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POLÊMICA! Bassem Youssef afirma ter perdido papel em ‘Superman O Legado’ por declarar apoio à Palestina

O ator e comediante Bassem Youssef revelou ter perdido o papel em ‘Superman O Legado’, dirigido por James Gunn, após expressar seus comentários em apoio à Palestina e criticar o governo israelense durante os conflitos na Faixa de Gaza.

Durante uma entrevista ao Salon, o ator egípcio explicou que foi inicialmente escalado para participar do filme, em um possível papel como vilão, porém foi posteriormente informado de que havia perdido o papel devido a mudanças criativas. No entanto, a decisão coincidiu com seu apoio à Palestina, no mesmo período em que Melissa Barrera foi demitida da saga ‘Pânico’.

“Eu estava um pouco amargurado por perder o papel e estava meio triste, tipo, por que, nos Estados Unidos da América, você pode falar sobre Joe Biden e pode falar sobre Donald Trump, mas não pode criticar um governo estrangeiro? O que é meio triste”, começou o artista. 

“Por causa disso, fui escalado para o filme “Superman”, e então eles me disseram: “Mudamos o roteiro”, após essa entrevista para [o jornalista britânico] Piers Morgan. Quero presumir boa fé. Quero saber, quero acreditar que isso é verdade [a mudança no roteiro]. Fiquei um pouco amargurado e queria ir, eu estava tipo, “Ah, dane-se a DC, dane-se a Warner Bros.” Mas então eu entendo, eu entendo o fardo emocional que essas pessoas têm. Quer dizer, essas pessoas têm uma conexão com Israel. Eu entendo. Para eles, Israel não é apenas um lugar, não é apenas um país, é uma conexão emocional porque essas pessoas e seus ancestrais passaram por um trauma geracional que eu entendo. Então para eles, o mundo inteiro, quando eles desistem deles, eles têm um lugar, um lugar forte que pode defendê-los. Então eu entendo essa conexão”, declarou.

“Sou convidado para lugares e me perguntam sobre questões e dou minha opinião”, comentou Youssef. “Não quero me envolver novamente com ativismo porque já fui queimado no Egito quando fiz meu último show, e é muito difícil estar nessa posição em que as pessoas dizem ‘vá e diga o que pensa, seja sua própria voz’, e então ser criticado por isso. Então estou tentando focar na comédia, mas quando me perguntam sobre questões, não posso evitar me posicionar”, finalizou.

Até o momento, nem a Warner Bros., nem James Gunn se manifestaram sobre o caso.

‘Superman: O Legado’ marcará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU). O filme será protagonizado por David Corenswet, que assumirá o papel de Clark Kent/Superman.

O novo filme do Homem de Aço também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como Mulher-Gavião, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Já Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) viverá o vilão Lex Luthor, enquanto Rachel Brosnahan será Lois Lane, repórter do Planeta Diário a par romântico do Superman.

Pensando nisso, um artista do Instagram compartilhou uma incrível arte imaginando o grupo caracterizado em páginas de quadrinhos.

E o resultado ficou simplesmente incrível!

Confira:

‘Pinguim’: Quinto episódio conquista marco importante

A série ‘O Pinguim’, derivada do universo ‘Batman’, continua a conquistar o público. De acordo com a Variety, o mais recente episódio da produção, estrelada por Colin Farrell, atingiu a marca de 1,8 milhão de espectadores na HBO e na Max.

Lembrando que o episódio de estreia atraiu 1,3 milhão de espectadores na primeira noite e, em apenas quatro dias de exibição em diversas plataformas, alcançou impressionantes 5,3 milhões de visualizações.

A série, que acompanha a ascensão de Oswald Cobblepot no submundo de Gotham City, tem sido um dos maiores sucessos da HBO Max em 2024.

No quinto episódio da série da MAX, após Sofia Falcone matar toda sua família para assumir o controle de um império criminoso, o público tem a chance de rever um personagem que apareceu no filme dirigido por Matt Reeves.

Mackenzie Bock, chefe da polícia de Gotham, interpretado por Con O’Neill, chega à cena do crime para interrogar Sofia rapidamente. O policial, então, é confrontado pela corrupção no Departamento de Polícia, com Falcone insinuando que Bock também aceita subornos.

Mackenzie tem apenas uma participação rápida no episódio, no entanto, é mais uma das ligações entre ‘Pinguim’ e ‘The Batman’.

No filme de Matt Reeves, Mackenzie se mostra contrário ao Batman e sua cruzada contra o crime.

Após a morte do promotor Gil Colson, é Mackenzie quem acusa o Cruzado Encapuzado de ter sido o responsável pelo crime, enquanto Jim Gordon defende o morcego de Gotham.

Vale lembrar que a Max Brasil já divulgou o trailer legendado do 6º episódio de ‘Pinguim‘, estrelada por Colin Farrell.

Intitulado “Gold Summit”, o capítulo vai ao ar no dia próximo dia 27 de outubro.

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O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.

“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”

“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.

‘O Agente Secreto’: Filme estrelado por Wagner Moura ganha teaser; Confira!

‘O Agente Secreto’, novo longa de Kleber Mendonça Filho estrelado por Wagner Moura, teve seu primeiro teaser divulgado. O filme, dirigido pelo cineasta pernambucano, será distribuído no Brasil pela Vitrine Filmes.

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O filme recebeu 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira as críticas:

“Este filme, visualmente e dramaticamente soberbo em todos os sentidos, move-se com confiança e sem pressa pela tela, parando para saborear cada pedaço bizarro de comédia ou passagem erótica, em seu caminho tortuoso até o final violento.”, Pedro Bradshaw, Guardian

“Assim, oscilando entre filmes de gênero, ensaios políticos e dramas familiares, Kleber Mendonça Filho se consolida como um dos mais importantes diretores brasileiros (e não só) dos últimos anos.”, Diego Batlle, Otroscines

“O Agente Secreto não é um típico thriller de espionagem, mas é ainda melhor pela forma como brinca com o gênero, o tom e as expectativas.”, Graeme Guttmann.

“Elegante, temperamental e intenso, O Agente Secreto explora os escombros do passado, reconstruindo a beleza e o terror de um tempo que já se foi, mas que ainda assombra o presente.”, Nicolau Bell, IONCINEMA.

“Kleber Mendonça Filho tece [as subtramas] lentamente, apoiando-se em diálogos longos e detalhados. Este é um filme que ferve lentamente.”, Jaime Pena, EscribiendoCine  

Brasil, 1977. Fugindo de um passado misterioso, Marcelo, um especialista em tecnologia, na casa dos quarenta, volta ao Recife em busca de um pouco de paz, mas percebe que a cidade está longe de ser o refúgio que procura.

Maria Fernanda Cândido (‘A Paixão Segundo G.H.’) também estrela. Gabriel LeoneIsabél ZuaaRubens SantosLaura LufésiAlice Carvalho e outros completam o elenco.

Além do rico contexto histórico, ‘O Agente Secreto’ focará em elementos folclóricos, como as festas de Carnaval e as lendas urbanas, além de uma autêntica trilha sonora brasileira.

kleber mendonça filho e wagner moura créditos laura castor wagner moura e kleber mendonça filho créditos victor jucá

Tribunal sul-coreano reverte condenação por assédio sexual do ator de ‘Round 6’, O Yeong-su

O ator sul-coreano O Yeong-su, de 81 anos, mundialmente conhecido por seu papel em ‘Round 6’ (Squid Game), conseguiu no Tribunal de Justiça da Coreia do Sul reverter a condenação por assédio sexual que havia recebido.

Conforme o Deadline, o Tribunal Distrital de Suwon anulou a decisão de um tribunal inferior que havia considerado o ator culpado por, supostamente, ter abraçado e beijado uma mulher na bochecha contra sua vontade, durante uma turnê regional de uma peça em 2017. O caso foi registrado em 2022.

Anteriormente, O Yeong-su havia sido condenado a oito meses de prisão, com a pena suspensa por dois anos, e a participar de um programa de tratamento de 40 horas para ofensores sexuais. O ator negou veementemente as acusações e recorreu da decisão.

No julgamento de apelação, o tribunal adotou uma postura cautelosa, destacando as dúvidas em torno do caso, conforme reportado pela agência de notícias sul-coreana Yonhap.

  • Suspeita e Memória: O tribunal de apelação afirmou que, embora houvesse suspeita de que o ator pudesse ter assediado a mulher, era possível que a memória da vítima tivesse se distorcido com o tempo.
  • Proteção ao Réu: A decisão enfatizou a necessidade de proteger o réu quando há dúvidas sobre a culpabilidade.
  • Detalhamento do Histórico: Foi destacado que a mulher buscou aconselhamento por violência sexual seis meses após o incidente e que o ator chegou a se desculpar a pedido dela, embora O Yeong-su sempre tenha argumentado que seu pedido de desculpas não significava admissão das acusações. Ele afirmou, anteriormente, ter apenas segurado a mão da mulher para guiá-la ao redor de um lago.

Com a decisão do Tribunal Distrital de Suwon, a condenação anterior foi anulada.

Oh Yeong-su, de ‘Round 6’, quebra o silêncio após acusação de assédio sexual

Blake Lively continua batalha judicial contra Justin Baldoni mesmo após acordo milionário

Apesar do recente acordo para o encerramento das batalhas judiciais entre a atriz Blake Lively e a Wayfarer Studios, empresa de Justin Baldoni, o embate entre os astros de ‘É Assim que Acaba’ (2024) ainda está longe de um desfecho definitivo. A disputa continua através de um pedido de honorários advocatícios relacionado a um processo de difamação movido por Baldoni contra a atriz, que acabou não prosperando.

Conforme reportado pela Variety, a advogada de Lively, Sigrid McCawley, afirmou nesta quinta-feira que o processo representa uma oportunidade para a atriz defender indivíduos que enfrentam retaliações judiciais ao denunciarem abusos:

“Isso permite que ela ajude a abrir caminho aqui”, declarou McCawley. “Este é realmente um espaço em que ela conseguiu fazer um grande bem para sobreviventes, e ela quer continuar esse trabalho. Isso significa muito mais para ela”.

