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‘Esquadrão Suicida’: “Ayer Cut” deve ser lançado no HBO Max; Saiba mais!

Segundo o conceituado jornalista Jeremy Conrad, a Warner Bros. está considerando lançar o “Ayer Cut” de ‘Esquadrão Suicida‘ no HBO Max.

O jornalista afirma que o corte está praticamente pronto, com efeitos visuais praticamente finalizados, o que vai gerar menos custos do que o “Snyder Cut” de ‘Liga da Justiça‘.

Nas redes sociais, os fãs iniciaram a campanha #ReleaseTheAyerCut. Se forem bem sucedidos como na campanha #ReleaseTheSnyderCut, podemos em breve ter ambas as versões na HBO MAX.

Confira alguns posts da campanha #ReleaseTheAyerCut:

Ayer afirmou que não apenas o “Ayer Cut” existe, como ele já está praticamente pronto.

“Claro que existe. E está quase completo, menos alguns efeitos visuais”.

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

 

Além disso, James Gunn, diretor de ‘O Esquadrão Suicida‘, afirmou que apoia o lançamento da versão de David Ayer.

Ao ser questionado por um fã quanto ao seu apoio, Gunn revelou no Twitter que não teria problema em ver o “Ayer Cut” sendo lançado e que está de acordo com qualquer decisão que a Warner e o diretor decidam tomar:

“Eu ficaria bem com qualquer coisa que o David Ayer e a Warner queiram lançar, sem problema algum”.

A respeito veio da seguinte pergunta feita por um usuário:

“James Gunn, você seria contra o lançamento da versão do David Ayer para Esquadrão Suicida? Você acha que isso diminui o seu filme ou ajuda a aumentar o interesse, ou não tem efeito nenhum?”

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Enola Holmes’: Netflix faz acordo após ser processada por dar “sentimentos” ao Sherlock Holmes de Henry Cavill

No começo do ano, o espólio de Sir Arthur Conan Doyle, lendário escritor responsável pela criação do detetive Sherlock Holmes e de suas maravilhosas aventuras, abriu um processo contra a Netflix e contra a adaptação ‘Enola Holmes’, estrelada por Millie Bobby BrownHenry Cavill.

O streaming foi processado por dar “sentimentos” ao personagem que deve, por lei, ser “frio e calculista”.

O processo tinha originalmente como alvo a Netflix e a autora Nancy Springer (que escreveu o livro no qual o filme se baseia).

Agora, o The Hollywood Reporter informa que a Netflix chegou a um acordo e pediu o arquivamento do processo, uma vez que as partes o resolveram fora do tribunal.

Holmes é um personagem que está presente na cultura pop por mais de 130 anos e, devido à sua longevidade, faz parte do domínio público há bastante tempo – o que significa que qualquer um está livre para fazer o que quiser com as histórias. Entretanto, nem todas as histórias centradas no personagem estão, de fato, disponíveis para o público.

Alguns contos, de fato, ainda estão protegidos pelo estado por serem bastante divergentes da personalidade do protagonista, apresentando o detetive como alguém “amável”, “capaz de ter amizades”, “expressar emoções” e “respeitar mulheres”. Essas mudanças foram escritas em resposta ao momento em que Conan Doyle perdeu sua família na I Guerra Mundial, decidindo que o analítico e calculista personagem precisava crescer e deixar de ser “emotivo”.

Logo de cara, Sherlock reage com bastante frieza acerca de sua irmã mais nova, depois abraçando-a com candura e com gentileza. Esses aspectos da personalidade do detetive ainda estão protegidos pela lei e, dessa forma, não estão inclusos no domínio público – o que explica o motivo do processo.

Que louco, né?

Suspense baseado em história real da Netflix está deixando os assinantes ANGUSTIADOS

Recentemente, a Netflix adicionou ao catálogo o suspense dramático ‘Rust Creek – Águas que Corroem’, que acompanha uma estudante universitária que se perde durante uma viagem e é caçada por criminosos que acreditam que ela é uma testemunha de seus crimes.

No entanto, o que ninguém imaginava é que a trama dirigida por Jen McGowan e escrita por Julie Lipson foi baseada numa experiência real do produtor Stu Pollard.

Para quem não sabe, o filme foi inspirado num curta homônimo criado por Pollard para contar o ocorrido.

Antes do lançamento no Festival de Cinema de Bentonville de 2018, Pollard explicou que não precisou fugir de assassinos na história que serviu de base para o filme…

Mas, assim como a protagonista Sawyer Scott (Hermione Corfield), ele passou por uma jornada de sobrevivência tão dramática quanto a dela.

“Eu estava dirigindo sozinho em uma tempestade de neve em Maryland e ninguém sabia onde eu estava. Foi um momento de despertar porque, pela primeira vez, eu percebi o senso da minha própria mortalidade ao me encontrar sozinho numa nevasca. Só consegui me manter vivo com paciência enquanto esperava alguma alma solidária para me direcionar”, disse ele ao Courier Journal.

Apesar de não enfrentar bandidos armados, Pollard notou que poderia ter morrido sem que ninguém soubesse o que teria acontecido a ele.

Depois disso, ele disse passou a dar mais valor à vida e que é grato por sair com vida experiência, já que o momento serviu de inspiração para a trama deRust Creek – Águas que Corroem’.

No filme, Scott se dirigia para uma entrevista de emprego quando percebe alguns homens carregando um corpo. Na tentativa de se afastar da cena do crime, ela acaba se perdendo numa floresta do Kentucky.

Além de tentar fugir do bando de perigosos bandidos, ela terá que se defender das condições da natureza, sendo forçada a uma aliança desconfortável com um estranho solitário de intenções duvidosas.

Ao longo de 1h48 de duração, a trama é repleta de momentos de tensão e cenas angustiantes, prendendo a atenção dos espectadores e fazendo-os se envolver com o sofrimento da protagonista.

Não é à toa que o filme recebeu 84% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e ganhou o prêmio de Melhor Filme de Suspense no Festival Internacional de Cinema de San Diego de 2018.

Além disso, o título permaneceu no TOP 10 da plataforma em outros países por semanas consecutivas, segundo o PureWow.

Apesar de não ter um nome tão conhecido entre o público, Hermione Corfield (‘Missão Impossível – Nação Secreta’) consegue carregar todo o filme nas costas com um atuação extremamente convincente como uma jovem indefesa lutando por sobrevivência.

Além da estrela, ‘Águas que Corroem‘ também é estrelado por Jay Paulson (Lowell), Sean O’Bryan (O’Doyle), Micah Hauptman (Hollister), Daniel R. Hill (Buck), Jeremy Glazer (Katz), John Marshall Jones (Slattery ), Laura Guzman (Charlotte) e Jake Kidwell (Josh).

Assista ao trailer:

Comédia de zumbis com Bill Murray, Adam Driver e Tilda Swinton estreia no TOP 10 da Netflix; Mas é bom?

A Netflix lançou uma comédia de zumbis que estreou no 8º lugar entre os títulos mais assistidos do streaming, mas falhou em agradar os assinantes.

Os Mortos Não Morrem‘ (The Dead Don’t Die) tem um elenco ESTELAR que conta com Bill Murray, Adam Driver, Tilda Swinton, Chloë Sevigny, Steve Buscemi, Danny Glover, Caleb Landry Jones, Rosie Perez, Iggy Pop, Sara Driver, RZA, Carol Kane, Selena Gomez e Tom Waits.

Na trama, a rotina de uma cidadezinha de ruas tranquilas é abalada com a chegada de um grupo de zumbis. Resta a um trio de policiais acabar com esta epidemia e restaurar a paz.

Nas redes sociais, os assinantes detonaram a produção – que recebeu apenas 54% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes:

Crítica | Os Mortos Não Morrem – Sátira não acrescenta nada ao subgênero dos zumbis

O filme foi escrito e dirigido por Jim Jarmusch.

‘O Auto da Compadecida 2’: Confira o vídeo de anúncio feito por Selton Mello e Matheus Nachtergaele

Mais de vinte anos depois do sucesso que levou às telonas a peça teatral do escritor paraibano Ariano Suassuna, ‘O Auto da Compadecida‘, os atores Selton Mello e Matheus Nachtergaele se preparam para reviver Chicó e João Grilo na continuação do longa-metragem, “O Auto da Compadecida 2”.

Com estreia prevista para o ano que vem, o novo filme conta com direção de Guel Arraes, desta vez em conjunto com Flávia Lacerda.

Confira o vídeo de anúncio:

O Auto da Compadecida‘ e sua continuação refletem a celebração da cultura brasileira e colocam o cinema como espelho de um país plural e mágico em sua força criativa. A comédia dramática narra as aventuras de Chicó e João Grilo, dois amigos que vivem de golpes, enganando o povo do vilarejo onde moram.

“João Grilo e Chicó são uns presepeiros que teimam em sobreviver e, ao fazê-lo, desafiam estruturas de poder. Nada mais atual. É uma honra danada fazer parte dessa aventura que mais parece um milagre da Compadecida!”, vibra a diretora.

Para Guel Arraes, desde o lançamento de ‘O Auto da Compadecida‘ que João Grilo e Chicó pareciam querer viver novas peripécias: “Então, pedimos licença a Ariano Suassuna para dar continuidade à história desta grande amizade”, comenta.

