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5 Filmes IMPERDÍVEIS que deixam a Netflix em Março

Assim como uma série de conteúdos novos chega à Netflix em março, a plataforma de streaming precisa abrir espaço e neste próximo mês mais de 200 títulos vão se despedir dos usuários.

A jornalista Rafa Gomes vai trazer todo mês CINCO dicas de produções que você precisa conferir antes delas saírem da programação!

Assista ao vídeo com as dicas e confira a lista:

 

1/3/2018

(2010) 72 Horas
(2013) A Batalha do Ano
(2004) A Filha do Presidente
(2011) A Hora da Escuridão
(2014) A Ilha dos Dinossauros
(2010) A Incrível Jornada de Chris Fable
(1992) A Lei de Cada Dia
(2009) A proposta
(2009) A Salvação
(2009) A última tempestade
(2014) A Vida Secreta de Zoe
(2003) Abaixo o Amor
(2005) Abc do amor
(2013) Afternoon Delight
(1984) Amadeus
(2006) Amigas com dinheiro
(1997) Anaconda
(2015) Anjos da Guarda (16 episódios)
(2013) Ao Redor do Bloco
(2007) Appleseed: Ex Machina
(2012) As Palavras
(2013) Bella Vita
(2015) Bikes vs Cars
(2014) Blaze e as Monster Machines (20 episódios)
(2012) Branded
(2013) Brian Posehn: The Fartist
(2011) Cada um tem a Gêmea que Merece
(1992) Cães de aluguel
(2013) Cerro Torre
(2013) Chamada de emergência
(2014) Chef
(1994) Cobb
(2013) Company of Heroes – O Filme
(2014) Cultura Chapada
(2009) De Coração Partido
(2003) Demolidor – O Homem Sem Medo
(1993) Despertar de um Homem
(2007) Deu a Louca em Hollywood
(2000) Dora, a aventureira (32 episódios)
(2012) Doutora Brinquedos: Temporada 1
(2010) Dupla Implacável
(2007) Espíritos famintos
(2011) Facção vermelha: Origens
(2013) Filth
(2014) Fugly!
(2002) Gangues de Nova York
(2014) Get on Up
(1993) Gilbert Grape – Aprendiz de Um Sonhador
(2015) Gored
(2008) Hancock
(2005) Hitch – Conselheiro Amoroso
(2015) Jake e os Piratas da Terra do Nunca: Temporada 4
(2002) Jason X
(2013) Libertador
(2014) Livrai-nos do Mal
(2013) Mandela – O Caminho para a Liberdade
(2007) Margot e o Casamento
(2007) Max e a Vida Boa
(2014) Meet the Firm: Revenge in Rio
(2014) Miles do amanhã (15 episódios)
(2011) Mouk (30 episódios)
(2008) Na mira do chefe
(1996) Na Trilha do Sol
(2013) Nebraska
(2000) Noriega – O Favorito de Deus
(1996) North Star
(2005) O Albergue
(2006) O Código Da Vinci
(2007) O escafandro e a borboleta
(1993) O Estranho Mundo de Jack
(2005) O galinho Chicken Little
(2004) O libertino
(1983) O Rei da Comédia
(2002) O Senhor dos Anéis – As Duas Torres
(2014) O Sétimo Filho
(1989) Olha quem Está Falando
(2013) Os reformados
(2016) Os Vingadores Unidos: Temporada 3
(2016) P.O.L.I.C.I.A (13 episódios)
(1990) Q & A – Sem Lei, Sem Justiça
(2007) Quando me apaixono
(2012) Radio Rebel
(2015) Sem Volta
(2007) Senhores do crime
(2006) Sentinela
(2011) Tainá – A Origem
(1990) Tempo de despertar
(1996) Tempo de Matar
(2012) Terapia do Sexo
(1996) Trainspotting – Sem Limites
(2009) Trama internacional
(2013) Trapaça
(2012) UFO
(2012) Um Bom Partido
(1975) Um estranho no ninho
(2009) Um Sonho de Amor
(2009) Uma Prova de Amor
(2013) Versos de um Crime
(2013) Walt nos Bastidores de Mary Poppins

 

2/3/2018

(2014) A Morte sob seus Pés
(2013) A Rainha da Noite
(2014) Competição em Shangai
(2011) Louis C.K.: Live at the Beacon Theater
(2011) O idioma do desejo
(1998) Ring espiral
(2014) Tazza: Uma Cartada Mortal
(2014) Time Lapse

 

3/3/2018

(1987) Arizona Nunca Mais
(2001) Beijando Jessica Stein
(2004) Eu, Robô
(1970) Patton – Rebelde ou Herói?
(1996) Por Água Abaixo
(2000) Seu Amor, Meu Destino
(1993) Top Gang 2! A Missão
(1997) Um canto de esperança
(1984) Um Conto De Natal

 

5/3/2018

(2015) Hell and Back
(2014) O ABC da Morte 2

 

8/3/2018

(1995) A Rede
(2011) Aquí Entre Nos
(1998) O encantador de cavalos

 

9/3/2018

(2015) A Grande Aposta
(2012) Big Star: Nothing Can Hurt Me
(2013) Inside Llewyn Davis – Balada de um Homem Comum
(2014) Saindo do Armário

 

10/3/2018

(2012) Fuga Implacável
(2008) Super-Herói – O filme

 

11/3/2018

(2012) Sombras da Noite

 

12/3/2018

(2014) Boyhood
(2015) Cinquenta Tons de Cinza
(2014) Invencível

 

13/3/2018

(2013) Cidade de Deus: 10 Anos Depois

 

