A Diamond Films divulgou o teaser trailer legendado do terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho) e aproveitou para anunciar a data de lançamento do longa-metragem no circuito nacional.
O filme, estrelado por Maika Monroe (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro. Vale lembrar que o projeto foi selecionado como parte do line-up do Festival de Cannes 2026.
Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.
A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.
O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).
Segundo a Variety, Tânia Maria, que conquistou aclame e reconhecimento mundiais após seu trabalho no indicado ao Oscar ‘O Agente Secreto’, foi escalada para o elenco do drama ‘Sábado Morto’, mais novo longa-metragem da produtora Cinemascópio.
As filmagens do drama tiveram início no último dia 18 de maio e devem se estender ao longo de cinco semanas, divididas em locações na cidade do Recife e na região de Arcoverde, no sertão de Pernambuco.
“A trama de ‘Sábado Morto’ acompanha Diogo, médico residente no Recife, que precisa retornar ao sertão pernambucano, após anos distante, por conta de um acontecimento inesperado na família. Ao lado da esposa, Aline, ele reencontra sua mãe, Terezinha, determinada a exigir respostas sobre fatos recentes, e talvez algo mais. Entre lembranças e desconfortos, segredos começam a emergir”, diz a sinopse.
Em comunicado oficial à imprensa, o diretor Leonardo Lacca celebrou o início dos trabalhos no set de filmagens e elogiou o elenco escalado para o projeto:
“Tem sido muito especial ver o universo de ‘Sábado Morto’ ganhar vida ao lado de atores maravilhosos como Jesuíta Barbosa, Malu Falangola, Múcia Teixeira e Matteus Cardoso. E é maravilhoso realizar mais um trabalho em parceria com Emilie, além de uma equipe técnica incrível, que realizou um trabalho muito potente nessa etapa que rodamos no Recife”, afirmou.
O projeto cinematográfico conta com a assinatura da renomada produtora Emilie Lesclaux pela Cinemascópio, estúdio por trás de sucessos como ‘Bacurau’ e ‘Aquarius’, desenvolvendo o longa-metragem em parceria direta com a Trincheira Filmes.
No final de 2024, a Marvel Studios revelou que havia abandonado os planos de desenvolver um filme dosJovens Vingadores. Em vez disso, o foco teria mudado para trazer os Campeões para o Disney+, com a equipe fazendo sua estreia oficial em dezembro com ‘Vingadores: Doutor Destino’.
Boa parte dos fãs concorda que o momento de reunir os Jovens Vingadores no Universo Cinemático Marvel passou, ainda mais considerando que os personagens que integram o grupo já estão muito velhos e que a Saga do Multiverso não apresentou qualquer foco ou desenvolvimento para que os heróis pudessem ter seu espaço para brilhar no MCU.
Além disso, após uma era de quantidade em detrimento da qualidade, um possível spin-off fracassado poderia prejudicar a franquia dos Vingadores – algo inaceitável considerando o sucesso financeiro e de crítica dos filmes anteriores.
Em entrevista ao Revenge Of, ImanVellani, que interpreta Kamala Khan/Ms. Marvel no MCU, foi questionada sobre a recente série ‘Coração de Ferro’, revelando ser uma grande fã da personagem e comentando sobre o fato dela ser “muito subestimada, até mesmo nos quadrinhos”.
Pouco depois, a atriz comentou sobre os Campeões e os Jovens Vingadores, concordando que, quando e se um dos grupos ganhar espaço no panteão super-heroico, talvez os atores que os interpretem já não tenham mais a idade necessária para compor o time.
“Pessoalmente, sou mais fã dos Campeões do que dos Jovens Vingadores. Acho que essas histórias são muito mais relevantes. Mas também acho que nenhum de nós será jovem quando chegar a hora de fazerem isso”, ela contou.
Anteriormente, em entrevista ao portal ComicBookMovie, Vellani reforçou sua expectativa em ver Ms. Marvel novamente em ação nas telonas com ‘Vingadores: Doutor Destino’ e ‘Vingadores: Guerras Secretas’, compartilhando o sentimento dos fãs sobre a ausência de atualizações oficiais da Marvel Studios.
“Sim, eu também estou desesperada, então estamos no mesmo barco”, afirmou a atriz, enfatizando sua torcida pelo retorno da heroína.
A última aparição da personagem nos cinemas ocorreu na cena pós-créditos de ‘As Marvels’ (2023), na qual Kamala iniciava o recrutamento para o que parecia ser a formação dos Jovens Vingadores. Na época, especulava-se que o grupo seria liderado pela Ms. Marvel e contaria com nomes como Gaviã Arqueira, Coração de Ferro, Wiccano, Célere e Estatura, além de possíveis participações do Rapaz de Ferro e Kid Loki.
A HBO e a HBO Max divulgaram um vídeo com seus vindouros lançamentos de 2026 e aproveitaram para divulgar cenas inéditas da primeira temporada de ‘Harry Potter’, série adaptada dos romances de J.K. Rowlingque tem estreia marcada para o dia 25 de dezembro.
Confira, a partir de 1:15:
Vale lembrar que a série já foi renovada para a 2ª temporada!
A trama do ciclo de estreia, que adapta ‘A Pedra Filosofal’, seguirá a jornada de Harry Potter, um órfão que descobre sua herança mágica ao ser resgatado da casa de seus tios, os Dursleys, pelo guarda-caça Rubeus Hagrid. Em Hogwarts, ele formará o icônico trio ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger.
Vale lembrar que Cage já havia dublado o personagem titular na franquia animada ‘Homem-Aranha no Aranhaverso‘.
A trama será ambientada nos anos 30, em Nova York, e seguirá um investigador particular que é forçado a confrontar seu passado como o único super-herói da cidade. A produção se passa em um universo paralelo sem a presença de Peter Parker, o Homem-Aranha original.
Anteriormente, Cage havia confirmado que ‘Spider-Noir‘ contará com oito episódios: “a 1ª temporada terá oito episódios de quarenta e cinco minutos. Então, é o equivalente a quatro filmes em cinco meses. E eu tenho outro filme para o qual tenho que me preparar, e então um filme logo depois dele.”
Com título atual de ‘Protective Custody’, o projeto traz Stiller como “um financista em desgraça, acusado de fraude em larga escala, é colocado sob custódia protetiva, onde precisa lidar com a política prisional, salvar sua reputação e enfrentar as consequências de seus atos enquanto aguarda julgamento”.
Judge (‘Silicon Valley’) coassina a história ao lado de Steve Hely (‘Veep’) e Dave King (‘Park and Recreation’). Os três também assumem as funções de produtores executivos e showrunners.
Judge fica responsável pela direção dos episódios.
Stiller e John Lesherentram como produtores executivos através da companhia Red Hour, juntamente a Ben Silverman, Howard Owen e Rodney Ferrell, da Propagate Content; Michael Rotenberg e Oly Obst, da 3 Arts Entertainment; e Nanette Burstein.
Caso ‘Protective Custody’ ganhe sinal verde pelo streaming, este será o segundo papel principal de Stiller em uma produção do Apple TV, visto qu também estrelará a série ‘The Off Weeks’. Além disso, ele é produtor executivo da aclamada e premiada ‘Ruptura’, também do s “Severance”, também da plataforma.
‘Supergirl‘ ganhou um novo comercial que traz o Lobo de Jason Momoa chegando em toda a sua glória de durão em sua moto flamejante. O astro de ‘Aquaman‘ está claramente se divertindo muito como o último czarniano, e já tinha falado abertamente que este é o papel dos seus sonhos, e não o de Arthur Curry.
A situação de ‘Supergirl’ na bilheteria começa a preocupar a DC Studios — e as primeiras projeções já indicam que o longa pode acabar se tornando tanto um sucesso moderado quanto um dos grandes tropeços do verão americano.
Segundo o Box Office Theory, o novo filme da heroína deve arrecadar entre US$ 47 milhões e US$ 65 milhões em seu fim de semana de estreia na América do Norte. Caso fique na faixa mais baixa, o desempenho será parecido com o decepcionante lançamento de ‘As Marvels‘, que chegou aos cinemas cercado de críticas positivas, mas encerrou sua trajetória com apenas US$ 206 milhões mundialmente.
Já no cenário mais otimista, ‘Supergirl’ poderia alcançar números próximos aos obtidos por ‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘ e ‘Thor‘, que arrecadaram cerca de US$ 370 milhões e US$ 449 milhões globais, respectivamente.
O longa chega aos cinemas brasileiros em 25 de junho e terá 1 hora e 50 minutos de duração, já incluindo os créditos finais.
Para efeito de comparação, a produção será mais curta que ‘Superman’, responsável por abrir as portas do novo universo compartilhado da DC, com 2 horas e 9 minutos de duração.
Estrelando Milly Alcock no papel da “Mulher do Amanhã”, o filme promete uma abordagem distinta e ambiciosa para uma das personagens mais poderosas da editora, servindo como uma peça fundamental para a expansão da cronologia liderada por James Gunn.
Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’, dirige. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.
Nunca antes falamos tão abertamente sobre a importância da saúde mental. Na última década, em especial, depois dos anos de confinamento e pandemia, a sociedade, de uma forma geral, passou a olhar com olhos mais atentos sobre a forma como a saúde é impactada a partir das questões psíquicas e emocionais que atravessam nossas vidas e que, por consequência, acabam regendo a maneira como lidamos com os eventos do dia a dia. Só que existe uma série que, desde 2012, vem conversando com o público sobre esses mesmos pontos. Trata-se da série ‘Sessão de Terapia’, que volta essa semana em sua sexta temporada na Globoplay.
Depois de um período, Caio Barone (Selton Mello, de ‘Ainda Estou Aqui’) está pronto para receber seus novos pacientes dessa temporada, e começamos com a visita da misteriosa Érica (Olivia Torres, de ‘Ainda Estou Aqui’), uma jovem mulher com quem Caio quase se envolveu durante um congresso e que agora chega a seu consultório meio que o seduzindo, meio que pedindo por sua supervisão clínica, deixando Caio enfeitiçado e sem saída. Na terça, Caio precisa ajudar Morena (Alice Carvalho, de ‘Cangaço Novo’), filha de um famoso artista que no passado fizera muito sucesso, mas que agora começa a enfrentar os sintomas do Alzheimer e Morena não consegue decidir sobre para qual casa de acolhimento irá encaminhá-lo. Na quarta, o paciente é Ulisses (Paulo Gorgulho, de ‘Emergência Radioativa’), um homem com mais de 60 anos mas que se recusa a admitir a passagem do tempo e age como jovem. Na quinta, conhecemos Ingrid (Bella Camero, de ‘Urubus’), uma jovem extremamente competitiva, que trabalha com bolsa de valores e investimentos e cuja empresa empregadora exigiu sessões de terapia, às quais ela despreza. Por fim, às sextas, como de comum, é dia de Caio fazer sua supervisão, agora com uma nova colega, Rosa (Grace Passô, de ‘Praça Paris’) que não busca ser carinhosa, e, ao contrário, vai direto ao cerne das questões de Caio, que se incomoda.
