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‘Patrulha do Destino’: ÚLTIMO episódio da 2ª temporada ganha imagens oficiais; Confira!

A DC Universe divulgou as primeiras imagens oficiais último episódio da 2ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘, que vai ao ar em 06 de agosto.

Intitulado ‘Wax Patrol’, o episódio vai mostrar os heróis enfrentando seus antigos amigos imaginários antes de se preparem para a batalha contra o Candlemaker (Lex Lang).

Confira, junto com o teaser:

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

SBT CONFIRMA que deixará de exibir ‘Chaves’ após 36 anos!

O SBT confirmou que deixará de exibir a adorada e clássica série mexicana Chaves‘ por questões contratuais.

Confira o anúncio oficial:

“A partir deste sábado, 01 de agosto, o SBT deixará de exibir o seriado Chaves

A informação chegou à emissora nesta última quarta-feira (29/07), por notificação da Televisa, emissora mexicana detentora dos direitos da obra produzida, na qual informa que a suspensão é devida a um problema pendente a ser resolvido com o titular dos direitos das histórias.

 A exibição dos seriados Chaves, Chapolin e Chespirito estaria garantida até 31/07/2020, com possibilidade de renovação entre as partes, o que verbalmente havida sido confirmado. No entanto, a negativa em relação ao acordo com o grupo detentor de direitos intelectuais sobre as histórias, chegou a apenas poucos dias do fim do contrato.

 O SBT lamenta a decisão, principalmente em respeito ao seu público, que acompanha fielmente os seriados há tantos anos na emissora.

 A emissora continua na torcida para um acordo entre as duas empresas mexicanas o mais rápido possível e, se isto acontecer, teremos o prazer de informar aos fãs de Chaves, Chapolin e Chespirito, imediatamente.”

A produção deixou o canal aberto após 36 anos de exibição. Os episódios finais irão ao ar amanhã (1), às 14h15min.

A emissora teve conhecimento do fim do contrato de exibição na última quarta-feira (29), após a mudança realizada pela rede mexicana Televisa, que detém os direitos dos episódios, e do Grupo Chespirito, que mantém os direitos intelectuais dos roteiros de Roberto Gómez Bolaños, intérprete do personagem titular que faleceu em 2014.

Chaves era exibido nas madrugadas de sábado e nas manhãs de domingo no SBT e, com o prospecto de “perder” a série, a programação do canal sofreu rápidas alterações e voltou a transmitir a série no horário de almoço – o que fez com que a audiência triplicasse.

Além disso, as notícias informam que não há nada que o SBT possa fazer rescindir o contrato, visto que o problema principal reside entre a Televisa e o Grupo Chespirito. Entretanto, a emissora ainda pode exibir as novelas mexicanas.

Netflix fecha parceria com produtora dos criadores de ‘Black Mirror’

A Netflix continua investindo a produção de seus conteúdos e fechou uma parceria poderosa e ousada com a produtora Broke and Bones, que pertence os criadores da série ‘Black Mirror‘, Charlie Brooker e Annabel Jones.

Esse é o primeiro contrato de investimento que a gigante do streaming fecha na sua história e o acordo garante à empresa os direitos exclusivos de todo e qualquer projeto que os vencedores do Emmy, Brooker e Jones, venham a desenvolver.

Além disso, essa nova parceria garante à Netflix o direito de tomar o controle total da produtora Broke and Bones após o final do contrato formalizado, que terá a extensão de vários anos, período que não fora especificado.

O contrato de investimento foi oficializado em meio a rumores de que Charlie Brooker e Annabel Jones estariam desenvolvendo um novo projeto, que terá o seu anúncio em breve.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a produtora teve seu início em fevereiro desse ano e já conta com grandes nomes talentosos responsáveis pelas divisões criativas da empresa. O produtor Jon Petrie (‘People Just Do Nothing‘, série britânica) será o chefe do departamento de comédia, enquanto o produtor de ‘Black Mirror: Bandersnatch’, Russel McLen, ficará responsável pelos conteúdos interativos.

Lembrando que após o lançamento da 5ª temporada de ‘Black Mirror‘, o criador Charlie Brooker revelou que não pretende desenvolver um novo ciclo para a produção.

Durante uma entrevista para a Radio Times, Brooker disse que não vê a necessidade de novas temporadas porque “já estamos vivendo em um episódio de ‘Black Mirror‘.”

“Eu estive bastante ocupado, fazendo coisas diferentes. O mundo está uma loucura e preferi me afastar [da série] por um tempo. Sinceramente, não tenho mais estômago para criar histórias sobre sociedades desmoronando, então não planejo retornar ao universo de ‘Black Mirror‘.”

