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A Guerra Fria e a Sétima Arte | O Cinema no Centro da Política

A indústria do entretenimento teve grande importância durante a Guerra Fria para ambos os lados da disputa

“Cavalheiros, vocês não podem brigar aqui! Essa é a sala de guerra”

Em meio a pandemia causada pelo COVID-19, a busca por uma vacina se tornou objeto de interesse máximo de todas as grandes potências; mais especificamente China, Estados Unidos, Alemanha e Rússia. Essa “corrida” ganhou um novo capítulo com o anúncio do governo russo de que uma vacina havia sido desenvolvida e que eles irão patenteá-la. Com isso, a Rússia poderá conquistar uma posição vantajosa na nova configuração internacional.

Esse quadro pode ser encarado como uma segunda disputa entre EUA e Rússia, tendo sido a primeira conhecida como Guerra Fria. Por não ter havido uma disputa militar direta entre as duas superpotências durante o período por razões de destruição mútua, o embate se deu em áreas diversas: influência política em países subdesenvolvidos, espionagem, guerras por procuração (aquelas em que nações maiores se utilizam de outras menores ou grupos paramilitares para se digladiarem sem jamais haver contato direto) e no cinema.

No artigo The Cinema: American Weapon for the Cold War o crítico de cinema Pierre Sorlin estabelece que em meados do século XX a indústria cinematográfica tinha uma forte influência junto ao público. “Entre 1948 e 1961, o cinema era simultaneamente uma fonte de informação e um meio de modelar a perspectiva do público sobre o mundo contemporâneo. As produções eram primeiramente produzidas em países ocidentais, especialmente na Europa, onde eles contribuíram para formar a opinião pública”.

A telona já possuiu uma influência incontestável no público

Nos Estados Unidos a indústria do cinema, representada por Hollywood, teve um papel importante para o país na primeira metade do século servindo para manter o moral da população em alta durante o período da Grande Depressão de 1929 – com filmes geralmente do gênero musical estrelados por Fred Astaire e Ginger Rogers, comédias com Charles Chaplin e Buster Keaton, ou dramas românticos com Clark Gable e Katharine Hepburn.

Uma década depois, serviu como a propaganda de guerra perfeita para colocar o país em marcha após os ataques a Pearl Harbor pelos japoneses no pacífico e nas fileiras da Europa contra o eixo, como nos curta-documentários sobre os exércitos inimigos produzidos por nomes como Howard Hawks ou por dramas de guerra como Casablanca.

A partir do início da Guerra Fria, com a consolidação de um novo inimigo, a postura do cinema nacional passou a ser o de contra-atacar o estilo de vida dos governos do leste. Para fazer essa investida as produções iam desde comédias que cutucavam o estereótipo do russo como em Cupido Não Tem Bandeira (filme de 1961 dirigido e escrito por Billy Wilder), passando por intricadas tramas de espionagem que marcaram bastante o período representadas em Intriga Internacional (uma das obras-primas de Hitchcock e sua primeira incursão em temas politizados), O Espião Que Veio do Frio e, focando especificamente, a era Connery nos filmes do 007. Porém, houve também um filme em particular que se notabilizou pela autocrítica feita ao próprio país.

Intriga Internacional é um dos grandes clássicos de espionagem

“Talvez eu volte a te odiar. Era mais divertido assim”

Nessa mesma época o cinema também presenciou a estreia de uma obra que, mais do que qualquer outra, captou o espírito do conflito ocidente\oriente e lhe representou com um ar de insanidade cômica: Dr. Fantástico de 1964. A sátira dirigida e co-escrita por Stanley Kubrick se passa no meio de um momento de crise entre EUA e União Soviética com as notícias de que os russos possuem uma misteriosa super arma e para resolver a questão um gabinete de crise americano convoca representantes do regime comunista para uma negociação que se mostra como um choque de estereótipos que um lado tem do outro.

Realizado dois anos após a Crise dos Mísseis de Cuba, Dr. Fantástico pegou uma platéia ainda muito sensível com o medo do holocausto nuclear e em nada ajudou sua aceitação ter uma história que levantava a hipótese de que uma guerra nuclear poderia ocorrer com ou sem autorização do presidente. Em 2014, Eric Schlosser (autor do livro Command and Control: Nuclear Weapons, The Damascus Accident and the Illusion of Safety sobre o sistema de armas nucleares americanos) escreveu um artigo sobre a obra de Kubrick para a revista New Yorker.

O fim do mundo e a irresponsabilidade política são fontes de piada em Dr. Fantástico

Intitulada Almost Everything in “Dr. Strangelove” Was True o texto de Schlosser rechaça muitas das críticas tecidas ao filme, ainda nos anos 60, sobre a facilidade com que tal catástrofe poderia ocorrer. “Apesar das garantias à população de que tudo estava sob total controle, no inverno de 1964, enquanto Dr. Fantástico estava em cartaz e sendo condenado como propaganda soviética, não havia nada que pudesse prevenir um bombardeio americano ou uma tripulação de lançamento de míssil de usarem suas armas contra os soviéticos”.

A comédia de humor negro também fora muito criticada, à época, por retratar não só o alto comando do exército americano como toda a Força Aérea como um punhado de indivíduos insanos que não só expõem segredos militares a oficiais soviéticos como também participam de conflitos entre si mesmo, quase que em disputas entre facções internas. Essa reflexão de Kubrick sobre a questão muito particular do lado ocidental da disputa contrastava com a situação do outro lado da cortina de ferro.

“Da Rússia com Amor”

Diferente do ocidente, em que um cineasta tinha muito mais recursos para expressar suas opiniões, no antigo bloco do leste a situação era outra. Os mecanismos de censura da União Soviética se dividiam em várias seções, cada uma voltada para uma área potencialmente insurgente. Para o cinema havia a Goskino USSR (abreviação para Comitê do Estado para o Cinema) como órgão repressivo responsável.

Desde seu nascimento o cinema soviético já sofria com a ameaça da censura

O mesmo, tendo surgido em fins do século XIX mas se consolidado realmente no início do XX, representou uma ferramenta primorosa para cimentar o novo governo bolchevique pós revolução de 1917. Esse fenômeno cultural novo e teoricamente zerado de influências prévias diferia em muito da literatura e teatro, ambos já sendo meios culturais historicamente presentes, que tanto Marx quanto Lenin condenavam como produtos de controle burguês.

Esse posicionamento foi defendido por Lora Hamilton no artigo científico Cinema During the First Two Decades of the Soviet Union: How Censorship of the Arts Inhibits the Dissemination of Information que também aponta qual o objetivo do governo para com o cinema. “O que estava claro era que questionar a validade do regime soviético ou da revolução era inaceitável. O partido estava ameaçado pelo pluralismo cultural e sentia que esse pluralismo precisava ser extinto… a todos os filmes eram requeridos que tivessem uma positiva ou alegre conclusão, o que levou ao excesso de filmes que lidassem com assuntos contemporâneos”.

O modelo de controle soviético também mirou grandes nomes do então cinema russo, um dos exemplos mais conhecidos é o de Andrei Tarkovsky. Durante grande parte da sua filmografia o cineasta sofreu com interferências de esferas superiores do estado, mesmo quando algumas de suas obras como A Infância de Ivan e Solaris receberam prêmios importantes em grandes festivais como Veneza e Cannes o diretor ainda estava sob a mira da censura nacional.

Apesar das interferências externas, Solaris se tornou um dos filmes russos mais conhecidos dentro e fora do país

Conforme as décadas avançavam e a relação entre EUA e União Soviética variava entre altos e baixos, o cinema entrava na mesma “dança”. Isso principalmente nos anos 80 quando a relação de ambos voltou a esquentar mais e o cinema de ação fez sua fama no ocidente. Não era incomum encontrar obras como Rocky IV, Amanhecer Violento, Rambo II: A Missão dentre outras que incentivaram alguma espécie de colisão direta entre os dois países.

Do lado soviético, no entanto, os americanos nunca protagonizaram um papel antagonista tão claro quanto o dos russos em Hollywood. Haviam versões russas de ícones do cinema americano em filmes como The Detached Mission (que apresentou uma versão russa do Rambo) ou do estilo de vida capitalista de uma maneira mais abrangente.

O “Rambo” soviético interpretado por Mikhail Nozhkin

O crítico de cinema russo Ignatiy Vishnevetsky apontou em seu artigo The villain gap: Why Soviet movies rarely had Americans bad guys publicado no jornal AV Club, em 2016, que a diferença de visão de mundo entre as superpotências correspondeu para isso. “…Sendo um estado de partido único, a União Soviética sempre foi factual e insustentável, e podia perpetuar sua existência unicamente por meio de ciclos de repressão e repúdio. Suas ansiedades eram mais dirigidas para si mesma; enquanto os americanos criaram fantasias sobre ameaças, a União Soviética criou fantasias sobre estabilidade e perpetuação mundial…”

Desde sempre o cinema é percebido como uma forma de entretenimento altamente consumível mas também como ferramenta política extremamente eficaz. Seu formato permite contradições explícitas como críticas abertas à postura do país em que tal filme é realizado ao mesmo tempo que pode se tornar uma forma de propaganda positiva igualmente volátil.  

 

‘Divertida Mente 2’: Livro pode ter dado novos DETALHES do filme

A tão aguardada sequência de ‘Divertida Mente‘ trouxe recentemente novos detalhes à luz, à medida que o livro adaptado do filme foi listado no site da Amazon.

Divertida Mente 2‘ está programado para ser lançado em 13 de junho de 2024, e um mês antes os fãs terão a oportunidade de adquirir um livro com o mesmo título, que traz a adaptação da história da nova obra da Pixar.

A listagem do livro surgiu recentemente, apresentando uma breve sinopse.

Embora os detalhes específicos da trama ainda estejam sob sigilo, é esperado que o filme nos leve a um “mergulho profundo na mente de Riley”.

Confira abaixo a sinopse da listagem:

“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.”

Confira o logo oficial:

 

 

 

Relembre o trailer do original:

‘Um Pequeno Favor 2’: Sequência com Anna Kendrick e Blake Lively ganha sinopse interessante!

‘Um Pequeno Favor 2’ foi oficialmente confirmado pela Amazon MGM Studios, segundo o Deadline. A sequência terá o retorno de Paul Feig à direção, com Blake Lively (Emily Nelson) e Anna Kendrick (Stephanie Smothers) reprisando seus papéis.

Além disso, o filme contará novamente com Henry Golding (Sean Townsend), Andrew Rannells (Darren), Bashir Salahuddin (Detetive Summerville), Joshua Satine (Miles Smothers), Ian Ho (Nicky Townsend) e Kelly McCormack (Stacy).

Na trama, “acompanhamos o retorno de Stephanie Smothers (Kendrick) e Emily Nelson (Lively) enquanto elas viajam para a bela ilha de Capri, na Itália, para o extravagante casamento de Emily com um rico empresário italiano. Junte-se aos convidados glamorosos e espere por assassinato e traição em um casamento com mais reviravoltas do que a estrada da Marina Grande até a praça da cidade de Capri”.

O roteiro, baseado nos personagens de Darcy Bell, foi escrito por Jessica Sharzer (‘Nerve: Um Jogo Sem Regras’), responsável pelo primeiro filme, com revisões de Laeta Kalogridis e Feig.

A sequência está sendo produzida pela Feigco Entertainment de Feig e Laura Fischer e a Lionsgate como co-produtora.

A data de lançamento do novo filme ainda não foi anunciada.

Para quem não lembra, no primeiro filme, Stephanie (Kendrick) é uma mãe solitária que se torna amiga de Emily (Lively), uma mulher poderosa e destemida. Um dia, Emily desaparece e Stephanie parte em busca de respostas por conta própria, mas no caminho descobre que a nova amiga não era nada do que ela pensava.

Henry Golding, Rupert Friend, Linda Cardellini e Jean Smart estiveram no elenco.

Blake Lively fará sua estreia na direção da adaptação de ‘Repeteco‘, quadrinho de Brian Lee O’Malley (‘Scott Pilgrim Contra o Mundo’). Feig trabalhou na adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘.

Jack Veal, o Kid Loki da Marvel, pede ajuda após revelar que está vivendo nas ruas

Jack Veal, o jovem ator que interpretou Kid Loki na 1ª temporada de ‘Loki’, enfrenta uma situação difícil e, fora das telas desde 2022, recorreu às redes sociais para pedir ajuda.

De acordo com o ComicBookMovie, o ator compartilhou um vídeo em que revela estar vivendo nas ruas após ter ficado sem-teto, alegando sofrer abusos físicos e emocionais em casa.

Veal, que tem mantido sua presença nas redes sociais, também falou sobre suas dificuldades com saúde mental e pediu aos seguidores.

No vídeo, ele diz: “Oi, sou um ator famoso, tenho 17 anos e estou sem-teto. Você pode me conhecer de Loki, ou de vários outros filmes onde fiz papéis importantes. Eu não falei muito sobre o que tem acontecido na minha vida, mas acho que é hora de revelar a verdade.”

