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‘Liga da Justiça’: Assista 8 cenas deletadas do filme, inclusive a que Flash salva Iris West

Foram divulgadas oito cenas de ‘Liga da Justiça‘ que foram cortadas da versão lançada nos cinemas, e ainda não estão com os efeitos visuais completos.

A mais interessante delas é a cena em que Barry salva Iris West e se apaixona por ela. Também temos várias cenas sobre o Ciborgue, que explicam mais sobre o personagem e seu passado.

Para assisti-las, CLIQUE AQUI!

 ‘Liga da Justiça decepcionou nas bilheterias norte-americanas com US$ 94,4 milhões, ficando bem abaixo da expectativa do estúdio, que girava entre US$ 100 e 120 milhões.

Trata-se da menor bilheteria de abertura dos cinco filmes do Universo DC. ‘Mulher-Maravilha’ fez US$ $103 milhões na abertura. ‘Batman vs Superman’ arrecadou US$ 166 milhões. ‘Esquadrão Suicida’ fez US$ 133,7 milhões e ‘Homem de Aço’ ficou com US$ 116,6 milhões.

Sucesso absoluto! ‘Liga da Justiça’ bate todos os recordes em estreia no Brasil; Confira!

‘Liga da Justiça’ tem abertura mediana nas bilheterias dos EUA

Liga da Justiça arrecadou US$ 13 milhões na noite da última quinta-feira (16), nas bilheterias norte-americana. O filme, que entrou em cartaz em 3.700 salas, teve desempenho sólido, porém, abaixo do esperado.

Para comparação, trata-se da quinta maior abertura para uma quinta-feira em 2017, atrás de ‘Guardiões da Galáxia 2‘ (US$ 17 milhões), ‘A Bela e a Fera‘ (US$ 16,3 milhões), ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (US$ 16 milhões) e ‘Thor: Ragnarok‘ (US$ 14.5 milhões).

Dentro do Universo DC de Cinema, o filme ficou à frente de ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 11 milhões) e atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 20,5 milhões) e ‘Batman vs Superman‘ (US$ 27,7 milhões).

O filme já está em cartaz no Brasil.

Vídeo mostra como foram criados os efeitos visuais de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

Foi divulgado um vídeo super legal que mostra como foram criados os efeitos visuais de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘.

Confira:

O filme arrecadou US$ 880 milhões mundialmente

Com a controvérsia na linha temporal de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, a Marvel revelou que lançará uma ordem cronológica oficial para seus filmes e séries. Na cena de abertura da adaptação, os fãs logo descobriram que o primeiro filme solo do herói pela Marvel se passava oito anos depois dos eventos de ‘Os Vingadores‘. No entanto, seguindo a lógica do ano de lançamento da produção de Joss Whedon, as datas não batem, sendo impossível tudo ter acontecido em 2012.

E pela primeira vez, o presidente da Marvel decidiu ser franco a respeito da suposta “falha”, esclarecendo que o ano de estreia de ‘Os Vingadores‘, nada tem a ver com o período em que os fatos da trama se passam.

Esclarecendo a polêmica, Kevin Feige pontuou:

“Toda essa discussão me fez pensar que em algum determinado momento nós teríamos que publicar uma linha do tempo e ver como tudo funciona no universo. Eu não quis incomodar ninguém exatamente e confesso que não tenho certeza se faria a mesma coisa de novo, mas tudo realmente se conecta ao determinado ponto onde a colocamos. Tirando aqueles momentos bem particulares, onde há um jornal ou referências verbais a algum ano, nós nunca datamos os filmes. E também há uma presunção de que se o filme foi lançado em novembro de 2017, isso significa que ele se passa em novembro de 2017, o que não é o caso”.

Saiba a ordem correta em que os filmes e séries do estúdio devem ser assistidos (NÃO OFICIAL):

1. Capitão América: O Primeiro Vingador

2. Agent Carter

3. Homem de Ferro

4. O Incrível Hulk

5. Homem de Ferro 2

6. Thor

7. Os Vingadores

8. Homem de Ferro 3

9. Agents of SHIELD (1ª Temporada – Episódios 1-7)

10. Thor: O Mundo Sombrio

11. Agents of SHIELD (1ª Temporada – Episódios 8-15)

12. Capitão América: O Soldado Invernal

13. Agents of SHIELD (1ª Temporada – Episódios 16-22)

14. Guardiões da Galáxia

15. Guardiões da Galáxia – Vol. 2

15. Agents of SHIELD (2ª Temporada – Episódios 1-19)

16. Demolidor (1ª temporada)

17. Vingadores: Era de Ultron

18. Thor: Ragnarok

19. Agents of SHIELD (2ª Temporada – Episódios 20-22)

20. Homem-Formiga

21. Agents of SHIELD (3ª Temporada)

22. Jessica Jones (1ª temporada)

23. Demolidor (2ª temporada)

24. Doutor Estranho (Início)

25. Capitão América: Guerra Civil

26. Homem-Aranha: De Volta ao Lar

27. Agents of S.H.I.E.L.D.: Slingshot

28. Luke Cage (1ª temporada)

29. Agents of SHIELD (4ª Temporada)

30. Punho de Ferro

31. Agents of SHIELD (5ª Temporada)

32. Os Defensores

33. Pantera Negra

34. Vingadores: Guerra Infinita

Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

O Melhor Filme de Vídeo Game de Todos

Os tempos mudaram, e o cinema mudou também. Bem, ao menos o cinema de entretenimento. Fundos verde, efeitos especiais mil e uma montagem tão picotada que muitas vezes não conseguimos entender o que está se passando na tela – tenho pena dos mais velhos. Esse é basicamente o alicerce do cinemão pipoca atual, e pouquíssimos vão contra esta fórmula estrutural – na maioria das vezes os que vão não encontram público (Blade Runner 2049, alguém?).