Lively apresentou a moção em setembro passado com base em uma legislação da Califórnia, aprovada em 2023, que visa proteger vítimas de abuso contra processos de difamação utilizados como ferramenta de intimidação. Este era o último ponto pendente após o acordo firmado entre as partes.

‘É Assim Que Acaba’: Blake Lively e Justin Baldoni chegam a ACORDO e ENCERRAM disputa judicial

Lively acusou Baldoni, seu colega de elenco e diretor do longa, de assédio sexual durante as filmagens, alegando ter sofrido represálias por meio de uma campanha digital de difamação após reportar o comportamento. Recentemente, o juiz Lewis Liman rejeitou 10 das 13 acusações feitas pela atriz. Para evitar que as alegações restantes fossem a julgamento federal, ambas as partes divulgaram um comunicado conjunto:

“Reconhecemos que o processo apresentou desafios e entendemos que as preocupações levantadas pela Sra. Lively mereciam ser ouvidas”, afirmaram as partes no documento. “Continuamos comprometidos com ambientes de trabalho livres de impropriedades e de ambientes improdutivos. Esperamos sinceramente que isso traga encerramento e permita que todos os envolvidos sigam em frente de maneira construtiva e em paz”, diz o comunicado.

Apesar do tom conciliador do documento, os bastidores permanecem acirrados. Enquanto a equipe de Baldoni, liderada pelo advogado Bryan Freedman, descreve o encerramento como uma vitória para o ator, os representantes de Lively classificam o acordo como uma “vitória retumbante”.

“É uma vitória significativa nesse sentido”, afirmou McCawley. “Isso a coloca em uma posição em que ela pode continuar fazendo o que tentava fazer, que é expor a conduta retaliatória significativa dessas partes.”

Por outro lado, Freedman contestou a interpretação, ressaltando a rejeição das principais queixas da atriz: “Esse caso começou com ela buscando US$ 300 milhões e acusando Justin Baldoni e Jamie Heath de assédio sexual. Em 2 de abril, isso acabou… Foi aí que a vitória aconteceu. Não sei exatamente o que ainda estamos discutindo neste momento”.

Blake Lively afirma que campanha de difamação online lhe custou mais de US$40 MILHÕES

A defesa de Lively sustenta que já comprovou os elementos necessários para solicitar indenização com base na lei Protecting Survivors from Weaponized Defamation Lawsuits Act. A equipe da atriz argumenta que, ao assinar o comunicado afirmando que as queixas “mereciam ser ouvidas”, Baldoni teria admitido a existência de uma base razoável para as denúncias.

Os advogados de Baldoni, contudo, alegam que a lei californiana não se aplica ao caso, uma vez que os fatos ocorreram em Nova York e Nova Jersey. A equipe de Lively rebate, citando que a denúncia original foi registrada no Departamento de Direitos Civis da Califórnia. Lively também estaria apoiando o projeto de lei Speak Your Truth Act, em tramitação em Nova York, que espelha a proteção californiana.

Novos documentos devem ser apresentados nos próximos dias. Caso o juiz Liman considere necessário, uma audiência poderá ser convocada para determinar danos e honorários, ocasião em que Blake Lively poderia ser chamada a depor formalmente.

“Isso foi algo horrível pelo qual ela precisou passar, e ela foi muito corajosa. De muitas formas, isso é a cereja do bolo”, concluiu McCawley.

Freedman, por sua vez, minimizou a possibilidade: “Minha suposição é que o juiz Liman tenha assuntos muito mais importantes em pauta do que realizar uma audiência para decidir se alguém receberá honorários ou não”.

Defesa de Justin Baldoni contesta indenizações e atribui fracasso das marcas de Blake Lively ao desempenho da atriz

Números de ‘Skeleton Crew’ DECEPCIONAM e nova temporada está sob risco

A série ‘Skeleton Crew‘, ambientada no universo de ‘Star Wars’, estreou com expectativa, mas os números não impressionaram.

Dados da Nielsen indicam que o programa registrou a menor audiência de estreia entre as produções de ‘Star Wars’ no Disney+.

Os dois primeiros episódios acumularam menos de 382 milhões de minutos assistidos na semana de estreia, ficando atrás de ‘The Acolyte’, que alcançou 488 milhões, e muito abaixo de sucessos como ‘O Mandaloriano‘ e ‘Obi-Wan Kenobi’, que ultrapassaram 800 milhões de minutos.

Mesmo com críticas favoráveis, a trama – que acompanha crianças perdidas na galáxia – parece não ter atraído tanto o público quanto o esperado.

A baixa audiência levanta dúvidas sobre a possibilidade de uma segunda temporada, ainda que o criador Jon Watts já tenha mencionado planos para continuar a história.
Os episódios finais de ‘Skeleton Crew‘ prometem ser extremamente tensos para os fãs de ‘Star Wars’, pelo menos de acordo com as palavras de Kyriana Kratter.

Lembrando que ‘Skeleton Crew‘ está sendo exibida no Disney+.

Na trama, quatro crianças que fazem uma descoberta misteriosa em seu planeta natal aparentemente seguro, então se perdem em uma galáxia estranha e perigosa. Para encontrar o caminho de casa — cheio de aliados e inimigos improváveis ​​—, eles terão que embarcar em uma aventura maior do que eles jamais imaginaram.

Relembre o trailer:

Apesar da premissa aparentemente destinada ao público infantil, o co-criador Chris Ford disse à Entertainment Weekly que a série vai agradar a todas as idades.

“O tom de ‘Skeleton Crew‘ é uma aventura. Queríamos que fosse algo muito divertido. Mas é claro que, junto com a aventura, vem o lado sombrio, que é o perigo. E quando as crianças estão em perigo, torna-se uma trama mais pesada e carregada. Então, brincamos com isso, mas no geral queríamos que fosse apenas uma aventura divertida.”

Mesmo com um elenco mais jovem, que conta com Ravi Cabot-Conyers, Kyriana Kratter, Robert Timothy Smith e Ryan Kiera Armstrong, Ford deixou claro que:

“‘Skeleton Crew‘ é para todas as idades. Quando contamos a Kathy Kennedy que queríamos usar aquele tom dos filmes da Amblin (‘Os Gonnies’, ‘E.T. – O Extraterrestre‘), que ela aperfeiçoou ao longo dos anos junto com Steven Spielberg, ela disse é que eles nunca pensaram nesses filmes como algo infantil. Acontece que são sobre crianças, crianças em aventuras bem maduras e reflexivas. Então ‘Skeleton Crew’ é para todos, não importa a idade.”

Entre os diretores estão Bryce Dallas Howard (‘The Mandalorian’) e os vencedores do Oscar Daniel Kwan e Daniel Scheinert (‘Tudo em todo lugar ao mesmo tempo’), além de David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’), Jake Schreier (‘Beef’) e Lee Isaac Chung (‘Minari’).

Durante uma entrevista para o portal, o produtor Jon Favreau confirmou que ‘Skeleton Crew’ também será ambientada no mesmo período deO Mandaloriano’, ‘Ahsoka’ e ‘O Livro de Boba Fett’.

“Todos os programas em que trabalhamos – ‘O Mandaloriano’, ‘Ahsoka’, ‘O Livro de Boba Fett’ e agora ‘Skeleton Crew‘ – todas elas existem no mesmo período. Todas elas são ambientadas após os eventos de ‘O Retorno de Jedi‘. Então, entre o ‘Episódio VI’ e o Episódio VII’, há 30 anos de histórias que ainda não foram exploradas, pelo menos na tela.”

Ele continuou, sugerindo uma possível encontro dos personagens de ‘Skeleton Crew‘ com o restante dos protagonistas.

“Há muito espaço para contarmos histórias, e há muitos personagens em jogo porque sabemos ‘quem’ está por perto durante esse período de tempo, então todos podem se conectar uma hora ou outra.”

Site afirma que Yelena, personagem de Florence Pugh em ‘Viúva Negra’, será a líder dos ‘Thunderbolts’ no MCU

Justin Kroll, jornalista do Deadline, revelou‎‎ que Yelena Belova, personagem vivida por Florence Pugh (‘Midsommar’) será a líder dos ‘Thunderbolts‘ no Universo Cinematográfico Marvel.

A formação do time deve trazer Agente Americano (Wyatt Russell), e Barão Zemo (Daniel Brühl).

“Florence Pugh já tem sua própria super-heroína. A seguir para sua personagem, na verdade, está esse filme chamado Thunderbolts, que é basicamente como Esquadrão Suicida da Marvel. Espero que tenha melhores resultados”, diz a jornalista.

Que completou: “O conceito é que seria Yelena liderando a equipe de Wyatt Russell (John Walker), Daniel Bruhl (Zemo), aqueles anti-heróis que não são exatamente bons, mas não são exatamente maus. Então tem isso. E as pessoas parecem ter gostado da personagem‎”.

Vale lembrar que também há a expectativa para que Yelena assuma a alcunha de Viúva Negra na próxima iteração dos ‘Vingadores‘, substituindo Natasha Romanoff.

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(Gravity)

 

Elenco:

Sandra Bullock, George Clooney, Eric Michels, Basher Savage.

Direção: Alfonso Cuarón

Gênero: Ficção Científica

Duração: 90 min.

Distribuidora: Warner Bros. Pictures

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 11 de Outubro de 2013

Sinopse:

Bullock interpreta a Dra. Ryan Stone, uma brilhante engenheira médica em sua primeira missão espacial com o astronauta veterano Matt Kowalsky (Clooney) no comando do seu último voo antes de se aposentar. Mas durante uma aparentemente rotineira operação espacial ocorre um acidente. A nave é destruída, deixando Stone e Kowalsky completamente sozinhos, dependendo um do outro em um ambiente de total escuridão.

O silêncio ensurdecedor confirma que eles perderam qualquer ligação com a Terra… e qualquer chance de resgate. Conforme o medo vai se tornando pânico, o oxigênio que resta vai sendo consumido desesperadamente.

E, provavelmente, o único jeito de ir para casa seja encarar a imensidão assustadora do espaço.