As filmagens terão início em agosto e a dupla de atores celebra a volta ao terreno mágico de Suassuna: “Fazer o Chicó de novo é uma emoção gigante, que nunca imaginei reviver! Nosso time é de craques, faremos ‘O Auto 2’ à altura da grandeza do nosso filme do peito e celebrando a memória de Ariano Suassuna. O Brasil esperava e merecia este presente”, comemora Selton.

Filme “MAIS POLÊMICO de 2023” estreia no catálogo do Prime Video; Já assistiu?

Vendido pela própria distribuidora como “o filme mais polêmico de 2023” devido a seu conteúdo e os problemas de bastidores, Som da Liberdade (Sound of Freedom) acaba de estrear no catálogo do Amazon Prime Video.

O filme fez um sucesso absurdo tanto nas bilheterias mundiais, aonde arrecadou US$ 250,5 milhões, como no Brasil – levando quase 3 milhões de espectadores aos cinemas.

SOM DA LIBERDADE é baseado em uma história real e acompanha o ex-agente especial do Governo Americano Tim Ballard (Jim Caviezel), que embarca em uma missão arriscada para resgatar crianças vítimas de tráfico infantil. Na Colômbia, Ballard decide deixar seu cargo no Governo para seguir em busca da quadrilha em sua jornada que, agora, se torna pessoal.

Assista ao trailer:

Por que é o filme mais POLÊMICO do ano?

Silenciosamente e com o apoio de um financiamento coletivo, Som da Liberdade (Sound of Freedom) chegou a 2.852 salas de cinema dos Estados Unidos em meio ao quente verão do hemisfério norte. Disputando a atenção do público ao lado de blockbusters como Flash e Indiana Jones, o longa trazia à luz do projetor um dos assuntos mais controversos e evitados por Hollywood: O tráfico sexual de crianças.

Faturando mais de US$19 milhões em seu fim de semana de abertura, desbancando Indiana Jones e o Chamado do Destino da liderança no feriado de quatro de julho, o longa se tornou um sucesso instantâneo, mesmo sem qualquer investimento de marketing. Com um orçamento de US$14 milhões e pronto desde 2018, Sound of Freedom (dirigido por Alejandro Monteverde) pelejou para chegar às telonas e colheu os frutos de seu trabalho, surpreendendo e encantando a muitos, enquanto indigna tantos outros.

Mas porque o filme foi engavetado?

Originalmente, a 20th Century Fox seria a responsável pela distribuição do longa, que tinha lançamento pré-agendado para 2019, mesmo ano em que a Disney Company posteriormente oficializaria a aquisição da empresa.

Com a compra do estúdio, os executivos da Casa do Mickey decidiram avaliar todos os projetos já engatilhados, finalizados e com lançamentos programados, a fim de filtrar quais produções seriam viáveis para chegar ao público. Nesse processo, Sound of Freedom e outros longas foram descartados. Especula-se que a delicada temática de tráfico de crianças tenha afugentado a Disney, que não queria ter seu nome associado ao assunto.

Sem o apoio da Disney, os produtores foram atrás de outros estúdios. Após anos de rejeição, a pequena produtora Angel Studios decide comprar os direitos de distribuição em 2023, realizando um crowdfunding para arcar com os custos de lançamento. Com a ajuda de sete mil apoiadores, a empresa conseguiu levantar US$ 5 milhões.

Mas e aí, quem é Tim Ballard?

Formado em Política Internacional e fluente em espanhol, Ballard iniciou sua carreira como agente federal na tragédia do 11 de Setembro, no Centro de Operações da CIA, período em que também estudou terrorismo e armas de destruição em massa. Ele atuou como agente especial e infiltrado no Department of Homeland Security (Departamento de Segurança Nacional) operando na fronteira, rastreando traficantes de crianças e pessoas que exploravam menores de idade através da produção de material pornográfico.

Em 2006, com algumas mudanças na lei dos Estados Unidos, os agentes foram autorizados a cruzar as fronteiras para resgatar crianças que estavam sendo vítimas de abusadores americanos, ainda que os crimes não acontecessem em território nacional. Isso permitiu que Tim realizasse operações de resgate in loco, ajudando a combater o tráfico sexual de menores em uma escala mais ampla e eficaz. Anos depois, ele deixaria o serviço secreto para expandir seu trabalho em uma escala global.

E em uma entrevista recente ao psicólogo Jordan Peterson, Ballard revelou como se deu sua saída de Homeland e o que o motivou a expandir seu trabalho contra o tráfico sexual de crianças:

“Eu estava ficando atormentado, porque se eu não conseguisse achar alguma conexão com os Estados Unidos, se o caso não envolvesse uma criança americana ou um pedófilo americano, eu teria que voltar para casa. Mas a questão é que eu já havia sido exposto àquelas crianças, já havia sido exposto ao problema e isso sempre me deixava em conflito. E então, em 2012, eu me cansei de um caso específico e acabei indo mais longe do que deveria. […] Foi aí que tive uma conversa drástica com a minha esposa e disse: ‘se eu ficar aqui e completar essa operação, com ou sem meu distintivo – isso já não importava naquele momento -, eu vou conseguir fazer o trabalho e salvar crianças. Mas eu perderei meu emprego e temos seis filhos’. Isso foi um dilema moral que jamais vivi na vida”.

Com o apoio de sua esposa, Tim deixou o Departamento de Segurança Nacional e criou a Operation Underground Railroad, que trabalha em parceria com autoridades locais e realiza operações de resgate ao redor do mundo. Desde sua fundação, mais de 4.000 missões foram realizadas, resultando em mais de 6.500 prisões e 6.000 pessoas resgatadas.

Tim conspiracionista e as teorias 

2022-06-08 18:35:52 AMSTERDAM – Tim Ballard (Founder Operation Underground Railroad) during the press conference about the arrest of Nelson M. M. from Lelystad was a member of the banned pedophile association Martijn and was previously arrested in Mexico City. ANP ROBIN VAN LONKHUIJSEN netherlands out – belgium out (Photo by ROBIN VAN LONKHUIJSEN / ANP MAG / ANP via AFP)

Ao falar abertamente sobre a existência de uma extensa rede de tráfico sexual infantil, Tim Ballard foi rapidamente taxado como conspiracionista, sob alegações de que embora o crime exista, ele não teria uma dimensão tão grande. Sem qualquer tipo de comprovação e escorada em suposições políticas preguiçosas e porcamente checadas, as acusações não provadas tentam desmerecer o trabalho do ex-agente, à medida em que busca descredibilizar o longa. Para rebater as alegações, ele afirma que sua equipe registra todas as operações de resgate em vídeo. As missões também são abertas para jornalistas que queiram acompanhar de perto e fazer coberturas completas dos casos, segundo o próprio Ballard.

Uma reportagem da Vice detalhou alegações anônimas contra Ballard relacionadas à sua saída silenciosa no final de junho da O.U.R. (Operation Underground Railroad), organização que fundou para resgatar crianças vítimas de tráfico sexual.

A Vice também relatou que um funcionário da organização que viajou com Ballard em uma missão no exterior entrou com uma ação de assédio sexual contra ele.

Após a publicação do artigo, Ballard negou as acusações:

“Tal como acontece com todos os ataques ao meu caráter e integridade ao longo de muitos anos, as últimas alegações sexuais promovidas pelos tabloides são falsas”, ele afirmou. “São invenções infundadas destinadas a me destruir e destruir o movimento que construímos para acabar com o tráfico e a exploração de crianças vulneráveis. Durante meu tempo na O.U.R., desenvolvi diretrizes rígidas para mim e para nossos operadores em campo. O contato sexual era proibido e eu liderei pelo exemplo. Dada a nossa atenção meticulosa a esta questão, qualquer sugestão de contato sexual inapropriado é categoricamente falsa”. 

Mas a pergunta que não quer calar: Seria Tim um adepto da teoria extremista QAnon?

Segundo o Wikipedia, “a teoria alega haver uma cabala secreta, formada por adoradores de Satanás, pedófilos e canibais, que dirige uma rede global de tráfico sexual infantil e que esteve conspirando contra o ex-presidente Donald Trump e os seus apoiadores, durante o seu mandato. A conspiração teria sido engendrada com base num plano secreto do denominado Estado Profundo”. Supostamente, os membros da QAnon seriam adeptos ao consumo do sangue de crianças, como uma fonte da juventude.

Ao ser questionado a respeito do assunto pelo psicólogo Jordan Peterson, Ballard foi categórico ao negar qualquer envolvimento:

“Há anos nós temos condenado a maioria do que vemos ser teorias da conspiração. Eles gostam de me vincular ao movimento QAnon. Talvez haja alguma verdade lá, mas há muitas mentiras em cima disso. Então o nosso ‘perguntas frequentes’ refutam isso imediatamente, pois é uma tentativa de descreditar o movimento. Eu vou ainda mais longe e acho que algumas pessoas não querem que isso [tráfico sexual infantil] seja de conhecimento público e são responsáveis por algumas das teorias da conspiração para descreditar o movimento. E eles vão longe demais”.

