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‘You Ain’t Got These’: Série documental do Quibi ganha trailer oficial; Confira!

O serviço de streaming Quibi divulgou o trailer oficial de ‘You Ain’t Got These’, nova série documental produzida por Lena Waithe.

Confira:

A produção explora a cultura dos tênis nos dias atuais e traz como temáticas como raça, política, classe, gênero, criatividade, comércio, vício e expressão – tudo relatado através dos olhos de personagens que definem uma subcultura a ponto de invadir o mainstream.

Os episódios trazem participações especiais de Carmelo AnthonyBillie Jean KingHasan MinhajCandance ParkerQuestloveNasJazerai Allen-LordKerby Jean-RaymondMike EppsJemele HillJosh Luber e Eric Koston.

‘You Ain’t Got These’ estreia em abril de 2020.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ganha INCRÍVEL cartaz de fã; Confira!

A aguardada sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ não chegará aos cinemas por hora, mas um habilidoso fã desenvolveu um incrível cartaz, que reúne o grupo de heróis, ao Thor.

O material segue a mesma vertente artística dos filmes anteriores da franquia e o resultado é realmente impressionante.

Confira:

Vale lembrar que recentemente o astro Chris Pratt sugeriu que o Deus do Trovão faria parte da sequência:

“QUEM TE DISSE QUE O THOR NÃO ESTARÁ EM GUARDIÕES 3? NÓS NEM COMEÇAMOS A FILMAR AINDA. NÃO SABEMOS. NÃO HÁ UMA RESPOSTA DEFINITIVA SOBRE ISSO. TEREMOS QUE ESPERAR PARA VER”, AFIRMOU.

Em uma entrevista ao podcast da Empire Magazine, os roteiristas Christopher Markus e Stephen McFeely, de ‘Vingadores: Ultimato’, também disseram que não têm ideia de Thor (Chris Hemsworth) irá aparecer no terceiro filme da franquia Guardiões da Galáxia.

A notícia, ainda que não tenha sido confirmada, contraria ou ao menos dá um salto temporal quando à conclusão do Deus do Trovão em ‘Ultimato’. Afinal, para aqueles que não se lembram, Thor abdicou de seu papel como governante de Asgard, entregando o posto para Valquíria (Tessa Thompson) e mergulhando na imensidão do espaço ao lado de Peter Quill (Chris Pratt) e sua trupe.

Segundo reportagens recentes, é possível que Guardiões da Galáxia Vol. 3’ tenha a estreia do vilão Adam Warlock no MCU e que o personagem será interpretado por Zac Efron.

Porém, outros boatos indicam que Mark Hamill (franquia Star Wars) pode dar vida ao misterioso criador de Rocket Raccoon (Bradley Cooper) – e mais: pode inclusive ser o principal antagonista do filme, seguindo os passos de Ego (Kurt Russell), planeta-pai de Peter Quill (Chris Pratt).

As filmagens de Guardiões da Galáxia Vol. 3’ começam apenas em fevereiro de 2021. 

 

‘Loki’ irá lidar com a luta do protagonista com sua própria identidade, diz showrunner

Em uma recente entrevista ao Forever Dogs Podcast, o showrunner de LokiMichael Waldron fez algumas revelações sobre o que os fãs podem esperar do arco narrativo do protagonista titular na nova série do Disney+.

“Será sua luta com a identidade, com quem você é, quem você quer ser. Sou atraído por personagens que lutam por controle. Certamente é possível ver que Loki, nos primeiros dez anos de filme, está fora de controle em partes pivotais de sua vida, foi adotado e manifesta isso através de raiva e desprezo em relação à sua família”.

Tom Hiddleston retorna como o protagonista. O elenco também traz nomes como Owen Wilson, Gugu Mbatha-Raw, Sophia Di Martino, Wunmi MosakuRichard E. Grant. Rumores indicam que Finn Wolfhard (Stranger Things) pode viver o jovem Loki na produção.

Lembrando queLoki‘ tem previsão de estreia para o outono de 2021

Assista ao teaser:

A trama dirigida por Kate Herron irá acompanhar as aventuras do Loki em 2012.

Ele ainda estará procurando vingança por seu relacionamento com o pai, que priorizava o irmão Thor, e irá modificar todos os eventos que vimos nos filmes, causando um grande estrago em sua jornada e criando uma linha temporal sombria e obscura.

Hiddleston revelou seu entusiasmo em viver novas aventuras como o amado anti-herói e explorar suas várias faces na série.

“É uma constante fonte de surpresa e prazer que esses filmes estejam conectados com as pessoas. Eu sabia que ele [Loki] era uma figura complexa. Inteligente e espirituoso, mas vulnerável, irritado, perdido e quebrado. Eu pensei que era uma oportunidade incrível em amadurecer ao longo dos filmes.”

‘Enquanto Estivermos Juntos’: Romance com KJ Apa ganha novo cartaz incrível; Confira!

A Lionsgate divulgou um novo pôster da cinebiografia ‘Enquanto Estivermos Juntos‘, anunciando que o romance já está disponível para ser alugado online.

Confira:

O filme é comandado pelos Irmãos Erwin, com roteiro assinado por Jon Erwin e Jon Gunn.

A HISTÓRIA REAL DA VIDA DE JEREMY CAMP, ESTRELA DA MÚSICA CRISTÃ, EM SUA JORNADA DE AMOR E PERDA QUE PARECE PROVAR QUE HÁ SEMPRE ESPERANÇA.

O elenco inclui KJ Apa, Britt Robertson, Shania Twain, Melissa Roxburgh e Gary Sinise.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril.

‘Brooklyn Nine-Nine’: J.K. Simmons é o melhor detetive do mundo em cena do episódio especial; Assista!

A 7ª temporada da comédia ‘Brooklyn Nine-Nine‘ vai contar com a participação especial do vencedor do Oscar J. K. Simmons.

E o episódio em questão foi exibido na última quinta-feira (26) e trouxe o veterano interpretando o Detetive Dillman, antigo colega de trabalho do Capitão Holt (Andre Braugher) na Polícia de Nova York.

Dillman aparece na narrativa após uma pegadinha feita na corporação ter saído pela culatra, colocando todos em uma grande enrascada. Para resolver o problema, Holt vai ter que contar com a ajuda do seu antigo amigo policial.

Uma cena do capítulo especial foi divulgada.

Confira:

 

Criada por Daniel J. Goor e Michael Schur, a série havia sido cancelada pela FOX, mas foi resgatada pela NBC.

