O aclamado suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out) ganhou um trailer honesto hilário.
Confira:
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 302.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

O aclamado suspense ‘Entre Facas e Segredos‘ (Knives Out) ganhou um trailer honesto hilário.
Confira:
Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou US$ 302.9 milhões mundialmente, com um orçamento de apenas US$ 40 milhões.

O canal Showtime divulgou um novo teaser oficial do spin-off ‘Penny Dreadful: City of Angels’, intitulado “Prophecy’.
A produção irá estrear no dia 26 de abril.
Confira, junto ao trailer completo:
O derivado foi criado John Logan, responsável pela série original, que também retorna como roteirista e produtor executivo do projeto.
O próximo capítulo da icônica história de terror traz ao público uma nova perspectiva, com novos personagens e uma nova narrativa. O spin-off se passa em Los Angeles de 1938, em uma época e um lugar profundamente bombardeados por tensões políticas e sociais. Quando um horrendo assassinado choca a cidade, cabe ao Detetive Tiago Vega mergulhar numa épica jornada que reflete os antecedentes da cidade: desde as primeiras ferrovias até o folclore e as tradições latinas que foram difundidos pelos primeiros habitantes. Entretanto, Tiago e sua família deverão enfrentar forças muito poderosas que ameaçam destruí-los.
O elenco conta com Rory Kinnear, Natalie Dormer, Nathan Lane, Daniel Zovatto, Kerry Bishé, Adriana Barraza, Jessica Garza, Johnathan Nieves, Lorenza Izzo, Amy Madigan, Piper Perabo e Brent Spiner.
A série original, ‘Penny Dreadful‘, durou apenas três temporadas e era ambientada durante a Era Vitoriana, em Londres.

Quase um ano depois de ter renovado a série ‘On My Block’ para a 3ª temporada, a Netflix finalmente anunciou que a produção volta com novos episódios no dia 11 de março.
A declaração veio acompanhada do primeiro teaser e de novas imagens oficiais.
Confira:

A série foi criada por Lauren Iungerich, Eddie Gonzalez e Jeremy Haft.
A trama é centrada em quatro amigos adolescentes, que encaram a agitada vida em Los Angeles e os desafios no colégio em que estudam. Com pouco dinheiro no bolso e muito companheirismo, estão prontos para enfrentarem todos os desafios da vida com muito bom humor.
O elenco conta com Sierra Capri, Jason Genao, Brett Gray, Diego Tinoco, Jessica Marie Garcia e Ronni Hawk.

‘Mulan‘ ganhou um novo e breve teaser oficial, trazendo algumas cenas inéditas.
Confira:
“It’s my duty to fight.” See Disney’s #Mulan in theaters March 27! pic.twitter.com/3P87jeg108
— Walt Disney Studios (@DisneyStudios) February 18, 2020
As últimas projeções do BoxOffice indicam que ‘Mulan‘ vai estrear nos EUA com uma arrecadação na faixa de US$ 40 a 60 milhões, valor bastante decepcionante considerando o quanto o estúdio gastou no filme.
A Disney gastou entre US$ 200 e US $ 300 milhões no remake, que deve ter uma abertura semelhante à de ‘Dumbo‘, extremamente decepcionante se esses números de orçamento fossem precisos.
O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.
A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.
A produção de ‘Mulan’ deve se tornar um dos filmes mais caros da história. De acordo com informações do Pursue News, a Disney está disposta a investir mais de US$ 290 milhões na produção, algo equivalente ao que vimos em ‘Vingadores: Guerra Infinita’, que custou em torno de US$ 321,2 milhões.
Jet Li será o Imperador da China no filme. Gong Li foi escalada no papel da vilã da trama, que contará com uma grande mudança em relação à animação original. Li interpretará uma poderosa bruxa, enquanto que no original o vilão era o líder dos Hunos, Shan Yu. Donnie Yen, de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, viverá um mentor/professor, chamado Comandante Tung. O personagem foi especificamente criado para essa nova versão e não existe na animação original. O ator Yoson An interpretará Chen Honghui, um confiante e ambicioso recruta que, nessa nova versão, será um importante aliado da protagonista e eventualmente se tornará seu interesse amoroso.
A confirmação do personagem marca mais uma mudança do live-action em relação à animação original, na qual o capitão do exército chinês, Li Shang, é o par romântico da heroína.
Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas.
O remake de ‘O Jardim Secreto‘ (The Secret Garden), baseado no livro de Frances Hodgson Burnett, ganhou um novo trailer oficial.
Confira:
Do produtor de ‘As Aventuras de Paddington‘, ‘Harry Potter‘ e ‘Animais Fantásticos‘, e do visionário e premiado diretor vencedor do prêmio BAFTA, Marc Munden, vem essa vívida adaptação de uma das histórias infantis mais duradouras já contadas – uma aventura encantadora e atemporal que celebra a amizade, a natureza e o poder ilimitado da imaginação infantil.
Quando a órfã de 10 anos Mary Lennox é enviada da Índia para morar com seu tio Archibald (Colin Firth) e sua rigorosa governanta, Sra. Medlock (Julie Walters), em uma misteriosa mansão em Yorkshire, ela se sente mais sozinha do que nunca. Mas sua curiosidade e determinação a levam a desobedecer aos adultos e explorar a casa proibida. Enquanto percorre os terrenos da mansão, ela descobre um jardim encantado e sem limites, escondido há anos e reflete sua imaginação sem limites. Com o garoto local Dickon, seu primo doente Colin, e um cão fofo e brincalhão, ela abraça esse mundo de maravilhas e desvenda segredos do passado, revelando uma nova vida de esperança e amizade.
Em 2013, Guillermo del Toro também anunciou que iria produzir uma nova versão para a Universal Pictures, mas o projeto não avançou.
O livro já foi adaptado aos cinemas várias, sendo a mais conhecida a versão de 1993, dirigida por Agnieszka Holland.
A estreia no Brasil acontece dia 16 de abril de 2020.