15/3/2018

(2015) 9 Seconds – Eternal Time (7 episódios)
(2013) Africa (5 episódios)
(2008) ALLAPOLOGIES TO KURT KOBAIN
(2009) Ancient Mega Tsunamis
(2015) Apontar, Fogo: O Exército e os Alunos de Iguala
(2005) Auschwitz: The Nazis and the Final Solution (6 episódios)
(2015) Away & Back
(2015) Backstreet Boys: Show ‘Em What You’re Made Of
(2004) Bears: Spy in the Woods
(2013) Beyoncé: Life Is But a Dream
(2013) Burton & Taylor
(2012) Call the Midwife (43 episódios)
(2004) Cazuza – O tempo não para
(2005) Charlie e Lola (80 episódios)
(2013) Craig Ferguson: I’m Here to Help
(2014) David Beckham
(2012) Diário de um Jovem Médico (8 episódios)
(2014) Dolphins: Spy in the Pod (2 episódios)
(2003) Elephants: Spy in the Herd
(2005) End Day
(2014) Fleming: The Man Who Would Be Bond (5 episódios)
(2015) Gloria – Diva Suprema
(2014) Happy Valley (12 episódios)
(2005) Hiroshima: BBC History of World War II
(2011) Hitler on Trial: The Truth Behind the Story
(2011) Larry Crowne – O amor está de volta
(2014) Life Story (6 episódios)
(2010) Luther (16 episódios)
(2014) Mad Dog: Inside the Secret World of Muammar Gaddafi
(2014) Man on Mars: Mission to the Red Planet
(2009) Misfits (37 episódios)
(2009) Montezuma
(2015) Nazi Secret Files (6 episódios)
(1999) O Grande Desafio
(1999) Os planetas (8 episódios)
(2006) Planeta Terra (11 episódios)
(2014) Resistance
(2006) Robin Hood (39 episódios)
(2011) Santuário
(2013) Sarah e o Pato (26 episódios)
(2013) Se Puder… Dirija!
(2014) Secret Life of Babies
(2011) Sem saída
(2015) Shark (4 episódios)
(2009) Space Buddies – Uma Aventura no Espaço
(2014) Space Racers (25 episódios)
(2011) Steve Jobs: Billion Dollar Hippy
(2014) Sugar Vs. Fat
(2013) Superheroes: A Never-Ending Battle (3 episódios)
(2006) Terra dos cavalos (26 episódios)
(2001) The Blue Planet: A Natural History of the Oceans (8 episódios)
(1990) The House of Cards Trilogy (BBC) (12 episódios)
(2015) The Hunt (8 episódios)
(2013) The Last Days on Mars
(2014) The Musketeers (30 episódios)
(2005) The Next Megaquake
(2001) The Office (U.K.) (14 episódios)
(2012) The Paradise (16 episódios)
(2014) The Passing Bells (4 episódios)
(2014) The World’s War: Forgotten Soldiers of the Empire (2 episódios)
(2011) Tom Papa Live in New York City
(2013) Top Gear Festival: Sydney
(2015) Top Gear: Ambitious But Rubbish (8 episódios)
(2003) Top Gear (36 episódios)
(2013) Top of the Lake (6 episódios)
(2006) Torchwood (41 episódios)
(2015) Touched by Auschwitz (2 episódios)
(2013) Tricked
(2002) Walking with Dinosaurs: Land of the Giants
(2003) Walking with Dinosaurs: Sea Monsters (3 episódios)
(2000) Walking with Dinosaurs: The Ballad of Big Al (2 episódios)
(2002) Walking with Dinosaurs: The Giant Claw
(1999) Walking with Dinosaurs (6 episódios)
(2005) Walking with Monsters: Life Before Dinosaurs (3 episódios)
(2008) Wallander (12 episódios)
(2014) Which Universe Are We In?
(2009) Whitechapel (18 episódios)
(2008) Wild China (6 episódios)
(2000) Wild South America (6 episódios)
(2015) Wolf Hall (7 episódios)
(2011) Wonders of the Universe (4 episódios)

Kristen Wiig negocia para viver Mulher-Leopardo em ‘Mulher-Maravilha 2’

A Warner deu o sinal verde oficial para a continuação de Mulher-Maravilha, um dos maiores sucessos do ano passado e a primeira superprodução protagonizada por uma mulher no gênero, dirigida por Patty Jenkins.

Agora, vilã da sequência pode ter sido revelada. Segundo rumores citados pelo That Hashtag Show, a Mulher-Leopardo de fato será a grande ameaça do filme e, de acordo com o Hollywood Reporter, a atriz Kristen Wiig (‘Caça-Fantasmas’) está em negociações para interpretar a personagem.

O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.

Enquanto isso, segundo o Heroic HollywoodGeoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.

Mulher-Maravilha 2’ chega aos cinemas em 1º de novembro de 2019.

Indicados ao Oscar ganham hilário trailer honesto; Assista!

O divertido canal do Youtube, ScreenJunkies, lançou seu mais novo trailer honesto e as vítimas da vez são os indicados ao Oscar de Melhor Filme, como ‘A Forma da Água‘, ‘Lady Bird‘, ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘, ‘Dunkirk‘ e ‘Três Anúncios Para Um Crime‘.

Satirizando os principais detalhes de cada produção, o hilário vídeo brinca também com outros vencedores passados e faz comparações irônicas.

Assista:

Os Indicados e Esnobados ao Oscar 2018

O Oscar segue imprevisível em suas indicações. O grosso é o mesmo na maioria delas, mas o Oscar sempre reserva indicações que não vinham aparecendo muito, ou não haviam aparecido até então. Lembrando que você pode ler nossas previsões de indicações nas categorias principais: Melhor e diretor, melhor atriz, melhor ator e melhores coadjuvantes, clicando nos links. E confira também a lista completa dos indicados ao Oscar 2018.

Vamos analisar os indicados por categorias.

MELHOR FILME:

Na categoria principal de melhor filme, algumas cartas muito marcadas se fizeram presentes, como não poderia deixar de ser. A Forma da Água foi o filme com mais indicações nesta edição – foram 13 no total. Outro grande arrasa-quarteirão, Dunkirk, de Christopher Nolan, descolou 8 indicações. Medalhões como Me Chame Pelo Seu Nome, antes tido como favorito, e The Post – A Guerra Secreta, nova superprodução adulta de Steven Spielberg, surpreenderam, mas pela esnobada que receberam da Academia, quase passando em branco. Me Chame Pelo Seu Nome levou 4 indicações e The Post apenas duas. Levando em conta que o filme anterior e inferior de Spielberg, Ponte dos Espiões (2015), levou 6 indicações, esta esnobada é ainda mais sentida.

Corra!, suspense/terror de Jordan Peele, que vinha aparecendo nas premiações anteriores, mas ainda era grande incógnita no Oscar, mostrou uma grande quebra de paradigma para a Academia, que acolhe de volta o cinema de gênero entre os indicados – mesmo que com muito conteúdo e influência social. O filme de Peele foi indicado para 4 Oscar. Lady Bird – A Hora de Voar, outra certeza entre os indicados, terminou nomeado para 5 Oscar. Já o favorito Três Anúncios para um Crime pode estar com os dias contados de seu favoritismo. Com sete indicações ao Oscar, o filme não teve seu comandante Martin McDonagh nomeado na categoria de diretor. O que isso quer dizer, bem, nada, mas também tudo. Já tem tempo que estas duas categorias não caminham juntas – um bom exemplo disso é Argo (2012). Por outro lado, numericamente na história deste prêmio, o Oscar foi para filmes que tinham seus diretores ao menos indicados.