Ele continuou: “Sem entrar muito nos detalhes, fui abusado em casa. Houve violência física, abuso emocional, e muito mais. Não tive uma criação saudável. Luto com problemas de saúde mental, tenho autismo, TDAH e já fiz exames para bipolaridade e psicose. Não posso ficar com meus avós porque meu avô está gravemente doente. Não tenho para onde ir e preciso de ajuda”.

O ator também compartilhou que os serviços sociais se recusaram a ajudá-lo, apesar de ter contado sua história. “Estou desesperado. Estou dormindo nas ruas e atualmente estou em um trailer com janelas quebradas, que é inseguro, e fica a duas horas de distância do meu trabalho. Estou de joelhos, implorando para que vocês compartilhem isso… Espalhem a mensagem de como o governo está tratando as crianças”.

No vídeo, ele ainda fez um tour pelo trailer onde está dormindo, evidenciando a difícil condição em que se encontra.

@jackvealfitness #charity #homeless #homelessat17 #loki #endofthefuckingworld #help #jackveal ♬ original sound – jackvealfitness

Lembrando que ‘Loki’ está disponível no Disney +.

‘Jurassic World: Recomeço’: Scarlett Johansson diz que novo longa é uma “Carta de Amor” à franquia

A estrela Scarlett Johansson falou recentemente sobre seu trabalho em ‘Jurassic World: Recomeço’, afirmando que o longa leva a franquia de volta às suas origens. Ela destacou o envolvimento do roteirista David Koepp (que escreveu o ‘Jurassic Park’ original) e o fato de o diretor Gareth Edwards ser um “grande fã” de Steven Spielberg.

“Acho que este filme é realmente uma carta de amor ao trabalho do Steven”, disse ela, conforme a Variety. “Os fãs do universo Jurassic podem esperar sentir o DNA do Jurassic Park original neste filme”.

Jonathan Bailey, outro nome no elenco, comentou que o filme representa um momento de “círculo completo” para ele.

“É mais do que um sonho. Jurassic Park foi o primeiro filme que vi com minha família quando eu tinha cinco anos, e eles estão todos aqui. Vamos assistir juntos hoje”, disse ele, emocionado.

Bailey também revelou uma participação especial na produção da trilha sonora do longa. “Ir até Abbey Road com uma orquestra de 105 músicos profissionais de altíssimo nível, tocando a trilha de John Williams e também a do Alexandre Desplat, foi incrível — uma experiência fora do corpo”, contou. “Os músicos foram super receptivos e me deixaram participar, mesmo com minha técnica um pouco enferrujada”.

Embora não tenha revelado qual instrumento tocou, Bailey é conhecido por ser um habilidoso clarinetista.

Gareth Edwards, que retorna ao mundo das grandes franquias quase uma década após dirigir ‘Rogue One: Uma História Star Wars’, disse que soube da oportunidade de comandar o novo ‘Jurassic World’ de uma forma inusitada.

“Ela [a namorada] me mandou uma notícia dizendo que a Universal estava procurando um diretor para Jurassic, e enquanto eu ainda estava na ligação, apenas copiei, colei e mandei para o meu agente com a mensagem: ‘Isso é uma loucura?'”, relembrou. “E hoje à noite a gente descobre a resposta”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’: Rumores indicam que Viggo Mortensen não vai reprisar o papel de Aragorn

‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ (The Lord of the Rings: The Hunt for Gollum) está ganhando novas informações a cada dia. Apesar do aparente retorno de alguns atores amados da trilogia original, novas especulações revelam que nem todos devem voltar em seus papéis.

Conforme o portal SFFGazette, Andy Serkis (Gollum) é o único ator confirmado até agora para reprisar seu papel e também assumir a direção. No entanto, tudo indica que Sir Ian McKellen (Gandalf) deve retornar, e tanto Orlando Bloom (Legolas) quanto Elijah Wood (Frodo) já deram sinais de que podem fazer uma aparição.

Todavia, o mesmo não pode ser dito de Viggo Mortensen. Embora o ator já tenha demonstrado interesse em reprisar seu papel como Aragorn, novos rumores indicam que um ator mais jovem será escalado para viver o herói.

A reportagem ainda destaca que vários atores já se reuniram com o diretor Andy Serkis para discutir o papel, mas seus nomes ainda não foram revelados.

LEMBRANDO QUE ATÉ O MOMENTO AS INFORMAÇÕES NÃO PASSAM DE RUMORES.

Andy Serkis confirma início da produção de ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

o senhor dos anéis gollum ian mckellen gandalf

O enredo de ‘A Caçada por Gollum’ se passará em um período que não foi explorado nos filmes originais, detalhado nos apêndices dos livros de J.R.R. Tolkien.

A trama focará na busca por Gollum após ele deixar as Montanhas Sombrias, quando Gandalf suspeita que a criatura sabe a localização do Um Anel. Nos livros, o mago pede a Aragorn para rastrear Gollum pela Terra-média antes que as forças de Sauron o encontrem.

Embora o envolvimento de Aragorn no filme não tenha sido confirmado, a produção deve trazer outros rostos conhecidos. Sir Ian McKellen indicou que voltará a interpretar Gandalf, e revelou que Frodo Bolseiro (Elijah Wood) também fará parte da história, embora os detalhes de sua participação ainda não sejam conhecidos.

Ian McKellen revela que Gandalf e Frodo irão aparecer em ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’

A Warner Bros. Pictures e a New Line Cinema anunciaram oficialmente que ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’ será lançado nos cinemas em 17 de dezembro de 2027.

Senhor dos anéis

POLÊMICA! Diretor de ‘Foi Apenas um Acidente’ tem CONDENAÇÃO de PRISÃO mantida pelo governo do Irã

O premiado cineasta iraniano Jafar Panahi, diretor do aclamado longa ‘Foi Apenas um Acidente’ (It Was Just an Accident), teve sua condenação de um ano de prisão mantida pelo Tribunal Revolucionário de Teerã. A corte rejeitou o pedido de um novo julgamento e confirmou a sentença sob a acusação de “atividade de propaganda contra o regime”.

De acordo com o Deadline, o advogado do cineasta, Mostafa Nili, anunciou que o juiz Iman Afshari negou todos os recursos apresentados pela defesa. A decisão da Justiça iraniana baseou-se na alegação de que Panahi produziu um “filme clandestino e problemático contra o sistema”.

“Na sentença original, Panahi foi condenado a um ano de prisão sob a acusação de realizar propaganda contra a República Islâmica do Irã”, afirmou Nili em entrevista ao veículo iraniano Emtedad.

A condenação inicial havia sido emitida à revelia (sem a presença do diretor), enquanto Panahi estava no exterior promovendo justamente ‘Foi Apenas um Acidente’, obra que venceu a prestigiada Palma de Ouro no Festival de Cannes.

Além da pena de reclusão, a nova decisão impõe uma proibição de viagens internacionais por dois anos e impede o diretor de participar de qualquer grupo político ou social no mesmo período. A defesa informou que ainda pretende contestar o veredito nos próximos 20 dias.

‘Foi Apenas um Acidente’: Mehdi Mahmoudian, roteirista do longa, é preso no Irã

Esta não é a primeira vez que Jafar Panahi entra na mira das autoridades da República Islâmica do Irã devido ao teor político e social de suas obras. Recentemente, ele passou sete meses na temida prisão de Evin após ser detido em julho de 2022. Na ocasião, o diretor havia ido ao complexo prisional apenas para buscar informações sobre os também cineastas Mohammad Rasoulof e Mostafa Al-Ahmad, que tinham sido presos dias antes.

Logo após essa detenção em 2022, o governo iraniano reativou uma antiga sentença contra Panahi datada de 2010. Essa pena previa:

  • 6 anos de prisão em regime fechado.
  • 20 anos de proibição estrita de filmar, roteirizar ou deixar o país.

A retaliação de 2010 foi motivada pela presença do diretor no funeral de um estudante que havia sido morto a tiros durante os protestos do Movimento Verde Iraniano em 2009, além de sua tentativa de rodar um filme ambientado naquela mesma revolta popular.

Após forte pressão internacional e de iniciar uma dolorosa greve de fome dentro da prisão, Panahi havia sido libertado em fevereiro de 2023, mas agora volta a enfrentar a iminência do cárcere sob o atual regime de Teerã.

‘Foi Apenas um Acidente’, está disponível no MUBI.

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, o filme foi indicado ao Oscar 2026 nas categorias de Melhor Filme Internacional e Melhor Roteiro Original.

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O filme de Panahi acompanha cinco personagens que acreditam ter identificado o promotor que os torturou durante suas próprias prisões. No entanto, como todos estavam vendados na cadeia, nenhum deles pode ter certeza absoluta de que o homem capturado é de fato o responsável.

Jafar Panahi assina a direção e o roteiro do longa, que é estrelado por Vahid Mobasseri, Ebrahim Azizi, Majid Panahi, Mariam Afshari, Hadis Pakbaten e Mohamad Ali Elyasmehr.

Elegemos os 15 PIORES Filmes de 2021

Fazer uma lista de piores do ano sempre é uma tarefa complicada, isso por vários aspectos e pelos critérios de qualificação. É simplesmente enfadonho bater em quem já está nocauteado ou exime de qualquer relevância; tal como é sem sentido falar que algo famoso e de gosto popular é ruim só como uma via de aparecer ou caçar cliques. O que dá pra fazer então é tentar unir esses dois pontos, pois, de fato, tivemos grandes produções que fracassaram solenemente e outras menores, dos streamings ou cinema, que deram o que falar pelos motivos errados.

Na nossa matéria dos melhores filmes de 2021, citamos vários exemplos de blockbusters ou filmes autorais que brilharam – isso sem falar nas listas individuais, com dezenas de produções diferentes em temas e gêneros. Da mesma maneira, a coisa acontece nessa dos piores do ano. Obviamente, algum desses filmes aí citados deve ter agradado ou pelo menos divertido você, mas, garanto, existem problemas graves em todos eles, mesmo aqueles ditos mais descompromissados.

Esse ano algo que chamou atenção, em particular, foram as sempre fracas adaptações dos games. É nítido que os produtores de Hollywood parecem ainda não terem aprendido a lição, e não dá pra saber, nem de perto, quando eles vão conseguir resolver a questão de traduzir bem aquela atmosfera de aventura vista nos jogos para os filmes. Nessa temporada, novamente, não deu, pois foram vários os péssimos exemplos que tivemos. Assim como a velha intenção de resgatar antigas franquias e darem com os burros n’água. Enfim, vamos à lista e não esqueçam de citar aí a listinha de vocês, ou pelo menos dizer qual o pior filme do ano.

15 – A Barraca do Beijo 3

Com um final um tanto dúbio, que entrega as conclusões nas mãos da audiência, A Barraca do Beijo 3 é a definição de cinema cringe, tem seus breves instantes divertidos, mas se encerra como um filme longo demais para uma história tão rasa e tão brega como essa.” – Rafaela Gomes

14 – Amor Sem Medida

Amor Sem Medida é uma comédia nacional feita para o público internacional da Netflix – razão pela qual temos uma estética almodovariana no núcleo de Ivana; personagens estrangeiros que só falam em inglês; a presença do Papa para gerar diálogo em hispano-italiano; e cenas que acompanham a interpretação e o modo de execução de comédias românticas internacionais, sem nenhum elemento brasileiro que remeta a origem da produção.” – Janda Montenegro

13 – Espiral: O Legado de Jogos Mortais

A bem da verdade, ‘Espiral – O Legado de Jogos Mortais’ promete uma coisa e entrega outra. Valendo-se do nome forte da franquia, busca, com isso, atrair os fãs desse tipo de filme, porém, entrega um suspense policial fraco e sem quase nada de terror, o que gera decepção.” – Janda Montenegro

12 – Ele é Demais

Na onda de remakes e reboots, o clássico noventista ‘Ela É Demais’ (que já não era aquelas coisas) recebeu uma versão modernizada que invertia os papéis de gênero e que ficou intitulada ‘Ele é Demais’. Estrelada por Addison Rae, Tanner Buchanan e outros, a história é centrada em uma jovem popular que aceita o desafio de transformar um garoto desajeitado e antissocial no próximo rei do baile de sua escola. Além da produção ser totalmente irrelevante, ela é pincelada com atuações forçadas e uma narrativa que não faz nada além de copiar o filme original – motivo pelo qual foi massacrada tanto pelo público quanto pela crítica.” – Thiago Nolla

11 – Um Príncipe em Nova York 2

Décadas depois do filme predecessor brincar sobre a tênue linha entre amor e desprezo, ‘Um Príncipe em Nova York 2’ lembra o público que há uma linha igualmente semelhante entre o que é uma sequência ou apenas mais do mesmo. O longa tem momentos engraçados e uma lição interessante, porém quase tudo é esquecível e nada marcante.” – Wilker Medeiros

10 – Awaken

Pra aqueles que esperavam o pior, sim, Awake é ruim de várias maneiras, mas pelo menos faz o espectador dormir bem rápido. Podia ser um bom thriller, mas se contenta em apenas nas boas intenções mal realizadas. O conceito é original, mas a execução é terrível, sendo repleto de fórmulas do subgênero apocalíptico.” – Wilker Medeiros

