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‘It: A Coisa’: Roteirista fala sobre novas sequências focadas em Pennywise

Em entrevista ao site Comic Book MovieGary Dauberman, que ficou responsável pelo roteiro do remake de ‘It: A Coisa’, comentou que ainda há muitas histórias sobre o temido palhaço Pennywise que merecem atenção.

Apesar de nenhuma continuação da franquia ter sido confirmada, Dauberman falou que há material o suficiente para tornar realidade uma produção derivada:

“Eu acho que é possível. Qualquer coisa do universo de Stephen King me interesse, mas havia muito da história para contarmos em dois filmes. Há elementos do romance que poderíamos expandir em um filme-solo. É só uma questão das pessoas quererem ou não ver, mas eu acho que ‘It’ esteve nesse planeta por muito, muito, muito tempo e há muitos capítulo sangrentos para serem contados”.

Em uma recente entrevista ao JoBloBill Skarsgård, que interpretou Pennywise, também foi questionado sobre a possibilidade de um terceiro filme, ao que ele respondeu:

“[O diretor] Andy [Muschietti] e eu discutimos ideias sobre como seria um terceiro filme. Eu não acho que é exatamente o que as pessoas esperam. É algo diferente, pois não seria baseado no livro de Stephen King.”

Skarsgård também disse que gostaria da abordar uma outra visão de Pennywise, além de sua forma como palhaço, e que está animado com a ideia.

“Sinto que já fiz o que podia com a encarnação de Pennywise como a conhecemos, e seria uma boa ideia mudar algumas coisas. Sem entrar em muitos detalhes, há uma história na qual estamos empolgados, mas ainda é muito cedo para dizer. Mas vamos ver, vamos ver.”

EXCLUSIVO! ‘It: A Coisa – Capítulo 2’: Jessica Chastain ficou ensanguentada até o FINAL das gravações 

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[SPOILER] ‘It – A Coisa’ | Conheça o destino dos personagens na fase adulta 

Crítica | Ingrid Goes West – Netflix lança elogiada comédia que critica a geração Instagram

O editor-chefe Renato Marafon traz a Crítica em Vídeo de Ingrid Goes West, elogiada comédia estrelada por Elizabeth Olsen (‘Vingadores: Era de Ultron’, ‘Capitão América – Guerra Civil‘) e Aubrey Plaza (‘Legion).

Assista a crítica:

Ingrid (Aubrey Plaza) é uma jovem que tem como seus principais ídolos as personalidades das redes sociais. A que ela mais gosta é Taylor Sloane (Elizabeth Olsen), muito famosa e com uma vida aparentemente perfeita. Obcecada, Ingrid decide abandonar tudo e se mudar para perto de Taylor, colocando em prática o plano de se tornar sua melhor amiga. Porém, o que parecia mais um comportamento de fã, se torna aos poucos preocupante e perigoso.

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Crítica | White Lines – Nova Série do Criador de ‘La Casa de Papel’ é Extremamente CHATA

Álex Pina é o principal responsável pelo estrondoso sucesso de ‘La Casa de Papel’, que se tornou a série de língua não-inglesa mais assistida da plataforma da Netflix. Depois desse inegável resultado, o produtor espanhol parece ter ganhado carta branca para criar todo tipo de série, e seu mais novo trabalho, ‘White Lines’, acaba de chegar na Netflix.

Zoe Walker (Laura Haddock) é uma mulher de trinta e dois anos de Manchester, Inglaterra, cujo irmão mais velho, Axel Collins (Tom Rhys Harries) foi encontrado morto em Ibiza vinte anos depois de ter deixado a família para trás., nos anos 1990. A sensação de abandono ainda é muito forte em Zoe, mas, em nome do amor que tem ao irmão, Zoe decide ir para a misteriosa ilha espanhola em busca da verdade: quem matou Axel Collins, o DJ mais famoso dos últimos tempos? Em sua investigação, a puritana Zoe vai se deparar com o submundo fantabuloso de uma ilha onde sem limites.

Já por aí dá para sentir o quanto o enredo de ‘White Lines’ é vazio. Com um argumento fraquíssimo e enjoado, o roteiro de Álex Pina apresenta diversos problemas e não se sustenta (e tampouco sustenta o interesse do público). A motivação (a busca pelo assassino de Axel) permeia o roteiro enquanto os personagens se isentam de culpa e Zoe mergulha no frenesi de Ibiza; o ídolo Axel é um cara esnobe e egoísta, um misto de Freddy Mercury soberbo com Pequeno Príncipe; os personagens, fúteis e desinteressantes, se apegam a uma realidade infantil e distante do espectador. Os diálogos muitas vezes têm falas tão simplórias, que parecem tiradas de um manual de como escrever seu roteiro (exemplo, Zoe desabafando com a psicóloga, falando “ai eu me arrependo das coisas que fiz na noite passada”, daí a psicóloga “o que você fez na noite passada, Zoe?” e entra um flashback da noite anterior. Aff.) Com a colaboração de David Barrocal e Esther Martínez Lobato (que também colaboraram em ‘La Casa de Papel’) o roteiro ainda faz uma releitura bem cafona de Romeu e Julieta e do complexo de Édipo, além de imprimir um filtro sépia para as filmagens na tentativa de dar um ar exótico à trama.

Há alguns pontos positivos. Um deles é a trilha sonora, que provavelmente levou boa parte do orçamento, pois inclui duas músicas dos Gipsy Kings; uma versão de “Special”, do Radiohead; a versão original que inspirou “Festa no Apê”, do Latino, entre outras. As paisagens e tomadas também são de tirar o fôlego, com as inacreditáveis praias de areias branquíssimas e águas cristalinas de Ibiza.

O que salva a série é o personagem Boxer, vivido pelo ator português Nuno Lopes. Seu personagem – misterioso, perigoso e charmoso – é, de longe, o único interessante na trama, ao ponto de protagonizar o momento ápice dessa primeira temporada, entre o fim do episódio 5 e o 7. Sua história lembra os romances de literatura hot. É um ator para ficar de olho, até porque ele já participou de produções brasileiras, como o longa ‘Joaquim’.

