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‘Homem-Aranha no Aranhaverso 2’: Miles Morales ganha versão live-action em nova fan art; Confira!

Em seu perfil do Instagram, o artista conceitual Rob Brunette vem divulgando diversas fan arts dos personagens do MCU, e dessa vez ele publicou uma imagem do ator Shameik Moore como intérprete de Miles Morales.

Para quem não sabe, Moore é o dublador original do personagem na animação Homem-Aranha no Aranhaverso’.

Confira:

 

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Uma publicação partilhada por Rob Brunette (@robbrunette) a

Anteriormente, Moore já havia expressado seu desejo em interpretar Morales em uma versão live-action.

“Eu definitivamente quero ser o Miles Morales na versão live-action. Eu sei que ele é um adolescente, mas espero que possam brincar com esse lance do tempo e me colocar no MCU.”, disse Moore ao Comic Book. “Sou muito grato pela oportunidade de dar voz a ele, mas também adoraria lutar contra o Venom em um crossover com Tom Hardy. Isso seria incrível.”

Lembrando que a Sony já confirmou uma sequência da animação, que está prevista para 08 de abril de 2022.

Confira o anúncio:

Após ser atingido por uma teia radioativa, Miles Morales, um jovem negro do Brooklyn, se torna o Homem-Aranha, inspirado no legado do já falecido Peter Parker. Entretanto, ao visitar o túmulo de seu ídolo em uma noite chuvosa, ele é surpreendido com a presença do próprio Peter, vestindo o traje do herói por baixo de um sobretudo. A surpresa fica ainda maior quando Miles descobre que ele veio de uma dimensão paralela, assim como outras versões do Homem-Aranha.

Miles MoralesHailee SteinfeldJake JohnsonMahershala AliBryan Tyree HenryNicolas CageJohn MulaneyLily Tomlin e outros fizeram parte do elenco.

Além de ter faturado dezenas de prêmios, como o Oscar de Melhor Animação, Homem-Aranha no Aranhaverso tornou-se um sucesso de bilheteria, arrecadando mais de 375 milhões de dólares mundialmente.

Diretora de ‘As Panteras’ diz que protagonistas femininas não são aceitas pelo público

O remake de ‘As Panteras‘ escrito, dirigido e produzido por Elizabeth Banks decepcionou nas bilheterias e arrecadou apenas US$ 8 milhões em seu fim de semana de estreia nos EUA.

Até o momento, o filme acumula US$ 27 milhões pelo mundo, e dificilmente irá recuperar os custos de produção de aproximadamente US$ 55 milhões, fora o orçamento gasto com o marketing.

Em entrevista para a Indie Wire, Banks tentou justificar o fracasso, dizendo que filmes protagonizados por mulheres não são aceitos pelo público.

“O público precisa assistir ao filme porque a baixa bilheteria apenas reforça a ideia que homens não gostam de filmes de ação com mulheres, o que alimenta um estereótipo sexista.”

A cineasta também argumentou que filmes como ‘Capitã Marvel’ e ‘Mulher-Maravilha‘ só fizeram sucesso porque já pertencem a um meio que é dominado pelo gênero masculino.

“Eles vão assistir filmes baseados em quadrinhos, como ‘Mulher- Maravilha’ e ‘Capitã Marvel‘ porque esse é um gênero masculino. Mesmo que sejam filmes sobre mulheres, os homens os enxergam como uma expansão do mundo dos quadrinhos no cinema, e não como representação de mulheres fortes. Parece que não estão lá pela Mulher-Maravilha, mas esperando pela ‘Liga da Justiça‘. Mesmo assim, eu estou feliz por essas personagens terem feito sucesso nas bilheterias, mas precisamos de mais vozes femininas.”

Em uma entrevista anterior, Banks disse que as mulheres não têm franquias sólidas no cinema e que são muito pouco incentivadas.

“Está tudo bem, acho que as mulheres só podem ter uma ou duas franquias de ação a cada 17 anos… Me sinto totalmente bem com isso”, disse ela ao Wall Street Journal, de forma irônica.

Lembrando que ‘As Panteras‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

‘Brincando com Fogo’: Comédia com John Cena ganha fotos e nova data de estreia no Brasil

John Cena and Christian Convery in PLAYING WITH FIRE from Paramount Pictures. Photo Credit: Doane Gregory.

A Paramount Pictures liberou hoje novas fotos de seu lançamento da comédia ‘Brincando com Fogo’, estrelada por John Cena, que ganhou nova data de estreia: 12 de dezembro de 2019.

As imagens mostram que o superintendente bombeiro Jake Carson, interpretado pelo ator, vai ter o maior desafio de sua carreira e de sua vida quando três irmãos, salvos de um incêndio, precisam passar alguns dias em seu posto de trabalho.

Confira, com o trailer:

O filme é dirigido por Andy Fickman (‘Ela é o Cara’), com roteiro de Dan Ewen e Matt Lieberman.

A trama conta a história de três bombeiros que combatem incêndios e que acabam envoltos em uma situação caótica, após resgatar três crianças incontroláveis.

O elenco inclui John Cena, Brianna Hildebrand, Judy Greer, Keegan-Michael Key e John Leguizamo.

‘Arrow’: CW divulga nova cena do próximo episódio da 8ª temporada

A CW divulgou uma nova cena do próximo episódio da 8ª temporada de Arrow‘, mostrando o reencontro entre Roy Harper (Colton Haynes) e John Diggle (David Ramsey), que tenta recrutá-lo de volta ao Team Arrow.

