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As 10 Melhores Animações da Disney

O panteão Walt Disney é responsável por cultivar os sonhos de diversas gerações e, até hoje, vem produzindo animações de extrema qualidade que reinventam a si mesmas e seguem até mesmo os anseios de uma gama gigantesca e expansiva de fãs.

Sua história começa ainda em 1937, com o lançamento do longa-metragem que redefiniria o gênero em questão. ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, filme que inauguraria o indestrutível império cinematográfico, viria se tornar um dos marcos do cinema e serviria de inspiração para diversas outras obras. Desde então, a companhia passou por altos e baixos e, nesse meio-tempo, conseguiu criar alguns outros marcos que seriam relembrados até os dias de hoje: seja com a revolução estética de A Bela Adormecida ou com o pioneirismo das animações 3D com o não tão lembrado Dinossauro, a Disney continua a superar a si mesma ano após ano – além de ser recordista de estatuetas do Oscar.

Levando em conta que o estúdio mergulhou em uma nova fase, trazendo os clássicos contos infantis em versões live-action, é sempre bom relembrar e honrar esse quase secular legado. Por essa razão, separamos uma lista com as dez melhores animações, excluindo as obras produzidas com o selo Pixar (faremos outra lista para elas).

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós quais são os seus filmes favoritos!

  1. 101 DÁLMATAS (1961)

Baseado no livro de Dodie Smith, 101 Dálmatas é um dos filmes mais adoráveis da Disney. Afinal, quem não ama cachorrinhos?

Entretanto, o longa não ganha mérito apenas por sua dose exponencial de fofura, mas também por uma estética impressionista inteiramente nova para a identidade estética do estúdio, além de uma competente narrativa de perseguição e a introdução de uma das maiores vilãs do panteão: Cruella de Vil.

  1. A BELA ADORMECIDA (1959)

A Bela Adormecida já conquista nossos corações por trazer na trilha sonora elementos do clássico balé homônimo de Piotr Tchaikovsky. Mas é claro que as icônicas canções imortalizadas anos depois em diversas vozes não é a única coisa que recebe aclame automático.

O filme tornou-se revolucionário por empregar um novo tipo de estética imagética (a utilização de placas de vidro pintadas para fornecer perspectiva e profundidade) e, mais uma vez, colocou em voga uma vilã que foi vivida décadas depois por Angelina Jolie. Malévola é uma das antagonistas mais fortes a assombrar as telonas e, como se não bastasse, tem a incrível habilidade de se transformar em um imenso e perigoso dragão.

  1. MULAN (1998)

A primeira princesa asiática da Disney é uma poderosa guerreira que atende pelo nome de Fa Mulan e, diferente das produções anteriores, nunca quis encontrar algum parceiro. Seu principal objetivo era fugir de suas obrigações reais e lutar por sua honra e por sua família numa China imperial e extremamente patriarcal.

Em belíssimas coreografias bélicas, Mulan resgatou o espírito oriental de modo impecável, misturando a mitologia chinesa com uma tragicomédia deliciosamente bem estruturada que faturou diversos prêmios de animação – e entregou uma memorável interpretação de Eddie Murphy como o guia espiritual Mushu.

  1. CINDERELA (1950)

Cinderela, Cinderela, noite e dia Cinderela”. O conto da gata borralheira foi adaptado em moldes bastante fabulescos para as telonas e, por esse motivo, o longa homônimo é revisitado até hoje e representa um dos grandes ápices da companhia – tirando-a de uma quase falência.

A história gira em torno de uma jovem moça maltratada por sua madrasta e suas meias-irmãs e, sem dúvida, é a representação mais extrema de altruísmo do cinema. Eventualmente, ela é auxiliada pela Fada Madrinha a conquistar o príncipe e sair de uma vida monstruosa – ajudando a propagar a aplaudível mensagem de que todos nós podemos alcançar nossos sonhos se acreditarmos.

  1. ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS (1951)

Alice no País das Maravilhas configura-se como a viagem mais psicodélica das animações. A obra, baseada no aclamado romance de Lewis Carroll, conta as mirabolantes e intimistas aventuras da jovem Alice através de um mundo subterrâneo chamado Maravilha – que é mais perigoso do que aparenta.

Entre uma paleta de cores exuberante e personagens completamente pirados – o Chapeleiro Maluco não é chamado assim à toa -, o coming-of-age da personagem titular é um ótimo exercício para entendermos quem realmente somos (ou não).

  1. A PEQUENA SEREIA (1989)

As aventuras de Ariel em busca de um novo mundo e um amor verdadeiro são tão perfeitamente arquitetadas que é quase impossível pensar em personagens tão icônicos quanto os apresentados neste longa-metragem. E, como se não bastasse, a animação levou para casa diversos prêmios, incluindo duas estatuetas do Oscar e um Grammy Award.

Com uma trilha sonora dançante e memorável, a protagonista não é a única a nos roubar a atenção, visto que o adorável guia Sebastião e a bruxa octópode do mar Úrsula (inspirada na drag queen Divine) apenas aumentam a complexidade da narrativa e adicionam elementos de puro divertimento e surpresa.

  1. ALADDIN (1992)

Se você está pensando em visitar as quentes noites da Arábia, Aladdin é a pedida mais fácil e, com certeza, mais mágica. O vencedor do Oscar se exila novamente das fórmulas europeias e viaja para uma terra sobrenatural, na qual perigos e peripécias se espreitam a cada esquina.

O romance entre Aladdin e Jasmine pode ser encarado como um dos mais críveis do império animado em questão, mas não são eles que se postam no centro dos holofotes: na verdade, é Robin Williams que encarna o icônico e anacrônico Gênio da Lâmpada e lidera os números musicais de jazz contemporâneo de modo competente, hilário e aplaudível.

  1. FANTASIA (1940)

O primeiro compilado de curtas-metragens da Disney é um híbrido de tantos gêneros que fica difícil colocá-lo em uma caixinha descritiva. A obra é composta de oito segmentos animados que representam o suprassumo da tradução visual da música: cada uma das clássicas canções, relidas pela Orquestra da Filadélfia, é uma pérola cinematográfica de tirar o fôlego.

Expandindo o seu legado para um segundo compilado, intitulado Fantasia 2000’, Fantasia levou para casa dois Óscares honorários por sua estética revolucionária e até hoje detém as icônicas rendições de Mickey Mouse como o Aprendiz de Feiticeiro e a horripilante e dark noite no Monte Calvo.

  1. A BELA E A FERA (1991)

Ambientado na França do século XVIII num vilarejo praticamente esquecido pelo tempo, A Bela e a Fera conta a história de Bela, uma jovem campesina cujo maior sonho é conhecer o mundo e se livrar das amarras sociais que a prendem naquele lugar. Entretanto, seus planos sofrem um leva mudança quando ela se torna prisioneira de uma poderosa criatura num “assombrado” castelo.

O longa ganhou reconhecimento universal e tornou-se a primeira animação a ser indicada ao Oscar de Melhor Filme, além de ter levado para casa outras duas estatuetas pela ovacionada trilha sonora. E não é surpresa que seja um dos mais populares entre os fãs da Disney – afinal, são poucas as obras fílmicas que tiveram o poder de nos comover tanto quanto esta.

  1. O REI LEÃO (1994)

É quase óbvio que nossa escolha para o primeiro lugar seria O Rei Leão.

O longa dirigido por Ron Minkoff e Roger Allers é uma livre adaptação da centenária peça de William Shakespeare, Hamlet, no qual o protagonista-título é substituído pelo inconsequente Simba que vê sua vida mudar após o pai, Mufasa, ser morto numa debandada de bisantes.

Cada um dos elementos cinematográficos é pensado com cautela como forma de honrar a cultura africana, levando a épica atmosfera para as misteriosas terras da savana e traduzindo-a inclusive na trilha sonora – supervisionado pelos geniais nomes de Hans Zimmer e Elton John (ambos vencedores do Oscar por seu trabalho).

O tour-de-force do jovem leão, que acaba sendo exilado e retornando anos depois para reclamar o trono que lhe pertence por direito, representa outra das perfeições do panteão Disney e, seguindo os passos de outros marcos da companhia, é carregado tanto pelo romance de Simba com Nala, quanto pelo escape cômico da dupla Timão e Pumba, pela supremacia pós-vida de Mufasa e, principalmente, pela ácida e mortal presença do vilão Scar.

Crítica | O Mundo Sombrio de Sabrina: 2ª Temporada – Mais Feitiços e Mais Mistérios

Em 2018, O Mundo Sombrio de Sabrina excedeu todas as nossas expectativas ao insurgir como uma das melhores séries originais Netflix. Os novos contos envolvendo Sabrina Spellman se afastaram da clássica produção dos anos 1990 estrelada por Melissa Joan Hart e nos apresentaram a um cosmos recheado com suspense, obscuridade e um ácido humor que sem sombra de dúvidas alcançou um nível de envolvimento inexplicavelmente delicioso. É certo dizer que, agora, Kiernan Shipka tomou as rédeas como a adorável e conturbada bruxinha e, com a chegada da segunda temporada, recorreu às suas melhores performances para continuar a mística jornada contra as forças das Trevas que se tornam cada vez mais fortes.

É natural que Roberto Aguirre-Sacasa tenha mergulhado com profundidade na dinâmica dos múltiplos personagens desse cosmos, ambientado na amaldiçoada cidade de Greendale. Depois de ter aprendido com seus erros em sua outra obra, ‘Riverdale, o showrunner abraçou com o máximo de cautela e exímia preparação os quadrinhos da Archie Comics para transcrever as aventuras para as telinhas – e o resultado mais uma vez se repete, trazendo mais elementos críticos para nove episódios originais cuja mensagem é-nos passada com força e com clareza, além de abrir espaço para reviravoltas surpreendentes. De fato, Aguirre-Sacasa arquitetou pequenas pérolas narrativas, culminando em um aprazível finale, ainda que convencional.

Sabrina agora pertence ao Senhor das Trevas, mais conhecido como Lúcifer, a Estrela da Manhã, após ter assinado o Livro das Sombras. E tendo se separado quase por completo de sua vida mortal, incluindo o término do relacionamento com Harvey (Ross Lynch) e seu engajamento com o bruxo Nick (Gavin Leatherwood), que se torna um grande aliado. Entretanto, conforme as tramas se desenrolam, a heroína percebe que as coisas são muito mais difíceis do que parecem – e que render-se completamente aos profanos desejos de Satã teriam drásticas consequências para todos à sua volta.

