Site Página 7488

Diretor revela porque Naomi Watts não retorna em ‘O Chamado 3’

O Chamado 3‘ chega aos cinemas 12 anos após a última sequência, e apresenta a franquia para uma nova geração.

Muitos fãs dos dois primeiros filmes sentiram a falta da atriz Naomi Watts no papel da jornalista Rachel.

Em entrevista ao CinemaBlend, o diretor F. Javier Gutierrez explicou porque a protagonista de ‘O Chamado‘ (2002) e ‘O Chamado 2‘ (2005) não retorna.

“Cogitamos trazê-la de volta por algum tempo, mas o o estúdio ficou preocupado que o novo filme ficasse muito conectado com os antigos. Não era necessário. Os fãs provavelmente iam amar, mas o público não iria se importar muito. Queríamos atingir um novo público”, afirmou.

O filme já está em exibição nos cinemas.

Leia nossa crítica em TEXTO:

Crítica | O Chamado 3 – Samara toca o terror na era dos YouTubers

‘O Chamado 3’ e os Filmes de Terror mais Aguardados de 2017 e 2018

A jovem Julia (Matilda Lutz) fica intrigada quando seu namorado Holt (Ales Roe) começa a se interessar e explorar uma história que envolve uma fita de vídeo amaldiçoada, que faz a pessoa que a assiste morrer em 7 dias. Ela se sacrifica para salvar a vida dele e, ao fazer isso, revela uma descoberta terrível: há um “filme dentro do filme” que ninguém jamais viu antes.

O roteiro foi escrito por Akiva Goldsman, de ‘Eu Sou a Lenda’ e ‘Anjos e Demônios’. O diretor espanhol F. Javier Gutiérrez (‘Três Dias’) é quem comanda a produção.

O primeiro filme da franquia foi dirigido por Gore Verbinski (‘Piratas do Caribe’), e baseado em ‘Ringu‘ (de Hideo Nakata). O terror arrecadou US$ 250 milhões mundialmente, já a sequência fez US$ 161 milhões.

 

Sony Pictures se arrepende de ter vendido os direitos do ‘Homem-Aranha’

Num futuro próximo os fãs do amigo da vizinhança terão a oportunidade de ver mais um Homem-Aranha adentrando o universo cinematográfico. A ‘parceria’ histórica entre a Sony Pictures e a Marvel Studios está trazendo Peter Parker para dentro do famoso Marvel Cinematic Universe.

Só que nem tudo são flores.

Após a divulgação do prejuízo de US$ 962 milhões no último trimestre de 2016, a  Sony confessou que teria conduzido as negociações de forma diferente.

A maior parte desse arrependimento vem na forma do merchandising do personagem, que a Sony vendeu para a Marvel em 2011 em troca do dinheiro necessário para conduzir a empresa.

Kenichiro Yoshida, diretor financeiro da Sony, admitiu para o jornal The Wall Street Journal que foi ruim a decisão de deixar o imenso leque de produtos e brinquedos derivados do Homem-Aranha ir embora.

“Vendemos alguns ativos do estúdio, como direitos de merchandising do Homem-Aranha, para arrecadar dinheiro em curto prazo e em troca, eles levaram o fluxo de caixa de longo prazo, justamente no período em que a nossa divisão de produtos eletrônicos estava enfrentando dificuldades”;

Caso ‘Homem-Aranha’ atinja popularidade novamente, os lucros com merchandising ultrapassarão em muito os lucros da bilheteria, especialmente com toda a expectativa que ‘Guerra Civil’ gerou com a aparição de Peter Parker. A boa notícia para a Sony é que, embora ela não tenha mais o merchan do herói, ainda tem uma fatia do sucesso, graças ao seu mais recente acordo com a Marvel. Poderia ser bem pior.

CONFIRMADO! Homem-Aranha estará em ‘Vingadores – Guerra Infinita’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ acontece em 6 de Julho de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

Gwen Stacy pode ter aparecido no trailer de ‘Homem-Aranha’ 

King Kong | Conheça os filmes estrelados pelo maior monstro de todos

Com o sucesso de público e crítica do novo Kong: A Ilha da Caveira, que marca 78% de aprovação da imprensa no site Rotten Tomatoes e soma US$ 260 milhões em bilheteria mundialmente desde sua estreia no início de março, se tornando o nono filme mais visto neste ano e sétimo nos EUA – e isso é apenas o começo de sua carreira – decidimos revisitar a trajetória do gorila mais famoso da sétima arte no cinema. A nova lista do CinePOP apresenta todos os filmes de King Kong comentados para você.

PS. Na lista, decidimos comentar somente os longa-metragens do personagem, deixando de fora os curtas e as séries de TV e animadas do símio estrela. Vem com a gente conhecer por onde o macacão já andou.

King Kong (1933)

Tudo começou aqui, neste verdadeiro marco da sétima arte. O primeiro King Kong deve ser reverenciado pelos avanços técnicos que serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster entretenimento de efeitos especiais. Tudo nasceu de uma ideia das mentes de Merian C. Cooper e Edgar Wallace, adaptado na forma de um roteiro por James Creelman e Ruth Rose (sim, uma mulher com participação ativa nos primórdios da indústria do cinema).

A história clássica todos já conhecem, e apresenta uma equipe de filmagem viajando até uma misteriosa ilha tropical, acidentalmente encontrando um verdadeiro elo perdido. Entre dinossauros ainda vivos, eles se deparam com um gigantesco gorila, tido como rei do local. Eles o capturam e levam para Nova York a fim de exibi-lo ao público como a “oitava maravilha do mundo”. A protagonista é uma atriz loira por quem o gorilão se afeiçoa, interpreta pela estrela da época Fay Wray. A direção do longa ficou a cargo de Ernest B. Schoedsack e do próprio Merian C. Cooper, que não foram creditados, mas ajudaram a implementar a técnica do stop motion na época, tornando o filme um verdadeiro sucesso inesquecível.

O Filho de King Kong (The Son of Kong, 1933)

Se achamos hoje que as sequências de sucessos do cinema chegam correndo a galope, precisamos levar em conta que o cinema comercial sempre trabalhou de tal forma. Com o sucesso de King Kong não foi diferente e uma continuação saiu do papel no mesmo ano – tratava-se de uma época em que as produções eram mais baratas e mais práticas para serem desenvolvidas. Novamente escrito pela roteirista Ruth Rose e dirigido por Ernest B. Schoedsack, o filme mostra os homens que capturaram Kong, de volta para a infame ilha.

