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Deslembro

(Deslembro)

 

Elenco:

Jeanne Boudier

Hugo Abranches

Arthur Raynaud

 

Direção: Flávia Castro

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 20 de Junho de 2019

Sinopse: 

Joana é uma adolescente que se alimenta de literatura e rock. Ela mora em Paris com a família, quando a anistia é decretada no Brasil, final de 79. De um dia para o outro, e a sua revelia, organiza-se a volta para o país do qual mal se lembra. No Rio de Janeiro, cidade onde nasceu e onde seu pai desapareceu nos porões do DOPS, seu passado ressurge. Nem tudo é real, nem tudo é imaginação, mas ao “lembrar”, Joana inscreve sua própria história no presente, na primeira pessoa.

Crítica | Deslembro – A Página Infeliz da Nossa História (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Flávia Castro também é responsável pelo roteiro do filme;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Astros de ‘Smallville’ quebram silêncio sobre envolvimento de Allison Mack em culto sexual

As revelações sobre o envolvimento de Allison Mack num culto sexual foram tão desconcertantes e perturbadoras quanto um filme de suspense. Famosa por sua atuação em ‘Smallvile’, a atriz era uma das líderes por trás de uma rede secreta de culto e tráfico sexual.

Pela primeira vez, seu colegas de elenco, Tom Welling e Michael Rosenbaum, comentaram sobre o assunto durante o Podcast de Rosenbaum: ‘Inside of You’.

“Eu não sabia nada sobre isso…”, disse Welling. “Fiquei muito surpreso ao ler qualquer coisa sobre. Parece muito bizarro. Allison sempre foi uma pessoa legal ao meu redor.”

Rosenbaum repetiu o mesmo sentimento, afirmando que foi pego de surpresa pelas notícias:

Tudo que eu sei é que é difícil… Eu sempre digo isso, se alguém disser: ‘Ei, seu irmão matou alguém’. Eu vou ficar: ‘Não, é impossível. Você não conhece meu irmão’. Allison e eu nunca fomos muito próximos, como você [Welling] e eu éramos, eu realmente não sabia, ela fez o que queria, mas se alguém dissesse: ‘Ah, Allison Mack matou alguém’. ‘Não, isso é impossível'”.

Atualmente, Allison Mack está sob fiança e aguarda julgamento em setembro. Ela enfrenta uma sentença de até 20 anos de prisão, dada a acusação atual.

DUAS atrizes de ‘Smallville’ são acusadas de recrutar escravas sexuais para seita

Atriz de ‘Smallville’ acusada de recrutar escravas sexuais; ASSISTA nossa matéria!

Atriz de ‘Smallville’ é acusada de “recrutar escravas sexuais” para poderosos de Hollywood

‘Homem-Aranha’: Produtora apoia filme com Tom Holland, Tobey Maguire e Andrew Garfield

Recentemente, Tom Holland expressou seu interesse em estrelar um live-action de ‘Homem-Aranha no Aranhaversoao lado de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Para os fãs, isso seria uma ótima surpresa, mas será que a Sony ou a Marvel Studios iria apostar numa adaptação como essa?

A produtora da Sony, Amy Pascal, foi questionada exatamente sobre isso numa entrevista com o Badtaste.it e deu aos fãs uma pequena ponta de esperança dizendo que aprova o filme.

“Existem [possibilidades]. Tudo é possível. Seria muito interessante.”, disse ela, bem direta.

A produtora ainda acrescentou que o conceito do Aranhaverso é “extremamente empolgante” e “amou” a animação.

O que você acha da ideia?

Enquanto um live-action ainda parece longe de sair do papel, vale lembrar que a sequência de Homem-Aranha no Aranhaverso‘ já está em desenvolvimento e deve focar no relacionamento de Miles Morales e Gwen Stacy.

Até lá, ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar chega aos cinemas nacionais em 4 de julho. Confira o trailer:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

‘Halloween 2’: Sequência ganha data de estreia e terá o retorno de Jamie Lee Curtis

Segundo o Collider, ‘Halloween 2‘ finalmente foi confirmado pela Blumhouse e já ganhou data de estreia.

A sequência chega aos cinemas no dia 16 de outubro de 2020.

Jamie Lee Curtis já assinou contrato para retornar como Laurie Strode, e Judy Greer e Andi Matichak atualmente negociam para voltar como sua filha e neta, respectivamente.

O site ainda afirma que o diretor David Gordon Green deve retornar, assumindo a direção e também o roteiro.

Halloween tornou-se um dos filmes de maior sucesso da franquia, que começou 40 anos atrás, arrecadando mais de 253 milhões de dólares no mundo todo e recebendo 79% de críticas positivas do site agregador Rotten Tomatoes.

 

Crítica | Graças a Deus – Denúncia de Abuso de Poder Religioso no Premiado Filme de François Ozon

As religiões desempenham um papel  relevante na construção da sociedade e da personalidade (individual e coletiva) daqueles que as seguem. Conhecendo a história mundial, é fácil perceber que a religião, enquanto instituição, foi determinante no desenho histórico do mundo. No caso europeu, o catolicismo, sempre muito forte, foi a diretriz constituinte da estrutura social e, nesse contexto, um grande poder é atribuído a seus membros mais notórios (tanto no nível mundial, quanto na escala local).