Mas quando o assunto são as surpresas desta categoria, nenhuma outra foi tão grande quanto as indicações de O Destino de uma Nação e Trama Fantasma. Começando pelo primeiro, filme de Joe Wright só vinha promovendo seu protagonista Gary Oldman, mas não havia sido lembrado em nenhuma premiação nesta categoria. De fato, quase ninguém acreditava na possibilidade de uma indicação para o filme. Bem, quando digo quase ninguém, é porque este que vos fala não eliminou por completo esta possibilidade. E vocês podem conferir no texto sobre os meus palpites neste link. Outra possibilidade que não eliminei foi para o filme de Paul Thomas Anderson, Trama Fantasma, que contra ele tinha o fato de ser um filme que quase ninguém viu, e pouco falado. Mas aqui estão eles, com 6 indicações cada.

Entre os esnobados, uma certa tristeza se abate por ver Eu, Tonya, um favorito pessoal, de fora da disputa pelo prêmio principal. Assim como Doentes de Amor, drama independente elogiado.

MELHOR ATRIZ:

Bem, esta categoria era uma das mais certas. E não deu outra. Nas minhas previsões, garantiam as presenças de Frances McDormand (a futura vencedora), Saoirse Ronan e Sally Hawkins. Todas entraram. Margot Robbie chegaria correndo por fora em quarto. Foi o que ocorreu. E por fim, Meryl Streep era a principal concorrente para a quinta vaga – acompanhada de perto por Judi Dench e Jessica Chastain. Entrou Meryl. Não foi dessa vez de novo Chastain!=/

MELHOR ATOR:

Meu pensamento aqui era: só Gary Oldman e Timothée Chalamet estavam confirmados. Daniel Kaluuya, James Franco, Tom Hanks, Daniel Day-Lewis e Denzel Washington corriam por fora numa dança das cadeiras para três vagas restantes. Muitos tinham certeza da inclusão de Franco na categoria. Eu tinha minhas dúvidas, tanto de Franco quanto de Kaluuya – este último terminou com sua indicação. O mesmo ocorreu com Washington, o último desta lista para a maioria, que acumula mais uma indicação, levantando um pouco a moral do filme Roman J. Israel Esq..

ATRIZ COADJUVANTE:

Mais surpresas aqui. Nada de Holly Hunter, tida como uma das favoritas na categoria bem no início dessa corrida. Hong Chau, de Pequena Grande Vida, que vinham sendo lembrados em prêmios anteriores, tampouco. Estas foram as duas maiores esnobadas. No ano da representatividade, temos duas atrizes negras indicadas nesta categoria: Octavia Spencer e Mary J. Blidge. Mas a maior surpresa foi mesmo a indicação da desconhecida Lesley Manville por Trama Fantasma – que não apareceu em nenhuma premiação anteriormente. As favoritas aqui continuam sendo Laurie Metcalf, e principalmente Allison Janney.

ATOR COADJUVANTE:

Sam Rockwell e Willem Dafoe, os favoritos, eram certos de figurarem. Rockwell deve ser o vencedor, e só não leva se uma zebra muito grande acontecer. Em terceiro lugar, Richard Jenkins (A Forma da Água) vinha aparecendo em diversos prêmios anteriores igualmente. Havia esperança de que Michael Stuhlbarg pudesse aparecer nos 45 do segundo tempo, por seu desempenho em Me Chame pelo Seu Nome, mas como não figurou em nenhuma outra premiação, ficou de fora mesmo. Woody Harrelson apareceu atrasado na festa, mas saiu descolando indicações no segundo tempo, e no Oscar repetiu o feito. Pior para Armie Hammer, o grande esnobado da categoria, que chegou a aparecer em alguns prêmios anteriores, como o Globo de Ouro.

DIRETOR:

Guillermo del Toro e Christopher Nolan eram certeza. Jordan Peele e Greta Gerwig, fortes especulações que se concretizaram. Mas a surpresa mesmo foi ver a quinta vaga ir para Paul Thomas Anderson, diretor de Trama Fantasma. Em prêmios anteriores, o longa de Anderson só figurava na categoria ator para Daniel Day-Lewis. No Oscar surgiu de forma “fantasma” e sorrateira, abocanhando nomeações de filme, atriz coadjuvante e diretor, entre outras. Martin McDonagh, diretor de Três Anúncios para um Crime, favorito para esta quinta vaga, ficou a ver navios. Assim como o segundo preferido para ocupar o espaço, o consagrado Steven Spielberg.

OUTRAS SURPRESAS:

Como não falar da indicação para Logan! Sim, um dos filmes mais elogiados de 2017, e não somente pelos fãs de quadrinhos, conquistou a honraria de uma nomeação para melhor roteiro adaptado.

Blade Runner 2049 – o melhor blockbuster do ano, despertava certo falatório de indicações, inclusive para melhor filme. Depois, seu momento foi caindo aos poucos. Mas o Oscar mostrou mais uma vez que os prêmios anteriores para ele nada significam, e indicou a belíssima ficção de Denis Villeneuve para cinco estatuetas técnicas.

ESNOBADOS:

Mulher Maravilha – uma das ausências mais sentidas, no ano da mulher no cinema, a superprodução de Patty Jenkins, protagonizada por Gal Gadot, a qual se especulava inclusive abocanhar prêmios grandes, não descolou sequer uma indicaçãozinha técnica.

Eu, Tonya – um favorito pessoal, esta biografia protagonizada pela musa Margot Robbie foi ganhando tanto momento em premiações prévias, que muitos acreditavam em sua conquista para nomeações nas categorias de filme e roteiro. Terminou apenas com as de atriz principal e coadjuvante, e montagem.

Artista do Desastre – um dos filmes mais comentados e elogiados da temporada, o longa estrelado e dirigido por James Franco pode ter sofrido backlash dos casos de assédio do ator. Franco vinha figurando em diversos prêmios, e inclusive levou o Globo de Ouro pra casa. No Oscar, porém, entrou apenas na categoria de roteiro adaptado.

Doentes de Amor – aparentemente o filme feel good do ano, esta dramática história sobre relacionamento era um dos favoritos lá atrás no início da corrida. De fato, muitos acreditavam ainda em sua nomeação para melhor filme e atriz coadjuvante. O longa terminou apenas com uma indicação de roteiro original.

A Grande JogadaJessica Chastain aos poucos vem cimentando seu lugar como a nova Amy Adams. Brincadeiras à parte, o primeiro longa dirigido por Aaron Sorkin merecia mais, no entanto, terminou com apenas uma indicação, na categoria de roteiro adaptado – justamente para o diretor.

Em Pedaços – um dos melhores filmes do ano, o drama potente e incômodo de Faith Akin vinha concorrendo cabeça a cabeça com o favorito The Square – A Arte da Discórdia. No Globo de Ouro, o filme alemão inclusive desbancou o sueco. Um favorito pessoal, me dói o coração vê-lo fora da corrida pela estatueta dourada.

‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna’ ganha clipes bizarros e assustadores

Os Estranhos 2: Caçada Noturna’ (Strangers: Prey at Night) ganhou novos clipes, pra lá de bizarros.