O jeito é abraça-lo e tentar distinguir os mais bem produzidos. Liga da Justiça é um deles. Ao mesmo tempo, é impossível falar dos filmes da DC no cinema sem mencionar a rival Marvel, pioneira quando o assunto é construção de universo compartilhado. O que o estúdio nos ensinou, e fez muito bem, foi: para que ter apenas uma franquia, se você pode ter várias conectadas. Pense só, Homem de Ferro (2008, 2010 e 2013) é uma franquia milionária. E ela está entrelaçada com várias outras franquias milionárias – Thor, Capitão América, etc. – criando um verdadeiro universo cinematográfico. Foi a deixa para outros estúdios perceberem a grande jogada e tentarem entrar nessa. Por enquanto nenhum se saiu bem.

Mas por que estou falando da Marvel e seu universo compartilhado se o assunto aqui é Liga da Justiça? Eu não deveria estar avaliando o filme? E vou. Mas é preciso contextualizar. Num ponto meramente de entretenimento, Liga da Justiça funciona. É divertido, mesmo que muitas piadas não entrem no gol (a melhor é a do Cemitério Maldito), se move rápido, tem boa ação e interação entre os personagens – o ponto alto aqui.

O ponto negativo é justamente a estrutura de seu roteiro e o núcleo da trama, copiado diretamente do primeiro Os Vingadores (2012), e o seu vilão, nem de longe tão interessante e sarcástico quanto o Loki de Tom Hiddleston. Veja só esta história: um ser maligno vindo de outro planeta chega à Terra e deseja conquistá-la, forçando assim super-heróis relutantes a se unirem para combater tal ameaça. Muito se fala que Os Vingadores teve êxito por ter apresentado anteriormente seus personagens em filmes solo, dispensando assim a história de origem deles no longa que os uniu. Bem, até que esta afirmação não é falsa, mas não podemos tirar o mérito daquele filme, que funciona que é uma beleza por si próprio. Liga da Justiça é Os Vingadores sem os filmes solo dos heróis. O problema é: já vimos isso antes, cinco anos atrás.

O Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o vilão, é uma vergonha, tanto em sua criação digital – que faz do personagem uma mistura de boneco de massa com o inimigo em algum vídeo game (daí o título do meu texto) – quanto em sua personalidade robótica – basicamente uma máquina de proferir frases de efeito e destruir tudo em seu caminho. Mas tudo bem, isso não tira muito do brilho do filme, este é apenas mais um vilão genérico (ainda digo que para um primeiro filme era necessário chegar grande). Talvez o que incomode mais seja a falta de substância, algum sentido ou mensagem no filme. Para tal afirmação pode-se contra-argumentar que muitos filmes do subgênero não as possuem, vide o recente Thor: Ragnarok, é verdade. E isso não nos evita de apreciá-los.

Liga da Justiça é menos sombrio, muito mais bem humorado (como dito, são piadas a torto e a direito, em especial com o personagem Flash, vivido por Ezra Miller) e faz mais sentido em sua narrativa do que BVS (2016). É incrível como o cineasta Zack Snyder parece ter ouvido as reclamações e conseguido aparar as arestas para entregar um produto mais palatável aos fãs. Talvez não incrível, mas admirável.

No elenco, Ben Affleck entrega outro desempenho sólido como Batman, mas sofre por ser o único intérprete do personagem no cinema a não ter personificado o herói em um filme só seu, mostrando realmente como se comportaria como dono pleno dos holofotes. Já Gal Gadot teve essa oportunidade e brilhou. Aqui, continua extremamente carismática no papel, dando corda para nosso romance com ela. Das novas adições destacaria o truculento Jason Momoa como o bad boy Aquaman. Temos ainda o dramático Cyborg (Ray Fisher), bem explorado, e o piadista Flash (Ezra Miller), um pouco over.

É difícil saber também o que foi criado na tela por Snyder e o que foi criado por Joss Whedon, já que apenas o primeiro recebeu crédito como diretor. Dessa mescla saiu um prato saboroso, que serve bem como entrada enquanto ficamos esperando o prato principal.

