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HILÁRIO! Confira o trailer DUBLADO de ‘Coyote vs. Acme’

A Paris Filmes divulgou o trailer dublado de ‘Coyote vs. Acme‘, filme que foi resgatado após ter sido engavetado pela Warner Bros.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de agosto.

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Will Forte relembra “engavetamento” de ‘Coyote vs. Acme’: “Raiva intensa”

Inspirado em uma sátira clássica publicada na revista New Yorker em 1990, o filme acompanha Wile E. Coyote em uma jornada inédita: os tribunais. Cansado de sofrer acidentes com os equipamentos defeituosos da Acme Corporation em sua eterna caça ao Papa-Léguas, o personagem decide processar a gigante industrial.

A trama ganha contornos de comédia jurídica quando um advogado de causas perdidas, interpretado por Will Forte (‘O Último Cara na Terra’), aceita defender o Coiote. Do outro lado da disputa, o astro John Cena (‘Pacificador’) assume o papel de Buddy Crane, o implacável representante legal da Acme e antigo mentor do advogado de defesa.

Além do trio principal formado por John Cena, Will Forte e Lana Condor (‘Para Todos os Garotos que Já Amei’), o longa conta com nomes influentes nos bastidores. James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) atua como produtor, enquanto o roteiro é assinado por Sammy Burch (‘Segredos de um Escândalo’) e a direção fica a cargo de Dave Green.

Diretor de ‘Death Note’ revela detalhes das mudanças em relação ao original

Uma das preocupações dos fãs do mangá ‘Death Note’ é a autenticidade da narrativa da versão cinematográfica em relação ao material original.

E sobre esse assunto, o diretor Adam Wingard conversou com o site IGN, explicando parte do processo de criação e de que forma a série será adaptada, sendo trazida para o atual contexto vivido pelos Estados Unidos:

“Foi uma daquelas situações em que quanto mais eu tentava me ater totalmente ao material original, mais tudo despencava. É preciso levar em consideração todas as variáveis que envolvem a adaptação: estamos em um país diferente, em um ambiente distinto e estamos diante de uma série de mangás que devem ser compactados em um filme de duas horas de duração. Para mim, trabalhar o roteiro foi mais analisar de que forma todos as temáticas da história significam para os dias atuais nos Estados Unidos e de que forma isso reflete na maneira como contamos a trama. No final das contas, assuntos como luz e trevas, bem e mal e tudo aquilo que está entre esses elementos se tornaram o núcleo na narrativa”.

Wingard continuou, dizendo:

“Nos estágios iniciais do filme eu estava relendo o mangá, pensando de que forma isso se relacionaria aos Estados Unidos. E quando eu falo isso, eu quero dizer: Quais são os principais temas em voga no país? Sobre o que as pessoas criam teorias conspiratórias? Que tipos de programas suspeitos o governo tem? De que forma todos esses elementos trabalham no mundo de ‘Death Note’?”

A adaptação tem estreia marcada para 25 de Agosto.

Baseado no famoso mangá japonês escrito por Tsugumi Ohba e Takeshi Obata, ‘Death Note‘ acompanha um estudante do ensino médio que encontra um caderno sobrenatural e percebe que nele existe um grande poder: se o proprietário escrever o nome de alguém enquanto estiver pensando em seu rosto, a pessoa morrerá. Embriagado por sua nova habilidade divina, o jovem começa a matar aqueles que julga indignos a viver.

O filme original Netflix é dirigido por Adam Wingard (A Bruxa de Blair, O Hóspede) e é estrelado por Nat Wolff (Cidades de Papel), Margaret Qualley (Dois Caras Legais), Lakeith Stanfield (Saia), Paul Nakauchi (Piratas do Caribe: No Fim do Mundo), Shea Whigham (Trapaça) e Willem Dafoe (Homem-Aranha).

Suposto culto sexual liderado por Allison Mack será o tema de duas novas séries

O suposto culto sexual instituído pela organização NXIVM e que aparentemente conta com a atriz Allison Mack (‘Smallville’) em seu alto escalão, será o tema de duas novas séries de TV.

Baseado na apuração jornalística e investigativa feita pelo The New York Times, os dois novos projetos abordarão todo o caso através de vieses distintos. Uma das produções será inspirada nos fatos reais e a outra será de cunho documental.

Segundo o The Hollywood Reporter, o primeiro projeto será conduzido pela Annapurna Television, que optou pela aquisição dos direitos da publicação do jornal e vai explorar o trauma das mulheres que foram induzidas à instituição NXIVM. A narrativa se aprofundará nas experiências das vítimas, que foram ludibriadas e pensavam estar se envolvendo com alguma iniciativa de emponderamento feminino, até que foram reduzidas à escravas sexuais.

A atriz Shannon Woodward, de ‘Westworld’, será a produtora-executiva da série, ao lado de Megan Ellison, Susan Goldberg e Sue Naegle, todas da Annapurna Television.

Em se tratando da série documental, ela já estaria em andamento, segundo o portal Deadline. Esta produção acompanhará os esforços da atriz canadense Sarah Edmondson (‘Psych’) e de seu esposo, Anthony Ames, que buscam retomar a vida à sociedade após decidirem sair da suposta seita sexual.

Edmondson foi a primeira mulher a falar abertamente a respeito dos abusos que sofreu por Keith Raniere, o dono da organização, durante o período que esteve envolvida com o culto. Além disso, a dupla chegou a ser acusada de ter recrutado mais vítimas para a instituição e hoje tenta ajudar os membros da seita a fugirem do suposto regime de escravidão.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ acusada de recrutar escravas sexuais; ASSISTA nossa matéria!

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

‘Homem-Aranha no Aranhaverso’: Tom Cruise e James Cameron quase fizeram aparições

A animaçãoHomem-Aranha no Aranhaverso’ quase teve uma participação especial de Tom Cruise e James Cameron. Segundo os diretores Peter Ramsey e Rodney Rothman, a aparição da dupla não seria apenas por efeitos cômicos ou referenciais, mas sim algo bem mais complexo, diretamente vinculado à trama.

Durante uma entrevista ao Slash Film, a dupla criativa falou sobre a ideia, afirmando que a possibilidade foi descartada do corte final por ser muito complexa e difícil de executar no contexto da narrativa.

De acordo com Rothman:

“O lance do Tom Cruise está na versão do universo alternativo? Então, existia um longo período em que Miles, ao invés de aprender a ser o Homem-Aranha com os quadrinhos, aprendeu assistindo a filmes. E havia uma versão cinematográfica de um filme sobre o Aranha, no universo de Miles, a respeito do verdadeiro Homem-Aranha. E essa produção era dirigida por James Cameron, trazendo Tom Cruise como o Teioso. Sim, ele seria o Aranha. E havia tanto James Cameron, como o Teioso, como Tom Cruise no áudio”.

 

O elenco inclui Shameik Moore, Nicolas Cage, Hailee Steinfeld, Liev Schreiber, Mahershala Ali, Jake Johnson e John Mulaney.

Homem-Aranha no Aranhaverso’ está em cartaz.

 

‘Grey’s Anatomy’: Richard Webber precisa ser salvo na promo do episódio 16×20; Assista!

A nova temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ está cheia de fortes emoções e o médico Richard Webber está em uma situação delicada, precisando ser salvo pelos seus próprios colegas de trabalho, conforme pontua a emocionante promo do episódio 16×20.

Assista:

Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.

Assista ao trailer:

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

‘O Traficante’: Nova série de suspense já está disponível na Netflix

A nova série de suspense O Traficante(‘Dealer’) já está disponível na Netflix. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta quarta-feira (10).

Na trama, Franck, um diretor de videoclipes, se infiltra num bairro perigoso no Sul da França para filmar Tony, um carismático e imprevisível líder de uma gangue do tráfico que quer alcançar sucesso na cena do rap. Utilizando sua câmera para revelar a verdadeira face do contrabando de drogas, Franck se torna alvo de uma guerra sangrenta.

Confira:

A série é dirigida por Ange BastergaNicolas Lopez.

Abdramane DiakitéMohamed BoudouhSébastian HoubaniIdir AzougliJulien MauriceAbdillah Assoumani e outros estrelam.

A 1ª temporada de O Traficante conta com 10 episódios.

Primeiras Impressões | Making The Cut: Reality show sobre moda retorna cheio de looks incríveis e participante brasileiro

Alguns diriam que Making The Cut seria apenas uma estratégia capitalista da Amazon de fomentar o consumo da indústria da moda dentro de sua própria plataforma. Independente de quais sejam as reais motivações de Jeff Basos, é inegável que o reality show que aposta em novos estilistas tem sido fundamental para dar voz à artistas excelentes com pouquíssima visibilidade. E criando aquela atmosfera exageradamente dramática que tanto amamos neste gênero, a série produzida e apresentada por Heidi Klum e Tim Gunn continua sendo uma deliciosa experiência fashionista que, à medida que nos leva aos bastidores da indústria, ainda consegue se tornar aquele entretenimento chiclete que nos prende a cada no episódio.

Com uma leva ainda mais diversa de participantes vindos dos quatro cantos do mundo, a 3ª temporada chega com uma inesperada surpresa, trazendo entre os competidores um jovem e talentoso estilista brasileiro. Com uma visão criativa excepcional que logo de início o destaca dentre os demais, Rafael é a cara de um país onde muitos não dominam o inglês, mas que nem por isso deixam a barreira do idioma se tornar um obstáculo para o sucesso. Trocando as palavras e com dificuldade de se expressar corretamente em vários momentos, ele faz de seus designs o seu maior tradutor. Por meio de suas peças – que na maioria das vezes são impecáveis -, o brasileiro chama a atenção por sua habilidade em criar estilos diversos que exalam a brasilidade de forma atemporal e universal.

E a nova temporada, que ainda conta com Nicole Richie como uma das juradas, segue sendo aquele tipo de reality show que nos toma pela emoção. Com uma clássica edição planejada para elevar as tensões e os conflitos, a produção é feita para quem ama muito a moda e não perde uma oportunidade de curtir programas de variedades. Sem muita inovação em seu formato, Making The Cut consegue se comunicar muito bem com a audiência justamente por permitir que o público adquira os chamados “looks acessíveis”, direto do site da Amazon. Para um fashionista, essa é a oportunidade ideal para apoiar novos estilistas, à medida em que adquire peças singulares.