Jake Peralta é o talentoso e despreocupado detetive do 99º distrito do Brooklyn que, junto ao seu grupo eclético de colegas, lidava com um capitão relaxado no escritório. Tudo muda quando o novo e cronicamente tenso capitão Ray Holt chega à delegacia disposto a fazer com que esse grupo disfuncional de detetives se torne o que há de melhor no Brooklyn.

O elenco inclui Andy Samberg, Andre Braugher, Stephanie Beatriz, Terry Crews, Melissa Fumero, Joe Lo Truglio, Chelsea Peretti, Dirk Blocker e Joel McKinnon Miller.

‘Respect’: Cinebiografia de Aretha Franklin é adiada para dezembro

MGM anunciou que a cinebiografia Respect, que traz Jennifer Hudson como a lendária rainha do soul Aretha Franklin, teve sua estreia adiada em dois meses.

O estúdio resolveu mudar a data de lançamento para permitir que o longa tivesse uma chance melhor no circuito de premiações. Anteriormente programado para outubro, a biopic agora chega às telonas em 25 de dezembro de 2020.

Assista ao primeiro teaser:

Kimberly Scott dará vida à Mama Franklin na produção. O elenco ainda conta com Forest WhitakerMary J. BligeMarlon Wayans.

A trama vai acompanhar a trajetória de Aretha desde sua infância, quando ainda cantava no coro da igreja de seu pai, até ascender ao estrelato com canções como “I Say a Little Prayer” e ‘A Natural Woman”. O título da cinebiografia é uma referência direta a uma de suas principais canções, “Respect”, lançada em 1965.

O longa é dirigido por Liesl Tommy (‘The Walking Dead‘), a partir de um roteiro escrito por Callie Khouri (‘Thelma & Louise‘).

‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’: Assista aos créditos de abertura da nova série do Hulu!

O Hulu divulgou os créditos de abertura oficiais de seu mais novo e viciante drama, ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’ (Little Fires Everywhere).

Confira:

Washington estrela o show ao lado de Witherspoon. A série também conta com Leslie BibbAlyson HanniganAnika Noni Rose.

Pequenos Incêndios por Toda Parte‘ é a adaptação homônima do livro escrito por Celeste Ng, que conta a história de um incêndio e os fatos que sucedem a controversa adoção de uma criança com descendência chinesa, no subúrbio de Ohio.

Liz Tigelaar entra como showrunner.

A série estreia no dia 18 de março.

‘Uma Família da Pesada’ ganha curta metragem sobre o coronavírus; Assista!

Para ajudar os fãs a lidarem com o delicado momento de reclusão social, o artista e ator Seth MacFarlane desenhou um curta metragem da sua série animada ‘Uma Família da Pesada‘.

O curta, de quase cinco minutos de duração, traz Stewie e Brian conversando sobre o coronavírus.

Assista:

 

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Uma publicação compartilhada por Seth MacFarlane (@macfarlaneseth) em


Uma Família da Pesada‘ mostra o conturbado cotidiano dos Griffins. Peter e Lois são pais da mimada adolescente Meg; do preguiçoso Chris, de 13 anos e do caçula Stewie, uma criança diabólica. Eles ainda têm o falante cão Brian, o mais inteligente do grupo.

 

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Novo vídeo traz detalhes da produção; Assista!

O spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels’, da emissora Showtime, começou sua jornada na última quinta-feira (26) e a série ganhou um novo vídeo dos bastidores.

O material traz detalhes sobre a nova jornada de ‘Penny Dreadful, por meio de entrevistas com o elenco e com os produtores, além de destacar algumas cenas inéditas da série.

Assista:

O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.

O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Rory KinnearNatalie Dormer, Nathan LaneDaniel ZovattoKerry Bishé, Adriana BarrazaJessica Garza, Johnathan Nieves, Lorenza Izzo, Amy Madigan, Piper Perabo Brent Spiner.

A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

‘Penny Dreadful: City of Angels’: Natalie Dormer é destaque em novo e belo cartaz

O spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels’, da emissora Showtime, ganhou um novo e belo cartaz, que traz a atriz Natalie Dormer em destaque.

Confira:

A produção estreou no dia 26 de abril.

O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.

O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.

O elenco conta com Rory KinnearNatalie Dormer, Nathan LaneDaniel ZovattoKerry Bishé, Adriana BarrazaJessica Garza, Johnathan Nieves, Lorenza Izzo, Amy Madigan, Piper Perabo Brent Spiner.

A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

‘Grey’s Anatomy’: Richard Webber precisa ser salvo na promo do episódio 16×20; Assista!

A nova temporada de ‘Grey’s Anatomy‘ está cheia de fortes emoções e o médico Richard Webber está em uma situação delicada, precisando ser salvo pelos seus próprios colegas de trabalho, conforme pontua a emocionante promo do episódio 16×20.

Assista:

Lembrando que a 16ª temporada continua em exibição no Brasil pelo canal Sony.

Assista ao trailer:

Criada por Shonda Rhimes, a série recentemente conquistou o título de drama médico mais duradouro da história da televisão, superando ‘Plantão Médico‘.

A trama segue a história de residentes, bolsistas e assistentes cirúrgicos, enquanto experimentam as dificuldades das carreiras competitivas que escolheram no Grey Sloan Memorial Hospital.

O elenco conta com Ellen Pompeo, Justin Chambers, Chandra Wilson, James Pickens Jr., Kevin McKidd, Caterina Scorsone, Camilla Luddington, Kelly McCreary, Giacomo Gianniotti e Kim Raver.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 17ª temporada.

Crítica de Álbum | ‘Future Nostalgia’ é um álbum impecável e viciante do começo ao fim

Em dezembro do ano passado, Dua Lipa cedeu uma breve entrevista ao Metro para falar um pouco sobre seu novo álbum de estúdio, Future Nostalgia. O novo e aguardado CD, que já estava precedido por singles oficiais que resgatavam a sonoridade chiclete e estonteante da década de 1980, pavimentavam um caminho glorioso que se afastaria do trap minimalista majoritário dos anos anteriores e resgataria uma dançante ode às discotecas e às lendas que surgiram ou se consolidaram na época em questão. Segundo ela, a ideia era sair da zona de conforto – e, sem perceber, ela adentrou um conhecido cenário do qual não sabíamos que precisávamos até então. E o resultado final, como já era de se esperar ao longo de quatro canções promocionais, não poderia ser menos que irretocável.