Ps. Fiquem para as cenas pós-créditos. São duas!

http://youtu.be/GxDzd49Pb9E

 

Crítica em Vídeo | ‘Liga da Justiça’ – É tão bom quanto ‘Mulher Maravilha’

Já assistimos Liga da Justiça, um dos filmes mais esperados do ano. E você? Ainda não? Então corra para os cinemas, está louco? Antes, assista ao nosso vídeo comentando o filme (não se preocupe, não tem spoilers) para aumentar ainda mais sua vontade. Assista:

Crítica | The Punisher: O Justiceiro – Série Marvel que enfia o dedo na ferida do mundo

Série Armamentista de Entretenimento

O mundo mudou. A pergunta é: para pior ou para melhor? Enquanto a sociedade cada vez mais globalizada varre pensamentos racistas, preconceituosos e machistas com a ajuda da opinião pública – trazida pelas mídias sociais – o que termina por dar mais voz e espaço de igualdade para todas as raças e gêneros, muitos clamam existir uma ultra sensibilidade e vigilância. O exagero e o extremismo sempre irão existir, mas o fato é: o mundo melhorou? O que funciona às claras sim, muito. Mas a violência parece cada vez maior. Há alguns anos não tínhamos notícias quase diárias de atentados matando inocentes em cidades pelo mundo como hoje.

Atualmente um dos temas mais debatidos é o armamento de civis. Em algumas cidades dos EUA um cidadão portar arma é legal, deixando espaço para que faça justiça com as próprias mãos. Dessa forma, tirando a justiça das autoridades e trazendo para si próprio. Isso rende uma longa discussão e podemos até pensar que em países onde a lei basicamente ri da nossa cara, como o Brasil, criada por corruptos, seria mais justificável que o cidadão, sempre deixado à mercê da própria sorte, pudesse se defender por conta própria, ao contrário dos EUA onde em grande parte o sistema funciona, e é inclusive bem severo.

Leia nossa crítica de ‘Luke Cage’

Bem, toda esta introdução para voltarmos aos primórdios, ao cerne do que é o super-herói como conhecemos hoje. Batman, Homem-Aranha e qualquer outro personagem mascarado que aprendemos a amar logo na infância, em tempos muito diferentes, é verdade, são nada mais do que vigilantes, justiceiros, pessoas que pegam para si a justiça, agindo fora da lei (daí que muitos deles são perseguidos pela polícia, e tratados de forma igual aos criminosos que combatem). Pessoas cansadas de um sistema falho, que não pode fazer nada por eles, decidindo então usar uma máscara e caçar criminosos por conta própria. Esses são os valores que continuam a ser passados através de gerações, enaltecidos inclusive por pessoas que na vida real abominam tão ideologia – vai entender, pois é.

Para ser justo, é bem verdade que nenhum, ou a maioria, desses heróis matam os criminosos, apenas os apanham para que as autoridades responsáveis cuidem deles de seu jeito. Bem, isto é, até chegarmos no Justiceiro, um personagem que de fato vai até o fim, não poupando sequer um contraventor que seja. Justamente por isso, começou como vilão nos quadrinhos, até escalar ao posto de anti-herói, o máximo conquistado por ele ao longo dos 43 anos de sua criação.

Leia nossas primeiras impressões de ‘Punho de Ferro’

O interessante aqui nesta primeira série solo do personagem da Marvel, que já havia ganhado três filmes malfadados (todos lançados direto em vídeo no Brasil), em 1989, 2004 e 2008, interpretado respectivamente por Dolph Lundgren, Thomas Jane e Ray Stevenson, é a escolha por uma trama intrincada, muito mais semelhante a um thriller político de espionagem, que remete aos filmes de Jason Bourne, do que simplesmente ter o personagem perseguindo e matando bandidos e mafiosos em Nova York das mais variadas formas. E isso é outro acerto da Marvel e do criador Steve Lightfoot, responsável também pela série Hannibal (2013 – 2015). Quando escrevi sobre as outras séries da Marvel na Netflix, apontei o fato de uma eventual estrutura repetitiva, já que em seu âmago é exatamente isso que heróis urbanos como Demolidor e Luke Cage fizeram, combateram a criminalidade em seus bairros distintos.

O Justiceiro e seu alter ego Frank Castle apareceram pela primeira vez, já na forma do metódico Jon Bernthal, ano passado na segunda temporada do Demolidor, e roubou os holofotes. No programa, o personagem se comportou como o lado sombrio do herói cego, que como apontava Castle: “estava a um dia ruim de se tornar igual a ele”. Os dois lados da mesma moeda se contrabalancearam bem, mas a dúvida era, como o Justiceiro se comportaria sozinho? Felizmente a resposta é: se comporta extremamente bem. Ou devo dizer mal.

Leia nossa crítica de ‘Os Defensores’

Aqui, o passado do protagonista recebe um upgrade, e ele passa de um policial de Nova York, para um herói de guerra, um fuzileiro naval treinado para matar. Ao descobrir uma operação ilegal orquestrada por seus superiores envolvendo tráfico de droga, o sujeito tenta botar a boca no trombone, mas termina tendo sua família assassinada e sendo dado como morto. Além do trauma da perda, o protagonista ainda precisa lidar com os fantasmas de guerra que o assombram, lembranças de quando matou em nome do país, muitas vezes de forma cruel e injustificada.

Como Bernthal disse em declarações, O Justiceiro é mesmo uma série para incomodar. Deixa desconfortável o público como nunca anteriormente uma série Marvel / Netflix fez. Seja pelo grafismo de sua violência exacerbada, que faz filmes 18 anos de heróis vide Logan e Deadpool parecerem animações da Disney em comparação; mas muito mais por suas ideias fervorosas, sempre acompanhadas de questões pra lá de polêmicas. Por exemplo, existe toda uma subtrama envolvendo o personagem Lewis Walcott (Daniel Webber), um jovem que ao voltar para casa de seu serviço militar, não acha lugar na sociedade, e começa a se fechar para o mundo. Pense em Rambo no primeiro filme, aquele tipo de personagem errático que não dá uma dentro e imerge numa paranoia sem fim acreditando que o mundo está contra ele.