White Lines’ é uma série chatíssima, mas que ao menos responde todas as perguntas no último capítulo. Considerando que são 10 episódios de 50 minutos cada, é muito investimento de tempo para pouco resultado, uma vez que só se salva a trilha sonora, as locações e o personagem Boxer. Nem de longe lembra qualquer coisa de ‘La Casa de Papel’ ou de ‘Vis a Vis’, os dois maiores sucessos de Álex Pina.

Crítica Amazon Prime | A Hora da Sua Morte – História interessante, mas mal executada…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em VÍDEO do terror ‘A Hora da Sua Morte‘ (Countdown), que foi lançado no catálogo da Amazon Prime.

Assista:

Crítica | A Hora da Sua Morte – Aplicativo assassino desregula comédia e terror

O longa é escrito e dirigido por Justin Dec.

A trama segue uma jovem enfermeira (Lail) que faz download de um aplicativo que alega prever exatamente quando uma pessoa vai morrer. E o aplicativo diz que ela só tem três dias de vida. Com o tempo passado e uma misteriosa figura a assombrando, ela deve descobrir um jeito de salvar sua vida antes que o tempo acabe.

Elizabeth Lail (da série ‘Você‘) protagoniza. O elenco ainda conta com Peter Facinelli, Talitha Bateman, P.J ByrneAnne Winters, Tom SeguraJordan Calloway e Tichina Arnold.

‘Hustle’: Adam Sandler e LeBron James vão produzir novo filme da Netflix

Segundo a VarietyAdam SandlerLeBron James irão produzir o novo filme da Netflix.

Intitulado Hustle, o drama sobre basquetebol é assinado por Will FettersTaylor Materne (Nasce Uma Estrela). Jeremiah Zagar (We the Animals) está cotado para comandar a produção.

Sandler dará vida a um “olheiro de basquete norte-americano” na produção, que é injustamente demitido de sua posição e embarca numa jornada para descobrir um “jogador único”, com esperanças de trazê-lo para os Estados Unidos e provar que ambos podem entrar na NBA.

Sandler será o produtor através da Happy Madison ao lado de James. Não se sabe o icônico jogador dará as caras na obra.

Essa não é a primeira vez que o ator colabora com a gigante do streaming. Como parte de um acordo multi-milionário assinado em 2014, Sandler já deu vida a vários títulos para o catálogo da Netflix, incluindo Os 6 RidículosZerando a Vida‘Sandy Wexler’‘Os Meyerowirz: Família Não se Escolhe’‘Lá Vem os Pais’‘Mistério no Mediterrâneo’.

Recentemente, ele protagonizou o aclamado e chocante drama Joias Brutas, sendo indicado a diversos prêmios e levando inúmeras estatuetas para casa. Em 2020, produziu a comédia A Missy Errada, estrelada por Lauren LapkusDavid Spade.

Diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam’ lança NOVO curta ASSUSTADOR; Assista!

David F. Sandberg, diretor de ‘Quando as Luzes se Apagam‘ e ‘Annabelle 2: A Criação do Mal‘, lançou um novo curta-metragem assustador, intitulado ‘Not Alone in Here‘.

Confira na íntegra:

O vídeo brinca com o medo universal de estar sozinho em casa à noite.

Confira também o curta ‘Shadowed‘, lançado recentemente pelo cineasta:

Os dois curtas são estrelados pela esposa do diretor, Lotta Losten.

‘Vingadores: Ultimato’: Designs alternativos revelam diferentes tributos a Robert Downey Jr.

Todo fã da Marvel sabe que os filmes do MCU trazem cenas pós-créditos após o fim de suas tramas.

Em ‘Vingadores: Ultimato‘, os responsáveis pelo filme fizeram diferente e apresentaram homenagens para cada um dos membros fundadores da equipe, com direito a assinaturas dos próprios astros.

No entanto, a Marvel Studios criou diversos designs alternativos para homenagear o elenco, e o CBM divulgou algumas das versões focadas em Robert Downey Jr.

Confira, junto com a versão oficial:

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Assista nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Filmes Sobre Amadurecimento (Coming of Age) Para Refletir

Por Nívia Passos

 

Se você já está na casa dos 20, provavelmente, já não é a mesma pessoa que era aos 15 ou 17 anos (bom, esperamos, não é mesmo?). É que, ao longo do tempo, todo mundo passa por uma série de transformações físicas e emocionais  e por mais um tanto de experiências boas ou ruins que afetam, diretamente, a personalidade e visão de mundo. Tem quem diga que a fase em que acontecem as principais mudanças – a adolescência – está entre as piores da vida; tem quem sinta falta da disposição da época e daquela sensação de que ainda há muitas possibilidades e escolhas pela frente… Mas, independentemente da resposta correta (se é que existe uma) ou de que lado você está, uma coisa é certa: o cinema aproveita o melhor e o pior desse período para contar histórias incríveis de amadurecimento. E a frequência com que elas aparecem é tão grande que esse estilo recebeu até nome:  roubou um termo da literatura e ficou popularmente conhecido como Coming of Age (“chegada da idade”, em tradução livre).

Mesmo que só tenha descoberto esse conceito agora, pode ter certeza de que você já viu algum filme do tipo. Sabe aquelas histórias com protagonistas adolescentes – ou da infância para a adolescência – em uma jornada que termina com um arco de evolução? Então. À primeira vista, podem até parecer produções rasas; mas, com um olhar mais atento, a gente percebe que, na verdade, a maioria desses longas entrega reflexões profundas que podem ajudar até em dilemas da vida adulta. Para quem ainda tem dúvidas desse mérito , é só observar a lista de indicados ao Oscar deste ano: Lady Bird – A Hora de Voar e Me Chame Pelo Seu Nome são representantes do gênero e disputam as categorias principais – incluindo a de Melhor Filme –  ao lado de dramas considerados mais sérios.

