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‘Toy Story 4’ contará com aparições de diversos ícones da comédia

O site USA Today revelou ontem, 03, que as lendas da comédia Betty WhiteMel BrooksCarl ReinerCarol Burnett irão aparecer no próximo filme da Disney/PixarToy Story 4’.

Segundo novas informações, os quatro ícones do cinema e da televisão norte-americanos darão voz a um grupo de brinquedos que Woody conhece quando é colocado dentro do armário de Bonnie. Além cada um deles representar a respectiva personalidade dos atores, eles irão conversar sobre lembranças de um tempo em que eram adorados.

Burnett será um assento para crianças chamado Chairol Burnett, Reiner dará vida ao rinoceronte cor de rosa Carl Reineroceros, Brooks será um elefante roxo chamado Melephant Brooks e White irá encarnar a tigresa Bitey White.

Confira a foto dos novos personagens abaixo:

Assista ao trailer oficial:

Segundo o site BoxOfficePro, a quarta iteração da clássica franquia tem chances de arrecadar entre 105 a 130 milhões de dólares em seu primeiro final de semana – e isso apenas nos Estados Unidos! As previsões levam em consideração as expectativas criadas com os teasers e os trailers, bem como o constante marketing dos estúdios para promover o longa.

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

‘Shazam!’: Equipe de arte revela possível início da produção da sequência

Shazam!’, dirigido por David F. Sandberg, saiu dos cinemas apenas há alguns meses, mas parece que a mais recente adição ao panteão DC deve retornar mais cedo do que o esperado.

Em um recente post no Instagram, um dos membros do departamento de figurino do longa-metragem compartilhou uma foto expressando sua gratidão pela oportunidade de trabalhar no projeto. Em resposta, Federico Cervantes, seu colega de departamento, o respondeu dizendo que os dois podem voltar a trabalhar muito em breve com um novo uniforme para a continuação.

Confira:

O filme, protagonizado por Zachary Levi, foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 350 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Dora e a Cidade Perdida’ ganha nova imagem trazendo Botas, fiel companheiro de Dora

Dora e a Cidade Perdida‘, nova adaptação em live-action da Paramount e da Nickelodeon, ganhou uma nova imagem trazendo como foco a personagem-título e seu fiel companheiro, Botas.

Confira!

Dirigido por James Bobin (‘Alice Através do Espelho‘), o longa é baseado na série animada clássica ‘Dora, a Aventureira‘, lançada em 2000.

Tendo passado a maior parte de sua vida explorando a selva com seus pais, nada poderia preparar Dora para a aventura mais perigosa de todas: o colégio. Sempre a exploradora, Dora logo se vê liderando Boots, seu melhor amigo macaco, Diego, um estranho habitante da selva, e um grupo de adolescente em uma jornada em live-action para salvar seus pais e solucionar esse impossível mistério por trás de uma cidade de ouro.

O elenco conta com Isabela Moner, Benicio del Toro, Danny Trejo, Michael Peña e Eva Longoria.

A estreia antecipada em  alguns dias nos EUA. Inicialmente previsto para ser lançado em 2 de agosto, o longa agora irá estrear no dia 31 de julho. A mudança ocorreu para que a produção pudesse ter alguns dias de vantagem antes de competir diretamente com o aguardado ‘Velozes & Furiosos: Shaw & Hobbs‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Crítica de Álbum | Like a Prayer – O state-of-art do pop

Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.

A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).

A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.

A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.

A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.

O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).

É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.

A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.

A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.

‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.

Nota por faixa:

  • Like a Prayer – 5/5
  • Express Yourself – 5/5
  • Love Song – 4,5/5
  • Till Death Do Us Part – 5/5
  • Promise to Try – 5/5
  • Cherish – 4,5/5
  • Dear Jessie – 5/5
  • Oh Father – 4,5/5
  • Keep It Together – 4/5
  • Pray for Spanish Eyes – 5/5
  • Act of Contrition – 5/5

‘X-Men: Fênix Negra’: Saiba que horas serão publicadas as críticas

X-Men: Fênix Negra‘ será exibido para a imprensa hoje, mas a Fox Film fez os jornalistas assinarem um embargo segurando a publicação das críticas.

O embargo acaba nesta madrugada de terça para quarta, as 3h da manhã (horário de Brasília).

Sendo assim, as críticas só poderão ser divulgadas após esse horário.

Projeções de bilheterias do THR indicam que o filme deve arrecadar entre US$ 40 e US$ 55 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.

As duas piores aberturas da franquia são ‘Wolverine‘, de 2013, com US$ 53 milhões, e ‘X-Men‘, de 2000, com US$ 54 milhões

Se as críticas forem positivas, o filme pode gerar uma maior atenção dos fãs.