A imagem do líder religioso é entendida como aquela mais próxima ao divino e seus ensinamentos, sendo os padres os responsáveis por levar a suas comunidades aquilo que nos foi deixado de lição por Cristo, transmitindo um conhecimento milenar para diferentes gerações de fiéis. E (como já nos ensinou o tio Ben Parker) com esse grande poder, vem junto uma enorme responsabilidade sobre a vida desses indivíduos, especialmente quando estamos falando de crianças em pleno processo de formação de caráter. Ser a figura que representa o equilíbrio e o encontro entre o divino e o terreno representa um desafio, que inclui sacrifícios e privações que nem sempre  estão ao alcance desses líderes. A prática celibatária envolve um grande domínio do impulso sexual.  A união entre o elevado poder sobre os fiéis e a falha no controle dessa energia pode levar à desvirtuação. Não se deve, obviamente, generalizar. Mas os escândalos envolvendo lideranças religiosas e abusos são, infelizmente, recorrentes. E esses dramas reais são material para o desenvolvimento de obras cinematográficas importantes, por levar ao grande público questões que precisam ser trabalhadas enquanto sociedade.

Graças a Deus‘ (Grâce à Dieu), o longa-metragem dirigido por François Ozon, é mais um drama que trata dessa temática densa, trazendo à cena histórias reais. Com o enfoque principal nos impactos dos abusos na vida de indivíduos adultos, o filme fala da quebra de tabus e do poder da instituição católica frente ao surgimento de casos de pedofilia na cidade de Lyon (França).

Já casado e com cinco filhos, Alexandre (Melvil Poupaud) descobre que, após anos afastado, um antigo padre retorna à arquidiocese de Lyon. Padre Preynat (Bernard Verley) desperta em Alexandre um sentimento que mistura revolta por seu passado e medo por seus filhos, pois, apesar do que lhe aconteceu na infância, ele se manteve dentro da igreja católica e nela vinha criando seus filhos. Então, Alexandre decide romper o silêncio, à revelia da vontade de seus pais, e denunciar os abusos sofridos nos acampamentos de escoteiros liderados por Preynat. Com uma carta escrita à Igreja, ele inicia uma árdua campanha pelo afastamento do padre pedófilo, porém, sem sucesso. O comportamento das lideranças locais, em especial do cardeal Barbarin (François Marthouret), mostra que a orientação é abafar o caso. Ao se dar conta disso, Alexandre toma mais uma atitude corajosa, incentivado por sua esposa e filhos, reabrindo uma investigação que traz à luz diversos outros adultos na mesma condição que a sua.

O ingresso de outras vítimas na história dá destaque à três nomes: Alexandre, François (Denis Ménochet) e Emmanuel (Swann Arlaud). Três indivíduos completamente diferentes, com estruturas familiares diferentes, e sobre os quais os impactos dos abusos atuaram de forma intensa e diversa. François, assim como Alexandre, era um homem casado e com filhos,  mas  ao longo de todo o seu processo teve o suporte de um seio familiar amoroso e atento. Emmanuel, por sua vez, um homem pobre, filho de pais separados e dentro de uma relação tóxica com sua parceira, é, dentre as vítimas apresentadas, aquele que desenvolveu os desdobramentos físicos mais sérios devido aos abusos sofridos. Os três – e as demais vítimas que vão se juntando à causa – criam uma rede de denúncias, forçando a arquidiocese, na figura do cardeal Barbarin, a se posicionar publicamente.

O filme de François Ozon trata não só do impacto psicológico desse tipo de relação de poder doentia e abusiva, como também expressa muito bem as dificuldades de se fazer justiça frente a uma instituição tão forte, com meios de proteção eficientes. Essa dificuldade se reforça pelo teor das acusações que, invariavelmente, consiste em um elevado grau de exposição das vítimas e suas famílias. Mas, ao considerar que o lançamento do filme na França (em fevereiro de 2019) ocorreu dias antes da condenação de Barbarin, o longa-metragem mostra que a justiça é possível e que mobilização é fundamental.

O roteiro e a direção Ozon conseguiram dar uma densidade gradativa ao filme – uma opção interessante, comprovada pela apresentação do  cotidiano dos personagens, com o áudio dos e-mails e cartas enviados por eles, mostrando que a vida corre em paralelo à luta travada. Porém, com o decorrer na narrativa,  as questões relacionadas à causa passam a ganhar mais tempo de cena, dando a noção exata do peso que todo esse cenário passa a ter na vida das vítimas que visitaram esse passado doloroso.

A cenografia não inova, o que é de se esperar de um filme baseado em fatos reais. No entanto, se percebe a tentativa de capturar as diferenças entre os padrões de vida dos protagonistas, sem fugir do que se espera de famílias francesas dentro de seus estratos sociais. Mesmo dentro desse proposta, o trabalho de fotografia consegue entregar belas transições de cenas, especialmente as externas.

O longa-metragem foi premiado este ano com o Urso de Prata do Festival de Berlim. É um filme duro, que pode ser um gatilho muito ruim para pessoas que sofreram algum tipo de abuso (dentro e fora da igreja). O retrato feito por François traz novamente ao cinema essa denúncia que precisa ser sempre reforçada, mas cabe o cuidado por parte do público de não fazer dessa experiência um agravamento de questões sensíveis. Por fim, registramos que não se deve estigmatizar a fé, as lideranças religiosas ou mesmo a instituição. Mas é fundamental que seja cobrada a responsabilidade a quem lhe é de direito, a fim de coibir práticas abusivas em qualquer contexto social.

