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‘O Senhor dos Anéis’: Amazon está procurando por ‘pessoas feias’ para o elenco da série

Segundo o site Independent, a Amazon está em busca de mais membros para o elenco da vindoura e ambiciosa série O Senhor dos Anéis – e a nova chamada foi um tanto quanto… Inesperada.

A produtora divulgou audições para pessoas “muito peludas” e “com muitas rugas” para integrarem o exército dos Orcs, criaturas perigosas e deformadas que habitam há milênios a Terra-Média e servem aos desejos de Sauron, o Senhor do Escuro. Membros de qualquer etnia e idade, e que tenham menos de 1,5 metro ou mais de 2 metros, poderão participar dos testes.

Por enquanto, o elenco principal é formado por Markella KavenaghMaxim BaldryJoseph MawleEma HorvathMorfydd Clark foi a mais recente adição e dará vida à versão mais jovem de Galadriel. Will Poulter deixou o projeto devido a conflitos de agenda.

A trama da série será ambientada antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada.

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Crítica | Star Wars: A Ascensão Skywalker é uma carta de amor aos fãs mais antigos

Entre trancos e barrancos, algumas sequências mal acabadas e um excessivo uso de efeitos visuais em meio a uma época tão emblemática para a história do cinema contemporâneo, Star Wars conseguiu navegar com maestria. Independente de suas falhas imperdoáveis para os fãs mais severos, a franquia se imortalizou como talvez uma das mais vanguardistas dos últimos anos. E com o fim de uma década dobrando a esquina, assim também se encerra uma longa e contínua saga. A narrativa da família Skywalker chega ao seu fim, coroando a controversa, porém amada, história iniciada por George Lucas nos idos dos anos 70. A Ascensão Skywalker pode até desapontar alguns (ou muitos), mas é capaz de sincronizar o pior e o melhor da franquia com brilhantismo, em uma trama repleta de catarses emocionais, existenciais e até mesmo narrativas. Quer o hate venha ou não, é inegável que a beleza da ascensão é o fato de ela também ser o símbolo mais profundo da redenção e do perdão. 

Os Episódios antigos lançados entre os anos 70 e 80 já traziam em sua essência uma bela trama particular sobre auto descoberta. Usando uma galáxia tão distante como o background ideal para uma aventura sem fronteiras em todos os sentidos – tanto em termos de construção de roteiro, como de limitações tecnológicas, Star Wars é de fato a história de um jovem que, ao tentar descobrir quem é, acaba descobrindo o propósito de sua jornada. Neste contexto, universos inteiros correm o risco de extinção e uma resistência se faz necessária para garantir a paz e plenitude entre os planetas. Essa premissa continuou sua trajetória com o passar dos anos e após um hiato silencioso nos cinemas – em meados da década atual, J.J. Abrams resgatou o que havia se perdido e pelas mãos da Disney fez de O Despertar da Força a retomada de uma trama incompleta. A Ascensão Skywalker é a eclosão máxima desse tumultuado emaranhado visual e faz sua despedida com leveza, doçura e simplicidade.

Fugindo das complicações que fizeram Os Últimos Jedi se tornar aquele filme que faz muitos recuarem, o longa dirigido por J.J. Abrams é sua carta de amor aos fãs mais antigos, à medida que ainda consegue cativar as gerações mais novas, que descobriram a franquia nos últimos anos. Fechando os ciclos de seus personagens de maneira bem emotiva, A Ascensão Skywalker visar deixar um suspiro saudosista, preza por finais felizes, mas claro, de formas bem sacrificiais. Provando que nenhuma boa ação vem sem punição, a trama busca o equilíbrio em seu encerramento, a fim de não tornar a Saga Skywalker em uma narrativa piegas. Mas fugindo também do estilo mais irreverente que os roteiros de Uma Nova Esperança e O Império Contra-Ataca possuem, a divisão da Disney adota o modo play safe, mas o faz com honra e mérito, entregando uma trama que desenvolve com presteza, glorifica seus personagens mais clássicos (vida longa à general Leia!) e não perde tempo em pequenos arcos, primando mesmo pela consolidação final da grande história que ressuscitou Star Wars nos cinemas.

Aqui, Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver) formam uma bela díade, seja em suas lutas bem coreografadas e dirigidas, seja no diálogos que exploram as mazelas e os traumas que ambos carregam. E por justamente explorar o aspecto mais afetuoso e emocional dos personagens é que a trama assinada por Abrams e Chris Terrio ganha um sabor tão particular. Voltando-se para às raízes do que George Lucas desenvolvera no passado, a produção se aprofunda nas auto-descobertas, fazendo um silogismo simbólico e catártico, com os protagonistas aprendendo a encarar seus respectivos passados, para que então possam rumar para o que o futuro lhes reserva. Essa abordagem ainda faz com que Star Wars se transforme em um filme sobre redenção e perdão, criando um elo e uma ponte ainda maior com sua audiência. 

Indo além das lutas que são quase um ballet contemporâneo, o filme se apresenta de maneira mais madura, tanto em seu enredo, como na direção de J.J.. Aqui, ele explora mais os planos sequências, trazendo ritmo, dinamismo e muita sincronia entre os personagens. Com uma identidade maior nas principais tomadas de ação, A Ascensão Skywalker não é apenas um filme de ficção científica que agrada os olhos. É dono também de uma propriedade técnica bem maior e mais encorpada. Os efeitos visuais são ainda mais realistas e intercalam-se com efeitos práticos, que ajudam a trazer a mesma sensação palpável que fez da trilogia dos anos 70-80 o sucesso inesgotável que ainda sustentam. Trazendo realismo na tecnologia empregada, a cena de luta gravada nas ruínas da Estrela da Morte, em meio a um mar revolto, é ainda mais fascinante aos olhos e faz uma pequena homenagem à trama original que nos trouxe a 2019 e à Ascensão Skywalker

Com John Williams de volta à trilha sonora original, o filme ainda traz o equilíbrio ideal entre a boa execução musical e a edição das cenas. Mesclando inúmeros gêneros em um só, Star Wars: A Ascensão Skywalker transita entre a ação, uma carga dramática hipnotizante, a leveza da comédia que faz parte de sua essência, além de algumas breves pitadas de terror, que ajudam a compor a tensão nas cenas mais pesadas – tudo isso, sem comprometer sua classificação indicativa, voltada para o público familiar. Antagonicamente promovendo uma bela colisão e entrelaçamento entre o passado e o presente, Star Wars: A Ascensão Skywalker resgata um de seus mais amados vilões e lhe garante não apenas a trama que sempre quisemos ver, como bons e velhos fãs da franquia, como também o entrega nos braços da audiência, em um filme que encerra essa década como sendo a despedida mais dolorosa, depois de Vingadores: Ultimato. Que a força esteja conosco e com o futuro de Star Wars.

Mariah Carey lança mais um INCRÍVEL clipe do hit “All I Want for Christmas Is You”; Confira!

A Rainha do Natal está de volta, cordeiros!

A lendária Mariah Carey lançou hoje (20) mais um clipe oficial de sua famosa canção de fim de ano “All I Want for Christmas Is You”.

Confira:

A música original foi divulgada em novembro de 1994 e, desde então, tornou-se um clássico que praticamente está em todas as playlists do feriado natalino.

A produção alcançou o #1 na Billboard Hot 100 à época do lançamento e, desde então, sempre volta ao pódio quando chegamos nos últimos meses do ano. Em 2017, a canção subiu ao #9 e, em 2019, quebrou mais um recorde ao reclamar o topo das baradas depois de 25 anos de sua estreia.