Confira:

Em seu perfil no Instagram, Haynes se despediu das gravações da série em uma publicação emocionada, relembrando sua jornada como Roy Harper e celebrando a amizade com o elenco.

Na legenda, o astro escreveu:

“Hoje é o último dia de gravação de Arrow‘. E eu vou trabalhar com esses seres humanos incríveis em uma série que me rendeu muitas coisas. Essas pessoas estiveram comigo durante todos os momentos bons e ruins, e me ajudaram a superar toda a tristeza. Jamais vou poder retribuir. Obrigado Greg Berlanti por me levar nessa jornada maravilhosa e a todos os incríveis roteiristas, produtores, elenco, equipe, e fãs por serem tão incríveis ao longo desses anos.”

Confira:

Haynes fez parte de Arrow desde a primeira temporada como personagem recorrente, tornando-se interesse amoroso de Thea Queen (Willa Holland) até se tornar membro do elenco principal como o aprendiz de Oliver Queen (Stephen Amell) na 2ª e na 3ª temporada.

Depois disso, o ator foi afastado das gravações por conta de seu vício em álcool e retornou em pequenas participações especiais nas temporadas seguintes.

Lembrando que a 8ª temporada de ‘Arrow‘ já está em exibição na CW. A emissora divulgou que produção será encerrada no dia 28 de janeiro, com um episódio duplo.

Vale lembrar que Emily Bett Rickards (Felicity Smoak) já teve o seu retorno confirmado no último episódio.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com Stephen Amell, David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

‘Turma da Mônica 2: Lições’ tem estreia adiada no Brasil

A sequência de ‘Turma da Mônica – Laços‘ teve sua estreia adiada nos cinemas nacionais.

Inicialmente agendado para 8 de Outubro de 2020, ‘Turma da Mônica – Lições‘ agora chega aos cinemas em 10 de Dezembro de 2020.

Na trama, os quatro amigos se esquecem de fazer o dever de casa e bolam um plano infalível de fuga da escola que dá errado, e logo vêm os respectivos castigos: Mônica é transferida para outra unidade de ensino e fica sem contato com a turma durante uma semana, Cebolinha tem sessões de fonoaudiologia, Magali é inscrita num curso de etiqueta e Cascão começa a frequentar aulas de natação…

Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs‘) volta a dirigir.

Confira nossa crítica!

O elenco conta com Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) e Monica Iozzi.

Turma da Mônica – Laços‘ fez 2 milhões de espectadores nos cinemas.

EXCLUSIVO: Garotinho endemoniado toca o terror no trailer de ‘Filho das Sombras’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o trailer do terror ‘Filho das Sombras’ (Stray), que a Playarte lança nos cinemas nacionais no dia 20 de Fevereiro.

Assista:

Alguns anos depois que seu único filho desapareceu, um casal decide adotar uma criança. No orfanato, sob circunstâncias esquisitas, a esposa de luto encontra um menino selvagem e convence o marido a aceitá-lo. O casal não sabe que, em vez de adotar uma criança humana, trouxeram para casa uma criatura maligna que muda de forma e não tem gênero ou idade. Ao encontrar alguém lutando com a perda, a criatura gradualmente se transforma nessa “perda do amor”. Com o passar do tempo, o casal chocado percebe que o órfão se parece cada vez mais com o filho desaparecido. Quando a esposa fica grávida, a criatura fica hostil porque não quer compartilhar o amor dos pais.

Crítica | Klaus – Divertido, contagiante e delicioso filme de Natal da Netflix

Bastante recheado de produções natalinas até então, muitos afirmam que o catálogo da Netflix trouxe de volta o apelo para este tipo de produção mais água com açúcar que inunda as TV nesta época festiva que se aproxima. E com Klaus, o serviço de streaming estreia seu primeiro longa de animação, e não é que começamos bem?

Klaus entrega um divertido, contagiante e delicioso filme de Natal, em um daqueles que acerta ao resgatar o espírito de produções mais simples para contar sua história e nos encantar com personagens incríveis.

Ao terminar de assistir ao filme, o espectador deve se sentir recebendo um sopro quente numa manhã gelada, Klaus é como acordar e receber presentes numa manhã de Natal. Temos aqui uma história leve, e que nos conquista ao passar uma mensagem espirituosa sobre gentileza, companheirismo, e lutar contra as diferenças, que são muito bem transmitidas e que são colocadas na trama sem soar piegas ou forçada.

E como uma boa animação, tudo começa com um personagem que verá sua vida mudar em breve, e aqui somos apresentados para um carteiro em formação, o vida boa Jesper (voz de Rodrigo Santoro na versão nacional) que recebe como punição ir trabalhar na fria e longínqua cidade de Smeerensburg para tocar a agência dos correiros local. A cidadezinha não é das mais fáceis e seus moradores vivem em pé de guerra entre si, numa disputa familiar que dura milhares de anos.

Jesper tem uma meta a ser batida para sair de lá, e voltar para as mordomias da casa de seus pais. Assim, o jovem começa a bolar os mais diversos planos para tentar sair o mais rápido possível. E Klaus segue as estruturas narrativas das boas e velhas animações tradicionais, seja no traço mais 2D de seus personagens, ou como teremos o desenvolvimento da história contada. Klaus é uma animação para se emocionar e divertir.

Para manter seus planos em dia, Jesper conta com a ajuda de um senhor que vive numa cabana isolada, o carrancudo Klaus (voz de Daniel Boaventura na versão nacional), e da professora Alva (voz de Fernanda Vasconcellos na versão nacional). Aqui os três parecem ter uma agenda diferente quando se trata de viver na cidade: Klaus quer manter distância do local, e Alva economizar o máximo de dinheiro possível para sair de lá o quanto antes. 