Ao ser abordado sobre a famigerada teoria de que celebridades bebem sangue de crianças como fonte da juventude, Tim desmistificou o assunto e condenou a conexão ao grupo QAnon:

“Existe algo chamado adrenochrome, em que eles tomam sangue de crianças. Eu já expliquei minha experiência com isso no oeste da África e vimos isso em diversas partes do continente africano e é bem real. Nessa doutrina bruxa, eles sequestram essas crianças, tiram seus órgãos, seu sangue e o bebem. Eles tiram as genitálias das crianças e penduram no topo de seus comércios, achando que os deuses das sombras os abençoarão. Essas coisas são reais. Mas quando digo isso, eles conectam a algo que alguém do QAnon falou a respeito de alguma celebridade estar fazendo isso também, mas não há evidência para atestar isso. Eles fazem uma falsa conexão conosco”.

Sucesso de bilheteria…com números inflados?

Muitas pessoas foram aos cinemas e alegaram que as sessões estavam todas vendidas, mas as salas estavam vazias.

Assista a matéria:

‘Duna: A Profecia’ não terá apenas uma temporada: “Essa é uma jornada de várias temporadas”

Após o sucesso de ‘Duna: Parte 2′, os fãs da franquia estão ansiosos pela chegada de Duna: A Profecia’, série da MAX que expandirá o universo da saga.

E a expectativa é tão grande que mais temporadas já estão sendo planejadas, revelou a showrunner e produtora executiva Alison Schapker ao Collider.

“Isso mesmo. Temos planos dentro de planos em todos os sentidos, medidos em séculos. Não, quero dizer, temos. Não será nenhuma novidade que nosso show é centrado nas Bene Gesserit, mas quando elas são chamadas de Irmandade, então estamos nesse tipo de organização incipiente, e então como elas se tornam as Bene Gesserit? Essa é uma jornada de várias temporadas para se estar, e essa é a história que queremos contar.”, ela afirmou.

Além disso, o produtor executivo Jordan Goldberg confirmou à Empire que a série está absolutamente “no mesmo universo” dos filmes de Denis Villeneuve.

“Sentimos que precisamos seguir a essência do que Denis fez. Ele definiu o tom”, declarou o produtor.  

Confira o trailer, junto às imagens inéditas:

A produção se passará 10.000 anos antes do nascimento de Paul Atreides e chega à plataforma de streaming no dia 17 de novembro.

“Ambientada no universo expansivo de ‘Duna’, criado pelo aclamado autor Frank Herbert, e 10.000 anos antes da ascensão de Paul Atreides, ‘Dune: Prophecy’ segue duas irmãs Harkonnen enquanto combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem o seita lendária que se tornará conhecida como as Bene Gesserit.”

A série conta com um elenco estelar que inclui Emily Watson, Olivia Williams, Travis Fimmel, Johdi May, Mark Strong, Sarah-Sofie Boussnina, Josh Heuston, Chloe Lea, Jade Anouka, Faoileann Cunningham, Edward Davis, Aoife Hinds, Chris Mason e Shalom Brune-Franklin.

Alison Schapker serve como showrunner e produtora executiva da série, com Diane Ademu-John atuando como co-desenvolvedora e produtora executiva. Anna Foerster também é produtora executiva e dirigiu o primeiro episódio.

Crítica | ‘Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria’ é urgente, CRUEL e necessário… [Festival do Rio]

Conhecida por seu faro para histórias fora do convencional, a produtora A24 mais uma vez entrega uma obra que desafia os limites do drama psicológico com ‘Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria‘ (If I Had Legs I’d Kick You), que merecidamente ganhou o Urso de Prata de Melhor Performance para Rose Byrne.

Em um mercado saturado de fórmulas, a A24 mantém sua tradição de investir em narrativas ousadas, viscerais e… humanas. Rose Byrne entrega uma atuação simplesmente brilhante nesse filme que causa diversas sensações enquanto você o assiste, e o desespero é uma delas.

Byrne já se provou uma atriz brilhante, transitando com maestria entre o humor ácido de ‘Damages‘ e a leveza de comédias como ‘Vizinhos‘, mas aqui ela mergulha fundo no caos interno de uma mãe à beira de um ataque de nervos. Sua performance é ao mesmo tempo frágil e explosiva, carregando a narrativa nas costas com uma entrega que raramente se vê com tamanha autenticidade. A atriz consegue transpor todo o desespero da personagem de maneira angustiante, nos levando para uma jornada tenebrosamente sufocante.

A trama acomapanha Linda (Rose Byrne), uma mãe que enfrenta uma crise de vida após a doença de sua filha, a ausência do marido e o desmoronamento de sua casa, forçando-a a viver num motel e a lidar com isolamento e desespero para resolver seus problemas.

A protagonista é deixada sozinha, sem apoio emocional ou familiar, enquanto tenta sobreviver a uma rotina que sufoca. A sensação de abandono é palpável, e o roteiro não faz concessões ao conforto: não há alívio, não há válvula de escape. A câmera, muitas vezes colada ao rosto de Byrne, amplifica o sentimento de claustrofobia e mergulha o espectador diretamente em sua ansiedade crescente.

O elenco ainda tem atuações inspiradas de Conan O’Brien e A$AP Rocky.

O grande mérito do roteiro é não se deixar cair na monotonia da dor. Entre acessos de raiva, crises de choro e tentativas frustradas de manter a sanidade, surgem momentos de humor inesperado, quase como soluços de humanidade em meio ao desespero. Essa dose precisa de humor agridoce não alivia o peso da narrativa, mas a torna ainda mais real.

Com uma direção que não tem medo de incomodar, ‘Se Eu Tivesse Pernas, Te Chutaria‘ é urgente, cruel e necessário. Ao abordar a saúde mental com tamanha franqueza, sem romantização, o filme grita por empatia em um mundo que ainda insiste em silenciar mães exaustas.

No fim, o que fica é o desconforto. Talvez essa seja a maior virtude do filme. Ele não quer agradar. Quer provocar. E consegue. Que sufoco!

Crítica | Os Quatro Paralamas – A arte de viver da fé no que acreditam

Amigos de quase toda uma vida, uma das maiores bandas da história da música brasileira, em Os Quatro Paralamas, documentário disponível no catálogo da Netflix, temos a chance de acompanhar bem de perto, ao longo de um pouco mais de 90 minutos, entrevistas atuais, muitos vídeos de arquivo do diretor Roberto Berliner, fotos aos montes, lembranças de uma história que andou em paralelo com todas as mudanças sociais e políticas de nosso país. Exibido no Festival É Tudo Verdade de 2020, o documentário nos mostra em meio a muito papo, reflexões sobre a vida, desses paralamas, que passaram mais tempo juntos do que com as próprias famílias.

Selvagem, Vital e sua moto, meu erro, alagados, Bora Bora, Trac-Trac…inúmeros sucessos em versões de registro de ao vivos fantásticos que somente quem viveu sabe mensurar fazem parte dessa trajetória fílmica que nos mostra a simplicidade das reuniões dos amigos e colegas de trabalho que sempre viam na música uma saída importante para dizer o que sentem, o que veem, o que pensam. Mas você deve estar pensando, mas a banda não tem somente três integrantes? O quarto elemento é um afigura muito importante, Zé, o primeiro e único empresário da banda, amigo de Hebert desde o início dos tempos de faculdade.

Passando quase que na superfície pela estrutura política de todas as décadas de existência da banda, há a curiosa menção de que eles durante o tempo de Collor e as reformas que afundaram o Brasil os Paralamas do Sucesso faziam mais shows na Argentina do que no próprio país. Sobre a chegada do sucesso, importante ponto é mencionado, o emblemático show do Rock in Rio, quase um divisor de águas na carreira dessa banda amada por todos os brasileiros.

Se o seu mundo for o mundo inteiro, sua vida, seu amor, seu lar, deixe tudo que for verdadeiro e tudo que não for passar. Já caminhando pro arco final, o momento mais triste dessa trajetória dos quatro paralamas, o acidente de avião que levou embora Lucy, a esposa de Hebert, e deixou esse último com muitas sequelas. São emocionantes os relatos que vemos além da força que precisaram ter para continuar, se segurando no que mais amam: a música.

Pequenas Criaturas: o filme imperdível da Mostra de Cinema de Tiradentes 2026!

Está chegando a hora de começar o primeiro festival de cinema no Brasil – e estamos ansiosos! Com uma programação maravilhosa, que reúne cerca de 140 filmes, a Mostra de Cinema de Tiradentes 2026 promete ser um dos festivais de cinema mais impactantes deste ano! De 23 a 31 e janeiro, o público que estiver na histórica cidade mineira poderá conferir um recorte profundo e importante do nosso cinema.

A atriz Bruna Linzmeyer foi a grande homenageada na edição 2025 da Mostra de Cinema de Tiradentes. Foto Leo Lara/Universo Produção
A atriz Bruna Linzmeyer foi a grande homenageada na edição 2025 da Mostra de Cinema de Tiradentes. Foto Leo Lara/Universo Produção

Em meio a essa vasta lista, que inclui muitos filmes inéditos, uma obra se destaca. Vencedor do principal prêmio da última edição do Festival do Rio e ainda inédito no circuito exibidor, o longa-metragem Pequenas Criaturas, escrito e dirigido por Anne Pinheiro Guimarães é um projeto encantador que busca a comunicação com o público através de um roteiro envolvente, com personagens complexos e fascinantes, reunindo fragmentos de uma família dentro de recortes geracionais que se entrelaçam pelas amarguras do presente.