‘Turma da Mônica – Laços’: Assista ao primeiro minuto do filme!

A Paris Filmes divulgou o primeiro minuto do filme ‘Turma da Mônica: Laços‘.

Confira:

Crítica | Turma da Mônica: Laços – Live-action PERFEITO para todas as gerações! 

Dirigido por Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs‘), o longa é baseado nos clássicos quadrinhos criados pelo cartunista Mauricio de Sousa.

Após o sumiço do Floquinho, Cebolinha vai precisar da ajuda de seus inseparáveis amigos Mônica, Cascão e Magali para bolar um de seus planos infalíveis e recuperar seu cãozinho, dando origem a uma aventura que reacende os laços que unem a Turma da Mônica há mais de 50 anos.

O elenco conta com Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali) e Monica Iozzi.

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Turma da Mônica: Laços‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 27 de junho.

Crítica | Deslembro – A Página Infeliz da Nossa História

Deslembro‘ traz às telas a história de uma famílias destacando, sobretudo o impacto do período da ditadura brasileira no desenvolvimento de crianças e jovens desgarrados de suas origens. É um filme que fala sobre o amadurecimento duro mesmo dentro de um núcleo familiar amoroso.

Em uma família exilada na França em função do regime militar, Joana (Jeanne Boudier) vive com sua mãe (Sara Antunes), seu padrasto (Marcio Vito), seu enteado e seu meio irmão. O processo de anistia no final da década de 1970 motiva o retorno desse núcleo familiar à América Latina. A contragosto, a jovem que cresceu e estabeleceu suas relações no país que a recebeu junto a sua mãe se vê obrigada a morar no Rio de Janeiro e a reestabelecer seus laços com o seu país.  O longa-metragem, ao narrar as mazelas do período, opta por contar a história a partir da perspectiva de uma jovem adolescente, em seu processo de descobrimento da sexualidade e liberdade que divide espaço com o difícil descobrimento de sua própria história. Filha de um desaparecido político, Joana se vê obrigada a confrontar seu passado.

As diversas línguas faladas dentro da casa do núcleo principal do filme mostram a forma confusa como a vida pode se organizar nas situações de exílio político – uma escolha interessante da diretora e roteirista Flávia Castro. O francês, língua do lugar que recebeu tantos durante o regime militar, divide espaço com o português, língua natal de Joana e sua mãe, e o espanhol, língua falada por seu padrasto e seu enteado. As línguas se mostram como uma forma de manter a aproximação entre esses indivíduos e suas raízes, ao mesmo tempo que também é usada para reforçar o descontentamento da protagonista frente a seu retorno compulsório para o Rio de Janeiro. O jogo com as línguas abre espaço para uma brincadeira interessante que é o uso do termo “deslembro” na descrição do sentimento de Joana em relação a si e sua trajetória. A escolha dessa palavra tão pouco utilizada traz uma relação com a intimidade da história contada, e é, nessa mistura de referências linguísticas com o berço latino, uma opção de título poética e carregada de significado prático.

As cenas que apresentam as lembranças da primeira ou segunda infância de Joana são exibidas em cortes, na perspectiva da criança. As imagens difusas surgem da altura do olhar da personagem ainda muito pequena, dificultando a concepção de lembranças mais completas, consistentes. Isso reforça a confusão da menina entre o real e o imaginário criado sobre seu passado, não ficando claro ao público o que, dentre a onda de memórias, de fato foi vivenciado pela personagem e o que é fantasia, em sua busca por reconstituir sua história. O afastamento do Brasil para ela não foi somente um exílio para segurança física, mas uma forma de guardar suas poucas e confusas recordações em um lugar profundo dentro de si, se protegendo da dor.

O retorno ao Rio de Janeiro mostra na adaptação da jovem um momento de reconexão consigo, com suas origens. É forte a forma como mudam suas perspectivas e suas relação, especialmente com a personagem de sua mãe e de sua (até então desconhecida) avó (Eliane Giardini). As figuras maternas, dentro do quadro confuso de referências afetivas de Joana, mostram sua força no lugar do abrigo e do cuidado, que se expressa de diferentes formas ao longo do processo de adaptação da família.

O papel do feminino é trabalhado sob uma ótica gentil – o que era de se esperar, uma vez que se trata de um filme praticamente todo realizado por mulheres (dentro de suas sensibilidades). ‘Deslembro fala das vivências de mulheres em situações extremas, e, partindo desse contexto, como elas estabelecem suas relações, como mudam suas visões de mundo e sociedade, e como se reinventam. Esse olhar feminino sobre a vida se manifesta no longa em diversas perspectivas, mesmo ao tratar as personagens individualmente: Joana, a mais jovem, se descobre enquanto filha, neta e também irmã zelosa; sua mãe percorre caminhos árduos enquanto mulher, esposa, mãe e ativista; e, por fim, Lucia, traz uma leveza no papel da avó. E em todos esses locais de fala e descoberta são abordadas dores e também doçuras das relações íntimas e sociais. Dentro do entendimento do lugar da mulher no período histórico retratado, Flávia Castro é muito feliz ao trabalhar o papel feminino nas lutas revolucionárias, especialmente quando envolve filhos. Fica muito nítido a separação de gênero nas relações domésticas que, invariavelmente, se desdobram nas possibilidades de luta política.