09 – Esquadrão Trovão

Com quase duas horas de duração, a comédia peca por não saber usar o seu tempo de tela com sabedoria e muitas vezes patina em uma trama pouco dinâmica e cativante. Sua segunda metade tenta trazer algumas cenas de ação mais eletrizantes e os bons efeitos visuais até conseguem suprir a carência do humor. Mas ainda assim, o longa desperdiça os seus protagonistas, apaga a Melissa Leo de tal forma que mal conseguimos percebê-la e traz Jason Bateman relembrando os tempos de comédia, em um personagem que tenta ser um alívio cômico adicional, mas pouco nos interessa genuinamente.” – Rafaela Gomes

08 – A Guerra do Amanhã

O filme tem vários efeitos e muita ação, além da presença de Chris Pratt. No entanto o longa precisa mesmo é de coração, de ser um pouco menos genérico. A quantidade de clichês é enorme, e são aqueles clichês sem a menor graça. Tudo parece pesado demais, sem criatividade, mesmo as tomadas de ação ou os monstros não tem um pingo de originalidade. Talvez Pratt apareça no Framboesa.” – Wilker Medeiros

07 – Vozes e Vultos

Infelizmente, nem mesmo com toda a tarimba dos realizadores, eles são capazes de conceber um longa coerente. Assim ficamos com uma mistura entre um tema sério e sóbrio, e outro mais fantástico que não são capazes dialogar nunca entre si. Fora isso, os 120 minutos de projeção se arrastam fazendo a experiência desnecessariamente alongada, quando para o resultado final meia hora a menos daria conta do recado. Para colocar o prego no caixão, se você é daqueles que se incomodam com desfechos anticlimáticos, espere para ver como ficou o final deste Vozes e Vultos, e se prepare para urrar.” – Pablo Bazarello

06 – Zona de Combate

Mesmo elogiado pela quantidade estupenda de cenas de ação, ‘Zona de Combate’ é um esquecível título da plataforma de streaming que teve um forte plano promocional para absolutamente nenhum propósito. Até mesmo os temas próprios de ficção científica não passam da obviedade, apostando em conceitos falhos e formulaicos.” – Thiago Nolla

05 – A Mulher na Janela

A Mulher na Janela seria um bom thriller se simplesmente quisesse de fato construir uma história forte e ousada, sem querer a todo momento se desculpar ou ferir o seu público. E até no que se refere a um suspense, é um filme de pouco êxito. Não sabe bem no que focar e subestima o espectador de maneira recorrente. Um disperdicio enorme de um elenco de peso. ” – Wilker Medeiros

04 – Mortal Kombat

A frustração de mais uma fraca adaptação de games para o cinema somada com a decepção de um filme que prometia ser tão bacana para Mortal Kombat são perfeitas para um Game Over no final. Mas conhecendo Hollywood, daqui a pouco alguém bota mais uma ficha antes do Continue acabar. Resta torcer para que um jogador melhor assuma o joystick dessa vez.” – Alexandre Almeida

03 – Monster Hunter

Genérico aliás é o que melhor define este Monster Hunter. O assassino das adaptações de games, Paul W.S. Anderson, retorna com sua esposa Mila ao mundo dos games agora de maneira mais descompromissada, porém totalmente focado na ação que não empolga. Não dá nem pra dizer que este é um filme mediano, pois mesmo com algumas cenas inspiradas aqui e ali, nada é realmente memorável no filme. Ou seja, não consegue agradar o espectador comum, menos ainda os fãs da franquia de jogos.” – Wilker Medeiros

02 – Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City

E falando em Paul W.S. Anderson, todos queriam conferir como seria se Resident Evil saísse de suas mãos e fosse parar nas mãos de um fã dos games, que trouxesse uma pegada de mais terror e uma história parecida com a obra original. Sim, ele fez tudo isso, mas Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City conseguiu ser ainda pior que os filmes de Anderson. Com figurinos que mais pareciam cosplays de quinta categoria, os fãs já ligaram o sinal de alerta desde o trailer. Pouco antes da estreia algumas cabines de imprensa foram canceladas, atores excluíram suas contas nas redes sociais e coisa piorou quando os poucos que foram as salas conferiram o filme. Simplesmente um desastre, uma afronta.” – Wilker Medeiros

01 – Alerta Vermelho

Não, Alerta Vermelho não é o pior filme do ano, está longe disso aliás, mas é um dos maiores vexames de 2021 sem sombra de dúvidas. Foram 250 milhões de dólares gasto basicamente nos atores e nas locações, porém, não só a química entre os astros Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds inexiste, como a grande maioria das cenas são artificiais até dizer chega, parecendo feitas num fundo verde. The Rock e Gadot formam o casal mais sem química dos últimos tempos do cinema mundial. Só o Reynolds consegue fazer rir com muito esforço e piadas fora de contexto. Enfim, o troço é desengonçado e sem charme, mas funcionou e virou o filme mais assistido da história da Netflix.” – Wilker Medeiros

Daniel Radcliffe presta homenagem a Robbie Coltrane após falecimento: “Era um homem amável”

Daniel Radcliffe, principal nome da saga ‘Harry Potter‘, homenageou o colega de elenco Robbie Coltrane, que morreu nesta sexta-feira (14), aos 72 anos. Radcliffe lembrou as brincadeiras do ator no set e se despediu do amigo, em uma nota foi publicada pelo Deadline.

“Robbie foi uma das pessoas mais engraçadas que já conheci. Sempre nos fazia rir no set, quando éramos crianças. Tenho lembranças muito carinhosas dele alegrando a gente nas gravações de O Prisioneiro de Azkaban, quando estávamos todos ensopados de chuva na cabana do Hagrid. Ele sempre contava histórias e piadas. Me sinto incrivelmente sortudo por tê-lo conhecido e trabalhado com ele, e muito triste por sua partida. Ele era um ator incrível e um homem adorável”, disse o ator.

Robbie Coltrane faleceu aos 72 anos, confirmou seu agente ao Deadline. O astro de Harry Potter e James Bond faleceu no hospital perto de sua casa em Larbert, na Escócia. O ator premiado estava com problemas de saúde nos últimos dois anos.

Coltrane, interpretou o guarda de Hogwarts, Rubeus Hagrid, na série ‘Harry Potter‘. Ele desfrutou de enorme popularidade por trás do papel como meio gigante meio bruxo.

Robbie também ficou famoso em 1995 com o filme ‘007 – Contra Goldeneye‘ e 1999 no filme ‘007 – O Mundo não é o Bastante‘ onde interpretou o líder mafioso Valentin Zukovsky.

Em 2006,Robbie recebeu uma homenagem da Rainha Elizabeth II por sua contribuição ao cinema britânico.

Coltrane conquistou de forma memorável as telas de TV como o psicólogo forense Dr Edward ‘Fitz’ Coltrane no drama de assassinato na TV Cracker, pelo qual ganhou três prêmios consecutivos de melhor ator no BAFTA, uma honra só igualada por outro ator, Michael Gambon.

Seu último trabalho como ator foi interpretando Orson Welles na série ‘Urban Myths‘, em episódios lançados em 2019 e 2020.

Nossos sentimentos para os fãs e familiares do ator.

Woody Allen: Um Documentário

(Woody Allen: A Documentary)

Elenco:

Woody Allen, Josh Brolin, Dick Cavett, Penélope Cruz, John Cusack, Owen Wilson, Scarlett Johansson, Penelope Cruz, Martin Scorsese, Larry David, Antonio Banderas, F.X. Feeney.

Direção: Robert B. Weide

Gênero: Documentário

Duração: 113 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 2 de Julho de 2015

Sinopse: ‘Woody Allen: Um Documentário’ percorre a carreira do cineasta com depoimentos de artistas como Diane Keaton (que foi casada com Allen), Sean Penn, Owen Wilson, Scarlett Johansson, Penelope Cruz, Martin Scorsese e Gina Lollobrigida.

Curiosidades:

» —

Trailer:


 

A Senhora da Van

(The lady in the van)

 The Lady in the Van (2015) on IMDb

Elenco:

Maggie Smith – Sra. Shepherd
James Corden – Street Trader
Dominic Cooper
Jim Broadbent – Frances de la Tour
Roger Allam
Stephen Campbell Moore

Direção: Nicholas Hytner

Gênero: Drama, Cinebiografia

Duração: 104 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 5 milhões

Estreia: 07 de Abril de 2016

Sinopse: 

A história de Alan Bennett é baseada na história verídica da srta. Shepherd (interpretada pela magnífica Maggie Smith), uma mulher de origens incertas que “temporariamente” estacionou sua van na entrada de garagem da casa de Bennett, em Londres, e acabou vivendo lá por 15 anos. O que começa como um favor a contragosto se torna uma relação que vai mudar a vida de ambos. Filmado na rua e na casa onde Bennett e a srta. Shepherd viveram todos esses anos, o aclamado diretor Nicholas Hytner se uniu ao icônico roteirista Alan Bennett (As Loucuras do Rei George/The Madness of King George, Fazendo História/The History Boys) para levar este retrato raro e comovente às telas.

Curiosidades: 

» Baseado em uma história real.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

2015, THE LADY IN THE VAN

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‘Star Wars – Episódio VIII’: Vaza suposta sinopse que explica a origem CHOCANTE de Rey

Um usuário do Reddit, que vazou a sinopse de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ há um ano, divulgou a suposta trama de ‘Star Wars – Episódio VIII‘.

Você pode ler aqui, ou seguir abaixo para conferir traduzido:

[SPOILERS]

A história de fundo mostrará Luke e seus Jedis serem dizimados após Snoke seduzir Kylo e alguns dos outros estudantes para o lado negro e matar quase todos. Luke e alguns outros sobreviveram conseguem fugir, incluindo uma jovem Rey, que foi posteriormente despejada em Jakku por Luke .

A mãe de Rey morreu no ataque.

Rey está chateada com Luke porque ela imaginava que ele era seu pai e está irritada com ele por tê-la abandonado. Luke se vira para ela e diz: “Não, você é meu pai”.

Sim, é isso mesmo.

Rey é a reencarnação de Anakin Skywalker. Luke foi para o primeiro Jedi a entender melhor como funciona o processo. Ele aprendeu que o espírito do escolhido é reencarnado pela Força toda vez que o universo é colocado fora de seu equilíbrio, o que aparentemente acontece em uma base semi-regular (Anakin não foi a primeira vez que o escolhido reencarnado). É por isso que ela é tão poderosa com a Força (lembre-se que Anakin explodiu o navio da Federação do Comércio com apenas 8 anos de idade).

Rey nasceu de uma virgem.

Luke está hesitante em treiná-la, porque, de acordo com a história Jedi, o escolhido sempre luta para ficar do lado da luz da Força por causa do poder caótico correndo por eles. Ele tem medo que ela poderia se tornar Vader 2.0. Se ele treiná-la para lutar com Kylo, ela pode ser seduzida pelo Lado Negro da Força e iria fazer muito mais danos à galáxia do que Kylo jamais pensou em fazer.

Ele finalmente decide treiná-la e faz essa decisão em uma cena em que ele confere com os fantasmas de Obi-Wan e Yoda (os retorno de Ewan McGregor e Frank Oz).

Rey aprende as habilidades do sabre de luz, habilidades da Força, e tem uma visão com Maz Kanata (não tem certeza se é a telepatia ou apenas um sonho) e Hayden Christensen. Este último diz que a ela que eles são iguais, mas diferentes. Há uma cena rápida onde vemos centenas de outros fantasmas da força que foram os escolhidos passado.

O que achou da sinopse? Te deixou frustrado ou feliz??

 

‘Rogue One: A Star Wars Story’ ganha seu primeiro teaser 

Segundo um boato no Facebook, o título oficial do ‘Star Wars – Episódio VIII‘ pode ser ‘Star Wars: Tale of the Jedi Temple‘ (Star Wars – O Conto do Templo Jedi, na tradução livre).

A Disney estaria se preparando para divulgar o título e detalhes do filme dia 4 de maio, conhecido por anos como o “Dia Star Wars“, data em que fãs se reúnem e eventos sobre a franquia tomam conta de vários países do mundo.

Star Wars: Episódio VIII‘ é escrito e dirigido por Rian Johnson (‘Looper – Assassinos do Futuro’), e dá continuidade ao enredo apresentado em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘.

Benicio Del Toro (‘Guardiões da Galáxia’), Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran são os novos nomes do elenco, que traz de volta Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis.

Rey deu seus primeiros passos em ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ e vai continuar sua jornada épica ao lado de Finn, Poe e Luke Skywalker no próximo capítulo da saga, que estreia em 15 de dezembro de 2017.

‘Star Wars: O Despertar da Força’ chega a US$ 1,9 bilhão mundialmente 

Harrison Ford deve reprisar o papel de Han Solo – saiba mais!

Crítica | Star Wars – O Despertar da Força

Segundo um jornalista do The Wrap, o roteiro da nova produção foi reescrito para aumentar e aprofundar a história do passado de Rey e Finn – leia!

A retomada da saga, comandada por J.J. Abrams, é baseada na obra de George Lucas, e se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio VI – O Retorno de Jedi, produção de 1983.

