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‘Psych 2’: Assista aos primeiros quatro minutos da sequência

A plataforma de streaming Peacok divulgou os primeiros quatro minutos da sequência ‘Psych 2: Lassie Come Home‘.

A cena de abertura ainda revela qual é o papel do ator Joel McHale. Na trama, ele aparece em um flashback como o pai do chefe da Polícia, Carlton Lassiter (Timothy Omundson).

Assista:

O longa estreia no dia 15 de julho, mesmo dia que o lançamento oficial do serviço de streaming.

Confira as primeiras imagens:

psych 2 psych 2 2

A sequência do longa trará o retorno da dupla Shawn (James Roday) e Gus (Dulé Hill), de volta a onde tudo começou: Santa Barbara.

Timothy OmundsonJoel McHale completam o elenco.

Confira a sinopse oficial:

“O chefe de polícia de Santa Barbara, Carlton Lassiter (Omundson) é emboscado no trabalho e deixado para morrer. E em um aceno vintage Hitchcockiano do estilo Psych, ele começa a ver acontecimentos impossíveis em torno de sua clínica de recuperação. Shawn (Roday) e Gus (Hill) retornam ao time de Lassie em Santa Barbara e são forçados a navegar pelo pessoal, profissional e possivelmente pelo sobrenatural. Separados de suas vidas novas em São Francisco, nossos heróis se sentem mal recebidos em suas antigas bases, enquanto secretamente desvendam um caso tumultuado sem o benefício da polícia, de seus entes queridos ou das padarias de qualidade da área da baía. O que eles descobrirão mudará o curso de seus relacionamentos para sempre”.

Outros membros do elenco original também retornam, como Maggie Lawson (Juliet), Kirsten Nelson (Karen) e Corbin Bernsen (Henry).

‘Esquadrão Suicida’: David Ayer divulga visual inédito de Arlequina e Coringa; Confira!

Desde o anúncio oficial de que ‘Liga da Justiça‘ ganharia o Snyder Cut, o cineasta David Ayer, responsável por Esquadrão Suicida’, tem verbalizado o seu desejo de também lançar sua versão da adaptação.

E uma imagem inédita de uma cena deletada do filme foi divulgada, trazendo um visual diferente e jamais visto de Arlequina e Coringa.

O material foi divulgado por um internauta:

Lembrando que recentemente, a AT&T, dona da Warmer, deu a entender que o lançamento do “Ayer Cut” também é uma possibilidade.

Após um fã iniciar a campanha#ReleaseTheAyerCut, a AT&T respondeu:

“Tudo é possível, só é preciso um pouco de magia”.

Confira:

Lembrando que o novo ‘O Esquadrão Suicida‘ tem estreia prevista para 06 de agosto de 2021.

Margot Robbie (Harley Quinn), Viola Davis (Amanda Waller) e Jai Courtney (Capitão Boomerang) irão reprisar seu papéis.

Nathan Fillion (Arm-Fall-Off-Boy), Pete Davidson (Blackguard), Michael Rooker (Savant), Flula Borg (Javelin), Sean Gunn (Weasal) e Mayling Ng (Mongal) são as novas adições ao elenco.

 

‘Thor: Ragnarok’: Artes conceituais revelam traje de batalha do Loki; Confira!

Através do seu Instagram, o artista Alexis Briclot divulgou artes conceituais incríveis que mostram uma versão alternativa do traje de batalha do Loki (Tom Hiddleston) em ‘Thor: Ragnarok‘.

Confira:

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão’ tem estreoia prevista para em 11 de fevereiro de 2022 (abrindo o fim de semana do Dia dos Namorados norte-americano).

Durante uma live com o apresentador Jimmy Kimmel, Chris Hemsworth revelou que já leu o roteiro do novo longa-metragem e que o público vai adorar a história.

“Eu já li o roteiro e posso dizer que é um dos melhores que eu li na minha carreira. Não posso revelar nada, então como eu posso definir? É [Taika] Waititi ao extremo, e está dando o melhor de si para esse filme. Se a versão que eu li for definitiva, o público vai pirar com tanta insanidade.”

Antes disso, Waititi fez uma live em seu Instagram e comentou sobre o desenvolvimento da aguardada sequência, dizendo que o enredo é bem mais ousado que o anterior.

“[O roteiro] é super exagerado da melhor forma possível. Faz com que ‘Ragnarok’ pareça um filme dentro da zona de conforto… Esse novo filme dá a sensação de que perguntamos para crianças de dez anos de idade o que ela queriam em um filme, e então dissemos ‘sim’ para tudo”.

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‘Atlantis: O Reino Perdido’: Diretor revela planos para sequência da animação

Em entrevista ao Collider, o cineasta Kirk Wise revelou que está desenvolvendo o roteiro para uma sequência da animação ‘Atlantis: O Reino Perdido‘ ao lado de Gary Trousdale, codiretor do longa original.

“Acreditem ou não, eu, John Sanford e Gary Trousdale estamos desenvolvendo uma ideia para uma sequência de ‘Atlantis: O Reino Perdido’. Não terá ligação com a série de TV baseada no filme. Esse novo projeto será um longa que servirá como sequência direta da animação original.”

Revelando detalhes sobre a continuação em tom de brincadeira, Wise completa: “Teremos um novo vilão na história: o vilão será grande e assustador e terá uma máscara de gás e roupas estilo Primeira Guerra Mundial; um pouco Darth Vader. Ele tentará retomar Atlantis e terminar o trabalho que o Rourke foi incapaz de concluir. E a grande reviravolta no final do filme é que, quando o vilão for desmascarado, será revelado que ele é a Helga Sinclair. Surpresa!”

