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Crítica 2 | O Relatório – Adam Driver e Annette Bening estrelam importante e envolvente drama investigativo

Roteirista conhecido por produções como O Ultimato Bourne, O Desinformante!, Terapia de Risco e, mais recentemente, A Lavanderia, Scott Z. Burns faz sua estreia na direção nos cinemas com O Relatório. Antes disso, havia dirigido apenas um telefilme, curtas e episódios de séries como Californication. E podemos dizer que trata-se de uma bela estreia.

O novo longa conta a história por trás de uma investigação do Senado dos Estados Unidos sobre as atitudes da CIA pós-11 de setembro, especialmente a utilização de técnicas de tortura para tentar obter informações sobre possíveis ataques terroristas. Adam Driver vive um idealista funcionário de uma senadora (Annette Bening) que recebe a missão de comandar a investigação. Aos poucos, ele e sua pequena equipe vão percebendo o quanto havia de desinformação no meio e o quão pouco eficazes eram os métodos de tortura.

Driver é o centro das atenções da trama e prova mais uma vez ser um ator talentosíssimo. Ao longo da produção do relatório sobre a CIA, seu personagem fica cada vez mais afetado pelo que descobre. E o medo de ver o tal relatório ser abafado pelo governo fica cada vez maior com o passar da história. 

O elenco conta ainda com uma série de pequenas, mas marcantes, participações, como Corey Stoll, Jon Hamm, Maura Tierney, Michael C. Hall, Tim Blake Nelson, Ben McKenzie, Jennifer Morrison, Ted Levine e Matthew Rhys. Todos estão muito bem em cena e ajudam a dar uma seriedade ao projeto. De forma inteligente, Burns usa suass celebridades para interpretarem pessoas importantes, mas menos conhecidas da vida política americana. Desta forma, nomes mais conhecidos como Barack Obama, Dick Cheney, John Kerry, Donald Rumsfeld e John McCain surgem apenas através de imagens de arquivo.

The Report (no original) vai atingir em cheio os mais apaixonados por filmes políticos e investigativos, como Todos os Homens do Presidente, Zodíaco, Intrigas do Estado e muitos outros. Sem necessariamente soar muito didático, o filme consegue explicar com muitos detalhes toda a investigação, sem suavizar para a CIA ou para os dois principais partidos americanos.

Parceiro de longa data de Steven Soderbergh, que aqui atua como produtor, Scott Z. Burns se mostrou bastante inspirado pelo amigo no uso da fotografia, especialmente no uso de algumas imagens mais saturadas para retratar as cenas de tortura. Diretor de fotografia de House of Cards, Eigil Bryld faz um belo trabalho na produção, principalmente no retrato imponente da cidade de Washington. Por sinal, a obra não poupa o espectador, o confrontando com várias das técnicas empregadas pelos agentes americanos no período. Ainda no time técnico, o montador Greg O’Bryant faz um belo trabalho ao mesclar cenas da investigação ao longo de cinco anos com flashbacks dos abusos da CIA.

Se o diretor comete um pecado, talvez seja se mostrar tão idealista quanto seu protagonista. Em seu trecho final, O Relatório se perde um pouco no melodrama de tentar mostrar como os Estados Unidos aprenderam com os próprios erros. Apesar disso, é inegável que a história, no geral, não poupa o governo norte-americano e oferece muitos detalhes desconhecidos pelo grande público, como a própria ineficiência das técnicas de tortura.

Com diálogos envolventes e engajados, o filme fala sobre arcar com as consequências e sobre como o medo pode desencadear em um efeito borboleta que se torna algo grande e duro demais para ser abafado. 

Filme visto durante a cobertura da 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo

O Relatório

(The Report)

 

Elenco:

Adam Driver

Annete Benning

John Hamm

 

Direção: Scott Z. Burns

Gênero: Drama

Duração: 118 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 7 de Novembro de 2019

Sinopse: 

Após os ataques de 11 de setembro, agentes da CIA começam a usar táticas de interrogatório extremas sobre quem eles acreditam estar por trás dos eventos.

Crítica | O Relatório – Cinebiografia dramática é impactante e tem a cara do Oscar (Nota: 10.0)

Crítica 2 | O Relatório – Adam Driver e Annette Bening estrelam importante e envolvente drama investigativo (Nota: 7.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Scott Z. Burns também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Crítica 2 | O Relatório – Adam Driver e Annette Bening estrelam importante e envolvente drama investigativo

Cartazes: 

Fotos: 

‘Star Wars’: Alden Ehrenreich pode voltar como Han Solo em nova produção

De acordo com o We Got This Covered, Alden Ehrenreich irá reprisar seu papel como Han Solo em uma nova produção da saga ‘Star Wars’.

A informação veio da mesma fonte que confirmou o retorno de Ewan McGregor como Obi-Wan na série da Disney+.

Até o momento, maiores detalhes não foram divulgados, e ainda não se sabe se ‘Solo: Uma História Star Wars’ ganhará sequência ou uma série de TV.

