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‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ ganha novo comercial de TV com cenas inéditas; Confira!

Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinemas em 19 de dezembro e a Disney divulgou um novo comercial de TV com cenas inéditas, incluindo Rey se deparando com o capacete de Darth Vader, além de novos takes das batalhas entre a Resitência e a Primeira Ordem.

Confira:

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

Crítica | A Grande Mentira – Suspense se salva pelas atuações de Helen Mirren e Ian McKellen

Os primeiros materiais de divulgação de A Grande Mentira começaram a sair na apresentação da Warner Bros na CinemaCon lá em Abril, onde a atriz Hellen Mirren afirmava que o filme tinha um final bastante imprevisível. E a veterana não estava errada, mesmo que com sua frase fique clara a intensão de vender o longa para os exibidores.

Intenso e liderado por dois ótimos atores, A Grande Mentira segura a atenção do espectador com um mar de intrigas e reviravoltas que surpreendem. Mas nem tudo são flores no filme… a construção da trama e da história esbarra em questões que soam quase impossíveis de acontecer, são muitas coincidências e “E se…” para dar certo, mas Mirren e o parceiro Ian McKellen fazem tudo com uma enorme naturalidade, delicadeza e pompa que seus nomes significam hoje em Hollywood. Os dois pulsam um magnetismo que é difícil encontrar em outras produções, mas, talvez só isso não seja o bastante.

Foto: Warner Bros Pictures

Em A Grande Mentira, não é mentira que a dupla acaba por ser o grande chamariz para se assistir ao drama, pois fica claro que qualquer outra dupla de atores provavelmente não funcionaria.

Assim, é fundamental a experiência e o talento de Mirren e McKellen para fazer o longa deslanchar, onde a dupla ajuda a compor esse mistério que nos deixa intrigados para ser resolvido. Em A Grande Mentira é preciso atenção aos pequenos detalhes apresentados ao longo da história para pintar esse grande quadro que o filme quer mostrar.

Assim, logo de cara, na primeira cena vemos que Roy Courtnay (McKellen, incrível) e Betty McLeish (Mirren, excelente e parecendo que se divertiu em cena) irão jogar um jogo de xadrez perigoso. A Grande Mentira então mostra aos poucos como Roy entra na vida de Betty, uma viúva que vive no subúrbio de Londres com o neto.

O que poderia ser uma história de amor na terceira idade, se mostra muito mais que isso, Roy aplica golpes dos mais diversos tipos, seja fraudes, extorsões, ou mesmo pequenas mentiras sobre onde viveu, conseguiu sua cicatriz no pescoço, e até seu verdadeiro nome.

Foto: Warner Bros Pictures

Na medida que somos apresentados a atribulada vida que Roy leva, vemos a construção do golpe que o simpático senhor quer aplicar na recém-conhecida senhora, onde ele precisa conquistar também o neto Stephen (Russell Tovey), que suspeita das intenções do novo amigo de sua avó. A Grande Mentira, como falamos, se apoia em certas decisões no roteiro de Jeffrey Hatcher, baseado no livro Nicholas Searle, para facilitar que momentos e situações deem certo para os personagens, e que, claro, fazem a trama se desenvolver.

Assim, temos decisões tomadas pelos personagens que soam difíceis de serem compradas… seja pelo castelo de cartas que a trama constrói e destrói ao longo do filme, ou pela simplicidade com que as coisas acontecem, mesmo com um propósito que fica claro apenas no seu final grandioso e cheio de reviravoltas quase inacreditáveis. Por mais intrigantes que sejam e que segurem nossa expectativa até o fim, A Grande Mentira acaba por se embolar na sua própria rede de mentiras, segredos, e traições. Mesmo com boas reviravoltas no fim, o caminho só é suavizado pela dupla principal que faz um show à parte.

A Grande Mentira chega dia 21 de novembro nos cinemas nacionais.

‘Valhalla’: Sequência de ‘Vikings’ será lançada pela Netflix

Vikings chega ao seu fim ainda este ano, mas isso não quer dizer que o History Channel tenha terminado de contar as histórias nórdicas de seus heróis escandinavos.

Recentemente, foi confirmado que a série ganhará uma sequência intitulada Valhalla e que se passará cem anos após os eventos originais. Segundo o The Hollywood Reporter, a produção irá contar a história “dos vikings mais famosos de todos os tempos – Leif Erikson, Freydis, Harald Harada e o Rei William, da Normandia. Esses homens e mulheres irão abrir novos caminhos enquanto lutam para sobreviver na Europa”.

Netflix ficará responsável por transmitir a continuação seriada, que ainda não tem previsão de estreia.

Enquanto isso, a 6ª e última temporada do show original será lançada em 04 de dezembro de 2019.

Confira o trailer:

Segundo o Deadline, os 20 episódios da nova temporada irão concluir a história da série. Entretanto, o criador Michael Hirst já está planejando uma série derivada.