10 músicas para quem AMA o Natal!

Com vendas globais de mais de 16 milhões de cópias“All I Want for Christmas Is You” é o maior sucesso internacional de Carey e 11º single mais vendido de todos os tempos.

‘Você’: 2ª temporada conquista 86% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A segunda temporada de ‘Você‘ chega à Netflix logo após o Natal, mas as primeiras avaliações da produção já estão entre nós. Conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, o novo ciclo recebeu inúmeros elogios pelo desenvolvimento da narrativa, que começa a explorar com maior complexidade os arcos dos seus personagens.

Além disso, o astro Penn Badgley foi elogiado por sua performance, à medida que a trama avança na forma como a violência masculina é abordada.

E para te preparar para o que vem por aí e aguçar os ânimos dos fãs apaixonados pela série, separamos as principais avaliações disponíveis até o momento!

Confira:

“A segunda temporada segue mais devagar que sua antecessora e o mistério de eles-irão/eles-não-irão acaba indo para o banco de trás, para abrir espaço para um desenvolvimento vital dos personagens”. – Joelle Monique, AV Club

“Badgley ainda é, incrivelmente, assistível como Joe, que possui o coração de um herói de comédia romântica e a mente/falta de impulso de controle de um stalker assustador. O ator faz malabarismo com duas funções, com sua performance nas telas e sua narração de fundo com um charme implacável”.  – Kristen Baldwin, Entertainment Weekly

“Talvez a intenção é nos chocar ao ponto de nos levar a ter consciência do quão podre esse rapaz, pelo qual nos afeiçoamos tanto, é. Mas esse é um truque de mágica que só consegue funcionar uma vez”. – Daniel D’Addario, Variety

“Por todas as suas reviravoltas, arcos e às vezes natureza operática, ‘Você’ é basicamente um inquietante e complicado retrato da violência masculina – como ela começa, quais são seus alvos e como seus efeitos reverberam para fora”. – Angelica Jade Bastién, New York Magazine/Vulture

“A segunda temporada de ‘Você’ é uma continuação substancial, que entrega ao seu novo elenco muito espaço para criar e ousar, à medida que eles se mantém familiares ao principal fator maníaco da narrativa”. – Amanda Bell, TV Guide

Confira o trailer:

Criada por Greg BerlantiSera Gamble, a série é baseada na saga literária escrita por Caroline Kepnes.

Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.

O elenco do novo ciclo conta com Penn Badgley, Victoria Pedretti, James Scully, Jenna Ortega, Ambyr Childers e Carmela Zumbado.

‘Viúva Negra’: Florence Pugh está ansiosa para que as meninas assistam ao filme

Durante uma entrevista para a IndieWire, Florence Pugh, intérprete de Yelena Belova em ‘Viúva Negra‘, disse que está ansiosa para que as meninas assistam ao filme.

Pugh elogiou o trabalho da diretora Cate Shortland e disse que o filme foi feito pensando no impacto para a nova geração de mulheres que ainda está crescendo.

Cate [Shortland] foi tão responsável ao adaptar essa história de maneira crua e dolorosa… É muito sentimental porque trata de garotas desajustadas tentando se reunir novamente e tentando consertar algo que foi quebrado. É sobre se consertar e como você se levanta depois de uma queda. Como uma jovem mulher, tenho certeza que muitas meninas vão se sentir representadas na história, quando eu li o roteiro, eu pensei: ‘Meu Deus, isso é incrível’.”

E você, também está ansioso(a) pela estreia?

Anteriormente, o WGTC anunciou que a Marvel já está pensando na sequência de ‘Viúva Negra‘, mas sem a presença de Scarlett Johansson.

O estúdio planeja trocar de protagonista e apresentar Yelena Belova como a nova Viúva Negra no MCU.

Vale lembrar que Belova será a co-protagonista do primeiro filme, já que a trama mostrará Nat treinando-a e formando um vínculo de irmã com suas colegas da Sala Vermelha e do programa de treinamento da Viúva Negra. Yelena também é a segunda Viúva Negra nos quadrinhos, e tem uma história com a HYDRA. Então, definitivamente há espaço para um segundo filme estrelado pelo personagem.

Viúva Negra estreia em 01 de maio de 2020.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh, e O.T. Fagbenle

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

Assista ao trailer:

 

 

Leia o roteiro de ‘Adoráveis Mulheres’ na ÍNTEGRA!

Adoráveis Mulheres tornou-se uma das grandes conquistas de 2019 e, além de ser aclamado pela crítica internacional, o roteiro de Greta Gerwig ganhou um lugar especial e foi aplaudido pela coerência e pela incrível capacidade de capturar a essência da escritora Louisa May Alcott, que assinou o romance original.

Agora, Gerwig divulgou gratuitamente a versão final de sua adaptação. Leia o roteiro na íntegra!

Assista ao trailer:

Dirigido por Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar‘), o longa é baseado no livro homônimo escrito por Louisa May Alcott.

A trama acompanha as irmãs March, que enfrentam problemas crescentes como falta de dinheiro, tragédias familiares e rivalidades românticas na Massachusetts de meados do século 19. Jo luta por independência e, às vezes, entra em conflitos com a mãe e as irmãs Meg, Amy e Beth. Ela também lida com a rabugenta Tia March, o impulsivo vizinho Laurie e o bondoso professor Friedrich Bhaer.

O elenco conta com Meryl Streep, Emma Watson, Saoirse Ronan, Timothée ChalametLaura DernBob OdenkirkChris Cooper, Florence Pugh e Eliza Scanlen.

Adoráveis Mulheres estreia nos cinemas nacionais em 09 de janeiro de 2020.

‘Avatar’: James Cameron diz que relançamento pode superar a bilheteria de ‘Vingadores: Ultimato’

‘Vingadores: Ultimato‘ entrou para história ao se tornar o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,798 bilhões), tomando o posto que ‘Avatar‘ (US$ 2,789 bilhões) carregou durante 10 anos.

No entanto, o diretor James Cameron disse ao USA Today que, se Avatar‘ for relançado, vai ultrapassar as bilheterias da adaptação dirigida pelos irmãos Anthony e Joe Russo.

Questionado se havia a possibilidade de um relançamento antes da estreia da sequência prevista para 2021, Cameron disse:

“Eu tenho certeza que, se relançarmos ‘Avatar‘, superamos a bilheteria de ‘Ultimato‘. Mas vamos deixar [a Marvel] ter seu momento e comemorar que as pessoas estão indo ao cinema. Eu adorei o filme dos Russo, mas eles passaram ‘Avatar‘ por muito pouco.”

Falando sobre a sequência, Cameron admitiu que estava preocupado com a concorrência dos serviços de streaming, mas percebeu que ‘Ultimato‘ provou que as pessoas ainda gostam de ir ao cinema.

“Quando nos superaram, eu vi isso como um ótimo sinal. Eu estava muito preocupado com todos esses serviços de streaming, porque agora as pessoas podem assistir tudo em casa, então pensei que o cinema estava perdendo força. Temi pela sequência de ‘Avatar‘, fiquei pensando que nunca iríamos repetir o sucesso do primeiro, mas depois de ‘Vingadores: Ultimato‘, eu percebi que isso ainda é possível. Isso me dá forças para continuar.”

Anteriormente, o diretor conversou com a Variety e deu detalhes sobre o desenvolvimento dos próximos filmes, garantindo aos fãs que a franquia irá decolar de vez.

Cameron não fez cerimônia e decidiu revelar que as gravações de duas das sequências já foram finalizadas.

