silêncio do Céu fez parte da excelente safra de filmes nacionais que estrearam ano passado – e que será difícil superar este ano. Além disto, o filme figurou na lista das dez melhores produções cinematográficas deste humilde crítico que vos fala. Terceiro longa do cineasta Marco Dutra (o primeiro fora do gênero terror – mas com forte carga de thriller), baseado no livro de Sergio Bizzio, a obra ganhou alguns prêmios no festival de Gramado. A trama polêmica fala de estupro, mas aborda o tema de uma forma diferente, levantando novas questões. O filme abre, e Diana (Carolina Dieckmann, em seu melhor desempenho na carreira) é estuprada por dois homens que invadiram sua casa. Ao invés de denunciar, ela se cala e um silêncio aterrador se forma entre ela e o marido, papel do argentino Leonardo Sbaraglia (o motorista apressado de Relatos Selvagens). Por outro ângulo, percebemos que o marido presenciou o crime, mas foi incapaz de impedi-lo, fardo que igualmente o consome. Um filme corajoso e estarrecedor, que ainda conta com a presença de Chino Darín, filho de um dos melhores atores da atualidade, Ricardo Darín.

 

Ex-Machina: Instinto Artificial
(Ex-Machina, 2014)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito, exceto: se você ainda não viu, pare tudo e veja! Uma das produções independentes mais elogiadas de seu respectivo ano (exibido em um festival em 2014, mas no resto do mundo em 2015), Ex-Machina é ficção científica em sua mais pura forma – questionadora, moderna e com muito a dizer, que se importa muito mais com as ideias que a permeiam do que apenas a estética. Na trama, um jovem funcionário de uma mega empresa no estilo Google (papel de Domhnall Gleeson) ganha um concurso e tem a oportunidade de passar um fim de semana na casa do dono da companhia, o excêntrico e recluso Nathan (Oscar Isaac, em um dos melhores desempenhos de sua carreira). Como um verdadeiro neo Frankenstein, o gênio louco na verdade deseja que o funcionário teste sua nova criação, uma máquina dona de inteligência artificial, vontades próprias e as formas de Alicia Vikander. Ava, a criatura, desenvolve então com o sujeito uma relação especial. Ex-Machina, inédito nos cinemas brasileiros, é um filme único e chocante, tratando com seriedade e grande reflexão ideias propostas em clássicos do entretenimento como O Exterminador do Futuro (1984).

 

Conspiração e Poder (Truth, 2015)

O que seria de uma boa lista, sem a indicação de um filme com a maravilhosa Cate Blanchett. Quantas atrizes da atualidade são donas de duas estatuetas do Oscar? Poucas. Aqui, em mais uma atuação estrondosa, mas infelizmente negligenciada, ela é Mary Mapes, produtora real do programa jornalístico 60 Minutes. Em O Informante (1999), de Michael Mann, outra equipe do mesmo programa investigada a indústria tabagista, escancarando-a com fortes denúncias. Aqui, a investigação descortina o passado do presidente George W. Bush, um dos governantes mais criticados dos EUA, que supostamente teria forjado seu tempo no serviço militar, de quebra incluindo falsas honrarias por bravura. A matéria que parecia um baita furo, sai pela culatra e puxa Mapes para o olho do furacão, tendo sua vida pessoal e profissional virada do avesso. Ao contrário de Spotlight (vencedor do Oscar), que apenas recria o trabalho jornalístico mecânico de seus profissionais, Conspiração e Poder decide olhar para o drama pessoal de seus envolvidos, dando rosto e humanizando as pessoas por trás das histórias. O veterano Robert Redford também protagoniza na pele do âncora Dan Rather.

 

Complicações do Amor (The One I Love, 2014)

Mais um filme inédito nos cinemas brasileiros – na maioria dos casos, estes são os melhores – cujo título em português pode enganar o público sobre seu verdadeiro conteúdo. Não se trata de uma comédia romântica boboca e açucarada, mas sim de um exercício bem mais complexo, de tentar entender a psique humana e seu comportamento dentro de uma relação afetiva. O roteiro é tão especial que pouco pode ser dito sem que estraguemos. Um casal em crise (papel de Mark Duplass e Elizabeth Moss) tenta de tudo para reestruturar seu relacionamento. Na terapia de casal, o psicólogo (papel do veterano Ted Danson) recomenda que passem um tempo numa casa de campo. O local se mostra promissor. É quando surge a grande reviravolta da trama e o filme assume tintas de fantasia / ficção científica. Um fato sobrenatural entra em vigor e, à primeira vista, surge como benção para os pombinhos, se mostrando o que muito necessitavam. Porém, o paraíso talvez não seja tão fácil de ser atingido, e os problemas de sempre começam a ressurgir. Filmes como The One I Love (ok, tenho problemas com o título em português) mostram que ainda existem roteiros originais e criativos em Hollywood, mesmo que muitos sejam incompreendidos e que a maioria das pessoas ainda queiram ver mais do mesmo.

 

O Roubo da Taça (2016)

O ano de 2016 foi tão frutífero para o cinema nacional, que aqui vai mais uma produção na lista. O Roubo da Taça, ao contrário de O Silêncio do Céu, é um filme leve, cômico, mas nem por isso menos satisfatório. A melhor comédia nacional em muitos anos, O Roubo da Taça é quase um drama e trata de assuntos sérios, como crimes de roubos e assassinatos, além de investigação policial. A atmosfera criada poderia servir em um drama criminal, mas a proposta aqui é pelo humor. Muitos reclamam das comédias nacionais e este filme chega para redimi-las. Usando como mote o lendário roubo da taça Jules Rimet em 1983, fato que se tornou uma espécie de lenda urbana no país, o longa se propõe a descortinar o ocorrido – de forma fictícia, é claro, mas com certo embasamento – apresentando uma grande possibilidade. Peralta (mais uma atuação impressionante de Paulo Tiefenthaler, aqui dono de grande timing cômico) é um golpista barato, que para sair de uma dívida de jogo, resolve roubar a réplica da famosa taça, acidentalmente adquirindo a verdadeira. Outro destaque do filme, que é a primeira produção original brasileira da Netflix, chega nas formas de Taís Araújo, simplesmente estonteante a atriz rouba a cena na pele de Dolores, a companheira do sujeito 171.

