Em entrevista ao Business Insider, o diretor e roteirista John Krasinski revelou que ‘Um Lugar Silencioso 2‘ não será uma sequência do primeiro filme.
“Não é bem uma sequência. Emily [Blunt] realmente me surpreendeu categorizando-o da maneira correta: ‘Esta não é uma sequencia, é como se fosse o segundo livro de uma série de livros. É uma ampliação de um mundo’. E eu pensei que é a melhor maneira de ver isso. Não parece uma sequência – é uma continuação daquele mundo que apresentamos no primeiro filme”, afirmou.
Ainda não se sabe se Krasinski voltará para dirigir a sequência, mas ele já está roteirizando o filme.
Muitos se perguntam sobre o que será a história, já que no final do primeiro filme a garotinha Regan Abbott (Millicent Simmonds) descobre como combater as criaturas alienígenas.
Porém, a sequência poderá focar em outros personagens na mesma situação assustadora e silenciosa.
“Algo que eu realmente amo no filme e que esteve perambulando pela minha mente durante todo o período que trabalhei na produção é este questionamento: Quem estaria do outro lado daqueles sinalizadores lançados? Pois no instante em que o pai lança aquela chama, outras são acessas a uma longa distância. Me pergunto: Como essas pessoas sobreviveram? Como aquele velho sobreviveu? No contexto extremo em que aquela família se encontra, não há tempo para pensar nisso. Eles estão lá e tem esse homem velho que está prestes a gritar e eles precisam lidar com aquela situação rapidamente. Por isso eu creio que seria bem interessante saber o que está acontecendo do outro lado no mesmo momento,” afirmou em entrevista ao Deadline.
Ontem, a Netflix pegou todos de surpresa ao anunciar o cancelamento de Demolidor após sua 3ª temporada.
Em suas redes sociais, o produtor Sam Ernst revelou que todos foram pegos de surpresa, pois a 4ª temporada já havia sido roteirizada e estava pronta para sair do papel.
“Foi tão estranho entrar na sala de roteiristas do Demolidor hoje, após a Netflix anunciar que a série foi cancelada. Nas paredes está toda a 4ª temporada desenhada – e ela era legal pra cara**o. Tantos momentos que queríamos que os fãs assistissem…. Fazer o que, são negócios”, postou.
Man, so weird to be in the Daredevil writers room today, getting the news that we’re cancelled. On the walls were an entire season 4 laid out – and it was so f***g cool. So many moments we wanted the fans to see… Sigh, this business.
Pela manhã, parte do elenco da série se manifestou sobre o cancelamento no Twitter. Confira:
I’m so sad that we won’t be continuing this story. Mostly I’ll miss seeing the friends I’ve made everyday. Thank you to every person who contributed to this series over the years. And to @erikoleson because of you we are going out on a high. @Daredevil#Daredevilpic.twitter.com/aVmXu1UwFu
“Estou muito triste que não vamos continuar a história. Vou sentir muita falta de ver meus amigos todos os dias. Obrigado a todos que ajudaram a série ao longo dos anos. E para Erik Oleson que conseguiu elevar a história.”
So Sad to hear the end of @Daredevil.I was so lucky and fortunate to be apart of this amazing show and work with such an amazing cast and crew. An experience I will never forget. Thank you for all the love and support from the fans. You are the best. Until next time.
“Muito triste de saber do fim de Demolidor. Fui muito sortudo de ter feito parte desse show excelente e ter trabalhado com uma equipe maravilhosa. Uma experiência que nunca vou esquecer. Obrigado pelo amor e apoio dos fãs. Vocês são incríveis. Até a próxima.”
“De coração partido e surpresa. Mas que jeito incrível de sair! Obrigado Steven DeKnight e Erik Oleson. Sentirei saudades de Marci terrivelmente, mas estou muito orgulhosa de ter feito parte desse mundo.”
A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Demolidor‘ depois de três temporadas.
Segundo a descrição da trama do novo ciclo, após meses desaparecido, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge abalado e incerto sobre seu futuro como o vigilante Demolidor e o advogado Matthew Murdock. Mas, quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) sai da prisão, Matt precisa decidir entre se esconder do mundo ou aceitar seu destino de herói.