Boatos recentes apontavam que a Disney estava planejando um live-action baseado na animação original, com o estúdio interessado no ator Tom Holland como o protagonista, Milo Thatch.

Lançado em 2001, o longa decepcionou nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 186 milhões mundialmente, com um orçamento gigante de US$ 120 milhões. No entanto, com o passar dos anos, a animação ganhou uma base de fãs considerável, ganhando uma sobrevida na era dos streamings.

Atlantis Poster

‘Batwoman’: Showrunner explica por que o papel da Kate Kane NÃO será reescalado

Durante uma sessão de perguntas e respostas no ATX Festival At Home, a showrunner Caroline Dries explicou o motivo de não ter reescalado o papel da Kate Kane em ‘Batwoman‘, optando por introduzir uma nova personagem.

“Sinceramente, eu considerei reescalar a personagem porque nós já tínhamos alguns roteiros prontos e a transição seria menos complicada. Mas, refletindo um pouco sobre isso, acredito que o produtor Greg [Berlanti] me ajudou a decidir. Ele disse: ‘Acho que nós devemos fazer um reboot da Batwoman com uma nova personagem’.”

Ela continua, “Eu tenho respeito por tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem Kate Kane. E a decisão também ajudará o público, porque eles não terão que fingir não estarem notando um novo rosto na mesma pessoa.”

A nova personagem será chamada Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.

A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu esteriótipo de heroína”.

Recentemente, Rose fez uma breve reflexão sobre o ocorrido, em uma recente publicação no Instagram. Agradecendo a todos que participaram da sua trajetória ao longo do curto período em que esteve na série, ela ainda foi bem sugestiva quanto ao motivo de sua saída, afirmando que “não foi uma decisão fácil, mas aqueles que sabem, sabem“.

Confira:

“Obrigado a todos por terem vindo à essa jornada. Se eu mencionasse todo mundo, haveriam 1000 tags… Mas obrigado ao elenco, à equipe de produção, aos produtores e ao estúdio. Não foi uma decisão fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria deixar de reconhecer todos os envolvidos e quão grande isso foi para a TV e para a nossa comunidade. Eu permaneci em silêncio pois essa é a minha escolha por hora, mas saibam que eu adoro todos vocês. Tenho certeza que a próxima temporada será incrível também. Beijos e abraços, *pendurando o capuz e a capa”.

Confira o comunicado de Rose sobre sua saída:

“Foi uma decisão muito difícil não retornar para a próxima temporada de ‘Batwoman‘,” afirmou Rose em uma declaração oficial. “Foi uma decisão que eu tomei com o coração pesado, pois tenho muito respeito pela equipe, elenco e todos envolvidos com a série. Agradeço muito aos produtores não só por essa oportunidade incrível, como também por me receber no universo da DC que eles criaram de forma tão competente. Obrigada a todos por essa temporada única – estou muito grata!”

No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

Kate Kane (Rose) nunca planejou ser a nova vigilante de Gotham. Três anos depois de Batman ter desaparecido misteriosamente, Gotham é uma cidade em desespero. Sem o Cavaleiro das Trevas, o Departamento de Polícia de Gotham City foi invadido e desarmado por gangues criminosas. Para ajudar sua família e sua cidade, ela terá que se tornar a única coisa que seu pai detesta – uma vigilante como Batman. Com a ajuda de sua meia-irmã, Mary (Kang), e do astuto Luke Fox (Johnson), filho do guru da Wayius Enterprises, Kate Kane continua o legado de seu primo desaparecido, Bruce Wayne, como Batwoman. Ainda apaixonada por sua ex-namorada, Sophie, Kate usa tudo em seu poder para combater as maquinações sombrias da psicótica Alice (Skarsten). Mas não a chame de heroína ainda. Em uma cidade desesperada por um salvador, ela deve primeiro superar seus próprios demônios antes de abraçar o chamado para ser o símbolo de esperança de Gotham.

O elenco conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.

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‘A Noiva Cadáver’: Animação de Tim Burton estreia na Netflix

A animação clássica ‘A Noiva Cadáver‘, dirigida por Tim Burton, finalmente foi lançada no catálogo brasileiro da Netflix.

O longa, estrelado por Johnny Depp e Helena Bonham Carter, gira em torno de um desafortunado rapaz que acaba se comprometendo com uma noiva cadáver, cuja causa da morte pode ser fundamental para salvar sua verdadeira noiva do mesmo destino.

Confira o trailer:

Vale lembrar que, além disso, o filme também ganhará dois Funko Pops dos personagens principais, Victor Van Dort (Depp) a Noiva Cadáver (Carter).

O boneco do Victor virá acompanhada do seu cachorro esqueleto, um mini-POP! à parte.

Ambos brinquedos já estão em pré-venda e devem ser lançados em agosto.

Confira a imagem:

corpse bride pop

Lançado em 2005, a animação musical foi aclamada pela crítica especializada internacional, sendo indicada para o Oscar de Melhor Animação no ano seguinte. Além disso, arrecadou quase US$120 milhões nas bilheterias mundiais.