 

A 13ª Emenda (13th, 2016)

Apesar de recorrer ao discurso maniqueísta e manipulador, como afirmar que todos os criminosos negros devem ser soltos das cadeias, simplesmente por serem negros, o documentário da prestigiada Ava DuVernay (Selma: Uma Luta pela Igualdade) deve ganhar uma chance e ser visto. O documentário foi indicado ao Oscar deste ano e é uma produção original Netflix. Ao contrário de Selma, seu outro filme indicado ao Oscar, que prestava um serviço maior para as minorias ao reproduzir as lutas e conquistas do humanitário Martin Luther King, jamais incitando ou recorrendo à violência, DuVernay parece seguir o caminho oposto com seu documentário inflamatório, promovendo o conflito e não a união de classes e raças. No entanto, muitos trechos são importantes e não deixam de despertar o interesse, em especial os que abordam o passado e a luta travada pelos direitos civis na década de 1960. Ao olharmos o que o ser humano foi capaz de fazer com o próximo, automaticamente reflete o que ainda é feito. Mais um motivo para buscarmos soluções utilizadas em tal período, já que com elas muito foi conquistado. Extremista e impactante, A 13ª Emenda promete revoltar, indignar e incitar, talvez em medidas iguais.

 

3096 Dias de Cativeiro (3096 Days, 2013)

Produção alemã falada em inglês, esta obra remete muito e falará diretamente aos fãs do sucesso vencedor do Oscar O Quarto de Jack (2015). Partindo do mesmo princípio estarrecedor, o filme mostra o sequestro de uma menina austríaca chamada Natascha (Antonia Campbell-Hughes), que permanece em cativeiro durante oito anos, sendo abusada fisicamente e psicologicamente por seu abdutor (papel de Thure Lindhart). A situação é tão catastrófica que a jovem começa a desenvolver em variados momentos a conhecida síndrome de Estocolmo, e a simpatizar com o criminoso. Ao contrário de O Quarto de Jack, que ainda acrescenta certa doçura e ingenuidade, tirando certa beleza desta história polêmica, 3096 Dias de Cativeiro concentra-se apenas na sufocante trajetória da vítima e na angústia inconcebível que passou. O longa, assim como seu irmão mais famoso, serve de denúncia para estes fatos horripilantes que continuam a acontecer, realizados por pessoas extremamente doentes e que não deveriam viver em sociedade. O filme é baseado em fatos envolvendo a verdadeira Natascha Kampusch.

Zac Efron é cotado para estrelar ‘Tropa dos Lanternas Verdes’

Desde que fora anunciado há alguns anos, muito pouco tem se falado à respeito de ‘Tropa dos Lanternas Verdes‘, um dos vindouros filmes da DC nos cinemas.

Porém, de acordo com recentes informações de Daniel Richtman, conhecido na internet por vazar informações de Hollywood, a Warner estaria de olho no ator Zac Efron para dar vida a um personagem misterioso no filme dos Lanternas!

Ainda não se sabe quem ele iria interpretar, quem sabe Hal Jordan ou Kyle Rayner, mas até o momento o estúdio não confirmou tal informação. Mas e você, se pudesse escolher um ator para protagonizar o filme, quem seria?

‘Projeto Gemini 2’: Produtor já fala em sequência da ação com Will Smith

Projeto Gemini‘, ficção científica estrelada por Will Smith, ainda não chegou aos cinemas… mas já existem conversas para uma sequência.

Em entrevista ao Filmstarts, o produtor Jerry Bruckheimer revelou que já tem ideias para fazer o segundo filme, mas tudo vai depender da bilheteria.

“Se o público comparecer ao cinema, esperamos fazer outro filme.”, ele disse

Dirigido por Ang Lee (‘As Aventuras de Pi‘), o longa foi originalmente desenvolvido pela Disney nos anos 90, mas o projeto foi engavetado porque os efeitos visuais não eram avançados o suficiente na época.

O melhor assassino do mundo está ficando velho e menos confiável. Por isso seus chefes decidem eliminá-lo criando um clone mais novo e mais forte com a tarefa de exterminá-lo.

O elenco ainda conta com Mary Elizabeth Winstead, Clive Owen, Benedict Wong, Douglas Hodge e Ralph Brown.

Projeto Gemini‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 10 de outubro.

‘Projeto Gemini’ será o primeiro filme lançado em 3D+; Conheça a tecnologia!

Ator faz campanha para Warner adicionar Henry Cavill em ‘Shazam!’

Agora que a Warner fechou contrato com Henry Cavill para o ator reprisar o papel de Superman nos cinemas, o ator John Glover iniciou uma campanha no Twitter pedindo para que a cena pós-créditos de ‘Shazam!‘ seja alterada para adicionar o rosto de Cavill.

“Agora que Henry Cavill é o Superman de novo e a WB vai colocar uma grana pesada no SnyderCut, será que poderíamos ter a cabeça do grande Henry Cavill adicionada na cena pós-créditos de Shazam?”, brincou.

Shazam!‘ termina com Freddy Freeman, de Jack Dylan Grazer, finalmente desejando que Shazam, de Zachary Levi, apareça na escola e surpreenda o corpo discente, revelando-se amigo de Freddy, para que ele pare de sofrer bullying. Mas o Shazam se surpreende quando o Superman aparece rapidamente por lá. Mas para a decepção dos fãs de DC, não é realmente Henry Cavill.

Henry Cavill se afastou das negociações para reprisar seu papel como Superman no ano passado, depois que ele e a Warner Bros. não conseguiram chegar a um acordo que teria visto o ator retornar por uma aparição surpresa, apresentando apenas duas linhas no filme.

Agora que o ator voltou, seria ótimo tê-lo na cena.

 

Patty Jenkins já não sabe mais se fará ‘Mulher-Maravilha 3’

Após a Warner anunciar que lançaria ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e todos os seus filmes de 2021 nos cinemas e no streaming ao mesmo tempo, a diretora Patty Jenkins revelou ao The New York Times que não sabe se a franquia continuará com seu terceiro filme.

“Veremos o que acontece. Eu realmente não sei. Eu sei que adoraria fazer o terceiro se as circunstâncias fossem certas e ainda houvesse um modelo para lançar o filme Nos Cinemas. Não sei se faria se não houvesse.”, disse Jenkins.

Os executivos da WarnerMedia referem-se a seu modelo híbrido como um plano de um ano por causa do fechamento de cinemas em meio à pandemia de COVID-19.

“Eu gostaria de acreditar que é temporário, mas não tenho certeza se acredito. Mas vou te dizer, alguns estúdios vão voltar ao modelo tradicional e causar uma tremenda revolução na indústria, porque todo grande cineasta quer e é vou trabalhar lá”, concluiu Jenkins.  

Confira nossa entrevista:

Lembrando que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ já está nos cinemas e é um sucesso de crítica,  com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira nossa crítica em vídeo:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

Chucky faz um novo amigo e quer matar sua família no trailer legendado da série ‘Brinquedo Assassino’

SyFy divulgou o trailer completo LEGENDADO da série ‘Brinquedo Assassino’, que marca o retorno do icônico e mortal boneco Chucky.