Com caráter antológico, a série adota uma visão sobre a influência das novas tecnologias na vida moderna, criticando com histórias sobre sensações tecno-paranoicas e traçando o perfil da sociedade formada pelas mídias, sociais ou não. Poderia ser resumida como uma série que apresenta críticas à sociedade atual e que alerta sobre como ela, se continuar nesse ritmo, pode piorar a cada dia.

‘La Casa de Papel’: 5ª temporada será a ÚLTIMA e ganha novidades

A Netflix confirmou o início das filmagens da 5ª parte de ‘La Casa de Papel‘ na Dinamarca, em Portugal e na Espanha.

A Parte 5 terá 10 episódios e vai encerrar a história do assalto.

Miguel Ángel Silvestre (‘Sense 8’) e Patrick Criado (indicado ao Prêmio Goya por ‘A Grande Família Espanhola’) são as novas adições do elenco.

Veja fotos:

O criador e produtor executivo Álex Pina comentou:

“Passamos quase um ano pensando em como destruir a banda, encurralar o professor e chegar a situações irreversíveis para muitos personagens. O resultado é a quinta temporada de La Casa de Papel. A guerra atinge suas alturas mais extremas e selvagens, mas também é a temporada mais épica e emocionante.” 

Assista nossa crítica da 4ª temporada:

 

Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.

O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso (Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).

‘Good Girls’: 4ª temporada já foi confirmada e será lançada pela Netflix!

A 3ª temporada da popular série de comédia dramática Good Girls já está disponível na plataforma de streaming da Netflix, e muitas pessoas estão questionando se a série ganhará uma quarta temporada.

A resposta é sim. A NBC renovou oficialmente a série ‘Good Girls‘ para a 4ª temporada, que será lançada no Brasil também pela Netflix.

Vale lembrar que a terceira temporada foi fortemente afetada pela pandemia de coronavírus, tendo completado apenas 11 episódios dos 16 previamente encomendados.

Na trama, as mães que viraram criminosas – Beth, Ruby e Annie – precisam enfrentar as consequências das suas decisões impulsivas tomadas na temporada anterior.

Crítica | Good Girls – Netflix lança deliciosa série com mulheres assaltantes

Christina Hendricks, Retta, Mae Whitman, Matthew Lillard, Reno Wilson, Manny Montana, Lidya Jewett, Izzy Stannard e David Hornsby estrelam.

‘Invisible Stories’: Nova antologia da HBO sobre imigração ganha cartaz oficial; Confira!

HBO divulgou o cartaz oficial de ‘Invisible Stories’, novo drama antológico que gira em torno da complicada vida de imigrantes em uma das maiores comunidades habitacionais da Cingapura.

Confira, junto ao trailer:

A série foi criada, escrita e dirigida por Lee Jiyuan.

Descubra os triunfos e as tragédias de seis diferentes trabalhadores imigrantes que vivem em Sungai Merah, uma das maiores comunidades habitacionais públicas de Cingapura. O drama antológico é dividido em seis partes e explora o lado menos glamouroso do país.

Filmado em apenas uma locação, ‘Invisible Stories’ também promove o multiculturalismo da cidade-estado, trazendo atores de Bangladesh, da Tailândia e da Indonésia lado a lado com artistas cingapurianos

A série estreia no dia 03 de agosto.

‘Chaves’ deixa a programação oficial do SBT após 36 anos!

Segundo o site NaTelinha, a adorada e clássica série mexicana Chaves não será mais transmitida pelo SBT.

A produção deixou o canal aberto após 36 anos de exibição. As informações indicam também que os episódios finais irão ao ar hoje (31), às 14h15min.

A emissora teve conhecimento do fim do contrato de exibição na última quarta-feira (29), após a mudança realizada pela rede mexicana Televisa, que detém os direitos dos episódios, e do Grupo Chespirito, que mantém os direitos intelectuais dos roteiros de Roberto Gómez Bolaños, intérprete do personagem titular que faleceu em 2014.

Chaves era exibido nas madrugadas de sábado e nas manhãs de domingo no SBT e, com o prospecto de “perder” a série, a programação do canal sofreu rápidas alterações e voltou a transmitir a série no horário de almoço – o que fez com que a audiência triplicasse.

Além disso, as notícias informam que não há nada que o SBT possa fazer rescindir o contrato, visto que o problema principal reside entre a Televisa e o Grupo Chespirito. Entretanto, a emissora ainda pode exibir as novelas mexicanas.

‘Honest Thief’: Suspense com Liam Neeson ganha pôster oficial; Confira!

Depois do trailer, a Briarcliff Entertainment divulgou o cartaz oficial do suspense Honest Thief, estrelado por Liam Neeson.

Conifra:

O filme é dirigido e escrito por Mark Williams, co-criador da aclamada série Ozark.

Um ladrão de banco resolve mudar de vida e se tornar uma pessoa honesta quando se apaixona por uma mulher que trabalha em uma instalação de armazenamento, um lugar onde ele esconde todo o dinheiro que rouba. Mas fica cada vez mais difícil limpar seu nome quando ele passa a ser investigado por um agente corrupto do FBI.