“De 2013 até agora, conseguimos projetar todo o universo de ‘Avatar‘ para as próximas quatro sequências. Escrevemos e terminamos os roteiros de todos os filmes. Já filmamos o segundo e o terceiro, e estamos finalizando a primeira parte do filme 4. E nós já terminamos quase todo o trabalho com os atores.”

Questionado sobre demora para o lançamento dos filmes, ele argumentou que grande parte da dificuldade foi realizar os processos digitais, que serão muito mais complexos do que um simples CGI.

“As pessoas realmente não entendem o planejamento e a complexidade desse processo. É como fazer dois filmes e meio de animação. Um grande filme de animação leva cerca de quatro anos para ser produzido… É como fazer um filme live action e outro usando apenas animação, é muito trabalhoso. Mas, se você fizer as contas, estamos dentro do cronograma previsto para dezembro de 2021.”

E agora que as filmagens deAvatar 2’ já terminaram, o público está ansioso para assistir um trailer ou qualquer material de divulgação da sequência, mas isso não deve acontecer tão cedo.

A informação foi revelada no perfil oficial da franquia no Twitter.

Quando um fã perguntou quando seria lançado o trailer, a resposta foi a seguinte:

“Infelizmente, nem tão cedo (desculpe!) Mas teremos muitas novidades para atrair os fãs até lá, como o jogo de celular que será lançado em 2020!”

Confira:

Para comemorar o fim das gravações, a equipe de produção compartilhou uma nova imagem dos bastidores da sequência.

“Terminaram as filmagens, nação Na’vi! 💙 É o nosso último dia de filmagens em 2019 e estamos comemorando com uma prévia. 👀 Confira esta foto do convés do Dragão Marinho, uma enorme nave-mãe que carrega uma série de outras embarcações nas sequências.”, diz a legenda.

Confira:

“Máquinas de ondas, chamas ardentes, e James Cameron com uma câmera 3D – apenas um dia normal no set das sequências de ‘Avatar’. Agradecemos ao produtor Jon Landau por capturar a imagem.”, diz a publicação.

Lembrando que Avatar 2’ tem estreia marcada para 17 de dezembro de 2021, atrasando um ano em seu lançamento. As outras continuações também tiveram que ser adiadas.

Avatar 3‘ estreia em dezembro de 2023, ‘Avatar 4‘ em 2025, e ‘Avatar 5‘ chega em 2027.

Zoe Saldana, Worthington, Sigourney Weaver e Stephen Lang retornarão.

Recentemente, foram divulgados os supostos títulos dos filmes, que podem ser alterados:

O que você achou dos títulos?

‘Downhill’: Filme com Julia Louis-Dreyfus e Will Ferrell ganha trailer oficial; Confira!

Downhillremake da aclamada comédia sueca Força Maior, ganhou seu primeiro trailer oficial.

Confira:

O filme é dirigido e escrito por Nat FaxonJim Rash, dupla vencedora do Oscar por Os DescendentesJesse Armstrong também assina o roteiro.

A história gira em torno de um casal cuja família sai de férias para os Alpes Suíços e se vê com um grande problema quando são forçados a reavaliar suas vidas e como se sentem um pelo outro – logo depois de escaparem de uma avalanche.

Julia Louis-DreyfusWill Ferrell estrelam a produção. Miranda OttoZach WoodsZoë Chao.

Downhill tem estreia marcada para o dia 14 de fevereiro de 2020, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘Esquadrão 6’: Ryan Reynolds ZOA Michael Bay e as Kardashians em vídeo; Assista!

Que Ryan Reynolds é o cara mais zueiro do mundo, todos nós já sabíamos. Mas em entrevista exclusiva ao CinePOP, o astro zoou até o patrão, Michael Bay, e também as Kardashians.

Assista:

Esquadrão 6 é a produção mais ambiciosa da história da Netflix até hoje. O orçamento do blockbuster ficou na casa dos US$ 170 milhões, e grande parte desse valor ficou para seu astro principal.

Segundo o Hollywood Reporter, a Netflix desembolsou US$ 30 milhões de cachê para convencer o astro Ryan Reynolds a estrelar a produção.

O valor o torna um dos atores mais bem pagos de Hollywood, no escalão de Robert Downey Jr, Chris Hemsworth e Chris Evans.

Dirigido por Michael Bay (‘Transformers‘), o longa já está disponível na Netflix!

O elenco ainda conta com Ben Hardy, Mélanie Laurent, Adria Arjona, Dave Franco e Payman Maadi.

‘Doutor Sono’: Filme terá versão estendida com TRÊS HORAS de duração

Apesar de ter fracassado nas bilheterias, o aclamado Doutor Sono vai ganhar uma versão ainda mais complexa do que a levada para os cinemas.

De acordo com Chris Evangelista, crítico e jornalista do site SlashFilm, o longa vai ganhar uma versão estendida em DVD e Blu-ray com uma espécie de “corte do diretor”, que trará trinta minutos de cenas adicionais que não entraram para o corte final.

Recentemente, o CinePOP viajou até Denver, no Colorado, para entrevistar a novata Kyliegh Curran, co-protagonista do longa.

No vídeo, ela revela como conseguiu o papel de destaque em ‘Doutor Sono‘, e também nos conta se ela acredita em espíritos e entidades.

Assista à entrevista:

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

A “continuação” de ‘O Iluminado‘ é dirigida por Mike Flanagan – que tem no currículo ‘O Espelho‘, ‘A Maldição da Residência Hill‘, ‘Ouija: Origem do Mal‘ e ‘Antes que Eu Vá‘.

Na infância, Danny Torrance conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornado-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com uma menina, paciente da instituição.

O elenco inclui Ewan McGregor, Rebecca Ferguson, Jocelin DonahueZahn McClarnon, Emily Alyn Lind e Jacob Tremblay.

‘Cats’: Tom Hooper terminou o filme horas antes de sua estreia

Em entrevista à Variety, o diretor Tom Hooper revelou que terminou seu ambicioso projeto Cats horas antes da estreia oficial nos cinemas norte-americanos.

“Eu terminei [o filme] às oito da manhã [do dia 18], após 36 horas editando. Eu só estava colocando os toques finais. Então, estou muito feliz em estar aqui com o filme finalizado. A première deveria ser a primeira vez que as pessoas verão o filme, e isso é genuinamente uma première.”

Talvez essa correria para finalizar a produção tenha explicado o motivo dela ter sido massacrada pelos críticos durante as primeiras exibições: afinal, o filme abriu com míseros 15% de aprovação no Rotten Tomatoes e, agora, reside com 19%.

Confira as principais reações:

“Quando os 110 minutos de’Cats’ de Tom Hooper terminam, o teatro está morto. Um gato sortudo está morto. E nós, os não escolhidos, somos deixados, tragicamente, para continuar vivendo.” (The Playlist)

“Infelizmente, esse desânimo desagradável acaba sendo a catástrofe que todos esperavam, uma bola de pelo meio digerida de um filme.” (Variety)

“O filme não é a catástrofe que todos temiam ou esperavam em julho, mas também não é uma reivindicação triunfante da visão de Hooper.” (BBC)

“Há algo de mágico no simples fato de esse filme existir, com toda a sua maravilha obscena e absurda, suas terríveis escolhas de produção e explosões de talento de cair o queixo.” (Vulture)

“Mesmo depois de 110 minutos, profundamente arrebatadores e psicodélicos, é difícil saber se você realmente sabia alguma coisa – exceto que C é para ‘Cats’ e C é provavelmente a nota que essa loucura cinematográfica merece.” (EW)

“Sem a presença de um elenco esforçado em pelo divertido, tudo o que resta são imagens de pessoas com aparência minguarda erguendo os rabos no ar.” (New York Times)

A adaptação é baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 25 de dezembro.