A produção tem estreia agendada para 12 de outubro nos Estados Unidos, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Assista:

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco.

Em entrevista ao Syfy Wire, Mancini deu novos detalhes sobre a série, revelando que o icônico vilão terá um objetivo diferente na nova produção.

“Com essa série, nossa missão é preservar o clima tenso do filme original. Mas, ao mesmo tempo, continuar expandindo a trama que nós construímos no decorrer dos sete filmes que lançamos nos últimos 30 anos. Acho que os fãs irão amar os novos personagens que nós introduzimos na produção e também o retorno de outros personagens conhecidos. Não será apenas o Chucky, mas também teremos o retorno de outros personagens que os fãs querem voltar a ver. Há uma boa chance deles aparecerem.”

Ele completa: “acho que as pessoas vão achar interessante que o Chucky irá implementar suas habilidades. É importante dar ao Chucky novas armas, estratégias, objetivos e alvos. O personagem terá um objetivo diferente na série – algo nunca visto anteriormente.” 

Zach Braff DEFENDE a Disney: “O estúdio está mostrando diferentes tipos de família em Doze é Demais”

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Zach Braff (‘Scrubs‘) elogiou e defendeu a Disney por começar a mostrar diferentes tipos de família no reboot de ‘Doze é Demais‘, que já está disponível no Disney+.

“Eu adoro e fico muito animado que que uma empresa como a Disney agora está destacando [diferentes tipos de família]. Acho que todos nós, por tantos anos, vimos essas famílias e fizemos parte dessas famílias. E não é apenas sobre raça, esta é uma família com a criança deficiente, com uma ex-mulher que sofre de depressão, com um sobrinho que aparece porque a mãe dele está com problemas. Todas essas questões que uma família normal e real tem unidas em uma comédia familiar da Disney, eu acho que é simplesmente genial.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Na nova versão, Gabrielle Union (‘Bad Boys’) e Zach Braff (‘Scrubs‘) são os pais de uma família multirracial reinventando os elementos dos filmes anteriores pelos quais o público se apaixonou.

A produção é escrita e produzida por Kenya Barris, a mente por trás do adorado show ‘Black-ish’  

O último reboot de ‘Doze é Demais‘ estreou em 2003 e apresentava a louca rotina do casal Baker e seus 12 filhos de diversas idades, que vivem aventuras, dramas e disputas pela atenção dos pais, que tentam não enlouquecer no comando da família.:

Orçado em US$ 40 milhões, o longa arrecadou US$ 190,2 milhões pelo mundo.

Apesar da trama descontraída e bem humorada, a comédia não foi bem aceita pelos críticos e registrou apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Assista ao ENCANTADOR trailer legendado de ‘A Pequena Sereia’

A Disney do Brasil acaba de divulgar o primeiro trailer completo LEGENDADO e o cartaz nacional final de ‘A Pequena Sereia‘, que estreia em 25 de maio nos cinemas.

Assista:

Para conhecer um príncipe humano, A PEQUENA SEREIA aceita ceder sua voz para que uma feiticeira lhe dê pernas. Agora, ela terá o desafio de se comunicar com o rapaz. Live-action da clássica animação da Disney.

O elenco também é formado também por Awkwafina (‘Jumanji: Próxima Fase’) como a hilária gaivota Sabidão e Jonah Hauer-King (‘A Caminho de Casa’) como o Príncipe Eric.

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

Terminam as filmagens de ‘Deadpool 3’ e Ryan Reynolds divulga nova foto

Terminaram as filmagens de ‘Deadpool 3’ e o astro Ryan Reynolds divulgou um emocionante texto e uma nova foto dos bastidores.

Confira, com fotos anteriores:

O MyTimeToShineHello divulgou um suposto cartaz vazado do filme:

Também foi divulgada uma imagem oficial apenas as cadeiras com os nomes dos personagens Logan (Hugh Jackman) e Wade Wilson (Ryan Reynolds).

Lembrando que ‘Deadpool 3’ será o único filme de super-herói da Disney em 2024.

Anteriormente, o insider divulgou a sinopse preliminar do aguardado novo filme.

Na trama, “depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.”

Rumores sugerem que o primeiro trailer de ‘Deadpool 3’ só será lançado em fevereiro, durante o Super Bowl.

De acordo com o DisInsider, o filme também vai contar com surpreendentes participações especiais dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da extinta 20th Century Fox.

Ao que parece, Julian McMahon também irá reprisar su papel como Doutor Destino e haverá uma participação especial de Taron Egerton (‘Kingsman’) como uma variante do Wolverine.

E não para por aí…

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Disney revela as duas músicas de ‘Moana 2’ escolhidas para o Oscar

A Disney revelou as duas músicas de ‘Moana 2‘ que serão inscritas para o Oscar de Melhor Canção Original:

» Beyond – Essa música é descrita como um hino clássico de autodescoberta

» Can I Get a Chee Hoo? – Uma música mais divertida e alegre, parecida com a canção De Nada do primeiro filme.

Segundo o Hollywood Reporter, as músicas foram compostas por Abigail Barlow e Emily Bear.

O Deadline revelou que a sequência ‘Moana 2‘ deve conseguir ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões durante sua estreia no final de semana estendido nos EUA.

Projeções recentes ainda indicam que o longa deve arrecadar em torno de US$ 75-82 milhões no final de semana regular no país.

Para termos de comparação, o primeiro final abriu com US$ 82 milhões durante o final de semana estendido no território norte-americano, e encerrou sua passagem pelos cinemas domésticos com sólidos US$ 248.7 milhões.

O site ainda afirma que a animação está registrando um desempenho melhor do que ‘Wicked: Parte 1‘ e ‘Gladiador 2‘.

Vale lembrar que ‘Moana 2‘ estreará nos cinemas nacionais no dia 28 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Moana 2 reúne Moana e Maui três anos depois para uma nova viagem expansiva ao lado de uma tripulação de marinheiros improváveis. Depois de receber uma ligação inesperado de seus ancestrais, Moana deve viajar para os mares distantes da Oceania e em águas perigosas há muito tempo perdidas para uma aventura diferente de tudo que ela já enfrentou.”

Auli’i CravalhoDwayne Johnson retornam como Moana e Maui.

O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.

Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.

Saiba quando o terror sobre cachorro médium que conquistou 95% de aprovação dos críticos estreia no Brasil

O terror ‘Bom Menino‘ (Good Boy), que conquistou 95% de aprovação dos críticos, teve sua estreia confirmada para o dia 30 de outubro em cinemas de todo o Brasil.