Kate WalshRobert PatrickJeffrey DonovanJasmine Cephas JonesAnthony Ramos e Jai Courtney completam o elenco.

Honest Thief tem estreia marcada em cinemas selecionados e em VOD para 09 de outubro.

‘Kajillionaire’: Evan Rachel Wood estampa cartaz oficial da comédia; Confira!

Focus Features divulgou o cartaz oficial de Kajillionaire, novo filme da aclamada roteirista e diretora Miranda July selecionado para o Festival de Sundance.

Confira, junto ao trailer:

Os artistas golpistas Theresa e Robert passaram 26 anos treinando sua única filha, Old Dolio, para roubar e enganar em cada oportunidade. Durante um roubo desesperado e mal concebido, eles atraem a atenção de uma estranha, que quer fazer parte do próximo golpe – apenas para ver seu mundo virar completamente ao avesso.

Gina RodriguezEvan Rachel WoodDebra WingerRichard Jenkins estrelam.

Kajillionaire estreia em VOD e em cinemas selecionados no dia 18 de setembro.

Crítica | Alanis Morissette constrói uma evocativa jornada com ‘Such Pretty Forks in the Road’

Já faz oito anos desde que o mundo não é agraciado com músicas novas da conhecida e aclamada Alanis Morissette. A rainha do rock alternativo, tendo iniciado sua carreira em 1991 e alcançado aclame universal com o premiado Jagged Little Pill (que inclusive fez bodas de prata este ano), havia lançado sua última obra em 2012. Apesar das boas intenções, Havoc and Bright Lights teve uma recepção mista por parte da crítica e do público, não representando o retorno prometido de uma das artistas mais conhecidas e originais da indústria mainstream. Felizmente, Morissette viria a se reencontrar vários anos depois, passando por obstáculos, pela maternidade e pelo enfrentamento de seus demônios interiores – culminando no anúncio deSuch Pretty Forks in the Road.

Precedido por alguns singles promocionais – com ênfase na belíssima produção de “Reasons I Drink” (um dos principais ápices de 2020) -, sua nona obra era tudo o que precisávamos para reiterar a importância e o legado da cantora e compositora para o cenário contemporâneo. E, por mais que não se valha da exuberância do rock de investidas anteriores, ela se volta para o pop-rock e deixa se guiar pela força majestosa do piano e de um liricismo intimista e reflexivo que nutre de composições clássicas de sua própria discografia. É claro que, ao longo do caminho, as bifurcações redundantes aparecem e deixam rastros para os ouvintes – mas, no final das contas, isso não apaga as mensagens que a performer quer nos passar ao longo de onze breves faixas.

Enquanto o pano de fundo prefere não se respaldar a épicos ecoantes ou a uma intrínseca e divinal jornada, Alanis deixa bem claro que sua nova bateria de canções originais é destina a ela – como um relato de sua problemática vida, ou do cotidiano conturbado de uma persona que cria para poder colocar tudo o que sente pra fora. Não é surpresa que grande parte das faixas seja condecorada com títulos ambíguos: “Smiling”, que abre o CD, discorre sobre um eu lírico que seguia em frente mesmo quando queria desistir (“esta é o primeiro aceno da minha bandeira branca”), mantendo-se em pé enquanto o mundo despencava ao seu redor (“só estava tentando me manter firme). O prospecto pessimista-realista é acompanhado por uma guitarra lo-fi que ressoa através dos três atos da música e une um panorama incerto e inexplicavelmente gritante.

Desde a primeira vez que Morissette surgiu, ainda descobrindo uma identidade que, mais tarde, provaria ser bastante versátil, é quase óbvio esperar que suas construções fonográficas sejam repletas de sinestesia. Entretanto, diferente do apreço pela etérea constância dos instrumentos e pela criação de ambientações regadas apenas pela sonoridade, a artista é discípula de uma narcótica verborragia, arquitetando versos eternos que fundem-se uns aos outros e que se afastam do que estamos acostumados. Com exceções que se destinam essencialmente ao status mercadológico, grande parte de suas rendições abre espaço para metáforas atemporais, infundidas com um proposital anacronismo – como “Ablaze”, uma poderosa peça que brinca com os conceitos de empatia e mentoria.

Talvez um dos principais problemas, que aparece logo na primeira metade do álbum, seja a reciclagem de progressões e até mesmo da métrica em diversas tracks. Por um lado, o diálogo que Alanis trava consigo mesma tem presença vocal que ofusca os deslizes; por outro, é inegável ver que o piano, por mais que sirva de fio condutor e enlace temático, cria uma repetição cíclica que transforma as faixas em versões relativamente diferentes umas das outras. A cantora até mesmo parece prolongas as mesmas sílabas que construções predecessoras, coisa que acontece em “Diagnosis” e em “Missing the Miracle”. “Losing the Plot”, mesmo que sofra do mesmo mal e entregue uma familiaridade saudosista demais, ao menos é acompanhada por uma pontual percussão que a alimenta em direção a algo novo e que preza pelo teatralismo dramático.

