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Matthew Lillard afirma que seu RETORNO em ‘Pânico 7’ não irá “arruinar a franquia”

Durante a convenção Silver Scream Con, Matthew Lillard (‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’) comentou sobre o seu inesperado retorno na sequência ‘Pânico 7‘.

O ator revelou ter recebido o convite do próprio diretor, Kevin Williamson, e garantiu que sua participação no longa não irá “arruinar a franquia”.

“Eu recebi uma ligação do Kevin Williamson no meio do ano. Eu atendi, nós conversamos um pouco e ele me perguntou: ‘Você gostaria de retornar [para a franquia Pânico]?’. Eu literalmente pensei comigo mesmo: ‘Estou esperando essa ligação por uns 20 anos’. Fiquei muito animado.”

Ele completa, “Estou muito feliz por retornar. O filme está fantástico, e estou muito ansioso para que as pessoas possam assisti-lo. Não irá arruinar a franquia, essa é a boa notícia. [Originalmente], eles queriam que meu retorno fosse segredo até o lançamento do filme.”

Lembrando que ‘Pânico 7’ está programado para estrear no dia 27 de fevereiro de 2026.

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Curry Barker já tem uma ideia para SEQUÊNCIA do terror ‘Obsessão’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Curry Barker revelou que já tem uma ideia para uma sequência do aclamado terror ‘Obsessão‘.

Infelizmente, a continuação deve levar alguns anos para sair do papel. Em alta na indústria, o cineasta já definiu seus próximos projetos, que inclui o reboot da franquia ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

“Não quero fazer ‘Obsessão 2’ imediatamente. Tenho uma ideia interessante para um novo filme, mas não vou revelar nada. Não estou dizendo que vai demorar uns cinco anos, mas sinto que as pessoas ficariam um pouco mais animadas se a continuação demorasse um pouco mais para ser lançada.”

Anteriormente, o cineasta havia declarado que adoraria desenvolver uma série antológica baseada no universo do primeiro filme: “Eu obviamente tenho alguns projetos que estou ansioso para tirar do papel, mas acredito que ‘Obsessão 2’ é possível. Talvez. O que realmente me deixa animado é a possibilidade de fazer uma série antológica, com cada episódio focando em um desejo diferente que sai completamente do controle. Talvez eu pudesse dirigir o episódio piloto com o mesmo diretor de fotografia. Então, outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões [nos episódios seguintes].”

Sucesso nos cinemas, o terror já arrecadou quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais. Os números representam quase 400 vezes o valor do seu orçamento – que girou em torno de US$ 750 mil –, consolidando a produção como um dos filmes mais lucrativos da história do cinema.

Confira nossa entrevista com o cineasta Curry Barker:

Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.

De ‘Buffy’ a ‘Spider-Noir’ – As 10 Estreias de Séries Mais ESPERADAS de 2026…

‘Maldição da Múmia’ será para MAIORES por “VIOLÊNCIA extrema e GORE”

Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.

O elenco conta com Michael Johnston, Inde Navarrette, Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter.

Joss Whedon tem papel importante no universo expansivo da DC, dizem presidentes

Joss Whedon chegou há pouco tempo ao universo expansivo da DC, mas sua importância para a franquia já é bem grande, conforme pontuaram os chefes executivos da empresa, Jon Berg e Geoff Johns.

Durante uma recente entrevista à revista Variety, eles comentaram sobre o envolvimento do cineasta na saga dos heróis, afirmando que seu comprometimento e vontade de contribuir para o trabalho já desenvolvido são fundamentais e notáveis.

Segundo Berg:

 

“Ele é uma parte grande do DCEU, além de ser muito parceiro e um ótimo colaborador. O que queremos é que ele se sinta bem recebido entre nós. Nós normalmente temos o hábito de realizar reuniões com as pessoas que trabalhos, onde também conversamos sobre quadrinhos, e quais os filmes de super heróis favoritos de cada uma delas. Quando tivemos esse encontro com Joss, ele viu nosso quadro de produções, viu ali o filme da ‘Batgirl’ e instantaneamente se empolgou com o projeto, dizendo: “esse é meu tipo de trabalho”.  

 

Zack Snyder promete “drama e relacionamentos complexos” em ‘Liga da Justiça’

Após a morte de Superman (Henry Cavill) nas mãos de Doomsday em Batman vs Superman, Batman (Ben Affleck) reavalia seus métodos extremos e começa a recrutar heróis extraordinários para montar uma equipe para defender a terra de todos os tipos de ameaças. Junto com Mulher Maravilha (Gal Gadot), Batman procura pelo ex-jogador Vic Stone, Ciborgue (Raymond Fisher), o velocista Barry Allen, The Flash (Ezra Miller), e por Arthur Curry, o Aquaman (Jason Momoa). Juntos, eles vão lutar contra contra Steppenwolf (Ciaran Hinds), o arauto e segundo em comando depois do Darkseid, o Senhor da Guerra alienígena. Steppenwolf foi enviado para a Terra em buscar de três artefatos escondidos no planeta.

Parte da ‘Liga da Justiça’ na nova foto oficial; Confira!

O elenco conta com Ben Affleck (‘Batman‘), Henry Cavill (‘Superman‘), Amy Adams (Lois Lane), Gal Gadot (‘Mulher-Maravilha‘), Jason Momoa (‘Aquaman‘), Ezra Miller (‘The Flash‘), Raymond Fisher (‘Cyborg‘), Willem Dafoe, Jesse Eisenberg (Lex Luthor), Jeremy Irons (Alfred), Diane Lane, Connie Nielson (Rainha Hipólita) e J.K. Simmons (Comissário Gordon).

BOMBA! Ben Affleck abandona a direção de ‘Batman’

A estreia está agendada para novembro de 2017.

Charlize Theron quer spin-off de Furiosa dirigido por George Miller

Uma das personagens mais fortes de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘ é certamente Furiosa, interpretada pela vencedora do Oscar, Charlize Theron.

E a própria atriz concorda que ela merece seu próprio spin-off, conforme revelou durante uma entrevista ao site Screen Rant. Segundo Theron, se George Miller estiver à frente desse projeto, sua participação é mais do que confirmada.

Disse:

“Eu espero que Furiosa tenha seu próprio filme. Eu amo a personagem e amei trabalhar com George Miller. Se ele estiver a bordo desse projeto, claro que eu também estarei. Quer dizer, eu já estaria nele desde o princípio. Trabalhar com Miller é como trabalhar com Jason Reitman. Eu nem preciso ver o roteiro, eu simplesmente confio tanto nele e é incrível ter essa relação com alguma cineasta”.

‘American Girl’: Famosa boneca da Mattel vai ganhar filme live-action pela MGM

A clássica boneca American Girl vai ganhar um filme em live-action, desenvolvido pela Mattel Films e MGM. A informação foi revelada pela própria fabricante de brinquedos.

O longa ainda vai contar com a produção de Erike Feig, mais conhecido por seu trabalho em ‘Meu Ex é um Espião‘, Cassidy Lange (que atualmente trabalha com o remake de ‘A Pantera Cor-de-Rosa‘) e Robbie Brenner (envolvido com a adaptação de ‘Hot Wheels‘).

Refletindo sobre o impacto da boneca, o presidente da MGM, Jonathan Glickman, falou sobre o novo projeto do estúdio:

“American Girl é uma icônica e atemporal marca que faz parte de muitas famílias ao redor do mundo. Estamos ansiosos por trabalhar com nossos parceiros da Mattel e da PICTURESTART, para trazer esse filme de cruzar gerações para audiências ao redor do mundo”.

 

Originalmente lançadas em 1986, os brinquedos são vendidos junto a um livro que reconta trechos da história dos Estados Unidos. O site releva também que o projeto está em estágio inicial e nos próximos meses o elenco deve ser anunciado, assim como quem ficará no cargo da direção.

Crítica | Não Provoque: Série da Netflix faz brilhante combinação entre thriller e líderes de torcida

Naturalmente bem feminino, o universo das líderes de torcida possui uma extensão um tanto limitada, em se tratando de alcance e nicho. Desde Teenagers: As Apimentadas, essa atmosfera tem feito parte do imaginário juvenil e caiu no gosto de tantas adolescentes ao redor do mundo e – principalmente do Brasil. Mas Não Provoque não é aquela série blasé piegas sobre adolescentes de classe média que escondem comportamentos agressivos em uniformes impecáveis. Trazendo o cenário de cheerleading como seu background, a produção adquirida pela Netflix é um retrato subversivo de um pequeno mundo, capaz de fazer um estrago colossal por onde passa.

Por trás dos treinos alucinantes, acrobacias invejáveis e performances de dança, Me Provoque se sobressai como uma série coming of age bem madura, tratando a temática da transformação hormonal e emocional na fase da adolescência com uma carga ácida que reflete muito bem a juventude contemporânea. Acrescentando o elemento de mistério por meio de um denso thriller que mescla relações amorosas doentias, complexos de inferioridade e traumas de infância, a produção original da emissora USA quer tratar temáticas mais desafiantes por uma ótica muito mais subjetiva, se inspirando com graciosidade e leveza nos aspectos mais fascinantes de séries como Euforia e Big Little Lies, à medida que constrói seus próprios arquétipos de subversão comportamental.

Aqui, gradativamente descobrimos que muito mais importante do que “quem fez o que e com quem”, o que torna a série tão cativante são sempre as genuínas motivações das protagonistas. Regadas de complexos e incoerências psicoemocionais, as personagens principais, vividas por Willa Fitzgerald, Herizen Guardiola e Marlo Kelly, são um banquete de comportamentos dúbios e de caráter duvidoso e oscilam entre a busca por aceitação, amor e carinho e o desejo salivante de ter o controle e domínio sobre tudo e todos. E nada disso tem diretamente a ver com o um squad de líderes de torcida.