O filme traz a história de um cão fiel que se muda com Todd, seu tutor, para uma casa de campo. Lá, ele descobre forças sobrenaturais escondidas nas sombras. Quando as entidades ameaçam seu dono, o corajoso cão deve lutar para protegê-lo.

O consenso geral não poupa elogios ao cão protagonista, destacando o excelente uso do conceito não convencional e o impacto emocional de sua narrativa.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Parte do terror do filme, especialmente quando chega à sua conclusão devastadora, é testemunhar esse inocente peludo ver seu mundo inteiro desmoronar lentamente ao seu redor, e não ser capaz de compreender o motivo.” (RogerEbert.com)

“O que poderia ter sido facilmente um truque barato, na verdade, resulta em um dos melhores filmes de terror deste ano.” (Indiewire)

“[O diretor] Ben Leonberg cria um retrato pensativo, perturbador e comovente de quão assustador pode ser para um cão quando seu mundo inteiro vira de cabeça para baixo e ele não consegue entender o motivo.” (Bloody Disgusting

“O que mais chama a atenção e dá ao filme seu poder emocional é a lealdade inabalável de Indy ao seu amado dono e sua disposição de fazer praticamente qualquer coisa para protegê-lo.” (The Hollywood Reporter)

“‘Good Boy’ é um terror assustador e nada convencional, com uma das melhores atuações que vi este ano (de um cachorro, nada menos).” (Film Inquiry)

“Com uma abordagem inovadora e a atuação alucinante de Indy, ‘Good Boy’ é uma das experiências mais únicas do ano.” (ScreenAnarchy

Confira o trailer, cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

O Bom Menino

 

A produção marca a estreia diretorial de Ben Leonberg, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Alex Cannon.

O filme é estrelado por Indy, o cachorro do próprio cineasta, além de Larry FessendenShane Jensen Arielle Friedman.

Crítica | Migliaccio, o Brasileiro em Cena – Documentário sobre um dos grandes artistas brasileiros

O homem que sempre sonhou em ser John Wayne. Dono de interpretações inesquecíveis como Seu Chalita e Xerife, que percorreu o início do Cinema Novo (movimento nas décadas de 60 e 70 em nosso cinema revelando pela arte as desigualdades e questões sociais da sociedade brasileira), um dos filhos de uma família de onze irmãos, o ator, produtor, diretor e roteirista Flávio Migliaccio foi um dos grandes nomes da Tv, do Teatro e do Cinema no Brasil. Co-Produzido por Globo Filmes, GloboNews e Canal Brasil em Migliaccio, o Brasileiro em Cena acompanhamos algumas de suas histórias e partes de seu caminho, do seu início vindo de uma família humilde até virar um dos rostos mais conhecidos pelo seu trabalho. Dirigido pelo trio: Alexandre RochaMarcelo Pedrazzi e João Mariano (Tuco).

Com estreia marcada para o dia 8 de julho nos cinemas brasileiros, o documentário busca de maneira mais profunda possível passar o modo de pensar e histórias da carreira de um artista muito criativo que conquistou o Brasil contando histórias próximas da realidade de muitos. Sempre em busca da importância de se comunicar com seu público através de sua arte, Flávio Migliaccio, um ótimo contador de histórias, através de entrevistas em algumas fases de sua vida, vamos começando a entender essa personalidade do universo das artes do Brasil.

Seu primeiro emprego foi de engraxate, mas seu pai queria mesmo que ele fosse barbeiro. A descoberta do teatro profissional, do descobrir a vida através daquela realidade veio nos tempos de Teatro Arena em São Paulo. A partir daí, nunca mais pensou em ter outra profissão na vida, conheceu nomes importantes para a cena teatral e do cinema como Leon Hirszman Gianfrancesco Guarnieri. No cinema, seu primeiro trabalho foi Cinco Vezes Favela (1962), onde inclusive escreveu um dos episódios, foi assistente de direção e fez um dos papéis no curta dirigido por Marcos Farias. Havia um paralelo entre todos os rumos de seu trabalho e o Cinema Novo assim embarcando de corpo e alma no mundo mágico do cinema.

Em papos descontraídos, Migliaccio, o Brasileiro em Cena daria até um filme mais amplo, muitas histórias devem ter ficado pelo caminho. Sabemos mais sobre bastidores de filmes do artista, de teatros, sobre os lados da fama, sua visão sobre a arte e seu poder, da própria história brasileira como o incêndio no prédio da UNE nos anos 60 durante a Ditadura Militar. O artista nos deixou em maio do ano de 2020 e estará para sempre na história do teatro, tv e cinema do Brasil.

Crítica | ‘Dupla Perigosa’ – Um competente filme de ação tragicômico

Ultimamente – leia-se os últimos anos – tem sido difícil a vida de quem ama bons filmes de ação, frequentemente se decepcionando com o ‘mais do mesmo’ presente na maioria dos lançamentos do gênero. Talvez por isso, quando uma obra busca um mínimo que seja de risco, já ganha nossa atenção. Isso acontece com Dupla Perigosa, novo lançamento do Prime Video.

Cheio daquelas ‘mentirinhas’ que todo mundo que ama o entretenimento pipoca gosta, mesmo com muitos exageros, o filme protagonizado pelos mundialmente conhecidos Dave Bautista e Jason Momoa, busca romper algumas camadas dentro de uma dinâmica familiar marcada por um passado conflituoso e o distanciamento. O projeto é dirigido pelo porto riquinho Angel Manuel Soto (Besouro Azul) com roteiro assinado por Jonathan Tropper, cocriador das ótimas séries Banshee e Seus Amigos e Vizinhos.

James (Dave Bautista) é um oficial da marinha norte-americana, pai carinhoso e marido dedicado, que vive seus dias com a família no Havaí, onde nasceu e foi criado. Sua rotina de paz e tranquilidade muda completamente quando seu pai, um detetive experiente, morre atropelado – em circunstâncias suspeitas. A partir daí, volta à sua vida seu irmão Jonny (Jason Momoa), um policial suspenso, sem rumo, e quase perdendo sua namorada brasileira, Valentina (Morena Baccarin). Assim, esses dois irmãos completamente diferentes precisam encontrar soluções para toda uma conspiração que se forma ao redor deles.

Em meio a cenas de ação bem executadas – e desenfreadas -, há algumas pausas para o drama familiar. Mesmo adotando um decepcionante leque de exageros quando pensamos em conveniências de roteiro, a narrativa revela um equilíbrio que faz as pouco mais de duas horas de projeção passarem rápido, com certa atenção do público. Há também algumas surpreendentes referências, como em uma cena onde percebemos uma homenagem ao clássico sul-coreano Oldboy – numa sequência de ‘um contra muitos’ em um corredor apertado, com machadinha e tudo.