No longa, as famílias de Victor e Victoria estão arranjando seu casamento. Nervoso com a cerimônia, Victor vai sozinho à floresta para ensaiar seus votos. No entanto, o que ele pensava ser um tronco de árvore na verdade é o braço esquelético de Emily, uma noiva que foi assassinada depois de fugir com seu amor. Convencida que Victor acabara de lhe pedir a mão em casamento, Emily o leva para o mundo dos mortos, mas ele precisa retornar rapidamente antes que Victoria se case com o malvado Lorde Barkis.

a noiva cadáver

Danny Hicks, de ‘Uma Noite Alucinante 2’, é diagnosticado com câncer terminal

Através do seu Facebook, o ator Danny Hicks, conhecido pelo seu papel no terror ‘Uma Noite Alucinante 2‘, revela que foi diagnosticado com câncer estágio 4.

“Para todas as pessoas que eu nunca conheci e todas as pessoas que gostam do meu trabalho, eu tenho notícias ruins. Fui diagnosticado com câncer estágio 4. Tenho aproximadamente de 1 a 3 anos de vida. Mas, devo dizer, eu vivi muito bem nos meus 68 anos,” declarou o artista.

Para ajudar a pagar as contas médicas do artista, Dominic Mancini iniciou uma campanha para arrecadar dinheiro no Go Fund Me. Os doadores serão presenteados com um autógrafo do ator.

Além do seu debut em ‘Uma Noite Alucinante 2‘, o ator participou de diversas outras produções do gênero, tais como ‘Maniac Cop: O Exterminador‘, ‘Violência e Terror‘, ‘Darkman: Vingança sem Rosto‘, ‘O Mestre dos Desejos‘, entre outras.

‘Ghoulies’: Roteirista revela detalhes sobre o reboot do terror

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista Jefery Levy revelou detalhes sobre os seus planos para o reboot da franquia de terror clássica ‘Ghoulies‘.

“Eu quero fazer um reboot da franquia. Não quero apenas fazer um filme. Eu quero um acordo para fazer três filmes.”

Ele completa, “Nós planejamos usar bonecos e animatronics [para as criaturas], mas também queremos implementar outras tecnologias que existem atualmente – se elas funcionarem no filme. Estávamos pensando em sequências holográficas com os Ghoulies. Não sei que vocês já puderam ver tecnologia holográfica em shows, mas é incrível.”

Recentemente, os roteiristas Jefery Levy (Roteirista/Produtor) e Luca Bercovici (Roteirista/Diretor) iniciaram uma campanha online para convencer a Sony Pictures a fazer um reboot da franquia.

A franquia original rendeu quatro filmes, com os dois últimos sendo lançados direto no mercado de vídeo.

‘Resident Evil 8’: Trama do novo jogo pode envolver Ocultismo; Saiba mais!

De acordo com o Biohazard Declassified, Ocultismo terá grande importância na trama de ‘Resident Evil 8‘. Em uma temática parecida com o quarto jogo da franquia, o novo capítulo deve girar em torno de culto que adora as criaturas criadas por um novo vírus.

O novo vírus será transmitido pelo ar, o que causará alucinações nos protagonistas.

O grande antagonista do novo jogo será Alan R., um conde que vive em um castelo perto do vilarejo onde o jogo será ambientado. Rumores também apontam o retorno do vilão Alex Wesker. O jogo se passará no vilarejo, castelo, cavernas e irá focar, em geral, em ambientes ao ar livre.

Recentemente, o Dusk Golem, um insider conhecido por vazar informações precisas sobre jogos, revelou que o aguardado ‘Resident Evil 8‘ será o mais “sombrio e violento” da franquia.

“Estou animado por ‘Resident Evil 8’, pois será, de longe, o mais sombrio e violento da franquia. Preparem-se para os vilões mais perturbadores de todos os jogos da saga,” REVELOU NO TWITTER.

Os rumores também apontam que o jogo será intitulado ‘Resident Evil: Village‘ e se passará na Europa. Além disso, a trama contará com o retorno de Ethan Winters, protagonista do sétimo jogo.

As informações ainda constam que Chris Redfield também retornará e terá grande importância na história. E, por fim, o jogo deve trazer uma vilã conhecida como A Bruxa, que deve operar de um jeito parecido com o vilão de ‘Resident Evil 7‘, mas sua “habilidade” envolverá insetos.

O lançamento oficial deve acontecer no primeiro semestre de 2021.

Vale lembrar que o remake de ‘Resident Evil 3‘, estrelado pela Jill Valentine, foi lançado recentemente.

Confira o trailer:

Conheça 15 curiosidades sobre a franquia ‘Resident Evil’

‘Ricos de Amor’: Netflix divulga os HILÁRIOS erros de gravação da comédia; Assista!

Para promover sua nova comédia nacional, intitulada ‘Ricos de Amor‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com os erros de gravação do longa.

Confira:

Crítica Netflix | Ricos de Amor: Comédia nacional brinca com os clichês e acerta em sua leveza

No filme ‘Ricos de Amor‘, o jovem Teto (Danilo Mesquita) é filho do poderoso Teodoro (Ernani Moraes), um bem-sucedido empresário conhecido como “O Rei do Tomate”. Teto leva uma vida de playboy até conhecer Paula (Giovanna Lancellotti), uma estudante de medicina que luta por sua própria independência. Para conquistar Paula, Teto mente sobre as suas origens e acaba se atrapalhando para manter essa farsa.

Ricos de Amor‘ tem roteiro assinado por Sylvio Gonçalves (SOS Mulheres ao Mar, Eu Fiko Loko) e Bruno Garotti (Cinderela Pop, Eu Fiko Loko), que também fica a cargo da direção do filme. A produção é de Julio Uchôa (SOS Mulheres ao Mar 1 & 2, Eu Fiko Loko), da Ananã.