Trazendo a atmosfera competitiva desse universo da torcidas femininas como o pilar da trama, a audiência aprende a entender que – de fato – esse pequeno contexto e tão vital para suas personagens – é apenas um reflexo simbólico de comportamentos quase inconscientes de jovens mulheres que carregam em si bagagens emocionais jamais tratadas. E como caixinhas de Pandora que se abrem inadvertidamente, seus comportamentos compulsivos começam a conduzir a narrativa, tornando a jornada de Não Provoque tão intrigante para a audiência, quanto o próprio título sugere.

E tecnicamente falando, a nova série da Netflix é um prazer visual a parte. Explorando as sombras com profundidade, a produção é regada por tomadas noturnas que ajudam a garantir o ar sombrio do thriller, intercalando com cenas feitas durante o dia, que servem como pequenos contrastes na estética da produção. Trazendo uma trilha sonora que mescla o hip hop e rap contemporâneos com canções com uma abordagem mais cult, a série ainda traz o sintetizador do estilo synth pop em músicas que ajudam a dar um ar lúgubre ao longo de todos os episódios. Contando com atuações de impacto, com Marlo Kelly sendo o grande destaque, Não Provoque é uma surpresa que chega sem muito alarde na Netflix, mas que tem tudo para conquistar as audiências mais diversas com um drama maduro e cativante. Transformando o gênero em que se propõe com originalidade, a adaptação do livro homônimo de Megan Abbott faz do seu background “teen” apenas um filtro que resguarda temáticas profundamente adultas e palpáveis.

‘The First Lady’: O-T Fagbenle, de ‘Viúva Negra’, será o Barack Obama na nova série

A nova série da emissora Showtime, intitulada ‘The First Lady‘, encontrou o seu intérprete do ex-presidente Barack Obama.

Segundo a revista EW, o astro O-T Fagbenle foi confirmado como o personagem na vindoura produção de caráter antológico. Ele é mais conhecido por estrelar a aclamada série ‘The Handmaid’s Tale‘ e futuramente poderá ser visto no papel de Rick Mason, no filme ‘Viúva Negra‘.

Ele contracenará ao lado de Viola Davis – que dará vida à Michelle Obama. O elenco central da produção ainda conta com as atrizes Gillian Anderson e Michelle Pfeiffer, que interpretarão Eleanor Roosevelt e Betty Ford, respectivamente.

A primeira temporada será focada na vida política e pessoal do casais Obama, Ford e Roosevelt, traçando “suas jornadas para Washington, por meio de uma esclarecedora intimidade”, conforme pontual a descrição oficial.

Jayme Lawson (‘The Batman’) e Kristine Froseth (‘The Society’) também já haviam sido confirmadas previamente. A dupla dará vida às versões mais jovens de Michelle Obama e Betty Ford, respectivamente.

O projeto irá explorar os bastidores da vida pessoal e da vida política das primeiras-damas dos Estados Unidos: Eleanor Roosevelt, Ford e Obama. O show será centrado na Asa Leste da Casa Branca, onde diversas decisões históricas foram tomadas.

Liongate Television irá produzir a série ao lado da Showtime, que já encomendou três episódios de uma hora cada.

Aaron Cooley ficará responsável pelo roteiro. Davis e seu parceiro, Julius Tennon, serão produtores executivos.

Crítica | Speak no Evil: Terror dinamarquês é uma visceral e satírica crítica à misantropia

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2022

O subgênero de terror slasher naturalmente nos convida para a subversão humana, sempre a partir de momentos sangrentos e dilacerados. Mas Speak no Evil transgride o seu próprio formato em diversos momentos, proporcionando o epicentro da originalidade para os amantes de sustos. De origem dinamarquesa, o longa – que mistura thriller, sátira e mistério – não é nada do que você espera, mas é exatamente aquilo que tanto buscamos em um bom horror: ser surpreendidos muito além dos famosos jumpscares.

Christian Tafdrup convida a audiência para uma jornada inicialmente inofensiva e emocionalmente fatigante e angustiante. Nos promete um início clássico, onde a serenidade e a leveza entre os personagens assenta na mente da audiência que – obviamente – tenta permanecer vigilante, por saber que se trata de um filme de terror. Mas a calmaria logo dá espaço para uma sessão de tortura psicológica que desafiará os sentidos de todos, audiência e personagens.

Aqui, duas famílias de origens distintas se conhecem durante as férias e rapidamente desenvolvem uma dinâmica enérgica e leve. O que poderia ser apenas uma amizade aleatória de férias evolui para um convite de fim de semana na casa de campo de um dos casais. E é sob um cenário europeu, bucólico e gélido que uma espiral alucinante se desenvolve diante dos olhos do público. Entre comportamentos peculiares, choques culturais e uma constante tensão entre pais e filhos, Speak no Evil cresce pelas beiradas, sempre ao som de uma trilha sonora conflitante e antagônica.

Constantemente nos “enganando” com sua trilha intensa e horripilante, o diretor Tafdrup transforma até os momentos mais serenos e leves em instantes de pura tensão em angústia. Mesmo nas cenas mais solares sua atmosfera musical nos leva em direção a uma jornada sensorial apavorante, onde ficamos sempre em estado de alerta – à espera do pior.

Essa trilha que parece estar deslocada, mas na verdade é um artifício proposital, faz emergir na audiência um pavor psicológico. E ainda que muito do terror dos dois primeiros atos permaneça nas entrelinhas, na linguagem corporal dos personagens e na inquietação que cria um “climão”, aqui corpo e mente são arrebatados pelo medo. O diretor e elenco trabalham em sincronia em cada tomada, com a garantia de invadir nossa percepção humana e proporcionar um frio na espinha.

Sempre à espera de que algo terrível aconteça, ficamos relutantes a cada movimento dos nossos protagonistas, como quem não apenas espera o pior, mas como quem sabe que eventualmente será genuinamente recompensado com um terceiro ato que desafia nossa compreensão de perversidade. Aqui, Christian Tafdrup faz uma sátira assustadora à misantropia e expõe este ódio pela humanidade de forma brutal e crua, escalando sua trama de maneira inesperada e sangrenta.

Nos empurrando ladeira abaixo em um redemoinho de pavor, tensão e medo constantes, o cineasta nos surpreende e uma vez mais subverte o subgênero slasher com um horror grotesco que se priva do direito de explicar sua subversão. Um banquete para os fãs do formato, Speak no Evil dilacera nossos sentidos e nos deixa exaustos. Impecável e autêntico, o filme é um perfeito conto macabro sobre o quão pavorosa a humanidade pode ser pelo puro prazer do sofrimento.

Crítica | Os Espetaculares – Comédia nacional olha para o stand-up e solta farpas ao drama

Saber se uma produção cômica foi exitosa é fácil, basta notar o quanto você riu durante a apresentação. Lançado direto via streaming por conta da pandemia da Covid-19, Os Espetaculares, de André Pellenz (Minha Mãe é Uma Peça), faz graça com a carreira de comediante de palco sob a perspectiva do experiente Ed Lima (Paulo Mathias Jr.), o frustrado Ítalo (Rafael Portugal) e a iniciante Sara (Luísa Perissé). Logo, há tiradas humoradas por todos os lados, porém isso não significa gargalhadas o tempo inteiro. 

Verdade seja dita, o elenco é ótimo, exceto algumas caracterizações forçadas, mas o tom das piadas é do início do Zorra Total, da TV Globo. Para não polemizar a história, as chacotas ficaram longe das crises sociais e políticas brasileiras. Os bordões mais atuais são sobre namoro por aplicativo e a exagerada conectividade do jovem à internet, de resto fica a sensação de “já ouvi isso em algum outro lugar”. 

Para dar um ar mais carismático, porém, incômodo, Os Espetaculares é todo narrado em off pelo filho de 12 anos (DJ Amorim) do comediante Ed Lima. O ator mirim é talentoso, no entanto, a narrativa exacerbada é desgastante até mesmo para os curtos 87 minutos de filme. Além disso, os dizeres do menino não se encaixam exatamente aos acontecimentos em tela. Ele descreve viver uma crise existencial, menciona Freud, Lacan e Jung, mas o seu cotidiano é de uma criança privilegiada comum, mesmo com a separação dos pais e as dúvidas sobre a profissão paterna.

Encarregado de gravar um vídeo com as apresentações de Ed Lima e os seus colegas para participarem de um concurso, o pré-adolescente começa a acompanhar de perto o ofício do pai e a desenvolver uma admiração pelo progenitor e pela carreira artística. Com este artifício, André Pellenz nos propõe enxergar a jornada dos comediantes por um prisma mais cândido e afetivo. 

Para dar início a este cenário, é criado o conflito entre Ed Lima e a ex-esposa por conta das pensões atrasadas do filho. Isto é, se não pagar, a prisão lhe aguarda. Para fugir desta situação, o comediante precisa ganhar o prêmio de um concurso de trios cômicos, algo desafiador para um homem ególatra com ele. Sem mais esperanças, Ed vai atrás de parceiros e surgem os seus pitorescos suportes cênicos, Ítalo, Sara e o atendente da padaria (Victor Meyniel).

Diz a lenda que se Rafael Portugal coloca um balde na cabeça, as pessoas já riem. Revelado pelo canal Parafernalha e galgado ao topo dos humoristas pelo Porta dos Fundos, o comediante continua engraçado, mas é ofuscado pelos personagens de Paulo Mathias Jr. e Luísa Perissé. Afinal, Ítalo é um ator frustrado que foi para comédia rir de si mesmo, pois nunca encontrou espaço na dramaturgia. Durante o percurso fílmico, no entanto, ele se dá conta que provocar risos aos outros é mais saboroso do que levá-los a reflexões e lágrimas. 

Com roteiro de Sylvio Gonçalves (Ricos de Amor), Os Espetaculares alfineta essa falsa dualidade entre a comédia e o drama. Contudo, não questiona os limites da piada, apenas mostra, por exemplo, um comediante a sofrer as consequências de uma jocosa provocação centrada no ego masculino e no apelo sexual. Embora o filme apresente o conceito de piada nerd, por meio da personagem Sara, o gênero fica apenas na teoria já que ela constantemente apela para falar do membro masculino em suas apresentações.