Passando por uma investigação conturbada, que envolve até membros da Yakuza, milionários encrenqueiros e corrupção política, caminhamos pela violência de forma direta, com o equilíbrio de tensão com humor  – com direito a braço arrancado e muito mais -, ao mesmo tempo que abre, aos poucos, espaço para reflexões sobre laços afetivos fragilizados, que precisam abruptamente lidar com traumas, heranças emocionais e resoluções de conflitos.

Com um sugestivo espaço para continuação apresentado em seu desfecho, Dupla Perigosa busca se justificar como o início de uma franquia, com dois fortes nomes como protagonistas, que parecem ter muito mais a entregar.

Halloween H20 (1998) | Relembre o primeiro retorno de Jamie Lee Curtis para a franquia de terror

Halloween Kills: O Terror Continua, o mais recente filme de uma das franquias de terror mais bem sucedidas da história do cinema, tem estreia prometida para esta quinta-feira no Brasil, dia 14 de outubro. A estratégia de lançamento é bem propícia e coincide com o dia das bruxas este mês. Segunda parte de uma nova trilogia, Halloween Kills traz novamente como protagonista a veterana absoluta da franquia Jamie Lee Curtis, e continua os eventos apresentados em Halloween (2018) – grande sucesso de crítica e público. Halloween Kills foi um dos filmes que precisou ser adiado de 2020 para 2021 devido à pandemia do Coronavirus e finalmente irá aportar nos cinemas pelo mundo.

Quem já pôde conferir Halloween Kills afirma que esta continuação segue a linha de excelência do reboot de 2018, e a nova trilogia chegará ao fim (será?) em 2022 com Halloween Ends. É claro, como todos sabem, a saga de Laurie Strode (Curtis) e o maníaco da máscara branca Michael Myers começou lá atrás, antes de grande parte dos fãs atuais sequer sonhar em nascer, em 1978 na obra-prima dirigida pelo mestre John Carpenter, ainda enaltecida não apenas como o “pai” dos filmes slasher adolescentes, como também um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. Halloween (2018), passado 40 anos após o original, aliás, se trata de uma continuação direta dele. Mas para a surpresa de muitos, a franquia Halloween teve outros nove (isso mesmo!) filmes neste intervalo de quarenta anos – incluindo um remake e sua continuação.

Os bem mais novinhos talvez não lembrem muito, mas antes da comemoração cultuada de 40 anos, que foi o sucesso Halloween (2018), produzido pela Blumhouse e dirigido por David Gordon Green, a franquia há havia recebido uma celebração de aniversário – igualmente muito querida pelos fãs da geração dos anos 1990. Trata-se de Halloween H20, que desejava em grande estilo o feliz aniversário de vinte anos para a franquia clássica. Na época, no entanto, os parabéns ficaram a cargo de outro estúdio e outros produtores, já que o carismático Jason Blum ainda não estava estabelecido no mercado. Os responsáveis por ciceronear o retorno triunfante de Michael Myers para àquele dia das bruxas foram os hoje malditos irmãos Weinstein (Harvey e Bob), donos da então bombada Miramax – mesmo estúdio responsável pela franquia Pânico – outra bem sucedida série de terror no cinema.

Veio de Harvey a ideia de comemorar o aniversário de vinte anos e logo o mega produtor conseguiu convencer a estrela original Jamie Lee Curtis a retornar ao papel que deu início à sua carreira. Curtis era uma ilustre desconhecida quando protagonizou o original em 1978, tendo como credenciais somente a filiação dos astros Tony Curtis e Janet Leigh. Ela voltaria para estrelar a continuação direta Halloween II – O Pesadelo Continua, de 1981, novamente escrita e produzida (mas não dirigida) por John Carpenter, e cedeu sua voz no telefone para uma cena de Halloween III – A Noite das Bruxas (1982), novamente com forte envolvimento do “pai” de tudo, John Carpenter. Mas foi só o cineasta deixar a franquia, que Curtis tomou o mesmo rumo, se afastando para o mais longe possível dos três filmes seguintes.

Ao ser convencida por Harvey Weinstein a retornar, o primeiro passo de Curtis foi ligar para o colega John Carpenter e para a produtora dos filmes originais Debra Hill (igualmente roteirista dos originais) a fim de recrutá-los também para a missão de dar novos ares à franquia no fim dos anos 1990. O argumento usado por Curtis foi: “se passaram vinte anos desde o primeiro Halloween, o primeiro sucesso de nossas vidas, e todos nós ainda estamos trabalhando na área, temos uma carreira inclusive maior agora. Conseguimos escalar e evoluir. Seria muito bom celebrar não apenas esta franquia, mas nossas carreiras ao longo desta trajetória”. Tudo parecia no lugar e Carpenter começou a trabalhar nesta continuação de vinte anos. Porém, um tempo depois ocorreu o desligamento do diretor e por consequência de sua colaboradora Debra Hill. O motivo? Carpenter pedia um salário de US$10 milhões (o diretor ainda cobrava uma dívida do passado com o produtor Moustapha Akkad), sendo que o orçamento de Halloween H20 era de US$17 milhões no total – sendo o mais caro da franquia até então. Para termos uma ideia, o remake de Rob Zombie (2007) custou US$15 milhões e o recente reboot Halloween (2018) custou US$10 milhões.

Sem Carpenter, Hill e com o título inicial de Halloween 7: A Vingança de Laurie Strode, referência ao título do quinto filme (A Vingança de Michael Myers, de 1989), o sétimo longa pretendia à princípio levar todas as continuações da franquia em conta, sendo uma sequência do sexto filme de 1995. Uma nova dupla também entrava em cena para ditar os caminhos do novo capítulo: o diretor Steve Miner, responsável por sucessos de terror dos anos 1980, vide Sexta-Feira 13 Parte 2 e 3, A Casa do Espanto, e que viria a seguir com o filme de crocodilo Pânico no Lago (1999). Ao seu lado, assumindo o roteiro, Kevin Williamson era o novo prodígio de Hollywood e um nome quentíssimo da indústria ao ter revitalizado os slasher com Pânico (1996) e sua continuação Pânico 2 (1997). De fato, Pânico influenciou muito o que vemos em tela em Halloween H20, com este sendo o capítulo mais “Scream” da franquia – autorreferente, repleto de metalinguagem e citações a outras produções do gênero. Mesmo que Williamson no fim das contas não tenha sido creditado como roteirista – somente como produtor. Se casou ou não com o teor mais soturno do que geralmente vemos na franquia, podemos dizer que existem os fãs que gostam (em especial os fãs de Pânico) e os que torcem o nariz (por justamente acreditarem que este tipo de teor mais juvenil e engraçadinho não casa tanto com Halloween).