Além da roteirista e do diretor, parte do elenco também voltou para a sequência, incluindo Robert Armstrong, no papel de Carl Denham, e Frank Reicher como o Capitão Englehorn. No lugar de Fay Wray e sua Ann Darrow, uma nova heroína: Hilda, papel de Helen Mack, afinal o que seria de um filme de monstro sem uma mocinha. Ao retornarem para a ilha original a fim de mais aventuras com dinossauros, os exploradores se deparam também com o filho de Kong, uma criatura semelhante, porém muito menor em escala e mais dócil. Novamente a técnica do stop motion foi a utilizada na criação do macaco, mas nem precisa ser dito que a obra não obteve ao longo da história a relevância do original e a maioria das pessoas sequer sabe de sua existência.

King Kong vs. Godzilla (Kingu Kongu tai Gojira, 1962)

Um dos objetivos da Warner com o novo Kong: A Ilha da Caveira é finalmente colocar os monstros gigantes do cinema para brigar, em um encontro de King Kong com o lagartão Godizlla – igualmente propriedade do estúdio agora. O que talvez nem todos saibam é que tal encontro megalômano já ocorreu nos cinemas, numa produção 100% japonesa.

Se para os norte-americanos o gorila King Kong é o rei dos monstros, para os japoneses a história é outra, tendo como referência no gênero o escamoso Godzilla. Em 1954, era lançado o primeiro longa estrelado pela criatura no Japão. Criado por Ishirô Honda, o mote era o medo da era nuclear, que deu origem ao terrível lagarto com poderes atômicos. Não demorou para que as mentes criativas decidissem juntar as duas grandes maravilhas do mundo para um combate mortal. A trama do filme, dirigido pelo próprio Honda, traz Kong para o Japão, capturado por uma companhia farmacêutica. É claro que o gorila não permaneceria muito tempo em cativeiro e ao se soltar, se depara com o tesouro nacional, Godzilla.

A Fuga de King Kong (Kingu Kongu no gyakushû, 1967)

Alguns anos depois, Ishirô Honda, dando um tempo de seu monstro principal Godzilla, resolve investir outra vez no famoso símio para estrelar um novo longa-metragem de sua autoria. Obviamente, mais uma vez passado no Japão, este filme se aproxima bastante do que os artistas do país criaram por décadas, personagens de nomes curiosos, vilões caricatos e, é claro, robôs gigantes. Pense nos heróis das décadas de 1970 (Spectreman e Ultrman) e 1980 (Changeman e Jaspion), a estrutura é sempre a mesma e se repete aqui também.

Um ditador cruel, chamado Doctor Who (!?), papel de Hideyo Amamoto, e sua parceira de vilania, Madame Piranha (!!!???) – Madame X na versão norte-americana – papel de Mia Hama, desenvolvem uma réplica robótica de Kong para escavar minérios altamente radioativos, chamados Elemento X. Quando a criatura mecânica falha, eles decidem capturar o verdadeiro Kong para o serviço, de quebra sequestrando também a Tenente Susan Watson (Linda Miller), por quem o monstro se afeiçoou.

King Kong (1976)

Primeiro filme americano do gorila desde 1933, esta nova versão é igualmente uma refilmagem e uma reimaginação. O novo longa pega a ideia e o conceito do original e acrescenta novas guinadas em sua trama. Para começar, esta é uma produção de Dino De Laurentiis, lendário empreendedor do ramo, cujos filmes nem sempre representavam qualidade. A história apresenta não mais uma equipe de filmagem, e sim funcionários de uma companhia petrolífera, viajando até a famosa ilha a fim de encontrar recursos naturais.

O local também está mudado e não contém mais as criaturas pré-históricas, as quais estávamos acostumados. Apenas Kong é mantido (afinal não teríamos um filme sem ele) e precisa se contentar em combater uma enorme cobra ao invés dos temíveis tiranossauros. Os personagens não são mais os mesmos também e a mocinha Ann dá lugar a Dwan, de Jessica Lange, por exemplo. No entanto, a paixão da criatura pela loira permanece intacta. Essa versão traz ainda as participações de Jeff Bridges (o herói) e Charles Grodin. Outra modificação no filme dirigido pelo britânico John Guillermin (Inferno na Torre) é o desfecho. Desta vez, o macaco escala as Torres Gêmeas, ao invés do Empire State, e é abatido não por aviões, mas por um helicóptero. A proposta do filme, passado em seu tempo real (na década de 1970) e não na década de 1930, era uma versão mais séria e menos fantasiosa – o que se torna uma tarefa ingrata já que o tema é um gorila gigante. Por falar em Kong, o stop motion dá lugar a um sujeito fantasiado nesta nova roupagem.

King Kong 2 (King Kong Lives, 1986)

Embora não tenha sido o sucesso esperado, o novo King Kong marcou uma geração – aqui no Brasil, com as reprises no canal SBT. Novamente produzido por De Laurentiis e dirigido por Guillermin, esta continuação chegou de forma tardia, dez anos depois do filme com Bridges e Lange – que, de forma sábia, não podem ser encontrados em lugar algum aqui. A ideia descarada, visando apenas lucrar em cima da marca conhecida de Kong, tenta desfazer o fim do filme de 1976, afirmando que apesar da queda, o gorila sobreviveu.

Além disso, Kong sente o chamado da natureza e parte ao encontro de uma Kong fêmea (sim, você leu certo!), chamada Lady Kong, causando todo tipo de caos e destruição no caminho.  O filme se tornou notório por sua falta de qualidade, figurando em muitas listas dos “melhores filmes ruins de todos os tempos”. Até mesmo os envolvidos se pronunciaram sobre o, hoje, status cult da produção. No elenco, Linda Hamilton, recém-saída do sucesso de O Exterminador do Futuro (1984), vive a protagonista feminina Amy Franklin, e Brian Kerwin vive o herói Hank Mitchell – num papel que seria de Peter Weller, o ator (numa igualmente sábia decisão) terminou optando pelo protagonista de Robocop – O Policial do Futuro (1987).