‘Star Trek – Sem Fronteiras’ ganha belíssimo cartaz IMAX

A Paramount Pictures e a IMAX Corporation liberaram há pouco o primeiro cartaz IMAX de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘.

Confira:

star trek

‘Star Trek’: Série e filme terão grandioso painel na San Diego Comic-Con

‘Star Trek – Sem Fronteiras’: Rihanna lança clipe de Sledgehammer filmado em IMAX 

O novo título oficial condiz com a premissa do filme, de resgatar o espírito da série original, indo “onde ninguém jamais esteve”.

Chris Pine e Zachary Quinto confirmados em ‘Star Trek 4’ 

Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).

Além de reprisar o papel de Scotty, Simon Pegg também coroteiriza o roteiro de ‘Star Trek 3’ com Doug Jung. Após sua demissão do cargo, Roberto Orci permanece apenas como produtor.

Dwayne Johnson apresenta os ‘Jumanji’ Juniors

Dwayne Johnson confirmou por meio de seu perfil no Twitter o que ele e a equipe chama de ‘Jumanji’ Juniors, personagens que serão os jogadores do tabuleiro.

Caso você não esteja familiarizado, The Rock, Kevin Hart, Jack Black e Karen Gillan serão os avatars, que estarão, literalmente, dentro do jogo.

 

 

O filme chega aos cinemas dia 28 de Julho de 2017.

Dwayne Johnson estrela como o “O Fumegante Dr. Bravestone”, ao lado de Jack Black (‘Escola de Rock’), Nick Jonas (Scream Queens), Kevin Hart (‘Um Espião e Meio’) e Karen Gillian (‘Guardiões da Galáxia’).

Jumanji‘ não será um remake do longa estrelado por Robin Williams, em 1995, mas sim uma sequência.

As gravações já começaram no Havaí. A trama será ambientada cerca de 20 anos após a produção original.

Dwayne Johnson diz que remake de ‘Jumanji’ vai honrar Robin Williams 

Jake Kasdan, das comédias ‘Sex Tape – Perdido na Nuvem‘ e ‘Professora Sem Classe‘, foi o escolhido pela Sony Pictures para comandar a produção. Joe Johnston (‘Capitão América: O Primeiro Vingador’) dirigiu o filme original, que foi lançado nos EUA em Dezembro de 1995.

No filme original, o jovem Alan Parrish descobre um misterioso tabuleiro de jogo que magicamente o transporta para as desconhecidas selvas de Jumanji por 26 anos, até que duas inocentes crianças, Judy e Peter o libertam do poderoso feitiço do jogo. Agora um adulto, Alan se reúne com sua amiga de infância, Sarah, e com Judy e Peter tenta superar as poderosas forças do jogo nesta criativa aventura que combina efeitos especiais de tirar o fôlego com comédia, magia e arrepios!

O filme é uma adaptação do livro de Chris Van AllsburgZack Helm (‘Mais Estranho que a Ficção’) roteiriza a nova versão.

Jumanji‘ foi estrelado por Robin Williams, Bonnie Hunt, Kirsten Dunst, Bradley Pierce, Jonathan Hyde e Adam Hann-Byrd. Foram gastos em sua produção US$ 65 milhões, com um retorno de US$ 262 milhões em todo o mundo.

 

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Uau! Trailer MARAVILHOSO do Especial de Natal de ‘Sense8’

A Netflix divulgou o trailer e um vídeo especial do episódio natalino de ‘Sense8‘, que é simplesmente MARAVILHOSO.

O episódio especial será lançado no dia 23 de dezembro. Já a segunda temporada estreia em 5 de maio de 2017.

A série é de criação das irmãs Lana e Lilly Wachowski. 

Confira, com nossa entrevista EXCLUSIVA com o Miguel Ángel Silvestre:

Sense8’ gira em torno de oito pessoas ao redor do mundo que se conectam por meio de visão telepática. Alguns são perseguidos por uma corporação que tenta matá-los. Cada episódio contará a história de um personagem diferente.

Entre os personagens principais: um galã de novela mexicana gay e não-assumido, uma garota problemática da Islândia, um alemão arrombador de cofres, uma empresária coreana, um motorista de ônibus africano, uma blogueira transexual americana e o vilão Mr. Whispers (Sr. Sussuro).

Naveen Andrews (Lost), Daryl Hannah (Kill Bill), Brian J. Smith (Stargate Universe) e Tuppence Middleton (O Destino de Júpiter) estão na trama. Completam o elenco internacional: os britânicos Aml Ameen (O Mordomo da Casa Branca) e Freema Agyeman (Doctor Who, Torchwood), a indiana Tena Desae, a sul-coreana Doona Bae, o alemão Max Riemelt, os mexicanos Alfonso Herrera e Erendira Ibarra, além de Jamie Clayton, Miguel Silvestri e Terrence Mann.

EBA! Netflix libera downloads de filmes e séries no seu PC

A Netflix anunciou hoje que os assinantes do serviço de streaming poderão baixar seus filmes e séries sem nenhum custo adicional, agora pelo PC.

O serviço já estava disponível para o celular e tablet, e agora também chegou no Windows 10.

Através do aplicativo que você tem que baixar na Windows Store, você terá livre acesso para fazer download dos materiais da Netflix em seu PC.
Assista ao vídeo:

O Streaming Observer realizou uma análise sobre a biblioteca de filmes da Netflix no mundo inteiro, e elegeu os países que tem os melhores e os piores catálogos de filmes.

A análise tomou como base quais países tem mais filmes que estão na lista dos 250 Melhores Filmes do IMDb.

O Brasil surgiu em primeiro lugar, com 85 de 250 dos Melhores Filmes do IMDB, ou seja: 34%. Nosso país é o maior de todos os países analisados.

Já os EUA tem o segundo pior catálogo, com apenas 12% dos filmes que figuram a lista do IMDb. Ele só perde para o Reino Unido, que tem o pior catálogo da Netflix, com apenas 28 filmes.

O licenciamento de filmes disponíveis no serviço de streaming varia de acordo com as regras de cada país.

Confira o gráfico:

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Jeremy Renner e Elizabeth Olsen caçam assassino no trailer legendado de ‘Terra Selvagem’

O suspense ‘Terra Selvagem‘ (Wind River) teve seu trailer legendado divulgado. A California Filmes lança o filme nos cinemas nacionais dia 31 de Agosto.

Elizabeth Olsen e Jeremy Renner se uniram novamente nos cinemas, dessa vez para caçar um assassino em meio a uma floresta.

Assista:

A trama traz o agente americano de Pesca e Vida Selvagem, Cory Lambert, que encontrou um corpo em meio à Reserva Indígena de Wind River. O FBI acaba enviando uma parceira para ajudá-lo com a missão, chamada Jane Banner. No entanto, a jovem não está preparada para lidar com as dificuldades oriundas da intemperes climáticas e da isolação gerada pelo intenso inverno de Wyoming. Ao longo da jornada, a dupla passa a descobrir que encontrar as respostas para suas perguntas é mais difícil do que imaginavam.

Wind River’ foi escrito e dirigido pelo roteirista de ‘Sicário: Terra de Ninguém’, Taylor Sheridan.

‘Asa Noturna’ não terá muitos efeitos visuais, garante diretor

Em entrevista ao Collider, Chris McKay comentou que sua adaptação do ‘Asa Noturna‘ prezará por mais cenas de ação com efeitos práticos do que com grandes quantidades de efeitos visuais.

“Vai ser um incrível filme de ação com coração e emoção. Será um passeio louco e divertido. Eu não vou usar muitos efeitos visuais. Será algo muito real. Iremos fazer tudo na frente da câmera, tudo de forma credível. Não sei ainda como serão os nossos limites, mas tudo vai ser real. Vai ser muito divertido.”

A DC até então ainda não revelou mais novidades com relação ao projeto.

 

 

‘Pânico’: Saiba porque a 3ª temporada de ‘Scream’ foi adiada, e quando estreia!

Inicialmente prevista para estrear na MTV dia 7 de março,  a terceira temporada de ‘Scream‘ foi adiada e não tem nenhum material promocional divulgado até o momento.

Hoje, a Forbes revelou o motivo do adiamento. A série é produzida pela Weinstein Company / Dimension Films, e após o escândalo envolvendo Harvey Weinstein, a série teve sua estreia colocada “on hold“.

Segundo a protagonista KeKe Palmer, a série está pronta e o material é ótimo.

“Palmer afirmou que o showrunner está com o material pronto e a série deve ser lançada na primavera norte-americana (entre abril e junho)”, afirmou a Forbes.

Além disso, o nome de Harvey Weinstein será retirado dos produtores.

Segundo rumores recentes, a Netflix está planejando lançar a série em Setembro de 2018.

Novidades devem surgir em breve.

O reboot terá seis episódios.

O elenco conta com R.J. Cyler (‘Power Rangers’),  Keke Palmer (Scream Queens), Giorgia Whigham (13 Reasons Why),  Jessica Sula (‘Skins’), C.J. Wallace (‘Notorious B.I.G.’), Tyga e Jessica Sula (‘Fragmentado’).

Tyler Hoechlin e Gideon Emery – ambos da série ‘Teen Wolf‘ – farão participações especiais!

Cyler será o protagonista Deion Elliot, um grande astro do futebol americano cujo passado trágico volta a assombrá-lo no momento mais tenso de sua vida, ameaçando seus planos e colocando-o ao lado de um improvável grupo de amigos enquanto eles tentam sobreviver a um assassino mascarado.

Whigham interpretará Beth, a menina gótica do campus que também é uma tatuadora. Como fã de filmes de terror, Beth é sincera sobre seu conhecimento enciclopédico de assassinatos e serial killers.

Palmer será Kym, uma atrevida e bela ativista social com um grande coração e zero paciência para sofrimentos bobos. Quando Kym e seus amigos são caçados por um assassino, ela trabalha para virar o roteiro e sobreviver a qualquer custo.

Sula vai viver Liv, a nova garota na escola.

Brett Matthews, roteirista e produtor das séries ‘The Vampire Diaries‘ e ‘Supernatural‘, será o novo showrunner. Queen Latifah foi confirmada como produtora-executiva, ao lado de Shakim Compere e Yaneley Arty.

A Esposa

(The Wife)

 

Elenco:

Glenn Close

Jonathan Pryce

Christian Slater

Direção: Björn Runge

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ —

Estreia: 10 de Janeiro de 2019

Sinopse: 

Enquanto viaja para Estocolmo com o marido, que receberá o Prêmio Nobel de Literatura, Joan questiona suas escolhas de vida. Durante os 40 anos de casamento, ela sacrificou seu talento, sonhos e ambições, para apoiar o carismático Joe e sua carreira literária. Assediada por um jornalista ávido por escrever uma escandalosa biografia de Joe, agora Joan enfrentará o maior sacrifício de sua vida e alguns segredos há muito enterrados finalmente virão à tona.

Curiosidades: 

» Glenn Close venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz pelo Filme!

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Matrix 4’ usará tecnologia de James Cameron para revolucionar o cinema, diz Keanu Reeves

Pela manhã, a Warner surpreendeu a todos a confirmar OFICIALMENTE a produção de ‘Matrix 4’, que terá o retorno de Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss como protagonistas.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre a sequência:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

O ator tem uma exigência:

“Temos que criar uma história para fazer jus àqueles filmes. Será estranho voltar, mas porque não? As pessoas morrem, as histórias não”, concluiu.

Lana Wachowski, uma das irmãs criadoras do original, retorno coma diretora e roteirista.

“Não poderíamos estar mais felizes
em podemos retorner a esse universo com a Lana, uma diretora visionária, criativa e única. Estamos empolgados que ela está escrevendo, dirigindo e produzindo esse novo capítulo da franquia Matrix”, afirmou Toby Emmerich, presidente da Warner.

As filmagens do novo projeto devem ser iniciadas em 2020, em Chicago, sob o título de produção ‘Project Ice Cream‘. Michael B. Jordan Também deve estrelar.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo ao uso de efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo. Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003. Além disso, os filmes também geraram videogames e livros de sucesso. Ainda não está claro se um quarto filme ‘Matrix’ seria ou não uma prequela, embora esse tenha sido o rumor original.

Vale lembrar que a trilogia ‘Matrix‘ arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

Novo filme da franquia ‘Transformers’ ganha data de estreia

Segundo o Deadline, a Paramount Pictures agendou a data de estreia do próximo filme da franquia ‘Transformers‘ para o dia 24 de junho de 2022. Porém, não foi revelado qual será o filme: a sequência de ‘Bumblebee‘ ou o spin-off ‘Beast Wars‘.

Isso porque o estúdio está desenvolvendo esses dois novos filmes da franquia e já contratou os roteiristas que ficarão responsáveis pelas novas histórias.

As informações indicam que James VanderbiltJoby Harold vão assinar as narrativas, cada qual trabalhando em um longa-metragem diferente.

Vanderbilt recentemente escreveu e produziu ‘Mistério no Mediterrâneo’, projeto da Netflix estrelado por Adam SandlerJennifer Aniston. Seus recentes trabalhos incluem também a aclamada comédia de terror ‘Ready or Not’ e a série ‘Altered Carbon’.