A premissa traria Laurie Strode novamente como protagonista. Desta vez não mais uma adolescente indefesa, mas uma mulher em seus 40 anos, mãe de um rapaz, completamente traumatizada pelos ocorridos de vinte anos atrás (não somente do primeiro filme, mas também do segundo, para todos os efeitos ocorridos na mesma noite). Na opinião de Jamie Lee Curtis, a vida de Laurie deveria estar completamente em frangalhos, com ela tendo se tornado uma alcoólatra e quase sem sanidade mental. Algo similar com o que vemos em Halloween (2018). Mas Williamson a convenceu de não exagerar, tentando conter a vida da mulher nos eixos dentro do possível. O que prevaleceu foi que Laurie aqui mudou de nome e de cidade, se chamando agora Keri Tate e morando e trabalhando na Califórnia, onde é a diretora de um colégio para jovens ricos. A mulher forjou a própria morte, esquecendo de vez sua vida prévia e deixando o passado trágico para trás.

Era o desejo do próprio Williamson levar em conta todos os filmes da franquia, no entanto, o roteirista teve muita dificuldade de ligar os pontos deixados em aberto, que conectariam em especial os filmes quatro, cinco e seis com este sétimo capítulo. Acontece que com a saída de Curtis da franquia no passado, os produtores resolveram incluir na trama como protagonista sua pequena filha Jamie (papel de Danielle Harris), e para justificar a ausência da mãe o roteiro teve a ideia de matar Laurie num acidente de carro, deixando a pequena órfã para ser criada por outros membros da família. Nessa linha narrativa, acompanhamos os passos da pequena Jamie como a vítima da vez enfrentando seu tio Michael. Até finalmente, em outra decisão polêmica, a jovem ser eliminada (um pouco mais velha) no controverso sexto filme.

Tudo isso foi adereçado por Williamson num roteiro original de Halloween 7, e uma cena inclusive foi gravada com Sarah (Jodi Lyn O’Keefe) lendo em classe seu trabalho sobre uma investigação dos assassinatos de Michael Myers, onde cita Jamie Lloyd (a filha de Laurie), ao que a personagem de Curtis corre para vomitar no banheiro. A cena, entre outros detalhes, considerariam a existência dos três filmes anteriores. No fim das contas, os vestígios sobre isso foram apagados pois Williamson não encontrou um jeito de tornar aceitável o abandono de Laurie em relação à sua pequena filha. Ainda mais se levarmos em conta que agora ela possui outro filho e outra vida, o fato de ter abandonado completamente uma filha pequena tornaria a protagonista uma pessoa simplesmente detestável e acima de qualquer redenção.

Assim, pela primeira vez na franquia, um filme da série iria simplesmente ignorar algumas das continuações como se nunca tivessem existido. Halloween H20, por fim, seria uma sequência direta do segundo longa de 1981, e desconsideraria em sua cronologia os eventos do terceiro ao sexto filmes. Para todos os efeitos, H20 seria o terceiro e tardio episódio da franquia. É claro que o artifício seria utilizado outras duas vezes (no remake de 2007 e no reboot de 2018).

Muitas das ideias foram mantidas na versão final de Halloween H20, como o alcoolismo de Laurie (mesmo que de forma sutil), seu trauma e sua nova identidade fugindo do irmão psicopata. O que não foi levado em conta e não é adereçado no filme, é como Michael Myers sobreviveu ao incêndio no hospital ao desfecho de Halloween II (1981), ou qualquer evento que ligue o psicopata do segundo filme a este. Ele simplesmente aparece em cena, são e disposto, pronto para um novo round de matanças. Aonde ele esteve durante todo esse tempo? O sétimo longa não se dá ao trabalho de explicar. E será que precisava?

Halloween H20 se mostrou um sucesso e se tornou febre na época, pegando carona nos slasher do período, muitos dos quais tinham o dedo de Kevin Williamson – vide Pânico e Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Mas para Jamie Lee Curtis a celebração de aniversário não teve o sabor doce que ela havia planejado. Em entrevistas recentes para divulgar Halloween (2018), a atriz afirma que “a intenção de H20 era boa, mas no fim das contas as coisas acabaram não saindo como planejado”. Hoje Curtis se refere ao filme como “um trabalho por dinheiro”. Disse que tem boas coisas nele, em especial quando fala de alcoolismo e trauma, mas que nos finalmente terminou fazendo o filme pelo contracheque e não pela planejada satisfação de comemorar um marco. Parte disso se deve pela teimosia do então dono da franquia, o produtor Moustapha Akkad, em não querer, por bons motivos, colocar um ponto final em sua “galinha dos ovos de ouro”. Era parte do acordo para o retorno da atriz que ela pudesse de uma vez por todas dar cabo do psicopata da máscara branca. Mas em um vídeo que pode ser encontrado na internet, Curtis diz que a “enrolaram” sobre o tópico até a data das filmagens, quando finalmente a foi revelada uma cláusula de Akkad que proibia a morte definitiva de Myers. Curtis ficou possessa subindo pelas tamancas. Para esfriar os ânimos, Williamson teve uma ideia que agradou ambas as partes.

Halloween H20 terminaria de uma forma em que Myers realmente morresse no desfecho – ao menos era o que o público pensaria com a decapitação do maníaco. Ou seja, a explicação estapafúrdia que é dada no início da continuação direta de H20, Halloween: Ressurreição (2002) não foi um coelho tirado da cartola para aquele filme, e sim algo que já havia sido acordado como forma de atender todas as vontades, entre Jamie Lee Curtis, Kevin Williamson e o produtor Moustapha Akkad. Bem, e sabemos o que saiu disso… Ressurreição é tido por muitos como o ponto baixo da franquia e desfaz de certa forma o que de mais brilhante H20 havia conquistado: a morte definitiva de Myers. É claro que sempre podemos agir como se certos filmes nunca tivessem existido…

CBS renova ‘Hawaii Five-0’, ‘MacGyver’ e mais 9 outras séries; Confira!

O canal CBS fez decisões importantes, renovando grande parte de sua grade para a Fall Season 2018-19.

Dentre os renovados, estão ‘48 Hours‘, ‘60 Minutes‘, ‘The Amazing Race‘, ‘Blue Bloods‘, ‘Bull‘, ‘Hawaii Five-0‘, ‘MacGyver‘, ‘Madam Secretary‘, ‘NCIS: Los Angeles‘, ‘NCIS: New Orleans‘ e ‘Survivor‘.

Essas séries se juntam as já renovadas ‘The Big Bang Theory‘, ‘Mom‘, ‘NCIS‘, ‘SEAL Team‘, ‘SWAT‘ e ‘Young Sheldon‘.