Os melhores momentos, de fato, se destinam às construções que ousam sair da zona de conforto – em outras palavras, ocorrem quando Morissette mergulha de cabeça em algo que não imaginaríamos. Afinal, sua carreira é marcada por singles como “Ironic” e “Guardian”, pautados em engessadas atribuições de gêneros artísticos – e isso não quer dizer que sejam ruins, muito pelo contrário. Mas aqui, em inflexões como “Nemesis”, “Her” e “Reckoning”, há um flerte do comodismo popular com o folk e até mesmo o psych-rock, suis-generis normalmente explorados por grupos independentes. Eventualmente, é isso que resgata o tom grandioso de seus primeiros CDs e, aliando-se a dissonâncias ousadas e arriscadas, traz Alanis de volta para o lugar que lhe pertence por direito (mesmo que, nesse meio tempo, também nos dê a esquecível “Sandbox Love”).

Terminando sua aventura com a orquestral e evocativa “Pedestal”, Such Pretty Forks in the Road pode até ter precisado de um certo polimento ou até mesmo uma edição mais concisa; de qualquer forma, o brilhantismo da obra não é apagado em momento algum e, no final das contas, estamos falando de Alanis Morissette: dentro dos limites que se autoimpõe, ela diz tudo o que precisa dizer, sem desculpas, sem arrependimentos.

Nota por faixa:

  • Smiling – 3/5
  • Ablaze – 5/5
  • Reasons I Drink – 4/5
  • Diagnosis – 3/5
  • Missing the Miracle – 3,5/5
  • Losing the Plot – 4/5
  • Reckoning – 5/5
  • Sandbox Love – 2,5/5
  • Her – 4/5
  • Nemesis – 4/5
  • Pedestal – 4,5/5

‘Cidade Pássaro’: Filme brasileiro estreia em 190 países, menos no Brasil

De acordo com o Estadão, a Netflix adquiriu os direitos de exibição do filme brasileiro ‘Cidade Pássaro‘, que já está disponível em 190 países desde a última quarta-feira (29).

No entanto, o longa ainda não foi adicionado ao catálogo da plataforma aqui no Brasil por questões contratuais.

Em entrevista ao portal, o diretor Matias Mariani explicou que o longa precisa ser exibido nos cinemas brasileiros antes de chegar ao streming devido ao acordo com a Agência Nacional de Cinema, a Ancine.

“Foi a Netflix África que propôs a compra para distribuição. Infelizmente, quando assinamos o acordo, a Ancine ainda não havia ajustado suas normas à era da COVID-19. Vamos ter de esperar pela reabertura das salas e brigar pelo nosso espaço, o que com certeza não será fácil. E, embora o filme esteja entrando no streaming, já temos convite para o Festival de Lagos, na Nigéria.”

Elogiado no Festival de Berlim, ‘Cidade Pássaro‘ conta a história de um nigeriano que chega a São Paulo em busca do irmão, mas começa a se sentir deslocado em meio à nova realidade.

Em contraste ao drama, o longa mostra que o nigeriano é um matemático envolvido com uma máquina que antecipa resultados de jogos, o que garante um bom suspense.

“[A ideia] começou a surgir quando eu era jovem e estudava no exterior. Vivi esse sentimento de me sentir um estranho, sem vínculo com a comunidade. O filme nasceu com um personagem estrangeiro, só depois ele virou nigeriano.”, conta o cineasta.

Para compor a trama, Mariani pesquisou a cultura dos nigerianos e se profundou na imigração deles para o Brasil, especificamente para a cidade de São Paulo.

Além disso, ele e a roteirista Francine Barbosa já deram aulas de português para nigerianos, e aprenderam um pouco mais de sua cultura, como a oralidade e musicalidade dos igbos, um dos maiores grupos étnicos africanos espalhados pela Nigéria, Camarões e Guiné Equatorial.

Por conta da pandemia, ainda não previsão de estreia nos cinemas nacionais.

Crítica | A Última Nota – Emocionante drama com Patrick Stewart e Katie Holmes

Em momentos chave em nossa vida o ser humano tende a parar e refletir. Seja após algum trauma profundo, uma grande oportunidade inesperada ou simplesmente quando simplesmente paramos para pensar no que estamos fazendo – eventualmente, paramos para pensar. É o que muitos de nós está fazendo nesse 2020. E é também o fio condutor de ‘A Última Nota’, drama que estreia essa semana nas plataformas de aluguel digital.