Já se perguntou, por curiosidade, por quê Porta dos Fundos fez mais sucesso do que Parafernalha? Uma das respostas possíveis é a relevância dos temas abordados para o público. Esta é exatamente a falha na comicidade de Os Espetaculares. O protagonista chove no molhado, apresenta-se com um repertório vencido e sem assinatura. Seria fácil aceitar que os personagens não fazem sucesso porque são equivocados como comediantes, mas não é essa a sugestão da obra. 

 

É louvável a perspectiva da jornada de autoconhecimento dos três artistas cômicos, cada um ao seu tempo e modo, no entanto, Os Espetaculares exagera cenas de palco, as quais não apresentam uma verdadeira virada de trajetória dos personagens. Assim, o filme se distancia do principal, isto é, mostrar que subir ao palco, pegar o microfone e começar a falar é questão de coragem, prática e criatividade. O elenco domina todos esses quesitos, mas o desfecho pouco plausível torna a mensagem capenga.

‘Thor: Ragnarok’ ganha bônus mostrando os erros de gravação; Assista!

Com a proximidade do lançamento do DVD e Blu-ray de Thor: Ragnarok para 7 de março, um novo bônus foi liberado mostrando os erros de gravação do filme, assista junto com um vídeo sobre a vilã Hela:

Thor: Ragnarok já passou pelos cinemas há um bom tempo, mas o diretor Taika Waititi nos deu novos motivos para relembrar a divertida adaptação dos quadrinhos.

Em um rápido vídeo feito para o io9, o cineasta falou de maneira cômica sobre a produção, explicando também porque decidiu assumir o projeto nos cinemas.

Assista:


Thor: Ragnarok‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias e ultrapassou a marca dos US$ 833 milhões nas mundialmente. Com o valor, o filme da Marvel conseguiu ultrapassar ‘Mulher-Maravilha‘ – que fez US$ 821 milhões mundialmente.

O Brasil se destacou e tem a terceira melhor bilheteria internacional de ‘Thor: Ragnarok‘. Com R$ 99 milhões acumulados, o longa é a 7ª maior bilheteria de 2017 por aqui, desbancando ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 2‘, ‘A Cabana‘ e ‘Moana‘.

Detalhes sobre a Manopla do Infinito “falsa” de ‘Thor: Ragnarok’ [SPOILERS] 

‘Buffy, a Caça-Vampiros’: Reboot da série está em desenvolvimento

Com a onda de reboots de séries clássicas (‘Três é Demais‘, ‘Arquivo X‘), ‘Buffy, a Caça-Vampiros é um dos projetos que tem chamado atenção dos fãs.

De acordo com novas informações da Variety, uma nova série de TV está em desenvolvimento na 20th Century Fox Television. O site confirmou inclusive que Joss Whedoncriador da série original, está envolvido como produtor executivo.

O reboot pode estrear em algum serviço de streaming, ainda sem data definida, e contará com uma atriz negra no papel principal.

Em 10 de março de 2018, a aclamada série ‘Buffy, a Caça Vampiros‘ comemorou 21 anos e para celebrar o marco histórico, a atriz Sarah Michelle Gellar divulgou fotos raras direto do set de produção.

Confira:

Buffy foi criada em 1992 no filme ‘Buffy – A Caça-Vampiros’, vivida pela atriz Kristy Swanson. Embora tenha uma péssima reputação, o longa foi a base para a cultuada série, que estreou em 1997 e teve 7 temporadas até 2003.

A história ganhou continuidade em duas séries em quadrinhos. A 8ª temporada foi publicada entre 2007 e 2011, e a 9ª teve início em 2011 e ainda tem dois volumes inéditos.

Mulher-Hulk | Penúltimo episódio é o melhor da série até o momento

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos oito episódios de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

O penúltimo episódio de Mulher-Hulk chegou para agradar até quem não estava curtindo tanto a série. Não só pela presença tão aguardada do Demolidor, mas porque ele realmente parece um quadrinho vivo. Na verdade, ele funciona como uma síntese da série até aqui, trazendo os melhores elementos dos episódios anteriores e juntando todos eles em um capítulo só. Desde o começo, Jennifer Walters (Tatiana Maslany) faz questão de frisar que o show é dela, dando uma leve indireta para os malas que passaram as últimas semanas chorando na internet que o Demolidor não aparecia. Parece bobo precisarem frisar que uma série chamada Mulher-Hulk é sobre a Mulher-Hulk, mas nos dias que vivemos… É sempre bom reforçar.

Mas, ainda assim, não é errado dizer que é o Homem-Sapo o grande “motorzinho” desse episódio. Criado nos anos 60, o Homem-Sapo vem como um vilão do Demolidor, mas que eventualmente acaba integrando o time dos heróis junto a ele. Na série, ele é filho de um dos principais clientes do escritório de advocacia em que Jen trabalha, e sonha em ser um super-herói. E nada mais perigoso do que um ricaço sem noção e conceito de realidade. Então, ele corre atrás do estilista esnobe da Jen para fazer uma roupa funcional de herói para ele baseado num sapo. O problema é que ele não lê as instruções, usa o traje de forma errada e acaba se machucando durante uma abordagem. Assim, ele apela à Jen para defendê-lo nos tribunais em um processo contra o fabricante.

Isso cria um conflito de interesses, já que Jen conhecia e dependia dos serviços do acusado. Nos tribunais, o caso é resolvido em minutos, já que o Homem-Sapo é um sem noção e se entrega. Posteriormente, ele decide sequestrar o estilista, levando-o para a Vitória Régia, sua “Bat-Caverna”. E lá é um pântano de referências. A começar pelo QR Code do episódio, que está localizado no poste em frente ao “esconderijo”. Lá dentro, vemos várias referências ao “universo dos sapos”, como o videogame Frogger, seus “girinos” e até mesmo o “Sapo-Sinal”, que projeta a cara dele nas nuvens. Ele ainda pede ao estilista um traje que esteja conectado a um mordomo britânico. Ok, tudo bem que o Jarvis (Paul Bettany) era um mordomo virtual com sotaque britânico, mas com tantas referências ao Batman, podemos assumir que a série só decidiu tirar sarro do principal nome da DC mesmo. Em sua última aparição no capítulo, o Homem-Sapo pula uma janela e cai no chão todo troncho, quebrando as pernas. O curioso é que, apesar de tão tosco, isso acontece nos quadrinhos, onde ele contrata os serviços da Nelson & Murdock para defendê-lo num processo contra… O fabricante do seu traje. Ou seja, todo o arco dele nesse episódio é bastante fiel.

O que o Homem-Sapo não esperava é que o principal cliente do estilista com o qual ele decidiu comprar briga era ninguém menos que o Demônio de Hell’s Kitchen. Fazendo sua ‘super-estreia’ oficial, já que ele havia aparecido como Matt Murdock em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), o Demolidor acaba com o rival nos tribunais, mas, assim que vence o caso, ele põe o traje novo e vai atrás do sem-noção pelos telhados de Los Angeles.

É muito bom ver Charlie Cox voltar a esse papel, porque ele segue muito bem, e agora ele consegue explorar fases do Demolidor além de Frank Miller. Alguns supostos fãs choraram na internet que deixaram o Demolidor menos sombrio. Mas basta ler uma HQ do personagem que não tenha sido escrito por Frank Miller para saber que a série fez uma adaptação fantástica da personalidade mulherenga, ambígua e até amável de Matthew Murdock. E ainda trouxe uma movimentação mais “cartunesca” para ele, fazendo valer o título de “Maior Acrobata do Mundo”. E tem mais: o cara chega, vence o caso, conquista o coração da protagonista, mostra que o que os olhos não veem, talvez o coração sinta, tem uma noite em que tudo dá certo… E tem gente que quer que ele vá embora triste? Sem condições.

E dentre as referências que o Demolidor traz com ele, como a trilha sonora da série da Netflix quando ele se revela para Jen e a sequência de luta no corredor do capanga, a mais importante delas acontece ainda no tribunal, onde ele cita, na defesa de seu cliente, que o Tratado de Sokovia foi revogado. Para quem não lembra, esse tratado foi o motivo principal da discórdia em Capitão América: Guerra Civil (2016). Diante das consequências das ações dos heróis, o governo instaurou uma lei que obrigava os heróis a trabalharem para os governos do mundo, revelando identidade secreta e funcionando como “super-policiais”.

Isso divide os principais vingadores e manda alguns deles para a prisão. Claro que todos escaparam e foram importantes na batalha contra Thanos (Josh Brolin). Porém, o interessante dessa revogação é mostrar que o Capitão América (Chris Evans) estava certo, e dá pra imaginar as consequências que essa revogação pode trazer para esse universo. Óbvio que a Marvel não vai explorar isso, mas dava pra trazer um arco de um dos presos, como o Homem-Formiga (Paul Rudd), por exemplo, que foi preso injustamente, sendo tratado como mártir e tudo mais. Enfim, o importante é que o tratado acabou e agora as “Identidades Secretas” estão legitimadas novamente no MCU.

Ainda focando nos easter eggs, depois de passar uma noite “mais que satisfatória” com o Demolidor, Jen percebe que está no penúltimo episódio de sua própria série e se questiona o motivo do episódio ainda não ter terminado. Então, ela levanta a suspeita de que a premiação de melhor advogada do ano possa ser uma grande armadilha dos inimigos. Então, ela diz torcer para que não seja uma emboscada com um Hulk Vermelho esperando para bater nela e que espera não terminar a noite morta em uma geladeira. O Hulk Vermelho realmente existe nos quadrinhos e é o General Ross, que institui o Tratado de Sokovia no MCU. O único problema é que ele era interpretado por William Hurt, que faleceu neste ano. Então, caso ele venha a aparecer novamente, é bem provável que seja como Hulk mesmo ou que reescalem o ator. Já a frase da geladeira é ainda mais interessante. “Mulher na Geladeira” é um conceito usado nos quadrinhos para apontar o machismo das histórias. Ele acontece para designar aquela personagem mulher, geralmente o interesse amoroso do herói, cuja função na trama é exclusivamente morrer para motivar o protagonista. Ao dizer que espera não terminar a noite morta em uma geladeira, Jen joga uma enorme indireta para o mercado de HQs.

