‘Locke & Key’, vindoura adaptação da Netflix dos clássicos quadrinhos homônimos, finalmente estreou na plataforma. A primeira temporada já está disponível com seus dez episódios.
A produção conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.84/10 (até agora). O consenso geral afirma que “apesar de se esforçar às vezes para alcançar um tom consistente, [a série] captura o suficiente da essência do material original para proporcionar um momento assustador e divertido o bastante”.
Confira algumas das críticas abaixo:
“A investida televisiva de ‘Locke & Key’ parece uma amálgama de ideias que ficariam melhores em outro lugar” – Rolling Stone.
“O assustador é algo grande no serviço de streaming, bem como dramas de colégio. Coloque os dois juntos e então verá a mágica de verdade” – Pittsburgh Post Gazette.
“Como um todo, a temporada inaugural de ‘Locke & Key’ funciona melhor para os espectadores que não estão familiarizados com o material original, apesar de vários pontos da narrativa aderirem bastante aos quadrinhos” – Bloody Disgusting.
“Talvez o histórico complicado de desenvolvimento do show explica o porquê da encarnação dessa série parece jogar no seguro o tempo todo” – TV Guide.
“Há um pouco para cada um nesse show. Apenas dê tempo no começo de ser envolvido, e terá uma aventura selvagem” – TV Fanatic.
Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill, e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas, tentando mantê-las protegidas das forças malignas do vilão Caravaggio.
De acordo com oDeadline, a série trará Connor Jessup e Jackson Robert Scottcomo protagonistas, interpretando os irmãos Tyler e Bode Locke, respectivamente.
Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) também fazem parte do elenco. Gluck será Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.
Além deles, Coby Bird dará vida à Rufus Whedon, um personagem neurodivergente que se torna uma peça essencial na missão de Bode e Tyler Locke.
Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de Hill. Andre Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.
De acordo com o Deadline, o especial da HBO Max reunindo o elenco de ‘Friends‘ foi confirmado e custará cerca de US$ 20 milhões.
Além disso, o streaming conseguiu os direitos exclusivos de exibição dos episódios antigos, que eram da Netflix.
Para a HBO Max, uma das principais atrações será a comédia amada dos anos 90. Isso deve ajudar o serviço a começar bem, juntamente com os outros exclusivos que a Warner Bros. terá na manga.
Como a WarnerMedia investiu US$ 425 milhões pelos direitos de transmissão da série na HBO Max, o intuito do especial é atrair mais audiência para a atração.
Jennifer Aniston, intérprete de Rachel Green, já demonstrou interesse no projeto durante uma participação no The Ellen DeGeneres Show, sugerindo que a ideia estava em andamento.
Além disso, seu primeiro post no Instagram, ao lado dos colegas de elenco, sugeriu que eles ainda mantém contato e estão dispostos a fazer dar certo.
Não foram revelados maiores detalhes sobre as negociações então não se sabe quais membros do elenco devem fazer parte do Revival e nem quanto estão cobrando para reprisar seus papéis.
Ao invés de procurar uma atriz ou cantora de origem asiática para divulgar ‘Mulan‘, a Disney escolheu a cantora Claudia Leitte para divulgar a produção.
Pelo segundo consecutivo, a cantora vai usar no carnaval looks inspirados na guerreira ‘Mulan‘ – personagem do filme de mesmo nome da Disney que estreia em 26 de março.
Os trajes estão sendo desenvolvidos pelo estilista Yan Acioli em parceria com Israel Valentim especialmente para a ocasião e trazem referências a uma personagem que será apresentada de uma forma nunca vista antes.
É a segunda vez que a Disney contrata a cantora para divulgar suas personagens. Em 2019, Claudia subiu no trio em São Paulo e Salvador usando uma roupa da ‘Capitã Marvel‘.
Após a controvérsia envolvendo os áudios vazados de Amber Heard, que admite ter agredido Johnny Depp, os fãs de ‘Aquaman‘ reforçaram o abaixo-assinado pedindo a demissão da atriz como Mera.
Desde que essas gravações surgiram, as hashtags #JusticeForJohnnyDepp, #SorryJohnny e #AmberHeardIsAnAbuser entraram nos Trending Topics mundiais, juntamente com uma petição para demitir Heard de ‘Aquaman 2‘.
Como a personagem já está confirmada na sequência, o desejo dos fãs é que a ela seja vivida por uma nova atriz no lugar de Heard.
Até o momento, o documento publicado no Change.org já acumula 200.00 assinaturas, mas parece pouco provável que a Warner Bros atenda ao pedido.
Os criadores da pedição alegam que:
“Amber Heard foi exposta como agressora doméstica por Johnny Depp. Em seu processo de U $ 50 milhões, Johnny Depp descreve muitos incidentes de abuso doméstico que ele sofreu nas mãos de sua (então) esposa Amber Heard, incluindo um incidente em que ela o socou duas vezes no rosto e outro em que quebrou o dedo com uma vodca garrafa, e seu dedo teve que ser recolocado cirurgicamente. Ele carregará a cicatriz disso pelo resto da vida.