Harold, por sua vez, supervisionou ‘John Wick 3 – Parabellum’ e assinou o novo projeto de Zack Snyder‘Army of the Dead’.

Lançada em 2007, a saga cinematográfica ‘Transformers’ sempre teve performance considerável nas bilheterias, apesar das duras críticas negativas à grande parte dos filmes. Dirigida por Michael Bay, os cinco primeiros capítulos arrecadaram mais de US$4,3 bilhões, enquanto o spin-off ‘Bumblebee’, comandado por Travis Knight, conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadou quase US$469 milhões.

‘Tom e Jerry’ invadem o Rio de Janeiro em cartaz da adaptação live-action com Chloë Grace-Moretz

Warner Bros. divulgou cartazes do vindouro live-action de ‘Tom e Jerry’. O trailer será lançado nessa terça-feira, dia 17.

Confira:

A adaptação do clássico desenho foi adiada para março de 2021 devido às paralisações causadas pelo Coronavírus.

Durante uma entrevista para o Movie Web, Michael Peña disse que ficou extremamente animado com as gravações do longa, principalmente por atuar com Chloë Grace-Moretz.

“Ah, cara, foi tão legal. Às vezes, você aparece nesses filmes e fica tentando se encontrar, sabe? parece que não estamos preparados, porque é muito surreal. Mas adorei ver o desempenho de Chloe Moretz, ela estava tão empolgada… Ela conhecia o roteiro de trás para frente.”

O astro também elogiou o diretor Tim Story (‘Quarteto Fantástico‘) e sua capacidade de transformar o trabalho em diversão.

Há diretores que conseguem explorar um gênero ou outro com mais facilidade, mas Story é bem versátil, ele é um ótimo diretor e deveria estar fazendo grandes filmes. Não parecia trabalho quando estávamos no set com ele. Ele só queria se divertir e foi isso que fizemos. Quando você atua, o diretor é seu primeiro público, e ele deixou tudo tão natural e confortável, sabe?”

Para quem não sabe, Peña dará vida a Terrance, o funcionário de um hotel que tem sua vida virada de cabeça para baixo depois que Jerry invade o local e inicia sua eterna rivalidade com Tom.

Moretz dará vida à Kayla, que também trabalha no hotel e é responsável por trazer Tom para acabar com Jerry na tentativa de salvar um casamento glamouroso que acontecerá no prédio.

Além da dupla de astros, o longa também conta Ken JeongRob DelaneyJordan BolgerPallavi Sharda.

Jerry, o rato, mora dentro das paredes de uma grande casa de campo da Nova Inglaterra, onde faz amizade com os antigos donos, um amoroso casal de idosos. Sua amizade única e cômica chega ao fim depois que o casal idoso morre e sua casa é colocada à venda. Quando uma jovem família se muda, Jerry está determinado a assustá-los para não assumirem sua casa. A família rapidamente adota um gato de rua chamado Tom para ajudar a livrá-los de seu problema de pragas. Em uma batalha épica pela casa, Tom & Jerry logo descobrem sua crescente adoração pela família e devem trabalhar juntos para protegê-los de uma ameaça externa. Através do trabalho em equipe, ambos aprendem o valor supremo da família e da amizade.”

Tom e Jerry‘ começou como uma série produzida em curtos episódios, com uma média de sete e 10 minutos de duração cada. Entre os anos de 1940 e 1958, o estúdio Hanna-Barbera fez 114 curtas para  MGM. Com o sucesso global da animação, a dupla acabou conquistando uma genuína série de TV em 1975, chamada – inicialmente – ‘The Tom and Jerry Show’.

Assinantes da Netflix estão AMANDO filme sobre SUPERAÇÃO e LIBERDADE; Confira!

A Netflix acertou em cheio dessa vez. O drama indiano ‘Uma Skatista Radical‘ está dando o que falar nas redes sociais com os assinantes do streaming recomendando a produção que trata questões sociais de maneira fofa e responsável, sem deixar de entreter.

Quando uma pista de skate é introduzida em um parque comunitário de um vilarejo distante, a adolescente Prerna (Rachel Saanchita Gupta) descobre um grande amor por andar de skate e começa a ter sonhos de um dia ser skatista profissional e participar do campeonato nacional.

Que história mais LINDA!

Confira as reações:

Ambientada em uma vila remota em Rajasthan, na Índia, a trama segue Prerna (Gupta), uma adolescente local vivendo uma vida ligada pela tradição e pelo dever para com seus pais. Mas quando a publicitária Jessica (Maghera) chega à aldeia para saber mais sobre a infância de seu falecido pai, Prerna e as outras crianças locais são apresentadas a uma nova aventura emocionante graças a Jessica e seu velho amigo (Readwin), que cruza a cidade em um skate. As crianças se apaixonam pelo esporte, patinando pela vila, atrapalhando tudo e todos ao seu redor. Determinada pela sua paixão recém-descoberta, Jessica inicia uma batalha difícil para construir um lugar para andar de skate, deixando Prerna com uma escolha difícil entre se conformar com as expectativas da sociedade em relação a ela ou realizar seu sonho de competir no Campeonato Nacional de Skate.

Manjari Makijany é responsável pela direção, e escreveu o roteiro ao lado de Vinati Makijany.

O elenco conta com Rachel Saanchita Gupta, Amy Maghera, Shafin Patel e Jonathan Readwin, além de uma participação especial de Waheeda Rehman.

Matrix Resurrections na HBO Max | O que aconteceu com o Morpheus de Lawrence Fishburne?

Matrix Resurrections‘ estreou na HBO Max e muitos assinantes que assistiram ao filme ficaram com uma dúvida.

Os trailers já haviam deixado claro que o Morpheus de Lawrence Fishburne poderia não fazer parte da trama. Isso porque o personagem agora é vivido por Yahya Abdul-Mateen II (‘Aquaman’).

Mas o que aconteceu com o Morpheus original?

Um dos aspectos mais interessantes de ‘Matrix Resurrections‘ é que a trama se passa 60 anos após os eventos de ‘Matrix Revoltuins‘, e quase todos os personagens da trilogia morrendo ao longo do tempo.

Neo (Keanu Reeves) e Trinity (Carrie-Anne Moss) tiveram suas vidas prolongadas pelas máquinas, embora o único rosto familiar no mundo real seja o de Niobe (Jada Pinkett Smith), agora já idosa.

Isso significa que o Morpheus de Lawrence Fishburne já morreu há muito tempo, e parece que os eventos do jogo ‘The Matrix Online‘ (2005) são canônicos.

No jogo, Morpheus se tornou o líder do Conselho Humano, exigindo o recuperação do corpo de Neo da cidade das máquinas para provar que ele morreu na tentativa de libertar os humanos da opressão das máquinas.

Sem seu desejo uma resposta, ele começa uma série de ataques terroristas destinados a expor o artifício da Matrix a todos.

Durante um de seus ataques, ele é surpreendido e morto por uma figura mascarada, e parece que é assim que sua história termina, oficialmente.

No novo filme, vemos uma estátua em sua homenagem, indicando que ele ainda é uma figura histórica importante para todos os humanos libertos.

De qualquer forma, sua influência ainda é sentida, já que o Morpheus de Yahya é um programa criado por Neo a partir das memórias do Morpheus original.

Ao longa da trama, descobrimos que ele foi criado por Neo enquanto o herói tentava entender a origem de seu propósito na Matrix.

É explicado que Neo só se tornou o escolhido por conta de uma “reflexão algorítmica de duas forças que o ajudaram a ser tornar quem ele deveria ser”, e essas duas forças foram o Morpheus e o Agente Smith da trilogia original.

Basicamente, o personagem de Yahya é a conexão dos códigos de Smith e Morpheus, e o código de Morpheus acabou prevalecendo em sua composição.

Assista a nossa crítica:

Após POLÊMICA, Framboesa de Ouro só indicará atores maiores de 18 anos…

A decisão do Framboesa de Ouro (The Razzie) em indicar Ryan Kiera Armstrong, de 12 anos, como Pior Atriz repercutiu mal.

Após retirar a indicação da atriz mirim, a premiação introduziu um limite de idade para indicações.

Em um comunicado, o fundador do “Prêmio”, John Wilson, pediu desculpas e confirmou que o nome de Armstrong foi removido da votação. Ele também disse que daqui para frente os menores de 18 anos não serão elegíveis para serem indicados aos prêmios.

Entre os que criticaram a decisão de nomear Armstrong por sua atuação em ‘Chamas da Vingança‘ estava o ex-ator mirim Devon Sawa: “O Framboesa de Ouro é administrado por pessoas sem alma. Nomear uma criança de 12 anos? F*da-se eles. Essa criança pode se tornar incrível se você não entrar na cabeça dela.” 

Na trama de ‘Chamas da Vingança‘, Armstrong interpreta Charlene McGee, uma garota com poderes paracinéticos, dando a ela a capacidade de controlar o fogo e tornando-a alvo de de uma organização paramilitar.

O filme conta com apenas 10% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, mas o público criticou o fato de Armstrong ter sido indicada como Pior Atriz, já que a repercussão pode lhe causar traumas psicológicos no futuro.

O mesmo aconteceu com Jake Lloyd, indicado como Pior Ator Coadjuvante por seu papel como Anakin Skywalker em ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’.

Ao longo dos anos, o astro desistiu da carreira de ator e até hoje passa por acompanhamento psicológico para suportar o bullying que sofria na infância.

Nas redes sociais, foram postados diversos comentários condenando os organizadores do Framboesa de Ouro por conta da indicação de Armstrong.

Confira:

“O Framboesa de Ouro sempre foi uma desculpa patética para… Alguma coisa… Mas indicar uma criança é particularmente chocante por muitos motivos. Acabem com isso.”

“Um pouco assustador para um órgão de premiação composto por adultos humilhar publicamente uma criança.”

“A indicação do Framboesa de Ouro a Ryan Kiera Armstrong para ‘Pior Atriz’ é completamente ignorante e cínica que não consigo entender. Eles não têm ideia do que isso pode fazer com uma atriz infantil que provavelmente considerou seu papel principal em ‘Chamas da Vingança’ como um ponto alto em sua vida.”

“Eu gosto do Framboesa de Ouro, mas indicar Ryan Kiera Armstrong, com 11 anos, como pior atriz? NÃO. É. LEGAL. Devemos encorajar as crianças, não empurrá-las para baixo! Ela se saiu muito bem em ‘IT: Capítulo Dois’, e isso foi anos antes!”

“A coisa mais cruel sobre o Framboesa de Ouro indicar uma menina de 12 anos (Ryan Kiera Armstrong) é que ela nem estava ruim em ‘Chamas da Vingança’. Na verdade, pensei que ela era promissora, mas estava presa em um filme não muito bom. É como se o Framboesa de Ouro só existisse para ser mal a este ponto.”

O ator Julian Hilliard, de ‘A Maldição da Residência Hill’, ‘WandaVision’ e ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ saiu em defesa de Armstrong, dizendo:

“O Framboesa de Ouro sempre foi cruel e sem classe, mas indicar uma criança é repulsivo e errado. Por que colocar uma criança na mira de mais bullying ou até pior? Melhorem!”

‘Minecraft’: Atriz de ‘Wandinha’ se junta Jason Momoa na adaptação

Segundo o Deadline, a atriz Emma Myers – que ficou conhecida por viver a Enid em ‘Wandinha‘ – entrou para o elenco da adaptação do popular jogo ‘Minecraft‘.

Ela se junta a Jason Momoa (‘Aquaman’), que estrelará a animação desenvolvida pela Warner BrosLegendary Pictures.

O elenco também conta com Danielle Brooks, conhecida por estrelar as séries ‘Orange is the New Black‘ e ‘Pacificador‘, e Sebastian Eugene Hansen (‘Sinfonia Insana’).

Jared Hess‎‎ (‎‎’Napoleon Dynamite’) será responsável pela direção.

Lembrando que essa adaptação de ‘Minecraft‘ está em desenvolvimento há um bom tempo e, em um momento, chegou a ser relatado que o projeto seria estrelado por Steve Carell.

O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.

‘Deadpool e Wolverine’ ganha data de estreia em Video on Demand

Deadpool e Wolverine‘ conseguiu ultrapassar US$ 1.3 bilhão nas bilheterias mundiais, entrando para o TOP 7 das maiores bilheterias da história do MCU.

E agora, o filme já tem data para chegar em Mídia Digital nos EUA – ou seja, em Video on Demand.

As plataformas digitais vão disponibilizar o filme no dia 10 de Outubro, ainda sem previsão no Brasil.

O longa conseguiu superar a arrecadação total de ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) e ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), além de ter se tornado a segunda maior bilheteria do ano – atrás apenas da animação ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B) – e o maior filme para maiores da história do cinema.