‘O Peso do Passado’ acompanha a detetive Erin Bell que, ainda jovem, se infiltrou numa gangue californiana numa missão que teve resultados desastrosos. Anos depois, com o retorno do antigo líder da organização, ela tem que voltar a se relacionar com os membros que restaram daquele grupo e, consequentemente, enfrentar os demônios do seu passado.
A produção, com roteiro de Phil Hay e Matt Manfredi, será dirigida por Karyn Kusama, do ótimo ‘The Invitation’.
As grandes ironias do destino. Antes de conquistar o papel de um dos heróis mais influentes da DC, o ator Jason Momoa, quando realizava os testes de elenco, acreditava que estava sendo escalado para viver um dos vilões do universo de ‘Aquaman‘ e não para encarnar o protagonista.
Em entrevista ao programa This Morning, revelou:
“Não, Zack (Snyder) me chamou para fazer um teste meio genérico para o Batman, mas eu sabia que não iria interpretar o Batman. Então disse que não. Logo meus agentes me ligaram e falaram que eu precisava ir, que Zack queria que eu fosse. Então eu fui e fiz o teste no qual pediram para eu fazer tudo o que eu não deveria fazer para conseguir o papel de Batman. Interpretei um cara que viu Batman ser morto em um beco, peguei o traje e fingi fazer o que queria, o que era parecido com o Aquaman.”
Depois de ter realizado o teste, Momoa achou que seria contratado para interpretar um vilão ou capanga qualquer até que Snyder revelou qual personagem tinha conseguido:
“Então ele me chamou de volta para o escritório dele e disse ‘Você sabe para que te chamei aqui?’ e eu não fazia ideia já que Ben Affleck já havia sido escolhido encarnar Batman então pensei que seria um vilão. Então ele me disse que queria que eu interpretasse o Aquaman. Na hora não acreditei e tive que guardar o segredo por praticamente dois anos.”
Realmente deve ser muito difícil processar uma novidade dessas e ainda não poder contar para ninguém.
Pela manhã, ‘Aquaman‘ ganhou um trailer Chinês recheado de cenas inéditas.
Assista:
‘Aquaman‘ estreia no Brasil dia 14 de Dezembro, uma semana antes de chegar nos Estados Unidos.
O capitão de um barco de pesca vive no Caribe e não gosta de falar do passado. Porém, muitas coisas que ele viveu voltam para assombrá-lo e atrapalhar o que está acontecendo no presente.
Estreante como diretor de longa-metragens no cinema, Otto Bathurst fez escola com Guy Ritcher (Rei Arthur: A Lenda da Espada) e Tommy Wirkola (João e Maria: Os Caçadores de Bruxas) para desenvolver a lógica da releitura Robin Hood: A Origem, ao lado dos roteiristas estreantes Ben Chandler e David James Kelly. Com tantos novatos no comando, o filme segue a linguagem dos vídeo games, exagera nas cenas de ação e esbarra no inverossímil e ridículo em alguns momentos, desconectando o público da história.
Como uma figura lendária da Inglaterra, Robin Hood (Taron Egerton) é o imaginário do lema faça a coisa certa, mesmo se parecer errada, ou, em outras palavras, os fins justificam os meios. A busca de desmoralizar a política e religião é bem intencionada, com algumas frases de efeito, declarações de estupro pela igreja e a representação de um clérigo inescrupuloso. Contudo, essas facetas são exageradas e tornam-se caricatas.
Vindo de uma lenda de revolução, Robin Hood: A Origem parece uma paródia da história. A começar pela total falta de cuidado com a ambientação e o figurino. Pode até ter sido proposital para aproximar a vestimenta do atual público jovem, no entanto, soa como um acentuado desleixo. Ambientado na época medieval, no período da Guerra das Cruzadas (1095 – 1291), o capuz de Robin – e todos os outros representados no filme – parece ter saído da loja da GAP.