Amber Heard também foi presa em 2009 por abusar de uma ex-parceira doméstica, Tasya Van Ree, demonstrando um padrão repetido de abuso por Amber Heard.
Desde o divórcio de Heard e Johnny Depp, ela tem sistematicamente criado uma jornada para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos nos quais ela havia realmente abusado de Johnny Depp, mas mentiu e criou relatos falsos de que ele era o agressor. Sobre o incidente durante o qual ela quebrou os ossos no dedo de Johnny Depp e quase o esfaqueou, fazendo com que Depp necessitasse de uma cirurgia para recolocá-lo e repará-lo, Heard apresentou uma história falsa alegando que ele próprio cortou o dedo, mergulhou-o em tinta e rabiscou obscenidades por todas as paredes.
Da mesma forma, Heard relata incidentes fabricados de Johnny Depp batendo na cara dela quando ela, de fato, o deu um soco. Embora a equipe e os vizinhos do prédio onde ela morava relatassem não ter visto marcas no rosto nas horas e dias depois que ela diz que Johnny Depp havia batido nela, ela apareceu no tribunal seis (6) dias depois com hematomas no rosto, pedindo uma ordem de restrição temporária, que foi concedida. Fotos de Heard desde o dia seguinte mostram seu rosto cheio, sem maquiagem e sem um hematoma.
Como Amber Heard é uma abusadora doméstica conhecida e comprovada, a Warner Brothers e a DC Entertainment devem demitir Heard de Aquaman 2. Eles não devem ignorar o sofrimento das vítimas de Heard e não devem fascinar um agressor doméstico.
Os homens são vítimas de violência doméstica, assim como as mulheres. Isso deve ser reconhecido e devem ser tomadas medidas para impedir que uma agressora conhecidaseja celebrado na indústria do entretenimento.
Em 2016, quando ‘Esquadrão Suicida’ estreou nos cinemas, uma das poucas coisas que a opinião pública salvou foi a personagem Arlequina. Embora a moça fosse muito carismática, é preciso observar que o diretor David Ayer hipersensualizou a Arlequina em todas as oportunidades que teve. A título de exemplo, a primeira cena do longa é a moça enrolada em tecidos aéreos dentro de uma cela; o policial se aproxima e Arlequina li-te-ral-men-te lambe a barra de ferro da prisão (e a câmera ali, focada na língua da moça); o policial, com uma cara de safado, vai lá e dá um choque na moça, exercendo todo o seu poder sobre o corpo feminino simplesmente porque se acha no direito e na autoridade para fazê-lo. Sem contar a clássica cena de Arlequina roubando a loja, quando, trajando um shortinho tão minúsculo que parecia uma calcinha, a menina se inclina de costas para a câmera, que coloca a bunda da atriz no centro da tela de cinema.
Então, nesse ‘Aves de Rapina’, dirigido por Cathy Yan (uma mulher!) e cuja história é centrada em personagens femininos, era de se esperar que as personagens fossem retratadas pelas suas histórias de vida – ainda bem, é exatamente isso que acontece.
A trama é centrada e narrada pela própria Arlequina (Margot Robbie, bastante à vontade em voltar a encarnar a icônica vilã, mesmo já tendo sido indicada ao próprio Oscar 2020), que, após o Coringa terminar com ela, sente uma mistura de nostalgia pelo amor perdido e um brilho de liberdade para fazer o que quiser. Um dia, seu caminho cruza com o da adolescente Cassandra Cain (a revelação Ella Jay Basco), que roubou um importante diamante do temível Roman Sionis (Ewan McGregor, um pouco caricato demais), que coloca todos os mercenários de Gotham City atrás da garota, inclusive Arlequina.
Primeiramente, vamos exaltar o fato de Cathy Yan ter transposto cinco personagens femininas para um filme sem explorar o corpo de nenhuma das atrizes. O figurino é adequado para todas, de acordo com o que fazem: Arlequina tem roupas mais coloridas e chamativas, a policial se veste com seriedade, a Canário prefere roupas estilosas com descrição, etc. Nem mesmo nas cenas de luta a câmera desliza por esses corpos: ao contrário, filma as personagens batendo/apanhando com naturalidade, preocupada com os movimentos de ação, não com o arrocho dos collants de malha.
Aliás, as cenas de luta e de perseguição são muito bem coreografadas, sincronizadas e chistosas, parecendo uma dança mesmo. Neste quesito, o filme cumpre o que o espectador busca.
Arlequina parece estar muito mais à vontade consigo mesmo neste ‘Aves de Rapina’ do que no ‘Esquadrão Suicida’ – tanto a personagem quanto a atriz. Sem ser obrigada a sensualizar em todos os seus movimentos, Margot/Arlequina parece se divertir em cena, genuinamente feliz com as decisões que toma. A gente fica querendo se tornar a melhor amiga dela nesse rolê doido por Gotham.
O filme não é todo perfeitinho, e tem suas pequenas máculas. Uma delas é o desempenho bem insosso da atriz Rosie Perez, que faz a detetive Renee Montoya, que fica muito distante e destoante do resto do elenco. Outro ponto que pode incomodar é no primeiro arco do longa, em que Arlequina está narrando a história e, por três vezes, ela volta no tempo para explicar alguma coisa que deixou de mencionar – a repetição dessa técnica pode dar uma enjoada no início.