O filme estreia no Brasil dia 31 de Maio.

Confira:

 

A sequência acompanha uma família prestes a mandar a problemática filha adolescente para um colégio interno, não antes sem embarcarem em uma última viagem em família, para um parque de trailers.

A diversão dá lugar ao terror começa quando a adolescente descobre os corpos de seus tios, que acabaram de receber uma visita dos Estranhos mascarados. Agora, ela e o resto da família que devem lutar pela sobrevivência, escapando do selvagem trio de assassinos.

Johannes Roberts (‘The Other Side of the Door’) dirige, e  Ben Ketai (’30 Dias de Noite 2’) escreveu a última versão do roteiro.

Roy Lee, Doug Davison, Nathan Kahane e Trevor Macy retornam como produtores.

Estrelado por Liv Tyler e Scot Speedman, o longa original surpreendeu nas bilheterias ao redor do mundo, faturando US$ 82 milhões para um orçamento de US$ 9 milhões.

 

A Maldição da Casa Winchester

(Winchester: The House That Ghosts Built)

 

Elenco:

Helen Mirren

Jason Clarke

Sarah Snook

Direção: Michael Spierig e Peter Spierig

Gênero: Terror

Duração: 99 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Inspirado em uma história real. Em um ponto isolado de terra, a 50 milhas de distância de São Francisco fica a casa mais assombrada do mundo. Construída por Sarah Winchester (interpretada pela ganhadora do Oscar Helen Mirren), herdeira da fortuna dos Winchester, a casa não conhece seu fim. Construída durante décadas de forma incessante, vinte e quatro horas por dia, sete dias por semana, ela tem sete andares de altura e abriga centenas de quartos. Para um estranho, parece um monumento monstruoso que reflete a loucura de uma mulher perturbada. Mas Sarah não está construindo para si, mas sim para sua sobrinha (Sarah Snook) ou para o brilhante Dr. Eric Price (Jason Clarke), que ela convocou para a casa. Ela está construindo uma prisão, um asilo para centenas de fantasmas vingativos, e os mais aterrorizantes deles têm o intuitivo de se estabelecer com os Winchesters.

Crítica | A Maldição da Casa Winchester – Pouco terror e muita carpintaria  (Nota: 4.0)

 

Crítica em Vídeo:

Conheça a História Real:

Curiosidades: 

» O Terror é baseado em fatos reais sobre a famosa mansão Winchester, localizada em San Jose California e conhecida como a “casa mais mal-assombrada do mundo”.

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos: 

 

 

Crítica | A Maldição da Casa Winchester – Pouco terror e muita carpintaria

Pobre Helen Mirren

A Dama Helen Mirren já fez de tudo um pouco em sua carreira de aproximadamente 5 décadas. Esteve no meio do sururu em Calígula (1979); encontrou o Diabólico Dr. Fu Manchu (1980); presenciou a lenda de Excalibur (1981); fez contato na sequência de 2001 – Uma Odisseia no Espaço (sim, ela existe), em 2010 – O Ano em que Faremos Contato (1984); saiu nua na terceira idade em Garotas do Calendário (2003); casou com Hitchcock (2012); e até encontrou Vin Diesel em Velozes e Furiosos 8 (2017) – se isso não é diversidade na filmografia, não sei o que é. Ah, sim, e foi indicada para 4 Oscar, com a vitória em 2007 por viver seu papel mais conhecido, como a Rainha Elizabeth II da Inglaterra, em A Rainha (2006).

Agora, a classuda Rainha do cinema dá mais um passo adentrando um terreno inexplorado – ou pouco explorado – em sua carreira, em um declarado terror gótico de fantasmas. A ideia era boa, e despertou grande curiosidade por meio de suas prévias e trailers. O problema é que mirou nas produções clássicas dos estúdios Hammer da década de 1970, e acabou acertando em picaretagens juvenis atuais, vide o russo A Noiva e as continuações capengas de séries como Sobrenatural.

O roteiro escrito pelos promissores irmãos Spierig (ainda levo fé neles, assistam a O Predestinado e tirem suas próprias conclusões), também os diretores do longa, em parceria com o inexpressivo Tom Vaughn, usa um ponto de partida interessante, a história real envolvendo a mansão Winchester, da herdeira da famosa fabricante de armas (e patins, como o filme nos ensina), tida como amaldiçoada pelas almas das vítimas mortas por tal produto. O problema é que não faz nada com esta premissa, apenas o básico, apostando no mais baixo denominador comum, e maltratando a inteligência do público.

Em A Maldição da Casa Winchester não ganhamos nenhum insight sobre a companhia fabricante de armas (se o filme dedicasse parte do tempo narrando como a empresa se ergueu, entrelaçando certo mau agouro em seus primórdios, poderia render algo de maior consistência), tampouco sobre os personagens e a macabra casa. De fato, são tantos clichês que o longa quase soa como uma destas paródias de filmes sobre casas assombradas.

Para qualquer filme ser bem sucedido, não importando seu gênero, é necessário dedicar tempo para o desenvolvimento de seus personagens e estabelecer a trama. Aqui, o filme está mais interessado em partir logo para os sustos fáceis, os famosos jumpscares, que recheiam a obra do começo ao fim, sobressaindo a diálogos ou qualquer estabelecimento de personalidade. É como se o filme realmente não tivesse confiança em seu espectador e estivesse tão preocupado com a forma, com tornar a coisa mais palatável para a plateia jovem, que esqueceu por completo que forma sem conteúdo não se sustenta.

Na trama, Jason Clarke interpreta um médico atormentado pela morte de sua esposa. O sujeito se entregou por completo ao vício de entorpecentes – seja a bebida ou drogas. Ele é requisitado para um serviço na mansão Winchester, onde precisa averiguar a sanidade da matriarca e herdeira Sarah Winchester, papel de Helen Mirren. O local ainda reserva as presenças da sobrinha de Sarah, Marion Marriott (papel da ótima Sarah Snook, usual colaboradora dos Spierig), e de seu pequeno filho, o constantemente possuído Henry (Finn Scicluna-O´Prey).

A Maldição da Casa Winchester parece ansioso para começar este jogo, e sequer estabelece as regras. Logo de cara, antes mesmo do protagonista de Clarke chegar à mansão, já estamos ganhando os pretensos jumpscares – isso que é queimar a largada! E se você está pensando que só damos valor a filmes de terror mais “cabeça”, voltado para o público do cinema de arte, engana-se. Pegue, por exemplo, um super blockbuster do gênero como Invocação do Mal e sua continuação, e podemos ver o quão deficiente a Casa Winchester é em estabelecer o clima e criar situações verdadeiramente assustadoras.