Quatro pacientes-chave e um dia de supervisão. Esse é o molde que há seis temporadas vem fazendo sucesso em ‘Sessão de Terapia’ e que volta a ser o formato na nova parte, afinal, conhecer a fundo os pacientes é legal, mas é na supervisão que entendemos como esses pacientes impactam o psicológico do protagonista Caio e temos a oportunidade de, aos poucos, ir conhecendo melhor esse personagem que, como todo psicólogo/terapeuta, se apresenta como uma pedra sólida cujas particularidades não são abertas para qualquer um.
O roteiro original de Jacqueline Vargas claramente se atenta às questões do contemporâneo urbano ao trazer pacientes com inquietações complexas, mas bastante claras para o especialista identificar e tratar. Soma-se a isso a direção competente e centrada de Selton Mello, que uma vez mais demonstra saber o que quer seja no enquadramento dos personagens, seja no jogo entre amplitude-inquietude que a sala do Caio proporciona, num contraste constante embrulhado em cores pastéis. Com poucos elementos ao redor para nos distrair, o espectador é convidado a, assim, se concentrar nas atuações e dos dramas apresentados.
Se ‘Sessão de Terapia’ já fazia sucesso quatorze anos atrás, por trazer uma pauta diferente do que era ofertado ao espectador da época, imagina hoje, quando há um interesse muito maior em entender e estimular a psicanálise, os cuidados com a saúde mental, os limites de cada um e a importância de se dar atenção aos sentimentos. Através de uma seleção de elenco diversa e assuntos urgentes, fica claro que a produção está antenada às discussões atuais, e, nesses primeiros episódios, podemos esperar fortes emoções nas histórias de Morena e Uli, ainda mais embalados com a trilha sonora original assinada por Plínio Profeta.
Ótimas notícias para os fãs de ‘Casadas e Caçadoras’!
Em uma recente entrevista ao podcast The Tangle, o astro Dermot Mulroney, que interpreta Jed Banks na popular série sáfica da Netflix, revelou que a 3ª temporada da atração já está em desenvolvimento – mesmo não tendo sido oficialmente renovada para mais um ciclo.
As boas novas vieram acompanhadas do anúncio de que as gravações dos segundo ciclo foram encerradas.
“Sim, nós já completamos a 2ª temporada. Não estou certo e não posso dizer quando vai sair”, ele contou. “E notícias ainda melhores: a 3ª temporada já está em andamento. Acho que eles já reuniram a sala de roteiristas e estão cozinhando a próxima temporada. Devemos começar a rodar no outono [entre setembro e novembro]. Então, são ótimas notícias para os fãs [da série]”.
Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Brittany Snow) e Margo (Malin Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?
‘Casadas e Caçadoras’ é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.
The Boys acabou nesta semana, dando fim a uma saga construída ao longo de sete anos. As tramas deBilly Bruto (Karl Urban) e doCapitão Pátria (Antony Starr) chegaram ao fim, mas esse universo continuará existindo. A próxima aposta do Amazon Prime Video é Vought Rising, uma prequela que será focada nos Payback, os “Vingadores” desse mundo, que atuaram a partir da Segunda Guerra Mundial.
A trama será centrada em Soldier Boy(Jensen Ackles) e na Tempesta(Aya Cash), e promete abordar as origens da Vought, a empresa por trás dos Supers e de praticamente todo o funcionamento desse universo. A nova série está marcada para estrear em 2027. Pensando nisso, o CinePOP listou produções do universo The Boys que você pode ver – ou rever – até o lançamento da nova série. E todas estão disponíveis no Prime Video. Confira!
A primeira dica é a própria série The Boys, obviamente. A produção chegou ao fim, totalizando 40 episódios de aproximadamente 1h, cada. Uma sugestão interessante é revisitar a série no formato semanal. Dessa forma, seriam 40 semanas para terminar as cinco temporadas, o que muito provavelmente terminaria próximo ao lançamento de Vought Rising. Para quem nunca viu, a série se passa em um mundo habitado por super-heróis. Porém, aquela imagem de bons moços é vendida pela Vought, uma mega-corporação que criou os Supers e agora trata essa galera como sua principal franquia. Tratados como as maiores celebridades do planeta, os heróis são uns verdadeiros babacas, que usam drogas, participam de orgias e até mesmo matam pessoas a seu bel prazer, tudo encoberto pela empresa. Nesse contexto, o jovem Hughie, um rapaz comum, perde sua namorada, Robin, atropelada pelo velocista Trem-Bala. Tomado pelo desejo de vingança, ele é abordado por Billy Bruto, um homem amargurado que teve a esposa estuprada pelo Capitão Pátria, o maior herói desse mundo, para convencê-lo a entrar em sua jornada de vingança para matar cada um dos 7 principais supers da Vought. Ao longo das temporadas, o grupo conhece novos aliados, enquanto o Capitão Pátria vai abandonando suas já distorcidas amarras sociais em um processo de enlouquecimento por poder.
Essa série animada é bastante diferente da série principal. Misturando os quadrinhos com a série, a animação é uma expansão de universo sem necessariamente precisar dos personagens principais que o público aprendeu a amar. Ela é construída como uma antologia, então cada episódio traz uma história isolada ambientada nesse universo de The Boys. São oito curtas bizarros, dramáticos ou divertidos que mostram que esse mundo é ainda mais doido do que o mostrado na série principal. Tem um episódio, por exemplo, que uma adolescente solitária toma o Composto V e tem uma terrível dor de barriga. No dia seguinte, ela descobre que seu poder é dar vida a cocô, o que a leva a uma batalha contra o Profundo. Em outro, o público vê uma escola de supers em que os alunos ficam revoltados aos descobrirem a origem de seus poderes. Mas talvez o mais famoso seja justamente o episódio que conta a origem do Capitão Pátria e como foi sua primeira missão oficial pela Vought, quando ele ainda parecia se importar e como tudo foi por água abaixo em questão de segundos. E vale destacar que cada episódio tem uma técnica de animação própria. É realmente muito interessante.
Derivada de The Boys, Gen V teve vida curta, mas conquistou uma série de fãs. A trama é desenvolvida paralelamente à série principal, com eventos das 3ª e 4ª temporadas influenciando no andamento dessa produção. Nela, o público conhece a jovem Marie Moreau, uma super que descobriu seus poderes da forma mais traumática possível: durante sua primeira menstruação. Ela tem a habilidade de controlar o sangue, e toma conhecimento disso ao acidentalmente matar os próprios pais. Crescendo com esse trauma, ela tenta dominar seus poderes e entra para a Universidade Godolkin, que reúne os principais jovens supers para incentivá-los a usarem seus poderes e entrarem na rota de virarem grandes produtos para a Vought. O problema é que, assim como os ‘heróis’ adultos, os adolescentes também são uns babacas irremediáveis, que usam suas habilidades para conseguirem vantagens, perturbarem e assediarem os outros, enquanto tentam viralizar nas redes sociais com seus vídeos. Diante desse novo cenário, Marie tenta se enturmar, mas acaba descobrindo uma trama assustadora sobre testes e abusos da Vought nos adolescentes, colocando seus amigos contra a diretoria em uma trama cheia de reviravoltas.
Segundo o Deadline, as filmagens de ‘The Peasant’, épico de vingança medieval dirigido por Dev Patel (‘Fúria Primitiva’), foram oficialmente encerradas.
O projeto marca o primeiro do selo A24 a ser rodado na Índia.
O longa, cuja aquisição é estimada em cerca de US$ 30 milhões, marca mais uma parceria entre Patel e a A24, que anteriormente colaboraram em ‘A Lenda do Cavaleiro Verde‘, de David Lowery.
Descrito como uma mistura de ‘CoraçãoValente‘, ‘JohnWick‘ e lendas arturianas, ‘The Peasant‘ se passa na Índia feudal do século XIV e acompanha um pastor que, após ver sua comunidade destruída por cavaleiros mercenários, inicia uma jornada brutal de vingança — revelando segredos e habilidades muito além do que aparenta.
Com base em um roteiro presente na prestigiada Black List de 2023, o projeto foi desenvolvido pela Fifth Season em colaboração com o roteirista Will Dunn (‘Ms.Marvel‘).
A produção é realizada pela Thunder Road Films — a mesma por trás da franquia ‘JohnWick‘ — e há expectativa de que o filme possa dar origem a uma nova saga de ação.
Além de dirigir, Patel estrela e assume a cadeira de produtor, por meio do banner Minor Realm. A iniciativa marca a continuação de sua colaboração com a Thunder Road, estúdio que também apoiou ‘Fúria Primitiva‘ seu aclamado debut na direção, lançado no ano passado pela Universal.
Boas notícias para os fãs de ‘Casadas e Caçadoras’!
Em uma recente entrevista ao podcast The Tangle, o astro Dermot Mulroney, que interpreta Jed Banks na popular série sáfica da Netflix, revelou que as gravações da 2ª temporada já foram finalizadas.
“Sim, nós já completamos a 2ª temporada. Não estou certo e não posso dizer quando vai sair”, ele contou. “E notícias ainda melhores: a 3ª temporada já está em andamento. Acho que eles já reuniram a sala de roteiristas e estão cozinhando a próxima temporada. Devemos começar a rodar no outono [entre setembro e novembro]. Então, são ótimas notícias para os fãs [da série]”.
Na trama dos novos episódios, segredos antigos vêm à tona e inimigos forçam as protagonistas Sophie (Brittany Snow) e Margo (Malin Åkerman) a se unirem mais uma vez. À medida que se envolvem com um perigoso jogo, dúvidas começam a surgir. Elas são caçadoras ou são a caça?