O mais bacana de Klaus é que o longa usa de diversos artifícios para explicar a criação dos mais variados mitos relacionados ao Natal, o que deixa a animação ainda mais divertida e interessante de se acompanhar. Além da batalha de Jasper para animar a cidade marcada pelos conflitos entre as famílias rivais, vemos também  como a lenda da figura do Papai Noel foi criada.

Klaus então explora a criação da risada marcante do bom velhinho, o motivo que a roupa vermelha foi escolhida, a introdução do motivo pelo qual o trenó é puxado pela renas, e claro, a tradição das crianças de enviar cartas e receber brinquedos em troca. Jasper usa a quantidade de cartinhas enviadas para o vizinho da cara fechada a fim de atingir a meta para sair da cidade.

A história simples, o bom trabalho de produção das animações,  a trilha sonora marcante, e a conexão com os personagens fazem de Klaus uma das melhores animações do ano até agora. Temos aqui, a criação de um mundo realista sobre as origens de uma das figuras e tradições mais marcantes do mundo, entregue de uma forma leve, cheia de bons e hilários momentos, e mostra o verdadeiro significado dessa época: unir as pessoas.

 

Klaus chega na Netflix em 15 de novembro.

‘A Ilha da Fantasia’, ‘As Panteras’ e os filmes que Mudaram os gêneros de suas Séries Originais

Ontem, os fãs do cinema puderam conferir em primeira mão o trailer de A Ilha da Fantasia – que você pode assistir no link abaixo. Como prometido pelo produtor Jason Blum e sua Blumhouse, a nova roupagem da série clássica da década de 1970 se tornou um terror barra-pesada.

‘A Ilha da Fantasia’: Terror da Blumhouse com Lucy Hale ganha trailer LEGENDADO

O fato, no entanto, pode ter pego muita gente de surpresa, em especial os fãs do programa televisivo. Pensando nisso, o CinePOP criou esta nova matéria lembrando de algumas séries que se transformaram em filmes de estilo, teor ou gêneros diferentes de sua contraparte original. Vem conhecer.

A Ilha da Fantasia

Começamos a lista com o terror que acaba de divulgar seu trailer. Para os que não sabem, A Ilha da Fantasia foi um dos programas televisivos mais populares do fim da década de 1970. Protagonizado por Ricardo Montalban na pele do enigmático Mr. Rourke, que tinha como fiel escudeiro o anãozinho Tattoo (Hervé Villechaize) – que gritava sempre que um avião chegava à ilha – o seriado ficou no ar por sete temporadas, de 1977 a 1984.

A trama mostrava uma ilha misteriosa na qual seus visitantes tinham seus desejos mais impossíveis atendidos. Por mais elementos sobrenaturais que a série pudesse conter, tudo sempre ocorria em meio a comédia, o drama e a aventura. Agora, temos Michael Peña mais macabro do que nunca como o novo Mr. Rourke, mas por enquanto nada de Tattoo. A jovem Lucy Hale é a protagonista do filme, na pele de uma das visitantes.

As Panteras

Outro seriado antigo que acaba de ganhar nova roupagem. O novo As Panteras estreia nesta quinta-feira e traz Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska como o trio de detetives sensuais, resolvendo as mais intrincadas missões. Aqui voltamos mais uma vez para a década de 1970, mais precisamente para 1976, quando estreou o programa sobre três detetives particulares, parte de uma agência, desvendando todo tipo de caso. Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith foram o trio original, e depois disso, a formação foi se alterando ao longo das cinco temporadas, até 1981.

No cinema, a primeira roupagem saiu em 2000, com um novo trio de panteras vivido por Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu. O tom policial de crime dava lugar a uma aventura cômica e cartunesca, que se intensificou na sequência As Panteras Detonando (2003), com direito a pulos, pausas no ar e piruetas mirabolantes. Agora, ao invés de seguir com mais um filme, a Sony optou por resetar a franquia, apostando num tom mais sóbrio, porém, sem esquecer o bom humor.

Um detalhe pouco conhecido do público, é que As Panteras tentou sobrevida em 2011, retornando à TV. A investida com Annie Ilonzeh, Minka Kelly e Rachael Taylor, no entanto, apesar da produção de Drew Barrymore, não deu certo e o programa durou apenas 8 episódios – se tornando quase uma destas lendas urbanas.

Perdidos no Espaço

Por falar em programa clássico, este é um dos seriados mais cult da história da TV. Apesar da verdadeira legião de fãs que se mantém até hoje, a série ficou no ar apenas por três temporadas, de 1965 a 1968. O charme desta história sobre uma família de colonizadores espaciais estava no teor camp da produção, onde tudo soava extremamente artificial, desde o robô que nada mais era do que uma pessoa vestida, aos cenários e objetos de cena. Ah, e claro, nos personagens, como o acovardado Dr. Smith (Jonathan Harris), o alívio cômico.

Para a versão cinematográfica do programa, lançada em 1998, a história ganhou contornos bem mais sombrios e temas pra lá de complexos, como a relação entre pai de filho, do Dr. Robinson (William Hurt) e Will (Jack Johnson). Este clima mais pesado terminou por afastar os fãs. Nem mesmo as presenças de Gary Oldman como o Doutor Smith (agora transformado num vilão completo) e Matt Le Blanc, o Joey da série Friends, como o Capitão Don West, trouxeram carisma ao longa, que fracassou.

Ano passado, a Netflix estreou uma nova versão da série, levada no mesmo tom do filme, mas com um roteiro melhor desenvolvido. Em dezembro chega a segunda temporada do programa.