Este é apenas um detalhe entre várias vestimentas inadequadas, como na festa de gala com mulheres de macacões coloridos e outros personagens com piercing no nariz. Apesar do carisma de Taron Egerton (Kingsmans: Serviço Secreto), o novo Robin Hood não tem personalidade, ou melhor, a jornada do herói não tem evolução. Ele passa de um soldado desenganado, para um desertor, um sujeito em busca da mulher amada (Eve Hewson), um boneco de vingança de Little John (Jamie Foxx), e “lidera” uma revolução, sem nenhum ponto de virada no percurso.
Além disso, o casal principal, Robin e Marian, não funciona e o triângulo amoroso, com Will Scarlet (Jamie Dornan), muito menos. Em contradição à sua própria montagem, o enredo apoia-se na construção de um segundo vilão por conta de sua desilusão amorosa, mas o roteiro apresenta em cenas anteriores o descaso de Will por Marian. Ou seja, apenas mais uma falha deste festival de equívocos.
O Xerife de Nottingham (Ben Mendelsohn) – semelhante a Kylo Hen de Star Wars: Os Últimos Jedi (2017) – quer fazer maldades com todas as pessoas e declama prosas sórdidas, tal como “vou espalhar o seu sangue pelo chão de toda cidade para os cachorros lamberem” ou “vou matá-lo fervendo-o em sua própria urina”. O grande vilão, portanto, é apenas um sádico devolvendo ao mundo os seus sofrimentos de infância. Com uma melhoria de diálogos, ele talvez poderia ser um antagonista melhor aproveitado.
Robin Hood: A Origem ressalta os efeitos de câmera, tanto que a mesma cena ganha pontos de vistas diferenciados; utiliza à exaustão o slow motion a cada labareda de fogo; e destaca ao máximo o uso do arco e flecha como a única arma possível. Aliás, as espadas, o maior poder bélico das guerras santas, não aparecem em quase nenhum confronto – um dos poucos momentos é quando John perde a mão.
Com produção executiva de Leonardo DiCaprio, Robin Hoodpoderia sair direto para as estantes das lojas de vídeo games, pois o Príncipe do Ladrões tornou-se um pistoleiro de arco e flecha, usando sua arma branca tal como um fuzil, sempre em posição de combate e com disparo de quatro flechas juntas. Sem falar em suas estripulias de Velozes e Furiosos, só que com cavalos e carroças pulando de telhado em telhado em grande velocidade.
A computação gráfica arrebenta, mas não há muita lógica nas sequências. O objetivo alcançado é a sensação de alucinação imagética, com cortes desvairados e efeitos de câmera lenta a cada flechada que quebra a parede, a cada labareda que se acende ou, até mesmo, quando Robin faz uma careta de dor. Para além de tudo isso, o novo Robin Hood tem algumas cenas bem engendradas e piadas que funcionam, mas definitivamente não precisa de uma continuação.
A origem da famosa lenda sobre o ladrão que rouba dos ricos para dar aos pobres. Robin Hood (Taron Egerton) volta das Cruzadas e surpreende-se ao encontrar a Floresta Sherwood infestada de criminosos, no mais completo caos. Ele não deixará que as coisas permaneçam desse jeito.
Imagina só assistir a filmes franceses premiados e inéditos aqui no Brasil e para que o público tenha acesso a todos os longas, eles terão um preço especial?! Parece até um sonho, não é mesmo!?! Mas não é não.
O Reserva Cultural em parceria com o Institut Français e a da Embaixada da França no Brasil se uniram para proporcionar a melhor experiência cinematográfica dos últimos tempos – até porque filmes franceses tem um poder todo especial de despertar emoções – de arrepiar – arrancar lágrimas e dar aquela sensação de que fomos imersos no jeito francês de conduzir uma história.
O cinema francês é considerado o mais dinâmico da Europa em público, números de filmes produzidos e de resultados em conversão de suas produções. Quem não conhece Gerard Depardieu!?! O artista foi considerado pelaFrançaise Société des Films et Art como o precursor do cinema do país no mundo.
Imagem do Filme ‘M’ que faz parte dessa Mostra
A contribuição para a Sétima Arte é gigantesca e por isso, o Cinema Reserva Cultural fará essa excelente mostra por um preço único de R$ 10 (dez reais). Esse preço especial é para que todos consigam viver uma experiência única e inesquecível.