Assista nosso vídeo de ‘Os Defensores’

As cenas com o personagem de Webber rendem socos no estômago consecutivos, ao percebermos a descida espiral que o jovem vai sofrendo, as decepções que vai tendo, quebra de confiança em relação a pessoas próximas e por aí vai. Seus níveis de insanidade são muito bem trabalhados pelo programa, transformando o personagem numa verdadeira tragédia ambulante, um acidente de trem esperando para acontecer. É impossível não sentir sua dor, ao mesmo tempo situando-se na impotência de todos ao redor que tentam ajuda-lo sem êxito. Quando tudo o que você quer é justiça, mas termina por se tornar o vilão da história. É de tirar o fôlego.

O Justiceiro é uma série que defende o uso de armas do cidadão. Talvez por isso seu painel tenha sido retirado de um evento voltado para a cultura pop, que ocorreu muito próximo aos atentados em Las Vegas, teve sua estreia adiada, e correu o risco de ser cancelada. Nem irei levantar a especulação de refilmagens, pois a série já estava pronta e não daria tempo para isso. O que pude assistir de antemão foi o que havia sido planejado.

Assista ao nosso vídeo com SPOILERS! de ‘Os Defensores’

E quando me refiro a ser uma série armamentista, não cito o protagonista, já que isto seria redundância. Me refiro à outra personagem, Karen Page (Deborah Ann Woll). A mocinha indefesa da série Demolidor, que cansou de ser alvo de bandidos e optou por andar armada. A série mostra uma entrevista realizada por ela (agora jornalista) com um político, que pede pelo desarmamento. O tópico da entrevista inclusive é este. Mas quando o local é atacado, o tal político foge de medo, chegando ao cúmulo de jogar a mulher aos leões, que consegue ser salva… justamente devido ao uso da arma que carrega na bolsa. Tudo isso após a afirmação do presidente Trump de que não irá apertar uma lei de desarmamento, já que foram cidadãos armados que conseguiram interceptar e impedir mais vítimas no último atentado no Texas.

Tá bom, entendemos o recado Justiceiro.

Na parte apenas de entretenimento, O Justiceiro cria boas reviravoltas, como a relação de Frank Castle com seu melhor amigo, o agora empresário do ramo da segurança privada Billy Russo, personagem vivido por Ben Barnes (Westworld), cujo fãs de quadrinhos conhecem bem e já sabem pelo que esperar – o desfecho deixa um imenso gancho para tanto.

Tudo isso faz de O Justiceiro uma das melhores séries da Marvel, conseguindo caminho livre direto para o topo da lista, com sua relevância e imediatismo se posicionando ao lado de pratas da casa como Jessica Jones e Demolidor. Isso porque a fantasia pode ser muito boa, mas a ficção é sempre melhor quando espelha a realidade de forma urgente.

Crítica | Her Love Boils Bathwater – Uma mãe compreende até o que os filhos não dizem

Chega do Japão um dos filmes mais sensíveis e emocionantes da temporada, uma mescla de comédia delicada com drama intenso que entra em nossos corações como uma flecha recheada de sentimentos bons. Her Love Boils Bathwater, ou no original, Yu wo wakasuhodo no atsui ai, é o indicado ao Oscar do Japão para a próxima cerimônia do Oscar e possui boas chances de conseguir uma vaguinha na lista final. Escrito e dirigido pelo cineasta Ryôta Nakano, o filme apresenta a jornada de uma inesquecível personagem em busca do preenchimento de lacunas esquecidas em seu passado depois que descobre uma terrível doença. A sensibilidade que o filme preenche suas emoções é algo raro e transforma esse trabalho em um dos mais bonitos desses últimos meses.

Na trama, conhecemos a super querida Futaba (Rie Miyazawa, em uma atuação absolutamente fantástica), que mora sozinha com sua filha Azumi em uma casa humilde no delicioso Japão. Certo dia, Futaba descobre que tem uma doença terminal e quase paralelamente descobre onde seu ex-marido, que a abandonara, está morando. Vendo que precisa ter o ex-marido por perto, deixa ele voltar para a sua vida, sendo que o mesmo traz junto uma outra criança fruto de um caso que ele teve. Assim, os quatro embarcarão em uma jornada repleta de segredos para ajudar Futuba a realizar seus últimos desejos em vida.

O roteiro possui uma sensibilidade gigante. O primeiro arco, meio morno, na verdade é a construção inicial com inserções de detalhes que serão descobertos apenas com o passar do pouco mais de duas horas de projeção. Após a descoberta da terrível doença, Futaba começa a abrir seus segredos mais escondidos e o filme ganha contornos emocionantes (preparem desde já os lenços). Impressiona a qualidade dessa história que além de emocionar, tem um poder de surpreender o espectador.