A épica série segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.

Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.

No Brasil, ‘Vikings’ é exibida pelo canal pago Fox Premium.

‘Liga da Justiça’: Henry Cavill tem um ótimo motivo para não apoiar o Snyder Cut

Apesar de nomes com Gal GadotBen Affleck terem se posicionado a favor do corte de Zack Snyder para ‘Liga da Justiça’Henry Cavill não manifestou nenhum apoio ao lançamento da nova versão do filme – e o motivo pode ter sido revelado.

Segundo o ScreenRant, o ator não seguiu os passos de seus colegas devido a conselhos de sua agente, Dany Garcia. Trabalhando com Cavill desde 2016, Garcia vem tentando fechar contrato para que ele reprise seu papel como Superman na sequência de Adão Negro, estrelada por Dwayne Johnson. Dessa forma, o melhor jeito é fazer com que o astro não se manifeste tão veementemente quanto Gadot e Affleck, por exemplo.

Em uma recente entrevista ao Men’s Health, Cavill comentou um pouco sobre ‘Liga da Justiça’ e falou sobre o que achou da narrativa:

‘Homem de Aço’ foi um ótimo ponto de partida e acho que eu não mudaria nada. ‘Batman vs Superman’ foi mais um filme do Batman que do Superman, e a pegada sombria funcionou para o Homem-Morcego. Mas ‘Liga da Justiça‘ não saiu como eu esperava.”

Mesmo assim, o ator revelou que faz questão de voltar a viver o herói para fazer jus à sua imagem.

“Não vou me calar enquanto as pessoas ficam comentando. Eu não desisti do papel e ainda tenho muito pela frente como Superman, há um monte de histórias que quero contar e me aprofundar… Eu quero mostrar com louvor as histórias em quadrinhos. Isso é muito importante para mim. Há muita justiça a ser feita pelo Superman. O que eu posso dizer? Aguardem e vejam.”

Lembrando que Cavill também é o protagonista de ‘The Wicther’, nova série da Netflix que estreia em 20 de dezembro.

Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Klaus’: Elenco revela quais são seus filmes de Natal preferidos! [EXCLUSIVO]

O jornalista Miguel Morales entrevistou os dubladores da animação natalina ‘Klaus‘, que já está disponível no catálogo da Netflix.

Rodrigo Santoro, Daniel Boaventura e Fernanda Vasconcellos falam sobre os desafios da dublagem, e nos contam quais são seus filmes de Natal preferidos.

Confira:

A produção é dirigida por Sergio Pablos, um dos criadores de ‘Meu Malvado Favorito‘.

Jesper (Rodrigo Santoro), o pior aluno da Academia de Carteiros, é enviado a uma ilha gélida no Círculo Polar Ártico onde os moradores mal se falam e muito menos trocam cartas. Ele está prestes a desistir, mas acaba fazendo amizade com Klaus (Daniel Boaventura) , um misterioso carpinteiro que vive sozinho em uma cabana cheia de brinquedos artesanais. Essa amizade estranha devolve a alegria à cidade e cria uma nova era de vizinhos generosos, sabedoria e meias mágicas penduradas na chaminé.

‘Emma’: Anya Taylor-Joy no trailer da nova adaptação de Jane Austen

Focus Features divulgou o trailer de seu novo drama, Emma, baseado no romance homônimo de Jane Austen.

Assista:

O filme é dirigido por Autumn de Wilde e funciona como um remake do longa lançado em 1996.

Na esquecida cidade litorânea de Claypole, Inglaterra, uma série de coincidência acidentais e infelizes conspiram para trazer as vidas e as ambições de alguns sonhadores a um trágico final.

Anya Taylor-Joy (FragmentadoA Bruxa) estrela a produção como a personagem-titular. O elenco também é formado por Mia GothJohnny FlynnBilly NighyGemma WhelanJosh O’ConnorCallum Turner.

Emma chega aos cinemas no dia 01 de fevereiro de 2020.

Usuários da Netflix estão cancelando assinaturas por causa dos preços e da falta de conteúdo

De acordo com uma pesquisa feita pelo site Kill the Cable Bill, diversos clientes da Netflix estão cancelando suas assinaturas por conta dos preços e da falta de interesse no conteúdo disponibilizado pela plataforma de streaming.

Entre os 1000 clientes entrevistados na América do Norte, 49% disseram que o aumento dos preços foi decisivo para o cancelamento, enquanto outros 42% argumentaram que a causa foi a “falta de conteúdos interessantes.”

Também foram mencionados como causa o cancelamento de algumas séries e que o serviço “não disponibiliza filmes suficientes para os usuários.”

Além disso, 40% deles argumentaram que outros serviços de streaming influenciaram na decisão, já que seus catálogos são mais atraentes.