Considerando o baixo rendimento do spin-off, é de se esperar que a história do personagem seja contada na TV.

Com um orçamento de US$ 275 milhões, ‘Solo: Uma História Star Wars’ arrecadou apenas US$ 392.924.807, tornando-se a pior bilheteria entre os filmes desenvolvidos pela Disney.

 

Crítica | O Relatório – Cinebiografia dramática é impactante e tem a cara do Oscar

Quando a democracia entra em cena, o cinema é expert em captá-la da forma mais profunda possível. Relatando alguns dos hiatos mais emblemáticos da história moderna e contemporânea, longas desse gênero também exercem a simbologia de utilidade, servindo como um despertar não apenas da opinião pública, mas também da população em geral. O Relatório chega como uma bela produção que cumpre este papel, fazendo da denúncia seu pilar fundamental para a construção da narrativa. Sob a produção do aclamado cineasta Steven Soderbergh, o filme ainda marca o retorno do filho de Sundance ao seu berço de origem, onde estreou na direção com Sexo, Mentiras e Videotape, nos idos de 1989.

Baseado em fatos reais, a trama acompanha Daniel Jones, um funcionário da senadora norte-americana Dianne Feinstein, incubido de investigar um sigiloso programa de Detenção e Interrogação desenvolvido pela CIA, pós 11 de Setembro. Por meio de uma minuciosa busca, o jovem acaba descobrindo uma metodologia escusa onde a tortura era aplicada em civis, com a finalidade de desvendar terroristas. As práticas desumanas renderam na morte de inocentes e suspeitas não confirmadas, sendo considerado um fracasso em sua execução, além de infringir a legislação norte-americana e o Direitos Humanos.

Sob a caracterização de Adam Driver, Jones ganha uma voz global, em uma bela e hipnotizante atuação, que evidencia ainda mais o poder e talento do jovem ator. Embora suas feições não sejam semelhantes a de seu personagem real, este detalhe se torna insignificante perto de sua fascinante performance em tela, cativando e conquistando a atenção do espectador num piscar. Ao seu lado, Annette Bening é a precisa visão de Feinstein, trajando seus terninhos bem alinhados, com seu volumoso cabelo castanho escuro. Pelas lentes deu seus óculos, ela entrega uma versão diferente de si mesma, personificando a senadora americana com naturalidade, leveza e integralidade. A dinâmica em dupla com Driver fortalece ainda mais a força da produção, com o duo sustentando o longa em diálogos afiados, sacadinhas rápidas e pequenos tons de sarcasmo que incrementam uma certa leveza à dramaticidade.

A direção de Scott Z. Burns não fica atrás e opera de maneira bem jornalística, se espelhando nas narrativas de duas outras cinebiografias poderosas: Spotlight: Segredos Revelados e Todos os Homens do Presidente, ambos vencedores do Oscar. Assinando também o roteiro do longa, o cineasta centraliza sua narrativa nos fatos, deixando de lado algumas fábulas comuns, vez outra usadas para aumentar a carga dramática da produção. Com uma história essencial e naturalmente boa, ele entrega um filme consistente e convincente, arregalando ainda mais os olhos do espectador diante das atrocidades das informações reveladas.

Tratando com voracidade a gravidade da política de detenção subversiva adotada pela CIA, O Relatório ainda se consolida como o tipo de produção que, facilmente, conquista Academia. Apaixonada por biografias que exercem a função de utilidade pública, não será de se surpreender se o longa conseguir conquistar algumas indicações ao Oscar. Preenchendo os requisitos que o tornam um filme espetacular, o longa já anuncia uma jornada promissora para ao ano de 2019, mirando nas futuras premiações.

‘The Northman’: Alexander Skarsgard e Nicole Kidman vão atuar juntos em novo thriller de vingança

Segundo a Variety, os astros Nicole KidmanAlexander Skarsgard vão se reunir mais uma vez para protagonizar o novo thriller de vingança intitulado The Northman.

A história é descrita como uma saga viking ambientada na Islândia por volta do século X. Entretanto, mais detalhes sobre a trama não fora revelados.

Robert Eggers fica responsável pela direção. Ele recentemente comandou o terror O Farol, que fez um sucesso considerável no Festival de Cannes deste ano, e também é conhecido por dirigir o aclamado A Bruxa. Ele também fica a encargo do roteiro ao lado do poeta e novelista Sjón.

Anya Taylor-JoyBill SkarsgardWillem Dafoe estão em negociações para completar o elenco.

Kidman e Skarsgard já atuaram juntos na minissérie Big Little Lies, da HBO, interpretando Celeste e Perry Wright, respectivamente. Por suas incríveis performances, ambos levaram prêmios durante a cerimônia do Emmy.

Outros projetos mais recentes de Kidman incluem O Pintassilgo, ao lado de Ansel Elgort, e também encarna Gretchen Carlson na dramédia O Escândalo, ao lado de Charlize TheronMargot Robbie. Skarsgard, por sua vez, foi elencado na série A Dança da Morte e vai protagonizar o cross-over ‘Kong vs. Godzilla’.