‘Casadas e Caçadoras’ é um drama picante que acompanha a novata Sophie O’Neil (Brittany Snow) enquanto ela se encanta por Margo Banks (Malin Åkerman), uma socialite sedutora, e seu círculo exclusivo de amigas ricas, conhecidas como as Hunting Wives, em uma pequena cidade do leste do Texas. Por trás do charme sulista, esconde-se um mundo de tentações e relacionamentos perigosos. O charme magnético de Margo e o fascínio inebriante do grupo despertam as paixões adormecidas de Sophie, levando-a por um caminho traiçoeiro, repleto de ciúmes, suspeitas mortais e assassinato.
‘Dead by Daylight‘ é um jogo de terror multiplayer assimétrico, onde um jogador assume o papel do assassino, e os outros quatro jogadores jogam como sobreviventes. O objetivo dos sobreviventes é tentar escapar, reparando cinco geradores e abrindo os portões de saída para evitarem serem capturados, enganchados e sacrificados.
O Apple TV divulgou um novo clipe promocional da 3ª temporada de ‘Silo‘, série distópica estrelada por Rebecca Ferguson.
O próximo ciclo estreará no dia 3 de julho na plataforma de streaming.
Confira, junto ao teaser trailer e às imagens oficiais:
Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª (e última) temporada!
A produção é uma adaptação da série de livros ‘Wool’, escritos por Hugh Howey.
A trama é ambientada em um futuro distópico onde uma comunidade existe em um silo gigante com centenas de andares abaixo da terra, homens e mulheres vivem em uma sociedade cheia de regulamentações que acreditam ser destinada a protegê-los. Depois que seu xerife quebra uma regra fundamental e os residentes morrem misteriosamente, a engenheira Juliette começa a descobrir segredos chocantes sobre o silo.
‘Miraculous Ladybug: O Show Musical’, adaptação oficial para o palco da série de sucesso ‘Miraculous: As Aventuras de Ladybug e Cat Noir’, da Miraculous Corp — joint venture entre Mediawan e ZAG —, estreia nacionalmente no Rio de Janeiro, no Teatro Claro Mais, no dia 09 de julho.
A capital fluminense está entre as 10 cidades brasileiras que receberão a superprodução internacional em turnê pelo país. Apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev, com patrocínio da Eurofarma, a realização é da Passos na Arte e Touché Entretenimento. Os ingressos já estão à venda pelo site da Uhuu.
Dirigida por Marllos Silva, esta produção espetacular e voltada para a família, promete uma experiência inesquecível para públicos de todas as idades.
Apresentando efeitos especiais de tirar o fôlego, cenários majestosos, voos aéreos reais sobre a plateia e um show de luzes deslumbrante, a performance ao vivo mistura magia, narrativa envolvente, coreografias impressionantes e canções originais criadas exclusivamente para o palco. O resultado é uma jornada totalmente imersiva que aproxima os personagens amados mais do que nunca de seus fãs.
Para dar forma a essa experiência, a equipe criativa conta ainda com direção musical de Laura Visconti, canções originais adicionais de Daniel Rocha, coreografias de Danilo Santana, desenho de som de Gabriel D’Angelo, desenho de luz de Felipe Antello, cenários da artista plástica Flávia Junqueira e figurinos de Bruno Oliveira.
‘Miraculous Ladybug: O Show Musical’ convida o público para o mundo mágico de Paris — onde Marinette, uma adolescente comum, se transforma na icônica super-heroína Ladybug ao lado do enigmático Cat Noir. Enquanto Marinette se prepara para comemorar seu aniversário, uma nova ameaça paira sobre a cidade. O sinistro Hawk Moth usa seus poderes sombrios para drenar as cores do mundo, mergulhando tudo no caos. Marinette e Adrien devem enfrentar o desafio, confrontar seus medos e abraçar seus destinos. Guiados pelo poder dos Miraculous, eles embarcam em sua maior batalha até agora — para proteger sua cidade e restaurar a esperança. O lançamento brasileiro segue adaptações anteriores de sucesso na Espanha e na França.
No espetáculo, o público verá personagens queridos como Ladybug, Cat Noir, Hawk Moth, Sofia, Rhinosaur e outros, ganhando vida através de performances habilidosas e figurinos meticulosamente elaborados que capturam a magia da série. Cenografia imersiva, elementos multimídia e tecnologia de palco inovadora transportam os espectadores diretamente para as ruas icônicas de Paris, recriando a atmosfera que os fãs conhecem do mundo animado.
O musical combina canções familiares com composições originais inéditas criadas especialmente para o show, convidando o público a cantar junto enquanto descobre novas favoritas. Mais do que uma aventura de super-heróis, a história explora amizade, trabalho em equipe, bravura e amor através de reviravoltas emocionais e momentos inesperados. Ao longo da performance, cenas interativas convidam o público a se tornar parte da ação, ajudando Ladybug e Cat Noir a enfrentar Hawk Moth, Rhinosaur e um novo vilão misterioso, Spectre.
A turnê nacional de ‘Miraculous® Ladybug: O Show Musical’ já tem apresentações confirmadas em diferentes capitais brasileiras ao longo de 2026. Após a temporada de estreia no Rio de Janeiro, o espetáculo segue para Natal (Teatro Riachuelo, dias 8 e 9 de agosto), Fortaleza (Teatro Via Sul, de 14 a 16 de agosto), Brasília (Teatro UNIP, dias 22 e 23 de agosto), Recife (Teatro Luiz Mendonça, de 28 a 30 de agosto) e Belém (Theatro da Paz, dias 5 e 6 de setembro), antes de chegar a São Paulo, onde cumpre temporada no Teatro Villa-Lobos, de 3 de outubro a 1 de novembro. Outras cidades já integram o planejamento da turnê e devem ser anunciadas em breve, ampliando a circulação do espetáculo pelo país e levando o universo de Ladybug e Cat Noir a diferentes públicos.
Faltando apenas 17 dias para a abertura da venda geral de ingressos doRock in Rio 2026 – marcada para o dia 8 de junho, às 19h, exclusivamente no site da Ticketmaster Brasil – Roberto Medina assina um manifesto que convida o público a olhar para tudo o que acontece antes da Cidade do Rock ganhar vida.
Na carta, o fundador do maior festival de música e entretenimento do mundo compartilha reflexões sobre a dimensão da operação, o propósito do evento e a emoção que move milhares de pessoas nos bastidores do Rock in Rio há mais de quatro décadas.
O texto nasce da vontade de mostrar a força da engrenagem que sustenta o festival e ganhará o Brasil em um filme de 3 minutos. Inspirado pela linguagem dos grandes espetáculos da Broadway, Medina usa a carta para introduzir o conceito da nova campanha publicitária do Rock in Rio 2026, gravada nos últimos dias, que transforma os bastidores dessa grande operação em um espetáculo musical.
“Sempre quis mostrar o que acontece antes daquele momento em que os portões se abrem e o público entra correndo. É naquele momento que a nossa magia ganha vida, se personifica por meio das pessoas presentes. Mas fazer tudo isso acontecer não é tarefa fácil. Sou homem de comunicação, então imaginei mostrar a partir do ensaio de um espetáculo musical, no melhor estilo Broadway e assim será”, escreve.
Ao longo do manifesto, Roberto reforça que o Rock in Rio vai muito além dos shows. “A essência do festival não é contratar bandas e vender ingresso. O que a gente entrega é emoção, e ela transborda os limites da Cidade do Rock, incentivando importantes projetos sociais e gerando um impacto econômico de mais de 3 bilhões para o Rio”, afirma.
Para Medina, no entanto, o principal protagonista do festival continua sendo o público. “Em setembro, o festival vai receber quem sempre foi o mais importante: o público. Cerca de 450 mil pessoas de todo o país estarão conosco vivendo grandes shows que só acontecerão no Rock in Rio e aproveitando a cidade mais linda do mundo”, destaca.
O manifesto termina com uma frase que resume a expectativa para setembro: “Em setembro, o Brasil vai se mudar para o Rio.” Roberto completa: “e vai mesmo. Não terá espaço para tantas pessoas, as caravanas vão chegar e estamos preparados para receber nossos fãs. Preparem-se porque o melhor do entretenimento será ao vivo, em setembro”.
A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.
O universo de ‘The Boys’ continua em franca expansão no Prime Video – e, muito em breve, um novo spin-off chegará ao catálogo do Prime Video: ‘Vought Rising’.
A série derivada funciona como prelúdio da original, ambientada décadas antes dos eventos principais e dando destaque a Soldier Boy, que foi eternizado por Jensen Ackles nas telinhas.
Agora, a gigante do streaming revelou o primeiro teaser trailer oficial da série derivada, que teve lançamento confirmado para 2027.
Confira:
Em uma recente entrevista à Variety, Ackles destacou que, embora o formato seja familiar para quem já acompanha a série original, a mudança de época trará um frescor necessário à narrativa.
“Olha, vai parecer familiar em termos de formato, porque a ideia é pegar o que funciona em The Boys e fazer algo um pouco diferente, especialmente por se passar nos anos 1950. Mas, falando por mim, estamos acostumados a ver o Soldier Boy nos tempos modernos. Ele é, como gosto de dizer, um homem analógico em um mundo digital, um peixe fora d’água no contexto atual”, afirmou.
Ackles continuou: “Agora vamos vê-lo sendo relevante, no ambiente onde ele realmente pertence. Ele é o manda-chuva. Mas também veremos a experiência que explica por que ele se tornou quem é. Vamos explorar as camadas do que realmente aconteceu naquele período”.
A empolgação do astro com o projeto é evidente. Segundo ele, o convite foi aceito instantaneamente: “Quando me apresentaram a ideia, dizendo que seria um prelúdio ambientado nos anos 1950 com o Soldier Boy, eu nem deixei terminarem a frase antes de dizer ‘sim!'”.
Ackles ainda confirmou que a intenção da produção é que o derivado se estenda por várias temporadas.
A 79ª edição do Festival de Cannes consagrou uma das vitórias mais debatidas dos últimos anos ao entregar a Palma de Ouro ao cineasta romeno Cristian Mungiu por Fjord. O júri presidido por Park Chan-wook destacou a “coragem moral” do filme e sua capacidade de provocar debates sem recorrer a simplificações ideológicas. A escolha confirmou o tom político e identitário desta edição, marcada por obras sobre memória, pertencimento e choque cultural.