Curiosidades:

» Sandra Bullock revelou que não usou maquiagem. “Alfonso, numa decisão brilhante, disse que não usaremos maquiagem. Deus me ajude quando eu aparecer na tela em close-up, sem maquiagem nenhuma. Já peço desculpas adiantadas”, brincou. O filme foi filmado em digital, e nosso rosto será ampliado cinco vezes nas telas do cinema. É assustador. Mas, graças a Deus, não há cenas de nudez”, finalizou.

» Por problemas de agenda, Robert Downey Jr. abandonou a produção.

» Angelina Jolie era a primeira escolhida para viver a protagonista feminina, mas acabou abandonando a produção. Ela foi substituída por Sandra Bullock. O drama é supostamente é semelhante a ‘Náufrago’, com Tom Hanks.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

A Estrada 47

(A Estrada 47)

 A Estrada 47<br /> (2013) on IMDb

Elenco:

Daniel de Oliveira, Julio Andrade, Francisco Gaspar.

Direção: Vicente Ferraz

Gênero: Drama

Duração: 107 min.

Distribuidora: Europa Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Maio de 2015

Sinopse:

Durante a 2ª Guerra Mundial, no sopé de uma montanha na Itália, uma esquadra de caçadores de minas da Forca Expedicionária Brasileira sofre um ataque de pânico e acaba se perdendo em plena Terra de Ninguém. Desesperados, com frio, fome e sede, os despreparados Pracinhas têm de optar por enfrentar a Corte Marcial ou encarar novamente o inimigo. É então que os remanescentes do grupo decidem rumar para outro ousado objetivo militar: desarmar o campo minado mais temido da Itália. No caminho, acabam encontrando outros desertores: um fascista arrependido e um oficial alemão cansado da guerra. Com a inesperada ajuda dos inimigos, os Pracinhas conseguem realizar um a das mais impossíveis façanhas já imaginadas em todo o conflito.

Curiosidades:

» Segundo filme do diretor Marcelo Galvão (‘Colegas’).

» Levou o Kikito de melhor filme no Festival de Cinema de Gramado 2014.

Trailer:

Cartazes:

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‘Tomb Raider’ ganha possível data de estreia

A Warner Bros. agendou uma “data evento” para o lançamento de um filme cujo título não foi divulgado, e não demorou muito para as especulações começarem.

O site Heroic Hollywood afirma ter recebido de uma fonte segura que a data 6 de outubro de 2017 foi marcada para a estreia do reboot da franquia ‘Tomb Raider‘.

Ainda segundo o site, o título da franquia será ‘The Tomb Raider‘. A Warner Bros. registou o domínio www.thetombraidermovie.com no começo da semana.

A britânica Daisy Ridley, que roubou a cena em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, é a preferida da Warner Bros e MGM para viver Lara Croft no reboot da franquia. O site afirma que as negociações ainda não começaram, mas os produtores estão decididos em conseguir a atriz para o papel.

Os filmes estrelados por Angelina Jolie, em 2001 e 2003, foram produzidos pela Paramount. Juntos, arrecadaram cerca de 400 milhões de dólares mundialmente, o que animou a MGM em tentar mais uma vez colocar a heroína patrimônio da Internet no cinema.

O reinício da franquia nos cinemas será baseado no game desenvolvido pela Crystal Dynamics em 2013, recebido com louvor universal pelos críticos e fãs. A Warner Bros. e MGM decidiram seguir o mesmo enredo do jogo de ação.

“O game fez Lara Croft se sentir como um ser humano real, isso é definitivamente algo que queremos trazer para a tela grande também. Acho que isso vai fazer as pessoas se relacionam com Lara como uma personagem. Estou esperando para trazer um pouco das minhas sensibilidades norueguesas para a franquia”, revelou o norueguês Roar Uthaug (‘Presos no Gelo’).

O roteiro pretende colocar “Lara Croft no patamar de Ellen Ripley e Sarah Connor, grandes heroínas do cinema”.

Antes de Uthaug, foram cotadas para o cargo as diretoras Kathryn Bigelow (‘Guerra ao Terror’), Catherine Hardwicke (‘Crepúsculo’) e Mimi Leder (‘Impacto Profundo’).

Geneva Robertson-Dworet foi contratada para reescrever o roteiro de Evan Daugherty (‘Tartarugas Ninja‘). Ela tem no currículo apenas o inédito ‘Transformers 5‘ (como uma das cinco coroteiristas do projeto).

Graham King e Tim Hedington (‘Rango’, ‘O Turista’) produzem.

A Warner Bros. ficará responsável pela distribuição.

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‘Sully’: Novo filme de Clint Eastwood com Tom Hanks ganha primeira imagem

A Entertainment Weekly e a revista People liberaram a primeira imagem oficial de ‘Sully‘, novo longa de Clint Eastwood com Tom Hanks.

Confira:

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A Warner agendou  ‘Sully‘ para 9 de setembro de 2016, nos Estados Unidos.

Para quem não se recorda, ‘Sully‘ retratá toda a história do acidente aéreo que aconteceu em 2009, quando um avião com 100 passageiros pousou em total segurança no Rio Hudson. E o piloto da aeronave, Sully, sem dúvida, um herói.

O grande Tom Hanks viverá o personagem título, enquanto Clint Eastwood, que vem do mega elogiado ‘Sniper Americano‘, é quem cuida da direção.

Mortadelo e Salaminho 3D – Missão Inacreditável

(Mortadelo y Filemón contra Jimmy el Cachondo)

 

Elenco:

Athenea Mata, Berta Ojea, Chani Martín, Emilio Gavira, Enrique Villén, Gabriel Chame, Janfri Topera, Javier Laorden.

Direção: Javier Fesser

Gênero: Animação, Aventura

Duração: 91 min.

Distribuidora: Cinépolis Brasil

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Setembro de 2016

Sinopse: 

Mortadelo e Salaminho, os agentes secretos mais divertidos e atrapalhados do mundo, são convocados para uma missão especial: Prender Jimmy – O Doidão, um atrevido vilão que acaba de invadir a sede da agência T.I.A e roubar um documento ultrassecreto. A missão se torna ainda mais complicada quando a dupla descobre que outro vilão, Trinca-Ossos, fugiu da prisão e está atrás de Salaminho para se vingar

Curiosidades: 

» Baseado nos personagens criados por Francisco Ibáñez para a HQ Mortadelo e Salaminho.

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

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‘The Flash’ enfrenta o Doutor Alquimia em teaser do 9º episódio

Passado o episódio crossover, ‘The Flash‘ agora precisa voltar para a sua linha narrativa, que continua sensacional, por sinal.

E no episódio que também marca a pausa da série para retornar em janeiro, o homem mais rápido do mundo enfrentará o Doutor Alquimia e o Savitar.

Mas para isso, ele vai ter ajuda do Jay Garrick, o Flash da Terra-3.

Assista:

A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.

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Prévia e clipe do episódio 6×10 de ‘Homeland’

A seguir, você assiste as prévias do décimo episódio de ‘Homeland‘, que será exibido no próximo domingo.

Confira:


 

A sexta temporada traz Carrie Mathison (Claire Danes) morando no Brooklyn, em Nova York. O seu trabalho desta vez será ajudar imigrantes muçulmanos a se integrarem a cultura americana.

A ambientação dos episódios serão entre o dia da eleição para a presidência dos Estados Unidos, até o dia em que o eleito assumirá o cargo.

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Sente vontade de trair? Conheça a Netflix Love-Line!

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Assista ao divertido vídeo:

 

 

 

5 Melhores Filmes de Romance da Netflix para o Dia dos Namorados

O CinePOP decidiu ajudar o cinéfilo a se organizar e separou os melhores filmes de cada gênero do site.

5 melhores filmes de terror da Netflix

5 melhores filmes de comédia da Netflix

5 melhores filmes de ação da Netflix

5 melhores filmes de suspense da Netflix

Agora, o amor está no ar com a nossa seleção de filmes de romance:

 

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças

Sinopse: Clementine participa de um procedimento médico experimental para apagar suas lembranças de Joel, e ele decide fazer o mesmo.

Por que assistir: Com uma das histórias mais originais e cativantes, mostra as jornadas de Kate Winslet e Jim Carrey para se esquecerem que um já foi o grande amor do outro. Rendeu um Oscar de melhor roteiro ao brilhante Charlie Kaufman.

Trailer:

 

Moulin Rouge: Amor em Vermelho

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Sinopse: Um ingênuo poeta se apaixona por uma estrela de cabaré, e esse romance fadado ao fracasso serve como pano de fundo para uma série de canções deslumbrantes.

Por que assistir: Nicole Kidman brilha nesta emocionante história musical, que tem figurinos, cenários e direção impecáveis. Baz Luhrmann fez um lindo filme, considerado um dos clássicos do gênero. Vencedor de 2 Oscars.

Trailer:

 

Uma Linda Mulher

Uma Linda Mulher

Sinopse: Um empresário milionário contrata uma prostituta de Hollywood e acaba se apaixonando por ela, neste cativante filme.

Por que assistir: Lembrado até hoje como uma das melhores comédias românticas, impulsionou as carreiras de Julia Roberts e Richard Gere. Continua encantando com a premissa do príncipe encantado que, embora incomum, no filme convence.

Trailer:

 

Como Se Fosse a Primeira Vez

Como Se Fosse a Primeira Vez

Sinopse: Um veterinário marinho se apaixona por uma professora que sofre de amnésia e precisa reconquistá-la todos os dias.

Por que assistir: A trama por si só já é interessante, mas as atuações de Adam Sandler e Drew Barrymore são apaixonantes. O filme dosa na medida certa as cenas de humor, romance e drama, além de mostrar que um amor verdadeiro é possível. Os românticos inveterados vão aprovar.

Trailer:

 

Azul é a Cor Mais Quente

Azul é a Cor Mais Quente

Sinopse: Adele tem 15 anos e está determinada a se apaixonar por um garoto, mas acaba se interessando por uma garota de cabelos azuis que conhece na rua.

Por que assistir: Um filme sobre a descoberta do amor e da sexualidade. Corajoso, expõe a intimidade da protagonista de forma quase sufocante e tem o benefício de não idealizar o amor, ao mostrar a realidade nua e bastante crua de uma pessoa apaixonada. Esse é o seu maior mérito.