Ambientada numa Brasília de quase quarenta anos atrás, conhecemos Helena (Carolina Dieckmann) e seus dois filhos – uma criança e um adolescente – que chegam à capital do Brasil e se mudam para um prédio numa região central. Frustrada pela partida do marido, que logo viaja a negócios, ela se vê perdida e aflita, enquanto marcas do passado e inesperadas aventuras do presente se chocam, nos levando a um recorte cheio de conflitos, não só pra ela, mas para seus dois filhos.

Sob os três olhares desse núcleo familiar, as amarguras do presente logo se chocam com o acaso e o inusitado. A solidão, as perdas, os medos, os perigos, as travessuras, o cuidar, a vida e a morte, se tornam elementos jogados em uma tempestade de sensações que nos entrega uma obra atemporal, vibrante e capaz de deixar marcas em nossos corações.

Este é o segundo longa-metragem como diretora de Anne Pinheiro Guimarães. Em 2022 co-dirigiu o filme Transe, ao lado de Carolina Jabor. A cineasta reside em Los Angeles, é membro da WGA (sindicato dos roteiristas americanos) e, entre alguns outros trabalhos no mundo do cinema, realizou há 20 anos o curta-metragem Desejo, que traz no elenco Roberta Rodrigues, Lázaro Ramos e Wagner Moura.

Curta-metragem 'Desejo', de Anne Pinheiro Guimarães
Curta-metragem ‘Desejo’, de Anne Pinheiro Guimarães

Para quem estiver em Tiradentes durante o festival, Pequenas Criaturas será exibido domingo, dia 25 de janeiro, às 21:00, no Cine Petrobras na Praça.

Cine Petrobras na Praça. Foto Leo Lara/Universo Produção
Cine Petrobras na Praça. Foto Leo Lara/Universo Produção

O Cinepop vai realizar a cobertura da Mostra de Cinema de Tiradentes 2026. Acompanhem tudo pelas nossas redes sociais e aqui no site.

Por que ‘Esquadrão Suicida’, de David Ayer, é tão odiado?

O Esquadrão Suicida estreou no streaming no Brasil e já é considerado um dos melhores filmes de entretenimento do ano. Dono de 93% de aprovação dos críticos, a superprodução da DC (Warner) tem comando de James Gunn (Guardiões da Galáxia), um dos grandes nomes do gênero na atualidade. Os não escolados no universo de heróis de quadrinhos podem até lembrar que já ouviram este título antes no cinema, e não estão errados. É claro que todo o resto do mundo sabe muito bem o que foi Esquadrão Suicida (sem o uso do artigo “o”).

A badalação criada pelo novo filme de James Gunn já havia sido experimentada sobre o mesmo tema há exatos cinco anos no passado – ou seja, tempo insuficiente para criar uma nova geração. Lançado no início de agosto de 2016 (dia 4 no Brasil e 5 nos EUA em grande circuito), Esquadrão Suicida era a promessa de um verdadeiro fenômeno cultural pop. E em partes o foi. Mas não da maneira esperada. É seguro dizer que ninguém, nem os fãs, tampouco os envolvidos com o projeto esperavam o backlash (o famoso tiro pela culatra) que a produção sofreria após seu lançamento – primordialmente devido à incisivas críticas ruins dos maiores e mais prestigiados veículos especializados, que destroçaram o longa, por falta de palavra melhor.

Veja que disparidade: enquanto o novo O Esquadrão Suicida (de James Gunn) angariou os exemplares 96% de aprovação, seu predecessor, fazendo uso do mesmo material em mãos, amargou irrisórios 26% de aprovações com a mesma imprensa cinco anos antes. O que podemos perceber com isso não é a superioridade ou gênio de um cineasta sobre outro, mas sim o aprendizado de um grande estúdio como a Warner no que diz respeito à interferência na visão de um artista para sua obra. Cinco anos se passaram e a mesma Warner cedeu à pressão dos fãs por um Snydercut, a versão planejada por Zack Snyder para sua Liga da Justiça. E a empresa igualmente parece ter dado total liberdade ao diretor James Gunn, que também assina o roteiro, para que entregasse o filme que planejava.

É preciso ter em mente que há cinco anos, a Warner se via desesperada para engatar um universo cinematográfico nos moldes do que a Marvel vinha fazendo. Assim, todos os filmes da DC no período ficariam estigmatizados como produções esquizofrênicas mais preocupadas em tecer ligações entre seus filmes do que criar uma obra coerente com começo, meio e fim. A pressão embutida nos cineastas era tamanha que muitas vezes eles tinham seus filmes “sequestrados” pelos executivos, com profissionais chamados às pressas – e não envolvidos com a produção do filme – para dar seu pitaco e reeditar tais obras. Foi o caso com Esquadrão Suicida (2016), que teve sua versão final editada pela empresa Trailer Park, Inc., responsável pela edição do trailer do filme – aquele com a música do Queen que fez muito sucesso e despertou em todos o interesse imediato pelo produto.

O mundo é um lugar injusto, e no mundo do cinema a competição é visceral. Promessas e sonhos podem ser dilacerados instantaneamente. A carreira de um artista, hoje com o advento da mídia na ponta do dedo de cada espectador, pode ir pelo ralo com apenas um deslize. É devastador pensar no tempo e a dedicação que profissionais aplicam a uma determinada obra e quando o resultado surge, se não agradar é necessário encontrar alguém para culpar. David Ayer foi o diretor de Esquadrão Suicida (2016), então um cineasta estabelecido, tendo trabalhos badalados tanto como roteirista (Velozes e Furiosos / Dia de Treinamento) quanto na direção (Marcados para Morrer / Corações de Ferro).

O novo O Esquadrão Suicida (2021) se beneficiou em partes pelo hype comedido em relação ao longa, que nem de longe se compara ao que foi alcançado com o filme de Ayer em 2016. Há cinco anos, nada no estilo havia sido feito antes, com o filme então sendo o primeiro a se concentrar em vilões como protagonistas ao invés dos heróis. O tal trailer contendo a canção do Queen gerou mais visualizações, por exemplo, do que ambos do que era o maior filme da casa para aquele ano: Batman vs Superman, lançado em março de 2016. De fato, uma das promessas sobre Esquadrão Suicida é que iria fazer pelos personagens secundários da DC o que Guardiões da Galáxia havia feito pelos da Marvel dois anos antes. Ou seja, transformá-los em ícones pop. E aí está uma coincidente ligação com James Gunn.

É preciso levar em conta também que Esquadrão Suicida seguia a recepção mais do que morna que o citado Batman vs. Superman havia recebido da mídia especializada (com 28% de aprovação). Mesmo assim, bastava uma olhada no trailer do filme de Ayer para todos ganharem muita confiança em relação ao longa. Não existe uma pessoa sequer que não tenha sido “enganada” pela prévia mais legal dos últimos anos. O problema foi que depois de termos assistido ao filme, percebíamos que o trailer era mais interessante e melhor. O hype, no entanto, havia sido gerado bem antes, com a revelação do elenco, com a divulgação das imagens dos atores caracterizados como seus personagens. Esquadrão Suicida contou com um dos melhores grupos de atores dos últimos anos, daquele tipo que não acreditamos que tenham conseguido reunir tanta gente boa num único projeto.

Em especial quatro nomes chamavam muita atenção na frente das câmeras. Will Smith, um dos maiores astros de Hollywood, adentrava pela primeira vez nos chamados “filmes de super-heróis”, aceitando um papel que estava muito longe de personagens como Batman, Superman ou qualquer outra figura encapuzada famosa. No filme ele era o bandido Pistoleiro, vilão B da galeria da editora. Sua participação demonstrava a confiança do ator no projeto e numa dinâmica ensamble (termo usado para quando não temos apenas um protagonista dentro da história). Na cola de Smith chegava Margot Robbie, jovem atriz australiana que havia sido revelada como furacão em O Lobo de Wall Street (2013) e aqui repetia a dobradinha com Smith de Golpe Duplo (2015). Robbie ganhava o papel de sua carreira na pele da Arlequina.

Viola Davis já nesta época vinha sendo considerada uma grande intérprete de pura representatividade. Ela havia sido indicada ao Oscar por Histórias Cruzadas (2011), na TV era celebrada na série How to Get Away With Murder (2014-2020) e no mesmo ano ganharia o Oscar por Um Limite Entre Nós. Davis era a escolha perfeita para a fria e calculista Amanda Waller, chefe de uma agência secreta do governo. Fechando o quarteto principal, o excêntrico Jared Leto havia dado um tempo de sua carreira como ator até retornar para sua vitória no Oscar em Clube de Compras Dallas (2013). Sua performance e sua vitória no filme citado o levaram ao papel do psicopata Coringa, um dos maiores vilões da cultura pop. Do filme citado até Esquadrão Suicida foram mais três anos para o ator.

