Além disso, a série terá uma nova adição ao seu elenco, com o anúncio da chegada da atriz Tricia Helfer, mais conhecida pelas séries ‘Battlestar Galactica‘ e ‘Lucifer‘.
Originalmente produzida pelo YouTube em parceria com a Lionsgate, a série era inicialmente chamada ‘Step Up: High Water‘ e fora lançada em 2018. Suas duas primeiras temporadas contaram com 10 episódios cada.
Vale lembrar que recentemente o YouTube anunciou o fechamento de sua divisão de produção original de séries, cancelando a realização de futuros projetos.
Juntos, os cinco longas da franquia faturaram US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais. O primeiro ‘Ela Dança, Eu Danço’ teve Channing Tatum em um de seus primeiros papéis de destaque no cinema.
A nova série de comédia estrelada por Steve Carell, intitulada ‘Space Force‘, já está disponível na plataforma de streaming da Netflix.
Na trama, Carell dá vida ao general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana.
Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.
Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office’), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.
O aspecto mais previsível da carreira de Lady Gaga é sua imprevisibilidade. Afinal, ao longo de seus doze anos na indústria do entretenimento, um dos maiores nomes da história da música já passou pelo cativante pop raiz, brincou com os elementos do electro-rock, reviveu os sintetizadores que viralizaram nos anos 1970 e 1980, aliou-se com o jazz e familiarizou-se com country. Sendo uma das pessoas mais premiadas de todos os tempos com centenas de estatuetas do suprassumo da esfera artística, os fãs não podiam deixar de sentir um gostinho agridoce na boca ao ver sua diva se afastar com tanta brutalidade do gênero que havia lhe colocado nos holofotes, mesmo que isso tenha apenas provado sua versatilidade irretocável.
Quatro anos depois do intimista ‘Joanne’ – que, apesar de não ter caído no gosto popular, levou para casa um gramofone dourado pela rendição acústica da faixa titular -, Gaga decidiu retornar ao pop com um estrondo previsto por muitos, mas diferente de tudo que esperávamos. Aliando-se com elementos populares do final do século passado e criando até mesmo um universo inteiramente novo (cujo nome é emprestado do próprio título do álbum), a artista nos convidou para uma sinestésica e dançante jornada em ‘Chromatica’: a obra, sua sexta incursão solo, é simplesmente uma das melhores rendições em muito tempo, entregando muito mais do que qualquer um poderia pedir.
Ao longo da pesada divulgação e promoção do CD, a performer nos presenteou com o impactante single“Stupid Love”, um exuberante synth-pop oitentista que concretizou sua volta às raízes com uma batida envolvente e versos fáceis o suficiente para serem levados para os night clubs; o hino house-pop“Rain On Me”, marcando colaboração com Ariana Grande em um metafórico tour-de-force que tornou-se uma das melhores músicas de 2020; e a incursão deep house com o grupo BLACKPINK, “Sour Candy”, cujo resultado final pode ter sido um pouco inconstante, mas manteve o nível sonoro nas alturas e continuou cultivando no público um sentimento de retomada imagética que há muito era desejado. Entretanto, por mais que as faixas tenham nos dado um gostinho dos ressonantes ideários que a cantora e compositora pretendia trazer para um conturbado ano, nada se compara à sensorial e transcendental (em suas devidas proporções) experiência de ouvir o conjunto em si – cuja profundidade é bem maior do que se esperava.
‘Chromatica’ se inicia com um perfeito interlúdio (cuja prévia já foi mostrada em fevereiro), adornado com um conceito extremamente clássico e orquestral que casa com “Alice”, uma forte track carregada com simbologias de reencontro e da volta a si mesmo – o que é bem pertinente, considerando que Gaga está fazendo um convite aberto a uma autocompreensão intimista detalhada com clareza em batidas e beat drops incríveis. Um pouco mais para frente, ela nos mostra a versão finalizada e melhorada de “Free Woman” – e, ainda que a demo tenha vazado algumas semanas atrás, nada poderia nos preparar para o banquete sinfônico preparado com cautela.