Estrelado por Renate ReinsveeSebastian Stan, o longa acompanha uma família cristã conservadora romena que tenta reconstruir a vida na Noruega, mas acaba enfrentando hostilidade em uma sociedade progressista incapaz de aceitar seus valores culturais e religiosos.
Ao inverter o perspectivas tradicionalmente adotado pelo cinema europeu contemporâneo, Mungiu constrói um drama moral provocador sobre intolerância ideológica, pertencimento e os limites do progresso quando este passa a rejeitar diferenças em nome da uniformidade social. Sem transformar seus personagens em mártires nem em vilões absolutos, Fjordaposta justamente na ambiguidade humana para questionar como sociedades consideradas abertas podem também produzir exclusão.
A vitória marca a segunda Palma de Ouro da carreira de Cristian Mungiu — a primeira foi por 4 meses, 3 semanas e 2 dias, em 2007 — e reforça o retorno do diretor ao centro do cinema político europeu. Conhecido por retratar conflitos éticos com rigor quase documental, o cineasta entrega aqui uma obra menos austera emocionalmente, porém igualmente afiada em sua crítica social. A obra também foi vencedora do prêmio da FIPRESCI, a Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Noite histórica marcada por três empates
A cerimônia também ficou marcada por um feito inédito: três empates em categorias principais, algo sem precedentes na história recente do festival. O primeiro deles ocorreu na categoria de melhor interpretação feminina, entregue às atrizes Virginie Efira e Tao Okamoto por suas atuações em De repente (Soudain/ All of a Sudden) dirigido porRyûsuke Hamaguchi.
Emocionada, Virginie foi às lágrimas ao escutar o anúncio e destacou a beleza da amizade feminina retratada no longa. “Nunca vimos duas amigas assim desde Thelma & Louise”, afirmou a atriz, em referência ao clássico de 1991 de Ridley Scott, homenageado no cartaz oficial desta edição do festival.
O filme retrata um grupo de soldados que organizava apresentações de dança, teatro e música para entreter companheiros durante a Segunda Guerra Mundial. Muitos interpretavam papéis femininos sob um acordo tácito de cumplicidade entre os militares. Contudo, um jovem tímido acaba desenvolvendo sentimentos mais profundos por um dos performers, em uma narrativa sensível sobre desejo, identidade e afeto em tempos de guerra.
O empate triplo que consagrou estilos opostos
O terceiro empate da noite foi ainda mais surpreendente: duas produções dividiram o prêmio de melhor direção. A dupla espanhola Javier Calvo eJavier Ambrossi, conhecidos como “Los Javis”, venceu por La Bola Negra, obra poética inspirada em uma peça perdida de Federico García Lorca. O longa utiliza a reconstrução artística como instrumento de defesa da liberdade sexual e da memória cultural.
Em contraste de estilo, o polonês Pawel Pawlikowski também foi premiado por Fatherland, austero drama em preto e branco sobre o retorno do escritor Thomas Mann à Alemanha dividida após 16 anos de exílio nos Estados Unidos.
Apesar das diferenças formais entre os filmes, ambos compartilham o interesse por grandes figuras literárias e pelas marcas deixadas pelo exílio, pela repressão e pela identidade europeia.
Após as homenagens a Peter Jackson e John Travolta ao longo desta edição, Barbra Streisand tornou-se a terceira personalidade a receber uma Palma de Ouro honorária em Cannes 2026. A artista, porém, não pôde comparecer à cerimônia devido à recuperação de uma lesão no joelho. Em comunicado enviado aos jornalistas, Streisand agradeceu a homenagem e lamentou sua ausência:
“Sob orientação dos meus médicos, enquanto continuo me recuperando de uma lesão no joelho, infelizmente não posso comparecer ao Festival de Cannes este ano. Estou profundamente honrada em receber a Palma de Ouro honorária e estava ansiosa para celebrar os filmes extraordinários desta 79ª edição.”
Silent Voices, de Nadine Misong Jin (Columbia University, EUA)
Terceiro Prêmio (empate)
Aldrig Nok, de Julius Lagoutte Larsen (La Fémis, França) Growing Stones, Flying Papers, de Roozbeh Gezerseh e Soraya Shamsi (Filmuniversität Babelsberg Konrad Wolf, Germany)
O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em ‘Sem Volta Para Casa’.
A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.
O filme é dirigido porDestin Daniel Cretton. O cineasta, conhecido por ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, foi o escolhido para comandar a nova aventura de Peter Parker. Ele substitui Jon Watts, dos três filmes anteriores.
‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.
‘Mestres do Universo’ chega aos cinemas em 4 de junho cercado de expectativa, e a campanha promocional da Amazon MGM e da Sony Pictures já entrou na reta final com trailers inéditos, comerciais de TV, pôsteres e vários vídeos de bastidores destacando o elenco principal.
Mas um detalhe curioso não passou despercebido pelos fãs.
Jared Leto, astro de ‘Morbius‘ e intérprete do icônico vilão Esqueleto, praticamente desapareceu da divulgação do longa. O ator não promoveu o filme em suas redes sociais, ficou de fora da CinemaCon e também chamou atenção por sua ausência na estreia mundial realizada em Los Angeles.
De acordo com uma nova reportagem do Puck News, Leto “não estaria entusiasmado com o projeto”, embora os bastidores pareçam indicar uma situação ainda mais complicada.
Nos últimos anos, o vencedor do Oscar acumulou uma sequência de produções que decepcionaram nas bilheterias, incluindo títulos de grandes estúdios como ‘Tron: Ares‘, que teve desempenho abaixo das expectativas. Ainda que a responsabilidade não recaia exclusivamente sobre o ator, fontes da indústria apontam que os estúdios enxergam o nome de Leto como um possível problema de marketing.
A percepção em Hollywood é simples: destacar o ator como um dos protagonistas talvez não ajude a impulsionar o novo ‘Mestres do Universo’ — mesmo com ele aparecendo quase irreconhecível sob o visual sombrio do Esqueleto.
As primeiras impressões ao longa dividiram os críticos. Enquanto alguns amaram a vibe cafona e o universo criado para o filme, outros acharam que a maior parte da produção ficou uma “bagunça”.
“Mestres do Universo tem cerca de 20 minutos finais muito divertidos, estranhos, mas agradáveis. Quanto ao resto do filme? É uma bagunça. Coisas sérias tocadas para dar risadas, risadas tocadas para emoção, funciona, não funciona, realmente tenta, mas acaba sendo constrangedor demais. Cenas incríveis dos créditos finais, no entanto.”
#MastersoftheUniverse has a very fun, weird, yet enjoyable last 20 minutes or so. As for the rest of the movie? It’s a mess. Serious played for laughs, laughs played for emotion, it works, it doesn’t, it really tries but ends up being too awkward. Great end credits scenes though. pic.twitter.com/IINjM5uS84
“A melhor parte de ‘Mestres do Universo’ é que o filme abraça completamente suas raízes como um desenho animado exagerado dos anos 80 que ganha vida. O live-action nunca se leva muito a sério, se entrega totalmente ao lado mais brega e exibe com orgulho suas emoções. Em vez de tentar modernizar demais a franquia, ele resiste a essa ideia e é muito melhor por isso.”
The best thing about Masters of the Universe is that it fully embraces its roots as an over-the-top 80s cartoon come to life.
The film never takes itself too seriously, leans completely into the cheese factor, and proudly wears its heart on its sleeve. Instead of trying to turn… pic.twitter.com/L2V2TUCkgr
“Mestres do Universo é como um filme-irmão do primeiro Thor. Tem dificuldades para encontrar seu equilíbrio na primeira metade, mas, uma vez que se firma em seus temas de masculinidade frágil e ego, abre caminho para uma diversão incrivelmente gostosa que também é visualmente estimulante. Nicholas Galitzine é ótimo!”
MASTERS OF THE UNIVERSE is like a sister film to the first Thor. Struggles to find its footing in the first half, but once it locks on its themes of fragile masculinity and ego, it makes way for an incredibly fun time that’s also visually stimulating. Nicholas Galitzine is great! pic.twitter.com/w0sprjgNZw
“O charme despojado de ‘Mestres do Universo’ me conquistou. Uma experiência colossalmente épica. O live-action tem um tom autoconsciente ao estilo ‘Guardiões da Galáxia’ e uma mensagem radical em sua essência. Nicholas Galitzine e Camila Mendes arrasaram. […] O diretor Travis Knight demonstra uma genuína reverência por todas as encarnações do He-Man, desde os bonecos de ação até as animações. Cheguei a me emocionar em um determinado momento.”
#MastersOfTheUniverse director Travis Knight has a genuine reverence for all the incarnations of the He-Man character the MASTERS OF THE UNIVERSE action figures, animated & cinematic iterations. Easter Eggs are incorporated with craft & care. I got a little misty at 1 point.
“Nicholas Galitzine está impecável em ‘Mestres do Universo’, mas é seu timing cômico que rouba a cena. Assumidamente caricato, repleto de referências aos anos 80 (a trilha sonora!), e Jared Leto exagera na interpretação vocal como Esqueleto. Um pouco extravagante, mas, em sua maior parte, diversão para toda a família.
Nicholas Galitzine looks the part in #MastersOfTheUniverse (and how!) but it’s his comedic timing that steals the show. Knowingly cartoonish, packed with 80s vibes (the soundtrack!), and Jared Leto camps it up vocally as Skeletor. Slightly risqué, but mostly family-friendly fun. pic.twitter.com/EoRlS4l2dl
“Adorei ‘Mestres do Universo’ – uma das maiores surpresas do ano para mim. Sou muito fã de várias pessoas envolvidas, mas [a franquia] nunca foi muito a minha praia quando eu era mais novo. Além disso, baseado no que eu sei do material original, parecia um filme extremamente desafiador de se fazer. Mas Travis Knight e sua equipe conseguiram! Fui completamente arrebatado por essa aventura super vibrante, estranha e alegre. É totalmente absurdo, mas o absurdo funciona quando o elenco e a equipe entendem completamente o tipo de filme que estão fazendo e se dedicam totalmente para dar vida a ele.”
Bound to be one of the biggest surprises of 2026 for me — I loved MASTERS OF THE UNIVERSE.