Algumas caracterizações acertaram o alvo, como a de Robbie e Davis, outras se tornaram escolhas duvidosas e controversas, como a de Leto. Seja como for, houve um incrível empenho de todos os atores envolvidos. Todos se entregaram aos papeis, aprendendo lutas, se exercitando, se desafiando, aprendendo a usar armas, técnicas de combate. Robbie aprendeu a andar no trapézio e técnicas de circo. Smith se dedicou com fuzileiros reais. Foram meses de estudos nos mais variados âmbitos da parte de todos os atores. Cara Delevingne, por exemplo, contratada para o papel da feiticeira Magia sem que existisse um roteiro ainda, foi recomendada pelo diretor que andasse nua à luz da lua e sentisse a lama em seus pés descalços – como forma de se preparar para a personagem. Coisa que a modelo e atriz levou à risca.

Margot Robbie aprendeu a arte da tatuagem, já que sua personagem tem o corpo coberto pelos desenhos na pele. O elenco se tornou tão unido que uma forte amizade surgiu entre eles, as fotos divulgadas e tudo que cercava a produção fazia questão de enfatizar este clima de camaradagem, como há muito não se via numa produção deste porte. Era a forma de todos atestarem um envolvimento genuíno além de seu contracheque ao fim do trabalho. A conexão foi tão forte, com o elenco acreditando tanto no projeto, que todos fizeram tatuagens (a maioria feita por Robbie) em seus corpos com os dizeres “SKWAD”, uma gíria na forma de escrever a palavra Esquadrão em inglês. É claro que os relatos mais polêmicos vieram do ator do método Leto que, entre outras coisas, incorporou a persona do Coringa, só queria ser chamado pelo personagem e enviou presentes para lá de bizarros (como ratos) para seus colegas de cena.

A pressão em relação ao projeto já acontecia antes de seu lançamento, com Margot Robbie admitindo ter recebido ameaças de morte por ter aceitado o papel, vindas da parte de “fãs” alucinados e ter percebido a partir daí a dimensão do projeto em que se envolvia. Com o lançamento do filme, a pressão foi outra, mais real e substancial. David Ayer escreveu algumas vezes de forma aberta em suas redes e para a mídia sobre a decepção de ter se dedicado tanto e sua obra não ter agradado. Ayer disse também que faria muitas coisas diferente se pudesse ter uma nova chance – grande parte do seu filme foi retalhada e a construção dos personagens (um número significativo em tela) terminou comprometida pelos cortes, com muitas cenas gravadas não utilizadas no produto final. Sendo o Coringa de Leto um dos que mais sofreram na versão que foi aos cinemas.

Esquadrão Suicida (2016) custou aos cofres da Warner US$175 milhões e recuperou quase tudo em seu fim de semana de estreia na América do Norte, com US$133 milhões em caixa. Foram US$325 milhões em bilheteria no seu território e US$746 milhões ao total no mundo – o que garantiu ao filme um sucesso financeiro. Junte a isso uma vitória no Oscar (na categoria de maquiagem), tornando o longa o quarto filme do subgênero a possuir tal honraria. Não deixa de ser um fato muito curioso Esquadrão Suicida ser o filme “odiado” mais bem sucedido dos últimos anos. O “fracasso”, porém, não passou despercebido pelos mesmos executivos que trataram de afastar Ayer do projeto Sereias de Gotham, seu próximo passo dentro deste universo.

Além de Ayer, um dos que mais sentiram o golpe foi o astro Will Smith, que tratou de se manter longe da continuação de Gunn (e deve estar arrependido agora). Entre mortos e feridos, Margot Robbie foi a que mais lucrou na história (isto é, desconsiderando as ameaças de morte). Arlequina a transformou uma estrela internacional aos 25 anos. A personagem (e Robbie) ganhou filme solo ano passado (Aves de Rapina) e novamente é chamariz em O Esquadrão Suicida (2021), além de ter se tornado, ela, o fenômeno pop que Esquadrão Suicida (2016) planejava ser. Todas as atenções no filme foram para a personagem e a atriz, garantindo extrema popularidade nas mais variadas mídias. Hoje, até quem não assistiu ao filme sabe da Arlequina.

David Ayer, cinco anos passados e com a poeira tendo baixado, começa a falar em sua versão do filme, querendo seguir pelo caminho do Snydercut. Agora com a propriedade nas mãos de outro cineasta, pode ser que o estúdio considere que esse “barco já partiu”. Isso é, a não ser que os fãs comessem a se mexer nesta direção.

‘On My Block’ é renovada para 2ª temporada pela Netflix

Quatro semanas após da estreia da primeira temporada, ‘On My Block‘ está oficialmente renovada para o segundo ano.

A série é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.

A dramédia romântica da Netflix é estrelada por Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

A 2ª temporada deve estrear em 2019.

‘Alita: Anjo de Combate’ ganha novo cartaz belíssimo; Confira!

Alita: Anjo de Combate‘ ganhou um novo cartaz belíssimo.

Confira:

Dirigido por Robert Rodriguez (‘Sin City‘), com roteiro e produção de James Cameron (‘Avatar‘), o longa é baseado no mangá Battle Angel Alita.

Quando Alita (Rosa Salazar) desperta sem memória de quem ela é em um mundo futuro que ela não reconhece, é levada por Ido (Christoph Waltz), um médico compassivo que percebe que em algum lugar nesta casca de ciborgue abandonada está o coração e alma de uma jovem mulher com um passado extraordinário. Enquanto Alita aprende a navegar sua nova vida e as ruas traiçoeiras da Cidade de Ferro, Ido tenta protegê-la de sua misteriosa história, enquanto seu novo amigo de rua Hugo (Keean Johnson) oferece ajuda para recuperar suas memórias. Mas é somente quando as forças mortais e corruptas que controlam a cidade vêm atrás de Alita que ela descobre uma pista de seu passado – ela tem habilidades únicas de combate que os que estão no poder não conseguem controlar. Se ela puder ficar fora de seu alcance, pode ser a chave para salvar seus amigos, sua família e o mundo que ela está amando.

Rosa Salazar estrela como a personagem título. O elenco ainda inclui Jennifer Connelly, Eiza González, Christoph Waltz, Mahershala Ali, Michelle Rodriguez Jackie Earle Haley.

O filme chega aos cinemas nacionais em 14 de fevereiro de 2019.

‘Batwoman’: Vilã é destaque em novo teaser; Assista!

A CW divulgou um novo teaser de ‘Batwoman‘, estrelada pela Ruby Rose, destacando a vilã da série, interpretada pela Rachel Skarsten.

Confira, com o trailer completo:

A série faz parte do Arrowverse, e sua personagem principal foi apresentada durante o crossover Elseworlds.

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco ainda conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Nicole Kang, Camrus Johnson, Rachel Skarsten e Nicole Kang.

A série irá estrear no dia 6 de outubro, na CW.

 

Jovens se apaixonam no trailer de ‘Três Metros Acima do Céu’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer da sua nova série italiana, intitulada ‘Três Metros Acima do Céu‘, que já está disponível no catálogo do serviço de streaming.

Confira o trailer:

Dois jovens de mundos bem diferentes se apaixonam durante o verão italiano à beira do mar Adriático. Eles são jovens, bonitos e cheios de sonhos, em busca da sua identidade, do amor e de quem realmente são.

A produção é baseada nos romances de Federico Moccia.

‘Invocação do Mal 3’: Patrick Wilson e Vera Farmiga na primeira cena oficial da sequência; Confira!

A Warner Bros. divulgou um vídeo com a prévia dos seus próximos lançamentos, que traz a primeira cena da sequência ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘.

Na marca dos 16 segundos, Patrick Wilson e Vera Farmiga aparecem aceitando um novo caso. “Como podemos ajudar?”, o personagem Ed Warren pergunta.

Confira:

O longa chegará aos cinemas dos EUA e à HBO Max no dia 4 de junho. No Brasil, permanece agendado para o dia 3 de junho.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será baseado mais uma vez em um dos casos reais solucionados por Ed e Lorraine Warren.

Dessa vez, não veremos uma casa mal-assombrada como nos dois primeiros filmes, e sim um dos casos mais assustadores e POLÊMICOS da história: a possessão demoníaca do jovem Arne Cheyenne Johnson, no caso conhecido como O Julgamento do Demônio Assassino/O Diabo Me Fez Fazer. 

Confira a descrição do trailer:

O vídeo começa falando sobre o caso de um homem que esfaqueou vinte e uma vezes um colega em um canil e foi inocentado alegando uma possessão demoníaca. Os juízes chamaram dois peritos para estudarem o caso: Ed e Lorraine Warren. Vemos os dois recebendo uma ligação e viajando para uma cidade, aonde entram em um necrotério com um corpo carbonizado. A cena é aterrorizante. Quando Lorraine toca no defunto, as luzes se apagam e uma entidade assustadora surge em uma cena extremamente aterrorizante! O clima parece ser tão assustador quanto os primeiros filmes.

James Wan não retornará para a direção; Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona‘) assume em seu lugar.

‘Hit & Run’ é CANCELADA pela Netflix após uma temporada

De acordo com o Deadline, a Netflix cancelou oficialmente a série de suspense ‘Hit & Run‘ depois de apenas uma temporada.