A trilha sonora tem uma função interessante no decorrer da narrativa. Além do uso de recursos de áudio que ressaltam os sentimentos e confusões de Joana, a utilização de músicas famosas à época cria contextos nos momentos da vida da jovem protagonista. Inicialmente, a trilha avigora a necessidade de introspecção e busca por se manter no seu espaço de segurança e afeto (que materialmente é representado pela França e seu padrasto, quem lhe empresta um walkman). Já no Brasil, a escolha musical fortalece o sentimento de reencontro de origens junto ao (re)descobrimento da beleza e das possibilidades de sua terra natal (o que se expressa pelo gosto que toma pela MPB e pelo samba, junto ao descobrimento da paixão com o jovem Ernesto).

A película do filme por vezes traz uma pegada mais retrô, remetendo o público à época tratada na história. Como é comum à produção com menores orçamentos, ‘Deslembro‘ trabalha muitas cenas com câmera na mão e quadros mais fechados. Essa condição soube ser bem utilizada, dando ao público cenas que o aproxima dos sentimentos de Joana.

O filme conta com um elenco poliglota cuja preparação merece destaque, especialmente ao falar das crianças e jovens. A narrativa apresenta poucos personagens, mas que estabelecem relações profundas, o que foi muito bem traduzido em cena pelos atores.

Festival Varilux de Cinema Francês 2019 – Cinema Francofônico invadindo o BR

Encerrou na última quarta, 19/06, a 10a edição do Festival Varilux de Cinema Francês, o festival de cinema com os áudios originais mais agradáveis aos ouvidos dos apaixonados pela francofonia, que contou com um catálogo de filmes para agradar a todos os gostos.

O festival, que veio ao longo desta década crescendo em alcance territorial e de público, é um importante difusor da produção cinematográfica francesa, e também é responsável pela criação de um público para essas produções. Além de atrair para as salas cinéfilos e amantes da língua, também consegue alcançar o espectador que ainda desconhece os encantos dos cinema francês, e assim, possibilita o enriquecimento cultural sobre a sétima arte e a quebra de preconceitos com a produção fora da bolha estadunidense.

O Varilux de 2019 apresentou em quase todo o país 17 longa-metragens, dentre os quais dramas, comédias, animações e filmes com abordagem histórica. Nas telonas, grandes nomes do cinema francês que já realizaram diversos trabalhos em Hollywood, como Gérard Depardieu (‘O homem da máscara de ferro‘, ‘Asterix e Obelix contra César‘) e  Juliette Binoche (‘Chocolate‘, ‘A vigilante do amanhã‘); e também estrelas mais conhecidos pela própria cinematografia francesa, como Louis Garrel (‘O Formidável‘, ‘A bela Junie‘), Gaspar Ulliel (‘Saint Laurent‘, ‘Paris, eu te amo‘), entre outros. Neste ano o circuito contemplou 22 estados e o Distrito Federal, dos quais SP e RJ foram os estados com mais cidades exibindo (16 e 12 cidades, respectivamente). Somente os estados de Roraima, Acre, Rondônia e Amapá (todos na região Norte do país) não tiveram a oportunidade de participar do circuito. O festival foi realizado concomitantemente em 79 cidades entre os dias 06 e 19 de junho.

E para deixar a coisa ainda mais interessante, o festival também recebeu como convidados para debates alguns dos atores e diretores dos longa-metragens exibidos. Entre eles, os atores Joséphine Japy e François Civil (‘Amor à segunda vista‘), Swann Arlaud (‘Graças a Deus‘) e Thaïs Alessandrin (‘Meu Bebê‘) e os diretores Éric Métayer e Andréa Bescond (‘Inocência roubada‘), Alexis Michalik (‘Cyrano Mon Amour‘), Lisa Azuelos (‘Meu bebê‘) e Pierre Scholler (‘A revolução em Paris‘). Assim, após assistir aos filmes, o público teve a oportunidade de trocar sobre as experiências no processo de construção dos roteiros, curiosidades sobre as gravações e aprofundar em questões sensíveis das produções.

O CinePOP teve a oportunidade de participar da conversa com o diretor Pierre Scholler, que veio ao Rio de Janeiro apresentar sua produção milionária ‘A revolução em Paris‘ (‘Un Peuple et son roi‘). O premiado diretor falou sobre suas intenções principais ao fazer a reconstrução da primeira fase da revolução francesa, tendo como ponto de observação a cidade de Paris.

O filme icônico teve uma de suas cenas escolhidas para o material de divulgação do festival – provavelmente não só devido ao seu excelente elenco, figurino impecável ou direção de arte magnífica, mas por tratar de um evento histórico tão relevante sob a ótica do povo, especialmente das mulheres. Durante a conversa, quando questionado sobre a abordagem, Pierre explicou que historiadores dizem que as mulheres tiveram um papel significativo na evolução do processo revolucionário. A Marcha das Mulheres, a presença delas lutando nas ruas e suas articulações foram, para ele, determinantes para o êxito popular. A forma como as mulheres vivenciavam à época os efeitos do período econômico conturbado sofrido pela França, fosse no preço do pão, fosse ao enterrar seus filhos mortos pela fome, fez das mulheres figuras tão importantes na Revolução Francesa. O diretor também conta que, de acordo com suas pesquisas, verificou que alguns estudiosos atribuem a este momento o surgimento do feminismo. Portanto, mesmo se tratando de um novo filme abordando uma temática recorrente, o longa-metragem aguça o olhar do espectador para questões que devem ser ainda muito trabalhadas. Outro aspecto interessante apresentado é que ele tentou mostrar, em sua narrativa, que de dentro do processo histórico nenhum dos atores envolvidos compreendia os desdobramentos de suas escolhas, fazendo com que cada passo precisasse ser dado com cautela. Por isso sua opção por destacar os diálogos em todos os núcleos. Por fim, ao ser questionado sobre o  motivo pelo qual não apresentou, ainda que minimamente, os desdobramentos do acontecimento principal do final do filme, compreendendo o risco de interpretações errôneas dos fatos históricos, o diretor contou que seu interesse é rodar um segundo filme dando continuidade à obra apresentada no festival – ao que a plateia respondeu com olhares entusiasmados. Vamos seguir esperando a continuação dessa bela obra sobre uma história de uma revolução por igualdade de direitos. Pelo povo, para o povo.