A cada canção, percebe-se que a inusitada parceria assinada com BloodPop funcionou em todos os aspectos: comandando o poderoso e inebriante liricismo, as peças sintéticas, mergulhadas sem escrúpulos em autotunes e dramatizações robóticas (nos relembrando de ‘ARTPOP’ inúmeras vezes), fornecem uma dúbia interpretação. Mostra-se, à medida que viajamos através desse colorido e vibrante mundo, o apreço pela estética instrumental dos anos 1980 e 1990, principalmente para as vanguardas do europop e do disco-dance. E, seguindo os passos de outras figuras, Gaga mantém-se verdadeira à sua identidade única e cria uma obra-prima, uma vendeta pessoal para aqueles que declaravam sua morte artística há alguns anos.
Um das configurações que mais nos chama a atenção são as minúcias anacrônicas e as inflexões das quais a performer dispõe para fazer o que bem entende. Quando ‘Chromatica II’ e ‘911’ unem-se em um viagem no tempo e futurista, estamos prontos para algo original e arrefecedor; está última canção, por exemplo, é uma ode mimética à aclamada dupla Daft Punk, cujas linhas europeias são trazidas para o mainstream norte-americano com um peso eletrônico que converge e diverge ao longo de menos de três minutos. Enquanto isso, “Plastic Doll” é uma explosiva crítica à cultura pop e à objetificação e rotulação de artistas que desejam apenas mostrar o que têm para o mundo sem serem confinados a caixinhas intransponíveis. Novamente, a complexidade vai para muito além da sensorial atmosfera, trazendo reflexões atribuladas e bastante pertinentes para o momento em que vivemos.
O pecado de Lady Gaga é nos deixar querendo por mais – e talvez esse pecado seja expurgado em um piscar de olhos, seja quando nos deliciamos com a envolvência gritante de “Enigma”, com a viciante balada desconstruída “Sine From Above”, proferida ao lado de Sir Elton John (e a melhor colaboração do álbum, indiscutivelmente), ou com a elegíaca house pop que ganha forma com “1000 Doves”. E, em um complementar ápice, “Babylon” é uma conclusão sem quaisquer defeitos que nutre de similaridades progressivas com as icônicas produções dos anos 1990, apesar de pincelá-las com um dêitico coro gospel que não poderia ter vindo em melhor hora.
‘Chromatica’ era exatamente do que precisávamos em 2020: uma narcótica adição ao que apenas se pode dizer de um dos melhores anos para a música – e um comeback digno de uma lendária que ainda tem muitas histórias para nos contar.
Lady Gaga acabou de lançar ‘Chromatica’, seu sexto álbum solo de estúdio, em todas as plataformas digitais. O CD também está disponível para compra física no site da Universal Music.
A versão padrão é composta por 16 faixas e traz colaborações com Ariana Grande, Elton John e BLACKPINK. A versão deluxe tem três faixas adicionais.
Este é o primeiro álbum de estúdio de Gaga em quatro anos. Seu último lançamento solo ocorreu em 2016, com o premiado ‘Joanne’; logo depois, a artista migrou para as telonas com o remake de ‘Nasce Uma Estrela’, filme que estrelou e pelo qual ficou responsável pela aclamada trilha sonora.
‘Sonic – O Filme’ acaba de ter sua sequência confirmada pela Paramount Pictures, após acumular US$ 306,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.
O longa trouxe duas cenas pós-créditos – e uma delas buscou expandir a mitologia já apresentada no live-action ao trazer outro conhecido personagem do panteão dos jogos para as telonas: Tails.
A raposa atravessou um portal nos últimos momentos da produção, procurando pelo personagem-título. E, apesar de ter sido dublada por Colleen O’Shaughnessey na rápida sequência, é possível que os estúdios Paramount optem por um nome de maior peso para viver o personagem na próxima iteração.