Infelizmente, a primeira temporada terminou com um desfecho aberto e incompleto.

Na trama, o amor incondicional de um homem o leva a embarcar numa jornada sombria em busca da verdade sobre o assassinato de sua esposa.

O elenco conta com Lior Raz, Gregg Henry, Igal Naor, David Anthony Buglione e David Shumbris.

‘Horizon Zero Dawn’: Netflix está desenvolvendo série baseada no jogo

De acordo com o Deadline, a Netflix está desenvolvendo uma série baseada em ‘Horizon Zero Dawn‘, popular jogo pós-apocalíptico do PlayStation.

O site afirma que o projeto ainda está nos estágios iniciais.

Desenvolvido pela Guerilla Games, o jogo é ambientado em um universo pós-apocalíptico habitado por criaturas robóticas, conhecidas como Máquinas, de vários tamanhos e ameaças. A trama gira em torno de uma caçadora ambiciosa chamada Aloy, que busca descobrir o que aconteceu no passado.

Lançado em 2017, o primeiro jogo recebeu diversas indicações em premiações, incluindo Jogo do Ano, Melhor Narrativa e Melhor Direção no The Game Awards.

A sequência, ‘Horizon Forbidden West‘, foi lançada no começo deste ano, para PlayStation 4 e PlayStation 5.

Novas informações sobre a adaptação devem ser divulgadas em breve.

‘DOM’ é renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada

De acordo com o Variety, a série brasileira ‘DOM‘ será finalizada na 3ª temporada.

Com as filmagens já iniciadas, o ciclo final será dirigido por Adrian Teijido (‘Narcos’) e Vellas. Em entrevista ao site, o cineasta Vellas comentou sobre o que podemos esperar da última temporada:

“O ciclo final será ainda mais grandioso. Todos os episódios terão um grande impacto, além de todo drama, história e tudo mais. Nós tentamos desenvolver algo com muita energia e cenas de ação enquanto contamos nossa história. Acredito que todos ficarão impressionados com o final da série.”

Vale lembrar que a 2ª temporada estreará no dia 17 de março.

Após os eventos finais do primeiro ciclo, Pedro Dom (Gabriel Leone) vai parar na cadeia, Jasmin (Raquel Villar) está grávida e Victor (Flávio Tolezani) acredita que, dessa vez, pode nunca mais reencontrar seu filho.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A trama gira em torno de Victor, um policial que dedicou sua vida à guerra contra as drogas, e de seu filho, Pedro, um dependente químico que se tornou um dos maiores criminosos do Rio de Janeiro.

O elenco conta com Gabriel Leone, Flavio Tolezani, Filipe Bragança, Raquel Villar, Isabella Santoni, Ramon Francisco, Digão Ribeiro, Fabio Lago, Julia Konrad e André Mattos.

‘Wonka’ ultrapassa US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais

Wonka‘ continua cativando o público neste final de ano! A pré-sequência ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 250 milhões nas bilheterias mundiais.

Em menos de três semanas, o longa entrou para o TOP 20 das maiores arrecadações do ano, desbancando blockbusters como ‘Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘ (US$208.1M) e ‘As Marvels‘ (US$205M).

Nos EUA, a produção já arrecadou US$ 83.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 171.3 milhões – totalizando US$ 254.8 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o filme estrelado por Timothée Chalamet (‘Duna’) arrecadou sólidos US$ 39 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas. Para termos de comparação, musicais clássicos como ‘Mamma Mia!‘ e ‘Hairspray‘ estrearam com US$ 27.7 milhões e US$ 27.8 milhões no país, respectivamente.

Após uma sucessão de fracassos do gênero – ‘Em um Bairro de Nova York‘ ($11.5M), ‘Amor, Sublime Amor‘ ($10.5M) e ‘Querido Evan Hansen‘ ($7.4M) –, ‘Wonka‘ está se tornando o retorno triunfante dos musicais nas telonas.

Confira nossa crítica:

Além de Chalamet, o elenco conta com Hugh GrantKeegan Michael-KeyTom DavisSimon FarnabyKobna Holdbrook-SmithMathew BayntonJim CarterRich FulcherOlivia ColmanSally Hawkins e Rowan Atkinson.

 

Influencers são ASSASSINADOS no trailer do terror ‘Reality de Horror’; Confira!

A PlayArte divulgou o trailer nacional do terror ‘Reality de Horror: Influencers em Pânico‘.

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro.

Reality de Horror é a versão assustadora de um Reality com famosos influenciadores que ficam juntos confinados em uma mansão em Los Angeles. O programa mostra o dia a dia dos jovens ricos e famosos. Inesperadamente o líder da casa, Mario, morre misteriosamente. Um ano depois, uma nova influenciadora, Amanda, é convidada a entrar na casa, e um novo fato passa a assombrar a todos. No aniversário da morte de Mario, o grupo perde o controle da casa e os influenciadores começam a morrer um a um.

O elenco conta com Kara Royster, Pedro Correa, Ciera Angelia, Chris O’Neal, Cassandra Scerbo, Nathan Ansermet, Rafael Cebrián, Dalton Ell, Isabella Genovese, Dallas Hart, Jessy Holen, Kyle Matthew, Motoki Maxted e Maya Mohaupt.

Dame Pierre e Mike Ware são responsáveis pela direção.

‘Stream 2’: Sequência do TERROR está em desenvolvimento

De acordo com o Bloody Disgusting, uma sequência para o terror ‘Stream‘ está oficialmente em desenvolvimento.

David Howard Thornton, que dá vida ao psicótico palhaço Art na franquia ‘Terrifier‘, reprisará seu papel do primeiro filme.

Michael Leavy retornará à direção.

A continuação irá “explorar os temas apresentados no primeiro filme e se aprofundar no esquema do jogo doentio de vida e morte”.

Confira o primeiro cartaz e siga o CinePOP no Youtube:

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“‘Stream’ sempre foi criado para ser uma carta de amor à comunidade do terror. Desde o seu lançamento nos cinemas, a reação dos fãs foi incrivelmente positiva e a recepção ganhou ainda mais força com 95% de aprovação no Rotten Tomatoes. É por isso que precisávamos dar ao público o que eles querem… mais sangue,” declarou o cineasta.

No longa original, em busca de reaproximar a família, Roy e Elaine Keenan decidem recrear antigas férias em um hotel tranquilo. O que deveria ser um fim de semana relaxante se torna um pesadelo quando quatro assassinos transformam sua estadia em um jogo mortal.

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Kevin Williamson NÃO irá dirigir ‘Pânico 8’

Em entrevista ao Hello Sidney, Kevin Williamson confirmou que não planeja retornar à direção da sequência ‘Pânico 8‘.

O cineasta, que só havia comandado um único longa-metragem antes de dirigir o sétimo capítulo da franquia que ele ajudou a criar, revelou que só assumiu a posição após um pedido pessoal da Neve Campbell (‘Jovens Bruxas’). “Ela pediu e eu vim correndo,” declarou.

“É ótimo fazer parte da família ‘Pânico’, mas isso não significa que eu tenha que estar sempre em evidência. Nem sempre preciso escrever ou dirigir. Outras pessoas podem assumir o comando.”

Sucesso nos cinemas, ‘Pânico 7‘ já arrecadou quase US$ 150 milhões mundialmente.

Em menos de duas semanas, o novo filme já superou a bilheteria total de ‘Pânico 4‘ e ‘Pânico‘ (2022), tornando-se a quinta maior arrecadação da franquia.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

Além disso, o sétimo filme recebeu uma nota B- do público no CinemaScore. Apesar de ser a menor média de aprovação da franquia (ao lado de ‘Pânico 4‘), a nota não está muito longe da maior (B+), alcançada pelo longa original, sua primeira sequência e os dois capítulos estrelados pela Melissa Barrera e Jenna Ortega.

Os críticos, por outro lado, não parecem ter gostado muito da sequência – que permanece como a pior média de aprovação da saga no Rotten Tomatoes, com apenas 34%.

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Pânico 7‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Emma Stone, Nicholas Hoult e Rachel Weisz terminam de filmar ‘The Favourite’

A produção ‘The Favourite’, dirigida pelo cineasta cult Yorgos Lanthimos (‘O Lagosta‘), encerrou as filmagens nesta segunda-feira (15).

O drama conta a história da última monarca da família britânica Stuart, a Rainha Anne, que reinou entre os anos de 1702 e 1707.

Roteirizado por Deborah Davis e Tony McNamara, ‘The Favourite’ traz a atriz Olivia Colman no papel da Rainha Anne.

Rachel Weisz viverá Sarah, a Duquesa de Marlborough, uma das confidentes mais próximas da majestade, enquanto Emma Stone interpretará Abigail Masham, uma parente distante de Sarah extremamente pobre que subitamente consegue uma posição na corte que a coloca perto da Rainha, gerando uma inversão de poderes e conflitos entre as duas. Nicolas Hoult será Robert Harley, que serviu durante o reinado de Anne como Senhor do Alto Tesouro.

 

Russell Crowe leiloa coleção de itens de filmes como ‘Gladiador’ e ‘Os Miseráveis’

O veterano Russell Crowe está leiloando mais de 200 itens da sua vasta coleção de memorabilia do cinema.