O CinePOP esteve presente na Wondercon, em Los Angeles, e assistimos duas cenas que nos deixaram boquiabertos.

A primeira cena foi a mesma exibida na CCXP, e mostra os X-Men indo para o espaço em uma missão para resgatar um ônibus espacial da NASA. Mística lidera o grupo que tem a Tempestade, Ciclope, Mercúrio, Noturno e a Jean Grey – com seus uniformes amarelos dos quadrinhos. Chegando no espaço, Jean tenta salvar os astronautas e acaba sendo possuída por uma força avermelhada que paira no espaço. A cena seguinte mostra que Charles Xavier (James McAvoy) foi corrompido pela fama após aparecer na capa de várias revistas, e entra em um embate com a Mística – que diz que as mulheres estão fazendo o papel de líderes do grupo, que devia chamar X-Women.

A segunda cena foi ainda mais ÉPICA. Jean Grey está se transformando na Fênix Negra e é encontrada no meio de Nova York. Charles, Ciclope (Tye Sheridan), Tempestade (Alexandra Shipp) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) querem salvá-la da Irmandade, grupo que quer matá-la comandado pela Fera (Nicholas Hoult) e Magneto (Michael Fassbender). Foi uma das melhores cenas de ação da franquia. A dinâmica dos X-Men nunca esteve tão boa. A luta acontece em plena Nova York, e temos um grande embate entre o Ciclope e o Fera. Épico.

Depois de assistir essa cena, ficamos empolgados com o filme. Será que a Fox está escondendo um tesouro?

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

“Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.”

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

Tilda Swinton mata zumbis em novo vídeo de ‘Os Mortos Não Morrem’; Assista!

Tilda Swinton stars as "Zelda Winston" in writer/director Jim Jarmusch's THE DEAD DON'T DIE, a Focus Features release. Credit : Frederick Elmes / Focus Features © 2019 Image Eleven Productions, Inc.

O terror cômico ‘Os Mortos Não Morrem‘ (The Dead Don’t Die) ganhou um novo vídeo divertido.

Confira, com o trailer:

O filme foi escrito e dirigido por Jim Jarmusch.

A rotina de uma cidadezinha de ruas tranquilas é abalada com a chegada de um grupo de zumbis. Resta a um trio de policiais acabar com esta epidemia e restaurar a paz.

O grandioso elenco conta com Bill Murray, Adam Driver, Tilda Swinton, Chloë Sevigny, Steve Buscemi, Danny Glover, Caleb Landry Jones, Rosie Perez, Iggy Pop, Sara Driver, RZA, Carol Kane, Selena Gomez e Tom Waits.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

‘Jessica Jones’: Krysten Ritter fala sobre sua experiência por trás das câmeras em novo vídeo dos bastidores

Em um novo vídeo dos bastidores, Krysten Ritter falou sobre sua experiência por trás das câmeras, ao dirigir um dos episódios da 3ª temporada de ‘Jessica Jones‘.

Confira:

Criada por Melissa Rosenberg, a série faz parte do Universo Compartilhado da Marvel.

Crítica em Vídeo | Jessica Jones: 2ª Temporada – O mulherão da p***a voltou!

Na série, Jessica Jones tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

O elenco inclui Krysten Ritter, Rachael Taylor, Eka Darville e Carrie-Anne Moss.

A terceira (e última) temporada será lançada na plataforma no dia 14 de junho.

Os 5 Piores Filmes do Início de 2019

Os três primeiros meses de 2019 já ficaram para trás. Ao adentrarmos abril, o primeiro trimestre do ano se vê completo e isso se traduz em algumas dezenas de filmes que já passaram por nossas salas de cinema, telas de streaming e que já pudemos conferir. Como não gostamos de perder tempo e deixar obras caírem no esquecimento, vamos manter logo nossos arquivos atualizados.

Como sempre, muita coisa boa e algumas coisas ruins passaram e nos marcaram. Portanto, o CinePOP resolve trazer sua nova lista com o que de mais especial, seja para o bem ou para mal, vimos nesses três primeiros meses do ano. Bem, é óbvio que nas listas só irão figurar filmes que tenham nos impressionado positivamente ou negativamente, e os que não estiverem nelas, não atingiram tais níveis.

Sem mais delongas, vamos conhecer primeiro os 5 Piores filmes do Início de 2019. Não esqueça de deixar nos comentários quais foram os filmes que você menos gostou neste início de ano.

05 | A Rebelião

Começamos a lista dos piores com um filme recém-lançado, mas que é garantia de passar em branco junto ao grande público – trajetória que traçou nos EUA. Existia certa expectativa em relação a esta obra de ficção científica, cujas prévias não revelavam muito. Quando isso ocorre, os realizadores podem estar querendo esconder uma trama repleta de surpresas ou, na pior das hipóteses, querem esconder o fiasco que tem em mãos. Infelizmente, com este filme, a segunda opção é a verdadeira.