King Kong (2005)

Ao contrário de todas as outras produções que vieram após o original de 1933, esta versão comandada pelo cultuado Peter Jackson (da trilogia Senhor dos Anéis) foi criada como homenagem máxima. Hoje em dia muito se fala sobre o fan service de filmes que existem quase que exclusivamente para reverenciar clássicos do passado. Bem, se a homenagem for bem feita e bem intencionada, a proposta pode fluir muito bem. É o caso com esta roupagem altamente tecnológica, que respeita detalhadamente o clássico, além de adicionar diversos outros elementos, preenchendo as lacunas ausentes ao longo da história.

Não é ousadia afirmar que o longa de Jackson sobressai o filme original, e não é para menos, já que conta com quase uma hora e meia a mais de duração. Os personagens são mais bem desenvolvidos, assim como a trama é mais detalhada e as cenas são exploradas de forma mais satisfatória. Jackson brinca com o estilo e com o gênero, acrescentando mais drama, terror, suspense e afeição à mistura. É como se o diretor escrevesse uma carta de amor apaixonada ao longa original, declarando-se como o maior fã deste marco do cinema. Além disso, os personagens são respeitados, e Naomi Watts rouba a cena no papel de uma Ann Darrow mais humana, uma atriz precisando comer do lixo na trágica época da depressão nos EUA – até a época é respeitada e o filme se passa na década de 1930. O gorilão, através de uma impressionante criação digital, personificado por captura de movimento (interpretado pelo ator Andy Serkis), também recebe características mais humanizadas e seus sentimentos transparecem. A versão de Jackson, indicada a três prêmios no Oscar, permanece como a definitiva estrelada pelo famoso macaco.

Kong: A Ilha da Caveira (Kong: Skull Island, 2017)

Bem, vocês já conhecem a minha opinião sobre esta nova aventura envolvendo o gorila mais famoso do cinema – se ainda não viram cliquem na crítica neste link. Mistura de aventura de matinê, com filmes de guerra, A Ilha da Caveira é o mais blockbuster dos filmes de Kong. A versão de Jackson se comporta como homenagem plena, como uma reverência ao cinema clássico e aos filmes mudos, por exemplo. A Ilha da Caveira é cinema adrenalina de ação e o mais próximo dos filmes de super-heróis atuais  que um filme do macaco já chegou no cinema.

Saído da Universal para as mãos da Warner, o novo filme traz um elenco renomado de nomes do momento, como Brie Larson (a Capitã Marvel) e Tom Hiddleston (o Loki), para criar um elo com a garotada. A proposta, no entanto, é unicamente preparar um crossover com outro monstro amado do cinema, o citado Godzilla; e em breve veremos um filme com as duas feras se digladiando. Será que nossos corações aguentarão?

Bônus:

Monstro de um Mundo Perdido (Mighty Joe Young, 1949)

Pegando carona no sucesso de King Kong (1933), os envolvidos com o filme foram contratados pela produtora RKO para criar um novo longa nos mesmos moldes. Desta forma, com roteiro de Ruth Rose e Merian C. Cooper, direção de Ernest B. Schoedsack e até mesmo a participação do ator Robert Armstrong, surgia o gorila gigante Joe Young. Na trama, passada na África, a jovem Jill Young (Terry Moore) cria um filhote de gorila. Anos mais tarde, o animal ganha formas gigantescas e desperta atenção de um inescrupuloso empresário, que pretende levá-lo para a cidade a fim de exibi-lo ao público. A obra foi o primeiro filme a contar com os efeitos em stop motion criados pelo lendário Ray Harryhausen (Jasão e o Velo de Ouro e Fúria de Titãs)

Por essa premissa deu para notar bem as semelhanças entre a nova criação e a antiga da trupe de artistas. A afeição do gorila por uma mulher, a ganância do homem, o animal escravizado na cidade, está tudo lá. Para não dizer que são completamente idênticos, Joe Young é levado para Hollywood, Los Angeles, e não Nova York. Os produtores planejavam uma sequência de Joe Young na qual o gorila encontraria Tarzan, a lenda da selva, na época vivido pelo ator Lex Baker – infelizmente a produção da ideia não vingou. Uma refilmagem do clássico foi produzido em 1998, com a musa Charlize Theron no papel de Jill Young, e o saudoso Bill Paxton também no elenco.

‘Logan’ será o filme mais longo da franquia ‘Wolverine’; Confira a duração!

Como foi anunciado recentemente, ‘Logan‘ terá sua première mundial no Festival de Berlim deste ano, e com informações do site do próprio festival nós já podemos saber que o terceiro filme do Wolverine terá 2 horas e 15 minutos de duração.

X-Men Origens: Wolverine‘ teve 1 hora e 47 minutos e ‘Wolverine: Imortal‘ totalizou 2 horas e 6 minutos de duração.

Hugh Jackman virá ao Brasil para divulgar ‘Logan’! 

Em um futuro próximo, um cansado Logan cuida de um Professor X em dificuldade, escondido na fronteira mexicana. Mas as tentativas de Logan de se esconder do mundo e de seu legado acabam quando um jovem mutante chega, sendo perseguida por forças obscuras.

Patrick Strewart planeja abandonar a franquia ‘X-Men’ após ‘Wolverine 3’ 

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Saiba em qual linha do tempo da franquia o filme se encaixa – Confira!

’13 Reasons Why’: Suspense produzido por Selena Gomez ganha novo teaser e cartaz

A Netflix liberou os inéditos teaser e cartaz de sua nova série de suspense, intitulada ‘13 Reasons Why‘.

Confira:

Baseada no best-seller de Jay Asher, a sériea companha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

13 Reasons Why‘ tem produção executiva de Tom McCarthy, Brian Yorkey, Selena Gomez, Joy Gorman e Kristel Laiblin.

A série estreia no Brasil dia 31 de Março.

 

Temuera Morrison negocia para interpretar o pai do ‘Aquaman’

O The Hollywood Reporter acaba de informar que Temuera Morrison, o Jango Fett da trilogia de prelúdios de ‘Star Wars‘, está em negociações para viver o pai, humano, de ‘Aquaman‘.