Peças como a carruagem romana (que funciona de verdade), de ‘Gladiador’, e outros artigos de vários filmes estrelados pelo ator estarão à venda em um leilão organizado pela Sotheby’s Australia Auction House.

Alguns dos itens correspondem às produções ‘Mestre dos Mares: O Lado Mais Distante do Mundo’, ‘Os Miseráveis’, ‘A Luta Pela Esperança’, entre outros. Ao todo, o valor estimado de todas as peças deve contabilizar US$ 2,8 milhões.

A coleção, intitulada ‘A Arte do Divórcio’, faz parte do processo final de separação de Crowe de sua ex-esposa Danielle Spencer. O leilão será feito no dia 07 de abril, data que marca o aniversário de casamento do ex-casal.

‘Vingadores: Ultimato’: Irmãos Russo falam sobre como vão superar ‘Guerra Infinita’

Vingadores: Guerra Infinita‘ foi um dos grandes sucessos de 2018, fazendo com que as expectativas em relação à ‘Ultimato‘ sejam ainda maiores.

E para os irmãos Russo, os diretores responsáveis pela produção, superar a qualidade e o sucesso de ‘Guerra Infinita‘ será um verdadeiro desafio.

Em uma entrevista recente, Joe Russo comentou sobre o trabalho investido para fazer com que todo o MCU culmine nos eventos do último capítulo dos ‘Vingadores‘.

Disse:

“Nós queremos superar o sucesso de ‘Guerra Infinita‘ com muito trabalho. E se vamos ou não conseguir fazer isso, não sei dizer. Mas tentamos contar a melhor história que poderíamos com esses personagens. Esse filme vai trazer o encerramento da primeira década de uma sucessão de histórias. Isso, por si só, já possui uma enorme carga dramática. Nós discutimos o título, discutimos a respeito do trailer. A última coisa que queremos fazer é dar qualquer pista sobre a estrutura e o tom da produção”.

Anthony Russo também comentou sobre o desenrolar da produção, a partir dos eventos de ‘Guerra Infinita’:

“Esses personagens fazem parte de uma história que está seguindo adiante de onde ‘Guerra Infinita‘ parou. O universo inteiro passou pelo mesmo destino e foi trazido para essa experiência”.

 

Com a culminação de 22 filmes interconectados, o quarto filme da saga dos Vingadores fará público testemunhar o ponto crítico desta jornada épica. Nossos amados heróis perceberão o quão frágil é a realidade, e também os sacrifícios que precisam ser feitos para defendê-la.

O elenco grandioso conta com Karen Gillan (Nebula), Bradley Cooper (Rocket), Brie Larson (Capitã Marvel), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Evangeline Lilly (Vespa), Jon Favreau (Happy Hogan), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Chris Hemsworth (Thor), Josh Brolin (Thanos), Chris Evans (Capitão América), Michelle Pfeiffer (Janet Van Dyne), Paul Rudd (Homem-Formiga), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Pom Klementieff (Mantis), Tilda Swinton, Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Katherine Langford, Dave Bautista (Drax), Mark Ruffalo (Hulk), Gwyneth Paltrow (Pepper Potts), Letitia Wright (Shuri) e Frank Grillo. ‘Vingadores: Ultimato‘ será lançado nos cinemas nacionais em 25 de abril de 2019.

‘Bill & Ted 3’: Keanu Reeves e Alex Winter são destaque em nova imagem; Confira!

A sequência Bill & Ted 3 chega aos cinemas em 2020 e uma nova imagem da produção foi divulgada.

Nela, Keanu Reeves e Alex Winter aparecem bem alinhados, trajando smokings no que parece ser uma festa de casamento.

Confira:

O longa é dirigido por Dean Parisot, e traz o retorno da dupla Chris MathesonEd Solomon, roteiristas do filme original.

Uma vez dito que eles que salvariam o universo durante uma aventura no tempo, dois possíveis roqueiros de San Dimas, Califórnia, se vêem como pais de meia-idade ainda tentando criar uma música de sucesso e cumprir seu destino.

Keanu Reeves e Alex Winter retornam para a sequência. O elenco ainda conta com Brigette Lundy-Paine, Samara Weaving e Scott Mescudi.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 21 de agosto de 2020.

‘Walker, Texas Ranger’: Episódio inaugural do reboot com Jared Padalecki ganha sinopse oficial

O reboot da série ‘Walker, Texas Ranger‘, estrelado por Jared Padalecki, é uma das grandes estreias do início de 2021. E o episódio inaugural da produção ganhou sua sinopse oficial.

Confira:

O Texas Ranger, Cordell Walker (Jared Padalecki), é um viúvo e pai de dois filhos que possui o seu próprio código moral. Ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de trabalhar disfarçado por dois anos, apenas para descobrir que há um trabalho mais difícil a ser feito em casa.

The CW divulgou novas imagens promocionais do reboot de ‘Walker, Texas Ranger’, estrelado por Jared Padalecki (‘Supernatural’).

Confira com as novas imagens e o trailer da série:

reboot tem estreia marcada para o dia 21 de janeiro de 2021.

Genevieve Padalecki, esposa de Jared, será sua companheira na ficção e dará vida a Emily, falecida mulher de Cordell Walker que aparecerá em importantes flashbacks.

Violet Brinson (‘Objetos Cortantes‘) e Kale Culley (‘Me, Myself & I’) completam o elenco como os filhos do casal ao lado de Jeff Pierre, Cobu Bell, Mitch PileggiKeegan Allen, e Lindsey Morgan.

Assim como na trama original, a série acompanha Cordell, um homem que encontra o caminho de volta para sua família enquanto investiga crimes na unidade de elite do estado.

Viúvo e pai de dois filhos, ele retorna para casa em Austin, Texas, depois de passar anos em um caso secreto de alta periculosidade.

Com sua nova parceira, uma das únicas mulheres na história dos Rangers, Walker irá enfrentar novos desafios e, juntos, devem se tonar os heróis que o Texas tanto precisa no mundo contemporâneo.

‘Homem-Aranha 3’ NÃO ESTÁ qualificado para o BAFTA Film Awards – o “Oscar britânico”; Entenda!

A aclamada sequência ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ ficou de fora da disputa por indicações ao BAFTA Film Awards – popularmente considerado o “Oscar britânico”. A informação foi revelada pelo portal Deadline.

Segundo a publicação, o longa não se qualifica para a premiação de 2022 pelo fato da Sony Pictures Entertainment não a ter disponibilizado na plataforma de streaming direcionada para os membros da academia.

A primeira rodada de votações para a edição de 2022 do BAFTA se encerrou em 03 de janeiro, com rumores indicando que a Sony teria – deliberadamente – optado por não disponibilizar o longa neste streaming, a fim de preservar o seu lançamento exclusivo nos cinemas.

Em um comunicado oficial, a Academia Britânica ponderou sobre o assunto:

Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa não atendeu aos critérios de elegibilidade para o EE British Academy Film Awards 2022 e, portanto, não se qualificou para a inscrição. Conforme descrito em nosso livro de regras, todos os filmes devem ser disponibilizados para membros votantes na plataforma BAFTA View, antes do encerramento da votação da primeira rodada, para garantir justiça e paridade para todos os títulos. No entanto, o filme não foi disponibilizado pelo distribuidor.”

Lembrando que o filme já arrecadou impressionantes US$ 666.5 milhões nos EUA, superando a bilheteria total de ‘Titanic‘ ($659.3M) no país.

Atualmente, o longa da Marvel é a 6ª MAIOR bilheteria da história dos EUA.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 1.4 bilhão mundialmente.

Além disso, ‘Sem Volta Para Casa‘ também representa a MAIOR bilheteria da história da Sony Pictures, desbandando a arrecadação total de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ ($1.13B), que mantinha o recorde previamente.

A sequência continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

Crítica | The Oath – Primeiras Impressões

Caro telespectador fã de séries policiais, hoje o canal de streaming Crackle libera os três primeiros episódios de The Oath. Pude conferir os cinco primeiros e devo admitir: a nova produção tem quesitos para agradar aos fãs do gênero.

Criada por Joe Halpin (Hawaii Five-0), que trabalhou como xerife do condado de Los Angeles por 17 anos, doze dos quais como um agente infiltrado, The Oath tem como protagonistas policiais corruptos, membros de uma gangue. Invés do típico procedural que normalmente ronda as séries de TV deste gênero, a produção de 50 Cent opta por uma narrativa contínua, sem muitos saltos temporais, em que, normalmente, um episódio tem início exatamente de onde o outro terminou.

A trama é tensa durante os 45-49 minutos de cada episódio. A história é construída numa perspectiva que confere ao público a sensação de estar o tempo todo na mente dos personagens e daquelas situações de angústia, apreensão que os mesmos estão vivendo. A narrativa é bem desenvolvida, trabalhando uma espécie de quase slow burn, pois apresenta plots mais rapidamente resolvidos enquanto o principal permanece aos poucos se desvelando. A grande questão do roteiro de Halpin se encontra no fato da produção não permitir aqueles que assistem respirar, não trabalhar uma válvula de escape, um alívio mediante tamanho estresse. Do ponto de vista crítico, se The Oath liberasse todos os episódios de uma vez, talvez, funcionasse melhor o ritmo dado a mesma de quase um filme de dez horas, ao invés de uma série que lhe apresenta um episódio por semana. Afinal, ela apresenta aspectos clássicos para realizar uma maratona.