J.K. Rowling é acusada de transfobia por polêmico tweet; Entenda!

J.K. Rowling está sendo acusada por vários internautas depois de uma polêmica postagem em seu Twitter oficial.

A autora bestseller, conhecida por sua aclamada série de livros Harry Potter, sempre esteve envolvida em assuntos políticos e até mesmo transcreveu parte de sua ideologia para a saga do bruxinho mais famoso do mundo. Não é surpresa que os romances venderam mais de 500 milhões de cópias ao redor do mundo, enquanto as adaptações para o cinema residem no topo das franquias mais rentáveis de todos os tempos.

Entretanto, Rowling se viu num complexo turbilhão de contradições quando resolveu apoiar Maya Forstater em seu perfil.

Forstater é uma expert britânica em impostos que perdeu seu emprego após comentar que “homens não podem virar mulheres”. Sua retrógrada constatação eram “incompatíveis com a dignidade humana e os direitos fundamentais de outrem”, como informado pelo The Independent. O juiz do Tribunal Trabalhista de Londres acrescentou que Forstater não poderia ignorar os direitos legais de pessoas transgênero ou a “enorme dor que seria implicada ao erroneamente se dirigir a uma pessoa transgênero”.

A funcionária, por sua vez, comentou que “esse julgamento remove os direitos das mulheres e os direitos de liberdade de expressão”. Rowling, por sua vez, não pensou duas vezes antes de sair em defesa de Forstater.

Confira:

“Vista-se como quiser. Chame-se como gostar. Durma com quem quiser. Viva sua melhor vida em paz e segurança. Mas forçar que as mulheres deixem seu trabalho por dizer que sexo é real?”, diz a postagem.

Como se não bastasse, Rowling também utilizou as hashtags  #IStandWithMaya e #ThisIsNotADrill, comumente associadas à vertente do feminismo radical (TERFs), cuja ideologia é extremamente transfóbica.

‘The Witcher’ estreou na Netflix e os fãs estão AMANDO a série; Confira as reações!

A Netflix lançou os oito episódios da primeira temporada da série ‘The Witcher‘ na madrugada desta quinta para sexta-feira (20/12), as 5h da manhã, e muitos fãs já estão maratonando os episódios.

No Twitter, a reação foi EXTREMAMENTE positiva.

Confira:

Recebendo muitos elogios, a série estrelada por Henry Cavill surpreendeu com a construção de sua narrativa, com as cenas de luta sendo hipnotizantes, a ponto de serem consideradas muito melhores que as de ‘Game of Thrones‘.

Confira as primeiras reações dos críticos:

“As cenas de luta em The Witcher são surpreendentes. Fazem as cenas de luta de Game of Thrones parecerem péssimas. Assistindo a primeira temporada de The Witcher nesse fim de semana”.

 

“Impressionado com as cenas de ação e o visual de The Witcher, da Netflix, até o momento. Ver o estilo único da espada de Rivia de Geralt sendo trazido às telas é incrível”.

 

“Oh, eu direi isso. As cenas de lutas de The Witcher fazem as de Game of Thrones parecerem dois bêbados lutando do lado de fora de um bar”.

 

“Algumas das coreografias de ação e de lutas de espadas de The Witcher são algumas das melhores que me lembro em uma série de espadas/feitiçaria e fantasia em anos”.

 

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

‘The Witcher’: Saiba em qual horário a série estreará na Netflix!

Muitos leitores estão nos enviando mensagens questionando em qual horário serão disponibilizados os oito episódios da primeira temporada da série ‘The Witcher‘.

A Netflix irá lançar a série na madrugada desta quinta para sexta-feira (20/12), a partir das 5h da manhã. 

Recebendo muitos elogios, a série estrelada por Henry Cavill surpreendeu com a construção de sua narrativa, com as cenas de luta sendo hipnotizantes, a ponto de serem consideradas muito melhores que as de ‘Game of Thrones‘.

Confira as primeiras reações dos críticos:

“As cenas de luta em The Witcher são surpreendentes. Fazem as cenas de luta de Game of Thrones parecerem péssimas. Assistindo a primeira temporada de The Witcher nesse fim de semana”.

 

“Impressionado com as cenas de ação e o visual de The Witcher, da Netflix, até o momento. Ver o estilo único da espada de Rivia de Geralt sendo trazido às telas é incrível”.

 

“Oh, eu direi isso. As cenas de lutas de The Witcher fazem as de Game of Thrones parecerem dois bêbados lutando do lado de fora de um bar”.

 

“Algumas das coreografias de ação e de lutas de espadas de The Witcher são algumas das melhores que me lembro em uma série de espadas/feitiçaria e fantasia em anos”.

 

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada.

Rachel Weisz precisa provar que o Holocausto existiu em suspense que estreou na Netflix

A Netflix acaba de disponibilizar em seu catálogo de streaming o suspenseNegação‘ (Denial), estrelado por Rachel Weisz, Tom Wilkinson e Timothy Spall.

O longa narra a batalha legal em busca da verdade histórica de Deborah E. Lipstadt (Weisz) contra David Irving (Spall), que a acusou de calúnia quando ela o chamou de negador do Holocausto. No sistema jurídico inglês, em casos de calúnia, o ônus da prova cabe ao réu. Portanto, Lipstadt precisava provar uma verdade essencial: que o Holocausto ocorreu.

O longa é baseado em uma história real.

Assista ao trailer:

Mick Jackson dirige.

‘Resident Evil: O Capítulo Final’ estreia na Netflix

Resident Evil 6: O Capítulo Final’ foi disponibilizado no catálogo da Netflix.

Começando imediatamente após os acontecimentos de ‘Resident Evil 5: Retribuição‘, a humanidade está com seus dias contados após Alice ser traída por Wesker em Washington DC. Como a única sobrevivente do que era para ser um embate final da humanidade contra as hordas de mortos-vivos, Alice retorna aonde o pesadelo começou: Raccoon City, onde a Umbrella Corporation está reunindo suas forças para um ataque final contra os sobreviventes remanescentes do apocalipse.

Em uma corrida contra o tempo, Alice vai unir forças com velhos amigos, e um aliado improvável, em uma batalha repleta de ação com zumbis e novos monstros mutantes.

Assista nossa entrevista com a atriz Milla Jovovich:

Os Melhores e Piores Filmes da Franquia ‘Resident Evil’

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final  

Milla Jovovich, Ali Larter, William Levy (‘The Veil’), Ruby Rose (‘Orange Is the New Black’), Rola e Eoin Macken (‘Merlin’) .

EXCLUSIVO: Milla Jovovich revela se toparia fazer mais filmes da franquia ‘Resident Evil’

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Fãs não estão aceitando as críticas negativas; Confira as reações!

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ alcançou somente 57% de aprovação no Rotten Tomatoes, um dos principais sites de críticas especializadas, e se tornou o filme com a segunda pior nota da franquia. De acordo com as avaliações, a sequência dirigida por J.J. Abrams só não é pior que ‘A Ameaça Fantasma’ (1999), que atingiu 53% de aprovação.

Por conta disso, diversos fãs mostraram surpresa e indignação nas redes sociais.