Henry Cole (Patrick Stewart) é um exímio pianista, adorado por centenas de pessoas ao redor do mundo. Porém, Henry sente-se velho, cansado e com uma espécie de bloqueio que lhe acomete de repente, e ele se sente paralisado ao ponto de esquecer o que está fazendo e o porquê de estar ali. Após uma apresentação, Henry participa de uma coletiva de imprensa, onde conhece Helen Morrison (Katie Holmes), uma jornalista do The New Yorker que se aproxima dele para tentar uma matéria exclusiva. E o que era para ser uma relação estritamente profissional evolui para uma amizade calcada na admiração mútua.

O roteiro de Louis Godbout alterna os momentos vividos por Henry no tempo presente com reflexões sobre a condição humana, narradas em off pela personagem Helen ao mesmo tempo em que transita por paisagens de tirar o fôlego na Suíça, em Nova York e outras locações. Os três atos – por vezes metafóricos – fazem o espectador acompanhar a sequência de espantos de Henry, seu deslocamento do tempo presente para memórias do passado e a eventual fusão entre os diversos tempos e memórias vividas. A maior parte dessa construção fica evidente ao espectador, porém, em uma história que parte tanto do pessoal – e sendo esse pessoal partícipe de um nicho tão elitista – o espectador meramente assiste ao desenrolar da história, sem criar conexão com ela.

Salta aos olhos a capacidade de entrega de Patrick Stewart ao construir um personagem que é ao mesmo tempo admirado por todos, mas, por dentro, está desmoronando. Patrick facilmente consegue passar a sensação de desnorteamento diante da vida, de desamparo frente ao futuro, de abandono e desespero quando se flagra fazendo algo que não entende o motivo. É tão vívido, que é angustiante.

Embalado por belos conjuntos ao piano cujas partituras embalam a transição dos atos, ‘A Última Nota’ propõe uma pausa no cotidiano para questionarmos a mecanicidade de nossos atos e o tênue limite entre a eterna perda e a eterna esperança. Dada a circunstância em que estamos, é uma boa proposta, acompanhada por belíssimas paisagens que nos fazem sonhar.

‘The Nine Lives of Ozzy Osbourne’: Documentário sobre músico ganha trailer e data de estreia

O cantor de heavy metal, Ozzy Osbourne, se tornou um ícone da cultura POP por seu peculiar comportamento dentro e fora dos palcos, conseguindo se consagrar ainda mais como um símbolo, ao lançar seu próprio reality show pela MTV, intitulado ‘The Osbournes‘.

E sua trajetória de controvérsias, sucesso e jornada no mundo do rock será relatada de forma biográfica no novo documentário ‘Biography: The Nine Lives of Ozzy Osbourne‘. A produção será lançada pela emissora A&E e estreia no dia 07 de setembro, nos Estados Unidos.

Além disso, o documentário ganhou um novo clipe, que salienta a falta de habilidade parental de Ozzy e como nasceu a ideia do famoso Ozzfest, um festival de música dedicado ao heavy metal.

Assista:

 

 

 

 

 

 

 

Igreja fica com prejuízo milionário após tentar lucrar em processo contra a Netflix

No fim do ano passado, diversos grupos religiosos protestaram contra o especial de Natal do Porta dos Fundos, intitulado ‘A Primeira Tentação de Cristo‘ e exibido pela Netflix.

Para quem não assistiu, a trama acompanha a comemoração do 30º aniversário de Jesus, que é retratado como um personagem gay, o que incomodou a comunidade cristã.

De acordo com a Veja, o Templo Planeta do Senhor, uma das igrejas envolvidas na polêmica, cobrou R$ 1 bilhão de indenização à Netflix ao Porta dos Fundos na tentativa de lucrar com a situação.

No entanto, os responsáveis pelo processo acabaram desistindo da causa devido aos altos custos para manter a ação judicial, que resultou num prejuízo de R$ 82 mil à igreja.

Isso porque o processo gerou inúmeras despesas processuais, obrigando a juíza do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Patrícia Conceição, a não conceder o direito da Justiça gratuita.

Como Anselmo Ferreira de Melo da Costa, o líder da referida igreja, não quis recorrer da decisão, o processo chegou ao fim em menos de seis meses, e a Netflix e a Porta dos Fundos nem chegaram a ser oficialmente notificadas.

Caso isso acontecesse, a conta ainda sairia muito mais cara, pois a igreja teria que pagar os honorários dos advogados das companhias.

Lembrando que o perder do processo ainda deveria pagar até 10% do valor da causa para cobrir despesas com honorários, o que também motivou a desistência do líder religioso.

Mais um episódio da polêmica:

Logo após o lançamento do especial, o Estadão divulgou que ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), cancelou a decisão de censurar a exibição.

A medida que havia sido aprovada por Benedicto Abigair, desembargador do Tribunal de Justiça do Rio, decretava a remoção da produção do catálogo da Netflix para “acalmar os ânimos” depois a sede do Porta dos Fundos foi alvo de um incêndio criminoso.