The Northman não tem previsão de estreia.

Crítica | Cadê Você, Bernadette? – Cate Blanchett dá SHOW como gênia da arquitetura

Uma mulher genial, supercompetente na sua área de profissão. Mas você não sabe de nada disso porque quando ‘Cadê Você, Bernadette?’ começa, esta mulher já está em outro momento de sua vida, onde, reclusa, tenta com todas as suas forças afastar o mundo de si e focar sua vida apenas na filha, Bee (Emma Nelson, bem natural como uma adolescente com bom relacionamento com a própria mãe), em constante esforço de alienação da realidade.

Acontece que essa mãe é Bernadette Fox (Cate Blanchett, em um impressionante crescente de uma mulher à beira de um ataque de nervos, mas que tenta a todo instante se controlar para conseguir se manter em sociedade), gênia da arquitetura extremamente antissocial, incapaz de construir vínculos com qualquer indivíduo de Seattle, para onde se mudou antes de sua filha nascer. Não bastasse tudo isso, seu marido, Elgie Branch (Billy Crudup, sem destaque na sua interpretação), convenientemente se acomoda com essa exclusão ambiental da esposa, afinal, ele mesmo é uma pequena promessa da computação, com um projetinho vendido para a Microsoft. Portanto, ele fecha os olhos para os evidentes problemas de sua mulher.

Não é preciso muito esforço para ver em Bernadette o retrato da mulher moderna, que trabalha, cuida dos filhos, cuida da casa e que simplesmente deixa seus sonhos e a si mesma em segundo plano. Soma-se a isso uma profunda crise emocional e estética na qual essa mulher se encontra, em evidente crescente de profunda depressão, à qual sua pequena família é incapaz de enxergar. Bernadette é uma mulher à beira de um ataque de nervos, semelhante às musas de Woody Allen, que se agarra em qualquer pequena respiração de conforto e afeto porque simplesmente não dá conta de cumprir todos os papéis que lhe são incumbidos pela sociedade de maneira a, ainda por cima, se apresentar em público de maneira sociável, arrumada, penteada e feliz.

A regência de Richard Linklater na direção do longa abre espaço para notório desenvolvimento de Cate Blanchett, e, juntos, os dois constroem um retrato acelerado e nervoso do papel da dupla expectativa feminina na engrenagem social. O resultado é um bom filme com ritmo constante e evolutivo, mesclando diversos gêneros bem marcados na transição dos atos: da comédia dramática, para o drama, para o thriller. Tudo através de um roteiro delicioso pontuado com piadas superácidas, mal humoradas, sarcásticas, que anunciam a tragédia por vir.

Destaque merecido também à carismática Kristen Wiig, no papel da empenhada vizinha Audrey, em um retrato do cotidiano suburbano norte-americano que se ocupa e se engaja da sua pequena comunidade como se sua vida dependesse disso – o que leva ao extremo de tentar controlar a vida dos outros. Hilário, porém, real e incômodo. Ah, e ainda temos Lawrence Fishburne, em participação especial de uma cena.

A adaptação em longa-metragem de ‘Cadê Você, Bernadette?’, baseada no best-seller da Maria Semple (que também já foi responsável por alguns episódios de Mad About You’ e ‘Beverly Hills, 90210’), faz competente tradução do papel social da mulher do século XXI, a quem os sonhos são relegados ao espaço de último item da lista e a quem o espaço criativo é negado por conta da construção patriarcal da sociedade, que lhe confere espaço social caseiro, não do pioneirismo e do destaque.

Jordan Peele, de ‘Corra!’ e ‘Nós’, dá sua opinião sobre polêmica entre Marvel e Scorsese

Quando Martin Scorsese disse que “os filmes da Marvel não despertam experiências emocionais e psicológicas em outro ser humano”, diversos atores e cineastas ficaram divididos na disputa de opiniões.

E, de acordo com o The Hollywood Reporter, Jordan Peele foi questionado sobre o assunto enquanto participava de um festival em Nova York, mas foi evasivo em sua resposta:

“Não estou preocupado com o que é ou não é cinema. A definição de cinema através da minha experiência no ramo é que filmes precisam despertar emoções no público: aplausos, lágrimas, risos, ansiedade… Eu tento entregar isso nos meus filmes e estou mais focado em fazer com que o público vá assisti-los enquanto estão em exibição, porque é algo diferente. É muito diferente do boom das plataformas de streaming, por exemplo.”

Pelo visto, o diretor não quis tomar partido na discussão, já que pareceu não julgar os filmes da Marvel, ao mesmo tempo em que apoia o ponto de vista de Scorsese.

Lembrando que, em mais um capítulo da discussão, Scorsese escreveu um artigo para o The New York Times dizendo que os filmes da Marvel permanecem na zona de conforto e se apoiam apenas em cenas que os fãs querem assistir:

“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. As cenas são feitas para satisfazer um conjunto específico de desejos e são projetadas como variações de um mesmo tema.”