Além disso, o filme conta com bons atores, do nível de John Goodman e Vera Farmiga (completamente desperdiçada) e a direção de Rupert Wyatt (de Planeta dos Macacos: A Origem, 2011). A Rebelião tem algumas boas ideias em seu roteiro, o problema é a falta de um desenvolvimento satisfatório para elas e a forma como tudo é misturado no produto final. De forma bagunçada, o longa possui uma montagem confusa, situações inexplicadas, personagens desinteressantes e uma mensagem política, que embora seja louvável,  nunca se mescla de maneira orgânica com a ficção sobre invasão alienígena.

Crítica | A Rebelião – Ficção mistura Aliens, política, anarquia e revolução

04 | Calmaria

Outro filme que nos pegou totalmente desprevenidos, mas de forma negativa. Em todas as suas prévias, trailers e sinopses, Calmaria não relevava seu verdadeiro teor e o que seria realmente. Pelo contrário, o que todo mundo que foi ao cinema comprou foi um thriller dramático sobre um homem comum envolvido numa trama de mistério e assassinato. Matthew McConaughey interpreta um pescador de uma cidadezinha americana, dono de uma vida simples e sem ambição. Tudo muda com a chegada de sua ex-mulher, uma femme fatale vivida por uma caricata Anne Hathaway platinada.

O elenco é bom, e conta ainda com Jason Clarke, Djimon Hounsou e Diane Lane. E a direção e roteiro são de Steven Knight, renomado roteirista de Hollywood indicado ao Oscar. Sua ideia para este projeto é ousada e sem dúvida ambiciosa, mas infelizmente não funciona. O grande problema aqui é que existe uma troca de gênero no filme – ele não é exatamente o que você espera, ou melhor, ele não é nada do que você espera. Essa frase geralmente pode ser associada a uma qualidade, já que no cinema estamos sempre buscando o inesperado. Mas aqui, é como se você pagasse para assistir a uma animação da Pixar e se visse no meio da franquia Invocação do Mal. Já pensou?

Crítica | Calmaria – Matthew McConaughey e Anne Hathaway em filme que parece, mas não é

03 | Crimes Obscuros

Ao contrário dos itens acima na lista, que venderam “gato por lebre”, prometendo algo nas prévias e entregando um produto final totalmente diferente, este Crimes Obscuros é justamente o anunciado. Menos mal, mas isso não o salva da apatia total. O filme ainda é um suspense policial,  o problema é ser um completamente enfadonho, dono de um ritmo sonolento e com personagens muito desinteressantes. O que impulsiona verdadeiramente esta obra é a presença do astro Jim Carrey, descaracterizado sem piadas, investindo numa carga dramática e pesada – coisa que o próprio humorista já realizou antes de maneira bem mais satisfatória.

Crimes Obscuros é uma produção britânica, lançada em circuito reduzido pelo mundo, com a pretensa atmosfera de filmes cult. O problema é que o filme aborda uma trama que já vimos inúmeras outras vezes em produções melhores, e não mostra qualquer diferencial para se tornar memorável. Aliás, esta é uma das obras mais esquecíveis deste início de ano, e talvez do ano inteiro – duvido que lembremos dele ao chegar dezembro. Jim Carrey tem uma atuação tão contida e interiorizada que se torna introspectiva e apagada. Um típico Supercine, que nem os maiores fãs do ator irão enaltecer.

Crítica | Crimes Obscuros – Jim Carrey investe em suspense baseado numa história real

02 | A Sereia: Lago dos Mortos

A Paris Filmes tem tido a ótima e louvável iniciativa de trazer aos cinemas brasileiros produções de outros países e lançá-las ao grande público nos multiplex do país. A iniciativa quebra o domínio das produções americanas, dando chance para outros tipos de filmes – mesmo que estas sejam obras mainstream, feitas nos moldes para agradar a maior parcela do público. Quando o assunto é terror, a distribuidora nacional tem apostado nos filmes do cineasta russo Svyatoslav Podgaevskiy – quero ver você repetir esse nome.

O grande problema aí reside no fato de que as produções do sujeito não são, digamos assim, muito boas. Em 2017, ele lançou A Noiva. E agora, ele apresenta um filme feito exatamente nos mesmos moldes. A Sereia é A Noiva, só mudando um pequeno elemento aqui e outro ali, para adaptar a uma nova “mitologia” ou maldição. As produções do sujeito espelham o estilo americano, com muitos jumpscares, atmosfera legal (típica de obras de terror) e de forma geral uma obra bem produzida. O lance é que seus roteiros são uma verdadeira piada, que terminam causando mais risos involuntários do que sustos. Todos os mais batidos clichês e conveniências do gênero – coisas velhas mesmo que estamos mais do que acostumados a esta altura – são tratadas como uma verdadeira preciosidade pelo cineasta, quase a reinvenção da roda. Fora isso, as atuações são do nível de filmes pornôs.