O primeiro – protagonizado por Saoirse Ronan e uma das obras mais bem avaliadas do Rotten Tomatoes – é sobre uma adolescente no último ano de colégio que não vê a hora de sair de sua cidade natal, Sacramento, para começar a viver de verdade em Nova York. Já o segundo – que conta com a dupla Timothée Chalamet e Armie Hammer como protagonistas – traz os anos 80 como pano de fundo e narra as transformações do jovem Elio enquanto ele vive um intenso romance com Oliver, um acadêmico que fica hospedado na casa de verão da sua família para ajudar seu pai com uma pesquisa. A premissa dos dois é simples e a narrativa não é do tipo que tem grandes clímax e reviravoltas, mas um bom coming of age não precisa disso: a força está nos diálogos, nas reflexões sobre a vida e, principalmente, nos ritos de passagem dos seus protagonistas.

John Hughes e seus clássicos dos anos 80 se destacam no gênero

“Só por um instante, adoraria que minha vida fosse como nos filmes dos anos 80;
De preferência, com um número musical fantástico e sem motivo aparente.
Mas não, não…
John Hughes não dirigiu a minha vida”
– Quote de “A Mentira” (2010), de Will Gluck, um coming of age moderno que faz referência aos filmes do diretor.

Embora não tenha sido o inventor da roda – já que existem filmes desse estilo antes de suas produções, como Juventude Transviada (1955) -, John Hughes é um dos maiores representantes do gênero coming of age. Se você, assim como eu, é apaixonado pelos anos 80 e conhece os longas do diretor, sabe bem do que eu estou falando: está para nascer alguém que consiga colocar tão bem a alma dos adolescentes nas telonas.

Não lembro bem qual foi o primeiro filme que vi dele; mas, considerando meu histórico com a Sessão da Tarde, é bem provável que tenha sido o clássico Curtindo a Vida Adoidado, de 1986 (Save Ferris!). Tudo bem, o protagonista (Matthew Broderick) pode não ter terminado a história aprendendo uma grande lição – na verdade, ele é que nos ensina que é bom dar uma desacelerada às vezes para aproveitar a vida -, mas não dá para negar a evolução de seu melhor amigo Cameron (Alan Ruck). O jovem, que começa o filme depressivo e enclausurado em casa, termina com a vontade de ficar livre das amarras de seu rígido pai (e se você ainda não viu e está chateado porque falei demais, um aviso: a lei que torna qualquer spoiler liberado após dois anos e a quantidade de vezes que esse filme passou na TV me permitem dar essa informação, ok? Ok!).

Outro que me marcou demais e que, particularmente, considero um dos melhores filmes do gênero por causa da construção dos personagens é o aclamado “Clube dos Cinco” (1985). Juntando os tipos mais comuns nas panelinhas dos colégios americanos e nos filmes com temática adolescente  – o atleta, o CDF, o rebelde, a esquisita e a patricinha -, a história escrita e dirigida por John Hughes se passa toda dentro da biblioteca em que os cinco alunos ficam presos em pleno sábado para cumprirem uma detenção. Com 97 minutos de puro diálogo e um único cenário, o longa tinha tudo para acabar monótono, mas nada disso acontece: ele prende e conquista com os dilemas de seus personagens  e a revelação de que eles vão muito além do que seus estereótipos podem indicar. Não é à toa que  The Breakfast Club, no título original, é um dos mais lembrados quando se fala nessa temática… Ele é uma verdadeira aula de coming of age e, certamente, referência para muitos outros filmes desse estilo.

E não para por aí: além desses dois, também tem Gatinhas e Gatões (1984) e A Garota de Rosa Shocking (1986) que seguem essa mesma linha. Por que você também não dirigiu minha adolescência, John Hughes?

Muito mais que filmes sobre patricinhas: Meninas Malvadas também é clássico 

Chamar alguém de gorda não nos torna mais magra.

Chamar alguém de estúpida não nos faz mais espertas.

Arruinar a vida da Regina não me fez mais feliz.

Na vida, temos de resolver nossos próprios problemas”.

– Cady Heron em “Meninas Malvadas

Populares versus nerds. Uma abelha rainha contra uma CDF esquisita. Falsidade entre garotas. O quarterback mais bonito da turma. Baile do colégio. Você já deve estar cansado de ver filmes com todos esses elementos e, talvez, até torça o nariz para eles por não aguentar mais essa fórmula repetida (não julgo!). Mas, entre tantas produções coming of age que seguem esse estilo, não dá para deixar de destacar uma que consegue ultrapassar o lugar comum com sua genialidade e humor ácido: Meninas Malvadas (2004).

Escrito pela maravilhosa Tina Fey e dirigido por Mark WatersMean Girls foi o primeiro filme adolescente que vi com essa pegada diferente (só fui descobrir Atração Mortal, de 1988, muito tempo depois e não me orgulho disso – inclusive, veja se ainda não assistiu para não cometer o mesmo erro). Estava na oitava série e lembro de ter assistido, pela primeira vez, em uma festa do pijama com as amigas – ou seja, cenário perfeito para filmes do tipo.  Como acontecia com tudo que eu gostava muito, revi umas 100 vezes; e, a cada nova exibição, percebia um detalhe e uma crítica nova que me faziam soltar aquele clássico “caramba, é isso mesmo que acontece!” (e, como você bem sabe, essa catarse é uma das melhores coisas que o cinema nos proporciona).

Com o passar do tempo, continuei amando o filme e revendo, pelo menos, uma vez ao ano; porém, já cheguei a me perguntar se eu gostaria tanto dele se já tivesse visto nos meus atuais 20 e tantos anos. Bom, nunca terei essa resposta, mas realmente não consigo me imaginar olhando para esse clássico e ficando indiferente à sua leitura incrível do mundo das garotas – onde nos ensinam a ser competitivas umas com as outras desde bem novinhas; a disputar a atenção de garotos; a falar pelas costas; e se sentir superior à outra colega por causa da aparência ou da quantidade maior ou menor de amigos. Ah, e o melhor é que, graças ao humor único da Tina Fey, tudo isso é mostrado sem ficar didático ou piegas.