Os primeiros episódios do segundo ano movem-se através de certa fórmula, respaldando-se nos múltiplos dramas adolescentes dos últimos e marcando um diálogo preocupante com a série conterrânea mencionada acima. Porém, a delineação de todos os arcos e o modo como todos acabam por se entrelaçar mostra que as opções iniciais são compreensíveis, incluindo um inesperado filler que revela ao público os medos mais intrínsecos dos protagonistas – colocando uma camada de fragilidade para as personalidades mais fortes, e trazendo à tona uma força inesperada daqueles que considerávamos mais “fracos”, por assim dizer. É justamente nesse momento que o relacionamento entre Zelda (Miranda Otto) e Hilda (Lucy Davis) vira a página para um novo capítulo, recheado de mentiras, vinganças e atitudes que as unem ainda mais como irmãs.

O show não se contenta apenas em explorar as recém-adquiridas habilidades de Sabrina, mas mergulha também em sua luta para negar sua verdadeira identidade. Ao que tudo indica – e que nos é confirmado na última iteração -, ela não é filha de Edward e Diana Spellman, mas sim do próprio Lúcifer com Diana, e esse é o motivo que lhe dá forças para um enfoque necessário e chocante que ganha forma no sexto capítulo. Após enfrentar com todas as suas forças caçadores de bruxas angelicais que emulam seres humanos, ela ressurge de uma trágica morte, reascendendo como uma sombria fênix dotada de poderes inenarráveis – que são sadicamente comparados às habilidades de Jesus Cristo e do falso Deus católico.

A jovem bruxa é, como nos revelado de forma dinâmica e enérgica, Mensageira do Inferno, destinada a cumprir espécies de milagres sobrenaturais que desencadearão o retorno de Satã em sua forma real e divina e o início do Apocalipse como retratado nas histórias que conhecemos. O showrunner também encontra terreno fértil para explorar uma mitologia consagrada; todavia, não se utiliza de métodos óbvios para rechear essas histórias, preferindo delinear explanações mais sutis para fatos memoráveis, feitiços e até mesmo a desconstrução de tudo o que já existiu – cujo principal arauto é o Padre Faustus Blackwood (Richard Coyle). Blackwood se baseia em diversas manipulações e mentiras para fazer com que a Igreja da Noite pela qual é responsável e a própria Academia de Feitiçaria retorne a tempos medievais, misóginos e segregadores.

Em meio a tantas manipulações, desejos obscuros e uma rendição ao macabro aplaudível e que merece atenção do público, também não faz sentido deixar de mencionar alguns obstáculos enfrentados neste ano. Algumas subtramas, ainda que dentro de um escopo de aproximadamente sessenta minutos, parecem forçadas e artificiais demais, talvez como modo de tapar buracos no pano de fundo principal ou de dar uma continuidade mais palpável para a arquitetura que se ergue. É óbvio que os pontos positivos eventualmente falam mais alto, mas, em certos momentos, os deslizes expressam sua voz e quebram a sinistra atmosfera.

A série ganha ainda mais força quando procura fomentar, de modo sarcástico e diabólico, aspectos sociais resultado de reflexos do mundo em que vivemos. O embate entre bruxos e bruxas, dentro de uma perspectiva macrocósmica, é uma tradução da compulsória submissão à qual as mulheres são jogadas, em prol de uma política controlada majoritariamente por homens – Faustus representa o retrocesso, por exemplo. É nesse contexto que Mary Wardwell (Michelle Gomez), que na verdade é a mãe de todos os demônios, Lilith, une-se com Sabrina e seus amigos para lutar contra Lúcifer e coroar a si mesma como a nova regente do submundo, dando início a uma nova era.

O Mundo Sombrio de Sabrina retorna para mais uma competente temporada, cheia de mistérios e acontecimentos incríveis e que aumentam nosso próprio relacionamento com os personagens desse universo mágico. Agora, ao que tudo indica, Sabrina está pronta para mergulhar em uma perigosa jornada para o Inferno para resgatar aquele que ama – e desestruturar o balanço do mundo mais uma vez.

‘Cyberpunk 2077’: Jogo com Keanu Reeves ganha trailer ESTUPENDO; Confira!

game ‘Cyberpuk 2077’, que será estrelado por Keanu Reeves, ganhou um novo e incrível trailer.

Confira:

Interpretando o papel de Johnny Silverhand, ele não apenas emprestou sua voz para o game, como também fez toda sua captura de movimentos.

‘Cyberpunk 2077’ é uma narrativa conduzida no estilo RPG e se passa em uma perigosa metrópole do futuro, intitulada Night City. O game acompanha a história de V, um assassino de aluguel em ascensão em um mundo de guerreiros de rua cibernéticos, netrunners conhecedores de tecnologia e hackers corporativos.

Anteriormente previsto para abril, o jogo será lançado em 19 de novembro de 2020 e estará disponível para os consoles PlayStation 4, XBox One, além de PC.

‘Era Uma vez um Boneco de Neve’: Pré-sequência de ‘Frozen’ ganha belíssimos cartazes nacionais

Walt Disney Brasil divulgou quatro novos cartazes nacionais de Era Uma Vez um Boneco de Neve, pré-sequência de Frozen que conta as origens do adorável boneco Olaf.

A obra chega em território nacional no dia 17 de novembro, junto ao lançamento da plataforma do Disney+.

Confira, junto ao trailer:

Era Uma Vez um Boneco de Neve vai preencher as lacunas entre o momento em que Elsa cria Olaf e o momento em que Anna e Kristoff o conhecem.

Josh Gad retorna como o adorável personagem.

Tent Correy Dan Abraham comandam o projeto.

Lana Del Rey anuncia ‘Rock Candy Sweet’, seu oitavo álbum de estúdio

Chemtrails Over the Country Club nem ao menos chegou às plataformas digitais, mas a icônica Lana Del Rey já anunciou que tem um próximo projeto pronto para chegar aos ouvidos dos fãs.

Intitulado ‘Rock Candy Sweet’, o álbum será o oitavo de inéditas de sua discografia e será lançado no dia 01 de junho.

Confira o anúncio abaixo:

Enquanto isso, Chemtrails Over the Country Club está disponível na íntegra no Spotify, contando com 11 faixas e produção de Jack Antonoff:

1. White Dress
2. Chemtrails Over the Country Club
3. Tulsa Jesus Freak
4. Let Me Love You Like a Woman
5. Wild at Heart
6. Dark But Just a Game
7. Not All Who Wander Are Lost
8. Yosemite
9. Breaking Up Slowly
10. Dance Till We Die
11. For Free

A era é precedida pelo aclamado Norman Fucking Rockwell!’, álbum lançado em 2019 e que foi indicado a duas categorias do Grammy Awards – incluindo Álbum do Ano -, além de ter entrado para diversas listas de melhores de ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012.

‘Search Party’: Kathy Griffin entra para o elenco da 5ª temporada

Segundo o ComicBook.com, a lendária comediante Kathy Griffin entrou para o elenco da 5ª temporada de Search Party, elogiado suspense da HBO Max.

As informações indicam que Griffin dará vida a Liquorice Montague, uma teórica conspiracional que adota Chantal (Clare McNulty) como aprendiza codependente.

A atriz se junta ao previamente anunciado Jeff Goldblum (‘Jurassic World’), que será Tunnel Quinn, um carismático bilionário do cenário high-tech que firma uma parceria bastante pública com Dory (Alia Shawkat) do outro lado de sua experiência de quase morte. Dory também chama seus velhos amigos Portia (Meredith Hagner), Elliott (John Early) e Drew (John Reynolds) nessa empreitada, conforme embarcam em uma jornada altruísta e assustadora.

O próximo ciclo ainda não tem previsão de lançamento.

O show foi criado por Sarah-Violet BlissCharles RogersMichael Showalter.

Na 4ª temporada, Dory (Shawkat) é mantida prisioneira por seu psicótico perseguidor Chip (Cole Escola), que está determinado a fazê-la acreditar que são melhores amigos. Enquanto isso, Portia (Meredith Hagner) estrela em um filme sobre o julgamento, apesar de não interpretar a si mesma; Elliott (John Early) mudou de partido e se tornou um apresentador de talk show conservador e de direita; e Drew (John Reynolds) tenta escapar de seu obscuro passado ao trabalhar como membro da equipe temática de um parque de diversões. Conforme os amigos começam a conectar os pontos que Dory pode não se apresentar em sua tour pela Europa, conforme sua conta falsa nas redes sociais sugete, eles devem decidir entre colocar traumáticos passados para trás e se tornarem, mais uma vez, uma equipe de busca – agora, por Dory.

Ann DowdSusan Sarandon, Griffin Dunne, Busy Philipps, Lillias White e R.L. Stine também fizeram parte da última temporada.

‘Avatar: A Lenda de Aang’: Imagem de bastidores dá destaque a Maria Zhang, intérprete de Suki; Confira!

Netflix está investindo em peso em inúmeros conteúdos originais e, em breve, ela irá presentear os fãs com a aguardada e ambiciosa série live-action deAvatar: A Lenda de Aang.

Agora, uma nova imagem de bastidores viralizou nas redes sociais apresentando Maria Zhang como Suki, líder de um dos grupos das Guerreiras de Kyoshi, do Reino da Terra.

Confira:

O elenco também é formado por Gordon Cormier (Aang), Kiawentiio Tarbell (Katara), Ian Ousley (Sokka), Dallas Liu (Zuko) e Daniel Dae Kim (Ozai).

Recentemente, a gigante do streaming também contratou outras quatro atrizes para o elenco: Elizabeth Yu como Azula; Tamlyn Tomita como Yukari; Yvonne Chapman como a Avatar Kyoshi; e Casey Camp-Horinek como Gran Gran.

Anteriormente, o roteirista e showrunner Albert Kim explicou ao Comicbook porque se interessou em adaptar a animação para a TV.

Kim disse que ficou viciado na animação quando sua filha insistiu que ele assistisse durante a exibição original na Nickelodeon.