Crítica | A Sereia: Lago dos Mortos – Você se lembra de ‘A Noiva’? Pois é…

01 | Rota de Fuga 2: Hades

Este filme sequer foi lançado nos cinemas brasileiros – ou de grande parte do mundo (nos EUA saiu direto no mercado de vídeo/streaming). O próprio astro Sylvester Stallone pichou o longa, que foi gravado de forma simultânea com a terceira parte. Sly em seu comentário diz que está rezando para o terceiro filme ser melhor. É claro que esta é a continuação do sucesso moderado de 2013, que apresentou pela primeira vez durante toda a projeção de um longa, a parceria nas telas entre Stallone e Arnold Schwarzenegger – o grande atrativo da obra.

Dessa vez sem Arnold, e praticamente sem Stallone também, Rota de Fuga 2 segue apresentando pessoas aprisionadas de forma errônea em prisões altamente tecnológicas. O lance é que no primeiro filme você até acreditava que a tecnologia apresentada poderia existir, já que estava apenas a poucos passos de acontecerem e tudo é devidamente explicado. Agora, parece que a continuação mergulha muitos anos no futuro, já que apresenta elementos verdadeiramente fantásticos – como robôs altamente funcionais – se tornando assim uma ficção científica futurística e não mais um filme de fuga de prisões. Como dito, o próprio Stallone se torna coadjuvante para Huang Xiaoming e outros atores asiáticos – já que se trata de uma produção chinesa. Ah sim, conseguem enfiar o astro em ascensão Dave Bautista para uma pequena participação também.

Crítica | Rota de Fuga 2: Hades – Saído de ‘Creed II’, Stallone vai do céu ao inferno

Bônus:

O Menino que Queria Ser Rei

Bom, já completamos nossa lista com os 5 piores filmes do ano até o momento. Mas resolvemos dar um chorinho com uma obra que quase entrou neste top 5. Aposta da Fox, o longa se encontra totalmente deslocado, como se verdadeiramente perdido no tempo. Personagens icônicos da literatura mundial, como Rei Arthur, Tarzan, Sherlock Holmes, Robin Hood e Peter Pan são mais adaptados ao cinema do que o seu super-herói preferido. Vira e mexe temos um novo produto levando o nome ou a mitologia destes personagens históricos. Assim, mais uma vez temos uma produção que resolve pegar carona na mitologia do a espada Excalibur, do Mago Merlin, dos cavaleiros da Távola Redonda e do Rei Arthur.

Apesar do tema extremamente batido e muito cansado, este filme é até simpático, dentro do possível. Isto é, se você for forçado a vê-lo (no caso de ter que levar um filho ou um sobrinho ao cinema). Mas a verdade é que a disputa é tão grande hoje em dia pela atenção dos pequeninos, que dificilmente um filme como este entraria no radar deles – muito mais antenados com obras da Disney e super-heróis. As crianças são carismáticas, mas o filme realmente não apresenta nenhum grande diferencial, se tornando uma aventura básica, bem nível Sessão da Tarde. Duas coisas chamam atenção. A primeira é a direção do cineasta Joe Cornish, geralmente um poço de criatividade e colaborador de Edgar Wright – é só ver Ataque ao Prédio (2011). E segundo é o desinteresse da estrela Rebecca Ferguson, que mal aparece como a vilã – fica soando como aquela obrigação contratual, na qual o ator só pensa em descontar seu contracheque.

Crítica | O Menino que Queria Ser Rei – Uma Sessão da Tarde para crianças de até 12 anos

‘Killjoys’: 5ª e ÚLTIMA temporada ganha trailer; Assista!

O canal SyFy divulgou o trailer da 5ª (e última) temporada de ‘Killjoys‘.

Confira:

A série foi criada por Michelle Lovretta (‘Lost Girl‘).

Numa galáxia distante, as pessoas do planeta Qresh colonizaram as suas três luas, criando quatro mundos estratificados: cada um definido por linhas sócio-econômicas próprias e repletos de agitação social. Na unidade planetária conhecida como Quad, um grupo altamente regulamentado de caçadores de tesouros, os Killjoys, estão autorizados a exercer uma vasta gama de mandatos em toda a galáxia. Mas os Killjoys devem seguir regras estritas, e há consequências adversas para quem se desvie do seu mantra: “O mandado é tudo”. Os Killjoys não estão autorizados a tomar um lado pessoal ou político em suas missões, o que prova ser impossível e quase fatal para Dutch, que é uma Killjoy complicada e mortal no seu jogo e para seu parceiro, John, o Bastardo, um pacificador que odeia conflitos. Quando o irmão de John, D’avin, aparece e se junta ao time, as vidas do trio ficam entrelaçadas. Convivendo juntos, os três se veem presos num complicado triângulo amoroso.