Ah, claro, Nikki, sua melhor amiga, aparece e faz mais uma menção aos X-Men. Ela pega os pincéis de maquiagem e coloca entre os dedos, imitando o clássico gesto do Wolverine, que fará sua estreia no MCU, novamente vivido por Hugh Jackman, em Deadpool 3.

Por fim, vou encerrar esse texto falando da grande atração do episódio: Jennifer Walters. Apesar de toda a pompa e participações icônicas, o episódio mexe diretamente com quem sua protagonista é. Após passar pelo trauma do “ghosting” do rapaz com quem ela havia se aberto, Jen leva a sério os conceitos que aprendeu na “abominável terapia” e começa a se valorizar mais.

Ela sente uma atração por Matthew Murdock, não só física, mas intelectual. E consegue criar coragem para se abrir com ele sobre questões pessoais, ainda mais depois de descobrir que ele também é um super-herói. Eles lutam, flertam e dormem juntos, mostrando que ela estava disposta a superar o trauma dos últimos episódios. Porém, ao final do capítulo, quando ela está na premiação, a tal Inteligência decide humilhá-la, tentando fazê-la passar por “vadia” apenas por se relacionar com homens. Nesse ponto, o próprio episódio traz um contraste na forma como os personagens são tratados por fazerem sexo. Após a noite com Jen, Matt sai andando assobiando pela rua, e ninguém o olha torto por isso. Já a Jen, após dormir com um homem, é exposta e xingada em público num momento que deveria ser de muita felicidade para ela. É o machismo da sociedade escancarado na série e de forma nada sutil, ainda bem.

Outra manifestação do machismo nessa sequência final é que Jen se vê exposta, vítima de pelo menos dois crimes por alguém que ela acreditava ser bom para ela e perde o controle. Mas afinal, quem não surtaria ao ter uma sextape exposta na frente dos principais profissionais de seu ramo de trabalho e de sua própria família? Só que, por se tratar de uma mulher, ter esse – mais do que justificado – surto tem um peso maior. Entra o estereótipo da “mulher histérica descontrolada”, mesmo que a Jen tenha mais controle sobre sua condição de “Hulk” do que seu primo, Bruce. Seguramente, esse surto e as consequências devastadoras que ele tem na carreira de uma mulher vão pautar o último episódio dessa temporada.

O último episódio de Mulher-Hulk: Defensora de Heróis estreia na próxima quinta (13), somente no Disney+.

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Crítica | A Febre – Adaptação do índio no cenário urbano é tema de ótimo filme nacional

Muito em voga no debate político nacional, a questão indígena segue sendo alvo de muita discussão e pouca conversa. Nos noticiários brasileiros, temos pessoas públicas vociferando opiniões fáceis e pouquíssimas informações. Neste sentido, um filme como A Febre é fundamental. Estamos diante de uma obra complexa, que não busca vender verdades ou ensinar o que as pessoas devem pensar. O tema é político, mas a trama é humana. Não há qualquer engajamento exagerado ou discursos fáceis.

Passado em Manaus, o longa acompanha a rotina de Justino (Regis Myrupu), um índio que vive a mais de 20 anos na cidade, onde criou dois filhos, já adultos. Segurança no porto local, ele vê seu filho sair de casa para formar uma nova família e sua filha ser aprovada no curso de medicina da Universidade de Brasília. Adaptado à cena urbana, ele lida com o sentimento de isolamento, impulsionado pelas rupturas citadas e pela morte recente da esposa.

Justino está completamente adaptado à cena urbana, mas não deixa de sentir falta de sua aldeia, um cenário quase utópico, que segue permeando seus sonhos. Na cidade, ele dá indícios de nunca se sentir realmente confortável, e um deles é uma febre constante, com a qual ele lida bem, mas que está sempre lá.

A tal febre é uma metáfora clara de como o afastamento de suas raízes atinge o corpo e a alma daquele personagem. Ao mesmo tempo, a obra não busca dizer que a aldeia é o único caminho possível para ele. Talvez seja sua Pasárgada, seu sonho definitivo, mas não é a única possibilidade. Neste sentido, as figuras dos filhos surgem como importantes contrapontos, especialmente a garota Vanessa (Rosa Peixoto). Ela segue as tradições indígenas e as crenças do pai, mas também está em busca de seu sonho de se tornar uma médica e poder ajudar as pessoas.

Exibido na mostra competitiva do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e premiado no tradicional Festival de Locarno, ambos em 2019, o longa conta com ótima direção de Maya Da-Rin, também responsável pelo roteiro na companhia de Miguel Seabra Lopes e Pedro Cesarino. A Febre tem como mérito principal a abordagem humana. O fato de não investir em discursos ou discussões exageradamente engajadas acabam tornando o lado político do filme ainda mais forte. Neste sentido, é uma defesa do povo indígena, seja na vontade de permanecer em sua terra ou sua aldeia, seja no interesse de buscar a vida no universo urbano. 

A cineasta retrata a “doença” de seu protagonista de forma muito sensível. Não é algo que impede que siga em frente, mas que oferece uma sensação constante de desconforto. Para isso, conta com a ajuda fundamental do ator Regis Myrupu, numa atuação tocante e envolvente.

Deve-se valorizar ainda os belos trabalhos de fotografia de Bárbara Alvarez e montagem de Karen Akerman. O trabalho de som (Felippe Schultz Mussel, Breno Furtado e Romain Ozanne) e mixagem (Emmanuel Croset) ajudam a criar a atmosfera de uma Manaus inquieta, em que o urbano, o asfalto e a indústria se comunicam constantemente com a floresta. A Febre é uma obra sobre separação. Mas também sobre reencontro.

Filme visto durante o 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

‘Coringa’: Todd Phillips diz que é impossível superar os estúdios Marvel

Marvel é um dos maiores e mais rentáveis estúdios do cinema contemporâneo, tendo quatro filmes nas dez primeiras posições das produções mais lucrativas da história. E isso, sem sombra de dúvida, é um dos principais elementos que sustenta a rixa entre os fãs da companhia e de outra gigante das adaptações de quadrinhos: a DC.

É claro que ambas as empresas possuem acertos e falhas, mas o diretor Todd Phillips sempre esteve ciente de que queria se afastar das costumeiras narrativas de super-heróis para seu aclamado projeto, Coringa.

Em uma recente entrevista ao site We Got This Covered, Phillips comentou que é impossível superar a Marvel e que, devido a isos, tudo o que pode fazer é se esforçar para fazer algo novo.

Não podemos superar a Marvel – ela é uma gigante bombástica. Vamos fazer algo que eles não conseguem fazer.

Coringa‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro.

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Joaquin Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

 

BOMBA! ‘007 – Sem Tempo para Morrer’ é ADIADO para novembro de 2020

O site oficial de James Bond anunciou hoje que a estreia de 007 – Sem Tempo para Morrer’ foi adiada em mais de sete meses devido a uma “cuidadosa consideração e avaliação completa do mercado cinematográfico global”.

Confira o tweet:

A estreia acontecerá no dia 12 de novembro de 2020 nos cinemas britânicos, chegando aos Estados Unidos em 25 de novembro de 2020.

Vale lembrar que o lançamento inicial ocorreria em 09 de abril.

O filme terá 163 minutos (2 horas e 43 minutos), fazendo desta a iteração mais longa de toda a franquia.

O segundo lugar fica com 007 contra Spectre’, que tem 160 minutos (2 horas e 40 minutos).

Na trama, o agente secreto britânico está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica, depois de ter deixado o serviço ativo. No entanto, sua paz está com os dias contados, já que uma nova missão lhe é dada.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga (Beasts of No Nation e True Detective), ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘ traz também o retorno de Ralph Fiennes, Naomie Harris, Rory Kinnear, Léa Seydoux, Ben Whishaw e Jeffrey Wright ao elenco e ainda apresenta Ana de Armas, Dali Benssalah, David Dencik, Lashana Lynch, Billy Magnussen e Rami Malek.

Sam Rockwell está em negociações para estrelar cinebiografia do cantor Merle Haggard

Segundo o DeadlineSam Rockwell está em negociações para estrelar a cinebiografia do icônico cantor de country Merle Haggard, baseada no livro de memórias ‘Sing Me Back Home’ (também título de uma de suas músicas mais conhecidas).

O filme será produzido e distribuído pela Amazon, que recentemente adquiriu os direitos do projeto.

Robin Bissell (‘Alma de Herói’) entra como diretor e co-roteirista ao lado de Theresa Haggard, viúva de Merle. Os dois também entram como produtores.

A história será ambientada nos anos 1960 e será centrada nos casos românticos do cantor e compositor com sua parceira, Bonnie Owens, que depois se tornou sua esposa.

Antes de estourar no mundo da música, Haggard teve uma dura infância em Bakersfield, Califórnia. Seu pai morreu quando ele tinha apenas nove anos e, após isso, aprendeu a viver sozinho – saindo da escola, roubando carros e se envolvendo com vários crimes. Depois de escapar de diversas instalações juvenis, Haggard foi mandado para a prisão estadual de San Quentin, onde permaneceu até alcançar a idade adulta – e onde assistiu, pela primeira vez, a uma apresentação de Johnny Cash. A performance mudou sua vida por completo e, depois daquilo, decidiu ser um homem melhor.