Retornando com 8 episódios de quase uma hora de duração, o novo ciclo não perde seu sabor e se consolida como um dos programas de variedades mais divertidos da atualidade. Sempre pautado pelo carisma de Heidi e Tim – que trabalham juntos nesse segmento há anos -, Making The Cut não é um reality show despretensioso e sem propósito. Ajudando empreendedores de pequeno e médio porte a conquistarem o mercado da moda, a série é uma divertida janela de oportunidades para artistas que tantas vezes passam despercebidos pela indústria.

Netflix | Primeiras Impressões de Sintonia – 2ª Temporada

Já conferimos os quatro primeiros episódios da segunda temporada de Sintonia, série produzida por Kondzilla e Gullane, na Netflix. Se a primeira temporada conseguiu cativar o público com uma abordagem dinâmica e credível do cotidiano de jovens da favela de São Paulo, a segunda volta com o mesmo espírito envolvente, além de mais drama, suspense e ação nas vida de Doni (Jottapê Carvalho), Nando (Christian Malheiros) e Rita (Bruna Mascarenhas).  

Gravada durante a pandemia, a nova temporada teve um ano de atraso para chegar ao público na próxima quarta-feira, dia 29 de outubro. Sensação em 2019, pelo linguajar original e qualidade de produção, Sintonia apresenta novos rostos este ano, como Fanieh, Gabriela Mag, Bruno Gadiol e Marat Descartes (Quando Eu Era Vivo). 

Leia mais: Crítica Sintonia – 1ª temporada | Um Retrato da periferia de SP embalado por tiros, louvores e Funk 

Novidades de MC Doni

Um dos principais pontos desenvolvidos na continuação é a carreira musical do jovem funkeiro MC Doni. Com seis shows por noite, participação em programa de TV e milhares de seguidores, o rapaz realiza o sonho de viver da música, contudo não é apenas de alegrias que se compõe a profissão de artista. Ao lado dos gêmeos Jaspion (Júlio Silvério) e Rivaldinho (Jefferson Silvério), alívio cômico do seriado, Doni aprende que quando o dinheiro entra em campo, logo aparecem os empresários, os produtores e todos os agentes responsáveis pelo negócio do funk girar e faturar milhões por ano. 

Neste ponto, Konrad Kondzilla é mestre e, portanto, ninguém melhor do que o próprio para levar até o público o processo de descobertas dos talentos da periferia. A segunda temporada junta os artistas do funk e o modelo de feat. (em bom português, dueto) da indústria ao explorar a escalada de Doni junto a influencers das redes sociais, os instagramers e os tiktokers, como Gabriela Mag

Além do aprendizado de Doni para lidar com a fama e o dinheiro, pode-se esperar música chiclete na trama ao lado de Fanieh (conheça o hit Meu Bem da cantora). Prepara-se também para outras participações especiais, como Alok e MC Kevinho, os quais devem lançar uma canção inédita para o seriado.

Jornada do Crime de Nando

Paralela a jornada do cantor de funk, a trama entrega mais responsabilidade e jogo de cintura para Nando, agora o “patrão” no comando da favela e fechado com Badá, o chefe local em prisão. Quando a coisa esquenta, Nando saca o telefone e logo troca umas palavras com o prisioneiro 24h disponível para resolver conflitos, como a polícia está no esquema, os telefonemas são apenas um detalhe. Desse modo, Sintonia apresenta como é a vida sob um sistema de milícia, envolvida com traficantes e policiais, algo já institucionalizado em várias localidade do Brasil. 

Desde o primeiro episódio, um suspense é posto na narrativa: alguém do tráfico de drogas está passando os detalhes de produção e distribuição à polícia. Em consequência da apreensão do produto, a favela perde o abastecimento, as vendas e o dinheiro para de circular na comunidade. 

Afastado da esposa Scheyla (Júlia Yamaguchi) e da filha, Nando se dedica cada vez mais aos negócios do tráfico, resolve os dilemas dos moradores e tenta descobrir quem é o X9. Assim como Doni, ele começa a faturar alto e sai da favela. Ainda que ambos morem longe agora, eles estão ligados ao local, seja pela família, seja pelo crime. 

Caminho Glorioso de Rita

Na contramão dos amigos, Rita continua plantando as suas sementes vagarosamente para, quem sabe, colher os frutos mais tarde. Voltada completamente à igreja e com uma fé inflexível, a menina larga a vida de camelô, arruma um emprego no shopping e deseja fervorosamente reabrir a igreja da favela. Neste caminho, ela busca ainda a redenção e a concessão de perdão ao pai que a abandonou aos 14 anos. Além de percorrer um caminho de descoberta amorosa ao lado de Levi (Bruno Gadiol) e longe do pernicioso Formiga (Matheus Santos). 

Com a novidade de cenas da infância dos três amigos pelas ruas da favela, é possível compreender cada vez mais a essência e versatilidade do grupo, assim como os desentendimentos na comunidade por conta da desordem urbana. O final do quarto episódio é magnético. Ou seja, o roteiro criado por Felipe Braga (Marighella) e outras mãos continua afiado, as interpretações evoluíram entre os atores principais e também os coadjuvantes, como a de Cacau (Danielle Olímpia). 

Com direção de Johnny Araújo, Daniela Carvalho, Gabriel Zerra e Thiago Eva, os episódios são rápidos, envolventes e dinâmicos, tal como o ritmo do funk. A linguagem jovem e periférica em cada bordão, vestimenta e ambientação fazem de Sintonia um dos projetos mais autênticos e estimulantes de um Brasil multicultural na Netflix.

‘Halloween’: Reboot lembra muito o original, afirma Nick Castle

O ator Nick Castle, que dá vida ao vilão Michael Myers, afirmou em entrevista recente que o novo Halloween é muito semelhante  ao original, de 1978.

“Esse é muito centrado no bairro, como o primeiro filme também foi. Lembra muito o original. Muitas coisas coincidem que parecem jeitos inteligentes de introduzir um déjà vu do primeiro, sem dar a impressão de que é copiado, sabe?!. Pessoas muito inteligentes trabalharam no roteiro. Eles foram muito claros quanto à sua vontade de encontrar o tom do primeiro filme. Foi a primeira coisa que saiu da boca deles: ‘queremos fazer como John Carpenter fez'”

Enquanto isso, um fã super talentoso resolveu criar um pôster para o filme, mostrando todo o amor de Michael Myers pela cidade de Illinois. Confira:

Enquanto isso, a atriz Jamie Lee Curtis encerrou suas filmagens de ‘Halloween’ e para marcar a despedida, ela publicou duas fotos em suas redes sociais. Confira:

“Três gerações de mulheres fortes da família Strode. Terminamos as filmagens desse retorno surpreendentemente assustador para Haddonfield”, ela afirmou.

 

Além disso, foram divulgadas novidades do elenco. Virginia Gardner (‘Os Fugitivos’) se juntou o elenco, no papel de melhor amiga de Andi Matichak (‘Orange is the New Black)’ – a neta da personagem de Jamie Lee Curtis (Laurie Strode).

O diretor e roteirista Nick Castle, que interpretou Michael Myers em Halloween: A Noite do Terror’, voltará a vestir a máscara do vilão neste novo filme.

O elenco ainda conta com Drew Scheid (‘Stranger Things’), Miles Robbins (‘Mozart in the Jungle’) e Dylan Arnold (‘Mudbound’).

A trama trará Jamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.

A nova produção é uma parceria da Blumhouse Productions e a Miramax e tem estreia prevista para 19 de outubro de 2018.

‘Halloween’ irá ignorar TODAS as sequências da franquia; Confira a sinopse!

“Michael e eu vemos vocês no próximo Halloween”, diz Jamie Lee Curtis em foto inédita

 

‘I Think We’re Alone Now’: Peter Dinklage e Elle Fanning sobrevivem ao apocalipse em trailer

‘I Think We’re Alone Now’, drama de ficção científica estrelado Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) e Elle Fanning (‘Demônio de Neon’) ganhou seu primeiro trailer:

A trama gira em torno do personagem de Dinklage, um homem que tem todas as suas fantasias de reclusão realizadas quando a população da Terra some em um misterioso acidente. Porém, uma nova sobrevivente aparece e ameaça seu estilo de vida.

A direção fica por conta de Reed Morano (The Handmaid’s Tale) , que fará sua estreia em janeiro no Festival de Sundance 2018.

O longa ainda não possui data de estreia para o Brasil.

Chaves | Quantos anos tem a série mais famosa da América Latina? Entenda

Sucesso desde a década de 1970, o seriado Chaves se tornou a mais brasileira das obras feitas no exterior. Produzida pela emissora mexicana Televisa, a série conta a história de um garoto de rua que mora em uma humilde vila repleta das mais variadas e engraçadas figuras possíveis. Cheio de humor e piadas criativas, Chaves conseguiu unir a América Latina ao redor da televisão para se entreter com a trapalhadas do menino pobre, mas de bom coração, que trazia como ponto comum aos países latino-americanos a simplicidade de uma infância em um país em crise. Partindo daí, não importava se a série era ambientada no México ou no interior do São Paulo. Todos eram capazes de se identificar com as situações retratadas na telinha.

Neste domingo (26), porém, um levantamento confundiu alguns fãs. Em agosto de 2022, diversos portais e sites comemoraram os 50 anos de Chaves. Houve, inclusive, a produção de documentários e especiais que aqueceram o coração dos fãs, que desde o início da pandemia não têm mais como assistir aos episódios na TV ou nos streamings. Entretanto, diversas páginas voltadas à produção de conteúdo exclusivamente sobre o Chaves estão celebrando os 50 anos de Chaves. Então, afinal de contas, Chaves tem 50 ou 51 anos? Palma! Palma! Não priemos cânico! O CinePOP vai te explicar!

No final dos anos 60, Roberto Gómez Bolaños era um roteirista promissor e aspirante a ator que ganhava a vida escrevendo esquetes para um programa de fim de semana que tinha nada menos que oito horas de exibição na grade do canal 8. Ao pensar e criar esquetes de humor com cerca de meia hora de duração, Roberto, mais conhecido como Chespirito, fez seu nome com um humor afiado e acessível. Com o passar do tempo, seus quadros passaram a ser conhecidos como “Chepiritadas”. Delas, a esquete mais famosa era “La Mesa Cuadrada”. Apresentada por María Antonieta de las Nieves, o show reunia os personagens Doutor Chapatín (Bolaños), Professor Girafales (Rubén Aguirre), el Ingeniebrio Ramón Valdés y Tirado Alanís (Ramón Valdés) e o Capitão Costa Del Mar (César Costa) ao redor de uma mesa quadrada para responderem e sacanearem cartas com perguntas que os telespectadores mandavam para o estúdio. O programa se tornou um fenômeno e logo passou a se chamar Los Supergenios de la Mesa Cuadrada.