 

Quarentena? Vítor diCastro compartilha lista com suas produções favoritas na Netflix

Enquanto o Brasil está de quarentena por causa do surto de Coronavírus, a Netflix convidou o ator Vítor diCastro para compartilhar sua lista com as produções favoritas no serviço de streaming.

Confira:

O surto de coronavírus está redefinindo a rotina das pessoas ao redor do mundo e com muitas das principais estreias sendo adiadas, os cinéfilos ficaram um tanto órfãos.

Além disso, a pandemia acarretou em medidas drásticas, que inviabilizaram a movimentação nos cinemas, em virtude do alto risco de contaminação, por se tratar de um local fechado e com grandes aglomerações.

Pensando nesse atual e crítico momento vivido pelo mundo, a Netflix compartilhou uma lista de séries disponíveis para conferir, enquanto os cinemas continuarem sendo considerados lugares de alto risco de contaminação.

Entre as dicas compartilhadas estão as séries ‘Skins‘, ‘That 70’s Show‘ e ‘Gotham‘.

Confira:


Recentemente, a Netflix divulgou que os usuários da plataforma estão consumindo um produto um tanto quanto esquecido nos últimos meses – principalmente devido ao surto do Coronavírus nas últimas semanas.

Depois de diversos cancelamentos de eventos cinematográficos, banimentos de voos da Europa e a recente confirmação de que Tom Hanks e sua esposa contraíram a doença, a obra Pandemic: Como Prevenir uma Epidemia começou a despontar como uma das grandes escolhas dos espectadores.

Confira o trailer:

Confira a sinopse oficial:

Conheça os heróis do front de batalha contra a influenza e aprenda sobre seus esforços para impedir a próxima epidemia global.

A série documental viaja por países como Índia, Egito, Congo e Estados Unidos, trazendo referências e paralelos a outros surtos sanitários (como a Gripe Espanhola) e também comentários sobre os profissionais de saúde que lutam para que essas pandemias acabem.

10 Astros que Nunca Participaram de um Filme de Super-Heróis

Não tem jeito, os filmes de super-heróis são ópio dos novos tempos. Em todo lugar só se fala neles. Cinemas querem exibi-los, os cineastas querem comandá-los, atores querem vestir seus uniformes, e produtores querem fazê-los aos montes. Afinal, quem não quer uma fatia deste sucesso e, é claro, dos gordos lucros financeiros?

Grandes nomes do cinema como Robert Redford, Cate Blanchett, Natalie Portman, Jeff Bridges, Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Amy Adams, Michael Douglas, Morgan Freeman, Michael Caine, entre outros, já aderiram ao subgênero. Mas isto não é novidade, e desde os primórdios dos super-heróis nos cinemas nomes como Marlon Brando, Gene Hackman, Faye Dunaway, Jack Nicholson, Warren Beatty e Al Pacino estiveram associados a produções nestes moldes. No entanto, um seleto grupo de astros ainda resiste fora de tais projetos. E aqui, iremos falar justamente deles – os grandes nomes que nunca participaram dos filmes de super-heróis.

Ps. Para esta lista iremos abordar primeiro os atores, e faremos em breve uma lista só com as estrelas. Vamos conhecer.

Tom Cruise

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Tudo bem que o agente Ethan Hunt é praticamente um super-herói por si só, mas Missão: Impossível é baseado numa série de TV antiga e não em quadrinhos. É muito curioso pensar que um dos atores mais associados a grandes produções de entretenimento, e que mantém este título há quase quatro décadas, nunca se envolvem em uma obra destas. Vale lembrar que Cruise chegou perto de ser Tony Stark, o Homem de Ferro, antes do envolvimento de Robert Downey Jr. – já pensou? Será que o astro algum dia irá dizer sim para a Marvel ou DC?

Denzel Washington

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Um verdadeiro monstro sagrado, Washington chegou naquele estágio de se tornar uma verdadeira lenda do cinema. Com uma carreira que já dura 43 anos, 58 créditos como ator, 3 filmes realizados como diretor e 2 Oscar decorando sua casa, Denzel é um ator para lá de realizado, sem nada que falte em seu currículo. Bem, quase nada. Já que seria muito legal vê-lo se divertindo para valer em um filme de super-heróis. Assassino Virtual (1995), Dejá Vù (2006) e O Livro de Eli (2010) flertaram com o gênero, mas são ideias originais. Já Dose Dupla (2013) é baseado numa graphic novel, porém, uma policial e não de heróis. Muitos fazem campanha para que ele seja o novo Magneto, agora que os direitos dos X-Men reverteram para a Marvel. Já imaginou?

Leonardo DiCaprio

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DiCaprio é sem dúvida um dos maiores astros de sua geração. O ator possui 6 indicações ao Oscar, uma vitória e é considerado o ator favorito de muitos atualmente. DiCaprio já fez de tudo um pouco, trabalhou com grandes diretores como Martin Scorsese, Quentin Tarantino, Alejandro Inarritu e Christopher Nolan, mas nunca participou de um filme de super-heróis. Para quem não sabe, o ator foi cogitado para o papel de Peter Parker/Homem-Aranha, num filme que seria dirigido por James Cameron, ainda na década de 1990. Saudades do que não tivemos.