O nível de “medo” aqui é o equivalente daquele primo chato que quando vai te visitar cisma em te dar sustos, mesmo que a situação não peça e você não se assuste nem um pouco. Depois de um tempo começa apenas a irritar. A previsibilidade impera e sabemos exatamente aonde o filme irá inserir um rosto saindo do escuro, e coisas do tipo. Além disso, existe também a incoerência típica de filmes não muito bons. Por exemplo, para tentar aumentar a tensão, o personagem de Jason Clarke se esconde dos VIVOS também, de funcionários da construção da casa, que não dariam a mínima em vê-lo perambular no lado de fora à noite. E para finalizar, as incessantes cenas de carpintaria intercaladas tiram mais tempo de tela do que qualquer terror inicial, transformando Winchester em quase um documentário sobre marcenaria.

Entre mortos e feridos, sabemos que a elegante Mirren irá sacudir a poeira, trocar as vestimentas fúnebres por um belo estampado e seguir de cabeça erguida. Já nós, nunca iremos recuperar essas duas horas perdidas de nossas vidas, portanto, se seu desejo é por uma estadia em um local macabro, opte pelo Overlook de O Iluminado ou a fazenda dos Perron em Invocação do Mal.

Crítica em vídeo:

Crítica | Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado

Indicada a quatro Oscars, e vencedora de um, Jennifer Lawrence continua em busca de papeis desafiadores ao mesmo tempo que consegue trazer o grande público aos cinemas com blockbusters no estilo ‘Jogos Vorazes’ e ‘X-Men: Primeira Classe’.

Em ‘Operação Red Sparrow’, a atriz se despe completamente, literalmente e figurativamente. Com um sotaque russo e uma atuação convincente, Lawrence foge de sua zona de conforto criando uma personagem totalmente diferente do que ela está acostumada, e se entrega de corpo e alma para a personagem. E por falar em corpo, a atriz aparece totalmente nua em diversas cenas, inclusive em um nu frontal que deixa a Anastasia Steele no chinelo.

Vendido erroneamente como um filme de ação, ‘Operação Red Sparrow’ é na verdade um thriller erótico psicológico muito mais sensual e cru que os filmes da franquia ‘Cinquenta Tons de Cinza’, trazendo cenas fortes de sexo que justificam a censura Rated R, para maiores de 17 anos nos EUA.

Porém, se você está procurando um filme de ação no estilo ‘Atômica’ e ‘Salt’, esse definitivamente não é o seu filme: Não há sequer uma cena de ação, e o roteiro entrega uma trama pé no chão e realista, que peca ao conquistar seu público por ser fria demais e por vezes pouco interessante.

Na trama, Dominika Egorova (Jennifer Lawrence) é selecionada contra sua vontade para se tornar uma “pardal”- uma mulher sedutora treinada no serviço de segurança russo. Dominika aprende a usar seu corpo como uma arma, mas luta para manter o senso de si mesma durante o processo de treinamento desumanizante. Descobrindo suas habilidades em um sistema injusto, ela surge como um dos elementos mais fortes do programa.

Seu primeiro alvo é Nate Nash (Joel Edgerton), um oficial da CIA que administra a infiltração mais delicada da agência de inteligência russa. Os dois jovens entram em uma espiral de atração e decepção, que ameaça suas carreiras, lealdades e a segurança de ambos os países.

O grande problema no roteiro de Justin Haythe é que ele tenta manter um suspense em torno dos personagens, e acaba os deixando sem personalidade. Apesar de dar o seu melhor, a frieza da personagem de Lawrence a torna totalmente Desinteressante, e sua química com Joel Edgerton é praticamente inexistente.

Francis Lawrence, que já havia dirigido Lawrence em ‘Jogos Vorazes’, consegue criar cenas belíssimas e momentos inspirados, como a protagonista dançando balé em sua apresentação no Bolshoi, mas ele é prejudicado pelo excesso de reviravoltas da trama e na inconsistência de alguns atos: a protagonista é vigiada pela Rússia o tempo todo, mas em alguns momentos ela consegue agir sem ser notada pelo governo. É no mínimo inconsistente e implausível.

Operação Red Sparrow’ é um filme sensual, carregado por cenas de sexo e nudez, e tem uma certa elegância em sua fotografia – porém, ele peca ao trazer personagens rasos e uma trama cheia de rodeios, que definitivamente pode causar um certo desinteresse em seus longos – e inacabáveis – 139 minutos de duração.

Operação Red Sparrow

(Red Sparrow)

 

Elenco:

Jennifer Lawrence – Dominika Egorova
Joel Edgerton – Nate Nash
Matthias Schoenaerts – Vanya Egorov
Charlotte Rampling – Matron
Mary-Louise Parker – Stephanie Boucher
Ciarán Hinds – Zakharov

Direção: Francis Lawrence

Gênero: Ação, Suspense

Duração: 139 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 70 milhões

Estreia: 1º de Março de 2018

Sinopse:

Dominika Egorova (Jennifer Lawrence) é selecionada contra sua vontade para se tornar uma “pardal”- uma mulher sedutora treinada no serviço de segurança russo. Dominika aprende a usar seu corpo como uma arma, mas luta para manter o senso de si mesma durante o processo de treinamento desumanizante. Descobrindo suas habilidades em um sistema injusto, ela surge como um dos elementos mais fortes do programa. Seu primeiro alvo é Nate Nash (Joel Edgerton), um oficial da CIA que administra a infiltração mais delicada da agência de inteligência russa. Os dois jovens entram em uma espiral de atração e decepção, que ameaça suas carreiras, lealdades e a segurança de ambos os países. Inspirado no livro do ex-oficial da CIA, Jason Matthews, “Roleta Russa” reúne Jennifer Lawrence com seu diretor de “Jogos Vorazes”, Francis Lawrence, além de Joel Edgerton, Matthias Schoenaerts, Charlotte Rampling, Mary-Louise Parker e Jeremy Irons que completam o elenco.

Crítica | Operação Red Sparrow – Jennifer Lawrence fica nua em thriller erótico arrastado (Nota: 5.0).

 

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» Francis Lawrence, de ‘Jogos Vorazes‘, assina a direção.

» Inspirado no livro de mesmo nome, a produção conta com Jennifer Lawrence como protagonista.

Trailer:

Cartazes:

 

 

Fotos:

Motorrad

Elenco:

Carla Salle

Emílio de Mello

Juliana Lohmann

Guilherme Prates

Direção: Vicente Amorim

Gênero: Thriller

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros. Pictures

Orçamento: — milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Na trama, um grupo de motoqueiros, buscando aventura, fazem uma trilha em um local proibido e cercado por diversas belezas naturais. O que eles não imaginavam era que toda a atmosfera de tranquilidade seria transformada em medo.