O sucesso do quadro foi tão grande, que logo ganhou espaço próprio na programação e virou um programa de esquetes próprio chamado Chespirito. Nesse contexto, com um programa próprio dedicado a suas criações, Roberto lançou alguns dos mais icônicos personagens da história da televisão da América Latina, como o Chapolin Colorado e o Pancada Bonaparte. Dentre esses, em março de 1972, surge uma esquete tímida de um garoto pobre discutindo com um vendedor de balões. Ali nascia El Chavo Del Ocho, ou na tradução literal: O Menino do Oito. O próprio Roberto interpretava o garoto, enquanto coube a Ramón Valdés (o Seu Madruga) fazer o vendedor. Por muitos anos, acreditava-se que a estreia do Chavinho havia acontecido em 1971, mas em um trabalho fantástico de pesquisa do pessoal do Fórum Chaves, foram encontradas entrevistas em que o próprio Roberto afirmava ter criado o Chaves para substituir as esquetes do Pancada Bonaparte, que acabou após a saída de Rubén Aguirre.

Assim, a esquete do Chaves fez sucesso e ganhou vida própria. Em meio a um humor mais adulto, quis o destino que justamente a inocência cativasse a públicos de todas as idades e de vários países diferentes. Dessa forma, em 26 de fevereiro de 1973, há exatos 50 anos, Chaves deixou de ser uma esquete e passou a ser um programa independente e se tornou esse fenômeno amado por milhões até os dias de hoje. Então, esclarecendo a dúvida inicial, 2022 marcou os 50 anos da criação do personagem Chaves, enquanto 2023 marca os 50 anos da série Chaves.

Infelizmente, para os fãs do Brasil, a série teve sua exibição vetada em 1º de agosto de 2020, no ápice da pandemia, por culpa de uma briga judicial entre a Televisa e o Grupo Chespirito, acerca dos direitos dos personagens e dos direitos de imagem de Roberto. Até 2022, a proibição se alastrou para outros países e atualmente, país nenhum do mundo está autorizado a exibir legalmente os episódios da série. Em defesa dos fãs, a atriz e viúva de Roberto Bolaños, Florinda Meza, a Dona Florinda, pressiona a justiça mexicana há mais de dois anos para que algo seja feito e o mundo possa sorrir novamente com as obras imortais do Pequeno Shakespeare mexicano.

Crítica | Serial Kelly – Gaby Amarantos Estreia na Telona como SERIAL KILLER Matadora de Machistas

Gaby Amarantos vem se destacando cada vez mais no cenário nacional. Tendo iniciado sua carreira como cantora em 2002, foi mais ou menos em 2012 que ela expandiu sua ascensão nacionalmente, após ter suas músicas entrando na trilha sonora de novelas da Rede Globo, como ‘Ex Mai Love’. Dona de um carisma sem igual, uma voz poderosa e silhueta bem brasileira, não demorou muito para que essa paraense de Belém rapidamente migrasse para a sétima arte, passando a figurar também em seriados e novelas como atriz. De lá para cá são vinte anos de carreira como cantora e mais ou menos dez como atriz – e a partir dessa semana, Gaby faz sua estreia nas telonas com o filme ‘Serial Kelly’.

Kelly (Gaby Amarantos) é uma potente cantora de forró eletrônico no interior nordestino que vive de se apresentar em bares, shoppings e restaurantes em troca de algum dinheiro. Na trilha para fazer sucesso, ela canta em cabarés e zonas de entretenimento adulto, onde trava amizade com profissionais do sexo e travestis. Numa dessas, conhece Tempero (Igor de Araújo), um galego galanteador que arrebata sua atenção. Porém, antes Kelly resolvera se vingar de seu produtor musical, que tentou lhe passar a perna. Quando mais mortes de homens começam a se espalhar pela região, o caso desperta a atenção da delegada Fabíola (Paula Cohen), que passa a caçar Kelly na tentativa de ajudá-la.

O grande destaque em ‘Serial Kelly’ é realmente Gaby Amarantos. É impressionante a maturidade que a cantora consegue imprimir neste seu primeiro papel nas telonas como protagonista. Tudo bem que já são anos trabalhando como atriz, mas Gaby atua de maneira tão natural, tão orgânica, que não parece estar fazendo esforço algum. Sem contar que a atriz preenche a tela com sua beleza; sua pele brilha sob a fotografia de Pedro Urano, que faz bom uso da iluminação natural das locações abertas para valorizar a personagem em planos abertos e vibrantes.

Definido como comédia, o filme de René Guerra está mais para um drama bem-humorado. As situações em que a protagonista se envolve têm comicidade, mas não exatamente fazem rir; ao contrário, provocam a reflexão através de um viés mais leve sobre situações absurdas e cotidianas, todas envoltas em comportamentos machistas que provocam em Kelly uma urgência de acerto de contas. As vítimas possuem perfis de pessoas repugnantes que se vestem com o véu da hipocrisia social para se aproveitarem dos talentos de Kelly de alguma forma, seja na música, seja no sexo. O roteiro de René Guerra e Marcelo Caetano faz um retrato sobre como essa protagonista ama três coisas: comer, transar e matar; a partir dessa trinca, constroem um enredo em que os atos de Kelly são compreensíveis ao espectador, e culminam no contraponto da sororidade que ela oferece às mulheres que atravessam seu caminho, retribuídos pela delegada que sentencia: “em terra de matadores, a mulher que mata vira serial killer”.

Sob o peso do patriarcado, ‘Serial Kelly’ mostra que também no crime o tratamento às mulheres é desigual. Com Kelly, Gaby Amarantos mostra que é uma artista completa, e que o cinema era um caminho natural para essa grande estrela.

As 10 Dublagens Mais Criticadas feitas por FAMOSOS – #MarioSemStarTalent

A dublagem de famosos sempre foi um tema que gerou muita discussão no Brasil. O país é notoriamente conhecido por sua dublagem de qualidade, com nomes memoráveis como Marco Ribeiro, Mauro Ramos, Selma Lopes, Orlando Drummond, Garcia Júnior, Wendel Bezerra, Guilherme Briggs, Vera Miranda, Marisa Leal, dentre outros. Dos anos 90 pra cá, tais profissionais começaram a perder espaço para celebridades em alguns filmes, principalmente quando falamos de animações.

Quem defende a dublagem de famosos, geralmente vai apontar que muitos atores consagrados emprestam suas vozes para animações lá fora, mas é importante destacar que é um processo muito diferente. Um ator escalado para a voz original de um personagem passa muito tempo se preparando e muito tempo gravando e ajudando na produção. O dublador nacional acaba tendo sessões de poucas horas de gravação. Assim, é inevitável que acabe fazendo diferença se o profissional tem experiência em dublagem.

Recentemente, os fãs iniciaram uma campanha para que a Universal Pictures não contrate famosos para dublar o filme do ‘Super Mario Bros‘, e a hashtag #MarioSemStarTalent viralizou nas redes sociais.

É claro que existem exemplos de dublagens boas de famosos, mas isso é assunto para outra matéria. Aqui, vamos apontar aqueles casos trágicos, que prejudicaram o filme.

Concorda ou não? Deixe sua opinião nos comentários.

 

10) Ivete Sangalo (Aviões)

São vários os exemplos de estúdios que escolhem personagens minúsculos e dão para alguma famoso dublar com o simples objetivo de poder colocar o nome daquela pessoa no cartaz do filme. E é isso o que acontece com Ivete Sangalo em Aviões, spin-off de Carros lançado pela Disney em 2013. A cantora empresta sua voz para Carolina Santos Duavião, uma “aviã” que participa de uma competição nas alturas. O trabalho de Ivete é bem básico. Claramente alguém que está lendo um roteiro com sua voz normal, sem o menor interesse em desenvolver uma personagem. Só não está pior colocada na lista porque é uma participação quase insignificante.

 

9) Isabelle Drummond (A Origem dos Guardiões)

Diferentemente de Ivete, Isabelle Drummond é atriz e ao menos tentou algo diferente, tentou dar uma voz a sua personagem. Ela dublou a Fada do Dente na animação A Origem dos Guardiões. O problema aqui foi a falta de experiência da atriz com dublagem. À época, Isabelle tinha apenas 18 anos e acabou optando por algumas escolhas ruins na execução. Há o claro objetivo que construir uma Fada do Dente elétrica e falante, mas a jovem acabou criando uma personagem praticamente sem respiro, uma falha mortal na dublagem.

 

8) Bussunda (Shrek)

A escolha da discórdia… Sabemos que a presença de Bussunda na lista vai gerar polêmica, afinal muita gente é fã do trabalho do saudoso comediante como Shrek. Mas trata-se sim de uma escolha ruim de celebridade para a dublagem, ainda mais que foi feita após o dublador Mauro Ramos ser escolhido e dispensado pela animação. Ramos, inclusive, substitui Bussunda como Shrek após a morte do comediante. Não entende a diferença que faz ter um famoso ou um dublador? Basta ouvir a dublagem de Bussunda nos dois primeiros filmes e depois ouvir a de Ramos nos dois últimos. Bussunda foi uma verdadeira lenda da comédia nacional, mas nunca foi um ator. E isso pode ser percebido na dublagem sem emoção do ogro. Gritando, fazendo piada, sendo romântico… em qualquer situação, Shrek tinha o mesmo tom de voz.

 

7) Ícaro Silva (O Rei Leão)

O caso mais recente da nossa lista. A dublagem da nova versão de O Rei Leão revoltou muitos fãs da clássica animação, que viram algumas de suas músicas favoritas serem destruídas pelas novas vozes. Ainda que a escolha de Ícaro Silva e Iza tenham sido perfeitas na teoria, a prática foi um pouco diferente, principalmente no que diz respeito ao ator. Talvez tentando se aproximar do tom vocal de Donald Glover, voz original do Simba, Ícaro optou por usar uma voz bem aguda e o resultado não foi nada bom. Na verdade, sua primeira entrada em Hakuna Matata é quase traumática.