O cineasta de 76 anos disse que filmes clássicos permanecem atuais por conta da qualidade do roteiro, como ‘Psicose‘, e que blockbusters são apenas eventos momentâneos, independentemente das bilheterias.

Além das críticas às narrativas, ele afirmou que a reserva de salas de cinema para exibir blockbusters está obrigando diversos cineastas a investirem neste gênero só para se manterem na indústria, causando o fim do ‘cinema de verdade.’

Para concluir, Scorsese disse que diretores e produtores só estão lançando seus filmes em meios alternativos, como plataformas de streaming, por conta da injusta concorrência.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘O Irlandês‘, já está em exibição nos cinemas e chega ao catálogo da Netflix no dia 27.

Assista ao trailer:

Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.

O elenco conta com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Ray Romano, Anna Paquin e Harvey Keitel.

‘Velozes e Furiosos’ pode ganhar série de TV com diretor de ‘Hobbs & Shaw’

Após o sucesso de bilheteria de ‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘ (US$ 758,8 milhões), ficou provado que a franquia pode se expandir em diversas produções derivadas.

Em entrevista para o Screen Rant, o diretor David Leitch foi questionado se gostaria de continuar trabalhando na franquia em uma série de TV live-action, ao que ele respondeu:

“Eu adoraria! Sim! Eu acho que deveriam investir porque há um número tão grande de personagens no universo de ‘Velozes e Furiosos‘. Imagine uma série de TV com a Madame M (Eiza González) e seu grupo de assassinas… Seria incrível.”

Confira:

Lembrando que Leitch assinou um contrato com a Universal Pictures através de sua produtora, a 87North, para encabeçar futuros projetos para o estúdio.

No entanto, é bom deixar claro que essa é apenas uma possibilidade, e ainda não há planos para uma série live-action baseada na franquia.

O que você acha da ideia?

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

Antes em caminhos opostos, o agente federal Luke Hobbs (Johnson) e o mercenário britânico Deckard Shaw (Statham) precisam juntar forças para parar uma nova ameaça internacional: um terrorista cibernético conhecido como Brixton (Elba).

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

Diretor de ‘Pantera Negra’ irá produzir novo filme baseado em quadrinhos

De acordo com o Deadline, o diretor Ryan Coogler (Pantera Negra) irá produzir a adaptação cinematográfica de Bitter Root‘, série de quadrinhos criada por David F. Walker, Sanford Green, e Chuck Brown.

A HQ vencedora de diversas categorias do Prêmio Eisner se passa na década de 1920 e acompanha uma família negra do Harlem que extermina entidades sobrenaturais.

Além disso, a narrativa trata de relações familiares e como os protagonistas lidam com o preconceito em suas vidas, ao mesmo tempo em que tentam proteger Nova York de uma força maligna.

A adaptação será produzida pela Legendary Pictures, mas ainda não previsão de estreia, já que Coogler está ocupado com a produção de ‘Space Jam 2′.

‘Liga da Justiça Mortal’: Arte conceitual revela detalhes do uniforme do Batman

Liga da Justiça Mortal’, projeto cancelado de George Miller em 2009, prometia uma versão bem mais ousada do time de heróis da DC.

E em homenagem ao Dia do Batman, comemorado na semana passada, um nova arte conceitual foi divulgada, trazendo mais detalhes do uniforme do herói.

A imagem ainda veio acompanhada de uma descrição, feita pelo designer Ryan Unicomb:

“O traje era uma mistura de Kevlar e cota de malha com um tipo de exoesqueleto robótico debaixo dos braços, pernas e costas, projetados para ajudar Bruce a combater o crime, mesmo quando seu corpo estivesse em seu estado mais quebrado. A tinta refletora nos olhos e no peito captaria toda a luz disponível, aumentando sua figura intimidadora na escuridão. Um estofamento grosso no pescoço garantiria que nenhum golpe no pescoço ou na garganta o incapacitasse durante a batalha”.

Confira a imagem:

 

O elenco traria D.J. Cotrona (Superman), Megan Gale (Mulher-Maravilha), Adam Brody (Flash), Armie Hammer (Batman), Common (Lanterna Verde), Teresa Palmer (Talia al Ghul), Hugh Keays-Byrne (Caçador de Marte), Santiago Cabrera (Aquaman), Zoe Kasan (Iris Allen) e Jay Baruchel (Maxwell Lord).

 

Recentemente, foram divulgados cartazes, fotos e belas artes conceituais.

FOTOS

O fotógrafo australiano Mark Rogers liberou oficialmente as imagens de teste de vestimentas que Megan Gale fez para o filme. Você prefere a versão de Gale ou a de Gal Gadot?

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ARTES

A primeira arte mostra a princesa Diana em um traje moderno da Mulher-Maravilha (Megan Gale), voando em terra natal, Temíscira. Também podemos ver a Amazona salvando um carro e o visual do Aquaman (Santiago Cabrera).