Outro dado interessante é que 63% disseram que eram clientes da Netflix há mais de um ano antes de cancelarem a assinatura, indicando que o problema não é assinar o serviço e não gostar do catálogo, e sim que os usuários estão se cansando da oferta ao longo do tempo.

Questionados se voltariam a assinar a Netflix, 58% dos entrevistados responderam que ​não têm certeza, 25% estão decididos a não retornar, e apenas 17% cogitaram o recadastramento.

No Brasil, a plataforma varia do plano básico (R$ 21,90) ao premium (R$ 45,90), que dá direito a quatro telas simultâneas com programação em ultra HD.

Confira a pesquisa:

‘Coringa 2’: Diretor comenta polêmica em torno da ‘matéria que confirmou a sequência’

Ontem, o The Hollywood Reporter divulgou uma extensa matéria exclusiva anunciando que a Warner Broshavia fechado contrato com Todd Phillips para uma continuação. Entretanto, as informações foram desmentidas pelo site Deadline, cuja contraposta notícia disse que o diretor e o estúdio nem ao menos se encontraram, quando mais discutiram sobre mais uma trama envolvendo o Palhaço do Crime.

Agora, Phillips comentou a respeito da confusão em entrevista exclusiva ao IndieWire.

“Bem, um filme não ganha um bilhão de dólares e eles não falam sobre uma sequência. Joaquin e eu dissemos publicamente que conversamos sobre uma sequência desde a segunda semana de filmagens, porque é uma coisa divertida de se falar. Mas o artigo [do THR] estava se referindo a outras coisas além daquelas que eram francamente falsas. Não sei como tudo começa, se é algum assistente tentando ganhar credibilidade nas ruas com um escritor.”, afirmou.

Phillips se recusou a comentar se ele realmente vai ganhar US$ 100 milhões com ‘Coringa‘ porque “ele adiou seu salário inicial em troca de uma fatia maior da bilheteria”.

“Aqui está a verdadeira verdade sobre a sequência. Enquanto Joaquin e eu conversamos sobre isso, e durante uma turnê pelo mundo com executivos da Warner Bros, nós confirmávamos que estávamos conversando sobre uma sequência. Mas, falando em contratos, não há um contrato assinado para escrevermos a sequência, nunca abordamos Joaquin para uma sequência. Isso vai acontecer? Talvez. Mais uma vez, acho que o artigo foi antecipatório, na melhor das hipóteses. ”, continua.

Porém, o diretor volta a afirmar que não há certezas.

“Posso dizer honestamente que não houve nenhuma reunião. Antes de tudo, se você me conhece e minha carreira, esse não é o meu estilo. Fiz uma comédia enorme na Warner Bros., Se Beber, Não Case, e ainda assim não me tornei um produtor de comédias. Bradley [Cooper] e eu temos uma empresa de produção na Warner. Estive na Warner por 15, 16 anos. Temos duas coisas em desenvolvimento o tempo todo, não 40 coisas como algumas pessoas. Eu não sou o tipo de cara que vai dizer que eu quero desenvolver esses 40 títulos. Eu simplesmente não tenho energia.”, afirmou.

A negação da confirmação certamente vieram como um balde de água fria, mas isso não quer dizer que Coringa 2’ foi descartado. Afinal, considerando o sucesso crítico e comercial da primeira produção, é apenas natural que a companhia tente reexplorar o universo de Gotham City, ainda mais com as chocantes conclusões que transformaram a cidade em um anárquico caos social e que preparam o terreno para a insurgência de Bruce Wayne como Batman (visto que seus pais morreram no final do terceiro ato).

Mas o que realmente sabemos sobre essa possível sequência? Bom, caso o acordo aconteça, é provável que Phoenix retorne no papel principal. Logo, Phillips também retornaria, visto que já trocou algumas ideias com o ator. O cineasta admitiu em uma recente entrevista que estaria aberto para mais um projeto, afirmando que a única condição para que isso se concretize é a continuidade temática:

“Não poderia ser apenas um filme selvagem e louco sobre o Palhaço do Crime. Teria que ter alguma repercussão temática semelhante ao original, porque foi isso que conectou o público à narrativa. Muitos filmes são sobre a faísca, Coringa é sobre as cinzas. Se pudermos capturar isso novamente de uma maneira real, seria interessante numa sequência.”

Ainda dentro do espectro dos rumores,  o site We Got This Covered afirmou que Coringa 2’ traria outros antagonistas do universo Batman, como Duas-Caras e Pinguim. Enquanto isso, o Collider explorou a multiplicidade de temas que o longa poderia ter, incluindo uma inversão de papéis entre Coringa e Bruce Wayne, com aquele se transformando no herói que Gotham precisa, e até mesmo uma legião de Palhaços do Crime que assolaria a cidade.