Desde aquela época, ele sentiu que o desenho tinha potencial de se tornar uma grande produção em live-action.

Além disso, ele percebeu que poderia contar histórias que estavam nas entrelinhas do material original, respondendo perguntas que permaneceram na mente dos fãs após o fim da animação.

“15 anos depois da transmissão original da animação, eu fui pego de surpresa quando a Netflix me ofereceu a oportunidade de desenvolver a série live-action. Meu primeiro pensamento foi: ‘Por quê? O que eu poderia acrescentar à história? Se não está quebrado, o que há para consertar?”

Ele continuou:

“Enquanto eu pensava nisso, percebei que havia coisas importantes a descobrir, e uma versão live-action estabeleceria um novo referencial em representação, além de atrair uma nova geração de fãs. Esta foi uma chance de mostrar os personagens asiáticos e indígenas como pessoas vivas que respiram.”

Por fim, Kim deixou claro que irá respeitar o material original.

“Estaremos expandindo este universo e haverá muitas surpresas para os antigos e novos fãs. Mas, durante todo esse processo, nossa palavra de ordem tem sido ‘autenticidade’. Para a história, para os personagens, e principalmente para as influências culturais presentes no material original. Autenticidade é o que nos faz continuar, tanto na frente das câmeras quanto atrás dela, e é por isso que montamos uma equipe nunca vista antes – um grupo de talentosos e apaixonados artistas que trabalham sem parar para dar vida a este mundo rico e incrivelmente belo.”

O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005 e, mesmo quase duas décadas mais tarde, a animação continua extremamente popular.

Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.

Além de ser uma queridinha do público, Avatar: A Lenda de Aang levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Annie Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.

‘Love, Victor’: 3ª e última temporada ganha ADORÁVEL trailer legendado; Confira!

O Star+ divulgou o trailer oficial legendado da 3ª (e última) temporada da elogiada série ‘Love, Victor‘.

O ciclo final irá estrear oficialmente no dia 15 de junho, com todos os 8 episódios sendo lançados simultaneamente.

Confira:

Na última temporada, “Victor não só terá que decidir com quem quer ficar, como também quem ele quer ser. Enquanto Victor e os seus amigos decidem seus planos pós-ensino médio, eles terão que enfrentar novos problemas que virão com suas escolhas para o futuro”.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger.

A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual.

Michael CiminoAna OrtizJames MartinezIsabella FerreiraMateo FernandezRachel Naomi HilsonBebe Wood e outros estrelam.

‘A Escola do Bem e do Mal’: Assista à cena de abertura do novo filme de fantasia da Netflix!

A adaptação ‘A Escola do Bem e do Mal‘ (The School for Good and Evil) finalmente estreou na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou a cena de abertura do longa-metragem.

Confira:

No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

Relembre o trailer:

Com roteiro de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘), a trama adapta a saga de romances assinada por Soman Chainani e Alice Klesck.

Sophia Anne Caruso (‘Evil’) e Sofia Wylie (‘High School Musical: O Musical: A Série’) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.

Kerry Washington e Charlize Theron também estrelam como a Professora Dovey e a Lady Lesso, respectivamente. Cate Blanchett será a narradora, enquanto Michelle Yeoh será a professora Emma Anemone

Paul Feig (‘Uma Segunda Chance para Amar’) é responsável pela direção.

SCHOOL FOR GOOD AND EVIL

‘O Rei da TV’: Série biográfica sobre Silvio Santos ganha teaser INÉDITO; Confira!

O Star+ divulgou o novo teaser oficial da 2ª temporada de ‘O Rei da TV‘, série biográfica baseada na história do lendário apresentador Silvio Santos.

Confira, junto ao trailer:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de março.

A produção narra vários momentos da vida de Senhor Abravanel, desde os dias como camelô nas ruas do Rio de Janeiro, passando pelo início do Baú da Felicidade, até os anos de sucesso como dono do SBT.

Com José Rubens Chachá como a versão mais velha de Silvio Santos, O Rei da TV conta com Leona Cavalli, Natália Lima, Emílio de Mello e Gui Santana no elenco.

‘O Assassino’: Suspense criminal com Michael Fassbender e Tilda Swinton ganha teaser ANGUSTIANTE; Confira!

Netflix divulgou o teaser legendado de O Assassino (The Killer), próximo filme de David Fincher (‘Se7enOs Sete Crimes Capitais’)

Com estreia marcada para 10 de novembro na plataforma de streaming, a produção traz nomes como Michael Fassbender, Tilda Swinton e a brasileira Sophie Charlotte.

Ao longo da história, o cruel assassino terá que enfrentar quem o contratou e a si mesmo em uma caçada internacional. Mas, para ele, não é nada pessoal.

Confira:

O elenco também terá Charles Parnell e Arliss Howard.

O longa é baseado na série de graphic novels ‘The Killer‘, de Alexis Nolent, e o roteiro é adaptação de Andrew Kevin Walker, também responsável por ‘Se7enOs Sete Crimes Capitais‘.

Regina King vive a primeira congressista negra dos EUA no trailer INÉDITO de ‘Shirley para Presidente’; Confira!

Netflix divulgou o trailer oficial de Shirley para Presidente’, longa-metragem estrelado pela vencedora do Oscar e do Emmy Regina King (‘Watchmen’, ‘Se a Rua Beale Falasse’).

Na trama, King interpreta Shirley Chisholm, a primeira mulher negra a fazer parte do Congresso dos Estados Unidos e que concorreu à presidência em 1972.

O filme estreia no dia 22 de março na plataforma de streaming.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

John Ridley, vencedor do Oscar por ’12 Anos de Escravidão’, comanda a produção e assina o roteiro.

Terrence HowardLance ReddickBrad JamesAndré Holland e outros completam o elenco.

‘Respira’: Drama MÉDICO do mesmo criador de ‘Élite’ ganha trailer COMPLETO; Confira!

Netflix divulgou o trailer completo de Respira, seu primeiro drama médico espanhol.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 30 de agosto.

Confira:

A série foi criada por Carlos Montero (‘Élite’).

Joaquín Sorolla é muito mais do que um hospital público de Valência onde diariamente se salvam vidas. Médicos e residentes trabalham arduamente no ritmo frenético do pronto-socorro, onde tensões, emoções e até desejo aceleram o coração de uma equipe que vive cada vez mais no limite. A chegada de um ilustre paciente evidencia a complicada situação do sistema público de saúde, acendendo o estopim para o que se tornará uma greve drástica e sem precedentes.

Najwa NimriAitana Sánchez GijónBlanca SuárezManu RíosBorja LunaAlfonso Bassave estrelam.

A primeira temporada conta com oito episódios.

Estrelada por David Schwimmer, 2ª temporada de ‘Goosebumps’ chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A 2ª temporada de ‘Goosebumps‘, série baseada nos aclamados romances escritos por R.L. Stine, já chegou ao catálogo do Disney+.

Intitulado Goosebumps: O Desaparecimento’, o novo ciclo chegou hoje, 10 de janeiro, à plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na nova temporada, irmãos adolescentes descobrem uma ameaça dentro de casa, desencadeando uma cadeia de eventos que desvendam um profundo mistério. Conforme eles mergulham no desconhecido, a dupla se vê enredada na história de cinco adolescentes que misteriosamente desapareceram em 1994.

O elenco do novo ciclo conta com Elijah Cooper (‘That Girl Lay Lay’), Francesca Noel (‘Quando Você Chegou’), Galilea La Salvia (‘Talia in the Kitchen’), Jayden Bartels (‘Side Hustle – Uma Tarefa Complicada’), Sam McCarthy (‘Disque Amiga para Matar’), Arjun Athlaye (‘Are You Afraid of the Dark?’), Eloise Payet (‘The End of the Party’), Christopher Paul Richards (‘The Kids Are Alright’), Kyra Tantao (‘Zombies 3’), Stony Blyden (‘American Born Chinese’) e Sakina Jaffrey (‘Billions’).

Lembrando que o grupo se junta a David Schwimmer, o famoso Ross de ‘Friends‘, que dará vida a Anthony, um pai divorciado que passa o verão com seus filhos.

A série do Disney+ é comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman são os roteiristas e produtores executivos.

‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ ganha novo trailer INCRÍVEL; Confira!

O aguardado Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ está prestes a chegar aos cinemas, e a Disney acaba de divulgar um novo trailer oficial da produção.

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O filme tem estreia marcada para o dia 25 de julho de 2025, marcando o início da Fase 6 do MCU.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

O longa é dirigido por Matt Shakman.

‘O Agente Secreto’: Longa estrelado por Wagner Moura conquista duas indicações ao Gotham Awards

O longa-metragemO Agente Secreto, escolhido para representar o Brasil na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional, já está marcando presença na temporada de premiações – e foi relembrado na lista de indicados à 35ª edição do Gotham Awards.

O filme concorre ao prêmio de Melhor Roteiro Original para Kleber Mendonça Filho, enquanto Wagner Moura disputa pela estatueta de Melhor Performance.

Os vencedores serão revelados no dia 1º de dezembro.

Confira nossa crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | O Agente Secreto – Kleber Mendonça Filho Alcança Seu Melhor em Potente Filme de Roteiro Refinado | CinePOP

A estreia nos cinemas nacionais está marcada para o dia 6 de novembro.

O Agente Secreto transporta o público para a Recife de 1977, onde Marcelo (Wagner Moura), um especialista em tecnologia, retorna à sua cidade natal em busca de tranquilidade. No entanto, ele logo se depara com perigos e segredos sombrios que a rondam.

Além de Wagner Moura, o elenco conta com grandes nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Alice Carvalho, Roberto Diogenes e Hermila Guedes.

‘Lua Nova’ ganha trailer de RELANÇAMENTO nos cinemas nacionais; Confira!

Um mês depois do primeiro capítulo de ‘A Saga Crepúsculo ter sido relançado nos cinemas nacionais, a sequência Lua Nova também ganhará uma exibição especial para a alegria dos fãs.

Os espectadores poderão assistir à continuação da jornada de Bella (Kristen Stewart), Jacob (Taylor Lautner) e Edward (Robert Pattinson) a partir de 16 de abril – e, agora, a Paris Filmes divulgou um novo trailer promocional celebrando o evento.