 

6) Preta Gil (Os Sem-Floresta)

Assim como no caso de Ivete, Preta Gil teve uma participação bem pequena em Os Sem-Florestas. Mas é bem verdade que já foi espaço suficiente para incomodar bastante. É mais um caso de famoso lendo roteiro e não interpretando. E, pior, a atriz e cantora tratou de deixar sua personagem, a gambá Stella, com um sotaque carioca que surge completamente deslocado na divertida animação. Um triste desfecho pra uma personagem que originalmente era dublada por Wanda Sykes, grande nome da comédia americana, com uma voz e um ritmo vocal bem particular.

 

5) Reynaldo Gianecchini (Robôs)

Vai parecer um trocadilho idiota. Ou um golpe genial do filme. Mas a verdade é que Reynaldo Gianecchini entrega uma voz pra lá de robótica na animação Robôs. Sim, talvez fosse perfeito para um personagem que de fato era um robô. Mas, não, o lado automático e padrão da voz do ator está mais ligado ao fato de que trata-se de uma trabalho pobre de dublagem do que uma verdadeira construção de personagem. A verdade é que Gianecchini soa pouco natural o tempo inteiro. Em momento algum o espectador se acostuma com a voz do protagonista. E não tem coisa pior para uma animação do que ficar sendo jogado para fora do filme a todo momento.

 

4) Paulo Vilhena (O Espanta Tubarões)

– Quem podemos chamar para dublar o personagem feito pelo Will Smith?

– Não sei, que tal o Paulinho Vilhena!

É difícil imaginar, mas esse diálogo aconteceu de verdade no Brasil. Até então conhecido pelo trabalho em Sandy & Junior e Coração de Estudante, o ator foi o escolhido para a voz principal da animação O Espanta Tubarões. O resultado, como não poderia deixar de ser, foi bem decepcionante. Sem ritmo, sem vida, Vilhena criou um peixe que era tudo, menos cativante. Não fosse sofrimento o bastante, ainda tivemos que lidar com uma cena dele fazendo um rap.

 

3) Felipe Dylon (O Mar Não Está Pra Peixe)

Tem escalações para dublagens que são difíceis de entender. Aqui, estamos diante de uma que é impossível de compreender. Primo pobre de Espanta Tubarões e Procurando Nemo, O Mar Não Está Pra Peixe chegou aos cinemas em 2006, sem um grande estúdio por trás. Sem grande verba, acabaram optando por subcelebridades no elenco de vozes. No caso, Felipe Dylon e Grazi Massafera (que tinha acabado de sair do BBB). Grazi nem compromete tanto, mas o mesmo não dá pra falar do músico conhecido por “A Musa do Verão”. A animação já é fraquíssima. A dublagem a torna insuportável.

 

2) Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo (Asterix e os Vikings)

Não tem como defender os responsáveis por escolher os dubladores de Asterix e os Vikings. A escolha da equipe do Pânico na TV para uma dublagem é algo ruim só de imaginar. Pior aqui quando se trata de uma reincidência. Sim, Sabrina, Vesgo, Ceará e Mendigo já haviam dublado Terra Encantada de Gaya, e o resultado foi péssimo. O fato de terem sido convidados para novo projeto faz tudo ficar mais bizarro. A situação fica ainda pior com Vesgo e Ceará assumindo as vozes de Asterix e Obelix, dois personagens super queridos pelos fãs. E ainda temos Sabrina soltando bordões a todo momento. Realmente doloroso.

 

1) Luciano Huck (Enrolados)

Mas como que alguém conseguiu ser pior que a turma do Pânico?! Pois bem, não podemos esquecer do homem por trás do Caldeirão do Huck. Sim, Luciano Huck é o responsável pela dublagem mais trágica da história. Sem exagero. São inúmeros os casos de pessoas que odiaram Enrolados quando viram pela primeira vez e que descobriram mais pra frente, ao ver com a dublagem original, que se tratava de um ótimo filme. Sem nenhuma experiência em dublagem, Luciano recebeu logo de cara um dos protagonistas de uma animação da Disney. E o resultado é pavoroso.

Dublar não é apenas repetir falas. É uma forma de atuação. Luciano Huck, como bem prova suas participações no cinema (Um Show de Verão, Xuxa e os Duendes…), não é ator. Sua participação em Enrolados torna o filme pior.

‘Dickinson’: Hailee Steinfeld encontra sua voz no trailer completo da série; Confira!

Apple divulgou hoje (19) o primeiro trailer completo de sua mais nova série, Dickinson.

Confira:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

Dickinson estreia no dia 01 de novembro.

‘Soul’: Confira o trailer LEGENDADO da nova animação da Pixar!

Pixar Brasil divulgou o novo trailer legendado de ‘Soul’, próxima animação da companhia.

Confira:

A história irá imaginar que cada pessoa da Terra nasce “instalada” com uma alma que foi formada e aperfeiçoada no cosmos.

Joe Garner é um professor de música do ensino médio que sonhava em ser um músico de jazz, e finalmente teve a chance depois de impressionar outros músicos durante um ensaio aberto no Half Note Club. No entanto, um acidente faz com que sua alma seja separada de seu corpo e transportada para o “You Seminar”, um centro no qual as almas se desenvolvem e ganham paixões antes de serem transportadas para um recém-nascido. Joe deve trabalhar com almas em treinamento, como 22, uma alma com uma visão obscura da vida depois de ficar preso por anos no You Seminar, a fim de retornar à Terra.

Jamie FoxxTina Fey lideram o elenco principal, dando vida ao professor Joe Gardner e à alma conhecida como 22, respectivamente. QuestloveDaveed DiggsPhylicia Rashad também emprestam suas vozes para o longa-metragem.

Além disso, o filme será majoritariamente guiado pela música, trazendo nomes como Trent ReznorAtticus RossJon Baptiste para uma trilha sonora original e com fortes relações com o jazz.

Pete DocterKen Powers são os diretores.

‘Soul’ tem estreia marcada para 19 de junho de 2020.

 

‘Little Town’: Luke Evans elogia música de Alan Menken para a série derivada de ‘A Bela e a Fera’

Em entrevista ao Collider, o ator Luke Evans, que irá reprisar seu papel como Gastão na vindoura ‘Little Town’, série derivada de A Bela e a Fera, não poupou elogios sobre a produção e enalteceu o trabalho do lendário musicista Alan Menken, que retorna para compor as novas músicas.

“O segundo e o terceiro episódios foram escritos e ouvimos parte da música de Alan Menken. Temos muita honra de tê-lo a bordo, escrevendo a música, o que é extraordinário. Temos sorte de ter um grupo talentoso criando uma história sobre dois personagens que são amados e odiados ao mesmo tempo, mas essa é a diversão. Há muitas questões sobre isso: onde vamos começar? O que vamos dizer? Quem são essas pessoas? Então será uma experiência bem divertida. Eu e Josh [Gad] estão literalmente vibrando de animação para gravar”.

Gad também irá reprisar seu papel como Le Fou na série.

Edward KitsisAdam Horowitz, a dupla por trás de Once Upon a Time, irão desenvolver o spin-off, com Gad assinando o roteiro e entrando como showrunner.

Composta por seis episódiosMenken está atado ao projeto e cuidará da trilha sonora.

A narrativa será concentrada nos eventos antes do longa-metragem original e irá expandir a mitologia do universo em questão. Outros membros do elenco, como Dan StevensEmma Watson, não devem retornar.

Lançado em 2017, o remake se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 1,264 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘Mulher-Maravilha 1984’ faz homenagem a ‘O Clube dos Cinco’ em nova foto de elenco

Em seu Instagram oficial, o astro Pedro Pascal compartilhou uma nova foto promocional de Mulher-Maravilha 1984’ em que o elenco protagonista faz homenagem ao clássico teen ‘O Clube dos Cinco’.

Confira:

Dirigido por Patty Jenkins, o aguardado filme chega aos cinemas no dia 17 de dezembro.

Avançando para a década de 1980, a próxima aventura da Mulher-Maravilha nos cinemas a coloca frente a dois novos inimigos: Max Lord e Mulher-Leopardo.

Gal Gadot retorna como a heroína. Chris PineKristen WiigPedro Pascal completam o elenco.

‘Selena’: 2ª temporada já está disponível na Netflix!

A 2ª temporada de Selena, série que explora a vida da icônica cantora e compositora Selena Quintanilla-Pérez, finalmente estreou na Netflix!

Os novos episódios foram disponibilizados hoje, 04 de maio, na plataforma de streaming.

Os vindouros capítulos concluem a história da rainha da música tejana, explorando a sua vida a partir da ascensão estelar da sua carreira, culminando em sua trágica e precoce morte, aos 23 anos de idade, em 1995. A artista foi brutalmente assassinada pela presidente do seu próprio fã clube.

 

Na série, Christian Serratos vive a emblemática cantora latina Selena Quintanilla-Pérez, que atingiu o estrelato nos Estados Unidos entre os anos 80 e 90 e que foi assassinada aos 23 anos.

Gabriel ChavarriaRicardo ChaviraNoemí GonzalezSeidy López completam o elenco.

Selena nasceu na pequena cidade de Corpus Christi, onde começou a cantar desde muito jovem. Lançou seu primeiro em 1984, mas não seria até oito anos mais tarde que alcançaria o topo da parada mexicana da Billboard por oito meses consecutivos com Entre a Mi Mundo. Em 1994, levou para casa o Grammy de Melhor Álbum de Música Latina e é considerada até hoje uma das artistas mais importantes da indústria musical, sendo apelidade de rainha da música latina e tendo vendido mais de 80 milhões de discos.

Em 1995, foi assassinada por Yolanda Saldívar, sua sócia e presidente do fã-clube – que também estava desviando dinheiro da família e roubando as lojas. Dois anos depois, Selena ganhou uma cinebiografia estrelada por Jennifer Lopez, que se tornou um sucesso de público e rendeu à atriz uma indicação ao Globo de Ouro.

Curiosidades | ‘Fragmentado’, elogiado suspense de M. Night Shyamalan, completa 5 anos!

Há exatos cinco anos, o elogiado suspense Fragmentado, que marcou o retorno de M. Night Shyamalan à boa forma, estreava no Fantastic Festival e conquistava o público e a crítica especializada.

Na trama, Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.