Apesar dessas pequenas nódoas, o roteiro de Christina Hodson entretém, traz uma boa história e deixa espaço para possíveis continuações, embora tenha focado mais na tríade Arlequina-Canário-Cassandra. A trama é redonda, não necessita de conhecimento prévio e ainda encontra espaço para situar o espectador sobre elementos essenciais no universo da DC.
Dirigido por uma mulher, escrito por uma mulher, produzido por uma mulher e estrelado por cinco atrizes que conduzem toda a trama do longa, ‘Aves de Rapina’ fala da emancipação feminina, pois agora as mulheres vão contar as histórias em quadrinho de acordo como elas querem ser vistas e representadas no universo nerd. Finalmente!
Em entrevista à BBC, Kathleen Kennedy, chefe da Lucasfilm, confirmou que ‘Indiana Jones 5‘ será uma sequência, não um reboot da franquia.
“Nós estamos desenvolvendo [o novo filme], trabalhando no roteiro e, então, estaremos prontos para filmar. O Harrison Ford estará envolvendo. O novo filme não será um reboot, mas sim uma continuação.”
Recentemente, o roteirista David Koepp, que trabalhou na trilogia original do ‘Homem-Aranha’ ao lado de Sam Raimi, revelou que foi recontratado para a aguardada e problemática sequência.
“Na verdade, estou no time mais uma vez,”Koepp comentou. “Ainda estamos tentando [fazer funcionar]. E acho que temos uma boa ideia desta vez. Vamos ver no que vai dar”.
As filmagens da continuação devem começar em abril de 2020, nos estúdios Pinewood, em Londres.
Harrison Ford retorna para viver o personagem-titular.
Produzido pela Lucasfilm, a mesma companhia responsável pela saga ‘Star Wars’, os detalhes da nova aventura ainda não foram divulgados.
Steven Spielberg retorna para a direção do filme, que estreia em 09 de julho de 2021.
Os vencedores serão revelados nesse domingo, dia 9, em uma cerimônia que terá a cobertura completa do CinePOP.
A Oficina Geek é resultado da junção de um grupo de jornalistas amantes da cultura pop e que buscam levar informação e entretenimento para os fãs de filmes, séries, HQs, games, etc.
Essa é triste para o coração. Meu Nome é Dolemite marcou mais um retorno aos holofotes do grande Eddie Murphy – após dois outros ensaios de volta por cima (Dreamgirls, pelo qual foi indicado ao Oscar em 2007, e Mr. Church, pelo qual, assim como este Dolemite, muitos acreditavam em uma indicação). Sim, é triste ver uma produção deste nível ser ignorada por completo pelos votantes da Academia, que traz desempenhos marcantes de veteranos renovados como (o já citado) Murphy e Wesley Snipes.
Pior do que isso é notar que os membros perdem assim uma grande chance de representatividade – já que novamente o público vem acusando esta edição de uma retomada do infame Oscar So White: com nomeados predominantemente brancos na maioria das indicações. E não me venha dizer que não havia boas opções. Sim, Dolemite é a prova disso. Eddie Murphy como ator principal é a prova disso. Wesley Snipes como coadjuvante também.
Para não sermos totalmente injustos, a explicação pode estar associada à Netflix. O colosso vem abrindo cada vez mais espaço com os votantes e a assimilação é lenta, mas está acontecendo. Ano passado tivemos Roma. Este ano, temos O Irlandês, História de um Casamento, Dois Papas e sobrou até mesmo para a animação Klaus. Neste cabo de guerra, Dolemite foi a ponta mais fraca. Uma injustiça.
Outra grande injustiça foi a esnobada de Jennifer Lopez. A atriz latina desempenha seu melhor trabalho nas telas (talvez de todos os tempos) na pele da stripper má intencionada Ramona em As Golpistas. Lopez vinha recebendo elogios de gregos e troianos, aparecendo em premiações menores, até ser consagrada com uma indicação ao Globo de Ouro – o qual perdeu para Laura Dern (um monstro em cena em História de um Casamento).
Talvez a história se repetisse e Lopez, mesmo sendo indicada, não levasse o prêmio para casa – Dern está praticamente com a estatueta em mãos. Mas J-Lo deveria ao menos ter sido indicada – era o que todos esperavam. Em seu lugar surgiram as azaronas Scarlett Johansson(JoJo Rabbit) e Florence Pugh (Adoráveis Mulheres). Mas Kathy Bates (uma grande atriz) é quem sobra na categoria, e quem deveria ter dado lugar à latina.
Crise na casa do Mickey! O Mundo está louco? Frozen (2013) foi um verdadeiro fenômeno mundial, uma verdadeira febre, lançou a música chiclete Let it Go e de que quebra levou o Oscar de melhor animação. Era de se esperar que a tão aguardada sequência de Elsa, Anna e Olaf fizesse barulho parecido. Mas num ano não muito favorável para a Disney (onde O Rei Leão, outra de suas grandes apostas de 2019, desagradou mais do que agradou), Frozen II terminou amplamente esnobado pelo Oscar – recebendo apenas a indicação de canção original, e ficando de fora da categoria mais almejada: melhor animação.