Confira:

Na trama, baseada no segundo volume da saga literária de Stephanie Meyer, a vida de Bella Swan vira de cabeça para baixo quando, após um incidente que quase lhe custa a vida, Edward e a família Cullen decidem deixar a cidade de Forks para protegê-la. Mergulhada em uma profunda depressão, Bella encontra conforto em sua amizade com Jacob Black. No entanto, conforme se aproximam, ela descobre que Jacob também guarda um segredo perigoso que mudará sua percepção sobre o mundo sobrenatural.

Lançada originalmente em 2009, a saga tornou-se um fenômeno cultural, levando mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil ao longo de seus cinco filmes. Dirigido por Chris Weitz e com roteiro de Melissa Rosenberg (‘Jessica Jones’), Lua Nova foi um estrondo comercial, arrecadando mais de US$ 700 milhões mundialmente.

‘Supergirl’: Ator deixará a série durante a 5ª temporada

Mehcad Brooks, intérprete de Jimmy Olsen em Supergirl‘, deixará a série na primeira metade da quinta temporada, segundo a Entertainmente Weekly.

O ator e músico decidiu encerrar suas atividades no programa e se dedicar aos longas-metragens, além de desenvolver e estrelar uma nova série, e terminar de escrever seu livro.

Por enquanto, ainda não detalhes de como a saída do personagem será trabalhada em Supergirl, e um possível retorno não será descartado.

“Adoramos Mehcad e estamos tristes em vê-lo deixar a série, mas estamos animados com o futuro de Mehcad e James Olsen”, disseram os showrunners, Robert Rovner e Jessica Queller, em um comunicado. “Ele sempre fará parte da nossa família e esperamos que James volte à National City em algum momento para visitar sua irmã e seus super amigos”.

Lembrando que Jeremy Jordan, antigo membro do elenco principal, está retornando para três episódios na segunda metade da nova temporada.

Supergirl retorna para a quinta temporada em 06 de outubro na CW.

Confira os detalhes do novo uniforme da heroína:

Criada por Ali Adler, Greg Berlanti e Andrew Kreisberg, a série originalmente era exibida pela CBS, mas trocou de canal após o segundo ciclo, fazendo parte do catálogo da CW e entrando oficialmente para o Arrowverse.

Durante a destruição de Krypton, a pequena Kara Zor-El é enviada à Terra com o objetivo de proteger o primo Kal-El (Superman), que ainda bebê também é um dos sobreviventes da destruição de seu planeta natal. Durante o percurso, a nave de Kara se desvia da rota original e acaba em um planeta onde o tempo não passa. Aos 12 anos seu primo, que já havia se tornado o Superman, a resgata e entrega-lhe aos cuidados de uma família de amigos cientistas, os Danvers. Kara Danvers cresce como uma criança normal (ou quase isso) e, aos 24 anos, trabalha como assistente de Cat Grant na CatCo Worldwide Midia, sem que ninguém suspeite de seus superpoderes. Um dia, sua irmã adotiva, Alex, está em um avião que sofre uma pane e começa a cair. Kara, que sempre se deu muito bem com a irmã, decide salvá-la com a ajuda de seus superpoderes, Depois disso ela descobre que a irmã na verdade trabalha para o D.E.O. e junta-se à organização, dividindo-se entre a vida de assistente e de Supergirl.

O elenco conta com Melissa Benoist, Chyler Leigh, Mehcad Brooks, Katie McGrath, Jesse Rath, Nicole Maines, David Harewood e Azie Tesfai.

‘Homem-Aranha’ enfrenta o ‘Sexteto Sinistro’ em fã-pôster SENSACIONAL; Confira!

Mais cedo ou mais tarde, a Sony e a Marvel devem produzir uma adaptação do ‘Sexteto Sinistro‘ agora que novos personagens relacionados ao ‘Homem-Aranha‘ estão chegando às telonas.

Pensando nisso, um fã compartilhou no Instagram um pôster imaginando o herói enfrentando o grupo de vilões formado por Mysterio, Abutre, Carnificina, Morbius, Escorpião, e Shocker.

E o resultado ficou simplesmente incrível. Confira:

Lembrando que as gravações de ‘Homem-Aranha 3‘ estavam agendadas para o mês de julho, mas foram interrompidas devido à propagação do Coronavírus.

Maiores detalhes não foram revelados, mas as atualizações devem ser divulgadas assim que a produção for retomada.

Dirigido por Jon Watts, o longa está previsto para para 2021.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

“‘Velozes e Furiosos 9’ é um ótimo motivo para voltarmos ao cinema”, diz John Cena

Desde o lançamento do trailer de Velozes e Furiosos 9‘, os fãs estão contando os dias para descobrir os segredos de Dominic Toretto (Vin Diesel) e seu irmão, vivido por John Cena.

Durante uma entrevista para a Total Film, Cena provocou os fãs ao comentar sobre sua expectativa pela estreia e garantiu que o filme é um ótimo motivo para os fãs voltarem ao cinema.

“Estou ansioso para saber a reação do público desde que pisei pela primeira vez nos bastidores. Eu posso garantir que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é um ótimo motivo para voltarmos ao cinema.”

Apesar de não revelar nada, a declaração de Cena mostra que a equipe preparou grandes surpresas para o novo filme e o público deve se surpreender com os acontecimentos.

Há alguns meses, o diretor Justin Lin confirmou que a pós-produção já foi finalizada e a sequência está pronta para ser lançada.

Confira:

“A mixagem de som de ‘Velozes e Furiosos 9’ oficialmente foi finalizada! Um grande obrigado à melhor equipe do mundo por trabalhar em tempos tão sem precedentes na perfeição.”, afirmou.

Confira, com um novo teaser repleto de cenas de ação e que traz os protagonistas Dom (Vin Diesel) e Letty (Michelle Rodriguez) para o centro dos holofotes:

Lembrando que será lançado em 28 de maio de 2021.

Assista ao trailer completo:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Além de Diesel e Cena, o elenco conta com Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘Aquaman 2’ adiciona mais três membros ao elenco; Confira!

De acordo com o The Hollywood Reporter, Indya Moore (‘Pose’), Jani Zhao (‘Jogo Duplo’) e Vincent Regan (‘300’) foram adicionados ao elenco de ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’.

Moore interpretará Karshon, uma vilã introduzida nos quadrinhos do ‘Lanterna Verde‘ em 1963 e que se alimenta do medo através de poderes psicocinéticos e telepáticos.

Zhao será a misteriosa Stingray, personagem criada exclusivamente para o filme.

Regan irá substituir o ator Graham McTavish como Atlan, antigo governante de Atlântis e ancestral de Arthur Curry (Jason Momoa).

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a trama, mas é certo que o filme continue a expandir o relacionamento entre Arthur e Mera (Amber Heard) enquanto eles se aventuram em novos perigos pelos setes mares e pela terra firme.

A sequência tem estreia marcada para dezembro de 2022Yahya Abdul-Mateen IIDolph Lundgreen Temuera Morrison também retornam.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

‘Jurassic World: Domínio’ conquista nota A- no Cinemascore

Apesar de Jurassic World: Domínio ter recebido apenas 31% de aprovação dos críticos, a sequência que encerra a trilogia iniciada em 2015 está fazendo um grande sucesso entre o público.

No Cinemascore, o filme de Colin Trevorrow conquistou a nota A-, a segunda maior da plataforma.

A notícia veio direto de uma publicação no perfil oficial do site no Twitter.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+‘ a ‘F‘.

Confira a publicação e algumas críticas:

“Estávamos nos cinemas hoje à noite para pesquisar a recepção de ‘Jurassic World: Domínio e o público deu uma nota A-. Parabéns à Universal Pictures e todo o elenco e equipe!”

“Nunca decola. Ou, ao menos, leva o próprio tempo [para decolar]” – Clarín.

“Enquanto não tem os níveis ruins de Jurassic Park 3’‘Domínio’ conclui muito pouco com um rugido triunfante à medida que esse exausto projeto está pronto para voltar para casa” – South Chine Morning Post.

“O fim de uma era… Cheio de nostalgia e, acima de tudo, fiel às ideias cimentadas em seus predecessores” – Cine Premiere.

“[O filme] retorna à fundação espiritual da saga” – Otroscines.com.

“À imagem de ‘Indiana Jones’, [o filme] prioriza o ritmo alucinado e os espetaculares vislumbres físicos através de um terreno disputado” – EscribiendoCine.

A trama é ambientada quatro anos após a destruição da Isla Nublar. Os dinossauros agora vivem – e caçam – ao lado de humanos em todo o mundo. Esse frágil equilíbrio remodelará o futuro e determinará, de uma vez por todas, se os seres humanos continuarão sendo os principais predadores em um planeta que agora compartilham com as criaturas mais temíveis da história.

Colin Trevorrow retorna à cadeira de direção, enquanto Emily Carmichael assina o roteiro.

O elenco também conta com Laura DernJeff GoldblumSam NeillBD WongOmar SyIsabella SermonJustice SmithDaniella PinedaMamoudou AthieCampbell ScottScott HazeDichen Lachman.

‘Star Wars: The Acolyte’ terá diretores de ‘Demolidor’ e ‘After Yang’

De acordo com o Comic Book, a Lucasfilm contratou dois novos diretores para comandarem os episódios de ‘Star Wars: The Acolyte‘, vindoura série da Disney+.

Um deles é o diretor Kogonada, conhecido por seu trabalho no sci-fi ‘After Yang‘, da A24, que ganhou alguns prêmios importantes no circuito de festivais de cinema.

O outro foi Alex Garcia Lopez, que dirigiu episódios de ‘Demolidor’, ‘Luke Cage’, ‘O Justiceiro’, ‘Cowboy Beebop’ eThe Witcher.

Não foi dito quais e nem quantos episódios eles vão dirigir, então só nos resta aguardar pelas atualizações.

Kogonada e Lopez

Lembrando que as gravações já iniciadas e as primeiras imagens dos bastidores já foram divulgadas.

As fotos destacam a caracterização dos atores Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

Confira:

O elenco contará com Carrie-Anne Moss, Amandla StenbergLee Jung-jaeManny JacintoDafne KeenJodie Turner-SmithRebecca HendersonCharlie Barnett e Dean-Charles Chapman.

Ainda sem previsão de estreia, a sinopse oficial da série diz que:

“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam.”