O elenco conta com Hannah John-Kamen, Aaron Ashmore, Luke Macfarlane e Tamsen McDonough.

A última temporada vai estrear no dia 19 de julho.

‘Brinquedo Assassino’: Andy confronta Chucky no novo clipe do remake; Assista!

O remake ‘Brinquedo Assassino‘ ganhou um novo clipe.

Confira:

Com direção de Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘), a nova versão não tem o envolvimento de ninguém da franquia original.

No longa, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Plaza) presenteia seu filho, Andy (Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Gabriel Bateman (‘Annabelle‘), Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation‘) e Brian Tyree Henry (‘Se a Rua Beale Falasse‘) estrelam.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de agosto.

‘Casal Improvável’: Comédia ganha novos comerciais divertidos; Assista!

A Paris Filmes divulgou dois novos comerciais da comédia ‘Casal Improvável‘ (Long Shot).

Confira, com o trailer completo:

Dirigido por Jonathan Levine, o filme tem roteiro de Liz Hannah e Dan Sterling.

Charlotte Field (Theron) é uma das mulheres mais influentes do mundo. Inteligente, sofisticada e talentosa, ela é uma diplomata poderosa com um talento para … quase tudo. Fred Flarsky (Rogen) é um jornalista talentoso e livre, com uma tendência autodestrutiva. Os dois não têm nada em comum, exceto que ela era sua babá e foi sua primeira paixão. Quando Fred inesperadamente encontra com Charlotte, ele a encanta com seu humor autodepreciativo e suas lembranças de seu idealismo juvenil. Enquanto se prepara para concorrer à Presidência, Charlotte impulsivamente contrata Fred como seu redator de discursos, para o desânimo de seus conselheiros de confiança. Um peixe fora d’água no time de elite de Charlotte, Fred não está preparado para seu estilo de vida glamouroso e de alto risco. No entanto, uma chama é despertada quando a inconfundível química do par leva a um romance ao redor do mundo e desencadeia uma série de incidentes perigosos e estranhos.

O elenco conta com Seth Rogen, Charlize Theron, June Diane Raphael e Alexander Skarsgård.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

Última temporada de ‘The Affair’ ganha data de estreia

O canal Showtime finalmente divulgou quando a última temporada de ‘The Affair‘ será lançada. O ciclo final da série irá estrear no dia 25 de agosto.

Vale lembrar que a Anna Paquin (‘True Blood‘) entrou para o elenco da última temporada, e irá interpretar a filha de Alison e Cole, Joanie Lockhart.

O quinto ano da série irá saltar duas ou três décadas no futuro.

Três membros do elenco fixo não retornarão para a temporada final, incluindo Ruth WilsonJoshua Jackson e Catalina Sandino Moreno.

“Nós amamos a intimidade, a nuance e a honestidade emocional no desenvolvimento da infidelidade e fidelidade de ‘The Affair’,” disse Gary Levine, presidente de programação de Showtime, sobre o último ano. “Sarah Treem sempre envisionou a trama através de cinco temporadas, e ficarmos fascinados para ver onde ela levará o elenco e todos nós no próximo ano em sua temporada final.”

Dominic WestMaura TierneyJulia Goldani TellesJake Siciliano, Jadon SandAbigail Dylan Harrison, Omar Metwally e Irène Jacob estrelam.

Rumor: Colin Farrell pode interpretar ‘Constantine’ em nova adaptação para o cinema

De acordo com o site We Got This Covered, fontes da Warner Bros. informaram que o estúdio está trabalhando em um novo filme do ‘Constantine’ e eles já têm um favorito para o papel do exorcista inglês: Colin Farrell.

No entanto, nenhuma informação oficial deve ser liberada pelas próximas semanas, já que estão olho nele apenas enquanto o projeto continua a se desenvolver.

Ontem foi revelado que a Warner Bros. irá criar dois universos separados para o DCEU, e, segundo as fontes, ‘Constantine fará parte de um deles, ao lado de outros projetos como ‘The Batman’ e ‘Supergirl’, sem nenhuma relação com ‘Aquaman’, ‘Mulher-Maravilha’ e assim por diante.

Para quem não se lembra, ‘Constantine’ iria participar de um filme da ‘Liga da Justiça Sombria’, produzido por Guillermo del Toro e dirigido por Doug Liman, mas desde 2017 não há notícias sobre o projeto.

John Constantine fez sua estreia nas telonas em 2005, interpretado por Keanu Reeves. A adaptação foi muito criticada por se afastar de suas origens dos quadrinhos, mas continua sendo amada pelos fãs de Reeves.