A performer havia mostrado seu apreço pelo synth e pelo electro-pop ainda em 2017 com o lançamento de seu álbum homônimo; agora, mergulhando de cabeça em escopos mais maduros e mercadológicos ao mesmo tempo, ela voltou aos holofotes de modo categórico, sem deixar de lado o charme pelo qual os fãs se apaixonaram algum tempo atrás. Não é surpresa que ela tenha trazido certos elementos de seu début na indústria fonográfica para modificá-los em breves e envolventes pérolas, vibrantes com energia e com poderosas letras que nos arremessam de volta ao passado e contemplam basicamente todos os artistas mainstream que podemos pensar. Logo de cara, temos o hino de independência que carrega o título da obra e que apresenta o que podemos esperar das outras faixas – como a impecável e gradativa “Don’t Start Now”, que volta-se para o baixo e para os sintetizadores com amor irrefutável.

Dua Lipa prova que veio para ficar – e que está pronta para fazer parte das A-Lists da esfera musical. Ao longo de onze canções unidas em um mesmo pano de fundo e convergindo para uma homenagem aplaudível àquilo que a inspira desde sempre, a cantora representa uma urgência coletiva, um pastiche cultural que é canalizado sem qualquer presunção (e era de se esperar que alguém recuperasse a união de vários segmentos, visto que há tempos não víamos isso com tanta expressividade no panorama geral). “Cool”, por exemplo, exala as repetições clássicas de bandas como Pearl Jam e mostra como alinhar os acordes retumbantes da bateria eletrônica e os bruscos cortes antes de voltar ao seu escopo onírico; “Physical” faz uma impactante e sexy declaração de amor a Olivia Newton-John e nos convida para dançar como se não houvesse amanhã; e “Break My Heart”, último single divulgado, deixaria Diana Ross muito orgulhosa.

Nota-se, da mesma forma, uma sabedoria interessante que se alastra para os mínimos detalhes das composições, guiadas e produzidas por um brilhante time que inclui Stuart Price e Andrew Watt. “Levitating”, escondida no miolo do CD, alastra referências para Earth, Wind & Fire e para Bee Gees quando opta pelas múltiplas camadas vocais, ao passo que inclina-se para os primórdios do R&B quando cria bridges inesperadas e quando deixa a guitarra tomar conta dessa mixórdia instrumental. “Hallucinate”, uma das melhores tracks das últimas décadas, permite que Price atue com força descomunal e faça menções a Aphrodite e ‘Confessions on the Dancefloor’ sem deixar que a identidade radiante (e pautada nos roucos autotunes) seja varrida para debaixo do tapete.

Mesmo iterações familiares encontram espaço o suficiente para cintilar, como é o caso da arquitetura midtempo de “Pretty Please”, longinquamente nos lembrando de Prince e, num período mais recente, de Janelle Monáe. Já Chelcee Grimes empresta sua incrível habilidade como compositora em “Love Again”, mais um obra-prima que busca inspiração em nomes como Donna Summer e Roberta Kelly, aproveitando os agudos violinos para mostrar seu respeito para os anos 1970 e abrir as portas para um onírico e narcótico night club movido a disco e ao classicismo dos embalos de sábado à noite. E, para citar um jornalista que também se propôs a escrever uma crítica do álbum, a performer está no volante e sabe exatamente aonde quer ir e qual seu destino – conseguindo cumprir tudo o que promete e mais.

A tecedura e a potência vocais de Dua Lipa são conhecidas desde seu estrondoso aparecimento no centro do palco; todavia, ela se rende a um novo nível que parece simples e invejavelmente natural, consolidando-se com a fluidez de “Good In Bed”, uma faixa nascida do cruzamento entre a arte de Lizzo e de Amy Winehouse, com batidas provocantes e cativantes que a princípio parecem alheias ao conceito apresentado nas investidas anteriores, mas que também encontra seu lugar. O deslize se concentra com exclusividade em “Boys Will Be Boys”, cuja base fabulesca e orquestral é ironicamente atual demais (em outras palavras, a canção funcionaria melhor em outro espectro, talvez até mesmo sozinha).

Future Nostalgia é um majestoso e raro álbum em que nenhuma peça fonográfica está abaixo da média. A jovem artista superou a si mesma e às nossas expectativas, mesmo nos preparando há vários meses para o que viria. É gratificante e emocionante ver o pop voltando ao seu age – ainda que, para isso, resgate um passado não muito distante.

Nota por faixa:

  • Future Nostalgia – 4,5/5
  • Don’t Start Now – 5/5
  • Cool – 4,5/5
  • Physical – 5/5
  • Levitating – 5/5
  • Pretty Please – 4/5
  • Hallucinate – 5/5
  • Love Again – 5/5
  • Break My Heart – 5/5
  • Good in Bed – 4/5
  • Boys Will Be Boys – 3/5

‘The Wretched’: Espírito maligno atormenta pessoas no novo trailer do terror; Confira!

O terror ‘The Wretched‘ ganhou um novo trailer oficial, divulgado pelo Collider.

Confira:

Dirigido pelos irmãos Brett Pierce e Drew Pierce, o filme é descrito como “um novo conceito em bruxaria, com novos elementos e imaginativos efeitos práticos”.

A trama segue um adolescente que percebe que sua vizinha é um pesadelo infernal que não envelhece e que ameaça a existência de todos com quem ele se importa.

O elenco conta com John-Paul HowardPiper CurdaAzie Tesfai e Kevin Bigley.

‘O Poço’: Diretor explica o conceito do polêmico filme; Confira!

Em entrevista ao iHorror, o diretor Galder Gaztelu-Urrutia explicou sobre as metáforas e simbolismos no filme ‘O Poço‘ (The Plataform), que estreou recentemente na Netflix.

“O roteiro foi originalmente escrito para ser uma peça de teatro, que, no final das contas, nunca aconteceu. Quando eu li o roteiro, eu percebi que havia um grande potencial. Também sabia que o roteiro precisava de muitas alterações para transformá-lo em um filme, mas havia uma boa base para se trabalhar.Você consegue ver as metáforas e a simbologia do filme ao ler o roteiro, então sabia que o conceito era muito bom.”

Sobre o simbolismo do filme, o diretor afirma: “Se você assiste ao filme, percebe que existem vários níveis; existem pessoas ricas nos níveis superiores e pobres nos níveis inferiores. A metáfora é sobre essas diferentes classes sociais, norte e sul. Também há outro nível de simbologia: se você assistir ao filme novamente, descobrirá mais sobre ele. O filme não é sobre mudar o mundo, mas de entender e colocar o espectador em um dos níveis e ver como eles se comportariam dependendo do nível em que estão. As pessoas são muito parecidas entre si. É muito importante onde você nasceu – em que país e qual família -, mas somos todos muito parecidos. Então, o filme está colocando o espectador na situação para enfrentar os limites de sua própria solidariedade. É fácil ter solidariedade se você estiver no nível 6; se você tem muito, pode desistir de parte disso. Mas você será solidário se não tiver o suficiente para si mesmo? Essa é a questão.”