Além de ‘The Acolyte‘, a Disney prepara ainda a terceira temporada de ‘The Mandalorian‘ e o derivado ‘Ahsoka‘.

Vale lembrar que ‘The Acolyte‘ vai se passar no passado da saga ‘Star Wars‘, aproximadamente 200 anos antes do ‘Episódio I: A Ameaça Fantasma‘. Criada por Leslye Headland (‘Boneca Russa’), a série vai acompanhar uma aprendiz do Lado Sombrio da Força no período em que os Sith eram tidos como extintos.

Leslye Headland (‘Boneca Russa’) entra como showrunner.

‘Clube dos Vândalos’: Após ser descartado pela Disney, filme com Austin Butler e Tom Hardy ganha data de estreia; Saiba quando!

Há algumas semanas, foi revelado que a 20th Century Studios removeu ‘The Bikeriders‘ de seu calendário de lançamentos.

Anteriormente agendado para 1º dezembro nos cinemas, o longa foi posto à venda pela pela produtora New Regency, que financiou o projeto e estava à procura de um novo distribuidor.

E, de acordo com o THR, os direitos de distribuição do longa foram adquiridos pela Focus Features e pela Universal Pictures, para um lançamento em 2024.

O longa estava sem data definida para chegar aos cinemas, mas o Deadline divulgou que a estreia foi oficializada para 21 de junho de 2024 nos EUA.

Por enquanto, ainda não há informações sobre a data de lançamento aqui no Brasil.

A Focus cuidará do lançamento doméstico, enquanto a Universal cuidará do lançamento internacional.

Através de um comunicado, o presidente-da New Regency, Yariv Milchan, comemorou o acordo.

“Estamos entusiasmados por nos unirmos novamente aos nossos parceiros da Focus Features e ansiosos por outra colaboração de sucesso. E não poderíamos estar mais orgulhosos de ‘The Bikeriders’, Jeff Nichols e de todo o talento que ele reuniu para criar este filme verdadeiramente excepcional.”

Escrito e dirigido por Jeff Nichols (‘Amor Bandido’) ‘The Bikeriders‘ é baseado no livro de fotografia homônimo de Danny Lyon e conta com Austin Butler, Jodie Comer, Tom Hardy, Mike Faist e Michael Shannon.

Butler e Comer estrelam como o casal Benny e Kathy. Ele é um membro indomável de um clube em ascensão chamado Vândalos, enquanto ela entra no estilo de vida das motocicletas seguindo Benny. Ao longo do filme, Kathy relembra a história da ascensão dos Vândalos ao poder.

Hardy interpreta Johnny, o perigoso líder do clube.

Confira o trailer e a sinopse:

“‘The Bikeriders‘ é um drama furioso que gira em torno da ascensão de um clube de motociclismo fictício do meio-oeste dos Estados Unidos nos anos 60. Sob o ponto de vista de Kathy (Comer), um membro obstinado dos Vândalos, que é casada com um motociclista selvagem e imprudente chamado Benny (Butler), conhecemos a evolução do grupo ao longo de uma década, começando como um clube local de forasteiros unidos por bons tempos, motos barulhentas e respeito por seu líder, Johnny (Hardy). Ao longo dos anos, Kathy faz o possível para navegar pela natureza indomada de seu marido e sua lealdade a Johnny, com quem ela sente que deve competir pela atenção de Benny. À medida que a vida nos Vândalos se torna mais perigosa e o clube ameaça se tornar uma gangue mais sinistra, Kathy, Benny e Johnny são forçados a fazer escolhas sobre sua lealdade ao clube e entre si.”

Liga da Justiça | A inspiração vinda dos Novos 52

Primeiro encontro do supergrupo na antiga linha editorial da DC tem elementos bem semelhantes a adaptação para cinema

Foi em 2011 que a DC Comics anunciou aquela que seria sua linha editorial para a nova década, essa batizada de Novos 52. A proposta geral era de reiniciar o universo compartilhado da editora, recontando a origem de seus principais personagens e conduzindo suas aventuras de maneira coesa até o momento de algum arco mais amplo; não fugindo muito do modelo de gerenciamento proposto pela Marvel Studios a partir de 2008.

Esse não foi o primeiro reboot geral executado pela empresa; em 1986 toda a linha do tempo da DC foi reiniciada após a grande saga conhecida como Crise das Infinitas Terras, com o Superman ganhando uma origem atualizada em Homem de Aço escrito por John Byrne no mesmo ano e em 1988 o Batman sendo a bola da vez com sua nova origem abordada em Ano Um de Frank Miller

Por volta de 2009 houve uma última tentativa de reboot definitivo antes da concepção dos Novos 52; batizada de Terra Um a proposta foi a mesma de todos os outros projetos similares no passado: atualizar os primeiros anos de atividade dos principais nomes da editora para assim alcançar um público maior. Iniciado com Superman: Terra Um em 2010 o selo foi perdendo força como nova linha editorial para toda a DC e no decorrer da década foi se tornando um selo reservado a histórias fechadas. Dessa forma, no ano seguinte começou a era dos Novos 52.

Terra Um foi a primeira tentativa recente da editora em realizar um grande reboot coordenado

O primeiro exemplar do até então novo projeto foi Liga da Justiça #1, escrito por Geoff Johns e ilustrado por Jim Lee. A intenção foi mostrar como os membros da Liga se conheceram e precisaram superar as diferenças de personalidade entre eles para enfrentar uma grande ameaça extraterrestre, maior do que qualquer coisa que qualquer um deles já havia encontrado.

A trama geral começa com Batman perseguindo uma figura misteriosa pelos telhados de Gotham enquanto a polícia está em seu encalço. Ele então encontra com Hal Jordan, o Lanterna Verde, pela primeira vez e juntos detém o alvo. O suspeito, no entanto, se mostra um alienígena e, após escapar da dupla, acaba levando a perseguição para os esgotos. Lá eles observam que a criatura instala uma misteriosa caixa na parede e após ser confrontada ela explode. Suspeitando que ela de alguma forma pode estar ligada ao Superman de Metrópolis ambos vão ao encontro dele.

A linha narrativa segue um padrão muito similar, portanto, ao que foi trabalhado na versão lançada nos cinemas em 2017. A ameaça crescente de uma força alienígena obriga um grupo de pessoas extraordinárias a se juntar e no centro disso tudo estão algumas caixas, aqui batizadas de caixas paternas, cuja a função é abrir portais em pontos estratégicos para que os exércitos de Darkseid possam invadir a Terra.

A edição de estreia dos Novos 52 contou com uma versão atualizada da Liga da Justiça

Ambos os textos tiveram o envolvimento direto ou indireto de Geoff Johns (as refilmagens que levaram à versão de Whedon tiveram envolvimento de Johns na reestruturação de alguns trechos para torna-los mais cômicos e curtos para atingir o teto de duas horas de duração estipulado pelo estúdio) e isso fica evidente pelo tom cartunesco bem presente na escrita dos dois, bem como em trabalhos anteriores de Johns como Flashpoint Paradox e A Noite mais Densa.

Dessa maneira, a história do primeiro encontro da Liga foi readaptada, e dessa vez originalmente por Zack Snyder e Chris Terrio antes de 2017, de modo que mantivesse ainda uma distante ligação com o que foi visto nos quadrinhos dos Novos 52, do ponto de vista das caixas maternas continuarem a ser um mcguffin (determinado objeto que move a trama), só que agora tomando elementos emprestados do clássico japonês Os Sete Samurais principalmente no que consta o arco de Bruce Wayne em reunir o grupo.

A Liga da Justiça dos Novos 52 também recebeu uma adaptação em formato animado, esse reaproveitando tudo que foi contado no quadrinho, intitulado Liga da Justiça: Guerra em 2014. Essa iniciativa foi o pontapé inicial de um novo universo animado da DC Comics produzido pela Warner Animation baseados em estética e personalidade no que estava sendo apresentado nos títulos impressos. 

O longa teve uma continuação intitulada Trono de Atlantis mas foi bastante criticado pelos fãs pelas características muito diferentes que seus protagonistas possuíam, em especial o Superman que, assim como o que estava ocorrendo nos quadrinhos, foi retrabalhado como um jovem muito seguro de si e de suas habilidades a ponto de ser quase arrogante. De qualquer forma o legado dos Novos 52 pode ser visto bem claramente tanto na versão de Liga da Justiça de 2017 quanto no corte de Zack Snyder que será lançado dia 18, seja no tocante à formação da equipe (canonizando a participação do Ciborgue como membro fundador), base do enredo ou planos para futuras continuações.

‘Circus Maximus’: Filme dirigido por Travis Scott, Nicolas Winding e Gaspar Noé, é disponibilizado na internet

O rapper Travis Scott surpreendeu os fãs ao lançar gratuitamente no YouTube o seu mais recente filme, intitulado ‘Circus Maximus‘.

A produção acompanha seu aclamado álbum “UTOPIA” e conta com a participação de vários diretores talentosos, incluindo o próprio Travis Scott, Nicolas Winding Refn (‘Drive’) e Gaspar Noé (‘Climax’).

O filme também tem contribuições de Valdimar Johannsson (‘Lamb’) e Harmony Korine (‘Spring Breakers – Garotas Perigosas’). O longa consiste em uma série de “clipes” musicais para as diversas faixas do álbum, explorando visuais surrealistas e psicodélicos.

Assista:

Travis Scott e Harmony Korine colaboraram em outro projeto intitulado ‘AGGRO DR1FT‘, um filme descrito pelo próprio diretor como uma experiência sensorial única. Filmado inteiramente em infravermelho, o filme incorpora sequências de animação “fantasmagóricas” e segue a história de um assassino chamado BO (interpretado por Jordi Mollà), que enfrenta um senhor do crime demoníaco em uma Miami repleta de cores vibrantes e acompanhada pela trilha sonora eletrônica de AraabMuzik.

No enredo, Travis Scott interpreta um líder de gangue com uma língua de cobra literal, enquanto BO lida com desafios sobrenaturais e pessoais.

AGGRO DR1FT‘ fará sua estreia nos Festivais Internacionais de Cinema em Veneza e Toronto (TIFF), além de ser exibido no Festival de Nova York (NYFF).

A produção é assinada pela A24e ainda não possui data de lançamento.