Daniel Day-Lewis

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Por falar em grandes atores de sua geração, que tal um que é considerado assim para várias gerações? O britânico Day-Lewis tem grande chance de ser considerado um dos melhores atores não apenas vivos, como de todos os tempos. Tudo porque o sujeito tem nada menos do que 3 Oscar – todos como ator principal. Feito raríssimo. Como é um ator recluso e de hábitos peculiares, que vira e mexe anuncia a aposentadoria precoce (como fez de novo recentemente), talvez conseguir atraí-lo para o gênero seja uma missão impossível. De qualquer forma, a esperança são produções como Coringa, cujo alto nível artístico e seu conteúdo muito reflexivo conseguiu atrair um talento como o de Joaquin Phoenix, totalmente avesso a este tipo de produto, e lhe garantiu um prêmio no Oscar. Quem sabe.

Brad Pitt

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O astro Brad Pitt já tinha sido indicado ao Oscar outras três vezes antes de finalmente vencer este ano por Era uma Vez em Hollywood. E você sabia que ele foi cogitado para viver o Deus do Trovão, Thor, nas telonas? Peraí, eu sei que muitos irão dizer que Pitt já participou sim, afinal ele esteve em Deadpool 2, numa ponta estilo piscou perdeu. Mas vocês não acham que iríamos considerar este momento pífio, acham? Por outro lado, ele esteve em Guerra Mundial Z (2013), que é baseado em uma graphic novel, mas não de heróis, e dublou Megamente (2010), uma ideia original disfarçada de animação de heróis. A dúvida é, qual superprodução do gênero irá cativar o interesse do astro?

Tom Hanks

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O astro mais bom-moço de sua geração, Tom Hanks já foi ao espaço, para a Segunda Guerra Mundial, e inclusive ficou perdido numa ilha por anos, conseguindo sobreviver e dela escapar. Sem dúvidas, feitos de um super-herói. Como se não bastasse, ele possui o recorde (igualado somente pelo icônico Spencer Tracy) de ter vencido o Oscar na categoria de melhor ator principal dois anos consecutivos. Sim, sabemos que Estrada para Perdição é uma graphic novel, porém, adulta e fala sobre máfia e não super-heróis. Qual personagem você acha que cairia bem para o ator dentro do gênero?

Johnny Depp

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Nos últimos anos, a vida pessoal do astro Johnny Depp têm atrapalhado sua carreira. Tudo devido ao problemático casamento com a jovem atriz Amber Heard. Acusações de ambos os lados levou o caso aos tribunais. Aos poucos, Depp sai do papel de algoz para se tornar a vítima. No cinema, porém, enquanto a ex-sra. Depp vive Mera nos filmes da DC, o próprio astro nunca participou de um destes longas. O Capitão Jack, de Piratas do Caribe, e o índio Tonto, de O Cavaleiro Solitário, fazem bem o estilo, mas o primeiro é baseado num parque temático da Disney, enquanto o segundo surgiu no rádio ainda na década de 1930 e depois migrou para a TV. Já o filme Do Inferno (2001) tem como fonte uma Graphic Novel de Alan Moore pertencente aos gêneros terror/suspense. Durante muito tempo, diversos rumores lançavam Depp como escolha perfeita para o vilão Charada num filme do Batman.

Sean Penn

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Conhecido como bad boy nos anos 1980, dono de um casamento pra lá de conturbado com Madonna (só para pegar o gancho de cima), e hoje ativista, prestigiado com 5 indicações ao Oscar (todas como ator principal) e 2 vitórias (em cinco anos), Sean Penn é considerado um ator do método. Seu status é comparável aos de Daniel Day-Lewis e Denzel Washington atualmente na indústria, por exemplo, ou seja, um ator sério, que raramente se envolve em projetos escapistas. Dentro deste âmbito podemos citar Caça aos Gângsteres (2013), O Franco-Atirador (2015) e a animação Angry Birds (2014). Os super-heróis, por enquanto, estão a ver navios com o ator. Qual seria o projeto ideal no gênero para ele estrelar?

Ryan Gosling

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Ator mais jovem da lista, Ryan Gosling conquistou respeito em sua não muito longa carreira, devido a obras mais artísticas e autorais como Half Nelson (2006), Namorados para Sempre (2010) e Drive (2011). Até quando escolhe projetos mais voltados ao grande público e ao entretenimento, suas escolhas são envoltas em certa classe e qualidade, resultando em prestígio de prêmios, vide La La Land (2016) e Blade Runner 2049 (2017). Justamente por isso, Gosling coleciona 2 indicações ao Oscar, esperando só a vitória em breve. Ao contrário de seu xará canadense Ryan Reynolds (que já participou de Blade Trinity, X-Men Origens: Wolverine, Lanterna Verde e os filmes do Deapool), o ator não tem sequer um crédito no gênero. Bem, quem sabe assim como seu Oscar, este dia possa chegar em breve.

Matt Damon

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Vencedor do Oscar de melhor roteiro original em 1998, e com três indicações ao Oscar de atuação, Damon é outro ator que finge que participou de um filme de super-heróis. Suas pontas em Thor Ragnarok (2017) e Deadpool 2 (2018), no entanto, foram tão escondidas que muitos sequer tomaram conhecimento. É óbvio que não iremos considerar. Queremos é uma superprodução na qual Damon protagonize, ou quem sabe interprete o vilão – no mínimo um papel coadjuvante de destaque. Qual seria o mais indicado para ele?