O papel da mãe é algo abordado no filme nas óticas dos coadjuvantes em relação a protagonista. Mãe de muitos, mesmo sendo de poucos, Futaba é o reflexo de todo o amor que pode ter uma família quando tem uma figura carinhosa, forte, corajosa, para combater e proteger todos ao seu redor. A relação que a personagem principal tem com todos que a preenchem com amor é algo grandioso, sublime. Transborda na tela as razões de todo seu amor e o público se sente próximo a personagem em todo momento. A inesquecível atuação de Rie Miyazawa ajuda a deixar essa personagem na prateleira do imaginário cinéfilo como sendo um dos mais belos do cinema oriental contemporâneo.

Crítica | Tirez la langue, mademoiselle – As Lições do Coração

Escrito e dirigido por Axelle Ropert, Tirez la langue, mademoiselle tem uma pegada meio ‘sessão da tarde’ mas ao longo dos 102 minutos de projeção vamos vendo desabrochar de maneira delicada e objetiva a mesmice na vida de dois irmãos que trabalham em um mesmo consultório em uma Paris nos dias atuais. A belíssima e talentosa artista francesa Louise Bourgoin é a terceira ponta no triângulo amoroso instaurado. O projeto, entre outras coisas, fala sobre as linhas de interpretações do que é o amor em nossas vidas.

Na trama, conhecemos os irmãos, quase inseparáveis, Boris (Cédric Kahn) e Dimitri (Laurent Stocker) que vivem um rotina de mesmice, dividindo um mesmo consultório em uma clínica geral onde também atendem em domicílio. Certo dia, após uma ligação, conhecem a mãe solteira Judith (Louise Bourgoin) por quem rapidamente se apaixonam, provocando uma grande quebra na rotina e relação dos dois irmãos.

É difícil tratar o sentimento de amor como uma coisa nova na vida de quarentões mas é exatamente em cima dessa ideia que a trama desse belo trabalho francês se solidifica. Os irmãos doutores são de diferentes maneiras de pensar, Dimitri até certo ponto bastante carente e luta constantemente contra o alcoolismo, já Boris é o que podemos dizer de solitário, rígido e um pouco carrancudo. A vida dos dois muda radicalmente com a descoberta do amor, pela mesma mulher. A partir disso, cada um busca sua felicidade à sua maneira, definindo novos rumos não só na maneira de pensar a vida mas no ganho de uma liberdade que eles nunca tinham observado.

Já Judith, mãe de uma pré adolescente, solteira que trabalha como barwoman pelas noites e Paris abre sua personalidade aos poucos. Conforme vamos conhecendo melhor essa intrigante personagem, percebemos os conflitos que se desenvolvem no futuro, principalmente as questões mal resolvidas com o ex-marido, pai de sua filha.

Tirez la langue, mademoiselle é uma fita delicada, com o ritmo certo para apresentações dos personagens. Também muito realista, mostrando os conflitos emocionais que podem ser provocados quando o coração bate mais forte por alguém.

‘Flashpoint’ vai introduzir multiversos, revela Ezra Miller

Em entrevista a EW, Ezra Miller revelou detalhes sobre o possível Flashpoint, filme solo do Flash:.

“Quando as pessoas ouvem Flashpoint, elas já pensam que será sinônimo de crise. Estamos entendendo que nosso querido Universo DC será inevitavelmente dividido em um tecido interminável, induzindo os complicados multiversos. Gosto de chamá-lo de DC Hyper-Extenso-Multiverso”, afirmou.

Geoff Johns, Presidente da DC Entertainment, confirmou que veremos Thomas Wayne como Batman.

“Existem elementos nessa história que vamos explorar e que não poderíamos usar em nenhum outro lugar. A escala de tudo, toda a história do universo Batman em si…”, afirmou.

Observe que ele não especifica qual Batman veremos.  Em Flashpoint, conhecemos um universo alternativo onde Thomas Wayne se torna o Batman após Bruce morrer naquela famosa noite do assalto. Nessa linha temporal, Martha Wayne enlouquece e se torna a Coringa. Além disso, a Mulher-Maravilha mostra um lado mais sombrio ao lutar contra os Atlantes de Aquaman.

Embora Johns não tenha especificado isso com todas as palavras, é muito provável que isso, de fato, aconteça, já que o ator Jeffrey Dean Morgan tem falado no assunto com certa frequência.

Jeffrey Dean Morgan faz mistério sobre viver Batman em ‘Flashpoint’; SERÁ?

A  Warner Bros. está esperando o resultado de ‘Liga da Justiça‘ nas bilheterias para dar sinal verde para ‘Flashpoint‘.

A versão final do roteiro de ‘Flashpoint‘, desenvolvida pelo roteirista Joby Harold, foi entregue à Warner Bros.

Embora o projeto já tenha perdido quatro diretores (Chris Lord e Phil Miller, Seth Grahame-Smith e mais recentemente, Rick Famuyiwa), a Warner não estaria com pressa em anunciar sua escolha final para assumir a produção.

Kroll ainda pontuou que Robert Zemeckis (De Volta para o Futuro) estaria sendo considerado pelo estúdio, mas que a empresa continuava realizando entrevistas com outros cineastas.

Liga da Justiça‘ está em exibição nos cinemas.

‘Me Chame Pelo Seu Nome’: Premiado drama gay com Armie Hammer ganha dois clipes

O premiado drama gay ‘Me Chame Pelo Seu Nome’ teve dois clipes divulgados.