Para além disso, o mais cabível é que Phillips arquitete uma nova história de origem, dessa vez focando no recém-órfão Wayne. De qualquer forma, tudo permanece num escopo nublado e surreal demais; ou seja, precisamos que uma das duas partes confirme, de fato, a sequência.

Lembrando que ‘Coringa continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista à nossa crítica:

Crítica | Midway: Batalha em Alto-Mar – Guerra e patriotismo americano à moda antiga

Independence Day na 2ª Guerra

Mudam as décadas e o cinema, mas o patriotismo norte-americano permanece inabalável. Bom! O excesso de amor por sua nação não deve ser algo negativo, mesmo que não concordemos com os líderes vigentes e seus rumos para o país. E certos valores serem enaltecidos ao olharmos para o passado, faz bem. Por outro lado, um filme que se segura apenas nisso através de clichês do gênero e momentos para lá de piegas consegue subverter o sentimento em uma coisa ruim.

O mais curioso de tudo é ver o alemão Roland Emmerich ser cimentado como garoto propaganda dos filmes americanos mais patrióticos dos últimos anos. Em seu currículo se encontram produções como Independence Day (1996), O Patriota (2000) e O Ataque (2013), por exemplo. Agora chega aos cinemas brasileiros este Midway, que reconta uma das batalhas mais marcantes da Segunda Guerra Mundial. Seria uma forma de Emmerich limpar sua consciência pelos feitos de seu país no passado?

Esse momento histórico crucial já havia sido tema de um longa grandioso de guerra, lançado em meio ao fenômeno do cinema catástrofe da década de 1970. Intitulado A Batalha de Midway (1976), a superprodução contava com nomes como Charlton Heston, Henry Fonda, James Coburn, Glenn Ford, Robert Mitchum e Hal Holbrook no elenco, dando credibilidade e prestígio ao projeto. Neste quesito o novo Midway sai perdendo, ao apresentar a nata do time B de Hollywood frente à produção. O nome de maior peso aqui é mesmo o do cineasta Emmerich.

A presença do diretor se faz notar, já que no filme o maior chamariz são as eletrizantes batalhas aéreas. As cenas de ação, efeitos especiais e todos os quesitos técnicos não decepcionam, prometendo manter na beira da poltrona os aficionados por este tipo de cinema. Este, porém, não é um filme de guerra realista, cru e visceral como, digamos, O Resgate do Soldado Ryan (1998), ou sequer um que traga ponderações sobre os horrores da guerra. Midway é megalomaníaco, um blockbuster repleto de adrenalina, com uma roupagem de obra histórica – justamente por isso, pela segunda semana consecutiva se encontra no topo das bilheterias nos EUA.

Não me leve a mal, os atores aqui dão tudo de si para transparecer veracidade, mas este é um filme cujo principal objetivo é reforçar sentimentos como honra, justiça, lealdade e dignidade. E o faz com muito sentimentalismo. Vale lembrar que a 2ª Guerra acabou com a entrada dos EUA no “jogo”, e que a Europa se via praticamente toda tomada pelas forças nazistas de Hitler. Então fica claro qual era o lado bom e o ruim do conflito. Os heróis e os vilões. Aqui, no entanto, o foco é no confronto com a potência do Japão, aliada dos alemães.

Sem a menor cerimônia, no filme de Emmerich os soldados americanos se tornam heróis dignos do cinema, realizando façanhas impossíveis – como pilotar aviões em meio a uma saraivada de balas dos mais pesados calibres, sem que qualquer uma delas (em meio a uma chuva) seja capaz de acertar a aeronave dos protagonistas; ou mostrar que não são apenas os japoneses que possuem audácia suicida, com pilotos quase tocando o chão em suas manobras para jogar bombas mais de perto.

Podemos dizer também que o texto e a direção de Emmerich transformam os personagens em estereótipos caricatos. Temos o superior durão (Dennis Quaid), o burocrata que tenta prevenir o pior (Patrick Wilson), o responsável pelas decisões que não queria estar ali (Woody Harrelson), o piloto famoso (Aaron Eckhart) e a esposa preocupada (Mandy Moore), entre outros. O protagonista é o caubói que desafia a morte, interpretado por Ed Skrein. Ele é o “Top Gun” da década de 1940.

Midway segue a cartilha dos filmes de Roland Emmerich, onde se privilegia mais a ação e a parte técnica do que outros fatores como profundidade de personagens e seus dramas. O cineasta perpassa por alguns momentos chave do conflito, mesmo que esqueça de dar continuidade à parte deles – como o trecho envolvendo a queda de Aaron Eckhart na China (o personagem é abandonado, só voltando a aparecer num daqueles recortes ao final, quando nos mostram  o que tais figuras fizeram até sua morte – durante os créditos).