Bônus: Clint Eastwood

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Desde a década de 1990, os fãs faziam campanha para o lendário Clint Eastwood encarnar um dos maiores super-heróis do cinema: Batman. Popularmente conhecido como Cavaleiro das Trevas, o Homem-Morcego viu seu rosto mudar nos cinemas, após a personificação de seu primeiro intérprete, Michael Keaton. Val Kilmer e George Clooney seguiram nas escorregadas de Joel Schumacher, mas o que o público queria ver mesmo era a adaptação de Frank Miller para O Cavaleiro das Trevas, que trazia um Bruce Wayne duro e envelhecido – e para isso ninguém melhor do que o eterno bad ass do cinema, Clint “Dirty Harry” Eastwood. Parte da história de Miller foi utilizada em Batman Vs. Superman (2016).

REVELADO quem é o personagem mais PODEROSO do MCU

Na última década, o Universo Cinemático Marvel introduziu alguns personagens bastante interessantes para seu panteão, levando os fãs a se perguntarem constantemente quem é o super-herói ou o super-vilão mais poderoso do MCU.

Enquanto os debates afloram cada vez mais, o presidente e produtor dos estúdios MarvelKevin Feige, tem uma perspectiva única acerca de qual personagem é o mais formidável.

Feige foi questionado sobre isso durante uma sessão de Q&A e respondeu com clareza que Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) é a figura mais poderosa do universo – dizendo também que seu potencial foi mostrado durante ‘Vingadores: Ultimato’.

“Se você olhar para ‘Ultimato’, Wanda Maximoff iria matar Thanos. Aquele foi o único momento que vi Thanos assustados, e se ele não tivesse dito ‘dizimado minha equipe inteira’ para tirá-la de cima dele, acho que ela teria conseguido”.

Wanda retornará para o MCU em ‘WandaVision’, que estreia no começo de 2021, e também vai participar da sequência Doutor Estranho no Multivero da Loucura’, cujo lançamento está marcado para 25 de Março de 2022.

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Os Melhores e Piores Filmes da Franquia Star Wars | Incluindo ‘A Ascensão Skywalker’

Ninguém imaginava, nem mesmo o criado George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

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O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

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Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

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Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

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Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

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O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

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Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

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O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

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O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

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Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

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O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

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Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

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Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

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Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

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Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

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Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

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Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

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Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

Crítica | Jeffrey Epstein: Poder e Perversão – Documentário da Netflix Escancara a Pedofilia nos EUA

Nos últimos anos a Netflix vem investindo bastante em produzir e distribuir documentários que tragam à luz verdades chocantes desconhecidas pelo grande público. Recentemente, porém, parece que a Netflix resolveu cavar ainda mais fundo, resolvendo a terra para trazer à superfície a podridão de indivíduos glorificados pela mídia e pela sociedade, mas que, no fundo, eram ou são pessoas profundamente perturbadas. Foi assim que veio ‘A Máfia dos Tigres’, em março, e agora chega à plataforma ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão’, uma minissérie de apenas quatro episódios com menos de uma hora cada.

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Jeffrey Epstein é o típico cara que não era ninguém, surge do nada e, sem que ninguém consiga explicar exatamente como, ele simplesmente ganha a confiança dos poderosos e começa a circular pelos círculos sociais mais restritos dos EUA. Parece o enredo de ‘O Lobo de Wall Street’, mas é a vida real desse cara que nem sequer terminou a faculdade, mas que, de alguma forma, se tornou o administrador da fortuna dos homens mais ricos dos Estados Unidos. Com dinheiro e fama nas mãos, Jeffrey deu asas aos seus desejos sórdidos, construindo uma verdadeira rede de tráfico sexual dentro do país e entre outros países do mundo.

A rede de Jeffrey funcionava como pirâmides de comissão: Jeffrey convidava uma jovem adolescente menor de idade (entre 13 e 17 anos) para fazer uma massagem nele; a garota chegava, ele oferecia duzentos dólares pela massagem; rapidamente, a tal massagem se transformava em abuso sexual; caso a garota se assustasse ou se recusasse a ir até o fim, Jeffrey oferecia os mesmos duzentos dólares para que a jovem trouxesse uma amiga na próxima vez que viesse, de modo que cada uma delas ganharia a mesma quantia; como as garotas geralmente eram jovens em situação de vulnerabilidade (física, emocional, psicológica ou financeira), elas acabavam voltando, aliciando outras meninas a irem à mansão de Jeffrey. Isso aconteceu durante 24 anos, entre 1996 e 2019, com CENTENAS de garotas menores de idade.

Apesar do tema extremamente urgente e importante, levantado por movimentos como o #MeToo , é preciso analisar esse ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão’ como o produto audiovisual que é. Embora claramente tenha um tom de denúncia no seu argumento, o resultado final do roteiro é um maior enfoque nas sobreviventes do predador do que na explanação dos crimes de Jeffrey. Em outras palavras: apesar da boa intenção do programa em dar voz às mulheres sobreviventes do assédio, a série basicamente explora as mazelas sofridas por elas, trazendo váááárias entrevistas extremamente detalhadas dos crimes ocorridos. E isso reforça exatamente o que se deve evitar: a exploração sádica e midiática dos sofrimentos dessas mulheres.