Missão: Impossível

Quem vê Tom Cruise realizando suas próprias cenas de ação sem dublês em um filme repleto de adrenalina atrás do outro, pode não imaginar que a franquia Missão: Impossível nasceu lá atrás, na TV, ainda na época da Guerra Fria. Tudo começou em 1966, num período muito propício para tramas de espionagem envolvendo governos. Assim nascia a equipe de agentes secretos americanos, se arriscando nas missões mais, bem, impossíveis. O programa durou sete temporadas até 1973.

Na década de 1980, o seriado ganhava sobrevida, reformulado. Porém, terminou durando apenas duas temporadas, de 1988 a 1990. Nesta nova roupagem, foi mantido apenas o chefe Jim Phelps, vivido pelo mesmo Peter Graves. E foi justamente este personagem que voltou a aparecer na primeira versão cinematográfica da série, lançada em 1996, e protagonizada por Tom Cruise. No filme, Jim Phelps foi vivido por Jon Voight e teve sua personalidade alterada – quem já viu o filme sabe.

O primeiro longa, dirigido por Brian De Palma, é o único a tentar manter vivo o espírito do programa, entregando mais suspense e tramas de espionagem. A partir do segundo filme, tais elementos deram espaço para a ação desenfreada e climão de blockbuster. Já são cinco continuações, com mais duas prometidas até 2022.

Anjos da Lei

O programa que ajudou a impulsionar a carreira de Johnny Depp, mostrava jovens policiais, com aparência de adolescentes, infiltrados em colégios e faculdades a fim de desvendar crimes pertencentes a este universo. A premissa curiosa era levada num tom sério, com dramas e elementos investigativos. O programa durou cinco temporadas, de 1987 a 1991. Depp, que vivia o detetive Tom Hanson, deixou a série na última temporada.

Mas como rir de si mesmo pode ser o melhor remédio, quando foi a hora de levar o produto ao cinema, os amalucados e hilários diretores e roteiristas, Phil Lord e Christopher Miller, decidiram transformar tudo numa verdadeira galhofa, sabendo que o que tinham em mãos seria muito melhor trabalhado como comédia. E não deu outra, com Jonah Hill e Channing Tatum protagonizando, o longa de 2012 se tornou um sucesso e rendeu uma continuação ainda mais engraçada em 2014. É claro que Depp, e o resto do elenco fazem participações especiais.

Baywatch – SOS Malibu

Tudo bem, é verdade que ninguém levava este programa sobre um grupo de salva-vidas nas praias de Malibu a sério. Até mesmo Friends tirava sarro com a série, mostrando que muitos só assistiam por causa das belas atrizes em trajes de banho apertados, correndo em câmera lenta pelas praias, vide Pamela Anderson. Apesar disso, suas tramas eram pseudo dramáticas e o clima era de aventura e certo suspense.

O caminho a seguir foi acertado, e o longa baseado na série, lançado em 2017, foi puro escracho. O problema é que os realizadores miraram em Anjos da Lei e acabaram acertando em Loucademia de Polícia. As piadas e o humor ficaram abaixo da linha da cintura por mais tempo do que deveriam e terminaram não funcionando muito. Nem a presença do sempre carismático Dwayne Johnson, vivendo um Mitch Buchannon bombado, consegue trazer vida ao projeto, muito devido à sua falta de química com o parceiro de cena Zac Efron.

O programa de TV durou inacreditáveis onze temporadas (de 1989 a 2001), gerou um derivado (Baywatch Nights – 1995 a 1997), mas o filme morreu na praia.

CHIPs

Esta série sobre dois guardas rodoviários e suas possantes motos ficou muito popular no Brasil. O sucesso também foi grande em seu país de origem, os EUA, garantindo o status de galã de Erik Estrada – que na série viveu o oficial Frank Poncherello. O programa durou seis temporadas, de 1977 a 1983, e era basicamente um drama policial sobre patrulheiros de estrada, que combatiam o crime, em tramas com doses de suspense.

Seguindo de perto a cartilha do filme Anjos da Lei, e lançado no mesmo ano de Baywatch, CHIPs: O Filme teve uma recepção ainda pior do público e dos críticos. Isso porque por trás do projeto, a Warner deu aval para Dax Shepard, um dos sujeitos mais sem talento do ramo cinematográfico de Hollywood (mas pelo visto bem relacionado). Tendo Shepard envolvido é claro que o material se tornou uma comédia escrachada e escatológica, enfatizando seu humor adolescente. Resultado: o filme sequer foi exibido nos cinemas brasileiros, chegando por aqui direto no mercado de vídeo. Merecido.

Miami Vice

Para terminar a lista, um dos maiores clássicos modernos da TV, saído diretamente da década de 1980. Miami Vice ficou no ar por cinco temporadas, de 1984 a 1989, e trouxe semanalmente as investigações da dupla de detetives descolada (para a época) James Crockett (Don Johnson) e Ricardo Tubbs (Philip Michael Thomas) pelas ruas e mares de Miami. Tudo na série grita anos 80, desde a trilha sonora repleta de música eletrônica com batidas de sintetizadores, até os figurinos de cores berrantes e blazers de ombreiras – hoje considerados brega. Além disso, a série serviu como porta de entrada no mercado para diversos atores hoje consagrados, vide Julia Roberts, Bruce Willis e Liam Neeson.