Recentemente, o THR também revelou que  Nicole Kidman está negociando com  a Warner Bros. para vive Atlanna, mãe do Aquaman. A atriz esteve em ‘Batman Eternamente‘ (1995) e em 2015 foi cotada para viver a Rainha Hipólita no filme da ‘Mulher-Maravilha‘, papel que ficou com Connie Nielsen.

Vale lembrar que a atriz foi indicada na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar 2017 por sua atuação em ‘Lion‘.

 

Recentemente, diretor James Wan divulgou a primeira foto com o elenco de ‘Aquaman‘.

Na imagem, podemos ver Patrick Wilson (Mestre do Oceano), Amber Heard (Mera), WanJason Momoa (Aquaman).

Confira:

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para 5 de Outubro de 2018. As filmagens acontecerão na Austrália.

Patrick Wilson (‘Invocação do Mal‘ 1 e 2, ‘Watchman‘) foi escalado como o vilão Mestre dos Oceanos, Orm.

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

O Mestre dos Oceanos é o meio-irmão do Aquaman. Ambos são filhos do mesmo pai, mas com mães diferentes. E com o objetivo de tomar o poder do herói, o Mestre dos Oceanos tenta de todas as formas acabar com o “irmão”.

Aquaman‘ é estrelado por Jason Momoa, que fez uma breve estreia como o personagem em ‘Batman v Superman‘.

Amber Heard será Mera, Rainha da Atlântida. Willem Dafoe viverá Vulko.

O vilão do filme será o Arraia Negra, o mais célebre inimigo do Rei dos Mares. Yahya Abdul-Mateen, o Cadilac de ‘The Get Down‘, negocia para viver o Arraia Negra.

Apresentado em 1967, o Arraia Negra tem diversas origens nas HQs, a mais recente – a dos Novos 52 – ‘Aquaman‘ matou o pai do Arraia Negra em retaliação por assassinato cometido pelo jovem vilão. Assim, o antagonista começa a sua busca por vingança.

Kevin Sorbo, o lendário ‘Hércules’, se junta ao elenco de ‘Supergirl’

O canal The CW acaba de anunciar (via TV Line) que Kevin Sorbo é a mais nova adição ao elenco de ‘Supergirl‘. O ator vai viver um vilão na atual temporada de ‘Supergirl‘, mas a identidade do personagem não foi revelada até então.

Segundo o SpoilerTV, mesmo sem uma descrição ou identidade do personagem de Kevin Sorbo, a CW informou que o vilão estará diretamente ligado com a personagem de Teri Hactcher, que também viverá uma vilã na série – saiba mais.

Famoso por interpretar o grande ‘Hércules‘ na série de tv na década de 1990, Sorbo saiu dos holofotes, mas sempre se manteve envolvido em diversas produções. O ator participou de ‘The O.C. – Um Estranho no Paraíso‘, ‘Espartalhões‘, ‘A Vingança de Julia‘ e ainda empresou sua voz para o próprio Hércules em ‘God of War III‘.

Supergirl‘ voltou na semana passada com episódios inéditos, e para o restante da segunda temporada teremos um novo crossover (musical) com ‘The Flash‘.

Recentemente, a CW realmente foi atrás dos melhores compositores de Hollywood atualmente, para os dois episódios crossover entre ‘The Flash‘ e ‘Supergirl‘.

O produtor executivo das duas séries, Andrew Kreisberg, revelou que Benj Pasek e Justin Paul, ambos de ‘La La Land – Cantando Estações‘, compuseram uma canção para os episódios.

Rachel Bloom, de ‘Crazy Ex-Girlfriend’, escreveu a segunda música.

A ideia é que cada episódio tenha uma canção original.

Com  o mega crossover das quatro séries de super-herói a audiência das duas séries aumentou. ‘Supergirl chegou a incríveis 3 milhões de espectadores (sua média era de 1 milhão e 200 mil por episódio) e ‘The Flash‘ aumentou cerca de 39% em comparação com os outros episódios da temporada (totalizando 4.09 milhões de expectadores).

The Flash‘ e ‘Supergirl‘ estão em hiato e retornam na última semana de Janeiro.

‘The Walking Dead’: Novo vídeo traz várias cenas inéditas dos novos episódios

O IGN acabou de liberar um vídeo em que o elenco de ‘The Walking Dead’ comenta sobre a segunda parte da sétima temporada.

E mais, o material vem repleto de cenas inéditas.

Assista:

Vale lembrar que os próximos três episódios de ‘The Walking Dead‘ – 9, 10 e 11 – terão seus tempos de exibição estendidos.  O 9º virá com 73 minutos, o 10º com 66 minutos e o 11º com 68 minutos.

O nono episódio será exibido no dia 12 de Fevereiro de 2017.

“Os próximos episódios de The Walking Dead são os melhores que já li”, diz produtor 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

Artes trazem os visuais alternativos do Diabo Vermelho, de ‘Scream Queens’

Depois de trabalhar na consagrada antologia de Ryan Murphy, ‘American Horror Story’, David LeRoy Anderson – duas vezes ganhador do Oscar e proprietário do estúdio AFX – foi contratado para criar o glamouroso e assustador Diabo Vermelho para a série ‘Scream Queens‘.

Para ajudá-lo a desenvolver o traje e a máscara do Diabo Vermelho, Anderson contratou uma série de artistas conceituais para criar a maior quantidade de projetos possível. Em seguida, ele escolheu os quinze melhores e deu a Murphy a tarefa de tomar a decisão final.

O produtor acabou escolhendo o designer do novato Xander Smith, que caracterizou o personagem com sombra nos olhos, chifres pretos e cavanhaque preto.

Confira os desenhos finais e alternativos de Smith:

 

 

 

 

 

Rede Globo exibirá o Oscar 2017 um dia APÓS a cerimônia

Mais uma vez, a Rede Globo não exibirá a cerimônia do Oscar Ao Vivo no domingo, dia 26 de Fevereiro.

Como o Oscar acontecerá na mesma noite que o primeiro dia do desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, a emissora optou por exibir o Carnaval na íntegra.

Alguns flash do Oscar serão exibidos durante os intervalos das escolas de samba.

Na segunda-feira, dia 27 de Fevereiro, a Rede Globo exibirá os melhores momentos do Oscar durante o Vídeo Show, cancelando a Sessão da Tarde e estendendo o especial até o início de Malhação.