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CARTAZES

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Além disso, como todos sabem, o astro deMe Chame Pelo Seu NomeArmie Hammerquase interpretou o Batman no filme. Acontece que o filme foi cancelado e Hammer revelou que conseguiu “roubar” o roteiro original para guardar de lembrança:

“Foi muito incrível, nós estávamos na Austrália por cerca de um mês gravando algumas cenas e ensaiando com o uniforme, todos os personagens em seus uniformes, e então recebemos uma ligação dos produtores dizendo que deveríamos devolver todo material, os roteiros, as notas, levar tudo e ficamos ‘Ok, tudo bem’. Eles tinham caixas enormes e mandavam a gente jogar tudo dentro. Tirei um CD do meu computador e escondi no meu bolso de trás, entreguei tudo e basicamente consegui roubar um roteiro para provar que realmente estive lá, mesmo que hoje haja algumas fotos de nós com os uniformes”

Ainda segundo o ator, havia uma épica cena de luta entre a Mulher-Maravilha (Megan Gale) e o Superman (DJ Cotrona) que iria destruir muitas cidades e contaria com muitas mortes de civis. Será que iria funcionar?

O projeto de  George Miller foi cancelado nos cinemas e até hoje os fãs anseiam para ver essa versão da Liga da Justiça’.

Depois Do Casamento

(After the Wedding)

 

Elenco:

Michelle Williams

Julianne Moore

Billy Crudup

 

Direção: Bart Freundlich

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 07 de Novembro de 2019

Sinopse: 

A gerente de um orfanato em Calcutá, na Índia, luta para manter o estabelecimento funcionando. Desesperada por dinheiro, ela acredita ter encontrado a benfeitora perfeita, dona de empresa multimilionária. No entanto, para receber o dinheiro, ela precisa viajar até Nova York e conhecer a mulher por trás da riqueza, em meio a uma pomposa celebração matrimonial.

Curiosidades: 

» O longa é um remake americano da produção homônima lançada em 2006;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Spell’: Ator de ‘Power’ pode estrelar novo thriller sobrenatural

Omari Hardwick, conhecido por interpretar James “Ghost” St. Patrick na série Power, está em negociações finais para estrelar o novo thriller da Paramount, Spell. As informações são da Variety.

O filme gira em torno de um homem que sofre um acidente de avião junto com sua família e acorda completamente sozinho. Ele, então, é descoberto por um casal mais velho que habita aquela região, mas não tem ideia de que está sendo arrastado para dentro de um sombrio e sinistro mundo.

Mark Tonderai (‘Hush: A Morte Ouve’) fica a encargo da direção.

O roteiro é assinado por Kurt Wimmer (Caçadores de Emoção: Além do Limite), que também fica responsável pela produção ao lado de Gordon GrayMorris ChestnutBrian Wilkins.

Hardwick também é conhecido por participar de longas como Sorry to Bother You‘Nobody’s Fool’, além de ter atuado ao lado de Nikolaj Coster-Waldau no drama criminal Sem Perdão.

Spell tem estreia marcada para o dia 28 de agosto de 2020.

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

Stephen King é um dos escritores mais célebres da atualidade. Com uma carreira vasta e produtiva, o autor já rendeu mais de 60 livros e 500 milhões de cópias vendidas, o que é simplesmente impressionante. Desde o início de sua carreira, seus livros foram alvo de adaptações para Hollywood. Porém, suas histórias são extremamente complexas e difíceis de se adaptar. Quando dá certo, rende filmes brilhantes como ‘Um Sonho de Liberdade‘, ‘It – A Coisa‘ (o original e a parte 1 do remake), ‘Carrie – A Estranha‘, ‘À Espera de Um Milagre‘, ‘Conta Comigo‘ e ‘Louca Obsessão‘. Porém, suas histórias malucas e seus finais pra lá de insanos também renderam adaptações sofridas, que geralmente chegavam direto em VHS.

Nos últimos anos, tivemos um revival das adaptações do autor que foram ajudados por orçamentos maiores e efeitos especiais aprimorados. Não demorou muito para a Warner Bros. colocar os olhos no livro ‘Doutor Sono‘, uma espécie de sequência do clássico ‘O Iluminado‘, este sendo adaptado para os cinemas em 1980 por Stanley Kubick e, até hoje, considerado um dos filmes mais icônicos da história do terror (ainda que menosprezado pelo romancista).

Assim como os melhores livros de King, ‘Doutor Sono‘ traz uma história extremamente complexa que dificilmente daria um bom filme. Mas, em Mike Flanagan, we trust!

Especializado em produções de terror, Flanagan se destacou em Hollywood com ‘O Espelho‘, ‘A Maldição da Residência Hill‘ e ‘Ouija: Origem do Mal‘, e a decisão de contratá-lo para comandar a adaptação do romance não poderia ser mais certeira. Seu cuidado em adaptar a obra original é visível, e o diretor é conhecido por se preocupar primeiramente em desenvolver seus personagens antes de contar uma história. Ele é um verdadeiro storyteller.