Confira o TOP 10 das maiores bilheterias do Universo Compartilhado da Marvel:

1) Vingadores: Ultimato (US$2.7B)
2) Vingadores: Guerra Infinita (US$2B)
3) Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (US$1.9B)
4) Os Vingadores (US$1.51B)
5) Vingadores: A Era de Ultron (US$1.4B)
6) Pantera Negra (US$1.34B)
7) Deadpool e Wolverine (US$1.3B)
8) Homem de Ferro 3 (US$1.21B)
9) Capitão América: Guerra Civil (US$1.15B)
10) Homem-Aranha: Longe de Casa (US$1.13B)

Nos EUA, o terceiro filme do Mercenário Tagarela soma US$ 621.4 milhões, o que representa a décima quarta maior arrecadação da história do país. O longa ainda deve superar a arrecadação doméstica de ‘Os Vingadores‘ (US$623.3M) nos próximos dias, subindo mais uma posição no ranking.

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 683.5 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o Reino Unido (US$72.7M), China (US$59.6M), México (US$43.5M), Austrália (US$42.5M) e Alemanha (US$38.3M).

Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman estrelam como Deadpool e Wolverine, respectivamente.

O elenco ainda conta com Emma Corrin (Cassandra Nova), Morena Baccarin (Vanessa), Rob Delaney (Peter), Leslie Uggams (AI Cega), Karan Soni (Dopinder) e Matthew Macfadyen (Paradox).

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) é o responsável pela direção.

Investigador Paranormal MORRE durante tour do terror com a boneca da ‘Annabelle’

O investigador paranormal Dan Rivera, conhecido por sua atuação em casos sobrenaturais e por liderar a turnê “Devils on the Run”, foi encontrado morto de forma misteriosa no último fim de semana. Rivera tinha 54 anos e faleceu enquanto participava de uma série de eventos nos Estados Unidos com a boneca supostamente mal-assombrada Anabelle, um dos objetos paranormais mais temidos do mundo. A tragédia aconteceu em Gettysburg, na Pensilvânia, uma cidade historicamente marcada por mortes violentas e eventos paranormais ligados à Guerra Civil Americana.

De acordo com informações divulgadas pelo site TMZ, Rivera foi encontrado sem vida na noite de domingo, 13 de julho, em um quarto de hotel. Os registros dos serviços de emergência indicam que uma chamada foi feita relatando um homem inconsciente, com idade compatível com a de Rivera, apresentando sinais de uma possível parada cardiorrespiratória. O Departamento de Bombeiros foi acionado, mas a vítima já estava morta quando os socorristas chegaram ao local.

Annabelle
Dan Rivera

A morte foi confirmada oficialmente pela Sociedade da Nova Inglaterra para Pesquisa Psíquica (New England Society for Psychic Research – NESPR), instituição da qual Dan Rivera era membro ativo. No entanto, a causa exata da morte ainda não foi determinada, o que aumentou o clima de mistério, especialmente entre os entusiastas do paranormal que acompanham seu trabalho.

Dan Rivera era uma figura reconhecida dentro do universo da investigação sobrenatural. Ele viajava pelos Estados Unidos levando a boneca Anabelle, com a proposta de explorar locais considerados altamente assombrados, como antigos campos de batalha, prisões abandonadas, hospitais psiquiátricos desativados e mansões históricas associadas a eventos trágicos.

A boneca Anabelle, que originalmente permanece guardada sob rígidas medidas de segurança no Museu Oculto dos Warren, localizado em Connecticut, foi considerada por Ed e Lorraine Warren — talvez os investigadores paranormais mais famosos do mundo — como um dos objetos mais perigosos que já lidaram. Segundo os Warren, Anabelle teria sido possuída por uma entidade demoníaca, e sua simples presença poderia provocar acidentes, ataques espirituais e desequilíbrios físicos e mentais nas pessoas ao seu redor.

Por essas razões, a boneca permanece habitualmente trancada em uma caixa de vidro consagrada, acompanhada de orações e selos de proteção espiritual. Sua participação na turnê “Devils on the Run” era sempre feita com extrema cautela, com procedimentos específicos de transporte e manipulação. Ainda assim, muitos especialistas em ocultismo consideravam arriscada qualquer tentativa de remover Anabelle do ambiente controlado do museu.

A turnê promovida por Rivera atraía centenas de curiosos e estudiosos do sobrenatural, misturando palestras, demonstrações de equipamentos paranormais, sessões espirituais e visitas a locais com reputações assombradas. Gettysburg, palco de sua última parada, é amplamente reconhecida como um dos lugares mais assombrados dos Estados Unidos, devido às milhares de mortes que ocorreram durante a Batalha de Gettysburg, em 1863.

A morte de Dan Rivera gerou comoção na comunidade paranormal e entre seus seguidores nas redes sociais. Muitos levantam hipóteses envolvendo interferência espiritual, enquanto outros pedem cautela e esperam os resultados oficiais da autópsia, que devem ser divulgados nas próximas semanas.

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Eden

Após o ótimo Adeus, Primeiro Amor (2011), a jovem cineasta francesa Mia Hansen-Løve volta as telonas para apresentar um um recorte da juventude francesa nos anos 90. Muito bem centralizado, Eden é profundo em sua análise sobre a cena underground européia, mostrando o cotidiano, seus dramas e dilemas dos eminentes DJ’s do futuro, aqueles que adoram misturar máquinas com vozes. Assim, navegando nas baladas da juventude, vários passagens de tempo vão se tornando importantes interseções do bom roteiro assinado pelos irmãos Mia Hansen-Løve e Sven Hansen-Løve.

Na trama, conhecemos um grupo de jovens que gostam de se reunir para festas que varam à noite em uma França exposta no início dos anos 90. Ao longo da trama, um dos personagens se torna o protagonista, Paul Vallée (Félix de Givry), um estudante de literatura que abandona tudo para se dedicar integralmente ao universo das festas. Assim, vamos acompanhando todos os bastidores do cenário jovem parisiense.

Com uma trilha sonora inspirada, com mais de 40 músicas originais doadas ao filme, o local dos prazeres (significado da palavra Eden) mostra, em muitos momentos, reflexões sobre os sonhos de uma juventude que acreditava em seus ideais. Entre a euforia e a melancolia, o desgaste com a não realização completa de seu sonho, leva o protagonista a uma jornada rumo ao fundo do poço provocando sempre um certo preconceito e desconfiança de sua família.

Sem esconder as drogas e os vícios que assombraram, assombram e assombrarão a juventude deste planeta, o grande ponto alto desta fita francesa é tentar transformar o personagem principal em um espectador e avaliador de sua própria trajetória, o que aproxima o público da história. O complicado é dizer se o filme conseguirá atingir a todas as idades, existem cenas não muito detalhistas sobre as idéias e ideais dos jovens da outra década, talvez só quem viveu por aquele tempo possa realmente entender por completo as razões e conseqüências que sofre o personagem principal e alguns dos coadjuvantes.

Retratando múltiplas realidades do Brasil, CINEMATO entra na reta final deixando um gostinho de quero mais

Com o tema necessário “Descolonizando a Amazônia”, o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato – tem promovido, ao longo da última semana, uma reflexão contemporânea sobre o Brasil. Por meio de curtas e longas-metragens — muitos deles inéditos — vindos de 19 estados do país, o festival revela um mosaico de realidades, atravessando questões sociais pulsantes, dilemas íntimos e relações marcadas por tensões e afetos.

Teve pot-pourri sonoro compondo um retrato vibrante de uma região do Norte do país, discurso afiado sobre questões sociais e relações humanas a partir de um acidente no interior de São Paulo, um curioso recorte de uma cidade fictícia construída sobre um ‘terreno maldito’, além de uma comovente jornada de resistência e ternura vivida por uma mãe trans — entre tantas outras histórias potentes que marcaram a programação.

Filme 'Reagente'
Filme ‘Reagente’

Até domingo (20), o público poderá aproveitar a reta final do festival com uma seleção de filmes marcantes, como Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta, de Marco Altberg e Tainá de Luccas (RJ), um mergulho profundo no pensamento cosmológico yanomami, e Serra das Almas, de Lírio Ferreira (PE), que revisita a poética do sertão por meio de uma envolvente obra de ficção.

Filme 'Marcos, o Errante'
Filme ‘Marcos, o Errante’

A cerimônia de encerramento, marcada para o dia 20 de julho, contará com a entrega do Troféu Coxiponé aos filmes premiados. Na ocasião, a atriz Dira Paes também fará a entrega de um prêmio que leva seu nome, destinado a uma personagem feminina de destaque no audiovisual e nas causas socioambientais.

Filme 'Cabeça de Boi'
Filme ‘Cabeça de Boi’

E pra fechar, uma dica imperdível! O festival oferece uma excelente opção ao disponibilizar parte dos filmes das Mostras Competitivas de longas e curtas-metragens em formato online, no canal oficial do Festival Cinemato no YouTube (youtube.com/Festivalcinemato). Essa é uma oportunidade para quem não pode estar em Cuiabá acompanhar uma parte da seleção dos filmes no conforto de casa.

O Cinepop está fazendo a cobertura do evento à convite do festival. Não deixem de acompanhar tudo aqui no site e também pelas nossas redes sociais.

 

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme de M. Night Shyamalan

M. Night Shyamalan já foi considerado o novo Hitchcock ou o novo Spielberg (exageros à parte – como de costume), mas teve uma queda em sua popularidade ao longo dos anos.

Recentemente, ele voltou a cair nas graças dos Deuses do Cinema com ‘Fragmentado‘ e ‘Vidro‘..

Pensando nisso, resolvemos listar (do pior ao melhor) todos os filmes que estampam o nome do cineasta APÓS SEU SUCESSO MUNDIAL com O Sexto Sentido (1999), o filme que colocou verdadeiramente seu nome no mapa. Queremos deixar isso bem claro – daí as letras garrafais – portanto, que seus dois longas iniciais, Praying With Anger (1992) e Olhos Abertos (1998), não estarão na lista. Assim como levaremos em conta somente produções cinematográficas, deixando também de fora a série Wayward Pines, com a qual esteve envolvido em 2015. Não esqueça de comentar e listar os seus em ordem. Vamos lá, apertem os cintos e preparem-se para serem Shyamalados.

O TEXTO ABAIXO CONTÉM SPOILERS – Caso não tenha visto o filme em questão, não leia a parte da reviravolta.

12 | O Último Mestre do Ar (The Last Airbender, 2010)

Sinopse: adaptação para o cinema do famoso desenho animado Avatar, que devido ao monstruoso fenômeno de mesmo nome, dirigido por James Cameron, lançado no ano anterior, não pôde utilizar seu título original. A história mística de aventura e fantasia, fala sobre diversas tribos, cada uma dominando um elemento do planeta, como fogo, ar, água e terra.

Envolvimento: aparentemente, o desejo de Shymalan em adaptar o desenho veio da paixão de seus filhos pelo mesmo. Na época, seus filmes autorais de suspense e terror não estavam mais emplacando junto ao público, fechando portas para o diretor em estúdios como a Disney, a Warner e a Fox. O cineasta aqui resolveu dar um tempo de filmes menores e apostar no cinema blockbuster de efeitos visuais e heróis. Shyamalan adapta o roteiro, produz e dirige aqui.

Protagonista: ao menos os personagens do desenho foram respeitados e trazidos para o longa, o problema é que certa leveza e humor foram esquecidos em prol de um épico soturno e enfadonho. Aang (Noah Ringer) é o protagonista, um jovem monge, que é o escolhido (para variar) e o único capaz de controlar os quatro elementos.

Elemento Sobrenatural: por se tratar de um filme de fantasia, temos muitos elementos sobrenaturais, como pessoas que controlam o fogo, a água, o ar e a terra, além de uma criatura bestial, porém dócil, que é uma mistura de bicho preguiça e bisão.

Shyamalan Ator: uma ponta não creditada como um dos membros da tribo do fogo.

Reviravolta: a última cena deixava uma continuação engatilhada, que nunca viria. Após ter falhado em capturar o último Airbender, Zuko (Dev Patel) perde a preferência de seu pai, o rei, que agora mandará a filha para o encalço do “menino dourado”.

11 | Depois da Terra (After Earth, 2013)

Sinopse: passada no futuro, esta ficção científica conta a história de um pai e seu filho (Will Smith e seu filho na vida real, Jaden Smith) ambos militares, viajando em uma missão interplanetária em sua nave. O pior acontece e a nave cai em um inóspito planeta. O pai fica impossibilitado, cabendo ao filho se provar e ir até o ponto oposto do local para enviar um sinal e pedir ajuda.

Envolvimento: aqui, pela primeira vez em sua carreira, Shyamalan foi um diretor de aluguel. Por mais que em O Último Mestre do Ar tenha apenas adaptado um desenho, era um projeto de paixão seu, assim como a criação da antologia da qual Demônio faria parte. Mas com Depois da Terra, o diretor apenas serviu à família Smith, para que juntos desenvolvessem o projeto cujo subtexto é um dos mantras da cientologia, o da superação do medo. No filme, Shyamalan adapta em um roteiro a ideia de Smith, produz e dirige.

Protagonista: mostrando que este é mais um veículo que Will Smith planejou para o lançamento da carreira de seu filho, embora o nome do astro seja o de maior relevância aqui, ele deixa Jaden, na pele de Kitai Raige, levar 80% da projeção sozinho.