David Lynch busca novo lar para animação ‘Snootworld’ após RECUSA da Netflix

O renomado cineasta David Lynch, conhecido por obras como ‘Cidade dos Sonhos’, revelou recentemente seu desejo de produzir a animação ‘Snootworld’, mas encontrou resistência da Netflix, que rejeitou o projeto.

Segundo o Deadline, Lynch tem trabalhado nos últimos meses para dar vida ao projeto e procurando um financiador. Ele iniciou o roteiro há duas décadas, em colaboração com Caroline Thompson, roteirista de A Família Addams.

Lynch compartilhou sua experiência: “Não sei ao certo quando comecei a pensar nos Snoots, mas comecei a desenhar essas criaturas e uma história começou a se formar. Trabalhei com Caroline no roteiro e, recentemente, achei que alguém poderia se interessar em apoiar o projeto. Apresentei à Netflix, mas eles recusaram”.

Lynch acredita que a Netflix recusou o projeto por considerá-lo “antigo” e por não se encaixar no estilo de animações populares atualmente: “Snootworld é uma história meio antiga, enquanto a animação hoje em dia valoriza mais as piadas superficiais. Contos de fadas antigos são considerados chatos. Aparentemente, as pessoas não querem vê-los. É um mundo diferente agora, onde é mais fácil dizer não do que sim”.

Thompson descreveu a trama como “maluca”, destacando a jornada dos Snoots: “Essas criaturas passam por uma transição ritual aos oito anos, quando ficam ainda menores e são enviadas para um lugar seguro por um ano. O mundo entra em caos quando o herói Snoot desaparece e sua família não consegue encontrá-lo, levando-o a um mundo louco e magnífico”.

Quanto à direção de ‘Snootworld’, Lynch ainda não decidiu seu envolvimento, mantendo a possibilidade aberta para ele próprio ou sua filha cineasta, Jennifer Lynch, conhecida por seu trabalho em American Horror Story.

Apesar da rejeição da Netflix, Lynch acredita no potencial de ‘Snootworld’: “Gosto dessa história. É algo que tanto crianças quanto adultos podem apreciar. Nunca trabalhei diretamente com animação, mas com os recursos tecnológicos atuais, é possível criar algo espetacular”.

David Lynch é um cineasta renomado, conhecido por seus trabalhos em Twin Peaks, Eraserhead,Veludo Azul, O Homem Elefante e na primeira versão de Duna de 1984.

‘Queer’: Luca Guadagnino surpreende com Caetano Veloso na trilha sonora do novo longa

Queer, o novo longa de Luca Guadagnino, já está em cartaz nos cinemas nacionais e tem surpreendido os fãs, especialmente ao revelar, nos créditos de abertura, a presença de Caetano Veloso.

O cantor, ao lado de Trent Reznor, é o intérprete da canção “Vaster Than Empires”, composta exclusivamente para o filme.

Em entrevista ao Estadão, Guadagnino revelou como surgiu a ideia de convidar o cantor brasileiro.

“Sou um grande admirador de Caetano desde criança e sempre sonhei em trabalhar com ele. E ter com ele uma espécie de relacionamento artístico. Quando estávamos na etapa de pós-produção, discutimos com Reznor e (Atticus) Ross sobre uma música final. Queríamos que fosse uma canção de amor dolorosa”, afirmou Guadagnino.

A canção foi escrita por Reznor e Ross com base em trechos dos diários de William S. Burroughs, autor do livro que inspirou o filme.

“Eu disse: ‘Acho que precisamos da voz de um homem mais velho que seja como uma lenda, da maneira como Burroughs foi’. Propus Veloso e, para minha surpresa, Caetano aceitou”, contou Guadagnino.

Essa não é a primeira vez que a voz de Caetano Veloso marca presença nos filmes de Guadagnino. A canção “Pecado”, do álbum “Fina Estampa”, já havia sido utilizada em ‘Rivais’. O

“Ainda não o conheci pessoalmente. Espero muito, muito mesmo, encontrá-lo um dia em breve. Ele é fantástico. Ouço constantemente seu trabalho e sua música”, conclui Guadagnino.

Queer’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é baseado no romance semiautobiográfico de William S. Burroughs, lançado originalmente em 1985.

“Ambientado na Cidade do México dos anos 1950, Queer segue William Lee, um expatriado americano na casa dos quarenta e poucos anos, que leva uma vida solitária em meio a uma pequena comunidade americana. No entanto, a chegada à cidade de Eugene Allerton, um jovem estudante, faz com que William finalmente estabeleça uma conexão significativa com alguém.”

O elenco ainda conta com Drew Starkey, Omar Apollo, Lesley Manville, Jason Schwartzman, Andra Ursuta, Michael Borremans e David Lowery.

Poster de filme com escorpião dourado.

Em meio a processo por assédio, ‘Doctor Odyssey’ é CANCELADA após uma temporada!

O drama médico ‘Doctor Odyssey’, criado por Ryan Murphy, foi oficialmente cancelado ainda em sua primeira temporada, apesar do histórico de sucessos do cineasta. De acordo com a revista Variety, a produção não terá continuidade.

A informação foi confirmada também pela Associated Press, que revelou que os contratos do elenco expiram nesta segunda-feira, sem qualquer sinal de que a ABC planeje reinserir a série em sua programação para o próximo ano.

A notícia chega em meio a uma polêmica: três ex-integrantes da equipe de produção entraram com um processo contra a Disney e a 20th Television em 30 de maio. Na ação, eles alegam que o estúdio permitiu uma “campanha desenfreada de assédio sexual durante meses”.

As acusações incluem comportamentos impróprios por parte do assistente de adereços Tyler Patton, como “piadas sexuais, insinuações, comentários, gestos e imagens de cunho sexual”, além de “toques indesejados”,  incluindo “apalpar abertamente as nádegas de uma funcionária visitante”.

Ex-membros da equipe PROCESSAM a Disney por assédio sexual nos bastidores de ‘Doctor Odyssey’

‘Doctor Odyssey’ está disponível no Disney+.

Max (Joshua Jackson) é o novo médico de bordo de um navio de cruzeiro de luxo onde a equipe trabalha duro e se diverte ainda mais. Tudo é possível enquanto Max e sua pequena, mas poderosa, equipe médica navegam por crises médicas únicas e uns aos outros, a quilômetros da costa.

Don Johnson (‘Miami Vice’), Sean Teale (‘The Gifted’) e Phillipa Soo (‘Iluminadas’) também estrelam a produção.

Murphy assina o roteiro ao lado de Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’)
e Joe Baken (‘Eu Sou Michael’).

doctor odyssey poster

James Gunn revela que Krypto continuará sendo um “cachorro terrível” em ‘Supergirl’

‘Superman’ já está disponível na Max, e um dos grandes destaques do longa é o incrível supercão Krypto. Com seu jeito arteiro e bagunceiro, o personagem conquistou o público, mas parece que sua personalidade “rebelde” não vai mudar tão cedo.

Em entrevista ao ScreenRant, James Gunn foi questionado se Krypto finalmente se tornaria um “bom garoto” no filme daSupergirl. A resposta foi direta:

“Ele não é um bom cachorro, ele é um cachorro terrível. E continua sendo um cachorro terrível. A diferença é que a Kara o ama, enquanto ele tira o Clark do sério”, acrescentou.

Krypto foi inspirado no próprio cachorro de Gunn, Ozu, cujos hábitos influenciaram a caracterização do herói canino.

Supergirl’ estreia dia 25 de junho nos cinemas.

Quando um inimigo inesperado e implacável surge como uma ameaça, Kara Zor-El é forçada, contra a sua vontade, a unir-se a uma companheira improvável. Juntas, elas embarcam numa jornada cósmica épica onde vingança e justiça estão em jogo – e onde Kara precisa confrontar as suas origens para encontrar o seu próprio caminho como heroína.

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

Dirigido por Craig Gillespie (‘Cruella’), o longa é baseado nos quadrinhos Supergirl: Woman of Tomorrow, da DC.

O elenco ainda conta com Matthias Schoenaerts (Krem), Eve Ridley (Ruthye), David Krumholtz (Zor-El), Emily Beecham (Alura In-Ze), Jason Momoa (Lobo) e Ferdinand Kingsley (Elias Knoll).

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

Fox anuncia compra da Roku por US$ 22 bilhões em megaprojeto de streaming

A Fox Corp. deu um passo ousado para consolidar seu futuro no mercado de mídia digital. A companhia anunciou nesta segunda-feira (15) um acordo definitivo para adquirir a Roku pelo valor empresarial de aproximadamente US$ 22 bilhões. A transação, que deve ser concluída no primeiro semestre de 2027, foi avaliada em US$ 160 por ação, em uma operação que combina pagamento em dinheiro e ações ordinárias da Fox.

Conforme a Variety, o negócio unirá a robusta força de esportes, notícias e entretenimento da Fox, além de seu serviço de streaming gratuito, o Tubi, à plataforma de TV conectada da Roku. A fusão cria uma gigante digital com acesso direto a mais de 100 milhões de lares usuários de streaming ao redor do mundo. Em termos proporcionais, a nova companhia resultante se tornará a terceira maior força da televisão nos Estados Unidos em participação de audiência.

Mesmo após a incorporação, as empresas garantiram que a Roku continuará operando como uma plataforma aberta e amigável para parceiros. O fundador, presidente e CEO da Roku, Anthony Wood, seguirá desempenhando um papel fundamental no comando da operação e passará a integrar o conselho de administração da Fox.

Fundada em 2002, a Roku foi pioneira no mercado de dispositivos de streaming e manteve sua independência por décadas, disputando espaço com gigantes como Amazon, Google, Samsung e Apple. Após anos buscando a rentabilidade, a empresa vive seu melhor momento financeiro: em 2025, registrou seu primeiro lucro anual completo, somando US$ 88,4 milhões sobre uma receita de US$ 4,74 bilhões.

No fechamento do primeiro trimestre, a Roku acumulava US$ 1,65 bilhão em caixa e nenhuma dívida.

Lachlan Murdoch, presidente executivo e CEO da Fox, classificou o acordo como um marco histórico para a empresa, que vinha se concentrando em TV aberta e canais a cabo desde a venda dos ativos da 21st Century Fox para a Disney em 2019.