A Academia adora biografias musicais, certo? Isso é bem verdade, é só dar uma olhada no ano passado, quando Bohemian Rhapsody (produção problemática), levou para casa os prêmios de edição de som, mixagem de som, edição e melhor ator, além da indicação de melhor filme. Justamente por isso, muitos não acreditavam que a Academia iria reprisar o ano anterior e encher Rocketman– biografia do grande Elton John – de indicações. Mesmo que o filme tenha recebido muitos elogios, gerado falatório de Oscar em seu lançamento e de forma geral ser concebido como uma obra melhor que seu primo um ano mais velho.
Porém, ao vermos o longa indicado ao Globo de Ouro, e a vitória de Taron Egerton (que vive o músico) na categoria de melhor ator no mesmo prêmio, os ânimos voltaram a crescer em relação à produção. Mostrando que o Oscar guarda sim as suas surpresas em relação às outras premiações, Rocketmanficou de fora desta 92ª edição, ou quase, já que foi lembrado apenas para canção original.
Uma das produções independentes mais elogiadas do ano passado, o drama A Despedida fala sobre uma família chinesa armando uma forma de todos seus membros conseguirem se despedir de uma idosa matriarca, sem que a mesma saiba que seus dias estão contados. Para isso, arquitetam um casamento falso. Com o orçamento de US$3 milhões, o filme arrecadou US$20 milhões ao redor do mundo e figurou no top 10 das maiores bilheterias em seu lançamento. Além disso, soma 98% de aprovação da imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes.
Até aí, tudo bem. A surpresa veio mesmo com a indicação do filme para melhor produção estrangeira no Globo de Ouro e a vitória de melhor atriz para Awkwafina, em seu primeiro papel dramático. O fato deixou os cinéfilos com uma ponta de esperança de que o longa pudesse emplacar no Oscar também. Mas a produção e seus envolvidos foram esnobados pelos votantes.
Aqui temos um caso semelhante. Desde seu lançamento, Ford Vs. Ferrari vinha sendo uma das grandes apostas para o Oscar. E não deu outra. A obra terminou indicada para quatro prêmios da Academia, incluindo melhor filme. Além disso, já é o filme número 134 na opinião do grande público dentre os melhores de todos os tempos. Mas em um quesito Ford Vs. Ferrari não emplacou, e esse foi a indicação de melhor ator para o metódico Christian Bale. O ator foi lembrado para o Globo de Ouro e sua presença em um filme geralmente chama prêmios. No entanto, desta vez o astro problemático teve que ficar de fora.
Além da acusação de falta de representatividade racial com uma nova edição do Oscar So White, Natalie Portman vai ter muito o que falar nesta edição, que novamente privilegiou somente diretores homens na categoria de melhor direção. Sim, tínhamos várias opções, desde Marielle Heller (Um Lindo Dia na Vizinhança) – ignorada ano passado também – até Kasi Lemmons (Harriet); mas a ausência mais sentida foi a de Greta Gerwig.
A diretora foi indicada por sua estreia em Lady Bird, e agora desempenha um trabalho ainda melhor, mais ambicioso e mais sofisticado com este Adoráveis Mulheres. No entanto, nada dos votantes reconhecerem seus esforços e a cineasta ficou de fora da grande festa.
Voltando a falar de representatividade – afinal, nunca podemos deixar de bater nesta tecla -, outro que ficou de fora foi o poderoso thriller Nós. Lançado no início do ano, imaginava-se que o longa faria o mesmo caminho do irmão Corra! (2017), que quebrou muitas barreiras no Oscar de dois anos atrás. O diretor Jordan Peele e alguns envolvidos saíram nomeados e Corra! viu sua trajetória terminar com nada menos que 4 indicações, incluindo melhor filme, diretor e ator, além da vitória por roteiro original. Nós, igualmente potente e relevante socialmente, terminou sem nada. E não apenas isso, a performance arrebatadora da protagonista, a musa Lupita Nyong’o, digna de todos os elogios, terminou totalmente esnobada.
Ano passado, escrevi uma matéria revelando como este Oscar poderia ser um dos mais loucos da história, com possíveis indicações de gente como Adam Sandler, Eddie Murphy, Robert Pattinson e Jennifer Lopez. Optando pelo conservadorismo, a Academia resolveu não indicar nenhum deles. Isso não diminui a qualidade de suas atuações nos projetos pelos quais foram cogitados. Dentre eles estão esnobadas em Adam Sandler no elogiado Joias Brutas e Robert Pattinson por O Farol – ambos dois dos filmes mais enaltecidos pela imprensa nesta temporada.
Ainda falando em O Farol, novo terror de Robert Eggers, diretor do fantástico A Bruxa (2015), por mais que Pattinson fosse promessa, a falta mais sentida de tal filme (que chegou a ser indicado na categoria de fotografia) foi a do veterano Willem Dafoe na categoria de coadjuvante.