Elemento Sobrenatural: mais um filme de fantasia e ficção científica, aonde o que mais pode ser encontrado são elementos sobrenaturais. Passado no futuro, temos animais levemente modificados e evoluídos, como macacos, tigres e águias. Mas o que se destaca é a criatura monstruosa conhecida como Ursa.

Shyamalan Ator: não aparece.

Reviravolta: não existe grandes reviravoltas aqui, e a revelação de que o planeta inabitado e perigoso no qual caem com a nave é a Terra, é feita logo no início do filme, ao contrário do clássico Planeta dos Macacos (1968). Talvez a jornada e como Kitai derrota a Ursa sejam as surpresas aqui. O pequeno finalmente evoca o “fantasma”, técnica na qual se torna invisível ao monstro, superando de vez o medo.

10 | Fim dos Tempos (The Happening, 2008)

Sinopse: um enigmático evento começa a ocorrer pelos EUA, no qual pessoas, aparentemente sem qualquer explicação, começam a se matar das formas mais variadas e grotescas. Devido à paranoia instalada no país, após o 11 de setembro, especula-se que sejam atos terroristas.

Envolvimento: aqui ainda tínhamos o Shyamalan “moleque” e autoral. Porém, meio perdido, tendo usado todas as cartas na manga, com quase nenhum crédito junto aos críticos e público. Esse foi o primeiro filme de censura alta da carreira do diretor, que pôde usufruir da violência e cenas explícitas em seu filme declaradamente de terror. Como de costume, Shyamalan escreve, dirige e produz.

Protagonista: uma das maiores críticas que Fim dos Tempos recebeu foi em relação aos seus personagens, em especial os protagonistas. Mark Wahlberg é o principal na pele do professor de ciências (??!!) Elliot Moore. O ator está completamente fora de sua alçada e não convence, sendo alvo de cenas constrangedoras – como quando fala com uma samambaia (de plástico, para piorar). Pior que isso só o desempenho inerte e robótico da geralmente agradável Zooey Deschanel, que interpreta sua esposa. A atriz parece anestesiada durante toda a projeção.

Elemento Sobrenatural: alguma toxina parece a causa de tudo, se espalhando pelo ar e criando um novo nível de paranoia, que surpreendentemente dura apenas um dia. O que chama atenção é que assim como em alguns clássicos do gênero, a pessoa que você mais gosta e confia, pode se voltar contra você ou ela mesma.

Shyamalan Ator: tomado pela timidez, o cineasta aparece apenas como uma voz ao telefone no filme.

Reviravolta: bem, a grande reviravolta aqui, como diversos personagens entregam em especulações durante o filme, é a vingança da natureza contra o homem. Em especial as plantas, que liberam esta toxina mortal, com a tentativa de embasamento científico da parte do cineasta. Bem, ou será que era isso mesmo?

09 | A Dama na Água (Lady in the Water, 2006)

Sinopse: em um condomínio de classe média baixa, na cidade da Filadélfia (na qual se passa a maior parte dos filmes do diretor), figuras para lá de exóticas transitam. Até que o zelador do local encontra uma misteriosa jovem na piscina do prédio, e a trama se desenrola.

Envolvimento: Shyamalan estava no auge de sua carreira, começando a colocar o pé no declínio. A divergência de opiniões causada por A Vila, ocasionou na saída do diretor do estúdio que o acolheu em seus maiores sucessos, a Disney. Este filme marca a primeira, e única (até o momento), aventura do cineasta pela Warner. O objetivo aqui era dar vazão aos contos de fadas que Shyamalan narrava para seus filhos antes de dormirem. Mais uma vez o cineasta escreve, dirige e produz.

Protagonista: Cleveland Heep (Paul Giamatti, recém-saído dos sucessos de crítica Sideways – Entre umas a Outras e A Luta Pela Esperança), o zelador do condomínio, é nosso herói por esta jornada. Esse é o filme de Shyamalan que possui a maior gama de personagens excêntricos, a maioria propositalmente criados como alívio cômico. Um dos que mais chama atenção é o crítico de cinema e arte, pretensioso e arrogante (papel de Bob Balaban), tratado como vilão, e criado como forma de vingança do diretor em relação aos verdadeiros críticos que vinham destratando suas obras.

Elemento Sobrenatural: por se tratar de um pretenso conto de fadas (ou conto de ninar, como dizia o slogan), temos figuras fantásticas e mitológicas, como ninfas (espécie de sereias), papel de Bryce Dallas Howard, e criaturas que são mesclas de animais com outros elementos da natureza.

Shyamalan Ator: esse é o melhor, ou pior, papel de Shyamalan em um de seus filmes, dependendo do seu ponto de vista. Essa é outra resposta, que soa muito como tapa de luva de pelicas (com uma ferradura dentro), que o diretor dá em seus detratores. Aqui, ele é Vick Ran, escritor e condômino (mora junto com a irmã) do local, cujo próximo livro irá ser tão importante que salvará o mundo. Egocentrismo no nível dez? Sim, por favor.

Reviravolta: anunciado como conto infantil e história de fadas, A Dama na Água é enfadonho demais para as crianças. O filme possui inclusive cenas e momentos mais assustadores. No entanto, não guarda grandes reviravoltas. A maior delas talvez seja os papeis invertidos, que cada morador ganha na hora de ajudar a ninfa Story (Howard) – sim, nome bem criativo né? – a voltar para casa. Invertidos, pois iriam se mostrar equivocados, necessitando de nova escalação.

08 | Vidro (Glass, 2019)

Sinopse: sequência direta de Fragmentado e Corpo Fechado, Vidro mostra David Dunn (Bruce Willis) em sua luta contra o crime, agindo verdadeiramente como um vigilante (ou super-herói) após os eventos do filme de 2000. Sua mais recente missão é encontrar um psicopata sequestrador de jovens – o personagem dono de múltiplas personalidades vivido por James McAvoy. Dunn e a Fera se encontram e vão parar num manicômio, mesmo local onde está confinado Elijah (Samuel L. Jackson) por todos estes anos depois do desfecho de Corpo Fechado. Lá, estas poderosas entidades irão colidir enquanto são tratadas pela doutora Ellie Staple (Sarah Paulson).

Envolvimento: além de diretor, roteirista e produtor, este é provavelmente o maior envolvimento de Shyamalan com um filme. Trata-se de um projeto muito pessoal para o cineasta, planejado há 20 anos. Desde o lançamento de Corpo Fechado (um filme incompreendido em seu lançamento – que não rendeu muito, ainda mais na trilha de O Sexto Sentido) fala-se numa possível sequência. O diretor seguiu outros rumos, mas mostrou que era possível (de forma surpresa, para variar) ao final de Fragmentado. Esta é oficialmente a primeira continuação de um trabalho seu.

Protagonista: bom, por onde começar nessa? O filme chama-se Vidro, então tecnicamente é dedicado ao vilão vivido por Samuel L. Jackson. Afinal, os outros dois do trio principal já tiveram seu próprio filme para protagonizar. Mas não é exatamente isso que acontece. O personagem de Jackson segue sendo o “mastermind”, a figura por trás de tudo e o responsável pela trama girar. No entanto, esse é um jogo de xadrez onde todas as peças tem importância igual. Bruce Willis (e seu David Dunn) ainda é o herói e, podemos dizer, o protagonista. Mas James McAvoy é o primeiro nome nos créditos. E agora?

Elemento Sobrenatural: por se tratar de um sequência direta de ambos Corpo Fechado e Fragmentado, é esperado que o filme utilize elementos de ambos os filmes. E Vidro faz exatamente isso. Assim, temos os holofotes novamente em seres superpoderosos. David Dunn e seu corpo inquebrável (cujo ponto fraco é a água), Elijah com seus ossos de vidro e mente diabólica e Kevin, dono da Fera interior – igualmente poderosa.

Shyamalan Ator: a coisa mais legal de Vidro não é a volta de Bruce Willis como David Dunn, nem de Samuel L. Jackson como Elijah, tampouco James McAvoy como Kevin. Também não é Anya Taylor-Joy como Casey, nem mesmo Spencer Treat Clark como Joseph, o filho de David. A melhor coisa é a volta de Shyamalan no mesmo papel de Jai, o segurança do filme Fragmentado – que faz uma participação inspiradíssima – e se revela  talvez o mesmo personagem de Corpo Fechado.

Reviravolta: ainda é muito cedo para falar sobre isso? Bem, você está avisado desde o início do texto que aqui teremos spoilers. Se não quiser saber, pare de ler agora. Bom, continuou. Então vamos lá. A primeira reviravolta (que todos parecem ficar horrorizados ao saber) é que Elijah não criou apenas David, mas foi o responsável, mesmo que sem querer, por criar as personalidades de Kevin – já que no mesmo acidente de trem estava o pai do menino. Com o pai morto, Kevin fica a mercê da mãe abusiva, o que desencadeia as personalidades e o monstro dentro dele. Além disso, a doutora Ellie é na verdade membro de uma organização dedicada a erradicar da face da Terra tais criaturas superpoderosas.

07 | A Vila (The Village, 2004)

Sinopse: por volta de 1900, um pequeno vilarejo auto suficiente, e seus moradores, são assombrados pela floresta ao redor, na qual residem criaturas monstruosas. As duas raças vivem numa espécie de trégua, mas o que acontece quando esta trégua é quebrada?

Envolvimento: esse é o melhor trabalho de Shymalan para este que vos fala, embora não seja unânime, justamente porque o diretor brinca como nunca com sua audiência, manipulando de forma magistral o público, que teme sem saber o que temer. É um exercício em puro medo, o que o diretor propõe a realizar. E a plateia é sua cobaia. Ao final, alguns entenderão e apreciarão sua proposta. Outros, como sempre, se sentirão frustrados.

Protagonista: embora o nome que encabece o elenco seja o de Joaquin Phoenix, e tenhamos atores da estirpe de William Hurt, Sigourney Weaver e Adrien Brody permeando a obra, a protagonista absoluta é Ivy Walker, a jovem cega, que marca a estreia vertiginosa de Bryce Dallas Howard no cinema.

Elemento Sobrenatural: as criaturas que cercam o vilarejo, e habitam a floresta. Tais criaturas, que não devem ser mencionadas, nunca são de fato totalmente conhecidas ou explicadas, mas aparentam uma mistura de porco, com muitos espinhos e garras, num híbrido humanoide.

Shyamalan Ator: Shyamalan dá as caras no final, como um dos seguranças responsáveis por guardar os arredores da reserva florestal.

Reviravolta: são duas grandes reviravoltas aqui. A primeira, é que não existem de fato as criaturas, sendo tudo uma invenção dos mais velhos da aldeia, para assegurarem que os mais novos nunca deixariam o local, pelo menos nesta geração. Essa ocorre antes do final, podendo ser acusada de ser anticlimática. A segunda reviravolta mostra que, na realidade, os aldeões personagens do filme estão vivendo em nosso tempo, dentro de uma reserva florestal apenas simulando o estilo de vida antigo. É a Alegoria da Caverna de Platão, recriada como forma de entretenimento ao grande público e fãs de terror e suspense.

06 | Demônio (Devil, 2010)

Sinopse: cinco estranhos ficam presos num elevador e coisas sombrias começam a ocorrer ao redor e dentro do local, como mortes brutais. Policiais e técnicos tentam salvar as vítimas. A ideia era falar sobre fé.

Envolvimento: essa era uma proposta do diretor que não deu certo. A ideia era criar uma série de filmes, todos parte de uma antologia de terror, sob o selo The Night Chronicles. Shyamalan produz o longa e escreveu a história, mas o roteiro e a direção não são seus.

Protagonista: aqui temos um elenco de rostos desconhecidos, sem o foco em um único protagonista. Temos os cinco “jogadores” dentro do elevador, mas o que mais se aproxima de ser o principal é o personagem de Chris Messina, o detetive do lado de fora tentando salvá-los.

Elemento Sobrenatural: além da tragédia de termos cinco pessoas trancafiadas em um elevador defeituoso, Demônio, como diz o título nada sutil, traz uma das vítimas como o próprio Belzebu encarnado. Essa é para se benzer.

Shyamalan Ator: não aparece.

Reviravolta: todo o rebuliço criado pelo coisa ruim no final das contas era apenas uma forma de se vingar de um dos sujeitos, que havia atropelado a esposa do tal policial. Além disso, o filme trapaceia e mata a senhora idosa, primeiramente a eliminando da lista de suspeitos, para depois revelar ser ela a encarnação do capeta.

05 | A Visita (The Visit, 2015)

Sinopse: um casal de adolescentes vai visitar os avós em outra cidade, com quem nunca tiveram contato devido à briga de sua mãe, filha dos idosos, com os pais anos atrás. Mas os adoráveis parentes escondem um terrível segredo.

Envolvimento: foi a volta por cima de Shyamalan, e o passo rumo a reconquistar o sucesso. Um filme menor, financiado de seu próprio bolso, e gravado no estilo found footage. Esse era o filme que o diretor queria fazer, com controle total, e não fazia desde 2008. O autor escreve, produz e dirige.