Contando ainda com nomes como Anya Taylor-Joy Casey, Betty Buckley, Haley Lu e Jessica Sula, a imprensa internacional aclamou a atuação de McAvoy e a condução de Shyamalan. O sucesso também foi refletido na bilheteria, arrecadando US$278 milhões mundialmente contra apenas US$9 milhões de orçamento.

Para celebrar seu aniversário, separamos uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você confere abaixo:

  • O filme buscou inspiração em Billy Milligan, que foi acusado de três estupros e foi a primeira pessoa diagnosticada com síndrome da personalidade múltipla – utilizada para defendê-lo no tribunal e colocá-lo em uma instituição mental. Milligan tinha 24 personalidades; dez delas amigáveis (Billy Milligan, Arthur, Ragen Vadascovinich, Allen, Tommy, Danny, David, Christene, Christopher e Adalana) e treze problemáticas (Phil, Kevin, Walter, April, Samuel, Mark, Steve, Lee, Jason, Bobby, Shawn, Martin, e Timothy). Além disso, havia uma personalidade conhecida como o Professor, uma fusão de todas as outras personalidades.
  • Joaquin Phoenix, que viria a ganhar o Oscar de Melhor Ator por ‘Coringa’, foi considerado para o papel principal. Entretanto, ele e a produção não conseguiam chegar a um acordo contratual, motivo pelo qual McAvoy eventualmente foi elencado no filme.
  • Para prevenir quaisquer vazamentos, a cena final não foi incluída no roteiro de filmagens – e também foi omitida de todos os testes de exibição.

  • McAvoy quebrou as juntas dos dedos enquanto filmava na Filadélfia. Ele continuou a rodar as cenas por três dias antes de revelar sobre o machucado e, logo depois, foi procurar auxílio médico. Como resultado, ele também foi forçado a continuar o trabalho com o machucado tanto no longa quanto em ‘Atômica’.
  • Em uma entrevista, Shyamalan mencionou que havia licensiado uma trilha sonora de antigos filmes do lendário e falecido compositor Ennio Morricone, utilizando a música para compor o longa-metragem. Porém, ele achou que a trilha era muito datada e, no final das contas, contratou West Dylan Thordson para compor uma totalmente original.
  • Sterling K. Brown interpretou o professor Shaw na produção e, apesar de sua participação ter sido totalmente removida do corte final, elas aparecem nos extras do DVD, na seção de cenas deletadas.

  • Shyamalan aparece no filme como Jai, o concièrge apaixonado por fast-food do prédio em que Dr. Fletcher trabalha. Eles assistem a câmeras de segurança depois de Barry deixar o local.
  • O diretor originalmente escreveu o personagem de Kevin para o clássico Corpo Fechado, mas decidiu utilizá-lo em um filme separado, quinze anos mais tarde. Os dois filmes culminaram em um inesperado terceiro volume, intitulado Vidro e lançado em 2019.

  • Há uma cena, no final do longa, que mostra 23 diferentes escovas de dente para cada uma das personalidades de Kevin. Similarmente, os créditos de encerramento são ladrilhados e aparecem 24 vezes – uma vez a mais para levar em conta a recém-anunciada personalidade da Fera.
  • Este foi o quinto filme de Shyamalan a arrecadar mais de US$100 milhões nas bilheterias do Estados Unidos.

‘Batman’ ganha sinal verde para ser exibido nos cinemas chineses

Um dos principais mercados cinematográficos do mundo é, sem dúvida, o chinês – e sabemos que o governo local não costuma dar seu aval para tantas produções assim, em virtude de polêmicas políticas, religiosas ou culturais.

Felizmente, esse não é o caso de ‘Batman’.

Segundo o Deadline, a antecipadíssima produção da Warner Bros. e da DC ganhou sinal verde para ser exibido na China. Uma data ainda deve ser confirmada, mas a aprovação prevê uma considerável bilheteria para o longa-metragem de Matt Reeves.

Robert Pattinson, que interpreta a nova rendição do personagem titular, postou um vídeo comemorando o anúncio: “hoje, tenho ótimas notícias para vocês”, ele disse, endereçando a confirmação aos fãs chineses.

Zoë Kravitz, que vive a Mulher-Gato, também ajudou nas boas novas: “nosso novo filme, ‘Batman’, será lançado na China”.

De acordo com o Box Office Pro, o longa pode faturar a maior bilheteria de abertura entre as adaptações do herói.

Foi dito que ‘Batman‘ deve arrecadar entre US$ 135 e 185 milhões em seu fim de semana de estreia somente nos EUA e no Canadá.

Caso o filme atinja a maior perspectiva, vai ultrapassar o posto de ‘Batman vs Superman‘ (2016), que arrecadou US$ 166 milhões no mesmo período.

Logo atrás vem ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008), com US$ 160 milhões.

E aí, você está ansioso para conferir o novo filme?

Lembrando que o novo filme terá duração de 176 minutos (2 horas e 56 minutos), tornando-o o filme mais longo do personagem.

Até então, o mais longo era ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, com 2 horas e 45 minutos, seguido por ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas‘ e ‘Batman vs. Superman‘, ambos com 2 horas e 32 minutos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.

“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.” 

Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

‘Thor: Amor e Trovão’ estreia HOJE nos cinemas nacionais; Veja curiosidades sobre a sequência!

A espera acabou!

Thor: Amor e Trovão’, quarto filme da icônica saga super-heroica, finalmente estreou nos cinemas nacionais.

O longa-metragem traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus), além de trazer Waititi de volta à cadeira de direção.

Para celebrar seu lançamento nas telonas, preparamos uma breve matéria com algumas curiosidades de bastidores da produção, que você pode conferir abaixo:

  • Bale inicialmente havia recusado a possibilidade de aparecer em mais produções baseadas em quadrinhos ou em filmes de super-heróis depois de ‘O Cavaleiro das Trevas Ressurge’, enxergando o gênero, de uma perspectiva da atuação, desinteressante. Entretanto, concordou em aceitar o papel de Gorr depois de seus filhos implorarem para que interpretasse o personagem.
  • O filme traz cinco vencedores do Oscar ao elenco – Bale, Matt Damon, Portman, Waititi e Crowe -, e dois indicados ao Oscar – Bradley CooperMelissa McCarthy.

  • Até agora, Thor é o único personagem do Universo Cinemático Marvel a ter quatro longas solos.
  • O design do título foi inspirado no subgênero cinematográfico “espada e magia”, que era extremamente popular nos anos 1980.
  • Depois de declarar que havia aposentado dos filmes do MCU, Portman resolveu retornar para o panteão e foi oficialmente confirmada ainda em 2019 para reprisar seu papel como Jane Foster na sequência.

  • Bale quase saiu do projeto em virtude de conflitos de agenda. Bale normalmente prefere ter pausas maiores entre projetos, mas, dessa vez, ele teve apenas três dias depois de terminar uma gravação em Los Angeles e começar a quarenta mandatória na Austrália. Foram seus filhos que o convenceram a dar um jeito de fazer o cronograma funcionar.
  • Nos quadrinhos, os poderes de Gorr são compartilhados com os seres simbiontes (como Venom e Carnificina). No filme, Gorr adquire seus poderes de outra fonte, visto que os simbiontes pertencem à Columbia Pictures (apesar de um ter aparecido em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa).

  • A história é baseada nos quadrinhos assinados por Jason Aaron, em que Thor encontra Gorr e sofre uma crise de fé, e Jane Foster reclama o Mjolnir e assume o título de heroína. Ambas as narrativas são separadas nas HQs, mas foram combinadas para a produção.
  • Hemsworth, interpretando Thor pela oitava vez, alcançou seu maior físico até então – chegando aos 105 quilos para o papel.
  • Tristan Hemsworth, filho de Chris, interpreta o jovem Thor no longa-metragem, apesar de não ser creditado.

Artigo | Relembrando ‘Olhos que Condenam’, uma das séries mais viscerais da década passada

Ava DuVernay é um dos nomes mais proeminentes da indústria cinematográfica contemporânea: seu filme de estreia, Selma’, ganhou notoriedade por tratar com uma cruel beleza a história real de Martin Luther King Jr., do presidente Lyndon Johnson e da marcha contra o apartheid e os direitos igualitários entre os brancos e os negros numa época movida pela segregação racial; pouco tempo depois, DuVernay fincou sua incrível habilidade narrativa com o documentário 13th’, retornando para questões de extrema necessidade para a sociedade atual e focando, dessa vez, na proibição da escravidão nos Estados Unidos.

Para aqueles saturados de produções com cunho político-social, a cineasta e produtora de fato não é um nome que irá lhes atrair; entretanto, àqueles que não se contentam com rom-coms convencionais ou dramas familiares, ela é o nome perfeito – ainda mais agora que retornou ao centro dos holofotes com a minissérie intitulada Olhos que Condenam’. Ao longo de quatro episódios que funcionam como peças fílmicas, DuVernay dá voz às vítimas de uma acusação de estupro que ocorreu no Central Park em 1989; em sua mais nova investida televisiva, ela e seu competente time criativo delineiam um visceral tour-de-force que, através de uma epopeia declamatória, denunciam a podridão do sistema judiciário estadunidense e de que forma o racismo ainda está entranhado nas bases da sociedade – e como as figuras que supostamente deveriam ser justas e imparciais, na verdade, podem ser a própria personificação da corrupção.

A história baseada em fatos reais gira em torno de cinco adolescentes que foram erroneamente julgados culpados pelo estupro de uma corredora no parque mais famoso de Manhattan. À época, as minorias sociais eram varridas para as margens da comunidade urbana – e, tendo como foco principal o tratamento recebido pelos negros pelas autoridades, é mais que natural que sejamos transportados para o memorável bairro do Harlem. Às vésperas de uma nova década, um grupo de trinta jovens “arruaceiros”, como descrito pelos oficiais, perturbou a paz dos transeuntes nova-iorquinos e culminou na prisão de um grupo que, como ficaria provado quase duas décadas mais tarde, não tinha nada a ver com o ocorrido.

Já no primeiro capítulo, DuVernay mergulha nas múltiplas perspectivas que revelam as reais intenções de cada um dos personagens: de um lado, temos a brilhante liderança de Felicity Huffman como a advogada Linda Fairstein, encarregada de examinar os casos de assédio sexual que assolam a cidade; do outro, o interrogatório desumano que coagiu os jovens meninos a mentirem para se salvar, mas que acabaram caindo numa armadilha meticulosamente construída para manter os estereótipos raciais e reafirmar a supremacia branca de uma forma sutil e absorvida passivamente por todos.