I’m a huge fan of a lot of the folks involved, but it was never really my thing growing up and I kind of assumed the same would be true now. Also, based on what I do know of the source… pic.twitter.com/u0ecHjbWgM
“Eu AMEI ‘Mestres do Universo’! É uma verdadeira declaração de amor a tudo relacionado ao He-Man, além de ser um filme de fantasia/ficção científica lindo e bombástico que agrada a todos e não esconde suas emoções. É inacreditável que esse filme exista, mas estou muito feliz por isso. Passei o filme inteiro com um sorriso enorme no rosto.”
I LOVED #MastersoftheUniverse! Both a love-letter to all things He-Man and a beautiful, bombastic fantasy/sci-fi crowd pleaser that wears its heart on its sleeve. It’s insane this movie exists but I’m so happy it does. I had the biggest smile on my face the whole way through. pic.twitter.com/ZeHwvhBtAk
Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).
Eu sempre tive medo de pegar estrada, e ficava aterrorizado com histórias de caminhoneiros e lendas urbanas, como a da Noiva da Estrada – muito popular no interior de São Paulo e Minas Gerais. E foi nessa vibe que assisti ao terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), dirigido pelo talentoso André Øvredal (‘A Autópsia’).
Partindo de uma premissa simples e não muito inovadora, o filme parece ter saído direto de uma videolocadora dos anos 90. E não, isso não é uma coisa ruim. Um filme B quando bem feito, é entretenimento garantido. E foi isso que senti assistindo ao filme.
Logo no início, temos uma sequência de abertura pra lá de assustadora com dois amigos dirigindo na pista quando algo começa a segui-los. A introdução é bastante sombria e rende um dos melhores jumpscares que vivenciei nos cinemas nos últimos anos. Corta para um casal tentando recomeçar a vida, e decidindo fazer uma road trip em um trailer – aqueles carros que tem cama e que a pessoa pode morar e viver como nômade. Ele está extremamente feliz com a aventura ao lado da namorada, que não está tão empolgada com a aventura.
No meio do caminho, eles acabam presenciando um acidente e param para ajudar o motorista, para momentos depois descobrirem que uma entidade maligna que causou aquelas mortes agora está seguindo eles, que serão os próximos.
O enredo pode não ser inovador, mas rende momentos bastante inspirados de terror e um clima constante de medo enquanto a história vai se desenrolando e o casal vai descobrindo as origens do “passageiro” e também toda a mitologia de como sobreviver na estrada, incluindo o código Hobo – um sistema de desenhos que os motoristas fazem na pista para avisar sobre lugares seguros ou perigosos.
Øvredal, que já tinha dirigido o ótimo ‘A Autópsia‘, sabe criar um clima de tensão gostoso misturado com jumpscares muito bem construidos que realmente te fazem pular da cadeira. É um filme simples, mas muito bem realizado.
Outro ponto positivo são os astrosLou Llobell e Jacob Scipio, que vivem o casal Tyler e Maddie. Eles tem uma ótima química em tela e o arco narrativo é muito bem construído para que você se importe com os personagens, que subvertem as regras do gênero e não se separam para resolver os problemas, o que passa uma mensagem muito bonita sobre união e amor. E ainda temos a vencedora do Oscar Melissa Leo em uma participação especial impagável.
O terceiro ato é marcado por exageros e “viagens”, mas que no contexto geral, são muito bem vindos.
‘Passageiro do Mal‘ é um filme de terror simples e eficiente, que não inventa a roda, mas assusta, diverte e entretém.
‘Não É Bem Assim’ (“It’s Not Like That”), nova série dramática cristã estrelada porErinn Hayes, Scott Foley e J. R. Ramirez, conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 7 avaliações.
No geral, os críticos elogiaram a produção por sua abordagem sensível e realista sobre temas como luto, fé e relações familiares.
“Uma série sensível sobre parentalidade, amizade e amor, ‘Não É Bem Assim’ é um verdadeiro sopro de ar fresco, sem soar como propaganda religiosa”, disse Aramide Tinubu da Variety.
“‘Não É Bem Assim’ é um drama familiar multigeracional que se destaca graças ao ótimo roteiro, às boas atuações e à fantástica química entre Scott Foley e Erinn Hayes”, disse Joel Keller do Decider.
“A capacidade de abordar o luto e, ao mesmo tempo, incluir essa ideia de relacionamento e crianças envolvidas tornou tudo muito identificável. Os criadores fazem um trabalho impressionante ao nos envolver nesse universo e nos fazer investir emocionalmente nesses personagens”, disse Ricky Valero do Geek Vibes Nation.
“Eu nunca tinha visto uma série que tratasse a vida cristã sincera e o ministério religioso de forma séria como ponto central do drama. Até agora”, disse Brett McCracken do The Gospel Coalition.
“‘Não É Bem Assim’ ressuscita silenciosamente um gênero abandonado. É o retorno do drama familiar em uma série tão charmosa quanto autenticamente, e cativantemente, bagunçada”, disse Jasmine Blu do TV Fanatic.
“Não é algo revolucionário. É agradável, delicado e muito parecido com uma versão mais leve de ‘Minha Família'”, disse Dustin Rowles do Pajiba.
‘Não É Bem Assim’ (It’s Not Like That) está disponível no Prime Video.
Criada por Ian Deitchman e Kristin Robinson, que também atuam como showrunners, a série acompanha Lori (Hayes), recém-divorciada e mãe de dois adolescentes, e Malcolm (Foley), um pastor viúvo com três filhos. Antigamente, suas famílias faziam tudo juntas, mas agora ambos precisam lidar com a nova rotina como pais solteiros — enquanto navegam o luto, a fé, e os limites entre amizade e algo mais. É uma história de amor? Não é bem assim. Ou é?
A produção é do Amazon MGM Studios, com direção do episódio piloto a cargo de Brad Silberling. O time de produtores executivos inclui Deitchman, Robinson, Garret Lerner, Jon Erwin, Justin Rosenblatt, Kelly Merryman Hoogstraten (Wonder Project), Alex Goldstone (42/Anonymous Content) e Kingdom Story Company.
‘Não É Bem Assim’ marca a estreia de alguns talentos na televisão, como Cassidy Paul, e reforça a aposta do estúdio em histórias familiares que abordam fé, recomeços e conexões humanas sob uma nova perspectiva. A data de estreia ainda não foi divulgada.
O diretor e roteirista Curry Barker comentou abertamente sobre os bastidores de ‘Obsessão’ (Obsession), longa-metragem de terror que está atualmente em cartaz nos cinemas. Em entrevista recente, o cineasta revelou que a trama possui um “furo de roteiro”estrutural que ele, pessoalmente, detesta.
De acordo com o Deadline, o problema está diretamente relacionado às regras de funcionamento do misterioso e sobrenatural objeto conhecido como “One Wish Willow” (O Salgueiro do Único Desejo).
“Quer dizer, é meio que um furo de roteiro. É algo em que eu não gosto de pensar muito, porque realmente não faz sentido existir um mundo cheio de pessoas fazendo desejos. Realmente não faz sentido nenhum”, admitiu o diretor.
Na história, o protagonista Bear (Michael Johnston) recorre ao artefato místico para fazer um pedido sombrio: ele deseja que sua amiga Nikki (Inde Navarrette) o ame mais do que qualquer outra coisa no mundo. Consequências sangrentas e obsessivas passam a persegui-los até que o roteiro revela que qualquer pessoa no mundo pode fazer um pedido ao One Wish Willow e ter sua vontade realizada.
Para Barker, essa abertura cria uma incoerência com o cenário realista estabelecido no filme: “Se o One Wish Willow realmente funciona, o que acontece dentro dessa mitologia, e as pessoas estão fazendo desejos o tempo todo, então haveria coisas malucas acontecendo… tipo dragões existindo. E nada disso aparece. O mundo parece bem normal no filme. Então realmente não faz sentido”.
Buscando uma justificativa lógica para a própria obra, o cineasta compartilhou uma teoria que desenvolveu nos bastidores, embora reconheça que ela também esbarra em contradições práticas:
“Minha interpretação é que, toda vez que alguém faz um desejo, essa pessoa entra em uma realidade alternativa onde o desejo se realiza. Assim, você não está vivenciando todos os desejos ao mesmo tempo. Mas isso também não funciona totalmente, porque o dinheiro cai do teto. Sim, está quebrado”, brincou ele, referindo-se à cena em que o personagem Ian (Cooper Tomlinson) pede uma fortuna em frente a Bear.
Apesar do incômodo com as regras de sua própria mitologia, o diretor não descarta expandir esse universo no futuro.
“Obviamente tenho outros projetos que me empolgam mais no momento, mas consigo imaginar ‘Obsession 2’. Ou talvez algo que me anima ainda mais: uma antologia em formato de episódios de uma hora. Cada episódio mostraria um desejo diferente saindo completamente do controle. Talvez eu dirigisse o piloto com o mesmo diretor de fotografia, e então outros cineastas poderiam trazer suas próprias visões. Isso seria muito legal”, concluiu.
Vale lembrar que o terror já está em exibição nos cinemas nacionais!
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e extrema, imagens sinistras, conteúdo sexual, linguagem persuasiva e breve nudez gráfica”.
Na trama, depois de quebrar o misterioso Salgueiro dos Desejos para conquistar o coração de sua paixão, um romântico incurável se vê conseguindo exatamente o que queria, mas logo descobre que alguns desejos têm um preço sombrio e sinistro.
Curry Barker é responsável pela direção e roteiro.
A polêmica saída de Ryan Gosling do elenco de ‘Um Olhar do Paraíso’ (2009), adaptação cinematográfica do aclamado livro de Alice Sebold, voltou a repercutir em Hollywood. Na época, Gosling havia sido escalado para viver o pai da protagonista interpretada por Saoirse Ronan, mas acabou sendo demitido após engordar cerca de 27 quilos para o papel sem o consentimento do diretor Peter Jackson.
De acordo com a Variety, Jackson quebrou o silêncio sobre as antigas declarações do ator e assumiu a responsabilidade pela falha na escalação, tratando o episódio com diplomacia:
“Não vou falar sobre casos específicos de atores porque é algo pessoal e privado, e não é culpa deles. Sempre que trocamos um ator, na verdade a culpa é nossa, porque não acertamos no elenco e escolhemos a pessoa errada para aquele papel. Não é porque eles fizeram algo errado”, afirmou.