Meninas Malvadas é feminismo before it was cool. É uma comédia adolescente, aparentemente simples, que faz uso do clichê para lançar críticas e mostrar o amadurecimento de sua protagonista – que fica bem claro na cena final da Olimpíada de Matemática e no discurso do baile de formatura.  É tudo tão bem pensado que, quando paro para relembrar todos esses detalhes, não consigo me imaginar ignorando esse hino de filme que virou referência para tantas outras produções. Então, pensando bem, acho que tenho, sim, minha resposta: gostaria da história de Regina George e as poderosas ainda hoje, mesmo já tendo sobrevivido e passado pelos tempos de Ensino Médio.  E, se você não concorda, é aquilo que a Gretchen Wieners já avisou no filme: “você não pode sentar com a gente!”. Ou comigo, no caso.

5 Filmes Coming of Age e o amadurecimento junto com o cinema

Como já ficou claro no texto, vejo os filmes de John Hughes e Meninas Malvadas como clássicos atemporais, que continuam com o seu devido valor para o público de qualquer idade. No entanto, quem já passou dessa fase e enfrenta a lista de contas pra pagar da vida adulta pode cometer o erro de ficar bem longe desses longas – caso ainda não tenha assistido até hoje – por acreditar que não faz mais parte do público a que eles se destinam. E, bom, dependendo dos seus gêneros preferidos no cinema, isso até pode ser uma verdade mesmo (e, tudo bem, vou entender).

Porém, se você é do tipo que ama produções cinematográficas que conseguem ser simples e cheias de significados ao mesmo tempo, não faltam opções para conferir e se identificar com os dilemas dos personagens. Então,  pensando nisso, preparei uma lista com 5 filmes do gênero que seguem um viés mais dramático e reflexivo – como é o caso de Lady Bird e Me Chame Pelo Seu Nome, que citei lá no começo do texto. Alguns são mais complexos, outros leves… Porém, todos ótimos. Veja:

1 – Boyhood: Da Infância à Juventude (2014), de Richard Linklater

Para começar a lista, nada melhor que um dos filmes que funciona quase como uma explicação do gênero. Ainda que você não tenha visto, já deve ter ouvido falar no longa de Linklater que foi filmado por 12 anos para acompanhar, em tempo real, a evolução de seus protagonistas da infância à maturidade. E a sinopse é essa mesmo: as diferentes fases da vida e a maneira como passamos por todas elas para nos tornar quem somos hoje. É poético, sensível, faz refletir e entrou de cara para a minha lista de favoritos.

Protagonizado por Ellar Coltrone e com nomes de peso no elenco (Ethan Hawke e Patricia Arquette estão bons para você?), o filme foi uma das maiores promessas do Oscar de 2014. Mas, no final das contas, acabou esnobado na premiação e levou para casa apenas o título de Melhor Atriz Coadjuvante pela atuação de Arquette. Confesso que fiquei feliz com a vitória de Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) na categoria principal (meu coração estava dividido entre os dois), mas ainda acho que Boyhood merecia um pouco mais de reconhecimento. Veja para ver se concorda comigo!

2- As Melhores Coisas do Mundo (2010), de Laís Bodanzky

Como já tinha virado fã da brasileira Laís Bondanzky por causa do seu trabalho em Bicho de Sete Cabeças (2001), fui ver As Melhores Coisas do Mundo cheia de expectativas – que, felizmente, foram atendidas.  Superadas, na verdade. É que, até então, ainda não tinha assistido a nenhum filme brasileiro que tratasse sobre a delicada fase da adolescência sem acabar caindo no lugar comum ou na estereotipação dos personagens. E isso é tudo o que não acontece nesse belíssimo roteiro assinado por Luiz Bolognesi, que traz o ótimo Francisco Miguez como protagonista.

O foco da história é Mano, um garoto de 15 anos, classe média, que leva a vida como qualquer outro adolescente da idade – ou seja, colégio, balada, grupinho de amigos, estresse com a família e primeiras descobertas amorosas. Mas, como se não bastasse ter que lidar com todas as transformações que acompanham essa fase, ele ainda é surpreendido por uma revelação que muda, drasticamente, toda a dinâmica da sua família: após anos de casamento, seu  pai (interpretado pelo ator Zé Carlos Machado) conta que é gay e que está em um relacionamento com um de seus orientandos da faculdade – em uma época em que esses assuntos não eram discutidos tão abertamente, vale ressaltar.

Lembro de ter saído do cinema com um sorriso no rosto e uma imensa vontade de indicar esse filme para todo mundo. Então, se ainda não viu e curte o gênero, faça esse favor para você mesmo! Ah, e já aviso: depois de assistir ao longa, prepare-se para ficar cantarolando Something, dos Beatles, por um longo tempo.

3 – Quase 18 (2017), de Kelly Fremon Craig

À primeira vista, Quase 18 parece um filme simples e sem muita reflexão para oferecer – e, para ser sincera, essa impressão continua até um certo ponto da história. Mas, quando a narrativa se desenvolve e a gente começa a entender os dilemas da personagem principal (vivida pela maravilhosa Hailee Steinfeld – que, para mim, é uma das melhores atrizes dessa nova geração), The Edge of Seventeen surpreende e se mostra bem mais profundo que o esperado. Para você ter uma ideia: coloquei para assistir em um domingo só para passar o tempo e acabei limpando algumas lágrimas em uma das cenas mais importantes da evolução da personagem.