Atendendo a pedidos, decidimos explicar o final em vídeo e em texto:

O que a criança representa exatamente?

O filme é repleto de metáforas bíblicas, políticas e sociais. Através de uma metáfora, a trama explica que há comida e recursos mais do que suficientes para todos, mas o consumo excessivo daqueles em uma “posição melhor” inevitavelmente leva à desigualdade, que consequentemente leva à fome e à morte.

Se as pessoas que estão a cima realmente pensassem nos que estão abaixo, todos se alimentariam. Mas a ganância e o egoísmo não permitem que isso aconteça.

O filme traça um paralelo à armadilha que a sociedade lançou sobre si mesma, mas a solução não é simples. Apesar da mensagem poder chegar a todos.

Goreng e Baharat decidem mostrar que o sistema é falho enviando uma mensagem para seus criados. Eles tentam levar um dos pratos, uma pana cota, intacta até o final do poço: mostrando que eles não conseguiram corromper o espírito humano. Quando eles chegam ao final do poço, descobrem a verdadeira mensagem que está escondida no nível 333, um lugar aonde ninguém sobreviveu ou pode acessar.

A filha de Miharu realmente existe e está sã e salva lá. Miharu subia e descia todos os dias o poço, mas não estava à procura de sua filha. Na verdade, ela estava descendo todo dia ao nível mais baixo para levar um prato de comida para a criança, a mantendo segura em um nível que ninguém tem acesso. Como a criança chegou lá não é revelado, afinal, menores de 16 anos não são permitidos no Poço. Miharu podia levar algo com ela, teria sido a filha? Fica a dúvida.

A garotinha representa a esperança. Ela é a mensagem, e Goreng – que várias vezes é chamado de Messias – é o Mensageiro. Fica bem clara a alusão a Jesus e a Bíblia. Assim como Jesus, Goreng é o mensageiro incubado da salvação.

A criança ainda não foi corrompida pelo sistema, ao contrário de Goreng. Ele não é mais o mesmo depois de ter presenciado todos os horrores do poço, ele foi corrompido. Já a menina representa o espírito humano, ininterrupto, apesar da influência avassaladora e desumanizante do sistema.

No final, Goreng não pode subir com ela, e decide se sacrificar para provar ao sistema e às outras pessoas que EXISTE esperança, e que o sistema está QUEBRADO. Metaforicamente falando, a garota é o futuro, e provavelmente a única esperança que a humanidade ainda tem.

A menina é ao mesmo tempo um símbolo da resiliência da humanidade e uma indicação de que a mudança só pode vir da juventude.

E você, o que entendeu do final?

Confira a explicação em vídeo:

Crítica | O Poço – Netflix entrega seu filme mais angustiante e impactante

Na trama, parte da população tenta se hospedar em uma prisão subterrânea para ganhar posições sociais, mas é preciso descer aos níveis mais profundos do poço para sair vencedor da disputa.

Tentando quebrar o sistema, um prisioneiro vai fazer de tudo para descobrir os segredos de cada nível da prisão e ajudar uma jovem a dar uma vida digna para o seu filho.

Lançado nos cinemas espanhóis em 2019, o longa foi bastante elogiado pelo público e pelos críticos, alcançando 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O suspense é dirigido por Galder Gaztelu-Urrutia e o elenco conta com Iván MassaguéAntonia San JuanZorion EguileorAlexandra MasangkayEmilio Buale.

Dentro de um sistema prisional vertical, os detentos são destinados a um andar em específico e forçado a racionar comida de uma plataforma que se move pelos diferentes níveis. O filme é uma alegoria social sobre a raça humana em seu momento de maior desespero: a fome.

Crítica | Dua Lipa entrega uma das melhores músicas do ano com “Break My Heart”

Dua Lipa começou seu ascendente sucesso ainda em 2017 com o dançante pop “New Rules”, entregando pouco depois um competente álbum homônimo que a colocava nos holofotes como uma das próximas grandes artistas do gênero.

Mas não seria até o final do ano passado que a cantora e compositora encontraria sua verdadeira voz: o lançamento de “Don’t Start Now” faria o mundo retornar para os anos 1970 e 1980, recordando das pistas de danças das clássicas discotecas com a sólida e ao mesmo tempo original e dançante canção – nos deixando animados para seu próximo CD, intitulado Future Nostalgia.

E, sem sombra de dúvida, os últimos meses parecem ter sido um presente de Dua Lipa para seus fãs e para si mesma. Sua borbulhante e ácida personalidade casou perfeitamente com iterações como a dissonante Future Nostalgia, a saudosista “Physical” e, no dia de hoje (26), uma das melhores produções do ano: “Break My Heart”.

Logo no começo, a performer opta por seus vocais mais graves, oscilando à medida que o minimalista synth-pop transforma-se numa onírica balada antes de um incrível dropbeat que deixaria Diana RossGloria Gaynor extremamente orgulhosas. Envolta pelas notas agudas dos violinos e pela retumbante bateria, ela nos apresenta uma divertida história de amor ambientada num videoclipe irretocável, cuja direção de arte oscila entre o kitsch e o camp sem perder a mão de sutilezas coloridas, vibrantes – e bastante narcóticas.

Mais do que isso, é incrível o modo como Dua Lipa brinca com rendições teatrais, por vezes abraçando a linearidade, por vezes ousando um crescendo que entra em deliciosa divergência com o instrumental – o que mostra que sua maturação artística não poderia ter vindo em melhor hora (e em melhor forma).

6 Motivos para assistir a nova série da Netflix, ‘Não Provoque’

A mais nova série original da Netflix, intitulada Não Provoque, tem – gradativamente – chamado a atenção dos assinantes da plataforma de streaming. Configurando no Top 10 de títulos mais vistos no serviço, a produção explora o universo de líderes de torcida, trazendo uma abordagem mais sagaz, dramática e recheada por um suspense que conquista o público a cada novo capítulo.

Desenvolvida originalmente pela emissora norte-americana USA, a produção ainda conta com um elenco de atrizes jovens com muito potencial, liderado por Willa Willa Fitzgerald (Scream), que ao lado da novata Marlo Kelly, fazem da produção com atmosfera teen, um verdadeiro espetáculo do subgênero coming of age.

Explorando essa fase de transformações físicas e hormonais, Não Provoque é uma bela surpresa adquirida pela Netflix. E se você ainda não tem certeza se a série de thriller vale o seu tempo, a atriz Marlo Kelly te dá seis motivos para te fazer para tudo e se hipnotizar nessa narrativa cercada por muito mistério.

Confira a entrevista EXCLUSIVA feita pela nossa jornalista Rafa Gomes!