Trailer:

 

Sony Pictures adquire remake de ‘O Corvo’

 

O Hollywood Reporter confirma que a Sony Pictures adquiriu da Relativity Media os direitos para a produção do remake de ‘O Corvo‘.

A publicação não informou a respeito de quanto foi a transação.

Jason Momoa e Corin Hardy continuam no projeto, respectiva, como protagonista e como diretor.

O filme deverá incluir várias cenas dos quadrinhos originais que não entraram na adaptação de 1994, e o brutal assassinato de Shelly (namorada de Eric) seria rodado como se fosse uma sequência de filme dos anos 70, ao estilo ‘Taxi Driver’.

O Corvo‘ é baseado na história em quadrinhos criada por Jams O´Barr na década de 1980, e foi levado aos cinemas pela primeira vez em 1994.

 

Cartaz da animação ‘Jovens Titãs em Ação’ tira sarro de ‘Liga da Justiça’

A Warner Bros. Animation e o Cartoon Network divulgaram um novo cartaz da animação ‘Jovens Titãs em Ação’, que tira sarro de ‘Liga da Justiça’.

“Eles definitivamente não conseguem salvar o mundo sozinhos”, brinca a arte.

Confira, com o trailer:

A Warner Bros. agendou a data de lançamento de sua nova animação, ‘Jovens Titãs em Ação’ (Teen Titans Go!), para 27 de julho de 2018. Além de revelar detalhes sobre a trama do filme animado dos heróis da DC.

O ComicBook revelou a sinopse do filme, que mostra as dificuldades que os heróis enfrentarão nos cinemas:

“Ao que parece, todos os grandes heróis estão ganhando seus próprios filmes, menos os Jovens Titãs. Mas Robin, o líder do grupo, está determinado a mudar essa situação, tornando-se uma estrela em vez de ser apenas um ajudante. Se eles ao menos conseguissem fazer com que o maior diretor de Hollywood os notasse. Com algumas ideias loucas e uma música no coração, os Jovens Titãs viajam para Tinsel Town, para realizarem seus sonhos. Mas quando tudo dá errado por causa de um super vilão com um plano louco para dominar a Terra, as coisas realmente desandam. A amizade e o espírito guerreiro do grupo são abalados, colocando em risco o destino de cada um”

Scott Menville é Robin, Khary Payton é o Ciborgue, Tara Strong é Ravena, Hyden Walch é Estelar e Greg Cipes faz o Mutano. Will Arnett e Kristen Bell, que ainda terão os papéis revelados.

Além da animação dos Titãs na telona, o grupo também chegará em sua forma live-action a TV em 2018.

‘Novos Titãs’: Brenton Thwaites mostra o uniforme de Robin em novas fotos da série de TV

‘Novos Titãs’: Revelado visual de Rapina e Columba na série de TV; Vem ver!

‘Meninas Malvadas’: Clipe de Ariana Grande inspirado na comédia ganha trailer

Foi divulgado o trailer do novo clipe da Ariana Grande para a música Thank U, Next, inspirada na adorada comédia ‘Meninas Malvadas‘.

E após anunciar o retorno do ator Jonathan Bennett para o papel de Aaron Samuels, Ariana divulgou mais novas imagens, que detalham o visual das Poderosas, o Livro do Arraso e trazem referências à produção original.

Agora, foi divulgado um trailer do clipe.

Assista:

A música é dedicada aos ex-namorados da cantora. Sucesso absoluto, a canção alcançou a primeira posição da Billboard Hot 100, a maior parada musical dos EUA.

‘The Flash’: Diretor de ‘It: A Coisa’ negocia para comandar o projeto

Após diversos adiamentos e incertezas, o filme solo do ‘Flash‘ finalmente começou a caminhar na Warner Bros.

Segundo o The Hollywood Reporter, Andy Muschietti, de ‘It: A Coisa‘, está em negociações para comandar a produção.

Christina Hodson, de ‘Aves de Rapina‘,  vai reescrever o roteiro e as filmagens são programadas para janeiro de 2020. Por enquanto, nada foi confirmado pela Warner.

‘The Flash’ tornou-se um dos filmes mais cabulosos do DCEU: a produção vem sofrendo obstáculos desde seu anúncio dois anos atrás, com diversas fontes confirmando que Ezra Miller deixaria o novo projeto da Warner Bros. devido a divergências criativas.

Entretanto, uma recente reportagem da Variety indica que o ator irá sim viver o icônico personagem, mas apenas quando as filmagens de ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam 3’

Originalmente planejado para ser a adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro seguindo uma linha criativa diferente.

 

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer explica cena BIZARRA envolvendo o Coringa

Quando ‘Esquadrão Suicida‘ foi lançado, uma cena em particular levantou dúvidas entre os fãs.

Deitado no chão e cercado de facas, o Coringa solta sua risada maléfica. Mas na mesma cena, podemos ver duas roupinhas de bebês, que nunca foram explicadas. Seriam bebês que o Coringa e Arlequina mataram?

Em seu Twitter, David Ayer explicou as roupinhas:

“Não, é mais inocente. Harley queria uma família normal com o Coringa, por isso vemos aquelas roupinhas de bebê. Na minha imaginação, ela irritou muito o Coringa pedindo para ter filhos. Então ele pediu ao Sr. Frost para comprar alguns macacões. O círculo representa como ele vê Harley.”, afirmou.

Veja a foto e a cena:

 

Recentemente, Ayer divulgou o visual alternativo de Arlequina para o filme, que remete à sua caracterização dos quadrinhos.

Confira:

OTHER: Harley Quinn alternative look by David Ayer from r/DC_Cinematic

Lembrando que ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

O que a onda de cancelamentos na pandemia diz sobre o futuro da TV

Desde que o mundo é mundo, fãs de séries de TV se acostumaram a respirar aliviados quando viam o anúncio de suas produções favoritas renovadas para a temporada seguinte. O verbo ‘renovar’ se tornou sinônimo de paz na mente daqueles que estavam preocupados com a possibilidade de nunca saberem se aquele casal ficaria junto, de nunca descobrirem a resolução daquela trama, de serem obrigados a dizer adeus para sempre para aqueles personagens que se tornaram amigos, amores, irmãos. Renovação virou sinal de vitória, objetivo de campanhas e mais campanhas, uma conquista. E, em 2020, virou apenas mais uma coisa que perdeu o significado por causa da pandemia.

Isso porque foram, até agora, sete séries “desrenovadas” em virtude do COVID-19: ‘Stumptown’ (ABC), ‘Evel’ (USA Network), ‘GLOW’, ‘The Society’, ‘I Am Not Okay With This’ (Netflix), ‘I’m Sorry’ (TruTV) e ‘On Becoming a God in Central Florida’ (Showtime). O que era raro na indústria aos poucos vira rotina e levanta uma questão: quantas outras séries a pandemia ainda vai levar embora?

O motivo dos cancelamentos sempre tem a ver com custos. Segundo o produtor Alex Kurtzman, arcar com os procedimentos de segurança para elenco e equipe durante e após a pandemia aumenta os gastos em uma média que varia de 300 a 500 mil dólares por episódio. Isso pensando apenas em testes de temperatura, reforço da higiene e distanciamento, sem levar em conta a dificuldade que é conciliar as agendas de atores e atrizes depois de tudo ter sido adiado desde março deste ano. A minissérie Evel, por exemplo, foi cancelada porque a agenda de Milo Ventimiglia, que seria o protagonista, simplesmente não encaixava mais depois do retorno das gravações de This Is Us.

Caçadoras de Recompensas (Netflix)

Para séries como The Society e GLOW, outros fatores também entram na equação. Na primeira, um drama adolescente da Netflix que trouxe na primeira temporada uma “guinada moderna” para o clássico literário O Senhor das Moscas, um dos desafios estava ligado ao fato de a série reunir um elenco bastante numeroso, e isso contribuir para aumentar ainda mais os custos. Com a segunda, uma série sobre luta livre, há obviamente muito contato físico, o que também complica a continuidade. Quando a série poderia ser gravada de forma segura? O quanto isso atrasaria o seu retorno? Falamos, então, de uma série que está fora do ar desde 2019 e cujo retorno seria, no mínimo, em 2022. Tudo isso levanta ainda mais gastos.

Neste bolo de novos cancelamentos, a Netflix acaba levando uma carga maior. Foram três séries “desrenovadas” por causa do COVID-19, além de Caçadoras de Recompensas, cancelada após uma temporada. Embora essa onda de séries canceladas pela gigante do streaming assuste, muito por se tratar de uma plataforma que ficou conhecida inicialmente por não cancelar nada, o volume acaba sendo consequência justamente da grande quantidade de séries que o streaming põe no ar semanalmente. O que move as renovações e os cancelamentos não é audiência, mas a pergunta: quantos novos potenciais assinantes essas novas temporadas poderiam render? Se a resposta não compensar os gastos durante a pandemia, então o cancelamento é o caminho, mesmo que um dinheiro já tenha sido investido com o que seriam as futuras temporadas.

O paradoxo é frustrante, porque estamos diante de um volume de séries chegando ao cancelamento não porque foram mal recebidas por público e/ou crítica, mas porque ficaram caras demais. Isso é assustador por dois motivos. O primeiro é porque denuncia o quanto o método de produção de séries atual beira o insustentável, com gastos exorbitantes que não deixam espaço para qualquer imprevisto. Se, há cinco ou seis anos, séries que custassem US$ 5 milhões por episódio eram um luxo dedicado à TV a cabo, hoje é comum que até algumas produções da TV aberta cheguem a esse valor.

GLOW

O segundo diz respeito ao volume de produções seriadas com que lidamos anualmente — um volume que há alguns anos analistas consideram excessivo e que, mesmo durante a pandemia, não diminuiu. Estamos em outubro, as filmagens estão interrompidas desde março e, mesmo assim, a Netflix segue despejando semanalmente muito mais conteúdo do que um assinante seria capaz de consumir em tempo hábil. A gigante do streaming também já prometeu que não vai ficar sem conteúdo mesmo se não voltar a filmar integralmente em 2020, o que escancara o volume de séries programadas. Será tudo isso realmente necessário se o resultado depois for uma onda de cancelamentos porque os gastos não estão exatamente equilibrados?