Confira as reações:

‘Os Últimos Jedi’: 91% de aprovação no Rotten Tomatoes

Os fãs: *gritos de incoerência*

A Ascensão Skywalker’: 56% on Rotten Tomatoes

Os fãs: *gritos de incoerência*

Ninguém odeia mais ‘Star Wars‘ do que os próprios fãs.”

The internet when they see a Rotten Tomatoes score that isn’t above a 70% pic.twitter.com/7J30hC2JNK

“A reação das pessoas quando veem uma nota abaixo de 70% no Rotten Tomatoes.”

“Eu não ligo para as críticas do Rotten Tomatoes, não assisti a 10 filmes ao longo de mais de 40 anos apenas para desistir agora. Eu ainda pretendo assistir!”

“Minha reação depois de checar as notas de ‘A Ascensão Skywalker’.”

“O fato dos críticos do Rotten Tomatoes estarem odiando o novo ‘Star Wars só me esperança de que o filme seja bom.”

J.J. Abrams checando as notas do Rotten Tomatoes.”

“As críticas negativas de ‘A Ascensão Skywalker‘ me surpreenderam. J.J. Abrams sempre fez filmes terríveis, mas geralmente é o público que diz isso, e parece que isso mudou. Engraçado que ‘Star Trek: Além da Escuridão’ tem 84% de aprovação e o filme é muito ruim.”

Rian Johnson checando as notas do Rotten Tomatoes.”

 

Confira a porcentagem de aprovação da franquia:

Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (53%)
Star Wars: O Ataque dos Clones’ (65%)
Star Wars: A Vingabça dos Sith’ (80%)
‘Rogue One : Uma História Star Wars’ (83%)
‘Solo: Uma História Star Wars’ (70%)
Star Wars: Uma Nova Esperança’ (93%)
Star Wars: O Império Contra-Ataca’ (94%)
Star Wars: O Retorno de Jedi’ (82%)
Star Wars: O Despertar da Força’ (93%)
Star Wars: Os Últimos Jedi’ (91%)
Star Wars: A Ascensão Skywalker’ (57%)

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Sessão de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ termina em pancadaria em Sorocaba, interior de SP

A sessão de pré-estreia de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ foi interrompida na madrugada desta quinta-feira (19), em Sorocaba (SP), após uma grande briga.

Segundo a reportagem do G1, o tumulto começou após duas horas de exibição, quando um grupo de espectadores começou a gritar, e os presentes incomodados partiram para a agressão física.

Um dos agressores, não identificado, foi expulso da sala.

Clique aqui para assistir ao vídeo da briga.

Na sua sessão também aconteceu algum incidente?

O longa está dividindo opiniões e alcançou somente 57% de aprovação no Rotten Tomatoes,  se tornando o filme com a segunda pior nota da franquia. De acordo com as avaliações, a sequência dirigida por J.J. Abrams só não é pior que ‘A Ameaça Fantasma’ (1999), que atingiu 53% de aprovação.

Por conta disso, diversos fãs mostraram surpresa e indignação nas redes sociais.

Confira as reações:

‘Os Últimos Jedi’: 91% de aprovação no Rotten Tomatoes

Os fãs: *gritos de incoerência*

A Ascensão Skywalker’: 56% on Rotten Tomatoes

Os fãs: *gritos de incoerência*

Ninguém odeia mais ‘Star Wars‘ do que os próprios fãs.”

The internet when they see a Rotten Tomatoes score that isn’t above a 70% pic.twitter.com/7J30hC2JNK

“A reação das pessoas quando veem uma nota abaixo de 70% no Rotten Tomatoes.”

“Eu não ligo para as críticas do Rotten Tomatoes, não assisti a 10 filmes ao longo de mais de 40 anos apenas para desistir agora. Eu ainda pretendo assistir!”

“Minha reação depois de checar as notas de ‘A Ascensão Skywalker’.”

“O fato dos críticos do Rotten Tomatoes estarem odiando o novo ‘Star Wars só me esperança de que o filme seja bom.”

J.J. Abrams checando as notas do Rotten Tomatoes.”

“As críticas negativas de ‘A Ascensão Skywalker‘ me surpreenderam. J.J. Abrams sempre fez filmes terríveis, mas geralmente é o público que diz isso, e parece que isso mudou. Engraçado que ‘Star Trek: Além da Escuridão’ tem 84% de aprovação e o filme é muito ruim.”

Rian Johnson checando as notas do Rotten Tomatoes.”

 

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Os Melhores e Piores Filmes da Franquia ‘Resident Evil’

Com o lançamento de Resident Evil 6: O Capítulo Final na Netflix, resolvemos criar uma lista, ranqueando todos os episódios desta cinessérie baseada no game de sucesso da Capcom.

Veja abaixo, diga se concorda e liste do pior ao melhor os seus filmes da franquia.

Crítica | Resident Evil 6 – O Capítulo Final 

6. Resident Evil 5: Retribuição

Quase ninguém esperava pelo quinto episódio da franquia de zumbis, que obteve uma recepção bem fria. O jogo inverteu cinco anos depois e o sexto Resident Evil é esperado quase de forma cult. Este é o episódio que tenta subverter o que havia sido mostrado até então, utilizando de certa criatividade, mas no geral se tornando apenas confuso. Alice é mostrada como mãe e dona de casa, completamente diferente da imagem heroica que tínhamos da personagem. Seu marido é Carlos (Oded Fehr), que só aparece nestas sequências, soando quase como um sonho. Tudo, é claro, não passa de uma realidade falsa criada pela Umbrella (se me disserem que a empresa estava envolvida na morte de Cristo, a esta altura acredito). O filme se passa quase todo dentro dos “cenários” da corporação, recriando o Japão e a Rússia, por exemplo.

Gameplay: como dito, este quinto exemplar, novamente comandado por Anderson (o marido de Jovovich) é o que mais apela para tentar ser diferente. A primeira cena dá rewind em câmera lenta, exibindo uma boa estética. As cenas com Alice dona de casa remetem a verdadeiros filmes de terror. Mas depois disso, Resident Evil 5 força a barra querendo ligar tudo aos filmes iniciais, inclusive trazendo de volta personagens esquecidos, apenas pelo “valor nostálgico”. Como o planeta já está praticamente todo devastado, o longa se passa dentro das instalações da Umbrella, que recria com perfeição cidades do mundo.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) segue firme e forte, com direito a uma nova versão mamãe dona de casa. Luther West (Boris Kodjoe) do filme anterior, também retorna e faz parte da equipe de apoio liderada por Leon S. Kennedy (Johann Urb), um favorito dos games, e que tem Barry Burton (Kevin Durand) em sua formação. A parceirade luta de Alice dessa vez, apelando ao forte público asiático (uma tendência em Hollywood atualmente), é Ada Wong (Li Bingbing, a maior estrela da China na atualidade). Becky (Aryana Engineer) é a filha “fictícia” de Alice e seu motivador no desfecho, acrescentando um momento diretamente tirado de Aliens – O Resgate (1986), já que nada se cria, tudo se copia.

Inimigos: temos muitos inimigos aqui para escolher. Os zumbis são deixados de lado, para que antigas aliadas surjam como antagonistas, em especial, Jill Valentine (Sienna Guillory) e Rain (Michelle Rodriguez). James ‘One’ Shade (Colin Salmon) também reaparece. Temos aqui também um Licker mutante, maior e mais ameaçador, dois big hammer guys, e a mudança brusca de lado do vilão mor Wesker (Shawn Roberts), agora um aliado desesperado. O desfecho na Casa Branca, prometendo criaturas aladas, que veremos no sexto exemplar, é muito bom.