“Este é um momento decisivo para a Fox e uma extensão natural da estratégia deliberada e focada que executamos ao longo da última década. A Roku foi pioneira na TV por streaming e a transformou em uma das principais plataformas de TV conectada. Juntos, pretendemos liderar o próximo capítulo dessa história”, afirmou Murdoch em comunicado.

Anthony Wood também celebrou a fusão, destacando os benefícios para os investidores e o público: “Estou extremamente orgulhoso do que nossa equipe construiu, e a combinação com a Fox representa uma oportunidade extraordinária para acelerar nossa visão, crescer mais rapidamente e inovar de forma ainda mais agressiva para espectadores, parceiros e anunciantes”.

Curiosamente, a Fox já havia sido investidora da Roku no passado, mas vendeu sua participação de 5% em 2020 para focar na compra do Tubi por US$ 440 milhões, plataforma que hoje ultrapassa 100 milhões de usuários mensais.

Crítica | Licorice Pizza – Delicado, potente, genuíno e fascinante… Esse é o cinema de Paul Thomas Anderson!

A grande maioria dos gênios jamais foram considerados como tais ainda em vida, seja na história da arte, dos esportes ou mesmo da ciência. É sempre complexo e presunçoso dar esse status a qualquer figura contemporânea, afinal de contas, mesmo com revoluções de efeitos imediatos, o legado do tempo é o que define a real importância de figuras emblemáticas que fizeram história na humanidade.

Dito isso, não existe outra palavra que melhor defina a obra do roteirista e diretor Paul Thomas Anderson senão genial, pois, certamente, o realizador é um desses poucos casos que merecem ostentar o título de gênio ainda vivo. Em Hollywood, é sem dúvidas o maior cineasta dos últimos 30 anos, com Quentin Tarantino e James Gray (em lapsos) entregando produções que, no máximo, rivalizam com os filmes de Anderson.

Tendo duas fases distintas em sua carreira – de ‘Boogie Nights’ (1997) e ‘Magnólia’ (1999) a ‘Sangue Negro’ (2007) e ‘O Mestre’ (2012) – Paul T. Anderson brilhou, incialmente, com um tipo de cinema pulsante e estilístico, sendo comparado a Robert Altman e Martin Scorsese; logo depois virou a chave e apresentou obras mais etéreas, intimistas e analíticas, onde bebia da fonte de Terrence Malick e John Huston. Sempre de maneira particular, pujante e ao mesmo tempo apaixonante, era impossível, por exemplo, resistir ao romance incomum ‘Embriagado de Amor’ (2002), estrelado por Adam Sandler e Emily Watson.

Aliás, a lembrança de Sandler nos traz diretamente a sua mais nova e brilhante produção chamada de ‘Licorice Pizza’, que está concorrendo a diversos prêmios importantes como BAFTA, Oscar e os principais sindicatos em Hollywood, justamente naquelas categorias ditas artisticamente fundamentais, como Melhor Filme, Direção e Roteiro – sim, para além de tudo, Anderson é um dos roteiristas mais criativos e conceituados da indústria, juntando todas seu trabalho como escritor, diretor e produtor, o americano já foi indicado 11 vezes pela Academia – talvez nunca vencerá, tal como aconteceu a lendas como Hitchcock, Kubrick e Chaplin.

Mas cito então Adam Sandler pela nova dupla de protagonistas, Alana Haim e Cooper Hoffman, ambos artistas que jamais atuaram em outra produção de cinema. Hoffman é filho de um dos parceiros mais longevos e talentosos de Paul T. Anderson, o saudoso Philip Seymour Hoffman. O ator, que tem 18 anos, debuta como co-protagonista, um posto que é pleiteado por astros veteranos e que, da última vez, foi ocupado por ninguém menos que o três vezes vencedor do Oscar, Daniel Day-Lewis, em ‘Trama Fantasma’ (2017), seu último filme antes da aposentadoria. Hoffman então não desperdiça a chance e atende as expectativas, muito por conseguir casar a doçura e insegurança da adolescência a um estilo de empreendedor precoce pela visão de negócio apurada.

No entanto a grande estrela e destaque de ‘Licorice Pizza’ é a cantora e multi-instrumentista Alana Haim, um caso inusitado que fez parte do passado de P. T. Anderson e acabou ligando os dois atualmente. Alana é filha de Donna Haim, uma antiga professora de artes do cineasta. Sem saber de nada disso, Anderson queria fazer um clipe com a banda Haim, formada por Alana e suas irmãs mais velhas. Quando soube então da “coincidência”, preparou um roteiro durante a pandemia e colocou a caçula da família como a estrela do seu novo longa, sem que nunca tivesse atuado na vida.

Porém, não se engane, ela não fica atrás de nenhum dos protagonistas do autor, isso porque uma das principais características de Paul T. Anderson é conseguir extrair o máximo dos atores. Foi assim que fez, de maneira mais simples, com Day-Lewis e Joaquin Phoenix; foi assim que também fez, mais arduamente, com Mark Wahlberg e o próprio Adam Sandler. Com Alana, então, não precisou de muito, já que, segundo ele próprio, ela parecia mais à vontade em cena do que na própria sala de casa.

Ok, existe a possibilidade de Alana Haim exibir tamanha naturalidade artística por filmar no “quintal de casa”, o município de San Fernando Valley, na Califórnia; no entanto poucas vezes na vida presenciei uma estreia tão impactante quanto a dessa moça – que, não à toa, figura entre as principais indicada a dezenas de prêmios, levando pelo menos 15 deles para sua estante.

Aliás, como já cantei a pedra, não é por acaso que ‘Licorice Pizza’ traga Valley como o seu principal cenário, exatamente porque depois de uma longa fase de filmes mais “classudos”, Paul Thomas Anderson retorne não apenas ao tipo de história mais leve e delicada que fazia em outrora, como também traz de volta o estilo que ficou guardado durante a década de 1990. Ou seja, este é um filme muito mais parecido com ‘Jogada de Risco’ (1996) e os já citados ‘Boogie Nights’ e ‘Embriagado de Amor‘ do que trabalhos mais recentes. É naturalista, é radiante e de uma fluidez contagiante.

Também é sonoro, é musical e recheado de hits que batem lá no fundo… Abre com ‘July Tree’ da transcendental Nina Simone e traz como single o clássico ‘Life on Mars?’ do mitológico David Bowie; no entanto rememora petardos que vão de ‘Peace Frog’ do The Doors e ‘Stumblin In’ de Chris Norman até ‘Let Me Roll It’ de Paul McCartney. Falando nisso, o termo ‘Licorice Pizza‘ (pizza de alcaçuz) faz uma alusão direta a discos de vinil, ou melhor, a uma antiga marca vendia os bolachões no sul da Califórnia. Lá, enquanto compravam e ouviam os LP’s (long play), conversam por horas e chupavam balas de alcaçuz.

E já falando de trama, a plot aparentemente simples ganha contornos com o tempo. Baseado numa visita do diretor a uma escola em Los Angeles, no dia da chamada foto oficial da turma. Junto a sua memórias de adolescência, passadas de maneira assumidamente nostálgica, Anderson relembrou histórias de seu amigo Gary Goetzman, antigo ator mirim que estrelou filmes como ‘Os seus, os meus, os nossos’ (1968), e que participou de programas televisivos, tendo também dois negócios em Los Angeles, dentre eles uma loja de colchões dágua – como é retratado no próprio filme.

Nela, logo de início, vemos Gary Valentine (Hoffman), de 15 anos, querendo sair com Alana Kane (Haim), de 25, que trabalha como assistente de fotografo na escola de Gary. Ela deixa claro sua posição de criança, porém logo percebe o quão precoce é o moleque, que além de tentar a vida como ator, também cria empreendimentos, tendo tino para o meio empresarial. Ao mesmo tempo, Gary repara que sua admiração por Alana vai além de paixão, a garota é um poço de ideias e capaz de iluminar todos ao seu redor.

Uma relação que se estreita no caminhar da trama, mas que, de repente, também se desfaz como num passe de mágica, abrindo margem para que o realizador conceba subtramas a parte, tudo isso sem jamais desviar a atenção do público. As histórias a parte vão desde um jantar impagável na casa de Alana – onde os pais e as irmãs reais da cantora atuam – até a campanha de um jovem político de Los Angeles, Joel Wachs (Benny Safdie), que guarda um segredo a sete chaves – um andamento que claramente é uma alegoria a ‘Taxi Driver‘.

Temos também uma participação especialíssima de Bradley Cooper como o ex-cabeleireiro que virou o produtor, Jon Peters, outra figura real que é retratada no longa como um verdadeiro maníaco narcisista. Este que acaba sendo um dos grandes momentos da carreira de Bradley. Andamento este que dá origem a uma cena esplendida onde Alana dirige um caminhão de ré, daquelas carpintarias de tirar o chapéu. Ou quando Sean Penn vive um ator excêntrico e machista, com diálogos e ações que beiram o surrealismo. Enfim, são apenas alguns recortes que possuem propósitos claros no longa, como colocar Alana em situações inusitados ou mostrar um pouco de como foi a década de 1970.

E assim, numa produção composta por um elenco que esbanja carisma e competência, e é detentora de um roteiro orgânico e ao mesmo tempo rico, do ponto de vista temático, Paul Thomas Anderson dispõe de uma cinematografia de alto nível, tecnicamente falando. Que ganhou versões em cópias de 70mm e carrega consigo a estética da narrativa clássica usada pelo próprio Altman em títulos como ‘O Jogador’ (1992) e ‘Short Cuts’ (1993).

Licorice Pizza’ é um filme que, acima de tudo, possui muito coração, muita verdade e muita alma. Um trabalho que não apenas veio para matar as saudades dos antigos fãs do diretor, como também elevou a categoria desse já esplendido cineasta. Ficando ali juntinho de ‘Magnólia’ e ‘Boogie Nights’ entre as obras mais fascinantes de Paul T. Anderson, sendo então disparado o melhor filme nessa temporada de premiações. É inesquecível e irretocável. E tudo que falamos aqui é expelido em cada fotograma de Anderson, exalado nas cenas de Cooper Hoffman correndo por Valley ou demonstrado nos olhares silenciosos de Alana Haim.