 Miguel Falabella se juntará a Artur Xexéo e Maria Beltrão, apresentadores fixos da cerimônia – saiba mais!

O CinePOP reuniu os trailers dos indicados na categoria Melhor Filme no Oscar 2017.

Foram 9 filmes, e o vencedor será conhecido dia 26 de fevereiro, em Los Angeles.

Com ‘Deadpool’ esquecido pelo Oscar, Ryan Reynolds parabeniza indicados 

Confira:

La La Land: Cantando Estações

Indicado a Melhor filme, diretor, atriz, ator, roteiro original, trilha sonora, design de produção, figurino, fotografia, edição, edição de som, mixagem de som e canção original.

 

A Chegada

Indicado a Melhor filme, diretor, roteiro adaptado, design de produção, fotografia, edição, edição de som e mixagem de som.

 

Um Limite entre Nós

Indicado a Melhor filme, ator, atriz coadjuvante e roteiro adaptado.

 

Até o Último Homem

Indicado a Melhor filme, diretor, ator, edição, edição de som e mixagem de som.

 

A Qualquer Custo

Indicado a Melhor filme, ator coadjuvante, roteiro original e edição.

 

Estrelas Além do Tempo

Indicado a Melhor filme, atriz coadjuvante e roteiro adaptado.

 

Lion – Uma Jornada Para Casa

Indicado a Melhor filme, ator coadjuvante, atriz coadjuvante, roteiro adaptado, trilha sonora e fotografia

 

Manchester À Beira-Mar

Indicado a Melhor filme, diretor, ator, atriz coadjuvante, ator coadjuvante e roteiro original

 

Moonlight: Sob a Luz do Luar

Indicado a Melhor filme, diretor, atriz coadjuvante, ator coadjuvante, roteiro adaptado, trilha sonora, fotografia e edição

 

 

 

Melhor diretor
Dennis Villeneuve (A chegada)
Mel Gibson (Até o último homem)
Damien Chazelle (La la land: Cantando estações)
Kenneth Lonergan (Manchester à beira-mar)
Barry Jenkins (Moonlight: Sob a luz do luar)

Melhor ator
Casey Affleck (Manchester a beira mar)
Denzel Washington (Cercas)
Ryan Gosling (La La Land – Cantando estações)
Andrew Garfield (Até o Último Homem)
Viggo Mortensen (Capitão Fantástico)

Melhor atriz
Natalie Portman (Jackie)
Emma Stone (La La Land – Cantando estações)
Meryl Streep (Florence: Quem é essa mulher?)
Ruth Negga (Loving)
Isabelle Huppert (Elle)

Melhor ator coadjuvante
Mahershala Ali (Moonlight: Sob a luz do luar)
Jeff Bridges (Até o Último Homem)
Lucas Hedges (Manchester à beira-mar)
Dev Patel (Lion: uma jornada para casa)
Michael Shannon (Animais noturnos)

Melhor atriz coadjuvante
Viola Davis (Cercas)
Naomi Harris (Moonlight: Sob a luz do luar)
Nicole Kidman (Lion)
Octavia Spencer (Estrelas além do tempo)
Michelle Williams (Manchester à beira-mar)

Melhor fotografia
A chegada
La la land
Moonlight
O silêncio

Melhor animação
Kubo e as cordas mágicas
Moana
My life Courgette
The red turtle
Zootopia

Melhor filme em língua estrangeira
Land of mine
A mand called Ove
O apartamento
Tanna
Toni Erdmann

Melhor roteiro original
La la land: Cantando estações
Manchester à beira-mar
A qualquer custo
O lagosta
20th century woman

Melhor roteiro adaptado
Moonlight
Lion
Cercas
Estrelas além do tempo
A chegada

Melhor documentário
Fire at sea
I am no your negro
Life, animated
O.J. Made in America
13th

Melhor curta-metragem
Ennemis Intérieurs
La femme et le TGV
Silent night
Sing
Timecode

Melhor curta-metragem de animação
Blind Vaysha
Borrowed time
Pear Cider and Cigarettes
Pearl
Piper

Melhor documentário em curta-metragem
Extremis
41 miles
Joe’s violin
Watani: My homeland
The white helmets

Melhor edição
A chegada
Até o último homem
A qualquer custo
La la land: Cantando estações
Moonlight: Sob a luz do luar”

Melhor edição de som
A chegada
Deepwater horizon
Até o último homem
La la land: Cantando estações
Sully: O herói do rio Hudson

Melhor mixagem de som
A chegada
Até o último homem
La la land: Cantando estações
Rogue One: Uma história Star Wars
13 Hours: The secret soldiers of Benghazi

Melhor design de produção
A chegada
Animais fantásticos e onde habitam
Ave, Cesar!
La la land: Cantando estações
Passageiros

Melhores efeitos visuais
Deepwater horizon
Doutor Estranho
Mogli
Kubo and the two string
Rogue One: Uma história Star Wars

Melhor canção original
Audition (The fools who dream) (La la land: Cantando estações
Can’t stop the feeling” (Trolls)
City of stars” (La la land: Cantando estações)
The empty chair” (Jim: The James Foley Story)
How far I’ll go” (Moana)

Melhor trilha sonora
Micha Levi (Jackie)
Justin Hurwitz (La la land: Cantando estações)
Nicholas Britell (Moonlight: Sob a luz do luar)
Thomas Newman (Passageiros)

Melhor cabelo a maquiagem
A man called Ove
Star Trek: Sem fronteiras
Esquadrão suicida

Melhor figurino
Allied
Animais fantásticos e onde habitam
Florence: Quem é essa mulher?
Jackie
La la land: Cantando estações

Disney libera música-tema de ‘A Bela e a Fera’, com Ariana Grande e John Legend

A Walt Disney liberou a faixa completa de Beauty and the Beast, música-tema do live-action de ‘A Bela e a Fera‘.

Ariana Grande e John Legend cantam nesta versão.

Ouça:


Vale lembrar também que a Funko anunciou sua linha especial de colecionador para o live-action.

Confira:

Considerando que ‘A Bela e a Fera’ foi o primeira animação a obter uma indicação de Melhor Filme no Oscar, a versão live-action certamente tem algumas grandes expectativas para superar. Felizmente, o filme tem tudo ao seu favor, com um elenco cativante e carismático, que também conta com Ewan McGregor como Lumiere e Ian McKellen como Cogsworth.