No entanto, ainda há algumas séries cuja decisão ainda não foi anunciada: ‘Criminal Minds‘, ‘Life in Pieces‘ e a novata ‘Instinct‘. As três estão na bolha, mas a primeira tem mais chances de ser renovada.

‘Shazam!’: Nova arte exibe detalhes do traje do herói; Confira!

Shazam!‘ ganhou uma nova arte, exibindo detalhes do traje do herói.

Confira:

Dirigido por David F. Sandberg (‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘), o roteiro fica por conta de Henry Gayden.

“Todos nós temos um super-herói dentro de nós, basta um pouco de mágica para colocá-lo para fora. No caso de Billy Batson (Angel), ao gritar uma palavra – SHAZAM! – esse garoto adotivo de 14 anos pode se transformar no super-herói adulto Shazam (Levi), cortesia de um antigo bruxo (Hounsou). Ainda uma criança de coração – dentro de um corpo divino e bombado – Shazam se diverte nesta versão adulta de si mesmo fazendo o que qualquer adolescente faria com superpoderes: divirta-se com eles! Ele pode voar? Ele tem visão de raios X? Ele pode atirar raios de suas mãos? Ele pode faltar em seu teste de estudos sociais? Shazam se propõe a testar os limites de suas habilidades com a imprudência alegre de uma criança. Mas ele precisará dominar esses poderes rapidamente para combater as forças mortais do mal controladas pelo Dr. Thaddeus Sivana (Strong).”

O elenco conta com Zachary Levi, Asher Angel, Djimon Hounsou, Jack Dylan Grazer, Grace Fulton, Lotta Losten, Ron Cephas Jones, Cooper Andrews Mark Strong.

Shazam!‘ chega aos cinemas nacionais em 04 de Abril de 2019.

Daryl, Carol e Michonne estão prontos pra guerra no novo cartaz de ‘The Walking Dead’

A 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um novo cartaz.

Confira:

Durante a Comic-Con de San Diego, foi confirmado que essa será a última temporada de Danai Gurira na série.

“Eu posso confirmar que esta é a última temporada que eu estarei no incrível programa de TV como Michonne”, disse Gurira, com os olhos cheios de lágrimas. “Eu gostaria apenas de dizer que esta tem sido uma das mais puras alegrias da minha vida, interpretar essa personagem e estar entre essas pessoas e entre todos vocês. Estou muito, muito grata pela experiência que tive de maneiras que nem posso expressar agora. Meu coração ficará com a série”, afirmou.

Angela Kang retorna como showrunner do próximo ciclo.

A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.

O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.

A décima temporada irá estrear no dia 6 de outubro.

‘Revival’: Mike Flanagan vai adaptar novo terror baseado em livro do Stephen King

De acordo com o THR, Mike Flanagan está escrevendo o roteiro do terror ‘Revival‘, que será uma adaptação do livro homônimo escrito por Stephen King.

Vale lembrar que o cineasta já adaptou outras obras do autor, como ‘Jogo Perigoso‘ e ‘Doutor Sono‘, ambas aclamadas pelos críticos.

Além de escrever e produzir, Flanagan ainda pode assumir a direção do longa.

O projeto está sendo desenvolvido pela Warner Bros.

A trama do livro foca no relacionamento entre um músico viciado em heroína e um reverendo misterioso com intenções secretas. O ministro é obcecado em encontrar um jeito de contactar sua esposa e filho falecidos, o que resulta em um terror inesperado.

Há alguns anos, Josh Boone (‘Os Novos Mutantes‘) estava no comando da adaptação, mas se afastou por motivos desconhecidos.

‘Heartstopper’: Netflix está desenvolvendo adaptação da graphic novel LGBTQ

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma série baseada em ‘Heartstopper‘, graphic novel LGBTQ criada pela Alice Oseman.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Euros Lyn (‘Doctor Who‘ e ‘Sherlock‘) será responsável pela direção.

Oseman também será responsável pelo roteiro da série.

A trama segue Nick e Charlie, dois adolescentes britânicos que estudam em uma escola primária só para meninos. Charlie, um pensador muito sensível e abertamente gay, e Nick, um jogador de rúgbi alegre e de coração mole. Eles rapidamente se tornam amigos, mas não demora muito para o Charlie se apaixonar pelo Nick, embora ele não ache que tenha uma chance. Mas o amor funciona de maneiras surpreendentes, e Nick está mais interessado em Charlie do que qualquer um dos dois imaginava.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Derry Girls’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série!

De acordo com o TVLine, a 3ª temporada de ‘Derry Girls‘, série de comédia da Netflix, será a ÚLTIMA da produção.

“Sempre foi nosso plano nos despedirmos na terceira temporada,” declarou a criadora da série, Lisa McGee. “A história de ‘Derry Girls’ segue cinco adolescentes enquanto elas lentamente… lentamente… se tornam adultas, enquanto, ao redor delas, o lugar que elas chamam de lar também começa a mudar. Estamos animados em começar a filmar o ciclo final e esperamos trazer uma última aventura para nossos fãs leais.”

Por causa dos atrasos na produção ocasionados pela pandemia de COVID, o ciclo final deve estrear apenas em 2022.

A série foi criada por Lisa McGee.

Situada na Irlanda do início da década de 1990, a trama acompanha as façanhas pessoais de uma menina de 16 anos, sua família e amigos.

O elenco conta com Saoirse-Monica Jackson, Louisa Harland, Nicola Coughlan, Jamie-Lee O’Donnell e Dylan Llewellyn.

‘Stranger Things’: 4ª temporada se torna a MAIOR estreia da Netflix

Sucesso! Após três anos de espera, a 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ chegou quebrando recordes na Netflix. A primeira parte do quarto ciclo se tornou a MAIOR estreia para uma série de língua inglesa da história do serviço de streaming.

A quarta temporada registrou 287 milhões de horas visualizadas durante o seu primeiro final de semana, superando os números da segunda temporada de ‘Bridgerton‘ (193 milhões de horas).

Vale lembrar que os dados só levam em conta os três primeiros dias desde o lançamento do novo ciclo. A audiência da série durante a primeira semana será ainda MAIOR.

Além disso, todas as temporadas anteriores de ‘Stranger Things‘ entraram para os títulos mais populares da Netflix durante o final de semana. A primeira temporada ficou em terceiro lugar, com 28 milhões de horas visualizadas; a terceira ficou em quarto lugar, com 24.2 milhões de horas; e a segunda ficou em quinto lugar, com 22.2 milhões de horas registradas.

Vale lembrar que a primeira parte da quarta da temporada já está disponível na Netflix. Os dois episódios finais serão lançados apenas no dia 1º de julho.

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Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.

Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.

“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.

Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.

A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.

Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!