Calma, calma. Brincadeiras à parte, como sabemosCats é sim um dos filmes mais odiados de anos recentes. Esculhambado por crítica e público, a obra era mirada à temporada de premiação, mas depois de tanta negatividade jogada em sua direção, os envolvidos sequer o inscreveram como elegível para algum prêmio no Oscar. Apesar disso, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de melhor canção, mesmo evento que já indicou pérolas como O Turista (2010) e Burlesque (2010).
A revelação desta jovem atriz veio com Encontros e Desencontros (2003), mas dentre as indicações que o filme levou para casa, nada de uma para Scarlett Johansson. E assim seguiu por anos a fio. Até mesmo quando achávamos que havíamos encontrado uma forma de indicar Johansson por Ela (2013), a Academia decidiu que atuações onde apenas ouvimos a voz do ator, sem que ele apareça em tela, não são elegíveis ao Oscar. Durante toda a sua carreira, nada de indicações pra moça. Era hora disso ser corrigido. E o foi de uma forma exagerada. Será? O fato é, para quem nunca havia sido nomeada pela Academia, Scarlett Johnasson chega chutando a porta, com duas indicações logo de cara.
História de um Casamento era esperado dar à atriz sua primeira indicação – se isso não ocorresse é que seria estranho. Mas a surpresa ficou mesmo com sua indicação na categoria de coadjuvante, onde foi lembrada por JoJo Rabbit (uma das grandes surpresas desta edição, com 6 indicações – incluindo melhor filme). Uma curiosidade é que no Globo de Ouro, foi o pequeno Roman Griffin Davis, o protagonista, filho de Johansson no filme, quem foi lembrando nas indicações, sendo substituído pela colega de cena no Oscar.
Parasita
Que Parasita é um dos melhores filmes do ano todos nós já sabemos. O filme elogiadíssimo foi o estrangeiro mais rentável nos EUA no ano passado e continua a arrancar admiração do público e especialistas, já sendo o filme de número 27 dentre os melhores de todos os tempos na opinião do grande público. Sua indicação para produção estrangeira era certa, assim como a vitória, muitos afirmam. Mas o que surpreendeu foi que o longa terminou com mais 5 indicações ao grande prêmio do cinema mundial, entre elas roteiro, direção e filme – fato conquistado por poucas produções internacionais ao longa da história do cinema.
Netflix
Como dito antes, o colosso Netflix vem sendo cada vez mais aceito por instituições consagradas e renomadas. É o caso com a Academia, que antes criava grande barreira com a empresa e seus filmes. A política mudou, e ano a ano a Netflix vem emplacado mais produções no Oscar. Em 2020, foram O Irlandês, Dois Papas (que muito bem poderia ter entrado para melhor filme também) e História de um Casamento. A surpresa aqui, porém, ficou a cargo de uma animação. Klaus, enaltecido por muitos especialistas como um dos melhores filmes do ano. Mostrando que todos estavam em sintonia, os votantes do Oscar resolveram indicar o longa entre as animações do ano – dando um chega pra lá no medalhão Frozen II. A falta sentida dentre as produções da Netflix foi mesmo Meu Nome é Dolemite.
Florence Pugh
Essa menina vai longe. Num ano muito promissor para sua carreira, a jovem britânica Florence Pugh, de 24 anos, apareceu em nada menos do que três produções de prestígio. Ela começou recebendo elogios e fazendo sucesso na biografia Lutando com a Família, produzida por Dwayne Johnson, ainda inédita no Brasil. Depois foi a vez de estrelar e carregar nas costas Midsommar – O Mal Não Espera a Noite, de Ari Aster (diretor da obra-prima Hereditário). Fechando com chave de ouro, Pugh sequestra uma obra do nível de Adoráveis Mulheres, roubando todas as cenas em que aparece, não dando espaço sequer para suas companheiras de tela mais tarimbadas – como Emma Watson e Saoirse Ronan.
Não por menos, Pugh saiu, merecidamente, com sua primeira indicação ao Oscar à tira colo, e tem chances de levar a estatueta. Em 2020, ela estará ao lado de sua concorrente na categoria, Scarlett Johnasson, na superprodução da Marvel, Viúva Negra.
Democracia em Vertigem
O Brasil não entrou no Oscar na categoria tão almejada das produções estrangeiras, onde concorria com o excelente A Vida Invisível. Ficamos devastados. Mas podemos ser redimidos este ano na categoria documentário. A ótima cineasta Petra Costa emplaca com Democracia em Vertigem, sua parceria com a Netflix, na disputa pela estatueta dourada. O longa relata o atual cenário político brasileiro, desde impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Malévola – Dona do Mal
Amado e odiado em medidas iguais, o segundo Malévola surpreendeu com uma indicação ao Oscar. O filme foi lembrado na categoria de maquiagem. Se ganhar, terá a mesma honraria de Esquadrão Suicida (2016) – um filme de entretenimento igualmente divisor de opiniões. E se não ganhar, ao menos pode se gabar de ter uma indicação no currículo.
Em ‘Thor: Ragnarok‘, Odin (Anthony Hopkins) morre de maneira digna ao lado dos filhos. Porém, a Marvel filmou um final muito mais terrível que acabou sendo cortado.