 


O romance musical chega aos cinemas nacionais dia 16 de março de 2017, e nos norte-americanos no dia seguinte.

A nova versão de ‘A Bela e a Fera‘ conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.

‘Transformers: O Último Cavaleiro’ deve ser o último filme de Michael Bay na franquia

Parece que agora é definitivo. Após o quinto filme, Michael Bay deve deixar a franquia que criou em 2005.

Se hoje podemos dizer que Michael Bay é um dos grandes nomes do cinema de ação em Hollywood, isso se deve ao primeiro filme de ‘Transformers‘ lançado em 2005, que conquistou o público com seus efeitos especiais ao mostrar carros se transformando em robôs gigantes.

‘G.I. Joe’ e ‘Transformers’ podem ganhar crossover nos cinemas

Agora, em comunicado em seu site oficial, Bay diz que ‘Transformers: O Último Cavaleiro‘ será o seu gran finale na franquia, e apesar disso, o seu adeus é um novo começo para os ‘Transformers‘ no cinema.

Confira o que disse o diretor:

“Eu vivo nesta franquia há mais de 10 anos. Para Transformers: O Último Cavaleiro, montamos uma sala de roteiristas para expandir nossa mitologia, integrando nossos filmes de uma maneira totalmente nova. Tivemos uma grande equipe de escritores: Akiva Goldsman (A Beautiful Mind); Art Marcum & Matt Holloway (Homem de Ferro); Ken Nolan; Zak Penn (Pronto Jogador Um); Lindsey Beer (Barbie); Genebra Robertson-Dworet (Tomb Raider); Christina Hodson (Bumblebee); Steven S. DeKnight (Demolidor, Smallville); Jeff Pinkner (O Espetacular Homem-Aranha 2, Lost); e Andrew Barrer & Gabriel Ferrari (Homem-Formiga). Durante o verão de 2015, eles trabalharam em um espaço enorme da Paramount… Nós trouxemos escritores da Hasbro para falar onde Transformers está – para que eles pudessem descobrir onde a franquia pode ir.

Posso dizer com segurança que nunca houve um filme dos Transformers com um enorme alcance visual e uma mitologia como neste filme, O Último Cavaleiro. É difícil para mim. Em cada filme da franquia, eu disse que seria o meu último. Eu amo fazer esses filmes. Este filme foi especialmente divertido filmar.”, disse Michael Bay no comunicado oficial.

Como visto no comunicado, o diretor revela que a Paramount Pictures reuniu uma equipe de roteiristas para criar uma expansão de universo para a franquia, por isso, Bay, diz que ‘Transformers: O Último Cavaleiro‘ é o novo começo de ‘Transformers‘ no cinema.

Hoje, ‘Transformers: O Último Cavaleiro‘ ganhou um teaser como prévia do vídeo que será apresentado no domingo, durante o Super Bowl.

Mark Wahlberg é destaque em nova imagem de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

Assista, seguido do trailer legendado:

 

A estreia de ‘Transformers 5 – O Último Cavaleiro‘ acontece em 22 de junho de 2017 no Brasil. O título se refere aos Cavaleiros de Cybertron, apresentados no quarto filme.

Optimus Prime tenta matar Bumblebee em comercial de ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

Transformers 5‘ mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas. Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.

Filme solo Bumblebee terá pistas em ‘Transformers: O Último Cavaleiro’

Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.

 

 

Elenco principal de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros’ ganha cartazes individuais

A Universal Pictures liberou os mais novos cartazes de ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘.

Neles, você confere os protagonistas da adaptação acompanhados de uma palavra que define bem cada personagem.

A estreia acontece em 9 de fevereiro.

Jamie Dornan rejeitou oferta de US$ 1,5 milhão para aparecer pelado em ’50 Tons Mais Escuros’

Confira, com os últimos vídeos liberados:

Trilha Sonora de ’50 Tons Mais Escuros’ tem Sia e Taylor Swift 

Baseado no best-seller de E.L. James, ‘Cinquenta Tons Mais Escuros‘ apresenta o segundo capítulo da história de amor e submissão entre Christian Grey e Ana Steele. Quando ele tenta novamente seduzir a cautelosa Anastasia e trazê-la de volta para sua vida, ela exige um novo acordo antes de lhe dar uma nova chance. Enquanto os dois começam a construir um relacionamento baseado em confiança e estabilidade, figuras sombrias do passado do Sr. Grey começam a assombrar o casal, determinadas a destruir todas as suas esperanças de um futuro juntos.

James Foley comanda as duas sequências.

Ele tem no currículo alguns episódios da série ‘House of Cards‘, e dirigiu um filme com narrativa similar: ‘Medo‘ (Fear, 1996), em que Mark Wahlberg interpretava o violento namorado de Reese Witherspoon.

 

 

‘The Vampire Diaries’: Vídeo oficial traz mais cenas inéditas do episódio 8×11

O CW liberou um preview com mais cenas inéditas do episódio de hoje à noite de ‘The Vampire Diaries‘.

Assista, com as prévias:

Lembrando que Nina Drobrev também tem presença mais do que garantida para o 16º episódio da 8ª temporada e última da série.

Vale lembrar que Nina saiu de cena no final da sexta temporada e Elena ficou adormecida, e só poderá ser trazida de volta a vida quando Bonnie morrer.

Assista nossa entrevista com a atriz:

 

Primeiro trailer legendado de ‘XX’, o terror dirigido somente por mulheres

A seguir, você confere o primeiro trailer de ‘XX‘, um terror original que vem para mostrar a força das mulheres em um gênero completamente dirigido somente por homens.

A trama explora várias histórias diferentes, mas que por determinados motivos elas passam a convergir.

A direção fica por conta de: Roxanne Benjamin, Sofìa Carrillo, Karyn Kusama, St. Vincent, Jovanka Vuckovic.

Assista:

Jovens invadem hospital psiquiátrico em cena do terror ‘Eloise’, com Eliza Dushku

Foi divulgado o primeiro clipe do terror ‘Eloise‘, dos mesmos produtores de ‘O Exorcismo de Emily Rose‘.