Além da exibição regular dos filmes do catálogo, o Festival Varilux de Cinema Francês 2019 também realizou uma sessão ao ar livre na Capitania dos Portos (RJ), sessões de democratização (exibições a preços populares ou gratuitas em espaços alternativos) em sete estados, sessões educativas (gratuitas em espaços educacionais e escolares) em todo o país e o laboratório franco-brasileiro de roteiros, realizado no Rio de Janeiro, e que contou com a participação de quinze selecionados. O laboratório foi coordenado por François Sauvagnargues e ministrado por Corinne Klomp, Didier Lacoste e Jean-Marie Chavent. Notadamente um festival que está indo muito além da simples exibição de filmes, e fazendo do cinema uma ferramenta sociocultural potente.

O festival se despede do país deixando, mais uma vez, o público querendo mais dias de exibição, mais filmes, mais trocas com diretores e atores. Então, que após a espera de um ano inteiro, venha a 11ª edição em 2020, com mais cidades, mais rodas de conversa e mais cinema francês para encantar os corações daqueles que adorariam ver a produção francesa entrando com força para a programação normal das salas de cinemas nacionais.

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ terá o retorno inesperado de [SPOILER!]

Para aqueles que ainda lamentam a morte de Tony Stark em ‘Vingadores: Ultimato‘, fontes do site We Got This Discovered estão afirmando que Robert Downey Jr. está em ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’.

No entanto, o astro não filmou nenhuma cena inédita para o filme e aparece num Flashback de ‘Capitão América: Guerra Civil, explicando sua tecnologia de reconstrução de memórias em tempo real.

Apesar de não ser um retorno triunfante como muitos ainda esperam, ver Robert Downey Jr em um filme da Marvel mais uma vez pode ser o suficiente para fazer a maioria dos fãs sorrir.

Ainda assim, não sabemos ao certo de que forma a cena terá influência no futuro do MCU. Para mais respostas, vale lembrar que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

Assista ao trailer:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Tom Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

Sequência de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ já está em desenvolvimento pela Sony

Sucesso de crítica e público, ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ foi vencedor do Oscar de Melhor Animação e arrecadou US$ 375 milhões pelo mundo. E como não poderia ser diferente, uma sequência já está em desenvolvimento pela Sony.

Quem revelou a notícia foi a produtora do estúdio, Amy Pascal, durante uma entrevista para o io9.

“Estamos definitivamente trabalhando duro na sequência. Você pode esperar por outro filme.”,

De acordo com informações anteriores, o novo filme deve girar em torno de um relacionamento entre Miles Morales e Gwen Stacy.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

‘Toy Story 4’: Sequência deve ter a maior abertura da história da saga

O novo filme da Pixar,Toy Story 4‘, deve levar uma multidão para os cinemas em seu fim de semana de estreia. Segundo o Box Office Pro, a continuação deve ter a maior abertura da história da saga, acumulando o montante equivalente a US$ 149 milhões, apenas nos Estados Unidos.

Este valor supera a estreia de ‘Toy Story 3‘, que em 2010 arrecadou US$ 110 milhões no mercado doméstico, durante o mesmo período. Mas ainda que os números sejam realmente animadores, as atuais projeções do quarto capítulo são menores que as primeiras divulgadas. As expectativas inicias eram de US$ 200 milhões em seu fim de semana de abertura, apenas em território norte-americano.

Toy Story 4‘ já está em exibição nos cinemas brasileiros.

Assista ao trailer:

Segundo o site BoxOfficePro, a quarta iteração da clássica franquia tem chances de arrecadar entre 105 a 130 milhões de dólares em seu primeiro final de semana – e isso apenas nos Estados Unidos! As previsões levam em consideração as expectativas criadas com os teasers e os trailers, bem como o constante marketing dos estúdios para promover o longa.

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

‘Good Omens’: Netflix entra na brincadeira e responde ao pedido de cancelamento

Parece que ‘Good Omens‘ está irritando um grupo religioso, que decidiu criar um abaixo-assinado pedindo o cancelamento da série e, até agora, o documento já acumula mais de 20.000 assinaturas.

O engraçado é que o abaixo-assinado foi endereçado à Netflix, e a série é distribuída pela Amazon Prime.

A Netflix do Reino Unido decidiu entrar na brincadeira e publicou em seu perfil oficial no Twitter a seguinte mensagem:

“Ok, prometemos não fazer mais.”