O cineasta vencedor do Oscar ainda completou elogiando o astro: “Ryan é um ator fantástico, como todos sabemos. Filmes dependem de química tanto na frente quanto atrás das câmeras. Às vezes percebemos que aquilo que imaginávamos simplesmente não está acontecendo. É complicado, e ocasionalmente cometemos erros”.
O desabafo de Jackson rebate as declarações dadas por Gosling em 2010, quando o ator explicou que a falta de comunicação na pré-produção foi o estopim para o desentendimento criativo entre os dois.
“Eu realmente acreditava que ele deveria pesar cerca de 95 quilos. Nós não conversamos muito durante a pré-produção, e esse foi o problema. Eu apareci no set e percebi que tinha entendido tudo errado. Aí eu estava gordo e desempregado”, desabafou na época.
A atriz Saoirse Ronan, que protagonizou o longa aos 14 anos, também relembrou os bastidores da substituição. Segundo a artista, a troca ocorreu de forma madura e amigável quando os ensaios já estavam avançados:
“Eu adorava o Ryan e o cachorro dele, George, então fiquei triste por ele não estar mais lá. Mas acho que os motivos da separação foram totalmente válidos. Já conversei com os dois sobre isso e essas coisas acontecem. Nem sempre é algo pessoal”, afirmou.
Ronan também elogiou a entrada de Mark Wahlberg, que assumiu o papel às pressas após a demissão de Gosling: “Mark já era pai, tinha experiência com isso. Ryan era muito jovem na época, tinha uns 27 anos”.
Na trama, a jovem Susie Salmon é brutalmente assassinada por George Harvey, um vizinho que vive sozinho. Enquanto seus pais, Jack e Abigail, lidam com a negação e a polícia falha em colocar o criminoso na lista de suspeitos, a própria família passa a desconfiar dele. Presa em um plano espiritual entre o paraíso e o inferno, Susie passa a observar o sofrimento de seus entes queridos, dividida entre o desejo de vingança e o anseio de ajudar sua família a superar a tragédia.
De acordo com informações do portal Ingresso.com, as filmagens do drama tiveram início na última segunda-feira, dia 18 de maio, e devem se estender ao longo de cinco semanas, divididas em locações na cidade do Recife e na região de Arcoverde, no sertão de Pernambuco.
A produção marca o novo trabalho do diretor Leonardo Lacca, que recentemente atuou como diretor assistente, preparador de elenco e corroteirista do aclamado longa ‘O Agente Secreto’ (2025), deKleber Mendonça Filho.
“A trama de “Sábado Morto” acompanha Diogo, médico residente no Recife, que precisa retornar ao sertão pernambucano, após anos distante, por conta de um acontecimento inesperado na família. Ao lado da esposa, Aline, ele reencontra sua mãe, Terezinha, determinada a exigir respostas sobre fatos recentes, e talvez algo mais. Entre lembranças e desconfortos, segredos começam a emergir”, diz a sinopse.
Em comunicado oficial à imprensa, o diretor Leonardo Lacca celebrou o início dos trabalhos no set de filmagens e elogiou o elenco escalado para o projeto:
“Tem sido muito especial ver o universo de ‘Sábado Morto’ ganhar vida ao lado de atores maravilhosos como Jesuíta Barbosa, Malu Falangola, Múcia Teixeira e Matteus Cardoso. E é maravilhoso realizar mais um trabalho em parceria com Emilie, além de uma equipe técnica incrível, que realizou um trabalho muito potente nessa etapa que rodamos no Recife”, afirmou.
O projeto cinematográfico conta com a assinatura da renomada produtora Emilie Lesclaux pela Cinemascópio, estúdio por trás de sucessos como ‘Bacurau’ e ‘Aquarius’, desenvolvendo o longa-metragem em parceria direta com a Trincheira Filmes.
O universo de ‘Tulsa King’, aclamada série de drama policial da Paramount+, continua a expandir suas frentes políticas e criminais. De acordo com informações exclusivas do portal Deadline, a atriz Eden Lee (‘Dia Zero’) foi escalada para um papel recorrente de grande importância na vindoura quarta temporada da produção, idealizada pelo prolífico criadorTaylor Sheridan.
Lee interpretará Maya, descrita pelos bastidores como a rigorosa e influente chefe de gabinete da governadora do estado de Oklahoma. A introdução da personagem promete trazer novos embates de poder para a rotina dos negócios comandados pelo mafioso Dwight “The General” Manfredi, interpretado por Sylvester Stallone.
Além disso, conforme anunciado anteriormente pela produção, a atriz Gretchen Mol foi promovida ao elenco regular para os novos episódios.
Nos bastidores, a série mantém a fórmula responsável por seus altos índices de audiência. O renomado produtor Terence Winterretorna como o principal roteirista e produtor executivo do quarto ano da série. Dividindo o comando criativo do projeto, o criador Taylor Sheridan e o astro Sylvester Stallone também seguem assinando a produção executiva dos episódios.
Ainda não se sabe quando o próximo ciclo chegará à plataforma de streaming.
O ator Sebastian Stan, que interpretou o empresário e político Donald Trump no longa-metragem biográfico ‘O Aprendiz’ (2024), fez duras críticas ao atual cenário político e social dos Estados Unidos. Em declarações recentes, o artista destacou que a atmosfera no país intensificou-se negativamente em comparação ao período de lançamento do filme.
De acordo com informações publicadas pelo portal Deadline, Stan demonstrou profunda preocupação com os rumos da liberdade de expressão e a perseguição à classe artística no país:
“Acho que estamos em uma situação muito, muito ruim. Para ser honesto, quando você olha para o que está acontecendo, a consolidação da mídia, as censuras, as ameaças, os supostos processos judiciais que nunca acabam, mas também nunca chegam a lugar algum, os sinais já estavam ali”, afirmou.
O ator aproveitou para traçar um paralelo entre a atual conjuntura civil e as barreiras comerciais e jurídicas que a própria produção de ‘O Aprendiz’ enfrentou para conseguir ser distribuída e exibida nos cinemas, sofrendo tentativas de boicote antes mesmo de sua estreia em festivais internacionais.
“Nós enfrentamos isso com o filme. Não sabíamos se o longa seria exibido no festival. Talvez as pessoas estejam prestando mais atenção naquele filme agora. Nós passamos por tudo isso antes mesmo de Jimmy Kimmel e Stephen Colbert. Queria que não fosse assim”, concluiu.
Dirigido por Ali Abbasi (‘The Last of Us’), o filme explora a época em que o ex-presidente dos Estados Unidos comandou o programa de TV chamado O Aprendiz.
Jeremy Strong (‘Succession’) e Maria Bakalova (‘Morte Morte Morte’) fazem parte do elenco. A dupla viverá o advogado Roy Cohn e a primeira esposa de Donald, Ivana Trump, respectivamente.
O filme – cujo título é uma referência ao reality competitivo apresentado por Trump –, é descrito como “uma exploração de poder e ambição, ambientado em um universo de corrupção e mentiras”.
A trama foca no negócio imobiliário de Trump, em Nova Iorque, durante os anos 70 e 80, e a sua relação com Cohn, ao mesmo tempo que contará “uma história de mentor-protegido que traça as origens de uma importante dinastia americana”.
O roteiro foi assinado por Gabriel Sherman, da minissérie ‘A Voz Mais Forte – O Escândalo de Roger Ailes‘.
O avanço e o crescimento do uso de inteligência artificial na indústria de Hollywood e no cinema global ganharam um novo e controverso capítulo. Uma série de curtas-metragens gerados integralmente por IA, inspirados em ensaios fotográficos de revistas eróticas publicadas há 50 anos, estreou oficialmente noFestival de Cannes. Após a exibição no prestigiado evento francês, a coletânea será disponibilizada no mercado de streaming pela plataforma especializada Cultpix.
De acordo com informações publicadas pela revista Variety, o projeto foi desenvolvido por Thomas Meier, profissional da empresa norueguesa Multiformat. Ele utilizou ferramentas avançadas de IA generativa para transformar ensaios estáticos de revistas adultas lançadas originalmente em 1976 em vídeos completos, adicionando movimento fluido, colorização digital, som sincronizado, diálogos e narração. Como parte da estratégia de lançamento voltada a colecionadores, o material também ganhará uma edição limitada em formato VHS.
Em nota oficial, Rickard Gramfors, CEO e cofundador da Cultpix, detalhou a proposta conceitual por trás do uso da tecnologia para reinterpretar o acervo histórico:
“Queremos usar a tecnologia mais recente para estimular uma discussão sobre imagens que hoje têm meio século de existência. O que antes era considerado material adulto chocante agora parece incrivelmente inocente para os padrões atuais. Ao dar vida a essas imagens estáticas através da IA, estamos criando um diálogo entre a estética provocativa do passado e a nova tecnologia, explorando como nossa visão sobre o corpo humano e a sexualidade mudou ao longo de 50 anos”, afirmou.
O lançamento desses curtas-metragens ocorre em paralelo ao crescimento exponencial do uso e, consequentemente, dos debates éticos e criativos sobre a inteligência artificial generativa em Hollywood e no mercado cinematográfico global. Longe de ser apenas uma ferramenta de estúdio, a tecnologia tem cruzado novas fronteiras artísticas e comerciais.
Um dos marcos recentes desse debate foi o anúncio histórico da atriz Tilly Norwood, apontada pela indústria como a primeira “atriz de IA” a ganhar protagonismo no setor. A novidade soma-se ao surgimento de um novo mercado de produções seriadas geradas integralmente por algoritmos, apelidadas popularmente de “novelas de figuras”ou ficções geradas por IA, que começam a testar os limites da narrativa tradicional e a redefinir a relação entre tecnologia, atuação e direitos de imagem nas produções de entretenimento.
A consagrada atriz Michelle Pfeiffer, protagonista de ‘The Madison’, nova série de Taylor Sheridan (‘Yellowstone’), detalhou recentemente a rotina intensa e os bastidores conturbados da produção. A estrela revelou que “levou um tempo” para o elenco se habituar às condições das locações, marcadas pela falta de ar-condicionado e até de encanamento básico.
De acordo com o Deadline, Pfeiffer relembrou que a estrutura do set refletia o isolamento geográfico da narrativa: “Tudo foi um pouco corrido para todos, então algumas acomodações não estavam prontas. Não havia banheiro; até a casinha do lado de fora não era de verdade. Então não tinha ar-condicionado, encanamento, não tinha nada. Mas era incrivelmente lindo”.