Assista:

Em entrevista recente, o diretor Luca Guadagnino defendeu a ausência de nudez frontal masculina no filme estrelado por Armie Hammer e Timothée Chalamet:

“Eu sou o diretor menos puritano que você pode conhecer. Sou bem preciso em usar os corpos femininos e masculinos nas telas para transmitir todo o tipo de emoções. Acho que a exibição da nudez nesse filme especificamente era bastante irrelevante e entendo que para James [o roteirista] era algo relevante, mas essa é a visão dele. O que está claro é que não tivemos limitações no que queríamos fazer”.

O roteirista James Ivory afirmou que tinha cenas de nu frontal, mas o contrato dos atores não permitiu:

“Certamente meu roteiro tem todos os tipos de nudez. Mas, segundo Luca, os dois atores tinham no contrato que não poderia ter nudez frontal e não teve, o que é uma pena. Novamente, é apenas essa atitude americana. Ninguém parece se importar tanto ou ficar chocado sobre o nu total feminino. É com os homens. Isso é algo que deve ser tão profundamente cultura que alguém deveria perguntar: ‘Por quê?’”.

A trama acompanha um jovem de 17 anos que começa um romance com um dos convidados de seu pai, durante as férias da família na Riviera italiana. O longa foi exibido no Festival do Rio desse ano e tem lançamento previsto para 18 de Janeiro no Brasil.

 

 

Ben Affleck furtou um Batarang de ‘Liga da Justiça’ e a Warner fez ele pagar

Em uma recente entrevista para o The Late ShowBen Affleck revelou que havia conseguido furtar um Batarang dos objetos de cena da Liga da Justiça como lembrança, porém, acabou não dando muito certo.

O apresentador pergunta se ele chegou a pegar alguma coisa de lembrança do filme, citando o Batmobile como exemplo, brincando, e o ator respondeu:

“Com certeza eles rastreavam o Batmobile. Mas tinha algumas coisas que caiam do caminhão, como Batarangs e coisas assim. Ficava recebendo ligações do departamento de réplicas dizendo: ‘Você tem certeza que não encontrou nenhuma dessas coisas ainda?’”

Então, admitiu que chegou a roubar um Batarang, mas a Warner Bros. descobriu e cobrou:

“Você não pode exatamente ter roubado se você foi cobrado por aquilo, que é o que aconteceu comigo. Acontece que Batarangs não são nada baratos!”

Confira a entrevista:

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Liga da Justiça está em exibição nos cinemas.

Warner se sente “humilhada” porque ‘Liga da Justiça’ está arrecadando menos que ‘Thor: Ragnarok’

Liga da Justiça estreou nos cinemas neste fim de semana e Thor: Ragnarok estreou há duas semanas, este é o mais próximo que a Warner Bros e Marvel Studios chegou a competir diretamente entre si para dominar as bilheterias.

Embora esteja claro que a Liga da Justiça ocupará o primeiro lugar, as fontes dizem que a Warner Bros. está nervosa de que, se o filme não superar o final de semana de abertura de ‘Thor: Ragnarok, poderia ser o início do fim do Universo da DC nos cinemas. Segundo o site ComicBook, uma fonte interna comentou ao The Hollywood Reporter:

“Se um personagem B da Marvel superou o time A da DC, isso é um constrangimento. Será um fim de semana estressante para alguns executivos [da Warner]”.

De acordo com a Variety, Liga da Justiça arrecadou US$ 13 milhões na noite da última quinta-feira (16), nas bilheterias norte-americana. O filme, que entrou em cartaz em 3.700 salas, teve desempenho sólido, porém, abaixo do esperado.

Para comparação, trata-se da quinta maior abertura para uma quinta-feira em 2017, atrás de ‘Guardiões da Galáxia 2‘ (US$ 17 milhões), ‘A Bela e a Fera‘ (US$ 16,3 milhões), ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (US$ 16 milhões) e ‘Thor: Ragnarok‘ (US$ 14.5 milhões).

Dentro do Universo DC de Cinema, o filme ficou à frente de ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 11 milhões) e atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 20,5 milhões) e ‘Batman vs Superman‘ (US$ 27,7 milhões).

O filme deve fazer entre US$ 110 e US$ 120 milhões no fim de semana nos EUA, enquanto a soma internacional deve ficar entre US$ 215 e US$ 235 milhões.

O filme já está em cartaz no Brasil.

Treta! Disney é acusada de ter plagiado roteiro do primeiro ‘Piratas do Caribe’; Entenda o caso!

De acordo com o Deadline, os roteiristas A. Lee Alfred II e Ezequiel Martinez Jr. estão processando a Disney por plágio do seu roteiro em Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra.

A dupla alega ter feito o roteiro enquanto trabalhava para a empresa em uma versão nunca filmada de Chapeuzinho Vermelho. Depois de serem dispensados pela Disney no ano 2000, a dupla alega que o estúdio se apossou das suas ideias sem comunicá-los.

Em nota, a Disney nega a acusação e questiona por que Alfred e Martinez entraram com o registro de Copyright mais de uma décadas após o lançamento do primeiro filme.