Entre os dias 6 e 12 de dezembro, o Reserva Cultural São Paulo e Niterói exibirão a Mostra ao mesmo tempo – de forma simultânea. Não é demais!?!
Serão onze filmes inéditos que você não pode perder!
Vá rir e se emocionar. Abra sua mente para uma cultura que vai agregar muito valor à sua vida.
Imagem do filme ‘Barbara’ que faz parte dessa Mostra
Abaixo lista de filmes e ficha técnica:
Procure a Mulher (França 2017)
De Sou Abadi. Com Félix Moati, Camélia Jordana, William Lebghil. Comédia em cores/88′. Classificação etária 16.
Sinopse: Armand, o filho estudioso de imigrantes iranianos que é completamente envolvido por Leila, uma menina árabe que matriculou-se com Armand na prestigiosa universidade Sciences Po de Paris. Os dois estão determinados a passar alguns meses em Nova York nas Nações Unidas, mas esses planos rapidamente se desenrolam quando o irmão de Leila, Mahmoud, retorna de uma longa viagem ao Oriente Médio como um islamista cheio de barba e um desejo de sufocar os ‘profanos’ costumes ocidentais de sua irmã.
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Me Tire uma Dúvida (França 2016)
De Carine Tardieu. Com Cécile de France, François Damien, Guy Marchand. Comédia dramática em cores/100′. Classificação etária 10.
Sinopse: Aos 45 anos, o viúvo Erwan (François Damiens) descobre acidentalmente que o homem que o criou não é o seu pai verdadeiro. Ele inicia uma busca para descobrir quem é o seu pai biológico e logo localiza Joseph, um homem na casa dos 70 que sua mãe conhecia brevemente. Erwan se encanta não apenas pelo charme de Joseph, mas pela impetuosa Anna (Cécile de France), que possui laços com ambos. Os conflitos familiares se agravam quando Juliette, a filha de Erwan que está grávida, se recusa a colocar nomear quem é o pai da criança.
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Ciumenta (França 2017)
De David Foenkinos. Com Anne Dorval, Dara Tombroff, Karin Viard. Comédia em cores/97′. Classificação etária Livre.
Sinopse: Nada acontece na vida de Nathalie Pêcheux (Karine Viard), uma professora de letras divorciada. Até que ela começa a sentir ciúmes de todos a sua volta. Desde a sua filha de 18 anos, Mathilde (Dara Tombroff), uma dançarina clássica com futuro promissor, até seus vizinhos e também Mélanie (Anaïs Demoustier), sua nova colega de trabalho.
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Primário (França 2016)
De Hélène Angel. Com Patrick d’Assumçao, Sara Forestier, Vincent Elbaz. Drama em cores/105′. Classificação etária Livre.
Sinopse: A Professora Florence (Sara Forestier) é uma profissional dedicada aos seus alunos. Quando ela conhece o pequeno Sacha, uma criança com vários problemas, ela faz o possível para ajudá-lo, mesmo que isso atrapalhe na sua vida de mãe, mulher e até questione sua vocação. Gradualmente ela percebe que não há idade para aprender.
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M (França 2016)
De Sara Forestier. Com Jean-Pierre Léaud, Redouanne Harjane, Sara Forestier. Drama em cores/100′. Classificação etária Livre.
Sinopse: Mo é bonito, carismático, e tem o gosto por adrenalina. Ele corre clandestinamente. Quando ele conhece Lila, jovem e tímida, ele se apaixona no mesmo instante. Ele se agarra fortemente à ela, mas Lila não é capaz de imaginar que Mo carrega um segredo: ele não consegue ler.
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Uma Vida Violenta (França 2017)
De Thierry de Peretti. Com Cédric Appieto, Henri-Noël Tabary, Jean Michelangeli. Drama em cores/113′. Classificação etária 12.
Sinopse: Apesar da ameaça de morte pairar sobre sua cabeça, Stéphane decide voltar para a Córsega para assistir ao funeral de um amigo de infância que foi assassinado no dia anterior. Esta é uma oportunidade para ele se lembrar dos eventos que o viram passar de pequeno burguês delinquente da Bastia ao radicalismo político e à clandestinidade.