Chefão de Fase: apesar de tudo isso, o confronto final fica entre as quatro mulheres, dando ao público o “cat fight” extremo. De um lado, as heroínas Alice e Ada, e de outro, as transformadas Jill e Rain. É fetiche até dizer chega – mas a coreografia é muito ruinzinha, causando risadas e vergonha alheia.

5. Resident Evil 4: Recomeço

O quarto Resident Evil se divide em dois filmes. O primeiro é muito legal e se concentrasse neste trecho, poderíamos ter uma obra verdadeiramente à altura das primeiras posições. Na primeira parte, Recomeço se passa inteiramente numa prisão abandonada, sendo um filme contido, no qual a horda de zumbis tenta entrar e os protagonistas precisam mantê-los de fora. Ou seja, o princípio de todo bom terror de zumbis, vide Madrugada dos Mortos (2004). A outra parte, que inclui o ataque inicial dos clones de Alice à sede da Umbrella e o desfecho no barco “santuário falso”, é onde o filme dá asas para seu lado videogame, se tornando apenas recomendado para os aficionados e não para o público em geral.

Gameplay: Alice (Milla Jovovich) percebe que possui um exército de clones ao seu dispor e o usa para invadir a base da Umbrella, destruindo-a. Como havia ficado muito over com seus poderes, a trama trata de eximi-la dos mesmos logo no início. Procurando os sobreviventes do filme anterior, ela encontra Claire transformada através de um artefato tecnológico e parte com ela, aterrissando no teto de uma prisão. Lá, irão se deparar com um novo grupo de sobreviventes. O desfecho ocorre num grande navio, a nova sede da Umbrella. É o primeiro filme em 3D da franquia e marca a volta de Paul W. S. Anderson na direção.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna em versão ninja, com direito a espadas e tudo. Sem poderes, mas ainda incrivelmente boa no combate, ela continua uma badass. Claire (Ali Larter) é a desmemoriada da vez e tem a chance de reencontrar seu irmão, Chris Redfield (Wentworth Miller), um dos personagens mais marcantes dos games. Luther (Boris Kodjoe) é um jogador de basquete celebridade, e quem lidera os sobreviventes da prisão, que incluí Crystal (Kacey Clarke), Angel (Sergio Peris-Mencheta) e o secretário Kim (Norman Yeung). No final, reencontramos também a gracinha K-Mart (Spencer Locke).

Inimigos: sempre que vemos o ator Kim Coates num filme, podemos ter certeza que ele será o vilão ou um traidor, e aqui não dá outra com seu personagem pomposo Bennett, um ex-agente de Hollywood. Os zumbis sofreram mutação, talvez influenciados pelo que Guillermo Del Toro criou para Blade 2 (2002), e de suas bocas agora saem uma “flor mortal”. Os dobermans aparecem no confronto final no navio. E a adição desta vez fica por conta do monstro big hammer Guy, uma criatura gigantesca, cheia de estacas de ferro cravadas em seu corpo e que surge arrastando um grande martelo/machado. *Spoiler* Fiquem até o fim dos créditos para verem a mudança de lado de uma querida personagem.

Chefão de Fase: o chefão que vinha sendo prometido desde o início é o grande antagonista da série nos games, Albert Wesker, aqui vivido por sua versão definitiva nos filmes, o ator Shawn Roberts. Extremamente caricato em sua caracterização, o personagem apela diretamente aos fãs, mas não transcende bem para um filme, já que sua personalidade robótica, óculos escuros insistentes e estilo de vilão de matinê (só falta mesmo um grande bigode enrolado) deixa tudo bem farofeiro, se tornando difícil acreditar que esta figura patética está à frente de uma mega corporação. Seja como for, o onipresente Wesker é quem realiza o embate final com Alice aqui.

4. Resident Evil 6: O Capítulo Final

Cinco anos depois do malfadado e tremenda encheção de linguiça quinto episódio, Milla Jovovich e Paul W. S. Anderson prometiam sacudir o mundo dos fãs de Resident Evil, entregando um apoteótico Capítulo Final. E o que se espera de um Capítulo Final? Bem, que feche uma saga com chave de ouro, equilibrando ação, diversão e humor, valor de entretenimento e um encerramento digno. É seguro dizer que o resultado não foi bem esse, embora esteja longe do abismal Retribuição. Dá para perceber também uma tentativa de se aproximar de Extinção ao máximo, já que o terceiro é o mais elogiado da franquia. O problema é que o filme se passa quase todo à noite, o que resulta numa fotografia muito escura, deixando o público sem entender o que está sendo mostrado. Junte a isso uma edição picotada de videoclipe. No lado positivo, O Capítulo Final faz uma boa ligação com toda a série e responde perguntas que sempre quisemos saber. Alguém duvida que teremos em breve novos episódios de Resident Evil?

Gameplay: nossa heroína Alice (Jovovich) começa novamente seu trajeto sozinha, numa terra devastada, que muito lembra os filmes Mad Max. Ao longo de sua jornada de 10 anos (15 na cronologia real), o mundo contaminado deu origem a criaturas mutantes, algumas semelhantes a dragões e outras a grandes cachorros. Sabe-se que os poucos sobreviventes, todos membros do alto escalão da Umbrella, estão protegidos na Colmeia, a base científica subterrânea do primeiro filme. Temos também a volta da inteligência artificial Rainha Vermelha.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) segue firme e forte, detonando dragões agora. De início solitária, passando o pão que o diabo amassou nas mãos dos funcionários da Umbrella, ela logo é acolhida por um grupo de aliados. Dentre os membros do grupo, um rosto conhecido, Claire (Ali Larter). Seu namorado é Doc (Eoin Macken). Temos ainda a presença de Razor (Fraser James) e Abigail (a musa blockbuster atual, Ruby Rose).

Inimigos: temos uma penca de antagonistas neste autointitulado Capítulo Final. Das criaturas, se sobressaem dragões e os cães mutantes (não mais os icônicos dobermans). A Rainha Vermelha vota a dar a caras, papel de Ever Anderson aqui, e compreendemos seu passado e a origem da Umbrella. O verdadeiro antagonista, no entanto, é o Dr. Isaacs (Iain Glen), que havia morrido no terceiro filme (mais um elo com Extinção). O destaque dado ao personagem aqui, aproveitando a fama do ator vinda de Game of Thrones, é tamanha que podemos considera-lo o verdadeiro protagonista do longa. De forma inexplicável, ele assume o comando da Umbrella, deixando Wesker (Shawn Roberts), que era o grande vilão da saga, em segundo plano, como um simples capataz.  Temos também algumas aparições surpresas, que não valem ser mencionadas.

Chefão de Fase: bem, na verdade não temos uma luta final, típica dos filmes da franquia, neste “último” exemplar. O que deixa certo gosto amargo. O confronto final de Wesker é com.. bem, um objeto inanimado; e o Dr. Isaacs se digladia… bem, não é com Alice.

3. Resident Evil: O Hóspede Maldito

O primeiro filme da franquia deixou muita gente sem saber direito o que pensar. Fãs do game saíram decepcionados por, primeiro, perceberem uma protagonista que não existia em seu cânone (a heroína Alice, de Milla Jovovich, criada especialmente para o filme), e segundo, por notarem que o elemento terror trazido em especial pelos mortos-vivos que assombravam os jogos, ficou reduzidos ao segundo plano, dando lugar para uma aventura de ação, onde a tecnologia de uma inteligência artificial era a verdadeira vilã.