Com isso, o site ScreenRant separou uma lista com os possíveis atores e atrizes que poderão viver Tails.
Gaten Matarazzo é uma das jovens estrelas da adorada série ‘Stranger Things’, que também serviu de impulsão de carreira para nomes como Millie Bobby Brown e Finn Wolfhard também. Entretanto, apesar de ter conquistado o coração do público ao viver o adorável Dustin, o ator participou apenas da dublagem de ‘Angry Birds 2’ – e ele seria perfeito para viver Tails em ‘Sonic 2’.
Thomas Middleditch é conhecido por uma série de programas de TV e filmes – conhecido mais por seu papel na aclamada ‘Silicon Valley’. Seu timing cômico e sua voz imediatamente reconhecível seriam uma adição incrível para o elenco do próximo longa-metragem, além do fato dele ser grande amigo de Ben Schwartz (dublador oficial do Sonic).
Ganhando fama por sua interpretação na comédia ‘GLOW’, Alison Brie ascendeu à fama e agora pode ser vista em inúmeras produções de grande calibre, incluindo ‘Uma Aventura LEGO’, ‘BoJack Horseman’ e o recente longa-metragem ‘Entre Realidades’. Sua personalidade cândida (e um pouco bizarra) poderia acrescentar um elemento surpreso para a construção de Tails, trazendo carisma e mais agilidade ao longa.
Zach Callison é um jovem ator conhecido por seu trabalho em ‘Steven Universe’. Ele também participou de obras como ‘The Goldbergs’ e ‘Sofia the First’. Seu talento já foi nos mostrado diversas vezes e provou que merece um papel de destaque em uma produção de calibre blockbuster – o tipo de talento que a Paramount busca.
Kate Micucci é uma talentosa atriz, comediante e musicista. Ela já trabalhou ao lado de Schwartz no reboot de ‘Ducktales’ e também interpreta Sadie em ‘Steven Universe’. Apesar de suas fantásticas habilidades, ela normalmente dá vida a papéis secundários ou com aparições rápidas – e, caso fosse chamada para interpretar Tails, poderia incrementar a raposa com um brilhantismo e uma empatia incríveis
O icônico ator já provou sua capacidade de nos emocionar e nos envolver com uma atuação impecável em ‘The Good Place’, que há algumas semanas chegou ao seu series finale. William Jackson Harper também participa de ‘Midsommar’ e ‘O Preço da Verdade’, também nos mostrando mais de uma vez sua versatilidade performática. Apesar de não ter uma voz tão “afetada” quanto a das outras escolhas, Harper poderia imprimir uma nova e interessante perspectiva para Tails.
Kristen Schaal é outra incrível atriz de projetos animados e live-actions. Sua fenomenal atuação estende-se desde a infanto-juvenil ‘Gravity Falls’ até a adulta ‘Bob’s Burgers’, tendo uma experiência gigantesca com variedade inenarrável de dublagem – colocando-a no topo da lista para viver a personagem nas telonas.
De acordo com o Stuart Oldham, jornalista do site Variety, Henry Cavill irá fazer uma participação especial como o Superman em UM dos próximos lançamentos da DC Comics, o que inclui ‘O Esquadrão Suicida‘, ‘Aquaman 2‘ ou ‘The Batman‘.
O Comicbook afirma que a DC ainda não tem planos iminentes para desenvolver ‘O Homem de Aço 2‘, destacando a intenção da produtora de usar o personagem da mesma forma que a Marvel usou o Hulk.
Recentemente, foi revelado que o ator está em negociações para um contrato que envolve “vários filmes”.
Apesar de não haver nada confirmado até o momento, Cavill já havia revelado que não desistiu do papel, mesmo estando afastado desde 2017.
Em entrevista para a Men’s Health, ele confirmou que ainda tem planos de voltar a viver o personagem no cinema para fazer jus à sua imagem.