Quando foi a hora de transformar o programa de TV cult num longa-metragem para o cinema, não existia ninguém melhor do que o cineasta Michael Mann, consagrado por dramas policiais intensos como Fogo Contra Fogo (1995) e Colateral (2004). Isso porque Mann foi um dos produtores do programa em seu início de carreira, ou seja, conhecia o material fonte como poucos. Assim, coube a ele o roteiro, a direção e a produção também do filme, que surgiu com um viés bem mais real e cru, quase um docudrama sobre operações policiais. Vestindo as personas dos protagonistas, Colin Farrell foi Crockett e Jamie Foxx assumiu Tubbs.

Crítica | Os Parças 2 – Sem graça e sem razão de existir

Eu sei, gente. Calma. Estamos aqui para refletirmos juntos sobre esta continuação que chega aos cinemas brasileiros dia 28 de novembro. Se você viu o primeiro ‘Os Parças’, pode concordar que, embora não seja um filmaço, o longa anterior meio que funciona dentro da sua proposta. Mas aí, então, veio esse ‘Os Parças 2’, e ficou a pergunta: por quê?

Claro, sabemos da enorme popularidade de Whindersson Nunes e Tirullipa, e obviamente esta é a resposta da nossa pergunta, mas a questão que levantamos aqui é justamente esta: dado o grande número de fãs que esses dois têm, por que a produção não se preocupou em fazer uma coisa mais legal, mais amarrada, com mais história, para que essa garotada fosse ao cinema com gosto, saísse da sessão satisfeita e ainda chegasse em casa e falasse com os amiguinhos para irem ver o filme também? Por quê?

Vamos à sinopse oficial: Toin (Tom Cavalcante), Ray Van (Whindersson Nunes) e Pilôra (Tirullipa), gastam à larga num hotel de luxo, por conta do dinheiro do casamento de Cintia (Paloma Bernardi). Só que Vacário (Taumaturgo Ferreira), pai de Cintia, foi preso, e fez uma delação premiada que levou seu perigoso chefe, o China, para a cadeia. O super mafioso prometeu vingança. Vacário está preso, Cintia foi mandada pra fora do país e o próximo na linha de vingança é Romeu (Bruno de Luca). Os Parças precisam de grana para que Romeu possa fugir do país e ir se encontrar com Cintia. Para isso, eles terão que fazer funcionar uma decadente colônia de férias para adolescentes: reformar as instalações, conquistar seus clientes e ainda competir com a rica colônia vizinha.

Pensem comigo: os três Parças estão torrando o dinheiro num hotel de luxo e metem o pé sem pagar a conta; Vacário vai preso e Cíntia é mandada pro exterior, e, na impossibilidade de se vingar de quem realmente ferrou com sua vida, o tal do China decide que vai se vingar é do genro do Vacário (!); não bastasse isso, os amigos buscam uma forma de arrecadar dinheiro pra mandar Romeu pro exterior, e, o melhor plano que conseguem pensar é reformar (!!) uma colônia de férias (!!!) para receber jovens da classe média e, com isso, levantar a grana. Vocês conseguem perceber que uma ideia não faz sentido com a outra?

Pois bem. Com um argumento que parece resultado de um brainstorming, ‘Os Parças 2’ dá a impressão de ser a junção de várias esquetes que não têm ligação uma com a outra, com elementos, personagens e causa-efeito jogados sem nenhuma preocupação em cerca de 1h40min de filme. Exemplo: diante do surgimento de um grupo em uma colônia de férias vizinha, as duas turmas de jovens criam inimizade gratuita, encabeçados pela personagem de Mariana Santos, uma inspetora antipática e autoritária. Lá pelas tantas, é sugerido que para resolver esse problema entre os dois núcleos (que problema, gente? Por que há um problema?), o melhor seria realizar um torneio esportivo (!!!!) e que vencesse o melhor. Eu hein. Aliás, em determinado momento a personagem de Mariana Santos fala “Eu estou com vergonha!”, e tudo que podemos pensar é “eu te entendo, amiga”.

Novamente: não é que o filme seja uma bomba terrível, mas parece não cumprir requisitos básicos de um longa-metragem, como a existência de um roteiro, uma história coerente, o desenvolvimento dos personagens, um objetivo, uma justificativa, sei lá, qualquer um desses pontos. Isoladamente, algumas esquetes funcionam, como o trecho de Pilôra explicando para Ray Van a problemática de transportar a grama, a onça, o homem e a cabra para o outro lado do rio. Porém, não há ligação entre esta cena e a anterior ou a seguinte, então, a impressão que se tem é que fizeram um compiladão para aproveitar o que havia de melhor nos atores principais e foram construindo as cenas a partir disso. Assim, o espectador conseguirá identificar o José Ribamar e o João Canabrava do Tom Cavalcante, o kung fiofó e o Roni do Whindersson Nunes e sobra espaço até mesmo para Bruno de Luca provocar um gordinho com dificuldade de fazer uma trilha.

A parceria entre Whindersson e Tirullipa tem química, e talvez fosse interessante pensar em uma próxima continuação (caso haja) só desses dois, que têm mais sintonia. Até mesmo a música tema do longa foi composta e cantada por esses dois, e é um dos pontos altos de ‘Os Parças 2’, que conta com participações especiais do jogador de futsal Falcão (em mais uma cena criada só para aproveitá-lo, e ele aparece e vai embora do nada), Simone (da dupla Simone e Simaria, não aquela famosa por cantar o tema natalino), o jogador de futebol Amaral (bem natural, pena que se aproveitam de sua estética para fazer piada) e Fabiana Karla (ainda bem que ela está só no iniciozinho do longa, e está bem no papel).

Apesar de tudo isso, sabemos que os fãs dos Youtubers vão ver o filme independentemente da crítica, então, se você está pensando em ir ver ‘Os Parças 2, aproveite a trilha sonora.