13 ÓTIMOS Filmes para assistir no Star+

Continuando o nosso especial de 13 indicações de filmaços disponíveis nos streamings, vamos agora citar algumas produções do Star+. Quando o Disney+ chegou no Brasil, todo mundo quis saber quando a Casa do Mickey iria adicionar os principais títulos da Fox ou obras digamos mais “adultas”.

O Star+, então, que tem hoje pouco mais de 900 filmes disponíveis em seu catálogo, veio para preencher essa lacuna. Dentre grandes lançamentos disponíveis, a premiados no Oscar ou filmes clássicos do cinema, listamos títulos bem populares, mas que muita gente nem imagina que estão disponíveis nessa plataforma.

Não deixa de comentar também se já viu todos eles e se tem outros tão bons no Star+ que merece ganhar um espaço numa segunda lista futura. E fica ligado que vai vir por aí muito mais dicas de outros streamings, caso vocês tenham mais interesse nessa série. Vamos à lista!

Bumblebee (2018)

Quando a anunciaram ‘Bumblebee’, o spin-off da franquia já desgastada ‘Transformers’, foi acesa uma luz de esperança quanto a abordagem desse novo título – ainda que tomasse como base o universo já empreendido. Felizmente, o diretor Travis Knight trouxe um novo fôlego para a série, entregando uma aventura mais leve e influenciada pelas obras de Spielberg, como ‘ET – O Extraterrestre’.  A protagonista Hailee Steinfeld também deu outro dinamismo e um tom mais orgânico à trama em questão, que tem heróis e vilões, mas é funcional e cativante. O chamado ‘Transformers’ do bem.

 

Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)

O último filme lançado da cinessérie que é a galinha dos ovos de ouro de Tom Cruise, ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’, dobrou o número de cenas de ação, e não só isso, elas ficaram ainda mais ousadas e insanas. A chegada de Henry Cavill como um capanga implacável deu uma cara de 007 à franquia, que já tinha flertado com isso na entrada da organização O Sindicato – bem como é a Spectre nos filmes do James Bond. O que temos é uma história maluca onde o que importa no final das contas são as tomadas mirabolantes perfeitamente orquestradas por Cruise e o cineasta Christopher McQuarrie.

Os Suspeitos (2013)

Mesmo tendo sido indicado ao Oscar pelo filme canadense ‘Incêndios’, Denis Villeneuve explodiu em Hollywood com o sensacional thriller ‘Os Suspeitos’, que era uma mistura de dois filmes do próprio David Fincher, ‘Zodíaco’ e ‘Seven’. Villeneuve, no entanto, além de trazer uma situação mais desesperadora e um tanto brutal, deixou como background um conceito muito interessante de labirintos, onde todos os personagens do longa procuravam seguir por caminhos em que não faziam ideia, sobretudo no que se refere a própria mente. O elenco então é espetacular, com Jake Gyllenhaal, Hugh Jackman e Paul Dano em papéis viscerais.

 

A Rede Social (2010)

A Rede Social’ marcou definitivamente a mudança de estilo do grande cineasta David Fincher, que sempre apostou numa linguagem de thriller e pulsante para um viés mais analítico e estética frigida. Algo que iria se intensificar na série ‘House of Cards’, e que casou como uma luva para contar a história peculiar que foi a criação do Facebook. O roteiro minimamente detalhado criado por Aaron Sorkin foi fundamental para criar a persona de Mark Zuckerberg, interpretado com maestria por Jesse Eisenberg, que parece uma metralhadora de diálogos. Toda atmosfera, a trama empolgante e um enorme leque de personagem tornam ‘A Rede Social’ um dos grandes filmes de David Fincher, o que não é pouca coisa.

Garota Exemplar (2014)

David Fincher decidiu desta vez unir um pouco dos seus dois estilos, trouxe a sua pegada investigativa e curiosa e juntou à pegada mais fria e analítica dos trabalhos recentes. ‘Garota Exemplar’ é a adaptação do conhecido livro de Gillian Flynn, a respeito de mentiras e aparências, com personagens dúbios e repleto de momentos que levam o expectador construir uma perspectiva que pouco tem a ver com a verdade que será revelada. Rosamund Pike passou a ser ainda mais disputada e vista como uma das atrizes mais promissoras da atualidade, pois, de fato, a sua personagem é absurdamente assustadora.

 

Deadpool 2 (2015)

Após o primeiro e sensacional ‘Deadpool’, Ryan Reynolds voltou com mais personagens, como Cable e Dominó, e muitas insanidades na continuação igualmente hilária e anárquica chamada apenas de ‘Deadpool 2’. É tudo aquilo que você espera de uma sequência, pois é ainda melhor ainda que o original. É um filme que se orgulha de falar para um universo nerd, mas aqui no universo Deadpool ser nerd significa algo muito mais abrangente, chegando até o universo LGBTQ, ao empoderamento de todos os segmentos “descartados” pela indústria, sendo ao mesmo tempo espirituoso, respeitoso e muito escroto.

Logan (2017)

A despedida (?) de Hugh Jackman no papel de Wolverine, ou melhor, de Logan, foi das coisas mais sensacionais já produzidas dentro do subgênero dos filmes baseados em histórias em quadrinho. Usando toda bagagem emocional e de histórias que o personagem carregou ao longo de vários filmes do X-Men e solos, o diretor James Mangold entrega um filme que na verdade é um estudo de personagem primoroso, visceral e emocionante. Capaz de arrancar lagrimas do fã mais durão. Aliás, o filme está aí mesmo para quebrar os padrões de um machão como Logan, que sempre vagou sozinho pelo mundo por várias décadas, mas que tem o seu coração domado pela chegada de sua “versão feminina mais jovem”.

 

Corra! (2017)

Não é à toa que ‘Corra!’ é considerado um dos grandes filmes dos últimos tempos, pois traz uma crítica feroz ao liberalismo branco que se considera empático em relação aos negros, mas com a condição que isso não prejudique o controle dos brancos. Peele não se dirige a neonazistas nem pessoas que xingariam negros. Essa seria uma causa perdida. Uma sátira que é um exercício magistral de tensão, que não tem medo de revelar uma violência brutal, mas sempre sabe a hora certa de quebrar a ansiedade e o terror com uma piada perfeitamente executada. Jordan Peele conseguiu juntar terror, ficção, comédia e de quebra ainda trouxe a questão racial para a conversa fazendo um filme que ao mesmo tempo que diverte.

Cisne Negro (2010)

Beth MacIntyre (Winona Ryder), a primeira bailarina de uma companhia, está prestes a se aposentar. O posto fica com Nina (Natalie Portman), mas ela possui sérios problemas pessoais, especialmente com sua mãe (Barbara Hershey). Pressionada por Thomas Leroy (Vincent Cassel), um exigente diretor artístico, ela passa a enxergar uma concorrência desleal vindo de suas colegas, em especial Lilly (Mila Kunis). Em meio a tudo isso, busca a perfeição nos ensaios para o maior desafio de sua carreira: interpretar a Rainha Cisne em uma adaptação de “O Lago dos Cisnes”. Em ‘Cisne Negro‘, Darren Aronofsky combina todos esses elementos, criando algo subversivo e instigante. Tudo o que vemos está dentro da mente – dela e dele, do personagem e do criador – ou é algo que só existe a partir do momento em que está sendo compartilhado conosco? O espectador faz parte do processo, e será justamente esse reconhecimento e identificação que torna essa experiência tão poderosa e significativa.

 

Extermínio (2002)

Danny Boyle fez um trabalho excelente em ‘Extermínio‘, conseguindo transitar bem de cenas tensas de ação desenfreada para aquelas que precisam de uma carga dramática maior. Também utiliza a trilha sonora de maneira acertada, inclusive momentos de silêncio arrebatadores. Um filme pulsante do início ao fim, que deixa o clima de tensão no expectador durante toda sua exibição e que, junto à ‘Madrugada dos Mortos‘, fez os zumbis serem levados a sério novamente.

Um Lugar Silencioso (2018)

Um Lugar Silencioso‘ mostra uma realidade pós-apocalíptica, onde a população da Terra foi dizimada por uma entidade assustadora que ataca quando escuta um menor sinal de barulho. Em uma fazenda dos Estados Unidos, acompanhamos uma família do meio oeste que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à ameaça que ronda a sua casa. Com um roteiro recheado de tensão, o silêncio que para muitos pode parecer monótono, se torna nada menos do que a peça-chave que envolve toda a trama e isso foi um dos maiores acertos da obra. Tudo aqui funciona. Desde o clima até os sustos, que conseguem te fazer pular da cadeira, até os momentos de silêncio brilhantemente encenados pelo elenco sensacional.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

Terminator’ é a minha saga/franquia pop favorita dos cinemas – pelo menos os dois primeiros são maravilhosos. E vendo esse Destino Sombrio tive sensações parecidas, ao contrário dos três últimos. Isso porque esse novo filme funciona como uma celebração, um reencontro ou a passagem de legado. É óbvio que o longa não possui o brilho de um ‘O Despertar da Força‘, até pelo escopo, mas assim como o retorno de ‘Star Wars‘, este recria momentos marcantes da franquia, traz de volta personagens icônicos e insere figuras que devem seguir como símbolos de uma nova geração. A trama dessa “continuação oficial” é bastante simples e fácil de compreender. O oposto de Genesys, que citava linhas temporais e outras baboseiras. A intenção aqui é exatamente matar as saudades da sensacional Sarah Connor e vermos o T-800 envelhecido do Arnold em ação. E nesse sentido a coisa funciona bem. Tim Miller e sua equipe de roteiristas entregam algo honesto. Também adorei falarem sobre imigrantes com tanta veemência.

Bastardos Inglórios (2009)

Bastardos Inglórios’ é considerado por muitos o filme mais maduro de Quentin Tarantino, pois, apesar do diretor trazer todos os seus signos e estilos de sempre, mantém uma narrativa mais sóbria e elegante. Reescrevendo a história e “vingando” milhões de vítimas dos nazistas, Tarantino criou um grupo espetacular e colocou a caça de Hitler e seus asseclas. Trouxe personagens maravilhosos como o engraçadíssimo tenente Aldo Raine de Brad Pitt e o genial Hans Landa de Christoph Waltz. E o que é a cena do cinema sendo incendiado? Um filme simplesmente maravilhoso!