A protagonista é Nadine, uma adolescente de 17 anos que, desde muito nova, não se identifica com as pessoas da sua idade e tem dificuldades de fazer amizade. Mas, para não dizer que é totalmente solitária, ela tem uma única e fiel melhor amiga de anos, Krista (Haley Lu Richardson). No entanto, quando a jovem começa a se envolver com o seu irmão mais velho (Darian, interpretado por Blake Jenner), a dupla fica estremecida porque Nadine não consegue suportar a ideia de dividir a atenção da garota com outras pessoas – ainda mais seu irmão, com quem mantém uma relação complicada.

Não vou falar muito além disso para não entrar em detalhes, mas já adianto que um dos maiores méritos desse longa é a narrativa com uma heroína nada perfeita (você vai se irritar com ela em vários momentos, fique sabendo) e sua proposta de nos fazer lançar um segundo olhar sobre as situações – afinal, amadurecimento também tem a ver com tudo isso. Quer mais motivos para ver? Te dou três! Hailee Steinfeld foi indicada ao Globo de Ouro e ao Critic’s Choice Awards de Melhor Atriz em Comédia; o filme também foi indicado para Melhor Comédia nessa segunda premiação; e tem o ótimo Woody Harrelson no elenco, interpretando um professor que todo mundo gostaria de ter.

4 – Moonlight: Sob a Luz do Luar (2017), de Barry Jenkins

Moonlight não é só o filme que, literalmente, tirou o prêmio das mãos de La La Land: Cantando Estações no Oscar do ano passado: ele é um dos mais lembrados quando se fala em representatividade negra (até por ter levado para casa o maior prêmio da Academia na época das críticas sobre o “Oscar So White”) e, também, um ótimo exemplo de coming of age.

Dividido em três atos – infância, adolescência e fase adulta – , o longa acompanha a trajetória de Chiron (Trevante Rhodes na última fase), um garoto negro da periferia de Miami que atravessa a vida tentando encontrar o seu lugar e o seu próprio “eu” no mundo. Abordando  assuntos como droga, homossexualidade e problemas em família, Moonlight nos apresenta uma jornada de amadurecimento e, principalmente, autoconhecimento de seu protagonista – e tudo isso acompanhado por uma das fotografias mais bonitas que já tive o prazer de ver nos filmes. Se você quer uma opção diferente e com reflexões ainda mais profundas, já pode começar por esse!

5 – Cinema Paradiso (1988), de Giuseppe Tornatore

Para fechar a lista, não poderia deixar de citar esse filme italiano que é uma verdadeira homenagem ao cinema. Confesso que, quando comecei a fazer minha seleção, nem tinha me dado conta que ele também era um coming of age – porque, antes de conseguir pensar em qualquer outro foco, logo o vejo como um longa metalinguístico sobre a sétima arte. Mas, sim, Cinema Paradiso também está entre os representantes do gênero. E é um dos melhores e mais bonitos.

A história começa quando Toto (vivido por Jacques Perrin na fase adulta) recebe a notícia do falecimento do seu velho amigo Alfredo (Philippe Noiret) e volta à cidade em que nasceu, a pequena Sicilia, para dar seu último adeus. Quando chega lá, após anos longe de casa, é tomado pela nostalgia e começa a relembrar os melhores momentos que os dois viveram juntos na época de sua infância e juventude.

A partir daí, a narrativa volta para o passado – mais especificamente, para meados da década de 40, no período pós-Segunda Guerra Mundial e um pouco antes da chegada da televisão. O Toto adulto dá lugar à criança e passa a ser interpretado por Salvatore Cascio (também conhecido como “o garoto mais fofo dessa vida”) para que a gente acompanhe tudo o que aconteceu desde o início: a improvável amizade com o rabugento Alfredo, que era projecionista do cinema de rua da cidade; o amor cada vez maior de Toto pela sétima arte – ao mesmo tempo que ela ia perdendo um pouco seu espaço entre os demais moradores -; a chegada do amadurecimento; o primeiro amor; e as difíceis escolhas que precisaram ser feitas para que, já jovem, ele pudesse ir atrás de seu sonho. Assista com um lencinho!

‘Doces Magnólias’: Nova série romântica já está disponível na Netflix

A nova série original da Netflix, intitulada ‘Doces Magnólias‘, já está disponível na plataforma de streaming.

A trama acompanha as amigas Maddie, Helen e Dana Sue, que juntas, lidam com problemas amorosos, familiares e profissionais na pequena cidade de Serenity.

Confira o trailer:

A primeira temporada da série conta com 10 episódios.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

‘Elite’: Netflix divulga vídeo CONFIRMANDO a saída de Lu, Carla e outros personagens

Elite‘ já está renovada para sua quarta e quinta temporada, mas a série sofrerá uma espécie de reboot para não cansar sua audiência.

A Netflix confirmou hoje que Danna Paola, Ester Expósito, Jorge López, Álvaro Rico e Mina El Hammani não retornam como Lu, Carla, Valerio, Polo e Nadia.

Assista ao vídeo de despedida:

Com o fim da terceira temporada, haverá uma revisão completa do elenco de ‘Elite‘, com personagens totalmente novos seguindo o modelo de programas como ‘Skins‘ ou a brasileira ‘Malhação‘.

Danna Paola não gostou dos rumos de sua personagem na terceira temporada e pediu para deixar a série, assinando contrato para retornar para outra série que ela participava, ‘La Doña‘.

Ester Expósito também não volta, e já assinou contrato para estrelar uma nova minissérie da Netflix, chamada ‘Alguien Tiene que Morir‘.

Quem volta?

A quarta temporada ainda se passará no colégio Las Encinas, e trará o retorno de Samuel (Itzán Escamilla), Rebecca (Claudia Salas), Gúzman (Miguel Bernardeau), Ander (Arón Piper), Omar (Omar Ayuso) e Cayetana (Georgina Amorós), que agora virou faxineira da escola.

Confira nossa crítica da 3ª temporada:

https://www.facebook.com/113852248646167/posts/3013497315348298/?vh=e&d=n

 

 

‘Last Man Standing’ é renovada para a 9ª temporada

A FOX renovou oficialmente a série ‘Last Man Standing‘ para a 9ª temporada.