Segundo a Variety, Colin Farrell e Brendan Gleeson irão se reunir para estrelar o próximo filme de Martin McDonagh. Os três já trabalharam juntos antes em ‘Na Mira do Chefe’.
O filme gira em torno de dois amigos de infância que moram numa remota ilha irlandesa. Depois de um impasse, eles abruptamente terminam seu relacionamento, resultando em consequências alarmantes para os dois.
As filmagens começam em meados de 2020.
McDonagh recentemente comandou o drama ‘Três Anúncios para um Crime’, filme que rendeu a Frances McDormand e a Sam Rockwell prêmios da Academia. O diretor foi indicado na categoria de Melhor Direção. Ele também é conhecido pela peça ‘The Pillow Man’, pelo documentário ‘Six Shooter’ e por ‘Sete Psicopatas e um Shih Tzu’.
Farrell, por sua vez, é conhecido por inúmeros trabalhos, incluindo ‘A Hora do Espanto’, ‘O Mundo Imaginário do Dr. Parnassus’ e ‘Walt nos Bastidores de Mary Poppins’. Em 2016, participou do spin-off ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’; em 2019, protagonizou ‘Dumbo’. Seu próximo projeto será o filme-solo ‘The Batman’, no qual dará vida ao vilão Pinguim.
Gleeson também não é estranho ao mundo mágico de ‘Harry Potter’, visto que interpretou Alastor Moody em ‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’ e ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1’. Seus outros créditos incluem ‘Into the Storm’, ‘Assassin’s Creed’, ‘No Limite do Amanhã’ e ‘As Sufragistas’.
Nenhuma outra informação foi divulgada.
A Disney está planejando um reboot da franquia ‘Planeta dos Macacos‘ baseada nos filmes da década de 1970, que vai esquecer completamente a trilogia bem sucedida que se iniciou com ‘A Origem‘ (2011) e terminou com ‘A Guerra‘ (2017).
Nas redes sociais, os fãs se revoltaram com a ideia de rebootar a franquia novamente.
Confira:
Meu Senhor, reboot de planeta dos macacos? Tá feia a coisa… 🤦♂️
— Rodrigo (@RodrigoDoctcher) February 17, 2020
Reboot de planeta dos macacos pra quê???
QUE INFERNO MANO
— brenda (@yenneofrivia) February 16, 2020
Disney querendo fazer Reboot do Planeta dos macacos. Como que se não bastasse os live-action. Alguém precisa parar essa merda pic.twitter.com/SgaHLpv0Ck
— B.Brasil (@SouKoala) February 18, 2020
Já vão fazer outro reboot de Planeta dos Macacos?? Mano, a versão mais recente da franquia terminou um dia desses https://t.co/t3uExL3VYk
— Camarada Yodinha (@CabritoDaLua) February 17, 2020
o último foi legal, se o novo vai ser um reboot do clássico, poderia ser uma continuação dessa nova trilogia, mostrando o planeta dos macacos já estabelecido, poderia até rolar um link com “a origem”, mostrando que o cara foi pro espaço durante a dispersão da doença do 1ª filme
— Diego Regis (@SaintSiger) February 17, 2020
A reinicialização será dirigida por Wes Ball (‘Maze Runner‘) e semelhante ao original (1968), acompanhando um grupo de astronautas que se perde num planeta dominado por macacos falantes e inteligentes.
Depois da notícia, Ball publicou em seu perfil do Twitter que está animado para trazer um novo ponto de vista à história.
Confira:
“Eu vou dizer isso sobre ‘Planeta dos Macacos‘… Eu cresci assistindo ao original e amo a recente trilogia. Eu só faria isso se sentisse que poderia oferecer algo especial, além de honrar o material que veio antes. Estamos preparando um capítulo incrível para essa franquia.”
I’ll say this about Apes… I grew up on the original and absolutely love the previous trilogy.
I would only do this if I felt I could offer something special while still honoring what’s come before. We have something that’s shaping up to be an awesome chapter to this franchise. https://t.co/OSgYSGeTb8
— Wes Ball (@wesball) December 4, 2019
Maiores detalhes não foram revelados, e como o projeto ainda está nos estágios iniciais, não há previsão de estreia.
Lembrando que o filme original já ganhou um remake em 2001, estrelado por Mark Wahlberg, Tim Roth, e Helena Bonham Carter.
Dirigido por Tim Burton, o longa arrecadou US$ 362 milhões pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 100 milhões.

O Disney+ divulgou as sinopses oficiais dos dois primeiros episódios da 7ª temporada de ‘Star Wars: The Clone Wars’, que encerra a aclamada produção.
Confira:
Episódio 07×01 – “The Bad Batch” (21 de fevereiro)
Capitão Rex e o Pelotão Deformado devem se infiltrar na base inimiga localizada em Anaxes.
Episódio 07×02 – “A Distant Echo” (28 de fevereiro)
Anakin Skywalker, Rex e o Pelotão Deformado fazem uma descoberta chocante em Skako Minor.
Apesar de ainda não confirmados, acredita-se que o 3º capítulo (“On the Wings of Keeradaks”) e o 4º capítulo (“Unfinished Business”) sejam lançados nos dias 06 e 13 de março, respectivamente.

Lembrando que a Disney anunciou a estreia dos novos episódios para 21 de fevereiro de 2020.
Através de um comunicado no site oficial da saga, Dave Filoni, co-criador da série, disse:
“É muito significativo e gratificante ter a oportunidade de juntar as peças finais da história e estou muito feliz por isso, o que me faz refletir sobre todas as pessoas com as quais eu trabalhei ao longo dos anos. Acredito que toda a equipe que trabalhou na animação também sente isso, pois a conclusão reforça tudo o que aprendemos com George Lucas.”
‘Star Wars: The Clone Wars‘ começou em 2008 com um longa animado que deu origem à série do Cartoon Network, em 2009.
Após a compra da Lucasfilm em 2012, a Disney encerrou a produção em sua 5ª temporada, mas a Netflix a resgatou para mais uma temporada, em 2014, mas a série acabou sendo interrompida sem previsão de retorno.
Com o lançamento da Disney+, foi confirmado que a série será finalizada em sua 7ª temporada, com apenas 12 episódios.
Para quem não conhece, ‘The Clone Wars’ é ambientada entre os eventos de ‘Star Wars: O Ataque dos Clones’ e ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’, reproduzindo as batalhas em que Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi participaram, ao lado de novos personagens como Ahsoka Tano.
Um dos arcos mais marcantes da animação foi a sobrevivência de Darth Maul em seu duelo com Kenobi em ‘A Ameaça Fantasma‘, abandonando o título de ‘Darth’ e perseguindo uma vida de crime.
Também foi confirmado que o ator Ray Park voltou interpretar o personagem através de capitura de movimentos para os novos episódios.

A 7ª temporada de ‘Star Wars: Clone Wars’ ganhou um novo teaser oficial que revela uma das cenas do primeiro episódio do próximo ciclo, “The Bad Batch”.
Confira:

Lembrando que a Disney anunciou a estreia dos novos episódios para 21 de fevereiro de 2020.
Através de um comunicado no site oficial da saga, Dave Filoni, co-criador da série, disse:
“É muito significativo e gratificante ter a oportunidade de juntar as peças finais da história e estou muito feliz por isso, o que me faz refletir sobre todas as pessoas com as quais eu trabalhei ao longo dos anos. Acredito que toda a equipe que trabalhou na animação também sente isso, pois a conclusão reforça tudo o que aprendemos com George Lucas.”
‘Star Wars: The Clone Wars‘ começou em 2008 com um longa animado que deu origem à série do Cartoon Network, em 2009.
Após a compra da Lucasfilm em 2012, a Disney encerrou a produção em sua 5ª temporada, mas a Netflix a resgatou para mais uma temporada, em 2014, mas a série acabou sendo interrompida sem previsão de retorno.
Com o lançamento da Disney+, foi confirmado que a série será finalizada em sua 7ª temporada, com apenas 12 episódios.
Para quem não conhece, ‘The Clone Wars’ é ambientada entre os eventos de ‘Star Wars: O Ataque dos Clones’ e ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’, reproduzindo as batalhas em que Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi participaram, ao lado de novos personagens como Ahsoka Tano.
Um dos arcos mais marcantes da animação foi a sobrevivência de Darth Maul em seu duelo com Kenobi em ‘A Ameaça Fantasma‘, abandonando o título de ‘Darth’ e perseguindo uma vida de crime.
Também foi confirmado que o ator Ray Park voltou interpretar o personagem através de capitura de movimentos para os novos episódios.