Curiosidades:

»

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

O Filho Uruguaio

(Une vie ailleurs)

 

Elenco:

Isabelle Carré

Ramzy Bedia

Maria Dupláa

Direção: Olivier Peyon

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Bonfilm

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Na trama, Sylvie finalmente encontra a pista sobre o paradeiro de seu filho no Uruguai, sequestrado pelo ex-marido. Com a ajuda de Mehdi, ela vai recuperá-lo, mas as coisas não acontecem como previsto, pois a criança, criada por sua avó e sua tia, parece feliz.

Crítica | O Filho Uruguaio – Questionador drama familiar (Nota: 9.0)

 

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Crítica | O Filho Uruguaio – Questionador drama familiar

Mãe Só Há Uma

Usando como mote o estarrecedor e corriqueiro crime do sequestro de crianças, que as separa de suas mães, chega aos cinemas brasileiros no dia 1º de março esta coprodução entre França e Uruguai.

Assim como no recente Mãe Só Há Uma (2016), de Anna Muylaert, que relatou de forma fictícia um famoso caso de nosso país, envolvendo um jovem criado por outra família, anos depois já na fase adolescente descobrindo ter sido sequestrado de sua verdadeira mãe pela mulher que acreditava ser sua progenitora, esta obra apresenta a cruel realidade que ambos os lados desta hedionda situação precisam enfrentar.

Escrito e dirigido por Olivier Peyon – com roteiro assinado em parceria com Cécilia Rouaud e Patricia MortagneO Filho Uruguaio inicia a jornada sem nos situar direito sobre o que está ocorrendo diante de nossos olhos. Quando o longa começa, acompanhamos o desespero de Sylvie (papel da bela francesa fluente em espanhol Isabelle Carré – uma mistura de Charlize Theron e Amy Adams), em acertar todos os detalhes para que sua “missão” dê certo. Ela faz ligações, garante o dinheiro, entra em contato com antigos conhecidos que poderão ajuda-la, ou seja, se certifica que todas as peças estarão no lugar, e nós apenas assistimos à suas maquinações dos bastidores, sem compreender exatamente qual o esquema sendo ajeitado pela protagonista.

Um dos pilares para a concretização de seus planos é o parceiro e cúmplice Mehdi (Ramzy Bedia), que será seu frontman nesta operação. Logo de cara o drama desperta nosso interesse e prende imediatamente a atenção, nos fazendo tentar compreender o plano da dupla – até mesmo se será usado para o bem ou para o mal.

Em sua segunda metade, O Filho Uruguaio já revela para o espectador todo o mistério que construiu no primeiro ato, e nos deixa a par de toda a história. Sylvie teve o pequeno filho sequestrado pelo marido, que a deixou. Durante anos ela buscou encontra-los sem sucesso, já que o sujeito teria fugido para o “fim do mundo”. Agora, depois de tanto tempo, com o menino Felipe (Dylan Cortes) um pouco mais crescido, Sylvie finalmente reuniu todas as provas do paradeiro da criança e planeja resgatá-lo.

O menino, por outro lado, agora sem o pai presente em sua vida (já que este saiu de cena), é criado pela avó e tia paternas (Virginia Méndez e a bela María Dupláa respectivamente) em uma pequena cidade no Uruguai. Mehdi será a ponte entre a família paterna e a mãe desesperada, se infiltrando em seu seio para ganhar a confiança e preparar o bote. Mas será que o sujeito, que criou verdadeiros laços com estes familiares, conseguirá ir até o fim do que foi originalmente proposto a fazer?

O Filho Uruguaio possui todas as qualidades esperadas dos dramas europeus e latinos de maior excelência que imaginamos. Em primeiro lugar, uma ideia fervorosa e urgente por si só, que trata de um tema polêmico e pra lá de delicado. Segundo, pela forma como trata este tema em seu roteiro, sem atropelos, sem demonizar ou canonizar lados, sem apontar dedos, soluções ou certos e errados. Cria personagens identificáveis e simpáticos o suficiente para que mesmo no maior calor de nossa indignação, nunca esqueçamos se tratar de seres humanos, mesmo alguns muito falhos.

A forma como o roteiro desenvolve seus personagens é primorosa, apresentando um ponto de vista diferente para a mesma situação vindo de cada um deles – mesmo os que achamos que irão se atrelar a uma causa, por conveniência, nos surpreendem por suas atitudes imprevisíveis, dando assim um toque ainda mais de veracidade. O fator “como agir em tal situação” se faz muito presente e desperta no espectador matéria prima o suficiente para horas de conversa e discussão após o término da sessão.

No meio de tudo, estão ainda os sentimentos e vontades do pequeno Felipe, o menino que foi retirado da mãe, e para o qual mentiram dizendo que a progenitora havia morrido. Uma vida, mesmo que de poucos anos, acreditando em uma realidade, que é subvertida violentamente de uma hora para outra. Tal choque é capaz de criar um abalo psicológico talvez quase tão trágico quanto o crime cometido contra a mulher, a protagonista Sylvie, roubada de seu maior bem.

O Filho Uruguaio é uma obra urgente e pulsante, que nos bate na cara com um dilema quase insolucionável. Que nos obriga a interagir com ele, e a pensar, muito mais do que a maioria dos filmes que chegam lotando as salas de cinema dos multiplex a cada fim de semana.

Projeto Flórida

(The Florida Project)

 

Elenco: 

Willem Dafoe

Bria Vinaite

Caleb Landry Jones

Brooklynn Prince

Christopher Rivera

Mela Murder

Aiden Malik

Direção: Sean Baker

Gênero: Drama

Duração: 112 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Na trama, durante as férias de verão, um grupo de crianças, liderado por uma menina de apenas seis anos, vive diversas aventuras em um mundo que se abre cheio de possibilidades e maravilhas perante seus olhos. Enquanto isso, os seus pais e os adultos ao seu redor passam por uma jornada completamente distinta, em tempos difíceis.

Crítica | Projeto Flórida – Gloriosa dramédia explora a vida pela inocência de crianças (Nota: 7.0)

Crítica 2 | Projeto Flórida – Um emocionante retrato dos nossos tempos (Nota: 9.0)

 

Curiosidades:

» O filme iria se chamar ‘Disney World’;

» O diretor encontrou a atriz Bria Vinaite pelo Instagram;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Crítica | Projeto Flórida – Gloriosa dramédia explora a vida pela inocência de crianças

Cores fortes e vibrantes, daquelas que brilham aos olhos. Kool & The Gang reverbera com seu hit atemporal, que em suas primeiras notas anuncia uma festa. Celebration é a marca da abertura do novo filme de Sean Baker, assumindo para si o prelúdio de um pequeno grandioso e festivo mundo que a audiência testemunhará em poucos segundos. ‘Projeto Flórida’ traz a caricatura mais particular da cidade de Orlando para um cenário construído em tom pastel, pintado pelas mãos da criativa e fascinante Moonee, a criança que todos nós adoraríamos conhecer e, por que não, ser.