A oitava temporada registrou uma média de 0.74 na demo, e um total de 4.2 milhões de espectadores. Os números representam uma queda de 31% em comparação ao ciclo anterior.

Criada por Jack Burditt, a série foi cancelada pela ABC após seis temporadas, mas posteriormente foi resgatada pela FOX.

Mike Baxter é o diretor de marketing de uma loja esportiva. Ele adora ter aventuras enquanto ele está viajando a trabalho e, claro, ele dirige uma pick-up. Enquanto Mike é o rei do pedaço no trabalho, ele é o único homem em uma casa que é dominado por mulheres – ou seja, sua esposa, Vanessa, e suas três filhas, Kristin, de 22 anos, Mandy de 17 anos e Eva 14 anos de idade. Depois de ser uma mãe dona-de-casa, durante anos, Vanessa voltou recentemente para o local onde ela trabalhava e foi rapidamente promovida (para desgosto dos colegas de sexo masculino do trabalho). Como resultado da carga de trabalho de Vanessa ter aumentado, Mike precisa ser mais pai do que antes.

O elenco conta com Tim Allen, Nancy Travis, Amanda Fuller, Molly McCook, Christoph Sanders, Jordan Masterson, Jonathan Adams, Héctor Elizondo e Krista Marie Yu.

‘A Morte te Dá Parabéns’ estreia na Netflix nesse fim de semana

A Netflix anunciou que lançará A Morte te Dá Parabéns em seu catálogo neste sábado, dia 23 de Maio.

O filme que mistura terror e comédia foi um sucesso nas bilheterias e arrecadou US$ 125,5 milhões pelo mundo. A sequência, lançada em 2019, fez US$ 65 milhões. 

Assista nossa entrevista com a protagonista:

Recentemente, a protagonista Jessica Rothe disse ao Coming Soon que ainda tem esperança de retornar à franquia para completar a trilogia.

“Eu adoraria que tivéssemos a oportunidade de completar a trilogia. Eu sei que [o diretor] Christopher Landon tem tudo planejado naquela mente genial, mas eu sei que só faríamos um novo filme se houver uma boa razão para isso. Mas sempre que me perguntam, eu digo que ainda tenho esperanças.”

Rothe disse que toparia reprisar seu papel como Tree Gelbman mesmo se a sequência fosse planejada para daqui a 10 ou 20 anos.

“Eu acho que o filme vai acontecer, porque é apenas uma questão de oportunidade. Se essa oportunidade surgir daqui a cinco, 10 ou 20 anos, eu vou topar. Talvez Tree possa retornar como uma badass de 50 anos igual a Jamie Lee Curtis no novo ‘Halloween‘. Eu amo a Tree e sou muito grata por esse trabalho.”

Vale lembrar que o diretor Christopher Landon confirmou exclusivamente ao CinePOP que gostaria de fazer um novo filme da franquia.

“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.

Assista a entrevista:

Na sequência, a história se repete, mas de forma diferente. Tree se vê na situação onde precisa salvar seus amigos que estão em perigo, e também escapar do looping. Para isso ela vai precisar morrer centenas de vezes até conseguir encontrar a solução e o assassino da vez.

Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.

 

 

 

‘The Resident’ é renovada para a 4ª temporada

A FOX renovou oficialmente a série ‘The Resident‘ para a 4ª temporada.

A terceira temporada registrou uma média de 0.73 na demo, e um total de 4 milhões de espectadores. Os números representam uma queda de 21% em relação ao ciclo anterior.

“Nós tivemos vários contratempos – roteiros que foram escritos e algumas filmagens não usadas. E nós tínhamos que olhar para esse material e pensar em como usá-lo,” afirmou o produtor executivo Todd Harthan sobre a terceira temporada, que não foi finalizada como planejado devido ao surto de coronavírus. “Não estamos dizendo apenas que pegaremos que os próximos três episódios e os encaixaremos na quarta temporada. Há diversas narrativas que permanecerão as mesmas, mas há outras coisas que sofrerão mudanças.”

A série foi criada por Amy Holden JonesHayley SchoreRoshan Sethi.

A trama gira em torno do Dr. Devon Pravesh (Dayal), um jovem médico idealista que começa seu primeiro dia sob a supervisão de um brilhante e austero residente sênior, revelando o lado bom e mau da medicina moderna. As vidas podem ou não ser salvas, mas as expectativas serão sempre destruídas.

Estrelada por Matt Czuchry, Emily VanCamp, Manish Dayal, Jenna Dewan, Shaunette Renée Wilson e Bruce Greenwood.

‘Motherland: Fort Salem’ é renovada para a 2ª temporada

O canal Freefrom renovou oficialmente a série ‘Motherland: Fort Salem‘ para a 2ª temporada.

A primeira temporada registrou uma média de 0.1 na demo, e um total de 312 mil espectadores.

A série foi criada por Eliot Laurence (‘Claws‘).

A trama é ambientada em uma América alternativa em que bruxas encerraram sua perseguição há mais de 300 anos, fechando um acordo com o governo para lutar por seu país. Acompanhamos três jovens desde o treinamento básico em magia de combate até o início. Neste mundo, os papéis tradicionais de gênero e poder são invertidos, com as mulheres mais dominantes na linha de frente lutando contra ameaças terroristas que são familiares ao nosso mundo – mas com táticas e armas sobrenaturais.

O elenco conta com Taylor Hickson, Amalia Holm, Demetria McKinney e Jessica Sutton.

Zack Snyder exibiu sua versão de ‘Liga da Justiça’ para executivos da Warner

Segundo o Heroic Hollywood, parece que o Snyder Cut de ‘Ligada da Justiça‘ será realmente lançado depois de inúmeros rumores e provocações do próprio diretor.

Zack Snyder exibiu sua versão do filme de forma privada para diversos executivos da Warner Bros. Pictures no primeiro trimestre de 2020.