Ryan Reynolds DETONA ‘X-Men Origens: Wolverine’: “É um lixo”

Em entrevista ao Variety, Ryan Reynolds (‘Free Guy’) comentou sobre a oportunidade de voltar a contracenar com Hugh Jackman, que voltará a interpretar o Wolverine após ter publicamente se aposentado do personagem, em ‘Deadpool 3‘.

Apesar dos elogios ao colega de elenco – e amigo pessoal –, Reynolds não perdeu a chance de detonar o criticado ‘X-Men Origens: Wolverine‘.

“Todos estão esperando que eu esviscere o Hugh Jackman [em ‘Deadpool 3’], mas eu posso dizer que ele foi um dos primeiros astros com quem contracenei, em 2007, em um lixo chamado ‘X-Men Origens: Wolverine’. Eu lembro de ter ficado chocado com o quanto ele era gentil. E eu notei que ele tratava todos da mesma maneira. Ele era gentil com todos.”

Ele completa, “E eu acredito que esse tipo de atitude é infecciosa. Sinto que o Hugh Jackman é responsável por muitos elementos positivos na indústria.”

Lembrando que ‘Deadpool 3‘ será lançado em novembro de 2024 e, embora isso pareça muito distante, a produção do filme vai começar em breve.

A direção fica a cargo de Shawn Levy (‘Stranger Things’), a partir do roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick, que escreveram as duas primeiras aventuras do anti-herói.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

O Mal que Nos Habita

(When Evil Lurks)

 

Elenco:

Ezequiel Rodríguez
Demián Salomón
Silvina Sabater

 

Direção: Demián Rugna

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Fevereiro de 2024

Sinopse: 

Dois irmãos encontram um cadáver mutilado perto de sua propriedade e se reúnem com os moradores locais para investigarem o incidente. Logo, eles descobrem que os acontecimentos estranhos na região estão sendo causados por um espírito que entrou em um homem que estava à espera dos procedimentos necessários para livrar seu corpo de um demônio purulento…

Crítica: 

Crítica | O Mal que Nos Habita – Terror sobre possessão demoníaca é ARREBATADOR e vai te perturbar

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Demián Rugna também assina o roteiro do longa;

» Aclamado pelos críticos, o terror conquistou impressionantes 98% de aprovação no Rotten Tomatoes. Segundo o consenso geral, o longa traz um tom intenso, brutal e assustador, além de apresentar um novo ângulo para o subgênero de possessão demoníaca;

Trailer:

Crítica em Vídeo: 

Cartazes: 

Fotos: 

‘Não Fale o Mal’: Novo terror da Blumhouse já arrecadou mais do que o DOBRO de seu orçamento

Sucesso! Em menos de duas semanas, o remake ‘Não Fale o Mal‘ (Speak No Evil), novo terror da Blumhouse, conseguiu superar a marca dos US$ 40 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais do que o dobro do seu orçamento – que girou em torno de US$ 15 milhões.

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 21.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 20.9 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 42.3 milhões.

Vale lembrar que o terror superou as projeções iniciais em sua estreia no território norte-americano, fechando o seu primeiro final de semana com US$ 11.5 milhões. Para termos de comparação, esta é a segunda maior abertura doméstica da produtora em 2024, atrás apenas de ‘Mergulho Noturno‘ (US$11.7M).

Com 85% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror recebeu uma nota B+ do público no CinemaScore – que é uma avaliação considerada forte para o gênero.

Na trama, quando uma família americana é convidada para passar o fim de semana na idílica propriedade rural de uma encantadora família britânica com quem fez amizade nas férias, o que começa como as férias do sonho logo se transforma em um complicado pesadelo psicológico.

Confira nossa crítica em vídeo:

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

Remake do terror ‘Witchboard: Espírito Assassino’ será para MAIORES por “violência extrema”

O terror ‘Witchboard‘, remake do clássico ‘Espírito Assassino‘, recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade.

O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema, cenas sangrentas, gore, linguagem, conteúdo com drogas, cenas sexuais e breve nudez”.

Na trama, um grupo de amigos brinca com um tabuleiro Ouija em uma festa noturna e liberta um espírito demoníaco que começa a caçá-los.

A nova versão estreará nos cinemas norte-americanos no dia 15 de agosto.

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Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) é responsável pela direção.

Emily (Madison Iseman) e seu noivo Christian (Aaron Dominguez) descobrem um misterioso artefato wiccaniano, um pêndulo, enquanto se preparam para abrir um bistrô em um Bairro Francês de Nova Orleans. Uma escuridão descende sobre Emily quando ela fica obcecada com o poder de adivinhação do tabuleiro e a habilidade de invocar espíritos. Desesperado para ajudar sua noiva, Christian busca o conselho do especialista em ocultismo Alexander Babiaste (Jamie Campbell Bower). Mas Babiaste tem seus próprios segredos, incluindo uma conexão com um coven moderno de bruxas. Logo, um jogo perigoso começa quando cada balanço do pêndulo coloca a alma de Emily em risco.

Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) completam o elenco.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media.

Ella Purnell retorna na primeira imagem da 2ª temporada de ‘Sweetpea’; Confira!

O canal Starz divulgou a primeira imagem oficial da 2ª temporada de ‘Sweetpea‘, série de suspense estrelada por Ella Purnell (‘Fallout’ e ‘Yellowjackets’).

No próximo ciclo, Rhiannon terá que lidar com um relacionamento irresistível, uma nova produção e um imitador que ameaça expor seus segredos. Enquanto isso, a carismática assassina é forçada a questionar se seu ex-namorado perfeito estava certo: será que ela realmente é um monstro?

Crítica | ‘Sweetpea’ – A sombria e divertida história de uma jovem que acorda para vida matando

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A série é baseada no livro homônimo de C.J. Skuse.

Rhiannon Lewis não causa uma impressão marcante — as pessoas passam por ela na rua sem olhar duas vezes. Ela é continuamente esquecida para uma promoção no trabalho, o cara de quem ela gosta não se compromete, e seu pai está muito, muito doente. Então, tudo em sua vida vira de cabeça para baixo. Rhiannon é levada ao limite e perde o controle. De repente, a figura esquecida desparece, e em seu lugar está uma jovem capaz de qualquer coisa… A vida de Rhiannon se transforma quando ela encontra um novo vício inebriante, mas será que ela pode manter seu segredo assassino?

O elenco ainda conta com Nicôle LeckyJon PointingCalam Lynch, Leah HarveyJeremy Swift e Dustin Demri-Burns.

Kirstie Swain assina o roteiro da adaptação ao lado de Krissie Ducker (‘Killing Eve’), Laura Jayne TunbridgeSelina Lim (‘Sex Education’).