Com nada menos que nove músicas alcançado o primeiro lugar das paradas, Haggard é considerado até hoje um dos “cantores e compositores de country mais influentes da história”.

Nenhuma outra informação foi divulgada.

‘Star Trek: Discovery’: Tripulação tenta salvar Giorgiou nas imagens do episódio 03×09; Confira!

CBS All Access divulgou as imagens oficiais de “Terra Firma Part I”, nono episódio da 3ª temporada de Star Trek: Discovery’.

No capítulo, que vai ao ar no dia 10 de dezembro“a tripulação do U.S.S. Discovery viaja para um misterioso planeta para encontrar uma cura para a condição deteriorante de Philippa Georgiou (Michelle Yeoh)”.

Confira:

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs, Emily Coutts e David Ajala estrelam.

‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ ganha novo teaser divertidíssimo; Confira!

‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ chega no próximo dia 30 de abril no catálogo da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um novo e breve teaser oficail do longa.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a animação abriu com 96% de aprovação entre a crítica internacional, com nota 8.30/10 baseada em 47 reviews (até o momento).

Confira os principais comentários abaixo:

“[O filme] é uma viagem que você vai querer fazer de novo e de novo” – It’s the Pictures.

“Absolutamente hilário, bem como emocionante” – Mama’s Geeky.

“Criativo, hilário e cativante – e um dos melhores do ano” – Digital Spy.

[Olivia] Colman rouba a cena cada vez que sua personagem (equivalente a um smartphone) fala qualquer coisa” – FlickDirect.

“Enquanto o filme fala sobre os perigos da tecnologia, também mostra o poder dela em conectar as pessoas” – Slant Magazine.

Originalmente intitulado ‘Super Conectados‘, o filme produzido por Phil Lord e Chris Miller (‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘) teve seu título alterado pela Netflix após adquirir os direitos de exibição da Sony Animation.

“Estamos maravilhados com o entusiasmo que a Netflix expressou por este filme com esta aquisição e gratos a todos na Sony por fazer um ótimo filme conosco e encontrar uma ótima maneira de trazê-lo para o público.”, afirmaram Lord e Miller.  

Michael Rianda (Gravity Falls) comanda a produção a partir do roteiro escrito por Jeff Rowe.

A comédia de ficção científica gira em torno de uma família qualquer que, assim como toda família no mundo, se tornou dependente de seus celulares. Mas isso se torna um problema quando todos os aparelhos eletrônicos ganham consciência e se voltam contra a humanidade.

Abbi JacobsonDanny McBrideMaya RudolphEric AndreOlivia Colman estrelam.

MERECIDÍSSIMO! Michaela Coel conquista o Emmy de Melhor Roteiro em Minissérie por ‘I May Destroy You’

Depois de ter feito a limpa no BAFTAMichaela Coel foi uma das grandes vencedoras do Emmy Awards 2021 e levou para casa o prêmio de Melhor Roteiro em Minissérie por seu incrível trabalho em I May Destroy You.

A produção também concorre na categoria de Melhor Série Limitada.

Uma escritora, Arabella, e seu grupo de amigos tenta lidar com o trabalho, a rotina e os relacionamentos cada vez mais descartáveis na era de encontros marcados online.

Além de Coel, o elenco conta com Weruche Opia, Paapa Essiedu, Aml Ameen, Adam James, Sarah Niles, Ann Akin, Harriet Webb, Ellie James, Franc Ashman, Karan Gill, Natalie Walter e Samson Ajewole.

Oscar 2022 | As maiores SURPRESAS e ESNOBAÇÕES da premiação mais aguardada do ano

Depois de sofrer diversos adiamentos em virtude da contínua pandemia de COVID-19, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas finalmente anunciou os indicados à maior premiação do ano: o Oscar 2022.

E é claro que a lista viria recheada de belas surpresas e esnobações incompreensíveis.

É necessário comentar que diversas das categorias contemplaram filmes que já vinham fazendo grande sucesso no circuito de premiações, como Ataque dos Cães, que faturou 12 nomeações (incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Jane Campion, Melhor Ator para Benedict Cumberbatch, Melhor Ator Coadjuvante para Jesse Plemons e Kodi Smit-McPhee e Melhor Atriz Coadjuvante para Kirsten Dunst, tendo grandes chances de conquistar boa parte das estatuetas), ou ‘Amor, Sublime Amor’, que conquistou 7 indicações (também incluindo Melhor Filme, Melhor Direção para Steven Spielberg e Melhor Atriz Coadjuvante para Ariana DeBose). Entretanto, outros relembrados chocaram bastante o público e a crítica especializada.

Lady Gaga, que foi aclamada por sua interpretação como Patrizia Reggiani na cinebiografia criminal Casa Gucci, ficou de fora da categoria de Melhor Atriz, ainda que tenha conquistado nomeações ao Globo de Ouro, ao BAFTA, ao Critics’ Choice Awards e ao SAG Awards (além de ter levado alguns prêmios da temporada) – levando os fãs da performer à loucura e a um óbvio estado de choque. De maneira similar, Kristen Stewart, ovacionada por sua rendição como a Princesa Diana na fabulesca biografia Spencer, havia perdido fôlego nos termômetros para o Oscar e chegou a comentar que não se importava com a premiação – mas isso não a impediu de, merecidamente, estar na categoria de Melhor Atriz e fomentando as chances de levar a condecoração para casa. Alana Haim, que fez seu début no incrível Licorice Pizza e foi selecionada para o BAFTA, foi desprezada pela Academia ao lado de Tessa Thompson (‘Passing’) e Renata Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’).

O elenco de ‘Amor, Sublime Amor’ passou despercebido pelos anunciados, com exceção de Ariana DeBose, que conquistou o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante. Rachel Zegler, fazendo uma estreia memorável como Maria na refilmagem comandada por Spielberg, falhou em ser votada pelos membros da Academia à Melhor Atriz, enquanto Mike Faist, celebrado no BAFTA em Melhor Ator Coadjuvante, sofreu de um mal idêntico. Entretanto, na mesma categoria, Plemons finalmente conquistou sua indicação pela performance irretocável em Ataque dos Cães, e Jessie Buckley atingiu um feito parecido em Melhor Atriz Coadjuvante pelo potente drama ‘A Filha Perdida’, em que dividiu os holofotes com Olivia Colman e Dakota Johnson. A maior surpresa das categorias coadjuvantes, sem sombra de dúvida, foi Aunjanue Ellie, que viveu Brandi Williams em ‘King Richard: Criando Campeãs’.

Já era de se esperar que Kidman e Javier Bardem, dupla que estrelou a desequilibrada biografia ‘Being the Ricardos’, fossem indicações a Melhor Atriz e Melhor Ator – mas a presença de J.K. Simmons em Melhor Ator Coadjuvante foi uma bem-vinda surpresa, considerando sua interpretação envolvente como o produtor William Frawley na obra.

Em relação ao restante das categorias, talvez a mais problemática tenha sido Melhor Filme. É certo dizer que boa parte dos indicados merecia o lugar reservado na categoria, títulos como Duna e Não Olhe para Cima foram nomeados por uma provável afeição dos membros da Academia a nomes como Denis Villeneuve e Adam McKay. Felizmente, Ryusuke Hamaguchi foi celebrado pelo Oscar ao conquistar uma indicação e Melhor Direção, dividindo a categoria com Paul Thomas Anderson (‘Licorice Pizza’) e Kenneth Branagh (‘Belfast’), por exemplo, e outras a Melhor Filme e Melhor Filme Internacional pelo aplaudido Drive My Car, que deve levar esta última estatueta.

Surpresas aconteceram em Melhor Música Original, em que as nomeações a Beyoncé por “Be Alive”, Sebastián Yatra por “Dos Oruguitas” e Billie Eilish por “No Time To Die” não eram novidade para ninguém; porém, Ariana Grande e Kid Cudi, dupla favorita para entrar para a premiação, foram deixados de lado pela incrível “Just Look Up”, que havia entrado para os indicados ao Globo de Ouro e deve aparecer na próxima edição do Grammy Awards. “Somehow You Do”, de Reba McIntire, foi a quinta relembrada na categoria.

Depois de ser esnobado pelo BAFTA, Denzel Washington retornou com força para o Oscar ao faturar uma nomeação a Melhor Ator pela fantasmagórica releitura de ‘A Tragédia de Macbeth’ (longa dirigido por Joel Coen que foi esquecido das principais categorias, mas conquistou mais duas indicações por Melhor Fotografia e Melhor Design de Produção) – ainda que as chances de que ele vença sejam pequenas. Todavia, Frances McDormand, que encarnou Lady Macbeth na produção, foi ignorada pela Academia (o que não é nenhum problema, considerando que a atriz é dona de três prêmios, o mais recente sendo por ‘Nomadland’). Em Melhor Filme Internacional, o aclamado drama ‘Um Herói’, de Asghar Farhadi, também foi varrido para debaixo do tapete, enquanto a controversa fantasia arturiana ‘A Lenda do Cavaleiro Verde’ nem sequer foi apontado nas categorias técnicas.

E para você? Quais foram as maiores surpresas ou esnobações do Oscar 2022?

Lembrando que os vencedores serão anunciados no dia 27 de março. Confira a lista completa de indicados clicando aqui!

Crítica com Spoilers | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ retorna com dois episódios DILACERANTES

Cuidado: spoilers à frente.

Algumas semanas depois da Netflix ter entregado os primeiros episódios da 4ª temporada de Stranger Things, finalmente estamos retornando para os dois últimos capítulos do novo ciclo – e, como era de se esperar, os Irmãos Duffer conseguiram cumprir com as expectativas que os fãs criaram para o season finale, apesar de tropeçarem aqui e ali.