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Claro que é preciso considerar também a impossibilidade de jogar a coisa toda no ventilador e explanar de vez a lista de contatinhos de Jeffrey, na qual consta o nome dos famosos e figurões dos tabloides estadunidenses, dentre os quais somente aparecem Donald Trump (que afirmou não falar com Jeffrey há quinze anos), o ator Kevin Spacey (que novidade!), Bill Clinton (que disse que nunca esteve em nenhuma situação com garotas…), o produtor de Hollywood Harvey Weinstein (que, vejam só, foi condenado por assédio e abuso sexual!), o diretor Woody Allen (só aparece uma foto dele, muito brevemente), o Príncipe Andrew da Inglaterra e o ator Chris Tucker. Olhando essa lista, dá pra imaginar que há um fundo de verdade nessas acusações.

A série foi produzida pelo escritor best-seller de romances policiais James Patterson, que, vejam só, era vizinho de Jeffrey em West Palm Beach, Flórida. Dá pra imaginar os anos de indignação de Patterson em saber que seu vizinho dava altas festas criminosas na mansão ao lado, e ele ali, sem poder chamar a polícia posto que a polícia local era conivente com o crime.

Enquanto denúncia, a série documental ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão’ populariza o predador sexual como uma cartada final em busca de justiça para as mulheres que sofreram nas mãos do criminoso. Porém, com o formato de quase quatro horas de duração, acaba por mistificá-lo, explorando a violência para fazer render a trama. Talvez se fosse um filme documental com duas horas, a história se concentrasse mais em condenar o criminoso, e não em romantizá-lo.

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‘Capitã Marvel’: “Os fãs criticaram? Eu nem sabia…”, afirma Brie Larson

Após a estreia de ‘Capitã Marvel‘, grande parte do público criticou a adaptação por conta de sua trama feminista e também pela falta de carisma de Brie Larson como protagonista.

Durante uma recente entrevista para a Variety, a atriz foi questionada sobre o assunto e disse que não fazia ideia de que o filme sofreu com comentários negativos porque ela nunca se importou com as críticas.

“Os fãs criticaram? Para falar a verdade, eu nem sabia. Eu não tenho tempo para isso. Quando estou com tempo livre, eu prefiro aproveitar de forma positiva, tipo: ‘estou me alimentando direito? Estou bebendo água? Estou meditando? Liguei para minha mãe hoje?’ É com isso que eu me importo.”

Larson argumentou que comentários na internet não afetam sua vida cotidiana, nem interferem em como ela se vê.

“Muitos jornalistas me perguntam como eu lido com críticas online, mas eu nunca precisei entrar na internet para saber como as pessoas me veem, ou como eu vejo a mim mesma. Não há nada mais agradável para mim do que me enxergar do meu próprio ponto de vista. É algo que eu faço desde a infância, e continuarei fazendo pelo tempo que puder.”

Anteriormente, Larson havia sido questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas ela disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista nossa crítica:

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Marvel Studios terá mais personagens gays, diz Kevin Feige

Em uma recente sessão de Q&A, o presidente da Marvel StudiosKevin Feige, comentou que a companhia “absolutamente” tem planos para introduzir mais personagens LGBTQ+ no Universo Cinemático Marvel.

O panteão cinematográfico já trouxe seu primeiro personagem abertamente gay em ‘Vingadores: Ultimato’, interpretado pelo diretor Joe Russo em uma breve aparição – algo sobre o qual Feige disse que era “um pequeno passo” em direção à representatividade e à inclusão.

O CEO também revelou que Os Eternos, dirigido por Chloé Zhao, trará um personagem LGBTQ+ com mais destaque para as telonas e, durante a palestra supracitada, Feige foi questionado se a Marvel tem planos de introduzir outras figuras da comunidades, “especificamente personas trans”:

“Sim. Absolutamente, sim. E muito em breve, em um filme que estamos rodando agora mesmo”.

Quando outro estudante lhe perguntou se o sucesso de ‘Pantera Negra’‘Capitã Marvel significavam que o MCU cresceria para algo mais diverso, Feige comentou que esse sempre foi o plano da Marvel.

“Toda vez que fazemos um filme, esperamos que faça sucesso para que possamos fazer outro. Essa é sempre a ideia. E com esses dois filmes em particular, queríamos mostrar heróis dos quadrinhos que representassem o mundo que assiste aos nossos filmes. Então nossa intenção sempre foi continuar a fazer isso. O que é legal é que ambos os longas-metragens foram tremendos sucessos e jogaram fora quaisquer dúvidas, e eu espero que tenha inspirado companhias ao redor do mundo para fazer a mesma coisa”.

A próxima fase do MCU estreia com Viúva Negra em Novembro. 

‘Jovens Bruxas’: Reboot será uma reimaginação do clássico filme

Em uma recente entrevista ao Collider, a atriz Michelle Monaghan, que faz parte do elenco da nova versão  Jovens Bruxas, comentou que o aguardado reboot será uma reimaginação do clássico filme.

“Eu diria uma reimaginação. [A diretora e roteirista] Zoe Lister-Jones é realmente muito sagaz e foi incrível trabalhar com ela no set. Assustador, mas também muito oportuno e relevante em termos do que a história é sobre e como ela a reimaginou. E é a Blumhouse, e venho querendo trabalhar com [o produtor] Jason Blum por um tempo, então é ótimo finalmente trabalhar com ele”.

A nova versão será protagonizada por Cailee SpaenyGideon AdlonLovie Simone e Zoey Luna. O elenco ainda conta com David Duchovny, Monaghan, Nicholas Galitzine, Julian GreyDonald MacLean Jr.

Zoe Lister-Jones será responsável pela direção, roteiro e produção executiva.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza BalkNeve Campbell.

Novas informações devem sair em breve.