O Hulu divulgou o trailer oficial de sua nova comédia, ‘Big Time Adolescence’.
Confira:
O filme é dirigido é escrito por Jason Orley.
Um adolescente cresce em sua pacata cidade suburbana, seguindo a influência destrutiva de seu melhor amigo, um carismático jovem que abandonou a faculdade.
Pete Davidson e Griffin Gluck estrelam. Colson Baker, Jon Cryer, Sydney Sweeney e Emily Arlook completam o elenco.
‘Big Time Adolescence’ estreia no dia 03 de março.
‘SONIC – O Filme’ teve a MAIOR estreia da história para uma adaptação de videogame, e levantou uma grande interrogação em Hollywood: os estúdios deveriam ouvir mais a opinião dos fãs.
Após o lançamento do desastroso primeiro trailer, o visual do Sonic foi duramente criticado e o diretor Jeff Fowler decidiu dar razão às críticas e redesenhar o ouriço. O resultado não poderia ser melhor.
Assista nossa análise e conta pra gente nos comentários se você concorda:
No Brasil, ‘SONIC – O Filme’estreou em primeiro lugar e arrecadou R$ 12 milhões, com público de 700 mil espectadores, no seu primeiro fim de semana.
Nos EUA, o filme teve uma estreia sólida de US$ 68 milhões no final de semana estendido, Z quebrou o recorde de MAIOR estreia para uma adaptação de videogame no país, superando o lançamento de ‘Detetive Pikachu‘ (US$ 54.3m).
Além disso, a produção se tornou a quarta maior estreia no feriado do Dia do Presidente.
Internacionalmente, o longa arrecadou US$ 43 milhões através de 40 mercados, incluindo o México (US$ 6,7 milhões) e o Reino Unido (US$ 6,2 milhões).
Por fim, o público deu ao longa uma nota A, o que deve garantir a boa estabilidade da produção nas próximas semanas.
Confira nossa entrevista:
A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim Carrey, Adam Pally Neal McDonough. A direção é de Jeff Fowler.
Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
Assista ao trailer:

Bem, antes da primeira adaptação concreta e oficial de um game nos cinema, podemos dizer que houve uma espécie de aquecimento com o filme O Gênio do Videogame (The Wizard, 1989). Mas sobre esta pequena pérola iremos comentar no final do texto, na parte dos bônus que preparamos.
Agora sim. Foi aqui onde tudo começou, para o bem e para o mal. Super Mario Bros é oficialmente a primeira adaptação de um videogame para o cinema, e a escolha foi merecida, já que o jogo sobre o encanador italiano que faz de tudo desde pular em tartarugas e literalmente entrar pelo cano (menos comer pizza ou qualquer prato típico de seu país), é um dos videogames mais queridos e famosos de todos os tempos. O personagem Mario na verdade surgiu no jogo de Donkey Kong, mas ganhou seu game solo em 1983. Dez anos depois chegava aos cinemas a versão em live action, e o estúdio apostava forte, lançando a produção no meio do competitivo verão norte-americano. O problema é que o filme pouco tinha do jogo, optando por uma atmosfera sombria, deprimente e apocalíptica, ao contrário do colorido e bem humorado game. Nem mesmo a performance alucinada de Dennis Hopper como o vilão consegue salvar o filme da apatia. Atualmente, Super Mario Bros se tornou uma peça cult, mas esta é uma franquia que merece ser resgatada do limbo e feita da maneira correta.
Deste só os fortes lembram. Double Dragon também era um game de plataformas de 8 bits, mas este era uma aventura de luta, o famoso “andar e bater”. Lançado no ano seguinte de Super Mario Bros, Double Dragon foi um desastre ainda maior. Mesmo assim, o longa portava efeitos especiais que eram top de linha para a época, ou quase. Na trama, dois irmãos lutadores, vividos pelos atores do time C de Hollywood Mark Dacascos e Scott Wolf (da série Party of Five), possuem a metade de um talismã poderosíssimo, exatamente o item que o vilão vivido por Robert Patrick (ainda surfando na onda do sucesso de O Exterminador do Futuro 2), deseja por as mãos. É claro que tudo se passa num futuro apocalíptico, no qual parte das cidades foi tomada pelo mar – essa era tendência da época. Bem, esta é uma franquia que provavelmente não vai, e não deve mesmo, ser resgatada do ostracismo.
Aqui o bagulho ficava sério! A gente até gostava de jogar Super Mario Bros na infância (e Double Dragon mais ou menos), mas nada se compara com a febre que foram os jogos de luta extremamente violentos. Não existe um menino (e quem sabe algumas meninas) que não tenha perdido horas da sua vida e algum dinheiro nas fichas de fliperamas soltando seus “hadoukens” e “roriukens” neste game. Oito jogadores selecionáveis, vindos de países como China, EUA, Índia, União Soviética (sim, o jogo é velho) e até mesmo o Brasil – com nosso monstrinho de estimação Blanka (e dizem que nós é que somos preconceituosos). E o filme tinha… bem, quase nada disso. Lançado em 1994, continha personagens totalmente descaracterizados e uma trama de guerra ao invés de um torneio de lutas. Além disso, tornaram um personagem secundário, o militar Guile, o protagonista do filme, porque assumiu as formas do belga Jean Claude Van Damme. Esse não é só uma das piores adaptações do subgênero, como também um dos piores filmes já feitos e, é claro, se tornou cult. Talvez a única importância deste longa capenga seja ter ficado marcado como último trabalho do saudoso Raul Julia, na pele do ditador louco Bison.
Não existe nada que esteja tão ruim que não possa piorar. Este deveria ser o lema da “franquia” Street Fighter. Isso porque em 2009 algo pior que A Última Batalha chegava aos cinemas – bem, no Brasil ao menos o lançamento em vídeo doeu menos. Trata-se do reboot focado na personagem Chun Li – aqui interpretada por Kristen Kreuk, a Lana Lang da série Smallville. O mesmo erro era repetido e aqui temos uma história policial enfadonha, sem a graça galhofa do original.
Finalmente parecia que os produtores de Hollywood estavam aprendendo com os erros do passado. Mortal Kombat, lançado em 1995, era um filme sobre um torneio de luta mortal, passado em outra dimensão, assim como o game. Como nem tudo é perfeito, os fãs mais xiitas reclamam da falta de sangue no filme, já que o jogo é um dos mais sanguinolentos de todos os tempos (ou melhor, talvez o primeiro grande a chamar atenção para uma possível censura no quesito). Seja como for, Mortal Kombat é até hoje enaltecido como uma das melhores adaptações do subgênero (sem dúvidas uma das mais divertidas e respeitosas dos personagens). Ponto para o diretor Paul W. S. Anderson, que viria a comandar também os filmes da franquia Resident Evil no cinema.
Mas nem tudo são flores, e visando seguir o rastro de sucesso do original, o estúdio não demorou a engatilhar a sequência Mortal Kombat – A Aniquilação, lançada em 1997. Sem o brilho do original e investindo em sugar qualquer criatividade implantada no primeiro filme sem dar nada em troca, parte do elenco previu a furada que ia se meter e pulou do barco antes dele afundar (vide Christopher Lambert e Bridget Wilson). A Aniquilação colocou o prego no caixão da franquia por muitos anos, mas hoje existem boatos de um reboot.
Esta aqui você provavelmente também não conhecia. Lançado em 1999, tudo o que precisa saber é que se trata da adaptação de um jogo de simulação de naves espaciais, conhecido apenas entre o seleto mundo dos gamers mais aplicados. Para termos uma ideia, a ficção é protagonizada por Freddie Prinze Jr. e Matthew Lillard. Encerro meu caso.
Ps. Uma curiosidade é que o filme ficou conhecido por exibir o trailer de Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma no cinema, o que deve ter feito muita ir comprar o ingresso de Wing Commander só para poder assistir à prévia da superprodução de George Lucas na telona.
Se em sua década de estreia, os lançamentos dos filmes baseados em games chegavam timidamente, na década seguinte tivemos uma verdadeira enxurrada com quase 20 produções. Depois que os produtores dos estúdios viram que filmes de super-heróis de quadrinhos podiam ser lucrativos, os filmes de games ficaram mais elaborados, contando com orçamentos melhores, astros renomados e diretores competentes.
Mario Bros, Street Fighter e Mortal Kombat marcaram suas respectivas gerações. O mesmo pode ser dito para Tomb Raider, um marco da geração das primeiras plataformas 3D – o personagem podia caminhar em qualquer direção. Fora isso, Tomb Raider era representatividade feminina pura, numa época em que não se discutia isso da forma de hoje. Criada como uma mistura de Indiana Jones, 007 e Batman (ou melhor, Bruce Wayne), Lara Croft – Tomb Raider, lançado em 2001, foi também o primeiro filme para a nova geração e uma intérprete à altura foi convocada: a Oscarizada Angelina Jolie. Na época, o filme fez sucesso e se tornou a aventura recordista de bilheteria protagonizada por uma mulher. Com o tempo, o longa começou a ser visto como prazer culposo. Então digo, culpado.
Dois anos depois e Tomb Raider ganhava sua sequência com A Origem da Vida. Jolie estava de volta, mas o diretor Jan De Bont mostrava desgaste após os mal sucedidos Velocidade Máxima 2 (1997) e A Casa Amaldiçoada (1999). Entre as escolhas estranhas do cineasta para o projeto, as cenas de ação são todas criadas em câmera lenta e não empolgam – quando deveriam ser aceleradas como no filme original de Simon West (Con Air – A Rota da Fuga). Depois deste, Jolie pulou fora e a franquia foi interrompida momentaneamente.
Quinze anos depois da última aventura de Angelina Jolie na pele da arqueóloga exploradora Lara Croft, uma luz é acesa no fim do túnel. A Paramount e Jolie ficam para trás para darem lugar à Warner e Alicia Vikander. Tomb Raider – A Origem é uma investida mais realista e humana na mitologia da série, recontando o início da jornada da bilionária britânica.
Podemos dizer que nenhuma outra adaptação de um game para o cinema foi tão bem sucedida quanto Resident Evil. É só pensarmos que esta é a franquia do subgênero mais longeva da história. Já são seis filmes e contando. Tudo começou aqui. Ao lado de Tomb Raider, Resident Evil é o game mais cultuado da nova geração de plataformas. Essa, no entanto, não é uma aventura na selva ao estilo matinê, mas sim uma obra de puro terror, na qual agentes armados precisam lidar com perigos sobrenaturais, vide zumbis. Como dito, Paul W. S. Anderson assumiu novamente a direção e Milla Jovovich se tornou o rosto da franquia, no papel de uma personagem criada especialmente para o filme. Aqui, lançado em 2002, o espírito do game original é respeitado, com a ação passada toda dentro de um ambiente contido – um grande laboratório no subsolo.
Dois anos depois, a continuação Apocalypse estreava, trazendo personagens amados dos games para a trama, como Jill Valentine (Sienna Guillory). A ação também é aumentada, saindo de um único local para atingir as ruas de uma cidade inteira. A cena do cemitério lembra o clipe Thriller, de Michael Jackson, e a ação é mais caprichada.
A Extinção, terceira parte, era lançado em 2007. Aqui, uma abordagem mais Mad Max era dada à franquia, centrando a ação no deserto e dando tons mais amarelados para as paletas de cores na fotografia – as cenas são quase todas durante o dia (ao contrário do anterior, todo passado à noite em tons azulados). Este ainda se mantém como exemplar mais elogiado do lote.
Em 2010 chegava Recomeço, o primeiro criado em 3D. A primeira metade, passada numa prisão abandonada, é a melhor parte. Os novos filmes continuam a ser reflexo dos novos games, de certa forma, apresentando velhos e novos personagens conhecidos dos fãs.
Retribuição é uma miscelânea de tudo que já foi apresentado na franquia, recapitulando inclusive o primeiro episódio, para fechar tudo num círculo perfeito. O longa foi lançado em 2012.
Anunciado como o último exemplar, o Capítulo Final, lançado em 2017, deixa portas abertas. Mas Jovovich e o marido Anderson parecem dispostos a abandonar seu maior ganha pão. Um reboot para a franquia já começa a ser planejado, e os fãs pedem para que desta vez possa haver mais fidelidade ao material fonte.
Bom, a esta altura devo dizer que nenhum outro diretor desta lista adaptou tantos videogames para o cinema (ou o mercado de home vídeo) quanto o infame Uwe Boll. E quem é este senhor, você pergunta. Boll é o diretor alemão, também conhecido como açougueiro da sétima arte, tido por muitos como o pior cineasta da atualidade. Ele é sem dúvidas o Ed Wood do nosso tempo. Michael Bay, Zack Snyder, Tommy Wiseau? Boll é a versão menos glamourosa deles, trabalha a toque de caixa em filmes ruins de doer, mas está sempre conseguindo trabalho – dizem as más línguas devido à lavagem de dinheiro. Preste atenção em quantas produções assinadas por ele teremos na lista. Esta é a primeira, adaptação de um game de terror de 2003, que segue os moldes de Resident Evil sem sucesso.
O filme gerou uma continuação lançada direto em vídeo em 2005, tão obscura que nem o próprio Uwe Boll quis voltar. Mas calma, ele só não dirigiu este também, pois estava envolvido na produção de uma de suas maiores pérolas, BloodRayne, item que encontrarão mais abaixo na lista.
Ô ele aqui “tra” vez. Acima eu disse que vocês veriam o nome de Uwe Boll até cansar nesta lista, e pode ter certeza que ele irá figurar quando o assunto for adaptação tosqueira de game. Assim como House of the Dead (2003), Alone in the Dark, lançado em 2005, é baseado num game de terror popular na década de 1990. Com o subtítulo O Despertar do Mal, o longa conta com um orçamento mais folgado (já dava para Boll se aventurar pelos “defeitos especiais”) e as presenças dos fofuchos (#sqn) Christian Slater, Tara Reid (famosa por American Pie e Sharknado) e Stephen Dorff. Uma curiosidade é que os filmes saídos de games de Boll conquistaram o “prestígio” de figurar no fundo da lista, como alguns dos mais mal avaliados pelo público da bíblia do cinema na rede, o IMDB. Enquanto House of the Dead emplaca como o 28º pior filme de todos os tempos, Alone in the Dark se posiciona em número 48.
Outra continuação lançada direto em vídeo, esta em 2008, da qual Boll se recusou a fazer parte. Desta vez sai o trio do original, e entram grandes nomes do cinema B (C ou D) de Hollywood, vide Danny Trejo (Machete), Bill Moseley (astro dos filmes de Rob Zombie), Lance Henriksen (o Bishop de Aliens – O Resgate), P.J. Soles (a Lynda do Halloween original, de 1978), Natassia Malthe (vilã do filme Elektra e ex-namorada do Junior, da dupla Sandy e Junior), Michael Paré (Ruas de Fogo), Jason Connery (filho de Sean Connery), a estonteante Brooklyn Sudano (a Vanessa da série Eu, a Patroa e as Crianças) e Rick Yune (vilão de Velozes e Furiosos 1 e 007 – Um Novo Dia para Morrer), na pele do protagonista anteriormente vivido por Christian Slater – já que eles são bem parecidos (ironia mode on).