O resultado dessa equação é menos catastrófico do que se imagina, já que foi essa obsessão com volume que fez a Netflix não ficar sem conteúdo. Concorrentes fortes como HBO, FX e Prime Video, por exemplo, também não ficaram sem programação, mas a ausência de carros-chefe como Euphoria, Succession (HBO), American Crime Story e Atlanta (FX) acabam sendo muito mais sentidos do que a falta de Stranger Things, por exemplo, em meio a The Crown, A Maldição da Mansão Bly e Umbrella Academy. O jogo do volume, neste caso, acaba virando rei.

‘Legalmente Loira 3’ ganha novidades sobre a trama

‘Legalmente Loira 3‘ teve sua estreia marcada para maio de 2022, e a roteirista Mindy Kaling (‘Late Night’, ‘The Office’) revelou alguns detalhes sobre o projeto.

Desta vez, Elle Woods (Reese Witherspoon) terá quarenta anos e estará refletindo acerca do presente e de seu passado.

“Eu amo muito a franquia. Eu amo Elle Woods como personagem e quando Reese me pediu para escrevê-la, eu fiquei tipo, Com certeza!’”, disse Kaling.

Kaling acrescentou que mal pode esperar que as pessoas vejam Reese Witherspoon como Elle Woods aos 40, contra como ela era aos 21. Ela disse que tem sido “muito divertido” de imaginar.

MGM fica responsável pelo projeto. Dan Goor também colabora com o roteiro da continuação.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o novo filme trará uma “abordagem totalmente nova e revigorante” à franquia, cujo o primeiro capítulo foi originalmente roteirizado por Kirsten “Kiwi” Smith e Karen McCullah.

Recentemente, Witherspoon falou sobre o novo capítulo, em uma entrevista ao ET! Online:

“Ai, vai ser tão divertido!. Eu tive que ir a uma reunião no outro dia para conversamos sobre todos os novos pontos da trama, todos os personagens que retornam e as novas adições. Na reunião eu já fiquei rindo e muito animado. Posso prometer que vai ser muito bom,” ela afirmou.

‘Jogos Mortais 10’ terá “MUITO SANGUE”, promete roteirista

Josh Stolberg, co-roteirista de ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘, confirmou que a franquia ‘Jogos Mortais‘ vai ganhar um novo filme que pretende honrar o legado de John Kramer (Tobin Bell).

“De volta à minha família de terror, polindo o roteiro do próximo Jogos Mortais. Eu poderia te falar que vai ter muito sangue, mas você já sabe disso. O que posso prometer a vocês é que isso deixará os fãs de John Kramer muito felizes !!!”, afirmou..

James Wan retornará como produtor pela Atomic Monster.

Não há muitos detalhes sobre o projeto.

Infelizmente, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais‘ desagradou a crítica internacional. No Rotten Tomatoes, a produção recebeu míseros 37% com base em 170 reviews.

O filme também teve a pior arrecadação da franquia, com apenas US$ 37,7 milhões.

A Lionsgate e a Twisted Pictures vão produzir o novo filme.

Confira o novo trailer:

 

Amy Adams elogia Henry Cavill e revela se pretende voltar como Lois Lane nos próximos ‘Superman’

Enquanto promovia ‘Desencantada‘, Amy Adams elogiou Henry Cavill e afirmou que gostaria de voltar a interpretar Lois Lane nos novos filmes do Superman.

“Fique muito feliz por Henry, por que ele é um Superman tão maravilhoso, então fico muito empolgada de vê-lo de novo como o personagem. Ainda não me ligaram pra eu voltar, mas se ligarem vou amar. Se encontrarem outra pessoa, também vou ficar feliz. Vou apoiar a decisão que quiserem seguir”, afirmou. 

Em entrevista ao Deadline, Henry Cavill revelou se sentir grato por finalmente poder reprisar seu papel como o Superman nas adaptações da DC Comics, afirmando que o seu retorno àquele universo estava “fora do seu controle” antes.

“Como ator, precisa precisa entender que há coisas que estão fora do seu controle – não importa sua opinião, como foi sua performance ou a reação dos espectadores. Eu mantive o papel [do Superman] muito próximo do meu coração, pois não sabia se teria a chance de voltar a interpretá-lo. Mas, para mim, era muito importante ter essa oportunidade novamente, e me sinto muito grato e privilegiado por isso.”

Ele completa, “[O Superman] invoca um sentimento muito verdadeiro, honesto e esperançoso nas pessoas, e eu amo isso. Acredito que isso é algo que todos nós almejamos, que é sermos bons uns com os outros, prestativos ao próximo. No fundo, acredito que isso é o que todos nós queremos.”

Cavill deu vida ao herói em ‘O Homem de Aço‘ (2013), ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘ (2016) e ‘Liga da Justiça‘ (2017), tendo finalmente retornado no recente ‘Adão Negro‘ após um hiatus de cinco anos.

Lembrando que ‘O Homem de Aço 2‘ já está em desenvolvimento na Warner Bros. Pictures.

Ao que parece, a sequência só ficou presa no limbo por conta do antigo chefe da DC Studios, Walter Hamada, que não queria o retorno do ator.

Segundo The Hollywood Reporter, Hamada, líder da DC Films nos últimos quatro anos e agora de saída, era o grande responsável por deixar a iteração do herói interpretada por Cavill “na geladeira”. Hamada tinha seus próprios planos para a franquia, um deles envolvendo a introdução de uma versão alternativa, roteirizada por Ta-Nehisi Coates, e por isso não queria nenhum envolvimento do Superman em Adão Negro, mas esses planos mudaram recentemente.

Ao que se sabe, a mudança de comando foi fundamental para que isso acontecesse, incluindo David Zaslav (CEO da Warner Bros. Discovery), e Michael De Luca e Pam Abdy (presidentes da Warner Bros. Pictures). Os três tinham esse “intenso desejo” em retomar a iteração de Cavill.

No entanto, Dwayne Johnson e a Seven Bucks Productions é quem são os verdadeiros responsáveis pela volta de Cavill. O astro e sua marca, uma das mais influentes em Hollywood atualmente, insistiram por anos para que acontecesse.

Após as respostas negativas de Hamada, Johnson decidiu contatar De Luca e Abdy diretamente, que deram a sinalização positiva. Uma rodada intensa de negociações ocorreu antes do Dia do Trabalho, prazo insistido pelo estúdio, e tudo deu certo.

Mulher PERDE chance de ganhar US$ 1 milhão ao errar pergunta sobre ‘Vingadores’ no Domingão do Huck

A participante Luana Diniz perdeu a chance de concorrer a R$ 1 milhão no ‘Quem Quer Ser Um Milionário‘ ao errar uma pergunta.

A pergunta valia o prêmio de R$ 50 mil e continuar jogando, e envolvia o filme ‘Vingadores: Guerra Infinita‘.

“Qual destes personagens não foi desintegrado com o estalar de dedos de Thanos no filme ‘Vingadores: Guerra Infinita’?”, fazia a pergunta.

As opções contavam com Mantis (Pom Klementieff), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Vespa (Evangeline Lilly) e Viúva Negra (Scarlett Johansson).

A participante escolheu Vespa como resposta. Quem sobreviveu ao estalo de Thanos foi a Viúva Negra.

Terror coreano é descrito como um dos mais ASSUSTADORES de 2024; Confira o trailer!

O terror é um gênero que permeia por diversos temas para arrancar as piores reações do público, seja em tramas envolvendo serial killers, fantasmas, demônios, alienígenas e até mesmo brinquedos amaldiçoados.

O problema é que o gênero já estão tão saturado, que é difícil encontrar uma trama original e que realmente cause uma sensação de medo.

No entanto, um título que elevou a credibilidade e o potencial do gênero recentemente é ‘Exhuma’, dirigido por sul-coreano Jang Jae-hyun.

Misturando elementos das tradições folclóricas e do espiritismo, ‘Exhuma’ está sendo considerado um dos melhores filmes de terror de 2024.

Na trama, Depois de sofrer com uma série de eventos paranormais, uma família rica de coreanos que vivem em Los Angeles convoca uma jovem dupla de xamãs em ascensão para salvar o recém-nascido da família, acometido de uma doença que os médicos não conseguem determinar.

Assim que eles chegam, os xamãs sentem que a aura maléfica de um ancestral da família se apoderou de seus membros, sugando sua energia vital lentamente.

No entanto, os xamãs descobrem que o ancestral está enterrado em um local sombrio em uma remota vila na Coreia. Mesmo assim, eles decidem viajar para exumar o cadáver e realizar um ritual para quebrar a maldição.

Sem saber das consequências, a exumação é realizada, desencadeando a libertação de uma entidade mais perigosa do que todos imaginavam.

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Por outro lado, o mais assustador em ‘Exhuma’ não são os espíritos raivosos ou criaturas estranhas à espreita em um túmulo, mas a sensação apavorante presente em cada segundo faz o público acreditar que há algo mais na espreita, aumentando a tensão gradualmente.

O filme tem um enredo bem dinâmico, que incentiva o público a olhar além da simples premissa que o filme cria deliberadamente para enganar os espectadores.

‘Exhuma’ foge do convencional e busca a convicção por meio da própria narrativa, sem apelar aos personagens dizendo ao público o nível de maldade com o qual estão lidando. Por conta disso, a construção dos acontecimentos são suficientes para convencer os espectadores do realismo da história.

Embora o primeiro arco pareça uma versão improvisada de um filme de terror sobrenatural qualquer, o decorrer da trama é muito mais cativante, destacando a importância dos contos e mitos antigos para aqueles que neles acreditam fielmente.

Dessa forma, o longa quebra os padrões e abre caminho para uma nova era para o gênero do terror, fugindo dos clichês e apostando em temas não convencionais para subverter as expectativas de quem está assistindo, ao mesmo tempo em que consegue implantar uma sensação de pânico que outros filmes não conseguiram nos últimos anos.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer:

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Terror mais COMENTADO de 2024 chega no Streaming na versão dublada…

‘A Substância’, longa estrelado por Demi Moore, se tornou o terror mais comentado de 2024.