No entanto, Toffoli apoiou a Netflix, que recorreu da decisão alegando que “a censura do TJ do Rio tem efeito equivalente ao da bomba utilizada no atentado terrorista à sede do Porta dos Fundos: silenciar por meio do medo e da intimidação.”

Os representantes da plataforma de streaming argumentaram que o especial é direcionado ao público adulto e é classificado como comédia, sátira e humor ácido.

Além disso, o requerimento aponta que a decisão do TJ estava ferindo o direito à liberdade de expressão, já que qualquer tipo de censura executada sem motivos concretos e sem bases institucionais é inválida.

“Por ser assim, as referidas ordens judiciais devem ser prontamente suspensas e, ao final, cassadas, de forma a resguardar a liberdade de expressão da reclamante, em sua dimensão de liberdade de criação artística e de programação.”, diz parte do apelo da Netflix.

Por fim, a Netflix garantiu que não seleciona o conteúdo assistido pelos assinantes e “se limita a disponibilizar os mais diversos temas, assuntos e gêneros para que os usuários optem livremente pelo que desejam assistir, concedendo-lhes total liberdade de escolha.”

Assista ao trailer:

Na trama, Jesus completa 30 anos e leva um convidado especial para conhecer sua família, mas a festa reserva outras surpresas.

‘Toy Boy’: Série exibida na Netflix ganhará 2ª temporada

Toy Boy, nova série transmitida pela Netflix, estava com o futuro incerto devido à repercussão negativa na Espanha.

Segundo o jornal La Vanguardia, a obra teve recepção amarga por parte da crítica especializada pelo fato de se vender como uma série sensual protagonizada por homens de corpos esculturais.

Porém, os fãs tem motivos para comemorar. Segundo o site Sincroguia, a segunda temporada foi confirmada e será produzida pela Atresplayer Premium. A primeira temporada havia sido produzida pelo canal Antena 3.

A exibição no Brasil continuará por conta da Netflix, mas a nova temporada vai estrear apenas em 2021.

A  série é indicada para maiores de idade e acompanha a história de Hugo, um stripper que vivia uma juventude regada a festas, drogas e luxo, graças à sua beleza e carisma.

Dirigida por César Benítez, Juan Carlos Cueto e Rocío Martínez Llano, a 1ª temporada conta com apenas 10 episódios de aproximadamente uma hora de duração.

O elenco é composto por Jesús Mosquera, Cristina Castaño, María Pedraza, e José de la Torre. 

Netflix renova elogiada série para sua 3ª temporada

A Netflix acaba de confirmar oficialmente a renovação da elogiada série ‘Como Vender Drogas Online (Rápido)’ para sua terceira temporada.

A trama segue a história de dois estudantes do ensino médio que montaram uma empresa de drogas online na Europa, a fim de recuperar o amor de uma menina. A série é inspirada em uma história real, que aconteceu em Leipzig em 2015.

A nova temporada tem previsão de estreia para 2021.

Vale lembrar que a segunda temporada já está disponível na Netflix

Na nova leva de episódios, Moritz e o pessoal do MyDrugs apostam cada vez mais alto. Só que eles descobrirão que quanto maior o sucesso, mais perigos eles terão que encarar.

Confira o trailer:

 

Maximilian MundtDanilo KamperidisDamian HardungLena KlenkeLena Urzendowsky estrelam.

‘Stranger Things’: Natalia Dyer explica porque não gosta de tirar fotos com os fãs

Desde a estreia de Stranger Things‘, os astros da séries se tornaram o centro das atrações por onde passam.

No entanto, Natalia Dyer, intérprete de Nancy Wheeler, revelou ao InStyle que não sabe lidar com a fama e acaba evitando qualquer tipo de interações com os fãs.

A estrela disse que sente mal ao negar pedidos de fotos, mas explicou que tudo isso é “para priorizar a saúde mental.”

“Eu adoraria conversar com os fãs e tirar selfies com eles, mas prefiro evitar essas interações para não afetar minha saúde mental, sabe? Eu me sinto mal por negar esses pedidos, mas me sinto como uma mercadoria exposta, de certa forma.”

Dyer também disse que é muito ansiosa e inveja os artistas que sabem lidar com a popularidade.

“Algumas pessoas são tão boas nisso [em aproveitar a fama]. Alguns artistas adoram e agem naturalmente, eu acho isso tão adorável que até sinto inveja. Não sei [ser assim]. Às vezes é uma situação confortável porque todo mundo está te observando… espero que eu me torne uma pessoa mais confiante.”

Lembrando que as gravações da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ serão retomadas em setembro após a suspensão por conta da pandemia do Coronavírus.

Infelizmente, a pausa vai dificultar a estreia do novo ciclo, que especulava-se estar programada para a segunda metade de 2020.