Nos últimos dias, o abaixo-assinado foi editado, mencionando com precisão a Amazon Prime, mesmo assim as piadas continuam circulando a internet.

A  primeira temporada de ‘Good Omens‘ já está disponível na Amazon Prime.

A história de humor negro é ambientada nos dias atuais, e gira em torno de um anjo sensível, Aziraphale, e o demônio carismático, Crowley, enquanto eles juntam forças para impedir o apocalipse. O motivo? Porque eles acabaram gostando das experiências humanas.

Com direção de Douglas Mackinnon, o elenco inclui David Tennant, Michael Sheen, Jon HammMiranda RichardsonBenedict Cumbarbatch.

‘007’: Robert Pattinson quase foi o próximo James Bond no cinema

Bond 25 segue em desenvolvimento com o diretor Cary Fukunaga após Danny Boyle abandonar a produção por conta de desentendimentos com Daniel Craig.

Acontece que, se ele continuasse assumindo a franquia, Robert Pattinson teria sido o próximo James Bond, como revelou o diretor em entrevista para o The Guardian.

“Foi bizarro, porque eu estava sentado [assistindo ‘High Life‘] e pensando: ‘Meu Deus, eles deveriam escolher ele [Robert Pattinson] como o novo James Bond”, contou o diretor.

O cineasta ainda disse que a idade de Pattinson, atualmente com 33 anos, é perfeita para que ele vivesse o agente secreto.

“O ator tem que estar na casa dos 30. Qual era a idade de Sean Connery quando interpretou o personagem? Ele está na idade certa”, comentou.

Lembrando que ‘Bond 25’ será o último filme de Craig como James Bond. O ator vive o personagem desde 2006, com a estreia de ‘Casino Royale’.

Na trama, Bond deixou o serviço secreto e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz dura pouco quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista raptado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond para o rastro de um misterioso vilão armado com uma tecnologia mortal.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga e com roteiro de Neal Purvis e Robert Wade, o 25º quinto da franquia estrela Daniel CraigRalph FiennesNaomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Rory Kinnear, Ben Whishaw, Jeffrey Wright, Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Apesar dos atrasos e do acidente com Craig, ‘Bond 25’ não será adiado e segue com estreia marcada para o dia 8 de abril de 2020. Confira o trailer:

Crítica | Espírito Jovem – Elle Fanning em conto de fadas moderno com música pop

Cinema e música são duas formas de arte que caminham lado a lado, já que a trilha sonora é um importante elemento extra para conseguir emocionar e envolver o público em determinadas cenas. No entanto, em alguns filmes, ela deixa de ficar em segundo plano e vira quase protagonista por ganhar o foco da história – como é o caso de Espírito Jovem, novo longa protagonizado por Elle Fanning e com direção estreante de Max Minghella (que, para quem não sabe, é o Nick da aclamada série The Handmaid’s Tale). Apostando em uma fórmula já conhecida, Teen Spirit (no título original) pode até decepcionar quem espera uma narrativa menos convencional ao se deparar com seu pôster em rosa neon e considerar alguns trabalhos anteriores da irmã mais nova de Dakota Fanning – como Mulheres do Século XX e The Neon Demon, por exemplo. Mas, apesar de trabalhar com o clichê, a trama dos mesmos produtores de La La Land consegue emocionar com a amizade entre os personagens principais e empolga ao apresentar versões de músicas pop conhecidas, assim como sequências que remetem à linguagem rápida e dinâmica de um videoclipe.

O “Espírito Jovem”/”Teen Spirit” que intitula o longa é o nome de um concurso que promete testar novos talentos para lançar um deles para o mundo – seguindo a linha de programas como American Idol, The X Factor e derivados. Violet (Elle Fanning), uma menina humilde que concilia seu trabalho em uma lanchonete com apresentações musicais em um bar, vê nele a oportunidade de tentar ajudar financeiramente sua família e realizar o sonho de ser uma cantora profissional. Inexperiente, a jovem de 17 anos conta com a ajuda de Vlad (Zlatko Burić) – um ex-cantor de ópera que conheceu no bar em que se apresenta – para aprender a trabalhar sua respiração, afinação e performance para ter, de fato, uma boa chance na competição. Assim, mesmo contra a vontade de sua mãe (interpretada pela atriz Agnieszka Grochowska), a garota enfrenta a timidez ao lado de seu mentor e futuro empresário (caso tudo dê certo!) e se empenha para revelar seu dom nas etapas de seleção.

Um dos principais momentos do longa é a primeira performance de Violet diretamente para os jurados do concurso. De olhos fechados e sem muita intimidade com o palco e plateia, ela canta a excelente Dancing On My Own, da cantora Robyn, ao mesmo tempo em que o filme entrega ao público uma espécie de clipe com vários momentos vividos pela jovem até chegar ali – como se ela estivesse pensando em tudo aquilo enquanto cantava no palco. Embora o filme conte com outras apresentações marcantes (como Lights, de Elle Goulding, e a catártica Don’t Kill My Vibe, de Sigrid), provavelmente é desta primeira que o público se lembrará mais facilmente quando a trama vier à cabeça – tanto pelos acordes envolventes da música quanto pelo simbolismo de ser a canção responsável por colocar a personagem de Elle Fanning no caminho do estrelato. Embora já tivesse aparecido cantando a balada I Was a Fool da dupla Tegan e Sara antes mesmo dos créditos iniciais do filme surgirem na tela, é nesse momento que a atriz, que já é muito elogiada pela boa atuação, revela mais do seu talento como cantora e surpreende quem não conhecia esse seu lado.