“A capa está no meu armário e o papel ainda é meu. Não vou me calar enquanto as pessoas ficam comentando. Eu não desisti do papel e ainda tenho muito pela frente como Superman, há um monte de histórias que quero contar e me aprofundar… Eu quero mostrar com louvor as histórias em quadrinhos. Isso é muito importante para mim. Há muita justiça a ser feita pelo Superman. O que eu posso dizer? Aguardem e vejam.”
E você, está ansioso para ver o astro como o herói mais uma vez?
Lembrando que Cavill também é o protagonista de ‘The Wicther’, adaptação que já está disponível na Netflix.
De acordo com o Variety, a Paramount confirmou oficialmente o desenvolvendo da sequência ‘Sonic 2‘. O site aponta que a equipe por trás do primeiro filme irá retornar para a continuação.
Detalhes sobre o elenco, no entanto, não foram divulgados.
A performance das bilheterias de ‘Sonic – O Filme’ foi interrompida por conta do Coronavírus, mas a adaptação conseguiu acumular US$ 306,7 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 95 milhões.
Recentemente, o diretor Jeff Fowler revelou que ele gostaria de continuar trabalhando na franquia e realizar ‘Sonic 2‘.
“Nada me deixaria mais feliz do que continuar trabalhando com esses personagens tão fascinantes, e contar mais histórias deles. Amaria continuar explorando o universo cinematográfico do Sonic.”, afirmou.
Se continuar na direção, ele adiantou que o personagem Tails terá um grande papel no próximo filme.
“Sinceramente, eu não esperava que ‘Sonic – O Filme‘ faria tanto sucesso, então fiquei muito feliz com a recepção do público. Quando Tails aparece na cena pós-créditos, me disseram que crianças e adultos foram à loucura… Imagina quando ele e o Sonic estiverem juntos na tela? Sim, Tails será um personagem essencial na sequência. Todos iremos nos emocionar.”
Apesar de entregar a novidade, Fowler não quis dar detalhes sobre a continuação da história, mas é difícil não ficar animado sabendo que a dupla de velocistas vai se encontrar nas telonas.
E você, está ansioso para o próximo filme?
Lembrando que o longa se tornou a maior adaptação de videogame da história nas bilheterias dos EUA, superando a arrecadação doméstica de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 144.1m).
O ranking geral das adaptações de videogame ainda conta com ‘Tomb Raider: A Origem‘ (US$ 131.2m), ‘Angry Birds‘ (US$ 107.5m) e ‘Rampage: Destruição Total‘ (US$ 101m).
Confira nossa entrevista:
A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim Carrey, Adam PallyNeal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.
Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
De acordo com o Dealine, a 3ª temporada da popular série ‘Cobra Kai‘ não será lançada pelo Youtube, como os ciclos anteriores.
O site aponta que outros serviços de streaming estão interessados no projeto, incluindo a Netflix e o Hulu. Além disso, foi confirmado que a empresa que obtiver os direitos da 3ª temporada, também poderá ter acesso os dois primeiros anos em um caráter não exclusivo.
A medida se deve ao fracasso da plataforma do Youtube através de um modelo de assinantes, que deve voltar a focar em propagandas. Por este motivo, o Youtube perdeu o interesse por séries originais.
A série é uma continuação direta do clássico ‘Karatê Kid‘.
Situada 30 anos depois dos eventos do primeiro filme, a trama segue Johnny Lawrence em busca de redenção e reabrindo o infame dojo Cobra Kai. Com isso, ele trará de volta sua rivalidade com o bem sucedido Daniel, que tenta manter a vida em equilibrio sem a ajuda de seu mentor, o Sr. Miyagi. A atração deve explorar as frustrações dos dois através do karatê.
De acordo com o Bloody Disgusting, o terror coreano ‘Gonjiam: Haunted Asylum‘ ganhará um remake hollywoodiano.