Não é surpresa que o capítulo de abertura nos dê a sensação regurgitante de um soco no estômago. Sabemos o que cada um dos detetives está fazendo e observamo-nos quebrar as leis e a própria constituição para unir peças de um quebra-cabeça que não existe; Linda faz de tudo para arquitetar uma impressionante trama que seja chocante o suficiente para que cada jornalista, juiz e membro do júri popular não tenha outra saída além de incriminar os rapazes – e o mais agonizante é que eles simplesmente estavam no momento errado, na hora errada: Kevin (Asante Blackk), Antron (Caleel Harris), Yusef (Ethan Herisse), Korey (Jharrel Jerome) e Raymond (Marquis Rodriguez) são influenciados por forças muito maiores que todos eles a culparem uns aos outros sem ao menos se conhecerem, preferindo a mentira à verdade em uma irreversível inversão de valores éticos e morais.

DuVernay fica a encargo de cada um dos capítulos e nos mergulha no metódico e obscuro mundo judicial – que destrói a imagem concretizada da “justiça cega”. As tonalidades insalubres das personas adultas dialogam diretamente com uma paleta de cores mais escura, em uma mistura monocromática que tangencia o pastel ao mesmo tempo que não o abraça totalmente, restringindo-se a uma hibridez única e diabolicamente apaixonante. De fato, os elementos estéticos de aliam com perfeição no claustrofóbico e opressor cenário do tribunal, reafirmado pela presença de Vera Farmiga como a advogada de acusação Elizabeth Lederer.

A série tem uma capacidade aplaudível de nos arrancar lágrimas de ódio em basicamente todos os momentos de pura catarse, os quais erguem-se num contraditório jogo entre diálogos e trilha sonora. Afinal, os jovens adolescentes, poucos deles realmente entendendo o que lhes está acontecendo, foram obrigados a amadurecer em um ambiente hostil, tratados como animais e marcados pelo resto da vida com um rótulo que nunca lhes pertenceu. E eles não são os únicos a jazerem numa cova de impotência – nós também nos envolvemos nas mesmas sensações, suspirando de alívio quando tudo parece dar certo apenas para cedermos a uma impressionante reviravolta.

O mais interessante é a forma como o elenco-mirim grita muito mais alto que os veteranos do entretenimento; eventualmente, os atores são trocados por versões mais velhas, com exceção de Jerome, que se entrega de corpo e alma a uma das performances mais emocionantes da década. Korey é o ponto-chave para compreendermos a depravação à qual a trama se refere: mesmo tendo acabado de completar dezesseis anos, ele é mandado para um complexo presidiário tradicional e é forçado a sobreviver nas condições mais adversas possíveis – protagonizando alguns dos momentos mais impactantes de toda a obra.

Mesmo com sua grandiosidade estilística e narrativa, DuVernay também escolhe algumas alternativas que se afastam da visceralidade supracitada e se aproximam dos elementos do melodrama: esse talvez seja o principal motivo para o convulsionante ritmo perder força no terceiro episódio, recuperando-se no aguardado series finale. Entretanto, os deslizes são ofuscados por brilhantes atuações que abrem-se em leque impressionante – arrancando uma desconstrução arrebatadora de Niecy Nash como Delores Wise, mãe de Korey.

‘Olhos que Condenam’ é uma série necessária, pesada, chocante e agonizante. Ao lado de conterrâneas como The Handmaid’s Tale’ e Pose’, sua competente storyline coloca em voga temas de extrema importância, denunciando sem medo que a justiça não é tão cega quanto parece – e que certas narrativas históricas e estruturais se mantém num infeliz cíclico mais comum do que deveria.

10 produções INCRÍVEIS para assistir no Dia das Mães!

No dia de hoje, 14 de maio, comemora-se o Dia das Mães – e é claro que não poderíamos deixar essa data passar em branco.

No mundo do entretenimento, são diversas as personagens que vivem mães, como a icônica Dona Hermínia na franquia Minha Mãe é uma Peça, que conquistou o público nacional e internacional, ou então Regina Mills na série fantástica Once Upon a Time, cujo arco de redenção é subsidiado pelo filho adotado.

Para celebrar esse importante dia, preparamos uma breve lista com dez filmes e séries para assistir ao lado de uma das pessoas mais importantes da nossa vida.

Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual o seu título favorito:

GILMORE GIRLS (2000 – 2007)

Onde assistir: Netflix

Lorelai Gilmore (Lauren Graham) tem uma relação tão amigável com sua filha, Rory (Alexis Bledel), que muitas vezes elas são confundidas como irmãs. Entre o relacionamento de Lorelai com seus pais, a nova escola preparatória de Rory, e os romances nas vidas das duas, há muito drama e muita diversão acontecendo.

SEXTA-FEIRA MUITO LOUCA (2003)

Onde assistir: Disney+

Tess (Jamie Lee Curtis) é uma mãe que luta demais para se entender com a filha adolescente rebelde, Anna (Lindsey Lohan), de 15 anos. Decididas a acabar com as brigas, elas repentinamente trocam de corpos após comerem biscoitos da sorte em um restaurante chinês. Agora, cada uma precisa aprender a lidar com a vida da outra, com as confusões crescendo ainda mais pelo fato de Tess estar de casamento marcado.

ONCE UPON A TIME (2011 – 2017)

Onde assistir: Disney+

A série de fantasia da ABC fez um sucesso gigantesco quando estreou em 2011 e, apesar de focar em diversos outros temas, um deles é a maternidade – Lana ParrillaJennifer Morrison se encontram no centro dos holofotes como Regina Mills e Emma Swan, respectivamente. Regina adotou Henry após Emma dá-lo para a adoção, mas as coisas mudam quando Emma cruza caminho com seu filho dez anos mais tarde e é arrastada para uma narrativa movida a magia e a amor.

VALENTE (2012)

Onde assistir: Disney+

A princesa Merida deve seguir os costumes do seu reino e tomar-se rainha ao lado do cavalheiro que conseguir a sua mão durante um torneio de arco e flecha. Porém, a jovem está determinada a trilhar seu próprio caminho e desafia não apenas a ancestral tradição de seu reino, mas a própria mãe – mergulhando em uma jornada de autodescobrimento que envolve magia e muitos perigos.

MINHA MÃE É UMA PEÇA (2013 – 2019)

Onde assistir: Globoplay

Na icônica e adorada trilogia Minha Mãe é uma Peça, o saudoso Paulo Gustavo interpreta Dona Hermínia, uma mãe, dona de casa e apresentadora de televisão que narra as atribulações de uma vida marcada por momentos hilários que envolvem as irmãs, os filhos e o ex-marido. A personagem foi inspirada na mãe de Gustavo, enquanto a franquia se tornou um sucesso comercial gigantesco, sendo revisitada constantemente pelos fãs de comédia familiar.

O QUARTO DE JACK (2015)

Onde assistir: Star+

Brie Larson levou para casa o merecido Oscar de Melhor Atriz por sua interpretação irretocável no poderoso drama familiar O Quarto de Jack, que elevou o amor entre mãe e filho a um nível quase doloroso. Na trama, Joy (Larson) e Jack (Jacob Tremblay) vivem isolados em um quarto. O único contato que ambos têm com o mundo exterior é a visita periódica do Velho Nick, o homem que os mantém em cativeiro. Joy faz o possível para tornar suportável a vida no local. Quando seu filho completa cinco anos, ela decide elaborar um plano de fuga. Com a ajuda de Jack, ela tenta enganar Nick para retornar à realidade e apresentar um novo mundo a seu filho.

PERFEITA É A MÃE (2016)

Onde assistir: HBO Max

Uma mulher (Mila Kunis), com vida aparentemente perfeita – bom casamento, filhos exemplares, ótimo emprego – acaba ficando estressada além do ponto com as obrigações domésticas. Cansada da situação, ela se une a duas outras mulheres (Kathryn Hahn e Kristen Bell) que passam pelos mesmos problemas e juntas iniciam uma intensa jornada de libertação.

TULLY (2018)

Onde assistir: HBO Max

Marlo (Charlize Theron), mãe de três filhos, sendo um deles um recém-nascido, vive uma vida muito atarefada, e, certo dia, ganha de presente de seu irmão: uma babá para cuidar das crianças durante a noite. Antes um pouco hesitante, Marlo acaba se surpreendendo com Tully (Mackenzie Davis).

PEQUENOS INCÊNDIOS POR TODA PARTE (2020)

Onde assistir: Prime Video

A aclamada minissérie Pequenos Incêndios por Toda Parte, baseada no romance homônimo de Celeste Ng, foi uma das melhores produções de 2020 e encantou o público ao redor do mundo. Estrelada por nomes como Reese WitherspoonKerry Washington, a narrativa aborda temas bastante importantes da atualidade, desmistificando a máxima de que a maternidade é algo natural a toda mulher, promovendo reflexões sobre a sina das mulheres em deixar de lado seus sonhos para cuidar de uma família e até mesmo questionando a estrutura tradicional da família.

GINNY E GEORGIA (2021 – PRESENTE)

Onde assistir: Netflix

Ginny e Georgia acompanha Ginny Miller (Antonia Gentry), uma jovem de 15 anos que não se encaixa no perfil comum de sua idade e que, em várias ocasiões, se sente ainda mais madura do que sua mãe, a enérgica Georgia Miller (Brianne Howey). Georgia teve Ginny quando era adolescente e precisou trabalhar em diferentes cidades para sobreviver como mãe solteira. Agora, depois de passar por poucas e boas, Georgia está pronta para começar do zero e decide se mudar com seus filhos Ginny e Austin (Diesel La Torraca) para uma pequena cidade no estado de Massachusetts. Pela primeira vez, a introvertida Ginny tem a chance de levar uma vida social e amorosa mais convencional, bem como frequentar uma escola de prestígio e ser popular. Mas, enquanto a garota se esforça para navegar pela adolescência, o turbulento passado de sua mãe vem à tona e promete ameaçar sua recém-conquistada estabilidade.

‘Rick e Morty’: Assista à cena de ABERTURA do 2º episódio da 7ª temporada!

A 7ª temporada da série animada ‘Rick e Morty‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, foi divulgada a cena de abertura do segundo episódio.