Aqui, Flanagan consegue fazer o que parecia impossível. Adaptar com dignidade ‘Doutor Sono‘ e conseguir a proeza de unir os universos do livro ‘O Iluminado‘ e do filme comandado por Kubrick. E ele faz isso de maneira brilhante.

Doutor Sono‘ continua a história de Danny Torrance quarenta anos após sua assustadora estadia no Hotel Overlook no filme predecessor.  Quando criança, Danny conseguiu sobreviver a uma tentativa de homicídio por parte do pai, um escritor perturbado por espíritos malignos, tornando-se um adulto igualmente traumatizado e alcoólatra. Sem residência fixa, ele se estabelece em uma pequena cidade, onde consegue um emprego no hospício local e cria um vínculo telepático com Abra, uma garotinha que também tem o “Brilho” (capacidade que uma pessoa tem de ver espíritos e que dá origem a outros dons perturadores).

Quando Abra o procura, ela está desesperada para que ele a ajude a lutar contra a impiedosa Rose Cartola e os seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do “Brilho” de inocentes visando a imortalidade. Ao formarem uma improvável aliança, Dan e Abra se envolvem em uma brutal batalha de vida ou morte com Rose.

Apesar de começar a trama com um ritmo lento e muito fragmentado, contando várias histórias paralelas que podem distrair o público, ‘Doutor Sono‘ consegue amarrar essa colcha de retalhos de maneira louvável, rendendo uma narrativa complexa mas de fácil entendimento que brinda o espectador com uma história densa, dramática e extremamente assustadora. São 2 horas e 31 minutos de filmes que você nem percebe passar, o que é sempre um bom sinal.

Além de uma direção extremamente rebuscada e estilosa, a produção ainda conta com um elenco estupendo. A sempre maravilhosa Rebecca Ferguson, atriz sueca que brilhou em ‘Missão Impossível 5 e 6‘, é a melhor coisa do filme. Encarnando o papel da antagonista, Rose, Ferguson dá vida a uma personagem cheia de camadas que pede por uma atuação assertiva, e a atriz entrega aqui o melhor desempenho de sua carreira. Se Ferguson não conseguisse entregar a personagem em seu tom ideal, o filme certamente não funcionaria.

Ewan McGregor está ótimo como o problemático protagonista Danny, mas é ofuscado pela estreante Kyliegh Curran – irretocável como a jovem Abra. Guarde o rosto dessa garota, porque ela vai longe!

Em um ano em que tivemos as adaptações de ‘Cemitério Maldito‘ e ‘IT: A Coisa – Capítulo 2‘, ‘Doutor Sono‘ é definitivamente meu preferido.

Unindo os elementos do livro ‘O Iluminado‘ e do filme de Kubrick, o terceiro ato da produção é um gigante fan-service para os adoradores da franquia, com direito a inúmeros easter eggs, referências, aparições surpresas e cenas que te deixarão tenso. É um deleite reviver toda a nostalgia do original, enquanto temos um sopro inovador com uma história que foge totalmente da caixinha e da fórmula dos filmes de suspense que Hollywood tem nos entregado nos últimos anos.

Novo filme da franquia ‘Pânico’ já está sendo desenvolvido!

Depois de quatro filmes e três temporadas de uma série de TV, a saga Pânico vai ganhar um novo capítulo. As informações são do site Bloody Disgusting.

Entretanto, nenhum outro detalhe foi revelado, exceto pelo fato de que será em formato de longa-metragem. Não se sabe se o projeto será uma continuação direta da última narrativa ou se funcionará como reboot.

O primeiro filme da franquia estreou em 1996 e tornou-se um clássico instantâneo e revolucionário que misturou elementos do terror slasher com a metalinguagem cinematográfica. Dirigido por Wes Craven e roteirizado por Kevin Williamson, a trama focava em um serial killer mascarado conhecido pelo nome de Ghostface, que utilizava bordões e um assustador conhecimento sobre produções do gênero para perseguir suas vítimas.

Revitalizando histórias já saturadas na indústria audiovisual, o elenco dos quatro longas foi formado por Neve CampbellCourteney CoxDavid Arquette, além de trazer outras dezenas de nomes para as telonas. Juntas, as iterações arrecadaram mais de 608 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

Depois do lançamento de Pânico 4’ em 2011 e com a morte de Craven, a MTV resolveu produzir um reboot seriado da saga, reinventando o icônico personagem de Ghostface para as telinhas em 2015. Neste ano, o show ganhou uma terceira e última temporada.

No ano passado, Campbell, que viveu Sidney Prescott na franquia, comentou que, apesar de não ser impossível, teria um grande desafio em rodar Pânico 5’ sem Craven.