Personagens complexas 

Não Provoque vai na contramão do seu próprio subgênero, indo além da típica superficialidade muitas vezes tratada no universo de líderes de torcida, conforme pontuou Marlo:

“As personagens são bem complexas e Eu creio que é isso que faz com que o trabalho da Megan Abbott (autora do livro no qual a série é baseada) seja tão universal. Independente do contexto, sexo ou época, todas as suas personagens e relacionamentos são incrivelmente muito facetados e dolorosamente humanos.

e A primeira coisa que me chamou a atenção foi a oportunidade de ser desafiada por um personagem tão multifacetada e mercurial como a Beth. A antítese de perfeição loira, cabeça de vento e líder de torcida historicamente estereotipada reduz mulheres jovens, particularmente líderes de torcida, para baixo. Em vez disso, ela é egoísta, bagunçada, insensível, ferozmente inteligente, sincera e destemida, todas as coisas que dizemos para nossas meninas não serem”.

Trama intrigante

A construção narrativa de Não Provoque faz com que uma crescente atmosfera de suspense seja apresentada para a audiência a cada novo episódio, mantendo a atenção do público e sempre gerando questionamentos quanto ao caráter de seus personagens. Para a atriz Marlo Kelly, essa combinação foi exatamente o que cativou sua atenção para a produção:

“É emocionante fazer parte de uma série em que todos os personagens, seus motivos e relacionamentos estão sob suspeita, o que significa que o público nunca pode dizer quem é o vilão, quem é a vítima ou ambos. Então, tudo isso, combinado com a bizarra guerra pelo poder/triângulo amoroso entre Colette, Addy e Beth, me conquistou e sei que vai conquistar também o público”

Equilíbrio entre vários gêneros

A nova série une vários gêneros em uma única trama, fazendo com que a experiência seja ainda mais ampla, levando o público a uma jornada emocional intrigante – capaz de alcançar os mais diversos gostos, conforme salienta Marlo Kelly:

“A série é um pastiche de vários gêneros atraentes: Um mistério sedutor com assassinato, um drama esportivo em ritmo acelerado, um suspense psicológico e uma história de amor, tudo ao mesmo tempo que perscruta as vidas de uma pequena cidades da América. Eu acho que tem algo que pode agradar a todos!”

Abuso sexual e ansiedade crônica tratados com precisão

Não Provoque não tem medo de tratar sobre assuntos tão complexos no âmbito juvenil. Explorando circunstâncias delicadas como alienação parental, síndrome do pânico, abuso sexual e ansiedade crônica, a série ainda revela camadas diversas em suas próprias personagens, fazendo com que a percepção da audiência em relação a elas seja mutável constantemente.

“Eu me pressiono bastante para representar essas experiências da maneira mais verdadeira e honesta possível, o que significa muito para mim. Eu adoraria ter uma segunda temporada para continuar explorando todas essas camadas e as consequências de tudo o que Beth sofreu. Os roteiristas da série são tão brilhantes que tenho certeza de que, se tivermos a sorte de conseguir uma segunda temporada, eles continuarão a enfrentar esses enredos difíceis com graça e respeito”.

Background teen, temática adulta

Trazendo como pano de fundo o pequeno mundo das líderes de torcida, a série da Netflix chega bem próxima do mesmo nível de qualidade da aclamada Euforia, da HBO. E para atriz, essa abordagem mais adulta do meio adolescente representa um novo momento na produção televisiva:

“Acho que houve uma mudança no mercado nos últimos anos em direção à histórias que não zombem dos adolescentes, mas que comemorem suas complexidades. Há um desejo cultural de narrativas com protagonistas imperfeitos; adolescentes modernos no comando de tramas que não sejam condescendentes e não julguem seu público. Tenho muito orgulho de podermos fazer parte disso e ajudar nessa mudança”.

Uma segunda temporada promissora

Não Provoque ainda não teve sua segunda temporada confirmada, mas caso ela seja anunciada, o público pode esperar uma continuação que genuinamente deve honrar o material fonte, que é o livro homônimo de Megan Abott.

De acordo com a atriz, o primeiro ciclo compreende apenas metade da obra original, o que garante que a temporada seguinte não fugirá da ideia proposta pela autora:

“A primeira temporada engloba apenas metade do livro, o que significa que uma segunda temporada nos dará a oportunidade de terminar a história e juntas todas as pontas soltas do final do primeiro ciclo. Então, dedos cruzados!”

Confira o trailer:

O show é baseado no romance homônimo de Megan Abbott, que também entra como produtora executiva e roteirista.

A história mergulha no feroz mundo escolar das competições de líderes de torcida e gira em torno do relacionamento entre duas melhores amigas depois que uma nova treinadora chega ao colégio e deseja levar seu time à proeminência. Enquanto sua amizade é posta à prova, suas vidas mudam quando um crime chocante abala a pequena cidade em que moram.

Herizen GuardiolaMarlo KellyWilla FitzgeraldPaul FitzgeraldZach RoerigRob HeapsAlison ThorntonAmanda Brugel fazem parte do elenco.

Primeiras Impressões | ‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’ é o novo vício do Hulu

Reese Witherspoon e Kerry Washington são dois nomes da indústria do entretenimento que despontaram nos holofotes nas últimas décadas por encarnarem personagens memoráveis e pavimentarem um caminho sólido o bastante para caírem nas graças do público e mostrarem sua versatilidade performática. Witherspoon, outrora restrita a comédias como Legalmente Loira e E se Fosse Verdade, levou para casa o Oscar por Johnny & June e rendeu-se a papéis aplaudíveis em Big Little Lies, Livre e The Morning Show; Washington, por sua vez, fez uma breve aparição em Quarteto Fantástico para depois estrelar o aclamado drama Scandal, além de ter atuado em Django Livre, American Son e ‘Confirmation’. E, agora, duas forças descomunais se unem para o novo vício do Hulu, intitulado Pequenos Incêndios por Toda Parte.

Baseado no romance homônimo de Celeste Ng, a história gira em torno de duas protagonistas: uma delas é a socialite Elena Richardson (Witherspoon) que acaba cruzando com uma misteriosa mãe solteira e artista chamada Mia Warren (Washington) – dando início a um confronto de identidades que beira a explosão logo nos primeiros episódios. À medida que a narrativa vai se desenrolando, a plataforma de streaming prova que escolheu a dedo um dos melhores suspenses dramáticos dos últimos anos, entregando ao público três capítulos de uma saga enervante e narcótica por praticamente todos os motivos certos que ousa nos mostrar (desde seu elenco de ponta até sua competente e bem estruturada direção).