Vale lembrar que Reeves revelou recentemente que adoraria reprisar seu papel. E você, prefere um novo filme com Colin Farrell ou Keanu Reeves?

‘Godzilla 2: Rei dos Monstros’: Vídeo dos bastidores revela novos detalhes da produção; Assista!

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Godzilla 2: Rei dos Monstros‘.

Confira:

Revelado como ‘Kong – A Ilha da Caveira’ se conecta a ‘Godzilla’ [SPOILER]

‘Godzilla’: Estúdio planeja ter um Universo Cinematográfico completo em 2020

Na sequência do sucesso mundial de ‘Godzilla‘, de 2014, e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘, lançado este ano, chega o próximo capítulo do MonsterVerse cinematográfico da Warner Bros. Pictures e Legendary: um épico de ação e aventura que coloca o Godzilla contra alguns dos monstros mais conhecidos da história da cultura pop. A nova história acompanha os esforços heroicos da agência criptozoológica Monarch à medida que seus membros combatem uma série de monstros gigantes, incluindo o poderoso Godzilla, que enfrenta Mothra, Rodan e o maior de seus inimigos, o tricéfalo King Ghidorah. Quando estas supercriaturas primitivas – que se acreditava não passarem de mitos – ressurgem, competem pela supremacia, colocando a humanidade em risco.

O elenco conta com Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Bradley Whitford, Sally Hawkins, Charles Dance e Thomas Middleditch.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

 

‘The Ranch’: Netflix cancela a série com Ashton Kutcher

A Netflix anunciou o cancelamento da série de comédia ‘The Ranch‘ após três temporadas.

A série ainda possui 20 episódios inéditos. 10 serão lançados em 2019, e os outros 10 em 2020.

Ano passado, o ator Danny Masterson foi demitido da série, após acusações de ter estuprado quatro mulheres. Seu personagem foi afastado da trama na primeira parte da 3ª temporada.

A série é ambientada no Colorado, onde Colt Bennett retorna à sua cidade natal depois de uma breve carreira de jogador semi-profissional de futebol americano. Ele comanda o negócio da família com seu irmão Jimmy.

O elenco ainda inclui Ashton Kutcher, Sam Elliott, Grady Lee Richmond, Elisha Cuthbert, Megyn Price e Kelli Goss.

The Ranch‘ já foi renovada oficialmente para a 4ª temporada.

Crítica Netflix | Dilema é um adorável e insensato rocambole novelesco

Por trás da nova série de suspense da Netflix, Dilema (What\If), está Mike Kelley, o responsável por uma das séries mais novelescas da televisão, isto é, Revenge (2011-2015). Com esta informação, já espera-se que Dilema siga o mesmo caminho de tramas maquiavélicas, suspenses rasos e reviravoltas. Sobretudo com Renée Zellweger estonteante em cada cena como a empreendedora bem sucedida Anne Montgomery.

Do outro lado da moeda, está o casal inocente e apaixonado Lisa e Sean Donovan, formado pela talentosa Jane Levy (da série Suburgatory e o remake A morte do Demônio) e o garboso Blake Jenner (da série Glee e do filme Jovens, Loucos e Mais Rebeldes). Motivada por uma experiência trágica familiar, Lisa é uma cientista em busca de investidores para o seu projeto biomolecular, o qual promete curar o câncer e salvar milhares de crianças no mundo. A jovem, no entanto, está prestes a entrar em falência porque não consegue vender sua ideia.

Já o seu jovem marido, é um paramédico, ex-jogador de baseball, com um passado turvo e aspirante a bombeiro; ele ainda trabalha como bartender durante a noite para completar a renda familiar. Ou seja, os dois estão lutando para conseguir construir uma vida de estabilidade econômica, mas os seus projetos estão longe do êxito. Após esse cenário de desesperança, surge uma oportunidade tentadora.

Com um argumento inicial totalmente baseado no filme Proposta Indecente (1993), Anne Montgomery oferece o investimento de 18 milhões de dólares na empresa de Lisa em troca de uma noite com Sean. Enquanto Zellweger compõe o personagem de Robert Redford, o jovem e belo Jenner encarna Demi Moore na equação. Contudo, o casal deve assinar um contrato que impede que eles comentem sobre o que acontecerá durante a noite entre Anne e Sean, criando uma verdadeira perturbação e arrependimento em Lisa.

A primeira parte da trama da série é envolvente. Por mais que seja uma cópia descarada, é admirável ver Renée Zellweger mexendo as peças do seu xadrez ao lado do seu mordomo /assistente/ motorista de confiança Foster (Louis Herthum). Guardadas as devidas proporções, o personagem está para Anne Montgomery, tal como o Mike (Jonathan Banks) para Gustavo ‘Gus’ Fring (Giancarlo Esposito) em Breaking Bad (2008-2013).