É preciso destacar a direção utilizada durante os cinco primeiros episódios. Trabalhando com uma câmera instável o tempo todo, ambientando ainda mais o telespectador naquele universo caótico, a produção imerge os que assistem e cumpre o propósito planejado. Enquanto isso, a direção de arte faz um trabalho realístico quanto a produção das locações. Vale comentar que existe pouca trilha sonora nestes primeiros capítulos, o que, ao mesmo tempo que pesa um pouco, ainda mais considerando um nome como o do 50 Cent na produção, que poderia garantir algo mais criativo neste quesito, é compreensível por causa da necessidade de passar algo mais realista com a história contada.

Quanto aos personagens é como estar conhecendo alguém muito misterioso: quanto mais descobrimos sobre os mesmos, parece haver ainda mais camadas a serem exploradas. Steve Hammond (Ryan Kwanten), Cole Hammond (Cory Hardrict), Karen Beach (Katrina Law) e Ramos (Joseph Julian Soria) completam o grupo dos protagonistas que, na verdade, são os antagonistas da série. Entre os quatro diria facilmente que Law rouba a cena devido a força da personagem que interpreta e o quanto a mesma consegue proporcionar de emoção nas cenas da terapia. Outro nome que não pode passar despercebido é o de Sean Bean, que faz o papel do patriarca dos Hammonds, e mesmo com pouco tempo de tela já apresenta um mistério sobre a que, de fato, ele veio.

Considerando os cinco primeiros episódios conferidos, The Oath não apresenta uma narrativa para todos os públicos, mas sim algo mais voltado para o nicho de fãs de séries policiais. Mesmo com alguns pontos negativos, a produção inova em quesitos importantes, como,  já citado anteriormente, a sensação de veracidade sobre o que está sendo visto. Portanto, vamos aguardar para ver o que mais vem por aí e como esta trama irá se desenrolar e concluir.

Astro de ‘Glee’, Mark Salling, é encontrado morto aos 35 anos

De acordo com o TMZ, o ator Mark Salling foi encontrado morto. O astro ficou conhecido por seu papel na série Glee.

De acordo com as informações preliminares, Salling teria cometido suicídio. Seu corpo foi encontrado no Rio Los Angeles, perto de onde morava.

Vale lembra que, no ano passado, o ator se declarou culpado por posse de pornografia infantil, após a policia encontrar mais de 50 mil imagens em seus computadores pessoais.

Ainda segundo o TMZ, o ator também já havia tentado se matar antes e cumpriria sua sentença em março. Novas informações devem sair em breve.

 

‘A Primeira Noite De Crime’ pode ter a PIOR abertura da franquia nos EUA

De acordo com a Variety, A Primeira Noite de Crime pode registrar a pior abertura de toda a franquia nos EUA, com orçamento está estimado em apenas US$ 13 milhões.

O site destaca que o filme deve arrecadar pouco mais de US$ 25 milhões, mas destaca que isso acontecerá pela forte concorrência com o novo longa do Marvel Studios, ‘Homem-Formiga e a Vespa’.

Vale lembrar que o primeiro filme abriu com US$ 34 milhões em 2013, o segundo com US$ 29 milhões em 2014 e o terceiro com US$ 36 milhões em 2016.

Em entrevista ao Deadline, o diretor de ‘A Primeira Noite de Crime‘, Gerard McMurray, falou sobre as críticas sociais na trama do filme, e como elas refletem no mundo real.

“Atualmente, estamos vivendo em uma época onde as pessoas estão acordando e vendo como as coisas realmente são, e estão se erguendo e vocalizando suas opiniões. Como um cineasta, mostrar isso e poder compartilhá-las me deu a voz para entender o que está acontecendo, e trazer alguma consciência e brilho sobre isso no diálogo.”

Ele continua, “Nós veremos acontecimentos ocorridos neste país no último ano. Eu apenas tentei usar o que estava acontecendo no mundo real, e trazer isso para o filme. Eu sinto que filmes de terror enfrentam males da vida real, e isso era uma das coisas que eu queria fazer neste filme. Nós estamos lutando contra injustiças reais [no filme]. Eu queria fazer uma homenagem [ao movimento Black Lives Matter].”

O filme contará a história de origem do Expurgo – sobre a primeira vez que o “evento” aconteceu.

A estreia no Brasil acontece dia 23 de Agosto de 2018.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!

Crítica ‘What If…?’ | Thor quebra tudo no episódio mais descompromissado até aqui

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu ao sétimo episódio de What If…?, evite esta matéria se não quiser receber spoilers.

Oficialmente na reta final de What If…?, a série animada da Marvel trouxe seu episódio mais descompromissado até o momento. Estrelado por Thor, o capítulo trabalha a história do Deus do Trovão sendo filho único. Nessa realidade, sem a presença de Loki na infância, o loirinho cresceu como um playboy ainda mais mimado, inconsequente e irresponsável do que na linha do tempo regular do MCU. Vivendo de planeta em planeta promovendo festas intergaláticas, o filho de Odin curte as maravilhas de ser herdeiro sem se importar com o que seus atos podem gerar para aqueles mundos.

Analisando friamente como episódio, esse foi realmente o mais descompromissado até aqui. E isso não é ruim. Enquanto outros pareciam tentar dar brechas para o que seria mostrado no futuro, esse foca em desenvolver sua própria história, por menos profunda que ela seja. Considerando que os temas dos últimos capítulos foram mais densos, envolvendo sacrifícios, mortes e frustrações, é divertido lembrar que esses heróis também são humanos (ou quase) e podem aprontar coisas como transformar Las Vegas e a Sydney em pontos de festas universais. E aí a Marvel abre o bolso para trazer muitas participações especiais com seus atores originais dando voz a eles, incluindo mais da metade do núcleo de Guardiões da Galáxia. Por isso, é bem interessante assistir a esse episódio na versão original com legendas (se for possível, claro). Não só por essa galera toda, mas também porque Chris Hemsworth tem um timing maravilhoso para a comédia, então aproveitam isso demais aqui para extrair ao máximo dessa versão fanfarrona do Thor.

E diferentemente dos outros episódios, que eram estrelados por personagens relativamente recentes no Universo Cinematográfico Marvel, esse aqui é composto por um núcleo que está sendo trabalhado há dez anos nas telonas, mas até parece nunca ter sido afetivamente explorado. Então, em vez de trabalhar personagens pro futuro, dando pistas de possíveis versões que veremos deles, esse capítulo pega personagens já consolidados, apesar de não bem desenvolvidos, e mexe com seus conceitos. Por exemplo, a falta de Loki na vida de Thor escancara o quanto Odin foi um péssimo pai. Se os conceitos de heroísmo do Thor regular foram moldados pela promoção de uma disputa ao trono por parte de Odin, levando Thor à glória e Loki à inveja, fica nítido agora que o pai de todos não tinha a menor ideia do que era paternidade. Ainda mais depois dessa versão que, sem ter como usar Loki de muleta, criou Thor como um playboyzinho egoísta, sem o menor senso de responsabilidade.

A presença de Loki, agora como um Gigante de Gelo, também demonstra uma personalidade mais festeira já mostrada na série solo do vilão. No entanto, dá para ver que ele segue com sua personalidade não confiável. Quem também se encaixa nessa persona desconfiável é Maria Hill, que demonstra uma faceta mais próxima dos quadrinhos, sendo mais autoritária e disposta a fazer qualquer coisa para cumprir seus objetivos. É uma personagem meio ditatorial promissora, caso queiram utilizar no futuro.

Seguindo nesse “revisionismo” de certos personagens, a Capitã Marvel surge como a última esperança da Terra para impedir essa festa mortal. Ela é praticamente a mesma personagem mostrada nos cinemas, cheias de poderes, atitude e uma marra de que pode atravessar naves com uma cabeçada. Porém, ela acaba brincando com certos comentários maldosos que alguns supostos fãs fizeram contra a atriz na época do lançamento do filme, como o controverso “você deveria sorrir mais”. Toda vez que o Thor Filhinho de Papai lança um comentário desse tipo, a Capitã desce a lenha pra cima dele. E no final, no maior golpe de ironia, a situação do “Thor Troll” acaba sendo resolvida com ele sendo dedurado para a própria mãe. Sutil, Marvel. Sutil.

Por fim, quando o episódio já tinha acabado, interrompendo o próprio Vigia, surge o Ultron com todas as joias do infinito acopladas em seu corpo. Dentro da armadura, a cabeça do Visão, que foi criado originalmente para ser o corpo final do próprio Ultron. Então fica aí a dúvida se ele será uma versão maléfica do Visão ou apenas a versão final do Ultron. Mas a verdade é que a forma brusca como ele chegou, sem qualquer conexão com o próprio episódio, praticamente garante que ele será uma ameaça interdimensional que provavelmente unirá os personagens que foram mostrados nos últimos episódios para enfrentá-lo.


Os novos episódios de What If…? estreiam no Disney+ toda quarta-feira.