De fato, os grandes méritos são canalizados para o roteiro e para os personagens trazidos às telinhas. Mais do que isso, fica claro que o time criativo da produção mergulha de cabeça nos grandes manuais televisivos, arquitetando uma jornada palpável, apesar de formulaica; logo, o piloto é destinado a nos apresentar às personas que habitam a pequena e regrada cidade de Shaker Heights, Ohio, fazendo questão de mostrar suas gritantes diferenças. De um lado, Elena é uma poderosa e centrada mulher extremamente controladora que não aceita ser desafiada e sente que seu mundo irá desmoronar quando confrontada por um obstáculo intransponível – como a delineação rebelde de sua filha mais nova, Izzy (Megan Stott). Witherspoon até mesmo busca elementos explorados com Madeleine ou Bradley, mas aproveita para acrescentar alguns elementos interessantes que a transformam numa “descontruída” figura com complexo de cavaleiro branco.

O conflito principal emerge quando ela é colocada lado a lado com a impetuosa Mia, que é vista por Elena morando um carro com a filha, Pearl (Lexi Underwood). Entretanto, no momento em que partem para encontrar uma casa temporária nos arredores, são atendidas pela socialite (que é a dona da propriedade) e então começam a desenvolver um conturbado relacionamento que gradativamente se distorce em uma complexa inimizade. Afinal, fica claro que Mia não deseja caridade ou ajuda de pessoas que não conhece, ainda mais devido ao não revelado trauma que sofreu no passado; a necessidade de se autoafirmar como uma trabalhadora autônoma está relacionada com sua raça e as dificuldade que enfrenta até hoje, recusando-se a se tornar uma boneca ou num projeto social de pura egolatria. O problema é quando sua personalidade insiste em transmitir as frustrações para Pearl, cultivando na jovem um barril de pólvora em longo prazo.

Entre seus arcos pessoais, há um panorama infundido com mistério que circundam as pessoas e que culminam num incêndio criminoso que acomete o casarão de Elena. A princípio, somos levados a acreditar que Mia tem alguma coisa a ver com isso, mas o roteiro abre diversos caminhos que revelam um pequeno elemento comum a quem convive com a personagem de Witherspoon: cada um nutre de um ressentimento, por mais mínimo que seja, com a disciplina excessiva, com a capacidade irrevogável de influência que os transforma em marionetes contra a própria vontade – e, de alguma forma, não conseguem sair de suas condições. Na mesma medida, Elena não percebe que faz isso (o que explica seu malogro ilusório quando as coisas não saem como o planejado).

A showrunner Liz Tigelaar não se preocupou apenas com o enredo construído; na verdade, participando como uma das produtoras executivas, ela trouxe seu respaldo televisivo (visto em obras como Once Upon a Time e Nashville) e realizou homenagens para lendas da esfera audiovisual, acenando para nomes como Jean-Marc Vallée  no tocante à desfiguração cênica e à montagem quase cubista – é notável, inclusive, como os diretores ousam se afastar do novelismo seriado presente com tanta força em dramas. Mesmo assim, Tigelaar opta por jogar, em grande parte, na zona de conforto, arriscando em outros espectros como a necessária temática racial, sexual e de gênero que inclusive ganha mais densidade quando em comparação ao livro original.

‘Pequenos Incêndios por Todo Lugar’ tem um glorioso início que arranca algumas das melhores atuações de seu elenco, não se esquecendo de garantir que todos tenham seu momento. Mesmo num ritmo menos acelerado e mais intimista, é imprescindível que as nuances reverberem mais cautela para que encontrem a aguardada catarse no momento certo.

Cinemas dos EUA podem ter entradas gratuitas após a crise do Coronavírus

Diversas redes de cinema dos EUA já estão planejando a reabertura após a crise do Coronavírus, e algumas pretendem distribuir ingressos gratuitos para incentivar o retorno do público.

De acordo com o Movie Web, a ideia partiu de Patrick Corcoran, porta-voz da Associação Nacional de Proprietários de Cinemas.

“Estamos cogitando essa ideia porque é uma ótima maneira de atrair o público. Pensamos em exibir gratuitamente filmes que já foram lançados, até que novos títulos sejam liberados pelos estúdios, então voltaremos a cobrar pelos ingressos. Tudo depende de um acordo com as distribuidoras parceiras.”

Corocoran parece confiante do resultado e disse que os cinemas dos EUA devem seguir o modelo adotado pela China para recuperar a economia.

“Diversos cinemas da China foram reabertos e estão exibindo filmes antigos, estamos monitorando os resultados para saber se vale à pena ou não. Mas sendo gratuito, é uma opção de lazer para quem quiser sair de casa após o período de quarentena. Acredito que voltaremos a faturar normalmente depois quando tudo estiver sob controle.”

Anteriormente, o The Hollywood Reporter confirmou os cinema chineses vão relançar filmes como ‘Avatar’, ‘Vingadores: Ultimato’, ‘Interestelar’, e ‘A Origem‘ para ajudar a recuperar a economia do país.

Por conta da popularidade dos filmes mencionados, é de se esperar que os cinemas faturem grandes quantias… Originalmente, ‘Avatar‘ arrecadou US$ 202 milhões na China, enquanto os quatro filmes dos ‘Vingadores‘ somaram US$ 1,3 bilhão.

A escolha dos filmes se deu por conta do adiamento das produções mais recentes, como ‘Mulan’, ‘Velozes e Furiosos 9’, ‘Viúva Negra’, e ‘Um Lugar Silencioso 2‘.

Apesar da boa notícia, os cinemas devem subtrair 25% da renda de obtida através de filmes estrangeiros, já que as bilheterias serão destinadas à reconstrução da economia de outros países.

Mesmo assim, os estabelecimentos terão o direito de manter 100% da renda de ingressos de filmes nacionais em vez de repassar porcentagens a distribuidoras e produtoras, o que certamente irá ajudar a equilibrar o mercado interno.

Até o momento, mais de 700 cinemas foram reabertos desde a última sexta-feira (20) nas províncias de Xinjiang, Shandong, Sichuan, Fujian e Guangdong.

Mas apesar da decisão, nenhum ingresso foi vendido no fim de semana por conta do medo que o público ainda sente, já que a doença permanece circulando e não há tratamento nem vacinas eficazes para acabar com vírus.

Além disso, ainda é cedo para apostar na reabertura de espaços que contribuam com a aglomeração de pessoas, o que pode resultar em novas contaminações e possíveis mortes.

Lembrando que a China continua sendo o país com o maior número de infectados, com 81.500 casos e mais de 3.200 mortes.

Logo atrás vem a Itália, com 59.100 casos e 5.400 mortes, e os EUA, com 35.200 infectados e 475 mortos.

Ao redor do mundo, os cinemas continuam de portas fechadas.