Com o surgimento da ex-namorada de Sean na história, Maddie (Allie MacDonald), Lisa começa a duvidar do seu marido. De forma que o enredo começa a mostrar que existe muito mais fumaça por trás da história de sedução. A partir do quinto episódio, o seriado salta no tempo e caminha em outras direções, trazendo diversas ramificações e tragédias.

Comparado às telenovelas mexicanas, Dilema mistura, pelo menos, umas três tramas diferentes de traição, intriga e, claro, superação. A empreendedora Anne Montgomery, na verdade, é uma personagem criada para esconder um passado sombrio, guardado por um molho de chaves exposto em uma redoma de vidro no escritório da protagonista vilã. O objeto é destacado com um troféu durante toda a trama e, quase literalmente, as chaves abrem as portas dos mistérios da história.

Até o último episódio, os protagonistas participam de diversos embates, mantêm diálogos retirados de livros de autoajuda e têm atitudes injustificáveis à lógica da história. Com um diretor diferente a cada episódio, a série mantém um tom melancólico e as cenas entre os casais são idênticas às composições dos filmes dos anos 80, assim como algumas características caricatas da produção.

Enquanto Lisa tenta desvendar a incógnita do passado de sua investidora, o seriado constrói narrativas paralelas dissonantes ao enredo; provavelmente para aumentar o tempo de exibição e, talvez, despistar o público das resoluções tanto quanto óbvias. Tal como o envolvimento do irmão de Lisa, Marcos (Juan Castano), com um gogoboy (Derek Smith) mesmo estando em um relacionamento com Lionel (John Clarence Stewart). A situação, pelo menos, rende uma ótima cena de ménage a troi masculina, lembrando-nos da saudosa série Sense 8 (2015-2018).

Infelizmente, esta parte da história é um apêndice na trama, assim como o enredo dos melhores amigos do casal, Angela (Samantha Marie Ware) e Todd (Keith Powers). Ela é uma médica residente que envolve-se com o cirurgião do hospital Dr. Ian Harris (Dave Annable), traindo o seu amável, compreensivo e paciente marido, além de serem namorados desde o ensino médio. Alerta spoiler: só que o amante se revela um psicopata, digno dos filmes de traição do SuperCine, com direito a mordaças, cordas e armadilhas de urso.

Com todo esse rocambole de tramas e personalidades lunáticas, Dilema promove-se como uma série focada em pragmatizar sobre escolhas e consequências, em outras palavras, cedo ou tarde você paga pelo “pecado” cometido. O enredo, no entanto, embola uma rede de tragédias com incêndios, assassinatos e termina como os folhetins televisivos de forma vergonhosa: o mal é eliminado e aqueles considerados “vítimas” triunfam.

Apesar de todo os equívocos, é difícil começar a assistir Dilema e não ir até o final para saber o que acontece com os personagens. Enfim, a qualidade é duvidosa, mas o entretenimento é garantido por 10 horas de vilania megalomaníaca, mocinha inocente provando que sabe jogar sujo e o amor reinando sobre todas as coisas, ainda por cima os trejeitos e tremeliques de Anne Montgomery, ou melhor, Renée Zellweger.

‘The Batman’ irá se concentrar nas habilidades de detetive de Bruce Wayne

Agora que Robert Pattinson está oficialmente confirmado como o protagonista em ‘The Batman’, do diretor Matt Reeves, novas informações devem surgir aos poucos.

De acordo com o The Hollywood Reporter, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

Era de se esperar que essa nova abordagem do personagem pudesse se distanciar dos clichês dos filmes anteriores, que muitas vezes o tratavam mais como um justiceiro do que como um investigador e isso só aumenta a curiosidade em saber que tipo de filme Reeves está preparando.

Infelizmente, as informações não foram muito detalhadas, mas esse pequeno trecho pode gerar novas especulações e debates entre os fãs, à medida em que ‘The Batman’ se aproxima do início da produção.

Enquanto isso, vale lembrar que o filme  tem estreia marcada para o dia 25 de junho de 2021.

‘Chernobyl’: Jared Harris relembra o choque ao assistir notícias sobre o desastre nuclear

Embora os eventos representados na série ‘Chernobyl’ sejam horríveis, agonizantes e difíceis de assistir, é importante lembrar que a série é baseada em eventos reais. Em 26 de abril de 1986, o reator número 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu, causando o pior desastre nuclear da história da humanidade até hoje.

Para o ator Jared Harris, intérprete do cientista Valery Legasov na série da HBO, as memórias do desastre ainda são bastante vívidas, mesmo após três décadas.