Sim, Dwayne Johnson, vulgo The Rock, é atualmente um dos maiores (quiçá o maior) astro do cinema de ação. Mas em meados da década passada apenas estava iniciando sua carreira. Mais precisamente em 2005, The Rock protagonizava esta adaptação do primeiro videogame de tiro em primeira pessoa da história. Doom se tornou icônico e extremamente celebrado pelos fãs. Na trama alucinada, marines do espaço viajam para Marte a fim de combater todo tipo de criatura, inclusive nazistas (quem dera o filme fosse tão insano assim), em mais um game voltado ao público de terror. O legal do filme é a opção de Johnson em interpretar não o mocinho, mas o vilão (um leve spoiler, mas eu sei que ninguém aqui tem desejo de assistir a este filme). A certa altura também, o longa emula a visão do game em primeira pessoa, onde vemos apenas a arma do personagem. Uma curiosidade é que a Garota Exemplar em pessoa, Rosamund Pike, faz parte do elenco, antes de sua indicação ao Oscar.
Vampiros e guerreiros medievais são a inspiração deste filme baseado no game homônimo, que gerou sequências e até mesmo uma série de quadrinhos. O longa, adivinhe só, é dirigido novamente por ele, Uwe Boll. O filme estreou em alguns festivais em 2005 (onde tenho certeza pôde-se dar boas risadas), mas foi lançado mesmo no início de 2006 nos cinemas dos EUA. O que chama mais atenção é a capacidade de arrastar atores renomados (certamente colocando as contas em dia) que Boll demonstrou aqui. Veja só este elenco: Ben Kingsley, Michelle Rodriguez, Michael Madsen, Geraldine Chaplin, Billy Zane e Michael Paré. A protagonista é Kristanna Loken, a bela modelo transformada em atriz que teve seu momento de glória ao encarnar a (única) Exterminadora mulher da franquia, em O Exterminador do Futuro – A Rebelião das Máquinas (2003). Não parece agora, mas na época isso era algo importante, já que era a continuação direta dos primeiros filmes magistrais de James Cameron. Loken, por outro lado, logo caiu no ostracismo. Assim é Hollywood.
Finalmente Boll retornava para uma de suas continuações. Este lançamento em vídeo de 2007, traz Natassia Malthe (falamos dela acima, lembra?) substituindo Kristanna Loken na pele da protagonista Rayne – ei, todo mundo tem seu limite, até a ex-Exterminadora.
Não se dando por satisfeito, afinal precisa pagar suas contas como todo mundo, Boll fez mais um BloodRayne. O Terceiro Reich (sim, isso mesmo) foi lançado em 2011 em vídeo, mas antes foi exibido em alguns festivais de cinema especializados no gênero. Malthe protagoniza.
Tido como uma das melhores adaptações de um game já produzidas no cinema, Silent Hill é baseado num jogo assustador, e respeita sua contraparte. O sucesso deve ser creditado aos envolvidos, ao diretor francês Christophe Gans (O Pacto dos Lobos e A Bela e a Fera, com Léa Seydoux), o roteirista Roger Avery, e o elenco encabeçado por Radha Mitchell, Laurie Holden e Sean Bean. O maior pecado aqui é o uso excessivo de efeitos visuais de computadores, em detrimento a efeitos práticos, que seriam mais assustadores. Na trama, uma mãe perde sua filha numa cidade pra lá de sinistra e embarca numa jornada ao lado de uma policial para recuperá-la. O filme foi lançado em 2006.
Replicando o clima original, mas sem os mesmos envolvidos atrás das câmeras, uma sequência foi lançada em 2012, intitulada Silent Hill: Revelação, confeccionado para usar o mote do 3D. No elenco, as novidades são Carrie-Anne Moss e Kit Harrington (o John Snow de GoT).
Mulheres saradas, biquínis e muita cara de pau, além das incontáveis cenas de luta, DOA é uma das adaptações mais divertidas de um game, porque ao contrário dos demais filmes de ação e torneios, este não se leva nem um pouco a sério, usando e abusando do teor non sense de tudo. Aqui, o exagero e a caricatura são as palavras de ordem. É claro que não poderiam faltar cenas com o vôlei de praia, referência ao derivado da franquia nos videogames. O lançamento também foi em 2006.
A nova contribuição de Uwe Boll ao mundo das artes atende pelo nome original de Postal. Por se tratar de um game com tintas de exagero e sátira, Boll decide bem ao fazer uma comédia. O lado negativo é se tratar de uma na qual o humor se vê ausente por completo. Agora preste bem atenção, está sentado? J.K. Simmons, vencedor do Oscar por Whiplash, faz parte do elenco em um papel de destaque. Quem nunca, que atire a primeira pedra. Postal foi lançado em 2007.
Basta fazer o mínimo sucesso nos games, que Hollywood compra a ideia e bota pra jogo, ou no caso, bota para o cinema. Hitman é sobre um exímio assassino careca bem vestido. Na época os fãs queriam Vin Diesel no papel principal, mas o personagem terminou mesmo com Timothy Olyphant. No elenco, Dougray Scott (que quase foi o Wolverine nos cinemas, antes de Hugh Jackman) e a bondgirl Olga Kurylenko. O filme foi lançado em 2007.
Como a falta de tentativa não faz parte da cartilha de Holllywood, Hitman ganhou sobrevida em 2015, nesta continuação. Nada de Olyphant, no entanto, e o protagonista assumiu as formas de Rupert Friend. No elenco, Zachary Quinto (o Spock dos novos Star Trek), Ciarán Hinds (o vilão de Tomb Raider – A Origem da Vida) e a bela atriz chinesa com o nome mais legal dos últimos tempos, Angelababy.
E o diretor Uwe Boll volta para seu último round na lista. Graças a Deus. Desta vez, nada de terror, vampiros ou tentativa de comédia. Para que ser modesto, se Boll pode tentar recriar sua própria versão de O Senhor dos Anéis, baseado neste game quase famoso. É triste, mas até entendemos as presenças de Kristanna Loken, Ray Liotta, Leelee Sobieski, John Rhys-Davies, Ron Pearlman, Claire Forlani, Matthew Lillard e Burt Reynolds no filme. Mas o que você faz aqui protagonizando, Jason Statham?! Você merece mais! O filme foi lançado em alguns países em 2007 e chegou aos EUA em 2008.
Se você achou que Uwe Boll tinha perdido o gostinho por continuações lançadas em vídeo, se enganou. Esta continuação de 2011, intitulada Two Worlds, traz ele, o rei do cinema B atual, Dolph Lundgren como o protagonista. E o que é melhor do que um épico medieval de quinta? Um épico medieval de quinta com viagem no tempo! Lundgren vive um soldado das forças especiais enviado de volta no tempo para a idade média. No elenco, ela, a musa do cineasta, Natassia Malthe.
Boll voltaria ainda para a terceira parte, lançada em 2014, intitulada The Last Mission. É claro que este é mais um filme feito direto para home vídeo, e você estava achando o que? De novo apostando na viagem no tempo, desta vez é Dominic Purcell quem sofre protagoniza.
Esse game tem sua legião de fãs. Mas no cinema se tornou mais uma produção esquecível e que passou totalmente em branco. Lembra ali em cima quando eu disse que era o último round de Uwe Boll. Pois bem, era pegadinha. Aqui está ele de novo, em 2008, no comando desta adaptação, sobre um militar investigando uma base ultra-secreta localizada numa ilha. James Bond, alguém?
Outra série de games bastante elogiada, a adaptação de Max Payne para as telonas atraiu talentos como os de Mark Wahlberg e Mila Kunis, que tenho certeza, estão bem arrependidos atualmente. Na trama, um detetive se une a uma mulher atrás de vingança para investigar assassinatos de pessoas próximas, que podem estar todos ligados a uma forte droga alucinógena saída do submundo. O filme foi lançado nos cinemas em 2008.
Aqui era aonde o subgênero tinha tudo para dar sua grande guinada. Grandes astros e diretores interessados nos projetos. Infelizmente, nenhum deles saiu verdadeiramente da caixinha e o que tivemos novamente foram sucessos de crítica e público medianos, para dizer no máximo.
Logo em 2010 chegava a adaptação de um dos jogos mais cultuados por seus gráficos, movimentação realística e jogabilidade, ainda no final da década de 1980. A versão cinematográfica de Príncipe da Pérsia, comandada por Mike Newell (veterano da franquia Harry Potter), apesar de ser um dos mais eficientes do lote, remetendo a uma boa aventura de matinê, recebeu críticas árduas pelo chamado fator White washing, no qual atores brancos assumem papeis que deveriam ser de outras nacionalidades. Aqui, o americano Jake Gyllenhall e a britânica Gemma Arterton, por exemplo, interpretam personagens vindos do Oriente Médio. Fora isso, o desejo por uma sequência que nunca viria fica claro no subtítulo da superprodução.
Um dos games de luta preferidos dos fãs (depois de Street Fighter e Motal Kombat, é claro), Tekken ganhou esta adaptação em 2010 e chegou a ser lançado nos cinemas do Japão e países asiáticos – por lá eles adoram isso. Nos EUA, assim como no Brasil, no entanto, o filme foi lançado direto no mercado de vídeo.
O longa gerou uma continuação em 2014.
Até mesmo jogos de carros e corridas já ganharam sua versão cinematográfica, e Need for Speed é um dos mais famosos deles. O filme tenta pegar clara carona (com o perdão do trocadilho) no sucesso de Velozes e Furiosos – que felizmente não teve um exemplar no mesmo ano de lançamento deste filme, em 2014, caso contrário iria deixa-lo comendo poeira. Lembra que na introdução desta década eu falei sobre atores renomados participando, pois bem, aqui temos Aaron Paul (Breaking Bad), Dakota Johnson (Cinquenta Tons de Cinza), Imogen Poots (Sala Verde), Rami Malek (Mr. Robot), Dominic Cooper (Mamma Mia!), o cantor Kid Cudi e o lendário Michael Keaton como um DJ de rádio. Agora pasmem, planos para uma sequência já estão em andamento!
O videogame Wacraft se tornou um verdadeiro culto entre gamers, quase como uma religião. Trata-se de um jogo de RPG online, o mais famoso e pioneiro de seu estilo. Os fãs passam horas a fio de frente para a tela jogando as aventuras virtuais, muitas vezes esquecendo de viver fora dali. Bem, este parece ter sido o sentimento exato de quem depositou algumas horas de seu dia para assistir a este épico medieval de fantasia focado na guerra entre humanos e orcs, cujo subtítulo no Brasil ficou O Primeiro Encontro de Dois Mundos. Os efeitos são impressionantes e dizem que a mitologia foi bem respeitada e representada. O problema foi agradar os fãs e críticos que não conheciam este universo específico. Uma pena, já que o diretor da empreitada é ninguém menos que Duncan Jones, que no passado recebeu elogios por Lunar (2009) e Contra o Tempo (2011). No elenco, Travis Fimmel (da série Vikings), Paula Patton, Ben Foster, Dominic Cooper (ele de novo!), Toby Kebbell e Ruth Negga (indicada ao Oscar por Loving). O lançamento foi em 2016.
2016 era para ter sido o ano divisor de águas para as adaptações de videogames. ERA. Primeiro foi Warcraft, um mergulho no mundo da fantasia. Mirou em Senhor dos Anéis e acertou As Crônicas de Nárnia. Assassin´s Creed tinha uma abordagem mais real, uma aventura medieval sobre um clã de ladrões, cujos games chamam atenção pelos mesmos fatores que Príncipe da Pérsia chamava há algumas décadas. E para dar prestígio, o astro Michael Fassbender investiu no mesmo time com que havia trabalhado na adaptação de Shakespeare, Macbeth: o diretor Justin Kurzel e a atriz Marion Cotillard. Assim como a versão do bardo inglês, que passou em branco, o destino da adaptação do game foi o mesmo.
Leia nossa crítica de ‘Rampage: Destruição Total’
Como dito no início do texto, antes do primeiro jogo ser adaptado ao cinema, tivemos uma produção com tal temática, que parecia exalar videogame por todos os poros. Na trama, dois irmãos fogem de casa para participar do maior torneio de games da história. O longa, no entanto, era apenas uma grande propaganda para a recém-lançada power glove da Nintendo (que também figurou em A Hora do Pesadelo 6, de 1991). Além disso, capitalizava em cima do menino Fred Savage, que explodia com a série Anos Incríveis (Wonder Years), lançada no ano anterior, em 1988.
Tudo bem, sabemos que as criaturas alienígenas mais famosas e mortíferas do cinema nasceram nas telonas em 1979 (Alien) e 1987 (Predador), e seu encontro era prenunciado desde o desfecho jocoso de Predador 2 (1990), no qual vemos dentro da nave dos alienígenas crustáceos rastafári o crânio de um xenomorfo. Acontece que os games viram a possibilidade antes, e em 1993 a Nintendo já lançava o primeiro videogame com as criaturas. O primeiro filme seria lançado em 2004, com uma continuação em 2007.
Outro filme que não é especificamente uma adaptação de um videogame, embora o tema seja o alicerce de sua confecção. Aqui, um personagem de um jogo fictício, chamado Detona Ralph, cansou de ser o vilão. O jogo de Ralph é levemente baseado em Donkey Kong, primeiro jogo a figurar o personagem Mario. Detona Ralph é recheado de referências, inclusive de jogos mais novos de plataformas da última geração, e participações especiais de personagens de games existentes, vídeo o próprio Mario Bros, Sonic e Street Fighter. O filme foi lançado em 2012.
Outro filme que, embora não seja baseado num videogame específico, o usa como tema de seu roteiro. Pixels tinha tudo para dar certo, e apostava na nostalgia de trintões, ou quem sabe quarentões, e sua paixão pelos primeiros games eletrônicos da história. Mas infelizmente a parte “este é um filme de Adam Sandler” falou mais alto. Entre os muitos videogames clássicos, marcam presença Centopeia, Tetris, Pac-Man e Donkey Kong.