Assista nossa crítica de ‘A Vingança de Salazar’ em vídeo:

Leia a crítica em TEXTO:

Crítica | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar – Insanidade em Doses Controladas  

POLÊMICA! Dublador do Johnny Depp se revolta contra a Disney e não fará ‘Piratas do Caribe 5’ 

‘A Vingança de Salazar’: Fãs se revoltam com o título nacional de ‘Piratas do Caribe 5’

“Em nova aventura, o Capitão Jack Sparrow se encontra com os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo piratas fantasmas são liberados por um velho inimigo: Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo está determinado a matar todos os piratas do mar, principalmente Jack Sparrow. Sua única esperança de sobrevivência é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que dá ao seu possuidor o controle dos sete mares.

Para encontrá-lo, ele tem que fazer uma aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o teimoso marujo Henry (Brenton Thwaites).

‘Piratas do Caribe’ já faturou mais de US$ 4,5 bilhões mundialmente desde o lançamento do seu primeiro filme em 2003. ‘A Vingança de Salazar’, quinto título da franquia, arrecadou um total US$ 794 milhões desde o seu lançamento em maio deste ano.

‘O Justiceiro’: Produtor comenta possibilidade de segunda temporada; Confira!

Em entrevista à Entertainment Weekly, o produtor de JusticeiroSteve Lightfoot, afirmou que há espaço para mais histórias após primeira temporada.

“Genuinamente não sei como funciona o sistema da Netflix, presumo que quando eles fizerem a ligação vão falar com a Marvel e a Marvel falará comigo e voltaremos. Mas estou muito animado para isso. Acho que onde deixamos Frank e Billy oferece muitas possibilidades se voltarmos para uma segunda temporada. Podemos fazer qualquer coisa com eles, na verdade.”

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Veja a nossa crítica da 1ª temporada da sérieCrítica | The Punisher: O Justiceiro – Série Marvel que enfia o dedo na ferida do mundo

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Em ‘Justiceiro‘, Frank Castle é um ex-militar assombrado e caçado após o assassinato de sua família. Tentando superar o trauma, ele se transforma em um vigilante, que busca combater a criminalidade em Nova York e atende pelo nome de “Justiceiro”. A primeira temporada do spin-off terá 13 episódios.

Deborah Ann Woll retorna ao papel de Karen Page e Ben Barnes vive Billy Russo.

Todos os episódios de Justiceiro já estão disponíveis na Netflix.

 

‘Liga da Justiça’ decepciona e deve ter a menor bilheteria do Universo DC

De acordo com o ComicBook, caiu a expectativa de arrecadação de ‘Liga da Justiça nos Estados Unidos, durante o primeiro final de semana. Agora, acredita-se que a bilheteria americana do filme será de US$ 93,5 milhões, e não mais entre US$ 100 e 120 milhões.

Trata-se da menor bilheteria de abertura dos cinco filmes do Universo DC. ‘Mulher-Maravilha’ fez US$ $103 milhões na abertura. ‘Batman vs Superman’ arrecadou US$ 166 milhões. ‘Esquadrão Suicida’ fez US$ 133,7 milhões e ‘Homem de Aço’ ficou com US$ 116,6 milhões.

Sucesso absoluto! ‘Liga da Justiça’ bate todos os recordes em estreia no Brasil; Confira!

‘Liga da Justiça’ tem abertura mediana nas bilheterias dos EUA

Liga da Justiça arrecadou US$ 13 milhões na noite da última quinta-feira (16), nas bilheterias norte-americana. O filme, que entrou em cartaz em 3.700 salas, teve desempenho sólido, porém, abaixo do esperado.

Para comparação, trata-se da quinta maior abertura para uma quinta-feira em 2017, atrás de ‘Guardiões da Galáxia 2‘ (US$ 17 milhões), ‘A Bela e a Fera‘ (US$ 16,3 milhões), ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (US$ 16 milhões) e ‘Thor: Ragnarok‘ (US$ 14.5 milhões).

Dentro do Universo DC de Cinema, o filme ficou à frente de ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 11 milhões) e atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 20,5 milhões) e ‘Batman vs Superman‘ (US$ 27,7 milhões).

O filme já está em cartaz no Brasil.

‘True Detective’: Atriz de ‘Animais Fantásticos’ entra para a terceira temporada

A atriz Carmen Ejogo, da saga ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, é o mais novo acréscimo ao elenco da aguardada terceira temporada de ‘True Detective‘. A informação foi revelada pelo portal TV Line.

Segundo a publicação, Ejogo interpretará uma professora escolar, chamada Amelia Reardon, que está diretamente conectada às duas crianças que desapareceram há duas décadas. Ainda não se sabe qual o grau de envolvimento da personagem neste quebra cabeça, se ela seria acusada, culpada ou apenas alguém que acompanha de perto o desenrolar da trama.

 

E retornando às suas raízes, o novo ciclo se distancia da agitada Los Angeles, voltando a trama para o interior, aos moldes do que já vimos no começo.

Com Mahershala Ali como o grande protagonista, a narrativa trará o ator como Wayne Hays, um policial do noroeste do Arkansas, responsável por investigar um crime macabro em Ozarks.

Segundo o resumo divulgado pelo site Entertainment Weekly, a terceira temporada “traz a história de um crime macabro no âmago de Ozarks e um mistério que tem se aprofundado ao longo das décadas, se desmembrando em três períodos distintos”.