Para aqueles que não se recordam, o primeiro volume terminou com a revelação de quem o grande vilão do ciclo, Vecna, era: apesar de controlar as criaturas do Mundo Invertido, Vecna não é ninguém menos que a versão totalmente maligna do Número Um (Jamie Campbell Bower), cuja história também se relaciona com Victor Kreel e com os múltiplos assassinatos que vinham acontecendo em Hawkins. Agora que certas revelações foram feitas, a oitava e a nona iterações nos apresentam à aguardada batalha final e a como a temporada final irá concluir essa assombrosa e arrepiante aventura. De fato, certos aspectos continuam se valendo demais de fórmulas recicladas dos ciclos anteriores – mas isso não significa que não nos divertiríamos e nos emocionaríamos com o desenrolar da trama.

Continuando de onde paramos, os nossos heróis conseguem sair do Mundo Invertido apenas para retornarem a esse perigoso universo com o objetivo de destruir Vecna e impedi-lo de concretizar o plano de dominar o planeta remodelá-lo a seu bel-prazer. Logo, Max (Sadie Sink) se oferece como isca para atrair a atenção do antagonista e permitir que seus amigos consigam concluir a missão. Enquanto isso, Eleven (Millie Bobby Brown) é resgatada por Mike (Finn Wolfhard), Will (Noah Schnapp), Jonathan (Charlie Heaton) e Argyle (Eduardo Franco), depois de passar por poucas e boas nas mãos do Dr. Brenner (Matthew Modine) e desvencilhar de membros da inteligência americana que querem destruí-la por acharem que ela tem alguma coisa a ver com os homicídios de Hawkins; e, por fim, Joyce (Winona Ryder), Hopper (David Harbour) e Murray (Brett Gelman) se reúnem para escapar da prisão da União Soviética que mantinha os demogórgons presos e retornar para os Estados Unidos.

Os Irmãos Duffer, as mentes criativas por trás de um dos maiores sucessos da televisão contemporânea, foram bastante ousados em aumentar o tempo de duração para quase longas-metragens – o que significaria mais tempo para desenvolver a narrativa e, ao mesmo tempo, um problema para não se renderem à monotonia rítmica. De fato, apostar fichas em episódios longos permite que cada personagem tenha o seu momento de glória (algo bastante importante, considerando que Vecna é o primeiro vilão a fugir dos trâmites unidimensionais das criaturas e realmente ter uma backstory a ser explorada). Entretanto, com a chegada do novo volume, sentimos o peso desequilibrado entre drama e ação, que só consegue ser ofuscado pela química e pelas atuações magníficas de um elenco estelar.

Há várias referências a temporadas anteriores e, mesmo com o número considerável de personagens habitando cada cena, todos convergem para um ponto em comum. Bower continua a fazer um trabalho esplêndido como Vecna, mergulhado em uma personalidade que é má por natureza e que não se importa em buscar a bondade – servindo como contraponto a Eleven, que se fecha e se martiriza toda vez que comete um erro; Sink, que já se tornara destaque desde do segundo ano, é infundida em um arco de amadurecimento surpreendente e que a transforma na verdadeira protagonista (não é à toa que ela esteja aliada à clássica canção “Running Up That Hill”, de Kate Bush, nos momentos de maior desespero). Sink fornece todas as camadas necessárias para compreendermos a situação pela qual Max passa, e é receptáculo de uma temática importante que renega os maniqueísmos narrativos e mostra que todos nós temos um lado ruim e um lado bom.

Joseph Quinn também entrega uma belíssima rendição como Eddie Munson: se nos episódios anteriores ele fora pincelado com uma personalidade quase imutável, confinado ao “bizarro” da cidade que era principal suspeito das mortes, ele vai de encontro ao que acreditava para ganhar tempo e ser uma das principais chaves para salvar Hawkins e seus amigos. Resolver finalizá-lo com uma brutal despedida era de se esperar, mas reitera a predileção dos criadores da série em descartar personagens que, de certa maneira, parecem não fazer parte do cânone de Stranger Things quanto os outros. É claro que Max experimenta o gostinho da morte nas cenas finais, mas volta em um coma profundo e tem grandes possibilidades de aparecer na próxima temporada.

A estética da 4ª temporada se atrela às iterações predecessoras, com exceção de uma atmosfera muito mais sombria e que se inclina para múltiplas referências cinematográficas, desde os alívios cômicos e autoconscientes com ‘Halloween’ até a estrutura cenográfica de ‘A Hora do Pesadelo’ (que se estende, inclusive, para a caracterização de Vecna). Porém, enquanto o impecável visual contribui para nos engatar na nova história, o roteiro é o que mais sofre problemas por oscilar entre um arrasto narrativo e um frenesi conclusivo.

Os dois últimos episódios são aprazíveis em sua completude e já nos dão o tom do quinto ano. Apesar dos claros problemas e de destinar as melhores sequências para o material promocional – inclusive para um trailer que praticamente entrega boa parte dos aspectos e do desenrolar da história -, é sempre interessante revisitar Hawkins e acompanhar as arrepiantes aventuras de personagens tão amados pelo público e que, com certeza, irão deixar saudades muito em breve.

‘When You Finish Saving the World’: Comédia dramática com Julianne Moore e Finn Wolfhard ganha trailer

A24 divulgou o trailer oficial de When You Finish Saving the World, comédia dramática que marca a estreia diretorial de Jesse Eisenberg.

Confira:

O longa estreia no dia 20 de janeiro de 2023 nos EUA, ainda sem data de estreia confirmada no Brasil.

Julianne MooreFinn Wolfhard estrelam. Eisenberg também faz parte de elenco, além de roteirizar e produzir. Emma Stone entra como co-produtora.

De seu estúdio em casa, o estudante do ensino médio Ziggy apresenta músicas originais de folk-rock para uma base de fãs on-line. Sua mãe Evelyn, formal e tensa, administra um abrigo para sobreviventes de abuso doméstico. Enquanto Ziggy está ocupado tentando impressionar sua colega de classe Lila, socialmente engajada, tornando sua música menos chiclete e mais política, Evelyn conhece Angie e seu filho adolescente, Kyle, quando eles procuram refúgio em suas instalações. Ela observa um vínculo entre os dois que ela está perdendo com seu próprio filho. O longa conta uma história de mãe e filho que não entendem os valores um do outro e com humor, reflete um momento de fama na internet e ativismo juvenil, mas também contando a história atemporal de pais e filhos lutando para se conectar através do abismo geracional que os separa.

James Gunn revela que astros de ‘Guardiões da Galáxia’ irão aparecer em ‘Superman: O Legado’

A pré-produção de Superman: O Legado’ já começou nos estúdios DC, com James Gunn supervisionando o projeto e assinando o roteiro.

No último sábado (06), Gunn foi questionado se algum membro da franquia ‘Guardiões da Galáxia’, que comandou para a Marvel Studios, irá aparecer no longa-metragem.

Sua resposta foi bem categórica e direta: “sim”.

É claro que, considerando que a produção está em estágios iniciais, ainda não sabemos quem da trilogia do MCU irá migrar para a DC.

E você? Tem algum palpite?

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, David Zaslav, o CEO da Warner Bros. Discovery, revelou estar muito positivo em relação ao futuro da DC nos cinemas.

O executivo revelou que o roteiro de ‘Superman: O Legado‘ já está pronto – afirmando que Gunn está determinado a mostrar a força desses personagens nas telonas.

“Nós temos o James Gunn e o Peter Safran trabalhando duro na DC, o que fará a empresa crescer ainda mais. Eles estão muito ocupados com a DC. O primeiro rascunho do roteiro de ‘Superman: O Legado’ já está pronto. Gunn está em uma missão de Deus.”

Ele completa, “Esse é um ótimo momento para mostrar quão forte será a DC, e quão sustentável será o seu crescimento global nos próximos anos.”

Anteriormente, Gunn havia revelado o que ele espera do próximo intérprete do Homem de Aço: “É difícil, mas estamos procurando a pessoa certa. E, para ser sincero, temos algumas ótimas opções, o que me deixa animado. Mas tem que ser alguém que tenha toda a humanidade que o Super-Homem tem, mas ele também é um alienígena. Tem que ser alguém que tenha a bondade e a compaixão que o Superman tem. E tem que ser alguém em quem você queira dar um abraço.”

Lembrando que Gunn anunciou que a pré-produção do novo filme já foi iniciada.

Em seu perfil do Twitter, ele compartilhou a imagem da capa do roteiro e escreveu:

“Me sinto honrado por fazer parte deste legado. E que dia melhor do que o aniversário do Superman para mergulhar totalmente na pré-produção de ‘Superman – O Legado’? Figurinos, design de produção e muito mais, agora em desenvolvimento.”

Confira:

Gunn também já havia dado detalhes sobre os personagens de apoio, dizendo que:

“Os personagens em torno de Clark não estarão sendo apresentados pela primeira vez, pois ele já convive com eles. Não é uma história de origem, é apenas uma versão mais jovem dele”.

Após a declaração, alguns fãs e perguntaram se o cineasta estaria se referindo aos membros da Liga da Justiça.

Mas, considerando que a trama vai explorar os primeiros anos de Clark como herói, tudo indica que esses personagens devem ser Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White e outros colegas de trabalho.

E aí, quem você gostaria de ver como o novo Homem de Aço?

Ouça a NOVA música-tema de ‘Doctor Who’!

Doctor Who não se tornou uma das séries mais icônicas e conhecidas de todos os tempos por qualquer motivo – e a música-tema é um dos elementos mais adorados por parte dos fãs.

Agora, foi divulgada a nova versão do tema clássico da série, assinada por Murray Gold, que já trabalhou com o showrunner Russell T Davies no show.

Ouça:

Lembrando que o especial da série, que conta com o retorno de David Tennant como o 14º Doutor, estreia na BBC e na plataforma do Disney+ em novembro de 2023, ainda sem dia confirmado.

Vale lembrar que, recentemente, foram divulgadas imagens inéditas do especial de 60 anos da série ‘Doctor Who‘, destacando o Décimo Quarto Doutor (David Tennant) e o misterioso vilão vivido por Neil Patrick Harris.