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O Pequeno Fazendeiro (França 2017)
De Hubert Charuel. Com Bouli Lanners, Sara Giraudeau, Swann Arlaud. Drama policial em /90′. Classificação etária 12.
Sinopse: A vida de Pierre (Swann Arlaud) gira em torno de sua fazenda. Produtor de leite e acostumado a viver cercado pela natureza, o jovem vê sua vida mudar completamente quando uma epidemia assola a França, deixando seus animais infectados. Agora ele precisa enfrentar todos os obstáculos para manter seus animais vivos.
Sinopse: Uma atriz, Brigitte, irá interpretar num filme a icônica cantora Barbara. Brigitte trabalha a personagem de Barbara: a sua voz, as músicas e as canções, a imitação dos gestos, as falas. As coisas prosseguem. A personagem vai crescendo dentro dela. Começa mesmo a invadi-la. Yves, o realizador, também vai trabalhando – através de encontros, imagens de arquivo e a música. Parece inspirado por ela… Mas por quem? Pela atriz ou por Barbara?
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Corporate (França 2017)
De Nicolas Silhol. Com Céline Sallette, Lambert Wilson, Violaine Fumeau. Drama em cores/95′. Classificação etária 16 anos.
Sinopse: Emilie Tesson-Hansen, jovem e brilhante do quadro de recursos humanos de um grupo agroalimentício, é atingida pelo suicídio de um
funcionário. Ela deve lidar com os colegas traumatizados, a negação brutal de sua liderança, e também com Marie Borrel, inspetora do
trabalho que inicia uma investigação.
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Com Toda Minha Força (França, 2017)
De Chad Chenouga. Com Khaled Alouach, Laurent Xu, Yolande Moreau. Comédia dramatica em /98′.
Sinopse: Nassim é o melhor aluno em uma grande escola secundária de Paris, e parece tão despreocupado quanto seus amigos. As pessoas não duvidam de que na verdade, ele acaba de perder sua mãe e retorna todas as noites a uma casa. Apesar da benevolência do diretor, ele se recusa a ser assimilado aos jovens desse centro. Como se em uma corda bamba, Nassim navega entre suas duas vidas, que não devem nunca se encontrar.
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Aos 14 (França 2015)
De Hélène Zimmer. Com Athalia Routier, Galatéa Bellugi, Najaa Bensaid. Drama em cores/86′. Classificação etária Livre.
Sinopse: Entre a euforia, a rivalidade e a sedução, três jovens navegam pelas primeiras provações de amizade, sexo, festas, intimidação e humilhação. Sarah é uma provocadora, que trilha despreocupadamente seu caminho pela escola e pela vida. Louise toma as rédeas de sua própria vida quando se rebela contra sua mãe e deixa a casa da família. Jade está deprimida desde que brigou com Sarah e Louise durante o inverno. Juntas, elas enfrentarão os tormentos da adolescência para, enfim, encontrarem o seu lugar no mundo. Um olhar sem censura sobre a vida de três meninas aos 14 anos.
Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, o suspense deve arrecadar entre US$ 55 e 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias.
Para comparação, ‘Fragmentado’ abriu com US$ 40 milhões.
Assista aos últimos vídeos:
A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Vidro‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
O documentário ‘I Am Paul Walker‘, que mostrará detalhes da vida e morte do astro de ‘Velozes e Furiosos‘, ganhou um novo trailer.
Walker faleceu há exatos cinco anos, após sofrer um acidente de carro em 2013. O ator tinha 40 anos.
Assista:
Vale lembrar que a música de Wiz Khalifa, See You Again, produzida como canção-tema de ‘Velozes e Furiosos 7‘e para homenagear o finado Paul Walker, se tornou o vídeo mais assistido na história do YouTube,com mais de 3 bilhões de visualizações desde o lançamento, em 2014.
‘Vingadores 4‘ continua sendo alvo de discussão na mídia. Enquanto o trailer tarda a vir, os diretores Joe e Anthony Russo acalmam os fãs oferecendo atualizações sobre a produção a cada entrevista que oferecem.
Em conversa com o USA Today,Joe Russo afirmou que, atualmente, o longa conta com 180 minutos de duração, ou seja, três horas:
“Estamos no meio do processo de montagem e atualmente está com cerca de 3 horas. É um filme muito complicado com muitos personagens. Estamos trabalhando incansavelmente para ver até onde isso vai dar. Tem muita história aqui”.