A logística adotada pelo estúdio para capturar as paisagens naturais também impôs sacrifícios à rotina dos atores, eliminando os tradicionais privilégios das grandes produções de Hollywood.
“Nós realmente não tínhamos trailers no set, porque eles filmavam em 360 graus, então não podiam deixar vários trailers ao redor. Não havia lugar para sentarmos, não tinha banheiro por perto e nem comida. No inverno fazia frio. Era tipo: ‘Podemos ter um aquecedor?’. E no verão eu perguntava: ‘Posso conseguir um guarda-sol? Porque o sol está muito forte'”, acrescentou.
Lembrando que ‘The Madison’ foi renovado para sua 2ª temporada.
Expandindo o aclamado universo de Yellowstone, o novo spin-off acompanha a jornada da família Clyburn, que decide abandonar uma vida confortável e luxuosa em Nova York para recomeçar do zero nas regiões selvagens e implacáveis do estado de Montana.
E se eu te disser que a maior bilheteria de 2025 não foi de nenhum filme Hollywoodiano, você acreditaria? Pois sim. ‘Ne Zha: O Renascimento da Alma’ arrecadou US$ 2,2 bilhões mundialmente em 2025, valor bem acima do segundo colocado, ‘Zootopia 2‘, que fez US$ 1,8 bilhão mundialmente no mesmo ano.
O mundo presencia uma guerra tarifária entre os EUA e a China. Donald Trump voltou à Casa Branca e como um dos primeiros atos aumentou os impostos em cima dos produtos chineses vendidos para o seu país. A China por sua vez resolveu devolver a gentileza de forma equivalente. Mas o que a política exterior tem a ver com o mundo do cinema? Bem, bastante. Quem está mais atento aos números financeiros do mundo do cinema já percebeu que a China se tornou uma verdadeira potência nas bilheterias. E isso inclusive antes da pandemia.
A animação chinesa ‘Nezha 2’ é a maior bilheteria de 2025 até o momento e se tornou a oitava maior de todos os tempos.
Voltemos para o ano de 2019, o ano anterior à pandemia, e o ano de maior potência do cinema de Hollywood no que diz respeito à bilheteria. Neste ano específico, dentre os dez filmes mais rentáveis do ano, nove deles ultrapassaram a ridícula marca de US$1 bilhão ao redor do mundo. Nada havia chegado perto de tanto sucesso anteriormente, e muito menos no pós-pandemia (na realidade atual em que os cinemas ainda lutam para recuperar o que um dia tiveram – e talvez não consigam). Se formos olhar mais a fundo no ano de 2019, iremos reparar que a décima segunda posição do ranking ficou com uma produção cem por cento chinesa.
Mas não foi apenas ela, porque dentre o top 20 das maiores bilheterias de 2019, temos nada menos do que quatro produções cinematográficas inteiramente chinesas. O fato impressiona bastante, ainda mais se levarmos em conta que a China não exporta suas produções para o mundo da mesma forma que os EUA fazem. O cinema de Hollywood sempre dominou o mundo, inclusive o Brasil, afinal todos nós crescemos com os blockbusters da década de 1980 passando sem parar nas TVs abertas. Nos últimos anos isso foi mudando. A China, por exemplo, limita o número de produções americanas que chegam ao país, favorecendo assim seus próprios filmes para a população. Em países como a Argentina e a França, o número de produções Hollywoodianas sendo exibidas precisa ser igual ou menor do que o de produções próprias do país. O Brasil também regulamentou uma lei parecida, valendo também para os canais a cabo e agora os streamings.
O primeiro ‘Nezha’, de 2019, já havia quebrado recordes para a China, se tornando a maior bilheteria do país então.
Voltando a falar do ano de 2019 e da China, temos que pensar que a entrada de quatro filmes chineses no ranking dos 20 maiores do ano impressiona se pensarmos que todo esse dinheiro veio de dentro da própria China e de seus países asiáticos vizinhos. Ou seja, o dinheiro de dentro do próprio território foi o suficiente para superar certos filmes que passaram no mundo todo. ‘Meu Povo, Meu País’, ‘Terra à Deriva’, ‘O Comandante: Pânico nas Alturas’ e (olhem só) o primeiro ‘Ne Zha’ foram os blockbusters chineses que se posicionaram no top 20 mundial. A animação ‘Ne Zha’ foi o mais bem colocado, no citado décimo segundo lugar – arrecadando impressionantes US$726 milhões.
Voltando ainda mais no tempo, Hollywood já previa a importância do mercado asiático, em especial a China, como fator determinante de boas bilheterias dos filmes que exportavam. As superproduções da Marvel, por exemplo, desde 2013 começavam a gravar cenas extras passadas na China (alguns destes trechos eram destinados apenas para o público de lá, cortados da exibição em outros lugares do mundo), e a incluir personagens chineses em seus filmes, interpretados por astros conhecidos naquele país. Era uma forma de fazer a política da boa vizinhança, se certificando que o longa seria exibido nesse forte mercado consumidor.
A franquia chinesa ‘Terra à Deriva’ se tornou um enorme sucesso do país, figurando entre os maiores filmes pelo mundo em seus respectivos anos.
Com a Pandemia, o cinema chinês ganhou ainda mais força. Isso porque enquanto o vírus chegava por aqui, no resto do mundo, os chineses já estavam se reerguendo, uma vez que a coisa começou por lá. Em 2020, dentre os 10 maiores filmes do mundo, quatro eram chineses e um japonês. Em 2021, do top 10 três eram produções chinesas. Em 2022, quando Hollywood já se reerguia, do top 11 duas eram produções chinesas. Em 2023, do top 12 três foram produções chinesas. A mesa começou a virar em 2024, quando Hollywood não deu espaço no top 10 para as produções chinesas, mesmo assim, três filmes da China emplacaram nos números 14, 15, e 16 dos maiores filmes do ano. O que nos leva diretamente ao ano de 2025.
De todas essas produções chinesas, no entanto, nenhuma delas havia ultrapassado a ridícula marca de US$1 bilhão em bilheteria mundial. Isto é, até o lançamento de ‘Ne Zha 2’ em janeiro deste ano na China. E sobre o que o filme fala? ‘Ne Zha’ é uma mistura de ‘Dragon Ball’ com as animações da Disney/ Pixar. Ou seja, uma superprodução com um visual impressionante, capaz de atrair milhares de crianças chinesas simplesmente através de suas cores e estética. O filme original de 2019 conta sobre a lenda de um menino “amaldiçoado” de um vilarejo, hostilizado pela população, ele se mostrará um herói, e o único capaz de defender o local das verdadeiras ameaças.
‘Nezha 2’ foi o primeiro filme da China a ultrapassar a marca de US$1 bilhão e seu protagonista se tornou um ícone por lá (mesmo que o resto do mundo não o conheça muito bem).
Muito entranhado na cultura e no folclore chinês, com direito a inserir em sua trama lendas locais, como dragões, magia e bastante lutas, essa aventura é tipicamente tudo o que já consumimos do país em relação a este gênero. O original, de 2019, conquistou mais de US$700 milhões em bilheteria. Já a sua continuação, que contou com efeitos especiais mais detalhados e caprichados, e trouxe de volta o protagonista que todos por lá aprenderam a adorar, se beneficiou da familiaridade do país com a história, podendo caprichar na ação e nos efeitos. ‘Ne Zha 2’, que por aqui recebeu o subtítulo de ‘O Renascimento da Alma’ fez o que ninguém contava, foi a primeira produção chinesa a adentrar o seleto clube do bilhão.
Contanto os relançamentos nos cinemas (os Harry Potter, por exemplo, só conseguiram ultrapassar um bilhão de dólares devido a novos lançamentos dos filmes antigos nos cinemas), temos um total de 58 filmes no clube do bilhão. Para termos uma ideia, ‘Ne Zha 2’, mesmo sem ter estreado em grande parte do mundo, ocupa atualmente a oitava posição, ultrapassando sucessos como ‘Divertida Mente 2’, ‘Os Vingadores’, ‘Barbie’ e ‘Top Gun: Maverick’. Essa é uma das vantagens de se ter um país extremamente populoso.
Com esse fenômeno, a China dá mais um recado para o mundo e principalmente para Hollywood – de que as produções do país possuem esse tipo de força. Dos 58 filmes no clube do milhão, todas são produções dos EUA, exceto o citado oitavo lugar. Não sabemos quando a guerra “fria” entre China e EUA irá parar, ou onde irá levar. Mas o que sabemos é que o cinema chinês se tornou, de forma quieta e sorrateira, uma nova potência do entretenimento.
As atrizes Alanis Guillen e Gabriela Medvedovsky, que conquistaram o público ao interpretar o casal Lorena e Juquinha, carinhosamente apelidado pelos fãs de “Loquinha” na novela ‘Três Graças’, não fazem mais parte do elenco da TV Globo. Mesmo com a imensa repercussão gerada em torno da trama das personagens, as artistas encerraram seus vínculos com a emissora.
De acordo com informações publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, as atrizes mantinham um formato de contrato por obra. Dessa forma, ambas se desvincularam oficialmente da empresa na última semana, coincidindo com a exibição do desfecho do folhetim assinado por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva.
A reportagem destacou que a Globo chegou a abrir negociações com Alanis e Gabriela para a assinatura de novos contratos de longo prazo, mas as conversas não avançaram para uma resolução. Com o término das tratativas, as duas profissionais estão livres no mercado para aceitar convites de outros canais e plataformas de streaming.
O romance entre Lorena e Juquinha foi apontado como um dos principais motores de engajamento de ‘Três Graças’. Os vídeos com os cortes das cenas do casal ultrapassaram as fronteiras nacionais, somando mais de 50 milhões de visualizações na internet.
De olho no sucesso estrondoso e surfando na onda desse engajamento digital, a Globo chegou a produzir e lançar um spin-off em formato de “novelinha curta” focado exclusivamente nas personagens. Intitulado ‘Loquinha’, o projeto derivado foi um sucesso absoluto nas redes sociais da emissora, ultrapassando a marca de 100 milhões de visualizações.
“Gerluce Maria das Graças integra uma família de mães solo: é filha de Lígia Maria e mãe de Joélly Maria. Criada pela mãe, que engravidou na adolescência e foi abandonada pelo pai da criança, Gerluce enfrenta um destino parecido com a chegada da filha”, diz a sinopse oficial da novela.