Eliza Dushku (‘Pânico na Floresta’), Robert Patrick (‘Prova Final’) e Chace Crawford (‘Gossip Girl’) estrelam.

No filme, quatro amigos invadem a instituição psiquiátrica abandonada na esperança de encontrar um certificado de óbito, que concederá a um deles o direito a uma herança considerável. Logo, o grupo não só descobre que lugar abriga uma história horrível, mas também a verdade sobre seus próprios e trágicos passados.

Assista:

Robert Legato dirige. A estreia nos EUA acontece dia 3 de Fevereiro, sem previsão no Brasil.

Crítica | Santa Clarita Diet – 1ª Temporada

Califórnia, terra dos ricos, famosos e… famintos

Santa Clarita é a terceira maior cidade no condado de Los Angeles, Califórnia. Terra dos ricos e famosos, o local se torna também o cenário para a mais nova série da Netflix – que nós aqui no CinePOP pudemos conferir em primeira mão, antes da estreia nesta sexta-feira, dia 3 de fevereiro, e trazer esta análise para você, nosso querido leitor.

Produzido e estrelado pelo casal de protagonistas Drew Barrymore e Timothy Olyphant, Santa Clarita Diet, ou Dieta de Santa Clarita, é uma grande brincadeira com o tema dos zumbis, muito em voga atualmente. A série, no entanto, é uma comédia (de humor bem negro) e possui inclusive o formato de duração deste tipo de programa, com episódios de vinte e poucos minutos.

A trama apresenta o casal de corretores imobiliários Sheila (Barrymore) e Joel (Olyphant), casados há mais de vinte anos e pais de uma adolescente, a espevitada Abby (Liv Hewson). O clima satírico impera, e o programa é recheado de diálogos rápidos, referências e o tipo de humor ácido, provido da interação dos personagens, no qual nem sempre pegamos tudo, tornando o texto ainda mais interessante. O paralelo feito aqui é com o estilo de vida dos subúrbios americanos e suas grandes mansões – longe de problemas reais.

Na pacata vida dos protagonistas, e igualmente na cidade em que residem, muito não parece acontecer. Isto é, até a primeira reviravolta na história, que ocorre logo no primeiro episódio, e irá cimentar a transformação de Sheila em uma morta-viva. Até neste aspecto a série criada por Victor Fresco (My Nam is Earl) é original, já que aborda o tema “zumbi” de uma forma completamente refrescante e inédita.

Não vale falar muito para não estragar, mas esqueça a imagem dos comedores de miolos lentos, decrépitos e pouco inteligentes (que séries como The Walking Dead ajudaram a estabelecer). A abordagem que esta comédia decide dar aos ‘infectados’ é única, funcionando bem em sua proposta. Até mesmo obras do subgênero, vide Todo Mundo Quase Morto (2004) e Zumbilândia (2009) não fazem jus ao apresentado nesta embalagem revigorada.

Ao mesmo tempo em que é altamente consciente de seu ritmo humorístico, Santa Clarita Diet não pega leve nas cenas gráficas, nos brindando com alguns dos momentos mais repugnantes, desconfortáveis e viscerais já mostrados em uma produção do tipo. Os primeiros episódios, em especial, já chegam revirando nossos estômagos com o que diz respeito à transição da protagonista. Uma dica, não assista durante o jantar.

Por falar em Zumbilândia, enquanto a continuação parece estagnada para sair do papel (e já rendeu até uma série que não vingou), o diretor do longa, Ruben Fleischer, se diverte no subgênero mais uma vez comandando os primeiros episódios do programa, num total de dez nesta temporada. A maioria mantém o ritmo, mas os episódios finais parecem meio fora de rumo. Além disso, a falta de conclusão deixa a porta claramente aberta para a segunda temporada.

O carisma de Barrymore (realmente abraçando a causa e mergulhando de cabeça na comicidade do grotesco) e Olyphant (sorrindo mais aqui do em toda a sua carreira) segura o programa e realmente o vende. Eles são a alma do negócio e mesmo que nem tudo funcione cem por cento, seu comprometimento com o material é louvável. Outra grande descoberta aqui é a menina Hewson, uma novata que demonstra ter talento de sobra para deslanchar. Completando o elenco principal, o jovem Skylar Gisondo, o filho mais velho do remake Férias Frustradas (2015), no papel do vizinho nerd, apaixonado por Abby e que, obviamente, é um aficionado pela cultura zumbi.

Já nas primeiras cenas do primeiro episódio sentimos o tipo de humor que irá permear o programa, com a ironia que reside no fato dos protagonistas – que irão em breve realizar atos pra lá de ilícitos, como assassinato, afinal a mulher precisa comer – terem sua casa situada literalmente entre as casas de dois policiais. Um deles, interpretado por Ricardo Chavira (o Carlos de Desperate Housewives), é o típico rouba cenas.

Santa Clarita Diet é uma muito bem vinda remodelagem do tema, e demonstra que enquanto existir criatividade nenhum material ficará saturado junto ao público.

Crítica | Quase 18

As Desvantagens de Ser Invisível

Escrito e dirigido pela cineasta estreante Kelly Fremon Craig, e com produção do veterano James L. Brooks (Melhor é Impossível), Quase 18 deixaria orgulhoso o diretor John Hughes, um ícone quando o assunto é filme adolescente de qualidade. Com certeza Craig tira muitas de suas referências do que viu nos filmes de Hughes para construir seu primeiro longa, conseguindo assim escrever seu próprio nome da história também.

Este é um daqueles filmes cuja estrutura é toda montada em volta da protagonista. Para o filme funcionar, a protagonista precisa funcionar. Nada melhor então do que ter estrelando uma jovem do porte de Hailee Steinfeld, que já pisou no mundo da sétima arte com uma indicação ao Oscar (por Bravura Indômita, dos irmãos Coen), aos 14 anos de idade. Hoje, aos 20, mas ainda apresentando rostinho de menina, a atriz desabrocha, além da forma física, o talento natural de atuação. Ela é a vida e o pilar de Quase 18.