Detalhes sobre a nova versão ainda não foram revelados, mas o projeto está sendo desenvolvido pela produtoras Black Box Management e BH Entertainment.
“Estamos gratos que nossos amigos da Showbox por ter fé em nosso trabalho para trazer essa história para o público americano. A Coreia se tornou um segundo lar para nós e estamos ansiosos para compartilhar a cultura e entretenimento que cativou a atenção do mundo,” declararam os produtores Mike Dill e Lowell Shapiro.
Confira o trailer do longa original:
Dirigido por Jung Bum-shik, a trama original girava em torno de um reality online que mostrava um grupo de pessoas explorando um hospital psiquiátrico abandonado.
Através do seu Twitter, o diretor James Mangold divulgou um material inédito da sua aclamada adaptação de quadrinhos ‘Logan‘. O vídeo é uma filmagem teste originalmente feita para apresentar como ficaria a violenta cena do cassino.
Confira a gravação teste e a compare com a versão final, estrelada por Jackman:
O terror francês ‘Teddy‘ ganhou as primeiras imagens.
Confira:
O longa é escrito e dirigido pela dupla Ludovic e Zoran Boukherma.
O jovem Teddy vive em lar adotivo e trabalha em um casa de massagens. Rebecca, sua namorada, irá se formar em breve. Enquanto um novo verão se inicia, Teddy é arranhado por uma fera na floresta: o lobo que os fazendeiros locais têm caçado. Com o passar das semanas, instintos animais logo começam a tomar controle do jovem…
Anthony Bajon e Noémie Lvovsky estrelam a produção.
‘Aves de Rapina‘ estreou esse ano trazendo a Arlequina como protagonista de sua história, e apesar de ter agradado os críticos, o filme teve uma arrecadação mediana nas bilheterias e faturou apenas US$ 201 milhões mundialmente.
Mesmo assim, a Warner planeja continuar investindo na personagem vivida pelaMargot Robbie.
Segundo o jornalista Jeremy Conrad, a Warner já iniciou conversas e negociações para definir qual será o próximo filme protagonizado pela Arlequina, com a possibilidade de uma adaptação de ‘As Sereias de Gotham‘.
Robbie assinou contrato para protagonizar três filmes, além de participar de ‘O Esquadrão Suicida‘, que estreia em 6 de agosto de 2021.
Além disso, a diretora Cathy Yan revelou ao The Wrap que tem ideias para uma sequência de ‘Aves de Rapina‘ e iria explorar o relacionamento entre Harley Quinn e a Hera Venenosa.
“Eu adoraria trazer a Hera Venenosa para o cinema e iria investir num relacionamento entre ela e Harley Quinn, porque seria completamente desafiador e chocante ver duas personagens fortes tomando a frente de uma nova franquia.”, disse a cineasta.
Questionada se ainda tem esperança de realizar a sequência, Cathy pareceu confiante.
“Eu não sei, mas acho que as pessoas não estão prontas para se despedirem da Harley Quinn. Também acho que Margot [Robbie] ainda tem muito fôlego para interpretá-la por mais alguns anos, então… Quem sabe. Eu espero que possamos fazer isso.”
A Netflix divulgou o trailer completo da 4ª temporada da animação adulta ‘F is for Family‘.
Confira:
A quarta temporada será lançada na plataforma no dia 12 de junho.
O programa segue a família Murphy na década de 1970, uma época em que se podia bater no seu filho, fumar um cigarro e carregar uma arma dentro do aeroporto.
A série é uma criação de Bill Burr, comediante americano de stand-up, apresentador de rádio e ator.
A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.
Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.
O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.
As revistas Empire e SFX divulgaram imagens inéditas de ‘Os Novos Mutantes‘, que tem estreia prevista para 28 de agosto.