Protagonista: os protagonistas são os inocentes netinhos Becca (Olivia DeJonge) e o cômico Tyler (Ed Oxenbould), aficionado por hip hop. Mas quem rouba a cena são os perturbadores avós Nana (Deanna Dunagan) e Pop Pop (Peter McRobbie).

Elemento Sobrenatural: o filme inteiro ficamos esperando alguma ameaça sobrenatural, que justifique o comportamento errático dos velhinhos. Em certo momento, enfatizado pela mãe (papel de Kathryn Han), a justificativa de seu comportamento pode ser apenas pela idade. O que traria um tom cômico maior ao longa, que já utiliza de muito humor.

Shyamalan Ator: mesmo voltando aos poucos às boas com o sucesso, o diretor ainda não arriscaria aparecer em um longa.

Reviravolta: talvez uma das melhores e mais gélidas reviravoltas em um filme do diretor, que congelou minha espinha ao assistir no cinema, descobrimos que os adoráveis velhinhos não são os avós reais da dupla de jovens, e sim loucos fugidos do manicômio. Meu Deus!!!

04 | Sinais (Signs, 2002)

Sinopse: um fazendeiro e ex-pastor perde a mulher em um acidente de trânsito, perdendo assim também a fé em Deus. Agora, ele cria os dois filhos pequenos com a ajuda do irmão mais novo.

Envolvimento: Corpo Fechado, como a maioria das obras cult, não ganhou a atenção devida na época de seu lançamento, sendo redescoberto depois. Já em Sinais, seu terceiro longa, Shyamalan voltou novamente ao topo de mundo, adquirindo mais um sucesso de público e crítica, em um filme B que deu certo – ao contrário de Fim dos Tempos. O diretor novamente joga em todas as posições.

Protagonista: Mel Gibson dá tudo de si na pele do ex-Reverendo Graham Hess, que perdeu a fé devido ao acidente fatal que tirou a vida de sua esposa. O bom do cinema de Shyamalan é dar enfoque dramático, em atuações dignas de prêmios, para tramas de terror e ficção, que geralmente não seriam levadas a sério. A escolha de Gibson, um intenso homem de fé na vida real, para o papel é mais que adequada. Além dele, Joaquin Phoenix também se destaca na pele de Merill, o irmão mais novo e destrambelhado, que serve como alívio cômico.

Elemento Sobrenatural: o que ainda não foi mencionado aqui é que Sinais fala sobre uma possível invasão alienígena. Uma invasão diferente, no entanto, das que estamos acostumados a ver no cinema. Mais intimista ao ponto de ficarmos nos perguntando se tudo não passa de uma grande enganação. Shyamalan teve a ideia para o roteiro depois de acompanhar os casos das enormes marcas em plantações, algumas se revelando um engodo, outras ainda sem explicação.

Shyamalan Ator: esse é o papel mais legal de Shyamalan, tirando o hilário de A Dama na Água. Aqui, seu personagem é tão importante que faz a trama girar. Ele é Ray Reddy, veterinário da pequena cidade rural nos arredores da Filadélfia, que acidentalmente tira a vida da esposa do protagonista.

Reviravolta: para quem estava na dúvida, os extraterrestres se mostram bem reais e nem um pouco amistosos. Os seres hostis invadem o local, e quando todos achavam que eles haviam partido… Bem, é ver para crer. No entanto, eles possuem um ponto fraco (que se mostra uma obsessão de Shyamalan). Sua fraqueza é explicada no filme, e na verdade, não é tão despropositada quanto afirmam os detratores do longa.

03 | Corpo Fechado (Unbreakable, 2000)

Sinopse: um homem é o único sobrevivente de um desastre de trem e, com a ajuda de outro que é seu exato oposto, começa a entender seu propósito no mundo e sua natureza indestrutível – ou inquebrável como diz o título original.

Envolvimento: segundo longa de Shyamalan após ser glorificado com O Sexto Sentido. Hoje, Corpo Fechado possui status cult, mas na época muitos não entenderam a proposta deste filme de super-heróis de quadrinhos realista e dramático, pano de fundo para uma reconciliação matrimonial. O cineasta joga em todas as posições como de costume.

Protagonista: David Dunn (Bruce Willis) é um homem que desiste do seu sonho profissional em nome da esposa (Robin Wright), se tornando infeliz quando a perde de qualquer forma. O personagem mais interessante de longe aqui, no entanto, é Elijah ‘Senhor Vidro’ Price (Samuel L. Jackson), em ótima homenagem ao cinema negro da década de 1970.

Elemento Sobrenatural: O protagonista é um herói indestrutível e altamente sensorial, a não ser pela água, seu ponto fraco. Já o Senhor Vidro de Samuel L. Jackson é o oposto, se quebrando por completo ao primeiro esbarrão.

Shyamalan Ator: a ponta do diretor neste filme resume-se a um fã que tenta vender drogas dentro do estádio, no qual o protagonista é segurança.

Reviravolta: após a fantasia se tornar realidade, e ficar provado que o protagonista era de fato um super-herói saído direto da mitologia, resta saber qual o papel de seu antagonista nisso tudo…

02 | Fragmentado (Split, 2016)

Sinopse: Kevin (James McAvoy) é um jovem que possui 23 personalidades. Para tentar curar o quadro, ele se trata com uma psicóloga renomada. No entanto, o tratamento parece não ajudar muito e ele termina sequestrando três jovens.

Envolvimento: aqui, podemos afirmar que Shyamalan reencontrou a paz e o sucesso. O cineasta deu a volta por cima, sendo abraçado novamente por crítica e público, que fizeram de Fragmentado, escrito, produzido e dirigido por ele, um dos maiores sucessos deste início de 2017.

Protagonista: Kevin e suas inúmeras personalidades (todas interpretadas por um James McAvoy inspiradíssimo), com destaque para Patricia, o menino Hedwig, Dennis e, é claro, a Besta. Casey Cooke (Anya Taylor-Joy, de A Bruxa), nossa heroína perturbada, também recebe o devido destaque.

Elemento Sobrenatural: não existe um elemento 100% sobrenatural aqui, mas, além das inúmeras personalidades que permeiam a mente de Kevin, a Besta é uma criatura quase sobre-humana que ameaça vir à tona.

Shyamalan Ator: Shyamalan não podia se conter de felicidade e no embalo aparece de novo como ator. Aqui, ele vive um técnico de segurança apaixonado pelo restaurante incorreto Hooters.

Reviravolta: Existem algumas reviravoltas com as personalidades de Kevin, como a chegada da Besta, o destino de alguns personagens e o passado trágico da menina Casey. Mas o que mais chama atenção é o elo com um certo filme de sucesso do diretor.

01 | O Sexto Sentido (The Sixth Sense, 1999)

Sinopse: um psicólogo estrela, condecorado pelo prefeito, pega seu caso mais difícil: o de um menino diferente, que à primeira vista é alvo de abuso doméstico, porém, guarda segredos sobrenaturais, além da compreensão humana.

Envolvimento: Shyamalan se tornou um astro aqui. Ele já havia dirigido dois filmes pouco significativos, mas foi com O Sexto Sentido que ganhou o mundo. O filme foi sucesso de crítica e público, e ainda recebeu 6 indicações ao Oscar, entre elas, melhor filme diretor. Além disso, consta na lista dos preferidos do grande público no site IMDB. Shyamalan cria aqui sua obra-prima, escrevendo, produzindo e dirigindo o longa.

Protagonista: Bruce Willis dá vida o Dr. Malcolm Crowe, o psicólogo e protagonista. O ator recebe uma das poucas chances de atuar de verdade em sua carreira. Mas o rouba-cenas atende pelo nome de Haley Joel Osment, então um menino de 11 anos, inclusive chegando a ser indicado ao Oscar por seu desempenho como o problemático Cole, o garoto que vê gente morta.

Elemento Sobrenatural: como dito acima, o menino Cole vê gente morta. Esse é um filme de fantasmas e assombrações, porém, um bem diferente do que imaginamos.

Shyamalan Ator: o diretor interpreta um médico que começa a desconfiar que a mãe do menino (Toni Collette) seja quem vem lhe deixando marcas roxas por todo o corpo.

Reviravolta: bem, na reviravolta mais manjada (agora) e surpreendente da história do cinema, ficamos sabendo que o psicólogo que ajudava o menino, estava também, ele mesmo, morto. Durante o filme, acompanhamos apenas seu fantasma se comunicando com o menino. Toque de gênio.

Crítica | O Culto de Chucky – Extremamente sangrento e divertido

Em uma época em que a maioria esmagadora dos vilões icônicos de nossas franquias de terror favoritas já sofreram com remakes e reboots, Chucky continua inume à tendência e segue firme com novas sequências a sua franquia original.

Grande parte disso deve-se ao envolvimento de Don Mancini, que foi responsável pelo roteiro de todos os filmes da saga do brinquedo assassino; e, à partir de O Filho de Chucky, também assumiu a cadeira de diretor. Apesar de alguns títulos mais fracos, Mancini provou que sabe como ninguém reinventar o próprio personagem, e ele acaba de fazê-lo novamente.

Na trama de O Culto de Chucky, voltamos a seguir a atormentada Nica (Fiona Dourif), que agora encontra-se internada em uma clínica psiquiátrica depois de ter sido acusada erroneamente de ter assassinado toda sua família. É claro que o Chucky não a deixaria em paz, e vai atrás da garota para mais uma rodada infernal de mortes e terror. Quando os corpos começam a se amontoar, Nica tem certeza que Chucky é responsável, mas todos os outros ao seu redor pensam que ela estar por trás dos crimes bizarros. Agora, se aproveitando da visão de mundo deturpada dos pacientes, Chucky irá acrescentar um novo nível de loucura à instituição, colorindo o branco gélido do inverno com o vermelho do sangue de suas vítimas.

Uma das coisas mais interessantes a respeito de O Culto de Chucky é que o seu roteiro consegue amarrar as pontas soltas deixadas pelo filme anterior. Muita gente, inclusive eu, ficou sem entender a questão da timeline e como o desfecho se encaixava com a cena depois dos créditos. Não se preocupem porque é tudo explicado nesta sequência, apesar de algumas coisas ainda terem ficado de fora, como o paradeiro do filho do Chucky, Glen/Glenda.

Sei que ninguém realmente quer o retorno deles, mas seria interessante um ponto final neste plot. Mancini até tentou fazer uma breve menção, mas o diálogo foi removido a pedido do estúdio. De qualquer forma, este filme não só traz uma explicação concreta sobre o filme anterior, como também consegue aproximar os antigos com os novos ao misturar os personagens de ambas gerações.

O ator Alex Vincent, que protagonizou os dois primeiros filmes da franquia na pele do atormentado Andy Barclay (o personagem também retorna no terceiro, mas foi interpretado por outro ator), retorna para ajudar o novo alvo da obsessão do Chucky, Nica.

Apesar de alguns diálogos interessantes com o Chucky, a volta do personagem parece ter sido acrescentada à trama simplesmente por fan service; em momento algum ele se torna relevante para a história.  Fiquei esperando por algo que tornasse sua participação fundamental, especialmente no terceiro ato, mas isso nunca acontece.

Mas não me levem a mal, eu adorei sua participação e mal posso esperar para que ele retorne no próximo filme da franquia. Eu só queria que ele tivesse uma ligação maior com o plot principal. E, por falar em fan service, não deixem de conferir a cena depois dos créditos; há uma nova surpresa especial para os fãs da franquia.

Esta sequência volta a investir em um tom mais sério, apesar de não deixar de lado o humor ácido do personagem principal. Chucky está mais divertido do que nunca, e tem muito mais falas do que no filme anterior. Os efeitos práticos e visuais do boneco estão muito bons, especialmente das cenas iniciais em que ele interage com o Andy. Esse também é, de longe, o filme mais violento da franquia; mortes extremamente brutais e cheias de gore, assustando até mesmo o próprio Chucky, como ele mesmo afirma em determinada cena. O roteiro faz um bom uso de sua premissa, misturando realidade e fantasia, incluindo sequências de pesadelos, que farão a audiência se perguntar se o que está acontecendo é realmente real ou não.

Não posso me aprofundar muito sobre o enredo para não estragar as surpresas, mas adianto que o Mancini foi inteligente ao introduzir novos elementos na franquia que realmente exploram novos territórios. Elementos estes que provavelmente serão fundamentais para os próximos filmes, e justificam o “culto” do título – ainda que o conceito em si não tenha sido aprofundado pelo roteiro.

O Culto de Chucky é um filme extremamente sangrento que, além de divertir, consegue introduzir um novo fôlego para a franquia, abrindo as portas para futuras sequências. Chucky nunca esteve tão divertido e diabólico, e suas falas nesta sequência estão em um perfeito equilíbrio de humor, sem tirar o “terror” da produção.

É impressionante como a franquia conseguiu se reerguer a partir de A Maldição de Chucky, e espero que o personagem ainda tenha uma vida muito longa no mercado de vídeo. Mancini já declarou seu desejo em manter a franquia viva, e se continuar entregando sequências divertidas como essa, não tenho do que reclamar.