Pelo visto, a recepção foi bastante animadora e o estúdio está planejando lançar a versão em algum momento, mas a exibição nos cinemas parece inviável.

Sendo assim, é possível que o longa seja lançado diretamente na HBO Max, a plataforma de streaming da Warner Media.

Maiores detalhes não foram revelados, então não há previsão de estreia.

Anteriormente, o Cosmic Book News já havia divulgado que o Snyder Cut seria lançado na plataforma em maio, mas acabou sendo adiado por causa do Coronavírus.

Foi dito que a versão ainda não está finalizada e o processo de conclusão dos efeitos visuais estava em andamento, mas a equipe responsável foi liberada para evitar a propagação da doença.

No ano passado, o Snyder já havia dado pistas sobre uma possível estreia, sugerindo que o longa seria adicionado ao catálogo da HBO Max.

Além disso, Jason Momoa, o Aquaman, disse à MTV News que teve a oportunidade de assistir a versão antes do lançamento digital.

“Eu já assisti a versão de Snyder. Acho que só estão decidindo onde lançar, talvez em streaming. Os fãs precisam assistir, porque eu amei. Obviamente, sou grato à Warner e à DC e não sei como eles se sentem sobre essa polêmica, mas como fã, estou muito, muito feliz por ter assistido.”

Ainda não há como comprovar a veracidade da informação, mas esta seria uma excelente estratégia para atrair assinantes para a HBO Max, então faz todo sentido que a companhia queira investir na ideia.

Confira algumas imagens do Snyder Cut:

Criador do ‘Deadpool’ diz que o 3º filme não será lançado em menos de cinco anos

Durante uma entrevista para a io9, Rob Liefeld, criador do ‘Deadpool‘, voltou a falar sobre os planos para um 3º filme do Mercenário Tagarela.

No entanto, o quadrinista permanece descrente sobre o lançamento da sequência pelos próximos cinco anos.

“Até que a estreia esteja agendada, a sequência não será levada a sério. Muitos fãs estão me criticando porque eu disse que ‘Deadpool 3‘ não deve chegar aos cinemas pelos próximos cinco anos… Acreditar que será lançado antes disso é criar expectativas à toa. Da próxima vez, eu vou mentir só para gradar os fãs, se é isso que eles querem ouvir.”

Liefeld disse que tem sido atacado nas redes sociais constantemente por causa de suas respostas amargas.

“Quando respondo as coisas honestamente, eu sou bombardeado com críticas de fãs desesperados. Sabe o que eu aprendi com isso? Que é melhor mentir… Basta dizer às pessoas que o mundo é feito de doces e habitado por unicórnios, porque elas não aceitam a verdade. Só porque eu disse que a Marvel não tem planos de fazer uma sequência, não quer dizer que eles desistiram da franquia. Só não é uma prioridade para eles.”

O artista se refere à entrevista que concedeu ao Inverse, na qual ele disse que Kevin Feige e a Marvel Studios não estão interessados em produzir novos filmes do ‘Deadpool.

“Vamos ser realistas… [Kevin] Feige nunca demonstrou interesse pelo Deadpool. Acontece que as pessoas não querem ouvir isso, mas eu sou realista. Sinto que não há espaço para o Deadpool no MCU.”, disse ele.

Liefeld ainda disse que os fãs precisam se contentar com os filmes já lançados, porque o próximo não chegará tão cedo.

“O Deadpool teve dois filmes brilhantes, mas parece que os fãs não reconhecem porque vivemos em uma cultura que sempre quer mais. O próximo filme vai ser melhor, o próximo, o próximo… É uma febre. As pessoas só precisam se acalmar e perceber que Deadpool 1 e 2 foram lançados num intervalo de dois anos… Foi um presente. Não sei se isso vai acontecer na Marvel.

Vale lembrar que Ryan Reynolds permanece com uma agenda cheia, considerando que, além da comédia ‘Free Guy: Assumindo o Controle’, ele vai estrelar uma nova ação dos produtores de ‘Missão Impossível’‘Top Gun’.

Ainda sem título, o longa está sendo escrito pelo roteirista Jonathan Tropper (‘Banshee‘) e será uma aventura envolvendo viagem no tempo.

Na trama, Reynolds será um homem amargurado que volta no tempo em busca do seu eu de 13 anos de idade, na tentativa de encontrar seu falecido pai para um realizar um misterioso propósito.

Além disso, o astro estará ocupado com a adaptação dos games da franquia ‘Dragon’s Lair‘, além das futuras gravações de ‘Dupla Explosiva 2‘ e dos contratos de merchandising para diversos setores.

Apesar de Reynolds ter confirmado que ‘Deadpool 3‘ já em desenvolvimento pela Marvel Studios, parece que a sequência está longe de sair do papel.

Lembrando que o último filme do Mercenário Tagarela foi lançado em 2018 e arrecadou US$ 785 milhões, a partir de um orçamento de US$ 110 milhões.

Confira nossa crítica:

‘Liga da Justiça’: Fãs estão SURTANDO com o possível lançamento do Snyder Cut

Há algumas semanas, foi revelado que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ seria lançado em maio junto com a estreia da HBO Max, a plataforma de streaming da Warner Media.

No entanto, a ideia foi cancelada após o surto de Coronavírus, que impediu a finalização dos efeitos visuais do longa.

Mesmo assim, o Heroic Hollywood divulgou que os executivos da companhia ainda estão interessados no lançamento da versão do diretor Zack Snyder.

Além disso, o cineasta disse em seu perfil do Vero que fará um grande anúncio amanhã (20). Por conta disso, diversos fãs estão surtando nas redes sociais, ansiosos com a possível estreia do longa.

Confira as reações:

No ano passado, o Snyder já havia dado pistas sobre uma possível estreia, sugerindo que o longa seria adicionado ao catálogo da HBO Max.

Além disso, Jason Momoa, o Aquaman, disse à MTV News que teve a oportunidade de assistir a versão antes do lançamento digital.