Apesar de seus constantes exageros e mão pesada na falta de sutileza, Roland Emmerich entrega com Midway um de seus melhores filmes nos últimos anos. O longa dá seu recado, mesmo que cambaleando um pouco no percurso, e traz um ou outro insight interessante sobre a época e o que foi ser um soldado americano no período. Midway é um filme de guerra recomendado para os que não gostam de filmes de guerra. Não sei se isso chega a ser um elogio para a produção, mas pode servir como porta de entrada para os não escolados no gênero. De resto, segue de perto, perpassando todos os itens de exemplares deste tipo de cinema, sem grandes acréscimos ou inovações – ao contrário de expoentes dos últimos anos como Até o Último Homem (2016) e Dunkirk (2017), longas que focavam na humanidade por trás do terror e insanidade da guerra. Já Midway é sua espetacularização.

A Vida Invisível | Produção tentará indicação de Fernanda Montenegro ao Oscar 2020 [EXCLUSIVO]

Como todo mundo já sabe, A Vida Invisível foi o filme escolhido para representar o Brasil na corrida pelo Oscar de Melhor Filme Internacional no ano que vem. A novidade é que esta não será a única estatueta que a produção tentará em 2020. Com distribuição internacional da Amazon, que nos últimos anos obteve sucesso em campanhas ao Oscar com obras como O Apartamento e Guerra Fria, o filme brasileiro buscará ao menos outras três indicações.

Em conversa exclusiva com o CinePOP, o diretor Karim Aïnouz falou sobre os planos para o Oscar e revelou: “Estamos pleiteando a possibilidade de estar não só na disputa de Melhor Filme Internacional, mas também Melhor Trilha Sonora Original, Melhor Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante, com a Fernanda Montenegro.

Karim Aïnouz e as atrizes Julia Stockler e Fernanda Montenegro / Foto: Mario Miranda Filho/agenciafoto.com.br

O cineasta revelou ter ficado muito feliz de poder contar com a atriz em sua produção. “Ela tem uma coisa muito impressionante, traz uma aura diferente ao filme”, disse.

Fernanda Montenegro, que completou 90 anos no último dia 16 de outubro, foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por Central do Brasil, em 1999. Ela já recebeu um Emmy e um Urso de Prata de Melhor Atriz no Festival de Berlim.

A Vida Invisível chega aos cinemas brasileiros no dia 21 de novembro. Leia a crítica do CinePOP.

Crítica | A Vida Invisível – Tocante relato sobre a força da mulher e a luta contra o patriarcado

Filme Assistido durante a cobertura do Cine Ceará 2019

Cultuado diretor responsável por obras como Madame Satã (2002), O Céu de Suely (2006) e Praia do Futuro (2014), Karim Aïnouz construiu sua carreira de quase 20 anos sempre focando em personagens complexos e histórias intimistas, que muitas vezes possuem como pano de fundo temáticas abrangentes e ousadas. Ele repete a dose com seu novo trabalho, A Vida Invisível, vencedor do prêmio de Melhor Filme da Mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes e escolhido o representante brasileiro na corrida pelo Oscar 2020 de Melhor Filme Internacional.

O filme segue a história de duas irmãs, Eurídice (Carol Duarte) e Guida (Julia Stockler), filhas de uma família tradicional de portugueses no final dos anos 40 e início dos 50. Eurídice é introvertida e sonha em ser uma pianista de sucesso, enquanto Guida é apaixonada e espontânea, enfrentando as convenções sociais da época. Após ver a irmã fugir de casa com o namorado, Eurídice sofre com a separação e o fardo de ter que ser a filha perfeita, deixando os sonhos de lado para formar uma família mais convencional.

“A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.” A clássica frase de Vinícius de Moraes poderia estar marcada a ferro e fogo no cartaz de A Vida Invisível. É uma obra sobre um grande desencontro entre essas duas irmãs que se amavam. Mas também sobre novos encontros. Eventualmente, encontros falsos que preenchem vazios. Adaptação do livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão“, o filme chegou a ter o mesmo nome da obra original antes de cortar a menção direta à personagem. Neste caso, há de se valorizar o fato de que o nome reduzido faz mais sentido diante da versão cinematográfica. Não é a história de Eurídice. Ela não é a única personagem apagada pela vida e pelo patriarcado que corrompia (e corrompe) a sociedade à época. É um filme sobre Eurídice e Guida, e qualquer coisa diferente disso joga contra a narrativa dessas mulheres.

Aïnouz sempre valorizou personagens femininas em suas histórias, mas dessa vez foi além e se cercou de mulheres na equipe técnica, com destaque para a diretora de fotografia Hélène Louvart, a montadora Heike Parplies e a profissional do som Laura Zimmerman. Com relação à fotografia, a parceria entre Karim e Louvart é realmente fascinante. Mesmo filmado no digital, o longa possui uma textura de película, com cores fortes e cenas com variações de granulação. Com relação às cores, é impressionante o uso do verde e do vermelho e a variação entre a cor viva e o tom mais esvaziado, muitas vezes acompanhando o momento das vidas das personagens. O posicionamento da câmera e os ângulos também chamam atenção, seja pelo uso constante de planos fechados não apenas nas reações, mas em objetos de cena ou partes de corpos.