Na trama, Steinfeld vive Nadine, a típica colegial norte-americana, dos subúrbios de classe média alta. Mas antes de entrar no mérito cínico e apontar a falta de problemas reais de pessoas privilegiadas, vale lembrar que cinema não é, e não deve ser, apenas um retrato de dificuldades sociais. E sim existenciais. Nadine passa por todas as questões experimentadas por qualquer um que já teve esta idade – uma época de extrema insegurança e grande revolta.

De fato, a protagonista de Steinfeld reflete bem o modelo Molly Ringwald, a ruivinha musa dos filmes de Hughes, vide Gatinhas e Gatões (1984) e A Garota de Rosa-Shocking (1986). Ela está naquela fase onde deixou a infância para trás e caminha para a vida adulta, sem saber bem a qual ponta se agarrar mais. Essa zona cinza pode ser uma época de muita alegria, tristeza ou ambos. Tímida e introvertida, o que não ajuda em nada a causa, Nadine não tem amigos e pertence à turma dos excluídos, isto é, tirando Krista – daquelas amizades que nascem ainda na infância.

Sua força está na família, em especial no pai – um companheiro bem compreensivo. Quando ele morre de um ataque do coração, a vida da jovem se desestrutura completamente. O que Craig retrata aqui com seu filme é mais do que uma parcela da vida de uma adolescente, é uma conversa quase tão sincera quanto à proposta por Aos Treze (2003), de Catherine Hardwicke, ainda abordando temas como o início da depressão. Nada tão intenso, porém, já que se trata de uma comédia juvenil, leve e um tanto quanto despretensiosa. Mas a mensagem consegue ser transposta perfeitamente.

Embora seja um one woman show, o filme tem apoio de atores talentosos em papeis coadjuvantes, quase todos brilhando tanto que poderiam roubar os holofotes para si – se Steinfeld não os segurasse tão bem. Woody Harrelson garante a maioria das risadas como o professor desmotivado e Kyra Sedgwick vive a mãe de Nadine. As performances que mais chamam atenção, no entanto, são as dos jovens Blake Jenner (Jovens, Loucos e Mais Rebeldes), que vive o irmão da protagonista, e a revelação Haley Lu Richardson, no papel de Krista, a melhor amiga.

Quase 18 pode ser considerado um filme colegial formulaico, já que apenas baseia-se na estrutura pré-concebida do subgênero. No entanto, o faz com tamanho vigor e vontade, que consegue encontrar originalidade nas entrelinhas. É na interação dos personagens, o que diz respeito também às atuações, que o filme transcende. Além disso, o longa de Craig oferece uma olhada de bastidores, em como funciona o universo colegial hoje, além do comportamento realístico entre jovens de tal geração – o que para quem está afastado desta realidade há tanto tempo, é sempre interessante.

Por seu trabalho em Quase 18, Hailee Steinfeld foi indicada ao Globo de Ouro 2017. Merecido. Se todas produções do gênero pudessem contar com o talento de atrizes com Steinfeld, e a criatividade do texto de Craig, os adolescentes de hoje estariam bem representados.

Elizabeth Moss em bela interpretação no novo teaser de ‘A Decadência de Uma Espécie’

The Handmaid’s Tale‘, a adaptação para a plataforma de streaming Hulu, a respeito do filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, ganhou sua mais nova prévia.

Confira, com o trailer e cartaz:

A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).

A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).

Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.

Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, viverá Ofglen, amiga da protagonista Offred.

O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes. Com produção do serviço de streaming Hulu, a série estreia em 26 de abril de 2017. A primeira temporada terá 10 episódios.

[SPOILER] Nova sinopse de ‘Logan’ revela ligação entre o personagem e X-23

As expectativas para ‘Logan’ continuam crescentes e a 20th Century Fox está apostando pesado no filme, realizando um feito inédito. A produção protagonizada por Hugh Jackman é a primeira adaptação de super-herói a estrear no Festival de Cinema de Berlim. E para isso, uma nova sinopse mais extensa de ‘Logan’ foi divulgada pelo evento antes da sessão do filme.

Confira a sinopse:

“Em 2024 a população mutante encolheu significativamente e os X-Men se dissolveram. Logan, cujo poder de auto-cura está diminuindo, se rendeu ao álcool e agora ganha a vida como motorista. Ele cuida do velho e doente Professor X, à medida que o mantém escondido. Um dia, uma mulher estranha pede a Logan para conduzir uma menina chamada Laura para a fronteira canadense. A princípio, ele se recusa, mas o Professor Xavier a aguardava por muito tempo. Laura possui habilidades de luta extraordinárias e em muitos aspectos se parece com Wolverine. Ela é perseguida por figuras sinistras trabalhando para uma corporação poderosa, justamente por seu DNA conter o segredo que a conecta a Logan. Uma perseguição implacável começa … Na mais nova adaptação de Wolverine para os cinemas, vemos os super-heróis atolados ​​por problemas cotidianos. Eles estão envelhecendo, doentes e lutando para sobreviver financeiramente. Um decrépito Logan é forçado a perguntar a si mesmo se ele pode ou sequer quer colocar o resto de seus poderes em uso. Parece que no futuro próximo, os tempos em que os X-Men foram capazes de colocar o mundo em ordem ficaram para trás”.

A personagem Laura, popularmente conhecida como X-23, é interpretada por Dafne Keen. No universo da Marvel Comics, Laura é o resultado de uma experiência secreta do governo (a 23ª tentativa, daí a justificativa de seu codinome) para criar um clone feminino de Wolverine, usando algum material genético (danificado) de Logan. Ainda não está claro se esse passado da personagem nas histórias em quadrinhos será trazido para a Laura dos cinemas ou se ela terá uma conexão diferente com Wolverine no universo cinematográfico dos ‘X-Men’. A sinopse estendida para Logan torna ainda mais claro que Laura e Wolverine estão relacionados (algo que, aparentemente, já é do conhecimento do Professor Xavier), mas deixa o teor de sua relação no ar.

Os trailers de ‘Logan‘ deixaram claro que Wolverine e Laura formam uma relação tipo pai e filha, porém ainda não está claro se a ligação entre os dois é de forma figurativa (pelo fato de ela ter sido clonada dele) ou literal. A menção à ‘mulher estranha’ dá a entender que ela possa de fato ser a mãe de Laura, ou alguém com quem Logan tinha muita intimidade em algum determinado momento no passado.

A 20th Century Fox lançará o filme por aqui no dia 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.