Angry Birds tem um roteiro bem trivial mas bem eficaz que navega explorando as personalidades e gigantes empatias que saem dos diálogos dos amáveis pássaros. Outro fator interessante é que o filme nos ajuda a entender um pouco melhor a história dos ilustres passarinhos do jogo que virou mania nos aparelhos digitais e que com certeza vão conquistar, agora no cinema, de vez o coração de todos.

O grande mérito do filme, que encanta a todas as idades, é mostrar um mundo em que pessoas e Pokémon compartilham suas vidas de forma harmoniosa. Acho que todo fã sonhou em ver isso nos cinemas e agora é realidade. Outra diversão é procurar as centenas de Pokémon espalhados pela telona. Se o lema da franquia é “Temos que pegar [todos]!”, isso fica muito mais legal no cinema. É como se vários easter eggs estivessem perambulando em cena e cada novo monstrinho encontrado é um sorriso que se abre.

Depois de comentários controversos acerca do design do protagonista, ‘Sonic – O Filme’ passou um pouco de seu orçamento original por uma boa causa; resgatando os elementos clássicos dos games em vez de permanecer atado a uma ideia que já havia se provado falha, o estúdio responsável pela adaptação deu voz ao público e não pensou duas vezes em respaldar seus desejos. Dessa forma – e alguns adiamentos depois -, a obra estava pronta e lapidada para chegar as telonas, delineando uma mitologia que, apesar de ter sido explorada em níveis superficiais, pavimenta um caminho interessante para futuras iterações (respaldadas por duas cenas pós-créditos que são um deleite aplaudível para qualquer um que tenha o mínimo de contato com os jogos).
‘Sonic – O Filme’ é uma obra surpreendente, cuja promessa em nos levar a um tempo que não voltará mais é cumprida em uma história coesa e emocionante. Mais do que isso, a iteração é movida por uma ingenuidade pueril que nos mantém entretidos do começo ao fim, unindo o novo e o saudosista em um lugar que exala um enérgico potencial.
Protagonista do filme “A Rainha de Katwe“, Nikita Pearl Waligwa, de apenas 15 anos, não resistiu ao segundo tumor cerebral que teve em apenas quatro anos.