Confira:
Em entrevista ao SFX Magazine, o diretor Josh Boone explicou sobre como ‘Os Novos Mutantes‘ se encaixaria no universo dos X-Men, revelando que a adaptação originalmente teria a participação especial do James McAvoy e da Alexandra Shipp como o Professor Xavier e a Tempestade, respectivamente.
“Josh Boone confirmou que as primeiras versões do roteiro de ‘Os Novos Mutantes’ teria a participação do do James McAvoy (Xavier) e da Alexandra Shipp (Tempestade). O longa estaria na mesma timeline que ‘X-Men: Apocalipse’, mas a conexão foi abandonada para a produção ser independente.”
Josh Boone has confirmed that #NewMutants early draft would have featured the mutants in X-Mansion with Xavier (McAvoy) and Storm (Shipp) reprising their roles. The movie was also supposed to be in X-Men: Apocalypse timeline but that was later dropped to make it an standalone. pic.twitter.com/SZ39G32OJ7
— New Mutants Updates (@NewMutantsUp) May 27, 2020
‘Os Novos Mutantes’ tornou-se um dos filmes mais problemáticos da última década, passando por obstáculos que estendem-se desde a produção até o lançamento.
Agora, para acalmar os fãs, a Disney divulgou a nova data de estreia do filme NOS CINEMAS: dia 28 de Agosto de 2020.
Esperamos que mais nenhuma catástrofe aconteça até lá…
Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.
A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.
Através do seu Twitter, o diretor James Mangold afirmou que não esperava que a FOX fosse permitir que ele introduzisse o passado trágico do Professor Charles Xavier na trama de ‘Logan‘.
Para quem não lembra, o enredo apresenta um professor Xavier bem mais velho, sendo cuidado pelo Logan, após ele ter matado acidentalmente vários X-Men em um ataque de demência.
“Eu nunca pensei que teria a chance de desenvolver a ideia sobre o Charles acidentalmente ter matado os X-Men ao sofrer um ataque de demência, mas eu sentia que era necessário ter uma tragédia profunda por trás dos personagens. Sou muito grato pela coragem da FOX e o apoio dos espectadores,” afirma o cineasta.
I never thought I’d get away w/ the idea Charles had accidentally killed XMEN when he suffered an attack of dementia, yet I felt I need there be a profound tragedy behind them. Grateful 4 the bravery of Fox & audiences for embracing.#Logan#QuarantineWatchParty@ComicBook
Em seu canal oficial no YouTube, o ator e comediante Josh Gad divulgou o teaser oficial de seu mais novo episódio de Reunited Apart – dessa vez com o estelar elenco da aclamada trilogia ‘O Senhor dos Anéis’.
A reunião ocorre neste próximo domingo, 31 de maio.
‘O Senhor dos Anéis’ é uma das sagas mais populares da história, seja na literatura ou nos cinemas. Criado por J.R.R. Tolkien, a narrativa é ambientada na Terra-Média e gira em torno de Frodo Bolseiro, um jovem hobbit que tem a missão de destruir o perigoso Um Anel e derrotar a maligna ascensão de Sauron e das forças das Trevas.
As adaptações fílmicas foram lançadas entre 2001 e 2003 e, além de serem um sucesso de bilheteria, levaram para casa 17 estatuetas do Oscar (incluindo Melhor Filme para ‘O Retorno do Rei’ e Melhor Diretor para Jackson).
A franquia, agora, ganhará uma série prequela a ser realizada pela Amazon Prime. Saiba mais clicando aqui.
Em entrevista ao Collider, Neve Campbell (‘Pânico‘) revelou que não tem interesse no reboot de ‘Jovens Bruxas‘, descartando uma participação especial no longa.
“Eu não quero realmente fazer parte desse projeto, mas acredito que eles têm uma visão interessante e espero que eles façam algo incrível. Acho que o cronograma pode ter mudado por causa do coronavírus, mas espero que eles consigam terminar o filme.”
Vale lembrar que, atualmente, a Campbell está em negociações para reprisar o seu papel de Sidney Prescott na sequência ‘Pânico 5‘.