‘Michael’, biografia do rei do pop Michael Jackson, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 733 milhões nas bilheterias mundiais e se tornou a segunda maior bilheteria de 2026, atrás apenas de ‘Super Mario Galaxy‘ (US$894.2M).
E embarcando no sucesso do filme, que tal relembrar ou conhecer o único filme realmente protagonizado pela lenda da música? A Max se adianta e traz para o seu streaming ‘Moonwalker’, a ambiciosa aposta de Michael Jackson para os cinemas.
O ano era 1988, e Michael Jackson já era o maior fenômeno da música no mundo. A esta altura, sucessos como ‘Beat It’, ‘Billie Jean’ e, principalmente ‘Thriller’ (do álbum homônimo ‘Thriller’, 1982) já faziam parte do imaginário da cultura popular mundial. Tal estouro foi seguido pelo álbum ‘Bad’, de 1987, no qual constavam as igualmente icônicas ‘Smooth Criminal’, ‘The Way You Make Me Feel’ e ‘Bad’. Ou seja, o nome de Michael Jackson era provavelmente o nome mais famoso do planeta, como em épocas passadas haviam sido os de Elvis Presley e os Beatles. E o intitulado “rei do pop” usou esse prestígio para lançar nos cinemas uma superprodução que era a sua cara.
Vale dizer também que antes de ‘Moonwalker’, Michael Jackson já havia estrelado um filme para os cinemas. Falo de ‘O Mágico Inesquecível’, de 1978, adaptação do clássico dos clássicos ‘O Mágico de Oz’ (1939) para o universo da música negra norte-americana (Soul, R&B, hip-hop). Não por acaso, a superprodução foi uma ideia da Motown, gravadora especializada em lançar cantores negros ao estrelato, como o próprio Jackson e a cantora Diana Ross (grande amiga do cantor).
Em ‘O Mágico Inesquecível’, Diana Ross vive uma versão um pouco mais madura de Dorothy, enquanto Michael Jackson é o espantalho. O filme contou ainda com o comediante sensação da época Richard Pryor no papel do Mágico. O longa, apesar dos elementos mágicos e fantásticos, se passa numa realidade alternativa de Nova York, adaptando o clima urbano da cidade e a vivência de afro-americanos ao teor lúdico do conto original. Apesar do potencial, o longa não foi um sucesso em seu lançamento nas telonas, e terminou ressurgindo como cult alguns anos depois. Vale ressaltar também que nesta época Michael Jackon ainda não era considerado o Rei do Pop, e nem mesmo seu primeiro álbum mais maduro (‘Off the Wall’) havia lançado.
Michael e seu alter-ego Coelho compartilham um “dance-off”.
Dois anos antes de ‘Moonwalker’ chegar às telonas, e ainda surfando no sucesso assombroso que havia sido ‘Thriller’, Jackson era dirigido por ninguém menos que Francis Ford Coppola, o diretor da trilogia ‘O Poderoso Chefão’ e de ‘Apocalypse Now’. O projeto, no entanto, não era um longa-metragem para os cinemas e sim uma atração dos parques da Disney em 3D, exibida no EPCOT Center. ‘Captain EO’ era uma espécie de ‘Star Wars’ tendoMichael Jackson como protagonista. Não é coincidência ter como produtor George Lucas, o pai da saga da família Skywalker. A aventura espacial de Jackson tinha 17 minutos de duração e trazia naves espaciais, criaturas alienígenas de todo o tipo e uma grande vilã interpretada por Anjelica Huston. A atração fez parte do parque de 1986 até 1997 – e após a morte do cantor em 2009, voltou como atração especial.
De certa forma ‘Captain EO’ serviu como base para as ideias alucinadas contidas em ‘Moonwalker’. Mas enquanto o primeiro saiu da mente de George Lucas, visando capitalizar em cima da figura “maior que a vida” de Jackson, o longa-metragem foi inteiramente pensado pelo próprio cantor, em uma viagem megalomaníaca (e por que não, egocêntrica).
O clipe clássico da canção ‘Smooth Criminal’, que traz Michael como mafioso, foi tirado de ‘Moonwalker’.
É claro que algo desta magnitude precisava ser bancada pelo próprio Michael Jackson, e um dos astros da música mais ricos de todos os tempos investiu seu próprio dinheiro na aventura como produtor, e lançou o filme através de sua própria produtora. Michael também escreveu a história e só não se atreveu a dirigir. Lançado através da Lorimar Motion Pictures ‘Moonwalker’ é na verdade uma antologia relativamente desconexa entre seus contos, que usa o cantor como ponto central em todas as suas subtramas e, principalmente, serve de companhia para o álbum ‘Bad’, lançado no ano anterior. É como se Jackson tivesse criado um “super videoclipe” para impulsionar mais ainda as vendas de ‘Bad’.
Isso fica claro com o trecho dos “mafiosos” que terminou sendo usado como o videoclipe da música ‘Smooth Criminal’, presente no disco ‘Bad’. A música está presente no filme ‘Moonwalker’ e a cena contida no filme seria editada mais tarde para se tornar o clipe da mesma música. A ideia de Michael é que uma coisa estivesse automaticamente ligada à outra. Existe uma trama central em ‘Moonwalker’, que traz Michael Jackson ajudando um grupo de crianças carentes, exploradas pelo traficante Mr. Big para serem pequenos criminosos nas ruas. Jackson combate o vilão para livrar as crianças de suas garras. Mas vindo da mente do eterno Peter Pan, o longa ganha contornos de fantasia extrema, que no fim das contas soam como uma grande viagem lisérgica.
Efeitos caprichados na cena em que Michael se transforma em um grande robô.
Os primeiros 20 minutos de ‘Moonwalker’ são apenas trechos de shows, apresentações e clipes, que recapitulam a carreira deMichael Jackson para o espectador. É só depois destes primeiros vinte minutos que temos uma ideia do que será o filme, como se ele só começasse realmente a partir daí, quando Michael deixa de ser criança e se torna o Michael que conhecemos. Na saída da gravação de seu clipe ‘Bad’, ele dá de cara com um grupo de visitantes em um tour pelo estúdio de Hollywood. Os fãs o reconhecem e se inicia uma longa perseguição. Neste momento, o filme faz uso da técnica de stop-motion e “claymation” (aquele tipo de animação que parece criado com “massinha”).
Os fãs são criados em animação e Michael Jackson, após correr muito para fugir dentro do estúdio, acaba se disfarçando de coelho e também vira animação. Mais um longo trecho de perseguição com músicas, e ganhamos mais um recorte que mistura as canções de Michael com a arte de imagens abstratas. Justamente por isso, muitos críticos na época acusaram ‘Moonwalker’ de ser um teste de paciência e uma egotrip do músico.
O menino Brandon Quintin Adams vive a versão mirim de Michael durante as gravações do clipe ‘Bad’.
E bem, o que Michael Jackson tinha em mente para ‘Moonwalker’ ao que tudo indica não conseguiu preencher nem mesmo um filme de uma hora e meia de projeção. Se formos parar para pensar, só temos dois segmentos cuja narrativa se assemelha a uma história sendo contada. A primeira, citada, da fuga de Michael e sua transformação em coelho, depois dos vinte primeiros minutos – que deve durar algo em torno de 10 a 15 minutos. E é só após 37 minutos de projeção do longa, que ganhamos o tópico “principal” – o mencionado resgate das crianças aliciadas pelo traficante.
Nesse segmento, que é o mais duradouro e que deveria ser o centro do filme:Michael Jackson fica abismado ao descobrir que um traficante conhecido como Mr. Big está pretendendo aliciar e viciar crianças em drogas. Esse vilão é interpretado por ninguém menos que o vencedor do Oscar Joe Pesci – que dois anos depois estrelaria ‘Esqueceram de Mim’ e ganharia uma estatueta dourada da Academia por ‘Os Bons Companheiros’, de Martin Scorsese. Em meio à fuga, Michael encontra tempo para cantar e dançar ‘Smooth Criminal’, um dos momentos mais icônicos do longa – que serviu como videoclipe para a música.
Joe Pesci viveu o vilão Mr. Big e seu visual continua um rabinho de cavalo que desafiava a gravidade.
Encontrado e cercado pelo vilão e seus capangas, Michael parece derrotado. Porém, eis que nosso herói se ergue e… se transforma em um robô gigante (do nível de um Transformer). Sim, é isso mesmo. É tal robô que derrota os inimigos e salva o dia. Os efeitos especiais nessa parte impressionam para a época (é preciso levar em conta que este era 1988, antes do uso de CGI em ‘O Exterminador do Futuro 2’). Dá para ver e entender que ‘Moonwalker’ é muito mais uma experiência visual e sonora, do que uma experiência coerente ou uma história. Não existe arco ou narrativa. ‘Moonwalker’ é apenas um amontoado de imagens, muitas delas bonitas e impressionantes – tudo acompanhado ao som das músicas do astro. Para seus fãs mais ardorosos, podemos dizer que não fica muito melhor do que isto.
Essa investida custou ao bolso de Michael 22 milhões de dólares. É dito que nos EUA o longa recebeu lançamento direto em vídeo, mas estreou nos cinemas por muitos países do mundo. Na Inglaterra recebeu um lançamento limitado. Como esse era um produto com a cara de Michael Jackson, acompanhando o longa, todo tipo de merchandising em cima do filme foi criado. Dentre os mais notórios está o videogame homônimo, lançado pela empresa SEGA. O jogo estreava em 1990, com lançamentos em Arcade (os chamados fliperamas) e também em consoles para a casa, vide o Mega Drive e o Master System. Todas as crianças que cresceram na época, certamente conhecem ou jogaram e puderam ser Michael Jackson por alguns momentos.
Todas as crianças da época passaram horas jogando ‘Moonwalker’, o videogame onde podíamos ser Michael Jackson.
‘Moonwalker’ é claro virou cult instantâneo um tempo depois, e fez sucesso nas locadoras de vídeo. E depois nas reprises da TV aberta – onde sempre era exibido pelo SBT. Agora o filme chega pela primeira vez nos streamings brasileiros – com a estreia no Max, onde uma nova leva de fãs poderá conhecer essa obra para lá de curiosa levando o nome do maior astro da música pop a ter passado pelo nosso planeta. E que sirva de aquecimento para a sua tão aguardada cinebiografia.
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