O próximo episódio vai ao ar amanhã, 22 de outubro.

Confira:

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

Crítica em Vídeo | ‘Fallout’ é uma ÓTIMA adaptação do Prime Video e uma das melhores séries do ano

Fallout, a aguardada adaptação da franquia de jogos de mesmo nome, já está disponível no Prime Video – e, agora, trazemos a você a crítica em vídeo da primeira temporada completa da atração.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 94% de aprovação entre os críticos.

Os críticos em geral elogiaram a série, afirmando que ela consegue capturar com excelência o universo dos jogos.

Fallout é ao mesmo tempo incrível e uma explosão total”, disse Neil Armstrong da BBC.

“Uma mistura inteligente e instável de comentários sociais, sequências de ação exageradas, diálogos peculiares e uma série constante de reviravoltas surpreendentes, ambientada no cenário obrigatório do futuro distópico”, disse Richard Roeper do Chicago Sun-Times.

“Os criadores do programa fizeram um trabalho impecável ao expandir o mundo de Fallout, de tal forma que parece que os personagens estão percorrendo histórias e missões que você mesmo já experimentou de alguma forma”, disse Tanner Dedmon do ComicBook.

“Para aqueles que nunca jogaram a série Fallout, especialmente aqueles que estão com pouco tempo e não podem passar centenas de horas em um jogo, eles deveriam experimentar Fallout no Prime Video”, disse Howard Waldstein da CBR.

“Sombriamente engraçada, vividamente realizada e com um elenco talentoso que está pronto para o cenário e a história, ‘Fallout’ vai encantar tanto aqueles que jogaram os jogos quanto aqueles que não jogaram”, disse Brian Lloyd da Entertainment.ie

“‘Fallout’ incessantemente reprisa a comparação entre a simplicidade reconfortante e a brutalidade grotesca ou extremamente cruel, e não consegue fazer nada remotamente interessante com isso”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O elenco conta com Ella Purnell (‘Yellowjackets’), Walton Goggins (‘Os Oito Odiados’), Xelia Mendes-JonesAaron MotenKyla MacLachlan (‘Twin Peaks’).

Jonathan Nolan, co-criador de ‘Westworld‘, será responsável pela série. Ele também irá dirigir o primeiro episódio da produção, cujas filmagens devem começar ainda em 2022.

Geneva Robertson-Dworet (‘Tomb Raider’) e Graham Wagner (‘Silicon Valley’) servirão como showrunners da adaptação.

Além disso, Nolan também será produtor executivo do projeto ao lado de Lisa JoyAthena Wickham, Todd HowardJames Altman.

A trama dos jogos se passa em uma realidade alternativa durante o século XXII, nos EUA, após uma guerra nuclear. Os sobreviventes da guerra vivem em abrigos subterrâneos conhecidos como Cofres. A franquia é conhecida pelo seu estilo futurista, humor negro e violência extrema.

Lançado em 1997, a primeira iteração teve aclame universal por parte da crítica especializada. O sucesso de público rendeu outras três sequências, bem como cinco games derivados.

‘The Law According to Lidia Poët’: 2ª temporada da série ITALIANA ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o trailer oficial da 2ª temporada do drama ‘The Law According to Lidia Poët, série livremente inspirada na vida de Lidia Poët, a primeira advogada moderna da Itália.

Além disso, foi revelado que os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 30 de outubro.

Confira:

A série foi criada por Guido IuculanoDavide Orsini.

Em 9 de novembro de 1883, em Torino, um tribunal de apelação decide que a inscrição de Lidia Poët no albo degli avvocati é ilegal e a exclui. Lidia encontra um emprego no escritório de advocacia de seu irmão Enrico enquanto prepara seu recurso para anular a decisão do tribunal.

Matilda De AngelisEduardo ScarpettaPier Luigi PasinoSinéad ThornhillSara LazzaroDario Alta estrelam.

‘A Dona da Bola’: Série de COMÉDIA com Kate Hudson chega ESTA SEMANA ao streaming!

A Dona da Bola’, comédia esportiva estrelada por Kate Hudson, chega esta semana ao catálogo da Netflix.

A série tem estreia marcada para o dia 27 de fevereiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

running point

A série foi criada por Elaine KoMindy KalingIke BarinholtzDavid Stassen.

Quando um escândalo força seu irmão a resignar, Isla Gordon (Hudson) é nomeada presidente da famosa franquia de basquete de sua família em Los Angeles. Ela terá que provar que foi a escolha certa para o trabalho no mundo dos esportes dominado pelos homens.

Drew TarverScott MacArthurBrenda SongFabrizio GuidoToby SandemanChet Hanks e outros completam o elenco.

Emmy Awards 2025 | Conheça as séries indicadas a Melhor Comédia

Os indicados ao Emmy Awards 2025 foram divulgados recentemente – e trouxeram produções bastante aclamadas pela crítica e que também caíram nas graças do público.

E, depois de termos apresentado os nomeados à categoria de Melhor Série de Drama, chegou a hora de explorarmos uma das outras principais categorias – a de Melhor Série de Comédia. Este ano, títulos como Abbott ElementaryO EstúdioO Urso foram selecionadas para disputar pela estatueta, todas com boas chances de levar para casa o prêmio.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista apresentando as séries de comédia que foram selecionadas para a próxima edição do evento.

Confira:

ABBOTT ELEMENTARY – 4ª TEMPORADA

abbott elementary

A quarta temporada da aclamada comédia Abbott Elementary, criada e estrelada por Quinta Brunson, foca na dedicação dos professores aos seus alunos, apesar dos desafios de uma escola pública da Filadélfia. O novo ciclo acompanha os personagens principais em meio a novas dinâmicas, incluindo a demissão temporária de Ava, a breve passagem de Gregory como diretor e o romance florescente entre Janine e Gregory. A temporada também explora o impacto da construção de um campo de golfe nas proximidades na escola e os esforços dos professores para garantir financiamento e melhorar as condições.

O URSO – 4ª TEMPORADA

o urso

O Urso continuou a agradar aos fãs e apostou grande parte do sucesso de sua mais recente temporada no talento de um elenco formado pelos premiados Jeremy Allen White, Ayo Edebiri e Ebon Moss-Bachrach. Os novos episódis trazem Carmy, Sydney e Richie levando o restaurante um novo patamar, enfrentando novos desafios culinários e tomando decisões cruciais sobre o que manter e o que abrir mão. A temporada explora temas como sobrevivência, excelência e a preciosidade do tempo e dos relacionamentos, enquanto a equipe luta com o futuro do estabelecimento.

HACKS – 4ª TEMPORADA

Jean Smart é um dos maiores nomes do cenário do entretenimento e voltou a ganhar reconhecimento com a aclamada e adorada comédia Hacks. E, entrando em seu quarto ano, a série da HBO Max se mostra mais forte do que nunca e com histórias que ainda têm poder de nos cativar. Nos mais recentes episódios, a dupla formada por Ava Daniels (Hannah Einbinder) e Deborah Vance (Smart) se confrontando mais uma vez, visto que Ava, antes trabalhando para Deborah, agora responsável pelo programa de talk show da apresentadora.

NINGUÉM QUER – 1ª TEMPORADA

Já renovada para a 2ª temporada, Ninguém Quer se tornou uma grata surpresa da Netflix este ano e contou com o talento incomparável de Kristen BellAdam Brody como o casal protagonista – cada qual conquistando uma indicação às categorias de atuação do Emmy 2025. Na trama, Joanne (Bell), uma apresentadora de podcast agnóstica, e Noah (Brody), um rabino nada convencional que acabou de terminar um relacionamento, se conhecem em uma festa. Eles vão embora juntos e, apesar das diferenças, percebem que podem se dar muito bem. Mas também muito mal, porque cada um tem um jeito de encarar a vida.

ONLY MURDERS IN THE BUILDING – 4ª TEMPORADA

only murders in the building

Only Murders in the Building continua a nos entreter com narrativas nonsense que trazem o melhor da comédia à tona – e que reitera seu importante status no cenário televisivo contemporâneo. A 4ª temporada coloca Steve MartinMartin ShortSelena Gomez infundidos em uma atmosfera metalinguística que leva seus personagens a Hollywood, onde uma grande companhia comprou os direitos de seu podcast para uma adpatação cinematográfica – mas as coisas saem do controle quando um novo corpo aparece e todos se tornam suspeitos.

FALANDO A REAL – 3ª TEMPORADA

A terceira temporada de Falando a Real mostra Jimmy (Jason Segel) navegando pelas consequências do luto e do perdão, concentrando-se em seguir em frente com sua vida e seus relacionamentos. O novo ciclo se aprofunda no trauma relacionado à morte de sua esposa e ao acidente que a causou, com foco especial no papel de Louis. Além disso, a temporada explora novas dinâmicas, incluindo o relacionamento de Jimmy com seu pai (interpretado por Jeff Daniels) e o retorno de sua colega de elenco Cobie Smulders. Michael J. Fox também faz seu retorno à atuação como membro convidado do elenco, explorando as conexões entre seu personagem e o de Harrison Ford, Paul.

O ESTÚDIO – 1ª TEMPORADA

the studio apple tv+

Funcionando como mais um grande acerto da Apple TV+O Estúdio’ conquistou merecidas 23 indicações ao Emmy Awards 2025, incluindo seu merecido lugar na categoria de Melhor Série de Comédia. Criada por Seth Rogen, a produção esquadrinha as hilárias controvérsias das engrenagens que regem Hollywood – seja no embate entre o que é certo e o que é mandatório, seja na tradução fabulosa e inebriante de estandartes dessa maquinaria através de incursões performáticas de tirar o fôlego. A trama acompanha um estúdio de cinema tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

O QUE FAZEMOS NAS SOMBRAS – 6ª TEMPORADA

A sexta e última temporada de O Que Fazemos nas Sombras apresenta os companheiros de quarto vampiros Nandor, Nadja, Laszlo, Colin e Guillermo, enquanto eles enfrentam novos desafios e experiências. Guillermo, tendo sido uma dessas mitológicas criaturas por um breve período, reconsidera sua vida como um familiar. Os vampiros, após um longo cochilo, percebem que não realizaram muita coisa e decidem entrar no mercado de trabalho, explorar New Hampshire, participar de um jantar humano e até mesmo conjurar um demônio. A temporada também conta com o retorno de um antigo colega de quarto, Jerry, após uma ausência de cinquenta anos.