Idealmente, para conseguir mais exibições diárias, o filme teria de se aproximar da marca de 2h40m igual a ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, mas caso não encontre jeito de encurtá-lo, é bem capaz de ‘Vingadores 4‘ ser o maior filme do MCU até então.
Charles Soule lamentou o cancelamento inesperado da série ‘Demolidor‘ da Netflix. O roteirista, que já escreveu histórias para o personagem, mas ainda tem esperanças de o herói retorne em breve.
No Twitter, compartilhou seus sentimos de solidariedade aos desempregados:
I enjoyed the NetflixDaredevil show, and I’m bummed for everyone who’s out of work over there – but DD is hard to put down for long. I’m sure we’ll see Hell’s Kitchen on some sort of screen again.
“Eu gostava do ‘Demolidor‘ da Netflix e estou deprimido por todos que perderam seus empregos. Mas Demolidor é difícil ser derrotado por muito tempo. Tenho certeza que logo ele retornará à Hell’s Kitchen em outra telona novamente.”.
A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Demolidor‘ depois de três temporadas.
Segundo a descrição da trama do novo ciclo, após meses desaparecido, Matt Murdock (Charlie Cox) ressurge abalado e incerto sobre seu futuro como o vigilante Demolidor e o advogado Matthew Murdock. Mas, quando seu arqui-inimigo Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) sai da prisão, Matt precisa decidir entre se esconder do mundo ou aceitar seu destino de herói.
Já ouviram dizer que os franceses têm um tipo de humor muito peculiar? Difícil de entender? É exatamente assim o filme ‘A Excêntrica Família de Gaspard‘, que chega aos cinemas brasileiros hoje.
Terceiro filme do diretor Antony Cordier, a comédia dramática em seu original em francês se chama ‘Gaspard vai ao casamento‘, o que aponta o direcionamento que a história quer tomar. Porém, o título em português se adequa melhor ao que de fato o filme é: a história de uma família muito unida, mas também muito ouriçada.
Gaspard (Félix Moati) está viajando de trem, quando o veículo para abruptamente. Os passageiros descem para saber o que está acontecendo e, ao caminhar pelos trilhos, o jovem acaba tropeçando em uma moça, que se algemou na linha do trem junto com um grupo de ativistas em sinal de protesto. Só que a moça está meio desmaiada, e ele a leva para dentro. Quando começam a conversar, Laura (Laetitia Dosch) revela que é uma mochileira e que só estava algemada porque os ativistas estavam dando comida grátis. Ao ouvir aquilo, Gaspard lhe faz uma proposta: que o acompanhe à casa de seu pai e participe como sua acompanhante da festa de casamento que vai acontecer, afinal, chegar sozinho numa festa dessas é muito chato. Mediante o pagamento de 50 euros por dia, ela topa.
O que Laura não esperava encontrar era que a tal casa do pai na verdade fosse um sítio enoooorme, com um zoológico dentro. Sério. Um zoológico, aberto à visitação do público, com direito a girafas, leões, hipopótamos etc. . Só que ao conhecer o resto da família, o espectador percebe que eles são um pouquiiiinho disfuncionais: o pai tem um problema de pele que está descamando, e, como tratamento, ele entra numa banheira cheia de peixinhos que ficam comendo a pele morta (detalhe: entra pelado na banheira, na frente dos filhos, para fazer uma reunião); o irmão do meio, Virgil, parece o mais normal, mas tem inveja de Gaspard, pois todos o amam, e, por isso, se sente um burro fracassado.
Merece destaque especial a irmã mais nova, Coline (Christa Theret), que, depois de ter perdido seu urso (de verdade), entrou numa paranoia de que ela mesma era um urso, andando para cima e para baixo com a pele do animal pendurada nas costas. Não bastasse isso, ela ainda vive um crush com o irmão mais velho – uma relação pseudo-incestuosa que não se realiza, mas é sugerida, e que incomoda mais do que qualquer outra doideira do filme.