 

As Panteras

(Charlie’s Angels)

 

Elenco:

Kristen Stewart
Naomi Scott
Ella Balinska
Patrick Stewart
Elizabeth Banks

Direção: Elizabeth Banks

Gênero: Ação

Duração: 120 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 90  milhões

Estreia: 14 de Novembro de 2019

Sinopse: 

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díficeis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

Crítica | As Panteras – Novo Filme não consegue sobressair (Nota: 6.0)

Curiosidades: 

» ‘As Panteras’: Divulgada a tracklist oficial do longa; Confira!

» Parece que o reboot do sucesso As Panteras será bem mais moderno do que filme original, pelo menos foi o que garantiu a atriz Kristen Stewart em entrevista recente para Variety. “Essa nova versão será ainda mais divertida e bem no estilo de ‘As Panteras’ mesmo, mais também será atual e moderna. É meio que uma versão mais engajada com a atualidade” Ela ainda acrescentou que a diretora Elizabeth Banks tem a sua própria visão da história: “Acho a Liz naturalmente engraçada e essa energia vai para o filme”.

» A Sony Pictures contratou Markos Rounthwaite para ser coordenador de lutas do novo filme de As Panteras. O profissional é conhecido por seu trabalhos em ‘Missão: Impossível – Protocolo Fantasma’.

» Existia a expectativa de Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’) ser uma das protagonistas, mas a aclamada atriz acabou dando lugar a Ella Balinska (‘Midsomer Murders’).

»  Patrick Stewart, mais conhecido por seu papel de Charles Xavier, irá interpretar Bosley na nova versão do filme, no entanto, inúmeros outros “Bosley” existirão nesse novo universo, funcionando como os líderes das diversas agências das Panteras. O personagem foi vivido por Bill Murray no primeiro filme, e Bernie Mac na sequência.

» Elizabeth Banks (‘Jogos Vorazes‘), que fez sua estreia como diretora no sucesso comercial ‘A Escolha Perfeita 2‘, é quem assume a direção.

 

Trailer:

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/447947239352499?s=100012310020498&v=e&sfns=mo

Cartazes: 

Fotos: 

Ford vs Ferrari

(Ford v Ferrari)

 

Elenco:

Christian Bale

Jon Bernthal

Matt Damon

Caitriona Balfe

 

Direção: James Mangold

Gênero: Biografia

Duração: 152 min.

Distribuidora: FOX

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 14 de Novembro de 2019

Sinopse: 

A trama conta a incrível história do visionário designer automotivo americano Carroll Shelby e do destemido piloto britânico Ken Miles. Juntos, eles lutaram contra o domínio corporativo, as leis da física e seus próprios demônios pessoais para construir um carro de corrida revolucionário para a Ford Motor Company, assumir o controle das pistas e derrotar os carros dominantes de Enzo Ferrari, nas 24 Horas de Le Mans, na França em 1966.

Crítica | Ford vs Ferrari: Christian Bale mais uma vez se transforma em cinebiografia (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» O longa é baseado em uma história real;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Elizabeth Banks faz piada com o fracasso de ‘As Panteras’

Elizabeth Banks apresentou o projeto de um novo filme de ‘As Panteras‘ para a Sony, que adorou a ideia e deu sinal verde para a produção. 

A produção televisiva já havia ganhado uma releitura para as telonas nos anos 2000 e, aparentemente, certos haters ficaram descontentes com mais uma versão da história. Resultado? O filme afundou nas bilheterias e arrecadou míseros US$ 8 milhões em seu primeiro fim de semana.

Banks serviu como roteirista, diretora, produtora e atriz, e brincou com o fracasso do filme em seu Twitter:

“Se você vai ter um fracasso, tenha certeza que seu nome vai aparecer pelo menos QUATRO vezes nele. Estou orgulhosa de As Panteras, e feliz que o filme está no mundo”, afirmou a atriz.

Além disso, Banks rebateu as críticas infundadas dizendo que essas mesmas pessoas não criticam outros tantos reboots hollywoodianos.

Já fizeram 37 filmes do Homem-Aranha e ninguém está reclamando! Acho que as mulheres têm o direito de ter uma ou duas franquias de ação a cada 17 anos – me sinto muito tranquila com isso. 

Elizabeth Banks dirige a nova geração de Panteras – Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska – a serviço do misterioso Charles Townsend. As Panteras sempre proveram segurança e suas habilidades de investigação para clientes particulares, e agora a agência Townsend tem atuação internacional: as mais espertas, destemidas e altamente treinadas agentes em todo o globo formam múltiplos times de Panteras guiados por múltiplos Bosleys e estão prontas para atuar nos trabalhos mais díiceis ao redor do mundo. Quando um jovem engenheiro de sistemas soa o alarme a respeito de uma perigosa tecnologia; as Panteras são chamadas à ação, e colocam suas vidas em risco para nos proteger a todos.

O elenco conta com Kristen Stewart, Naomi Scott, Ella Balinska, Elizabeth Banks, Patrick Stewart e Noah Centineo.