‘Spotless’: Roteirista de ‘Mentirosos’ está desenvolvendo novo drama CRIMINAL para a NBC

Segundo o Deadline, a NBC está desenvolvendo um novo drama criminal intitulado ‘Spotless’.

A produção é fruto da parceria entre Noah Rose Keeling, roteirista do recente sucesso ‘Mentirosos’, e Annabel Oakes, que assumiu o cargo de showrunner de ‘Grease: Rise of the Pink Ladies’.

Universal Television supervisiona o projeto.

A série acompanha Bridget, uma mãe descolada e caótica, e sua filha adulta, Marnie, brilhante, porém desajeitada. A dupla está expandindo seu negócio de limpeza de cenas de crime para uma atividade paralela de detetive particular, enquanto lidam com seu relacionamento complexo, mas inabalável.

Keeling entra como roteirista e assume o cargo de produtora executiva ao lado de Oakes.

Mais detalhes não foram divulgados.

Alan Cumming dará voz a Bala no Alvo em ‘Toy Story 5’

Em entrevista ao LADBible, o ator e apresentador Alan Cumming (‘The Traitors’, ‘Vingadores: Doutor Destino’) revelou que faz parte oficialmente do elenco de voz da aguardada sequência Toy Story 5’, que chega aos cinemas nacionais em 18 de junho.

Cumming dará vida a um personagem inédito da produção, que já conta com a estreia de Greta Lee como Lilypad e Conan O’Brien como o Amigo Rolinho.

O astro dará vida à “versão do mal” de Bala no Alvo, o adorável cavalo que acompanha a vaqueira Jessie (Joan Cusack).

Considerando uma “incrível honra” juntar-se ao elenco de Toy Story 5’, Cumming disse que está “muito feliz, orgulhoso e incrédulo”.

Explicando que foi “obviamente uma grande decisão” escolher “qual voz dar a ele”, ele acrescentou: “então, consideramos várias opções antes de chegarmos à que estamos usando. Mas as circunstâncias em que ele fala — quando vocês assistirem ao filme — farão vocês entenderem por que tínhamos tantas opções para escolher”.

“Eu diria para não esperarem muito, já que é uma participação especial, mas é bem empolgante, pois esse personagem nunca teve voz antes”, destacou, dando a entender que tudo fará parte de uma sequência de brincadeira com Bonnie e os brinquedos (como visto na imagem recém-divulgada acima).

“O trabalho de dublagem é praticamente o mesmo, independentemente de onde você o faça ou da escala”, observou Cumming mais tarde. “Eu gosto muito porque te faz focar nas nuances e no timbre da sua voz, no seu sotaque e até na sua respiração. Obviamente, você não precisa se maquiar todo e usar uma fantasia, e às vezes você pode fazer isso da sua cama!”.

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

‘Arrow’: Colton Haynes está confirmado no elenco da última temporada

Em seu perfil no Twitter, Colton Haynes compartilhou uma notícia da EW confirmando seu retorno como personagem regular da última temporada de ‘Arrow‘.

E, pelo visto, seu desfecho na série irá acontecer antes do crossoverCrise nas Infinitas Terras’.

Confira:

A última temporada de ‘Arrow‘ estreia em 15 de outubro e terá apenas 10 episódios.

Assista ao trailer:

 Confira os títulos dos sete primeiros episódios do próximo ciclo:

  • 08×01: “Starling City”
  • 08×02: “Welcome to Hong Kong”
  • 08×03: “Leap of Faith”
  • 08×04: “Present Tense”
  • 08×05: “Prochnost”
  • 08×06: “Reset”
  • 08×07: “Purgatory”

Lembrando que a oitava temporada deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

Criador de ‘The Midnight Gospel’ fala sobre os planos de uma possível 2ª temporada

Lançada em abril, a animação ‘The Midnight Gospel‘ conquistou os assinantes da Netflix por conta de sua trama psicodélica e ao mesmo tempo sentimental e poética.

Por conta disso, os fãs já estão se questionando se a plataforma de streaming irá investir numa 2ª temporada.

Durante uma entrevista para o Deadline, Duncan Trussell, co-criador da animação, foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:

“Eu ainda não sei de nada. Obviamente, há uma parte de mim que está profundamente em suspense, esperando que uma decisão seja tomada logo, de um jeito ou de outro. Estou apelando a qualquer pessoa que tenha uma boa relação com a Netflix… Por favor, nos dê a chance de continuar a história. Mal entramos nesse mundo, e ainda há tanto para contar.”

Pelo visto, ainda não há nada confirmado sobre o futuro da animação, mas Trussell também pode estar fazendo suspense.

Por fim, ele agradeceu à Netflix pela oportunidade de mostrar ao mundo a jornada de Clancy através da Fita Cromática.

“Tudo aquilo que você viu foi pensado propositalmente, não há nada involuntário, por mais que seja uma história completamente delirante. Eu achei que seria muito louco se alguém abraçasse essa ideia e agora ‘The Midnight Club’ é um sucesso da Netflix, Clancy viverá para sempre na mente dos fãs, e não há dinheiro que compre essa sensação.

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Além de Trussell, a série foi criada por Pendleton Ward (‘Hora da Aventura‘).

Através de um simulador de dimensões, um apresentador de podcast entrevista diversos seres diferentes sobre assuntos complexos, buscando fama, mas tudo começa a dar errado.

A animação conta com as vozes de Phil Hendrie, Duncan Trussell, Joey Diaz e Doug Lussenhop.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder explica o maior furo de roteiro da adaptação; Entenda!

Apesar do Snyder Cut deLiga da Justiça‘ se tornar um sucesso entre o público e a críticas, grande parte dos espectadores vem questionando um furo de roteiro.

No filme, Darkseid (Ray Porter) invade a Terra há milhares de anos em busca da Equação Anti-Vida e acaba sendo derrotado quando Amazonas, Lanternas Verdes e Atlantes se unem contra ele.

Enquanto permanece aguardando por respostas sobre a Caixa Materna localizada na Terra, Darkseid parece surpreso quando o Lobo da Estepe (Ciarán Hinds) diz a ele que a deseja equação está lá.

Como ser todo-poderoso poderia esquecer a localização de um artefato que buscou durante toda a vida? Ainda mais que ele já esteve no local onde a equação estava escondida…

Além disso, a busca pela Equação Anti-Vida foi o que motivou toda a sua conquista pelo universo. Por isso que muitos fãs reclamaram do possível deslize.

Por outro lado, o diretor Zack Snyder fez questão de esclarecer o assunto durante uma entrevista para o Screen Rant.

“Depois de ser derrotado, ele quase morreu quando voltou para Apokolips, ele estava desnorteado. Além do mais, ele estava em uma luta pelo poder há milhares de anos, a Terra já não era mais a mesma. Quando ele reconquistou uma posição de poder, nada era como ele conheceu um dia e todos os que estavam ao lado dele durante a primeira invasão já estavam mortos, ele estava por conta própria desde a morte daqueles que dividiram a batalha com ele.”

E aí, você ficou convencido pela reposta?

Para quem assistiu e não entendeu, a Equação Anti-Vida é o fragmento místico mais cobiçado pelo vilão Darkseid, uma energia capaz de dar ao seu portador a habilidade de reestruturar o multiverso da maneira que quiser.

Criada por Jack Kirby em ‘Forever People’ #5 (1971), a Equação Anti-Vida é basicamente composta por uma fórmula matemática literal que incorpora elementos como amor, alienação, culpa, ambição e autoestima.

Quando decifrada, ela age sugando toda a esperança e livre-arbítrio de qualquer raça pensante, convencendo-os não vale a pena viver.

No entanto, a extensão de seus poderes está além da capacidade de compreensão humana e só pode ser entendida por deuses, como é o caso do Darkseid.

Como um conquistador de mundos, ele foi responsável por dizimar mais de 100.000 universos em uma árdua jornada, que ele define como seu propósito de vida.

Enquanto permanece em sua incansável conquista, o vilão tenta rastrear as Caixas Maternas com o auxílio do Lobo da Estepe na tentativa de adicionar a Terra à sua coleção de troféus.

No entanto, o Snyder Cut mostra que o Lobo da Estepe descobre que a Terra abriga não apenas uma das Caixas Maternas, mas também guarda a Equação Anti-Vida em seu núcleo.

É neste ponto que o vilão ganha uma dimensão muita mais significativa do que na versão de 2017 do filme.

No filme lançado nos cinemas, o Lobo da Estepe age como o principal antagonista e sua busca é apenas pelas Caixas Maternas, deixando sua missão um tanto confusa e incompleta, sem abrir margens para possíveis continuações da história.

“Antes que o poderoso Darkseid subisse ao trono, ele pesquisou o universo em busca da arma definitiva: A Equação Anti-Vida”, explica o Lobo da Estepe em um trecho. “A chave para controlar toda a vida e toda a vontade em todo o Multiverso. Ele a encontrou escondida em um planeta primitivo… Eu encontrei o planeta primitivo. O mundo que revidou. É a Terra. A Equação Anti-Vida está entranhada na superfície deste mesmo mundo. Eu vi, testemunhei com meus próprios olhos.”

Em certo momento, o Ciborgue (Ray Fisher) tem uma visão do Superman (Henry Cavill) sendo controlado pelo Darkseid, o que se repete no pesadelo do Batman (Ben Affleck)…

Provavelmente, ele poderia estar sob efeito da equação, atuando como um escravo mental de Darkseid, o que poderia ser explicado numa sequência.

O Snyder Cut deixa claro que, se o diretor tivesse a oportunidade de terminar a produção a tempo em 2017, o futuro do DCEU poderia ter sido muito diferente nos dias de hoje.

Com mais de 6 mil avaliações publicadas, o filme recebeu 97% de aprovação dos espectadores. Para comparação, o recorde de aprovação anterior era de ‘Batman Begins‘ e ‘Batman – O Cavaleiro das Trevas‘, que receberam 94% de aprovação do público. Em seguida, vem ‘Mulher-Maravilha‘ com 83% de aprovação do público.

Os fãs agora querem mais.

Com o sucesso de público e crítica do Snydercut, os fãs estão trabalhando arduamente em uma campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘.

A hashtag #RestoreTheSnyderVerse já figura nos trendings.

Confira as reações:

Você acha que o estúdio deveria atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.