No entanto, não é só pelas empolgantes apresentações musicais que o filme conquista: a direção de Max Minghella faz com que Teen Spirit como um todo ganhe o ritmo e o dinamismo de um videoclipe, inteligentemente aproveitando a batida das músicas para ditar o tom de alguma cena ou marcar o ponto alto de uma sequência. Outro destaque, dessa vez na narrativa, fica por conta da amizade entre Violet e Vlad. Por mais que a fórmula do jovem-talentoso-em-ascensão-junto-com-um-mentor-que-fracassou-em-sua carreira-e-vê-nele-uma-segunda-chance já esteja mais do que batida em histórias do gênero, Fanning e Burić cativam com a boa química que apresentam em cena e com o modo como seus personagens se importam um com o outro, ainda que falte um pouco mais de aprofundamento na personalidade de cada um (qual o impacto da ausência da filha de Vlad em sua vida? E ele via em Violet uma espécie de substituição? São algumas questões que ficaram no ar e o roteiro não respondeu).

Apesar de seguir toda uma fórmula já conhecida, até a metade do filme, Espírito Jovem parecia ir por um caminho em que, finalmente, uma protagonista feminina e adolescente não precisaria de um relacionamento amoroso em sua narrativa. Mas, recorrendo novamente ao clichê, Violet faz o clássico de quase colocar tudo a perder por se interessar por um rapaz de boa aparência e índole questionável justamente quando precisava estar totalmente focada na competição. Não que seja errado ter um casal na história ou torcer por ele, mas seria interessante ver um filme em que a ausência desse plot não fizesse diferença na trajetória da personagem ou, só para variar, não aparecesse como uma disputa extra entre duas garotas que já são rivais pela competição musical em si.

No mais, apesar do roteiro que usa e abusa de elementos já conhecidos pelo grande público em histórias de ascensão de uma jovem estrela e da falta de aprofundamento no psicológico dos personagens, o mérito de Teen Spirit, sem dúvidas, está no modo como consegue cativar e segurar os espectadores durante seus 92 minutos de duração. Como uma boa música pop, ele ganha ritmo, cresce, entrega uma performance musical final que explode como um refrão e empolga a ponto de poder facilmente ser assistido mais de uma vez por aqueles que se simpatizam com a temática (e que não esperam um filme que se propõe a desconstruir o mundo de uma popstar, como é o caso de Vox Lux, por exemplo). No final – antes dos créditos subirem ao som da inédita (e chiclete) Wildflowers, escrita por Carly Rae Jepsen -, ele ainda consegue fechar os principais pontos da história ao mesmo tempo em que revela que Violet tem um mundo de possibilidades pela frente. Parafraseando a música de Robyn que marca sua trajetória: She keeps dancing on her own…

Espírito Jovem

(Teen spirit)

 

Elenco:

Elle Fanning

Elizabeth Berrington

Rebecca Hall

 

Direção: Max Minghella

Gênero: Musical

Duração: 93 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 20 de junho de 2019

Sinopse: 

Violet é uma adolescente tímida que sonha em sair de sua pequena cidade e perseguir sua paixão por cantar. Com a ajuda de um mentor improvável, ela participa de uma competição de canto local que testará sua integridade, talento e ambição.

Crítica | Espírito JovemElle Fanning em conto de fadas moderno com música pop (Nota: 8.0)

Curiosidades: 

» Impulsionado por uma trilha sonora pop, o filme é uma versão visceral e elegante da história da Cinderela;

» Além de dirigir, Max Minghella também é responsável pelo roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Dark’: Novo teaser da 2ª temporada promete ‘confronto épico’; Assista!

A Netflix divulgou um novo teaser da 2ª temporada de ‘Dark‘.

Confira:

Criada por Baran bo Odar e Jantje Friese, a série é a primeira produção alemã da Netflix.

A trama gira em torno de uma saga familiar e sobrenatural que conta a história do desaparecimento de dois jovens, que desencadeia a descoberta de relacionamentos frágeis e uma rede de mentiras em quatro famílias diferentes.

O elenco conta com Oliver Masucci, Karoline Eichhorn, Jördis Triebel, Louis Hofmann, Maja Schöne, Stephan Kampwirth, Shani Atias e Tamar Pelzig.

Dark‘ já está renovada para a 3ª e ÚLTIMA temporada.

‘The Old Guard’: Chiwetel Ejiofor entra para o novo filme da Netflix

Chiwetel Ejiofor foi elencado no novo filme da Netflix‘The Old Guard’. Ainda não se sabe que papel o ator de 12 Anos de Escravidão irá interpretar.

Harry Melling (A Balada de Buster Scruggs) e Veronica Ngo (‘Star Wars: Os Últimos Jedi’) também foram escalados para o longa-metragem.

Ejiofor, Melling e Ngo se juntam aos previamente anunciados Marwan Kenzari, que viverá um ex-guerreiro, Charlize Theron, que será a protagonista, e Kiki Layne.

Baseado nos quadrinhos de Greg Rucka e do ilustrador Leandro Fernández, o longa acompanha um grupo de mercenários imortais, cuja existência é ameaçada depois que seus poderes são expostos ao público.

A Skydance vai produzir o filme junto à Netflix, que vai contar com Gina Prince-Bythewod (‘Manto e Adaga‘) na direção.