A atriz mirim faleceu neste domingo em um hospital de Uganda, segundo a BBC. A causa da morte foi um tumor cerebral. Ela já havia sido diagnosticada com tumor em 2016. Desde então, ela fez tratamentos radioterápicos e foi até mesmo submetida a uma cirurgia. O tratamento era muito caro, mas a família conseguiu ajuda financeira da diretora do filme, Mira Nair. A doença parecia ter recuado, mas em 2019, foi diagnosticada com um novo tumor na mesma região. Desta vez, a pobre Nikita não resistiu.

Seu papel de destaque foi no filme A Rainha do Katwe, que conta a história de Phiona Mutesi, uma menina analfabeta em Uganda que acaba encontrando seu destino nos jogos de xadrez. É um longa baseado em uma história real e de tom dramático. No Brasil, o filme de 2016 teve pouquíssimas exibições, tanto que nem se deram ao trabalho de dublar o longa. Com apenas 12 anos de idade, Nikita viveu a jovem Gloria e trabalhou junto a Lupyta Nyong’o e David Oyelow.
Ela foi uma guerreira que brigou pela vida até o último momento. Descanse em paz, Nikita.
Após anos aguardando o desfecho da atual trilogia de ‘Star Wars‘, muitos fãs se decepcionaram com a narrativa do ‘Episódio IX‘, intitulado ‘A Ascensão Skywalker‘.
Após a estreia, diversos rumores apontaram que a Disney restringiu as ideias de J.J. Abrams para que o diretor entregasse uma trama adequada aos objetivos do estúdio.
Além disso, um usuário do Reddit afirmou que a corte visto no cinema foi drasticamente alterado em relação à versão idealizada por Abrams, alegando que há várias cenas excluídas.
Pensando nisso, um fã criou um abaixo-assinado no Change.org exigindo que a Disney libere o material original.
Em parte do texto, o responsável pelo pedido diz que:
“Abrams planejou ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ com um corte de mais de 3 horas, mas a Disney assumiu o controle criativo da sequência impediu que ele contasse a história completa. […] O estúdio prometeu a Abrams um controle maior sobre a narrativa, mas os executivos o cegaram e cortaram momentos cruciais só para agradar os investidores.”
Até o momento, o documento já registrou mais de 6.000 assinaturas, mas parece improvável que o protesto tenha algum efeito.
Enquanto isso, a tag #releasetheJJcut está ganhando forças nas redes sociais.
Lembrando que ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ continua em exibição nos cinemas nacionais.
Assista nossa crítica:

Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
O grandioso elenco conta com Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.
Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

É muito difícil encontrar alguma pessoa que nunca tenha ouvido falar dos contos dos Irmãos Grimm. Dentre suas obras mais famosas, podemos citar ‘A Bela Adormecida’, ‘Rapunzel’, ‘Cinderela’ e muitos outros – que foram imortalizados em versões mais sombrias com o filme homônimo lançado em 2005. Entretanto, é ‘João e Maria’ que funciona como uma das narrativas mais fantásticas e que até hoje é passada de boca e boca, encantando as crianças e ensinando-lhes algumas lições de moral bem-vindas e amedrontadoras. O enredo original gira em torno dos dois irmãos titulares que são abandonados na floresta e acabam cruzando caminho com uma casa de doces, lar de uma terrível bruxa que os prende para se alimentar deles.
Seguindo os passos dos inúmeros remakes e readaptações de clássicos da literatura mundial, o diretor Oz Perkins (‘I Am the Pretty Thing That Lives in the House’) resolveu imprimir sua própria perspectiva para a trama, desconstruindo-a e reerguendo-a dentro de uma atmosfera ainda mais horrenda que resgata (ou ao menos tenta resgatar) os melhores estilos de filmes de terror. Entretanto, o resultado final não é tão espetacular quanto pensamos e não aproveita todo o potencial que cultiva nas primeiras cenas e até mesmo nos trailers, ficando no meio do caminho. Na verdade, Perkins canaliza seus esforços para o tecnicismo do longa-metragem, preferindo arquitetar um cenário deslumbrante em vez de lapidar um roteiro excessivamente metafísico e filosófico que sai de lugar nenhum e chega a nenhum lugar.

Antes de mais nada, ‘Maria e João: O Conto das Bruxas’ procura se situar no tempo e no espaço, voltando séculos no passado para um pequeno vilarejo tomado pela peste e pela total desesperança. Lá, Maria (Sophia Lillis) e João (Sam Leakey) procuram ao máximo encontrar algum trabalho para levarem comida para casa, que está à beira da ruína depois da morte do pai. É a partir dessa necessidade de sobrevivência que o roteiro, assinado por Rob Hayes, se curva a um amadurecimento obrigatório e traz elementos do mundo adulto para duas crianças que foram forçadas a abandonar sua infância – ainda que João ainda tenha algumas brechas para se manter esperançoso e ingenuamente atado a um falso otimismo. Eventualmente, a matriarca da família os expulsa de casa e ambos adentram a floresta para encontrar um novo lar.
A história já é conhecida por todas: depois de se embrenharem nas densas árvores nórdicas, eles encontram uma misteriosa casa isolada do resto do mundo e com um convidativo cheiro de comida – uma fraqueza imediata de quem já se rendeu à abarcia. Logo na transição do primeiro para o segundo ato, percebe-se que Perkins decide tornar as coisas mais palpáveis e opta por não transformar a moradia de Holda (Alice Krige) em uma construção de doces, arrancando a petrificação do público a partir de uma estrutura geométrica ao extremo, como a ponta triangular de um iceberg insurgindo no meio do nada.

Tudo a partir daí derrapa em deslizes amadores que vão desde a delineação da narrativa até o processo de edição. Na verdade, a obra é autofágica; procura desenvolver um pano de fundo complexo com o apoio de diálogos existencialistas e metafóricos, mas torna-se pedante à medida que nos aproximamos do final e percebemos que sua essência foi perdida há muito tempo. A começar, o diretor parece preso a um passado remoto e destrincha-se em dois narradores – o primeiro se restringindo à voz perturbada e agourenta de Krige; o segundo, encontrando-se na voz mais cândida de Lillis. Ambas mergulhando de cabeça nas versões de fábulas de terror que ouviram quando criança e que estão prestes a ganhar mais um capítulo – mas o intimismo não muda em nada o desenrolar dos eventos e não auxilia em nada nos arcos do personagens (que também não estão fixados numa estrutura de apoio sólida).
De qualquer forma, não podemos tirar mérito de alguns pontos aplaudíveis da produção. De um lado, o estilo artístico de Perkins funde-se num equilíbrio perfeito entre o expressionismo alemão, utilizando de sua literariedade para condensar os personagens em uma névoa constante e inebriante, e da perspectiva noir dos filmes detetivescos (principalmente quando um dos protagonistas está prestes a fazer alguma descoberta ou ser engolfado numa revelação cosmológica); do outro, as performances de Krige e Lillis é soberba, afastando-se de seus trabalhos anteriores ao mesmo tempo que traz certos elementos para as telonas. Apesar dos picos de glória supracitados, tudo não passa de uma medida paliativa para uma montagem datada e uma resolução ridiculamente fácil para a história apresentada no começo.
‘Maria e João’ prende a si mesmo numa zona de conforto frustrante, brincando na superfície de algo que poderia ser bem maior – ou ao menos que poderia se contentar com as expectativas que cultivou desde o início. Ademais, é provável que o longa seja satisfatório ou aprazível o bastante para abrir espaço para um suposto universo compartilhado que já foi premeditado pelo próprio Perkins.
A sequência do terror ‘Medo Profundo‘, intitulada ‘Black Water: Abyss‘, ganhou a primeira imagem.
Confira:

A sequência contará com a mesma equipe responsável pelo primeiro filme, incluindo o diretor, Andrew Traucki (‘Perigo em Alto Mar‘), e a produtora Altitude.
Na trama, um casal aventureiro que convence seus amigos a explorar um remoto sistema de cavernas nas florestas do norte da Austrália. Com uma tempestade se aproximando, eles descem para a entrada da caverna, que começa a inundar, e se encontram ameaçados por um bando de crocodilos, o que os levará a uma intensa luta pela sobrevivência.
O elenco inclui Jessica McNamee, Luke Mitchell, Amali Golden, Anthony J. Sharpe e Benjamin Hoetjes.
O protudor Mike Runagall disse que a sequência irá manter o mesmo espírito que o original, evitando efeitos computadorizados e mostrando filmagens de crocodilos reais.

Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, ‘Os Novos Mutantes‘ pode driblar todas as desventuras que passou e ter uma abertura saudável nos EUA.
Apesar da concorrência de ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, o filme deve arrecadar entre US$ 15 e 25 milhões em seu primeiro final de semana.
É um bom valor, levando em consideração os diversos adiamentos e o orçamento na casa dos US$ 50 milhões.
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril, um dia antes da estreia norte-americana.
Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.
A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.
O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa já está nos cinemas para tentar recuperar a moral dos anti-heróis da DC e deixar a Harley Queen nos holofotes. Apesar de não ter feito muito dinheiro na semana de abertura, espera-se que o filme ao menos se pague para ajudar na possibilidade de novas adaptações da DC nos cinemas. Fato é que algumas produções já está confirmadas. Por isso, o CinePop separou o calendário dos próximos lançamentos da DC. Confiram!
Mulher Maravilha 1984 (4 de junho)
O próximo projeto da DC chega aos cinemas daqui a alguns poucos meses. É a sequência do fenômeno mundial que foi Mulher Maravilha. Dirigido mais uma vez por Patty Jenkins e estrelado pela Israelense Gal Gadot, o filme se passa na época favorita de Hollywood: os anos 80. A Amazona vai enfrentar a Mulher-Leopardo (Kristen Wiig) e o manipulador Max Lord (Pedro Pascal), um empresário do ramo televisivo que, nos quadrinhos, tem habilidades psíquicas de manipulação mental. Um dos grandes mistérios do filme é o retorno de Steve Trevor (Chris Pine), que foi visto pela última vez se explodindo na Primeira Guerra Mundial.
O Batman (24 de junho de 2021)
Um dos projetos mais ambiciosos da DC, o novo filme do Batman traz Robert Pattinson no papel de Bruce Wayne e promete ser uma viagem pela mente insana do Cavaleiro das Trevas, cheia de nuances e debates morais próprios. E conhecendo o estilo do diretor, Matt Reeves (Trilogia Planeta dos Macacos), o mínimo que se espera é um baita filme. Aparentemente, o filme será lançado pelo selo DC Black, que não tem ligação com os longas do Universo DC, mas com a quantidade de vilões confirmados, não ter conexão com outros filmes deve até ser uma opção criativa melhor. Na trama, o bilionário de Gotham vai enfrentar o Charada (Paul Dano), o Pinguim (Colin Farrell) e a Mulher Gato (Zoe Kravitz), e será auxiliado pelo mordomo Alfred (Andy Serkis) e por Jim Gordon (Jeffrey Wright). Toda a caracterização do filme, segundo os boatos, parece seguir o padrão da clássica série dos anos 60.
O Esquadrão Suicida (5 de agosto de 2021)
Dirigido pelo fantástico James Gunn, a sequência/ reboot do infame Esquadrão Suicida (2016) foi descrita pelo diretor como o “trabalho mais prazeroso” que ele já teve. Gunn também está trabalhando no roteiro e, ao que parece, teve total liberdade criativa neste filme. Alguns membros do longa de 2016 retornam, como a emancipada Arlequina (Margot Robbie), Amanda Waller (Viola Davis), Capitão Bumerangue (Jai Courtney) e o Rick Flagg de Joel Kinnaman. Além dos velhos conhecidos, novos integrantes se juntam ao grupo, como os “panelinhas” de Gunn: Michael Rooker, Sean Gunn, Nathan Fillion e David Dastmalchian. Além de nomes de peso, como: Idris Elba, Alice Braga, John Cena e Peter Capaldi. Os vilões terão uma segunda chance de brilhar, agora nas mãos de um diretor que costuma saber trabalhar seus personagens com primor.
Adão Negro (21 de dezembro de 2021)

Um dos projetos mais antigos da DC enfim vai ganhar as telonas. Isso porque The Rock foi anunciado para o papel há quase 10 anos e, desde então, o projeto já ganhou muitas datas de lançamento, mas acabou sendo adiado várias vezes. Com sua origem contada de forma breve no filme Shazam!,’Adão Negro’ é ambientado no mesmo universo, porém deve se passar em diferentes épocas. Isso porque o personagem é o arqui-inimigo do herói vivido por Zachary Levi. Se tudo sair como planejado, o diretor Jaume Collet-Serra (A Casa de Cera) começa as gravações ainda neste ano e deve introduzir a Sociedade da Justiça no Universo DC.
Shazam 2 (1 de abril de 2022)
Após ter derretido o coração dos críticos em 2019, o atrapalhado Shazam retorna aos cinemas para mais uma aventura solo. Ainda sem muitas informações sobre a sequência, tudo o que sabemos até agora é que David Sandberg vai retornar para escrever e dirigir o filme, assim como Zachary Levi e Asher Angel voltam a viver o Shazam/ Billy Batson, respectivamente. Se a pós-créditos do original for um chamariz para a sequência, podemos esperar também o retorno do Doutor Silvana (Mark Strong), que vai se unir ao terrível Senhor Cérebro, uma lagarta do mal, que parece querer invocar o Adão Negro para formar a Sociedade Monstro do Mal.
The Flash (30 de junho de 2022)
Uma das produções mais problemáticas da história da DC nos cinemas está enfim próximo de ver a luz do dia. Isso porque a produção foi marcada para estrear em 2018, mas sofreu com trocas de diretores, problemas no roteiro e até mesmo Ezra Miller quase abandou o traje do velocista escarlate. Agora nas mãos de uma nova equipe criativa, tendo o roteiro escrito por Christina Hodson (Aves de Rapina) e dirigido por Andy Muschietti (It – Capítulo II), o filme deve adaptar a aclamada saga dos quadrinhos: Flashpoint, em que Barry volta no tempo para salvar sua mãe e acaba alterando toda a linha temporal do UDC.
Aquaman 2 (15 de dezembro de 2022)
A sequência do bilionário Rei de Atlântida vai trazer de volta o diretor James Wan e o protagonista, vivido por Jason Momoa. No momento, os fãs estão assinando uma petição para a exclusão da atriz Amber Heard do papel de Mera, por conta das agressões ao ator Johnny Depp. Maiores detalhes da história ainda não foram revelados.
Bônus:
Super Mascotes da DC (19 de maio de 2022)
Fugindo completamente do estilo de filmes da empresa, a DC vai lançar um longa animado focado nos mascotes da casa. Animais como Krypto – O Super Cão, o Batcão, o esquilo Lanterna Verde Ch’p e o macaquinho Gleek dos Super Gêmeos se unem para salvar o mundo quando o Superman decide tirar férias. Ainda não tivemos muitos detalhes revelados, mas parece ser incrível.
Ansiosos?