Zoe Lister-Jones será responsável pela direção, roteiro e produção executiva.
O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria. O elenco também trouxe nomes como Fairuza Balk e Neve Campbell.
Isabela Merced ganhou notoriedade ao viver a personagem-título de um dos filmes mais adoráveis e divertidos da década passada – ‘Dora e a Cidade Perdida’. Honrando a série animada original e encarnando cada delineação da icônica personagem, Merced provou ser uma atriz com enorme potencial, provado mais uma vez ao estrelar o divertido drama romântico natalino ‘Deixe a Neve Cair’ como a forte e ácida Julie Reyes. Entretanto, enquanto várias pessoas podem conhecê-la por trabalhos desse tipo, a performer recentemente veio investindo em sua carreira musical, como o dançante e envolvente single “Papi”, lançado no ano passado. Agora, em plena pandemia sanitária, ela resolveu nos presentear com seu primeiro EP oficial intitulado ‘the better half of me’, cujas cinco faixas representam um bem-vindo amadurecimento artístico e uma honraria especial para suas raízes peruanas.
O breve álbum é, como já mencionado, é uma homenagem latina protuberante com inúmeros estilos musicais que se fundem em uma intrincada contemporaneidade nostálgica, com resultados difíceis de serem conseguidos. Logo de cara, temos a abertura instantaneamente clássica de “apocalipsis”, uma faixa que passa longe do prospecto caótico que seu título chama. Através dos acordes abafados da guitarra e do baixo (e de um futuro bridge irretocável), o liricismo romântico oscila entre o bachata e o tango com fluidez invejável, discorrendo acerca de um ardente relacionamento guiado pela sensualidade dos graves vocais da cantora. Mais do que isso, Merced cuida para que sua poética composição transforme-se em uma elegia respaldada pelo comedido flerte com o jazz dos anos 1920 e 1930.
Afastando-se do popular reggatón, que conquistou os ouvidos do público há quase uma década, ela não exatamente deixa as tendências atuais de lado; pelo contrário, a música desconstrói a si mesma em prol de uma amálgama inesperada. O exemplo mais forte disso é “todo esta bien”, uma sutil incursão no trap-pop latino que foge das fórmulas mercadológicas e mostra a superação da artista frente uma decepção amorosa – refletida nos pungentes versos “tudo está bem, aqui você não faz falta”. O idílico cenário pintado por Merced pode dividir seus fãs, mas de fato não perde o brilho acústico de suas inúmeras referências de nicho, procurando revitalizar uma minimalista cumbia colombiana que une-se a podados sintetizadores e batidas repetitivas.
Por mais que a performer passe longe da esfera mainstream, cada canção pela qual fica responsável é uma joia, encantada com aquilo que sabe fazer de melhor. “lovin kind”, nesse escopo, é a track que mais volta-se para o ideário de singles que possuímos com o imperialismo sonoro da indústria norte-americana e inglesa. Em comparação com as ousadas músicas que a precedem, esta iteração tem uma arquitetura previsível, corroborando para a cativante narrativa instrumental que imediatamente traça paralelos com J Balvin, Maluma e Luis Fonsi. Porém, por mais que essas comparações existam, Isabela impede que sua presença única seja ofuscada, pincelando cada trova com sua assinatura.
“chocolate”, a faixa que premedita a precoce resolução do EP, partiria do mesmo princípio – caso não fosse pela explosiva mudança das progressões ao longo dos pouco mais de dois minutos e meio. Pegando continuidades que soam familiar, a investida em questão é a prova de que Merced consegue colocar, em um mesmo lugar, tudo que faz parte de sua vida, criando uma saborosa trama que a aproxima tanto da circundante presença da lendária Selena quanto dos inúmeros discos que resolvem estender suas influências para o século passado. Dessa forma, o CD caminha para uma conclusão incrível e que fecha o ciclo que Isabela nos apresenta desde o começo: “the chase” exala a tensão sexual de dois amantes carregados pelo novelesco drama de um enlace cujo finale queremos saber desde as primeiras batidas.