Um dos principais méritos do diretor, que co-escreveu o roteiro com Murilo Hauser e Inés Bortagaray, foi abraçar o gênero do melodrama para contar a sua história, sem cair necessariamente no exagero, mas também sem o medo de demonstrar emoção. Para isso, contou com a ajuda fundamental de um elenco inspiradíssimo. Carol Duarte e Julia Stockler se transformam de forma impactante naquelas mulheres, empregando cada pingo de sofrimento e dor. Gregorio Duvivier vive o marido de Eurídice, um homem que é aquele misto de tímido e banana, mas que não deixa de ser violento. E aí não falamos de uma violência necessariamente física, mas daquela que não se preocupa em proteger ou incentivar os sonhos da pessoa que está ao seu lado. Destaque ainda para Bárbara Santos, ícone do teatro que faz sua estreia nos cinemas como Filomena, uma mulher forte que surge como uma espécie de segunda mãe para Guida.

Estamos diante de um filme sobre ausência, em que o que mais marca é a presença sentimental que uma irmã tem sobre a outra mesmo diante da distância e da falta de contato. Para fechar o elenco, temos ninguém menos que Fernanda Montenegro na pele de Eurídice quando idosa. Trata-se de uma atuação breve, mas completamente avassaladora. Fosse esse um filme americano, cinco minutos seriam o bastante para a atriz receber um Oscar de coadjuvante. Fernanda é tão sutil e tão complexa que arrebata o público, que se emociona bastante ao final da sessão.

Ainda sobre a valorização da mulher, é interessante notar que Karim não se preocupa em inserir os homens como vilões. É como se a vilã fosse a vida e aqueles personagens agentes para dificultar a ascensão daquelas mulheres. É curiosa ainda a forma como o cineasta usa o sexo para contar a história. São várias as cenas de sexo. E todas são nada cinematográficas. Não há beleza, há naturalidade e, por vezes, brutalidade. É uma forma de transmitir a falta de conforto permanente de Guida e Eurídice. Em um momento em que muita gente confunde sexo com pornografia, é importante notar como tais cenas são fundamentais para contar a narrativa das duas.

A Vida Invisível é uma obra sobre viver nas sombras, sobre famílias partidas, sobre formar novos laços. Ao final, um tradicional fado português acompanha os créditos. Fado que também pode ser traduzido como “destino”. E o longa também é sobre isso, sobre se sentir presa em uma obrigação e objetivo de vida. Uma obra essencial no Brasil de 2019.

Fernanda Montenegro pode ganhar sua 2ª indicação ao Oscar por ‘A Vida Invisível’ [EXCLUSIVO]

Crítica | Greed: Sátira sobre a corrupta indústria de fast fashion é um soco no estômago

Filme assistido durante o Festival de Toronto

Crescimentos explosivos, trocas de coleções quase que semanalmente e preços incrivelmente tentadores. Lojas como a Forever 21, Zara, H&M e até mesmo a Renner, C&A e Riachuelo cresceram de maneira vertiginosamente com ofertas irresistíveis, roupas que seguem a tendência atual e valores bem irrisórios – quando comparados àquelas pequenas, médias e enormes boutiques. Mas qual seria o genuíno valor das peças comercializadas? Sua origem é socialmente responsável ou estaríamos nos vestindo com roupas que custaram a vida de mulheres asiáticas, que trabalham em galpões mal arejados e ganham o minúsculo valor de US$ 1,30 por hora trabalhada? Greed vem às telonas para responder a essas e tantas outras perguntas, se apropriando de uma narrativa semelhante a do documentário The True Cost, acrescentando o tom ideal de ironia, sarcasmo e sátira, em uma comédia dramática que, no final das contas, é um baita soco na boca do estômago.

Na trama dirigida por Michael Winterbottom e co-escrita por ele e Sean Gray, toda a questão de como as lojas de fast fashion lidam com suas produções de roupa é vista pela ótica mais parcial possível, por razões óbvias. Ao invés de direcionar nossos olhos – inicialmente – para as agravantes condições insalubres de trabalho das mulheres que passam seus dias costurando roupas que serão vendidas por uma média de US$ 30,00, o filme segue a premissa de seu próprio nome: segue os rumos da ganância, nos apresentando o implacável Steve Coogan como um magnata bilionário que é dono de uma loja de departamentos que compete diretamente com as concorrentes estrangeiras apresentadas logo acima. Aqui, em uma tentativa fracassada de defender seu modelo de negócio – marcado por negociações vorazes com donos de galpões de costura, que acarretam naqueles precinhos pechinchas que vemos nas vitrines das lojas -, ele é um homem sem escrúpulos, profundamente vaidoso e sagaz em sua essência.