“Eu já assisti a versão de Snyder. Acho que só estão decidindo onde lançar, talvez em streaming. Os fãs precisam assistir, porque eu amei. Obviamente, sou grato à Warner e à DC e não sei como eles se sentem sobre essa polêmica, mas como fã, estou muito, muito feliz por ter assistido.”

Ainda não há como comprovar a veracidade da informação, mas esta seria uma excelente estratégia para atrair assinantes para a HBO Max, então faz todo sentido que a companhia queira investir na ideia.

Confira algumas imagens do Snyder Cut:

Fãs estão FURIOSOS com a dublagem de ‘Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips’

Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips‘ foi lançado no Brasil com uma nova dublagem, alterando todos os dubladores por uma equipe que mora em Miami.

Nas redes sociais, os fãs se revoltaram com a dublagem:

Em seu perfil do Twitter, o dublador Guilherme Briggs surpreendeu os fãs ao anunciar que não foi chamado para o elenco de dublagem de ‘Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips’.

Ao longo dos anos, Briggs se tornou a voz oficial do Superman em diversas animações e nos atuais filmes do DCEU.

Além dele, os dubladores tradicionais dos outros personagens também foram modificados, o que está causando uma desagradável sensação entre os fãs.

Até o momento, não foi divulgado o motivo da alteração.

Confira as publicações de Briggs:

A animação foi lançada diretamente em VOD em 05 de maio.

Assista ao trailer:

“Após serem violentamente derrotados por Darkseid e seu exército, os membros da ‘Liga da Justiça‘, ‘Jovens Titãs’ e do ‘Esquadrão Suicida’ precisam se unir para impedir o grande vilão de dominar a Terra e restabelecer a realidade como eles conheciam. Essa é a guerra que dará fim a todas as guerras, e só os vitoriosos poderão viver para aproveitar os espólios.”

Roteirista de ‘Rogue One’ e ‘Star Wars: Rebels’ quer Danny Trejo em ‘O Mandaloriano’

Além de escrever vários episódios da animação ‘Star Wars: Rebels‘, o roteirista Gary Whitta também foi co-autor de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘.

E, durante uma entrevista para o podcast Animal Talking, Whitta disse que adoraria escrever um episódio de ‘O Mandaloriano‘ para introduzir Danny Trejo na série da Disney+.

“Confesso que não tenho nenhuma influência na Lucasfilm, mas se eu tivesse o poder, eu iria escrever um episódio para introduzir Danny Trejo como um caçador de recompensas em ‘O Mandaloriano‘. Qual é? Ele tem o perfil exato para o programa, e acho que os fãs gostariam disso. Vou ligar para [o produtor] Dave Filoni e tentar convencê-lo.”

Whitta também revelou que é um grande fã de Trejo e mal pode esperar para trabalhar com o astro algum dia.

Essa seria um ótima oportunidade para os dois, já que o elenco de ‘O Mandaloriano‘ é composto por diversos veteranos durões, como Carl Weathers e Giancarlo Esposito.

E aí, o que você acha da ideia?

Lembrando que ‘O Mandaloriano‘ já foi renovada para sua 3ª temporada, e a 2ª está prevista para o outono norte-americano (entre setembro e dezembro).

Assista ao trailer da 1ª temporada:

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

Crítica | Estranhos em Casa – Novo Suspense da Netflix é terrivelmente ruim

Em tempos de reclusão social, um filme cujo título é ‘Estranhos em Casa’ poderia causar estranhamento, porém não foi o que aconteceu com a estreia do mês do streaming da Netflix, que se manteve por vários dias entre os mais vistos da plataforma.

O filme franco-belga é baseado numa história real, o que também favorece o crescimento do espectador. Entretanto, o resultado é uma história que tenta se alavancar em temas mais profundos do que sua proposta, e que acaba se desviando para justificativas rasas emoldurada por argumentos risíveis.

No suspenseEstranhos em Casa’ o casal Paul (Adama Niane) e Chloé (Stéphane Caillard) decidiram sair de férias com o filho em um trailer por dois meses e tiveram a brilhante ideia de deixar a babá tomando conta da mansão deles. Para diminuir os possíveis estresses, a babá não só ficou cuidando da casa, como também ganhou uma procuração em seu nome assinada pelos proprietários (porque vai que acontece alguma coisa né?). Só que quando Paul e Chloé voltaram, a babá e seu marido tinham mudado a posse da propriedade da casa e passado tudo para o nome deles, de modo que quando os antigos donos chegaram não só não conseguiram entrar, como também foram retirados do local à força pela polícia.

Tudo isso ocorre nos primeiros cinco minutos de filme, e, a partir daí o roteiro de Olivier Abbou (que também dirigiu o longa) mergulha no universo masculino para justificar a tal história da disputa pela casa. Assim, Paul – que é um pacífico professor universitário de História, nunca fez nada de errado na vida e sempre se esforçou para ser um cara correto e de princípios – irá atravessar uma jornada pessoal de transformação do próprio ego, conectando-se a instintos primitivos, machistas e ultrapassados que, no final, querem apenas provar que para conseguir vencer na vida o sujeito homem tem que ser muito macho e agir como tal, ou, do contrário, será devorado pela sociedade. Ah, e ainda sobra espaço para inserir nesse liquidificador uma pitadinha de racismo (que entra na história só para ser mencionado, porque o argumento não tem nada a ver com isso).

Com um protagonista-espectador da própria vida, o roteiro de Olivier Abbou se perde em muitos aspectos, assim com sua direção, que opta por um passeio de câmera por ângulos esquisitos, cenas que em nada acrescentam ao filme e um elenco que não possui nenhuma química. Nem mesmo a parte do terror, no terceiro ato, se salva, com atitudes injustificáveis que faz o espectador perder a paciência.

Estranhos em Casa’ é um filme baseado numa história real que, isoladamente, é mesmo muito bizarra, mas que não funcionou em formato de longa-metragem.