Vazou uma cena na internet que mostra Odin sendo esfaqueado no abdômen por Hela (Cate Blanchett) em um beco de Nova York.
A cena em questão começa por volta da marca de 0:35:
“Inicialmente filmamos algumas dessas coisas no set de Nova York”, disse Waititi. “O que queríamos fazer era levá-los à Terra e ver o Doutor Estranho e outras coisas, mas parecia muito conveniente que ele estivesse subitamente em um beco e tudo era tão rápido. Queríamos ir a algum lugar pacífico e relaxar com esses personagens e ficar com Odin enquanto ele transmite essa sabedoria e outras coisas e não precisa ouvir táxis amarelos idiotas buzinando nos fundos “.
Em entrevista para a ET Online, o diretor Taika Waititi foi questionado se ‘Thor: Amor e Trovão‘ irá repetir a mesma narrativa cômica de ‘Ragnarok‘, ao que ele respondeu:
“Bem, ‘Ragnarok‘ é um filme bombástico e estranho, estamos tentando dobrar tudo o que fizemos com ele. Vamos criar algo ainda mais louco, mais divertido, e ainda mais importante. Será uma grande aventura.”
Além de dirigir, Waititi também revelou que voltará a atuar como Korg na sequência.
“Meu personagem também estará de volta. Thor e Korg serão uma dupla, então vamos vê-los juntos por mais tempo.”
Apesar disso, vale lembrar que uma das tramas deve girar em torno da batalha de Jane Foster (Natalie Portman) contra o câncer de mama.
“Acho que essa é uma parte poderosa das HQs”, disse Waititi. “Acho que é interessante ver ela lutando contra essa coisa e então há duas batalhas acontecendo. Pessoalmente, amo essa narrativa. Mas se realmente ela vai entrar no filme, teremos que esperar para ver.”
A AMC divulgou as imagens promocionais da segunda metade da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘.
Confira:
A série retornará com episódios inéditos no dia 23 de fevereiro.
Angela Kangretorna como showrunner da nova temporada.
A trama gira em torno de um mundo pós-apocalíptico dominado por zumbis, onde os vivos têm que sobreviver não só aos mortos, como também a si mesmos.
O elenco conta com Norman Reedus, Danai Gurira, Melissa McBride, Josh McDermitt, Seth Gilliam, Ross Marquand, Jeffrey Dean Morgan, Khary Payton e Samantha Morton.
De acordo com o Redanian Intelligence, um dos monstros favoritos dos fãs na saga ‘The Witcher‘ irá aparecer na 2ª temporada da série.
Conhecido como Leshens, o monstro é uma criatura poderosa e antiga da floresta. Detalhes sobre sua aparição não foram revelados, mas o site afirma que o monstro trará “sérias consequências” aos protagonistas.
Apesar da criatura ser apenas mencionada nos livros, ela tem grande importância nos jogos, tendo destaque em uma jornada memorável de The Witcher 3: Wild Hunt.
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.
O filme ‘The Witch: Subversion‘ ganhou um novo trailer cheio de ação e violência.
Confira:
Dirigido por Park Hoon-jung (‘Eu Vi o Diabo‘), o longa será o primeiro de uma franquia já planejada.
Na trama, uma jovem vive com seus pais adotivos depois que eles a encontram sozinha na floresta, quase morta. Quando pessoas estranhas começam a aparecer na vida da garota, sua cabeça vira de cabeça para baixo em um piscar de olhos.
Sem muitas surpresas, a adaptação de ‘Monster Hunter‘, estrelada por Milla Jovovich, terá baixa classificação etária (PG-13).
O longa foi classificado pelo MPAA por “sequências de ação com criaturas e violência”.
Confira o trailer vazado:
O longa será lançado nos cinemas no dia 4 de setembro.
Dirigido por Paul W. S. Anderson (‘Resident Evil‘), o longa terá um orçamento estimado em cerca de US$ 60 milhões.
Por trás de nosso mundo, há outro: um mundo de monstros perigosos e poderosos que dominam seu território com ferocidade mortal. Quando a tenente Artemis (Jovovich) e seus leais soldados são transportados de nosso mundo para o novo mundo, a tenente inabalável recebe um choque de realidade. Em sua desesperada batalha pela sobrevivência contra enormes inimigos com poderes incríveis e ataques revoltosos e incontroláveis, Artemis se unirá a um homem misterioso que encontrou uma maneira de revidar.
A Netflix divulgou um novo vídeo com os 10 primeiros minutos da série ‘Locke & Key‘.
Confira:
A produção conquistou 77% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.84/10 (até agora). O consenso geral afirma que “apesar de se esforçar às vezes para alcançar um tom consistente, [a série] captura o suficiente da essência do material original para proporcionar um momento assustador e divertido o bastante”.
Confira algumas das críticas abaixo:
“A investida televisiva de ‘Locke & Key’ parece uma amálgama de ideias que ficariam melhores em outro lugar” – Rolling Stone.
“O assustador é algo grande no serviço de streaming, bem como dramas de colégio. Coloque os dois juntos e então verá a mágica de verdade” – Pittsburgh Post Gazette.