De acordo com o Deadline, a AMC, maior rede de cinema dos Estados Unidos, fechou 630 estabelecimentos pelo país desde o último dia 17.

As salas de cinema vão permanecer inativas entre seis e 12 semanas para atender as leis estaduais e federais, determinadas para garantir a saúde e a segurança da população.

Através de um comunicado, o presidente da AMC, Adam Aron, disse:

“Estamos tão decepcionados quanto o público e nosso funcionários, mas devemos obedecer as novas diretrizes estabelecidas pelas autoridades. Devemos evitar reuniões com mais de 10 pessoas em locais fechados, então é impossível manter os cinemas funcionando. Ainda assim, a saúde e o bem-estar da população vem em primeiro lugar, e vamos continuar a monitorar a situação com muita atenção até chegar o dia em que entreter o público novamente.”

Além da AMC, a Landmark Theatres, Cineplex Odeon, e Alamo Drafthouse também decidiram encerrar as atividades por tempo indeterminado, deixando mais de 3.400 cinemas de portas fechadas.

Aqui no Brasil, os cinemas do Rio de Janeiro foram obrigados por determinação do governo a fechar suas portas por 15 dias, em virtude da pandemia de Coronavírus. E as consequências começaram a surgir na economia do país.

Enquanto a rede Kinoplex antecipou as férias coletivas dos funcionários do estado, a rede Cinemark tomou medidas mais drásticas.

Em 16 de março, a maior rede de cinema do país anunciou um Plano de Demissão Voluntária ou um Programa de Qualificação Profissional remunerado.

Paulo Balmant, presidente do Sindicato da categoria, revelou ao G1 que a Cinemark ofereceu apenas duas propostas:

1. Plano de demissão voluntária, no qual será garantido ao funcionário o saque do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) sem o pagamento da multa rescisória.
2. Programa de Qualificação Profissional remunerado.

Na segunda opção, o funcionário receberá ATÉ 80% do seu salário líquido e ficará em casa assistindo cursos profissionalizantes online.

“A maioria parece que vai querer a segunda opção”, disse Balmant.

Mais informações serão reveladas em breve.

A determinação de fechar os cinemas foi estabelecida pela Prefeitura do Rio de Janeiro e pelo Governo do Estado, que emitiu o decreto número 46.970/20, que suspende as atividades “em cinemas, lonas culturais, teatros e museus”.

A medida visa evitar a proliferação da doença e garantir a segurança da população. Espera-se que contenção por apenas 15 dias seja o suficiente para a situação global se amenizar.

No estado de São Paulo, o governador João Dória fez restrições menores, seguindo a mesma premissa adotada pelo governador de Nova York. Sua determinação impera que eventos com mais de 500 pessoas sejam suspensos.

O cancelamento engloba tanto eventos governamentais, esportivos, artísticos, culturais, políticos, científicos, comerciais, bem como religiosos.

As novidades do Amazon Prime Video em Abril

Abril está chegando e com a pandemia de coronavírus, o entretenimento proporcionado pelas plataformas de streaming está sendo essencial. Cheio de filmes recém saídos dos cinemas e com alguns mega sucessos, o catálogo do Amazon Prime Video ganha novos conteúdos neste mês que entra. Confiram o que haverá de novo!

01 de abril

Guardiões da Galáxia Vol. 2Sequência do sucesso de 2014, Guardiões da Galáxia Vol.2 traz todo o elenco principal para uma aventura repleta de ação, humor, viagens espaciais como você nunca viu, drama e a resolução de um grande mistério: quem é o pai de Peter Quill (Chris Pratt)? É um filme maravilhoso, capaz de proporcionar diversão para toda a família. Ah, também tem o Baby Groot dançando.

Rambo IVJohn Rambo (Sylvester Stallone) está de volta. Mais violento do que nunca, o exército de um homem só agora se aventura na Tailândia, onde se une a mercenários para salvar um grupo de cristãos, reféns do crime local.É cheio de violência explícita, com muitas mortes, sangue e violência gráfica sendo filmada.

03 de abril

Crime Sem SaídaLançado em 2019, este longa estrelado por Chadwick Boseman (Pantera Negra) traz um detetive da polícia de Nova York investigando o mistério dos assassinatos de policiais. Porém, quanto mais ele procura, mais ele se envolve nessa trama obscura, que vai deixá-lo em apuros. O elenco também conta com J.K. Simmons e Sienna Miller.

Mayabazaar 2016Com uma incrível avaliação de 8,6 no IMDB, este filme indiano, dirigido por Radhakrishna Reddy, traz a união de um policial de boa índole, um romântico desiludido e um charlatão em uma equipe para conseguir dinheiro em um golpe, mas, como esperado, tudo sai errado.

ShikaraProduzido e dirigido por Vindhu Vinod Chopra, Shikara conta uma história de amor em meio ao genocídio promovido pelo terrorismo islâmico nos anos 90. Lançado em fevereiro deste ano, esse filme indiano conta pelos olhos das vítimas a dor da morte e do exílio de um povo massacrado por guerras político-religiosas. Uma história de amor atemporal nos piores momentos.

03 de abril

Tales From The Loop (Temporada 1)Esta série original do Amazon Prime Video traz um mundo futurista, dando foco aos moradores de uma cidadezinha que fica acima de uma máquina construída para explorar os mistérios do universo, chamada The Loop. De repente, os cidadãos começam a realizar feitos incomuns para pessoas normais. Será que a máquina tem algo a ver com isso? Baseada na arte de Simon Stalenhag, a esta ficção conta ainda com Jonathan Price no elenco.

07 de abril

The Walking Dead (Temporada 9)A série de zumbis mais popular da televisão americana volta para sua nona temporada, ambientada um ano e meio após o fim da guerra. Agora, os sobreviventes estão tentando se reorganizar seguindo as ordens de Rick. Porém, o mundo está mudando rapidamente, alterando a paisagem e criando novos desafios.

09 de abril

Zoë Coombs Marr: Bossy Bottom (Temporada 1)A comediante vencedora do Herald Angel Award de 2019, Zoë Coombs Marr retorna aos palcos com seu show de stand-up “Bossy Bottom“, mais divertida e ácida do que nunca.

10 de abril

Celia Pacquola: All Talk (Temporada 1)Dirigido por Simon Francis, o stand-up de Celia Pacquola traz um dos maiores expoentes do humor australiano em uma grande produção de comédia. Celia é co-criadora, co-escritora e estrela da série Rosehaven.

O Herdeiro das DrogasEste suspense policial traz um dos maiores problemas que assolam os Estados Unidos: o vício nas drogas derivadas do ópio. Ambientada na parte menos favorecida dos Apalaches, o filme fala sobre o conflito de três irmãos que tentam escapar de uma série de violências que surgiram desde a morte de seu pai.