Com o atraso, ‘Stranger Things 4‘ vai estrear apenas em meados de 2021.

O próximo ciclo contará com 9 episódios.

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Power’: Alunos fazem poderoso rap em nova cena divulgada do filme; Confira!

Netflix divulgou uma nova cena oficial de ‘Power’, seu novo filme de super-heróis original.

Confira:

Assista ao trailer completo:

“Nas ruas de Nova Orleans, começa a se espalhar uma misteriosa pílula que desbloqueia superpoderes exclusivos para cada usuário. O problema: você não sabe o que vai acontecer até que tome ela. Enquanto alguns desenvolvem pele à prova de balas, invisibilidade e super força, outros exibem uma reação mais mortal. Mas quando a pílula eleva o crime dentro da cidade a níveis perigosos, um policial local (Joseph Gordon-Levitt) se une a uma traficante adolescente (Dominique Fishback) e um ex-soldado abastecido por uma vingança secreta (Jamie Foxx) para combater o poder com poder e arriscar tomar a pílula para rastrear e parar o grupo responsável por criá-la”. 

A produção é estrelada por Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback.

Power‘ estreia no dia 14 de agosto na Netflix.

Crítica | Beyoncé celebra a importância da cultura negra na versão deluxe de ‘The Lion King: The Gift’

Beyoncé Knowles-Carter parece ter reencontrado sua voz ao fugir dos convencionalismos do pop e ter se rendido às suas raízes africanas com poder incrível e que reafirma sua necessária presença na cultura mainstream contemporânea. Sendo um dos ícones de sua geração, a artista já vinha trabalhando em álbuns visuais desde ‘BEYONCÉ’, em 2013, passando por sua obra-prima Lemonade e sua performance irretocável com o documentário Homecoming.

E isso não foi tudo: no ano passado, Queen-B nos presenteou com uma curadoria especial do remake em live-action de O Rei Leão, apresentando ao mundo uma celebração das tradições, da religião, da música e da importância que os países do continente africano, em sua costumeira e apagada história frente à dominação branca e eurocêntrica, através de ‘The Lion King: The Gift, trazendo uma série de canções originais. Agora, em 2020, acompanhando o lançamento do já aclamado ‘Black Is King’, a cantora e compositora reitera sua realeza preta com a divulgação da versão deluxe – que suprime os interlúdios de James Earl Jones e companhia e abre espaço para 17 faixas exuberantes.

Considerando sua incrível capacidade artística e cultural – afinal, Beyoncé em se tornando uma expressiva voz na luta racial e abraçou a descendência africana de uma forma nunca antes vista em sua carreira -, era quase óbvio que esperávamos grandes coisas desse compilado de competentes nomes, mas o resultado não é exatamente esse: The Gift é, como o nome diz, um presente direcionado para os fãs; porém, é inegável dizer que a lead singer é ofuscada por uma amálgama de outros artistas cuja presença carrega mais urgência – e talvez essa seja a ideia da artista desde o princípio: abrir espaço para quem merece soltar a voz.

Essa nova obra já abre com “BIGGER”, uma balada com ares eletrônicos que mais funciona como uma etérea e épica declamação na qual somos “parte de algo maior que você, maior do que nós, maior do que a foto que enquadraram para vermos”. Desnecessário dizer que a canção é recheada de poderosos versos (como o visto acima), mas são as sutilezas sonoras que pecam pelo excesso e pela artificialidade. A voz da artista mantém-se numa oscilante perfeição que explora sua deliciosa tecedura; a transição de um bloco para outro, todavia, parece forçado demais até para os ouvidos menos treinados – mergulhando inexplicavelmente em um fragmentário R&B em vez de continuar explorando os batuques africanos.

A ideia de Beyoncé é unir em um mesmo lugar inúmeros ritmos musicais, da mesma forma que fez em suas obras anteriores. Nas várias faixas originais, e até mesmo nos interlúdios, ela encontra espaço mais que suficiente para tornar essa promessa realidade. Seja com o hip-hop de “MOOD 4 EVA” ou com o afrobeat de “JA ARA E” (conduzido com exímia envolvência por Burna Boy), é notável como a produção é pensada com minúcia e carinho. Em uma diferente perspectiva, algumas tracks já se deparam com obstáculos a priori intransponíveis ou preguiçosamente deixados para “enfeitar” o escopo sonoro. A mistura de pop com R&B de “FIND YOUR WAY BACK” é um desses exemplos, visto que a fusão é rechaçável o suficiente para torná-la esquecível numa comercialidade qualquer.