“Como um todo, a temporada inaugural de ‘Locke & Key’ funciona melhor para os espectadores que não estão familiarizados com o material original, apesar de vários pontos da narrativa aderirem bastante aos quadrinhos” – Bloody Disgusting.
“Talvez o histórico complicado de desenvolvimento do show explica o porquê da encarnação dessa série parece jogar no seguro o tempo todo” – TV Guide.
“Há um pouco para cada um nesse show. Apenas dê tempo no começo de ser envolvido, e terá uma aventura selvagem” – TV Fanatic.
A série estreia amanhã,07 de fevereiro, na plataforma.
Os quadrinhos de ‘Locke & Key‘ foram publicados pela primeira vez em 2008 por Joe Hill, e acompanham uma família cujos membros são os guardiões de uma série de chaves místicas, tentando mantê-las protegidas das forças malignas do vilão Caravaggio.
De acordo com oDeadline, a série trará Connor Jessup e Jackson Robert Scottcomo protagonistas, interpretando os irmãos Tyler e Bode Locke, respectivamente.
Griffin Gluck (‘American Vandal’) e Steven Williams (‘The Leftovers’) também fazem parte do elenco. Gluck será Gabe, um estudante que vai para a Academia Matheson – a mesma escola de Kinsey Locke (Emilia Jones); Williams, por sua vez, será Joe Ridgeway, um professor da mesma instituição.
Além deles, Coby Bird dará vida à Rufus Whedon, um personagem neurodivergente que se torna uma peça essencial na missão de Bode e Tyler Locke.
Carlton Cuse entra como showrunner da série ao lado de Hill. Andre Muschietti, responsável pelo remake de ‘It – A Coisa’, havia sido cotado para dirigir os episódios, mas saiu do projeto.
Depois que a Variety revelou que Sam Raimi está em negociações para dirigir ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, diversos fãs estão torcendo para que o Homem-Aranha de Tobey Maguire faça uma aparição.
Para quem não se lembra, Raimi foi o resposável pela primeira adaptação cinematográfica do ‘Homem-Aranha‘ no cinema (2002-2007).
Considerando que a trama de ‘Doutor Estranho 2‘ irá se aprofundar em realidades alternativas, não seria uma má ideia trazer o personagem para uma breve participação.
Nas redes sociais, diversos internautas publicaram mensagens torcendo pelo retorno de Maguire ao papel.
“Sam Raimi + Multiverso = Retorno do TOBEY MAGUIRE.”
Krl… Meu dia acabou de ficar sensacional após saber que o Sam Raimi está em negociação final pra dirigir Doutor Estranho 2. Já esperando Tobey Maguire nesse multiverso!!!
Imagine if Raimi convinces Tobey Maguire to reprise his role as Spider-Man in DS2! Afterall, the movie is called, Multiverse of Madness. Marvel Studios would obviously have to get permission from Sony, but maybe there is a loop hole around this if Tom Holland stars in the sequel? pic.twitter.com/LBFXDQ3EEk
“Imaginem se o Raimi convencer Tobey Maguire a reprisar seu papel de Homem-Aranha em ‘Doutor Estranho 2‘! Afinal, o filme se chama ‘Multiverso da Loucura‘.”
“Quanto tempo até a Marvel trazer Tobey Maguire de volta?
OOOOOOOOOOHA. Sam Raimi no filme do Dr Estranho que vai ser no Multiverso. Isso abre uma chance de ter easter eggs da triologia clássica do miranha. https://t.co/BPnaxJyhzwpic.twitter.com/v3BqAGscWl
e se doutor estranho 2 for mostrar de vdd o multiverso e aparecer o miranha do sam raimi?
— Sinto saudades do Tomorrowland (@scolognese92) February 6, 2020
Mano, já pensou, o Sam Raimi dirige um filme do doutor estranho que tem MULTIVERSO no nome, nunca ficou tão possível a volta do Homem-Aranha do Tobey como agora
Vale lembrar que, recentemente, o diretor Scott Derrickson se desligou do projeto alegando “diferenças criativas”. Apesar disso, ele continuará sendo o produtor executivo da sequência.
Confira a sinopse oficial:
Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.
O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.
“Multiverso da Loucura é um dos melhores títulos já criados. Eu não diria necessariamente que é um filme de terror, mas terá várias sequências assustadoras nele. Quero dizer, há algumas cenas tensas em ‘Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida’ que me faziam cobrir os olhos quando era criança, como a cena dos rostos derretendo.”
Ele completa, “Vai ser divertido. É divertido ficar assustado de alguma forma. Não será assustador de uma forma tortuosa, mas realmente aterradora. Scott Derrickson é muito bom nisso! Assustador pode ser uma emoção muito boa.”
Lembrando que Jade Bartlett foi escalada para reescrever o roteiro da produção.
A sequência também deve introduzir Clea noMCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.
‘Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 07 de maio de 2021.
Apesar de ‘Aves de Rapina‘ ser um filme focado na emancipação fantabulosa de Harley Quinn (Margot Robbie), as outras personagens do filme também ganham seus devidos destaques e conquistam o público.