“Bom, vocês sabem, acho que seria desafiador… Wes Craven morreu… Ele era o motivo pelo qual aqueles filmes eram tão bons. Digo, é claro que Kevin Williamson escreveu roteiros brilhantes. Mas Wes era o coração de tudo. Era quem mantinha a consistência dinâmica. Acho que seria difícil trabalhar com outro diretor”.

Fique ligado para mais informações!

Crítica | Um Dia de Chuva em Nova York – Filme destaca a inédita irreverência de Elle Fanning

Rodeado de polêmicas por conta da antiga e conturbada história de Woody Allen com Mia Farrow, Um Dia de Chuva em Nova York (A Rainy Day in New York) finalmente chega aos cinemas para a apreciação do público, sobretudo, pelas atuações de Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome) e Elle Fanning (Malévola: Dona do Mal). Como um casal de jovens universitários, os protagonistas brilham ao destacar o cinismo de forma carismática e contemplativa. 

Comparada às últimas obras do cineasta, seu 49º projeto possui o frescor dos artistas mais promissores desta década. Assemelha-se, no entanto, a narrativa de Allen em apresentar crônicas diárias sobre o comportamento humano e os seu desvios de caráter, sempre regadas a ironia e um pouco de sarcasmo. 

Dito isto, os apreciadores do estilo se sentirão envolvidos pela história de Gatsby Welles (Chalamet) e Ashleigh Enright (Fanning). Ele, um rebelde domesticado que nutre um desprezo pela riqueza da família e o trabalho formal, prefere fazer o seu dinheiro honestamente no pôquer. Já ela, uma bem-nascida aspirante a jornalista vinda do sudoeste dos Estados Unidos e entusiasmada com as frivolidades da vida. 

Com a trama desenvolvida em apenas um fim de semana, o enredo se constrói a partir da curta viagem do jovem casal do campus universitário no interior do Estado para a capital nova-iorquina nos anos 1960. É a primeira vez da menina na cidade grande e ela tem a maior oportunidade da sua pretensa carreira jornalística: uma entrevista com o prestigiado cineasta Roland Pollard (Liev Schreiber). 

O encontro entre Ashleigh e Pollard é o estopim para o brilhantismo de Elle Fanning, roubando todas as cenas com a sua sonhadora e insidiosa personagem. Todos os outros grandes nomes aparecem como meros coadjuvantes para a atriz de 19 anos mostrar o seu lado irreverente, jamais visto no cinema. Até agora escalada para trabalhos dramáticos e sombrios – vide Malévola (2014) e Demônio de Néon (2016), sua nova faceta é magnética aos espectadores. 

Do outro lado, embora Timothée Chalamet já tenha provado o seu talento anteriormente, o enredo não demanda muito do rapaz, entre as cenas de esnobismo às tradições e a estupefação diante das mulheres ao seu redor, sua mãe (Cherry Jones), a namorada Ashleigh e a aspirante a atriz Shannon (Selena Gomez). Obviamente, no entanto, ele constrói um personagem mais cativante e charmoso do que Bobby (Jesse Eisenberg), de Café Society (2016), e Mickey (Justin Timberlake), de Roda Gigante (2017).

Após o arrebatador trabalho fotográfico em Roda Gigante, Woody Allen continua a parceria com o três vezes ganhador Oscar Vittorio Storaro. O terceiro trabalho em conjunto é um misto de luminosidade na presença da imperativa Ashleigh e névoa na confusão do pacato Gatsby. Um jogo no qual o galã Francisco Vega (Diego Luna) e o roteirista Ted Davidoff (Jude Law) funcionam apenas como matizes na aquarela de descobrimento da jovem estudante sobre um mundo cinematográfico de egos, descaramentos e falsidades.

Como em suas última duas obras, Allen soa repetitivo ao mostrar a enganação do romance, afastando-se de suas grandes discussões antropológicas/sociológicas como em Blue Jasmine (2013), Meia-Noite em Paris (2011) e Vicky Christina Barcelona (2008). Seus diálogos continuam afiados, mas sem o esplendor de uma narrativa para além de tipos banais, os quais cruzamos diariamente nas estações de metrô. Ou seja, Um Dia de Chuva em Nova York tem seus momentos e uma nostalgia da cidade dos anos 60, mas sem sensibilizar.

‘A Maldição da Mansão Bly’: Nova temporada será ‘visceral’, diz Mike Flanagan

Em entrevista ao site Entertainment Weekly, o diretor e showrunner Mike Flanagan aumentou a expectativa do público acerca da estreia de ‘A Maldição da Mansão Bly’, continuação da aclamada A Maldição da Residência Hill.

“[A nova temporada] é ainda mais assustadora”, ele comentou. “É bem mais arrepiante, em um nível visceral”.

Flanagan, Yolanda RamkeBen Howling (Cargo), Liam Gavin (A Dark Song) e Axelle Carolyn (Tales of Halloween) e Ciarán Foy (‘Eli’) irão dirigir os capítulos do próximo ciclo.