O especial será dividido em três episódios e também vai contar com o retorno de Catherine Tate como uma das companheiras do Décimo Quarto Doutor, Donna Noble.

Além do trio, teremos Ncuti Gatwa como o 15º Doutor.

Millie Gibson também se junta ao grupo, interpretando a fiel companheira do personagem de Gatwa.

Anteriormente, a emissora divulgou os títulos dos três episódios que vão compor o especial.

A produção será exibida em novembro deste ano, ainda sem dias confirmados, através dos capítulos ‘The Star Beast’, ‘Wild Blue Yonder’ e ‘The Giggle’.

‘Tron: Ares’: 3º capítulo da franquia ganha data de estreia!

Walt Disney Studios anunciou a data de estreia oficial de Tron: Ares, terceiro capítulo da icônica franquia sci-fi.

Segundo o ComicBook.com, o longa-metragem tem lançamento agendado para o dia 10 de outubro de 2025 – e o primeiro material promocional será revelado na próxima edição do CinemaCon, evento do qual o CinePOP participará in loco.

Na trama, Jared Leto (‘Morbius’) interpreta Ares, a manifestação do programa Tron.

Através de seu perfil do Twitter, o astro compartilhou a primeira imagem oficial da sequência, que destaca um personagem vestido com os característicos trajes high-tech daquele universo.

Joachim Rønning (‘Malévola: Dona do Mal’) comanda o projeto.

Confira:

O elenco ainda contará com Evan Peters (‘Dahmer: Um Canibal Americano’), Greta Lee (‘The Morning Show’), Jodie Turner-Smith (‘Mistério em Paris’) e Cameron Monaghan (‘Gotham’).

Lembrando que, em 2022, o diretor Joseph Kosinski explicou à Vulture que o terceiro título da franquia não iria acontecer por conta das aquisições da Marvel e de Star Wars pela Disney.

“Em 2015, a Disney já era diferente. Quando eu fiz Tron: O Legado, eles não tinham comprado a Marvel. Não tinham comprado Star Wars. Tron era a melhor jogada de fantasia e sci-fi que eles tinham”, falou o cineasta.

Kosinki contou que o filme mostraria uma inversão da premissa dos anteriores – ao invés de humanos entrarem no videogame, seria o videogame que começaria a “vazar” para o mundo real.

Crítica | ‘Não Fale o Mal’ é um ANGUSTIANTE remake liderado por performances espetaculares

Remakes hollywoodianos costumam ser uma faca de dois gumes: de um lado, permitem que filmes que se restringem a um circuito bastante fechado ganhem uma roupagem mainstream e que atinjam um público maior; por outro, falham em quase todos os aspectos ao ser apenas uma cópia em língua inglesa de algo que, sob uma ótica fora do domínio estadunidense ou britânico, tinham um brilho próprio. Qual foi nosso medo quando a Blumhouse resolveu encabeçar uma releitura do aclamado suspense psicológico dinamarquês Speak No Evil, que chegou aos cinemas em 2022 e se tornou um dos melhores títulos do ano por sua competente narrativa e sua atmosfera extremamente angustiante.

Para o projeto, James Watkins, conhecido por seu trabalho em A Mulher de Preto, foi escalado como diretor e roteirista de uma versão mais comercial do longa-metragem original: na trama, uma família dos Estados Unidos está passando as férias na Itália e cruza caminho com uma outra família, criando laços de amizade que se estendem até mesmo depois que todos voltam às suas vidas. Não demora muito até que Louise (Mackenzie Davis) e Ben Dalton (Scoot McNairy), acompanhados da filha Agnes (Alix West Lefler), sejam convidados para visitar os excêntricos e divertidos Paddy (James McAvoy), Ciara (Aisling Franciosi) e Ant (Dan Hough) em sua idílica fazenda no interior da Inglaterra, para que conheçam um lado menos caótico do cenário inglês e aproveitem o ar fresco do campo. Porém, o que deveria ser um fim de semana sem preocupações logo se transforma em um pesadelo interminável e inescapável que coloca os Dalton em perigo constante.

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Em se tratando de um suspense, a simples premissa parece não fugir muito das obviedades e, para aqueles que assistiram ao filme dinamarquês, é notável como lidamos com uma tradução quase literal do que já conhecemos. Porém, Watkins, aliado a um time criativo e técnico de habilidosas mãos, transforma esse remake em um dos melhores títulos do ano ao não se deixar levar pela ambição desmedida, prestando homenagens à obra de Christian Tafdrup em uma carta de amor ao terror psicológico e garantindo que cada uma das intrincadas engrenagens faça sentido dentro do epopeico espectro que se apodera das telonas. E, por essa razão, posso dizer com a mente limpa que a nova versão, intitulada ‘Não Fale o Mal’ no português, iguala-se à obra de 2022 em uma jornada aflitiva e torturante de duas horas de duração que nos deixa à beira de um ataque de nervos do começo ao fim.

É notável como Watkins aposta fichas nessa ambientação desde as primeiras cenas na paradisíaca costa italiana, estendendo seu comprometimento com o gênero em questão até os créditos finais. Todavia, ele não está sozinho nessa empreitada: de um lado, temos a tétrica trilha sonora assinada pela dupla Danny Bensi e Saunder Jurriaans, que sabe como arranjar os apoteóticos instrumentos orquestrais sem tangenciar o melodrama e sem forçar que o público sinta determinada emoção – visto que essa ambiguidade não é necessária e a música serve como elemento personificado dentro de uma gloriosa e sólida estrutura fílmica; de outro, a montagem de Jon Harris dá algumas pistas dos eventos que irão se desenrolar na trama, mas sem entregar o ouro e permitindo que o embate entre a fachada de uma pseudo-realidade em ruínas e o que realmente se esconde por trás de máscaras psicóticas.

Se a parte artística acerta em cheio, o elenco emerge como a cereja do bolo através de atuações aplaudíveis e que explodem em uma química inebriante. McAvoy volta ao mundo do suspense após uma investida gloriosa em Fragmentado, entregando uma de suas melhores performances como o odioso e controverso Paddy. Porém, ele não é o único a roubar a cena, visto que Davis rende-se à persona de Louise em um trabalho magnífico, demonstrando não ter medo de arriscar ao criar a personalidade da protagonista e ao colocá-la não apenas em um arco de sobrevivência compulsória, mas de um necessário amadurecimento como mulher, mãe e esposa; e Hough fornece um espetáculo por conta própria ao encarnar Ant, um jovem menino que não consegue se comunicar e que canaliza cada uma de suas expressões para um olhar gélido e perdido que vê nos Dalton a esperança de escapar de uma prisão sem grades – e que domina os momentos finais com força inigualável.

É certo dizer que o filme não está livre de falhas. Porém, os deslizes concentram-se apenas em determinadas cenas no final do terceiro ato, em que certas informações são jogadas apenas para dar continuidade ao ritmo; em outras palavras, percebemos que esses breves equívocos são ínfimos perto da grandiosa beleza do que veio antes e de uma conclusão certeira que finaliza, sem se arrastar, cada uma das subtramas que são apresentadas desde o princípio.

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‘Não Fale o Mal’ é uma grata surpresa da Blumhouse e, de longe, um dos melhores filmes da produtora em anos – o que é dizer muito, considerando fracassos retumbantes como ‘Mergulho Noturno’ e ‘Imaginário: Brinquedo Diabólico’. Mais do que isso, a esforçada composição de uma equipe talentosa e de um elenco de ponta garantem que esse remake tenha algo para dizer além de uma mera cópia – motivo pelo qual se sagra um dos melhores filmes de suspense do ano.

‘Reacher’ enfrenta vilão GIGANTE na nova prévia da 3ª temporada; Confira!

A 3ª temporada de ‘Reacher‘, série de ação estrelada por Alan Ritchson, chega este mês ao catálogo do Prime Video.

Agora, foi divulgada uma prévia inédita do próximo ciclo, dando destaque ao antagonista Paulie, interpretado pelo gigantesco ator holandês Olivier Richters – que, com seus 2,18m de altura, faz com que Ritchson pareça bem diminuto.

Confira:

A nova iteração será lançada no dia 20 de fevereiro na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Baseado no terceiro livro da saga de Lee Child, intitulado Acerto de Contas, a terceira temporada jogará Jack Reacher no coração de uma vasta empresa criminosa ao tentar resgatar um informante disfarçado da DEA cujo tempo está se esgotando. Trabalhando disfarçado, ele encontra um novo mundo de segredos e violência — e confronta alguns negócios inacabados de seu próprio passado.

Nick Santora (‘Scorpion’) é o showrunner da série.

O elenco ainda conta com Maria Sten, Anthony Michael Hall, Sonya Cassidy, Brian Tee, Johnny Berchtold e Roberto Montesinos.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

SUSPENSE do Prime Video com Robin Wright e Olivia Cooke ganha teaser e data de estreia

O Prime Video divulgou o primeiro teaser trailer oficial de The Girlfriend, minissérie de suspense psicológico estrelada por Robin WrightOlivia Cooke.

Além disso, foi revelado que a produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de setembro.

Confira:

Laurie Davidson, Waleed ZuaiterTanya MoodieShalom Brune-FranklinKaren HenthornAnna ChancellorLeo SuterFrancesca Corney integram o elenco.

Wright entra como diretora da série.

A trama acompanha Laura (Wright), uma mulher que tem uma ótima carreira, um marido amável (Zuaiter) e um filho adorável (Davidson). Entretanto, sua vida começa a ruir quando o filho traz para casa uma namorada (Cooke), que Laura acredita estar mentindo sobre quem realmente é. Querendo protegê-lo, ela fará o que for preciso para provar que ele está sendo enganado.

A série é baseada no romance homônimo de Michelle Frances.

‘The Hunting Wives’: John Stamos entra para o elenco da 2ª temporada!

Segundo o Deadline, a Netflix contratou três novos membros ao elenco da 2ª temporada de The Hunting Wives, série de drama baseada no romance homônimo de May Cobb.