O roteiro será assinado por Rucka.

Com esse mais novo investimento, a Netflix parte para uma competição ainda mais acirrada com suas concorrentes, Marvel e DC, que estão ingressando no mercado de serviços de estreaming com uma série de produções originais.

‘A Mentira’: Filme estrelado por Emma Stone vai ganhar spin-off

Quase uma década depois do lançamento de A Mentira, a produtora Screen Gems deu sinal verde para o primeiro spin-off a ser dirigido e roteirizado por Bert Royal. As informações são da Variety.

De acordo com fontes internas, o novo filme está em estágios iniciais de desenvolvimento. Logo, não se sabe quem irá estrelar o longa-metragem e nem quando a obra chegará aos cinemas.

A Mentira foi lançado em 2010 e dirigido por Will Gluck. A comédia adolescente girou em torno de uma jovem estudante (Emma Stone) que começou a espalhar rumores por sua escola para elevar seu status social, mas aprendeu que toda ação tem sua consequência. A trama é inspirada livremente em A Letra Escarlate e tornou-se um grande sucesso de bilheteria, arrecadando 75 milhões de dólares ao redor do mundo e ganhando 85% de aprovação no agregador de reviews Rotten Tomatoes.

spin-off será ambientado na mesma escola que o longa original e irá explorar os mesmos temas. Ainda não se sabe se Stone voltará como a protagonista Olive Penderghast ou se ao menos fará uma aparição.

Royal assinou o roteiro do filme original e também é conhecido por seu trabalho na série ‘Recovery Road’, da Freeform.

‘Brinquedo Assassino’: Fãs vão à sessão fantasiados de Chucky; Confira as imagens!

O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ estreia nessa sexta-feira (21) nos Estados Unidos, mas o terror contou com uma peculiar exibição prévia do longa (que aconteceu na última quarta-feira, 19), destinada para os fãs mais hardcore do bizarro boneco.

Feita em um cinema da cidade de Austin, Texas, a apresentação do terror reuniu um público totalmente caracterizado como Chucky, trajando seu popular macacão jeans, bem como a camisa de manga comprida listrada. Com perucas e máscaras, esses fãs formaram uma plateia assustadora, rendendo em imagens um tanto bizarras.

Confira:

As primeiras avaliações  já estão entre nós!

Confira:

“Um filme acima da média para um reboot de terror”, Adam Woodward, Little White Lies.

“Um remake razoável, mas simples, que é salvo por um terceiro ato incrivelmente maluco.”, Rosie Knight IGN Movies.

“Este terror slasher não consegue descobrir como misturar todas essas ideias malucas em uma narrativa coesa, inteligente e aterrorizante.”, Courtney Howard, Fresh Fiction.

Brinquedo Assassino é uma divertida comédia de terror que lhe dá exatamente o que você quer, que é um boneco psicótico dizendo coisas que ele não deveria dizer e matando pessoas.”, Ferdosa Abdi, Geeks of Color.

“Para aqueles de nós com idade suficiente para já ter sido aterrorizados com essa história, o filme é apenas um flashback de infância desagradável, mas legal o suficiente.”, Robbie Collin, Daily Telegraph.

“Os grandes astros do filme são os efeitos sangrentos, o design do boneco e a dublagem de Hamill. Brinquedo Assassino é pura diversão para os fãs de terror, mas não muito mais.”, Meagan Navarro, Consequence of Sound.

“Aterrorizante e engraçado o suficiente para você quase esquecer que está assistindo a um filme sobre um malvado Amazon Echo que se dobra para trás, e quase quebra, tentando parecer um remake de Brinquedo Assassino.”, William Bibbiani, Bloody Disgusting.

“Ao tentar construir um Chucky mais inteligente, os cineastas montaram algo incrivelmente sem graça.”, Ben Kenigsberg, New York Times.

“Brincadeira de criança com um mau gosto divertido.”, Peter Bradshaw, The Guardian.

“Ao dar a Chucky uma razão para matar, o arco do novo filme destrói um pouco sua ameaça.”, Christian Holub.

“A natureza improvisada dos originais de Mancini supera com folga este filme caça-níquéis”, Keith Uhlich – Hollywood Reporter.

“Lembre-se da decepção que sentiu no Natal quando o Papai Noel não trouxe o presente que você pediu? Bem, se você cresceu assistindo Brinquedo Assassino, preparece para ter o mesmo sentimento”, Peter Debruge, Top Critic.

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

‘In the Heights’: Filme com Lin-Manuel Miranda ganha novas imagens de bastidores; Confira!

In the Heights, novo filme musical da Warner Bros., ganhou novas imagens de bastidores revelando o personagem de Lin-Manuel Miranda, Piraguero.

Confira:

O filme é baseado no musical homônimo criado pelo próprio Miranda e por Quiara Alegría HudesJon M. Chu fica a encargo da direção.

A história explora três dias na vida dos moradores latinos do bairro de Washington Heights, em Nova Iorque. Depois de produções em Connecticut (2005) e Off-Broadway (2007), o show abriu na Broadway em março de 2008. Nomeada a 13 prêmios Tony, ganhou quatro: Melhor Musical, Melhor Partitura, Melhor Coreografia e Melhor Orquestração. A produção também foi indicada ao prêmio Pulitzer de Drama em 2009.

In the Heights tem estreia marcada para o dia 26 de junho de 2020.