Crítica | Control Z – Nova série de suspense da Netflix mistura ‘Elite’ e ‘Pretty Little Liars’

A virada do milênio foi uma época de transição difícil, tanto para quem era jovem naquela época quanto para quem ainda era criança e iria se tornar adolescente em um novo milênio totalmente conectado e cheio de possibilidades, diferente de tudo que os pais e os avós disseram que seria. Já em 2020, começamos a colher os frutos do choque social entre as gerações pré e pós-milênio, seus prós e contras e como ninguém – nem mesmo a própria Geração Z, composta pelos nascidos de 2010 pra cá – tem qualquer noção do que está fazendo. É disso que se trata ‘Control Z’, nova série-sensação da Netflix.

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Em oito episódios de cerca de quarenta minutos de duração o espectador conhece um grupo de adolescentes riquinhos e vazios, muito interessados em manter as aparências de dia, e curtir seus segredos sórdidos à noite. Um dia, um misterioso hacker invade o wi-fi da Escola Nacional e passa a chantagear a todos, obrigando-os a fazer sua vontade ou, do contrário, teriam seus segredos revelados (dentre os quais a identidade sexual de uns, traições, pais corruptos, desvio de dinheiro, etc). Então Raúl (Yankel Stevan) pede ajuda para Sofía (Ana Valeria Becerril) para descobrir a identidade do hacker, só que no meio disso tudo Sofía ainda tem que lidar com sentimentos que afloram com a chegada de um novo aluno, Javier (Michael Ronda), filho de um famoso jogador de futebol.

Mesclando dramas universais e temas atuais, a série mexicana dialoga com outras produções de sucesso, como ‘Élite’ e ‘Pretty Little Liars’, especialmente por dosar as questões pertinentes do mundo juvenil com gêneros afastados desse universo há até pouco tempo atrás, como o crime e o suspense. Em ‘Control Z’ os adolescentes estão descontrolados, os adultos não têm nenhuma influência sobre os jovens e a internet é a principal ferramenta de exposição e de segurança, para o mal ou para o bem.

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Com esse bom argumento, o roteiro de Adriana Pelusi, Miguel García Moreno e Carlos Quintanilla (que ainda empresta o sobrenome para o personagem diretor da escola) é bem marcado em dois tempos: até o sexto episódio, a história é linear e crescente, apresentando os personagens e seus backgrounds; o sétimo episódios volta no tempo para justificar algumas atitudes e, então, o último episódio joga a coisa toda no ventilador. Especial atenção no final do terceiro capítulo, com um plano tão bem gravado e uma cena tão intensa, que deixa a gente boquiaberto.

Há de se dar os créditos também para a dupla Bernardo de la Rosa e Alejandro Lozano, diretores que conduziram a produção de ‘Control Z’ com bastante atenção ao seu público espectador, seja posicionando a câmera de modo a nos aproximar dos personagens; seja inserindo uma edição descolada com a colocação de emojis e mensagens de texto; seja, ainda, colocando musiquinha da nova queridinha do momento, Billie Eilish. Aliás a protagonista de ‘Control Z’ se parece bastante com a cantora.

Em muitos aspectos, ‘Control Z’ é uma série que entretém, mas que também liga o sinal de alerta sobre o descontrole juvenil diante de um mundo igualmente desgovernado e completamente volúvel. É uma série totalmente maratonável que, oba!, já teve a segunda temporada confirmada.

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‘Creepshow’: Showrunner revela que 90% dos roteiros da 2ª temporada estão prontos

Em entrevista ao Boo Crew Podcast, o showrunner Greg Nicotero revelou alguns detalhes sobre a 2ª temporada de Creepshow, que tornou-se uma das séries mais adoradas do ano passado – incluindo que grande parte dos roteiros estão prontos e revelando quem faz parte do time criativo.

“Temos 90% dos roteiros prontos e eles estão fantásticos. Estou muito orgulhoso deles e muito animado. Sinto que entrando na 2ª temporada, aprender o que eu aprendi, foi muito mais divertido. Eu mesmo escrevi alguns deles. E acabei de terminar um que é baseado na história de Joe Hill.

Um dos roteiros foi escrito por um amigo chamado Frank Dietz e é chamado “Pesticide”. É sobre um exterminador que faz algumas coisas nada agradáveis e, na essência, é caçado pelas mesmas criaturas que matou. É aí que a aranha gigante surge. Há um autor chamado Joe Konrath, de quem eu realmente gosto; temos John Esposito voltando; temos David Schow voltando; há uma mulher com quem eu trabalhei em The Walking Dead chamada Melanie Dale, ela escreveu um roteiro; há também uma diretora e roteirista chamada Mattie Do, ela e seu marido Chris Larsen escreveram um roteiro bem legal para nós. Paul DiniStephen Langford, que assinaram “Skincrawlers” no ano passado, escreveram um roteiro. Eles são bem legais. Posso dizer que eles são sempre bons quando me fazem querer dirigir. Estou dirigindo três deles”.

Recentemente, Nicotero compartilhou o seu trabalho com os efeitos práticos da 2ª temporada da série:

Ele comentou sobre suas expectativas para o próximo ciclo em uma declaração oficial:

“Para mim, Creepshow é o verdadeiro fruto do amor. Ser capaz de fazer um tributo ao projeto visionário [do diretor] George A. Romero e ter o show abraçado pelos fãs é incrível. Não poderia estar mais feliz e animado para continuar a série”.

creepshow