Ao ter um zoológico como pano de fundo de sua história, Antony Cordier aproxima a natureza humana com o que de fato ela é em seu íntimo: sórdida, animalesca, que come, se acasala e mata por puro instinto. Somos todos criaturas sujeitas aos impulsos de nossa espécie, sejam elas quais forem. O pai, em determinado momento, chama os filhos para lhes dizer que a ideia de abrir um zoológico era para propiciar que os seres humanos entrassem em contato com a história da natureza, para que pudessem observar a seleção natural das espécies. Entretanto, como outros tipos de entretenimento surgidos no final do século XIX, o zoo hoje em dia caiu no desprezo do público, seja pela luta da liberdade dos animais, seja pela concorrência com outros programas, como a internet e o cinema. De certa forma, o zoológico é uma analogia, hoje, ao próprio cinema, que também caiu na lista da preferência do público como opção de diversão, perdendo para as plataformas de streaming.
Olhando mais profundamente, o enredo nos lembra o de ‘O Grande Circo Místico‘, cujo pano de fundo é o circo, outra instituição em decadência no mundo, e que também tem uma família cheia de pecados e sordidezes. Porém, ao contrário do filme brasileiro, ‘A Excêntrica Família de Gapard‘ é simplesmente excêntrica mesmo, não são criminosos nem pessoas degradantes – eles apenas enxergam a existência humana como parte do ciclo da Natureza, e todos os seus atos são justificáveis pela natureza animal. O filme flerta com o absurdo, porém com um absurdo real, posto que, na hora da sobrevivência, nos tornamos todos animais.
Atualmente, a atriz promove a emocionante comédia ‘De Repente Uma Família‘ (Instant Family), que chega nos cinemas nacionais dia 29 de novembro.
Na entrevista, Isabela disse que o filme deve tocar e mudar a vida das pessoas, aumentando o interesse em torno da adoção de crianças órfãs no mundo todo.
Além disso, ela afirmou que o filme a fez chorar: “Eu nunca choro, e chorei nesse filme”.
Baseado na história real do diretor, a trama apresenta Pete (Mark Wahlberg) e Ellie (Rose Byrne), um jovem casal que decide adotar uma criança. Durante o processo, eles acabam se apaixonando pela adolescente Lizzie (Isabela Moner), uma garota de temperamento forte e que se sente responsável pelos dois irmãos mais novos. Logo, Pete e Ellie se veem com três estranhos em casa, que mudam as suas vidas por inteiro.
O primeiro trailer de ‘Vingadores 4′ é, certamente, um dos mais esperados. E embora alguns rumores apontavam para um possível lançamento no dia 30 de novembro, o material só chegará ao público em dezembro. A informação foi apurada pelo portal We Got This Covered.
Segundo a publicação, fontes internas envolvidas com a produção foram procuradas e confirmaram que o lançamento do trailer ainda será em 2018, bem próximo do fim do ano.
Além disso, a expectativa é que a sequência final tenha cerca de três horas de duração, devido à vasta quantidade de personagens presentes.
A animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ arrebatou a crítica especializada e já conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Ovacionado por todos os jornalistas, até o momento, a produção recebeu uma sucessão de elogios quanto à qualidade da trama, sua estética e a construção da narrativa.
‘Aranhaverso’ ainda foi considerado o filme mais revigorante de toda a franquia do aracnídeo, sendo elogiado também por construir um belo elo de ligação com a infância da atualidade.
E embora sua estreia seja apenas em janeiro de 2019, nós já separamos as principais avaliações, para você se preparar e programar para entrar no novo ano conferindo o mais novo longa do ‘Homem-Aranha‘!
Confira:
“Este é o sétimo filme de ‘Homem-Aranha‘ em 16 anos, mas este universo raramente foi tão revigorante assim”. – Jesse Hassenger, AV Club
“A estética selvagem e contraditória do filme – elementos que colidem entre si, como uma espécie de desenho de jazz dissonante – explode delirantemente a antiquada ideia de que filmes de super heróis devem ter uma certa aparência”. – David Ehrlich, indieWire
“O que distingue ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘ no final é o fato de que ele leva sua missão a sério, mesmo quando é transparentemente bobo”. – Justin Chang, Los Angeles Times
“Uma animação impressionantemente com vontade própria, rápida e solta que se acrescenta à vasta biblioteca de filmes da coleção da Marvel”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter
“‘Arnhaverso’ tem vários pequenos prazeres e é único”. – Darren Franich, Entertainment Weekly
“É um mashup um pouquinho insano, divertidamente desafiante e às vezes emocionante, o que faz filmes de super heróis tão populares, com a introdução de um Homem-Aranha que está pronto e foi feito para essa nova geração de crianças”.