Além disso, o filme foi indicado ao Oscar em cinco categorias: melhor filme, melhor atriz, diretora, roteiro original, e melhor cabelo e maquiagem.

Após uma passagem surpreendente nos cinemas nacionais, a produção finalmente já está disponível no streaming.

Os assinantes da MUBI já podem assistir a comentada produção, que conquistou uma impressionante aprovação de 91% no Rotten Tomatoes, e 71% de aprovação do público.

E o melhor: o filme recentemente chegou no streaming na versão dublada.

Após ser demitida da TV por ser considerada “velha demais” para ser atriz, Elisabeth Sparkle (Demi Moore) recorre a um sinistro programa de aprimoramento corporal. A substância milagrosa promete rejuvenescê-la, mas resulta em uma transformação ainda mais radical. Ela agora precisa dividir seu corpo com Sue (Margaret Qualley), sua versão jovem e melhorada, e, aos poucos, começa a perder completamente o controle da própria vida. Em um pesadelo surreal sobre a busca incessante pela juventude, A Substância revela o preço oculto da perfeição.

Os críticos, em geral, elogiaram o desempenho de Demi Moore, destacando o filme como um dos melhores do gênero nos últimos anos.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

“Se a extraordinária e magistral atuação de Moore não marcar o início de um verdadeiro “Demi-aissance”, não há como acreditar em Deus — essa interpretação de O Retrato de Dorian Gray é explosiva de uma maneira incrível”, disse David Fear da Rolling Stone.

“Moore traz à sua personagem uma desespero visceral que enriquece as camadas inquietantes do filme de Fargeat”, disse Lovia Gyarkye do The Hollywood Reporter.

“Demi Moore brilha em um papel memorável como uma estrela de cinema que se transforma em guru do fitness, mas acaba sendo descartada por cometer o pecado capital de envelhecer. Você nunca viu nada parecido com os horrores corporais na obra gótica e gloriosa de Coralie Fargeat, que critica a obsessão pela juventude”, disse Peter Travers da ABC News.

“‘A Substância’, a fábula gótica de Coralie Fargeat, é uma reflexão sombria sobre fama, auto-ódio e o terror que vem com uma identidade moldada pelo olhar alheio”, disse Alissa Wilkinson do New York Times.

“‘A Substância’ se revela uma exploração lenta e superficial de uma premissa intrigante. No entanto, a delirante última meia hora faz tudo valer a pena”, disse Nicholas Barber da BBC.

“O filme de terror perfeito do ano”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Coralie Fargeat] se inspira na hiperbólica flamboyância que define o horror de megaplex. No entanto, ao contrário de 90% desses filmes, A Substância é uma obra de uma cineasta com uma visão clara. Ela tem algo primal e profundo a nos transmitir”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“Esta é uma visão inteligente e implacável sobre envelhecimento, beleza e o olhar masculino. Quaid e Qualley estão ótimos, mas Moore entrega, sem dúvida, uma das melhores performances de sua carreira”, disse James Mottram da Total Film.
https://cinepop.com.br/curtiu-a-substancia-conheca-outros-classicos-do-body-horror-602234/

Coralie Fargeat é responsável pela direção e roteiro.

Dennis QuaidHugo Diego GarciaPhillip SchurerJoseph Balderrama também fazem parte do elenco.

Game Of Thrones – Temp. 04 – Ep. 09

AFINAL, O QUANTO ELE SABE?

Este penúltimo ep. foi mais curto, algo explicável por seu foco na ação, cujas sequencias são bem mais difíceis de conceber. Mesmo com os avanços do CGI, dá um trabalhão! Mas fomos compensados com um primoroso de ep. Não falo isso apenas pela ação, mas pelo roteiro que conseguiu salpicar instantes mais intimistas.

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Os momentos anteriores à batalha foram marcados pela tensão dos patrulheiros e pelo diálogo entre Maester Aemon (Peter Vaughan) e Sam (John Bradley). Foi uma bonita reflexão sobre o amor que serviu para Sam ver o obvio, que ele ama Gilly (Hannah Murray). E foi bom ver o reencontro do casal. Parece que ele ficou mais tentado a deixar a Patrulha da Noite. Mas Sam também bancou o conselheiro. Tá, foi um conselho menos poético do que o de Maester Aemon, mas não menos eficiente, conseguindo dar coragem para Pypar (Josef Altin).

O diretor Niel Marshall (o mesmo que cuidou da Batalha de Água Negra, na segunda temporada de Game Of Thrones – GoT), confirmou seu talento para cenas grandiosas. Todos os elementos necessários para construção de uma ação de qualidade estavam presentes.

O uso de CGI permitiu a criação de grandes imagens, como o incêndio na floresta. Mas não é apenas criar essas sequencias. Você comprova o bom uso do CGI não com imagens grandiosas, que explicitamente foram feitas em computador, mas justamente naqueles detalhes que juramos que o CGI não teve participação. E, claro, quando o CGI e os efeitos práticos convivem em harmonia.

 

Outros detalhes demonstram a destreza de Marshall: a panorâmica de 360 graus do campo de batalha, a trilha sonora que costura a tensão da narrativa, a variação dos pontos de vistas da batalha, que deram dinamismo ao ep. Cenas memoráveis, como a flecha do gigante levando pelos ares um patrulheiro, a âncora deslizando pela Muralha, entre outras. Outro feito da direção foi equilibrar a ação com instantes de dramas pessoais, na maioria dos casos conseguindo revelar dimensões insuspeitas das personagens.

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Pypar demonstrou um heroísmo que não teve em toda a série. Sam conseguiu expor sua sensibilidade para motivar pessoas quando adotou um tom mais doce para convencer o jovem Olly (Brenock O’Connor) a lutar. Sir Alliser Thorne (Owen Teale), que vinha merecendo nossa antipatia por seu antagonismo com Jon Snow (Kit Harington), demonstrou o porquê é uma liderança. Sem ele, Castelo Negro teria caído! Janos Slynt (Dominic Carter) demonstrou-se um perfeito idiota, negando o que seus olhos viam e a fugindo da luta. O auge da união de ação e emoção foi no ato de heroísmo dos patrulheiros que não desistiram de proteger os portões da muralha, mesmo com um gigante vindo em suas direções.

E Jon Snow colocou-se como um verdadeiro líder, tendo sido determinante para manter a unidade da Patrulha. Infelizmente não posso dizer o mesmo do ator. Quanto mais Jon Snow ganha profundidade, mais as limitações de Kit Harington são reveladas. Esperar para ver.

Instante mais dramático foi a morte de Ygritte (Rose Leslie). Depois de uma tensa luta entre Snow e o líder dos canibais, que terminou com a morte deste, vimos Ygritte apontar sua flecha para Snow. Uma longa pausa na qual o espectador sentiu todo o resentimento entre eles. Até que Olly a matou com uma flecha! O sorriso dele, com um sentimento de dever cumprido, resumiu a ironia do momento. As últimas palavras de Ygritte: “You know nothing, Jon Snow”. Parece que ele ainda tem muito a aprender…

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O ep. não foi impecável, não só pelas limitações dramáticas de Kit Harington, mas porque em alguns poucos momentos, as batalhas tornavam-se confusas, dificultando a distinção de quem era quem nas lutas. Mas, nada que retire o brilho do ep.

Aproveitando que estamos chegando ao final da série, vale aproveitar estas resenhas finais para comentários mais gerais.

Algumas pessoas tem criticado as cenas de luta em GoT, por serem, supostamente, mal coreografadas. Bem, exceto as lutas de Jon Snow, que não me convencem, elas cenas são muito bem trabalhadas. A produção tem o cuidado de singularizar o estilo de cada personagem, seja na coreografia, seja no armamento. Oberyn Martell (Pedro Pascal), no ep. passado, foi um exemplo. Sua personalidade egocêntrica e espalhafatosa resultou em um estilo barroco de luta. Até a arma – uma lança – revela muito sobre ele. Ouvi de algumas pessoas que a arma não era apropriada ou que ele “dançou demais”.

Ora, meu amigo leitor, você vai ao cinema ou acompanha uma série para ver algo comum ou algo diferente? Claro, existem obras realistas e outras que buscam gerar tédio no público. E, sim, as séries americanas tem um cuidado especial com a fidelidade aos fatos. Mas, e os grandes artistas sabem disso, entre ser fiel à realidade e produzir uma grande cena, o real será sacrificado no altar da ficção. As artes seguem uma lógica própria; ás vezes, é pela mentira que a artes alcança a verdade.

Além de tudo isso, porra!, tem dragão, gigante e homem que esmaga cabeça com as mãos, e o fulano vem querer reclamar da falta de realismo do Oberyn?!

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10 Filmes com cenas que ficaram MARCADAS na história do cinema!

A história do cinema é tão ampla que fica difícil de definirmos melhores ou mais marcantes com tantas obras inesquecíveis que já foram exibidas. Mas como todo cinéfilo adora uma lista, resolvemos criar uma com 10 filmes com cenas que ficaram marcadas na história do cinema! *Cuidado que podem ter spoilers abaixo!*

 

Cantando na Chuva – Cena sapateando e cantando na chuva!

Os holofotes aos anos 20, do mudo ao falado, na raiz da essência de uma Hollywood pulsante. Quando pensamos em musicais é impossível não lembrarmos, ou pelo menos não ter ouvido falar, em uma das grandes obras de uma das mais clássicas eras de Hollywood. Cantando na Chuva se veste como uma história de amor para entrar em uma contextualização glamourosa sobre uma transição complicada para artistas na iminência da extinção do cinema mudo e os novos tempos com o cinema falado. Dirigido por Stanley Donen e o próprio Gene Kelly, protagonista do filme, esse é um daqueles clássicos do cinema que você precisa conferir pelo menos uma vez na vida.

 

As Pontes de Madison – Cena final na chuva!

Velhos sonhos são bom sonhos, se a realização não vier, foi bom tê-los. Emocionando a todos os corações desde 1995, data de seu lançamento mundial nos cinemas, o longa-metragem dirigido por Clint Eastwood (também um dos protagonistas) As Pontes de Madison pode ser definido de muitas formas, uma delas: o encontro perfeito de duas almas solitárias mas que sentem essa tal da solidão de formas diferentes. Baseado no romance homônimo do escritor norte-americano Robert James Waller, o projeto também reflete sobre o legado que um grande amor pode deixar nas nossas vidas e também nas possibilidades de virar inspiração para tantos outros.