Sua atuação é a mais pura e impecável definição de troglodita grotesco e por meio de sua caracterização, Greed ainda nos apresenta ao seu peculiar círculo familiar e de amigos, a partir de uma narrativa que começa sua jornada em seu aniversário de 60 anos. Enaltecendo, com muita ironia e sarcasmo, a excentricidade que bilionários como ele possuem, a produção faz escorrer pelas telas uma soberba sem precedentes, é uma crítica direta aos verdadeiros sócios fundadores da Zara, Forever 21 e H&M e faz um contraste desconfortável entre a realidade daqueles que costuram roupas estilosas e aqueles que sequer as usam, mas sabem fazer uma fortuna imensurável com cada um dessas peças.

A extravagância inquietante do drama ainda é incorporada pelas atuações de um elenco que se entrega aos personagens, revelando genuínas personas detestáveis e chocantes, tamanha a falta de bom senso social e econômico. Aqui, Isla Fisher e Asa Butterfield complementam o trabalho de Coogan, como coadjuvantes que sabem se destacar diante do grande ator, dominando suas cenas com precisão e amargor. Sem o filtro ético que definiria os verdadeiros princípios que uma pessoa digna deveria ter, todos eles são fragmentos da causa e da extensão de uma série de injustiças mundiais, apresentadas com maestria em seu roteiro, que faz um contraste ensurdecedor entre a suntuosa festa de aniversário inspirada em deuses gregos e um grupo generoso de imigrantes instalados na praia, em frente à mansão. Vítimas das crises políticas e econômicas de seus países, eles pelejam em barracas alojadas na bela costa praiana, sendo engolidos pelo visual estarrecedor de um evento que emana luxo, poder e dinheiro.

Divertido e confrontador, Greed é uma experiência cinematográfica chocante, cujo impacto se comunica mais diretamente com consumidores de fast fashion. Explorando uma dura realidade esquecida até mesmo por celebridades, que no passado se associaram a essas marcas com coleções especiais (como é o próprio caso da Gisele Bündchen, que já estampou uma parceria com a H&M no passado), o filme faz duras críticas ao modelo contemporâneo de trabalho escravo adotado por essas lojas. Usando o sarcasmo como o filtro que visa colocar toda a audiência em posição de alerta e análise, o longa nos leva a nos questionarmos a respeito de nossas escolhas quando o assunto é moda. Entrelaçando seus personagens de forma madura, a narrativa cresce de maneira caótica, performática e excêntrica ao extremo, justamente com o objetivo de mostrar o nível de surrealismo que essa pequena parcela mais rica do mundo cria ao seu redor, a ponto de – eventualmente – se tornar vítimas de sua própria e sufocadora ganância.

Progressiva e construtiva, a produção ainda conta com uma trilha sonora revigorante, que passeia pelas décadas de 70, 80, 90 e 2000, ajudando a compor o teor cômico e irônico de seu roteiro. Com uma direção simples, Greed culmina com um final que é um genuíno soco na boca do estômago. Clamando por justiça sócio econômica para uma das áreas mais enriquecedoras, a comédia dramática diverte quando necessário, mas não se esquiva de sua responsabilidade denunciante, fazendo de toda sua trama uma desconfortável reflexão mental e emocional sobre o que acharíamos de consumir roupas de maneira tão irresponsável, se o verdadeiro preço fosse a vida de alguém que amamos.

 

‘Entre Facas e Segredos’: Rian Johnson fala sobre seu novo suspense

Em entrevista à Variety, o diretor Rian Johnson falou um pouco sobre seu mais novo projeto, o suspense ‘Entre Facas e Segredos’.

Quando questionado sobre o motivo de levá-lo a fazer um filme assim, Johnson comentou que sempre teve vontade de comandar um longa que tivesse elementos de mistério e de uma de suas romancistas favoritas, Agatha Christie.

“Cresci lendo os livros de Agatha Christie. Sempre quis fazer um filme assim. Dez anos atrás, eu tinha uma ideia bem básica para [este filme] e a fiquei cozinhando desde então”.

“Eu amo o elemento de quebra-cabeça e como eles se relacionam com os personagens. Há uma galeria imensa de suspeitos trapaceiros”, ele acrescentou. “A ideia de trazê-lo para os Estados Unidos em 2019 era eletrizante e interessante. As pessoas não estão escrevendo mistérios originais hoje em dia”.

Assista ao trailer:

Escrito e dirigido por Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.

Yorgos Lanthimos vai dirigir nova minissérie sobre o controverso Clark Rockefeller

Segundo o DeadlineYorgos Lanthimos irá dirigir uma nova minissérie para a Fox Searchlight TV baseada na controversa vida de Clark Rockefeller.