Os Parças 2

(Os Parças 2)

 

Elenco:

Whindersson Nunes
Tom Cavalcante
Bruno de Luca
Tirullipa

Direção: Cris D’Amato

Gênero: Comédia

Duração: 90 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 14 de Novembro de 2019

Sinopse: 

Toin, Ray Van e Pilôra, três dos nossos Parças, gastam à larga num hotel de luxo, por conta do dinheiro do casamento de Cintia. Tudo parece ir muito bem, mas a visita de Romeu muda as coisas. Vacário, pai de Cintia, foi preso e fez uma delação premiada que levou seu perigoso chefe, o China, para a cadeia. O super mafioso prometeu vingança. Vacário está preso, Cintia foi mandada pra fora do país e o próximo na linha de vingança é Romeu. Os Parças precisam de grana pra que Romeu possa fugir do país e se encontrar com Cintia. Para isso, eles terão que fazer funcionar uma decadente colônia de férias para adolescentes: reformar as instalações, conquistar seus clientes e ainda competir com a rica colônia vizinha. Eles promovem excursões, jogos, festas, refeições, tudo no estilo “Parças” e a missão está perto de se completar quando China descobre o esconderijo.

Crítica | Os Parças 2 – Sem graça e sem razão de existir (Nota: 2.0)

Curiosidades: 

Os Parças‘ levou 1,6 milhão de espectadores aos cinemas e se tornou o filme nacional mais visto de 2017. Halder Gomes volta a dirigir.

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Invasão ao Serviço Secreto

(Angel Has Fallen)

 

Elenco:

Gerard Butler

Morgan Freeman

Piper Perabo

 

Direção: Ric Roman Waugh

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 14 de Novembro de 2019

Sinopse: 

Após uma tentativa de assassinato ao presidente dos Estados Unidos, o agente do Serviço Secreto, Mike Banning, é injustamente acusado e levado sob custódia. Determinado a provar sua inocência, ele se torna um alvo do FBI à medida em que tenta encontrar o verdadeiro culpado. Ele vai precisar de toda a ajuda possível para proteger sua família e salvar seu país de um ataque sem precedentes.

Crítica | Invasão ao Serviço Secreto – Terceiro filme da franquia de ação que já não tem mais fôlego (Nota: 4.0)

Curiosidades: 

» Continuação de ‘Invasão a Londres‘ e ‘Invasão à Casa Branca‘;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Liga da Justiça’: Joe Manganiello divulga imagens inéditas do Exterminador e pede o Snyder Cut

A campanha #releasethesnydercut, que pede à Warner Bros. para lançar a versão do diretor do filme Liga da Justiça’, voltou a ganhar força na internet, com várias celebridades se posicionando a favor da liberação.

Após os astros Ray Fisher, Gal Gadot e até mesmo o Ben Affleck se pronunciarem no último fim de semana sobre o assunto, o astro Joe Manganiello entrou na campanha.

Joe, que seria um dos principais vilões do DCEU, postou fotos inéditas da primeira aparição do Exterminador, quando ele se encontra com Lex Luthor (Jesse Eisenberg) para formar uma equipe de vilões.

Confira:

 

Ver essa foto no Instagram

 

#releasethesnydercut

Uma publicação compartilhada por JOE MANGANIELLO (@joemanganiello) em

“Esta anciã amazonense não deve estar errada”.

“Nem mesmo o Batman”.

A curiosidade para saber o teor da versão de Snyder tem crescido ao longo dos meses, em virtude de seus inúmeros compartilhamentos de imagens de cenas inéditas. As fotos, que vez outra também são compartilhadas por Ray Fisher, aparentam mostrar muita coisa que fora deixada de lado no material final.

E apesar da Warner Bros desmentir, o próprio diretor vem provocando o público com informações sobre o filme, divulgando até mesmo partes do roteiro.

Em seu perfil no Vero, Snyder já mostrou uma cena na qual Victor Stone (Ray Fisher) seria visitado por seu pais em uma ilusão após o herói tentar abrir a Caixa Materna.

O filme teria a presença de Kiersey Clemons como intérprete de Iris West, além de uma cena com Diana Prince (Gal Gadot) indo atrás de pistas sobre a origem de Darkseid e seus planos de invadir a Terra com o exército de Apokolips.

Confira:

Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.

E aí, será que o endosso de Snyder pode estimular o estúdio a liberar sua versão?

Poe Dameron, Chewbacca e Finn em nova foto de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’

Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem oficial de Star Wars: A Ascensão Skywalker’, a qual traz em foco o personagem Poe Dameron pilotando a nave Millenium Falcon ao lado de Chewbacca e Finn.

Confira:

O filme estreia no dia 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘O Senhor dos Anéis’: Série da Amazon é renovada para a 2ª temporada!

Segundo a Variety, a Amazon decidiu renovar sua vindoura série baseada em O Senhor dos Anéis para a 2ª temporada, antes mesmo da sua estreia oficial.

O primeiro ciclo ainda está sendo rodada na Nova Zelândia, com o elenco formado por Will PoulterMarkella KavenaghMaxim BaldryJoseph Mawle.

De acordo com um comunicado divulgado anteriormente, a trama da série acontecerá antes dos eventos mostrados no primeiro livro escrito por J. R.R. Tolkien.

Os dois primeiros episódios serão dirigidos por Juan Antonio Bayona (‘Jurassick World: Reino Ameaçado’), que também será o produtor executivo ao lado de Belén Atienza.

Assista ao primeiro teaser da produção:

O roteiro fica por conta de JD Payne e Patrick McKay.

Por enquanto, mais detalhes não foram informados, exceto que a série tem previsão de estreia em meados de 2021.

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

‘Schitt’s Creek’: 6ª e última temporada da série ganha trailer oficial

Pop TV divulgou o primeiro trailer oficial da 6ª e última temporada da aclamada comédia ‘Schitt’s Creek’.

Confira: 

Schitt’s Creek‘ acompanha as peripécias da família Rose, que após ter sido trapaceada pelo seu próprio advogado, vê toda sua fortuna se perder completamente. Mas, por sorte (ou não), eles conseguem resgatar um de seus bens: A pequena e apagada cidade Schitt’s Creek, comprada por eles mesmo no passado como parte de uma brincadeira.