Gameplay: após o computador central que controla a enorme instalação subterrânea da misteriosa corporação Umbrella entrar em pane e lacrar todos os seus funcionários, assim matando-os sistematicamente, um grupo de elite da mesma empresa é chamado para investigar e resolver o problema. Ao mesmo tempo, uma trama de espionagem industrial se desenvolve e tem nossa heroína Alice bem no centro.

Personagens para Escolher: a heroína é Alice (Jovovich), uma mulher sem memória, que adora chutar cachorros. Dentre os membros da equipe de resgate, destacam-se o líder One (Colin Salmon), J.D. (Pasquale Aleardi), Kaplan (Martin Crewes) e, obviamente, a durona Rain (papel de Michelle Rodriguez, a segunda nos créditos). Matt (Eric Mabius) é o herói e espécie de “par” para Alice no primeiro filme.

Inimigos: a grande causadora do problema a ser solucionado é a inteligência artificial que controla a base científica conhecida como Rainha Vermelha, e ela vem na forma de uma menininha, papel Michaela Dicker. Podemos argumentar se ela está mais para aliada, no entanto. Temos também os óbvios zumbis, nos quais alguns dos personagens irão se transformar, os famosos dobermans e o fdp Spence (James Purefoy), o “marido” de Alice.

Chefão de Fase: enquanto a Rainha Vermelha soa como antagonista, e saibamos que o verdadeiro vilão é a Umbrella, o último desafio enfrentado por Alice no primeiro filme é o Licker, aquela grande criatura animalesca, com o cérebro exposto e língua alongada, desenvolvida nas pesquisas genéticas da enigmática empresa.

2. Resident Evil 2: Apocalipse

Tudo bem, tudo bem. Sei que receberei reclamações por colocar o segundo episódio, odiado pela maioria, como o número dois na lista. Irei tentar argumentar minha defesa aqui. Já sabíamos que a franquia não era para ser levada a sério, e neste segundo filme eles brincam muito mais com o conceito, elevando tudo a outro patamar e abraçando de vez o exagero. A ação é megalômana e o ridículo é a palavra de ordem. Fora isso, ganhamos finalmente a heroína dos games, Jill Valentine (Sienna Guillory), um grupo mais interessante de personagens e o diretor chileno Alexander Witt capricha nas cenas de terror envolvendo ataques zumbis (que é o que queremos ver aqui) – como na cena da igreja na qual um padre “alimenta” a irmã morta-viva e outra com crianças devorando uma pobre coitada num colégio. Fora isso, a paleta de cor azulada, num longa que se passa todo à noite, traz a memorável cena no cemitério, na qual pela única vez na franquia, os mortos se levantam do túmulo, numa cena em câmera lenta que remete imediatamente ao icônico clipe Thriller, de Michael Jackson.

Gameplay: maior em todos os quesitos, o T-vírus agora espalhou-se por toda a cidade de Racoon City, que prontamente foi evacuada, deixando para trás um grupo de indesejáveis, aonde encontram-se os protagonistas. Alice (Jovovich) agora é uma badass de verdade e não mais uma vítima, a cena com a moto e o vitral da igreja prova isso (e também que não faz sentido algum, como ela saberia aonde aterrissar e o que tinha do outro lado?). A trama ainda envolve o resgate de uma menininha (Sophie Vavasseur), filha de um cientista, papel de Jared Harris.

Personagens para Escolher: Alice (Jovovich) passou para o nível dois e agora é dona de superforça e agilidade. Temos aqui personagens tirados dos games, como a citada Jill Valentine (Guillory) e Carlos Oliveira (Oded Fehr). Completando o grupo de sobreviventes: a jornalista Terri Morales (Sandrine Holt), o malandro L.J. (Mike Epps) e o parceiro de Valentine, Sgto. Peyton Wells (Razaaq Adoti).

Inimigos: mais zumbis e mortos-vivos se acumulam a cada cena. Não podíamos ficar sem os famosos dobermans deteriorados também e o Licker (chefão do primeiro filme) também volta em dose dupla na cena da igreja. O maior antagonista do segundo filme, no entanto, é o insofreável Nêmesis (Matthew G. Taylor), um Frankenstein mutante armado até os dentes, saído direto do passado de Alice.

Chefão de Fase: apesar do Nêmesis ser o inimigo mais poderoso, a última batalha de Apocalipse é contra o rosto da Umbrella neste segundo longa, o Major Cain (papel do alemão Thomas Kretschmann, que viveu o Barão Strucker nos filmes da Marvel).

1. Resident Evil 3: A Extinção

Essa é barbada. Todos os fãs e não fãs da franquia Resident Evil no cinema concordam que o terceiro exemplar, dirigido por Russell Mulcahy (Highlander), é o melhor. Esta espécie de Mad Max com zumbis é o oposto do segundo filme e cria uma dualidade interessante. Enquanto seu antecessor tem o azul como cor dominante em sua fotografia e se passa exclusivamente à noite, Extinção traz a maioria de suas cenas para a quentura do deserto, de dia, e tendo o amarelo e marrom como cores predominantes. Fora isso temos a maravilhosa cena de abertura com Alice se deparando com um grupo de humanos odiosos, remetendo a Walking Dead e mostrando que o homem pode ser pior que os zumbis.

Gameplay: a ação é levada para o deserto de Nevada, onde ficava Las Vegas. O clima pós-apocalíptico de Mad Max impera e podemos notar até mesmo as ruínas do que era a cidade. Um comboio de sobreviventes, liderados por Claire Redfield (Ali Larter), procura pela “terra prometida”, enquanto lutam por sobrevivência. Logo, Alice se junta a eles e reencontra velhos rostos como Carlos e L.J., além de novos jogadores. Enquanto isso, a Umbrella também se depara com dificuldades para controlar a pandemia, ao mesmo tempo em que faz testes com os mortos-vivos (em uma cena que traz O Dia dos Mortos, de George Romero, à mente). Aqui notamos que Alice não é única e um momento emblemático revela a quantidade de clones que foram criados da moça e depois mortos.

Personagens para Escolher: Alice (Milla Jovovich) retorna mais poderosa do que nunca, além de força e grande agilidade (e toma pirueta no ar), a protagonista agora possui incrível telecinese, deixando-a pra lá de “macetada”. Claire Redfield (Ali Larter) é uma líder nata, e L.J. (Mike Epps) agora arrumou uma pretendente, nas formas de Betty (papel da cantora Ashanti). Carlos (Oded Fehr) está de volta e ao lado dele, o cowboy atirador de elite Chase (Linden Ashby), o gênio hi-tech Mikey (Christopher Egan) e a menina K-Mart (Spencer Locke), encontrada no mercado que a batizou.

Inimigos: claro que os zumbis não poderiam faltar e eles são aos montes, cercando a entrada da base subterrânea da Umbrella. Os cães doberman também voltam na cena de abertura, em que um grupo de infelizes tenta alimentá-los com Alice. Lickers e Nêmesis são deixados de fora para um foco maior nos mortos-vivos, no entanto, temos espaço para corvos zumbis, numa homenagem a Os Pássaros (1963), de Hitchcock.

Chefão de Fase: já temos vislumbres do grande antagonista dos games, Albert Wesker (aqui interpretado primeiramente por Jason O´Mara). No entanto, acompanhamos os passos do inescrupuloso Dr. Isaacs (Iain Glenn, de Game Of Thrones) e seus planos particulares, culminando em sua transformação em uma criatura e no confronto com a heroína.

Saiba quais são os 25 Piores Filmes de Todos os Tempos, segundo críticos

A arte do cinema nem sempre é algo tão simples de ser conduzida e uma série interminável de filmes muito ruins, lançados ao longo dos anos, nos prova que é possível transformar a arte em um grande desastre cinematográfico.