Durante uma entrevista no programa Late Night, com Seth Meyers, Harris contou suas lembranças do desastre de Chernobyl e a reação sob o ponto de vista da Inglaterra, na época, o que mostra o quão extenso foi o impacto.

“Eu me lembro muito bem”, disse Harris. “Eu morava em Londres, e em todas as notícias eles nos alertavam sobre a nuvem radioativa que carregava as partículas expelidas do reator. Estavam causando doenças devastadoras em Belarus, Ucrânia, Alemanha e partes da Suécia, e logo chegariam à Inglaterra. Nos alertavam para não sair se chovesse, para não beber leite e abater qualquer animal que pastasse na grama, eles tiveram de abater todos esses animais. Sim, eu me lembro muito bem disso.”

Após o perigo imediato e a nuvem radioativa se dispersarem, o perigo geral em torno da Usina Nuclear de Chernobyl permanece. O reator com compostos altamente radioativos deve permanecer liberando elementos venenosos por até 20.000 anos, enquanto a área em torno da usina deve ficar isolada por centenas de anos, dependendo do seu nível de contaminação.

A série é exibida pelo canal HBO e conta a história do desastre nuclear de 1986 – uma das maiores catástrofes causadas pelo homem – e os sacrifícios feitos para salvar a Europa de consequências inimagináveis.

Assista ao trailer:

O elenco inclui Jared Harris, Stellan Skarsgård, Joshua Leese e Emily Watson.

‘Capitã Marvel’: Artista revela capacete alternativo para a heroína; Confira!

O artista gráfico Andy Park revelou ontem, 03, em seu Twitter oficial, uma perspectiva apriorística do capacete que seria utilizado por Capitã Marvel em seu filme-solo.

Confira:

Park recentemente divulgou um traje alternativo para a heroína interpretada por Brie Larson.

Veja:

Segundo a postagem, feita pelo próprio Park em seu Instagram oficial, o design foi uma das primeira concepções para a Capitã, trazendo a mesma estrela Hala em seu peito e as linhas douradas em seus ombros. A estética, por sua vez, é mais casual do que militar.

Escrito e dirigido por Anna Boden e Ryan Fleck, o filme é ambientado nos anos 90.

Carol Danvers (Larson) é uma ex-piloto da aeronáutica que se torna uma das heroínas mais poderosas da galáxia. Ao se juntar à Força Estelar, uma equipe militar Kree, ela retorna à Terra com novas dúvidas sobre seu passado e sua identidade quando o planeta se encontra no centro de um conflito entre dois mundos alienígenas.

O elenco conta com Brie Larson, Samuel L. Jackson, Ben Mendelsohn, Jude Law, Annette Bening, Lashana Lynch, Clark Gregg, Rune Temte, Gemma Chan, Djimon Hounsou e Lee Pace.

Novo filme da franquia ‘Kingsman’ será completamente diferente, segundo Matthew Vaughn

Depois do sucesso de Kingsman: Serviço Secreto’, o diretor Matthew Vaughn está construindo todo um universo de espionagem. Agora, uma prequela que explora as origens da organização secreta está prevista para chegar no ano que vem, antes de ‘Kingsman 3’, que deve concluir a história de Harry Hart e Eggsy.

Intitulada como ‘O Grande Jogo’, a prequela será ambientada durante a Primeira Guerra Mundial e trará no elenco Ralph Fiennes, Liam Neeson e Aaron Taylor-Johnson. Fora isso, não há maiores informações, mas durante uma conversa no podcast ReelBlend, Vaughn comentou um pouco sobre o longa.

Primeiramente, ele lembrou como a franquia começou:

“Quando mencionei ‘Kingsman‘ naquele bar com Mark Miller, sete anos atrás, era uma coisa de dois fanboys se embebedando, lamentando sobre o que aconteceu com os filmes de espionagem. E então, quanto mais eu me envolvi com isso, mais eu planejava um universo. Mas um universo meio que [desenvolvido]. Tem sido como o Big Bang, com todas essas outras ideias surgindo. Eu não sei de onde elas vêm, mas estou animado.”

Em seguida, Vaughn admitiu que está preocupado com a recepção do público.

“Porque a prequela é tão diferente. Para mim, foi algo totalmente novo a se desenvolver, e espero que o público goste. Eu não sei. Quero dizer, estou muito orgulhoso disso. Mas é muito diferente. Então, as pessoas que odiavam ‘Kingsman‘ provavelmente amariam, e todas as pessoas que amam, poderiam não gostar, sabe? ‘Que diabos ele fez?’ Mas espero que as pessoas gostem… É diferente em todos os sentidos.”

Pode ser que a diferença no período de tempo afete algumas características importantes da franquia, mas parece que o filme também terá uma sensação e um tom completamente novos dos filmes principais. De qualquer forma, saberemos do que ele está falando em fevereiro de 2020.