Para o ciclo em questão, Nic Pizzolatto retorna como o roteirista de toda a temporada, com exceção do episódio quatro, que foi escrito em parceria com David Milch. Pizzolato também assume a direção dos capítulos com Jeremy Saulnier.

Em um comunicado oficial, Pizzolatto pontuou o seu entusiasmos em retomar os trabalhos em ‘True Detective‘:

“Eu estou extremamente animado por poder trabalhar com artistas do grau de Mahershala e Jeremy e realmente espero que este novo material possa honrar seus respectivos talentos. Estamos muito entusiasmados para contar esta história”.

A terceira temporada de ‘True Detective‘ ainda não possui quantidade de episódios e data de lançamento.

Crossover de ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Supergirl’ e ‘Legends of Tomorrow’ ganha novas imagens; Confira!

O tradicional crossover entre as séries ‘Arrow’, ‘The Flash’, ‘Supergirl’ e ‘Legends of Tomorrow’ – o chamado Arrowverse – ganhou novas imagens.

Confira:

 

 


Lembrando que serão apenas duas noites de crossover, e não mais quatro, como aconteceu no ano passado.

Com ‘Arrow‘ na quinta-feira, a CW puxou o episódio especial do Arqueiro Verde para a segunda, 27 de novembro, às 21h (Horário de Nova York).

Assim, no dia 27 serão exibidos os episódios especiais de ‘Supergirl‘ (às 20h) e ‘Arrow (às 21h).

E no dia seguinte, 28 de novembro, será a vez de ‘The Flash‘ (às 20h) e ‘Legends of Tomorrow‘ (às 21 hr).

Sem dúvida, o cronograma ficou ainda mais interessante, afinal, vai dar para conferir o mega especial em apenas dois dias e não mais ao longo de toda a semana.

‘Liga da Justiça’: Fãs criam petição para que Zack Snyder lance sua versão do diretor

Um grupo de fãs da DC criou uma petição para que Zack Snyder lance uma versão do diretor de Liga da Justiçaque expresse por completo a visão que o cineasta tinha para o filme.

O texto do abaixo-assinado argumenta que o corte que está sendo exibido no cinema favorece a visão de Joss Whedon e deixa de lado em diversos momentos as decisões que Snyder tinha tomado quando era diretor.

Outro fato no texto diz respeito à duração do longa: a versão que está sendo exibida nos cinemas tem 2h1min e os criadores da petição dizem que isso foi resultado da intervenção de Whedon e que originalmente Snyder teria feito um filme mais longo, desenvolvendo melhor os protagonistas.

A trilha sonora de Danny Elfman também é apontada como uma mudança radical feita nas regravações, já que num primeiro momento as músicas da produção seriam compostas por Junkie XL.

Não existe nenhuma informação sobre se haverá realmente uma nova versão do filme. A petição quer reunir 1.500 assinaturas no Change.org.

Foi divulgado um vídeo que reúne quase quatro minutos de cenas deletadas de ‘Liga da Justiça‘, que aparecem nos trailers mas não estão no filme.

Confira:

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O filme já está em cartaz no Brasil.

‘Uma Dobra no Tempo’ ganha belíssimo cartaz e prévia de novo trailer; Confira!

A Disney liberou um novo cartaz e um teaser que anuncia o próximo trailer de Uma Dobra no Tempo, dirigido por Ava DuVernay .

A estreia acontece dia 9 de março de 2018.

Confira:

A direção é de Ava DuVernay (‘Selma’), que com essa produção se tornou a terceira mulher a dirigir um projeto cinematográfico com orçamento acima dos US$ 100 milhões (a primeira foi a diretora de ‘Frozen‘ e a segunda foi a diretora de ‘Mulher-Maravilha‘)

A história gira em torno da família Murry, mostrando o patriarca da família (Chris Pine) e suas pesquisas sobre viagens no tempo, até que ele desaparece misteriosamente. Com isso, Meg (Storm Reid) e companhia, partem em uma grande aventura para procurar seu pai.

O filme deve mostrar diversas criaturas sobrenaturais e uma delas será interpretada pela apresentadora Oprah Winfrey.

O elenco ainda conta com Reese Witherspoon.

Foto inédita dos bastidores do clássico ‘Cães de Aluguel’ é divulgada; Confira!

Cães de Aluguel‘ completa 25 anos em 2017 e para celebrar o marco, a revista britânica Empire está preparando uma edição especial para dezembro, trazendo detalhes jamais divulgados sobre a produção, além de fotos inéditas dos bastidores.

Uma delas já foi compartilhada através de seu site.

Confira o registro:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Godzilla: Monster Planet’: Animação da Netflix ganha novos trailers incríveis; Assista!

A Tohoempresa que criou o ‘Godzilla‘, liberou três novos trailers de ‘Godzilla: Monster Planet‘, o primeiro filme em animação do monstro japonês.

Confira:


Lembrando que a produção será lançada nos cinemas japoneses, e no resto do mundo terá distribuição pela Netflix.

A direção e o roteiro ficarão à cargo, respectivamente, de Kobun Shizuno e Gen Urobuchi, considerados um dos grandes nomes orientais da atualidade quando o assunto é animação.

Godzilla: Monster Planet estreou em 17 de novembro nos cinemas do Japão. O filme também será lançado globalmente pela Netflix ainda em 2017, mas segue sem data definida.

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