E o site Metacritic decidiu fazer uma compilação dos 25 filmes piores filmes de todos os tempos, levando em contas as avaliações da crítica especializada.

E a lista conta com atores de grande porte, como Jason Statham e Christian Slater, que embora estejam no auge de suas respectivas carreiras, não conseguiram passar pela nota de corte, em se tratando da qualidade de um seus projetos passados.

Confira:

1

Caos‘ (2005)
O primeiro lugar ficou com a ação estrelada por Ryan Phillippe e Jason Statham. Para os críticos, a produção é totalmente amadora, além de ser extremamente violenta. “Me arrependo de ter visto”, escreveu Roger Ebert, do “Chicago Sun-Times”.

2

Malucos Por Natureza‘ (1996)
Estrelado pelos atores Stephen Baldwin e Pauly Shore, o filme foi dito por Stephen Holden, do New York Times, como sendo “completamente incoerente”. Para Hal Hinson, do “Washington Post”, o longa é recheado de piadas de mau-gosto destinadas a ofender quase todos.

3

Paixões Unidas‘ (2014)
Com Sam Neill, Tim Roth, Fisher Stevens e Gérard Depardieu no elenco, o filme do diretor Frédéric Auburtin não agradou praticamente ninguém. Para o “New York Post”, “Paixões Unidas” (2014) é um “filme tedioso, amador e estranhamente horrível”.

4

‘The Singing Forest‘ (2003)
Na história, dois amantes que morreram no Holocausto durante a Segunda Guerra Mundial reencarnam anos depois. Para o TV Guide, embora o elenco não seja ruim, o filme é considerado de péssimo gosto, ao usar imagens do Holocausto gratuitamente.

5

Os EUA da Hilary‘ (2016)
O documentário de Dinesh D’Souza analisa a história do Partido Democrata e o que ele acha ser as verdadeiras motivações de Hillary Clinton, então candidata à presidência em 2016. Considerado parcial, o IndieWire destacou o filme como sendo um profundo fracasso.

6

Strippers‘ (2000)
O filme conta a história de Alan Gardner, que enfrenta um dia terrível após ser demitido e despejado de seu apartamento. Com um roteiro considerado sem noção, a crítica destacou que as atuações e direção não convencem, tamanho amadorismo.

7

Vulgar‘ (2002)
Essa é a história de um homem que decide trabalhar como palhaço em festas infantis, à medida que tenta reconstruir sua vida após ser abusado por uma gangue. Para os críticos, a narrativa é firmada em motivações ilógicas.

8

A Centopeia Humana 3‘ (2015)
A terceira continuação não parece ter chocado os críticos como o primeiro filme fez no passado, sendo tachado de tedioso e nenhum pouco assustador.

9

Lady Killers‘ (2003)
O filme tentou agradar a audiência de ‘Clube dos Pilantras‘, mas não rolou. A produção que conta a história de dois homens que tentam herdar a fortuna de suas esposas mais velhas foi considerada de péssimo gosto, com personagens desprezíveis.

10

Pequenos Gênios‘ (1999)
Estrelado por Kathleen Turner e Christopher Lloyd, o filme foi detonado pelos críticos na época do lançamento, sendo eleito a pior produção do ano para alguns críticos.

11

Clube dos Pilantras 2‘ (1988)
Estrelado por Chevy Chase, Jackie Mason e Robert Stack, a comédia de Allan Arkush foi considerada vergonha, ofuscando até mesmo o brilho deu antecessor. Para os críticos, o filme chega a ser ofensivo de tão ruim.

12

A Gostosa e a Gosmenta‘ (2008)
Tentando se manter relevante na mídia, a socialite Paris Hilton estrela essa comédia, desafiando os próprios críticos, que escorraçaram a atuação da celebridade, pontuando que atuar não é pra qualquer um.

13

Em Maus Lençóis‘ (2000)
Essa comédia com Norm MacDonald, Dave Chappelle, Elaine Stritch e Danny DeVito também recebeu duras críticas nos EUA. Para alguns críticos, o filme possui um teor vulgar, além de ser bem sem graça.

14

Miss Março‘ (2009)
Nessa comédia estrelada, escrita e dirigida por Zach Cregger e Trevor Moore, um jovem (papel de Cregger) acorda do coma após quatro anos e descobre que sua namorada dos tempos de escola virou uma modelo da revista “Playboy”. Embora tente, o filme simplesmente não foi considerado engraçado pelos críticos.

15

Is That a Gun in Your Pocket?
Nessa produção de 2016, o diretor Matt Cooper tentou abordar uma questão séria como comédia, mas não deu certo. Para a crítica especializada, a abordagem não funcionou e o filme foi considerado um dos piores já produzidos.

16

Transylmania‘ (2009)
Nessa comédia de horror de David Hillenbrand e Scott Hillenbrand, universitários vão passar um semestre na Universidade de Raznan, na Romênia, e uma das aulas acontece em um castelo antigo, que é infestado por vampiros. A crítica detestou a produção, chamando-o de uma piada de mau gosto de filmes de vampiros.

17

O Homem Séptico‘ (2013)
Na história, um funcionário de esgoto fica preso dentro de um tanque séptico durante uma crise de contaminação da água e sofre uma transformação bizarra. A crítica não perdoou e chamou o filme de grotesco.

18

‘Among Ravens’ (2014)
Esse longa de Russell Friedenberg e Randy Redroad foi outro que foi destruído pelos críticos na época do lançamento, devido à grande quantidade de clichês que tornam a história morosa e prolixa.

19

Mangler, O Grito de Terror
Acredite ou não, chegaram a produzir um filme em que uma máquina de lavar roupa é possuída e passa a matar as pessoas. Não é de se esperar que os críticos tenham considerado este um dos piores filmes já feitos!

20

Propriedade do Estado‘ (2002)
Esse drama urbano do diretor Abdul Malik Abbott conta com a participação dos rappers Beanie Sigel, que faz o papel principal, e Jay Z, marido da cantora Beyoncé. Para a crítica especializada, a produção só serviu para promover a gravadora que produz Beanie e Jay Z.

21

Dirty Love‘ (2005)
Nesse filme de John Asher, a personagem Rebecca Sommers (papel de Jenny McCarthy) decide dar o troco depois de ser traída pelo namorado. A comédia conseguiu o Framboesa de Ouro de Pior Filme, o que já diz muito mais do que qualquer outro crítico poderia dizer.

22
Os Espartalhões‘ (2008)
O filme tenta parodiar ‘300‘, mas não deu muito certo. No final das contas, os críticos simplesmente odiaram a produção, considerando-a brega e desnecessária.

23
Atlas Shrugged:Part III‘ (2014)
A produção do diretor James Manera tem como pano de fundo o colapso da economia. No entanto, o longa deixa a desejar, sendo muito ruim.

24
Alone in the Dark‘ (2005)
Estrelado por Christian Slater e Tara Reid, o filme de terror “Alone In The Dark – O Despertar do Mal” (2005) é outro que não agradou os críticos. A produção rende a Uwe Boll a indicação do Framboesa de Pior Diretor. Já Tara foi nomeada na categoria de Pior Atriz. Só Slater é quem se salvou mesmo de tanto vexame.

25
Bebês Geniais 2‘ (2004)
Não bastasse o primeiro filme ter sido ruim, um segundo foi produzido, confirmando que sempre pode ficar pior. A crítica continuou não perdoando a comédia familiar, que foi a considerou pavorosa.