Na trama, Parker será mais velho e maduro, cumprindo com uma função de mentor do protagonista Miles Morales, menino negro do Brooklyn que tenta salvar o mundo.
‘O Retorno de Mary Poppins‘ recebeu sua grande premiére ontem e alguns grandes sortudos puderam conferir o filme e postar suas reações entusiasmadas nas redes sociais.
Confira os muitos elogios que o longa recebeu:
#MaryPoppinsReturns is absolutely delightful, packed with old school charm and it keeps you smiling the entire time. So much color and warmth and wonder – a film about believing in the ones you love and loving to imagine the possibilities. pic.twitter.com/6WmYErvUWD
“‘O Retorno de Mary Poppins‘ é delicioso, lotado de charme das antigas que te faz sorrir o tempo inteiro. Muita cor, calor e magia. Um filme sobre acreditar naqueles que amam e que amam imaginar as possibilidades.”
“‘O Retorno de Mary Poppins é repleto de lindos visuais, incríveis atuações e sequências musicais que vão te surpreender. Emily Blunt será indicada a Melhor Atriz e tem grandes chances de ganhar. Fãs do primeiro filme ficarão satisfeitos.”
The Oscar race just got a BIG shake-up, because #MaryPoppinsReturns is sheer joy. Some of the most effortlessly charming (and catchy!) songs, performances, and BMX stunts I’ve seen on film in ages. A sequel this late shouldn’t be this good and yet…it absolutely is. It’s magic.
“A corrida do Oscar acabou de mudar porque ‘O Retorno de Mary Poppins é incrível. Há músicas charmosas e memoráveis, atuações e proezas excelentes que vi em filmes em anos. Uma sequência tão tardia não devia ser tão boa e, ainda assim, com certeza é. Mágico.”
Practically perfect in every way. My favorite movie going experience since childhood. If you don’t leave with a smile on your face and the warmest, gooey-est feeling in your heart then we can’t be friends. I loved every minute. 🙌🏻👏🏻👏🏻👏🏻#marypoppinsreturnspic.twitter.com/kwdLqBzv9S
“Praticamente perfeito em todos os sentidos. Minha sessão predileta desde quando eu era criança. Se você não sair com um sorriso grande no rosto e uma sensação boa no coração então não poderemos ser amigos. Amei cada minuto.”
O filme estreia dia 20 de dezembro de 2018. Abaixo, os lindos pôsteres individuais dos personagens.
Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.
Com as inúmeras avaliações positivas e expectativas bem altas em relação ao filme solo de ‘Aquaman’, a DC parece estar começando a se recuperar desde o desempenho mediano de ‘Liga da Justiça‘.
E novos rumores apontam que a Warner Bros. e a DC estão trabalhando para mais uma novidade ainda esse ano. Há cerca de um mês para o encerramento de 2018, o estúdio estaria preparando uma “grande surpresa” para os fãs. A informação ainda foi publicada por um jornalista do portal Revenge of the Fans, que disse:
“Estou ouvindo sussurros de que a DC nos dará mais um presente antes do recesso de fim de ano, no final de dezembro. Não tenho ideia do que será, se grande ou pequeno. Pode ser um trailer ou pode ser um anúncio. Independente disso. Eles vão nos jogar mais um osso antes do Ano Novo”.
Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.
Em uma entrevista, Rothe falou sobre o conceito da continuação: “A sequência, como foi descrita para mim, eleva o conceito do original de ser um filme de terror – e eu nem diria que se trara de terror, porque o filme é um terror, comédia, drama – para um gênero parecido com ‘De Volta para o Futuro’, onde a sequência começa logo de onde pararmos. Explicará muitas coisas do primeiro filme que não foram explicadas, e eleva tudo.”