Em um mundo de infinitas possibilidades no quente verão da Flórida, a pequena garota irreverente de cabelos longos bagunçados desbrava por lugares pouco percorridos – porém, barulhentos. Cercada pelos caricatos estabelecimentos que nos chamam para dentro de seu imaginário, testemunhamos a beleza plástica e fascinante dos parques temáticos impressos em mercados, sorveterias e lojas de conveniência – todos absorvidos por ela e seus amigos. Brooklynn Prince nos toma pela mão, nos ensinando uma infância que há muito tempo não se vê. Baker, aquele diretor que fez ‘Tangerina’ com um iPhone 5, entrega a câmera para a falante Moonee, deixando que ela nos dirija a um contexto onde a pureza é a real perspectiva da vida. Dinheiro não há. Ela e seus amigos não sabem. Tão pouco se importam.

Com personagens marcantes, ‘Projeto Flórida’ é aquela comédia dramática que nos fascina pela simplicidade em olhar com uma ótica mais apurada espaços ignorados, como aqueles tradicionais motéis americanos. Com hóspedes das mais diversas naturezas, a subversão encontra a precariedade e ambas se esbarram na perversão, rápida e didaticamente contida pelo único adulto que realmente nos interessa: Bobby, que também atende por Willem Dafoe. Essa percepção apresentada com uma lupa nos direciona para os pequenos. O mundo só é de fato interessante quando eles o observam. Suas análises, absolutamente sensoriais, se revelam naquela linguagem corporal que não é ensinada por adultos, muito menos ditada por um diretor. São reflexos naturais, que a câmera habilmente soube captar sem qualquer intervenção técnica excessiva.

Essa sensibilidade emocional do agora, do verão que parece jamais ter fim, é a essência que reflete em todos os demais personagens. Dafoe é a figura paterna que tenta se aproximar de seu distante filho, que assim como na vida, raras vezes cruza seus caminhos com o do pai. Responsável pelas crianças, ele as observa à medida que inerentemente entra na brincadeira que é a vida de cada uma delas. A frustração abafada do pequeno relacionamento com seu próprio menino se reflete no carinho que seu olhar se entrega a elas. Os encontros de gerações são estratégicos e revelam uma das atuações mais profundas do veterano.

Nesse carnaval de tons pastéis, sorvetes que rapidamente derretem e palavrões herdados dos pais, somos apresentados ao retrato da clássica mãe adolescente, que exala sinais de abandono familiar e uma desestrutura plena, que ela tenta conter para manter a sanidade de sua filha. Tão criança como Moonee, Halley (Bria Vinaite) poderia ser a pior mãe do mundo, até que ela se revela como talvez uma das melhores, que é apenas marcada pelas duras consequências da vida que não lhe deu o tempo necessário para crescer. Sua adultização reflete diretamente em sua filha, que não perde a inocência que a idade lhe garantiu. Em momentos simbólicos, que apenas o vínculo do ventre é capaz de gerar, elas encontram em si a plenitude. E para nós, mesmo com todos os desfeitos de um lar que não existe, isso basta.

A sutileza de Sean Baker, combinada com as cores que só poderiam nascer do imaginário infantil e um roteiro de uma sensibilidade tamanha, nos presenteia com aquele filme que é um grande loop, se repete interminavelmente nos nossos corações. Com uma fotografia encantadora que explora a luz do dia e metafórico como a mente de uma criança, ele se encerra com a consumação máxima de qualquer sonho que um adulto já teve na infância. A alegoria de que as durezas da vida não cabem na pequena protagonista se revela na magnitude de um dos lugares mais fascinantes que existe. Se ela realmente se desviou das adversidades do âmago adulto e chegou lá? Não sabemos. Mas como desejamos e acreditamos.

 

Crítica | Todas as Razões para Esquecer – É preciso sofrer para chegar à felicidade

Focando em temas atemporais que pairam sobre o universo do primeiro amor, o projeto apresenta um protagonista repleto de dificuldades em entender seus sentimentos e com uma certa síndrome ligada à solidão. Escrito e dirigido pelo cineasta Pedro Coutinho o longa deve agradar o público jovem e que se interessa pelo bom cinema nacional. Exibido no último Festival do Rio de Cinema, Todas as Razões para Esquecer é um pequeno e interessante recorte sobre a descoberta da maturidade em nossas juventudes prolongadas.

Na trama, tendo como pano de fundo uma bela trilha sonora, conhecemos o complicado Antônio (Johnny Massaro), que acaba de terminar um relacionamento com Sofia (Bianca Comparato), o grande amor de sua vida. O protagonista não consegue entender os porquês do término e começa a navegar em uma trajetória de autoconhecimento,  usando todo tipo de medida nunca antes usada por ele, como ir ao psiquiatra, usar o Tinder, remédios ansiolíticos, em busca de descobertas para melhorar seus dias.

Há um ar melancólico, tons de comédia suave, e com premissa ligads às metáforas que a vida traz. Dividido em arcos profundos, com algumas situações tragicômicas, busca por meio de diálogos expressivos dar um certo carisma ao protagonista, interpretado pelo ótimo Johnny Massaro. As idas e vindas dos coadjuvantes, pessoas que envolvem a vida do personagem principal, dão um certo ritmo ao filme sempre buscando surpreender pelas ações inconsequentes e ligadas às emoções do momento dos personagens.

O filme conversa com sucessos como 500 Dias com Ela (2009) e Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças (2004), apesar de ter uma linha até certo ponto original a desenvolver seu protagonista de maneira coerente. A chave para uma boa sessão é compreender a relação e as exposições de Antônio com a psiquiatra que o atende, a partir dessas curtas mas intensas conversas  compreendemos melhor o quão perdido está o personagem e assim embarcamos em sua história repleta de altos e baixos.

Todas As Razões Para Esquecer

Elenco:

Johnny Massaro

Bianca Comparato

Regina Braga

Direção: Pedro Coutinho

Gênero: Comédia romântica

Duração: 91 min.

Distribuidora: Bretz Filmes / Pagu Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 01 de Março de 2018

Sinopse:

Na trama, um jovem termina um relacionamento e pensa que não terá dificuldades em superar sua ex-namorada. Porém, seus sentimentos não condizem com sua postura, já que a dor da perda se acentua.

Crítica | Todas as Razões para Esquecer – É preciso sofrer para chegar à felicidade (Nota: 7.0)

 

Curiosidades:

» —

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Cartazes:

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Duda e os Gnomos

(Gnome Alone)

 

Elenco:

Becky G.

Tara Strong

David Koechner

Direção: Peter Lepeniotis, Shelly Shenoy

Gênero: Animação

Duração: 89 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 1º de Março de 2018

Sinopse: 

Duda e sua mãe estão de mudança para a antiga casa da tia Silvia. A casa tem muitos gnomos e eles parecem estar sempre mudando de lugar. Duda descobre que os gnomos podem ganhar vida e uma grande amizade surgirá entre eles com o propósitos de proteger a casa.