O jovem músico nigeriano Salatiel é uma das grandes revelações promovidas pelo álbum e se encontra numa deliciosa rendição africana com “WATER”, dividindo protagonismo com a lead. Entretanto, ela é deixada em segundo plano pelas delineações em falsetto e em grave que permeiam a peça – e nada disso seria possível sem a ajuda da capacidade lírica de Nija Charles, que trabalha com os Carter desde 2017. Assim como Salatiel, Kendrick Lamar, 070 Shake e Childish Gambino são outros nomes que aparecem com força descomunal principalmente na construção identitária (vide “NILE” e a poderosa “SCAR”).

Beyoncé recupera alguns elementos de seus discos anteriores – aqui, menciono com ênfase o icônico ‘BEYONCÉ’ -, em “BROWN SKIN GIRL”, mesmo que a unidimensionalidade vocal e instrumental dos cantores transformem a obra em uma cantiga infantil demais para se aproveitar alguma coisa, com exceção do notável coro afro-americano. De fato, a artista encontra espaço para se divertir e explorar todas as suas habilidades com a divertida e dançante “ALREADY”, talvez um pouco tarde demais para que seja considerada a força-motriz dessa epopeia. Felizmente, a colaboração com Shatta Wale e com Major Lazer é uma pequena joia num vasto oceano que funciona do começo ao fim.

Há um emblema quase indescritível do qual Beyoncé se vale em cada peça fonográfica que compões, desde suas primeiras inflexões mais mercadológicas até seu amadurecimento artístico e pessoal – e é isso que ela carrega na epopeia crítica “BLACK PARADE”: seja na versão estendida, seja na versão padrão, Bey cria um universo próprio, pincelando-o com os sintetizadores do R&B e guiada por uma brutal narrativa que denuncia a crescente discriminação da comunidade negra (mostrando que, cinco séculos mais tarde, praticamente nada mudou). Auxiliada pela conhecida produção de Derek Dixie -, a performer pinta um cru retrato do que se enfrenta nos dias de hoje. Ela não poupa ácidas incursões sociológicas sobre a supremacia branca e sobre a constante segregação promovida por seus agressores, resumindo esse prestigioso anthem em “ser negro, talvez essa seja a razão pela qual estão sempre irritados”.

Enquanto a artista perde força protagonista, suas inclinações empáticas falam muito mais forte, tendo chamado uma quantidade imensurável de vozes incríveis para acompanhá-la nesse épico africano. Talvez o principal problema seja a estruturação falha de certas faixas; de qualquer modo, o álbum é aprazível dentro do que pretende nos entregar – e, novamente, validando a imponente presença de Beyoncé em basicamente tudo o que deseje fazer.

Nota por faixa:

  • BIGGER – 3,5/5
  • FIND YOUR WAY BACK – 3/5
  • DON’T JEALOUS ME – 4/5
  • JA ARA E – 5/5
  • NILE – 3/5
  • MOOD 4 EVA – 4/5
  • WATER – 4/5
  • BROWN SKIN GIRL – 3/5
  • KEYS TO THE KINGDOM – 3,5/5
  • ALREADY – 5/5
  • OTHERSIDE – 3/5
  • MY POWER – 4,5/5
  • SCAR – 5/5
  • SPIRIT – 2,5/5
  • BLACK PARADE – Extended Version – 5/5
  • FIND YOUR WAY BACK – MELO-X Remix – 3/5
  • BLACK PARADE – 4,5/5

‘Bruised’: Halle Berry vira lutadora de MMA em drama que marca sua estreia na direção; Confira a 1ª imagem oficial!

A Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem oficial de ‘Bruised‘, drama que marca a estreia de Halle Berry como diretora.

Confira:

Na trama escrita por Michelle Rosenfarb, Berry dará vida à Jackie Justice, uma desonrada lutadora de MMA que tenta superar seus limites contra uma adversária em ascensão num acalorado torneio.

Além disso, ela enfrenta sua maior batalha fora do octógono enquanto tenta se mostrar capaz de obter a custódia de seu filho de apenas seis anos.

O elenco também conta com Stephen McKinley Henderson, Nikolai Nikolaeff, e Adan Canto.

Ainda sem previsão de estreia nas telonas, o longa será exibido Festival Internacional de Toronto, que será realizado entre 10 e 19 de setembro de 2020.

Vale lembrar que Berry também vai estrelar a ficção científica ‘Moonfall‘, novo filme de desastre do diretor Roland Emmerich (‘Independence Day‘).

A atriz vai interpretar uma astronauta da NASA cuja última missão revela uma pista sobre uma catástrofe iminente.

Ainda sem muitos detalhes, a narrativa será focada no momento em que a Lua é empurrada para fora de sua órbita por uma força misteriosa e entra em rota de colisão com a Terra. A vida como a conhecemos está nas mãos de um time de especialistas que embarca numa missão impossível e tem apenas algumas semanas para salvar a todos.

As filmagens devem começar em setembro deste ano, mas ainda não há previsão de estreia.

Como o projeto ainda está nos estágios iniciais, novas informações devem ser divulgadas em breve.