O diretor Mike Flanagan (‘Doutor Sono‘) retorna no comando do novo ciclo, que será baseado no livro de Henry James, chamado ‘A Outra Volta do Parafuso‘.

A história gira em torno de uma jovem governanta responsável por duas crianças convencida de que a remota casa em que mora é, na verdade, assombrada.

O elenco contará com o retorno de Oliver Jackson-Cohen, Kate Siegel, Victoria PedrettiHenry Thomas, interpretando personagens diferentes. O novo ciclo irá introduzir Catherine ParkerT’Nia MillerRahul KohliAmelia EveBenjamin AinsworthAmelie Smith.

A nova temporada será lançada apenas em 2020.

‘Till Death’: Evangeline Lilly e Jason Sudeikis serão protagonistas de novo thriller de ação

Segundo o ColliderJason SudeikisEvangeline Lilly vão estrelar o novo thriller de ação de Aharon Keshales, intitulado Till Death.

O filme gira em torno de Jimmy, um criminoso que ganha liberdade condicional após prestar serviço durante 12 anos na prisão por assalto a mão armada. Ele se reconecta com o amor de sua vida, Annie, que foi diagnosticada com câncer terminal, e planeja usar sua recém-conquistada liberdade para garantir que seus últimos dias sejam os melhores da vida. Entretanto, as coisas não saem como planejado.

Keshales é conhecido por co-dirigir o longa israelita ‘Os Lobos Maus’, que entrou para a seleção oficial do Festival de Toronto em 2013 e foi aclamado pelo diretor Quentin Tarantino. Atualmente, está em pós-produção do suspense ‘Gunpowder Milkshake’, estrelado por Karen GillanLena HeadeyMichelle Yeoh.

O cineasta descreve seu projeto como “uma história de amor que ficou presa em um thriller de Sam Peckinpah“.

As filmagens devem começam em janeiro de 2020

Lilly recentemente reprisou seu papel como a Vespa em ‘Vingadores: Ultimato’ e deve retornar para a próxima iteração da franquia Homem-Formiga. Sudeikis, por sua vez, é conhecido por seu trabalho no seriado Saturday Night Live’ e por obras como Colossal‘Driven’.

‘Wild Mountain Thyme’: Emily Blunt e Jamie Dornan na primeira imagem do longa; Confira!

O romance Wild Mountain Thyme, estrelado por Emily BluntJamie Dornan, ganhou sua primeira imagem oficial.

Confira:

O filme é dirigido por John Patrick Shanley.

O filme é ambientado na Irlanda e gira em torno de Anthony (Dornan), que passa grande parte do tempo trabalhando nos campos de sua casa e é constantemente menosprezado por seu pai (Walken), que inclusive ameaçou entregar a fazenda para seu primo norte-americano (Hamm). Rosemary (Blunt), por sua vez, nutre de certo rancor por ter sido humilhada por Anthony na infância, mas acaba se apaixonando por ele. Sua mãe, Aoife (Molloy), luta para unir as duas famílias antes que seja tarde demais.

Jon HammDearbhla MolloyChristopher Walken completam o elenco.

Leslie UrdangAnthony BregmanMichael HelfantBradley GalloAlex WitchelMartina Niland entram como produtores.

A obra funciona como adaptação da icônica e ovacionada peça da Broadway, Outside Mullingar, sendo indicada para o prêmio de Melhor Peça no Tony Awards em 2014.

Wild Mountain Thyme ainda não tem previsão de estreia.

‘Pantera Negra 2’: Daniel Kaluuya quer voltar para a sequência

Em entrevista ao podcast ReelBlend, o ator Daniel Kaluuya comentou que absolutamente deseja voltar para a sequência de ‘Pantera Negra’.

Quando questionado se iria reprisar seu papel como W’Kabi no próximo longa-metragem, Kaluuya falou que “ainda não sei. Mas espero que sim, com certeza! Sem pressão, a história é a chave. O que a história precisar, a história vai precisar”.

Os fãs estão esperando o retorno de diversos personagens para Pantera Negra 2, mas novos rostos podem aparecer também: segundo o We Got This Covered, é possível que Falcão e Soldado Invernal, interpretados por Anthony MackieSebastian Stan respectivamente, apareçam no filme em questão. Entretanto, nenhuma confirmação foi feita.

Outros boatos acerca do filme começaram a despontar nas redes sociais: de acordo com o mesmo site, é possível que Pantera Negra 2 tenha o subtítulo ‘O Reino Perdido‘, indicando que a trama irá se concentrar nas consequências da abertura de Wakanda para o mundo.

A informação veio da mesma fonte que divulgou o verdadeiro Mandarim como o vilão de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’.

As filmagens devem começar apenas em 2021.

Ryan Coogler volta a dirigir.

‘AHS: 1984’: A batalha final vai começar no trailer do último episódio; Confira!

O último episódio de American Horror Story: 1984’, intitulado “Final Girl”, ganhou sua promo oficial.

Confira:

O nono capítulo de ‘1984’ será exibido no dia 13 de novembro.

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.