Curiosidades: 

» Primeiro filme de animação de Josh Peck fora da franquia A Era do Gelo;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica 2 | Projeto Flórida – Um emocionante retrato dos nossos tempos

Depois do ótimo Tangerine, o cineasta Sean Baker volta às telonas com um dos filmes sensação da temporada e que deu a Willem Dafoe sua terceira indicação ao Oscar. Projeto Flórida fala sobre a criação familiar de uma garotinha que vive em um hotel com sua mãe alucinada, onde cada dia é um novo recomeço e uma luta pela sobrevivência, para coisas básicas da vida. Baker dirige com bastante sensibilidade, atingindo pontos importantes sobre família.

Exibido no Festival de Cannes do ano passado, o filme conta a história de Moonee (Brooklynn Kimberly Prince) uma garotinha por volta dos sete anos que mora com a mãe Halley (Bria Vinaite) em um hotel de cor roxa, próximo aos parques da Disney, gerenciado pelo compreensivo Bobby (Willem Dafoe). Moonee passa seus dias de férias brincando com alguns amiguinhos, aprontando muitas travessuras, e viverá uma situação complexa por conta da falta de maturidade da mãe.

O projeto mostra um retrato de uma mãe e sua única filha que vivem quase de favores dia a dia, sem conseguirem, cada uma a sua maneira, imaginar um futuro mais promissor. O olhar da criança chega por Moonee (interpretada pela ótima Brooklynn Kimberly Prince), que aproveita as férias se divertindo com os amigos, de maneira ofensiva muitas vezes, com algumas brincadeiras que dão errado, gerando conseqüências que não chegam ao ar da compreensão da jovem, muito por conta do exemplo de ter uma mãe inconsequente e sem responsabilidades na vida. No lar onde vivem, com as roupas e objetos jogados pelo minúsculo quarto, há amor e carinho, mas envoltos nos atos inconsequentes de Halley.

Um ponto de interseção de tudo o que vemos, Bobby é um gerente que procura resolver tudo no hotel para que todos se sintam bem. Longe de ser perfeito, possui um ar protetor, olhando sempre a situação de todos que moram por lá. Tenta de muitas maneiras dar conselhos a Halley e parece saber que alguma conseqüência cairá sobre a filha dela. Mesmo tentando fazer o bem, Bobby sabe que não tem como mudar o mundo, mas fica por perto para ajudar sempre que possível.

Projeto Flórida é um pequeno grande filme, adorado por muitos. É um recorte importante sobre mãe e filha, além de tocar em assuntos que geram muita reflexão.

‘Jessica Jones’: Krysten Ritter publica foto no set de filmagens; Confira!

A chegada da segunda temporada de ‘Jessica Jones’ está cada vez mais próxima e para celebrar o marco, a atriz Krysten Ritter publicou uma foto em sua conta do Instagram.

Na imagem, feita no set de filmagens, a protagonista aparece ao lado de David Tennant e Eka Darville, os intérpretes de Killgrave e Malcom, respectivamente.

Confira:

#Repost @ekadarville ・・・ Only Days Now!! Can’t wait for y’all to see what we’ve been up to

Uma publicação compartilhada por Krysten Ritter (@therealkrystenritter) em

Já estão sendo divulgadas as primeiras críticas da 2ª temporada de Jessica Jones, da Netflix.

As reações são mistas e destacam o ritmo arrastado e a trama inferior à primeira temporada da série.

Confira:

Collider:

“A série aproveita sabiamente seu tempo para dar mais espaço para Jessica, mantendo tudo conectado”

IGN:

“Embora a 2ª temporada comece com um ritmo mais lento do que o primeiro ano, ainda há muito potencial e mistério na nova investigação de Jones”

Screen Rant:

“O mistério lento da 2ª temporada revela todos os sinais de que a série está no meio de uma queda livre no segundo ano”

Decider:

“Uma coisa é abordar o arco de um personagem em enfrentar seus demônios, outra é parecer preso ao contrário. Jessica Jones era revolucionária em sua 1ª temporadas e agora parece estar apenas condenada ao passado”

Forbes:

“Com base nos primeiros cinco episódios, a 2ª temporada certamente está construindo uma jornada sólida que deixará o público querendo mais da personagem até o final”

The Mary Sue:

“De uma forma geral, esta temporada é menos atraente graças à sua história e problemas com vilões, mas ainda gosto de me reunir com esses personagens. Ainda é uma série com algo para dizer, sem dúvida”

A segunda temporada de ‘Jessica Jones‘ estreia dia 8 de março.

Crítica | Jessica Jones – 1ª Temporada 

Na série, Jessica Jones (Krysten Ritter) tenta reconstruir sua vida pessoal e carreira como uma temperamental e sarcástica detetive particular em Hell’s Kitchen, bairro de Nova York. Atormentada por autodepreciação e um forte caso de estresse pós-traumático, Jessica luta contra demônios interiores e exteriores, usando suas extraordinárias habilidades para aqueles que precisam… especialmente se eles estão dispostos a pagar a conta.

 

‘Extremely Wicked’: Diretor se despede das filmagens em nova imagem; Confira!

O cineasta Joe Berling já encerrou as filmagens no thriller ‘Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile’ e novamente usou sua conta no Instagram para compartilhar o momento.

Na imagem em questão, ele se despede da cidade de Cincinnati, dentro de uma viatura da polícia da Flórida. O veículo foi usado nas filmagens da produção, cuja trama se passa – em partes – no estado em questão.

Confira:

A atriz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) viverá Carole Ann Boone, ex-esposa de Ted Bundy. Zac Efron será Bundy, Lily Collins viverá Elizabeth Kloepfer, Jim Parsons interpreta o promotor de justiça, Larry Simpson, e John Malkovich dará vida ao juiz Edward Cowart.

O projeto é dirigido por Joe Berlinger e o roteiro ficou a cargo de Michael Werde. Além de Efron, Lily Collins estrela a produção.

A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer. Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.

 

‘iZombie’: Trailer da 4ª temporada ativa o “modo besta”; Assista!

O Canal The CW divulgou um trailer extendido 4ª temporada de iZombie, que ativa o “modo besta”.

Confira:

A produção retornou no último dia 26.

Estrelada por Rose McIver, a trama acompanha uma médica residente de Seattle, que acaba transformada em uma zumbi quando vai a uma festa em um barco. Para lidar com seu novo apetite por cérebros, Liv consegue um emprego em um necrotério, onde começa a comer os cérebros de vítimas de homicídio para lidar com o ”vício”.

No Brasil, iZombie é transmitido pelo Warner Channel.