 

Os Suspeitos – Cena final: o andar do suspeito!

O maior truque que o diabo já usou foi convencer o mundo de que ele não existia. Vencedor de dois Oscars, o filme que abriu as portas de Hollywood para o até então desconhecido cineasta Bryan Singer, é um drama policial que se mistura num intenso e surpreendente suspense com uma narrativa que busca seu potencial na importância dos detalhes. Uma sala de suspeitos, um caminhão roubado, a receita federal junto à Polícia querendo respostas, um grupo de pessoas que são induzidos à uma ação perigosa, esses elementos e alguns outros se reúnem num quase enigma a ser montado, peça por peça através de um interrogatório, flashbacks e um imprevisível narrador. Os Suspeitos é hipnotizante e a última cena se consolidou como uma das maiores reviravoltas da história do cinema.

 

Psicose – A cena do chuveiro!

A impulsividade como força motora de um encontro cabuloso com o destino. Chegava em junho de 1960 aos cinemas norte-americanos, e pouco tempo depois nas salas de todo o planeta, um filme que se tornaria anos um dos maiores e mais lembrados clássicos do cinema, Psicose. Abordando as fraquezas do ser humano em duas vertentes, uma ligada a um crise existencial que dá um bico na inconsequência e outra ligada a um transtorno dissociativo de identidade, a pulsante narrativa nos leva para uma história aterrorizante cheia de reviravoltas. O filme é baseado no romance homônimo de Robert Bloch, e esse por sua vez inspirado na história verídica de Ed Gein, um famoso serial killer da época. Dirigido pelo genial Alfred Hitchcock.

 

Um Sonho de Liberdade – Cena da chuva após fugir da prisão!

Baseado na obra Rita Hayworth and Shawshank Redemption, do espetacular escritor Stephen King, Um Sonho de Liberdade é um caso bem peculiar na galeria dos filmes que marcaram uma geração de cinéfilos. Trazendo para o público uma história angustiante de um banqueiro, preso injustamente pelo assassinato de sua esposa, levado para uma jornada infernal de duas décadas numa penitenciária norte-americana, o filme foi um fracasso de bilheteria. Algo que logo mudou com o sucesso estrondoso quando chegou as locadoras, sendo bastante procurado por todos os lugares do planeta.

 

Titanic – A cena de Rose e Jack no frente do navio!

Um dos filmes mais conhecidos da história do cinema, Titanic conta a história de amor entre uma jovem rica e um jovem pobre que se encontram na viagem do Titanic.

 

ET – O Extraterrestre – Cena da bicicleta voando!

Disponível em diversos streamings, esse é um dos grandes clássicos do cinema. Dirigido pelo genial Steven Spielberg e lançado no início dos anos 80, conta a história de um jovem que encontra um extraterrestre e ao lado dos irmãos embarcam em uma aventura emocionante tendo a amizade como força propulsora.

O Sexto Sentido – “I See Dead People”!

Você sabe porque sente medo quando está sozinho? Nos guiando para olhares diversos sobre o medo e o luto sob uma peculiar perspectiva, O Sexto Sentido e sua hipnotizante trama tem no seu alicerce o trauma como a estrada que percorrem dois protagonistas que se unem por respostas para seus conflitos. Escrito e dirigido pelo cineasta M. Night Shyamalan, Indicado para seis Oscars, esse projeto é aquele que na segunda vez que assistimos tudo fica mais óbvio. Então as surpresas de uma primeira jornada só se tem uma vez.

 

O Show de Truman – A despedida de Truman!

Fita de 1998, dirigida por Peter Weir e escrita por Andrew Niccol, acabou se tornando um sinal de alerta à ascensão dos reality shows na mídia. Muito usado em salas de aula mundo à fora, esse filme demonstrou todo o talento e carisma de Jim Carrey em cena. Ele diverte, briga e emociona transformando esse num dos trabalhos mais elogiados do canadense. O personagem principal Truman Burbank (Jim Carrey) passa uma vida inteira em frente às câmeras e não sabe, a descoberta do verdadeiro mundo nos levam a um final maravilhoso que emociona só de lembrar.

8 e ½ – A ciranda que fecha o filme!

Na trama, conhecemos Guido (Marcello Mastroianni), um diretor de cinema já bem famoso que se encontra no meio da concepção de produção do seu novo e mirabolante longa-metragem. Em paralelo, memórias de toda uma vida e personagens marcantes dela começam a afrontá-lo, num misto de fantasia e realidade, em meio a um bloqueio na imensa criatividade esperada por todos.

Crítica | Os Mortos Não Morrem – Sátira não acrescenta nada ao subgênero dos zumbis

E o filme não vive

O diretor Jim Jarmusch é conhecido como uma das vozes mais representativas do cinema alternativo/cult norte-americano. Suas produções são marcadas por um estilo estático, seja estético ou narrativo. Na tela, a câmera se posiciona quase parada, fazendo movimentos simples enquanto acompanha os personagens, que partem do ponto A ao B de forma quase imperceptível ao grande público. No roteiro, o diretor traz histórias simples, prontas a serem discutidas de forma profunda.

E esta é logo de cara a principal diferença de outras obras na filmografia do cineasta para Os Mortos Não Morrem, seu mais recente trabalho. Mesmo que a maioria de seus longas sejam taxados de comédia – digna de um humor bem peculiar e sarcástico (daquele tipo do qual muitos não entenderão que é para rir) -, é na parte dramática que Jarmusch intensifica seus significados.

Veja, por exemplo, como o diretor trabalha o tema dos vampiros em Amantes Eternos (2013). Usando um tema sobrenatural como mote, Jarmusch enfatiza sua corriqueira estranheza, tendo o respaldo da fantasia desta vez. Autor de seus próprios roteiros, ele é capaz de passear pelo assunto adicionando muito de seu próprio sabor à história de um casal de vampiros que vive um relacionamento de altos e baixos, idas e vindas, através da eternidade. Assim, o cineasta cria momentos icônicos, como a cena da dança – capaz de ecoar devido a plasticidade, ou até mesmo a escolha da música.

Os Mortos Não Morrem, infelizmente, é um filme conflitante.  E justamente por isso seu resultado não se relaciona com os outros trabalhos de Jarmusch no sentido de personagens aprofundados e suas questões. A ideia aqui é que o longa fosse vendido ao grande público, então ele precisaria ser mais palatável ao espectador comum – o que vai contra o que representa de forma geral o cinema do autor. Não por menos, este foi o primeiro filme da carreira de 35 anos do diretor com um lançamento abrangente em grande circuito nos EUA, com mais de 600 salas pelo país.

O chamariz de Os Mortos Não Morrem sem dúvida é seu elenco, com alguns dos usuais colaboradores do cineasta: vide Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton. Até mesmo a jovem Selena Gomez decide entrar na brincadeira. O problema é que o resultado final soa morno demais. Jarmusch é incapaz de aplicar sua visão única a este tema pra lá de requentado. A esta altura, fazer um filme de zumbi por fazer, sem ser capaz de adicionar qualquer diferencial, se torna um exercício em redundância. E é triste perceber que um cineasta da estatura de Jarmusch entrega justamente isso.

Na trama, os mortos voltam à vida e começam a devorar os cidadãos de uma cidadezinha americana. Bill Murray é o mais prejudicado como o protagonista, dono de um personagem que é um quadro em branco. Adam Driver é o elo com o público, e seus diálogos consistem em dizer tudo o que nós na plateia estamos pensando. As tiradas não são engraçadas como planejado e talvez no papel soassem melhor – como o trecho deslocado da quebra da quarta parede – que termina quase como ato de desespero, como se o diretor não soubesse como entregar o “pay off” da construção da expectativa. A certa altura o personagem de Driver diz que o motivo pelo qual sabe tanto do que está acontecendo é porque leu o roteiro. E daí, os personagens se tornam seus atores, mas apenas de forma breve, sem insistir na ideia (o que até funcionaria melhor, se a farsa caísse de vez).

Todo o arco de Tilda Swinton como uma funcionária de necrotério samurai, portanto uma espada – ideia saída de Ghost Dog (2000) -, também não funciona. Sem conseguir fazer graça, e com personagens difíceis de se acompanhar por serem desinteressantes, o que sobra é apenas mais um filme de zumbi corriqueiro, com mortes violentas. E não é isso que esperamos de Jim Jarsmuch.

10 Filmes que se tornaram uma BOMBA tão grande, que tiveram que cancelar a continuação

Ao longo da história do cinema, volta e meia nos perguntamos por que aquele filme que tanto gostamos nunca ganhou uma continuação? Ainda mais quando é um filme que tem cara de franquia, praticamente planejado para ter sequências. E a resposta embora dolorosa, é muito simples: o fracasso de público ou crítica (às vezes os dois).

Em especial o cinema entretenimento é um negócio, no qual são investidos centenas de milhões de dólares. Então dizer que um filme destes não visa o lucro, vai além da inocência. Então pense por esse ângulo: hoje, um filme só não gera uma continuação se não tiver realmente agradado. Fora isso, todos ganharão uma sequência, até mesmo os que não necessariamente as possibilitam narrativamente.

Pensando nisso, abaixo traremos alguns filmes que fracassaram com tanta força, que terminaram por cancelar suas continuações já planejadas e com algum estágio de desenvolvimento.

Confira.

 

Batman & Robin (1997)

Antes mesmo de ‘Batman & Robin’ ser lançado nos cinemas, a Warner estava tão satisfeita com o resultado do que vinha vendo durante as filmagens do longa, que deu sinal verde para uma sequência. A continuação possuía até título: ‘Batman Unchained’. Nesse terceiro filme (que seria dirigido novamente por Joel Schumacher), teríamos uma abordagem mais sombria e menos colorida. George Clooney retornaria para o papel principal, e o vilão seria o Espantalho. O ator visado para o personagem era Nicolas Cage, que chegou a ser convidado pelo cineasta.