E se depender da diretora Cathy Yan, a Canário Negro (Jurnee Smollet-Bell), a Caçadora (Marie Elizabeth Winstead) e a Renee Montoya (Rosie Perez) deveriam ganhar seus próprios filmes derivados nos cinemas.
Em entrevista exclusiva ao CinePOP, a diretora revelou que adoraria ver spin-offs de ‘Aves de Rapina‘ focados nas outras garotas!
Assista:
Qual personagem você gostaria que ganhasse seu próprio filme?
Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.
Em seu perfil do Twitter, Vin Diesel divulgou a capa da próxima edição da revista Total Film, destacando Dominic e Mia Toretto (Jordana Brewster) ao lado de Letty Ortiz (Michelle Rodriguez) em ‘Velozes e Furiosos 9‘.
Anteriormente, a revista já havia divulgado algumas imagens da sequência, revelando o primeiro encontro entre Toretto e seu irmão Jacob (John Cena).
Lembrando que o longa estreia em 20 de maio de 2020.
Dirigido por Justin Lin, o filme será estrelado por Vin Diesel, Michelle Rodriguez, Jordana Brewster, Tyrese Gibson, Ludacris, Helen Mirren, Charlize Theron, John Cena, Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
‘A Menina que Matou os Pais‘ e ‘O Menino que Matou meus Pais‘, longas baseados nos autos do processo do brutal assassinato do casal Von Richthofen, ocorrido em 2002, ganharam cartazes.
Em 2002, o casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos chocou o Brasil ao se declararem culpados pelo brutal assassinato dos pais de Suzane. Ao longo do julgamento deles, esse caso é revisitado em busca de respostas sobre os motivos do casal para cometer essa atrocidade. Um drama de crime real sobre um dos casos de assassinato mais chocantes do Brasil. Lançados simultaneamente, os dois filmes mostrarão pontos de vista opostos dos assassinos.
O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.
Uma página no Twitter publicou um vídeo hilário mostrando o excêntrico encontro entre Joaquin Phoenix e uma brasileira, que o reconheceu em uma rua de Londres.
Enquanto estava entregando panfletos para uma campanha a favor dos direitos dos animais, Phoenix foi surpreendido pela brasileira, que se enrolou no inglês e disse: “You are Coringa”.
Acontece que o título do filme e o nome do personagem em inglês é ‘Joker‘, e Phoenix não entendeu muito bem o que a brasileira estava tentando dizer.
Para disfarçar o constrangimento, ela emendou:
“Você é um ator, não é? Eu vi o seu filme e adorei. Você é um ótimo ator.”
Mesmo sem entender o que significa ‘Coringa’, Phoenix agradeceu meio sem jeito e continuou a entregar os planfletos.
Confira:
“You are ‘CORINGA‘. Uma brasileira reconheceu Joaquin em ‘Joker‘, que é traduzido como ‘Coringa’ no Brasil. Mas parece que ela não é uma fã de cinema, porque o impacto [do título] ‘JOKER‘ tem alcançado cada vez mais pessoas.”
“You are CORINGA” A Girl in Brazil recognizes Joaquin from his movie, Coringa mean Joker. She isn’t a movie going person but the impact of JOKER have reached far & wider to people of all spectrum #JOKER
‘Coringa’ tornou-se um dos filmes mais aclamados pela crítica especializada e pelo público dos últimos anos e seu sucesso refletiu na temporada de premiações com diversas nomeações ao Globo de Ouro, ao SAG Awards, ao Critics’ Choice e ao BAFTA.
Agora, o longa-metragem de Todd Phillips fez história ao ser indicado a nada menos que 11 categorias na 92ª edição do Oscar, conquistando o patamar de filme baseado em quadrinhos com mais indicações ao prêmio – e quebrando o recorde que antes pertencia a ‘Pantera Negra’ (7 categorias).
Sem muita surpresa, Joaquin Phoenix é o favorito para levar para casa a estatueta de Melhor Ator, enquanto Todd Phillips está indicado para Melhor Diretor, competindo com Sam Mendes, Quentin Tarantino e Bong Joon-ho. ‘Coringa’ também concorre em Melhor Filme, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Mixagem de Som, Melhor Figurino, Melhor Edição, Melhor Trilha Sonora, Melhor Fotografia, Melhor Maquiagem & Cabelo e Melhor Edição de Som.
Lembrando que a 92ª cerimônia do Oscar irá ao ar em 09 de fevereiro.
‘Os Novos Mutantes‘ estreia em abril, e a Disney está aproveitando a proximidade da estreia para divulgar o material promocional da adaptação.
Em um novo lote de imagens individuais, Maisie Williams aparece como Rahne Sinclair, a Lupina, uma jovem que tenta se apegar às crenças religiosas enquanto luta para se livrar de sua natureza como lobisomen.
Como pode ser visto, a personagem carrega um bíblia e um terço, o que reforça sua fé.
Confira:
Lembrando que ‘Os Novos Mutantes‘ chega aos cinemas nacionais em 02 de abril de 2020.
Confira o trailer:
Para quem não conhece, ‘Os Novos Mutantes‘ acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.