 12 de abril

Guadalupe ReyesEsta comédia mexicana de 2019 é estrelada por Tato Alexander e Martín Altomaro mostra dois amigos em um típico reencontro depois de 10 anos sem se verem, tendo seguido caminhos e vidas diferentes. Nesse encontro, eles decidem fazer a maratona “Guadalupe Reyes”, um evento típico do México para testarem sua amizade.

SufnaOutro filme indiano lançado em 2020, Sufna é um musical lançado para o Dia dos Namorados. A trilha sonora foi muito bem recebida na Índia e o longa fez bonito nas bilheterias locais. Na trama, Jeet é um jovem de espírito livre na aldeia, que não se preocupa com nada e sem nenhum objetivo na vida. Mas sua vida muda quando ele conhece Teg, uma linda jovem de outra aldeia.

14 de abril

Homens? (Temporada 2)Sucesso no canal Comedy Central, a série estrelada por Fábio Porchat traz um grupo de amigos que, em pleno século XXI, tentam lidar com as definições modernas do que é ser homem, mas lês sempre esbarram em problemas causados por suas respectivas faltas de maturidade, fazendo com que eles reflitam sobre o que estão fazendo com a vida.

15 de abril

Superstore (Temporadas 1-4)Estrelada por America Ferrera, esta sitcom mostra o dia a dia dos funcionários da Cloud 9, uma megastore de Saint Louis, no Missouri. As quatro primeiras temporadas de Superstore relatam a rotina de todos os colaboradores da loja: dos novos aos antigos, dos freelancers aos gerentes.

Cidadão KEste documentário aborda a vida do empresário Mikhail Khodorkovsky, que fez seu nome e fortuna ao criar o primeiro campo comercial da Rússia com o fim da União Soviética. Porém, sua influência não o impediu de ser mandado à prisão por 10 anos pelo presidente Vladimir Putin. Registrado pela visão do  documentarista vencedor do Oscar, Alex Gibney, o documentário aborda os conflitos políticos entre o homem mais rico e o presidente da Rússia nos anos 90.

 16 de abril

Four More Shots Please! (Temporada 2)Gravada no formato de web-serie, este seriado indiano mostra quatro amigas entre 20 e 30 anos, que se reúnem para beber e falar sobre amor, amizade, e problemas da vida na Mumbai do século XXI. É a primeira série indiana do Amazon Prime Video protagonizada apenas por mulheres.

17 de abril

Selah and The SpadesAmbientado no internato de elite Haldwell, este filme acompanha a jovem Sela Summers (Lovie Simone), de 17 anos, líder do The Spades, o grupinho mais influente do colégio. Impiedosa e irresistível, ela usa e consegue drogas e bebidas para seus seguidores, enquanto tenta manter a pose para seus amigos.

A Batalha das CorrentesProtagonizado por Benedict Cumberbatch, esse drama mostra uma batalha eletrizante entre Thomas Edison e George Westinghouse para ver qual invenção seria utilizada na distribuição de eletricidade: a corrente contínua ou a corrente alternada.

21 de abril

NOS4A2 (Temporada 1)Esta série de terror da AMC é protagonizada pela jovem Victoria “Vic” McQueen, que tem o poder de desbloquear portais para encontrar objetos perdidos. Testando seus poderes ocultos, ela encontra muitos outros viajantes com poderes sobrenaturais. Porém, no caminho, ela acaba encontrando uma criatura maligna: Charlie Manx, um homem imortal que se alimenta das almas das crianças.

23 de abril

Dilruk Jayasinha: Bundle Of Joy (Temporada 1)Nascido no Sri Lanka e crescido na Austrália, Dilruk Jayasinha é um dos comediantes mais procurados na cena australiana. Dilruk reúne acontecimentos do cotidiano para trabalhar em piadas simples, mas ridiculamente engraçadas. Ele é reconhecido por fazer seus shows de stand-up com positividade e otimismo.

Jexi – Um Celular Sem FiltroRecém saído dos cinemas, Jexi é como uma versão não oficial de Ela (2013), mas voltada para o humor. Estrelado por Adam DeVine, o filme mostra um homem que atualiza seu celular e instala a Jexi, um programa de orientação. Porém, quando ele começa a se desligar do telefone, a Jexi fica com ciúmes e começa a complicar a vida dele.

27 de abril

Maria Madalena

 


Este drama bíblico é estrelado por Rooney Mara e Joaquin Phoenix. Ele é dirigido por Garth Davis e foca em uma das mais controversas e emblemáticas da Bíblia: Maria Madalena.

30 de abril

Os 3 InfernaisEste terror de Rob Zombie traz a volta dos “Rejeitados do Diabo” depois de dez anos na cadeia. Otis (Bill Moseley) escapa da prisão e planeja tirar sua irmã Baby (Sheri Moon Zombie) de lá também. Os Rejeitados seguem seu caminho até o México, matando inúmeras pessoas no caminho.

Medo Profundo: O Segundo AtaqueSequência do terror com tubarões, O Segundo Ataque mostra um grupo de amigas que viajam para Recife, buscando conhecer as ruínas de uma cidade submersa. Porém, elas acabam descobrindo o que qualquer banhista de Recife sabe: tem tubarões por lá.

 

Diretor do primeiro ‘Missão Impossível’ critica as sequências: “Caça-níquéis…”

Em entrevista ao AP News, Brian De Palma, diretor do primeiro filme da franquia ‘Missão Impossível‘, afirmou que o longa original não precisava de sequência e criticou a continuidade da franquia.

“Eles continuam criando histórias apenas por razões financeiras. Quando eu dirigi ‘Missão Impossível’, Tom Cruise me pediu para começar a trabalhar na sequência. Eu disse: ‘Você está brincando?’ Um já é o suficiente. Por que alguém iria querer assistir outro?”

Ele completa, “Claro, a razão para eles fazerem uma sequência é para ganharem dinheiro. Caça-níquéis. Eu nunca dirigi filmes para ganhar dinheiro, e esse é o problema com Hollywood. Essa é a corrupção de Hollywood.”

Vale lembrar que ‘Missão Impossível 7’ será lançado no dia 23 de julho de 2021, enquanto o oitavo capítulo tem estreia prevista para agosto de 2022.

Christopher McQuarrie retorna à direção.

Tom Cruise, Rebecca Ferguson e Simon Pegg retornam. As novas adições são Hayley Atwell (Agent Carter), Nicholas Hoult (X-Men), Pom Klementieff (Guardiões da Galáxia Vol. 2) e Shea Whighan