As informações indicam que John Stamos (‘Palm Royale’), Dale Dickey (‘Fallout’) e Cam Gigandet (‘Burlesque’) foram escalados para os novos episódios.

Detalhes sobre seus papéis não foram divulgados.

O próximo ciclo contará com oito episódios, e ainda não tem data de estreia definida.

Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Snow) e Margo (Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?

A produção foi criada por Rebecca Cutter.

The Hunting Wives é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.

Dermot MulroneyEvan JonigkeitChrissy MetzJaime Ray NewmanKatie LowesGeorge Ferrier também fazem parte do elenco.

Especial ‘Toy Story’ | Relembrando o icônico filme que deu início a tudo

Os estúdios Pixar não se tornaram um dos pilares do cinema animado por qualquer motivo. Afinal, ao longo de uma história consideravelmente breve, a companhia entregou alguns clássicos instantâneos do gênero, além de apresentarem inovações tecnológicas e uma excelência criativa que tomou forma com títulos como ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’, ‘Os Incríveis’, ‘Procurando Nemo’ e tantos outros que continuam a inspirar artistas e cineastas. Porém, nada disso seria possível sem uma “pequena” joia fílmica que ficou conhecida como Toy Story.

O projeto, que marcou o primeiro longa-metragem da companhia, foi lançado em 1995 e se sagrou um sucesso imediato de crítica e de bilheteria, tornando-se a segunda maior bilheteria do ano e um marco da sétima arte. Considerada uma das melhores de todos os tempos, a animação foi concebida pouco depois do curta-metragem ‘Tin Toy’, o primeiro feito em computação gráfica a conquistar o Oscar, que impulsionou John Lasseter, Andrew Stanton e Pete Docter a escrever vários tratamentos fracassados e rejeitados pela Walt Disney Studios, que desejava um tom mais ousado para a história. Após desastrosas apresentações, o roteiro foi totalmente reescrito, optando por explorar os anseios, os medos e as ações de brinquedos cujo maior desejo é pertencer a uma criança.

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E foi assim que Toy Story surgiu: a trama nos apresenta a Woody (Tom Hanks), um boneco de caubói que é o brinquedo preferido do jovem Andy – e que vive no quarto do garoto ao lado de outros brinquedos, incluindo o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn) e Porquinho (John Ratzenberger). Porém, o que parecia ser uma vida perfeita logo se transforma no maior pesadelo de Woody: quando Andy completa seis anos, ele recebe de presente um brinquedo novo, uma action figure de Buzz Lightyear (Tim Allen), que não tem qualquer consciência do que realmente é e acredita ser um patrulheiro espacial determinado a acabar com as forças malignas do universo.

A partir daí, Woody vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando Buzz ganha popularidade entre seus amigos e, eventualmente, torna-se o brinquedo favorito de Andy, causando uma grande comoção ciumenta no caubói. Em uma determinada noite, irritado por não ter sido escolhido por Andy para um passeio em família à pizzaria, ele acidentalmente empurra Buzz pela janela – e a conturbada relação entre os dois escala a um ponto sem retorno em que Woody precisa provar que pode melhorar e Buzz mergulha em uma crise existencial ao finalmente se dar conta de que é um brinquedo.

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A concepção de Toy Story é própria para o público mais jovem, seja na vibrante paleta de cores que adorna cada um dos personagens, seja no teor aventuresco que Woody e Buzz são engolfados – culminando em uma mensagem de amizade que é resumida pela clássica e premiada canção “You’ve Got a Friend in Me”, de Randy Newman. Todavia, o filme serve de estandarte para uma universalização temática que o transforma em veículo dialógico com qualquer tipo de público, seja jovem ou adulto, garantindo que a narrativa ecoe das mais diferentes maneiras. Não é surpresa que a já mencionada crise de identidade de Buzz ressoe com força com os espectadores mais adultos, enquanto o destrutivo ciúme de Woody também encontre uma camada extra de profundidade.

A beleza do projeto não se resume apenas aos temas explorados, mas ao modo como cada personagem tem o seu momento de brilhar e cria uma narrativa propositalmente anacrônica que os torna universais e particulares, ao mesmo tempo. Em outras palavras, é incrível imaginar como Lasseter, Stanton e todos os envolvidos decidiram personificar objetos inanimados como ponto de partida para um estúdio que entregaria, por um bom tempo, uma obra-prima atrás da outra: o cristalino roteiro, que transmuta os tropos clássicos da Jornada do Herói através da complexa e um tanto quanto ambígua personalidade de Woody, coloca os brinquedos como metáfora para os anseios e as melancolias que nós mesmos passamos quando tentamos encontrar nosso lugar do mundo – e o que acontece quando esse mundo se desmantela de uma hora para outra.

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O impacto de Toy Story não se restringiu apenas ao sucesso de bilheteria e de crítica, mas às já mencionadas inovações tecnológicas. Ao empregar uma tecnologia inovadora para produção de animações computadorizadas, o time criativo lançou uma tendência que compeliu outros estúdios a realizarem o mesmo – além de fabricantes de chips gráficos e até mesmo desenvolvedores de games. Como se não bastasse, o filme seria apenas o primeiro capítulo de um universo multimidiático que ganhou sua primeira sequência quatro anos mais tarde e que, agora, caminha para um quinto capítulo que chegará em breve aos cinemas mundiais.

Toy Story’ está disponível no Disney+.

 

Especial ‘Toy Story’ | ‘Toy Story 2’: uma das melhores SEQUÊNCIAS da história do cinema

Jon Favreau explica que gravar os filmes da Marvel é uma confusão

Há alguns dias, Tom Holland revelou que ficou magoado por Gwyneth Paltrow esquecer que esteve em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, mas ela não foi a única com dificuldades em acompanhar o que estava acontecendo no MCU.

“Com as coisas da Marvel, eles têm tantos filmes acontecendo ao mesmo tempo e todos eles se entrelaçam um com o outro. Muitas vezes você não tem certeza do que está acontecendo, até mesmo eu. Eu sou produtor executivo de ‘Ultimato‘ e nem sempre sabia o que estava acontecendo”, disse Jon Favreau, intérprete de Happy Hogan, à Variety.

Para quem está por fora do assunto, Paltrow esqueceu que esteve presente no filme solo de Peter Parker e confundiu suas cenas com algum filme dos ‘Vingadores’.

Além disso, a atriz não reconheceu Sebastian Stan durante as gravações de ‘Vingadores: Ultimato‘.

Acontece que muitos dos filmes do MCU são filmados fora de ordem. Favreau disse que até o diretor de Homem-Aranha: Longe de Casa’, Jon Watts, teve dificuldades com o cronograma, pois ‘Ultimato‘ foi filmado na mesma época em que a sequência de ‘De Volta ao Lar‘.

Lembrando queHomem-Aranha: Longe de Casa‘ já está em exibição nos cinemas.

Assista à crítica:

O filme tem duração de 129 minutos ou 2 horas e 9 minutos

Peter Parker e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio – que pode não ser quem parece.

O elenco conta com Holland, ZendayaMarisa TomeiJacob BatalonSamuel L. Jackson e Jake Gyllenhaal.

‘Os Eternos’: Equipe de efeitos visuais continua trabalhando Home Office

Diversos estúdios interromperam suas atividades para evitar a propagação do Coronavírus, mas ainda restam boas notícias para quem está ansioso pela estreia de Os Eternos‘.

Através de um comunicado, a equipe de efeitos visuais da Scanline VFX (parceiros da Marvel Studios) confirmou que os funcionários estão trabalhando à distância para agilizar os detalhes da adaptação.

Parte do texto diz que:

“Todas as 650 equipes da Scanline estão trabalhando à distância com os estúdios de Los Angeles, Vancouver, Montreal, Londres, Munique, Stuttgart e Seul para agilizar o desenvolvimento de diversas produções. A partir de agora, nem um único funcionário precisa colocar os pés fora de suas casas por conta do surto de Coronavírus. Estamos proporcionando um ambiente de trabalho seguro e saudável para todas as equipes.”

Confira:

Ainda assim, não é possível confirmar se a estreia de ‘Os Eternos‘ será mantida para novembro de 2020, já que ‘Viúva Negra‘ foi adiado e pode ser lançado no final do ano.

Há alguns meses, o WGTC publicou algumas fotos vazadas da produção de ‘Os Eternos‘, mostrando o visual de Angelina Jolie como Thena, uma das protagonistas do longa.

As imagens estão em baixa qualidade, mas é possível notar alguns detalhes no traje branco e dourado da atriz.

Ao lado de Jolie, também estão Brian Tyree Henry (Phastos) e Gema Chan (Sersi).

Confira, com a descrição do trailer:

No trailer exibido para a imprensa, Druig (Barry Keoghan) abre as portas para um lugar que se assemelha a um campo de treinamento e encontra parte do time-titular liderado por Ikaris (Richard Madden), dizendo-lhes “bem-vindos. Sintam-se em casa”.

Logo depois, o teaser mostra diversas imagens dos Eternos em vários lugares do mundo; então, eles se unem com seus uniformes oficiais e são liderados por Ajak (Salma Hayek) – antes de se reunirem em torno de uma fogueira e serem acompanhados da presença de Thena (Angelina Jolie).

A personagem de Gemma Chan, Sersi, também dá as caras em breves sequências e sempre sozinha – protagonizando uma cena em que dá as mãos para a jovem Sprite (Lia McHugh) em uma espécie de ato solene.

O vídeo termina com Hayek proferindo: “esse povo nos mudou. Precisamos protegê-los”

Os Eternos‘ chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

Os Eternos‘ é dirigido por Chloé Zhao e chega aos cinemas em 2020.

O elenco conta com Angelina Jolie (Thena), Salma Hayek (Ajax), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Don Lee (Gilgamesh), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

A trama segue os Eternos, seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘ até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.