A série recebeu várias indicações ao Emmy Awards 2019 e foi criada por Eugene Levy e seu filho, Daniel Levy, que protagonizam a produção lado de Catherine O’HaraAnnie Murphy, Emily HampshireNoah Reid.

O novo ciclo estreia no dia 07 de janeiro de 2020.

‘Chinatown’: David Fincher vai produzir série derivada do clássico filme

Segundo o Deadline, o aclamado diretor David Fincher irá produzir uma prequela do clássico filme dos anos 1970, Chinatown.

Ainda sem muitas informações divulgadas, sabe-se que Robert Towne ficará a encargo do roteiro, cuja história se passará em torno de um jovem Jake Gittes (interpretado por Jack Nicholson no longa original).

A trama original trouxe para as telonas o detetive particular Jake Gittes, contratado por uma ricaça para investigar o marido, no que parece ser mais um caso de infidelidade conjugal. Gittes logo descobre que a mulher era uma impostora e encontra a verdadeira Evelyn Mulwray, filha de um dos homens mais poderosos da cidade. O detetive se vê no meio de um perigoso jogo de poder, em uma trama surpreendente que envolve desvio de fornecimento de água, aquisições de terras e pessoas ligadas à Companhia de Água e Energia.

Além de Nicholson, a produção foi estrelada por Faye Dunaway, John HillermanPerry Lopez. O controverso diretor Roman Polanski ficou a encargo da direção, com roteiro assinado por Towne.

O filme tornou-se um sucesso de crítica e fez um modesto barulho na bilheteria mundial, arrecadando quase 30 milhões de dólares. Ele foi indicado a 11 categorias do Oscar de 1975, levando para casa o prêmio de Melhor Roteiro Original.

Fincher é um aclamado diretor conhecido por trabalhos muito bem recebidos pela crítica e pelo público, como O Curioso Caso de Benjamin ButtonA Rede SocialGarota Exemplar. Ele também é conhecido por dirigir inúmeros clipes musicais, tendo trabalhado ao lado de MadonnaGypsy KingsJustin Timberlake. Recentemente, ele dirigiu a série Mindhunter, da Netflix.

Ainda não se sabe quando o prelúdio de Chinatown irá estrear.

Crítica | Estaremos Sempre Juntos – O Agridoce Refinado da Dramédia Francesa

O cinema francês contemporâneo possui uma interessante peculiaridade: a incrível capacidade de fazer bons filmes sobre o cotidiano do ser humano moderno. Com histórias simples, os últimos lançamentos têm focado em retratar os impactos do estilo de vida capitalista na vida dos cidadãos franceses em muitos aspectos, quase sempre com resultados surpreendentes. É o caso deste ‘Estaremos Sempre Juntos’.

Continuação de ‘Até a Eternidade’, de 2012, o longa mantém a proposta do seu antecessor: a reunião ocasional do grupo de amigos, que acaba desembocando em uma série de acontecimentos, revelações e reviravoltas no pequeno grupo. Desta vez, os amigos resolvem aparecer de surpresa na casa de Max (o ótimo François Cluzet), e já nessa primeira cena o espectador é surpreendido, afinal, a apatia com que Max recebe os convidados gera um mal estar que, sinceramente, teria feito qualquer um ir embora. Porém, como a ideia era proporcionar uma festa de aniversário para Max, o grupo acaba ficando, e Max é obrigado a construir um cenário fantasioso e amistoso onde tudo na sua vida está bem, quando, na verdade, ele está se sentindo péssimo pois está sendo obrigado a vender a própria casa.

Só que esse grupo de amigos é composto por um elenco estelar, que basicamente forma a nata da dramaturgia francesa atual: Marie (a irreconhecível Marion Cotillard), Vincent (Benoît Magimel), Éric (Gilles Lellouche), Isabelle (Pascale Arbillot), Antoine (Laurent Lafitte), Véronique (Valérie Bonneton) e Alain (José Garcia). Essa constelação reunida já é, sozinha, motivo suficiente para ir ao cinema.

Para preencher o final de semana de reunião dos amigos, o roteiro de Rodolphe Lauga e Guillaume Canet costura diversas situações envolvendo e entrelaçando seus personagens, de maneira a apresentar um panorama tão intrínseco, que justifica a união dos laços de amizade sinceros, porém imperfeitos. Núcleos semelhantes podem ser vistos nos premiados ‘As Invasões Bárbaras’ e ‘O Declínio do Império Americano’. Embora no geral o tom cômico e dramático do longa funcione – temperado por uma dose de segredos sórdidos revelados apenas ao espectador –, algumas cenas ficam deslocadas, dando a sensação de terem sido colocadas apenas para preencher o tempo. Neste ponto, Guillaume Canet, que também dirigiu o longa, poderia ter dado uma enxugada no seu produto, afinal, não há necessidade de ‘Estaremos Sempre Juntos’ durar 2h14 minutos.

Com um argumento simples (a reunião dos amigos) e poucos cenários (basicamente três locações), ‘Estaremos Sempre Juntos’ se fortalece na química entre os atores, a competência de cada um deles em construir personagens extremamente carismáticos e disfuncionais, e um roteiro ágil, mordaz e enraizado na realidade, que proporciona situações possíveis, diálogos prováveis e reações completamente espontâneas, tanto nos personagens quanto no espectador. A combinação desses três elementos constrói um drama cômico e refinado, que salienta o sabor agridoce das amizades imperfeitas, tão essenciais na nossa vida.