Além do Espantalho, a Arlequina também estrearia no cinema nesse quinto Batman nunca filmado, e a atriz favorita para o papel era a cantora Courtney Love, que havia chamado atenção em ‘O Povo Contra Larry Flint’ (1996). Nesta versão, ela seria uma fabricante de brinquedos e a filha do Coringa atrás de vingança. Ela se uniria ao Espantalho para enfrentar Batman.

Schumacher pretendia uma cena bastante ambiciosa para o filme, ao reunir atores como Jack Nicholson, Danny DeVito, Michelle Pfeiffer, Tommy Lee Jones e Jim Carrey, todos reprisando seus papeis como Coringa, Pinguim, Mulher-Gato, Duas-Caras e Charada, em um momento de alucinação, onde o Morcego seria julgado em um tribunal por todos eles. ‘Batman & Robin’, no entanto, se tornou um grande comercial para brinquedos e pôs um fim na franquia. Até ela ser ressuscitada por Christopher Nolan novamente.

Lanterna Verde (2011)

O astro Ryan Reynolds hoje é um dos maiores nomes de Hollywood, graças ao sucesso dos filmes ‘Deadpool’. Mas o ator já havia tentado outras três vezes emplacar em um filme do gênero antes, sem sucesso. A terceira, argumenta-se, foi a mais desastrosa. De todos os fracassos dos filmes de super-heróis, ‘Lanterna Verde’ é considerado um dos maiores. Isso porque seu orçamento foi de US$200 milhões, hoje considerado o topo, imagina naquela época; e arrecadou US$237 milhões mundiais. Para ser bem-sucedido seria necessária uma bilheteira de meio bilhão de dólares, pelo menos. Assim, os planos de uma continuação foram rapidamente riscados e a cena pós-créditos ficou apenas pairando no ar.

A Torre Negra (2017)

Os filmes baseados nos livros do mestre do terror Stephen King ficam entre erros e acertos. Mas nenhum deles se mostrou um fracasso maior do que este ‘A Torre Negra’. E o motivo é simples: esse é o único baseado em uma série de sete volumes, num verdadeiro épico literário, no qual King cria um faroeste sobrenatural de fantasia e terror. É claro que o plano seria adaptar todos os sete livros em filmes – e quem não gostaria de um sucesso assim para chamar de seu. Infelizmente, mesmo contanto com astros do calibre de Matthew McConaughey e Idris Elba, ‘A Torre Negra’ não passaria do primeiro. E pensar que no mesmo ano tivemos o excepcional ‘It – A Coisa’, também baseado em King.

 

A Múmia (2017)

Nem mesmo o nome do superastro Tom Cruise conseguiu resgatar esse blockbuster do fracasso. O que todos sentiram foi falta da franquia estrelada por Brendan Fraser, que pode vir a ganhar um quarto filme. Os mais novos talvez não lembrem, mas a intenção em torno de ‘A Múmia’ foi a maior implosão de um projeto ambicioso jamais visto. A Universal Pictures planejava o tal “Dark Universe”, que seriam superproduções envolvendo seus maiores personagens do terror: como Frankenstein, o Homem Invisível e A Noiva de Frankenstein. Só para começar. Até mesmo uma foto chegou a ser tirada com o elenco reunido: Johnny Depp seria o Homem Invisível, e Javier Bardem o monstro de Frankenstein – com Angelina Jolie visada para ser a Noiva.

O Cavaleiro Solitário (2013)

Superprodução da Disney, este filme era planejado para ser o novo ‘Piratas do Caribe’. A prova disso é que tínhamos o mesmo diretor Gore Verbinski e Johnny Depp no elenco. Baseado num programa de rádio clássico e depois em uma série de TV dos anos 1950, o filme falhou em resgatar a popularidade do antigo herói. Fora isso, custou uma verdadeira fortuna, US$400 milhões (entre o orçamento e o marketing). É curioso notar como hoje, alguns filmes possuem elencos “malditos”. Esse é um dos casos notórios, já que contamos com Depp e Armie Hammer. Aliás, Hammer e Ruth Wilson já haviam sido contratados para uma trilogia – que como sabemos, não rolou.

Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Juro que não é perseguição com a Disney, até porque abrimos a matéria com fracassos de outros estúdios. Calhou destes três últimos itens serem apostas ambiciosas da casa do rato, que se deram muito mal. Aqui, temos o famoso caso do filme que ninguém pediu, que resultou no blockbuster que ninguém foi ver. Primeiro gol contra: ninguém estava interessado em um filme de Han Solo sem Harrison Ford.

Segundo gol contra: ninguém estava interessado na história de origem de um personagem tão interessante quanto ele. Hollywood precisa parar que querer explicar tudo e nos tirar a imaginação. É muito mais legal quando sua história de origem está dentro de nossas cabeças. Mais uma vez, ‘Han Solo’ era planejado como uma trilogia. Mas só a cena que explicam o nome “Solo” é cringe para três gerações inteiras.

 

John Carter: Entre Dois Mundos (2012)

Quem olha para a Disney hoje e acha que só existem vantagens em ser o estúdio número 1 do mundo, não conhece os corres que a empresa leva da vida. A Disney é também o estúdio que possui alguns dos desastres mais homéricos da história. Por exemplo, aqui temos dois anos consecutivos que em o estúdio tomou na cabeça com gosto. Antes de ‘O Cavaleiro Solitário’, a aposta era por uma franquia de ‘John Carter’, livro clássico do mesmo autor de Tarzan.

Na trama, um soldado da Guerra Civil americana é transportado diretamente para Marte, onde encara uma outra guerra por lá, essa interplanetária. É dito que a história influenciou de tudo na cultura pop, até mesmo George Lucas em ‘Star Wars’. Porém, sua adaptação cinematográfica chegou atrasada demais na festa. Os planos eram para uma trilogia, com o segundo, ‘Deuses de Marte’, já entrando em fase de pré-produção antes do original ser lançado, obviamente sendo cancelado após a estreia do primeiro.

A Reconquista (2000)

Por falar em desastres espaciais astronômicos, nenhum se compara à ‘A Reconquista’. E para isso precisamos voltar 25 anos no passado, época em que muitos fãs de cinema sequer haviam nascido. Para entender a tragédia que foi essa ficção científica, vencedora de todos os Framboesas de Ouro possíveis e imagináveis, era preciso estar vivo na época. Aqui também tínhamos uma pretensa trilogia, baseada em uma série de livros escritos pelo criador da religião / seita Cientologia. John Travolta faz parte desta doutrina, portanto aceitou estrelar e levar a palavra de seu mestre ao grande público. Bem, só podia ter tentado com mais afinco, pois o resultado, além de falir o estúdio, minou os planos para a continuação.

Planeta dos Macacos (2001)

Mais um filme dos anos 2000, época muito boa para a sétima arte. Curiosamente, a versão de Tim Burton para o clássico da ficção científica ‘Planeta dos Macacos’ era o filme mais esperado de 2001 no cinema. Na época, o nome de Burton estava no topo de Hollywood, e sua visão para o conto distópico gerava imensa expectativa dos fãs do bom cinema. Por mais que o longa tenha se mostrado confuso em seu desfecho, na época até chegou a agradar.

Mas este foi um dos filmes que não resistiu ao teste do tempo, e com o passar dos anos, mais e mais pessoas o consideram uma obra, digamos, abaixo do que poderia ter sido.  Apesar de certo sucesso financeiro, a Fox resolveu desistir da sequência. Não ajudou o fato de Tim Burton alegar que preferia pular da janela a voltar ao ‘Planeta dos Macacos’. Assim, dez anos depois, ganharíamos um reboot.

A Série Divergente: Convergente (2016)

Aqui temos o caso mais inusitado de Hollywood. Isso porque o mais comum de pseudo franquias fracassadas é não conseguirem passar do primeiro exemplar. Mas ‘Divergente’ foi até o terceiro. Com o sucesso de ‘Harry Potter’ e ‘Jogos Vorazes’, todos os estúdios queriam seus próprios representantes do subgênero “Young adult” de fantasia e ficção. Assim, vieram inúmeras tentativas de franquia, vide ‘Dezesseis Luas’, ‘Eu Sou o Número Quatro’, ‘Os Instrumentos Mortais’, ‘Academia de Vampiros’, entre outras.

Nenhuma deu certo. ‘Divergente’ foi a única que conseguiu. Em partes. Sem ser um sucesso retumbante, a produtora Summit Entertainment fez do livro de Veronica Roth um sucesso moderado o suficiente em 2014 para gerar uma sequência. E assim seguiria nesse embalo, gravando de forma quase simultânea as continuações e lançando ‘Insurgente’ e ‘Convergente’ em 2015 e 2016. Porém, as críticas foram ficando cada vez piores e, mais gritante ainda, as bilheterias foram decaindo. Ou seja, faltando apenas um último filme, a franquia foi cancelada. Os planos eram para levar o último filme para a TV ao invés do cinema (já pensou?). Mas aí a estrela Shailene Woodley se recusou. Nessa, os fãs saíram perdendo.

‘Stan Against Evil’: Novo trailer da 3ª temporada abre as portas do inferno; Confira!

A 3ª temporada de ‘Stan Against Evil‘ ganhou um novo trailer.

Confira:

A série retornará com episódios inéditos no dia 31 de outubro.

John C. McGinley estrela como o xerife aposentado Stan Miller, e Janet Varney como Evie Barrett, a atual xerife da pequena cidade de Willard’s Mill. Juntos, eles estarão em uma jornada para acabar com demônios, bruxas e as forças do mal.

A 3ª temporada terá 8 episódios.

‘Disque Amiga para Matar’ é renovada para a 2ª temporada

A Netflix renovou oficialmente a série ‘Disque Amiga para Matar‘ (Dead to Me) para a 2ª temporada.

Criada por Liz Feldman, a primeira temporada da série agradou os críticos, registrando uma média de 87% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A trama gira em torno de uma amizade poderosa que floresce entre uma viúva desolada e uma mulher com espírito livre e um segredo chocante.

Christina Applegate (‘Tudo para Ficar com Ele‘) e Linda Cardellini (‘Scooby-Doo‘) estrelam.