O maior sucesso que a cantora e compositora encontra aqui é a capacidade de manter-se rejuvenescida em meio a tantos lançamentos e nomes que surgem esporadicamente no mundo afora – deixando claro quais são os gêneros pelos que tem mais gosto de explorar. Em cada peça fonográfica, o ritmo e a melodia combinam-se em uma ambiência sólida o suficiente para criar afinidade com seus interlocutores, mesclando humor e tragédia com toques do legado da geração millenial (como a forte presença dos anos 1980). No final das contas, ‘the better half of me’ entrega muito mais do que esperávamos, merecendo muito mais carinho e reconhecimento do que provavelmente terá.
Sabem aquele tipo de série que você começa a assistir e, em poucos minutos, parece que já conhece os personagens há tempos ou que está assistindo algo baseado em pessoas que você conhece? Essa é a sensação que se tem ao assistir a ‘Doces Magnólias’, nova série da Netflix focada no universo feminino.
Na pequena cidade de Serenity, na Carolina do Sul, três mulheres muito amigas desde a infância se unem para tocar um projeto juntas: realizar o sonho de abrir um spa voltado apenas para o público feminino. Só que Maddie (Joanna Garcia Swisher) está passando por um divórcio, Dana Sue Sullivan (Brooke Elliott) está completamente focada no seu restaurante e Helen Decatur (Heather Headley) é uma advogada de sucesso super requisitada pelos moradores da cidade. E no meio disso tudo, os filhos de Maddie e Dana Sue tentam passar pelo Ensino Médio com o mínimo de trauma possível.
Em dez episódios com média de quarenta minutos de duração cada, ‘Doces Magnólias’ é o tipo de série que você vai assistindo sem parar, deixando-se envolver sem perceber, tal como acontecia com ‘Gilmore Girls’ – com a diferença de, em vez de ser centrado em duas mulheres de uma mesma família (e focado na relação maternal), em ‘Doces Magnólias’ a relação mãe-filhos é também um tema, mas não é o centro da trama, de modo que a série aborda bastante os conflitos entre trabalho e carreira, carreira e relacionamento amoroso, sororidade e a falsa ideia de competição entre mulheres, etc.
Baseado nos livros de Sherryl Woods, o roteiro teve a colaboração da autora, junto com Sheryl J. Anderson e outras quatro pessoas. Embora a série seja bastante linear, trabalhando cada núcleo das protagonistas com a devida atenção de modo a aprofundar o espectador na vida particular de cada uma delas, por vezes o roteiro tem uma preguiciiiinha, e acaba apresentando soluções um pouco fáceis demais, apenas para concluir uma cena e seguir logo para a próxima. Ao mesmo tempo, dá a sensação de não ter dado a devida importância ao grande acontecimento dessa primeira temporada – a inauguração e a vida do spa –, embora, por outro lado, também aproveite para mostrar, através da relação de Bill (Chris Klein) e Noreen (Jamie Lynn Spears, a irmã mais nova da Britney Spears), o quanto tendemos a julgar a amante pelo fim de um relacionamento, quando, na verdade, a pessoa quem comete o erro é o marido infiel.
‘Doces Magnólias’ é uma série fofinha, com uma abertura lindinha, que se passa numa cidade perfeitinha e adorável. Com diálogos pensados na autoajuda, busca dialogar com seu público alvo (mulheres adultas), que, como Dana Sue “está cansada de construir algo para depois um homem vir e destruir”. E, ainda pensando nesse público, faz questão de incluir personagens masculinos bonitões, sarados e que parecem saídos das capas daqueles romances água com açúcar vendidos nas bancas de jornal, mas que sejam românticos e companheiros. Ou seja: tem tudo para agradar ao público feminino.
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