A produção será adaptada do romance de não-ficção ‘The Man in the Rockefeller Suit: The Astonishing Rise and Spectacular Fall of a Serial Impostor’. A história gira em torno de Clark, um homem que não fazia parte da famosa dinastia Rockefeller dos Estados Unidos, mas que não pensou duas vezes antes de se passar como seu herdeiro. A trama será um misto de decepção, orgulho, fama, capitalismo e as insanidades do comportamento humano.

Originalmente, Pablo Trapero ficaria a encargo da série, com Benedict Cumberbatch interpretando o personagem-titular, mas os planos mudaram consideravelmente. A Lifetime já havia produzido um filme para televisão baseado na história, ‘Who Is Clark Rockefeller?’, estrelado por Eric McCormack (Will & Grace).

Lanthimos é conhecido por trazer uma estética única para suas obras: em sua breve filmografia, o cineasta comandou projetos como O LagostaO Sacrifício do Cervo Sagrado. Mais recentemente, adaptou a vida da Rainha Ana para os cinemas com ‘A Favorita’, estrelado por Olivia ColmanRachel WeiszEmma Stone. O longa ganhou aclame do público e da crítica especializada, sendo indicado para 10 estatuetas do Oscar, com Colman levando para casa o prêmio de Melhor Atriz.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Renfield’: Dexter Fletcher vai comandar filme sobre o servo de Drácula

Depois de substituir Bryan Singer na direção de Bohemian Rhapsody e comandar a cinebiografia RocketmanDexter Fletcher já tem em mente seu novo projeto cinematográfico.

Segundo o Collider, Fletcher assinou contrato para dirigir Renfield, longa-metragem de terror que será focado no servo do icônico vampiro Drácula, R.M. Renfield. A produção ficará a encargo da Universal Pictures.

Ryan Ridley (Rick and Morty) está escrevendo o roteiro, cuja história foi criada por Robert Kirkman (The Walking Dead. Kirkman, David AlpertBryan FurstSean Furst serão os produtores.

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

Nenhuma outra informação foi revelada.

‘Malignant’: Maddie Hasson diz que trabalhar com James Wan é ‘adorável’

Em entrevista ao Collider, a atriz Maddie Hasson falou sobre seu novo projeto, ‘Malignant’, e como é trabalhar com o aclamado diretor James Wan.

“Ele é adorável. Ele é um homem extremamente adorável. Não estou autorizada a falar nada sobre meu papel [no filme]. No set de filmagens, [filmes de terror] são desmistificados, mas antes de mergulhar nesse gênero, eu ficava assustada. Então, semanas antes do projeto ser lançado, eu pensei: ‘acho que deveria participar de um filme de terror'”.

As filmagens do longa já começaram.

Além de dirigir, Wan também assina o roteiro, ao lado de Ingrid Bisu.

O filme irá se afastar da temática sobrenatural e dará lugar a uma trama de investigação e assassinatos, aos moldes do subgênero Giallo Film. Para quem não sabe, os Giallo Films surgiram na Itália antes do terror slasher americano, e se baseiam em crimes de serial killers. Eles inspiraram clássicos como ‘Pânico‘ e ‘Halloween‘.

O elenco também inclui Annabelle Wallis, Jake AbelGeorge YoungIngrid BisuMichole Briana White e Jacqueline McKenzie.

‘Malignant’ será lançado no dia 14 de agosto de 2020.

‘Emma’: Anya Taylor-Joy estampa as imagens da nova adaptação

Focus Features divulgou as duas primeiras imagens oficiais de seu novo drama, Emma, baseado no romance homônimo de Jane Austen.

Confira:

O filme é dirigido por Autumn de Wilde e funciona como um remake do longa lançado em 1996.

Na esquecida cidade litorânea de Claypole, Inglaterra, uma série de coincidência acidentais e infelizes conspiram para trazer as vidas e as ambições de alguns sonhadores a um trágico final.

Anya Taylor-Joy (FragmentadoA Bruxa) estrela a produção como a personagem-titular. O elenco também é formado por Mia GothJohnny FlynnBilly NighyGemma WhelanJosh O’ConnorCallum Turner.

Emma chega aos cinemas no dia 01 de fevereiro de 2020.

‘Dickinson’: Ator de ‘Punho de Ferro’ entra para a 2ª temporada

A 2ª temporada de Dickinson, série da Apple TV+, começou a ser rodada há alguns dias e já temos novidades sobre o elenco: Finn Jones (Punho de Ferro) estará no próximo ciclo em um papel ainda não revelado.

A informação foi divulgada pela atriz Alena Smith, que postou em seu Twitter a primeira imagem oficial do novo ano.

Confira:

Assista ao trailer:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.